| William B. Lindsey |
A defesa
Ao
apresentar seu caso, a defesa alemã pouco pôde fazer mais que colocar os réus
no banco das testemunhas, convocando também pessoas que conheciam a eles e ao
seu trabalho para depor, sob juramento, sobre o caráter do Dr. Tesch e Herr
Weinbacher. Em uma situação bastante característica dos Tribunais Militares das
Nações Unidas do pós-Segunda Guerra Mundial, ficou óbvio desde o início dos
procedimentos que o peso da prova recaía do modo mais pesado sobre a Defesa; este peso foi o de provar o
contrário as acusações feitas de forma leviana e desenfreada pela Promotoria
sem deixar margem para dúvidas, — tudo
isso em total contradição com as declarações piedosas do Major Draper (sobre a
presunção de inocência dos réus até que se provasse a culpa além de qualquer
dúvida razoável). Stirling, o Juiz-Advogado britânico em Lüneburg, já havia
decidido que 4 milhões e meio de judeus haviam sido mortos com Zyklon B. Seria
provável que ele revertesse seu julgamento com base em qualquer evidência
apresentada no caso do Dr. Tesch? Naquele momento, a sorte já estava lançada!
Logicamente, alguém tinha de ter recomendado o uso do veneno e também o
fornecido para tal propósito.
O
Dr. Tesch admitiu sua conexão com o Zyklon B e com o desenvolvimento comercial
do produto — como um resultado de seus esforços — transformando-o em um
fumigante útil e eficaz. Ele discorreu sobre o uso do produto em câmaras de
fumigação para roupas e sobre a necessidade de banhos simultâneos para eliminar
piolhos corporais — caso as pessoas estivessem passando por um processo de
desinfestação56 para prevenir epidemias
de tifo. A esse respeito, ressaltou que tanto gentios quanto judeus das regiões
orientais estavam igualmente afligidos por piolhos transmissores de tifo. Contudo,
sempre que questionado a respeito, ele negava veementemente ter recomendado ou
tido conhecimento do uso de Zyklon B para matar seres humanos propositalmente.
Pelo contrário, enfatizava ele, seus esforços sempre visaram proteger as
pessoas e salvar suas vidas! Apesar
de todas as precauções de segurança, ocorreram acidentes lamentáveis durante
o uso do material letal, mas, que ele soubesse, jamais houve mortes
intencionais. Se ele tivesse tomado conhecimento de que o Zyklon B estava sendo
usado indevidamente para matar pessoas, ele teria interrompido imediatamente o
fornecimento do material ao usuário infrator.
Sua
firma tinha sido contratado para realizar a fumigação de casernas em diversos
campos. Os campos de Auschwitz estavam incluídos entre eles, mas a SS, por
conta própria, também realizava a fumigação de casernas. Por causa do conhecido
tamanho são do complexo de Auschwitz, com seus numerosos subcampos (Tabela IV),
e o conhecido alto nível de infestação por piolhos na região, a quantidade de
Zyklon B encomendada para Auschwitz por intermédio de sua empresa antes de 1944
não foi considerada excessiva. Ao invés, Auschwitz provavelmente poderia ter
utilizado muito mais Zyklon B em suas operações de fumigação, caso o produto
estivesse disponível, reduzindo assim ainda mais o elevado número de mortes
causadas pelo tifo.57
Durante
o interrogatório, o promotor militar britânico, Major Draper, estava obviamente
muito mais interessado nas implicações políticas do julgamento do que em
determinar se o Dr. Tesch era, realmente, culpado da acusação como declarada na
denúncia. A maneira de Draper era abusiva, e suas perguntas eram, usualmente,
tendenciosas.
O
Dr. Tesch tentou responder plenamente a todas as perguntas de Draper. Ele havia
se juntado no NSDAP em 1º de maio de 1933, mas ele não era um membro ativo. Sua
esposa também era membro do Partido. Sim, por 2,00 Reichsmarks mensais,58 ele também era um “membro apoiador” da
SS, condição que não lhe conferia favores nem o direito de vestir uniforme.
Ele não concordava com a afirmação de que a SS fosse o grupo mais ferozmente
antissemita do Partido. Não, ele não acreditava que os judeus devessem ser
perseguidos; mas ele acreditava, sim, que eles deveriam afastar-se da vida
pública e levar suas próprias vidas. Não, jamais houve na Alemanha uma
perseguição aos judeus comparável àquela ocorrida na Rússia (czarista). Ele tinha
lido artigos inflamados contra os judeus e ouvira falar de incêndios em
sinagogas, mas tais atos eram abertamente criticados pela maioria dos alemães.
Goebbels havia liberado o gatilho desses excessos, mas Hitler os havia interrompido.
Ele não tinha conhecimento da destruição de propriedades judaicas. Draper
perguntou-lhe: “Está claro agora? Você concorda comigo que o seu gás ajudou a
exterminar quatro milhões de pessoas em um único campo de concentração?” A essa
pergunta complexa e tendenciosa, o Dr. Tesch respondeu, segundo o intérprete: “Eu
não sabia disso; se foi o meu gás, eu não sabia.”
Os
tradutores não citam o Dr. Tesch dizendo que Bendel mentiu, embora haja
inúmeros exemplos, durante o julgamento, em que Bendel obviamente fez
exatamente isso. Em vez disso, o Dr. Tesch é colocado na posição muito mais
frágil de afirmar que Bendel “passou a verdade” e “exagerou.” Por causa que os
registros estão em inglês, jamais nós saberemos se o Dr. Tesch não conseguia
acreditar que um homem instruído — como ele considerava Bendel — mentiria de
forma descarada e dissimulada, sabendo que ele estava enviando homens inocentes
para a morte, ou se houve um acaso na escolha das palavras pelos intérpretes.
Será que a intenção dos tradutores era deixar a impressão de que, como
resultado de culpa, o Dr. Tesch não teve coragem de acusar seu antagonista de
mentir?
O
Dr. Tesch considerou o depoimento de Broad muito mais acreditável, mas
ressaltou que Broad não havia identificado o Zyklon B que ele vira em Auschwitz
como tendo sido encomendado por intermédio da Tesch und Stabenow, e que ele tinha
revelado a existência de um fabricante de Zyklon B nas proximidades de
Auschwitz. Como um homem de ciência, habituado a raciocinar com lógica e
clareza, o Dr. Tesch observou que, se seres humanos fossem amontoados em
qualquer espaço com a densidade descrita no depoimento do Dr. Bendel, eles
sufocariam prontamente, tornando o uso de gás venenoso totalmente supérfluo.
Ele tinha ouvido que, em Riga, na Letônia, um grupo contendo uns poucos judeus
havia sido fuzilado por crimes cometidos em tempo de guerra. Ele não conseguia
compreender como o Dr. Diels pôde afirmar o que afirmou em sua declaração
juramentada sem qualquer prova que embasasse suas acusações. Ele desconhecia o
fato de que a SS agia à margem da lei e não estava sujeita aos tribunais
comuns, conforme alegado por Draper. Nem tinha ele conhecimento que a Gestapo
empregava métodos diferentes dos de uma força policial ordinária; ele não tinha
motivos para duvidar da integridade daquela organização. Ele jamais ouvira
falar que quatro milhões de pessoas haviam “subido pela chaminé” (transformadas
em fumaça) em Auschwitz.
Sim, ele ainda acreditava que o
Zyklon B era usado somente para fumigação. Em resposta a
isso, Draper perguntou: “Você considerava a SS mais confiável do que as
autoridades Aliadas [das Nações Unidas] no que diz respeito a informações?” O
Dr. Tesch respondeu com honestidade e grande perspicácia (novamente, segundo o
intérprete): “Eu não posso dizer, pois durante a guerra não ouvi falar de outra
coisa. Hoje, eu penso que pode haver algo de verdade, mas provavelmente existem
exageros ou equívocos.” Draper retrucou: “Você estava ciente de que o
assassinato dos quatro milhões foi parcialmente organizado pelo Reichsarzt da
SS?” O Dr. Tesch respondeu: “Isso é uma novidade para mim. Eu nunca tenho
pensado nisso.”
O
Dr. Tesch então prosseguiu dizendo que, durante sua visita ao campo de
concentração de Sachsenhausen-Oranienburg, os prisioneiros em uniformes
listrados pareciam bem alimentados, saudáveis e “bastante felizes”. Ele
ouvira Hitler dizer em um discurso que uma Zona Judaica estava sendo criada nas
províncias orientais, e acreditara nele. Além disso, ele não tinha motivos para
acreditar que Hitler tivesse mentido aos alemães. Ele acreditava que Hitler e a
SS haviam agido de forma perfeitamente correta. Acreditava que Sehm e Bendel
estavam incorretos em seus depoimentos. Sehm provavelmente havia interpretado
mal um comentário irrelevante e inventado o restante; seu depoimento era
“totalmente impossível”. A ideia de matar judeus com Zyklon B jamais ocorrera
ao Dr. Tesch, que também acreditava que as outras testemunhas haviam entendido
mal algo que viram ou ouviram. Ele não acreditava que os campos de concentração
fossem uma consequência natural do NSDAP, mas sim que haviam sido criados para
conter pessoas consideradas perigosas para o Estado. O Dr. Tesch encerrou seu
depoimento dizendo: “Eu não era um membro militante do Partido Nazi [sic], mas eu sempre fui leal ao Estado alemão.”
Com
essas declarações honestas e diretas, o Dr. Tesch praticamente selou seu
próprio destino e arrastou consigo para o turbilhão o seu infeliz sócio, Herr
Weinbacher. O Major Draper não conseguiu provar que o Dr. Tesch ou o Sr.
Weinbacher estivessem envolvidos em qualquer alegado enredo para matar judeus
(ou russos, ou alguém mais) com Zyklon B, nem mesmo que o Zyklon B alegadamente
visto em Auschwitz por Broad tivesse sido, inquestionavelmente, encomendado por
meio da Tesch und Stabenow. O que Draper fez foi apresentar pessoas de carne e
osso para desempenhar papéis que haviam sido concebidos dedutiva e
racionalistamente, a fim de se conformarem e darem suporte às alegações de
guerra sobre o “Holocausto” dos acusadores da Alemanha. Um desses indivíduos
era um membro da SS aparentemente arrependido que, quaisquer que fossem os seus
motivos, testemunhou sob juramento59 que
aquilo que as máquinas de propaganda das Nações Unidas vinham alardeando há
anos era verdadeiro. Isso, somado aos testemunhos inflamados no Tribunal de
Lüneburg sobre Bergen-Belsen, forneceu um conto o qual — se não fosse examinado
com muito rigor quanto à precisão e à coerência — poderia servir para acalmar e
tranquilizar os cidadãos das Nações Unidas. Eles aguardavam ansiosamente, ao
final da guerra, por revelações que justificassem as muitas alegações
interesseiras disseminadas pelos propagandistas durante o conflito. Muitos, sem
dúvida, temiam uma nova investigação pós-guerra sobre tais acusações —
semelhante à que se seguiu à Primeira Guerra Mundial — e o que poderia
acontecer caso os povos das Nações Unidas descobrissem que haviam sido
monstruosamente enganados, pela segunda vez, por propagandistas antialemães.
Ao
drama criado pelo testemunho de Broad, Draper acrescentou o Dr. Bruno Tesch,
escalado para o papel de um “nazista” descarado, diabólico, impenitente e
irrecuperável: um “membro” da “infame” SS, o desenvolvedor do nefasto Zyklon B,
um típico herege e fanático alemão que, mesmo após ver nos jornais patrocinados
pelas Nações Unidas os inúmeros cadáveres inchados de Bergen-Belsen, Dachau,
etc., ainda tinha a audácia — a desfaçatez absoluta —, mesmo na condição de
prisioneiro diante do tribunal das Nações Unidas, de duvidar e questionar os “fatos”
estabelecidos; sustentar que, pelo que ele sabia, a política racial nazista não
conduzia inevitavelmente a campos de concentração e câmaras de gás, que a SS
não matou deliberadamente pelo menos quatro milhões de judeus em Auschwitz com
o Zyklon B — desenvolvido, recomendado e fornecido por ele aos campos de
concentração para esse fim —, e assim por diante.
Mais
certamente, o Dr. Tesch jamais poderia tornar-se um “alemão renascido” por meio
de quaisquer daqueles ritos de purificação intelectual — quase religiosos e
assemelhados a batismos — denominados “desnazificação” ou “reeducação,” que os
conquistadores da Alemanha ainda haveriam de decretar para os alemães que
professavam conceitos e valores contrários aos deles próprios.
O
Tribunal Militar Britânico foi confrontado com um problema elementar de lógica.
Se, com base no depoimento obviamente maculado e impuro apresentado contra o
Dr. Tesch, o tribunal o absolvesse — bem como ao Herr Weinbacher —, não haveria
aparentemente mais ninguém disponível para responder à acusação de fornecer o
Zyklon B ou de ter recomendado inicialmente o seu uso para matar judeus. Se, de fato, houve um “Holocausto,” ALGUÉM
teve de ter desempenhado essas funções.
Com
nenhum “Holocausto” para ocupar seu lugar nas colunas dos jornais do mundo, as
muitas atividades, planos e responsabilidades — furtivos e secretos — de
Franklin D. Roosevelt e de seus co-conspiradores proto-Nações Unidas antes,
durante e depois da guerra – ainda hoje muito pouco divulgados – teriam sido
alvo de um escrutínio imediato, implacável e duradouro. Isso teria resultado no
despedaçamento das acusações de guerra das Nações Unidas e da “integridade”
(ainda vulnerável) dessa organização, de uma maneira que faria as revelações
sobre as mentiras dos Aliados — contidas no Relatório do Comitê Bryce da
Primeira Guerra Mundial sobre acusações de propaganda — parecerem, em
comparação, relatos de um banquete de confraternização. Se os muitos planos já
formulados diplomática e formal ou informalmente nas conferências de guerra
fossem implementados de forma plena e irreversível, conforme desejavam seus
idealizadores, a “Nova” organização das Nações Unidas precisaria do apoio total
daqueles que, de outra forma, poderiam opor-se fortemente a ela. As acusações
de “propaganda de atrocidades” feitas pelos vencedores durante a guerra para
inflamar seus soldados e a população civil, bem como para justificar e
legitimar o uso de medidas progressivamente mais violentas e impiedosas contra
a Alemanha e o Japão, simplesmente tinham
de ser sustentadas após a guerra. Havia enfaticamente de ser desta veze
nenhuma “Paz sem Vitória”, nem um “Perdoar e Esquecer”. E — nada de “vir claro”
sobre as acusações de propaganda de guerra.60
C.
L. Stirling, que já tinha atuado como Juiz-Advogado no Tribunal Militar
Britânico de Lüneburg no julgamento da equipe da SS de Birkenau, certamente
ponderou sobre sua situação pessoal caso o Dr. Tesch fosse absolvido. Um grande número de alemães — alguns deles
mulheres — já havia sido morto pelos britânicos por causa que eles tinham
alegadamente matado todas aquelas pessoas em Auschwitz. Qualquer decisão no
julgamento de Tesch e Weinbacher tinha, obrigatoriamente, de estar em
conformidade com esse fato. Uma absolvição teria sido extremamente
embaraçosa, dadas as decisões já tomadas dado o que já tinha sido “decidido”
sobre Auschwitz – e já feito (execuções) sobre isso. Stirling foi, sem dúvida,
escolhido para ambos os cargos — assim como os outros — com base em sua dedicação
e adaptabilidade aos objetivos e ao grande “Novo” mundo do pós-guerra
idealizado pelos pais fundadores das Nações Unidas: os Illuminati do iminente Milênio Utópico! Quaisquer dúvidas ou
escrúpulos de consciência não poderiam, portanto, ter representado um problema
insuperável para Stirling. A perda do Dr. Tesch e do Sr. Weinbacher, ainda que
fossem inocentes, não representaria perda alguma para a “Nova Alemanha” na
“Nova Ordem Mundial” idealizada pelas Nações Unidas.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
56 Nota de William B. Lindsey: Puntigam
and Pichler, “Raumloesung von Entlausungsanlagen,” Gesundheits-Ingenieur, Jahrgang 67, Heft 6 (Juni 1944), p. 139.
57 Nota de William B. Lindsey: Veja
a nota 16. É tentador acreditar que, se os alemães tivessem a intenção de matar
um grande grupo de pessoas por envenenamento, não teriam escolhido utilizar um
intermediário químico tão valioso quanto o cianeto de hidrogênio. Venenos muito
mais letais estavam — e estão — disponíveis, alguns muito mais baratos, e
nenhum deles exigia câmaras de gás e outros equipamentos bastante complexos
para a administração às vítimas pretendidas.
58 Nota de William B. Lindsey: O
Dr. Tesch explicou que essa quantia relativamente pequena (cerca de 50 centavos
em equivalente em dólares americanos na época) era, essencialmente, uma doação
de assistência social.
59 Nota de William B. Lindsey:
Mas, mais tarde, no “Julgamento
de Auschwitz” em Frankfurt, ele denunciou e renegou grande parte desse
depoimento. Veja a p. 279 {neste próprio artigo em sua publicação original}.
60 Nota de William B. Lindsey:
Ver Friedrich Grimm, Polftische Justize: Die Kraniheit unserer
Zeit (Bonn: Bonner Universitaets-Buchdruckerei, gebr. Scheur Gmbh, 1953),
pp. 146-48. O entrevistador mencionado nesta passagem não era outro senão o
propagandista britânico de “propaganda negra” Sefton Delmer, disfarçado de “professor
universitário.”
Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303.
https://ihr.org/journal/v04p261_Lindsey.html
Sobre o autor: William B. Lindsey (19??-1993) obteve seu diploma de bacharel em ciências pela Universidade do Texas e seu doutorado em Química pela Universidade de Indiana. Trabalhou como químico pesquisador profissional em uma grande corporação por 31 anos. Como químico profissional tinha grande interesse na história da Segunda Guerra Mundial, ele tinha particular curiosidade pelas alegações de assassinatos em massa de judeus em “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau, utilizando gás cianeto de hidrogênio do Zyklon B, um inseticida e pesticida comercial. Consequentemente, realizou diversas visitas de inspeção aos locais na Polônia onde supostamente ocorreram os “campos de extermínio” da guerra, incluindo Auschwitz, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Foi membro da comissão editorial do The Journal of Historical Review desde 1983. Em fevereiro de 1985, ele testemunhou no julgamento do Holocausto em Toronto, conduzido pelo editor germano-canadense Ernst Zündel. Lindsey foi reconhecido pelo tribunal como perito em cianeto de hidrogênio. Sua atuação baseou-se em um exame minucioso das câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência.
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