quarta-feira, 1 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.2 - As Revoluções Judaicas - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.1 - contexto pós-Primeira Guerra Mundial -  por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

David Skrbina 


As Revoluções Judaicas

Com a queda do czar Nicolau em março de 1917 e com a revolução bolchevique de outubro do mesmo ano, os revolucionários judeus tornaram-se particularmente ativos na Europa Oriental e Central. Cheios de sucesso na Rússia, eles esperavam duplicar os eventos em outros países. Ben-Sasson fornece uma conta tipicamente discreta:

As novas forças que emergiram em muitos países [...] abriram novos horizontes de atividade para estadistas judeus de propensão liberal-democrática, particularmente aqueles com visões radicais-revolucionárias. [...] Os judeus também eram extremamente ativos nos partidos socialistas que chegaram ao poder ou alcançaram importância política em muitos países europeus. Eles foram ainda mais proeminentes nos partidos comunistas que se separaram dos socialistas [...] Em suma, nunca antes na história da Europa tantos judeus desempenharam um papel tão ativo na vida política e preencheram papéis tão influentes[...]*10

Em outras palavras, anarquistas e comunistas militantes judeus (“novas forças”) conduziram uma insurreição violenta (“novos horizontes de atividade”) com o objetivo de derrubar os governos governantes e instalar regimes liderados por judeus. Bermant*11 confirma este ponto:

“a maioria dos principais revolucionários que convulsionaram a Europa nas últimas décadas do último século [19] e nas primeiras décadas do século [20], provinham de prósperas famílias judias”.

Novamente, isso está se mantendo com a tendência de longa data da rebelião judaica.

Não que algo disso fosse novidade; os principais políticos da época conheciam isso bem. Lord Balfour, por exemplo, uma vez observou ao assessor de Wilson, Edward House, que “quase todo o bolchevismo e distúrbios de natureza semelhante são diretamente rastreáveis aos judeus do mundo. Eles parecem determinados a ter o que querem ou perturbar a civilização presente.”[1]

Considere a Hungria, por exemplo. Lá, um judeu húngaro chamado Béla Kun (Kohn) fundou e liderou a ala local do Partido Comunista Russo no início de 1918, que mais tarde se tornou uma entidade independente. Juntamente com os colegas judeus Matyas Rakosi (Roth/Rosenfeld) e Otto Korvin (Klein), o partido de Kun organizou numerosas greves e conduziu ataques violentos e subversivos contra o presidente Karolyi e os social-democratas no poder. Em março de 1919, Karolyi resignou e o Partido Social Democrata propôs uma aliança de necessidade com os comunistas de Kun, na esperança de alavancar suas conexões com os bolcheviques russos. Kun concordou com a proposta, com a condição de que o governo se restabelecesse como a “República Soviética Húngara”, a qual foi feita.

Kun dominou o novo governo, ocupando muitos assentos do topo com judeus; conforme Muller explica,*8 “Dos 49 comissários do governo, 31 eram de origem judaica”. Ele evitou uma tentativa de golpe em junho e depois conduziu o que veio a ser conhecido como o “Terror Vermelho”; era um grupo paramilitar, liderado pelos ideólogos judeus Georg Lukacs e Tibor Szamuely, que perseguia e matava membros da oposição local. Infelizmente para Kun, os conflitos contínuos com a vizinha Romênia levaram à invasão da Hungria, e a prometida ajuda russa nunca se materializou. Kun e seus companheiros judeus foram expulsos em agosto, apenas 133 dias após assumir o poder.

{Da esquerda para direita: Béla Kun (nascido Béla Kohn, 1886-1938) foi um judeu revolucionário marxista, comunista e político húngaro que, em 1919, governou a República Soviética Húngara. Ele serviu no Exército Austro-Húngaro, foi capturado pelo Exército Imperial Russo em 1916 e enviado para um campo de prisioneiros de guerra nos Montes Urais. Na Rússia, Kun aderiu às ideias comunistas e, em 1918, em Moscou, cofundou uma seção húngara do Partido Comunista Russo. Ele tornou-se amigo de Vladimir Lenin e lutou ao lado dos bolcheviques na Guerra Civil Russa. Mátyás Rákosi (nascido Rosenfeld, 1892-1971) foi um judeu marxista, comunista e político húngaro. Rákosi envolvera-se na política de esquerda desde a juventude e, em 1919, foi um comissário de destaque na efêmera República Soviética Húngara. Após a queda do governo comunista, fugiu do país e trabalhou no exterior como agente do Comintern. Foi preso em 1924, após tentar retornar à Hungria e organizar o Partido Comunista na clandestinidade, acabando por passar mais de quinze anos na prisão. Tornou-se uma figura célebre no movimento comunista internacional, e o Batalhão Rákosi — composto majoritariamente por húngaros e integrante das Brigadas Internacionais na Guerra Civil Espanhola — recebeu o seu nome.  Ele serviu inicialmente como Secretário-Geral do Partido Comunista Húngaro, de 1945 a 1948, e posteriormente como Secretário-Geral (cargo mais tarde renomeado para Primeiro-Secretário) do Partido dos Trabalhadores Húngaros, de 1948 a 1956. Ele foi o líder maior da Hungria de 1948 a 1956. Ottó Korvin (nascido Ottó Klein, 1894-1919) foi um judeu marxista, comunista que atuou politicamente na República Soviética Húngara. Ele serviu como chefe do Departamento Político de Assuntos Internos. Após a queda da República Soviética Húngara, Korvin foi preso por forças contrarrevolucionárias e enforcado. György Lukács (nascido Bernát György Löwinger; 1885-1971) foi um judeu acadêmico marxista. Ele foi um dos fundadores do marxismo ocidental, uma tradição interpretativa que se distanciava da ortodoxia ideológica do marxismo soviético. Como parte do governo da efêmera República Soviética Húngara, Lukács foi nomeado Comissário do Povo para a Educação e Cultura. Durante a República Soviética Húngara, Lukács foi um teórico da versão húngara do Terror Vermelho. Lukács tornou-se comissário da Quinta Divisão do Exército Vermelho Húngaro; nessa função, ordenou a execução de oito de seus próprios soldados em Poroszló, em maio de 1919 — fato que ele admitiu posteriormente em uma entrevista. Após a derrota da República Soviética Húngara, for a encarregado de reorganizar clandestinamente o movimento comunista, passando à clandestinidade e fugindo da Hungria para Viena. Tibor Szamuely (1890-1919) foi um judeu marxista e militante político com alto cargo na República Soviética Húngara. Tibor Szamuely, foi líder dos “Meninos de Lenin”. Szamuely foi convocado e lutou como soldado durante a Primeira Guerra Mundial; em 1915, foi capturado pela Rússia. Após a Revolução Russa de Outubro de 1917, ele foi libertado. Em Moscou, organizou um grupo marxista-comunista juntamente com Béla Kun entre os prisioneiros de guerra húngaros. Muitos deles, incluindo Szamuely e Kun, juntaram-se ao Exército Vermelho soviético e lutaram na Guerra Civil Russa. Mais tarde, Szamuely foi para a Alemanha e, em dezembro de 1918, participou da formação da Liga Espartaquista, ao lado de Karl Liebknecht e Rosa Luxemburgo. Ele retornou a Budapeste em 3 de janeiro de 1919 e tornou-se membro do Comitê Central do Partido Comunista Húngaro. Quando o governo soviético húngaro foi dissolvido ele foi para o exílio, mas continuou suas atividades no Comitê Central no exílio, como a participação na organização da ala paramilitar do partido. A República Soviética Húngara durou seis meses. Em 1º de agosto de 1919, Kun partiu para o exílio no momento em que tropas romenas invadiam Budapeste. Após atravessar a fronteira ilegalmente, foi preso pelas autoridades austríacas. Tanto as autoridades húngaras quanto as austríacas relataram que Szamuely havia cometido suicídio com um tiro, embora alguns acreditem que ele tenha sido baleado pelos guardas de fronteira. (Informações gerais a partir da Wikipedia).}

Não foram somente a Rússia e a Hungria que tiveram problemas. “Os judeus tinham um papel proeminente nos partidos comunistas em outros lugares”, explica Bermant.*9 Na Polônia, por exemplo, “cerca de um quarto dos membros do partido e cerca de um terço dos delegados aos congressos do partido eram judeus”. Os comunistas poloneses foram incapazes, no entanto, de gerar força suficiente para derrubar o recém-estabelecido governo de Józef Piłsudski.

Foi na Alemanha, porém, que ocorreram as ações mais significativas, aquelas que teriam um efeito duradouro. Nós necessitamos relembrar os eventos do final da Primeira Guerra Mundial. Num impasse de muito tempo, a guerra tinha se tornado essencialmente uma batalha de atrito desgastante. As forças americanas no terreno em meados do final de 1917 ameaçaram mudar as coisas, mas para os alemães, a frente ocidental geralmente resistiu – até o fim. Em nenhum momento ela recuou para o território alemão. Mas, embora os alemães pudessem resistir, seus aliados não poderiam. A Bulgária e o Império Otomano se renderam no final de outubro de 1918. A Áustria-Hungria se rendeu no início de novembro. Para os alemães, porém, a gota d'água foram seus problemas em casa — com os judeus.

O problema começou com um pequeno motim naval no final de outubro e início de novembro de 1918 nos portos de Kiel e Wilhelmshaven. Um número de marinheiros, trabalhadores e judeus do Partido Social Democrata Independente (USPD) uniram forças para conduzir uma rebelião não violenta contra o Kaiser. Os rebeldes alemães simplesmente queriam que a guerra terminasse, enquanto os rebeldes judeus buscavam o poder; neste sentido, foi uma aliança natural. A “rebelião” – principalmente na forma de greve geral – se espalhou rapidamente, alcançando Munique em questão de dias. Na tentativa de abreviar essa ação, a maioria social-democrata (SPD) convocou a abdicação do Kaiser, momento no qual formariam um governo republicano. Em 9 de novembro, eles prevaleceram; Wilhelm renunciou e uma nova “República Alemã” foi proclamada. Foi essa nova liderança que assinou o acordo de armistício em 11 de novembro, encerrando a guerra.

Os rebeldes do USPD {Partido Social Democrata Independente}, contudo, tinham seus próprios planos. No mesmo dia em que a República Alemã foi criada, eles declararam a formação de uma “República Socialista Livre”. Este grupo tinha uma liderança quase inteiramente judaica: Rosa Luxemburgo, Hugo Haase, Karl Liebknecht (meio judeu), Leo Jogiches, Karl Radek (Sobelsohn) e Alexander Parvus (Gelfand) eram as figuras dominantes. E esses eram apenas os ativistas centrados em Berlim. Em Munique, outros rebeldes judeus estavam conduzindo uma revolução separada e simultânea, com o objetivo de criar um estado comunista bávaro. O principal revolucionário do USPD {Partido Social Democrata Independente} era um jornalista judeu, Kurt Eisner. Em 7 de novembro, ele demandou a abdicação do monarca local, o rei Ludwig III. O rei fugiu no dia seguinte e Eisner declarou-se “ministro-presidente” de um estado bávaro livre.

{Da esquerda para direita: Rosa Luxemburgo (1871-1919) foi uma teórica marxista e revolucionária judia. Ela foi uma importante teórica do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) e, mais tarde, cofundou a Liga Espartaquista e foi uma figura influente no movimento socialista internacional. Libertada da prisão durante a Revolução Alemã de 1918–1919, Luxemburgo cofundou o KPD e tornou-se uma figura central na Revolta Espartaquista de janeiro de 1919 em Berlim. Após a revolta ser esmagada pelos veteranos alemães da Primeira Guerra Mundial e por membros de gurpos paramilitares, Rosa Luxemburgo foi capturada e executada. Hugo Haase (1863–1919) foi um jurista político judeu socialista. Juntamente com Friedrich Ebert, copresidiu o Conselho dos Comissários do Povo durante a Revolução Alemã de 1918–1919. Em outubro de 1919, foi baleado por Johann Voss ao entrar no edifício. Voss foi declarado insano em um prazo de dois dias e internado em um hospital psiquiátrico. Alguns ativistas de esquerda sugeriram que ele era um assassino de aluguel. Karl Paul August Friedrich Liebknecht (1871-1919) foi um político socialista e revolucionário alemão. Líder da ala de extrema-esquerda do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), Liebknecht foi cofundador tanto da Liga Espartaquista quanto do Partido Comunista da Alemanha (KPD), juntamente com Rosa Luxemburgo. Após o início da Primeira Guerra Mundial, ele se opôs veementemente ao apoio do SPD ao esforço de guerra alemão, cofundando a Liga Espartaquista e passando a defender a revolução. Liebknecht foi expulso do partido em 1916 devido às suas posições e preso novamente por liderar uma manifestação antiguerra. Em 1917, a Liga Espartaquista uniu-se ao Partido Social-Democrata Independente (USPD). Liebknecht foi libertado pouco antes da Revolução de Novembro, durante a qual proclamou a Alemanha como uma “República Socialista Livre” a partir do Palácio de Berlim, em 9 de novembro de 1918. Em dezembro, sua proposta de transformar a Alemanha em uma república soviética foi rejeitada pela maioria do Congresso do Reich dos Conselhos de Operários e Soldados; logo depois, ele participou da fundação do Partido Comunista da Alemanha (KPD). Em janeiro de 1919, Liebknecht ajudou a liderar a fracassada Revolta Espartaquista contra a República de Weimar, governada pelo SPD; na sequência, ele e Luxemburgo foram capturados e sumariamente executados por paramilitares anticomunistas. As alegações de que Karl Liebknecht fosse judeu são contestadas. Leon "Leo" Jogiches (1867–1919), também conhecido pelo pseudônimo partidário Jan Tyszka, foi um revolucionário e político marxista de origem judaica, atuante na Polônia, na Lituânia e na Alemanha. Jogiches foi um dos fundadores do partido político conhecido como Social-Democracia do Reino da Polônia e da Lituânia (principal precursor do Partido Comunista da Polônia) em 1893 e uma figura-chave na clandestina Liga Espartaquista na Alemanha — precursora do Partido Comunista da Alemanha — durante os anos da Primeira Guerra Mundial. Companheiro pessoal e aliado político próximo da revolucionária de renome internacional Rosa Luxemburgo por muitos anos, Jogiches foi assassinado em Berlim por forças paramilitares de direita em março de 1919, enquanto investigava o assassinato de Luxemburgo e Liebknecht, ocorrido algumas semanas antes. A Liga Espartaquista liderou a fracassada Revolta Espartaquista, após a qual Luxemburgo e Liebknecht foram mortos por tropas paramilitares. Jogiches foi assassinado na prisão de Moabit, em Berlim, em 10 de março de 1919. Karl Berngardovich Radek (nascido Karol Sobelsohn; 1885–1939) foi um revolucionário e escritor atuante nos movimentos social-democratas polonês e alemão antes da Primeira Guerra Mundial e um líder da Internacional Comunista na União Soviética após a Revolução Russa. Ele ingressou na Social-Democracia do Reino da Polônia e da Lituânia e participou da Revolução Russa de 1905 na Polônia do Congresso. Dois anos depois, foi forçado a fugir para a Alemanha, onde trabalhou como jornalista para o Partido Social-Democrata da Alemanha. Após a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Radek mudou-se para a Suíça e tornou-se colaborador de Vladimir Lenin. Após a Revolução de Fevereiro, Radek ajudou a organizar o retorno de Lenin e de outros revolucionários russos à Rússia. Posteriormente, ajudou a fundar o Partido Comunista da Alemanha após o início da revolução e passou um ano na prisão por seu papel na Revolta Espartaquista. Mais tarde, teria sido morto em um campo de trabalhos forçados por ordem de Stalin. Alexander Israel Helphand (nascido Israel Lazarevich Gelfand, 1867–1924), mais conhecido como Alexander Parvus, foi um teórico marxista, jornalista e ativista de origem judaica que se tornou uma figura de destaque no Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD). Após a eclosão da Guerra Russo-Japonesa em 1904, Parvus publicou no jornal *Iskra* uma série de artigos intitulada "Guerra e Revolução", nos quais argumentava que o conflito levaria a uma revolução na Rússia e que o proletariado russo assumiria o papel de vanguarda da revolução social. Esse trabalho lançou as bases para a teoria da revolução permanente, desenvolvida em conjunto por ele e Trotsky. Parvus ficou mais conhecido por sua colaboração com Leon Trotsky no desenvolvimento da teoria da revolução permanente, por volta de 1905, e por seu papel controverso durante a Primeira Guerra Mundial: ele elaborou um plano para desestabilizar o Império Russo promovendo uma revolução interna, proposta que apresentou ao governo alemão. Com apoio financeiro do governo alemão, ele estabeleceu uma rede para auxiliar os bolcheviques e é amplamente lembrado por sua atuação na organização do retorno de Vladimir Lenin e seus associados do exílio para a Rússia, a bordo do “trem lacrado”, em abril de 1917. Após a tomada do poder pelos bolcheviques em Petrogrado, em novembro de 1917, Lenin não quis a presenção de Parvus, o qual permaneceu na Alemanha, tornando-se um industrial rico e conselheiro político de líderes do início da República de Weimar. Sua trajetória foi marcada por contrastes acentuados entre suas atividades revolucionárias, suas contribuições intelectuais ao marxismo e sua posterior prosperidade e articulações políticas, o que o tornou uma figura enigmática e altamente controversa. Alexander Parvus morreu de ataque cardíaco em sua casa. (Informações gerais a partir da Wikipedia).}

Logo, porém, a sorte de Eisner acabou. Em 21 de fevereiro de 1919, ele foi assassinado por um colega judeu, Anton Arco-Valley. Em poucas semanas, outros judeus do USPD {Partido Social Democrata Independente} recuperaram o poder e estabeleceram uma República Soviética da Baviera – a terceira na Europa, atrás da Rússia e da Hungria. Seu líder era o dramaturgo judeu Ernst Toller. Entre seu grupo estavam os famosos anarquistas judeus Gustav Landauer e Erich Muehsam. Por pura incompetência, o governo de Toller conseguiu ser usurpado por outra facção judaica, liderada por Eugen Levine e o meio-judeu Otto Neurath. Levine tentou instituir um verdadeiro sistema comunista, incluindo seu próprio “Exército Vermelho” modelado nos russos. Mas, mais uma vez, seu sucesso durou pouco. Remanescentes do antigo exército alemão intervieram rapidamente, depondo os comunistas no início de maio.

{Da esquerda para direita: Kurt Eisner (1867–1919) foi um político, revolucionário, jornalista e crítico de teatro judeu. Como jornalista socialista, organizou a revolução socialista que derrubou a monarquia dos Wittelsbach na Baviera em novembro de 1918, o que o levou a ser descrito como "o símbolo da revolução bávara". Posteriormente, Eisner proclamou o Estado Popular da Baviera, mas foi assassinado por nacionalistas bávaros em fevereiro de 1919. Ernst Toller (1893-1939) foi um escritor, dramaturgo, político de esquerda e revolucionário judeu, conhecido por suas peças expressionistas. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, alistou-se como voluntário no Exército Alemão. Após servir por 13 meses na Frente Ocidental, sofreu um colapso físico e psicológico total. Juntamente com importantes anarquistas, como B. Traven e Gustav Landauer, e com o seu partido — o Partido Social-Democrata Independente da Alemanha (USPD) —, Toller participou da efêmera República Soviética da Baviera em 1919. Ele atuou por seis dias como presidente dessa república e, posteriormente, assumiu o comando de seu exército. Foi preso por cinco anos devido à sua participação na resistência armada da República Soviética da Baviera contra o governo central em Berlim. Cometeu suicídio em maio de 1939. Gustav Landauer (1870–1919) foi um escritor e revolucionário anarquista judeu. Como um dos principais teóricos do anarquismo na Alemanha na virada do século XX, ele defendia uma forma de socialismo libertário que rejeitava tanto o capitalismo quanto o materialismo histórico marxista. Da década de 1890 até a Primeira Guerra Mundial, Landauer foi a figura central do jornal Der Sozialist. Em 1908, fundou a Socialist Bund (Liga Socialista), uma associação de grupos autônomos destinada a prefigurar uma futura sociedade libertária por meio de assentamentos cooperativos. Pacifista convicto, Landauer opôs-se à Primeira Guerra Mundial e defendeu uma greve geral para impedi-la. Durante a Revolução Alemã de 1918–1919, Landauer foi convidado por Kurt Eisner a ir a Munique. Participou da proclamação da República Soviética da Baviera em abril de 1919 e integrou seu primeiro e efêmero conselho de deputados do povo como Comissário de Esclarecimento e Instrução Pública. Quando a república foi esmagada pelas tropas governamentais, Landauer foi preso e assassinado na prisão de Stadelheim. Erich Mühsam (1878-1934) foi um ensaísta, poeta e dramaturgo anarquista e antimilitarista judeu. Ele ganhou destaque ao final da Primeira Guerra Mundial como um dos principais agitadores em prol de uma República Soviética da Baviera federada, causa pela qual cumpriu cinco anos de prisão. Também artista de cabaré, alcançou projeção internacional durante a República de Weimar com obras que, antes da ascensão de Adolf Hitler ao poder em 1933, condenavam o nazismo e satirizavam o futuro ditador. Mühsam morreu no campo de concentração de Oranienburg, em 1934. Eugen Leviné (1883-1919) foi um revolucionário comunista judeu e um dos líderes da efêmera Segunda República Soviética da Baviera. Nascido no Império Russo e tendo estudado no Império Alemão, ele manteve vínculos com a Rússia. Leviné retornou à Rússia para participar da fracassada revolução de 1905 contra o Czar. Por suas ações, foi exilado na Sibéria. Mais tarde, fugiu para a Alemanha, onde iniciou estudos na Universidade de Heidelberg e casou-se em 1915. Serviu brevemente no Exército Imperial Alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Após o fim da guerra, Leviné ingressou no Partido Comunista da Alemanha (KPD), sob a liderança de Paul Levi; este enviou primeiro Max Levien, em dezembro de 1918, e depois Leviné — inicialmente para a Alta Silésia, a fim de conter uma revolta, e posteriormente, em março de 1919, para Munique, com o objetivo de organizar o KPD localmente e ajudar a criar uma república socialista na Baviera. Nem Levien nem Leviné possuíam muita experiência revolucionária. A república durou apenas algumas semanas, sendo rapidamente substituída por uma república de estilo soviético após o assassinato de Kurt Eisner, então líder do Partido Social-Democrata Independente da Alemanha (USPD). O governo da nova república durou apenas seis dias, devido à liderança ineficaz do dramaturgo judeu-alemão Ernst Toller. Em abril de 1919, um "Exército Vermelho", liderado por Leviné e sem ordens ou aprovação do KPD, venceu confrontos contra as tropas de Toller e estabeleceu uma segunda república soviética sob a liderança de Leviné, que então recebeu aprovação e apoio diretamente de Lênin. O Exército Alemão, auxiliado pelos Freikorps e contando com uma força de aproximadamente 39.000 homens, invadiu e reconquistou rapidamente Munique em 3 de maio de 1919. Leviné participou pessoalmente dos combates de rua contra essas forças. Ele foi executado por fuzilamento na prisão de Stadelheim, em junho de 1919, aos 36 anos de idade. Otto Karl Wilhelm Neurath (1882-1945) foi um filósofo da ciência, sociólogo e economista político austríaco de origem judaica. Em 1918, tornou-se diretor do Deutsches Kriegswirtschaftsmuseum (Museu Alemão de Economia de Guerra) em Leipzig. Neurath filiou-se ao Partido Social-Democrata Alemão entre 1918 e 1919 e dirigiu um escritório de planejamento econômico central em Munique. Com a derrota da República Soviética da Baviera, Neurath foi preso, mas retornou à Áustria após intervenção do governo austríaco. Durante o período em que esteve preso, escreveu Anti-Spengler, uma crítica contundente à obra A Decadência do Ocidente, de Oswald Spengler. Neurath faleceu repentina e inesperadamente, vítima de um derrame, em dezembro de 1945. (Informações gerais a partir da Wikipedia).}

As coisas não terminaram bem para os rebeldes judeus. Levine foi capturado e executado, como foi Landauer. Toller, Muehsam, Radek, Parvus e Neurath conseguiram escapar. Luxemburgo e Liebknecht foram baleados por soldados alemães em janeiro de 1919, e Jogiches morreu sob circunstâncias misteriosas em março. Haase foi morto por um trabalhador perturbado em novembro do mesmo ano.

Mas isso estava longe do fim de sua influência na Alemanha. O USPD {Partido Social Democrata Independente} foi reconstituído como o Partido Comunista Alemão (KPD), sob a liderança de Paul Levi. Enquanto isso, o governante SPD {Partido Social-Democrata} juntou forças com o moderado Partido Democrático Alemão (DDP), reunindo-se em janeiro de 1919 na cidade de Weimar para criar uma forma constitucional de governo. Os judeus estavam na frente e no centro em ambos os partidos: Otto Landesberg, Eduard Bernstein e Rudolf Hilferding no SPD {Partido Social-Democrata}, e Walter Rathenau no DDP {Partido Democrático Alemão}; Rathenau acabou sendo nomeado ministro das Relações Exteriores da Alemanha.9 Seu colega judeu, Hugo Preuss, escreveu a constituição de Weimar. Essa influência judaica foi bem descrita por um jornalista americano filo-semita e vencedor do Prêmio Pulitzer, Edgar Mowrer. Escrevendo em 1933, ele observou que

“[...] um grande número de judeus entrou no Partido Social Democrata [SDP], que herdou o poder como resultado da Revolução [de novembro]. Outros judeus se juntaram ao Partido Democrata [DDP], um grupo que certamente não perdeu nenhuma chance de favorecer os interesses do comércio, da banca e da bolsa de valores…*10

É interessante que então, como agora, eles parecem ter coberto todas as bases: judeus liberais de esquerda dominavam o SPD {Partido Social-Democrata}, e judeus capitalistas de direita dominavam o DDP {Partido Democrático Alemão}. Assim, independentemente de qual partido emergisse com o controle, os judeus retinham influência. Confirmando minhas declarações anteriores, Mowrer acrescentou que “vários líderes revolucionários sem rodeios, Rosa Luxemburgo em Berlim, Erich Muehsam e Ernst Toller em Munique, eram judeus”. Ele continuou:

Na política do pós-guerra, qualquer número de judeus ascendia à liderança. Tanto no Reich como nos Estados Federais, os judeus, particularmente os social-democratas, tornaram-se ministros de gabinete. Na burocracia, os judeus ascenderam rapidamente a posições de liderança e, até cerca de 1930, seu número parecia aumentar.

Resumindo a situação, ele observou:

“[...] em suma, depois da Revolução, os judeus vieram para a Alemanha para desempenhar na política e na administração o mesmo papel considerável que eles tinham previamente conquistado pela concorrência aberta nos negócios, comércio, bancos, imprensa, nas artes, nas ciências e na vida intelectual e cultural do país”.*11

            A nova República de Weimar foi devidamente assinada em agosto de 1919. Sem surpresa, foi notavelmente amigável com os judeus alemães, removendo todos os resquícios de obstruções legais e concedendo-lhes acesso total aos negócios, academia e governo – o próprio processo que Mowrer descreveu. Conforme diz Lavsky,*12 “toda a discriminação remanescente foi abolida e não houve restrições à participação na vida pública alemã”. O papel vital desempenhado pelos judeus de Weimar é explicado concisamente por Walter Laqueur:

“Sem os judeus não teria havido a ‘cultura de Weimar’ – nesse sentido, as reivindicações dos antissemitas, que detestavam essa cultura, eram justificadas. Eles estavam na vanguarda de cada novo movimento revolucionário ousado. Eles se destacaram entre os poetas expressionistas, entre os romancistas da década de 1920, entre os produtores teatrais e, por um tempo, entre as figuras líderes do cinema. Eles eram donos dos principais jornais liberais, como o Berliner Tageblatt, o Vossische Zeitung e o Frankfurter Zeitung, e muitos editores também eram judeus. Muitas das principais editoras liberais e de vanguarda estavam nas mãos de judeus (S. Fischer, Kurt Wolff, os Cassirers, Georg Bondi, Erich Reiss, a Malik Verlag). Muitos dos principais críticos de teatro eram judeus e dominavam o entretenimento leve.”*13

Laqueur, contudo, não explica que a celebrada “cultura Weimar” talvez fosse mais conhecida por sua licenciosidade, promiscuidade e depravação moral geral.10  “Eles se estabeleceram nas universidades, no serviço público, no direito, nos negócios, nos bancos e nas profissões liberais”, acrescenta Lavsky:

“Certas esferas foram virtualmente monopolizadas pelos judeus, e sua contribuição para o jornalismo, literatura, teatro, música, artes plásticas e entretenimento era considerável.”

Foi exatamente essa centralidade dos judeus na sublevação social, na Revolução de novembro e na nova República de Weimar que levou três ativistas e intelectuais alemães – Anton Drexler, Gottfried Feder e Dietrich Eckart – a fundar o Deutsche Arbeiterpartei (DAP) em janeiro de 1919. Este seria o precursor do DAP nacional-socialista (NSDAP), ou Partido Nazista. Um de seus primeiros recrutas foi um ex-soldado de 30 anos, Adolf Hitler.

Em Mein Kampf, Hitler descreve em detalhes dolorosos e pessoais como os jovens alemães foram lutar e morrer nas linhas de frente, mesmo quando os ativistas e rebeldes judeus minavam o governo imperial em casa. Chamando-os de “criminosos grisalhos”, ele acrescenta que, o tempo todo, “esses criminosos perjurados estavam se preparando para uma revolução” (I.5).11 Após uma licença médica do front em outubro de 1916, ele descreve a situação em Munique:

Raiva, descontentamento, reclamações chegavam aos ouvidos de qualquer um onde quer que fosse. … Os escritórios administrativos eram administrados por judeus. Quase todo balconista era judeu e todo judeu era balconista. … No mundo dos negócios a situação era ainda pior. Aqui os judeus realmente se tornaram “indispensáveis.” Como sanguessugas, eles sugavam lentamente o sangue dos poros do corpo nacional. … Portanto, já em 1916-1917, praticamente toda a produção estava sob o controle das finanças judaicas. (I.7)

Hitler voltou ao front em março de 1917 e foi atingido por um ataque com gás mostarda em outubro do ano seguinte. O gás queimou gravemente seus olhos, levando-o a um hospital militar para recuperação. Foi lá que ele ouviu pela primeira vez sobre a revolução. A judaico-marxista “gangue de criminosos desprezíveis e depravados” havia liderado a derrubada do imperador e estava tentando tomar o poder direto. Suas revoltas seriam transitórias, mas o regime de Weimar, influenciado pelos judeus, logo assumiria o controle da nação, e isso dificilmente seria melhor. Foram esses eventos que levaram Hitler a se tornar politicamente ativo.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua ...

Notas:

*10 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Haim Hillel Ben-Sasson, A History of the Jewish People, Harvard University Press, 1976, página 943.

*11 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Chaim Bermant, The Jews, Times Books, 1977, página 160.

[1] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): citado em M. MacMillan, Paris 1919, Random House, 2003, pp. 414-415.

*8 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): J. Muller, Capitalism and the Jews, Princeton University Press, p. 153.

*9 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Chaim Bermant, The Jews, Times Books, 1977, página 172.

9 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Até seu assassinato em junho de 1922.

*10 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): E. Mowrer, Germany Puts the Clock Back, William Morrow, 1933, p. 227.

*11 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): E. Mowrer, Germany Puts the Clock Back, William Morrow, 1933, p. 228.

*12 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): H. Lavsky, Before Catastrophe, Wayne State University Press, 1966, p. 41.

*13 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): W. Laqueur, Weimar: A Cultural History, Putnam, 1974, p. 73.

10 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Para um relato, veja

L. Darkmoon, “The sexual decadence of Weimar Germany”, 2013, www.darkmoon.me. Veja também A. Bryant, Unfinished Victory. Macmillan, 1940, pp. 142-145.

11 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Na minha notação, (I.5) refere-se ao Volume I, capítulo 5. Eu uso a tradução de Murphy.


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Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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