sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER - OU “PEQUENOS DETALHES” - parte 1 - por Roger Dommergue Polacco de Menasce


 

 Continuação de Prefácio da edição espanhola de: Auschwitz e o Silencio de Heidegger, ou pequenos detalhes - por Pedro Varela


Roger Dommergue Polacco de Menasce (1923-2013)


Senhores,

Uma inquietude pela verdade sintética motiva esta longa exposição. Lanço-a sem nenhuma esperança de resposta exaustiva e inteligente. Efetivamente, afora Simone Weil, Bergson, Bernard Lazare e alguns outros raros congêneres, apenas encontrei um único judeu intelectualmente honrado. Não vejo mais do que sua má fé exudar por toda parte. Me agradaria ser, entre os judeus, uma raríssima exceção, suscetível de honradez e síntese.

Tenho acompanhado vossas emissões radiofônicas, as quais, de maneira radical não estavam centradas sobre Heidegger, mas sim sobre o seu silêncio. Fazer a pergunta a respeito do silêncio de Heidegger é já por si mesmo uma mentira, e vou explicar-me sobre isso, de uma maneira tão clara como me seja possível.

Ninguém entre todos vocês presentes nesta radioemissão, tem colocado em dúvida só por um instante a inteligência de Heidegger. Então, por que esta fala? Por que ele se calaria desde 1945 até sua morte, sem que a profunda razão de seu silêncio não estivesse perfeitamente integrada à coerência de sua inteligência? Por que razão não poderia ser a má fé ou a insuficiência mental o que tem impedido aos senhores compreender o “silêncio auschwitziano” de Heidegger?...

Seu silêncio é de uma coerência perfeita. Seria também o meu, se a derrotista mentalidade, psicótica, paranóica e megalomaníaca de meus congêneres não me desse ganas de gritar...

Quando Glucksman (participante de programa radiofônico) fala de “sua vocação em contemplar a verdade”, estará ele seguro em tratar-se, neste caso, da verdade? Me contestará para manifestar esta sua vocação? Tudo o que apresento a seguir está passado pelo crivo implacável da verificação e de enxurradas de novas provas. Estou, portanto, disposto a responder a todas as perguntas, apresentar documentos e provas, as quais figuram na sua totalidade, dentro do famoso processo Zündel no Canadá. Recordemos que este processo provou, de maneira irrefutável, a conspiração mundial do bolchevismo e dos banqueiros sionistas, tendo reduzido a nada o mito do Holocausto, particularmente pelas esmagadoras conclusões do Informe Leuchter, do engenheiro americano especialista na utilização de gases, o qual demonstrou que nunca houve execuções por gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek. (Para maiores detalhes leia “Acabou o Gás”, o relatório Leuchter editado pela Revisão Editora).

Glucksman afirma que aprecia todas as manifestações da inteligência! Vejamos... Não irá taxar de estupidez tudo que não se enquadre no círculo de idéias agradáveis à sua subjetividade?. E mais: não irá NÃO RESPONDER, como fazem há séculos meus congêneres, escudados em sua todo-poderosa situação financeira e governamental? Infelizmente a verdade é taxada de “injúria”, “insânia”, “nazismo”, e a sorte está lançada... (Quase sempre que o autor se refere aos judeus usa o termo “congêneres”).

A única reprovação a Hitler – eternamente recordada – recordada e martelada incessantemente desde a última guerra, é o chamado holocausto de seis milhões de judeus em câmaras de gás, com o uso de Zyklon-B. “Auschwitz” é isso. Muito bem, mas nós (ele) temos conhecimento, de agora em diante, sobre este problema; sim nós somos honrados e estamos sobre este problema desde 1979, data em que veio à luz do dia o assunto Faurisson (refere-se a Robert Faurisson, professor francês da Universidade de Lyon que provou a falsidade do chamado Holocausto. Deste autor a Revisão publica a obra “Quem escreveu o Diário de Anne Frank?”).

Eis o que sabemos: os “seis milhões das câmaras de gás” é um dogma tão maciço como o da Redenção. Quem teria coragem de contra-dizer a um professor universitário que nos revelasse que Paul Pot teria assassinado dois milhões de pessoas, em vez de quatro? Quem se indignaria se ficasse sabendo que os verdugos e carcereiros soviéticos judeus (Frenkel, Yagoda, Kaganovich, Rappaport, Jejoff, Abramovich, Firine, Ouritski, Sorenson, Berman, Appeter e outros) massacraram trinta milhões de pessoas, ao invés de sessenta milhões, como se tem escrito? NINGUÉM. Por que, então, o fato de denunciar que não houve seis milhões e nada de execuções massivas através da utilização de gás, passa a ser uma MÁ NOTÍCIA QUE DEVE SER ATACADA JUDICIALMENTE?

Em cinco mil anos de história é um caso único: ilustra de maneira fulminante o fenômeno conhecido por “jeremiada”. TODOS QUE APRESENTAM PROVAS DESTA MISTIFICAÇÃO SÃO CULPADOS.

Paul Rassinier, deputado socialista, professor de história, interno durante anos nos campos de concentração alemães, dos quais saiu pesando trinta quilos e que terminou por morrer em conseqüência deste internamento, foi perseguido por causa dos livros que escreveu, proclamando a verdade. Não tinha NADA a ganhar por esta manifestação heróica e seus livros permanecem até hoje afundados na conspiração do silêncio, sem dúvida pela liberdade de expressão democrática...

O professor Robert Faurisson, que estudou o problema por vinte anos, foi condenado, apesar de que o júri “não tivesse verificado a fundo seus trabalhos, no sentido de debatê-los com os especialistas e o público”...

Henri Roques, cuja tese acadêmica sobre o “informe Gerstein” foi anulada – incidente inédito, registrado pela primeira vez na história era, à época, o mais conhecido dos historiadores do seu meio. Alain Decaux testemunhou publicamente a veracidade de tudo isso.

Esta tese era, praticamente, desnecessária, uma vez que o “Informe Gerstein” tinha sido REFUGADO NO PROCESSO DE NUREMBERG. Mesmo assim é de uma utilidade atual considerável, apesar de ser um documento refugado há quarenta e cinco anos, no citado célebre processo. Todo o mundo sabe que aqueles juízes teriam desejado utilizar aquele informe, se tivessem podido. O “Informe Gerstein” era tão absurdo que não teria feito nada mais do que pôr no ridículo, de uma maneira espetacular, aos juízes que o houvessem utilizado.

No Canadá repercute muito na atualidade o processo contra Ernest Zündel, no qual, como já indiquei, o mito do holocausto foi lançado por terra, tanto no problema referente ao número falsificado (seis milhões) quanto no que se refere à morte por gás (Informe Leuchter), além de provar que os financistas judeus americanos financiaram e seguem financiando o bolchevismo desde 1917.

Apesar da celeuma considerável que este processo produz no Canadá, nada se ouve nos meios de comunicação. Pois sobre os mesmos se fechou UMA MÃO TOTALITÁRIA.

Proibiu-se a publicação “Annales Révisionistes” em nome da liberdade democrática de expressão, evidentemente. Nenhum direito de resposta ao professor Faurisson, insultado durante a emissão radiofônica, em Poloc.

Enquanto isso, no mesmo dia, setenta mil jovens baixavam as calças, para imitar uma cantora ignorante; enquanto a pornografia e a droga se espalham democraticamente ao mesmo ritmo das músicas regressivas e patogênicas.

Desde quando a democracia não permite a livre expressão, a resposta e as provas que aniquilariam uma eventual mentira? 

Faurisson pede, implora, clama para que o coloquem frente a frente com seus contraditores. Quanto ao público, quanto maior melhor. Poderá esperar por muito tempo.

Discute-se sobre os revisionistas, mas NÃO COM eles” dizia um judeu, proclamando assim sua boa-fé e sua probidade intelectual a este respeito.

Que me mostrem, em cinco mil anos de judeu-cristianismo, um só embusteiro que exija falar publicamente frente a um número ilimitado de contraditores!

A má fé, o ódio generalizado, as mentiras, as perseguições (gás lacrimogênio, cassetetes e ferimento) provam, sem dúvida, que Faurisson tem razão, inclusive antes de estudar os aspectos aritméticos e técnicos do problema. E ainda o chamam de NAZI, reflexo condicionado e sistemático contra TODOS OS QUE DIZEM A VERDADE e em particular contra os que expressam a mínima dúvida sobre a realidade do sacrossanto mito dos seis milhões das câmaras de gás.

E apesar de tudo, todo mundo sabe, na universidade, que Faurisson é um homem de esquerda, antinazista e... membro da União dos Ateus.

SE FAURISSON ESTIVESSE ERRADO, HÁ MUITO QUE JÁ TERIA SIDO PROVADO, ALÉM DO QUE, PERANTE UM VASTÍSSIMO PÚBLICO!

Quanto ao aspecto técnico-aritmético do problema, revela-se também convincente.

Seis milhões (e até quatro, supondo-se que dois milhões tenham morrido em operações de guerra, o que é inexato) representam UM PAÍS COMO A SUIÇA. Teriam sido exterminados entre 1943 e 1944, em sete campos de concentração. Conhecem-se exatamente o número de fornos crematórios, sempre em boas condições, e a duração da cremação de um cadáver. É fato conhecido que os fornos aperfeiçoados não foram instalados até o final de 1943. O que significa que a cremação não era tecnicamente perfeita até o momento em que estes fornos foram instalados. Se as cremações globais e massivas não houvessem sido exaustivas, teria se desencadeado uma epidemia de tifo em toda a Europa.

Então vejamos: houvessem os fornos crematórios dos sete campos de concentração funcionado segundo a duração conhecida das cremações do “holocausto” (menos de dois anos) e a duração individual conhecida – o resultado é que os fornos teriam que ter continuado a funcionar durante os trinta anos seguintes!

Todos estes fornos estão em bom estado e se conhece perfeitamente seu funcionamento.

Por outro lado, NÃO EXISTE NENHUMA CÂMARA DE GÁS que funcione com Zyklon-B para exterminar mil pessoas por vez.

A este respeito é divertido visitar a câmara de gás de Struthof, na Alsácia, na qual o ácido cianídrico (Zyklon-B) era ventilado livremente por uma simples chaminé depois do gaseamento, APROXIMADAMENTE A CINQÜENTA METROS DA RESIDÊNCIA DO COMANDANTE DO CAMPO!

Citemos uma frase chave dos exterminadores: “Depois do gaseamento abríamos (a porta). As vítimas, ainda palpitantes, caíam em nossos braços, depois tínhamos que nos desembaraçar dos cadáveres”...

ISSO É UM ABSURDO JÁ QUE SÃO NECESSÁRIAS VINTE E QUATRO HORAS DE VENTILAÇÃO E MÁSCARAS CONTRA GASES PARA EFETUAR UMA OPERAÇÃO DESTE TIPΟ.

Qualquer pessoa pode informar-se sobre a câmara de gás utilizada nos Estados Unidos para executar UM condenado à morte. Sua inaudita complexidade demonstra irrefutavelmente que o gaseamento de mil ou duas mil pessoas por vez, com ácido cianídrico, é um disparate técnico.

Como se tornou possível tomar o minúsculo aposento de Struthoff por uma câmara de gás, durante quarenta anos, será motivo para que seja apontado futuramente como exemplo histórico da ingenuidade das massas, que acreditam em tudo, desde que lhes seja relatado pela televisão, ou escrito num jornal.

Todo este assunto é um problema aritmético e técnico a nível de certificado de estudos primários. O certo é que se a um aluno deste nível se propusesse o problema dos seis milhões das câmaras de gás para ser resolvido de acordo com as afirmações da propaganda oficial, este aluno obteria um redondo ZERO em seus exercícios.

Em 1949, durante o “Processo Degesch”, o fabricante de Zyklon-B, o Dr. Heli e o físico Dr. Ra afirmaram que O GASEAMENTO NAS CONDIÇÕES DESCRITAS ERA IMPOSSÍVEL E IMPENSÁVEL.

Que pequenos detalhes são todos estes! Ninguém nos fala deste processo, assim como ninguém nos diz que o “Informe Gerstein”, sobre o qual o professor Henri Roques desenvolveu sua tese acadêmica, tinha sido rechaçado no processo de Nuremberg.

Um periódico judeu-americano, o American Jewish Year Book, nos indica em seu número 43, página 666, que na Europa ocupada pelos alemães em 1941, havia três milhões e trezentos mil judeus. Pequeno detalhe!

Pode-se admirar a consciência dos exterminacionistas neste extrato de Le Monde de 22 de novembro de 1979: “Cada um é livre para imaginar, ou sonhar, que estes monstruosos acontecimentos não tenham tido lugar. Infelizmente tiveram e ninguém pode negar sua existência sem ultrajar a verdade. Não tem-se que perguntar como foi possível tecnicamente tal assassinato em massa. Foi possível, tecnicamente, pois que aconteceram. Tal é o ponto de partida de toda investigação histórica a este respeito. Compete-nos recordar simplesmente esta verdade: não há, não pode haver debates sobre as câmaras de gás”...

“As câmaras de gás existiram. Que seja assim. Gostaria então, que me explicassem por que, desde há mais de vinte anos se empenham em atacar os revisionistas em suas vidas profissionais e privadas, quando seria muito mais fácil calá-los definitivamente trazendo à luz uma só destas inumeráveis e irrefutáveis provas que alardeiam sem cessar”...

Estas poucas frases com sentido, respondem definitivamente ao insano texto que as precedem.

Sabemos que na reunião mantida na Sorbonne em 1980 para atacar o professor Robert Faurisson, o historiador Raymon Aron teve que admitir que não havia nenhuma prova, nenhum escrito que estabelecesse a existência das câmaras de gás, porém que os fornos crematórios continuam existindo.

Também não assistimos como grotesco arremate do “1984” de Orwell uma federação de jornalistas, que agrupa dois mil membros e na qual está compreendido o L'Equipe, pedir insistentemente ao governo fazer calar ao professo Faurisson, em nome dos Direitos Humanos e da liberdade democrática?!!!

Melhor ainda: em nome da liberdade de pensamento os alunos dos institutos “sofrerão” um curso de instrução cívica anti-revisionista.

Não receberá jamais seu título de bacharel aquele que se atrever a dizer que não se pode gasear duas mil pessoas com Zyklon-B e que não pode, em nenhum caso, ter havido seis milhões de vítimas judias nos campos de concentração alemães.

Pequeno detalhe”: eu acreditava que a liberdade existisse em todos os sentidos porém, na realidade, não tem mais do que um, e um só: o da ditadura de nossos congêneres...

Inclusive supondo que Faurisson se engane que não é assim ainda que saibamos sua tese não tem nada de escandaloso. Muito ao contrário, expressa uma excelente notícia e que não toca em nada o sofrimento muito real daqueles que sofreram nos campos de concentração.

Existirá um único povo que tenha experimentado a necessidade de chorar, como Jeremias, sobre os milhões dos seus, exterminados por um inimigo já desaparecido há meio século?

Este simples fato já entra no campo da psicopatologia.

Como já perguntou Faurisson: “Se sabemos que não houve o alegado número de seis milhões de vítimas judias, nem tais câmaras de gás, tem-se que dizê-lo ou ocultá-lo?”

Pergunta pertinente! Nossos congêneres não querem que Faurisson se expresse e que os contradiga com a ajuda de realidades técnicas e aritméticas evidentes.

Acusa-se Faurisson, e aos que querem deixá-lo falar livremente, de anti-semitismo. O anti-semitismo está em todas as partes. Na URSS os judeus descobrem que lá não se pode viver e não perdem nem tempo em denunciar o anti-semitismo do regime: não pedem mais do que uma coisa: sair de lá o mais rápido possível. Inclusive o fato é pitoresco pois são praticamente os únicos que podem abandonar a Rússia.([1]) A escravidão soviética está feita para os outros: noventa por cento dos imigrantes russos para os Estados Unidos são judeus!

Pequeno detalhe!

Será necessário recordar o que estipulam os Direitos Humanos? (Pode se perguntar se se tratam dos direitos do homem ou do judeu):

Ninguém deve ser molestado por suas opiniões; a livre expressão dos pensamentos e das opiniões é um dos direitos mais preciosos do homem...

Se existe abuso destes direitos de parte da cantora Madonna e seus setenta mil zumbis esfarrapados, por outro lado não existe nenhum por qualquer investigador ou professor que tenha algo a nos dizer.

Ele tem direito de falar e todos têm o direito de contradizê-lo, mostrando fatos precisos, estudos profundos, análises igualmente profundas e exames exaustivos.

Todo o resto revela um totalitarismo pior que o de Hitler. Se aproxima ao de Stalin e Kaganovich([2]) e terminará por desembocar em algo parecido.

Ninguém pode negar que o “holocausto” tenha se convertido numa verdadeira religião. Jacob Timerman, historiador judeu, nos diz: “muitos israelitas estão impressionados com a maneira com que o “holocausto” está sendo explorado pela Diáspora”. Envergonha-se, inclusive, pelo fato do “holocausto” ter se transformado numa religião civil para os judeus dos Estados Unidos.

Leon A. Jick, outro historiador judeu, faz o seguinte comentário: “A piada devastadora, segundo a qual “não há negócio sem Shoah” (expressão hebraica para holocausto) deve ser considerada como verdade incontestável”. Não passa uma semana sem que se exorte o público a “não esquecer nunca”, projetam-se pesados filmes, emissões para subnormais, a caça rancorosa aos “criminosos de guerra” de um regime morto há cinquenta anos. Ah, se fossem conhecidos os crimes de guerra aliados! Se as pessoas soubessem como os russos e americanos violaram pessoas na Europa, enquanto que um militar alemão que tivesse cometido violações em território inimigo era fuzilado! (Por ordem dos seus próprios comandos). Acabou-se de descobrir a chacina de Kourupaty, na periferia de Minsk (URSS), onde foram encontrados aproximadamente 250 mil cadáveres: pereceram entre 1937 e 1941, fuzilados pela tropa de NKVD (polícia política soviética). E nem falo das realizações de cursos de ensino unilaterais, das aparições hipócritas de políticos durante as manifestações do culto do “holocausto”...

Deve-se concluir que as vítimas judaicas têm mais valor do que as outras?

 Existem, por acaso, nos Estados Unidos monumentos comemorativos, centros de estudos, cerimônias de aniversário, para as dezenas de milhões de vítimas de Stalin, Kaganovich, Apetter, Ouriski, Sorenson e demais, para mártires que sobrepujam em número os de Hitler?

É preciso recordar os crimes de massas cometidos pelos soviéticos contra os ucranianos, os bálticos, os tchecos, os coreanos etc? (Somente o genocídio ucraniano passou dos seis milhões reais). Devemos esquecer as centenas de milhares de mulheres e crianças e civis desarmados assassinados pelo exército vermelho, em 1945, nas províncias alemãs do Leste?

Em resumo, querem nos fazer crer que REVISIONISMO É IGUAL A ANTI-SEMITISMO. Querem nos fazer crer que o revisionismo histórico, perfeitamente normal, é contrário à democracia! Realmente um curioso e absurdo postulado.

Na verdade, isso desemboca em propor novamente o postulado inverso: na realidade identifica a democracia, e não o revisionismo. Sejamos lógicos! É o que se tem de dizer. E ninguém contestará as teses do judaísmo internacional.

Os que afirmam isso pendem no sentido do pior anti-semitismo, aqueles que, desde os tempos da Action Française, contra Hitler, nos afirmam, sem a menor ambiguidade, que democracia e humanismo são criações judaicas, exclusivamente a serviço dos judeus.

A Action Française afirmava, sem rodeios, que isso se estendia a todas as instituições, inclusive à Justiça. E quantas pessoas confirmam isso nestes últimos anos, invocando as leis Pleven e Marchandeau (que proíbem a negação do “holocausto”); leis racistas, inícuas e ditatoriais!

O desprezo à Justiça aparece igualmente caricaturesco no Processo Barbie. Este último, condenado à morte em 1954, não podia ser reinculpado por delito análogo. Beneficiava-se da prescrição, posto que desde sua condenação haviam transcorrido trinta e quatro anos. Ademais, sendo boliviano de nacionalidade, não poderia ser julgado na França, a não ser como conseqüência de uma extradição, feita legalmente nas suas devidas formas. Mesmo assim foi julgado, após incríveis trapaças, entre as quais, podemos citar ameaças financeiras ao governo boliviano.

Farsa jurídica, circo legal, desprezo absoluto pela Justiça e seus magistrados...

Há também muitas outras perguntas espinhosas para serem feitas a respeito deste processo: Barbie, condenado de antemão, não tinha nada a perder, podia denunciar todas as trapaças da resistência, das quais estava ao par e não disse nada. Podia fazer o processo destes quarenta e cinco anos nos quais o nazismo não desempenha nenhum papel – o mesmo processo que faço eu nestas páginas – e não fez nada. Poderia desmanchar a magistratura e obter a suprema vitória de fazer-se condenar e, mesmo assim, guardou silêncio. Não seria ele mesmo parte de um circo armado cuidadosamente para desorientar uma vez mais as massas, entre as quais ruge o anti-semitismo?

Qualquer que seja a política levantada contra Faurisson, se continuar, dará razão ás piores afirmações anti-semitas da extrema direita e serão os esquerdistas que darão destaque a esta demonstração.


Notas

[1] Este trabalho foi escrito antes da queda do comunismo no leste europeu.

[2] Lazar Kaganovich, judeu, sogro de Stalin e um dos homens mais importantes por trás dos bastidores da era Stalinista.



Fonte: AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER OU “PEQUENOS DETALHES”, por Roger Dommergue Placco de Menasce, REVISÃO EDITORA, Porto Alegre, 1993. Notas e comentários procedem da edição da própria Revisão Editora.

Sobre o autor: Roger Dommergue Polacco de Menasce (1923-2013), acadêmico e pesquisador judeu, nascido na França, obteve doutorado em psicopatologia e foi membro da Faculdade de Medicina de Paris, tendo sido também diretor do Instituto Alexis Carrel de Paris. Desenvolveu trabalhos de medicina natural, pesquisas revisionistas e sobre questão judaica. Entre suas obras estão:

Dossiers secrets du XXI siècle

Auschwitz, le silêncio de Heidegger ou la fin du judéo-cartésianisme  

La poluição médicale concrète et abstrite: chimie et freudisme 

Vers la revie - traité synthétique de santé et médecine naturelle, Institut Dr. Alexis Carrel, Châteauroux, 1987.  

La vérité sur Hitler et le nazisme 

L'Histoire devant l'incontournable question juive, edições Le Styx, Paris-Budapeste.  

Étude psico-fisiologique des dandys romantiques (ou le dandy romantique hyperthyroïdien fisiologique) (sous la direction d'Albeaux Fernet), thèse de doctorat en psychopathologie, Sorbonne, 1971.  

Le martyre et l'holocauste des nègres par les juifs trafiquants esclavagistes 

Vérité et Synthese   

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Recomendado, leia também:

O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Uma breve introdução ao revisionismo do Holocausto - por Arthur R. Butz

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Definindo evidência - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Tipos e hierarquia de evidências - por Germar Rudolf

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)


domingo, 19 de janeiro de 2025

Jürgen Graf – Um Legado Maior que a Vida – 15 agosto 1951 - 13 Janeiro 2025 - Obituário - por Germar Rudolf

 

 Germar Rudolf 


Obituário

Por Germar Rudolf ∙ 17 de Janeiro, 2025

Um grande Revisionista do Holocausto tem falecido. Normalmente eu não escrevo revisionista com letra maiúscula. Mas, neste caso, eu tenho de fazê-lo. Jürgen era um amigo muito querido. Eu o encontrei pela primeira vez em 1994, em sua cidade natal, Basileia, quando nós saímos para jantar uma noite. No ano anterior, Jürgen havia publicado dois livros revisionistas: O Der Holocaust-Schwindel, de mais de 300 páginas (não é necessário traduzir), e o livreto Der Holocaust auf dem Prüfstand (O Holocausto na bancada de testes), muito mais curto, de 100 páginas. No mesmo ano, foi publicada a primeira edição do meu relatório de especialista sobre a química de Auschwitz (título atual em inglês Chemistry of Auschwitz), bem como o Vorlesungen über Zeitgeschichte (agora em inglês como Lectures on the Holocaust), de 350 páginas. Evidentemente, nós dois estávamos trabalhando em nossos respectivos projetos ao mesmo tempo, mas em completo isolamento e ignorando a existência um do outro. Nós dois mantínhamos contato com o Dr. Robert Faurisson desde 1991, que sabia do nosso trabalho em andamento e nos dava conselhos, mas Robert nunca mencionou a nenhum de nós nada sobre o outro. Isso foi uma pena, pois nós dois poderíamos ter nos beneficiado muito com as habilidades e o conhecimento um do outro.


Jürgen Graf:  15 agosto 1951 - 13 Janeiro 2025

Enquanto os livros que eu escrevi me colocaram em sérios problemas na Alemanha, arruinando minha carreira como químico pesquisador iniciante e terminando com uma pena de prisão por minha pesquisa forense iconoclasta, Jürgen inicialmente só perdeu seu cargo de professor de língua estrangeira na Suíça, enquanto um último livro que ele escreveu também lhe rendeu uma pena de prisão (que ele conseguiu se esquivar de cumprir ao se exilar na Rússia).

Durante nosso jantar naquela noite memorável de 1994, nós decidimos não mais trabalhar separadamente, mas unir forças para ajudar um ao outro em nossos esforços para entender o que realmente aconteceu com os judeus dentro da esfera de influência alemã durante a Segunda Guerra Mundial.

Enquanto eu me exilei na Inglaterra em 1996 e criei uma pequena editora revisionista em língua alemã (batizada em 1998 de Castle Hill Publishers), Jürgen se uniu ao pesquisador revisionista italiano Carlo Mattogno e fez várias viagens a arquivos no antigo Bloco Oriental. Jürgen era um poliglota que conseguia conversar em 12 idiomas, eu acho. Ou eram 17? Não me lembro. De qualquer forma, está muito além da compreensão da maioria das pessoas como um cérebro humano pode fazer malabarismos competentes com tantos idiomas diferentes. E ele não se limitava apenas aos idiomas europeus comuns (alemão, francês, inglês, russo, polonês, dinamarquês, espanhol, italiano...). Não, ele falava indonésio e chinês mandarim também. Certa vez, ele me disse, brincando, que desenvolveu um sério sentimento de inferioridade ao conhecer um russo que falava 21 idiomas fluentemente.

Suas habilidades linguísticas foram muito úteis quando ele e Carlo visitaram arquivos poloneses e russos durante a década de 1990. Sem as habilidades linguísticas de Jürgen e seu charme vencedor, Carlo não poderia ter viajado para esses países e recebido acesso a tanto material de arquivo. Uma visita fatídica dos dois foi a um arquivo em Moscou que armazenava os documentos deixados para trás em Auschwitz pelo Escritório Central de Construção da Waffen SS e pela Polícia de Auschwitz, a organização responsável pela construção do campo – cercas, alojamentos, torres de vigilância, banheiros, chuveiros, prédios de desinfestação, etc... e os infames crematórios que supostamente abrigavam as alegadas câmaras de gás homicidas. No entanto, não foi tanto o conteúdo desse arquivo que foi fatídico para Jürgen. Foi a senhora que estava encarregada dessa coleção. Ela estava vasculhando esses cerca de 80.000 documentos há anos, categorizando-os e catalogando-os. Quando Jürgen e Carlo entraram no arquivo, a senhora foi muito atenciosa e também muito honesta. Ela disse imediatamente aos dois pesquisadores revisionistas que, em sua humilde opinião, não há nenhum traço de evidência naquela coleção de que câmaras de gás homicidas existiram em Auschwitz e que, portanto, ela não acredita nos contos de terror sobre Auschwitz. Seu nome era Olga, e ela acabou se casando com Jürgen. Eles ficaram juntos até que a morte os separou.

Olga era uma típica russa (ou melhor, uma bielorrussa, se não me engano, originária de Minsk). Ela não acreditava no mito da câmara de gás, mas acreditava que todos os americanos eram maus. Alguma propaganda soviética tinha de ser mantida. De qualquer forma, Jürgen e Olga vieram me visitar no verão de 2002, quando eu morava em Coosa Circle, em Huntsville, Alabama. Minha casa alugada ficava na periferia norte da cidade, na fronteira com uma floresta com uma bela rede de trilhas para caminhadas, o que é raro nos Estados Unidos. A família Graf ficou comigo por duas semanas, se bem me lembro. Fizemos várias caminhadas pela floresta, onde refresquei a memória enferrujada de Jürgen sobre as Wanderlieder (canções de caminhada) alemãs. Nós nos divertimos muito juntos. Também cantávamos algumas canções folclóricas quando voltávamos para casa, algumas delas com clara influência do Leste Europeu, o que Olga adorava. Embora não entendesse as letras em alemão, ela ouvia os sons da Rússia nas melodias. Foi a última vez que vi Jürgen pessoalmente. Quando eles partiram, Olga havia revisado radicalmente sua opinião sobre os americanos: onde quer que fosse e revelasse sua origem (bielo)russa, era calorosamente recebida e abraçada por todos os americanos que encontrava. Não havia hostilidade em nenhum deles.

Meu relacionamento com Jürgen nos anos seguintes limitou-se principalmente à tradução para o alemão de livros escritos principalmente ou exclusivamente por nosso amigo Carlo Mattogno. Jürgen era um tradutor excelente, se não mesmo extraordinário. Ele aprimorava qualquer livro que recebia para tradução, não apenas fazendo uma tradução precisa, mas também polindo a linguagem e tornando-a mais elegante e agradável de ler. Às vezes, ele também tomava a liberdade de enfatizar um ponto que o autor estava defendendo, acrescentando ironia, sarcasmo e, ocasionalmente, um comentário sarcástico. Não é preciso dizer que isso nem sempre era aprovado pelo autor. Mas, considerando o material às vezes absurdo ou até mesmo grotesco que ele tinha de analisar, Jürgen não conseguia se conter e deixava transparecer seu humor e sua inteligência. Algumas vezes tive que fazer uma limpeza depois dele para manter o material livre de acréscimos não intencionais do autor. Mas eu devo admitir que, pessoalmente, gostei. Carlo é um autor muito seco, e Jürgen colocou alguns temperos na mistura que os leitores revisionistas mais experientes devem gostar. No entanto, os meninos do coro não são nosso único público-alvo. Acadêmicos sérios também são importantes e geralmente zombam de tais artifícios retóricos.

A carreira pós-professor de Jürgen consistia principalmente em fazer traduções profissionais de vários idiomas para seu alemão nativo, na maioria das vezes para editoras de direita na Alemanha. Em 2016, a carga de trabalho de Jürgen se tornou tão intensa e sua situação financeira tão incerta que ele teve de recusar quando lhe pedi o serviço de tradução de mais um dos livros de Carlo, geralmente com um desconto muito alto. Por isso, eu tive que me sentar e fazer isso sozinho. Depois de alguns anos e vários livros de Carlo, e com a ajuda indispensável das traduções automáticas, eu me tornei bastante hábil na tradução de textos em italiano, ou melhor, na edição de textos traduzidos por máquinas. Eu não precisava mais de um tradutor real. Isso foi bom para o revisionismo, pois removeu o principal gargalo para a publicação de novas pesquisas, mas também afrouxou os laços estreitos que eu costumava ter com Jürgen. Começamos a nos perder de vista.

Jürgen zombava da ideia de usar computadores para traduzir textos. Quando se trata de elegância linguística, ele estava certo. Suas habilidades de tradução sempre superaram as da “Burrice Artificial”. Mas as minhas não, e por isso eu uso as traduções automáticas como um trampolim para obter uma vantagem inicial, e isso tem funcionado muito bem para mim. O problema é que a tradução de um livro de 300 páginas por um tradutor profissional custa pelo menos uns US$ 3.000, o que nós, revisionistas, não podemos pagar. Além disso, um tradutor profissional geralmente envia um texto que é uma bagunça de formatação, exigindo dias de edição e formatação. O software de tradução atual, por outro lado, deixa a formatação perfeitamente intacta e me custa apenas alguns dólares. Embora esse texto precise de uma revisão e edição minuciosas para detectar falhas ocasionais, isso não é muito mais trabalhoso do que revisar/editar as idiossincrasias e erros ocasionais de um tradutor real. Não se engane: os dias dos tradutores e intérpretes profissionais estão contados. Em breve, ninguém mais precisará falar idiomas diferentes. Será um mundo mais pobre.

Jürgen foi poupado de passar por isso. Quando eu recebi a triste notícia, no verão passado, de que ele estava lutando mais uma vez contra o câncer, desta vez mais seriamente, eu sabia que a despedida final provavelmente estava se aproximando. Eu fico gratamente feliz em saber que ele recebeu o apoio que achava necessário para essa batalha final.

Jürgen Graf 


Eu estou triste por ter perdido mais um amigo querido e um camarada nesta batalha épica pela verdade na história. Apenas dois dias antes, eu havia perdido outra amiga que me era muito querida. Nascida no mesmo ano que Jürgen, ela morreu em meus braços. Eu fiquei arrasado com essa experiência. Agora eu ouvi dizer que Jürgen a seguiu até o campo de caça eterno. Meu coração sangra.

Que suas almas descansem em paz, e que seus espíritos olhem por nós!

 

Bibliografia

Abaixo está uma lista de livros de Jürgen’. Eu listo edições em inglês, quando disponíveis, e link para sua localização on-line. O ano(s) entre parênteses denota(s) o primeiro (Inglês) e a edição atual de cada livro. Sinta-se livre para explora-los à vontade:

  Der Holocaust auf dem Prüf­stand (1993)

  Der Holocaust-Schwindel (1993)

  Todesursache Zeitgeschichts­forschung (1996)

  Das Rotbuch. Vom Untergang der Schweizerischen Freiheit (1997)

  The Giant with Feet of Clay (2001, 2022)

  Concentration Camp Majdanek (com C. Mattogno, 2003, 2016).

  Concentration Camp Stutthof (com C. Mattogno, 2003, 2016).

  Treblinka: Extermination Camp or Transit Camp? (com C. Mattogno, 2004, 2020)

  Sobibór: Holocaust Propaganda and Reality (com T. Kues, C. Mattogno, 2010, 2018)

  The “Extermination Camps” of “Aktion Reinhardt” (com T. Kues, C. Mattogno, 2013, 2015).

  White World Awake! (2016)

•  Auschwitz: Eyewitness Reports and Perpetrator Confessions (2019)

Tradução por Davi Ciampa Heras

Revisão por Mykel Alexander

 

Fonte: Jürgen Graf, 15 August 1951 – 13 January 2025, Obituary, por Germar Rudolf, 17 de janeiro de 2025, CODOH - Committee for Open Debate on the Holocaust.

https://codoh.com/library/document/jurgen-graf-15-august-1951-13-january-2025/

Sobre o autor: Sobre o autor: Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005, mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Atualmente ele reside no norte do estado de Nova York. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Bargoed, 2023.

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O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

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O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Uma breve introdução ao revisionismo do Holocausto - por Arthur R. Butz

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Definindo evidência - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Tipos e hierarquia de evidências - por Germar Rudolf

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

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O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

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O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)


sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 6 - por Carlo Mattogno e Franco Deana

 Continuação de As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 5 - por Carlo Mattogno e Franco Deana

Carlo Mattogno


4.1. Fornalhas de cremação de dupla mufla a coque da Topf

A primeira fornalha em Auschwitz foi instalada entre 5 e 25 de julho de 1940, e a primeira cremação ocorreu em 15 de agosto.75 A estimativa de custo para a segunda fornalha é datada de 13 de novembro de 1940. A Topf Company entregou os vários componentes da fornalha para Auschwitz em 20 e 21 de dezembro de 1940, e em 17 e 21 de janeiro de 1941.76 Ela foi instalada entre 26 de janeiro e 22 de fevereiro de 1941.77

A Topf revisou sua estimativa de custo para a terceira fornalha em 25 de setembro de 1941, 78e enviou o material necessário para Auschwitz em 21 de outubro, um total de 3.548,5 kg. 79A construção da fundação para o terceiro forno começou em 19 de novembro de 1941 e foi concluída em 3 de dezembro;80 o trabalho foi então interrompido devido à falta de material à prova de fogo. A fatura pertinente emitida pela Topf é datada de 16 de dezembro de 1941.81 Devido a uma Waggonsperre (proibição de vagões ferroviários82), no entanto, a construção do forno não pôde começar porque a Collmener Schamottewerke Company, que fornecia material refratário à Topf, não conseguiu enviar o material necessário. Um vagão de carga ferroviário com o material refratário, enviado pela Plützsch Company, chegou ao campo em 3 de janeiro de 1942,83 mas esta fornalha foi instalada somente em março de 1942.84

A fornalha para Mauthausen (perto de Linz, Áustria) foi encomendada da Topf Company em 16 de outubro de 1941, mas o SS Construction Office hesitou por um longo tempo antes de instalá-la. Os componentes da fornalha foram enviados para Mauthausen entre 6 de fevereiro de 1942 e 12 de janeiro de 1943,85 mas a decisão de montá-la não foi tomada até o final de 1944.86 A fornalha foi finalmente construída em janeiro-fevereiro de 1945, o que explica o fato de estar relativamente bem preservada, conforme ela foi dificilmente usada.

Os duas fornalhas de cremação de mufla dupla Topf atualmente em exposição no crematório do Campo Principal de Auschwitz foram reconstruídas após a guerra, mas de uma maneira um tanto estranha, usando peças originais que foram removidas dos fornos pela SS. Portanto, é totalmente inútil examinar essas estruturas na esperança de obter uma compreensão desse tipo de fornalha. Por essa razão, nossa investigação é baseada inteiramente no exame da fornalha em Mauthausen e nos documentos disponíveis para nós relacionados às fornalhas de Auschwitz e de Mauthausen — todos do mesmo modelo.87

Os componentes da fornalha em Mauthausen também estão incluídos na lista de remessas da Topf de 12 de janeiro de 1943.88 O projeto da fornalha de cremação de mufla dupla é mostrado no Plano “Topf D57253”, o qual data de 10 de junho de 1940 e se refere a primeira fornalha instalada em Auschwitz. A fornalha é feita de tijolos sólidos e mantida unida com uma série de âncoras de ferro forjado. As dimensões da fornalha de Mauthausen são virtualmente idênticas às mostradas no Plano D57253, que correspondem às medidas dos ferros de ancoragem discriminados na lista de remessas da Topf de 17 de janeiro de 1941 com respeito a segunda fornalha de Auschwitz. A fornalha é equipada com duas câmaras de cremação, ou muflas.89 A operação da fornalha é explicada no “Manual de Operação da Fornalha de Cremação de Mufla Dupla Topf a Coque”.90

O crematório de Auschwitz foi construído originalmente de acordo com o Plano “Topf D50042” de 25 de setembro de 1941, que havia sido desenhado para a instalação da terceira fornalha.91 Cada fornalha era equipada com seu próprio dispositivo de ar comprimido; este consistia em um soprador de ar que era operado com um motor AC trifásico de 1,5 hp acoplado diretamente ao eixo do soprador e um duto apropriado. A chaminé quadrada originalmente tinha uma área de 500 × 500 mm² (19,7" × 19,7"). O dispositivo de tiragem forçada, com uma capacidade de cerca de 4.000 m³/h (141.200 pés cúbicos/h) de gás de fumaça, consistia em um soprador de exaustão alimentado por um motor AC trifásico de 3 hp acoplado diretamente ao eixo do soprador, com uma comporta de ar separando o lado de alta do lado de baixa pressão. A função desta instalação é descrita no respectivo manual de operação da Topf.92

O sistema de carregamento de cadáveres da fornalha consistia em um vagão se movendo em trilhos especiais e um vagão de manobra correndo acima dele, no qual o caixão (ou o cadáver simples) era introduzido.

Em 19 de julho de 1943, o crematório foi retirado de serviço,93 e as fornalhas foram desmanteladas.

Após o fim da guerra, os poloneses reconstruíram as Fornalhas nº 1 e 2, para o qual usaram as peças originais que haviam sido removidas pela SS e das quais muitas ainda estavam na antiga sala de depósito de coque. A reconstrução foi feita de maneira notavelmente desleixada, e os fornalhas não seriam funcionais em seu estado presente.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 7 - por Carlo Mattogno e Franco Deana

Notas

75 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-214, páginas 95, 97; 502-1-327, página 215.

76 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-327, páginas 168-172.

77 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-214, páginas 68, 72.

78 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-2-23, páginas 264-266.

79 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-312, páginas 104 e seguinte.

80 Nota de Carlo Mattogno: D. Czech, Auschwitz Chronicle, 1939-1945, Henry Holt, New York 1990, páginas 108, 112.

81 Nota de Carlo Mattogno: APMO, D-Z/Bau, no. inw. 1967, páginas 130 e seguinte.

82 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-312, página 98. Durante a guerra, as empresas precisavam de permissão especial para receber espaço de transporte em vagões ferroviários devido à capacidade restrita. Às vezes, nenhum vagão era designado para propósitos civis porque todo o transporte era necessário para os militares.

83 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-312, página 83.

84 Nota de Carlo Mattogno: RGVA, 502-1-22, páginas 11e seguintes.

85 Nota de Carlo Mattogno: Carta do Escritório de Construção da SS do campo de concentração de Gusen para a Companhia Topf, 24 de outubro de 1942. Carta da Companhia Topf para o Escritório de Construção da SS do campo de concentração de Gusen, 16 de janeiro de 1943. BAK, NS 4 Ma/54.

86 Nota de Carlo Mattogno: Carta da Companhia Topf ao Escritório de Construção da SS do campo de concentração de Mauthausen, 20 de dezembro de 1944. BAK, NS 4 Ma/54.

87 Nota de Carlo Mattogno: Cartas da Topf Company para o SS Construction Office do campo de concentração de Mauthausen, 23 de novembro de 1940 e 16 de outubro de 1941. BAK, NS 4 Ma/54. A carta de 16 de outubro de 1941 menciona expressamente a entrega de um “Doppelmuffeleinäscherungsofen – Modell Auschwitz” (forno de cremação de mufla dupla – modelo Auschwitz).

88 Nota de Carlo Mattogno: Aviso de embarque da Topf Company, 12 de janeiro de 1943. BAK, NS Ma/54.

89 Nota de Carlo Mattogno: Sobre detalhes de projeto, conferir nosso trabalho principal, The Cremation Furnaces of Auschwitz: A Technical and Historical Study, 3 Vols., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2015, bem como J. A. Topf & Söhne Erfurt. Fornalha de cremação a coque e planta de fundação, D57253, 10 de janeiro de 1940; Re.: SS New construction Office of the Auschwitz Concentration Camp. BAK, NS 4 Ma/54; listagem dos materiais para um Fornalha de Cremação de Dupla Mufla Topf, 23 de janeiro de 1943. BAK, NS 4 Ma/54; Fatura nº D 41/107, 5 de fevereiro de 1941, BAK, NS 4 Ma/54.

90 Nota de Carlo Mattogno: Betriebsvorschrift des koksbeheizten Topf-Doppelmuffel-Einäscherungsofens (Manual de operação do forno de cremação de mufla dupla Topf alimentado a coque). 26 de setembro de 1941. APMO, BW 11/1, página 3.

91 Nota de Carlo Mattogno: APMO, neg. no. 20818/1.

92 Nota de Carlo Mattogno: Manual de operação para instalação do escapamento ‘Topf’, 26 de setembro de 1941. APMO, BW 11/1, página 2.

93 Nota de Carlo Mattogno: D. Czech, Auschwitz Chronicle, 1939-1945, Henry Holt, New York 1990, página 442.

Fonte: Carlo Mattogno e Franco Deana, em Germar Rudolf (editor) Dissecting the Holocaust - The Growing Critique of ‘Truth’ and ‘Memory’, Castle Hill Publishers, P.O. Box 243, Uckfield, TN22 9AW, UK; novembro, 2019. Capítulo The Cremation Furnaces of Auschwitz.

Acesse o livro gratuitamente no site oficial:

https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1&page_id=1  

Sobre os autores: Franco Deana foi um engenheiro italiano. Carlo Mattogno nasceu em 1951 em Orvietto, Itália. Pesquisador revisionista, ele empreendeu estudos em filosofia (incluindo estudos linguísticos em grego, latim e hebraico bem como estudos orientais e religiosos)  e em estudos militares (estudou em três escolas militares). Desde 1979 dedica-se aos estudos revisionistas, tendo estado associado com o jornal francês Annales d’Histoire Revisionniste bem como com o The Journal of Historical Review.

Dentre seus mais de 20 livros sobre a temática do alegado holocausto estão: 

The Real Auschwitz Chronicle: The History of the Auschwitz Camps, 2 volumes, Castle Hill Publishers (Bargoed, Wales, UK), 2023.

Auschwitz: the first gassing – rumor and reality; Castle Hill, 4ª edição, corrigida, 2022.

Curated Lies – The Auschwitz Museum’s Misrepresentations, Distortions and Deceptions; Castle Hill, 2ª edição revisada e expandida, 2020.

Auschwitz Lies – Legends, Lies, and Prejudices on the Holocaust; Castle Hill, 4ª edição, revisada, 2017. (Junto de Germar Rudolf).   

Debunking the Bunkers of Auschwitz – Black Propaganda versus History; Castle Hill, 2ª edição revisada, 2016.

Inside the Gas Chambers: The Extermination of Mainstream Holocaust Historiography, 2ª edição corrigida, 2016.

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O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

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Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

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