sábado, 18 de abril de 2026

{Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: Tucker Carlson, Alex Jones e Cenk Uygur falham - Tucker Carlson: “Epstein não trabalhava para Israel” - por Geurt Marco de Wit

 

Geurt Marco de Wit


Introdução

Todas as sociedades são governadas por uma Janela de Overton,[1] a qual delineia as fronteiras do discurso público e das políticas aceitáveis, particularmente na esfera política. Ela estabelece o que é considerado auto-evidente e o que é proibido como tabu. Consequentemente, o comando sobre a produção de conhecimento por meio da academia e dos intelectuais,[2] bem como sua disseminação via escolas e mídia, assume importância primordial. O ser mestre da informação equivale a ser mestre da sociedade.

 

Captura do Estado

Os maiores mestres da produção e disseminação de informações têm sido, historicamente, os judeus. Isso decorre do fato surpreendente de que, por mais de 2.500 anos, as elites judaicas da Diáspora têm consistentemente recusado a assimilação às sociedades que as acolheram. Consequentemente, elas foram compelidas a manipular essas sociedades de duas maneiras principais. Por um lado, elas apoiaram as autoridades governantes contra as populações nativas, comprando dos governantes estatistas privilégios como a cobrança de impostos, o comércio de escravos e os monopólios comerciais e bancários. Por outro lado, elas destinaram parte dos lucros resultantes ao patrocínio de intelectuais que elaboraram narrativas filosemíticas.

Através dessa estratégia dupla, os judeus acumularam poder de forma galopante, particularmente na Europa e na América do Norte. Contudo, como Benjamin Ginsberg demonstrou em The Fatal Embrace {O Abraço Fatal}, essa aliança com o Estado e seus governantes contra a população anfitriã era inerentemente perigosa. Embora frequentemente conferisse lucros e poder substanciais aos judeus, ela também provocava recorrentes revoltas populares entre as populações anfitriãs, culminando em perseguições e expulsões de judeus de dezenas de países.

Não como outras elites inassimiláveis, como os populares parsis da Índia,[3] a elite judaica não mudaria sua estratégia para uma mais cooperativa. Em vez disso, a elite judaica escalou sua estratégia de duas maneiras. Por um lado, passou da exploração direta — como a cobrança de impostos, o tráfico de escravos e os monopólios comerciais — para a exploração indireta por meio de cartéis comerciais e, especialmente, sistemas bancários centrais de reservas fracionárias que, ao criar dinheiro do nada e cartelizar automaticamente a economia, conferiam a eles uma vantagem invisível na competição comercial. Por outro lado, eles radicalizaram narrativas para alterar a demografia e abrir as fronteiras do Estado para os judeus e seus aliados. Tudo isso, naturalmente, exigiu um controle ainda mais rígido tanto sobre o aparato estatal quanto sobre as narrativas predominantes. Em outras palavras, a elite judaica elevou a aposta ao visar à captura do Estado.[4]


{fonte}[5]

 

A Minoria Dominante

Quando a elite judaica manipulava narrativas, ela era capaz de criar tabus. O tabu mais profundo — ou o “elefante na sala” — na academia e na mídia ocidentais é agora o status dos judeus como a minoria dominante hostil no Ocidente.[6] Ainda, a influência judaica ainda não foi bem-sucedida em censurar completamente esse fato. No final da década de 1990, o professor Kevin MacDonald publicou sua trilogia Culture of Critique,[7] que elucidou como, ao longo do último século, a elite judaica criou a Cultura da Crítica para inverter ideias, políticas e dados demográficos ocidentais a serviço dos interesses judaicos e israelenses. The Culture of Critique parece ser o único livro de uma editora acadêmica tradicional (Praeger) especificamente banido da Amazon*1 devido ao seu conteúdo politicamente incorreto.

 

O Lobby Israelense

Até mesmo eminentes estudiosos da “escola do realismo ofensivo”[8] na ciência política, como John Mearsheimer, evitaram abordar diretamente o tabu da minoria judaica dominante. Contudo, em 2007, Mearsheimer abordou a questão indiretamente, fazendo a segunda melhor coisa. Juntamente com Stephen Walt, ele publicou The Israel Lobby and U.S. Foreign Policy[9] {O Lobby Israelense e a Política Externa dos EUA}, o qual expôs como esse lobby exerce controle substancial sobre a política externa americana.

Nos recentes meses, em meio ao genocídio em Gaza, a influência evidente do lobby israelense ganhou reconhecimento global, embora ainda seja ignorada ou minimizada no Ocidente. Acadêmicos e jornalistas americanos, em particular, estão bem cientes de que a crítica a Israel acarreta graves repercussões. O próprio Mearsheimer sofreu ataques implacáveis ​​de setores sionistas, incluindo Jeffrey Epstein e seu famoso advogado, Alan Dershowitz.[10]

 

Jeffrey Epstein

Simultaneamente à publicação de The Israel Lobby em 2007, surgiram evidências contundentes da influência do lobby israelense sobre os Estados Unidos. O financista judeu Jeffrey Epstein obteve um acordo judicial extremamente favorável, evitando, na prática, uma pena de prisão substancial, apesar de traficar meninas menores de idade. Esse acordo foi facilitado porque, como o procurador americano Acosta foi informado, Epstein “pertencia à inteligência” — evidentemente à inteligência israelense.

Esse episódio forneceu a demonstração mais convincente do domínio de Israel sobre os Estados Unidos: a exploração de meninas americanas para chantagear a elite do país em favor de Israel. Seria de se esperar uma explosão de indignação na grande mídia, com uma investigação exaustiva da ligação entre Epstein e Israel e do poder dos judeus e de Israel. Ainda, o silêncio prevaleceu. O assunto foi completamente suprimido. Que outras evidências são necessárias para afirmar o poder de Israel e da minoria judaica dominante?

 

Uma Nação Sob Chantagem

Somente após a segunda prisão de Epstein, mais de uma década depois, em 2019, a grande mídia demonstrou interesse. No entanto, a cobertura o retratou como um pedófilo idoso e isolado, ao lado de sua cúmplice depravada, Ghislaine Maxwell. Todas as ligações com judeus, os Rothschild e Israel foram meticulosamente obscurecidas.

Felizmente, em 2022, Whitney Webb detalhou as conexões israelenses de Epstein em sua obra em dois volumes, One Nation Under Blackmail: The Sordid Union Between Intelligence and Crime that Gave Rise to Jeffrey Epstein {Uma Nação Sob Chantagem: A Sórdida União entre Inteligência e Crime que Deu Origem a Jeffrey Epstein}. Webb demonstra que, por mais de meio século, Israel tem utilizado sindicatos do crime organizado judaico-italiano para fortalecer as estruturas bancárias, comerciais e políticas judaicas globais. Ela retrata Epstein principalmente como um banqueiro paralelo operando dentro desse nexo corrupto, onde a chantagem constituía apenas uma faceta. Webb revela que Epstein não criou essa rede, mas a herdou de mentores judeus influentes como Jimmy Goldsmith, Donald Barr, Alan C. Greenberg e, especialmente, Robert Maxwell, pai de Ghislaine.

Contudo, como esquerdista, Webb — a despeito de sua pesquisa exaustiva — frequentemente minimiza a dimensão judaica. Ela evidentemente considera as discussões sobre a minoria judaica dominante como racialmente preconceituosas. Em entrevistas, ela costuma inundar o público com inúmeros nomes importantes sem revelar que a maioria é judia. Essa evasão também é evidente no título do livro, que evita a referência explícita a Israel. Nesta entrevista explicando seu trabalho, ela afirma, em vez disso, que “O crime organizado está no comando. É com isso que estamos derradeiramente lidando aqui.” (54 min 50 seg)[11]

 

Os Arquivos Epstein

A importância da ligação entre Epstein e Israel poderia ter permanecido escondida se não fosse pela acirrada disputa presidencial de 2024 entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump. Para garantir a vitória, Trump prometeu divulgar os volumosos arquivos de Epstein ocultados pelo governo Biden. Após seu triunfo eleitoral, quando Trump renegou essa promessa, sua base de apoiadores do MAGA se indignou, fazendo com que seus índices de aprovação despencassem. Forçado a agir, Trump divulgou parte dos arquivos. Estes demonstram inequivocamente que Epstein promoveu os interesses israelenses. No entanto, a grande mídia persiste em ocultar a ligação com Israel, enquanto a mídia alternativa coloca papel menor.

Somente uma plataforma de mídia alternativa proeminente parece expor as ligações de Epstein com Israel de forma relativamente abrangente: The Young Turks[12] (TYT). Intrigantemente, os Jovens Turcos originais, há mais de um século, eram liderados por uma facção judaica Dönmeh que depôs o sultão otomano e orquestrou a Revolução Cultural Turca, promovendo uma Turquia secular. O grupo foi substancialmente influenciado por judeus e, durante a Primeira Guerra Mundial, atacou a Rússia e participou do genocídio de cristãos durante o Genocídio Armênio-Grego-Assírio.

O TYT é liderado pelo (judeu?) turco Cenk Uygur e pela judia-armênia Ana Kasparian. Eles evitam discussões sobre a minoria judaica dominante, mas desmascararam jornalistas que deliberadamente obscurecem as conexões de Epstein com Israel, alegando enquanto isso preposteramente que ele era um agente russo.[13]

 

O Teste Decisivo

Como ressaltam The Young Turks {Os Jovens Turcos}, agora nós possuímos um teste decisivo impecável: a recusa em reconhecer os serviços prestados por Epstein a Israel caracteriza um jornalista como desonesto. Notavelmente, quase todos os jornalistas falham nesse critério. Até mesmo Alex Jones e Tucker Carlson tentam minimizar o alinhamento de Epstein com os interesses israelenses. Eles admitem que Epstein era judeu, cercado por judeus influentes, confidente do ex-primeiro-ministro israelense e chefe da inteligência israelense, Ehud Barak,[14] e que frequentemente representava Israel em transações financeiras e geopolíticas com outros estados e multinacionais. Ainda, eles minimizam essas revelações afirmando que Epstein também colaborou com outras agências de inteligência, como a CIA americana, o MI6 britânico e possivelmente o GRU russo. Cenk Uygur observa que Alex Jones e inúmeros jornalistas conservadores omitem o fato de que Epstein interagiu com essas agências unicamente em busca de objetivos israelenses. Uygur também observa que Alex Jones, em particular, tenta atribuir a principal culpa ao Partido Democrata.[15]

 

Pedalada para trás de Tucker Carlson

Tucker Carlson tem sido mais direto sobre a ligação entre Epstein e Israel do que Alex Jones. Ele chegou a divulgar um trecho de um minuto de sua entrevista com Cenk Uygur, na qual Uygur afirma explicitamente a lealdade de Epstein a Israel.[16]

Contudo, há alguns dias, Carlson lançou inesperadamente um vídeo de um minuto no YouTube onde afirma: “Epstein não trabalhava para Israel.” Ele defende, em vez disso, que Epstein atuava como um “agente independente,” auxiliando esporadicamente diversas agências de inteligência, mas servindo principalmente a uma misteriosa elite globalista — um “supergoverno.” O vídeo já acumulou milhões de visualizações.[17]

Por que Carlson tem revertido o curso? Pode não ser coincidência que seu pai tenha trabalhado para a CIA e que o próprio Tucker supostamente tenha se candidatado, sem sucesso, para ingressar na agência. De fato, Vladimir Putin destacou o histórico da família Tucker na CIA, como Tucker reconhece neste vídeo de um minuto.[18]

 

A Elite Globalista

Atribuir a responsabilidade final a um “supergoverno” ou a uma enigmática elite globalista pode servir como uma conveniente evasão, dispensando a necessidade de identificar Israel, os judeus e outros grupos ou indivíduos influentes específicos. De um ponto de vista libertário, no entanto, culpar a elite dominante globalista pode ter algum mérito — se acompanhado de especificidade e da citação de nomes, como Murray Rothbard fez em Wall Street, Banks and American Foreign Policy. Rothbard argumentou que a aliança entre os grandes bancos e as grandes empresas globalistas forma, de fato, uma elite dominante conspiratória que primeiro alcançou a captura regulatória e depois a captura do Estado, continuando a supervisionar o centro supremo do poder: a máquina monetária do Federal Reserve. Segundo Rothbard, essa elite dominante é composta por três contingentes étnicos vagamente liderados por três famílias bancárias proeminentes: os Rothschilds, liderando a elite judaica; os Rockefellers, a elite americana; e os Morgans e Windsors, a elite WASP/britânica.

Muitos outros economistas e historiadores também destacaram o poder e o papel historicamente significativo dos Rothschild. Consequentemente, é duplamente suspeito minimizar a questão de Israel, enfatizando um supergoverno globalista e silenciando sobre figuras proeminentes do globalismo como os Rothschild, que historicamente arquitetaram em grande parte não apenas Israel, mas também a ordem globalista contemporânea dominada pelo Banco da Inglaterra e pelo Federal Reserve.

 

Esquerda e Direita Judaicas

A conexão com os Rothschild também explicaria a aparente mudança de posição de Epstein, afastando-se de Benjamin Netanyahu e Trump e aproximando-se de seus rivais mais alinhados aos Rothschild, Ehud Barak e os Clinton. Afinal, tanto a esquerda israelense quanto a americana — como o Partido Trabalhista de Israel e o Partido Democrata americano — tradicionalmente se alinharam mais estreitamente com os Rothschild e os neoliberais, enquanto o Partido Likud de Israel e o Partido Republicano americano se alinharam com judeus ortodoxos, neoconservadores e, particularmente, com o movimento de colonos israelenses. A esquerda e a direita judaicas concordam no combate ao “antissemitismo”, na subjugação dos palestinos e no aumento do poder da minoria judaica dominante. No entanto, os judeus são propensos a rivalidades internas pela liderança do grupo.

Judeus conservadores e liberais defendem valores e estratégias divergentes, cada um aspirando a liderar a comunidade judaica e Israel. A direita conservadora israelense é ultranacionalista, consequentemente abertamente agressiva em relação aos palestinos, embora menos focada em manipular a cultura ocidental. A esquerda liberal israelense é relativamente mais internacionalista, consequentemente menos abertamente agressiva frente aos palestinos, mas mais empenhada em disseminar ideologias liberais e até mesmo “woke” no Ocidente. Todas essas divergências polarizaram a política israelense a ponto de quase causar uma guerra civil entre esquerda e direita. É possível que essa polarização também explique diversos acontecimentos na diáspora judaica e em países ocidentais.


Provavelmente não é coincidência que a prisão de Epstein e as revelações da grande mídia sobre seus laços com o ex-primeiro-ministro e chefe da inteligência israelense, Ehud Barak, tenham coincidido com a escalada da disputa de poder entre Barak e Netanyahu antes das eleições israelenses de 2019. Assim, Netanyahu pode merecer algum crédito pela condenação de Epstein. Isso já era evidente em 2019, como articulado no Unz.com.[19]

Netanyahu está agora desesperado para fechar a caixa de Pandora que ele abriu para garantir a eleição. Cenk Uygur e outros observaram que provavelmente não é coincidência que as visitas de Netanyahu à Casa Branca coincidam com os esforços renovados para lacrar os arquivos de Epstein.

 

Agente de Acesso

Outra tática para obscurecer ou minimizar a conexão com Israel é questionar se Epstein era ou não um agente formalmente credenciado do Mossad. Isso é manifestamente uma cortina de fumaça, pois existem inúmeras maneiras de promover os interesses da elite israelense e judaica. Uma dessas funções é a de agente de acesso, facilitando a infraestrutura para operações de chantagem quase automáticas. O objetivo é implicar indivíduos proeminentes que resistem à chantagem direta. Por exemplo, mesmo na ausência de conduta criminosa abertamente explícita em um evento específico, a participação em um voo do “Lolita Express” ou em uma visita à Ilha Epstein implica a pessoa por associação. É claro que os membros da elite compreendem esse risco. Aliás, muitos buscam essa implicação para garantir o apoio da elite judaica. Seja por aliança ou por receio, todos receberam a mensagem implícita de Jeffrey Epstein: Não critiquem Israel, os Rothschild e a elite judaica.

 

"Seja por aliança ou por receio, todos receberam a mensagem implícita de Jeffrey Epstein: Não critiquem Israel, os Rothschild e a elite judaica." (Geurt Marco de Wit). {Na esquerda da foto a judia Ariane de Rothschild, do grupo Edmond de Rothschild; na direita da foto o judeu e pedófilo agente de interesses israelenses Jeffrey Epstein. Foto em How the house of Rothschild became entangled with Epstein, 07 de fevereiro de 2026, Finantial Times.}


Os Rothschilds

Epstein obviamente transcendeu o papel de um agente comum do Mossad. Ele serviu à elite judaica liderada pelos Rothschilds, que estabeleceu Israel e a ordem global contemporânea. Isso fica evidente em suas associações. Primeiro, o principal mentor inicial de Epstein, Jimmy Goldsmith, pertencia a uma influente família judaica de banqueiros com séculos de história e laços matrimoniais com os Rothschilds. Segundo, tanto a família Goldsmith quanto a família Rothschild financiaram o império empresarial de Robert Maxwell, intimamente ligado ao crime organizado internacional liderado por judeus e às redes geopolíticas de Israel. Terceiro, o advogado de Epstein, Alan Dershowitz, relatou que Lynn Forester de Rothschild era o contato crucial de Epstein com os círculos da elite: a mulher que ocupava “o centro do aparato inteiro”. (Dershowitz se alinha com a extrema direita judaica, o que pode explicar sua disposição em implicar os Rothschilds em vez de Israel.)

Em quarto lugar, os arquivos mais recentes de Epstein revelam[20] que, mesmo após sua condenação por crimes sexuais em 2007, o banco Edmond de Rothschild manteve Epstein como cliente, compensando-o generosamente por sua atuação junto ao Departamento de Justiça dos EUA. Em quinto lugar, Les Wexner afirmou recentemente (em 1h 5min)[21] que Epstein representava toda a família Rothschild. (Assim como Dershowitz, Wexner se alinha à extrema direita judaica.) Em sexto lugar, e mais crucial, o próprio Epstein afirmou explicitamente seu vínculo empregatício com os Rothschild. Ele escreveu literalmente em um de seus e-mails:[22]Como você provavelmente sabe, eu represento os Rothschild.

Jeffrey Epstein não era do Mossad — ele era um agente de acesso israelense.

As intermináveis ​​especulações — Mossad, CIA, MI6, "ligações com a Rússia" — não são por acaso...

 

Cenk Uygur esconde os Rothschilds

Cenk Uygur expressou satisfação quando o congressista Thomas Massie reconheceu os laços de Epstein com a inteligência israelense. Ainda, simultaneamente, Uygur procurou desviar a atenção das conexões de Epstein com os Rothschild. Isso não surpreende, dada a orientação progressista de esquerda de Uygur. Ele evita discussões sobre a minoria judaica dominante e até mesmo sobre a origem judaica de muitas figuras-chave no círculo de Epstein. Ele evita particularmente a proximidade de Epstein com os Rothschilds. De fato, Uygur chegou ao ponto de se desculpar por mencionar o banco Rothschild e sua diretora, Ariane de Rothschild, uma associada próxima de Jeffrey Epstein.

“É um infortúnio que a este banco ocorra de se chamar Rothschild, porque existe uma teoria da conspiração antissemita sobre como os Rothschild controlam o mundo inteiro.” (1 min 30 seg.)[23]

A seção de comentários do vídeo reflete o choque generalizado com o aparente apoio de Uygur aos Rothschild. Muitos expressam surpresa pelo fato de que, apesar de seus professados ​​valores progressistas de esquerda, Uygur se recusa a “seguir o dinheiro”, o qual historicamente leva diretamente aos Rothschild.

Evidentemente, a direita americana se recusa a abordar abertamente o poder de Israel, enquanto a esquerda americana evita o escrutínio dos Rothschild. É quase como se os judeus conservadores dominassem a mídia conservadora e os judeus liberais dominassem a mídia liberal, incluindo o setor “alternativo.”

 

{A família judaica Rothschild fez sua fortuna na Europa nos séculos XVIII e XIX em grande parte financiando os dois lados das guerras}. “A lista acima apresenta os empréstimos concedidos pelos Rothschild entre 1817 e 1848, até onde se pode apurar com certeza: o total é de US$ 654.847.200 (£ 130.969.440)”. Jewish Encyclopedia, vol. 10/12, entrada ROTHSCHILD, pag. 495, por By: Joseph Jacobs, Isidore Singer, Frederick T. Haneman, Jacques Kahn, Goodman Lipkind, J. de Haas, I. L. Bril.

Contra-movimento de Trump

Se a elite judaica liderada pelos Rothschild, em conluio com agências de inteligência israelenses e ocidentais, exerce um poder tão formidável, por que personalidades da mídia tiveram permissão para pressionar Trump a divulgar os arquivos de Epstein? Talvez devido às demandas esmagadoras da base MAGA e de políticos íntegros como Thomas Massie. Talvez também porque Trump e outros líderes se ressentem da subjugação total pela elite judaica e por Israel. Ao divulgar partes dos arquivos de Epstein, Trump garante alguma vantagem sobre Netanyahu e os Rothschild. Chantagem e ameaças mútuas fomentam relações estáveis, particularmente na política. Isso pode explicar o último desenvolvimento nessa disputa: os arquivos de Epstein, divulgados em 19 de fevereiro de 2026, revelaram que a Missão Permanente de Israel junto às Nações Unidas supervisionava a segurança do prédio de apartamentos de Jeffrey Epstein em Nova York.[24]

 

Os Evangélicos

Talvez mesmo a revelação de que Israel controlava a segurança da “mansão Lolita” de Epstein irá falhar em despertar os americanos. Despertar os protestantes evangélicos — que continuam sendo apoiadores fiéis de Israel e um grupo demográfico crucial no Partido Republicano — se mostra particularmente desafiador. No entanto, Tucker Carlson pode ter encontrado uma maneira de motivá-los, ao menos parcialmente, ao destacar as ações de Israel na Palestina: o assassinato de cristãos e o bombardeio de igrejas. Carlson reforçou essa ideia viajando para a região, apenas para ser detido e interrogado como uma potencial ameaça à segurança nacional israelense. Pode isso finalmente despertar alguns evangélicos?[25]

O TYT {The Young Turks} também tem destacado recentemente as ações de Israel na Terra Santa com a ajuda de uma rainha da beleza católica.[26]

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua na parte 2

Notas:

[1] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://grokipedia.com/page/Overton_window

[2] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://geurtdewit.substack.com/publish/post/188889700

[3] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Parsis vs. Jews: Libertarian Solution to the Jewish Problem

Total Privatization or Fatal Embrace and Genocide?, por Geurt Marco de Wit, 05 de setembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/parsis-vs-jews-libertarian-solution-to-the-jewish-problem/

[4] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://grokipedia.com/page/State_capture

[5] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Microsummary: Philosemitic vs. Libertarian World History

From Eternal Victims to Statist Warmongers, Ruling Elite Studies, por Geurt Marco de Wit, 04 de fevereiro de 2026, Geurt de Wit Substack.

https://geurtdewit.substack.com/p/microsummary-philosemitic-vs-libertarian

[6] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://grokipedia.com/page/Dominant_minority

[7] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://grokipedia.com/page/The_Culture_of_Critique_series

*1 Nota de Mykel Alexander: Amazon bane Culture of Critique e Separation and Its Discontents, por Kevin MacDonald, 15 de abril de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/04/amazon-bane-culture-of-critique-e.html

[8] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://grokipedia.com/page/Offensive_realism

[10] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=K8PiNu3pBjY

[11] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=7uS4mH4FtYs

[12] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://tyt.com/

[13] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=8YWFu9O4igE

[14] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://grokipedia.com/page/Ehud_Barak

[15] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=MEFHkh6LNqw

[16] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=msA8vSBoc8U

[17] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=p8tBQ2-J9w0

[18] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=6sWl_OnH7JQ

[19] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Epstein Pedoscandal Mossad-Timeline, por Geurt Marco de Wit, 27 de setembro de 2019, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/epstein-pedoscandal-mossad-timeline/

[20] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: How Jeffrey Epstein Got So Rich: Two More Billionaire Clients, The latest Epstein files from the DOJ name two more of the sex criminal’s billionaire clients: real estate mogul Mortimer Zuckerman and Rothschild heir by marriage Ariane de Rothschild. They apparently paid an unusually high premium for his services, experts say, Por Giacomo Tognini, Monica Hunter-Hart, 04 de fevereiro de 2026, Forbes.

https://www.forbes.com/sites/giacomotognini/2026/02/04/how-jeffrey-epstein-got-so-rich-two-more-billionaire-clients-mortimer-zuckerman-ariane-de-rothschild/

[21] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://youtu.be/i4rSBwupwac?t=3902

[22] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Jeffrey Epstein Wasn’t Mossad — He Was an Israeli Access Agent - The man who said “I represent the Rothschild” wasn’t serving an agency. He was serving a dynasty, por Phanton pain, 15 de fevereiro de 2026, Substack Phanton pain.

https://phantompain1984.substack.com/p/jeffrey-epstein-wasnt-mossad-he-was

[23] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=4fzo_geRTwo

[24] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=2HJrGi1wZgU

[25] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=TNJdCCJombw

[26] Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:American Pravda: A Christian Beauty Queen Challenges Zionist Power - Israel, Christian Zionism, and the Fate of the Holy Land, por Ron Keeva Unz, 23 de fevereiro de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/a-christian-beauty-queen-challenges-zionist-power/

Fonte: Epstein Litmus Test: Tucker Carlson, Alex Jones, and Cenk Uygur Fail - Tucker Carlson: “Epstein was not working for Israel”, por Geurt Marco de Wit, 23 de fevereiro de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/epstein-litmus-test-tucker-carlson-alex-jones-and-cenk-uygur-fail/

Sobre o autor: Geurt Marco de Wit (1968-), de origem holandesa e nacionalidade finlandesa, estudou história geral na Universidade de Turku e possui um mestrado em Filosofia. É um ativista político nacionalista na Finlândia.

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Por Favor, Alguma Conversa Direta do Movimento pela Paz - Grupos sionistas condenam “extremistas” a menos que sejam judeus - por Philip Giraldi

A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber

Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

{Massacres sobre os alauítas após a queda da Síria de Bashar Hafez al-Assad} - por Raphael Machado

Mudança de Regime na Síria: mais um passo em direção ao “Grande Israel” - por Alan Ned Sabrosky

Guerra de agressão não declarada dos EUA-OTAN-Israel contra a Síria: “Terrorismo da al-Qaeda” para dar um golpe de Estado contra um governo secular eleito - por Michael Chossudovsky

Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir

O Grande Israel e o Messias Conquistador - por Alexander Dugin

O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio - por Stuart Littlewood

Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka