| Reinhard K. Buchner |
Parte I
1. Formulação do
Problema
David
Irving1, após apontar falhas em grande parte
das evidências documentais aceitas e perpetuadas por historiadores
contemporâneos, afirmou mais uma vez: “Aos historiadores é concedido um talento
que nem mesmo aos deuses possui: o de alterar o que já tem acontecido” (página
xi). (Mais tarde, ele descobriu que editores da Alemanha Ocidental “reeducados”
também haviam adquirido esse talento; página xvii). Contudo, por mais que a história não possa ser compreendida
e entendida apenas racionalmente, existem também elementos racionais
intrinsecamente ligados à história que nem mesmo os historiadores podem alterar
– embora eles tentem.
Através da história, a tecnologia não apenas tem
fornecido os meios, mas também tem ditado limites. Essas limitações tecnológicas
são absolutas e, se as conclusões históricas podem ser baseadas nelas,
tornam-se absolutas também. Por exemplo, “Diários de Guerra” escritos à tinta
não podem ser autênticos se a tinta em questão veio ao mercado em 19512. O Holocausto envolve uma série de problemas
técnicos. R. Faurisson3
investigou o uso do Zyklon B — conforme alegado na teoria do extermínio — e
descobriu que a maior parte — senão todas — das evidências relatadas, tidas
como certas pelos historiadores de hoje, devem ser descartadas com base nas
propriedades técnicas do inseticida (página 103). Outro assunto de natureza
técnica é o descarte dos alegados milhões de cadáveres após os prisioneiros
terem sido supostamente gaseados.
O
problema não é novo. Recentemente, A.R. Butz4,
por exemplo, tem examinado a questão até certo ponto (páginas 117-118). No
entanto, a maioria dos comentários anteriores sobre cremação abordou apenas
aspectos particulares do problema total. Portanto, busca-se aqui aplicar a
lógica da tecnologia de cremação a todo o complexo da teoria do Holocausto com
base nos melhores dados numéricos disponíveis hoje. O leitor, contudo, deve ser
advertido a não esperar uma solução completa, mas sim mais uma contribuição
para esse fim. Isso se deve ao simples fato de que, 36 anos após a Segunda
Guerra Mundial, não há dados precisos nem confiáveis disponíveis.
O
problema técnico é basicamente simples. Se as vítimas foram gaseadas e
cremadas, os crematórios teriam que lidar com os 6 milhões de cadáveres
declarados. Se for possível calcular o número total de cremações teoricamente
possíveis com base em critérios tecnológicos e de acordo com os dados
históricos relevantes, teremos encontrado simultaneamente o número máximo de
mortos teoricamente possíveis.
Pelo
presente, o cálculo será restrito às cremações em “Campos de Extermínio” e
somente às cremações realizadas em crematórios. O resultado justificará essa
abordagem. O termo “Campo de Extermínio”, conforme entendido aqui, refere-se a
“Campos da Morte” e “Centros de Extermínio”, conforme listados por R. Hilberg5 (páginas 572 e 573).
2. Um Cálculo Simples
em 1946
Para
enfatizar que este problema técnico sempre existiu abertamente — mas que
historiadores e defensores da teoria do Holocausto simplesmente fingem não
existir —, o quadro tal como se apresentava já em 1946 é primeiro reproduzido
aqui.
A
parte matemática é simples. Se soubermos o número total de “horas de cremação”
(isto é, a soma de todos os crematórios existentes multiplicada pelo seu tempo
de funcionamento individual em horas) e o tempo de incineração por cadáver,
podemos calcular o número máximo de cremações teoricamente possível. É
conveniente escrever a correlação relevante na forma de uma equação simples:
N = C x T [1]
I
N = Número de cremações
possíveis
C = Número de
crematórios
T = Tempo de operação
em horas
I = Tempo de
incineração para cremação de carga única (um cadáver) em horas
O
termo “cremador”, conforme usado aqui, refere-se a uma única fornalha. A seção
do cremador onde a cremação propriamente dita ocorre é denominada “mufla”.
Consequentemente, unidades estruturais com – por exemplo – 3 muflas são
contadas aqui como três crematórios. Se a unidade operou por uma hora, ela
contribuirá com 3 “horas de cremador” para o cálculo.
Em
1946, o número de mortos relatado nos campos variava muito. Eu lembro de que 6,
8, 9, 12 e até 40 milhões apareceram nas notícias. Durante extensas conversas
com pessoas que operavam crematórios, eu descobri que 4 a 6 horas representavam
um “tempo médio aproximado de incineração” por cremação em crematórios a
carvão.6 Nos cálculos, portanto, 5 horas eram
usadas naquela época. Deve-se ressaltar que é difícil chegar a um tempo médio,
uma vez que a incineração de cadáveres depende muito do tamanho e da condição
do corpo. Contudo, também deve-se levar em conta que, em 1946, nos crematórios
mencionados acima, após 5 horas de incineração, os ossos maiores ainda não eram
reduzidos e permaneciam dentro do crematório para incineração adicional em
cremações subsequentes. Isso levava ao acúmulo, e os crematórios eram
periodicamente esvaziados e os restos mortais enterrados no cemitério. A
questão de quanto tempo “levaria” para incinerar até que “apenas cinzas”
restassem não pôde ser respondida. Mas as estimativas variam de 18 a 20 horas
ou mais.
Não
tendo outras informações relevantes em 1946, eu procedi ao cálculo do número
teórico de crematórios necessários para incinerar 6 milhões de cadáveres
durante um período operacional “assumido” de 5 anos (aproximadamente a duração
total da Segunda Guerra Mundial). A equação (1) pode ser facilmente reescrita
para esse propósito:
N = N x I [2]
T
Desde
que o cálculo é baseado em horas, T deve ser dado em horas.
5
anos x 365 dias x 24 horas = 43.800 horas
Inserindo
os valores numéricos em [2], obtém-se:
C
= 6.000.000 x 5
43.800
ou
C
= 684,9
Este
foi um resultado sóbrio em 1946. Significava que mesmo o número mais baixo
(6.000.000), que era o que se noticiava, exigiria 685 crematórios em
funcionamento contínuo (24 horas por dia!) durante um período de cinco anos.
Verificar novamente o tempo de incineração junto aos necrotérios não mudou
nada. Os homens davam de ombros ou riam. As suas reações devem ser analisadas
tendo em conta o clima político da época, gerado pelas políticas de ocupação
aliadas sob o pretexto de “reeducação”. Para impressões mais gerais de um
observador americano da época, ver7.
Provavelmente, a maioria dos alemães, naquela época, desconsiderou o número de
6 milhões como propaganda (pelo menos em privado). Embora fosse evidente que o
número de 685 crematórios era demasiado elevado para ser aceitável, o número
real era simplesmente desconhecido. Por razões que já não são relevantes, eu
finalmente “assumi”, em 1946, que 100 crematórios seriam provavelmente um
número mais realista. Inserindo este valor na equação (1), obtém-se o número
máximo teórico de cremações possíveis:
N
= 100 x 43.800
5
ou
N
= 876.000
Este
resultado foi mesmo mais surpreendente que o primeiro. Considerando ainda que
um ciclo de trabalho de 100% (24 horas por dia continuamente) era tecnicamente
improvável (senão impossível), eu também “assumi” que um ciclo de trabalho de
50% (12 horas por dia continuamente durante cinco anos) fosse um modo de
operação mais provável. Isso reduz o primeiro N pela metade (438.000 em vez de
876.000). Além disso – e novamente na ausência de informações concretas –
“parecia razoável em 1946 assumir” apenas 2,5 anos (em vez de 5 anos) de tempo
operacional total. Isso produziu novamente um N menor, mas também o mais
“provável”, ou seja, 219.000, em comparação com o número mínimo de 6.000.000
divulgado pela mídia! Embora o número 219.000 tenha sido fundamentado em muitas
“pressuposições” e, portanto, seja historicamente irrelevante, o cálculo
demonstrou, em geral, que existem elementos tecnológicos envolvidos na teoria
do Holocausto que podem ser submetidos a um escrutínio racional, com resultados
racionalmente convincentes.
Além
disso, e de relevância histórica imediata, o cálculo simples de 1946 também
demonstrou que, mesmo com incertezas nas premissas por fatores entre 2 e 4, o
cálculo não resultaria em um valor próximo a 6 milhões. É por isso que os três
números diferentes para N foram calculados explicitamente aqui mais uma vez.
Novamente, não se deve atribuir mais importância a números específicos
derivados dos cálculos de 1946. Contudo, uma compilação de todas as premissas
usadas no cálculo será apresentada aqui:
1) Todos os cadáveres
foram cremados em fornos crematórios.
2) O tempo de
incineração foi de 5 horas por cadáver.
3) Os fornos
crematórios eram de carga única (um cadáver).
4) 100 fornos
crematórios estavam em operação.
5) O tempo de operação
para todos os fornos crematórios foi igualmente considerado como sendo a) 5
anos b) 2,5 anos.
6) O ciclo de trabalho
de todos os fornos crematórios foi considerado como sendo:
6.1)
100% (24 horas por dia)
6.2)
50% (12 horas por dia)
Isso
resultou em:
1) Um máximo
teoricamente possível de 876.000 cremações (5 anos, 24 horas por dia)
2) Um mínimo
teoricamente possível de 219.000 cremações (2,5 anos, 12 horas por dia)
Desde
a Segunda Guerra Mundial, nenhum historiador profissional produziu uma
investigação abrangente e crítica – incluindo pelo menos algum estudo de
viabilidade tecnológica – sobre a síndrome do Holocausto. Organizações “opacas”
como a ADL {Anti-Defamation League}, a JDL {Jewish Defense League} etc.
demonstram sua “capacidade de interferir” imediata e livremente ao primeiro
sinal de uma abordagem mais rigorosa à teoria do Holocausto. O clima acadêmico
que se desenvolveu nas universidades do mundo ocidental é, consequentemente,
também sindrômico: o Holocausto deve ser tomado como um “fato” que deve ser
comprovado – a posteriori – pela
interpretação “apropriada” de documentos ou do que é apresentado como tal pelos
promotores da teoria do Holocausto. A síndrome acadêmica reside na inversão do
processo intelectual.
3. Uma Nova Tentativa
em 1981
Como
resultado, nós nem mesmo sabemos com certeza quantos crematórios existiram em
Auschwitz I ou II. Nós não sabemos o seu tempo de funcionamento, e a
discrepância mais grave encontra-se nos tempos de incineração. Os “relatórios”
variam de pouco mais de 1 minuto a mais de 1 hora.
Na
Tabela I, compilam-se os melhores dados disponíveis até à data. Para contornar,
no momento, o problema do tempo de incineração na tabela, primeiro somente as
horas de cremação são calculadas. Os dados provêm principalmente de três fontes
judaicas: G. Reitlinger8, R.
Hilberg5 e F. Müller9, com algumas exceções em que se
dispunha de informação mais recente de fontes comunistas. Os dados incluem
também, segundo as fontes, os números máximos para os campos que R. Hilberg
lista como “Campos de Extermínio”. Isto é, em todos os casos, os números foram
escolhidos de forma a que o cálculo produzisse o número máximo de horas de
cremação. Os valores numéricos reais eram certamente inferiores.
A
primeira impressão é, mais uma vez, surpreendente. Considerando Auschwitz I e
II como um único campo, apenas dois dos “Campos de Extermínio” possuíam
crematórios. O número máximo total de horas de cremação, obtido a partir das
fontes, chega a 861.120 para um ciclo de trabalho de 100% (24 horas por dia) e
430.560 para um ciclo de trabalho de 50% (12 horas por dia).
Como
anteriormente, dividindo-se as horas de cremação pelo tempo de incineração, o número
de cremações pode ser calculado. Contudo, ainda é necessário determinar um
tempo de incineração realista. Na Tabela II, os valores são calculados para uma
hora e também para duas horas de incineração.
Tabela
1 – horas de cremação
|
Campo |
Tempo de operação |
Meses |
Horas |
Crematórios (C) |
Crematórios horas (C) (T) |
|
Auschwitz I |
Junho
1940 a junho 1943 |
37 |
26.640 |
6 |
159.840 |
|
Auschwitz II (Birkenau) |
Março
de 1943 a outubro de 1944 |
20 |
14.400 |
46 |
662.400 |
|
Majdanek (Lublin) |
Novembro
1943 a 1944 |
9 |
6.480 |
6 |
38.880 |
|
Belzek |
– |
– |
– |
Nenhum |
– |
|
Sobibor |
– |
– |
– |
Nenhum |
– |
|
Kulmhof |
– |
– |
– |
Nenhum |
– |
|
|
|
|
|
Total |
861.120 |
|
*O
tempo de operação inclui somente o período em que os crematórios estavam em
funcionamento. Um mês é calculado com base em 30 dias. Os dados e as fontes
são discutidos no Apêndice I. |
|||||
Tabela
II — Possíveis cremações
|
Ciclo de trabalho |
Tempo de incineração (I) |
|
|
|
1 hora |
2 horas |
|
100% |
861.120 |
430.560 |
|
50% |
430.560 |
215.280 |
Os
números apresentados na Tabela II representam então os respectivos números
teoricamente possíveis de cremações. O máximo é — naturalmente — 861.120 para
um ciclo de trabalho de 100% e um tempo de incineração de 1 hora, e o mínimo é
de 215.280 para um ciclo de trabalho de 50% e um tempo de incineração de 2
horas. Ao menos por razões técnicas, a operação com ciclo de trabalho de 100%
por períodos prolongados deve ser excluída. Um tempo de incineração de uma hora
é muito curto para a tecnologia utilizada em tempos de guerra. É menor do que o
tempo de incineração obtido atualmente com crematórios automáticos a gás (isso
pode ser verificado em qualquer necrotério). Os cálculos — baseados em um tempo
de incineração de 1 hora e um ciclo de trabalho de 100% — foram incluídos para
fornecer uma faixa numérica, em vez de insistir em um valor pragmático. No
entanto, isso é uma concessão à falta de dados confiáveis e não uma de razão
técnica.
Estando
razoavelmente familiar com outros aspectos da teoria do Holocausto e da
documentação associada, eu pessoalmente acredito que o número mínimo na Tabela
11 (215.280) seja, de fato, o N “mais provável” o qual pode ser derivado do
cálculo. Contudo, sem dados mais precisos, eu desejo me conter de propor
qualquer número específico, deixando essa questão em aberto neste momento.
Também não pretendo negar que a cremação em valas comuns, etc., possa ter
ocorrido em épocas ou locais onde a capacidade dos crematórios era insuficiente
ou inexistente. Contudo, a obrigação de derivar números reais a partir da
viabilidade técnica desse processo e das informações disponíveis, eu devo
deixar para os historiadores profissionais que apoiam tais afirmações. O pouco
que tenho a dizer encontra-se no apêndice.
Isso
nos deixa, então, atualmente, com várias centenas de milhares de cremações
teoricamente possíveis em crematórios. Considerando as taxas de mortalidade
mais elevadas em campos de concentração em condições de guerra, doenças e
execuções, de fato, resta pouco para sustentar a teoria do Holocausto. Durante
os 36 anos do pós-guerra, não foi relatada e avaliada numericamente uma única
descoberta de uma vala comum com milhões de corpos, nem mesmo uma com cem mil,
dentro ou perto de campos de concentração. Por essa razão, eu concluo que: até
que historiadores profissionais apresentem provas irrefutáveis de que pelo
menos 5,5 milhões de pessoas (mais de 90% dos 6 milhões) foram exterminadas e
desaparecidas sem deixar rastro e sem o uso de crematórios, o dígito de 6
milhões deve ser considerado um embuste, pela razão da falta de capacidade do
crematório.
Historiadores,
cientistas políticos e educadores em geral deveriam finalmente abandonar a
prática de transmitir aos seus alunos “conhecimento” para o qual eles nunca têm
visto provas concretas.
O
tempo onde puramente “história oral” deveria ter sido suplantada pelos
resultados sóbrios de pesquisas rigorosas e críticas realizadas por
historiadores com formação acadêmica tem passado há muito tempo. A
responsabilidade política que a história profissional assumiu é imensa. Se num
holocausto nuclear centenas de milhões, e possivelmente bilhões, de pessoas
morrerem ou sofrerem danos genéticos irreparáveis, a história profissional e a
ciência política podem reivindicar qualquer crédito parcial que elas ousarem
assumir.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Continua...
Notas:
1 Nota de Reinhard K. Buchner: David
Irving, Hitler’s War, The Viking
Press, 1977
2 Nota de Reinhard K. Buchner: Mark
Weber, “Anne Frank Fable Losing Credibility”, Spotlight 1 de dezembro de 1980, página 19.
3 Nota de Reinhard K. Buchner: Robert
Faurisson, “The Mechanics of Gassing,” The
Journal of Historical Review, Volume One, Number One, Spring, 1980.
4 Nota de Reinhard K. Buchner: Arthur
R. Butz, The Hoax of the Twentieth
Century, Historical Review Press, 1976.
5 Nota de Reinhard K. Buchner: Raul
Hilberg, The Destruction of the European
Jews, Harper Colophon Books, 1979
6 Nota de Reinhard K. Buchner:
Durante a primeira metade de 1946, o autor visitou pessoalmente o crematório de
Darmstadt e manteve diversas conversas prolongadas com membros da equipe que
operavam os crematórios em Darmstadt e Mainz (ambas cidades na Alemanha
Ocidental).
7 Nota de Reinhard K. Buchner: Ralph
Franklin Keeling, Gruesome Harvest,
Institute of American Economics, Chicago, 1947.
8 Nota de Reinhard K. Buchner: Gerald
Reitlinger, The Final Solution,
Sphere Books Limited, 1971
5 Nota de Reinhard K. Buchner: Raul
Hilberg, The Destruction of the European
Jews, Harper Colophon Books, 1979
9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip
Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein
and Day, 1979
The Problem of Cremator
Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981,
pp.
https://ihr.org/journal/v02p219_buchner
Sobre o autor: Reinhard
K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma
longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do
Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner,
cujo livro, Força e Matéria,
influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a
guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade
de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela
Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é
professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da
Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.
__________________________________________________________________________________
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