sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen


The Controversy of Zion de Douglas Reed (1895- 1976)



Resumo por Knud Bjeld Eriksen, dinamarquês, bacharel em Direito, – Tradução de Norberto Toedter


Knud Bjeld Eriksen 

           Em 1985 foi reeditada a obra prima de Douglas Reed The Controversy of Zion (A Controvérsia de Sião). No prefácio desta nova edição Ivor Benson, autor de The Zionist Factor, descreve como, desde 1956, quando Reed terminou de escrever o livro, os acontecimentos apresentaram provas abundantes de que a interpretação que Reed fez da história de mais de dois mil anos corresponde aos fatos. O Oriente Próximo continua sendo um barril de pólvora, que pode desencadear a próxima guerra mundial; a mídia continua suprimindo ou distorcendo todas as informações indesejadas e assim impede sua discussão. Destarte somente aqueles poucos, que conhecem os bastidores do sionismo talmúdico e do comunismo, estavam em condições de compreender acontecimentos tão decisivos como a assim chamada Guerra dos Seis Dias ou a invasão do Líbano pelos israelenses em 1982. Esta fora justificada como necessária para destruir a OLP Organização para Libertação da Palestina, mas na verdade se tratava tão somente da realização do antigo plano de criação de um Grande Israel.


Esquerda: a obra de Douglas Reed. Direita: Douglas Reed.

       De alta importância aí foi o seguinte: Os veículos de comunicação pró sionistas do mundo ocidental sempre haviam mostrado Israel como democracia inocente a precisar de ajuda permanente. Porém a vista dos fatos este quadro passara a perder cada vez mais credibilidade e quando o Institute of Strategic Studies da Inglaterra comunicou que Israel passou a ser o quarto poder militar do mundo depois dos Estados Unidos, União Soviética e China, antes de Grã Bretanha e França, quase ninguém mais se admirava. (Desde a extinção da União Soviética, Israel, um país com uma população como a da Dinamarca, dispõe possivelmente do terceiro maior arsenal militar do mundo!).

            Mais importante deveras foi a mudança de conscientização que então se processou junto a muitos judeus. Depois que os aliados de Israel massacraram em dois campos de refugiados palestinos 1.500 homens, mulheres e crianças, a mídia e os políticos ocidentais passaram a observar certa reserva, mas em Tel Aviv 350.000 israelenses protestaram contra o próprio governo.

            Parece que Douglas Reed também havia previsto este desenvolvimento, pois bem no final do seu livro ele escreveu em 1956: “Eu acredito que os judeus no mundo inteiro também estão começando a entender como está errado o sionismo revolucionário, este irmão gêmeo daquele outro movimento destrutivo (do comunismo), e que ao final deste século eles finalmente vão decidir procurar serem aceitos na humanidade.”

            O livro começa com uma citação do pensador inglês Edmund Burke, que em 1789 criticou a revolução francesa em sua obra Reflections on the Revolution: “Houve um acontecimento, sobre o qual é difícil falar e impossível silenciar.” No próximo capítulo começa o sumário do livro propriamente dito.


REVOLUÇÃO GLOBAL, SIONISMO E GOVERNO MUNDIAL

            A revolução global, que no século XX destruiu de forma antes inimaginável a civilização criada pelo homem, foi um dos dois movimentos revolucionários que começaram a se espraiar na mesma semana de outubro do ano de 1917 qual uma epidemia sobre o globo terrestre. A revolução global significou provisoriamente o momento culminante da conquista judaica do mundo. Só superficialmente pareceu derrotada. Seu efeito destruidor prossegue de forma menos evidente, não mais na União Soviética, porém na China. Esta oferece um exemplo assustador de uma sociedade escravizada através de meios terroristas. No nível internacional as posições chaves do movimento revolucionário são ocupadas por agentes judaicos.

            Os “valores espirituais” da revolução continuam sendo promovidos, por exemplo, na União Europeia, enquanto o seu irmão gêmeo, a revolução sionista, trabalha objetivamente no sentido da criação do Grande Israel que deverá se estender do Nilo até o Eufrates, abrangendo consequentemente a área que os judeus, segundo o seu mito, outrora dominavam. Jerusalém não deverá ser tão somente sua capital como ao mesmo tempo o centro de um “governo mundial promotor da paz”. A base destes planos ambiciosos são os cinco livros de Moisés do Velho Testamento, bem como o Talmud; escritos estes que lhes dão a justificativa ideológica – levada mortalmente a sério por seus dirigentes – para a opressão de todas as outras nações pelo povo eleito.

            Os dois agrupamentos trabalham com incrível e precisa coordenação, lembrando uma operação militar de envolvimento, no sentido de criar um governo mundial ditatorial e muita coisa está a indicar que isto poderá se tornar realidade no futuro próximo. A ideia de um governo mundial também tem raízes no Velho Testamento e talmúdicas. O “povo eleito pelo Senhor” se prepara, em conformidade com os escritos sagrados, para subjugar os outros povos do mundo. Os maiores sucessos ambos os movimentos registraram nos períodos caóticos ao final, e logo após, das duas Guerras Mundiais (também encenadas pelos dirigentes destes movimentos). A Revolução e o Sionismo foram os dois únicos vencedores destas guerras que levaram sofrimento imensurável aos povos envolvidos.



OS VENCEDORES DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

            Depois da Primeira Guerra Mundial a revolução consolidou seu domínio na Rússia através do terror e do extermínio de todas as “classes” consideradas inimigas, descendo até os culacos (assim eram chamados os camponeses que possuíam três ou mais vacas). Era um governo quase que exclusivamente judaico que promoveu este terror.

            A mídia ocidental, especialmente a partir de 1952, falava de “antissemitismo” na União Soviética, o que não passou de blefe, pois aconteceu que os lideres judeus começaram a se assustar quando o seu regime de terror ficou conhecido como “Império do Mal”. Na realidade diversas facções estavam se combatendo, o que motivou o afastamento dos representantes judeus mais em evidência. Entretanto a estrutura do poder, especialmente na polícia secreta, manteve-se judaica. O “antissemitismo” era punido severamente (isto continuou até a queda da União Soviética e, possivelmente até os dias de hoje) e, portanto, inconcebível.

Logo após a revolução, a simples posse dos “Protocolos dos Sábios do Sião”, que aparentemente representava o plano judeu de conquista do mundo,  era punida com pena máxima

            Ao mesmo tempo, em outubro de 1917, através da Declaração Balfour, foi resgatada a promessa feita ao Sionismo pela Grã Bretanha em troca de ter trazido os Estados Unidos para a guerra, dando lhe um “lar nacional” na Palestina.

            Lentamente se acentuava a pressão sobre os políticos ocidentais no sentido de tornar isto realidade, especialmente sobre os americanos, que estavam rodeados por “conselheiros” judeus. A imigração na Palestina aumentou enormemente na época entre as duas guerras, com ajuda da arma miraculosa do “antissemitismo” e do apoio de magnatas judaicos bem como de estadistas ocidentais pró-sionistas.

Com a “Liga das Nações” deram-se os primeiros passos para a criação de um governo mundial, também tendo sionistas em altos postos dando as cartas.


E NA GUERRA MUNDIAL SEGUINTE...

Foram também estes três movimentos  -  Comunismo, Sionismo e Governo Mundial, os que tiraram proveito dos sofrimentos e da destruição causados pela Segunda Guerra Mundial. Com auxílio das potências ocidentais a Revolução Global conseguiu penetrar profundamente no coração da Europa. O General Eisenhower ordenou aos seus generais a pararem suas tropas numa linha Viena-Berlim, com o que todos os países orientais europeus, em favor dos quais supostamente a guerra fora travada, foram entregues ao terror da Revolução por decisão da Conferência de Jalta.

Inicialmente Hitler foi apoiado financeiramente pelo Sionismo, bem como por uma posição neutra ou até favorável da imprensa por ele controlada. Depois, em 1933, lhe foi declarada uma guerra santa.

Os Sionistas conquistaram tanta compaixão para com os judeus, perseguidos, ou até exterminados, a ponto de as potências mundiais e as populações ocidentais aceitarem a divisão da Palestina e o reassentamento dos judeus nessa área. Os árabes foram sacrificados deliberadamente e com isto deu-se início a uma das mais perigosas ondas de ódio do mundo muçulmano ao Ocidente,  mantida e incentivada até os dias de hoje.

Reed oferece grande número de evidências, provando que o “inigualável sofrimento” judeu durante a guerra foi uma mentira fabricada pela mídia. Proporcionalmente ao seu número não sofreram mais nem menos que outros povos, é um exemplo, porém, de como tudo tinha que ser focado sobre os judeus. Na proximidade do fim da guerra e logo depois os Sionistas receberam enormes carregamentos de armas da União Soviética.  Várias centenas de milhares de judeus puderam emigrar deste país, do qual ninguém mais podia sair, de modo a constituírem uma bem armada maioria em condições de expulsar a população autóctone da Palestina, seguindo exemplos do Velho Testamento. Como resultado 600.000 refugiados vivem miseravelmente em terras estranhas.

As Nações Unidas, originalmente planejadas e organizadas por Alger Hiss e pelo judeu Harry Dexter White, ambos desmascarados posteriormente como espiões comunistas, passaram a ser o até então clímax do domínio mundial sionista. Suas múltiplas ramificações têm como principal finalidade reduzir a soberania das nações a simples municipalidades e a dar poder ilimitado à própria organização. Tudo com o objetivo de “assegurar a paz”, como foi também o da Liga das Nações.

   Durante muitos anos a organização foi dominada pelos comunistas e as numerosas condenações do terror israelense nunca foram seguidas de ações práticas.

O apoio incondicional dos lideres ocidentais a um crescente Grande Israel conduzirá a um Governo Mundial com ou sem uma Terceira Guerra Mundial. O nacionalismo e o racismo declarado dos sionistas não são criticados seriamente pela “opinião pública” por eles dominada. O Ocidente está acabando com os seus próprios estados, tidos como “antiquados”, para ficar mais e mais sob o controle de organizações internacionais, nas quais agentes sionistas exercem papel decisivo. A arte de incitar potências ocidentais umas contra as outras, fazendo-as sangrar até a morte, foi de tal modo aperfeiçoada a ponto de se tornar ciência exata.

Estes agentes, atuando pelo sionismo ou pelo comunismo, estão agora fazendo o seu trabalho deslavada e traiçoeiramente, seguindo a orientação do “Protocolo dos Sábios do Sião”, com o propósito de destruir as nações cristãs. Uma terceira guerra poderá ser o terceiro ato que estas forças consideram necessário para assumirem o controle completo durante a calamidade e confusão que sobrevirá. 

Sacrificar muitos do seu “próprio povo” foi considerado aceitável, até mesmo necessário, a fim de sustentar um governo baseado no medo, e também para popularizar Israel através de um “antisemitismo” fabricado.

Portanto a guerra será inevitável... a não ser que no mundo todo gente em número suficiente acorde e afaste os que a promovem do gatilho desencadeador do “big bang”.


A HISTÓRIA DOS 2.000 ANOS PRECEDENTES

O autor (Reed) reforça seus argumentos citando declarações, artigos e ações dos próprios sionistas. Um papel decisivo no desenvolvimento do sionismo durante o último século coube, por exemplo, a Chaim Weizmann, figura central de intrigas políticas e posteriormente o primeiro presidente de Israel. Sua autobiografia Trial and Error (Tentativa e Erro) editada em 1949 é um farto manancial de informações.

O fato de o sionismo estar por trás do comunismo e da revolução mundial é escondido a custa de enormes somas de dinheiro. Provavelmente nenhum segredo já tenha custado tanto para ser guardado. Entretanto existem fontes judaicas que admitem isto. Historiadores judeus, lideres comunistas, artigos em jornais e reportagens do tempo da Revolução, tudo serviu a Reed como fonte de informação.

Para o desenvolvimento de uma perspectiva histórica mais longa Reed se baseia particularmente no historiador Dr.Josef Kastein, ferrenho sionista, cujo livro History and Destiny of the Jews (História e Destino dos Judeus) foi editado em 1933. Entretanto, usa também outras fontes, todas mencionadas na bibliografia do seu livro. O livro de Kastein cobre o mesmo espaço de tempo abordado por Reed em “Controversy of Zion” e serve como prova de suas próprias conclusões. 


RAÇA DOMINANTE

A calamidade começou no ano de 458 a.C., quando uma pequena tribo na velha Judeia adotou uma crença baseada em raça. Antes ela já fora isolada pelos israelitas por causa do seu racismo. Este evento, aparentemente tão insignificante, provocou mais destruição para a humanidade do que explosivos ou epidemias. Essa tribo fez da sua crença nada menos que “A Lei”.

Os judeus eram um pequeno povo submetido ao rei persa. A fé judaica não foi o começo do monoteísmo, como tem sido propagado. Este data de longo tempo atrás do Livro Egípcio da Morte, 2.600 anos a.C., ou até antes. Judaísmo, ao contrário era a exata antítese, ou seja, a adoração de um deus tribal racista.

“A Lei” ou “O Pacto” foi – e é – singular por ser baseado na promessa feita  pelo deus tribal aos seu “povo eleito”: Este seria elevado acima de todos os outros povos e lhe seria assegurado a “terra abençoada”, conquanto siga a todas as regras e sentenças. Como Jeová tinha que ser adorado em um lugar determinado, desenvolveu-se mais tarde a teoria de que seus seguidores que não lá pudessem estar, eram todos “perseguidos” e que deveriam derrotar os “estranhos” que os mantinham aprisionados. Assim, Jeová só era deus para todos os outros povos – um deus punidor – à medida que puniu seu próprio povo, por ter transgredido suas leis, para punir depois os povos estranhos, exterminando-os, quando o “povo eleito” tiver obedecido a todas as leis e regulamentos.

Provavelmente isto nem foi um pacto com os próprios judeus, pois segundo a Escritura Sagrada ele fora feito com os israelitas, mas que desde então já se integraram aos povos hospedeiros {o resto da humanidade}, e, ao que sabemos, não chegaram a conhecer este credo tribal. A Enciclopédia Judaica {Jewish Encyclopedia, obra capital do judaísmo contemporâneo finalizada em 1906} conta que os judeus provavelmente não eram uma tribo israelita. Os israelitas se afastaram do racismo dos judeus. Desde então este credo é tido como criado pelos levitas da Judeia.

O que acontecera antes de 458 a.C. é essencialmente mitológico, o que não é o caso dos principais acontecimentos posteriores. A história de Moisés foi copiada pelos israelitas da difundida mitologia de outros povos, que regride 2.000 anos ao tempo do rei Sargon da Babilônia. Os Dez Mandamentos têm semelhança com certos mandamentos egípcios, babilônicos e assírios. As ideias a respeito de um só deus para toda a humanidade foram rejeitadas pelos levitas, quando mandavam na Judeia e escreveram suas leis. Com isto fundaram um movimento contrário à todas as religiões universais e identificaram os nomes Judeia e Judeus com a doutrina da auto separação do restante da humanidade, do ódio racial, assassinato e vingança em nome da religião.

A história de Moisés liderando um êxodo em massa do Egito não pode ser verdadeira, com o que também o Dr. Kastein concorda. Fora inventada na necessidade de servir no molde da “vingança de Jeová”, a base destrutiva do judaísmo.

Os israelitas constituíram a maior parte de um agrupamento independente e se assentaram na parte norte de Canaã. No sul, rodeada pelos canaanitas originais, ficou a tribo de Judah. Daí as denominações “Judaísmo” e “Judeus”. Esta tribo ficou isolada e desde o início não se deu muito bem com os vizinhos. A este respeito existe muito mistério, inclusive quanto às suas origens. Parece que foi muito mais expulsa do que eleita. No decorrer dos tempos as edições das “Sagradas Escrituras”, redigidas conforme a cabeça dos seus escribas, passaram a apresentar um número cada vez maior de ordens “destruam completamente”, “derrubem”, “exterminem” etc.

Os israelitas, afastados da crença racista dos judeus, integraram-se ao mundo e desapareceram como povo separado, enquanto os judeus se mantiveram graças às suas severas leis raciais.

Com o tempo estas leis foram tornadas mais rigorosas e ampliadas a fim de regulamentar até mesmo a mais trivial atividade diária. Punições por desobedecer às regras eram impiedosas e os “judeus” comuns passaram a ficar completamente sob o controle dos escribas. Era o gueto espiritual, que se antecipava ao que viria a ser mais tarde o gueto físico e motivo para o antagonismo e exclusão dos judeus pelos outros.


TALMUD E TRAIÇÃO
  
Durante o “cativeiro” babilônico os escribas adicionaram aos cinco livros de “Moisés” existentes, mais quatro. Fizeram com que a intolerância racial da sua religião fosse ainda mais consolidada, reforçando e eternizando a separação do restante da humanidade. Os meios para tanto eles encontraram na Babilônia. Os líderes religiosos de fato conseguiram manter sua congregação completamente isolada do seu entorno. Conseguiram dos que os mantinham “cativos” delegação de autoridade sobre o seu próprio povo.

Finalmente em 536 a.C., mostrando sua gratidão, traíram e destruíram Babilônia, aliando-se a Ciro, novo rei da Pérsia. Em seguida destruíram o reino deste e assim continuaram fazendo, seguindo a um padrão, mais tarde usado e aperfeiçoado em várias ocasiões. É o que aconteceu no século 20 em ambas as Guerras Mundiais.

Segundo o Dr. Kastein os judeus, ao menos os seus líderes, tiveram vida boa na Babilônia. Eram totalmente livres. A história da destruição de Babilônia criou uma imagem de um poder destrutivo irresistível. Este foi outro modelo aprimorado pelos escribas na continuidade.

Hospitalidade sempre foi retribuída com traição. Segundo o Dr. Kastein eles foram habilidosos na destruição dos babilônios, dos persas, dos egípcios, dos gregos e dos romanos. Sempre depois de terem recebido os conquistadores de braços abertos.

Desta forma continuaram pelos séculos afora, ao passo que os judeus comuns eram cada vez mais submetidos ao seu domínio. A partir do tempo de Jesus o Talmud foi desenvolvido como uma coleção de escrituras que contém regras de conduta para todas as situações, particularmente dirigidas contra o cristianismo. Esta nova religião da tolerância, diretamente oposta ao ódio racial levítico, representava o maior perigo para os escribas de perderem o controle sobre a sua congregação. Suas regras de conduta eram muitas e, quando desobedecidas, eram punidas severamente, até com a morte. As autoridades judaicas mantinham os judeus comuns sob um domínio rigoroso, como o beneplácito dos governantes “cristãos”.

Quando Roma perdeu a paciência Jerusalém foi destruída no ano 70 d.C. e os judeus se espalharam pelos países em volta.


SANHEDRIN

A liderança mundial do judaísmo, denominada em Jerusalém Sanhedrin, “os sábios de Sião”, durante os séculos seguintes passou a se deslocar pelo mundo, sem perder seu incrível poder sobre a dispersada comunidade. Depois da destruição de Jerusalém seu quartel-general mudou para Jamnia, onde permaneceu por cerca de 100 anos. Em seguida foi para Usha na Galileia. Sempre devido à perseguições acabou mudando de volta para Sura na Babilônia. Durante 600 anos essa liderança mundial permaneceu neste entorno oriental, ao qual pertencia. Quando o centro do mundo mudou para a Espanha, devido às conquistas muçulmanas, começou uma longa e penosa coexistência com os países da área cristã, que não apreciaram nem compreenderam a mentalidade “oriental”. Essas diferenças poderão muito bem significar a completa destruição do Ocidente nestes nossos tempos.


A TRAIÇÃO À ESPANHOLA

A traição foi repetida na Espanha cristã. Assim como na Babilônia e no Egito eles se voltaram contra o povo em meio ao qual viviam. Eles abriram os portões da cidade para os invasores pelo que posteriormente foram premiados pelos muçulmanos com a sua custódia... Mas afinal também contra estes se voltaram.

Outra vez foram expulsos por mau comportamento em 1492. Obviamente foram identificados com os conquistadores  e, junto a eles, botados para fora. Uma das piores “perseguições” que tiveram que aturar foi a de serem proibidos a manter escravos (prof. Graetz): “depois disto judeus não podiam comprar cristãos como escravos, nem recebê-los como presentes.”

À essa altura tinham estado na Espanha durante 800 anos. A maioria voltou para a África do Norte, donde viera, ou foram para o Egito, Palestina, Itália, Ilhas Gregas e Turquia. Outras grupos chegaram à França, Alemanha, Holanda e Inglaterra, onde também foram recebidos. Onde quer que se assentassem, seus lideres religiosos sempre conseguiram dos mandantes locais ajuda para manter o poder sobre suas congregações. Poder total. Muitos se tornaram bem abastados e desenvolveram o capitalismo de empréstimos. Emprestavam grandes somas aos príncipes extravagantes e recebiam das cortes muitos privilégios. O mais conhecido representante deste poder do dinheiro foi a família Rothschild, que no século 19 se tornou o verdadeiro soberano da Europa.

Depois a chefia do judaísmo se mudou para a Polônia.


OS KHAZARES

Este é um dos principais mistérios. Por que Polônia? Não havia qualquer informação de que parte considerável dos judeus espanhóis tivesse se mudado para a Polônia, nem de que tivesse havido uma emigração anterior em massa para este país. Segundo Dr. Kastein nos anos 1500 uma população (judeus) contando milhões surgiu repentinamente. Mas milhões não aparecem de uma hora para outra e o Dr. Kastein evita responder esta questão.

A chave para se entender a posterior história do Sionismo está por detrás deste conhecimento suprimido. O seu Quartel-General foi estabelecido em meio aos assim chamados Judeus Orientais, dos quais os ocidentais até então só ouviram rumores e o resto do mundo nada sabia. Dali para frente eles tomaram conta da liderança do judaísmo mundial. Eram descendentes dos khazares, um povo de origem turco-mongolesa, que convertera ao judaísmo por volta do sétimo século a.C.

A partir de então uma segregação até mais intransigente foi ordenada pelos “sábios”. Entrementes os judeus ocidentais foram lentamente assimilados pela população do Oeste Europeu, especialmente depois da legislação que seguiu à Revolução Francesa, que gradualmente foi lhes dando direitos civis integrais.

O grupo oriental assumiu a liderança a tal ponto que as estatísticas judaicas – que, diga-se de passagem, nunca foram muito confiáveis – fizeram com que praticamente desaparecessem. Hoje a população judaica, tanto em Israel quanto no resto do mundo é constituída por um mínimo de 90% de judeus orientais.

Os ocidentais - usando de muita imaginação e falseando a verdade, reivindicam terem vivido antigamente na Palestina - depois de expulsos da Espanha passaram a ser lentamente absorvidos e desapareceram como entidade. Em seu lugar surgiram os judeus orientais, um povo asiático, que nunca teve a menor conexão com a Palestina.

E de repente o seu quartel-general mundial desapareceu. Segundo Dr. Kastein “deixou de existir”.


GOVERNO MUNDIAL SEM ENDEREÇO
  
Muita coisa, entretanto indicava que não era bem assim, que o quartel-general judeu não deixou de existir. Porém passou a ser oculto após 1772, depois que a Polônia foi dividida e a maior parte deles ficou sob governo russo. Existira durante 2.500 anos e não era de se supor que repentinamente desaparecesse. De fato pôde ser percebido quando Napoleão convocou “O grande Sanhedrin” em 1807, para saber se contaria com a lealdade dos judeus franceses ou não. O próprio Dr. Kastein revelou que “no século 19 se formou uma Internacional Judaica”.

O século 19 foi uma era de conspirações revolucionárias, especialmente da comunista e da sionista que no século seguinte adquiriram importância relevante. Também foi daí que o gueto físico passou a ser substituído pelo gueto mental: o medo do “antissemitismo”. Nas famílias judaicas a grande pergunta passou a ser: a quem apoiar, Comunismo ou Sionismo. Acabaram favorecendo aos dois. O Comunismo deveria acabar com todas as nações e o Sionismo era destinado a construir uma. O governo mundial passou a ser um objetivo firmemente perseguido durante todo o século passado.


REVOLUÇÃO MUNDIAL E RAÇA SOBERANA

O estadista inglês Benjamin Disraeli (judeu batizado), disse que os judeus estavam por detrás de todas as revoluções de meados do século (1848) e haviam tido participação significativa na Revolução Francesa. Entretanto, Reed não conseguiu detectar liderança judaica nas intrigas iniciais. Eram sociedades secretas, especialmente dos Jacobinos, que representaram os papéis principais. Suas origens podiam ser encontradas no professor alemão Adam Weishaupt, que em 1776 fundou a Ordem dos Iluminados, movimento oculto dirigido contra governos cristãos. Logo havia infiltrado toda a maçonaria europeia e depois se estendeu à América. A conspiração dos Iluminados, acidentalmente descoberta pelo governo bávaro em 1787, seguia a um programa que continha, quase que palavra por palavra, o mesmo texto de “Os Protocolos dos Sábios do Sião” (segundo Nesta Webster). Este conteúdo também pode ser reconhecido nas teorias da Revolução Russa.

A Revolução Russa foi sem sombra de dúvida a primeira de origem judaica, (cerca de 90% dos postos de chefia eram ocupados por judeus). Esta revolução, em paralelo à Primeira Guerra Mundial, foi a primeira e clara evidência de que “Os Protocolos dos Sábios de Sião” estão sendo seguidos literalmente em todos os mais importantes acontecimentos mundiais.

Reed ainda cita uma série de outros exemplos que comprovam ser aquele escrito uma profecia exata do futuro próximo ou um plano assustador de conquista mundial. (Veja o capítulo “The Protocols” no livro de Reed e o texto completo dos Protocolos sob “Links” e “More” no portal www.controversyofzion.info ). Pode ser que nunca venha a ser provada que sejam judaicos, ou não. Mais importante é, segundo ressalta Reed, que foram principalmente dissidentes judeus que advertiram sobre sua existência. Ele menciona vários. Mas que a formação de um governo mundial está em andamento, isto nos é comprovado diariamente.

Knud Bjeld Eriksen, 6 de fevereiro de 1998



Site de Knud Bjeld Eriksen: https://www.controversyofzion.info/ 

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Um comentário:

  1. Estão no comando econômico financeiro do Brasil, Bolsonaro que se cuide e não entregue as finanças nacionais em suas mãos. Cuidado com o liberalismo econômico e os neocons, pois no ano passado (2017) pagamos em Juros e Amortizações 50,66% do Orçamento federal. Vide::: RELATÓRIO ESPECÍFICO DE AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA Nº 1/2017, e bom entendimento que cavalo não desce escada.

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