sábado, 18 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.4 - Todos os judeus do presidente Frank Delano Roosevelt - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.3 - Frank Delano Roosevelt era um judeu? - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)  

David Skrbina 


“Todos os judeus do presidente”

O caso para uma possível mão judaica na Segunda Guerra Mundial poderia ser feito, se nós pudéssemos mostrar o seguinte:

1 uma extensa e influente presença judaica na administração de Franklin D. Roosevelt,

2 que o público dos EUA não queria guerra,

3 que influentes judeus americanos queriam a guerra,

4 que Franklin D. Roosevelt agiu sub-repticiamente em nome da guerra,

5 que a mídia americana dirigida por judeus apoiava a guerra, e

6 que os EUA entraram na guerra sob falsos pretextos.

Eu fornecerei dados específicos sobre os dois primeiros pontos e então abordarei os demais de forma conjunta.

Anteriormente, eu mostrei a dependência de Roosevelt de apoiadores judeus durante seu mandato governamental. Quando chegou o tempo de montar uma campanha presidencial, seus velhos amigões estavam lá para ajudar. Conforme Scholnick*21: página 193) explica: “Vários amigos judeus ricos contribuíram para o fundo da campanha pré-nomeação de Roosevelt: Henry Morgenthau Jr., tenente-governador Lehman, Jesse Straus [e] Laurence Steinhardt”. Uma vez que as primárias estavam fora do caminho, “a campanha de Roosevelt foi pesadamente subscrita por Bernard Baruch”.

{O judeu Bernard Mannes Baruch (1870 -1965), conselheiro do presidente dos EUA na Primeira Guerra Mundial, membro do judaísmo internacional, e reconheceu perante a autoridade do Senado dos EUA no context da Primeira Guerra Mundial, afirmando  “Eu provavelmente tinha mais poder do que qualquer outro homem na guerra; sem dúvida isso é verdadeiro.” Sua influência no governo de F. D. Roosevelt foi similar, e ainda N. M. Baruch fazia a conexão entre F. D. Roosevelt e W. Churchill, representando claramente o conceito de judaísmo internacional}. Fonte da imagem: http://hdl.loc.gov/loc.pnp/pp.hec 

            A primeira regra na política é recompensar aqueles que financiam seu caminho para o sucesso. Consequentemente, não é surpreendente que “a administração [de Franklin D. Roosevelt] continha uma proporção maior de judeus do que qualquer outra”*22. Nas palavras de Herzstein*23, “os judeus eram de fato mais proeminentes do que nunca na história americana”. Então, quem eram essas figuras importantes que foram tão dominantes durante os anos de Roosevelt? No topo da lista estavam os Big 5, os “judeus do presidente”, conforme diz Shogan, que tiveram a maior participação em eventos influentes dentro da presidência: Louis Brandeis, Felix Frankfurter, Henry Morgenthau Jr., Sam Rosenman e Ben Cohen.

{O judeu Louis Dembitz Brandeis (1856-1941), retrato de 1915. Um dos líderes dos esforços sionistas nos EUA, e um dos grandes articuladores dos interesses sionistas na política americana desde o início do século XX, destacadamente na política externa dos EUA tanto na Primeira Guerra Mundial com na Segunda Guerra Mundial até  sua morte.}  

É claro que Brandeis era um juiz da Suprema Corte em exercício muito antes de Roosevelt concorrer para o cargo, tendo sido colocado lá por seu amigo Woodrow Wilson em 1916. Mesmo antes de sua eleição inicial em 1932, Franklin D. Roosevelt marcou uma reunião com Brandeis para discutir políticas. Segundo Shogan, o juiz logo enviou a Roosevelt “um amplo projeto para o New Deal”*24. Alguns anos depois, em 1938, “Brandeis fez sua primeira visita a Franklin D. Roosevelt em nome dos judeus”*25. Tal envolvimento na administração do governo por um juiz da Suprema Corte é não usual, para dizer o mínimo. Outros diriam que isso é flagrantemente antiético. Os juízes supostamente devem decidir sobre questões constitucionais, não fazer políticas. Ele obviamente sabia disso e, portanto, geralmente trabalhava por meio de intermediários judeus, como Frankfurter e Cohen, para levar sua mensagem ao presidente.

Na base do dia-a-dia, Frankfurter era particularmente importante. Mesmo em 1933, ele havia se tornado “provavelmente o conselheiro mais influente de Franklin D. Roosevelt*26. Furioso com a extensão de seu poder, o general americano Hugh Johnson*27 o chamou de “o indivíduo mais influente nos Estados Unidos”.17 Frankfurter, disse ele, “havia insinuado seus rapazes em posições obscuras, mas importantes, em todos os departamentos vitais” relacionados ao New Deal. Mais tarde, quando a Europa estava à beira da guerra, Frankfurter aparentemente foi fundamental para iniciar uma série de correspondências secretas entre Franklin D. Roosevelt e Churchill em um momento muito delicado – presidentes neutros são supostos não estarem conduzindo negociações secretas com líderes de nações beligerantes. 18Frankfurter, como nós sabemos, seria bem recompensado por Roosevelt por seus esforços, com a nomeação para a Suprema Corte em janeiro de 1939.

{Felix Frankfurter (1882-1965) foi um jurista judeu que atuou como ministro da Suprema Corte dos Estados Unidos de 1939 a 1962, e no governo de F. D. Roosevelt também conduzia as intermediações entre F. D. Roosevelt e W. Churchill transgredindo as normas de neutralidade dos EUA na Segunda Guerra Mundial até então. Na política interna exercia influência de primeira grandeza nos EUA.} 

Movendo-se abaixo na lista: Roosevelt “era tão próximo de Henry Morgenthau... quanto de qualquer homem”*28. Tão perto, de fato, que Franklin faria dele o segundo judeu a ingressar em um gabinete presidencial; ele foi nomeado secretário do Tesouro no início de 1934, servindo até o final da guerra.19  Mais tarde, Henry seria o autor do notório “Plano Morgenthau” — uma política para a virtual destruição da Alemanha do pós-guerra. Isto, novamente, foi um esforço ultrajante fora de linha de um secretário do Tesouro, que formalmente não tem a responsabilidade de conduzir a política externa. Mas isso evidentemente não o impediu de tentar.

{O político judeu Henry Morgenthau Jr (1891-1967), homem central da política dos EUA no século XX e da política e economia mundial. Autor de fraudulento documento da política externa Americana sobre a questão judaica. Ainda, foi autor do notório “Plano Morgenthau” — uma política para a virtual destruição da Alemanha do pós-guerra, o que além de ser uma medida genocida, ainda extrapolava suas atribuições em cargos de economia os quais exercia, evidenciando uma mobilidade de influência muito maior do que a representada nos cargos formais, também representando claramente o conceito de judaísmo internacional.}

Os dois membros mais jovens dos 5 grandes foram Rosenman e Cohen. Apesar de servir como juiz do estado de Nova York, Rosenman também atuou como “chefe redator de discursos de Franklin D. Roosevelt e um conselheiro geral de proeminência”.*29 Ward nota que ele foi “um assessor próximo de 1928 em diante”*30 — isto é, mesmo antes do governo de Franklin D. Roosevelt. O advogado Benjamin Cohen tornou-se um dos principais redatores da vital legislação do New Deal de Roosevelt, que foi seu duradouro legado econômico. Ele claramente tinha a atenção do presidente; Nasaw o chama de “emissário não oficial do juiz Brandeis e Felix Frankfurter.”*31

{Samuel Irving Rosenman (1896-1973) foi um advogado judeu, juiz, ativista do Partido Democrata e redator de discursos presidenciais. Ele cunhou o termo "New Deal" e ajudou a articular políticas liberais durante o auge da coalizão do New Deal. Foi a primeira pessoa a ocupar o cargo de Consultor Jurídico da Casa Branca. Informações gerais a partir da Wikipedia.}

Mas, mais importantemente, Cohen foi o principal arquiteto e executor do infame plano de ‘bases para contratorpedeiros’ de meados ao final de 1940. Naquela época, a Grã-Bretanha estava em plena guerra e precisava desesperadamente da assistência militar dos Estados Unidos. Mas como nação neutra e por lei, os EUA eram inábeis para ajudar. Cohen então elaborou um plano pelo qual os Estados Unidos iriam “emprestar” 50 navios de guerra ao Reino Unido em troca do uso de certas bases globais que eles possuíam. “Empregando tecnicismos minuciosos e asserções improváveis ​​sobre a defesa nacional, o memorando [de Cohen] estendeu a lei, criando uma brecha ampla o suficiente para cinquenta navios de guerra passarem a caminho de ingressar na Marinha Real,” diz Shogan.*32 Buscando aprovação legal para esta ação flagrantemente ilegal, Roosevelt recorreu ao... juiz Frankfurter. E para surpresa de ninguém, o juiz conferiu sua benção. Os britânicos, é claro, ficaram eufóricos. Para os alemães, este foi um verdadeiro ato de guerra dos nominalmente neutros americanos. Mais fatalmente, parece ter sido decisivo para a causa de Hitler a assinar um pacto de defesa mútua com o Japão em outubro de 1940; foi esse acordo que desencadearia a declaração de guerra da Alemanha aos Estados Unidos após o ataque a Pearl Harbor.

Além dos grande 5, vários outros judeus desempenharam papéis influentes. Bernard Baruch, outro remanescente wilsoniano, era consultor financeiro em meio período e “confidente proeminente” tanto de Franklin D. Roosevelt quanto de Churchill.20  Jerome Frank foi um assessor próximo, assim como David Niles. James Warburg, filho de Paul, foi um dos primeiros consultores financeiros. Em maio de 1934, Eugene Black foi nomeado presidente do Fed {Banco Central dos EUA} e Jesse Straus foi nomeado embaixador na França – mesmo quando seu sobrinho, Nathan Straus Jr., passou a chefiar a Autoridade de Habitação dos Estados Unidos. William Bullitt, um quarto de {ancestralidade} judaica, recebeu dois cargos importantes de embaixador: primeiro na União Soviética e depois, durante a guerra, na França.21 Laurence Steinhardt, que tanto ajudou com o financiamento da campanha, foi premiado com uma série de cargos de embaixador durante o mandato de Franklin D. Roosevelt. O velho amigo de Franklin, Herbert Lehman, foi nomeado chefe do novo Office of Foreign Relief and Rehabilitation {Escritório de Assistência Estrangeira e Reabilitação} em 1943. Herbert Feis foi um influente consultor econômico do Departamento de Estado. Abe Fortas serviu como Subsecretário do Interior. Charles Wyzanski era procurador-geral do Departamento do Trabalho. Mordecai Ezekiel foi assessor econômico do secretário de Agricultura. David Lilienthal tornou-se presidente da TVA {Tennessee Valley Authority}. Outros judeus, como Sidney Hillman e Rose Schneiderman, surgiram como importantes conselheiros em questões trabalhistas.

            Mesmo alguns membros não judeus da equipe de Franklin D. Roosevelt tinham conexões semíticas. A esposa do antigo secretário de Estado Cordell Hull, Frances Witz, era judia. O mesmo aconteceu com a esposa do arquiteto do New Deal e confidente próximo Harry Hopkins (Ethel Gross). Nós podemos ter certeza de que simpatizavam com a causa judaica. Em suma, pode-se entender muito bem a motivação dos críticos de Roosevelt, que desprezaram e escarneceram seu governo como o “Acordo Judeu”.22

Sobre o segundo ponto, é incontroverso que os americanos esmagadoramente queriam evitar a guerra. Em um discurso de rádio de 23 de abril de 1941, o principal advogado antiguerra, Charles Lindbergh, condenou o curso de ação “ao qual mais de 80% de nossos cidadãos se opõem”. Em um discurso no mês anterior, o congressista Hamilton Fish afirmou que “algo entre 83 e 90 por cento das pessoas, de acordo com as várias pesquisas do Gallop, são opostas à nossa entrada na guerra, a menos que sejamos atacados”23. Os dados apoiaram tais afirmações. De acordo com pesquisas conduzidas em junho e julho de 1940, entre 81 e 86% dos entrevistados preferiam “ficar de fora” de uma guerra, caso ela viesse ao voto.24 Outra pesquisa em julho de 1941 registrou um número de 79%.25 O maior número registrado veio um pouco anteriormente, em um relatório publicado em meados de 1938; quando questionados “Se outra guerra como a [I] Guerra Mundial se desenvolver na Europa, os Estados Unidos deveriam tomar part novamente?”, 95% dos entrevistados responderam “Não”.26 Tais números geralmente se mantiveram direto até o ataque a Pearl Harbor.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas:

*21 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Scholnick, M., The New Deal and Anti-Semitism in America, Taylor and Francis, 1990, p. 193.

*22 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Michael, R., A Concise History of American Anti-Semitism, Rowman & Littlefield, 2005, p. 178.

*23 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Herzstein, R., Roosevelt and Hitler, J. Wiley, 1989, p. 40.

*24 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 72.

*25 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 83.

*26 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 105.

*27 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 86.

17 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Isso remete à caracterização semelhante de Baruch durante a Primeira Guerra Mundial.

18 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Veja Leutze, J., “The secret of the Churchill-Roosevelt correspondence.” Journal of Contemporary History, 10(3), 1975, pp 469-470.

*28 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 32.

19 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O primeiro membro judeu do gabinete, como nos lembramos, foi Oscar Straus, escolhido pelo primo de Franklin, Theodore, lá em 1906.

*29 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 9.

*30 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ward, G., A First-Class Temperament, Harper & Row, 1989, p. 254.

*31 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358.

*32 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 152.

20 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Veja Makovsky, M., Churchill’s Promised Land, Yale University Press, 2007, p. 216.

21 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): A ascendência de Bullitt é um tanto enigmática. Sua mãe, Louisa Horowitz, era aparentemente, pelo menos em parte, de origem judaica. O pai dela, Orville Horowitz, descendia da família Salomon, que era inequivocamente judaica. A mãe dela, Maria Gross, provavelmente tinha uma ascendência judaica mista. No entanto, não há dúvida sobre onde residiam as suas simpatias: “Bullitt [é] nosso amigo”, escreveu Weizmann em 1938 (citado em Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358).

22 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Embora tenha causado escândalo na época, tal nível de influência judaica é lugar comum hoje em dia — com três dos nove juízes da Suprema Corte sendo judeus (Kagan, Breyer, Ginsburg), inúmeras nomeações para cargos de nível ministerial e incontáveis ​​cargos subordinados. Apenas nas três últimas administrações presidenciais, os ocupantes de cargos de nível ministerial judeus ou de ascendência judaica incluem, no mínimo, os seguintes nomes: M. Albright, L. Aspin, C. Barshefsky, S. Bodman, J. Bolten, A. Card, M. Chertoff, W. Cohen, R. Emanuel, M. Froman, J. Furman, T. Geithner, D. Glickman, M. Kantor, J. Kerry, A. Krueger, J. Lew, M. Markowitz, M. Mukasey, P. Orszag, P. Pritzker, R. Portman, R. Reich, R. Rubin, S. Schwab, M. Spellings, J. Stiglitz, L. Summers, J. Yellen e R. Zoellick. Esta lista não inclui outros, como Samantha Power, que têm cônjuge judeu (Cass Sunstein). Também não inclui os presidentes do Federal Reserve — um cargo de grande poder, ocupado por Ben Bernanke e Alan Greenspan ao longo dos últimos anos e, atualmente, por Janet Yellen.

23 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ambas as citações são de John C. Chalberg (ed.), Isolationism, Greenhaven, 1995, páginas 192-193.

24 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 4(4), December 1940: 714.

25 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 5(4), Winter 1941: 680.

26 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 2(3), July 1938: 388.

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Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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