 |
| José Alberto Niño |
Nas
primeiras horas da manhã de 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel
lançaram um ataque militar conjunto massivo contra o Irã. O
Pentágono denominou-o Operação Fúria Épica.
Israel chamou sua parte de Operação Leão Rugidor. Bombardeiros B-2, caças F-22
e F-35 americanos atacaram alvos em Teerã, Isfahan, Qom, Karaj, Kermanshah e
Bushehr. Grupos de ataque de porta-aviões liderados pelo USS Abraham Lincoln e pelo USS
Gerald R. Ford realizaram incursões a partir do Mar Arábico e do
Mediterrâneo Oriental. O presidente Donald Trump anunciou os ataques em um
vídeo de oito minutos gravado em Mar-a-Lago, declarando que o objetivo era a
mudança de regime.
O
líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto nos ataques.
Milhares de membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) foram mortos ou
feridos. O Irã retaliou com ataques de mísseis e drones contra Israel e bases
americanas no Golfo Pérsico, espalhando o conflito para a Arábia Saudita, os
Emirados Árabes Unidos, o Catar, o Bahrein e o Kuwait.
O
mundo reagiu com uma mistura de horror, celebração e condenação. O
Secretário-Geral da ONU, António Guterres, condenou os
ataques em uma sessão de emergência do Conselho de Segurança, alertando que “a
ação militar acarreta o risco de desencadear uma série de eventos que ninguém
pode controlar na região mais volátil do mundo” e acusando
Washington e Tel Aviv de “desperdiçar uma oportunidade para a diplomacia” que
estava em andamento por meio das negociações nucleares mediadas por Omã. O
Ministério das Relações Exteriores da Rússia chamou os
ataques como um “ato premeditado e não provocado de agressão armada”. O
primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez,
rejeitou “a ação militar unilateral dos Estados Unidos e de Israel”. Iranianos
na diáspora
dançaram nas ruas de Los Angeles agitando bandeiras do Leão e do Sol anteriores
a 1979, ao lado de bandeiras americanas e israelenses.
E
a imprensa corporativa americana, como sempre faz, cobriu o espetáculo da
guerra sem jamais parar para fazer a pergunta que deveria preceder cada bomba
lançada por um avião americano.
A
pergunta de um milhão de dólares: Como nós chegamos aqui?
O Pecado Que Deu Início
a Tudo
A
resposta honesta não começa em 2026, mas em 1953, quando a CIA e a inteligência
britânica derrubaram o
governo democraticamente eleito do primeiro-ministro Mohammad Mossadegh em uma
operação secreta chamada Operação Ajax. O
crime de Mossadegh foi nacionalizar a indústria petrolífera do Irã, que era
controlada e explorada pela Anglo-Iranian Oil Company, antecessora da British
Petroleum. O governo Eisenhower, convencido por Londres de que Mossadegh estava
se aproximando dos soviéticos, autorizou a CIA a organizar protestos nas ruas,
subornar oficiais militares e arquitetar um golpe que substituiu um líder
eleito pelo povo pelo autocrático Xá Mohammad Reza Pahlavi. O Xá governou por
26 anos
com a ajuda da SAVAK, uma força policial secreta treinada e organizada pela
CIA,
até que a Revolução Iraniana de 1979 o depôs do poder e instaurou a República
Islâmica.
 |
| {O presidente Harry S. Truman (1884-1972) cumprimentando o primeiro-ministro Mohammed Mossadegh (1882-1967) do Irã. (Crédito da imagem dos políticos: Harry S. Truman Library). ‘O Pecado Que Deu Início a tudo: A resposta honesta não começa em 2026, mas em 1953, quando a CIA e a inteligência britânica derrubaram o governo democraticamente eleito do primeiro-ministro Mohammad Mossadegh em uma operação secreta chamada Operação Ajax. O crime de Mossadegh foi nacionalizar a indústria petrolífera do Irã, que era controlada e explorada pela Anglo-Iranian Oil Company, antecessora da British Petroleum. O governo Eisenhower, convencido por Londres de que Mossadegh estava se aproximando dos soviéticos, autorizou a CIA a organizar protestos nas ruas, subornar oficiais militares e arquitetar um golpe que substituiu um líder eleito pelo povo pelo autocrático Xá Mohammad Reza Pahlavi. O Xá governou por 26 anos com a ajuda da SAVAK, uma força policial secreta treinada e organizada pela CIA, até que a Revolução Iraniana de 1979 o depôs do poder e instaurou a República Islâmica.'} |
Nenhum
político americano articulou as consequências desse pecado original com mais
persistência ou coragem do que o ex-congressista Ron Paul, do Texas.
No plenário da Câmara dos Representantes, em debates presidenciais, em livro
após livro, Paul retornava ao mesmo ponto com a obstinação de um homem que
acreditava que a verdade importava, mesmo quando ninguém queria ouvi-la. “Nós começamos
tudo em 1953, quando demos um golpe de Estado, instalamos o Xá, e a reação veio
em 1979”, disse
Paul a Rick Santorum durante um debate presidencial republicano. “Isso continua
acontecendo porque simplesmente nós não cuidamos dos nossos próprios negócios.”
73 Anos de Escalada
O
catálogo de ações americanas contra o Irã desde 1953 não é uma lista de
incidentes isolados. Trata-se de um padrão tão consistente, tão implacável e
tão crescente que se assemelha menos a uma política externa e mais a um cerco
em câmera lenta que abrange quase meio século da existência da República
Islâmica e mais de sete décadas desde o golpe original.
Após
a crise dos reféns de 1979, o governo Carter congelou mais de US$ 8 bilhões em
ativos iranianos
e cortou
todas as relações diplomáticas com a recém-formada República Islâmica. O
governo Reagan designou o
Irã como um Estado patrocinador do terrorismo em 1984 e, em seguida, forneceu
ajuda econômica, inteligência e tecnologia de dupla utilização ao Iraque de
Saddam Hussein durante a Guerra Irã-Iraque,
mesmo depois de a CIA ter confirmado que o Iraque estava usando armas químicas
contra soldados e civis iranianos. Em 1987 e 1988, a Marinha dos EUA lançou a
Operação Earnest Will, a
maior operação naval de comboios desde a Segunda Guerra Mundial, seguida pela
Operação Praying Mantis,
que destruiu quase metade da frota operacional do Irã em um único dia. Em 3 de
julho de 1988, o USS Vincennes abateu o voo 655 da Iran Air,
um avião de passageiros civil, matando todas as 290 pessoas a bordo.
A
administração Clinton impôs um embargo comercial quase total em 1995 e
sancionou a Lei de Sanções ao Irã e à Líbia em 1996, punindo até mesmo empresas
estrangeiras que faziam negócios com Teerã. George W. Bush classificou o Irã
como parte de um “Eixo do Mal” em 2002,
sabotando a cooperação diplomática secreta que estava em andamento desde a
invasão do Afeganistão. O Congresso aprovou a Lei de Apoio à Liberdade do Irã
em 2006,
destinando US$ 10 milhões para financiar “grupos pró-democracia” que se opunham
ao governo iraniano e declarando
explicitamente a política dos EUA de “apoiar uma transição para a democracia no
Irã”.
Durante
os governos Bush e Obama, a arma cibernética Stuxnet
foi utilizada para destruir aproximadamente 1.000 centrífugas nucleares
iranianas, o primeiro caso conhecido de um ataque cibernético causando
destruição física a infraestrutura crítica.
Barack Obama expandiu as sanções financeiras a um nível que devastou a economia
do Irã,
aplicando bilhões em multas a bancos europeus por fazerem negócios com Teerã.
Em seguida, negociou o acordo nuclear JCPOA {Joint Comprehensive Plan of Action/Plano
de Ação Conjunto Global} em 2015, oferecendo um raro momento de contenção
diplomática, apenas para Donald Trump se retirar do acordo
em 2018 e impor o que seu governo chamou de “pressão máxima”.
O
primeiro mandato de Trump resultou em mais de 1.500 sanções contra o Irã e
entidades estrangeiras que negociavam com o país, teve como alvo pessoal o Líder
Supremo Khamenei,
designou a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) como uma Organização
Terrorista Estrangeira
(a primeira vez que um ramo das forças armadas de um governo estrangeiro
recebeu tal classificação) e culminou
no assassinato do General Qasem Soleimani em janeiro de 2020.
Joe
Biden recusou-se a suspender as sanções
sem o consentimento prévio do Irã, sancionou a
polícia da moralidade por causa dos protestos em Mahsa Amini e permitiu que o
JCPOA {Joint Comprehensive Plan of Action/Plano de Ação Conjunto Global} expirasse
oficialmente em outubro de 2025. O
segundo mandato de Trump reimpôs a pressão máxima, impôs tarifas de 25% a
qualquer país que negociasse com o Irã e, em junho de 2025, ordenou a Operação
Martelo da Meia-Noite, o
primeiro ataque militar direto dos EUA em solo iraniano, enviando bombardeiros
furtivos B-2 para lançar bombas antibunker
nas instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan.
E
então chegou o dia 28 de fevereiro, com os Estados Unidos lançando a operação
militar mais devastadora contra o Irã na história, matando seu Líder Supremo e
chamando-a de libertação.
Em
que ponto uma nação que fez tudo isso para e se pergunta se o problema não
estaria mais perto de casa do que imagina? E melhor ainda, se pergunta quem é o
verdadeiro soberano que dita essas políticas? Essas são as perguntas difíceis
que precisam ser feitas e respondidas se quisermos que haja qualquer aparência
de sanidade na tomada de decisões da política externa americana.
Como seria a redenção?
Se
há um caminho para sair desse ciclo, ele começa com a honestidade. Ele começa
com o reconhecimento de que o governo dos Estados Unidos tem sido o agressor em
sua relação com o Irã durante a maior parte do último século. Ele começa com o
reconhecimento de que sanções não são diplomacia, mas guerra econômica; que
mudança de regime não é libertação, mas imperialismo; e que o povo americano
nunca recebeu uma explicação honesta sobre por que seu governo trata um país de
90 milhões de pessoas do outro lado do planeta como um inimigo existencial.
As
prescrições políticas não são complicadas. Elas são simplesmente impensáveis
dentro da atual ordem política. Remover todas as bases militares americanas
do Golfo Pérsico e do Oriente Médio em geral. Encerrar todas as sanções contra
o Irã, unilateralmente e sem pré-condições. Restabelecer as relações
diplomáticas rompidas em 1980. Tratar o Irã da mesma forma que os Estados
Unidos tratam dezenas de outras nações cuja política interna Washington pode
considerar questionável, mas cuja soberania, no entanto, respeita. Parar de
subsidiar e armar governos na região cujos interesses divergem dos do povo
americano. E, acima de tudo, abandone a fantasia de que o governo dos Estados
Unidos tem o direito, a sabedoria ou a competência para ditar o futuro político
de uma civilização que já era antiga antes mesmo do nascimento da América.
Qualquer
mudança genuína em direção a uma política externa não intervencionista
permanece inatingível sem também reconhecer o verdadeiro soberano da vida política
americana: a comunidade judaica organizada. A atual classe dominante funciona
essencialmente como um instrumento para a expansão da influência geopolítica
desse coletivo. Entidades como o AIPAC {American
Israel Public Affairs Committee/Comitê de Assuntos Públicos Israelo-Americano} e
o WINEP {Washington
Institute for Near East Policy/Instituto de Washington para Política do Oriente
Próximo} efetivamente transformaram o aparato de segurança nacional dos Estados
Unidos em um sistema de segurança privada, concebido para realizar as fantasias
ao estilo do Antigo Testamento de um judaísmo global.
Os
eventos de 28 de fevereiro de 2026 não foram anômalos; foram o ponto final
previsível de sete décadas de hostilidade institucionalizada. Esta última etapa
de escalada é o resultado direto de uma agenda judaico-aceleracionista
defendida por Donald Trump. A menos que os Estados Unidos desmantelam a
configuração de poder supremacista judaica que se entrincheirou na burocracia
federal, o ciclo de guerra perpétua permanecerá ininterrupto. Enquanto esse
nexo de influência persistir, o império judaico-americano continuará a se
banquetear com a vitalidade da América branca, deixando apenas ruína em seu
rastro.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Notas

Fonte: From
Ajax to Epic Fury - Why a 1953 coup and decades of sanctions led straight to
Trump’s war on Iran, por José Alberto Niño, 04 de março de 2026, The Unz Review – An Alternative Media
Selection.
https://www.unz.com/jnino/from-ajax-to-epic-fury/
Sobre o autor: José
Alberto Niño tem formação acadêmica com Bacharelado em Ciência Política e
Governo pela University of Texas em Austin (2009-2013), Mestrado em Estratégia
Internacional e Política Comercial, Universidade do Chile (2014-2016).
___________________________________________________________________________________
Relacionado, leia também:
O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio - por Stuart Littlewood
A interferência global dos EUA está tornando o país cada vez mais detestado entre as nações - por aiatolá Seyyed Ali Khamenei
Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque
Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber
O afrouxamento do controle – Uma oportunidade histórica para resolver a questão palestina após o colapso do sionismo na batalha de narrativas - conclusões autorizadas pela publicidade da liderança iraniana Ali Khamenei.
O Grande Israel e o Messias Conquistador - por Alexander Dugin
Quando a Diplomacia se Torna Teologia {na verdade fanatismo religioso}: Israel e o Caso Mike Huckabee. A Erosão da Ordem Jurídica - por Laala Bechetoula
“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)
O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot
A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot
Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)
O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber
Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)
O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)
Libertando a América de Israel - por Paul Findley
Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot
Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir
{Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica - por Christopher Hedges e Maura Finkelstein
{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges
Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton
Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber
Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber
Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen
Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal
Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber
Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber
Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}
A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges
A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach
Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão - por Tony Martin
Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander
Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari
A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari
Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:
Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi
Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III
Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh
Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir
Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall
Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins
Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins
Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)
Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim
Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer
{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer
O Legado violento do sionismo - por Donald Neff
{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein
Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz
A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges
Será que Israel acabou de experimentar uma “falha de inteligência” ao estilo do 11 de Setembro? Provavelmente não. Aqui está o porquê - por Kevin Barrett
Residentes da faixa de Gaza fogem do maior campo de concentração do mundo - A não-violência não funcionou, então eles tiveram que atirar para escapar - por Kevin Barrett
Por Favor, Alguma Conversa Direta do Movimento pela Paz - Grupos sionistas condenam “extremistas” a menos que sejam judeus - por Philip Giraldi
A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi
Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz
Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke
Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh
{Massacres sobre os alauítas após a queda da Síria de Bashar Hafez al-Assad} - por Raphael Machado
Mudança de Regime na Síria: mais um passo em direção ao “Grande Israel” - por Alan Ned Sabrosky
Guerra de agressão não declarada dos EUA-OTAN-Israel contra a Síria: “Terrorismo da al-Qaeda” para dar um golpe de Estado contra um governo secular eleito - por Michael Chossudovsky
Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir
Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber
O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno
O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka