sábado, 4 de julho de 2026

{Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 6 - a defesa do Dr. Bruno Tesch - por William B. Lindsey

 Continuação de {Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 5 - testemunho da Dra. Ada Bimko - por William B. Lindsey

William B. Lindsey

A defesa

Ao apresentar seu caso, a defesa alemã pouco pôde fazer mais que colocar os réus no banco das testemunhas, convocando também pessoas que conheciam a eles e ao seu trabalho para depor, sob juramento, sobre o caráter do Dr. Tesch e Herr Weinbacher. Em uma situação bastante característica dos Tribunais Militares das Nações Unidas do pós-Segunda Guerra Mundial, ficou óbvio desde o início dos procedimentos que o peso da prova recaía do modo mais pesado sobre a Defesa; este peso foi o de provar o contrário as acusações feitas de forma leviana e desenfreada pela Promotoria sem deixar margem para dúvidas,  — tudo isso em total contradição com as declarações piedosas do Major Draper (sobre a presunção de inocência dos réus até que se provasse a culpa além de qualquer dúvida razoável). Stirling, o Juiz-Advogado britânico em Lüneburg, já havia decidido que 4 milhões e meio de judeus haviam sido mortos com Zyklon B. Seria provável que ele revertesse seu julgamento com base em qualquer evidência apresentada no caso do Dr. Tesch? Naquele momento, a sorte já estava lançada! Logicamente, alguém tinha de ter recomendado o uso do veneno e também o fornecido para tal propósito.

O Dr. Tesch admitiu sua conexão com o Zyklon B e com o desenvolvimento comercial do produto — como um resultado de seus esforços — transformando-o em um fumigante útil e eficaz. Ele discorreu sobre o uso do produto em câmaras de fumigação para roupas e sobre a necessidade de banhos simultâneos para eliminar piolhos corporais — caso as pessoas estivessem passando por um processo de desinfestação56 para prevenir epidemias de tifo. A esse respeito, ressaltou que tanto gentios quanto judeus das regiões orientais estavam igualmente afligidos por piolhos transmissores de tifo. Contudo, sempre que questionado a respeito, ele negava veementemente ter recomendado ou tido conhecimento do uso de Zyklon B para matar seres humanos propositalmente. Pelo contrário, enfatizava ele, seus esforços sempre visaram proteger as pessoas e salvar suas vidas! Apesar de todas as precauções de segurança, ocorreram acidentes lamentáveis ​​durante o uso do material letal, mas, que ele soubesse, jamais houve mortes intencionais. Se ele tivesse tomado conhecimento de que o Zyklon B estava sendo usado indevidamente para matar pessoas, ele teria interrompido imediatamente o fornecimento do material ao usuário infrator.

Sua firma tinha sido contratado para realizar a fumigação de casernas em diversos campos. Os campos de Auschwitz estavam incluídos entre eles, mas a SS, por conta própria, também realizava a fumigação de casernas. Por causa do conhecido tamanho são do complexo de Auschwitz, com seus numerosos subcampos (Tabela IV), e o conhecido alto nível de infestação por piolhos na região, a quantidade de Zyklon B encomendada para Auschwitz por intermédio de sua empresa antes de 1944 não foi considerada excessiva. Ao invés, Auschwitz provavelmente poderia ter utilizado muito mais Zyklon B em suas operações de fumigação, caso o produto estivesse disponível, reduzindo assim ainda mais o elevado número de mortes causadas pelo tifo.57

Durante o interrogatório, o promotor militar britânico, Major Draper, estava obviamente muito mais interessado nas implicações políticas do julgamento do que em determinar se o Dr. Tesch era, realmente, culpado da acusação como declarada na denúncia. A maneira de Draper era abusiva, e suas perguntas eram, usualmente, tendenciosas.

O Dr. Tesch tentou responder plenamente a todas as perguntas de Draper. Ele havia se juntado no NSDAP em 1º de maio de 1933, mas ele não era um membro ativo. Sua esposa também era membro do Partido. Sim, por 2,00 Reichsmarks mensais,58 ele também era um “membro apoiador” da SS, condição que não lhe conferia favores nem o direito de vestir uniforme. Ele não concordava com a afirmação de que a SS fosse o grupo mais ferozmente antissemita do Partido. Não, ele não acreditava que os judeus devessem ser perseguidos; mas ele acreditava, sim, que eles deveriam afastar-se da vida pública e levar suas próprias vidas. Não, jamais houve na Alemanha uma perseguição aos judeus comparável àquela ocorrida na Rússia (czarista). Ele tinha lido artigos inflamados contra os judeus e ouvira falar de incêndios em sinagogas, mas tais atos eram abertamente criticados pela maioria dos alemães. Goebbels havia liberado o gatilho desses excessos, mas Hitler os havia interrompido. Ele não tinha conhecimento da destruição de propriedades judaicas. Draper perguntou-lhe: “Está claro agora? Você concorda comigo que o seu gás ajudou a exterminar quatro milhões de pessoas em um único campo de concentração?” A essa pergunta complexa e tendenciosa, o Dr. Tesch respondeu, segundo o intérprete: “Eu não sabia disso; se foi o meu gás, eu não sabia.”

Os tradutores não citam o Dr. Tesch dizendo que Bendel mentiu, embora haja inúmeros exemplos, durante o julgamento, em que Bendel obviamente fez exatamente isso. Em vez disso, o Dr. Tesch é colocado na posição muito mais frágil de afirmar que Bendel “passou a verdade” e “exagerou.” Por causa que os registros estão em inglês, jamais nós saberemos se o Dr. Tesch não conseguia acreditar que um homem instruído — como ele considerava Bendel — mentiria de forma descarada e dissimulada, sabendo que ele estava enviando homens inocentes para a morte, ou se houve um acaso na escolha das palavras pelos intérpretes. Será que a intenção dos tradutores era deixar a impressão de que, como resultado de culpa, o Dr. Tesch não teve coragem de acusar seu antagonista de mentir?

O Dr. Tesch considerou o depoimento de Broad muito mais acreditável, mas ressaltou que Broad não havia identificado o Zyklon B que ele vira em Auschwitz como tendo sido encomendado por intermédio da Tesch und Stabenow, e que ele tinha revelado a existência de um fabricante de Zyklon B nas proximidades de Auschwitz. Como um homem de ciência, habituado a raciocinar com lógica e clareza, o Dr. Tesch observou que, se seres humanos fossem amontoados em qualquer espaço com a densidade descrita no depoimento do Dr. Bendel, eles sufocariam prontamente, tornando o uso de gás venenoso totalmente supérfluo. Ele tinha ouvido que, em Riga, na Letônia, um grupo contendo uns poucos judeus havia sido fuzilado por crimes cometidos em tempo de guerra. Ele não conseguia compreender como o Dr. Diels pôde afirmar o que afirmou em sua declaração juramentada sem qualquer prova que embasasse suas acusações. Ele desconhecia o fato de que a SS agia à margem da lei e não estava sujeita aos tribunais comuns, conforme alegado por Draper. Nem tinha ele conhecimento que a Gestapo empregava métodos diferentes dos de uma força policial ordinária; ele não tinha motivos para duvidar da integridade daquela organização. Ele jamais ouvira falar que quatro milhões de pessoas haviam “subido pela chaminé” (transformadas em fumaça) em Auschwitz.

Sim, ele ainda acreditava que o Zyklon B era usado somente para fumigação. Em resposta a isso, Draper perguntou: “Você considerava a SS mais confiável do que as autoridades Aliadas [das Nações Unidas] no que diz respeito a informações?” O Dr. Tesch respondeu com honestidade e grande perspicácia (novamente, segundo o intérprete): “Eu não posso dizer, pois durante a guerra não ouvi falar de outra coisa. Hoje, eu penso que pode haver algo de verdade, mas provavelmente existem exageros ou equívocos.” Draper retrucou: “Você estava ciente de que o assassinato dos quatro milhões foi parcialmente organizado pelo Reichsarzt da SS?” O Dr. Tesch respondeu: “Isso é uma novidade para mim. Eu nunca tenho pensado nisso.”

O Dr. Tesch então prosseguiu dizendo que, durante sua visita ao campo de concentração de Sachsenhausen-Oranienburg, os prisioneiros em uniformes listrados pareciam bem alimentados, saudáveis ​​e “bastante felizes”. Ele ouvira Hitler dizer em um discurso que uma Zona Judaica estava sendo criada nas províncias orientais, e acreditara nele. Além disso, ele não tinha motivos para acreditar que Hitler tivesse mentido aos alemães. Ele acreditava que Hitler e a SS haviam agido de forma perfeitamente correta. Acreditava que Sehm e Bendel estavam incorretos em seus depoimentos. Sehm provavelmente havia interpretado mal um comentário irrelevante e inventado o restante; seu depoimento era “totalmente impossível”. A ideia de matar judeus com Zyklon B jamais ocorrera ao Dr. Tesch, que também acreditava que as outras testemunhas haviam entendido mal algo que viram ou ouviram. Ele não acreditava que os campos de concentração fossem uma consequência natural do NSDAP, mas sim que haviam sido criados para conter pessoas consideradas perigosas para o Estado. O Dr. Tesch encerrou seu depoimento dizendo: “Eu não era um membro militante do Partido Nazi [sic], mas eu sempre fui leal ao Estado alemão.”

Com essas declarações honestas e diretas, o Dr. Tesch praticamente selou seu próprio destino e arrastou consigo para o turbilhão o seu infeliz sócio, Herr Weinbacher. O Major Draper não conseguiu provar que o Dr. Tesch ou o Sr. Weinbacher estivessem envolvidos em qualquer alegado enredo para matar judeus (ou russos, ou alguém mais) com Zyklon B, nem mesmo que o Zyklon B alegadamente visto em Auschwitz por Broad tivesse sido, inquestionavelmente, encomendado por meio da Tesch und Stabenow. O que Draper fez foi apresentar pessoas de carne e osso para desempenhar papéis que haviam sido concebidos dedutiva e racionalistamente, a fim de se conformarem e darem suporte às alegações de guerra sobre o “Holocausto” dos acusadores da Alemanha. Um desses indivíduos era um membro da SS aparentemente arrependido que, quaisquer que fossem os seus motivos, testemunhou sob juramento59 que aquilo que as máquinas de propaganda das Nações Unidas vinham alardeando há anos era verdadeiro. Isso, somado aos testemunhos inflamados no Tribunal de Lüneburg sobre Bergen-Belsen, forneceu um conto o qual — se não fosse examinado com muito rigor quanto à precisão e à coerência — poderia servir para acalmar e tranquilizar os cidadãos das Nações Unidas. Eles aguardavam ansiosamente, ao final da guerra, por revelações que justificassem as muitas alegações interesseiras disseminadas pelos propagandistas durante o conflito. Muitos, sem dúvida, temiam uma nova investigação pós-guerra sobre tais acusações — semelhante à que se seguiu à Primeira Guerra Mundial — e o que poderia acontecer caso os povos das Nações Unidas descobrissem que haviam sido monstruosamente enganados, pela segunda vez, por propagandistas antialemães.

Ao drama criado pelo testemunho de Broad, Draper acrescentou o Dr. Bruno Tesch, escalado para o papel de um “nazista” descarado, diabólico, impenitente e irrecuperável: um “membro” da “infame” SS, o desenvolvedor do nefasto Zyklon B, um típico herege e fanático alemão que, mesmo após ver nos jornais patrocinados pelas Nações Unidas os inúmeros cadáveres inchados de Bergen-Belsen, Dachau, etc., ainda tinha a audácia — a desfaçatez absoluta —, mesmo na condição de prisioneiro diante do tribunal das Nações Unidas, de duvidar e questionar os “fatos” estabelecidos; sustentar que, pelo que ele sabia, a política racial nazista não conduzia inevitavelmente a campos de concentração e câmaras de gás, que a SS não matou deliberadamente pelo menos quatro milhões de judeus em Auschwitz com o Zyklon B — desenvolvido, recomendado e fornecido por ele aos campos de concentração para esse fim —, e assim por diante.

Mais certamente, o Dr. Tesch jamais poderia tornar-se um “alemão renascido” por meio de quaisquer daqueles ritos de purificação intelectual — quase religiosos e assemelhados a batismos — denominados “desnazificação” ou “reeducação,” que os conquistadores da Alemanha ainda haveriam de decretar para os alemães que professavam conceitos e valores contrários aos deles próprios.

O Tribunal Militar Britânico foi confrontado com um problema elementar de lógica. Se, com base no depoimento obviamente maculado e impuro apresentado contra o Dr. Tesch, o tribunal o absolvesse — bem como ao Herr Weinbacher —, não haveria aparentemente mais ninguém disponível para responder à acusação de fornecer o Zyklon B ou de ter recomendado inicialmente o seu uso para matar judeus. Se, de fato, houve um “Holocausto,” ALGUÉM teve de ter desempenhado essas funções.

Com nenhum “Holocausto” para ocupar seu lugar nas colunas dos jornais do mundo, as muitas atividades, planos e responsabilidades — furtivos e secretos — de Franklin D. Roosevelt e de seus co-conspiradores proto-Nações Unidas antes, durante e depois da guerra – ainda hoje muito pouco divulgados – teriam sido alvo de um escrutínio imediato, implacável e duradouro. Isso teria resultado no despedaçamento das acusações de guerra das Nações Unidas e da “integridade” (ainda vulnerável) dessa organização, de uma maneira que faria as revelações sobre as mentiras dos Aliados — contidas no Relatório do Comitê Bryce da Primeira Guerra Mundial sobre acusações de propaganda — parecerem, em comparação, relatos de um banquete de confraternização. Se os muitos planos já formulados diplomática e formal ou informalmente nas conferências de guerra fossem implementados de forma plena e irreversível, conforme desejavam seus idealizadores, a “Nova” organização das Nações Unidas precisaria do apoio total daqueles que, de outra forma, poderiam opor-se fortemente a ela. As acusações de “propaganda de atrocidades” feitas pelos vencedores durante a guerra para inflamar seus soldados e a população civil, bem como para justificar e legitimar o uso de medidas progressivamente mais violentas e impiedosas contra a Alemanha e o Japão, simplesmente tinham de ser sustentadas após a guerra. Havia enfaticamente de ser desta veze nenhuma “Paz sem Vitória”, nem um “Perdoar e Esquecer”. E — nada de “vir claro” sobre as acusações de propaganda de guerra.60

{Dr. Bruno Tesch (1890-1946) químico alemão, funcionário contratado do governo de Adolf Hitler para implementar controle de desparasitação nos campos de concentração alemães. Sem obter uma confissão que estivesse de acordo com a narrativa do alegado holocausto, Bruno Tesch foi condenado, pois além de não haver uma relevante pessoa para encaixar na narrativa no que concerne ao gás Zyklon B, fundamental para lançar a narrativa das alegadas câmaras de gás homicidas, uma absolvição teria sido extremamente embaraçosa, dadas as decisões já tomadas dado o que já tinha sido “decidido” sobre Auschwitz – e as execuções de alemães baseadas na narrativa, tal como em Daschau quando alemães foram condenados por serem supostamente gestores de um campo de extermínio, e posteriormente reconheceu-se que Daschau não foi um campo de extermínio. Além de tudo, é relevante a observação de William B. Lindsey: “Venenos muito mais letais estavam — e estão — disponíveis, alguns muito mais baratos, e nenhum deles exigia câmaras de gás e outros equipamentos bastante complexos para a administração às vítimas pretendidas.” (Fonte da foto: wikipedia).}

C. L. Stirling, que já tinha atuado como Juiz-Advogado no Tribunal Militar Britânico de Lüneburg no julgamento da equipe da SS de Birkenau, certamente ponderou sobre sua situação pessoal caso o Dr. Tesch fosse absolvido. Um grande número de alemães — alguns deles mulheres — já havia sido morto pelos britânicos por causa que eles tinham alegadamente matado todas aquelas pessoas em Auschwitz. Qualquer decisão no julgamento de Tesch e Weinbacher tinha, obrigatoriamente, de estar em conformidade com esse fato. Uma absolvição teria sido extremamente embaraçosa, dadas as decisões já tomadas dado o que já tinha sido “decidido” sobre Auschwitz – e já feito (execuções) sobre isso. Stirling foi, sem dúvida, escolhido para ambos os cargos — assim como os outros — com base em sua dedicação e adaptabilidade aos objetivos e ao grande “Novo” mundo do pós-guerra idealizado pelos pais fundadores das Nações Unidas: os Illuminati do iminente Milênio Utópico! Quaisquer dúvidas ou escrúpulos de consciência não poderiam, portanto, ter representado um problema insuperável para Stirling. A perda do Dr. Tesch e do Sr. Weinbacher, ainda que fossem inocentes, não representaria perda alguma para a “Nova Alemanha” na “Nova Ordem Mundial” idealizada pelas Nações Unidas.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua ...

Notas

56 Nota de William B. Lindsey: Puntigam and Pichler, “Raumloesung von Entlausungsanlagen,” Gesundheits-Ingenieur, Jahrgang 67, Heft 6 (Juni 1944), p. 139.

57 Nota de William B. Lindsey: Veja a nota 16. É tentador acreditar que, se os alemães tivessem a intenção de matar um grande grupo de pessoas por envenenamento, não teriam escolhido utilizar um intermediário químico tão valioso quanto o cianeto de hidrogênio. Venenos muito mais letais estavam — e estão — disponíveis, alguns muito mais baratos, e nenhum deles exigia câmaras de gás e outros equipamentos bastante complexos para a administração às vítimas pretendidas.

58 Nota de William B. Lindsey: O Dr. Tesch explicou que essa quantia relativamente pequena (cerca de 50 centavos em equivalente em dólares americanos na época) era, essencialmente, uma doação de assistência social.

59 Nota de William B. Lindsey: Mas, mais tarde, no “Julgamento de Auschwitz” em Frankfurt, ele denunciou e renegou grande parte desse depoimento. Veja a p. 279 {neste próprio artigo em sua publicação original}.

60 Nota de William B. Lindsey: Ver Friedrich Grimm, Polftische Justize: Die Kraniheit unserer Zeit (Bonn: Bonner Universitaets-Buchdruckerei, gebr. Scheur Gmbh, 1953), pp. 146-48. O entrevistador mencionado nesta passagem não era outro senão o propagandista britânico de “propaganda negra” Sefton Delmer, disfarçado de “professor universitário.”

Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303.

https://ihr.org/journal/v04p261_Lindsey.html

Sobre o autor: William B. Lindsey (19??-1993) obteve seu diploma de bacharel em ciências pela Universidade do Texas e seu doutorado em Química pela Universidade de Indiana. Trabalhou como químico pesquisador profissional em uma grande corporação por 31 anos. Como químico profissional tinha grande interesse na história da Segunda Guerra Mundial, ele tinha particular curiosidade pelas alegações de assassinatos em massa de judeus em “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau, utilizando gás cianeto de hidrogênio do Zyklon B, um inseticida e pesticida comercial. Consequentemente, realizou diversas visitas de inspeção aos locais na Polônia onde supostamente ocorreram os “campos de extermínio” da guerra, incluindo Auschwitz, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Foi membro da comissão editorial do The Journal of Historical Review desde 1983. Em fevereiro de 1985, ele testemunhou no julgamento do Holocausto em Toronto, conduzido pelo editor germano-canadense Ernst Zündel. Lindsey foi reconhecido pelo tribunal como perito em cianeto de hidrogênio. Sua atuação baseou-se em um exame minucioso das câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência.

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