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| Geurt Marco de Wit |
Introdução
Todas as sociedades são governadas por uma Janela de
Overton,[1] a
qual delineia as fronteiras do discurso público e das políticas aceitáveis,
particularmente na esfera política. Ela estabelece o que é considerado auto-evidente
e o que é proibido como tabu. Consequentemente, o comando sobre a produção de
conhecimento por meio da academia e dos intelectuais,[2]
bem como sua disseminação via escolas e mídia, assume importância primordial. O
ser mestre da informação equivale a ser mestre da sociedade.
Captura do Estado
Os maiores mestres da produção e disseminação de
informações têm sido, historicamente, os judeus. Isso decorre do fato
surpreendente de que, por mais de 2.500 anos, as elites judaicas da Diáspora
têm consistentemente recusado a assimilação às sociedades que as acolheram.
Consequentemente, elas foram compelidas a manipular essas sociedades de duas
maneiras principais. Por um lado, elas apoiaram as autoridades governantes
contra as populações nativas, comprando dos governantes estatistas privilégios
como a cobrança de impostos, o comércio de escravos e os monopólios comerciais
e bancários. Por outro lado, elas destinaram parte dos lucros resultantes ao
patrocínio de intelectuais que elaboraram narrativas filosemíticas.
Através dessa estratégia dupla, os judeus acumularam
poder de forma galopante, particularmente na Europa e na América do Norte.
Contudo, como Benjamin Ginsberg demonstrou em The Fatal Embrace {O Abraço Fatal}, essa aliança com o Estado e
seus governantes contra a população anfitriã era inerentemente perigosa. Embora
frequentemente conferisse lucros e poder substanciais aos judeus, ela também
provocava recorrentes revoltas populares entre as populações anfitriãs,
culminando em perseguições e expulsões de judeus de dezenas de países.
Não como outras elites inassimiláveis, como os
populares parsis da Índia,[3] a
elite judaica não mudaria sua estratégia para uma mais cooperativa. Em vez
disso, a elite judaica escalou sua estratégia de duas maneiras. Por um lado,
passou da exploração direta — como a cobrança de impostos, o tráfico de
escravos e os monopólios comerciais — para a exploração indireta por meio de
cartéis comerciais e, especialmente, sistemas bancários centrais de reservas
fracionárias que, ao criar dinheiro do nada e cartelizar automaticamente a
economia, conferiam a eles uma vantagem invisível na competição comercial. Por
outro lado, eles radicalizaram narrativas para alterar a demografia e abrir as
fronteiras do Estado para os judeus e seus aliados. Tudo isso, naturalmente,
exigiu um controle ainda mais rígido tanto sobre o aparato estatal quanto sobre
as narrativas predominantes. Em outras palavras, a elite judaica elevou a
aposta ao visar à captura do Estado.[4]
A Minoria Dominante
Quando a elite judaica manipulava narrativas, ela
era capaz de criar tabus. O tabu mais profundo — ou o “elefante na sala” — na
academia e na mídia ocidentais é agora o status dos judeus como a minoria
dominante hostil no Ocidente.[6] Ainda,
a influência judaica ainda não foi bem-sucedida em censurar completamente esse
fato. No final da década de 1990, o professor Kevin MacDonald publicou sua
trilogia Culture of Critique,[7]
que elucidou como, ao longo do último século, a elite judaica criou a Cultura
da Crítica para inverter ideias, políticas e dados demográficos ocidentais a
serviço dos interesses judaicos e israelenses. The Culture of Critique
parece ser o único livro de uma editora acadêmica tradicional (Praeger)
especificamente banido da Amazon*1 devido
ao seu conteúdo politicamente incorreto.
O Lobby Israelense
Até mesmo eminentes estudiosos da “escola do
realismo ofensivo”[8] na ciência política, como
John Mearsheimer, evitaram abordar diretamente o tabu da minoria judaica
dominante. Contudo, em 2007, Mearsheimer abordou a questão indiretamente,
fazendo a segunda melhor coisa. Juntamente com Stephen Walt, ele publicou The Israel Lobby and U.S. Foreign Policy[9] {O
Lobby Israelense e a Política Externa dos EUA}, o qual expôs como esse lobby
exerce controle substancial sobre a política externa americana.
Nos recentes meses, em meio ao genocídio em Gaza, a
influência evidente do lobby israelense ganhou reconhecimento global, embora
ainda seja ignorada ou minimizada no Ocidente. Acadêmicos e jornalistas
americanos, em particular, estão bem cientes de que a crítica a Israel acarreta
graves repercussões. O próprio Mearsheimer sofreu ataques implacáveis de
setores sionistas, incluindo Jeffrey Epstein e seu famoso advogado, Alan
Dershowitz.[10]
Jeffrey Epstein
Simultaneamente à publicação de The Israel Lobby em 2007, surgiram evidências contundentes da
influência do lobby israelense sobre os Estados Unidos. O financista judeu
Jeffrey Epstein obteve um acordo judicial extremamente favorável, evitando, na
prática, uma pena de prisão substancial, apesar de traficar meninas menores de
idade. Esse acordo foi facilitado porque, como o procurador americano Acosta
foi informado, Epstein “pertencia à
inteligência” — evidentemente à inteligência israelense.
Esse episódio forneceu a demonstração mais
convincente do domínio de Israel sobre os Estados Unidos: a exploração de
meninas americanas para chantagear a elite do país em favor de Israel. Seria de
se esperar uma explosão de indignação na grande mídia, com uma investigação
exaustiva da ligação entre Epstein e Israel e do poder dos judeus e de Israel. Ainda,
o silêncio prevaleceu. O assunto foi completamente suprimido. Que outras evidências
são necessárias para afirmar o poder de Israel e da minoria judaica dominante?
Uma Nação Sob Chantagem
Somente após a segunda prisão de Epstein, mais de
uma década depois, em 2019, a grande mídia demonstrou interesse. No entanto, a
cobertura o retratou como um pedófilo idoso e isolado, ao lado de sua cúmplice
depravada, Ghislaine Maxwell. Todas as ligações com judeus, os Rothschild e
Israel foram meticulosamente obscurecidas.
Felizmente, em 2022, Whitney Webb detalhou as
conexões israelenses de Epstein em sua obra em dois volumes, One Nation Under Blackmail: The Sordid Union
Between Intelligence and Crime that Gave Rise to Jeffrey Epstein {Uma Nação
Sob Chantagem: A Sórdida União entre Inteligência e Crime que Deu Origem a
Jeffrey Epstein}. Webb demonstra que, por mais de meio século, Israel tem utilizado
sindicatos do crime organizado judaico-italiano para fortalecer as estruturas
bancárias, comerciais e políticas judaicas globais. Ela retrata Epstein
principalmente como um banqueiro paralelo operando dentro desse nexo corrupto,
onde a chantagem constituía apenas uma faceta. Webb revela que Epstein não
criou essa rede, mas a herdou de mentores judeus influentes como Jimmy
Goldsmith, Donald Barr, Alan C. Greenberg e, especialmente, Robert Maxwell, pai
de Ghislaine.
Contudo, como esquerdista, Webb — a despeito de sua
pesquisa exaustiva — frequentemente minimiza a dimensão judaica. Ela
evidentemente considera as discussões sobre a minoria judaica dominante como
racialmente preconceituosas. Em entrevistas, ela costuma inundar o público com
inúmeros nomes importantes sem revelar que a maioria é judia. Essa evasão
também é evidente no título do livro, que evita a referência explícita a
Israel. Nesta entrevista explicando seu trabalho, ela afirma, em vez disso, que
“O crime organizado está no comando. É
com isso que estamos derradeiramente lidando aqui.” (54 min 50 seg)[11]
Os Arquivos Epstein
A importância da ligação entre Epstein e Israel
poderia ter permanecido escondida se não fosse pela acirrada disputa
presidencial de 2024 entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald
Trump. Para garantir a vitória, Trump prometeu divulgar os volumosos arquivos
de Epstein ocultados pelo governo Biden. Após seu triunfo eleitoral, quando
Trump renegou essa promessa, sua base de apoiadores do MAGA se indignou,
fazendo com que seus índices de aprovação despencassem. Forçado a agir, Trump
divulgou parte dos arquivos. Estes demonstram inequivocamente que Epstein
promoveu os interesses israelenses. No entanto, a grande mídia persiste em
ocultar a ligação com Israel, enquanto a mídia alternativa coloca papel menor.
Somente uma plataforma de mídia alternativa proeminente
parece expor as ligações de Epstein com Israel de forma relativamente
abrangente: The Young Turks[12]
(TYT). Intrigantemente, os Jovens Turcos originais, há mais de um
século, eram liderados por uma facção judaica Dönmeh que depôs o sultão otomano
e orquestrou a Revolução Cultural Turca, promovendo uma Turquia secular. O
grupo foi substancialmente influenciado por judeus e, durante a Primeira Guerra
Mundial, atacou a Rússia e participou do genocídio de cristãos durante o Genocídio
Armênio-Grego-Assírio.
O TYT é liderado pelo (judeu?) turco Cenk Uygur e
pela judia-armênia Ana Kasparian. Eles evitam discussões sobre a minoria
judaica dominante, mas desmascararam jornalistas que deliberadamente obscurecem
as conexões de Epstein com Israel, alegando enquanto isso preposteramente que
ele era um agente russo.[13]
O Teste Decisivo
Como ressaltam The
Young Turks {Os Jovens Turcos}, agora
nós possuímos um teste decisivo impecável: a recusa em reconhecer os serviços
prestados por Epstein a Israel caracteriza um jornalista como desonesto.
Notavelmente, quase todos os jornalistas falham nesse critério. Até mesmo Alex
Jones e Tucker Carlson tentam minimizar o alinhamento de Epstein com os
interesses israelenses. Eles admitem que Epstein era judeu, cercado por judeus
influentes, confidente do ex-primeiro-ministro israelense e chefe da
inteligência israelense, Ehud Barak,[14] e
que frequentemente representava Israel em transações financeiras e geopolíticas
com outros estados e multinacionais. Ainda, eles minimizam essas revelações
afirmando que Epstein também colaborou com outras agências de inteligência,
como a CIA americana, o MI6 britânico e possivelmente o GRU russo. Cenk Uygur
observa que Alex Jones e inúmeros jornalistas conservadores omitem o fato de
que Epstein interagiu com essas agências unicamente em busca de objetivos
israelenses. Uygur também observa que Alex Jones, em particular, tenta atribuir
a principal culpa ao Partido Democrata.[15]
Pedalada para trás de
Tucker Carlson
Tucker Carlson tem sido mais direto sobre a ligação
entre Epstein e Israel do que Alex Jones. Ele chegou a divulgar um trecho de um
minuto de sua entrevista com Cenk Uygur, na qual Uygur afirma explicitamente a
lealdade de Epstein a Israel.[16]
Contudo, há alguns dias, Carlson lançou
inesperadamente um vídeo de um minuto no YouTube onde afirma: “Epstein não
trabalhava para Israel.” Ele defende, em vez disso, que Epstein atuava como um “agente
independente,” auxiliando esporadicamente diversas agências de inteligência,
mas servindo principalmente a uma misteriosa elite globalista — um “supergoverno.”
O vídeo já acumulou milhões de visualizações.[17]
Por que Carlson tem revertido o curso? Pode não ser
coincidência que seu pai tenha trabalhado para a CIA e que o próprio Tucker
supostamente tenha se candidatado, sem sucesso, para ingressar na agência. De
fato, Vladimir Putin destacou o histórico da família Tucker na CIA, como Tucker
reconhece neste vídeo de um minuto.[18]
A Elite Globalista
Atribuir a responsabilidade final a um
“supergoverno” ou a uma enigmática elite globalista pode servir como uma
conveniente evasão, dispensando a necessidade de identificar Israel, os judeus
e outros grupos ou indivíduos influentes específicos. De um ponto de vista
libertário, no entanto, culpar a elite dominante globalista pode ter algum
mérito — se acompanhado de especificidade e da citação de nomes, como Murray
Rothbard fez em Wall Street, Banks and American
Foreign Policy. Rothbard argumentou que a aliança entre os grandes bancos e
as grandes empresas globalistas forma, de fato, uma elite dominante
conspiratória que primeiro alcançou a captura regulatória e depois a captura do
Estado, continuando a supervisionar o centro supremo do poder: a máquina
monetária do Federal Reserve. Segundo Rothbard, essa elite dominante é composta
por três contingentes étnicos vagamente liderados por três famílias bancárias
proeminentes: os Rothschilds, liderando a elite judaica; os Rockefellers, a
elite americana; e os Morgans e Windsors, a elite WASP/britânica.
Muitos outros economistas e historiadores também
destacaram o poder e o papel historicamente significativo dos Rothschild.
Consequentemente, é duplamente suspeito minimizar a questão de Israel,
enfatizando um supergoverno globalista e silenciando sobre figuras proeminentes
do globalismo como os Rothschild, que historicamente arquitetaram em grande
parte não apenas Israel, mas também a ordem globalista contemporânea dominada
pelo Banco da Inglaterra e pelo Federal Reserve.
Esquerda e Direita
Judaicas
A conexão com os Rothschild também explicaria a
aparente mudança de posição de Epstein, afastando-se de Benjamin Netanyahu e
Trump e aproximando-se de seus rivais mais alinhados aos Rothschild, Ehud Barak
e os Clinton. Afinal, tanto a esquerda israelense quanto a americana — como o
Partido Trabalhista de Israel e o Partido Democrata americano —
tradicionalmente se alinharam mais estreitamente com os Rothschild e os neoliberais,
enquanto o Partido Likud de Israel e o Partido Republicano americano se
alinharam com judeus ortodoxos, neoconservadores e, particularmente, com o
movimento de colonos israelenses. A esquerda e a direita judaicas concordam no
combate ao “antissemitismo”, na subjugação dos palestinos e no aumento do poder
da minoria judaica dominante. No entanto, os judeus são propensos a rivalidades
internas pela liderança do grupo.
Judeus conservadores e liberais defendem valores e
estratégias divergentes, cada um aspirando a liderar a comunidade judaica e
Israel. A direita conservadora israelense é ultranacionalista, consequentemente
abertamente agressiva em relação aos palestinos, embora menos focada em
manipular a cultura ocidental. A esquerda liberal israelense é relativamente
mais internacionalista, consequentemente menos abertamente agressiva frente aos
palestinos, mas mais empenhada em disseminar ideologias liberais e até mesmo “woke”
no Ocidente. Todas essas divergências polarizaram a política israelense a ponto
de quase causar uma guerra civil entre esquerda e direita. É possível que essa
polarização também explique diversos acontecimentos na diáspora judaica e em
países ocidentais.
Provavelmente não é coincidência que a prisão de
Epstein e as revelações da grande mídia sobre seus laços com o
ex-primeiro-ministro e chefe da inteligência israelense, Ehud Barak, tenham
coincidido com a escalada da disputa de poder entre Barak e Netanyahu antes das
eleições israelenses de 2019. Assim, Netanyahu pode merecer algum crédito pela
condenação de Epstein. Isso já era evidente em 2019, como articulado no
Unz.com.[19]
Netanyahu está agora desesperado para fechar a caixa
de Pandora que ele abriu para garantir a eleição. Cenk Uygur e outros
observaram que provavelmente não é coincidência que as visitas de Netanyahu à
Casa Branca coincidam com os esforços renovados para lacrar os arquivos de Epstein.
Agente de Acesso
Outra tática para obscurecer ou minimizar a conexão
com Israel é questionar se Epstein era ou não um agente formalmente credenciado
do Mossad. Isso é manifestamente uma cortina de fumaça, pois existem inúmeras
maneiras de promover os interesses da elite israelense e judaica. Uma dessas
funções é a de agente de acesso, facilitando a infraestrutura para operações de
chantagem quase automáticas. O objetivo é implicar indivíduos proeminentes que
resistem à chantagem direta. Por exemplo, mesmo na ausência de conduta
criminosa abertamente explícita em um evento específico, a participação em um
voo do “Lolita Express” ou em uma visita à Ilha Epstein implica a pessoa por
associação. É claro que os membros da elite compreendem esse risco. Aliás,
muitos buscam essa implicação para garantir o apoio da elite judaica. Seja por
aliança ou por receio, todos receberam a mensagem implícita de Jeffrey Epstein:
Não critiquem Israel, os Rothschild e a elite judaica.
Os Rothschilds
Epstein obviamente transcendeu o papel de um agente
comum do Mossad. Ele serviu à elite judaica liderada pelos Rothschilds, que
estabeleceu Israel e a ordem global contemporânea. Isso fica evidente em suas
associações. Primeiro, o principal mentor inicial de Epstein, Jimmy Goldsmith,
pertencia a uma influente família judaica de banqueiros com séculos de história
e laços matrimoniais com os Rothschilds. Segundo, tanto a família Goldsmith
quanto a família Rothschild financiaram o império empresarial de Robert
Maxwell, intimamente ligado ao crime organizado internacional liderado por
judeus e às redes geopolíticas de Israel. Terceiro, o advogado de Epstein, Alan
Dershowitz, relatou que Lynn Forester de Rothschild era o contato crucial de
Epstein com os círculos da elite: a mulher que ocupava “o centro do aparato
inteiro”. (Dershowitz se alinha com a extrema direita judaica, o que pode
explicar sua disposição em implicar os Rothschilds em vez de Israel.)
Em quarto lugar, os arquivos mais recentes de
Epstein revelam[20] que, mesmo após sua
condenação por crimes sexuais em 2007, o banco Edmond de Rothschild manteve
Epstein como cliente, compensando-o generosamente por sua atuação junto ao
Departamento de Justiça dos EUA. Em quinto lugar, Les Wexner afirmou
recentemente (em 1h 5min)[21]
que Epstein representava toda a família Rothschild. (Assim como Dershowitz,
Wexner se alinha à extrema direita judaica.) Em sexto lugar, e mais crucial, o
próprio Epstein afirmou explicitamente seu vínculo empregatício com os
Rothschild. Ele escreveu literalmente em um de seus e-mails:[22] “Como você provavelmente sabe, eu represento
os Rothschild.”
Jeffrey Epstein não era do Mossad — ele era um
agente de acesso israelense.
As intermináveis especulações — Mossad, CIA, MI6,
"ligações com a Rússia" — não são por acaso...
Cenk Uygur esconde os
Rothschilds
Cenk Uygur expressou satisfação quando o
congressista Thomas Massie reconheceu os laços de Epstein com a inteligência
israelense. Ainda, simultaneamente, Uygur procurou desviar a atenção das conexões
de Epstein com os Rothschild. Isso não surpreende, dada a orientação
progressista de esquerda de Uygur. Ele evita discussões sobre a minoria judaica
dominante e até mesmo sobre a origem judaica de muitas figuras-chave no círculo
de Epstein. Ele evita particularmente a proximidade de Epstein com os
Rothschilds. De fato, Uygur chegou ao ponto de se desculpar por mencionar o
banco Rothschild e sua diretora, Ariane de Rothschild, uma associada próxima de
Jeffrey Epstein.
“É um infortúnio que a este banco ocorra de se chamar Rothschild, porque existe uma teoria da conspiração antissemita sobre como os Rothschild controlam o mundo inteiro.” (1 min 30 seg.)[23]
A seção de comentários do vídeo reflete o choque
generalizado com o aparente apoio de Uygur aos Rothschild. Muitos expressam
surpresa pelo fato de que, apesar de seus professados valores progressistas
de esquerda, Uygur se recusa a “seguir o dinheiro”, o qual historicamente leva
diretamente aos Rothschild.
Evidentemente, a direita americana se recusa a
abordar abertamente o poder de Israel, enquanto a esquerda americana evita o
escrutínio dos Rothschild. É quase como se os judeus conservadores dominassem a
mídia conservadora e os judeus liberais dominassem a mídia liberal, incluindo o
setor “alternativo.”
Contra-movimento de
Trump
Se a elite judaica liderada pelos Rothschild, em
conluio com agências de inteligência israelenses e ocidentais, exerce um poder
tão formidável, por que personalidades da mídia tiveram permissão para
pressionar Trump a divulgar os arquivos de Epstein? Talvez devido às demandas
esmagadoras da base MAGA e de políticos íntegros como Thomas Massie. Talvez
também porque Trump e outros líderes se ressentem da subjugação total pela
elite judaica e por Israel. Ao divulgar partes dos arquivos de Epstein, Trump
garante alguma vantagem sobre Netanyahu e os Rothschild. Chantagem e ameaças
mútuas fomentam relações estáveis, particularmente na política. Isso pode
explicar o último desenvolvimento nessa disputa: os arquivos de Epstein,
divulgados em 19 de fevereiro de 2026, revelaram que a Missão Permanente de
Israel junto às Nações Unidas supervisionava a segurança do prédio de
apartamentos de Jeffrey Epstein em Nova York.[24]
Os Evangélicos
Talvez mesmo a revelação de que Israel controlava a
segurança da “mansão Lolita” de Epstein irá falhar em despertar os americanos.
Despertar os protestantes evangélicos — que continuam sendo apoiadores fiéis de
Israel e um grupo demográfico crucial no Partido Republicano — se mostra
particularmente desafiador. No entanto, Tucker Carlson pode ter encontrado uma
maneira de motivá-los, ao menos parcialmente, ao destacar as ações de Israel na
Palestina: o assassinato de cristãos e o bombardeio de igrejas. Carlson
reforçou essa ideia viajando para a região, apenas para ser detido e
interrogado como uma potencial ameaça à segurança nacional israelense. Pode isso
finalmente despertar alguns evangélicos?[25]
O TYT {The Young Turks} também tem destacado
recentemente as ações de Israel na Terra Santa com a ajuda de uma rainha da
beleza católica.[26]
Tradução e palavras entre chaves
por Mykel Alexander
Continua na parte 2
[1] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[2] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[3] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit: Parsis vs. Jews: Libertarian Solution to the Jewish Problem
Total Privatization or Fatal Embrace and Genocide?,
por Geurt Marco de Wit, 05 de setembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.
https://www.unz.com/article/parsis-vs-jews-libertarian-solution-to-the-jewish-problem/
[4] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[5] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit: Microsummary: Philosemitic vs. Libertarian World History
From Eternal Victims to Statist Warmongers, Ruling
Elite Studies, por Geurt Marco de Wit, 04 de fevereiro de 2026, Geurt de Wit Substack.
https://geurtdewit.substack.com/p/microsummary-philosemitic-vs-libertarian
[6] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[7] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
*1 Nota de Mykel Alexander: Amazon
bane Culture of Critique e Separation and Its Discontents, por Kevin MacDonald,
15 de abril de 2019, World Traditional
Front.
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/04/amazon-bane-culture-of-critique-e.html
[8] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[9] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
https://grokipedia.com/page/The_Israel_Lobby_and_U.S._Foreign_Policy
[10] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[11] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[12] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[13] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[14] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[15] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[16] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[17] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[18] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[19] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit: Epstein Pedoscandal Mossad-Timeline, por Geurt Marco de Wit, 27 de
setembro de 2019, The Unz Review – An
Alternative Media Selection.
https://www.unz.com/article/epstein-pedoscandal-mossad-timeline/
[20] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit: How Jeffrey Epstein Got So Rich: Two More Billionaire Clients, The
latest Epstein files from the DOJ name two more of the sex criminal’s
billionaire clients: real estate mogul Mortimer Zuckerman and Rothschild heir
by marriage Ariane de Rothschild. They apparently paid an unusually high premium
for his services, experts say, Por Giacomo Tognini, Monica Hunter-Hart, 04 de
fevereiro de 2026, Forbes.
[21] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[22] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit: Jeffrey Epstein Wasn’t Mossad — He Was an Israeli Access Agent - The
man who said “I represent the Rothschild” wasn’t serving an agency. He was
serving a dynasty, por Phanton pain, 15 de fevereiro de 2026, Substack Phanton pain.
https://phantompain1984.substack.com/p/jeffrey-epstein-wasnt-mossad-he-was
[23] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[24] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[25] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:
[26] Fonte utilizada por Geurt Marco
de Wit:American Pravda: A Christian Beauty Queen Challenges Zionist Power -
Israel, Christian Zionism, and the Fate of the Holy Land, por Ron Keeva Unz, 23
de fevereiro de 2026, The Unz Review – An
Alternative Media Selection.
https://www.unz.com/runz/a-christian-beauty-queen-challenges-zionist-power/
Fonte:
Epstein Litmus Test: Tucker Carlson, Alex Jones, and Cenk Uygur Fail - Tucker
Carlson: “Epstein was not working for Israel”, por Geurt Marco de Wit, 23 de
fevereiro de 2026, The Unz Review – An
Alternative Media Selection.
https://www.unz.com/article/epstein-litmus-test-tucker-carlson-alex-jones-and-cenk-uygur-fail/
Sobre
o autor: Geurt Marco de Wit (1968-), de origem holandesa e nacionalidade
finlandesa, estudou história geral na Universidade de Turku e possui um
mestrado em Filosofia. É um ativista político nacionalista na Finlândia.
___________________________________________________________________________________
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