Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.5 - O trajeto para a guerra - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)
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| David Skrbina |
A Inglaterra posicionando-se de pé sozinha
Em
3 de setembro, Roosevelt transmitiu outro de seus muitos bate-papos ao pé da
lareira para o público americano. Continha a combinação usual de exagero,
propaganda e deturpação. “Quando a paz tem sido quebrada em qualquer lugar”,
disse ele, “a paz de todos os países em todos os lugares está em perigo”. Mesmo
aquele que luta pela neutralidade “não pode ser solicitado a fechar sua mente
ou sua consciência”. Seu final foi novamente disfarçado na linguagem hipócrita
da paz:
“Eu odeio guerra. Eu digo isso de novo e de novo. Eu espero que os Estados Unidos se mantenham fora desta guerra. Eu acredito que sim. E dou-lhe garantida afirmação e garantida reafirmação de que todos os esforços de seu governo serão dirigidos frente a esse fim. Enquanto permaneça em meu poder impedir, não haverá blecaute da paz nos Estados Unidos.”
Aqui
Roosevelt se revela claramente como um dissimulador e um mentiroso. Qualificações
relativistas, condicionais, meias-verdades — tudo evidentemente destinado a
manipular a opinião pública a favor da guerra. Judeus dentro e fora de seu
governo vinham pressionando por uma intervenção há anos; agora, com o combate
real em andamento, a pressão escalaria rapidamente. Roosevelt sabia disso, mas
disse nada. Afinal, ele enfrentaria outra eleição no ano seguinte e teria que
manter publicamente uma postura antiguerra ou correria o risco de perder para
os republicanos. Mas ele também tinha que manter seus financiadores judeus
felizes. O fato de que a grande maioria do povo americano ainda era fortemente
contra a guerra aparentemente não teve efeito sobre ele – tanto quanto para a
democracia.
Kennedy
podia ver o que estava acontecendo. Ele se opôs fortemente à entrada americana
na guerra, tanto por princípio quanto porque tinha três filhos que
provavelmente seriam arrastados – e, de fato, seu filho mais velho, Joe Jr.,
seria morto durante um bombardeio em 1944. Falando com seu colega Jay Moffat,
Kennedy disse: “Churchill… nos quer tão logo ele conseguir lá. Ele é impiedosamente
implacável e de planejar esquemas”41 – o que
não é surpreendente, dado que os britânicos se viram em uma guerra para a qual
não estavam preparados para lutar. Mas Churchill sabia a quem ir para recorrer:
“Ele também está em contato com grupos na América os quais têm a mesma ideia,
principalmente certos líderes judeus fortes”.
Não
que isso fosse um segredo. Em um memorando de dezembro de 1939 para o gabinete
britânico, Churchill lembrou o papel vital desempenhado pelos judeus na
Primeira Guerra Mundial – atrair os americanos, contra sua vontade, contra seus
desejos e contra seus interesses nacionais. “Não foi por motivos fúteis ou
sentimentais”, escreveu Churchill, que Balfour emitiu sua famosa promessa da
Palestina aos sionistas. “A influência dos judeus americanos foi avaliada então
como um fator da mais alta importância…” “Agora”, ele acrescentou, “eu deveria
ter pensado que era mais necessário, mesmo do que em novembro de 1917,
conciliar os judeus americanos e alistar sua ajuda no combate às tendências
isolacionistas e antibritânicas nos Estados Unidos”.42
Aqui
nós temos uma admissão incrivelmente raspada sem pelos. Churchill tem o sumo e total
desprezo pelas “tendências” (leia-se: princípios democráticos) dos americanos.
Sua única preocupação é alavancar o poder judaico para atrair uma nação neutra
para outra grande guerra, para salvar sua pele e ajudar seus amigos sionistas.43 Kennedy estava naturalmente muito
consternado – tanto com o fato de Churchill fazer uma coisa dessas quanto com o
fato de que parecia estar funcionando. “Não confio nele”, ele escreveu em seu
diário;44
“Ele sempre me impressionou por estar disposto a explodir a embaixada americana e dizer que eram os alemães se isso conseguisse os Estados Unidos dentro.”
Sem
dúvida isso era verdade – assim como Frank D. Roosevelt estaria disposto a sacrificar
cerca de 2.400 vidas americanas em Pearl Harbor precisamente para este fim.
Em
1940, Hitler obteve uma impressionante linha entrelaçada de vitórias,
culminando na captura de Paris em junho. Chamberlain resignou ao cargo de
primeiro-ministro, para ser substituído por Churchill, que imediatamente
iniciou o plano de ‘bases para contratorpedeiros’ com os EUA (veja acima).
Conforme
ano passou, Roosevelt continuou a mentir para o público americano. Seu discurso
de campanha em Boston em 30 de outubro continha as mesmas falsidades enganosas
de seus discursos anteriores. “Seu governo tem adquirido novas bases navais e
aéreas em território britânico no Oceano Atlântico” – mas nenhuma menção aos 50
contratorpedeiros extralegais que ele lhes deu em retorno. Ele se gabou de ter
dobrado o tamanho do exército no ano passado e de ter liberado US$ 8 bilhões em
contratos de defesa. Mas não se preocupem, compatriotas americanos: “Eu lhes
dou mais uma garantia. Eu já disse isso antes, mas vou dizer de novo e de novo
e de novo: seus meninos não serão enviados para nenhuma guerra estrangeira.”
Uma mentira acima de todas, e ele sabia disso.
Alguém
pode ser tentado a dar desculpas para Frank D. Roosevelt: que ele estava
moralmente dividido, que ele podia ver um perigo maior que o público não podia
ver, que ele tinha que mentir para nós ‘para nosso próprio bem’. Nada disso
resiste ao escrutínio. A ética da guerra está razoavelmente bem estabelecida,
pelo menos para democracias nominais. Eles incluiriam, no mínimo: proporcionalidade,
mutualidade, ameaça direta e apoio público. Ou seja, (a) quaisquer agressões
devem ser respondidas apenas com força equivalente, (b) as regras de uma parte
valem para todas, (c) a força é justificada apenas em face de uma ameaça direta
e iminente, e (d) a público deve receber uma avaliação honesta da situação e
seus desejos respeitados. É suficiente dizer que nenhuma dessas condições se
sustentaria. Alguém se pergunta: se o público soubesse do custo final – cerca
de 420.000 mortes americanas e cerca de US$ 4,2 trilhões (o equivalente nos
dias de hoje) – eles teriam abraçado a guerra, mesmo depois de Pearl Harbor? Ou
talvez eles tivessem levado Frank Delano Roosevelt e seus partidários judeus a
julgamento por fraude, traição e crimes de guerra?
Em
outubro, Joe Kennedy tinha o suficiente; ele resignou ao cargo. Mas ele
continuou a comentar o papel dos judeus, tanto para amigos quanto em seus
escritos particulares. Em 15 de dezembro, por exemplo, ele fez esta anotação no
diário:
“[O juiz Frankfurter] é suposto influenciar Roosevelt direta e indiretamente na política externa sobre as cabeças do [secretário de Estado] Hull e do [subsecretário de Estado] Welles, [e] cuja coorte de jovens advogados está em praticamente todos os departamentos do governo, todos ajudando a causa de refugiados judeus entrando na América... Parece-me que os simpatizantes ingleses estavam ligando sua causa aos judeus porque acham que têm toda a influência nos EUA.*36
A
população judaica nos Estados Unidos, incidentalmente, logo alcançaria a 5
milhões. Os meninos de Frankfurter estavam fazendo um bom trabalho.
Como
antes, Kennedy não estava sozinho em sua preocupação. Outro juiz da Suprema
Corte, Frank Murphy, confidenciou-lhe que “foram Frankfurter e Ben Cohen que
escreveram a opinião do procurador-geral sobre contratorpedeiros e bases”. Kennedy
acrescentou: “Murphy considera a influência judaica a mais perigosa. Ele disse
que, afinal, a esposa de [Harry] Hopkins era judia; A esposa de Hull é judia; e
Frankfurter e Cohen e esse grupo são todos judeus.”45
De sua parte, Welles se referiu em particular a Frankfurter como “perigoso” e
“um cinzelador de judeus”.
Uma
das observações mais reveladoras de Kennedy vem do diário de James Forrestal,
que na época era secretário da Marinha. Na anotação de 27 de dezembro de 1945, nós
lemos o seguinte:
Joguei golfe hoje com Joe Kennedy [...] Ele disse que a posição de Chamberlain em 1938 era que a Inglaterra não tinha nada com o que lutar e que não podia arriscar entrar em guerra com Hitler. A visão de Kennedy: Que Hitler teria lutado contra a Rússia sem nenhum conflito posterior com a Inglaterra, se não fosse pela insistência de Bullitt a Roosevelt no verão de 1939 de que os alemães deveriam enfrentar a Polônia; nem os franceses nem os britânicos teriam feito da Polônia uma causa de guerra, se não fosse pelas constantes alfinetadas de Washington [...] Chamberlain, diz ele, afirmou que a América e os judeus do mundo forçaram a Inglaterra a entrar na guerra.*37
Portanto,
nós devemos nós perguntar: por que o parcialmente judeu Bullitt – um mero
diplomata – “instou” o presidente dos Estados Unidos a enfrentar Hitler? E por
que Bullitt e Roosevelt estavam “constantemente instigando” a Inglaterra e a França
a travar uma guerra que eles próprios não viam como necessária ou vencível? E
por que essas nações sucumbiram à pressão americana? E por que Chamberlain
finalmente ligou a América e “os judeus do mundo” como a força motriz para a
guerra? Nós não precisamos procurar muito duramente para ver uma mão judaica em
trabalho.
Mídia Blitz
A
mídia dirigida por judeus estava se tornando muito ativa nessa época. Os
jornais, por exemplo, encontraram muita discordância com Washington em questões
domésticas, mas “a posição de Roosevelt com a imprensa em questões de política
externa era muito mais forte”, de acordo com Cole.*38
Fora os jornais Chicago Tribune e Hearst, a maioria dos diários
apoiou a intervenção. Sem surpresa, “as publicações de notícias mais
prestigiosas e influentes apoiaram fortemente o presidente”. Estas incluíram o New York Times, o New York
Herald Tribune, o Chicago Daily News e a Time Magazine.
A
indústria cinematográfica certamente fez sua parte para levar os Estados Unidos
à guerra. Dado que levava pelo menos um ano para levar um filme da concepção ao
cinema, e que os esforços para produzir filmes pró-guerra não começaram para
valer até 1937, e foi bem só um pouco antes de 1939 eles começaram a aparecer. Os
primeiros esforços como Confessions of a Nazi Spy e Beasts of Berlin
foram lançados naquele ano e prepararam o cenário para uma enxurrada de filmes
nos três anos seguintes. Em 1940, Hollywood lançou filmes gráficos e de alto
impacto como Escape e Mortal Storm; o Foreign Correspondent
de Hitchcock saiu naquele ano, assim como O Grande Ditador de Chaplin. Em
maio, dois grandes chefes de estúdio, Jack e Harry Warner – mais acuradamente conhecidos
como Itzhak e Hirsz Wonskolaser – escreveram a Roosevelt, assegurando-lhe que eles
“fariam tudo em nosso poder na indústria cinematográfica... da causa pela qual
os povos livres da Europa estão fazendo tremendos sacrifícios”.46 É bom ver um serviço público tão altruísta e
nobre entre executivos corporativos.
No
início de 1941, os cineastas e produtores judeus estavam trabalhando temas
pró-guerra sutis em muitos de seus filmes. O grupo antiguerra America First
argumentou que a propaganda beligerante estava se espalhando; “os filmes que
nada têm a ver com a guerra europeia estão agora carregados de mentiras e
ideias que provocam uma reação intervencionista”.*39 Em agosto daquele ano – apenas um mês
antes de Pearl Harbor – o senador Gerald Nye (Pela Dakota do Norte.) fez um
discurso de rádio contundente, argumentando que os estúdios de Hollywood “se
tornaram os mais gigantescos motores de propaganda existentes, para despertar a
febre da guerra na América e em mergulhar esta nação em sua destruição”.*40 Naquela época, quase três dúzias de
grandes filmes pró-guerra tinham sido lançados.47
No
final, mais de 60 filmes pró-guerra explicitamente “patrióticos” foram
produzidos, juntamente com dezenas de filmes comuns que incorporaram mensagens
pró-guerra sutis. Houve alguns clássicos – Casablanca, Sergeant York,
To Be or Not to Be – e muitos insucessos. Hitler’s Children e Nazi
Agent, por exemplo, não farão nenhuma lista dos 10 melhores.
Em
março de 1941, sob pressão do lobby judeu, o Congresso aprovou a Lei
Lend-Lease; isso permitia o envio de armamentos e suprimentos militares para a
Grã-Bretanha e outras nações aliadas. O voto foi de 260 a 165 na Câmara e de 59
a 30 no Senado. A opinião pública estava estreitamente a favor da Lei, mas somente
como medida defensiva; uma forte maioria ainda desejava ficar fora da guerra. Frank
D. Roosevelt poderia armar os Aliados, mas não se juntar na luta.
Roosevelt
fez um importante discurso no rádio em maio, declarando uma “emergência
nacional ilimitada”. Estava cheio de mais hipérboles de guerra, mais
notadamente em relação ao alegado esforço aguerrido dos alemães para “dominação
mundial”. Mais sobre mais vinham as palavras: “Livro nazista de conquista
mundial”; “O plano de dominação mundial de Hitler”; “um mundo dominado por
Hitler”. É suficiente dizer que nenhuma evidência de tal plano tem jamais vindo
adiante.48 Mobilizando suas armas
da linguagem mais fácil do nós ou eles, Frank D. Roosevelt lutou para persuadir
os relutantes americanos de que deveriam lutar e morrer:
“Hoje o mundo inteiro está dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana – entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.
Ele
insinuou mesmo o essencial da sua estratégia, nomeadamente, provocar um
‘incidente’ que iria permiti-lo declarar guerra:
“Nós estamos a colocar as nossas forças armadas em posição militar estratégica. Não hesitaremos em usar nossas forças armadas para repelir o ataque.”
Em junho, convencido da ameaça bolchevista representada
por Stalin, Hitler invadiu a União Soviética. Em agosto, os EUA colocaram
forças militares na Islândia, ocupando efetivamente esse país. E em 11 de
setembro de 1941 a 60 anos até os outros 9/11 – Charles Lindbergh fez seu
discurso mais famoso, em Des Moines, Iowa. Lá, ele chamou pela primeira vez os
três principais grupos que estavam levando os EUA em direção à guerra: os
britânicos, o governo Roosevelt e os judeus. Desse último grupo, Lindbergh
reconheceu sua situação sob os nazistas e seu ódio a Hitler. Mas, em vez de
incitar a América à guerra, eles deveriam estar trabalhando para imediatamente
parar isso; “Pois eles estarão entre os primeiros a sentir suas consequências”–
presumivelmente significando tanto na Alemanha quanto nos EUA, onde o antissemitismo
certamente ficaria inflamado. Em uma das linhas mais notáveis do discurso, ele
disse “que o maior perigo [dos judeus] neste país reside em sua grande
propriedade e influência em nossos filmes, nossa imprensa, nosso rádio e nosso
governo.”[1]
Assim, Lindbergh ficou em conflito com a primeira regra da guerra: nunca
falarás tu a verdade.
De
fato: se a influência judaica em “nosso governo” era parte do perigo, então nomear
o “governo Roosevelt” era redundante. O verdadeiro perigo eram judeus na mídia,
judeus em Hollywood e judeus no governo – juntamente com os não-judeus que
trabalharam em nome deles. E mesmo para nomear os britânicos – Churchill e seus
apoiadores sionistas –era, em efeito, para nomear ainda mais judeus. Em todas
as frentes, eram judeus poderosos e influentes levando pessoas pacíficas em frente
à guerra, simplesmente para destruir o odiado regime nazista.
Não há dúvida de que Lindbergh estava certo – que os
judeus britânicos estavam empurrando os EUA para a guerra e que eles estavam sendo
bem-sucedidos. Em uma estranha coincidência, apenas um dia antes do discurso de
Lindbergh em Des Moines, o líder do sionista britânico Chaim Weizmann entregou
esta carta notória a Churchill:
Há somente um grande grupo étnico [na América] que está disposto a permanecer, falando de homem para homem, para a Grã-Bretanha e uma política de “ajuda total” para ela: os cinco milhões de judeus. Do secretário Morgenthau, o governador Lehman, o juiz Frankfurter, até o trabalhador ou comerciante judeu mais simples, eles estão conscientes de tudo o que essa luta contra Hitler implica.
Isso tem sido reconhecido repetidamente pelos estadistas britânicos que foram os judeus que, na última guerra, ajudaram efetivamente a inclinar a escala da balança na América em favor da Grã-Bretanha. Eles desejam fazer isso – e podem fazê-lo - novamente.*41
Uma
admissão mais explícita: os judeus americanos, trabalhando em conjunto com os
judeus britânicos, mantêm a chave da guerra. Eles estão “vivamente afiados para
fazer isso.” Virtualmente, sob comando, eles podem “inclinar a escalada da
balança” – de novo – e levar os americanos a outra guerra que eles desejam
desesperadamente evitar.
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{Chaim Weizmann (1874-1952)} (acima), presidente da “Agência Judaica” internacional e da Organização Sionista Mundial (e mais tarde o primeiro presidente de Israel), disse:Há somente um grande grupo étnico [na América] que está disposto a permanecer, falando de homem para homem, para a Grã-Bretanha e uma política de “ajuda total” para ela: os cinco milhões de judeus. Do secretário Morgenthau, o governador Lehman, o juiz Frankfurter, até o trabalhador ou comerciante judeu mais simples, eles estão conscientes de tudo o que essa luta contra Hitler implica. |
Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Continua...
Notas:
41 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Nasaw, D., The
Patriarch, Penguin, 2012, p. 429.
42 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em em Michael J. Cohen, Churchill and the Jews, F. Cass,
1985/2003, p. 95.
43 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O próprio Churchill era um sionista — fato
que ele admitia abertamente. Em uma carta de 1942 a Roosevelt, Churchill
afirmou: “Eu estou fortemente comprometido com a política sionista [no Reino
Unido], da qual fui um dos autores” (em Loewenheim, F. et al (eds), Roosevelt and Churchill, Saturday Review
Press, 1975, p. 234). Ao discursar em 1950 em defesa da criação de Israel, ele
disse que aquele era “um grande acontecimento na história da humanidade” e que
se sentia “orgulhoso de sua própria contribuição para isso.” Ele acrescentou
ainda que “fora sionista durante toda a sua vida” (em Michael J. Cohen, Churchill and the Jews, F. Cass,
1985/2003, p. 322).
44 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Justus D. Doenecke, Storm on the Horizon, Rowman & Littlefield, 2000, p. 198.
*36 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 507.
45 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Justus D. Doenecke, Storm on the Horizon, Rowman & Littlefield, 2000, p. 198.
*37 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): James Forrestal,
The Forrestal Diaries, Viking, 1951, pp. 121-122.
*38 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Wayne S. Cole, Roosevelt and the Isolationists,
University of Nebraska Press, 1983, p. 478.
46 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Susan Dunn, 1940: FDR, Willkie,
Lindbergh, Hitler, Yale University Press, 2013, p. 48.
*39 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Wayne S. Cole, Roosevelt and the Isolationists,
University of Nebraska Press, 1983, p. 474.
*40 Fonte
utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Wayne S. Cole, Roosevelt and the Isolationists,
University of Nebraska Press, 1983, p. 4745.
47 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Incluindo Beasts of Berlin, Espionage
Agent, Arise My Love, British Intelligence, Escape to Glory, Murder in the Air, Waterloo
Bridge, All Through the Night, Confirm or Deny, International Squadron, Joan
of Paris, Man at Large, Man Hunt, One Night in Lisbon, Paris
Calling, So Ends Our Night, Sundown, Underground, e World Premiere.
48 Nota de David
Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Patrick Buchanan, Hitler, Churchill, and the Unnecessary War,
Crown, 2008, pp. 334-340) apresenta um argumento sucinto de que Hitler teve
dificuldade suficiente para conquistar sequer a Grã-Bretanha, quanto mais a
América ou “o mundo”.
[1] Nota de Mykel Alexander: O então
vice-presidente dos EUA, Joe Biden, também levantou a influência judaica
moldando os costumes dos EUA. Ver:
- O
vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de
comunicação de massa e vida cultural americana, por Mark Weber, 05 de março de
2020, World Traditional Front.
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/03/o-vice-presidente-biden-reconhece-o.html
*41 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Irving, D, Churchill’s War (vol. 2), Focal Point, 2001, p 77.
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Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/
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