quinta-feira, 24 de setembro de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 5 - final - a vida e carreira dos terroristas judaico-bolcheviques após o massacre - por Karl Nemmersdorf

 Continuação de {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 4 - a insaciável sede de matança do judaico-bolchevismo sobre a população - por Karl Nemmersdorf

 Karl Nemmersdorf

A vida posterior dos assassinos. Das figuras aqui apresentadas, não encontrei mais informações sobre Lisovsky e Margolin.96 Presumivelmente, seguiram carreiras como burocratas de baixo escalão, talvez recebendo um tiro na nuca durante o Grande Terror.

Alexander-Israel Radzivilovski, o assassino adolescente, teve uma longa carreira na Cheka/NKVD, chegando à patente de Major-Sênior de Segurança do Estado (equivalente a general do exército) e ao cargo de vice-chefe da NKVD de Moscou entre 1935 e 1937. Em 1936, tornou-se deputado do Soviete Supremo, nominalmente o órgão máximo do governo soviético. Recebeu a Ordem de Lenin*16 em 1937, pouco antes de acompanhar Lazar Kaganovich a Ivanovo, onde ambos aplicaram o Grande Terror contra a liderança comunista daquela província — um episódio que ficou conhecido como “o tornado negro”.97 (Aqui, ao menos, as vítimas eram comunistas.) Foi preso em setembro de 1938, acusado de ser espião polonês, e fuzilado em janeiro de 1940.98

Israel Dagin, outro oficial da Cheka atuante na Crimeia, também teve uma longa carreira nos órgãos punitivos. Ele erigiu-se a uma patente ainda mais elevada que a de Radzivilovski — a de Comissário de Segurança do Estado de 3ª Classe, equivalente à de comandante de corpo de exército. Trabalhou em diversas cidades, realizando prisões, expurgos e execuções — a rotina constante dos oficiais da Cheka. Em 1937, na altura do Grande Terror,

Dagin e seus homens ficaram encarregados de supervisionar uma das mais notórias operações de terror em massa. Em 28 de julho de 1937, E. G. Evdokimov reuniu as lideranças locais do Partido [no Cáucaso] e deu instruções para o expurgo em massa, planejado há muito tempo. Dagin, em estreita cooperação, executou a operação policial propriamente dita... Dagin já havia elaborado um plano, com listas de nomes para cada localidade.99

Apenas na primeira pequena região desta grande operação — a Chechênia-Ingushétia — “5.000 prisioneiros foram prensados nas prisões do NKVD em Grozny, 5.000 na garagem principal do Consórcio de Petróleo de Grozny e milhares de outros em vários... edifícios. [Ao todo,] cerca de 14.000 pessoas foram presas, o que representava aproximadamente 3% da população.”100 Todas essas pessoas foram fuziladas ou enviadas para campos. Os mesmos algozes, vítimas diferentes, mais tragédias individuais. Dagin recebeu as mais altas condecorações estatais, mas também foi preso, em novembro de 1938, e fuzilado poucos dias antes de Radzivilovski.101

Lev Mekhlis veio a ter uma longa carreira sob o comando de Stalin, atuando como seu secretário pessoal, editor do Pravda, deputado do Soviete Supremo e membro do Comitê Central. (O Comitê Central era o órgão dirigente do Partido Comunista; o Politburo, o Orgburo e o Secretariado eram, tecnicamente, subdepartamentos vinculados a ele.) Ele conduziu vários expurgos por ordem de Stalin, disseminando o terror, especialmente entre os oficiais. Em 1937, Stalin fez dele o chefe da Direção Política Principal do Exército (tornando-o comissário político de toda a força militar); nessa função, ele ajudou a executar o notório expurgo do Exército Vermelho. Ele “era capaz de encontrar ‘inimigos’ em toda parte e desempenhou um papel fundamental nas repressões políticas daquele período”.102 Durante a Segunda Guerra Mundial, Mekhlis “percorreu milhares de quilômetros pelas frentes de batalha, matando tantos generais do Exército Vermelho quanto os alemães. Sua crueldade era lendária...”103 Em setembro de 1940, reencontrou sua amiga Zemliachka, sucedendo-a no cargo de Ministro do Controle Estatal — um órgão fiscalizador que supervisionava as repartições do Partido e do governo. A figura de Mekhlis pode ser resumida pelo fato de que ele era capaz de servir lealmente a Josef Stalin e, ao mesmo tempo, manter laços estreitos com pessoas como Rozalia Zemliachka — dois dos indivíduos mais perversos do século XX. Mekhlis aposentou-se em 1950, detendo as mais altas honrarias, e faleceu de causas naturais em fevereiro de 1953, menos de um mês antes da morte de Stalin.

{O judeu Lev Mékhlis (1889-1953) de vestimenta bolchevique na foto acima, teria posteriormente cargos da maior importância nos corredores da URSS, atuando como secretário pessoal de Josef Stalin, sendo editor do Pravda, e ainda deputado do Soviete Supremo e membro do Comitê Central.}


Ivan Danishevsky, o jovem executor da Cheka, foi premiado com um relógio de ouro após seu “trabalho” na Crimeia. Dentro de meses ele foi enviado ao Cáucaso para uma missão semelhante: liquidar pessoas de inteligência e valor — os inimigos naturais do domínio bolchevique — em uma região recém-conquistada pelas forças vermelhas. Antes do final de 1921, o Partido o moveu para trabalho civil, nos setores de comércio e finanças. Na década de 1930, ele já atuava como engenheiro especializado em motores de aeronaves e chefiava uma grande fábrica de motores (as instalações industriais soviéticas eram gigantescas). Durante o Grande Terror, escapou por pouco da prisão, denunciou muitos outros e acabou sendo detido em agosto de 1938. Sob tortura, confessou acusações forjadas e foi condenado à morte, mas, inexplicavelmente, foi poupado e enviado às minas de ouro de Kolyma;*17 lá, sobreviveu até 1955, quando foi libertado e autorizado a retornar a Moscou. Escreveu diversos livros sobre a história soviética e empenhou-se vigorosamente na defesa da doutrina comunista pura até o fim de sua vida.104 Ele faleceu em 1979.

Quanto a Semyon Dukelsky, músico e matador da Cheka, ele logo deixou a Crimeia para assumir o comando da Cheka em Odessa, substituindo o judeu Max Deich, que havia adquirido uma “reputação de crueldade e vício em drogas” e precisou ser chamado de volta.105 Ele trabalhou em vários cargos na Cheka e no governo até 1938 — várias vezes sendo transferido ou repreendido por incompetência —, quando o Politburo o encarregou do Departamento de Cinematografia do Comitê Central; seu antecessor, o judeu Boris Shumiatsky, foi fuzilado. Pessoas que trabalharam sob suas ordens têm deixado memórias sobre seu estilo de gestão: rígido, excêntrico, doutrinário e arrogante. Seguindo o padrão de sua carreira, ele permaneceu no cargo por apenas um ano. De 1939 a fevereiro de 1942, atuou como Comissário da Marinha (ou da marinha mercante; as fontes não são claras); depois, até sua aposentadoria em 1952, foi vice-comissário (ou vice-ministro) da Justiça. Ele começou a fazer denúncias contra outros funcionários — acusações que logo se tornaram cada vez mais implausíveis —, a ponto de acabar internado em um hospital psiquiátrico. Ele morreu em 1960.106

Samuel Vulfson, colaborador de Kun no Comitê Revolucionário da Crimeia, retornou a Moscou em 1921. Ele integrou o Comitê do Partido em Moscou (juntamente com Zemliachka) e, após 1924, trabalhou no Comissariado de Comércio Exterior e como representante comercial na Europa Ocidental. Em 1929, seu quadro de tuberculose agravou-se e ele viajou para o exterior, vindo a morrer em Berlim, em 1932.107

Sergei Gusev-Drabkin continuou trabalhando na administração política do Exército Vermelho — por algum tempo como chefe do departamento — até ser afastado por iniciativa de Trotsky, visto que Gusev era um homem de Stalin. Gusev então atuou no Partido como membro candidato do Comitê Central e secretário da Comissão Central de Controle (1923), um órgão disciplinar que supervisionava tanto o Partido quanto o governo. Em meados da década de 1920, Stalin o enviou para trabalhar na Comintern {departamento de questões internacionais – Komintern – do movimento bolchevique}; em cuja função ele visitou os Estados Unidos sob o pseudônimo de “P. Green” para arbitrar uma disputa interna no Partido Comunista norte-americano. Gusev envolveu-se na controvérsia sobre a literatura na Rússia, defendendo — juntamente com Zemliachka e outros partidários da linha dura — que os escritores deveriam propagar a doutrina comunista pura em detrimento da liberdade literária. Em um discurso no XIV Congresso do Partido, realizado em dezembro de 1925, ele afirmou: “Lênin nos ensinava que todo membro do Partido deveria ser um agente da Cheka — isto é, deveria vigiar e informar,” concluindo que “se nós sofremos de algum mal, é o de nós não informarmos o suficiente.”108 Arrepiante. O principal defensor do ponto de vista oposto, o escritor Alexander Voronsky, caiu em desgraça e foi fuzilado em 1937. Gusev continuou ocupando altos cargos no Comintern {Oficina Política do comitê central do Partido Bolchevique} até sua morte, em 1933.109

Ephraim Sklyansky, o jovem assistente de Trotsky que atraiu milhares de oficiais do Exército Branco para o cativeiro e a morte, não viveu muito tempo. Em abril de 1924, ele perdeu seu cargo no Conselho Militar Revolucionário devido à hostilidade de Stalin, a quem havia criticado fortemente durante a Guerra Civil. Ele moveu-se para esfera econômica, chefiando um consórcio têxtil. Em 1925, viajou pela Europa e pela América para coletar informações sobre produção industrial, mas afogou-se em um acidente de barco suspeito. Arkady Vaksberg, entre outros, atribui a culpa a Stalin:

Sklyansky foi afogado em um lago durante uma viagem de negócios aos Estados Unidos, juntamente com o diretor da Amtorg (a corporação comercial soviético-americana), Isaiah Khurgin... O assassinato de dois judeus que Stalin odiava havia sido organizado por outros dois judeus: Kanner e Yagoda.110

Grigory Kanner era um dos secretários de Stalin; Genrikh Yagoda era, na época, o chefe de facto da OGPU, sucessora da Cheka. Outro historiador observa que Kanner “tinha estado encarregado das manobras sujas [de Stalin] contra Trotsky e outros”,111 mas não há provas concretas da culpa de Stalin; tratava-se de uma acusação feita inicialmente por Boris Bazhanov, antigo secretário de Stalin. Seja como for, voltamos aos nossos dois assassinos restantes, os dois mentores.

Bela Kun, que foi essencialmente o ditador da Crimeia durante o massacre, seguiu da Crimeia diretamente para o Presidium da Comintern {Oficina Política do comitê central das questões internacionais – Komintern – do movimento bolchevique#2} (liderado por Grigory Zinoviev até o final de 1926). Lenin então o enviou, como agente da Comintern, à Alemanha — juntamente com outro comunista húngaro de origem judaica, Joseph Pogany (cujo nome verdadeiro era Schwarz) — para comandar a tomada revolucionária do país. As expectativas eram elevadas; Lenin sempre considerou que o sucesso da revolução na Rússia dependia da adesão da Alemanha à revolução mundial. Imagine-se essa perspectiva aterrorizante: uma Rússia comunista unida a uma Alemanha comunista! O resultado foi a “Ação de Março,”*18 uma insurreição muito mal planejada que rapidamente encontrou a derrota. Kun foi duramente criticado e enviado aos Urais para trabalhar em um comitê local do Partido, embora sem perder seu posto na Comintern. Na década de 1920, atuou clandestinamente como agente da Comintern na Alemanha, na Áustria e na Tchecoslováquia, até ser preso em Viena, em 1928; após o qual ele permaneceu na União Soviética, continuando a liderar o Partido Comunista Húngaro no exílio. Ele prosseguiu atuando nos altos escalões da Comintern até meados da década de 1930.112 Em junho de 1937, chegou a sua vez de ser denunciado e preso. Seus torturadores da NKVD — muito provavelmente capangas judeus — espancaram-no e o obrigaram a permanecer em pé sobre uma perna só por até vinte horas; quando “retornou à cela após o interrogatório, suas pernas estavam inchadas e seu rosto estava tão escurecido que se tornara irreconhecível.”113 Ele foi fuzilado em agosto de 1938, juntamente com praticamente todo o contingente de emigrados comunistas húngaros. Após a Segunda Guerra Mundial, o domínio comunista foi restabelecido na Hungria sob o comando do repulsivo Matyas Rakosi (que havia servido no governo húngaro de Kun em 1919) e, mais uma vez, a liderança era majoritariamente judaica.

Nós finalmente retornamos a Rozalia Zemliachka. Com quarenta e quatro anos em 1920, ela viveu mais vinte e sete anos, desempenhando diversas funções no Estado soviético. Era uma stalinista nata e evitou ser presa — na verdade, era ela quem conduzia os expurgos. Ela “sempre fora o tipo de bolchevique que atraía Stalin, pois compartilhava sua visão maniqueísta do mundo como um lugar de luta mortal entre aliados e inimigos”.114

{O "bicho" pegando com Rozalia Zemliachka (1876-1947) presidindo um julgamento de expurgo na URSS.}

Depois de “se tornar útil” na Crimeia, ela retornou a Moscou em janeiro de 1921, trabalhando como secretária de um dos comitês distritais do Partido. Nos anos seguintes, atuou nos Urais e no norte do Cáucaso, “encarregada de treinar subordinados, supervisionar a produção de panfletos e ministrar palestras e aulas para operários de fábricas.”115 Ela realizou esse trabalho em grande parte a serviço de Stalin, apoiando-o contra a oposição, fosse ela representada por Trotsky ou por Kamenev e Zinoviev. Em 1926, Stalin a nomeou membro da direção da Comissão Central de Controle, o que significava que “ela havia alcançado a posição de principal executora da disciplina partidária. Era um papel que ela continuaria a desempenhar pelo restante de sua carreira.”116 Nessa função, ela trabalhou com o NKVD:

Não se questiona que Zemliachka trabalhou em estreita colaboração com o NKVD. Suas funções exigiam que ela lhes repassasse relatórios sobre infrações. Além disso, é provável que ela fosse uma aliada voluntária... Acreditando na existência das conspirações que supostamente ameaçavam o Partido, Zemliachka tornou-se uma participante hábil na sua desarticulação. Ela também conseguiu proteger-se dos expurgos que varreram as fileiras do próprio NKVD... Em vez de ser vítima, Zemliachka obteve promoções. Em setembro de 1936, foi agraciada com a mais alta condecoração civil soviética, a Ordem de Lenin.117

Em 1937, ela se tornou deputada do Soviete Supremo e, dois anos depois, membro do Comitê Central. Naquele mesmo ano, assumiu os cargos de vice-presidente da Comissão de Controle e vice-presidente do Conselho de Comissários do Povo (uma função análoga à de vice-primeiro-ministro). Ela estava muito próxima do auge do poder. Passou os anos de guerra em Moscou, escrevendo memórias polêmicas sobre Lênin e desempenhando diversas tarefas menores. Aposentou-se em 1943 e faleceu aos setenta anos, em janeiro de 1947.

{Linda na juventude, na metade da vida sua imagem refletia a dureza de seu empenho implacável e na velhice Rozalia Zemlyachka (1876-1947) exalava austeridade de um coração de ferro.}


A Rússia que existiu no ano de seu nascimento havia sido completamente transformada ao longo de sua vida. De uma terra próspera, marcada pela paz, pela ordem e pelo desenvolvimento gerais — governada em grande medida pela pequena comunidade alemã118 —, a Rússia tinha se convertido em uma terra de tumultos, medo, assassinatos, delações e campos de concentração, governada em grande parte por sua minoria judaica. Zemliachka é um grande símbolo dessa transformação, personificando o poder do ódio judaico e do zelo pervertido.

 

Resumo

As questões surgem: quantas pessoas mais esses judeus mataram depois da Crimeia? A maioria — ou todos eles — continuou na profissão que haviam escolhido: a de terrorista comunista; e atuaram por muitos anos em um sistema cuja própria base era o terror. Seria muito difícil obter uma estimativa realista desse número, mas, sem dúvida, ele é muito elevado. O único fator atenuante é que, entre as suas vítimas posteriores, incluíam-se muitos comunistas.

Para avaliar apropriadamente a tragédia da Crimeia, é preciso ter uma noção dos números envolvidos. As estimativas variam de 12.000 a 120.000, mas muitos pesquisadores acreditam que o número real situava-se entre 50.000 e 60.000, incluindo escritores russos contemporâneos que tiveram acesso a pelo menos parte dos arquivos.119 Assim, a Crimeia sofreu 50.000 mortes no massacre de Kun-Zemliachka, talvez 20.000 mortes em campos de detenção e 100.000 mortes devido à fome, tudo isso num intervalo de somente dezoito meses e em uma área muito reduzida. Esse padrão repetiu-se literalmente em todos os lugares onde os bolcheviques governaram, persistindo de 1917 até meados da década de 1950, com apenas breves e periódicas tréguas.

 O domínio comunista na Rússia foi uma tragédia colossal e interminável, perpetrada por uma camarilha criminosa, desequilibrada e majoritariamente judaica, movida por uma ideologia cujos efeitos eram nada menos que satânicos. É altamente perturbador pensar que potenciais de barbárie semelhantes — impulsionados por pessoas do mesmo tipo — fervilham hoje no seio da nossa sociedade, ameaçando constantemente eclodir em um turbilhão terrível e análogo, tal como vem acontecendo com os palestinos em Gaza e na Cisjordânia.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


96 Nota de Karl Nemmersdorf: Não constam nem na obra de Heinrich Schulz, Who was Who in the U.S.S.R. (Scarecrow Press, 1972) — que traz dados sobre 5.015 personalidades de destaque da União Soviética —, nem na Jewish Encyclopedia of Russia online, que apresenta informações básicas, porém escassas, sobre 8.500 judeus nascidos na Rússia:

(https://www.jewishgen.org/Belarus/misc/JewishEncycRussia/a/index.html).

97 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, Inside Stalin’s Secret Police: NKVD Politics 1936-39 (Hoover Institution Press, 1985), p. 38.

98 Nota de Karl Nemmersdorf: Zhukov, Sociedade Memorial, “Alexander Radzivilovski”. Acessado em 22 de maio de 2025. https://nkvd.memo.ru/index.php/Радзивиловский,_Александр_Павлович

99 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, Inside Stalin’s Secret Police: NKVD Politics 1936-39 (Hoover Institution Press, 1985), p. 38.

100 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, The Great Terror: A Reassessment (Oxford University Press, 1990), p. 261.

101 Nota de Karl Nemmersdorf: Zhukov, “Israel Dagin.” Acessado em 12 de junho de 2025. https://nkvd.memo.ru/index.php/Дагин,_Израиль_Яковлевич

102 Nota de Karl Nemmersdorf: Boris Morozov, “Mekhlis, Lev Zakharovich”, em The YIVO Encyclopedia of Jews in Eastern Europe. Acessado em 10 de maio de 2025. https://encyclopedia.yivo.org/article/852

103 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him, p. 398.

*17 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Along Russia’s ‘Road of Bones,’ Relics of Suffering and Despair, por Andrew Higgins, fotografias e vídeo por Emile Ducke, 22 de novembro de 2020, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2020/11/22/world/europe/russia-stalin-gulag-kolyma-magadan.html

104 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexei Teplyakov, Иван Данишевский: чекист, авиастроитель, публицист (“Ivan Danishevsky: Chekista, Construtor de Aeronaves, Publicista”).

105 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Clarendon Press, 1986), p. 447.

106 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Semyon Dukelsky”. Acessado em 13 de maio de 2015. https://ru.wikipedia.org/wiki/Дукельский,_Семён_Семёнович

107 Nota de Karl Nemmersdorf: “Samuil Davydovich Vulfson”, na Wikipédia em russo. Acessado em 17 de maio de 2025. https://fi.wiki7.org/wiki/Вульфсон,_Самуил_Давыдович. Eu não tenho uma fonte que identifique esse homem como judeu, mas estou convicto de que ele o é, principalmente por causa do sobrenome. A “Visão Geral de IA” afirma: “Vulfson é um sobrenome de origem judaica, especificamente asquenaze.”

108 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri Slezkine, House of Government, p. 291.

109 Nota de Karl Nemmersdorf: Branko Lazitch e Milorad Drachkovitch, Biographical Dictionary of the Comintern, revised edition (Stanford: Hoover Institution Press. 1986), pp. 160-161.

110 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady Vaksberg, Stalin Against the Jews (Alfred Knopf, 1994), p. 28.

111 Nota de Karl Nemmersdorf: Simon Sebag Montefiore, Stalin: The Court of the Red Tsar (Alfred Knopf, 2004), 234–35. Montefiore é judeu, assim como a maioria dos principais historiadores da Rússia Soviética. Eles realmente parecem fascinados pela história soviética, por algum motivo.

#2 Nota de Mykel Alexander: Presidium ou Praesidium refere-se à Politburo, isto é, Oficina Política do comitê central do Partido Bolchevique, mas no contexto refere-se Oficina Política do comitê central das questões internacionais do movimento bolchevique, isto é, do comunismo de Lenin e depois do comunismo de Stalin. Ver Alberto Falcionelli, El licenciado, el seminarista y el plomero – breve glossário del comunismo em accion, Editorial El Mandragora, Buenos Aires, 196. Vocábulo POLITIBURO, vocábulo KOMINTERN). 

*18 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Germany 1921: The tragedy of the ‘March Action’, por Rob Sewell, 30 de março de 2021, Marxist.

https://marxist.com/the-tragedy-of-the-march-action.htm

112 Nota de Karl Nemmersdorf: Branko Lazitch e Milorad Drachkovitch, Biographical Dictionary of the Comintern, revised edition (Stanford: Hoover Institution Press. 1986), pp. 239-241; também Wikipedia, “Bela Kun”, acessado em 12 de maio de 2025.

113 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, The Great Terror: A Reassessment, p. 403.

114 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 242.

115 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 242.

116 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 243.

117 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 286.

118 Nota de Karl Nemmersdorf: Thomas Sowell afirma que a pequena minoria alemã na Rússia czarista representava 40% do alto comando do Exército, 57% do Ministério das Relações Exteriores e a quase totalidade da Academia de Ciências de São Petersburgo. Esses números praticamente se inverteriam em favor dos judeus após a Revolução Bolchevique. De fato, os judeus expulsariam ou exterminariam a camada dominante alemã. Em Migrations and Cultures (Basic Books, 1996), p. 57.

119 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia — pelo menos 50.000. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War — cerca de 50.000. Courtois, The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. — pelo menos 50.000. D. M. Volodikhin — pelo menos 52.000.


Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/06/30/jewish-bolsheviks-and-mass-murder-rozalia-zemliachka-and-the-jews-responsible-for-the-bloodbath-in-crimea-1920/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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