Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais – {Primeira Guerra Mundial} Parte 1.3 - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)
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| David Skrbina |
Na
Parte 1 deste artigo,*1 eu forneci
um relato do papel judaico nos eventos que levaram à Primeira Guerra Mundial,
com uma ênfase em sua influência no Reino Unido e nos Estados Unidos. Woodrow
Wilson foi mostrado como o primeiro presidente americano eleito com o apoio
total do lobby judaico, e ele respondeu colocando vários judeus em papéis de
liderança em sua administração. Eles também foram vistos como tendo influência
decisiva no momento da declaração de guerra de Wilson em abril de 1917. Do lado
britânico, o primeiro-ministro David Lloyd George era um sionista cristão e
compatriota ideológico dos judeus, e igualmente ansioso para apoiar os
objetivos deles. A Grã-Bretanha alavancou o apoio judaico através da Declaração
Balfour de novembro de 1917, que prometia aos sionistas uma pátria na
Palestina; foi a sua recompensa por terem trazido os EUA para o conflito cerca
de sete meses antes.
| {Antes de ser colocado como primeiro ministro britânico, David Lloyd George (1963-1935) foi consultor jurídico do movimento sionista. Foto de domínio público - Wikipedia.} |
Tais
ações mostraram-se parte de uma tendência histórica de longa data: uma de
ativistas e agitadores judeus incitando tumultos e mesmo guerras sempre que se
beneficiavam. As guerras, é claro, não são somente eventos de grande morte e
destruição; elas fornecem uma tremenda oportunidade de lucro financeiro e
mudanças rápida e abruptamente dramáticas nas estruturas de poder global. Para
aqueles que estão na posição certa, a guerra pode gerar ganhos significativos
em riqueza e influência.
Especificamente,
os eventos em torno da Primeira Guerra Mundial trouxeram ganhos substanciais
para os judeus em todo o mundo – de várias maneiras. Primeiro, com indivíduos
de alto escalão nas administrações de Taft e Wilson, os Estados Unidos eram
muito receptivos à imigração judaica; na verdade, seus números aumentaram
dramaticamente, de 1,5 milhão para mais de 3 milhões entre 1905 e 1920 – a
caminho de 4 milhões em meados da década de 1920. A segunda foi a Declaração de
Balfour, a qual lhes prometia a Palestina. Deve ser concedido que nada foi
imediatamente entregue como Palestina, mas, mesmo assim, foi uma grande
concessão de uma potência mundial. Em terceiro lugar, a ordem mundial mudou a
seu favor: o odiado e “antissemita” regime czarista na Rússia foi substituído
pelo movimento bolchevique liderado pelos judeus, o do odiado e “antissemita”
Kaiser Wilhelm II da Alemanha foi substituído pelo regime de Weimar, amigo dos
judeus, e os governos influenciados pelos judeus dos Estados Unidos e da
Grã-Bretanha restabeleceram seu domínio global.
Finalmente,
e como sempre, havia dinheiro a ser feito. Dirigindo o Conselho das Indústrias
de Guerra para Wilson, o financista judeu Bernard Baruch tinha poder
extraordinário para direcionar gastos militares; podemos ter certeza de que
seus clientes preferenciais se beneficiaram.[1]
Mas talvez o senador de Nebraska, George Norris, tenha dito melhor. Falando em
oposição ao apelo de Wilson por uma declaração de guerra, Norris exclamou que
os americanos estavam sendo enganados “pela exigência quase unânime da grande
combinação de riqueza que tem interesse financeiro direto em nossa participação
na guerra”. Além do mais, “um grande número de grandes jornais e agências de
notícias do país foram controlados e alistados na maior propaganda que o mundo
já conheceu, para manufaturar sentimentos em favor da guerra”. Resumindo seu
caso, Norris disse o seguinte: “Estamos entrando em guerra pelo comando do
ouro”.[2]
Finanças, mídia, ‘ouro’ – os interesses judaicos prosperaram em muitas frentes.
Mas Wilson evidentemente não era afetado por tais assuntos, ou por sua promessa a seus compatriotas de “nos manter fora da guerra”. Sua equipe de apoiadores e conselheiros judeus – Baruch, mas também Henry Morgenthau Sr., Jacob Schiff, Samuel Untermyer, Paul Warburg, Stephen Wise e Louis Brandeis – queria guerra, e guerra eles tiveram. O fato de que custaria à América US$ 250 bilhões (o equivalente atual) e cerca de 116.000 mortos na guerra não parecia figurar em seus cálculos.
O
tema principal do presente ensaio é a Segunda Guerra Mundial, mas suas raízes
estão no resultado da Primeira Guerra Mundial. Portanto, eu continuo a história
daquela época.
Algum contexto
Antes
de proceder, nós devemos ter alguma coisa em mente. Os esforço dos judeus por
maior influência e poder político pode ser encontrada em ambos os lados da
Primeira Guerra Mundial. Os líderes imperiais russos há muito suspeitavam dos
judeus e os baniram em grande parte para a chamada Zona de Assentamento {Pale
of Settlement} que foi estabelecida no oeste da Rússia na década de 1790. Começando
a década de 1880, a mídia ocidental emitiu relatos exagerados de matanças,
pogroms e diversos massacres entre os judeus russos de lá, cujo número agregado
de vítimas foi quase sempre registrado – espantosamente– como “6 milhões”.[3]
Isso
naturalmente gerou profunda hostilidade em relação à Casa dos Romanov, e muitos
judeus buscaram seu fim. Uma animosidade especial foi reservada ao czar Nicolau
II, que assumiu o poder em 1894. Na Parte 1, eu expliquei o esforço
incrivelmente bem-sucedido do lobby judeu americano para revogar o antigo
tratado EUA-Rússia em 1911; este foi um pequeno castigo dirigido ao czar. O
objetivo derradeiro, porém, era sua derrubada e, portanto, podemos imaginar a
alegria da comunidade judaica global em sua queda em março de 1917. Como
lembramos, o czar e sua família foram assassinados por bolcheviques judeus em
julho do ano seguinte.
Foi
uma história um tanto similar com o governante alemão Wilhelm II, que ascendeu
ao trono em 1888. Lá, no entanto, os judeus eram prósperos e desfrutavam de um
grau relativamente alto de liberdade – apesar do evidente desgosto pessoal do
Kaiser por eles.[4]
Previamente, eu citei algumas estatísticas impressionantes de Sarah Gordon
sobre seus números em direito, mídia, negócios e academia, tudo antes da
Primeira Guerra Mundial. No setor bancário, eles floresceram totalmente;
proeminentes famílias de banqueiros judeus-alemães incluíam os conhecidos
Rothschilds e Warburgs, mas também os Mendelssohns, Bleichroeders, Speyers,
Oppenheims, Bambergers, Gutmanns, Goldschmidts e Wassermanns. Mas, apesar de
sua riqueza e sucesso, os judeus não tinham acesso ao poder político, devido à
monarquia hereditária. Isso, para eles, era inaceitável. Assim, eles tiveram
que introduzir a “democracia” – com todos os devidos valores de mentes elevadas,
é claro. Somente através de um sistema democrático eles poderiam exercer
influência direta sobre a liderança política.
Consequentemente,
assim que o czar caiu na Rússia, surgiram apelos para repetir o sucesso na
Alemanha. Em 19 de março de 1917, quatro dias após a queda do czar, o New
York Times noticiou que Louis Marshall elogiou o evento e acrescentou que “a
revolta contra a autocracia deve se espalhar para a Alemanha.” Dois dias
depois, oradores judeus no Madison Square Garden “previram uma revolta na
Alemanha”. Como explica o artigo, “[alguns] previram que a revolução das
classes trabalhadoras da Rússia seria a precursora de revoluções semelhantes
sobre todo o mundo. Que a próxima revolução seria na Alemanha foi previsto por
vários oradores” (21 de março). Em 24 de março, Jacob Schiff assumiu o crédito
por ajudar a financiar a revolução russa. Ao mesmo tempo, o rabino Stephen Wise
colocou a culpa pela iminente entrada americana na Primeira Guerra Mundial no
“militarismo alemão”, acrescentando “Eu gostaria de Deus que fosse possível
para nós lutarmos lado a lado com o povo alemão pela derrubada de
Hohenzollernismo [ou seja, Kaiser Wilhelm].”
Estranhamente,
Wise conseguiu seu desejo. Dentro de duas semanas, a América estava na guerra.
E cerca de 18 meses depois, Wilhelm sucumbiria a revoltas nas fileiras de suas
forças e seria compelido a abdicar.
A Conferência de Paz de Paris
Tendo
vencido a guerra, o time judaico de Wilson estava ansioso para ditar a paz. “No
final das contas”, observa Robert Shogan,*2
“a guerra traria benefícios para a causa sionista, em parte por causa do papel
de Brandeis como um conselheiro de confiança [de Wilson]”. As nações vitoriosas
se reuniram em Paris em janeiro de 1919, e o Congresso Judaico Americano estava
lá como sua própria delegação. Shogan acrescenta que “[Stephen] Wise estava em
Paris, a pedido do presidente Wilson para chefiar a delegação sionista nas
negociações de paz”. (Alguém poderia perguntar com razão: por que os sionistas
conseguem sua própria delegação?) Louis Marshall também era proeminente lá
entre os judeus americanos.
O
objetivo direcionado apontado não era uma implementação justa da paz, nem um
tratamento justo da Alemanha, mas sim maximizar o benefício para as várias
comunidades judaicas da Europa e dos Estados Unidos. “No início de 1919”, diz
Ben-Sasson,*3 “a atividade
diplomática em Paris tornou-se o foco principal das várias tentativas de
realizar as aspirações judaicas”. Fink concorda:*4
“Em março de 1919, delegações judias pró-sionistas e nacionalistas chegaram em
Paris.” Quase todas as nações vitoriosas, ao que parece, tinham seus próprios
representantes judeus. Alguns buscaram direitos judaicos formais e explícitos
em suas próprias nações, e outros trabalharam pelo reconhecimento de um estado
nacional judaico. Os judeus poloneses foram beneficiários notáveis; eles
conseguiram obter menção explícita no Tratado Polonês para os Direitos das
Minorias.
Escrevendo
logo após o evento, o filósofo e jornalista irlandês Emile Dillon viu desta maneira:
De todas as coletividades cujos interesses foram promovidos na Conferência, os judeus tiveram talvez os expoentes mais plenos de recursos e certamente os mais influentes. Havia judeus da Palestina, da Polônia, Rússia, Ucrânia, Romênia, Grécia, Grã-Bretanha, Holanda e Bélgica; mas o maior e mais brilhante contingente foi enviado pelos Estados Unidos.*5
Descrevendo
o lado americano, Fink explica que “o fervoroso sionista Julius Mack e o mais
moderado Louis Marshall rapidamente ofuscaram os principais antinacionalistas
americanos, Henry Morgenthau, Oscar Straus e Cyrus Adler”.
Embora
ele estivesse predisposto a ser simpático com a situação judaica, Dillon, no
entanto, observou que um viés “religioso” ou “racial” “estava na raiz da
política do Sr. Wilson”.*6 É um
fato, disse ele, “que um número considerável de delegados acreditava que as
verdadeiras influências por trás dos povos anglo-saxões eram semitas”.
Resumindo as perspectivas para o futuro, ele destacou sobre a conclusão geral
de muitos em Paris:
“Doravante, o mundo será governado pelos povos anglo-saxões, que, por sua vez, são manejados ritmadamente por seus elementos judeus.”
Entre
os americanos não-judeus havia um jovem Herbert Hoover, então secretário da
Food Administration dos EUA e, claro, futuro presidente. Ele estava acompanhado
por um assistente judeu, o financista Lewis Strauss, que comentou sobre a
notável inclinação de seu chefe para “defender os direitos dos judeus”,
especialmente na Polônia.[5]
Strauss mais tarde se tornaria fundamental no financiamento do desenvolvimento
inicial da bomba atômica.
O
tratamento aos alemães na conferência, como é bem conhecido, foi brutalmente áspero
e forte. Eles esperavam, e receberam a promessa, de que a conferência seria um
acordo justo para as legítimas reivindicações de guerra de todos os
beligerantes — especialmente devido à natureza complexa e complicada da eclosão
das hostilidades. (Lembramos nós: o arquiduque foi assassinado por um sérvio em
junho de 1914; o exército russo se mobilizou e se concentrou na fronteira alemã
em julho; uma Alemanha ameaçada declarou guerra à Rússia em agosto; um pacto
franco-russo exigia uma declaração simultânea contra a França; e a Grã-Bretanha
declarou guerra à Alemanha assim que o exército alemão cruzou Bélgica adentro.)
Na época da Conferência de Paz, Wilson e sua equipe haviam decidido que a
Alemanha era a única responsável pela guerra e, portanto, deveria arcar com
todo o ônus das reparações.[6] As
condições impossíveis impostas a eles prepararam o cenário para a ascensão de
Nacional Socialismo e a próxima grande guerra.
Tudo
por tudo, o que emerge da primeira guerra e da subsequente conferência de paz é
uma imagem da súplica britânica e americana aos interesses judaicos. De fato,
os principais beneficiários da guerra foram os judeus, tanto na América quanto
na Europa em geral. Para a Alemanha, foi obviamente um evento desastroso; ela sofreu
cerca de 2 milhões de mortes militares junto com milhares de perdas civis
indiretas, esmagando dívidas financeiras e testemunhou o fim do reinado de 900
anos da Casa de Hohenzollern. Esta foi uma tragédia para uma nação que, de
acordo com Fay,*7 “não planejou uma
guerra europeia, não a desejou e fez esforços genuínos para evitá-la”.
A América, a qual não tinha nenhum interesse legítimo nas batalhas na Europa, foi atraída pela obediência de Wilson às exigências judaicas. De sua parte, Wilson aparece como uma espécie de esquematizador político amoral. MacMillan*8 descreve seus relacionamentos próximos, “possivelmente românticos”, com várias outras mulheres durante seu primeiro casamento. Theodore Roosevelt via-o como “o oportunista insincero e de sangue frio conforme nós jamais tivemos na presidência”*9. Para Lloyd-George, ele era “sem tato, obstinado e vaidoso”. Concedido, todos nós temos nossas falhas; mas para a maioria de nós, eles não levam a uma catástrofe nacional.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
*1
Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): The Jewish Hand
in the World Wars, Part 1, por Thomas Dalton {academic auctor pseudonym}, Inconvenient
History, 2013, Vol. 05, nº 2.
https://www.inconvenienthistory.com/5/2/3209
Traduzido ao português como
- A Mão Judaica nas Guerras Mundiais – {Primeira
Guerra Mundial} Parte 1.1, por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton), 29 de
outubro de 2022, World Traditional Front.
(As demais
partes 1.2 e 1.3 na sequência do próprio artigo)
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/10/a-mao-judaica-nas-guerras-mundiais.html
[1] Nota de David Skrbina
(pseudônimo Thomas Dalton): Como Baruch declarou ao Congresso: “Eu
provavelmente tinha mais poder do que qualquer outro homem na guerra; sem
dúvida isso é verdade.” Veja a Parte 1 para seu testemunho completo.
[2] Nota de David Skrbina
(pseudônimo Thomas Dalton) Citado em John C. Chalberg (ed.), Isolationism,
Greenhaven, 1995, páginas 71-73.
[3] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O New York Times publicou tais relatórios periódicos. Veja, por exemplo: 26 de janeiro de 1891 (“O rabino Gottheil diz uma palavra sobre a perseguição aos judeus… cerca de seis milhões de desafortunados miseráveis e perseguidos”), 21 de setembro de 1891 (“Uma acusação escrita da Rússia… um total de 6.000.000 está mais próximo do correto.”), 11 de junho de 1900 (“[Na Rússia e na Europa central] existem 6.000.000 de argumentos vivos, sangrando e sofrendo em favor do sionismo.”), 23 de março de 1905 (“Nós judeus na América [simpatizamos com] nossos 6.000.000 de irmãos em situação de servilismo na Rússia”), 25 de março de 1906 (“Relatórios surpreendentes sobre a condição e o futuro dos 6.000.000 de judeus da Rússia…”). A situação levou um ex-presidente da B'nai B'rith a uma exclamação profética: “Simon Wolf pergunta por quanto tempo o Holocausto russo vai continuar” (10 de novembro de 1905). A história, de fato, se repete.
[4] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Parece que ele tinha boas razões para essa inimizade. De acordo com Lamar Cecil, Wilhelm II (vol. 2), 1996, página 57), Guilherme “acreditava que os judeus eram perversamente responsáveis… por encorajar a oposição ao seu governo”. Em carta a um amigo, o Kaiser escreveu: “A raça hebraica é minha inimiga mais inveterada em casa e no exterior; ela permanece o que é e sempre foi: de falsificadores de mentiras e os mentores que governam a inquietação, a revolução, a revolta, espalhando a infâmia com a ajuda de seu espírito satírico, cáustico e envenenado” (em J. Rohl, The Kaiser and His Court, 1987/1994, página 210). S. Townley, Indiscretions of Lady Susan, 1922, página 45) relata este comentário dele: “Os judeus são a maldição do meu país. Eles mantêm meu povo pobre e em suas garras. Em cada pequena aldeia da Alemanha está sentado um judeu sujo, como uma aranha atraindo o povo para a teia da usura. Ele empresta dinheiro aos pequenos agricultores para garantir a segurança de suas terras e, assim, aos poucos, adquire o controle de tudo. Os judeus são os parasitas do meu Império.” Ele acrescenta que a questão judaica é um de seus “grandes problemas”, mas em que “nada pode ser feito para abobadar isso”. Em 1940, com Hitler movendo-se para limpar a Europa, ele disse o seguinte: “Os judeus estão sendo expulsos das posições nefastas em todos os países, a quem eles levaram à hostilidade por séculos” (em J. Rohl, The Kaiser and His Court, 1987/1994, página 211).
*2 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010,
página 25.
*3 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Haim
Hillel Ben-Sasson, A History of the
Jewish People, Harvard University Press, 1976, página 940.
*4 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Carole
Fink, “The minorities question.”Em Boemeke et al (eds), The Treaty of Versailles, Cambridge University Press, 1998,
página 259.
*5 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Emile
Joseph Dillon, The Inside Story of the
Peace Conference, Harper and Brothers, 1920, página 12.
*6 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Emile
Joseph Dillon, The Inside Story of the
Peace Conference, Harper and Brothers, 1920, página 496.
[5] Nota de David Skrbina (pseudônimo
Thomas Dalton):
S. Wentling,
Herbert Hoover and the Jews, Wyman
Institute, 2012, p. 6.
[6] Nota de David Skrbina (pseudônimo
Thomas Dalton):
Uma boa e breve descrição é apresentada em M. MacMillan,
Paris 1919, Random House, 2003, pp.
463-466.
*7 Nota de David Skrbina
(pseudônimo Thomas Dalton):
Sidney Bradshaw Fay,
The Origins of the World War,
Macmillan, 1928. página 552.
*8 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): M. MacMillan, Paris
1919, Random House, 2003, p. 7.
*9 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): M. MacMillan,
Paris 1919, Random House, 2003, p. 6.
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Thomas Dalton, Inconvenient History, volume 06, nº2, 2014.
https://www.inconvenienthistory.com/6/2/3294
Sobre o autor: David
Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de
filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa
incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é
autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e
editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009;
John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of
Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros
didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor
visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan
University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado
vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial
no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções
de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The
Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the
Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova
edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo
livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica
definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão
disponíveis em www.clemensandblair.com.
Visite Holocaust Handbooks
& Documentaries https://holocausthandbooks.com/
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