quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Judeus, comunistas e o ódio genocida nos "Estudos sobre a branquitude” - Por Andrew Joyce, Ph.D., {academic auctor pseudonym}


Andrew Joyce, Ph.D.
 {academic auctor pseudonym}


            Como uma regra geral, você pode estar toleravelmente certo que qualquer disciplina que contenha a palavra ‘estudos’ em seu título pode ser imediatamente descartada no nível intelectual como envolvendo muito pouco estudo e grande quantidade de doutrinação esquerdista. A relativamente nova disciplina de ‘Whiteness Studies’ {Estudos da branquitude}, contudo, é vastamente mais tóxica que a média das efusões contemporâneas do envaidecido corpo acadêmico. Na verdade, suas produções devem ser vistas como nada menos que incitamento ao genocídio de nosso povo. Enquanto muitos grandes pensadores em nossas fileiras exploraram e expuseram as mais subversivas tentativas de moldar as ‘formas de ver’ que continuam a levar nosso povo à extinção, eu entendo que alguma luz deve também ser derramada sobre o ódio desavergonhado, explícito e aberto que fervilha dentro desta disciplina acadêmica. O credo odioso que motiva os ideólogos líderes desta nova disciplina é chocante e, ainda em igual medida, previsível. Atrás de seus fundamentos ideológicos nós encontramos frases, características, padrões e estratégias que são tristemente todas muito familiares para nós. Nós somos forçados a reconhecer uma vez mais impiedosa guerra étnica que está sendo travada sobre nós, e o alistamento de nosso próprio povo em uma cruzada suicida.

Noel Ignatiev
            Minha própria odisséia neste odioso miasma começou recentemente quando um amigo me enviou um link para a versão online do ‘Whiteness Studies’ {Estudos da branquitude} do Journal Race Traitor. O jornal, que anteriormente se jactava do slogan “Traição à branquitude é lealdade à Humanidade’, foi fundada em forma impressa em 1992 pelo acadêmico judeu Noel Ignatiev. Ambos Ignatiev e Race Traitor tinham sido mencionados anteriormente em The Occidental Observer por Kevin MacDonald. Conforme MacDonald observou em 2008, Ignatiev somente disfarçou muito pouco o ódio irrestrito que sua ‘disciplina’ incita contra os brancos e a cultura destes:
Ignatiev et. al. têm desenvolvido um história que é da seguinte forma: Um bando de pessoas muito ruins se reuniram e criaram uma categoria chamada “branca” para a qual eles pertencem mas pessoas com pele diferente não pertencem. Então eles fizeram leis que favoreceram pessoas na categoria branca, eles fizeram conluio com outros brancos para dominar o processo econômico e político, e eles inventaram teorias sem base científica na qual os brancos tinham suas raízes em diferenças biológicas reais. Todo o material escrito de Ignatiev que nós temos visto carrega a mesma estranha mensagem com o mesmo texto extremo... Ignatiev escreve sombriamente e dramaticamente sobre a “abolição da raça branca,” “genocídio dos brancos,” etc. Quando pressionado, ele enfatiza que ele não quer dizer realmente em matar as pessoas que chamam a elas mesmas de branca. Ele somente quer destruir o conceito de branquitude. Então ele está fora do contexto, certo?
            Não muito. Ignatiev está realmente apenas jogando um jogo de isca e dissimulação. Enquanto plenamente sintonizado a sua própria identidade judaica, ele ostensivamente segue a linha do politicamente correto que “raças” são somente “construções sociais”. Quando pressionado, ele alega ser pouco mais que um igualitário extremo, contra todas hierarquias sociais mas especialmente aquela na qual na qual ele imagina os brancos estarem no topo. Com a verdadeira natureza da cruzada anti-branco assim escondida, Ignatiev e seus protegidos têm sido capazes de aumentarem seus discípulos, e incitar ódio contra os brancos sem ser acusado de fazer isso. O ódio deles assume uma legitimidade superficial porque o os odiados “brancos” são apenas uma “construção social.” Então eles estão buscando ‘matar’ uma construção, não um povo. A linha partidária, portanto, é que ela é em tudo o fazer os brancos pararem de pensarem que eles são brancos – para o próprio bem deles naturalmente. Assim enquanto os estudos sobre os negros, estudos sobre as mulheres, estudos sobre os mexicanos etc. direcionam todos a desenvolver e nutrir suas respectivas identidades e agendas sociais, os ‘estudos sobre a branquitude’ direcionam a extinguir completamente qualquer sentido de identidade e consciência dos interesses de grupo.

            Visto no contexto de competição étnica, de educação e de cultura como armas neste batalha, é claro que existe nada remotamente benigno em despojar os brancos de sua consciência étnica e de identidade. Conforme Kevin MacDonald comentou:
Note que se Ignatiev fosse sinceramente oposto à competição étnica, ele teria criticado todos os tipos de povos e indivíduos ao redor do mundo que pensam deles mesmos como pertencendo a uma categoria racial/étnica. Afinal, o que resta quando não existe mais a categoria da branquitude? Existirão ainda povos com pele branca que podem traçar a ancestralidade genética deles à Europa, mas que têm perdido todo o sentido de pertencer a uma categoria racial. E existirá ainda povos que classificam-se eles mesmos como judeus e negros e asiáticos e várias subdivisões de asiáticos. Estes povos continuarão atuar na base desta identidade. Somente brancos serão deixados sem uma identidade e, portanto, sem armas na luta racial/étnica... Quando somente brancos estão deixados sem uma identidade e, portanto, sem armas na luta racial/étnica, não é preciso muita imaginação para supor que o real genocídio dos brancos é o próximo passo.
      Enquanto Ignatiev e Race Traitor são importantes e visíveis pedras angulares dos contemporâneos esforços para destruir a identidade branca, e com isso nossa viabilidade genética, neste artigo eu quero ainda contextualizar estes esforços bem como explorar algumas das mais amplas implicações e ramificações dos indivíduos chave e os trabalhos deles.

            Um dos textos seminais da turminha dos ‘estudos da branquitude’ é The Invention of the White Race, em dois volumes (1994 & 1997) de Ted Allen. Allen (1919 – 2005) impactou-me como um profundamente estranho personagem que circulou em um ambiente pesadamente judeu ao longo de sua vida. Allen nasceu em uma família de classe média em Indianápolis, Indiana. Em 1929 a família moveu-se para Huntington, Virgínia Ocidental, onde ele posteriormente alegou ter sido “proletarizado pela Grande Depressão.” Ele tinha se juntado ao densamente judeu Partido Comunista nos anos da década de 1930 e, depois mudando para Nova Iorque em 1948, ele deu aulas em economia na Jefferson School, do Partido, na Union Square in Manhattan (1949 – 56). No fim dos anos da década de 1950 o Partido Comunista caiu sob o escrutínio do governo e desembocou em luta interna, levando Allen a deixar o Partido a fim de ajudar a estabelecer uma nova organização, a Provisional Organizing Committee to Reconstitute the Communist Party (POC). Após estadias na Inglaterra e Irlanda depois da morte de sua esposa, Allen retornou para o Brooklyn nos anos da década de 1960.

Theodore William "Ted" Allen
            Baseando-se nas teorias de W. E. B. Du Bois em Black Reconstruction (1935) sobre a alegada ‘perseguição racial,’ na América e pesadamente influenciado por amigos íntimos judeus como Noel Ignatin (mais tarde Ignatiev), Allen começou a trabalhar em um estudo histórico de três crises na história dos Estados Unidos na qual ele percebeu haver confrontação geral entre as forças do capital e aquelas de baixo – a crise da Guerra Civil e Reconstrução, a Revolta Populista dos anos da década de 1890, e a Grande Depressão dos anos da década de 1930. Seu trabalho focou no papel da teoria e prática do que ele percebeu como “supremacia branca” em formar aqueles resultados. Juntos, Ignatiev e Allen forneceram a cópia para um influente panfleto dos anos 70 contendo ambos “White Blindspot,” sob o nome de Ignatiev, e “Can White Radicals Be Radicalized”, artigo de Allen.

            Eu penso que isso fala claramente sobre o próprio sentido confuso de Allen de identidade racial que ele publicou, sua própria contribuição, no panfleto sob o decididamente característico pseudônimo judaico J. H. Kagin. O pseudônimo judaico foi apropriado para um indivíduo que através de sua vida aparentemente esforçou-se pela judeidade, e tanto na aniquilação como no ódio a sua própria identidade branca, e em sua perpétua associação com judeus e os interesses destes. Quando ele finalmente publicou The Invention of White Race no início dos anos da década de 1990. Allen contribuiu significantemente à causa de Ignatiev ao desafiar as definições fenotípicas de raça, desafiando argumentos que racismo é uma característica inata da natureza humana, e em negar a ideia que a classe trabalhadora branca beneficia-se de um sentido de consciência e identidade racial. Allen morreu na pobreza em Crown Heights, Brooklyn, onde ele viveu por mais de quarenta anos. Seu último trabalho, pode ser adicionado, era bastante adequado. Ele ensinou matemática na ultra-ortodoxa Yeshiva {uma escola judaica} Crown Heights.

Alexander Saxton
            Outra figura importante no desenvolvimento dos estudos da natureza dos brancos foi Alexander Saxton (1919 – 2012). Saxton, como Allen, veio de uma família de classe média, mas acarinhou os sonhos de uma vida como um guerreio de classe. Seu pai foi o editor-chefe da Harper & Brothers, a companhia que publicou primeiro Edna St. Vincent Millay, Aldous e Julian Huxley, J. B. Priestley, e Thornton Wilder. Sua mãe ensinou literatura numa escola privada para garotas em Manhattan. Também como Allen, ele posteriormente alegou ter sido “radicalizado pela Grande Depressão.” Saxton entrou em Harvard em 1936, mas abandonou seu primeiro ano para se tornar um operário em Chicago. Um trabalho seis dias por semana ao pagamento de 25 centavos por hora levou o reitor de Harvard a sugerir que seus pais dessem a ele ajuda psiquiátrica. Saxton logo juntou-se ao Partido Comunista, finalmente conseguindo seu grau de bacharel na Universidade de Chicago. Sua filiação no Partido Comunista, bem como sua produção de uma número de novelas duvidosas começando no fim dos anos da década de 1940, levou a uma audiência perante a House Un-American Activities Committee no meio dos anos da década de 1950. Depois de décadas escrevendo artigos sobre ‘supremacia branca’ um decrépito Saxton publicou The Rise and Fall of He White Republic em 2003, onde ele argumentou que o ‘racismo branco’ era central na política e cultura americana. Mais tarde tornou-se um texto-chave sobre os ‘estudos da branquitude’. Saxton atirou em si mesmo em seu lar em 2012.

Ruth Frankenberg
Terry Berman
            Uma figura mais jovem no desenvolvimento dos ‘estudos da branquitude’ foi Ruth Frankenberg (1958 – 2007). Frankenberg nasceu na Inglaterra de um pai judeu e uma mãe inglesa, ambos ardentes esquerdistas. Depois que seus pais se divorciaram, Frankenberg foi criada principalmente pelo pai dela antes de mudar-se para a Califórnia no fim dos anos da década de 1970, com a idade de 21. Através dos anos da década de 1970 ela própria tinha devotado-se como uma ‘feminista socialista’ (nunca como judia!) para se opor ao National Front, um movimento anti-imigração que estava ganhando força na Inglaterra desde o meio dos anos da década de 1960. Depois de chegar na Califórnia, e declarando-se ela mesma uma lésbica, Frankenberg começou trabalhar intimamente com Erica ‘Ricky’ Sherover-Marcuse e Terry Berman. Em A Promise and a Way of Life: White Antiracist Activism, o autor Becky Thompson escreve que “De Ricky Marcuse e Terry Berman, ambos consultores e professores anti-racistas, Ruth aprendeu que o trabalho anti-racista para os povos brancos requerem ‘fazer o trabalho a partir de um lugar de amor próprio’”.[1] Existe um número de problemas com a ingênua afirmação de Thompson. Primeiramente, ambos Marcuse e Berman não são brancas, mas eram, ao invés, judias fortemente identificadas. De fato, Marcuse era a viúva de Herbert Marcuse da notória Escola da Frankfurt. Segundamente, como o trabalho contra os brancos feito de modo pioneiro pelo marido dela, o trabalho de Ricky pode bem ter sido motivado pelo amor próprio para a extensão do que ela amava, e identificava-se, seu judaísmo, mas não havia amor pelos brancos.

Ricky Marcuse
            Marcuse estava suficientemente em sintonia com sua própria identidade judaica para trabalhar em um kibbutz de 1959 – 1960/61, onde ela apreendeu hebraico. Ela trabalhou com Herbert Marcuse na Universidade da Califórnia de San Diego na década de 1970, e após a segunda esposa de Herbet, Inge Neumann, morrer em 1972, Ricky e Herbert se casaram em 21 de junho de 1976. Depois que Herbert morreu, Marcuse continuou produzindo um grande número de escritos os quais simultaneamente atuavam contra a identidade branca enquanto impulsionavam os interesses judaicos. Estes escritos passariam a formar o leito de sementes para o desenvolvimento dos ‘estudo sobre a branquitude.’ Por exemplo, em seu artigo ‘Working Assumptions For White Activists On Eliminating Racism: Guidelines For Recruting Other Whites As Allies,’ {Pressupostos de trabalho para ativistas brancos para eliminar o racismo: diretrizes para recrutar outros brancos como aliados} Marcuse escreveu que os ativistas deveriam:
Assumir que todos os brancos tenham sofrido alguma variedade de sistemático condicionamento ou ‘treinamento’ para assumir o ‘papel opressor’ em relação aos povos de cor. Algumas vezes este treinamento tem sido participar em atos de violência, ou juntar-se em insultos raciais ou piadas; algumas vezes este treinamento tem sido manter silêncio em face da injustiça. Algumas vezes este treinamento tem sido para ser ‘extra-agradável’ frente às pessoas de cor.
            Enquanto todos os brancos devem parecer como opressores ‘treinados’, os judeus eram sempre representados por Marcuse como a vítima em quintessência. Os judeus eram para ter todos os direitos em identificarem-se como judeus que ‘os opressores brancos’ eram para serem negados como brancos. Em ‘A Working Perspective on Jewish Liberation,’ Marcuse escreveu:
A opressão judaica é real; ela afeta a vida de todo judeu. Como um povo e como indivíduos os judeus têm sido os alvos de maus tratos sistemáticos e a atitudes anti-judaicas... Todo judeu tem e é intitulado a ter um único (alto-definido) relacionamento para com as tradições judaicas, cultura judaica, práticas religiosas judaicas, história judaica, e para com o estado de Israel.
            Antes de morrer em 1988, Marcuse devotou muito de tempo dela a propulsionar a ideologia dela através de suas oficinas de ‘desaprender o racismo’, e doutrinando jovens brancos em apoiar o multiculturalismo através de seu grupo ‘New Bridges’ baseado em Oakland. Ela também investiu muito tempo em pupilas dos ‘estudos sobre a branquitude’ como Ruth Frankenberg, antes de morrer de câncer na idade de 50 anos em 1988.

            Tomando a deixa de Ignatiev, Marcuse, Berman, e os White Communists, Frankenberg publicou White Woman, Race Matters: The Social Construction of Whiteness em 1993. Frankenberg baseou o ‘estudo’ dela no dogma da disciplina, o qual orbita ao redor da crença de que raça é nada mais que uma construção histórica e política, e um fluido social. Ela argumenta que enquanto os brancos podem negar que eles são ‘racistas’, eles não podem negar que eles são brancos. Frankenberg prosseguiu a argumentar que os brancos são implicitamente racistas em virtude da posição ‘dominante’ deles na sociedade ocidental, e afirmou que nós devemos ‘refletir criticamente’ sobre esta posição social de dominância que o povo branco ocupa em nossa sociedade. ‘Estudos sobre a branquitude’ para Frankenberg, como para os predecessores dela, nada mais eram que um exercício em convencer os brancos que eles são opressores, querendo eles ou não, e se eles tinham realmente participado pessoalmente em alguma opressão ou não.

            Foi esta coleção de doentes e ativistas que produziram e disseminaram o meme cultural do ‘privilégio branco’.

            Frankernberg, como Allen, Saxton, e Marcuse, encontrou um fim menos que agradável quando ela morreu de câncer de pulmão em 2007 na idade de 49. Mas até aquele momento o movimento intelectual tinha sido gerado de modo a sobreviver sem seus arquitetos chefes. Os ‘estudos sobre a branquitude’ começou a crescer ao redor de 2002 quando muitos acadêmicos de esquerda, que se auto-odiavam, e judeus previamente envolvidos em atacar vicariamente os brancos via histórias difamatórias e escandalosas de escravidão começaram a notar novas oportunidades e fluíram para o novo campo. Um foi o ‘especialista’ judeu em escravidão Peter Kolchin, que escreveu em 2002 um artigo no Journal of American History que:
Subitamente os estudos da branquitude estão em todo lugar. A rápida proliferação de um gênero que parece ter surgido de nenhum lugar é pouco surpreendente: uma pesquisa recente sobre palavra-chave feita no catálogo eletrônico da biblioteca de minha universidade resultou em cinqüenta e um livros contendo a palavra ‘whiteness’ {branquitude}em seus títulos, quase todos publicados na década passada, e a maioria publicado nos últimos cinco anos... Embora o termo ‘whiteness studies’ {estudo da branquitude} possa a primeira vista sugerir trabalhos que promovam a identidade branca ou constituam parte de uma forte reação contra o multiculturalismo e o ‘politicamente correto’, virtualmente em todos os estudos sobre a branquitude os autores buscam confrontar o privilégio branco – isto é, racismo, e virtualmente todos se identificam em algum nível com a esquerda política. A maioria deles vê uma íntima ligação entre seus esforços acadêmicos e o objetivo de criar uma ordem social mais humana.
Peter Kolchin
            Naturalmente, o novo gênero não tinha “saído do nada,” como Kolchin sugeriu. Ambos o próprio gênero, e vários de seus maiores arquitetos e autores, tinham verificáveis ligações para tanto com o comunismo e a Escola de Frankfurt – Marcuse sendo a própria personificação de tal linhagem. E como a Escola de Frankfurt, a ideologia do grupo é construída mais ou menos explicitamente sobre a ideia que uma ‘ordem social humana’ pode ser somente alcançada através da total aniquilação da natureza dos brancos.

            A perseguição aberta dos ‘estudos da branquitude’ deve ser percebida como nada menos que um ato de extrema, e ainda violenta, agressão contra a raça branca. Eu estou lembrando de uma particularmente pertinente seção de The Lighting and the Sun de Savitri Devi. Devi escreveu que a visão de mundo materialista de violência permitiu que tremendos atos de agressão deslizassem sem contestação. Ela observou:
Perseguição não clara, lenta, e ainda implacável, tanto econômica como cultural: a sistemática supressão de todas as possibilidades para vencidos, sem ‘mostrar’ o impiedoso ‘condicionamento’ das crianças, tanto mais horrível é quanto mais impessoal, mais indireto, mais exteriormente ‘gentil’, é a astuta difusão de mentiras que matam a alma; violência sob o disfarce de não-violência.
            Os programas ‘educacionais’ da ADL[2], a obliteração de nossas fronteiras nacionais, o assassinato de nossa identidade racial, e o lento genocídio de nosso povo sendo realizado sem balas, bombas ou lâminas. Mas isto é, e será, tremendamente violento em suas implicações. Os estudos sobre a branquitude não são parte de uma disciplina acadêmica em qualquer sentido deste termo. Este gênero é um ato de agressão inter-étnica.

Conclusão

George Lipsitz
            Hoje, uma rápida busca na amazon.com revela mais de seiscentos resultados para livros com “whiteness” {branquitude} em seu título. Judeus estão fortemente representado em ambos termos numéricos e no sentido que as contribuições deles parecem ainda mais venenosas que a média. Tomemos, por exemplo, The Possessive Investiment in Whiteness: How White People Profit from Identity Politics (2006) de George Lipsitz, no qual o autor oferece “um olhar não hesitante sobre a supremacia branca... {a branquitude é uma vantagem estruturada que produz ganhos injustos e recompensas não merecidas para os brancos enquanto impõe impedimentos para a acumulação de ativos, emprego, moradia, e cuidados da saúde para membros de grupos raciais prejudicados.” Embora os judeus continuem a ser proeminentes, continua a ser uma dolorosa realidade que jovens acadêmicos brancos continuem a reunirem-se em um movimento voltado à destruição de seu próprio povo.

            Um fator maior que facilita este comportamento etnicamente suicida é a dominação judaica contínua da academia e a constante mutação do que pode ser denominado vagamente como ideologias da ‘Escola de Frankfurt’ em movimentos intelectuais superficialmente novos. Existe realmente nada de novo nisto tudo sobre ‘estudos da branquitude’. Ele é simplesmente o último disfarce da crítica radical da cultura branca, toda lógica talmudista sobre ‘raça como um construto’ à parte, a ativa promoção do genocídio branco. A hipocrisia dos arquitetos judeus do ‘estudo sobre a branquitude’ é auto-evidente – deixa claro na total falta de identificação deles com os brancos, e a muito forte identificação deles com grupos de interesse e cultura judaica. É trágico, criminoso, de fato, que esta corrupta cabala de ativistas étnicos e disfuncionais comunistas que querem ser judeus tenha seqüestrado posições na faculdade, tenha obtido acesso a elite das editoras, e com isso, significante poder e influência sobre a cultura.

            O segundo fator em jogo no sucesso dos ‘estudos sobre a branquitude’ é o problema atual da patologia branca. Um lado da patologia branca é o altruísmo frente a outras raças. O lado ainda mais insidioso é a tendência frente ao auto-ódio. Em meu último artigo[3] sobre este assunto eu escrevi que:
Este auto-ódio pode ser relativamente dormente, na medida que ele é freqüentemente subconsciente, mas irá ao pico quando a mídia ou outra influência cultural descobrir uma questão adequada e construir uma falsa narrativa ao redor dela. Quando a falsa narrativa chega à popularidade máxima, repleta de gatilhos morais emotivos, o auto-ódio se traduz em ativismo o qual então assume uma vida e momento ele próprio. A cruzada moral rapidamente torna-se moda, espalhando em facilitadores de tendências como a mídia social, ganhando mais e mais seguidores cegos. Os verdadeiros fatos atrás da questão original estão neste ponto enterrados sob camadas de debates socialmente construídos, habilidade publicitária, e protestos sobre ‘vítimas naufragas em sacos pretos na praia’ {como a dos migrantes que naufragam na tentativa de chegar à Europa}. Contra-argumentos são nesta fase designados como subversivo, e como uma extensão do passado do diabólico povo ‘racista’ da Europa. Mesmo ‘indiferença’ e qualquer menção dos custos da imigração são tratados com desprezo. Aqueles indivíduos que estão alertas para o estratagema e se organizam atrás de um contra-argumento, tal como o PEGIDA ou os partidos políticos nacionalistas, são designados como diabos populares encarnados. Confrontado com estes povos diabos, o moralismo branco {ou seja, o politicamente correto}atinge seu zênite.
            Os esquerdistas brancos atualmente conspirando com seus gurus acadêmicos judeus para a queda da branquitude são perigosos e fanáticos iludidos moralmente, e desta maneira, traidores da raça da mais alta ordem. Eles acreditam plenamente que “traição à branquitude é lealdade à humanidade.” Eles voluntariamente optaram em renunciar a luta pela vida.

            Examinando as produções turgentes desta ralé, fui movido para as minhas próprias reflexões sobre a branquitude. Escusado de dizer, como um escritor do The Occidental Observer, que eu realmente rejeito totalmente qualquer sugestão que raça é meramente um construto. Raça, para mim, é uma concreta realidade natural como o nascer do Sol e o soprar do vento. Eu poderia fazer extensas líricas por páginas sobre as realizações da raça branca e seu lugar no pináculo do progresso humano, mas eu iria rejeitar qualquer redução da branquitude para o meramente material. Mais importante que invenções, descobertas, viagens, e batalhas que distinguem nossa raça são a energia e o espírito subjacente a todas elas. Eu prefiro refletir branquitude como sendo destilada do espírito faustiano, e eu creio que não seria, portanto, mais possível capturar a ‘branquitude’ em um papel, ou em uma disciplina acadêmica para esse assunto, do que capturar um relâmpago em uma garrafa.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas


[1] Nota do autor: B. Thompson, A Promise and a Way of Life: White Antiracist Activism (University of Minnesota Press, 2001), página 165.

[2] Fonte utilizada pelo autor: “Making’America as user-friendly to jews as possible.’ The Anti-Difamation League and the Indoutrination o four Yourth.” Por Andrew Joyce, 07/01/2014, The Occidental Observer.

[3] Fonte utilizada pelo autor: “Drowning in Altruism: Thoughts on White Pathology and the Invasion of Europe”, por Por Andrew Joyce, 28/04/2015, The Occidental Observer.


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Sobre o autor:Sobre o autor: Andrew Joyce é o pseudônimo de um acadêmico PhD em História, especializado em filosofia, conflitos étnicos e religiosos, imigração, e questão judaica. Ele compõe o editorial do The Ocidental Quarterly e é contribuinte regular do The Occidental Observer, e assessor do British Renaissance Policy Institute.

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Relacionado, ver:






sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Líbia: trata-se do petróleo ou do Banco Central? - Por Ellen Brown


Ellen Brown
14/04/2011

             Vários escritores têm notado o estranho fato que os rebeldes líbios dedicaram tempo de sua rebelião em março para criar o próprio banco central deles – isto antes deles mesmo terem um governo. Robert Wenzel escreveu no Economic Policy Journal:

Eu nunca antes ouvi falar de um banco central sendo criado em apenas algumas semanas após um levante popular. Isto sugere que nós temos um pouco mais do que um grupo de rebeldes ao redor e que existem algumas influências muito sofisticadas

            Alex Newman escreveu no New American
Em um comunicado divulgado na semana passada, os rebeldes relataram os resultados de um encontro realizado em 19 de março. Entre outras coisas, os supostos esfarrapados revolucionários anunciaram a “designação do Banco Central de Benghazi como uma autoridade monetária competente na política monetária na Líbia e o apontamento de um Governador para o Banco Central da Líbia, com sede provisória em Benghazi.” 
            Newman citou o editor sênior do CNBN John Carney, que perguntou, “É esta a primeira vez que um grupo revolucionário tem criado um banco central enquanto se está ainda no meio de uma luta contra o poder político entrincheirado? Isso certamente parece indicar quão extraordinariamente poderosos têm tornado-se os bancos centrais em nossa era.”

          Outra anomalia envolve a justificativa oficial para pegar em armas contra a Líbia. Supostamente é sobre as violações dos direitos humanos, mas a evidência é contraditória. De acordo com um artigo no site da Fox News em 28 de fevereiro: 
Conforme as Nações Unidas trabalham febrilmente para condenar o líder Líbio Muammar al-Qaddafi por reprimir os protestantes, o corpo do Conselho de Direitos Humanos está pronto para adotar um relato cheio de elogios para o registro de direitos humanos na Líbia. 
A avaliação enaltece a Líbia pelas melhorias nas oportunidades de educação, por fazer os direitos humanos uma “prioridade” e por estar melhorando seu quadro “constitucional”. Vários países, incluindo Irã, Venezuela, Coréia do Norte, e Arábia Saudita, mas também Canadá, deram a Líbia notas positivas para a proteção legal concedida para seus cidadãos – que agora estão se revoltando contra o regime e enfrentando um sangrenta represália[1]
            O que quer que possa ser dito dos crimes pessoais de Gaddafi, o povo líbio parece estar prosperando. Uma delegação de médicos profissionais da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia escreveram num apelo para o Presidente russo Dmitry Medvedev e para o Primeiro Ministro Vladmir Putin que depois de se familiarizarem com a vida Líbia, a opinião deles é que em poucas nações as pessoas vivem com tal conforto: 
[Os líbios] têm direito a tratamento médico, e os hospitais deles oferecem o melhor do mundo em equipamentos médicos. A educação na Líbia é gratuita, jovens aptos nos estudos têm a oportunidade de estudar no exterior às custas do governo. Quando se casam, os jovens casais recebem 60,000 dinares líbios (cerca de 50,000 dólares americanos) de assistência financeira. Empréstimos do Estado sem juros, e conforme a prática mostra, não datados. Devido aos subsídios do governo o preço dos carros é muito mais baixo que na Europa, e eles são acessíveis para todas as famílias. Gasolina e pão custam um centavo, não há impostos para aqueles engajados na agricultura. O povo líbio é tranquilo e pacífico, não são inclinados a beber, e são muito religiosos. 
            Eles alegaram que a comunidade internacional tem sido mal informada sobre a batalha contra o regime. “Diga-nos”, eles disseram, “quem não gostaria de tal regime?”

            Mesmo se isso é apenas propaganda, não há como negar pelo menos uma conquista popular do governo líbio: ele trouxe água para o deserto por construir o maior e mais caro projeto de irrigação da história, o projeto GMMR (Great Man – Made River) de 33 bilhões de dólares. Mais ainda que o óleo, a água é crucial para a vida na Líbia.

            O GMMR fornece a 70% da população água potável e irrigação, o bombeamento vem do vasto sistema aquífero subterrâneo do arenito núbio no sul e vai para as regiões costeiras habitadas à 4,000 quilômetros ao norte. O governo líbio tem feito ao menos algumas coisas certas.

            Outra explicação para o ataque à Líbia é que trata-se “tudo de petróleo”, mas esta teoria é muito problemática. Como observado no Jornal Nacional, o país produz apenas cerca de 2% do petróleo do mundo. A Arábia Saudita sozinha tem capacidade de reserva suficiente para compensar qualquer perda de produção se o petróleo líbio desaparecer do mercado. E se trata-se tudo de petróleo, porque a pressa para criar um novo banco central?

            Outra informação provocativa que circula na NET é uma entrevista de 2007 “Democracia Agora”, do General Wesley Clark (ret). Nela ele diz que cerca de 10 dias após o 11 de setembro de 2001, ele foi informado por um general que a decisão tinha sido feita de ir para a guerra contra o Iraque. Clark ficou surpreso e perguntou por que. “Eu não sei!” foi a resposta. “Eu acho que eles não sabem mais o que fazer!”. Posteriormente, o mesmo general disse que eles planejavam derrubar sete países em cinco anos: Iraque, Síria. Líbano, Líbia, Somália, Sudão, e Irã.

            O que estes sete países têm em comum? No contexto do sistema bancário, algo que se destaca é que nenhum deles está listado entre os 56 bancos membros do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Isto evidentemente coloca eles fora do longo braço regulatório dos banqueiros centrais do Banco Central na Suíça.

            Os mais renegados do lote podem ser a Líbia e Iraque, os dois que têm realmente sido atacados. Kenneth Schortgen Jr, escrevendo no Examiner.com, observou que “seis meses antes dos EUA avançarem para o Iraque para derrubar Saddam Hussein, a nação do petróleo tinha feito uma operação para aceitar euros ao invés de dólares pelo petróleo, e isto tornou-se uma ameaça para a dominação global do dólar como reserva de moeda estrangeira, e seu domínio como petrodólares.”

            De acordo com o artigo russo intitulado “Bombardeio na Líbia – Punição por Ghaddafi por sua tentativa de recusar o dólar dos EUA”, Gaddafi fez um movimento similarmente ousado: ele iniciou um movimento de recusar o dólar e o euro, e apelou aos países árabes e nações africanas para utilizarem uma nova moeda, ao invés, o dinar de ouro. Gaddafi sugeriu estabelecer um continente africano unido, com suas 200 milhões de pessoas utilizando esta moeda única[2].

            Durante o ano passado, a ideia foi aprovada por muitos países árabes e na maioria dos países africanos. Os únicos oponentes foram a República da África do Sul e a liderança da Liga dos Estados Árabes. A inciativa foi vista negativamente pelos EUA e pela União Europeia, com o Presidente da França Nicolas Sarkozy chamando a Líbia de uma ameaça para segurança financeira da humanidade; mas Gaddafi não foi influenciado e continuou seu impulso para a criação de uma África unida.

Para o judeu Nicolas Sarkozy, ex-presidente da França, a Líbia seria uma ameaça para segurança financeira da humanidade. O que ele não explicou era que isso significava a soberania que a Líbia adquiriu ao não mais ter que participar do Sistema Financeiro Internacional de escravidão dos juros {Nota do Tradutor}.

            E isto nos traz de volta ao quebra-cabeça do banco central líbio. Num artigo postado no Market Oracle, Eric Encina observou: 
Um fato raramente mencionado pelos políticos ocidentais e pelos especialistas da mídia: o Banco Central da Líbia é 100% possuído pelo Estado... Atualmente, o governo líbio cria seu próprio dinheiro, o dinar líbio, através das instalações de seu próprio banco central. Poucos podem argumentar que a Líbia é um país soberano com seus próprios suficientes recursos, capazes de sustentar o seu próprio destino econômico. O maior   problema para os cartéis bancários globalistas é que a fim de negociar com a Líbia, eles necessitam antes passar pelo Banco Central Líbio e por sua moeda nacional, um lugar onde eles não têm absolutamente domínio algum ou poder de corretagem. Assim, derrubar o Banco Central da Líbia (CBL) pode não aparecer nos discursos de Obama, Cameron e Sarkozy, mas isto é certamente a meta maior da agenda globalista para absorver a Líbia na sua colmeia de nações submissas. 
            A Líbia não tem somente petróleo. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), seu banco central tem aproximadamente 144 toneladas de ouro em seus cofres. Com este tipo de base em ativos, quem necessita do BIS, do FMI e suas regras?

            Tudo que se sugere é uma olhada com mais atenção nas regras do BIS e os efeitos dela nas economias locais. Um artigo no site do BIS afirma que os bancos centrais na Rede de Governo do Banco Central têm como seu único ou principal objetivo “preservar a estabilidade do preço”.

            Eles devem ser mantidos independente do governo para certificarem que as considerações políticas não interfiram em seu mandato. “Estabilidade do preço” significa manter estável uma oferta de dinheiro, mesmo se isto significa onerar as pessoas com pesadas dívidas externas . Os bancos centrais são desencorajados a aumentar a oferta de dinheiro que tenha sido impresso para utilizá-lo para benefício do Estado, seja diretamente ou seja como empréstimos.

            Em 2002 um artigo no Asia Times intitulado “BIS versus bancos nacionais” Heny Liu afirmou[3]
Os regulamentos do BIS servem somente ao único propósito de fortalecimento do sistema bancário privado, mesmo com o risco das economias nacionais. O BIS faz para o sistema nacional de bancos o que o FMI tem feito para os regimes monetários nacionais. As economias nacionais sob a globalização financeira não mais servem a interesses nacionais. 
… FDI [investimentos estrangeiros diretos] denominados em moedas estrangeiras, principalmente dólar, tem condenado muitas economias nacionais para um desenvolvimento desequilibrado para exportação, meramente para pagamentos de juros denominados em dólares para o FDI, com pouco benefício líquido para as economias domésticas. 
            Ele adiciona, “Aplicando a State Theory of Money, qualquer governo pode financiar com sua própria moeda todas as suas necessidades de desenvolvimento doméstico para manter o pleno emprego sem inflação.” A “state theory of money” se refere ao dinheiro criado pelos governos, em vez de serem criados pelos bancos privados.

            A presunção da regra contra o empréstimo do próprio banco do governo central é que isto irá ser inflacionário, enquanto pedir dinheiro emprestado já existente dos bancos estrangeiros ou do FMI não irá ser. Mas todos os bancos na realidade criam dinheiro e eles pegam emprestados de seus próprios livros de créditos, seja de propriedade pública ou privada. A maioria do dinheiro que entra hoje vem de empréstimos de banco. Ao pegar emprestado de seu próprio banco central o governo tem a vantagem de que o empréstimo é efetivamente sem juros. Eliminando-se o juros tem mostrado-se reduzir o custo dos projetos públicos em uma média de 50%.

            E isso parece ser como o sistema líbio funciona. De acordo com a Wikipédia, as funções do Banco Central da Líbia incluem “emitir e regulamentar as notas e moedas da Líbia” e “gerenciar e emitir todos os empréstimos estatais”. O banco da Líbia em posse total do Estado pode e emite a moeda nacional e empresta ela para os propósitos do Estado.

            Isso explicaria onde a Líbia recebe o dinheiro para oferecer educação gratuita e cuidados médicos, e para emitir empréstimos para cada jovem casal no valor de 50,000 mil dólares americanos sem juros. Isso também explicaria onde o país encontrou 33 bilhões de dólares para construir o projeto Great Man – Made River[4]. Os líbios estão preocupados que os ataques aéreos liderados pela OTAN estão chegando perigosamente perto desta linha de tubulações, ameaçando ser outro desastre humanitário.

            Então esta nova guerra é uma questão de petróleo ou uma questão de sistema bancário? Talvez os dois – e água também. Com energia, água, e um abundante crédito para desenvolver a infraestrutura acessível, uma nação pode estar livre das garras dos credores estrangeiros. E isto pode ser a real ameaça da Líbia: Ela pode mostrar ao mundo o que é possível[5].

Muammar Gaddafi: Bem feitor da Líbia e África, foi caçado pelo Sistema Financeiro Internacional, Globalização e pelo sionismo infiltrado na política externa dos EUA. Para os que o acusam de ditador, ele o foi, de fato, porém ditando as melhores leis para seu povo, sendo o ditador magnânimo, contrário ao tirano {Nota do Tradutor}.
           
            A maioria dos países não tem petróleo, mas novas tecnologias estão sendo desenvolvidas, o que poderia fazer nações não produtoras de petróleo tornarem-se independentes energeticamente, particularmente se os custos de infraestrutura são reduzidos pela metade ao pegarem empréstimos do próprio banco de propriedade pública da nação. A independência energética poderia livrar governos da rede dos banqueiros internacionais, e da necessidade de mudar a produção que visa fins domésticos para a que visa serviços de empréstimos nos mercados estrangeiros.

            Se o governo de Gaddafi cair, irá ser interessante observar se o novo banco central irá se juntar ao BIS, se a nacionalizada indústria petrolífera será vendida para investidores, e se a educação e saúde continuarão a ser livres[6].

Tradução por Mykel Alexander

         

Notas


[1]    Nota do tradutor: Em plena guerra civil quando Gaddafi ainda estava no poder.

[2]    Nota do tradutor: O destaque em negrito é de minha autoria, haja visto que a Líbia de Gaddafi, estava acima de tudo respaldada pelo exemplo prático que dava na África, pois possuía (e ainda possui, mesmo com o rebaixamento em 10 pontos de seu IDH em virtude do colapso pós-Gadaffi) o melhor IDH do continente [Fonte: página 184 do anuário de IDH da UNDP (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas): http://hdr.undp.org/en/media/HDR_2011_EN_Complete.pdf ]. Justamente a nação mais bem-sucedida em implementar a saúde e a educação no continente foi invadida e atacada pela OTAN em nome dos alegados direitos humanos.

[4]    Nota do tradutor: Em uma visita à Líbia para participar da quarta conferência anual Progress in Regional Integration and Promotion of Joint Ventures in the Maghreb, que trata integração dos países do noroeste da África (que inclui Argélia, Líbia, Mauritânia, Marrocos e Tunísia) e que ocorreu em Tripoli em 17 de novembro de 2008 o então presidente do FMI, Strauss-Khan ficou positivamente impressionado com a qualidade do governo de Muammar Gaddafi e afirmou:

      “Nossas discussões confirmaram que nós [Strauss-Khan e Gaddafi] compartilhamos muitos pontos de vista nas realizações econômicas e principais desafios da Líbia. Reformas ambiciosas sobre os anos passados produziram um crescimento forte e amplo cada vez mais sólido e uma estabilidade macroeconômica”.
               
      “Nossas discussões têm convencido-me que a Líbia irá continuar a fazer progresso em sua agenda de reformas, com o objetivo de realizar um crescimento ainda maior e uma melhora do padrão de vida da população.”

                Fonte: http://www.tripolipost.com/articledetail.asp?c=1&i=2571 .

[5]    Nota do tradutor: Dominique Strauss-Khan ao falar do trabalho conjunto dos países do Maghreb afirmou:

      “O Maghreb tem alcançado um notável progresso e tem vasto potencial. Todos os países na região tem perseguido, na última década, significante reformas destinadas a impulsionar o crescimento, mas eles ainda têm maiores desafios.” Fonte: http://www.tripolipost.com/articledetail.asp?c=1&i=2571 .

                Um mês após este artigo de Ellen Brow, Dominique Strauss-Khan, justamente um Presidente do FMI que reconheceu os méritos do governo de Gaddafi, teve sua imagem fulminada em polêmico caso envolvendo uma camareira e saiu da presidência do FMI em 15 de maio de 2011 e teve sua corrida eleitoral a presidência da França, na qual era bem cotado à vitória, encerrada. Independente da culpa ou não de Dominique Strauss-Khan, o fato é que o escândalo incidiu de modo totalmente conveniente para Nicolas Sarkozy e contra Gaddafi, o que quer dizer contra a liberdade financeira que a política Líbia significava tanto para a África como para o Mundo.
               
[6]    Nota do tradutor: Respondendo ao questionamento da autora do artigo, Ellen Brow, seguem duas notícias:

                O New York Times em 23/08/2011 postou: “Nações ocidentais – especialmente os países da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que forneceram apoio aéreo crucial para os rebeldes – querem ter certeza de que suas empresas estão em posição privilegiada para bombear o petróleo líbio.” http://www.nytimes.com/2011/08/23/business/global/the-scramble-for-access-to-libyas-oil-wealth-begins.html?pagewanted=all .

                 Em 25/08/2011 o site euronews postou: “A luta ainda não acabou, nem há notícias de Khadafi, mas há uma outra batalha a começar, a do petróleo. Para os rebeldes, pôr a máquina de novo a trabalhar para recompensar os aliados é uma prioridade.”  http://pt.euronews.com/2011/08/25/batalha-pelo-petroleo-libio/ .

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Sobre a autora do artigo: Ellen Brown é advogada e presidente do Public Banking Institute, http://PublicBankingInstitute.org . No último de seus onze livros, ela mostra como um cartel privado tem usurpado o poder de criar dinheiro do próprio povo, e como nós, o povo podemos obtê-lo de volta. Seus websites são: http://webofdebt.com e  http://ellenbrown.com .


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domingo, 31 de dezembro de 2017

Migrantes: intervenções “humanitárias” geralmente fazem as coisas piores – Entrevista com Alain de Benoist



Alain de Benoist
A entrevista que segue foi primeiro publicada em Boulevard Voutaire; traduzida do francês para o inglês por Tom Sunic.


Q: A foto daquela criança síria encalhada na praia está agora em processo de se tornar uma nova página na opinião europeia. Em nossa época de “narrativas” é evidentemente que a questão do migrante é um “drama humano.”.

            Naturalmente é um “drama humano.” É preciso alguém ter um coração seco ou estar cego de ódio se não reconhecer isso. Muçulmanos ameaçados pelo islamismo jihadista, famílias inteiras fugindo de um Oriente Médio desestabilizado pelas políticas ocidentais – naturalmente isto é um “drama humano.” Mas isto é também uma questão política e mesmo uma questão de geopolíticas. Daí a necessidade de descobrir o relacionamento entre a esfera política e a esfera humanitária. Bem, a experiência tem mostrado que intervenções “humanitárias” geralmente somente agravam ainda mais as coisas. O predomínio das categorias legais sobre as categorias políticas é uma das principais causas de impotência dos estados.

             O tsunami migratório o qual nós estamos testemunhando está ganhando o tamanho de um desastre. Primeiro, houve um cálculo baseado em milhares de refugiados, então dez mil; então centenas de milhares. E agora mais que 350,000 migrantes têm cruzado o Mediterrâneo nos recentes meses. A Alemanha tem concordado em aceitar, 800,000 deles, muito mais que o inteiro registro de nascimento deles próprios por ano. Nós estamos muito a frente da imigração intersticial de trinta anos atrás! Encarando isto como um ataque os países europeus estão se perguntando a si mesmos: “Como nós vamos receber eles?”. Nunca eles perguntam a si mesmos: “Como nós iremos prevenir eles de entrarem?” Mesmo o Ministro de Relações Exteriores francês, Laurent Fabius, considera “escandalosa” a atitude dos países que desejam fechar suas fronteiras. Irá ser o mesmo jeito quando o número de migrantes que entraram estiver contado em milhões? Estarão os políticos mais preocupados em relação aos incontáveis “dramas humanos” acontecendo no mundo agora mesmo mais do que com o bem comum de seus próprios cidadãos? Este é o núcleo da questão.

            Além das emoções desencadeadas pelo “choque das fotos”, que argumentos estão sendo oferecidos por aqueles que querem convencer-nos do mérito das migrações?

            Aqueles argumentos estão sendo exibidos em dois níveis; primeiro o argumento moral (“estes são nossos irmãos, nós temos uma obrigação moral para com eles”); e então o argumento econômico (julgando pelas palavras de William Lacy Swing, o Chefe Executivo da Organização Internacional para Migração; “Migrações são necessárias se nós queremos uma economia próspera.” O primeiro argumento embaralha junto a moralidade privada e pública e a moralidade política, ambas delas tendo suas origens na crença do universalismo. Aqueles que usam estes argumentos consideram que antes de serem um homem francês, um alemão, um sírio ou um chinês, indivíduos são primeiro “seres humanos”, isto é, eles pertencem a uma imediata forma de humanidade, onde de fato eles pertençam à uma humanidade numa forma mediata através de uma específica cultura a qual eles nasceram e na qual têm herdado. Para eles, o mundo é habitado por “pessoas” abstratas, sem raízes, cuja característica comum é a intercambialidade.  Enquanto para culturas – eles veem elas somente como epifenômenos {Produto acidental, acessório, de um processo,  de um  fenômeno essencial, sobre o qual não tem efeitos próprios [1]}. Isto é o que Jacques Attali, disse  na revista Cadmos em 1981 : “Para mim, a cultura europeia não existe, nem tem ela nunca existido.”

Judeu e globalista que atua na França, Jacques Attali disse  na revista Cadmos em 1981 : “Para mim, a cultura europeia não existe, nem tem ela nunca existido.”

            O Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas tem recentemente divulgado um relatório sobre os países europeus no qual diz que “na ausência de reposição por migrações o declínio populacional é inevitável.” Ele também afirma que “para a Europa, como um todo, o que é necessário é duas vezes o nível de imigração, como registrado nos anos de 1990” – impedimento o qual a aposentadoria irá ser estendida para 75 anos.  A Europa está envelhecendo, a imigração irá salvar isso; esta é a perfeita ilustração da ideia que o homem é intercambiável, indiferente de sua origem. Portanto imperativos econômicos devem prevalecer sobre todos os outros imperativos. A ética de “direitos humanos” é somente uma cobertura para interesses financeiros.

Q: Inquestionavelmente existe também um aspecto demográfico para isso. Você conhece aquelas palavras do ex-Presidente da Argélia Houari Boumédiène, a qual o povo da direita sempre repete: “Algum dia milhões de homens irão deixar o Hemisfério Sul e se mover para o Hemisfério Norte. Eles não irão lá como amigos; eles irão lá afim de conquistar. E eles irão conquistar com os filhos deles. A barriga de nossas mulheres irá assegurar a vitória.” É esta a Grande Reposição?

            De acordo com alguns, Boumédiène deve ter proferido estas observações em fevereiro de 1974 na 2ª reunião de cúpula islâmica, em Lahore, no Paquistão. De acordo com outros, ele disse aquelas palavras em 10 de abril de 1974, a partir da tribuna das Nações Unidas. Esta incerteza é reveladora, especialmente conforme o inteiro texto de seu suposto discurso não tem nunca sido feito público para ninguém. Houari Boumédiène, que não era um tolo, sabia bem que o Oriente Médio é no Hemisfério Norte, não no Hemisfério Sul! Então existe uma boa chance que este é um texto apócrifo.

            Tão avançado como este tópico está em pauta é mais prudente ouvir os demógrafos. A população do continente africano tem aumentado de 100 milhões em 1900 para mais de um bilhão hoje. Em 2050, ou daqui a trinta e cinco anos, existirá entre dois a três bilhões de africanos, com quatro bilhões ao fim do século. Embora as relações demográficas não possam ser reduzidas para um fenômeno de vasos comunicantes, seria ingênuo esperar que tal crescimento populacional prodigioso, o qual nós mesmos temos também fomentado, não irá ter nenhum impacto nas migrações futuras. Conforme Bernard Lugan observou: “como nós podemos esperar que migrantes irão parar sua corrida para o ‘paraíso’ europeu se este ‘paraíso’ é não defendido e habitado por velhos homens?” A Grande Reposição? Bem, pessoalmente, eu prefiro falar sobre “a Grande Transformação.” Em minha opinião a Grande Reposição irá ocorrer com a substituição do homem pela máquina, isto é, a substituição da inteligência artificial para inteligência humana. Um perigo muito mais próximo do que nós podemos possivelmente imaginar.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander



Notas


[1] Nota por Mykel Alexander: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2001, primeira edição. Vocábulo epifenômeno.

Sobre o autor: Alain de Benoist (1943 – ) é um acadêmico e jornalista francês formado em Direito (Universidade de Paris, especializado em Direito Constitucional) e Filosofia (Universidade de Sorbonne, especializado em Sociologia e História das Religiões). De vasta obra literária, escreveu mais de 60 livros assim como ultrapassou a marca de 4500 artigos escritos, 50 teses universitárias, e 140 reportagens, e na atualidade é uma das mais respeitadas autoridades sobre a cultura ocidental. Por quatro anos foi editor da revista semanal L'Observateur europée, depois foi editor da L'Echo de la presse et de la publicité's, em 1969 assumiu o cargo de editor da Nouvelle Ecole, cargo que ocupa até hoje, e desde 1988 tem sido editor da revista Krisis.

Dentre seus livros foram traduzidos para português:

Nova Direita Nova Cultura – Antologia crítica das ideias contemporâneas; Editora Afrodite, 1981, Lisboa – Portugal.

Comunismo e nazismo – 25 reflexões sobre o totalitarismo no século XX (1917 – 1989), Editora Hugin, 1989, Lisboa – Portugal.

Odinismo e Cristianismo no Terceiro Reich – a Suástica contra a Irminsul – Editora Antagonista, 2009, Portugal; capítulo A fábula de um “paganismo nazi”.

Para Além dos Direitos Humanos – defender as liberdades – Editora Austral, Porto Alegre, 2013.

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O fim da globalização - Por Greg Johnson

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Solstício de Inverno: Símbolo da antiguidade da civilização europeia – por David Duke


David Duke
20/12/2014

            O Solstício de Inverno – celebrado em 21 de dezembro de cada ano – o qual deu origem à celebração conhecida em todo o mundo como Natal, é mais que apenas o dia mais curto do ano. É de fato um símbolo da antiguidade da própria civilização europeia.

            O Solstício de Inverno é o dia sobre o qual, no Hemisfério Norte, existe a menor quantidade de luz do dia. Isto é por causa do alinhamento da Terra sobre o seu eixo, e sua posição relativa ao Sol.

            Por outro lado, o mais longo dia do ano no Hemisfério Norte ocorre em 21 de junho, quando o alinhamento oposto de realiza.

            No Hemisfério Sul, exatamente o cenário oposto se realiza: o mais longo dia do ano é 21 de dezembro, e o mais curto é 21 de junho.

            A importância destes dias reside no fato que eles estão diretamente no meio das estações de inverno e verão.

            No Hemisfério Norte, de 21 de dezembro em diante, os dias começam a ficar longos até o mais longo dia do ano no verão (21 de junho), enquanto o processo oposto ocorre no Hemisfério Sul.

            Os antigos europeus eram altamente educados e possuíam avançadas habilidades astronômicas as quais permitiam eles mapearem precisamente as mudanças das estações, e desenvolverem avançados calendários.

            Desta forma tornou-se natural ter celebrações durante na mudança das estações: no meio do inverno, no Norte, os europeus iriam ter celebrações marcando o ponto médio inverno. A festa romana da Saturnália, honrando o deus Saturno, era uma festa semanal de dezembro que incluía a observância do Solstício de Inverno.

            Os antigos romanos também celebraram o alongamento dos dias seguindo o Solstício ao homenagear o deus da luz Mithra.

            A Grécia Antiga, e todo o Norte da Europa, operavam num calendário solar, com o ano novo começando no Solstício de Inverno.

            Quando os romanos invadiram a Grécia no quinto século antes de Cristo, eles imaginaram as vantagens de um calendário solar, e em 153 a.C., o Ano Novo romano foi movido para primeiro de janeiro – o mês que foi nomeado em homenagem ao deus de duas faces dos portais e novos começos, Janus.

            No norte da Europa, os druidas e vikings levantavam enormes fogueiras no alto das colinas na mais longa noite do ano, com a intenção de dar adicional força para o deus do Sol nesta batalha noturna com as forças do frio e da escuridão.

            Quando o sol finalmente vinha um pouco mais cedo no dia após o Solstício, havia uma grande celebração entre os povos nórdicos – a celebração da luz sobre a escuridão.

            Essas festas marcariam o fato que eles tinham sobrevivido ao Inverno, e iriam ocorrer grandes festas, reunidos entre as paredes com grandes lareiras, acompanhados das trocas de presentes.

            Assim os festivais ao redor do Solstício de Inverno foram bem estabelecidos no Norte e Sul da Europa muitos milhares de anos atrás.

            O advento do cristianismo na Europa, o qual ocorreu somente no Sul durante o terceiro século depois de Cristo, e somente alcançou a última parte da Europa do Norte no ano de 1100 depois de Cristo, viu os Pais da Igreja hostis para este festival claramente pagão.

            Junto com a celebração pagã da Primavera (a qual celebrava o renascimento da vida através da deusa Eostre, ou Ostara, com os símbolos da fertilidade sendo o ovo e o coelho), os Pais da Igreja a principio procuraram acabar com a celebração do Solstício de Inverno.

            As celebrações do Solstício de Inverno e Ostara foram proibidas pela Igreja dezenas de vezes entre os anos de 400 d.C., e 1900 d.C., mas a natureza arraigada dos festivais provou-se impossível de erradicar.

            Como resultado, a Igreja começou a integrar esses festivais pagãos no calendário cristão, arbitrariamente ligando eventos bíblicos com rituais pagãos.

            Desta forma, o Solstício de Inverno tornou-se “Christmas”, ou “Christ’s Mass” {a Missa de Cristo} e a celebração da deusa do renascimento na Primavera, Ostara, tornou-se “Easter” {Páscoa}, ou ressurreição de Cristo – mesmo embora não exista indicação na Bíblia das datas destes eventos.

            Além do mais, muitos dos rituais do mundo inteiro que agora associam com aqueles eventos, permanecem firmemente com origens pagãs europeias. A árvore de Abeto, ou Árvore de Natal, é distintamente de origem do Norte da Europa, como é a cepa de madeira Yule, o fogo, o doador de presentes.





            Em similar linha, a tradição dos ovos de Páscoa e o coelho da Páscoa vêm diretamente do ritual pagão do renascimento da vida de Ostara.




            Mesmo então, a integração destes festivais foi rejeitada pelos devotos católicos e protestantes.

            Todas atividades do Natal, incluindo dança, músicas sazonais, canções, celebrações alegres e especialmente as bebidas foram banidas pelo Parlamento da Inglaterra em 1644, dominado por puritanos, e o exemplo foi seguido pelos puritanos na colônia americana na Nova Inglaterra.

            Pouco sabe-se que o Natal foi proibido em Boston, e a colônia de Plymouth fez da celebração do Natal uma ofensa criminal.

            Na Inglaterra, a proibição do feriado foi retirada em 1660, quando Carlos II assumiu o trono. Todavia, a presença puritana permaneceu na Nova Inglaterra e o Natal não tornou-se uma feriado legal até 1856. Algumas escolas, até o final de 1870, ainda mantinham aula em 25 de dezembro.

            As origens do Solstício de Inverno, portanto, são muito mais antigas do que muitas pessoas pensam – e de fato são na realidade um reflexo da antiguidade da própria civilização europeia.

            Além disso, o espírito que inspira tanto o Solstício quanto a sua prole, o Natal, é um de amor fraterno, família, boa vontade e caridade.

            Isto é um contraste marcante para a celebração judaica do Hanukah[1], o qual é celebrado na mesma época: Hanukah é uma celebração do assassinato dos não judeus e aqueles poucos judeus considerados assimilando-se com os nãos judeus.

            Nada ilustra melhor a diferença da natureza da civilização europeia e o supremacismo judaico que os festivais de Solstício de Inverno/Natal e Hanukah: a celebração europeia é a do amor e bondade, enquanto a “celebração” judaico supremacista é a do assassinato e ódio frente a todos não judeus.

Tradução por Mykel Alexander  




[1] Nota do tradutor: Hanukah ou Chanucá ou Hanucá é uma celebração judaica que possui teor revanchista cujas origens remontam à luta dos judeus contra os selêucidas, herdeiros do Império Macedônico. A raiz da rivalidade, em última instância, origina-se dos atritos procedentes do fundamentalismo judaico, algo que um dos maiores luminares do sionismo, Theodor Herzl, indiretamente, em suas palavras, reconhece: 
“A questão judaica existe por tôda parte onde os judeus vivem, por menor que seja seu número. Onde não existia foi levada pelos imigrantes Judeus”.  
“Creio compreender o antissemitismo, que é um movimento muito complexo. Encaro êste movimento na minha qualidade de Judeu, mas sem ódio e sem mêdo. Creio reconhecer o que, no antissemitismo, é zombaria grosseira, vulgar; inveja de ofício, preconceito hereditário, mas também o que pode ser considerado como um efeito da legítima defesa.” (Theodor Herzl, O Estado Judeu, Organização Pioneira Judia, São Paulo, 1949, página 42). 



Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a autodeterminação dos americanos de etnia europeia e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.    

            Entre suas obras estão:

My Awakening: A Path to Racial Understanding, Free Speech Press, Mandeville, 1998.

Jewish supremacism: my awakening on the Jewish question, Free Speech Press, Mandeville, 2007.

The secret behind communism: the ethnic origins of the Russian Revolution & the greatest holocaust in the history of mankind, Free Speech Press, Mandeville, 2013.
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