quarta-feira, 26 de agosto de 2026

{Investigação e metodologia histórica cada vez mais necessárias sobre o alegado holocausto} Carta de Berlim - por Otto Kanold e Mark Weber

 

Mark Weber


Eu ouvi falar pela primeira vez sobre a sua Conferência Revisionista em um relato bastante breve, de duas páginas, na edição 3/79 da Bauernschaft (outubro de 1979), publicada pelo meu amigo Thies Christophersen (D 2341 Mohrkirch). Eu vi um relato mais completo no South African Observer (Caixa Postal 2401, Pretória, África do Sul; novembro de 1979, pp. 11-15), publicação a qual eu recebo por via aérea.

Eu tenho conhecido vários dos participantes do seu encontro há alguns anos — alguns deles pessoalmente. Acima de tudo, eu troquei correspondência, nas décadas de 1950 e início da de 1960, com o ilustre Harry Elmer Barnes. Ele incentivou David L. Hoggan, autor de Der Erzwungene Krieg — livro que foi imediatamente condenado na Alemanha. Barnes também providenciou a tradução da obra para o alemão. Nós, alemães, devemos, acima de tudo, gratidão e respeito ao Prof. Barnes, pois, há mais de 50 anos, ele deu uma contribuição muito importante para refutar a mentira sobre a culpa da primeira guerra imputada ao Reich e ao povo alemães.

Eu possuo uma tradução em alemão de sua obra, Die Entstehung des Weltkrieges (The Origin of the World War), publicada em 1928 pela Deutsche Verlagsanstalt (Stuttgart, Berlim e Leipzig). Eu ainda estava na escola quando as potências vitoriosas impuseram a assinatura da paz ditada de Versalhes, mantendo o bloqueio de fome contra a Alemanha — que vitimou 100.000 crianças alemãs mesmo após o armistício de 11 de novembro de 1918 — e extorquindo da Alemanha o reconhecimento de culpa (Artigo 231) pela (Primeira) Guerra Mundial. Naturalmente, o governo do Reich e toda a opinião pública alemã já haviam empreendido uma campanha moral em escala mundial contra essa mentira da culpa pela guerra.

De volta aquele então, todas as facções do nosso povo estavam unidas na necessidade urgente de resistir ou refutar a mentira da culpa pela guerra contida no Artigo 231 do “tratado” de Versalhes. Sob a liderança ativa dos governos do Reich, independentemente de partido político, essa resistência foi conduzida sobre os fundamentos da ciência histórica. Historiadores alemães e estrangeiros trabalharam em conjunto; entre estes últimos, Harry Elmer Barnes foi o maior e mais importante. O governo do Reich, à época, prestou-lhe grandes honras e — fato significativo — ficou comprovada a inocência em relação à mentira da culpa pela guerra propagada pelas potências vitoriosas do Kaiser Guilherme II, uma personalidade de ideologia muito distinta da do governo republicano (“Weimar”). Em 18 de setembro de 1927, o presidente do Reich, Paul von Hindenburg — homem que, como Marechal de Campo, havia libertado a Prússia Oriental da ocupação russa na Batalha de Tannenberg, no início da Primeira Guerra Mundial —, denunciou solenemente, perante o mundo inteiro, a mentira de Versalhes sobre a culpa pela guerra. Barnes havia sido o arauto dessa causa!

Desde então, essa denúncia tem sido provada inúmeras vezes condizente com a verdade histórica e obteve reconhecimento internacional.

Nós, alemães, temos, portanto, uma “experiência” (bem-sucedida!) no combate a mentiras! Mas quão diferente é a situação hoje. Antes de tudo, ainda não foi celebrado um “tratado de paz” com a Alemanha. Em vez disso, perdura um estado de armistício. Pois, durante e após a Primeira Guerra Mundial, a “opinião pública” mundial tornou-se cem vezes mais “refinada” e assumiu a sua forma mais virulenta. Os tratados com as potências ocidentais levaram à criação da República Federal da Alemanha e levaram o Prof. Theodor Eschenburg, da Universidade de Tübingen (já aposentado), a declarar que “a tese da culpa exclusiva da Alemanha pela Segunda Guerra Mundial é o fundamento de toda a política de Bonn”. Assim, Bonn coloca uma ideologia baseada na tese da “libertação” do Nacional-Socialismo acima da verdade histórica. Que contraste em relação a “Weimar”!

“Uma costura dupla segura melhor”, dizemos nós. A essa mentira somou-se a mentira sobre os seis milhões de judeus mortos, que parece ser o tema principal da sua conferência.

A mentira dos seis milhões foi planejada muito antes do que imaginam muitos dos mais entusiastas daqueles que a combatem. O mesmo ocorreu com a máquina de propaganda mundial que, hoje — particularmente na Alemanha —, consolida a mentira cada vez mais. Veja a fotocópia anexa de Gefesselte Justiz/Die Krankheit Unserer Zeit (Chained justice — the Sickness of our Times) {Justiça Acorrentada — A Doença de Nosso Tempo}, do Prof. Dr. Friedrich Grimm. Ele relata uma conversa com um propagandista inimigo (que provavelmente era Sefton Delmer). Todos devem levar isso de coração e levar em consideração se quiserem que haja alguma defesa bem-sucedida contra a mentira da culpa pela Segunda Guerra Mundial e a mentira dos seis milhões.

Os poderes quem mentem têm aprendido a lidar com a derrota sofrida em sua tentativa de falsificar a história após a Primeira Guerra Mundial. Portanto, em resposta aos seus métodos imensamente mais sofisticados, devem ser encontrados e aplicados métodos igualmente novos e eficazes em defesa da verdade.

Eu devo mencionar que os “palcos” onde se desenrolam os esforços de resistência contra a mentira dos “seis milhões” incluem a repressão, a perseguição e outras medidas semelhantes contra indivíduos que lutam pela verdade. A fotocópia anexa, extraída do jornal Die Welt de 31 de outubro de 1979, relata o que talvez seja a mais recente dessas iniciativas: “Em uma decisão fundamental, a Suprema Corte Federal definiu o ato que constitui difamação: Qualquer que determine o genocídio como fictício...”

Deve haver também uma maneira de enfrentar judicialmente a alegação (a qual é aparentemente não explicada em detalhe na decisão) de que a documentação relativa ao extermínio de milhões de judeus é “avassaladora”. É verdade que, como um homem simples do povo e — conforme mencionado antes — alguém que não pertence ao meio acadêmico, eu não posso aconselhar sobre a melhor forma de proceder a esse respeito.

Em qualquer caso, nós, alemães, teremos de contar ainda mais com os esforços de combatentes não alemães pela verdade do que ocorreu após 1918-19. Especialmente por não estarem sujeitos às restrições impostas aos historiadores alemães, as verdades que eles apresentam não devem apenas ser publicadas, mas também disponibilizadas aos mais amplos círculos possíveis na Alemanha, utilizando-se os métodos e técnicas mais adequados a esse povo (o que implica atentar para detalhes como o formato do livro, as melhores traduções possíveis para o alemão, etc.).

Um método realmente de movimento insidioso, atualmente em uso, é a prática bem conhecida de colocar no “Índice de escritos perigosos para a juventude” livros — de outra forma irrefutáveis ​​— que contrapõem a verdade histórica às alegações de Bonn (e, naturalmente, também de Berlim Oriental). Eles sabem muito bem quais são as consequências disso para as editoras. Além disso, em Bonn, acredita-se que essa inclusão de livros em listas restritivas esteja em harmonia com o Artigo 5º da nossa Lei Fundamental (Constituição) no que diz respeito à liberdade de expressão!! (Como indivíduo, eu não sei como lidar com essa situação.) Não obstante, por favor considere as seguintes reflexões e a possibilidade de colocá-las em efeito:

Há mais de 450 anos, a Igreja Católica incluiu a obra Sobre as Revoluções das Esferas Celestes — escrita pelo astrônomo (alemão) Nicolau Copérnico — no Index de livros proibidos. (Ele só permitiu a publicação pouco antes de sua morte, mas a obra há muito se tornara patrimônio comum de todas as pessoas cultas!) Essa proibição foi mantida por 300 anos. E mesmo quando Kepler reconfirmou a tese copernicana, um século mais tarde, a Igreja continuou a negá-la por séculos! Pode-se perguntar hoje: era realmente tão importante para a Igreja suprimir as descobertas de Copérnico? Afinal, tratava-se apenas de um erro (reconhecidamente explicável) mantido por séculos!! Hoje, no entanto, mentiras conhecidas são mantidas por meio de um Index — especificamente aquelas sobre milhões de judeus gaseados!

Uma mudança de técnica para pior: as mentiras sobre a culpa da guerra de 1918-19 contrastadas com aquelas de 1945, e a busca pela verdade de 450 anos atrás em contraste com a de hoje!

Mas isso também é evidência para a importância de utilizar novos métodos para enfrentar as mentiras! Durante os 30 anos passados, deveria ter sido possível fortalecer continuamente a resistência contra as mentiras; isso mostra, porém, que isso não deve tomar mais 300 anos até que os mentirosos capitulem!

Atenciosamente

Otto Kanold

 

Resumo do Anexo # 1

(Fotocópia das pp. 146-48 da obra Politische Justiz, do Prof. Dr. Friedrich Grimm, publicada pela primeira vez em 1953.)

O Prof. Grimm relata uma conversa ocorrida em 1945 com “um importante representante do outro lado (Aliado)” que “se apresentou como professor universitário de seu país.” Ambos discutiram a propaganda aliada sobre atrocidades cometidas pela Alemanha — propaganda que o professor aliado admitiu não era fatual. O professor aliado afirmou que a verdadeira campanha de propaganda sobre atrocidades começaria agora que a guerra havia terminado e seria progressivamente intensificada “até que ninguém jamais aceitasse uma palavra positiva sobre os alemães, até que qualquer vestígio de simpatia existente em outros países fosse completamente destruído e até que os próprios alemães ficassem tão confusos a ponto de não saberem mais o que estavam fazendo”.

 

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Resumo do Anexo # 2

(O artigo do jornal Die Welt, de 31 de outubro de 1979, contém trechos da decisão da Suprema Corte Federal (Bundesgerichtshof) concernindo a negação do “Holocausto.”)

O tribunal decidiu que “quem nega o assassinato de judeus no Terceiro Reich difama cada um deles. Tais declarações atingem, em primeiro lugar, as pessoas nascidas após 1945 que, sendo judias (integralmente ou em parte), teriam sido perseguidas no Terceiro Reich.” O tribunal também decidiu que declarações que negam o “Holocausto” não estão protegidas pelas garantias constitucionais de liberdade de expressão, pois tais declarações são falsas. “A documentação sobre o extermínio de milhões de judeus é avassaladora.”

O acusado neste caso afixou em uma parede um panfleto que classificava o “Holocausto” como uma “fraude sionista”. O acusado concedeu que alguns milhões de judeus poderiam ter sido mortos, mas alegou que as afirmações sobre seis milhões de judeus assassinados eram infundadas. O tribunal declarou que a ação do acusado foi difamatória, independentemente de quantos judeus tenham morrido, pois “atacou a imagem do ser humano como personalidade,” de maneira muito semelhante àquela praticada no “Terceiro Reich.” O tribunal decidiu ainda que, devido às Leis de Nuremberg (de preservação racial), que “privaram os seres humanos de sua individualidade... criou-se uma relação especial entre os judeus que vivem na República Federal (da Alemanha) e seus concidadãos. Nesse contexto, a ação (sob revisão) é relevante hoje.”

O tribunal decidiu também que deve ser considerado um “um fato concedido” que “existe uma responsabilidade moral especial de todos os outros” frente aos judeus. Essa responsabilidade é parte da dignidade de todo judeu, afirmou o tribunal. “Para a pessoa assim afetada, isso significa a continuidade da discriminação contra o grupo de seres humanos ao qual ele/ela pertence e, consequentemente, diretamente contra seu/sua própria pessoa...”

“A tentativa de justificar, atenuar ou negar esses eventos (o ‘Holocausto’) também significa desrespeito para com essa pessoa (afetada).”

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Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Letter From Berlin, por Otto Kanold & Mark Weber, The Journal for Historical Review, Volume 1, nº 2, Summer 1980.

https://ihr.org/journal/v01p141_kanold

Sobre os autores: Otto Kanold dirigia uma agência de publicidade para indústria de transporte e navegação na Berlim Ocidental.

Sobre o autor: Mark weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Europeia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do Institute for Historical Review, um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado. Foi por anos editor do The Journal for Historical Review. Em março de 1988, ele testemunhou por cinco dias no Tribunal Distrital de Toronto como uma testemunha especialista reconhecida na política judaica da Alemanha durante a guerra e na questão do Holocausto.

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sábado, 22 de agosto de 2026

Sobre os Usos da História - por Willis A. Carto

 

Willis A. Carto


(Apresentado na Conferência Revisionista de 1981)

Eu suponho que alguém pode tornar-se bastante pessimista e desanimado diante da maneira como a verdade objetiva é distorcida e escondida para propósitos de interesses políticos e econômicos; mas há uma lição profunda a ser aprendida com esse fato. Não há razão para desânimo se aprendermos, com a musa da História, como ela tem sido perseguida e maltratada durante sua vida eterna.

A distorção da história, quando tomada em seu contexto histórico, certamente não é um fenômeno novo nem recente; é tão antiga quanto a própria linguagem. Como Spengler, Yockey e muitos outros deixam bem claro, não existe — e nunca existiu — uma fronteira definida entre a história como fato e a história como mito. Na verdade, na maioria dos casos, é praticamente impossível determinar onde uma termina e a outra começa.

Hoje, é fácil para nós acreditar, como americanos do século XX, que as ilhas do Japão não foram realmente formadas por gotas caídas da espada do deus do sol; mas observemos o seguinte: é muito mais provável que rejeitemos essa crença não por ela ser inerentemente absurda, mas sim por ser japonesa — e nós não o sermos.

Em outras palavras, é a nossa cultura que condiciona nossas mentes a aceitar ou rejeitar fatos como história ou como mito — e não, em grande parte, os fatos objetivos em si mesmos, e se você tiver alguma dificuldade com esse conceito, pense na descoberta das placas de ouro por Joseph Smith, no milagre de Fátima ou até mesmo no nascimento virginal de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Como cristãos, nós temos nossa própria parcela de fatos históricos que estão sujeitos a dúvidas por parte de outros.

Na luz das necessidades da cultura, nós podemos ver claramente que a história como mito não é, necessariamente, algo ruim em si. O propósito histórico da cultura é proporcionar unidade a um povo, pois a unidade traz estabilidade, ordem e, talvez, progresso. É essencial que um povo concorde quanto a uma interpretação do passado — uma interpretação que, obviamente, deve retratá-lo como admirável, e não desprezível; superior, e não inferior; nobre e corajoso, e não ignóbil e covarde. A história deve ser um espelho de si mesmo; quando não o é, significa que foi distorcida. Assim, da dupla necessidade de possuir uma história e de torná-la uma boa história, os mitos nascem. É um processo tão antigo quanto a própria linguagem.

Então nós podemos ver que a distorção histórica nasce das necessidades da própria cultura. Talvez nós possamos relevar o mito japonês sobre a origem do Japão como uma história inofensiva que — juntamente com toda uma gama de outros mitos — serviu de base para o desenvolvimento do povo japonês e para o florescimento de uma das culturas mais magníficas do mundo. Para o melhor ou para o pior, os mitos históricos japoneses ajudaram a criar o Japão, assim como os mitos cristãos e judaicos ajudaram a criar a Europa e a América que nós conhecemos. O ponto é que nós devemos julgar o mito histórico julgando seus produtos históricos, e não pelo seu conteúdo de fatos objetivos. O qual é outra maneira de dizer que as mentiras históricas são a norma.

Agora que nós temos feito essa observação, por favor note que nós não temos dito, e nós nem dizemos que mentiras, por elas mesmas, são tudo o que se encontra na história. O que nós encontramos é uma mistura de mentira e fato. Por exemplo, nós sabemos o fato objetivo de que Abraham Lincoln está morto. Analisando mais de perto, nós temos motivos para acreditar que ele foi baleado à queima-roupa no Teatro Ford, na noite de 14 de abril de 1865, por John Wilkes Booth. Isso é o que nós sabemos. Nós achamos.

É o que nós não sabemos que preocupa os estudiosos revisionistas. A interpretação ortodoxa desse evento é que Booth era um sulista obstinado que vingou a derrota da Confederação. Talvez seja verdade, mas há um século existem especulações sobre quem mais poderia estar envolvido e — o mais importante de tudo — qual teria sido o verdadeiro motivo, se é que houve outro motivo além do ódio simples e direto de Booth.

Para o propósito da democracia, é bom que Booth continue sendo visto como um “assassino solitário” — e você já ouviu essa frase antes. Assim, uma interpretação mais incisiva do ato não desperta muito interesse no sistema político estabelecido, exceto por permitir especulações ociosas de que Booth não foi morto por seus perseguidores, mas viveu o resto da vida roubando trens sob o pseudônimo de Jesse James.

Ora, não é realmente significativo para o nosso destino se Jesse James era ou não John Wilkes Booth. Tais curiosidades rendem bons livros, filmes e histórias, pois servem mais para entreter do que para instruir. A questão adentra no mítico — e por um lado inofensivo, vale ressaltar, visto que mitos podem ser prejudiciais, inofensivos ou até mesmo benéficos. A dúvida sobre a verdadeira identidade de Booth é aquele tipo de questão enganosa que serve para entreter produtores de Hollywood, cartunistas e historiadores do sistema político estabelecido, mas que carece totalmente de relevância quando nós consideramos os motivos de maior peso que podem ter figurado o evento.

Tem sido sussurrado por muitos anos que o assassinato de Lincoln resultou lucros bilionários para banqueiros determinados a impedir que a emissão de Greenbacks — papel-moeda emitido pelo governo ao custo de nenhum juros para os contribuintes, em vez de cédulas emitidas por bancos privados mediante cobrança de juros — se tornasse uma prática nacional; tal prática teria custado aos banqueiros não apenas lucros monetários, mas também o controle sobre a política econômica e governamental. E eu digo “sussurros” porque a quantidade de livros que levantam questões como essas — em comparação com o volume de livros os quais falham em tais questões, devido ao preconceito do sistema político estabelecido — é infinitesimal.

{O presidente dos EUA Abraham Lincoln (1809-1865) é um exemplo de assassinato em que os contexto mais profundo é evitado de ser abordado, inclusive nas produções de Hollywood, precisamente no que concerne o plano de A. Lincoln de papel moeda sem juros (denominados de Greenbacks), o que desafiava o sistema financeiro internacional, proeminentemente liderado e composto pelo judaísmo internacional, na época, pelas casas bancárias Rothschild, Sassoon, Warburg entre outras tantas, sediadas principalmente em Londres. Trata-se de que tanto Hollywood como o sistema financeiro internacional, ambos controlados pelo judaísmo internacional, não querem que as pessoas compreendam o papel deletério para os povos que tem o sistema financeiro baseado em juros.}

Aqui agora está o ponto central de tudo isso. Uma interpretação da história que atribui o devido e omitido peso ao papel oculto dos banqueiros nos assuntos públicos é totalmente incompatível com o nosso atual sistema, dito “democrático” — o qual, em sua essência, é simplesmente o domínio de um consenso formado por grupos de pressão minoritários e de interesses específicos, e certamente não um governo do povo, pelo povo e para o povo; e os banqueiros desempenham um papel central nessa coalizão. Assim, o mito do “assassino solitário” encaixa-se na democracia, enquanto o mito da “conspiração” ou dos “banqueiros” encaixa-se no populismo; contudo, talvez nunca saibamos qual interpretação representa a verdade objetiva, ou se existe alguma outra interpretação que o seja. Por exemplo, aos olhos dos republicanos abolicionistas — ou “liberais” —, Lincoln era um obstáculo à Reconstrução. Para os comunistas, o assassinato de Lincoln foi, talvez, obra de industriais do Norte que o viam como um entrave aos seus planos de reduzir os salários dos trabalhadores. As formas de se utilizar a história são infinitas.

O mito mais difundido e prejudicial da atualidade é, naturalmente, o do chamado “Holocausto” e todas as fábulas a ele associadas. Graças às pesquisas de um pequeno grupo de homens extremamente corajosos — que literalmente arriscaram suas carreiras e vidas para documentar a verdade —, nossa compreensão não apenas da Segunda Guerra Mundial, de suas causas, eventos e desfecho, tem sido aprimorada, mas algo mais: nossa Weltanschauung {visão de mundo} atual difere drasticamente da visão daqueles que não são tão esclarecidos quanto nós. O mito do Holocausto tem beneficiado seus propagadores como poucas mentiras na história têm feito. Nós, contribuintes das nações ocidentais, enviamos quantias incalculáveis ​​de bilhões para Israel por causa desse mito. Os criadores do mito lucraram, ao contrário daqueles que têm sido e estão sendo vitimados por ele. Além do ônus financeiro, um problema ainda mais grave é o perigo constante de uma guerra nuclear, visto que estamos militarmente envolvidos no Oriente Médio apenas para proteger Israel. Talvez este exemplo nos permita ver como as mentiras provocam guerras, pois a culpa por um conflito nuclear no Oriente Médio recairá exclusivamente sobre aqueles que, neste momento, lucram com a mentira do “Holocausto.”

Como o Institute for Historical Review se encaixa nesse cenário? Nosso lugar é certo. Há um vácuo na historiografia que precisa ser preenchido, e é isso que nós estamos fazendo. Nós vemos a história como parte de nossa cultura ocidental — não como uma arma política para fanáticos de minorias, nem como um grito de guerra para políticos ambiciosos, fabricantes de armas e belicistas, nem como algo confinado a uma “torre de marfim” (um compartimento segregado e desconectado de conhecimento arcano). Nós estamos aqui para garantir que aqueles que desejam usar a história para servir aos seus próprios fins egoístas sejam confrontados e refutados por pesquisas acadêmicas; pois nós acreditamos que os melhores, mais úteis e mais duradouros mitos históricos baseiam-se em fatos, não em mentiras.

Como revisionistas, nós compreendemos claramente a importância fundamental do nosso trabalho. As mentiras do passado estão transformando rapidamente o nosso mundo em uma selva, justamente quando nossos cientistas e técnicos estão abrindo um universo de possibilidades infinitamente expandido. O golfo entre o nosso sistema político estabelecido corrupto e em putrefação e a nossa ciência física já se mede em anos-luz, e a velocidade com que se afastam um do outro só aumenta. Mas é justamente isso que nos dá a promessa e a certeza de que o futuro nos reserva uma vitória incondicional; pois, na guerra entre um sistema social corrupto e agonizante e a tecnologia, a tecnologia deve inevitavelmente vencer. O declínio de sistemas sociais doentes e retardados é a própria matéria da história — algo que já ocorreu mil vezes —, ao passo que o ímpeto do progresso tecnológico é agora tão poderoso e irresistível que nada pode contê-lo.

Nesse sentido, nós, revisionistas, estamos fazendo muito mais do que simplesmente “estabelecer corretamente o passado”, como dizem; nós estamos fazendo mais do que servir de contraponto à mídia, mais do que defender fisicamente a Primeira Emenda com nossos próprios corpos, mais do que educar os educadores e até mais do que simplesmente dizer a verdade. Nós estamos literalmente construindo de fato as fundações para o futuro — um futuro o qual será baseado em mitos construtivos, e não destrutivos; em um corpo de moralidade e moras sociais, baseados no que é bom para os povos do Ocidente, em vez daquilo que favorece grupos de pressão de minorias, banqueiros, ideologias distorcidas ou interesses alienígenas.

Os usos da história são muitos e variados. Nossa tarefa, tal como eu a compreendo, é supervisioná-la de modo que ela seja utilizada de responsável e construtivamente.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: On the Uses of History, por Willis A. Carto, The Journal of Historical Review, vol. 3, nº1, pp. 27-30.

https://vho.org/GB/Journals/JHR/3/1/Carto27-30.html

Sobre o autor: Willis A. Carto (1926-2015) desde jovem se interessou por política e Robert R. McCormick do Chicago Tribune foi uma importante influência inicial. Ainda na juventude publicou em sua editora caseira o jornal Canteen Chronicle. Servindo nas forças armadas americanas W. A. Carto combateu nas Filipinas, o que lhe rendeu as condecorações militares Purple Heart e Combat Infantry Badge. Ele frequentou a graduação em Direito por cinco semestres, mas não concluiu a graduação. A partir da década de 1950 foi um ativista nacionalista, um defensor da Primeira Emenda, sendo uma liderança na National Youth Alliance, National Alliance. Ele ainda contribuiu na fundação Populist Party. Também dirigiu vários periódicos, incluindo Right, Liberty Letter, The American Mercury, The Spotlight e American Free Press, entre outros. A partir da década de 1960 W. A. Carter passou a admirar o trabalho de Francis Parker Yockey e divulgar a obra deste através da fundação de sua editora, a Noontide Press. A partir de então W. A Carto entrou em atrito com o judaísmo internacional, particularmente com a Anti-Defamation League.  Em 1979 ele fundou o Institute for Historical Review. Em um 1994, após dissenções de anos com membros do Institute for Historical Review, ele funda a The Barnes Review.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} - Judeus de jaqueta de couro e cheiradores de cocaína na polícia secreta soviética torturando, estuprando e matando gentios: as evidências - por Karl Nemmersdorf

 

 Karl Nemmersdorf


Em “Ted Gold and the Jews of Weatherman” (setembro de 2017, na TOO*1), ao descrever uma suposta tomada de poder nos Estados Unidos pelo grupo radical judaico Weatherman, eu escrevi: “Imagine a volta de uma polícia secreta judaica, de jaquetas de couro e cheiradora de cocaína, capturando gentios para estupro, tortura e assassinato em matadouros lúgubres. Isso aconteceu; olhe a respeito”. Essa referência histórica, um tanto chocante, deixou um comentarista chamado “Jim” perplexo. Ele escreveu — fosse de forma irônica ou séria (mas divertida): “Onde posso encontrar informações sobre judeus que cheiram cocaína e estupram pessoas?”. Com certo atraso, eu decidi rever algumas das evidências para os elementos individuais da minha afirmação: jaquetas de couro, cocaína e a tortura, o estupro e o assassinato em “matadouros lúgubres”. E, claro, os agentes judeus da Cheka.

 

A Cheka

Quando os bolcheviques tomaram o poder que, como ficou famosa a frase, estava “jogado nas ruas” no início de novembro de 1917, não esconderam a intenção de governar pela força e pelo terror. Em questão de semanas, estabeleceram o braço coercitivo de sua revolução permanente: a “Comissão Extraordinária para o Combate à Contrarrevolução e à Sabotagem” — abreviada como Ve-Cheka ou, mais curtamente, Cheka. Lênin encarregou o fanático polonês Felix Dzerzhinsky de comandá-la; este, por sua vez, recrutou um grupo de letões, judeus e russos renegados para ajudá-lo a devastar a nação russa. Quase imediatamente, a Cheka desencadeou uma das mais horripilantes orgias de assassinatos em massa já registradas, na qual homens de ascendência judaica — que, assim como outros esquerdistas judeus, mantinham sua identidade judaica*2 — desempenharam um papel muito proeminente nisso.

Está amplamente atestado que, nos primeiros vinte anos de sua história, os judeus estavam fortemente super-representados nas fileiras da Cheka em relação à sua proporção na população da União Soviética. Umas poucas citações bastam. O historiador Richard Pipes cita um membro da Cheka de Kiev do período inicial afirmando que três quartos de seu efetivo eram judeus.1 Outra fonte mostra que, em 1934, 37 dos 96 principais oficiais do NKVD (a denominação posterior da Cheka) eram judeus — um número impressionante, considerando que eles representavam apenas 1,7% da população.2 Realmente os judeus superavam em número os russos étnicos*3 nesses altos cargos até o início de 1937, quando Stalin iniciou o expurgo contra eles. O jornalista israelense nascido na União Soviética Sever Plocker escreve:*4 “Muitos judeus venderam a alma ao diabo da revolução comunista e têm sangue nas mãos para a eternidade” — numa época, aliás, em que celebrar a Revolução Bolchevique era algo totalmente comum na comunidade judaica da diáspora no Ocidente. Paralelamente, os judeus estavam sub-representados na população do Gulag, em cerca de 25%.3

Dentro de meses da instituição da Cheka, Chekas provinciais estavam surgindo por todo o território controlado pela sitiada ditadura bolchevique. Por causa que a Cheka central era, essencialmente, um órgão à margem da legalidade e exercia pouco controle burocrático sobre as unidades provinciais, estas últimas muitas frequentemente amontoavam pouco mais que grupos de brutamontes locais — compostos por criminosos e judeus — motivados pela pilhagem e pela vingança. As autoridades centrais eventualmente conseguiram impor disciplina às suas filiais da Cheka, mas os assassinatos, as torturas e os saques continuaram; a única mudança foi a centralização do comando e a manutenção de rastreio documentais mais organizados.

O prestígio e elã que cercava a Cheka inicial e seu pessoal é estranho para evocar nesta altura do tempo, mas era significante, ao menos entre alguns círculos. A organização não tinha problemas no recrutamento. Eles adotavam um estilo austero e intimidador, caracterizado pelo uso de jaquetas de couro ou sobretudos. Yakov Sverdlov — um importante comissário bolchevique de origem judaica da primeira fase, presidente do Comitê Executivo Central e, portanto, chefe de Estado de jure — foi quem aparentemente popularizou o uso de jaquetas e até mesmo de calças de couro.4 Aqui está ele, à direita de Lênin: 

{Vladmir Lenin (1870-1924) e Yakov Sverdlov (1885-1919): dois líderes judeus do terrorismo judaico-bolchevique que levou a violência ao mais vil nível na Rússia judaico-bolchevique}.

A funcionária e terrorista judia Rozalia Zemliachka, mais conhecida por ter massacrado 50.000 pessoas na Crimeia após a Guerra Civil, também era famosa por sua predileção por jaquetas de couro e por sua postura de linha-dura: “Já na casa dos quarenta anos quando a Guerra Civil começou, Zemliachka vestia-se com o traje esteriótipo de um comissário bolchevique e matava com vingança.”5 Outra fonte relata que Dzerzhinsky confiscou um carregamento de casacos de couro destinados a pilotos da força aérea e equipou seus homens com eles.6 Nos primeiros tempos, todo comissário bolchevique e oficial da Tcheka que se prezasse ostentava jaquetas de couro.

Os judeus que engrossaram as fileiras da polícia secreta ardiam em desejo de vingança contra seus vizinhos cristãos — e ninguém nutre um ressentimento como os judeus; os pogroms, a despeito de terem sido exagerados por ativistas judeus na época e posteriormente,*5 foram certamente um componente do ódio judaico em relação ao Império Russo. Uma variedade de fontes confirmam que o desejo de vingança era uma das motivações. Yuri Slezkine*6 analisa algumas obras de escritores judeus do início do período soviético que ilustram esse tema da vingança. Por exemplo, as investidas amorosas do protagonista judeu do poema “Fevereiro”, de Eduard Bagritsky, são rejeitadas por uma jovem russa, mas a situação se inverte após a Revolução, quando ele se torna vice-comissário. Ao encontrar a moça em um bordel, ele mantém relações sexuais com ela sem tirar as botas, a arma ou o sobretudo — um ato de agressão e vingança:

Eu estou tomando você por causa da timidez

Tenho eu sempre estado aqui para fazer a vingança

Pela vergonha de meus antepassados exilados

E o piar de um desconhecido fugitivo!

Eu estou tomando você para saciar minha vingança

Sobre o mundo que eu não pude conseguir sair fora!

Igor Shafarevich, um matemático e membro da prestigiada Academia Nacional de Ciências dos EUA, reviu*7 obras literárias judaicas durante os períodos soviético e pós-soviético, achando um tema proeminente de ódio judaico misturado a um forte desejo de vingança contra a Rússia pré-revolucionária e sua cultura. Mas Shafarevich também sugere que a “russofobia” judaica que motivou o assassinato em massa não é um fenômeno único, mas resulta da hostilidade judaica tradicional em relação ao mundo não judaico — considerado tref (impuro) — e frente aos próprios não judeus, considerados como sub-humanos e merecedores de destruição; uma interpretação bastante razoável, dada a ética judaica tradicional na qual os não-judeus não possuem postura moral. Pessoas que nutrem tais crenças não sentem qualquer escrúpulo moral sobre tortura, estupro e assassinato daqueles que consideram seus inimigos. O ódio aos povos e culturas não judaicos, bem como a imagem de ancestrais escravizados como vítimas do antissemitismo, têm sido a norma judaica ao longo da história — um fato amplamente comentado, desde Tácito*8 até os dias presentes.

Finalmente, o ódio e o desejo de vingança judaicos não estavam confinados à URSS. Membros judeus das forças de segurança interna na Polônia do pós-guerra parecem ter sido frequentemente motivados por uma raiva pessoal e um desejo de vingança ligados à sua identidade judaica:

Suas famílias tinham sido assassinadas e o submundo anticomunista representava, na visão deles, a essencialmente a mesma continuidade de uma tradição antissemita e anticomunista. Eles odiavam tanto aqueles que haviam colaborado com os nazistas quanto aqueles que se opunham à nova ordem, com quase a mesma intensidade, e sabiam que, na condição de comunistas ou de comunistas e judeus, eles eram odiados da mesma maneira. Aos olhos deles, o inimigo era essencialmente o mesmo. Era preciso punir as atrocidades do passado e prevenir novas, sendo necessária um esforço e luta implacáveis antes que um mundo melhor pudesse ser construído.*9

 

“Uma ‘contínuo espalhar de estupros e roubos.” E de torturas e assassinatos

O oficial da Cheka citado por Pipes acima afirmou que os primeiros dias em Kiev (1918–1919) caracterizaram-se por uma “espalhar contínuo” de estupros e roubos, embora houvesse o “cuidado de poupar companheiros judeus”.7 Por alguma razão, Pipes omitiu menção às torturas e aos assassinatos hediondos, mas eu preencherei esses detalhes.8 Um elemento central da vingança sempre foi a humilhação do grupo-alvo e o estupro de suas mulheres, e o Terror Vermelho teve ambos em abundância. O auge da vingança, para os verdadeiramente fanáticos, é a tortura e o assassinato: infligir sofrimento terrível diretamente ao objeto de ódio, ostentando o próprio domínio, e então a destruição total da vítima. A natureza frenética dos excessos do Terror Vermelho resultou de uma combinação de fatores, incluindo uma atmosfera de brutalização trazida pela revolução e pela guerra civil e uma ideologia perversa, mas um fator étnico também estava claramente presente.

Um historiador recente dos executores de Stalin afirma que os judeus “vingaram implacavelmente as vítimas de um século de pogroms”.9 Outro declara que “as fileiras da Cheka estavam repletas de elementos sociais ávidos por vingança”.10 Um historiador da Guerra Civil Russa afirma: “Sempre ansioso por tirar proveito de ódios nacionais e raciais, Dzerzhinsky colocou judeus em sete dos dez principais cargos da Cheka... . Vítimas de séculos de abusos antissemitas, os judeus da Ucrânia tinham agora a chance de se vingar.”11

Os oficiais da Cheka, com literalmente nada que impedisse suas ações, atacaram mulheres em massa. Há inúmeras evidências para isso.

“Criminosos condenados e psicopatas certificados autoproclamavam-se oficiais da Cheka e aterrorizavam, estupravam e assassinavam a quem eles quisessem.”12 “O estupro de prisioneiras por guardas e interrogadores da Cheka era tão comum que só despertava comentários dos superiores se fosse cometido de maneira particularmente brutal ou pervertida.”13 O estupro de mulheres russas por homens da Cheka “assumiu proporções gigantescas, particularmente durante a segunda reconquista da Ucrânia e das regiões cossacas da Crimeia, em 1920.”14

Sergey Melgounov escreveu o relato clássico sobre o início do domínio bolchevique, O Terror Vermelho. Na página 136, ele descreve os “destacamentos de abastecimento” da Cheka, que saqueavam alimentos nas áreas rurais para alimentar as cidades — a base do poder bolchevique: “Sempre que uma expedição encarregada de coletar o imposto sobre grãos no distrito de Khvalinsky chegava a um vilarejo, os camponeses eram obrigados a entregar suas moças mais bonitas aos oficiais.”15

Uma estória de Ekaterinodar, no Cáucaso, por volta de 1919:

Madame Dombrovskaya, uma ex-professora, foi torturada em sua cela de isolamento... A Cheka havia sido informada de que ela guardava... joias...; por isso... ordenou-se que fosse torturada até revelar onde as joias estariam. Para começar, ela foi estuprada e sofreu todo tipo de ultraje — o estupro ocorrendo segundo a hierarquia de antiguidade dos torturadores: um homem chamado Friedmann a estuprou primeiro, seguido pelos outros em ordem sequencial. Feito isso, ela foi novamente interrogada sobre o paradeiro das joias e submetida a mais torturas, tendo incisões feitas em seu corpo e as pontas dos dedos apertadas com alicates e pinças. Até que, finalmente, em meio à sua agonia e com o sangue jorrando de seus ferimentos, ela confessou que as joias estavam escondidas em uma dependência de sua casa. Naquela mesma noite (6 de novembro), ela foi fuzilada.16

Do sul da Ucrânia: “uma testemunha testemunhou perante a Comissão Denikin [um órgão de investigação criado pelos Exércitos Brancos] que orgias licenciosas eram realizadas sistematicamente pela Cheka e pelo tribunal de Nikolaev, envolvendo até mesmo mulheres que haviam ido implorar pela libertação de parentes — sendo tal participação o preço da liberdade de seus familiares.”17

Algumas unidades locais da Cheka eram tão atrozes que até mesmo os bolcheviques ficavam indignados. Uma delas — Serafina Gopner — queixou-se a Lênin sobre a Cheka de Ekaterinoslav, na Ucrânia:

Essa organização está podre até o caroço: a chaga da criminalidade, da violência e de decisões totalmente arbitrárias grassa por toda parte, e ela está repleta com... a escória da sociedade, homens armados até os dentes que simplesmente executam qualquer um de quem eles não gostem. Eles roubam, saqueiam, estupram e lançam qualquer pessoa na prisão, falsificam documentos, praticam extorsão e chantagem, e libertam quem quer que seja em troca de vultosas somas em dinheiro.18

Virtualmente todas essas mulheres infelizes eram russas cristãs; muitos dos estupradores eram judeus movidos por um desejo de vingança. Imagino que os judeus, com seu forte senso de respeito pelos seus antepassados ​​mártires, também desejariam que nós “jamais esquecêssemos” essas vítimas.

Quanto à cocaína, ela foi amplamente utilizada nas décadas anteriores e posteriores a 1900. A planta de coca cresce apenas na América do Sul, mas suas propriedades tornaram-se conhecidas na Europa já no início do século XIX. A substância química foi isolada da folha por um químico alemão em 1860, e seu uso como estimulante e anestésico local disseminou-se rapidamente. Um dos primeiros defensores da droga foi Sigmund Freud, que escreveu um relato elogioso*10 sobre seus efeitos e a recomendava a amigos e pacientes. (Sua dependência durou doze anos.) Na década de 1880, empresas farmacêuticas produziam centenas de milhares de libras anualmente; a Parke-Davis, nos EUA, chegou a comercializar um pequeno kit contendo cocaína, seringa*11 e agulha para facilitar o uso, embora a droga também pudesse ser inalada em pó. Ela era um dos ingredientes da fórmula original da Coca-Cola, pelo menos até 1903, quando surgiu uma reação contrária devido às suas propriedades viciantes e nocivas. Estima-se que houvesse 200.000 dependentes*12 nos EUA na virada do século. Além disso, os americanos tornaram-se alarmados com o prospecto de negros cometerem crimes violentos sob o efeito da droga. Uma autoridade sustentava que “a maioria dos ataques a mulheres brancas do Sul é resultado direto de um cérebro negro enlouquecido pela cocaína.”*13 Em 1914, o governo colocou a substância sob controle federal, o que, naturalmente, não eliminou sua disponibilidade.

A cocaína também estava prontamente disponível na Rússia. As passagens a seguir mostram que os membros da Cheka a utilizavam comumente, chegando mesmo maniacamente. Alguns deles alegavam que o constante derramamento de sangue e a tensão constantes tornavam necessário o recurso às drogas, mas é provável que elas também tenham alimentado algumas das atrocidades cometidas. Qualquer que seja o caso, estava claro que muitos membros da Cheka estavam fora de si, dominados pelas drogas e pelo sadismo. Essa combinação levava a colapsos mentais entre os agentes da Cheka. Vários deles foram internados em alas psiquiátricas.19

De um relatório de 1919 sobre a Cheka em Yaroslavl: “A Cheka está saqueando e prendendo todos indiscriminadamente... Transformaram a sede da Cheka em um enorme bordel, para onde levam todas as mulheres burguesas. A embriaguez é generalizada. O uso de cocaína é excessiva e loucamente entre os supervisores.”20

Os Exércitos Brancos libertaram Kiev do domínio da Cheka por um breve período em 1919. Um dos relatórios resultantes afirmava: “Em quase todos os armários e, aliás, em quase todas as gavetas, encontramos frascos vazios de cocaína em pilhas.”21

Cheka colocou seus homens em todas as unidades do Exército Vermelho. Eis um relatório de um supervisor sobre algumas dessas unidades: “Nenhuma norma administrativa é respeitada por esse pessoal... Orgias e embriaguez são ocorrências diárias. Quase todo o pessoal da Cheka é usuário inveterado de cocaína. Dizem que isso os ajuda a lidar com a visão de tanto sangue no dia a dia.” O homem que redigiu esse relatório, Rozental, concluiu que, embora essas unidades precisassem de um controle mais rigoroso e estivessem “embriagadas de sangue e violência”, elas, ainda assim, “estavam cumprindo seu dever.”22 Bem, isso é um alívio.

Maks Deich, um judeu, chefiou a Cheka de Odessa entre 1920 e 1922. Lá, “ganhou fama de extrema crueldade e sofreu de neurose e dependência de cocaína.”23 Que atrocidades angustiantes poderiam ter lhe rendido notoriedade por “extrema crueldade” naquele meio? Um oficial da Cheka na Geórgia chamado Schulmann, muito provavelmente judeu, também ganhou destaque. Um prisioneiro testemunhou “execuções brutais... especialmente pelas mãos de um certo Schulmann, que era viciado em morfina e cocaína.”24

Quanto aos “matadouros frios e úmidos”, aqui está o que os Exércitos Brancos encontraram em Kiev no final de agosto de 1919, após expulsarem os bolcheviques:

O local tinha sido anteriormente uma garagem e, depois, o principal matadouro da Cheka provincial. Tudo estava coberto de sangue — sangue que chegava à altura dos tornozelos, coagulado pelo calor da atmosfera e horrivelmente misturado a cérebros humanos, fragmentos de crânio, tufos de cabelo e coisas do gênero. Mesmo as paredes estavam respingadas de sangue e fragmentos semelhantes de cérebro e couro cabeludo, além de crivadas por milhares de buracos de bala. No centro, havia um canal de escoamento com cerca de um quarto de metro de profundidade e largura, e cerca de dez metros de comprimento. Ele conduzia ao sistema sanitário da casa vizinha, mas estava entupido até a borda com sangue. Aquele antro horrendo continha 127 cadáveres, mas as vítimas do massacre anterior haviam sido enterradas às pressas no jardim adjacente. O que mais nos impactou nos cadáveres foi o esfacelamento dos crânios, ou o achatamento completo deles, como se as vítimas tivessem sido golpeadas na cabeça com algo como um bloco pesado. ... E, em todos os casos, os cadáveres estavam nus... [uma vala no pátio] continha oitenta corpos que, invariavelmente, apresentavam ferimentos e mutilações de uma crueldade quase inimaginável. Nessa vala, encontramos cadáveres que, dependendo do caso, tinham as entranhas arrancadas, membros decepados (como se os corpos tivessem sido literalmente retalhados), olhos vazados e cabeças, pescoços, rostos e troncos crivados de perfurações. Encontramos também um corpo atravessado no peito por uma estaca pontiaguda, ao passo que, em vários casos, a língua estava faltando.25

Isso aconteceu em Kiev, onde, como você deve se lembrar, três quartos do efetivo da Tcheka eram judeus.

A onda de fúria destrutiva da Cheka perdurou por décadas. O Terror atingia picos de intensidade — como o “Grande Terror” de 1937–1938 —, mas nunca cessou completamente até a morte de Stalin, em 1953. Robert Conquest, ao descrever o início de 1937, utilizou estas palavras arrepiantes: “Russos que tinham acreditado que o país já estava sob o domínio de terroristas veriam, então, o verdadeiro significado do terror”.26 Quando eu li essa frase pela primeira vez, há vinte e cinco anos, eu tive uma sensação de horror palpável e uma profunda tristeza pelo povo russo.

A invasão da Rússia pelos alemães, em junho de 1941, revelou as atrocidades bolcheviques subsequentes.27 Quase um quarto de século de vingança sangrenta não havia saciado a sede de sangue bolchevique/judaica. Em retirada, os bolcheviques massacraram seus prisioneiros nas prisões de fronteira em vez de transportá-los para o leste, e os alemães, ao chegarem, preservaram cuidadosamente as evidências. No entanto, eles não se limitaram a matá-los. Uma testemunha, um médico alemão, relata o seguinte sobre a cena em Lvov:

Eu ordenei que os porões [da prisão de Brygidky] fossem imediatamente esvaziados e, no decorrer dos três dias seguintes, 423 cadáveres foram retirados... Entre os corpos, havia meninos de 10, 12 e 14 anos e jovens mulheres de 18, 20 e 22 anos, além de mulheres idosas... [Na] prisão militar, na parte norte da cidade... o fedor de decomposição era tão intenso e havia tanto sangue sob a pilha de cadáveres que tivemos de usar máscaras de gás polonesas para entrar no porão... Jovens mulheres, homens e mulheres mais velhas estavam amontoados, camada sobre camada, chegando até o teto... O terceiro e o quarto porões estavam apenas cerca de três quartos cheios. Mais de 460 cadáveres foram retirados desses porões. Muitos dos corpos apresentavam sinais de tortura séria, mutilações nos braços e nas pernas e marcas de grilhões.28

Outra testemunha viu*14

um grande espaço, repleto de cadáveres do teto ao fundo... Os que estavam na parte de baixo ainda estavam quentes. As vítimas... jaziam em diversas posições, com os olhos abertos e expressões de terror nos rostos. Entre elas, havia muitas mulheres. Na parede à esquerda, três homens estavam crucificados, mal cobertos por roupas a partir dos ombros, com os órgãos genitais decepados. Abaixo deles, no chão, em posições semissentadas e inclinadas — duas freiras com esses órgãos na boca. As vítimas do sadismo da NKVD foram mortas com um tiro na boca ou na nuca. Mas a maioria foi golpeada no estômago com uma baioneta. Algumas estavam nuas ou quase nuas...

Outras testemunhas também afirmaram que muitos dos mortos estavam nus, o que naturalmente levanta a questão de saber se foram estuprados.29 A Cruz Vermelha Ucraniana estimou que 4.000 pessoas haviam perecido apenas em Lviv.30 Outra fonte aponta que o número de vítimas chegou a 10.000.31

Cidadãos de Lviv à procura de parentes entre as vítimas do NKVD. Fonte da foto:  https://collections.ushmm.org/search/catalog/pa1153801

Ao presenciarem as cenas terríveis, a população local ucraniana e polonesa “imediatamente começou a arrastar os judeus para fora de suas casas e abusar deles nas ruas”.32 Milhares foram mortos. Os habitantes locais atribuíram as atrocidades aos judeus, tamanha era a convicção de que bolcheviques eram sinônimo de judeus. Eu não encontrei informações sobre agentes da Cheka em Lviv nesse período, mas os judeus representavam 30% da população da cidade.33 Naquela altura, o alto escalão do NKVD contava com um contingente judaico bastante reduzido, mas isso não significa que os escalões intermediários e inferiores tenham sofrido redução na mesma proporção. Arkady Vaksberg escreve: “Mas o NKVD não estava livre de judeus, apesar dos... expurgos. Entre os sádicos que vieram preencher as vagas deixadas em aberto — incluindo cargos de altíssimo escalão — havia ‘mais do mesmo’.”34 Uma fonte afirma que havia quase 600 oficiais judeus no NKVD da Ucrânia em janeiro de 1945.35 Certamente, havia muito mais em junho de 1941.

Mais vítimas. Parece que sofreram espancamentos severos, e o homem em primeiro plano está parcialmente despido. Fonte da foto: https://collections.ushmm.org/search/catalog/pa1153801

Quando eu escrevi a sentença que introduziu este breve ensaio, eu estava prevendo como seria uma tomada de poder pelo grupo Weatherman na América. Os comunistas do Weatherman tinham semelhanças importantes com os bolcheviques: um complexo de superioridade presunçoso e fanático, uma ideologia messiânica, um ódio raivoso contra brancos/cristãos e planos para campos de “reeducação”. Os membros do Weatherman já faleceram em sua maioria, mas o espírito que os gerou é muito mais forte do que era na década de 1960; é o mesmo ódio antigo e assassino que impulsionou os bolcheviques — um desejo poderoso de vingar os males da antiga ordem social.

Os membros do Weatherman não estavam sozinhos na esquerda judaica da década de 1960 ao nutrir fantasias de ódio e vingança. Para muitos judeus da Nova Esquerda, “a revolução promete vingar os sofrimentos e reparar as injustiças que, por tanto tempo, foram infligidas aos judeus com a permissão ou o incentivo — ou mesmo sob o comando — das autoridades em sociedades pré-revolucionárias”*15. Entrevistas com radicais judeus da Nova Esquerda revelaram que muitos tinham fantasias destrutivas nas quais a revolução resultaria na “humilhação, desapropriação, aprisionamento ou execução dos opressores”, combinadas com a crença em sua própria onipotência e em sua capacidade de criar uma ordem social não opressiva.*16 Essas constatações também são totalmente consistentes com a experiência pessoal de Kevin MacDonald entre ativistas judeus da Nova Esquerda na Universidade de Wisconsin, na década de 1960 (aqui, p. 103, nota 13).*17

O corpo deste ensaio oferece um vislumbre de uma situação que paira no horizonte como uma... ...uma vasta e aterrorizante tempestade. Não será necessária nenhuma derrubada revolucionária neste momento, pois as alavancas do poder já estão nas mãos de nossos inimigos, aguardando apenas uma situação em que possam tomar o poder absoluto, comparável ao que detinham na URSS pós-revolucionária. O tempo é curto; a grande questão desta geração é esta: será que o espírito de nossos ancestrais, os guerreiros das estepes, apenas adormece em nossos compatriotas? Ou estará, de fato, morto? Eu não tenho certeza se quero saber a resposta para essa pergunta.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

*1 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Ted Gold and the Jews of Weatherman, Part 1, por Karl Nemmersdorf, 14 de setembro de 2017, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2017/09/14/ted-gold-and-the-jews-of-weatherman-part-1/

*2 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left

1 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Pipes, The Russian Revolution (Vintage Books, 1991), p. 824.

2 Nota de Karl Nemmersdorf: Paul Gregory, Terror by Quota: State Security from Lenin to Stalin (An Archival Study) (Yale University Press, 2009), p. 63.

*3 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:

https://codoh.com/library/document/1722/?lang=en

*4 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:

https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html {tradução em português:

- Os judeus de Stalin – parte 1 - artigo de Sever Plocker, 17 de março de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/03/os-judeus-de-stalin-parte-1-artigo-de.html }

3 Nota de Karl Nemmersdorf: Terry Martin, The Affirmative Action Empire: Nations and Nationalism in the Soviet Union, 1923-1939 (Cornell University Press, 2001), p. 425. Ver também abaixo, p. 1028.

http://sovietinfo.tripod.com/GTY-Penal_System.pdf

4 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri Slezkine, The House of Government: A Saga of the Russian Revolution (Princeton University Press, 2017), p. 152

5 Nota de Karl Nemmersdorf: W. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 386.

6 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 69.

*5 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia, por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym},  03 de abril de 2022, World Traditional Front (as demais na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/04/revisitando-os-pogroms-alegados.html

                Original em inglês abaixo:

https://www.theoccidentalobserver.net/2012/05/08/revisiting-the-19th-century-russian-pogroms-part-1-russias-jewish-question/

*6 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: STALIN’S WILLING EXECUTIONERS JEWS AS A HOSTILE ELITE IN THE USSR The Jewish Century, resenha por por Kevin MacDonald.

https://www.researchgate.net/publication/237536578_STALIN'S_WILLING_EXECUTIONERS_JEWS_AS_A_HOSTILE_ELITE_IN_THE_USSR_The_Jewish_Century

*7 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left

*8 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: The Virtue of Hate, por Meir Y. Soloveichik, 1 de fevereiro de 2003, FIRST THINGS.

https://firstthings.com/the-virtue-of-hate/

*9 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Schatz, J., The Generation: The Rise and Fall of the Jewish Communists of Poland, 1991, p. 226.

7 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Pipes, The Russian Revolution (Vintage Books, 1991), p. 824.

8 Nota de Karl Nemmersdorf: Eu estou ciente de que Pipes é judeu.

9 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 75.

10 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 102.

11 Nota de Karl Nemmersdorf: W. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 314.

12 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 83.

13 Nota de Karl Nemmersdorf: W. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 383.

14 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 105.

15 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 136.

16 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 163.

17 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 218.

18 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 103.

*10 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:

https://www.recovery.org/cocaines/history/

*11 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  A brief history of cocaine - Both the Pope and France's chief rabbi endorsed Vin Mariani, a concoction of Bordeaux and cocaine. It sold well, por Richard J. Miller, 07 de dezembro de 2013, Salon.

https://www.salon.com/2013/12/07/a_brief_history_of_cocaine/

*12 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  

https://recovery.com/cocaines/history/  

19 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Oxford University Press, 1981), p. 271. Donald Rayfield relata o caso de uma chekista húngara que teve de ser internada em uma ala psiquiátrica depois de começar a atirar em testemunhas de crimes. Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 83.

20 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 103.

21 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 201.

22 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), pp. 103-104.

23 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Oxford University Press, 1981), p. 477

24 Nota de Karl Nemmersdorf: Amy Knight, Beria: Stalin’s First Lieutenant (Princeton University Press, 1996), p. 236 nota 12.

25 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 176.

26 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, The Great Terror: A Reassessment (Oxford University Press, 1990), p. 181.

27 Nota de Karl Nemmersdorf: Um relato ainda mais tardio, e mais diretamente ligado a autores judeus, aparece em An Eye For An Eye: The Untold Story of Jewish Revenge Against Germans in 1945 (Basic Books, 1993), de John Sack. Trata-se da história da polícia secreta judaica no regime comunista polonês, após a Segunda Guerra Mundial, que reunia alemães em campos de concentração para submetê-los a ainda mais estupros, torturas e assassinatos.

28 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 216.

*14 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Lviv museum recounts Soviet massacres, por Natalia A. Feduschak, 11 de maio de 2010, Kyiv Post.

https://www.kyivpost.com/article/content/ukraine-politics/lviv-museum-recounts-soviet-massacres-66315.html?cn-reloaded=1

29 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 220.

30 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 221.

31 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 225.

32 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 223.

33 Nota de Karl Nemmersdorf: Dov Levin, The Lesser of Two Evils: Eastern European Jewry Under Soviet Rule, 1939-1941 (The Jewish Publication Society, 1995), p. 54

34 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady Vaksberg, Stalin Against the Jews (Alfred Knopf, 1994), p. 101. A reação da população local também é reveladora; eles não tinham dúvidas de que os judeus eram os culpados.

35 Nota de Karl Nemmersdorf: Amir Weiner, Making Sense of War: The Second World War and the Fate of the Bolshevik Revolution (Princeton University Press, 2002), p. 269.

*15 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Cohen, P. S., Jewish Radicals and Radical Jews, Londres: Academic Press, 1980, p. 208; Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988, p. 85.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left

*16 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Cohen, P. S., Jewish Radicals and Radical Jews, Londres: Academic Press, 1980, p. 208.

*17 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988, p. 103, nota 13.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left


Fonte: Leather-Jacketed Coke-Snorting Jews in the Soviet Secret Police Torturing, Raping and Killing Gentiles: The Evidence, por Karl Nemmersdorf, 09 de março de 2020, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2020/03/09/leather-jacketed-coke-snorting-jews-in-the-soviet-secret-police-torturing-raping-and-killing-gentiles-the-evidence/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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