| Karl Nemmersdorf |
O fato de que esquadrões itinerantes de terroristas judeus — ateus, cheios de ódio e movidos por um espírito de vingança — liquidaram milhões de pessoas ao longo de um período três vezes maior do que a duração do Terceiro Reich coloca a história do século XX em uma perspectiva muito mais clara. … Em 15 de novembro, tropas vermelhas entraram em Sebastopol “lideradas por um carro blindado que ostentava o emblema da estrela vermelha e, em letras vermelhas garrafais, a palavra ‘Anticristo’ — um gesto muito característico dos comissários judeus nos primórdios do regime comunista”.
Introdução
É
bem conhecido, em certos círculos, que judeus foram responsáveis por uma
longa lista de atrocidades na União Soviética. A magnitude pura e simples das
atrocidades cometidas naquela época é estarrecedora. Entre 1917 e 1953, milhões
de russos sofreram prisões, torturas e assassinatos; outros milhões pereceram
no Gulag; e mais milhões ainda morreram em fomes provocadas pelo Estado. Entre
os responsáveis por esses horrores, havia muitos judeus.*1
Ainda, a conexão entre perpetradores específicos e crimes específicos é
frequentemente vaga.1 Este
artigo visa delinear a conexão entre um determinado grupo de judeus e um
massacre particularmente notório: aquele ocorrido na Crimeia no final de 1920.
Como antecedente, nós daremos uma olhada na carreira de uma das principais
figuras dessa tragédia: uma bolchevique extremamente fanática chamada Rozalia
Zemliachka. Essa mulher, uma comunista de linha dura e odiosa, teve uma longa
carreira revolucionária. Ela ingressou no movimento ainda jovem, em 1896,
juntou-se à facção bolchevique de Lenin, participou das revoluções de 1905 e
1917, atuou como comissária política de exércitos durante a Guerra Civil Russa
e, mais tarde, prosperou sob o regime de Stalin, que se alinhava perfeitamente
às suas próprias convicções. Ela recebeu as mais altas honrarias do Estado e
morreu de causas naturais — um feito notável para a época — em 1947. Foi
sepultada na Praça Vermelha, ao lado de outras figuras de destaque do regime.
Ela executou o massacre que é objeto deste ensaio em 1920, ao final da Guerra
Civil Russa, quando Lenin a enviou à Crimeia — acompanhada por um grupo de
outros judeus de alto escalão — para liquidar elementos hostis ao poder
comunista. Historiadores estimam que o número de mortos, em apenas alguns
meses, ultrapassou 50.000 pessoas. Analisemos, então, esse grupo implacável de
judeus comunistas e a grande tragédia que infligiram ao povo da Crimeia.
Rozalia Zemlichka
Primeiros anos.
Rozalia Samoilovna Zalkind, que mais tarde adotou o pseudônimo clandestino
Zemliachka (“compatriota”), nasceu em 1876 em uma família judaica.2 Seu pai, Samuil Markovich Zalkind, era
um rico mercante radicado em Kiev. A família simpatizava com o crescente
movimento revolucionário russo — que era, em grau notável, judaico3 — e todos os filhos e filhas aderiram a
partidos revolucionários.4 Quando o
czar Alexandre II foi vítima, em 1881, de uma conspiração na qual uma mulher
judia desempenhou um papel fundamental5,
a família Zalkind aprovou o assassinato e pode ter tido alguma conexão distante
com os regicidas. “Mais tarde naquele ano, a polícia revistou a casa deles em
busca de panfletos ilegais.”6 Ainda
jovem, Rozalia testemunhou a prisão de dois de seus irmãos por atividade
revolucionária.7
| Rozalia Zemlyachka (1876-1947) como uma jovem revolucionária, atraente e feminina. |
Rozalia
frequentou o ginásio em Kiev, concluindo os estudos aos quinze anos. Nessa
época, a revolucionária precoce, sob a influência de seus irmãos mais velhos,
já se via como populista, mas logo migrou para o marxismo, debruçando-se sobre
os requeridos textos. É muito provável que ela tenha feito essa mudança porque
o movimento populista*2
enfatizava uma ligação com a cultura russa e com os camponeses; como judia, ela
provavelmente simpatizava muito mais com o modelo marxista internacionalista e
“científico”. Ela também havia identificado os trabalhadores industriais como
mais propensos do que os camponeses a se engajarem na destruição da ordem existente.8 Assim como Marx e muitos outros
radicais, ela partiu do imperativo da revolução para a condição dos
trabalhadores, e não vice-versa.9
Trajetória
Revolucionária
Seu
pai a enviou a Lyon para estudar medicina, mas, em 1896, ela já estava de volta
à Rússia; as fontes conflitam sobre se ela chegou a obter o diploma. Ela comprometeu-se
de corpo e alma ao movimento revolucionário. Naquele ano, ela “estreou como
marxista”. Falou em uma reunião clandestina sobre “o movimento operário na Europa
Ocidental”. Pouco depois ela foi presa e encarcerada, período em que estudou o
marxismo com ainda mais afinco. Assim tinha começado a carreira de Zemliachka
como social-democrata.”10 (O
Partido Operário Social-Democrata Russo viria a se tornar, mais tarde, o
Partido Bolchevique.) Ela passou mais de dois anos na prisão (1899–1901) e saiu
de lá uma comunista convicta e endurecida — uma postura da qual, ao que tudo
indica, jamais vacilou. Cultivava uma personalidade implacável e usava o
pseudônimo Tverdokamennaia, que
significa “Dura como uma rocha”. Outro codinome que utilizava era “Demônio”, o
que leva a questionar o que a alma daquela jovem mulher estava experimentando.11
Não
demorou muito para que ela chamasse a atenção de Nadezhda Krupskaya,*3 esposa de Lênin, que ajudava a
coordenar as operações do Partido. Lev Bronshtein — que logo passaria a adotar
o nome “Trotsky” — havia enviado um relatório elogioso sobre sua amiga Rozalia,
exaltando seu temperamento e energia revolucionários, embora ressalvasse que
ela era dominadora e carecia de tato. Krupskaya (o casal Lênin estava exilado
na Europa Ocidental, visto que o Partido era ilegal na Rússia) enviou Rozalia
para organizar o grupo clandestino do Partido em Odessa. Logo, Zemliachka
tornou-se uma liderança na clandestinidade. Em março de 1903, o comitê do
Partido em Odessa estava firmemente sob o controle do [grupo pró-Lênin], e ela tinha
sido eleita delegada para o próximo Segundo Congresso do Partido... Zemliachka
revelou-se uma figura de comando, enérgica e de trabalho duro.12
| O amigo de Zemliachka, Lev Bronshtein-Trotsky (1879-1940) |
Em
meados de 1903, Zemliachka participou do fatídico Segundo Congresso do Partido
Operário Social-Democrata Russo (POSDR), em Bruxelas. (O congresso de fundação
ocorrera em 1898, em Minsk, essencialmente sob os auspícios do Bund Trabalhista
Judaico,*4 que era, de longe, a
maior organização socialista da Rússia. Quatro dos nove delegados daquele
congresso eram judeus.) Dos quarenta e três delegados presentes ao Segundo Congresso,
vinte eram judeus.13 Pelo
menos até ser deportada pela polícia belga, Zemliachka pôde encontrar Lênin e
Krupskaya e participar dos debates, nos quais apoiou a ideia — decididamente
não marxista — de Lênin de formar um pequeno grupo conspiratório de
revolucionários profissionais para “conduzir” as massas trabalhadoras a beber
da fonte correta: a revolução violenta. A intransigência de Lênin nesse ponto
levou a uma ruptura amarga com os moderados marxistas mais ortodoxos, que
ficaram conhecidos como mencheviques (“a minoria”).14 Lênin aproveitou uma votação favorável
durante os debates para proclamar sua facção como a dos bolcheviques, “a maioria.”
A divisão entre os dois grupos tornou-se permanente, e Zemliachka
comprometeu-se plenamente com Lênin. Outros aderindo a Lênin foram Josef
Stalin, Yakov Sverdlov e Lev Kamenev (cujo nome verdadeiro era Rosenfeld), três
homens destinados a desempenhar papéis importantes. Trotsky, no entanto,
afastou-se com os mencheviques e depois seguiu seu próprio caminho (ele era
notoriamente arrogante) até unir forças com Lênin pouco antes da Revolução
Bolchevique de novembro de 1917.
Após
o Congresso, o Comitê Central cooptou-a como membro, demonstrando sua nova
proeminência. Ela foi uma das mais importantes bolcheviques a atuar na Rússia
como agente de Lênin. Realizou trabalho político em São Petersburgo e
participou de reuniões de bolcheviques na Suíça e em Londres. Impôs-se com
firmeza nos debates sobre diretrizes nessas reuniões, defendendo medidas mais
enérgicas para fortalecer o Partido e acelerar a revolução, sem hesitar em
falar de forma incisiva com aqueles de quem ela discordava.15 Enquanto isso, a Revolução de 1905
ganhava força.*5 Após uma discussão com
membros do partido em São Petersburgo, Rozalia mudou-se para Moscou e tornou-se
secretária do Comitê do Partido de Moscou, o que a colocou entre os principais
bolcheviques da cidade. Ela se opôs a um levante por acreditar que ele
fracassaria, mas, quando uma greve que evoluiu para revolta teve início em
dezembro, ela “lutou nas barricadas” e empregou bondes blindados na luta inútil
contra as poderosas forças governamentais enviadas para restaurar a ordem.16 (As fontes sobre Zemliachka são
frustrantemente escassas; até mesmo Barbara Evans Clements, que recorreu a
fontes russas, fornece poucos detalhes: “lutou nas barricadas” é tudo o que
sabemos. Um artigo em russo afirma que ela disparou armas no curso da revolta.17)
Na
repressão governamental que se seguiu, Zemliachka foi presa e encarcerada em
São Petersburgo. Ela contraiu tuberculose (doença que vitimara seu marido,
Schmuel Berlin, em 1902) e um problema cardíaco, levando o governo a
conceder-lhe a libertação por motivos de saúde. Ela então partiu para o
exterior (1909), onde permaneceu — até a eclosão da Primeira Guerra Mundial –
principalmente na Suíça. Barbara Evans Clements afirma que ela evitou qualquer
contato com outros revolucionários exilados (milhares dos quais estavam na
Europa Ocidental), mas outra fonte indica que ela trabalhou em estreita
colaboração com Lênin.18 Ela
“estava profundamente deprimida com o desfecho das revoltas de 1905 e culpava
seus camaradas que, em sua opinião, haviam desperdiçado as grandes
oportunidades oferecidas por aquele ano revolucionário...”19 Ela só retornou à Rússia em 1914,
retomando quietamente suas atividades partidárias em Moscou.
Após
a Revolução de Fevereiro de 1917 derrubar o Czar, ela apoiou as exigências
radicais de Lênin por “todo o poder aos sovietes” e pela retirada imediata da
guerra contra a Alemanha. Naquela época, praticamente todos os socialistas,
incluindo a maioria dos bolcheviques, presumiam que o objetivo era apoiar o
novo Governo Provisório democrático*6
e preparar a convocação de uma Assembleia Constituinte para formar uma
república constitucional. Isso representaria (na teoria marxista) a “revolução
burguesa” de que a Rússia — com seu parque industrial ainda incipiente —
necessitava para desenvolver um sistema capitalista avançado e abrir caminho
para o confronto dialético marxista entre os “trabalhadores oprimidos” e os
“capitalistas”. No entanto, tal processo poderia levar décadas, e Lênin não
estava disposto a esperar; tampouco estavam Trotsky e Zemliachka. Eles
percebiam que o Governo Provisório era fraco e que o poder estava ao alcance de
quem o tomasse. A ênfase predominante que davam ao dogma marxista em seus
escritos e discursos evaporou-se assim que vislumbraram a possibilidade de
assumir o poder. “Em meados do verão, [Rozalia] instava o comitê do partido em
Moscou a reunir armas e organizar uma milícia, preparando-se para a tomada do
poder.”20 Lênin e Trotsky pressionaram os
bolcheviques reticentes em Petrogrado a fazerem o mesmo. Assim que Trotsky
tomou o poder em Petrogrado, naquele mês de novembro, os bolcheviques em Moscou
prepararam um golpe, constituindo um Comitê Militar-Revolucionário (nos moldes
do de Petrogrado) para liderá-lo. O secretário do Comitê era Arkady Rozengolts,
que parece ter desempenhado o papel principal na insurreição.21 Zemliachka liderou a tomada de
controle em um dos distritos da cidade (novamente, sem detalhes). Após alguns
dias de combates, eles venceram os pequenos destacamentos que defendiam o Governo
Provisório, e as duas principais cidades da Rússia caíram nas mãos dos
bolcheviques, em grande parte através da iniciativa judaica.
Zemliachka na Revolução
Zemliachka
trabalhou no Comitê do Partido em Moscou durante muito de 1918. (Lênin havia
transferido a capital de Petrogrado para Moscou em março e, assim, todo o poder
coalesceu ali.) Ao longo daquele ano, o regime bolchevique enfrentou problemas
imensos: a guerra civil intensificava-se em várias frentes, a economia estava
praticamente paralisada e havia massiva inquietação doméstica. A população estava
faminta e desempregada; estava também revoltada por ser intimidada e espoliada
por comissários e judeus, e não temia expressar isso. Trabalhadores enfurecidos
vaiaram e impediram a fala de Grigory Zinoviev — o chefe judeu de Petrogrado
(cujo nome verdadeiro era Radomyslsky) — em comícios diversas vezes.22 Esse não foi um incidente isolado.
Lênin tentou acalmar os trabalhadores na mesma cidade, mas “foi vaiado e
forçado a deixar o palco, juntamente com Zinoviev, sob gritos de ‘Abaixo os
judeus e os comissários!’”23 Até
mesmo unidades do Exército Vermelho protagonizavam motins, realizavam pogroms e
exigiam a remoção de judeus do governo.24
Tudo isso contribuiu para criar uma mentalidade de cerco entre os bolcheviques
que, já no final do verão, haviam recorrido a execuções em massa e campos de
concentração. O assassinato de várias autoridades bolcheviques — ambas judias —
e uma tentativa de assassinato contra Lênin levaram o regime a desencadear um
banho de sangue estendido, o Terror Vermelho, a partir de setembro.25 Esse Terror Vermelho acabou por se
fundir e exacerbar a Guerra Civil que perdurou até bem avançado o ano de 1920.
Nessa
atmosfera, com o regime bolchevique em grave perigo, Zemliachka decidiu
juntar-se à luta para assegurar o futuro Elísio socialista. Ela solicitou uma
designação para o front, a fim de combater os Exércitos Brancos que haviam entrado
em campo contra os bolcheviques. Aos quarenta e dois anos, no entanto, ela não
iria liderar homens em batalha. O que poderia fazer uma mulher bolchevique de
meia-idade? Ora, ela poderia atuar como comissária política no Exército
Vermelho. Dessa forma, poderia discursar para os soldados sobre política,
supervisionar operações e dar ordens aos oficiais. Também poderia ordenar a
execução de qualquer pessoa que se opusesse ao domínio de “judeus e
comissários.”
Por
causa que eles não confiavam nos camponeses e nos antigos oficiais czaristas
que compunham seu exército, os bolcheviques criaram um sistema de controle
político sobre as unidades militares: os comissários políticos.26
Eles
inseriam membros do partido de confiança nas principais unidades militares para
realizar a doutrinação política das tropas e exercer controle sobre os
oficiais. De fato, as operações só podiam prosseguir com a aprovação do
comissário, que detinha status igual ao do oficial comandante e referendava todas
as ordens. Desnecessário dizer que um grande número desses comissários era
judeu.27
Entre
o final de 1918 e o final de 1920, Zemliachka desempenhou o papel de destaque
de comissária de dois exércitos — o Oitavo e o Décimo Terceiro (sucessivamente)
—, ambos atuando na Frente Sul, na Ucrânia. Nessa função, ela chefiava um “departamento
político” composto por uma dúzia ou mais de ativistas e detinha grande poder
sobre cerca de 80 mil combatentes, equiparando-se praticamente ao general no
comando. Ela teve a oportunidade de demonstrar seu fanatismo e sua energia no
cenário crucial da Guerra Civil, vestindo trajes masculinos e uma jaqueta de
couro para exibir sua dureza bolchevique: “já na casa dos quarenta anos, o
único vestígio de suas origens burguesas era o pince-nez que usava, em
contraste grotesco com o cabelo curto, as botas, as calças e o casaco de couro.”28 Ela era “trabalhadora e eficiente...
uma comandante exigente que dava instruções sobre tudo, desde a redação de
discursos até a higiene pessoal.”29 Ela estava
ávida por destruir os inimigos do domínio vermelho, declarando: “Nós precisamos
de uma luta implacável e incessante contra as serpentes que se escondem na
clandestinidade... Nós devemos aniquilá-las, varrê-las de toda parte com uma
vassoura de ferro.”30 Isso ecoava a infame
convocação de Zinoviev, que afirmou em um discurso público, em setembro de
1918: “Nós devemos levar conosco 90 milhões dos 100 milhões de habitantes da
Rússia Soviética. Quanto ao restante, nós não temos nada a dizer-lhes. Eles devem
ser aniquilados.”31
| Zemliachka na Revolução |
Só o céu sabe quantos homens pereceram sob as ordens de Zemliachka naqueles dois anos, que marcaram o auge do Terror Vermelho e da Guerra Civil. Sem dúvida, foram muitos. O terror atingiu uma fase apocalíptica quando os bolcheviques avançaram sobre a Crimeia no final de 1920, após a evacuação do último contingente do Exército Branco. O mundo testemunharia, então, um exemplo de implacável sede de sangue judaica, exercida contra uma população indefesa cujo único pecado era desejar uma vida livre da dominação judaica.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Continua...
*1 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Stalin’s Jews, por Sever Plocker, 21 de dezembro de 2006, Ynetnews.com.
http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html
{Traduzido ao português como:
- Os judeus de Stalin – parte 1 - artigo de Sever
Plocker, 17 de março de 2025, World
Traditional Front.
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/03/os-judeus-de-stalin-parte-1-artigo-de.html
}
1 Nota de Karl Nemmersdorf: Por
exemplo, muitos asseveram que “os judeus” foram responsáveis pelo Holodomor
ou pelo massacre de oficiais poloneses em Katyn. Eu não duvido que judeus
tenham estado envolvidos nesses episódios — Lazar Kaganovich e Leonid Raikhman,
respectivamente, é claro —, mas a documentação é escassa no que diz respeito a
outros além das figuras principais. Um exemplo de massacre bem documentado
envolvendo judeus é o assassinato do czar e de sua família — sendo os autores
Sverdlov, Goloshchekin, Yurovsky, etc.
2 Nota de Karl Nemmersdorf: A
família era certamente judaica; as fontes são unânimes.
3 Nota de Karl Nemmersdorf: Uma
leitura atenta da obra Jews and Revolution
in Nineteenth Century Russia, de Erich Haberer (Cambridge University Press,
2004), demonstrará amplamente esse fato.
4 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women
(Cambridge University Press, 1997), p. 37.
5 Nota de Karl Nemmersdorf: A
saber, Hesia Helfman. Veja Haberer, Jews
and Revolution in Nineteenth Century Russia, pp. 198-199.
6 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, pp.
23-24. Clements levanta a hipótese de que a família talvez tivesse algum
vínculo com os assassinos.
7 Nota de Karl Nemmersdorf: Kazimiera
Janina Cottam, Women in War and
Resistance: Selected Biographies of Soviet Women Soldiers (Nepean, Canada:
New Military Publishing, 1998), p. 426.
*2 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Russia's Populists, por Robert Wilde,13 de fevereiro de 2019, Thoughtco.
8 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, p. 24.
9 Nota de Karl Nemmersdorf: Arthur
Rosenberg, o historiador marxista alemão, afirma: “Marx não partiu da miséria
dos trabalhadores para a necessidade da revolução, mas da necessidade da
revolução para a miséria dos trabalhadores” (The History of Bolshevism, Oxford University Press, 1934, p. 24).
Entre os radicais da Nova Esquerda americana, isso era um segredo aberto, materializado
no slogan: “a questão não é a questão”.
10 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, p. 24.
11 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Marx, o novo ídolo de Rozalia, também se debruçou sobre imagens e temas
demoníacos. Quando ele tinha apenas dezoito anos, seu pai, atormentado,
perguntou-lhe em uma carta: “Esse seu coração, meu filho, o que o aflige?
Estaria ele sendo governado por um demônio?” Veja Paul Kengor, The Devil and Karl Marx (Tan Books,
2020), capítulos 2 a 4.
*3 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Nadya Krupskaya: the Russian revolutionary, por Vashna Jagarnath, 3
dezembro 2017, The Conversation.
https://theconversation.com/nadya-krupskaya-the-russian-revolutionary-88259
12 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, p. 76.
*4 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: vocábulo Bund, Jewish Virtual
Library.
13 Nota de Karl Nemmersdorf: Arno
Lustiger, Stalin and the Jews: The Red
Book (Enigma Books, 2003), p. 17. Pelo menos um outro delegado tinha sangue
judaico: seu avô materno chamava-se Israel Moses Blank. Eu falo de Lênin,
naturalmente.
14 Nota de Karl Nemmersdorf: Os
principais líderes dos mencheviques eram judeus: Julius Martov (nome verdadeiro
Tsederbaum), Fedor Dan (nome verdadeiro Gurvich) e Pavel Axelrod. A Wikipédia
lista oito fundadores ou membros mais importantes da facção menchevique, e
cinco deles eram judeus. Os outros eram Trotsky e Alexander Martinov (nome real
Pikker).
15 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, pp. 76-78.
*5 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Russian Revolution of 1905, Britannica.
16 Nota de Karl Nemmersdorf: Barricadas:
Barbara Evans Clements, Bolshevik Women,
p. 79. Bondes blindados: Richard Stites, The
Women’s Liberation Movement in Russia: Feminism, Nihilism, and Bolshevism,
1860-1930 (Princeton University Press, 1991), p. 275.
17 Nota de Karl Nemmersdorf: Pyotr
Romanov, Демон по имени Розалия Самойловна (“A Demon Named Rozalia
Samoilovna”). Acessado em 20 de maio 2025. https://ria.ru/20180817/1524692966.html
18 Nota de Karl Nemmersdorf: Universal
Jewish Encyclopedia, Isaac Landman, editor. 1943. “Zemlyachka, Rozalia.”
19 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, p. 79.
*6 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Provisional Government, por Siobhan Peeling, 1914-1918 – International Encyclopedia of the First World War.
https://encyclopedia.1914-1918-online.net/article/provisional-government/
20 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, p. 142.
21 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri
Slezkine, House of Government, pp.
138-139.
22 Nota de Karl Nemmersdorf: Este incidente ocorreu no verão de 1918. Zinoviev era o chefe de Petrogrado em virtude de seu cargo como presidente do Soviete de Petrogrado, um conselho revolucionário que os bolcheviques haviam apropriado para seu próprio uso. Richard Pipes, The Russian Revolution (Vintage Books, 1991), p 564.
23 Nota de Karl Nemmersdorf: Isso aconteceu um pouco mais tarde, em março de 1919, mas é um indício do sentimento crescente. The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. (Harvard University Press, 1999), p. 86.
24 Nota de Karl Nemmersdorf: R. Pipes, The Russian Revolution, pp. 611-612. Em The Black Book of Communism, p. 87, nós lemos: “Em Orel, Briansk, Gomel e Astracã, soldados amotinados uniram forças com [os trabalhadores em greve], gritando: ‘Morte aos judeus! Abaixo os comissários bolcheviques!’”
25 Nota de Karl Nemmersdorf: Os assassinatos tiveram como alvo poderosos bolcheviques judeus radicados em Petrogrado: Vladimir Volodarsky (cujo nome verdadeiro era Moisey Goldshtein) era comissário de imprensa, censura e propaganda — um “terrorista” e figura odiada, segundo seu colega bolchevique Lunacharsky — e foi morto a tiros em 20 de junho. O chefe da Cheka na cidade, Moisey Uritsky, foi baleado e morto no mesmo dia do atentado contra Lênin, 30 de agosto.
26 Nota de Karl Nemmersdorf: O “comissário militar” foi uma das principais inovações militares dos Vermelhos durante as guerras civis. Esses comissários atuavam como representantes do Partido Comunista Russo (bolcheviques) e do governo soviético, sendo integrados às formações militares... em todos os níveis, a fim de assegurar o controle político sobre elas... Quando, ao longo de 1918, o Exército Vermelho se transformou em um exército de massa baseado no recrutamento obrigatório e composto majoritariamente por camponeses, os comissários militares (ou voenkomy) assumiram também um papel ideológico e de agitação mais amplo...” Jonathan D. Smele, Historical Dictionary of the Russian Civil Wars, 1916 – 1926 (Rowman & Littlefield, 2015), p. 746. Estes eram os comissários políticos que Hitler visou mais tarde em sua Ordem dos Comissários de 1941.
27 Nota de Karl Nemmersdorf: Um comandante de brigada do Exército Vermelho chamado Kotomin, que desertou em 1919, relatou “que [as fileiras dos comissários] incluíam... ‘naturalmente, quase uma maioria de judeus’”. Evan Mawdsley, The Russian Civil War (Pegasus Books, 2008), p. 62.
28 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Stites, The Women’s Liberation Movement in Russia: Feminism, Nihilism, and Bolshevism, 1860-1930, p. 321.
29 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 182.
30 Nota de Karl Nemmersdorf: Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 386
31 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Clarendon Press, 1986), p. 114.
Fonte: Jewish
Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the
Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.
Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.
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