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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

{Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 10 {Richard Lynn e Tatu Vanhanen} - por Ron Keeva Unz

 {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 9 {Charles Murray} - por Ron Keeva Unz

Ron Keeva Unz


Richard Lynn, Tatu Vanhanen, e IQ and the Wealth of Nations

A feroz reação negativa após o lançamento de The Bell Curve conseguiu suprimir com sucesso qualquer debate público na mídia sobre questões envolvendo raça e QI, mas esses mesmos tópicos continuaram a ser de enorme interesse e amplamente discutidos em outros círculos, como expliquei a seguir.44

Embora Saletan tenha manejado como sobreviver, outras figuras da mídia naturalmente se tornaram muito discretas sobre o tema da raça e do QI, proferindo clichês ou evitando o assunto completamente, com medo de serem linchadas e terem suas carreiras arruinadas. Os próprios cientistas também reconheceram que, se uma figura da estatura imponente de Watson podia ser destruída tão facilmente, precisavam ter muito cuidado com as palavras se quisessem reter suas posições. Enquanto isso, pesquisadores de QI e elementos racialistas acompanhavam o tema com mais afinco do que nunca, mas permaneciam à margem ideológica, com poucos de seus livros ou artigos ganhando qualquer ampla exposição. E essa severa bifurcação entre os dois campos — um enormemente grande, porém silencioso e temeroso, e o outro pequeno e ferozmente comprometido com a doutrina do QI — teve sérias consequências negativas.

Em 2002, Richard Lynn e um coautor publicaram IQ and the Wealth of Nations {QI e a Riqueza das Nações}, obra que foi completamente ignorada pela grande mídia, mas a qual causou sensação nos círculos de estudiosos de QI e de cunho racialista. Alguns de seus achados contundentes começaram a circular amplamente na internet, juntamente com aquelas apresentadas em diversos volumes subsequentes, como The Global Bell Curve.

Por décadas, Lynn foi uma figura de destaque na pesquisa internacional sobre QI, com muitos de seus resultados importantes citados no livro de Herrnstein/Murray, e seu novo trabalho propôs uma abrangente hipótese global. Baseado em sua coleção de centenas de amostras internacionais de QI, ele demonstrou uma forte correlação entre os QIs nacionais e a renda per capita, alegando que isso provava que o QI de uma nação era um fator central para determinar seu sucesso econômico, com implicações óbvias para as políticas governamentais de ajuda externa e imigração. Além disso, os QIs extremamente baixos em tantos países africanos, frequentemente 30 pontos ou mais abaixo da média dos americanos brancos, explicavam, obviamente, os fracassos econômicos sombrios e deprimentes da África.

A despeito da falta de cobertura da grande mídia, Lynn logo se tornou uma figura quase cultuada dentro da comunidade racialista, e as estatísticas em seu livro, objeto de veneração. Ademais, tais informações explosivas podem ter sido amplamente discutidas em conversas privadas, vazando gradualmente para os círculos oficiais e talvez até mesmo desempenhando um papel na motivação das declarações públicas controversas de Watson. Eu suspeito que muitos acadêmicos e jornalistas renomados até consideravam os dados internacionais de QI como uma espécie de pornografia intelectual,45 tornando-se o “conhecimento proibido” que frequentemente atrai grande interesse.

 

{Ricardo Lynn (1930-2023) foi um acadêmico inglês, com formação em psicologia e filosofia, que lidou com Q.I. e diferenças raciais. Teve suas credencias acadêmicas retirados ao final da vida por coerção anticientífica}.

Na época, eu estava totalmente imerso no meu próprio trabalho com software, mas cerca de uma década depois, eu finalmente examinei o material de Lynn e cheguei a conclusões radicalmente diferentes. Concentrando-me principalmente nas dezenas de amostras de QI de europeus brancos que ele havia apresentado, notei uma variação extremamente impressionante nesses resultados em períodos relativamente curtos e entre grupos geneticamente indistinguíveis, o que levantou fortes dúvidas sobre a explicação hereditária estrita de Lynn.

Assim como Lynn afirmava, a riqueza nacional estava intimamente ligada ao QI, mas suas próprias evidências sugeriam que a causalidade apontava na direção oposta à sua hipótese, com os QIs parecendo aumentar muito rapidamente à medida que a riqueza nacional aumentava. Por exemplo, Lynn demonstrou que os alemães orientais tinham QI até 17 pontos inferior ao de seus vizinhos da Alemanha Ocidental, enquanto no início da década de 1970 os irlandeses apresentavam QI cerca de 13 pontos inferior ao de seus primos irlandeses-americanos, mas ambas as grandes disparidades diminuíram rapidamente à medida que as sociedades mais pobres se tornaram menos pobres. Um grande número dessas anomalias extremas parecia refutar a “Hipótese do QI Forte”, há muito defendida por Lynn, pela maioria de seus colegas pesquisadores de QI e por seus numerosos admiradores racialistas.

Eu apresentei essa análise em meu principal artigo de 2012, “Raça, QI e Riqueza”46, o qual provocou amplamente difundida discussão, e em uma série de colunas subsequentes,47 eu expandi essas ideias e respondi48 à tentativa de refutação de Lynn.49 Eu penso que minhas conclusões foram, por fim, aceitas pela maioria dos elementos menos dogmáticos tanto na comunidade de estudiosos do QI quanto nas comunidade racialistas.50

Desde que meus próprios achados eram bastante banais e tão obviamente implícitos nos dados de Lynn, eu sugeri que a maior surpresa era que elas não tivessem sido notadas anteriormente durante os anos de acirradas batalhas sobre o QI:

Agora nos deparamos com um mistério possivelmente maior do que o próprio QI. Diante da poderosa munição que Lynn e Vanhanen forneceram àqueles que se opõem à sua própria “Hipótese do QI Forte”, nós devemos nos perguntar por que isso nunca atraiu a atenção de nenhum dos lados em conflito na interminável e amarga disputa sobre o QI, apesar de sua suposta familiaridade com o trabalho desses dois proeminentes estudiosos. Na prática, eu diria que a aclamada obra de 300 páginas de Lynn e Vanhanen constituiu um gol contra decisivo para o lado determinista do QI, mas que nenhuma das equipes ideológicas rivais jamais percebeu.

Este pareceu ser um exemplo perfeito de por que os esforços para suprimir a discussão pública de um tópico contencioso podem, em última análise, ser contraproducentes, impedindo que os lados em conflito analisem objetivamente as evidências subjacentes e cheguem a conclusões realistas.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua em {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 11 {J. Philippe Rushton} - por Ron Keeva Unz

Notas:

45 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Race/IQ: The Jason Richwine Affair - Amid the fury over the ex-Heritage staffer's work the question to ask is: was he right?, por Ron Keeva Unz , 13 de maio de 2023,

https://www.unz.com/runz/raceiq-the-jason-richwine-affair/

46 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: IQ, and Wealth - What the facts tell us about a taboo subject, Ron Keeva Unz, 18 de julho de 2012, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/race-iq-and-wealth/

48 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Race/IQ: Response to Lynn and Nyborg, Ron Keeva Unz, 04 de agosto de 2012, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/unz-on-raceiq-response-to-lynn-and-nyborg/

50 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: IQ, and Wealth - What the facts tell us about a taboo subject, por Ron Keeva Unz, 18 de julho de 2012, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/race-iq-and-wealth/

Fonte: American Pravda: Twelve Unknown Books and Their Suppressed Racial Truths, por Ron Keeva Unz, 17 de novembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/american-pravda-twelve-unknown-books-and-their-suppressed-racial-truths/

Sobre o autor: Ron Keeva Unz (1961 -), de nacionalidade americana, oriundo de família judaica da Ucrânia, é um escritor e ativista político. Possui graduação de Bachelor of Arts (graduação superior de 4 anos nos EUA) em Física e também em História, pós-graduação em Física Teórica na Universidade de Cambridge e na Universidade de Stanford, e já foi o vencedor do primeiro lugar na Intel / Westinghouse Science Talent Search. Seus escritos sobre questões de imigração, raça, etnia e política social apareceram no The New York Times, no Wall Street Journal, no Commentary, no Nation e em várias outras publicações.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

{Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 9 {Charles Murray} - por Ron Keeva Unz

 Continuação de {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 8 {John R. Baker, Arthur R. Jensen, Hans Eysenck e Richard Herrnstein} - por Ron Keeva Unz

Ron Keeva Unz


Bell Curve - Guerras e outras controvérsias sobre QI

Herrnstein morreu de câncer de pulmão aos 64 anos, em setembro de 1994, tendo dedicado os últimos anos de sua vida a um projeto que dirigia-se diretamente as grandes diferenças raciais na inteligência, as quais a maioria de seus escritos anteriores tinha usualmente passado de lado. Em parceria com o renomado cientista social Charles Murray, ele produziu The Bell Curve, um volume monumental com 845 páginas e mais de 400.000 palavras.

O livro foi lançado poucas semanas após sua morte e imediatamente se tornou uma sensação nacional, provavelmente atraindo mais controvérsia e cobertura da mídia do que qualquer outra coisa publicada em décadas. Quase três gerações haviam se passado desde que uma grande editora americana publicara um livro defendendo veementemente a natureza predominantemente inata da inteligência humana e as amplas diferenças raciais nessas características, e embora essa última questão constituísse apenas uma pequena parte do texto, aquelas afirmações incendiárias atraíram aproximadamente toda a atenção.

 

Naquela época, a revista The New Republic era a publicação de opinião liberal mais influente na América, e tanto o proprietário Martin Peretz quanto o editor Andrew Sullivan apoiaram fortemente o lançamento de The Bell Curve, dedicando grande parte de uma edição a uma matéria de capa de 10.000 palavras intitulada “Race, Genes, and IQ: An Apologia”35 {Raça, Genes e QI: Uma Apologia}, a qual consistia em grande parte de trechos extensos do livro. Mas essa decisão desencadeou uma enorme revolta por parte da maioria dos funcionários e colaboradores regulares da revista, que exigiram espaço para refutação. Assim, a mesma edição também publicou cerca de 19 ataques distintos ao livro e às suas teorias, muitos deles extremamente duros, com epítetos como “neonazista” sendo usados ​​indiscriminadamente. De acordo com Sullivan, o incidente marcou um ponto de virada em seu relacionamento com os colegas da TNR {The New Republic}, que nunca se recuperou, e ele acabou deixando a revista.

Com a distância de um quarto de século, eu tinha praticamente esquecido a enorme cobertura midiática da época, mas passar alguns dias lendo cinquenta ou sessenta resenhas contemporâneas, muitas delas bastante extensas, refrescou minha memória e também ressaltou as reações tremendamente díspares de pessoas que, em geral, são almas companheiras da mesma ideologia.

{Charles Murray (1943-) é uma acadêmico americano, coautor junto com Richard Herrnstein (1930-1994) da polêmica obra The Bell Curve, a qual causou reação anticientífica e de subversão do Ocidente por parte de toda meio acadêmico e mídia corrompidos.}

 

Por exemplo, apenas nas páginas do New York Times, a seção Sunday Book Review alocou três páginas de discussão,36 um feito quase sem precedentes, a The Bell Curve e a outros dois livros sobre questões raciais similares, com Malcolm Browne, jornalista científico do jornal e vencedor do Prêmio Pulitzer, tomando 4.200 palavras para retratar as obras de forma substancialmente favorável, enfatizando a necessidade de confrontar tabus há muito reprimidos. Mas, uma semana depois, o mesmo jornal publicou um longo editorial denunciando “The Bell Curve Agenda” nos termos mais severos possíveis, e uma matéria de capa de 8.300 palavras37 na Sunday Magazine vilipendiou Murray como “O Conservador Mais Perigoso da América.”

A National Review, a principal revista conservadora, tinha já publicado uma longa e favorável resenha, mas logo dedicou quase toda uma edição a um notável simpósio com 14 contribuintes diferentes,38 muitos deles jornalistas ou acadêmicos proeminentes, que ofereceram uma ampla gama de perspectivas, tanto positivas quanto negativas. Embora a TNR {The New Republic} fosse então minha revista favorita e eu não tivesse a NR {A National Review} em alta consideração, a enxurrada de ataques na primeira pareceu-me absolutamente histérica, enquanto eu achava que a segunda havia apresentado a discussão mais completa e equilibrada.

A coincidência de datas com grandes eventos políticos provavelmente ajudou a explicar essa enorme cobertura da mídia. Apenas algumas semanas após o lançamento do livro, Newt Gingrich e os republicanos inesperadamente conquistaram o poder nas eleições para o Congresso, pondo fim a quase meio século de controle democrata ininterrupto ao obterem a maioria tanto na Câmara quanto no Senado, um evento tão traumático para os liberais da época quanto a surpreendente vitória de Donald Trump em 2016. Controvérsias raciais haviam sido um fator significativo para a vitória esmagadora dos republicanos, e os liberais, horrorizados, viam seu mundo político e ideológico familiar desmoronar ao seu redor, com a assustadora possibilidade de que o “racismo branco” do passado enterrado retomasse repentinamente o controle da sociedade americana.

O resultado foi uma onda excepcionalmente amarga de ataques da mídia liberal ao livro, que foi demonizado a um nível sem precedentes. Como mencionado, grande parte da discussão inicial da mídia sobre The Bell Curve e suas ideias havia sido favorável ou, pelo menos, respeitosa, mas uma enorme campanha pública de difamação foi desencadeada, com muitos republicanos e conservadores tímidos logo cedendo aos ataques e abandonando qualquer apoio. Alguns anos antes, eu tinha sido convidado para uma reunião privada em Washington, D.C., na qual Murray havia distribuído confidencialmente trechos de seu trabalho em andamento, e os organizadores neoconservadores discutiram com ele a melhor abordagem para o lançamento bem-sucedido do livro; mas agora eu soube que Bill Kristol estava buscando conservadores para assinar uma declaração pública condenando o panfleto “racista”.

{William “Bill” Kristol (1952-) é um político judeu e membro do movimento sionista nos EUA que esteve envolvendo em ativismo anticientífico sobre a questão racial abordada na obra The Bell Curve, se valendo do ressentimento que a realidade racial provoca no contexto do século XXI no Ocidente.}
 

O livro continuou a vender muito bem, mas a opinião pública da elite logo se voltou drasticamente contra ele, e a morte de Herrnstein, apenas um mês antes da publicação, certamente contribuiu para isso. Até poucos anos antes, Murray desconhecia completamente essas questões científicas envolvendo raça e QI e, de fato, costumava descartar o possível papel das diferenças raciais como fator nos problemas sociais da população negra em seus escritos anteriores, nos quais denunciava o estado de bem-estar social. Em contrapartida, Herrnstein havia dedicado mais de duas décadas à pesquisa do tema como um renomado professor de Harvard e também era parcialmente imune a ataques devido às suas fortes credenciais liberais. Assim, o desaparecimento do coautor liberal sênior removeu um defensor crucial do conteúdo, deixando o conservador Murray muito mais vulnerável e exposto, e forçando-o a defender publicamente questões psicométricas que estavam fora de sua principal área de especialização. Lembro-me de ter pensado, na época, que, diante de questionamentos técnicos incisivos por parte de jornalistas hostis, algumas de suas respostas à mídia não foram tão eficazes quanto elas poderiam ter sido.

Os principais psicometristas dos Estados Unidos, cuja expertise profissional em raça e QI tinha sido ignorada ou deturpada no âmbito público, mobilizaram-se rapidamente em apoio à obra, aproveitando a polêmica midiática para publicar suas opiniões de longa data. Em dezembro, o Wall Street Journal dedicou quase toda uma página editorial a uma declaração pública39 de que The Bell Curve representava o consenso acadêmico da “ciência dominante sobre inteligência”, uma declaração organizada pela Profa. Linda Gottfredson e assinada por 52 especialistas acadêmicos, incluindo eminentes estudiosos como Eysenck e Jensen.

A despeito desses contra-ataques, a maré intelectual continuou a se voltar contra a obra e, em menos de um ano, o status quo ideológico se restabeleceu, com os defensores remanescentes se vendo severamente perseguidos pela grande mídia. Quando a polêmica inicial começou, o renomado paleolibertário Murray Rothbard se mostrou exultante com o fato de as verdades há muito suprimidas sobre questões raciais finalmente terem vindo à tona, sugerindo que poderosos elementos políticos aparentemente haviam decidido reverter décadas de repressão científica. Mas, no décimo aniversário, escritores veteranos sobre raça e QI, como Steve Sailer e Chris Brand, emitiram veredictos longos e desesperadores, concluindo que as ideias do livro haviam sido suprimidas com sucesso e que qualquer menção favorável a ele em círculos respeitáveis ​​tornaria alguém imediatamente um pária. Sailer chegou a sugerir que as “As Guerra Bell Curve” representaram um ponto de virada crucial tanto para os movimentos intelectuais neoconservadores quanto para os neoliberais, que logo abandonaram qualquer resquício de franqueza sobre questões racialmente carregadas. De fato, outros autores frequentes sobre questões raciais, como John Derbyshire e Peter Brimelow, têm algumas vezes descrito40 o período de 1995 a 2005 como um breve “interglacial”, durante o qual tópicos raciais controversos podiam ocasionalmente ser discutidos na mídia convencional, mas que a repressão subsequente tinha sido ainda mais severa do que qualquer coisa anterior.

Muitos jornalistas e acadêmicos passaram a temer muito abordar o tema da raça e do QI, e até mesmo as figuras mais eminentes sofreram graves consequências ao fazê-lo. Por meio século, James Watson reinou como uma das maiores figuras científicas do mundo, tendo compartilhado o Prêmio Nobel pela descoberta do DNA em 1953 e, em seguida, passado décadas à frente do Laboratório Cold Spring Harbor, que ele transformou em um importante centro de pesquisa científica. Mas em 2007, durante uma turnê de lançamento de seu livro aos 79 anos, ele questionou a inteligência média dos africanos negros e foi imediatamente alvo41 de uma tempestade de críticas públicas e vitupérios da mídia, perdendo muitas de suas honrarias, e mais tarde ele enfrentou uma segunda onda de difamação42 quando comentários semelhantes vieram à tona em um documentário de 2018. Foi um destino chocante para um cientista na casa dos 90 anos que passou toda a sua carreira no auge do reconhecimento e das realizações mundiais.

Na época da primeira tempestade de fogo envolvendo Watson, a Slate era nossa principal publicação online, geralmente neoliberal e respeitada, e William Saletan, um de seus editores seniores, começou a publicar uma longa série de cinco partes intitulada “Criacionismo Liberal,”43 na qual ele explicava a sólida base científica dos comentários casuais de Watson. Mas Saletan imediatamente se deparou com uma onda tão feroz de denúncias que logo se desculpou por ter usado “fontes de reputação duvidosa,” em meio a dúvidas generalizadas sobre se conseguiria manter seu emprego.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas:

35 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Race, Genes and I.Q. a – Na Apologia – The case for conservative multiculturalismo, The New Republic.

https://newrepublic.com/article/120887/race-genes-and-iq-new-republics-bell-curve-excerpt

36 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: What Is Intelligence, and Who Has It?, por Malcolm W. Browne, 16 de outubro de 1994, The New York Times.

https://www.nytimes.com/1994/10/16/books/what-is-intelligence-and-who-has-it.html

37 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Daring Research or 'Social Science Pornography'?: Charles Murray, Jason Deparle, 09 de outubro de 1994, The New York Times.

https://www.nytimes.com/1994/10/09/magazine/daring-research-or-social-science-pornography-charles-murray.html

38 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz:

https://www.unz.com/print/NationalRev-1994dec05/

40 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: The HANDLE’S HAUS List of PC Purgees—and Dogma, Dissent, and Duty, por John Derbyshire, 16 de janeiro de 2014, The Unz Review – Na Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/jderbyshire/the-handles-haus-list-of-pc-purgees-and-dogma-dissent-and-duty/

41 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: James Watson Retires After Racial Remarks, por Cornelia Dean

25 de outubro de 2007, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2007/10/25/science/25cnd-watson.html

42 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: He Made Things Worse. - The Nobel-winning biologist has drawn global criticism with unfounded pronouncements on genetics, race and intelligence. He still thinks he’s right, a new documentary finds, por Amy Harmon, 01 de janeiro de 2019, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2019/01/01/science/watson-dna-genetics-race.html

43 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Liberal Creationism, por William Saletan, 18 de novembro de 2007, SLATE.

https://slate.com/technology/2007/11/liberal-creationism.html

Fonte: American Pravda: Twelve Unknown Books and Their Suppressed Racial Truths, por Ron Keeva Unz, 17 de novembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/american-pravda-twelve-unknown-books-and-their-suppressed-racial-truths/

Sobre o autor: Ron Keeva Unz (1961 -), de nacionalidade americana, oriundo de família judaica da Ucrânia, é um escritor e ativista político. Possui graduação de Bachelor of Arts (graduação superior de 4 anos nos EUA) em Física e também em História, pós-graduação em Física Teórica na Universidade de Cambridge e na Universidade de Stanford, e já foi o vencedor do primeiro lugar na Intel / Westinghouse Science Talent Search. Seus escritos sobre questões de imigração, raça, etnia e política social apareceram no The New York Times, no Wall Street Journal, no Commentary, no Nation e em várias outras publicações.

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domingo, 28 de dezembro de 2025

{Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 8 {John R. Baker, Arthur R. Jensen, Hans Eysenck e Richard Herrnstein} - por Ron Keeva Unz

 Continuação de {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 7 {Ashley Montagu, Pat Shipman e Vincent Sarich} - por Ron Keeva Unz

Ron Keeva Unz


John R. Baker e Race

Doze anos após o lançamento do livro de Coon, a Oxford University Press publicou um volume igualmente magistral de 300.000 palavras, escrito por um de seus próprios eminentes cientistas biológicos.

Race {Raça}, de John R. Baker, buscava apresentar toda a história intelectual e o conjunto de informações científicas sobre o assunto, abrangendo desde a antropologia física até a psicometria. Sir Peter Medawar, um dos principais cientistas da Grã-Bretanha, declarou que nenhum outro livro “tenta abarcar tudo o que é relevante para a ideia de raça com tanta abrangência, seriedade e honestidade”. Ao longo dos anos, muitos destacaram o volume de Baker como a obra científica definitiva sobre o tema.

Diferentemente de Coon, Baker procurou manter-se afastado de quaisquer controvérsias políticas em curso e simplesmente relatou os fatos científicos conforme os entendia. Mas, em 1974, as linhas de batalha ideológicas sobre todas as questões raciais haviam se cristalizado, e as informações factuais fornecidas pelo professor de Oxford foram consideradas politicamente prejudiciais demais para receberem qualquer visibilidade, de modo que seu livro foi totalmente ignorado por quase todas as publicações tradicionais.

De acordo com relatos posteriores, a intensa pressão política chegou a forçar a Oxford University Press a suprimir o livro, minimizando sua distribuição e visibilidade fora dos estreitos limites da academia. Como consequência, o impacto público dessa obra monumental ficou quase inteiramente restrito à comunidade racialista, onde foi fortemente endossada pela revista Mankind Quarterly,28 embora aparentemente tenha recebido alguma cobertura em uma edição da The Libertarian Review.29

{John R. Baker (1900-1984) foi um biólogo inglês de máxima estatura no século XX cujos trabalhos lidaram com a realidade racial}

Assim como o volume de Coon, as centenas de páginas de Baker pareciam exaustivamente detalhadas, com as informações fornecidas extraídas das quase 1.200 obras publicadas que ele incluiu em sua bibliografia. Seu texto consistia exatamente no tipo de apresentação cuidadosa e imparcial do material que representava o ápice da ciência séria, tão diferente da verborragia ideologicamente motivada de charlatães populares promovidos pela mídia, como Montagu. Mas foram as opiniões deste último sobre o mesmo tema que dominaram completamente o debate público e prevaleceram, tanto na época quanto nas décadas a seguir.

 

Hans Eysenck e Race, Intelligence and Education

Embora a questão das diferenças raciais no QI tenha sido levantada no final da década de 1950 como parte das consequências legais da decisão Brown, o livro publicado pelo Prof. Shuey sobre o assunto recebeu muito pouca atenção do público. No entanto, essa mesma controvérsia se tornaria um elemento muito mais central e extremamente visível do debate sobre raça durante a década de 1960 e nas décadas seguintes. E fui à discussão dessa importante história.30

O segundo livro de Putnam tinha aparecido em 1967, relatando o fracasso de suas tentativas de reverter a decisão do caso Brown, assim, restabelecer a base legal para a segregação escolar. Nessa época, a resistência popular no Sul havia praticamente desaparecido, resultando em uma fuga maciça de alunos brancos das escolas públicas locais. Enquanto isso, cidades do Norte, como Boston, eram abaladas por controvérsias semelhantes sobre a integração, e a aprovação da Lei dos Direitos Civis de 1964 havia ampliado consideravelmente o campo de batalha político para as questões raciais. Embora a elite liberal tivesse previsto que tal legislação reformista diminuiria significativamente o conflito racial nos Estados Unidos, o país, em vez disso, testemunhou a pior onda de agitação urbana desde pelo menos a Guerra Civil, com violentos tumultos cometidos por negros em Detroit, Watts e diversas outras cidades.

Uma base importante para a decisão do caso Brown foi o argumento de que a dessegregação reduziria substancialmente a grande disparidade no desempenho educacional entre alunos negros e brancos, o que também era um objetivo central de muitos dos novos programas da Grande Sociedade de Lyndon Johnson, como o Head Start. Mas, em fevereiro de 1969, a prestigiada Harvard Educational Review dedicou toda a sua edição a um extenso artigo de 123 páginas31 do Prof. Arthur Jensen, de Berkeley, um dos principais psicometristas, com o título provocativo “How Much Can We Boost IQ and Scholastic Achievement?” {O quanto podemos nós aumentar o QI e o desempenho escolar?}. Jensen argumentava que havia evidências científicas esmagadoras de que os resultados de QI e outras medidas de capacidade escolar eram determinados pela natureza {nature}, e não pela criação {nurture}, e que a grande disparidade de desempenho entre negros e brancos era, em grande parte, de origem biológica. As afirmações científicas de Jensen provocaram uma tempestade de controvérsia nacional, sujeitando-o a uma enorme difamação, incluindo agressões físicas e ameaças gravíssimas contra a vida dele e de sua família.

{Arthur Robert Jensen (1923-2012) foi um psicólogo judeu que fez trabalhos relacionando a diferença de inteligência dos povos com a herança genética.}
 

A despeito desses ataques ferozes, Jensen jamais vacilou em suas posições científicas durante as décadas seguintes e, em 1998, publicou sua obra-prima, The g Factor: The Science of Mental Ability {O Fator g: A Ciência da Habilidade Mental}, reiterando suas descobertas. Em 2005, ele era amplamente considerado o grande mestre da psicometria e publicou um artigo resumindo os trinta anos anteriores de pesquisa sobre diferenças raciais na inteligência, tendo como coautor o Prof. J. Philippe Rushton, um teórico evolucionista que defendia explicitamente crenças nacionalistas brancas.

Jensen parece ter sido em grande parte apolítico e, embora seu artigo original tenha acendido a controvérsia, ele dificilmente desejava os holofotes da mídia resultantes, que logo se dissiparam, permitindo-lhe dedicar as quatro décadas seguintes à sua pesquisa acadêmica antes de sua morte em 2012, aos 89 anos. Em vez disso, um alvo muito mais ávido surgiu na pessoa do físico William Shockley, que anos antes havia ganhado o Prêmio Nobel pela invenção do transistor. Shockley parecia apreciar a atenção pública, que logo atraiu ao endossar integralmente as ideias de Jensen e, em seguida, passar anos promovendo-as na mídia e em diversos fóruns públicos, juntamente com outras propostas políticas carregadas de conotações raciais, como a esterilização paga pelo governo para indivíduos com baixo QI e medidas eugênicas semelhantes. O físico logo se tornou um nome conhecido, atraindo enorme vilificação pública até sua morte em 1989 e mesmo muito tempo depois.

Shockley era natural de Palo Alto e, em 1956, após inventar o transistor, fundou a Shockley Semiconductor na vizinha Mountain View para comercializar seu dispositivo, optando por retornar da Costa Leste para ficar mais perto de sua mãe idosa e doente. Sua personalidade difícil e suas habilidades de gestão deficientes acabaram levando à debandada de seus primeiros funcionários, que posteriormente fundaram muitas das empresas de tecnologia mais importantes da região, tornando Shockley, indiscutivelmente, o pai do Vale do Silício, que de outra forma talvez nunca tivesse existido. Mas, embora ele seja provavelmente o cidadão mais importante de Palo Alto na história, suas controversas visões racistas impediram qualquer reconhecimento apropriado. Por anos, eu tenho passado de carro em frente à sua simples casa de madeira na Avenida Waverley, que não possui nenhuma placa ou designação histórica, e seu nome nunca foi incluído em nenhum prédio, monumento ou prêmio.

Carecendo de quaisquer de tais homenagens públicas e com seu nome agora praticamente esquecido, Shockley não representou um alvo para o recente movimento de protesto Black Lives Matter e foi simplesmente ignorado. Em contraste, uma campanha semelhante, ocorrida há alguns anos, obrigou o nosso distrito escolar local a renomear a Escola de Ensino Fundamental Terman,32 que homenageava o renomado professor de Engenharia Elétrica de Stanford, Frederick Terman. Na década de 1930, Terman incentivou seus alunos William Hewlett e David Packard a fundarem a empresa que leva seu nome, a qual também desempenhou um papel fundamental na criação da poderosa indústria tecnológica americana. O nome de Terman foi retirado da escola porque era o mesmo de seu pai, o professor de Psicologia de Stanford, Lewis Terman, pioneiro nos testes de QI nos Estados Unidos há um século, e hoje considerado uma figura controversa, apesar de quase não ter tido quase nenhum foco sobre raça.

Jensen tinha feito seu próprio doutorado no University College London sob a orientação de Hans Eysenck, um renomado professor de psicologia e especialista em psicometria. Alguns anos após a publicação do controverso artigo de Jensen sobre a base hereditária do QI, Eysenck publicou Race, Intelligence, and Education {Raça, Inteligência e Educação}, um livro curto assumindo muito da mesma posição. Uma vez mais, uma enorme onda de controvérsia e difamação midiática irrompeu, com Eysenck sendo agredido fisicamente e tendo sua vida ameaçada. Embora ele nunca se retratou de suas opiniões, a partir de então ele se concentrou quase que exclusivamente em outros tópicos e, à época de sua morte em 1997, era uma figura de enorme eminência no campo da psicologia, ocupando o primeiro lugar no mundo em número de citações acadêmicas revisadas por pares. Apesar de tais conquistas acadêmicas, ele nunca foi admitido como membro da Sociedade Britânica de Psicologia, aparentemente devido à natureza controversa de seus escritos sobre raça e QI três décadas antes.

No mesmo ano em que Eysenck lançou seu livro controverso, as visões paralelas de um professor de psicologia de Harvard muito mais jovem, chamado Richard Herrnstein, atraíram atenção semelhante em nosso próprio país. Fundada em 1857, a revista The Atlantic Monthly era, há mais de um século, uma das publicações nacionais mais prestigiosas dos Estados Unidos, e o artigo de 20.000 palavras de Herrnstein, publicado em 1971, sobre QI,33 foi um dos mais longos já veiculados pela revista, oferecendo um relato abrangente sobre as origens e a precisão dos testes de QI como medida da inteligência humana, juntamente com as enormes implicações para o futuro de nossa sociedade. Herrnstein endossou fortemente os argumentos de Jensen e outros de que o QI era determinado principalmente por fatores inatos, mas foi bastante cauteloso ao abordar as evidências correlatas de uma grande diferença de inteligência entre grupos raciais.

{Hans Eysenck (1916-1997) foi um psicólogo judeu que fez trabalhos relacionando a diferença de inteligência dos povos com a herança genética.}
 

Dado o contexto em que foi publicado, o extenso artigo de Herrnstein alcançou um grande público nacional, incluindo muitas das elites intelectuais americanas, e logo provocou a onda usual de ataques e críticas hostis, embora sua cautela em relação às questões raciais provavelmente o tenha protegido do nível de virulência que Jensen e Eysenck enfrentaram. Em vez de ser expulso dos respeitáveis ​​círculos da mídia, Herrnstein continuou a publicar importantes artigos sobre questões relacionadas ao QI nas duas décadas seguintes em publicações como The Public Interest, National Review, Commentary e até mesmo na revista socialista Dissent.

 

{Richard Herrnstein (1930-1994) foi um psicólogo judeu que fez trabalhos relacionando a diferença de inteligência dos povos com a herança genética.}

Em 1982, The Atlantic Monthly publicou mais um de seus longos artigos34 descrevendo o consenso esmagador entre pesquisadores acadêmicos sobre questões de QI e as graves distorções dos fatos científicos regularmente promovidas por importantes veículos da grande mídia, como o The New York Times e a CBS News. Assim, embora as posições de Herrnstein e seus aliados fossem amplamente excluídas dos veículos de maior audiência nacional, elas continuavam a alcançar círculos menores, porém mais intelectualmente elitistas. Em 1985, ele foi coautor de Crime and Human Nature com o eminente cientista político James Q. Wilson, um texto influente e bem recebido que argumentava em favor de um forte componente inato no comportamento criminoso, incluindo uma discussão sobre as grandes diferenças nas taxas de criminalidade entre grupos raciais e étnicos. 

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas:

28 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz:

https://www.unz.com/print/AmRenaissance-1993nov-00005/

30 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: White Racialism in America, Then and Now, por Ron Keeva Unz, 05 de outubro de 2020, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/white-racialism-in-america-then-and-now/#iq-researchers-and-racial-differences

32 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Jordan, Terman middle schools to be renamed Palo Alto school district trustees unanimously support finding new names, por Elena Kadvany, 17 de março de 2017, Palo Alto online.

https://www.paloaltoonline.com/news/2017/03/17/jordan-terman-middle-schools-to-be-renamed

Fonte: American Pravda: Twelve Unknown Books and Their Suppressed Racial Truths, por Ron Keeva Unz, 17 de novembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/american-pravda-twelve-unknown-books-and-their-suppressed-racial-truths/

Sobre o autor: Ron Keeva Unz (1961 -), de nacionalidade americana, oriundo de família judaica da Ucrânia, é um escritor e ativista político. Possui graduação de Bachelor of Arts (graduação superior de 4 anos nos EUA) em Física e também em História, pós-graduação em Física Teórica na Universidade de Cambridge e na Universidade de Stanford, e já foi o vencedor do primeiro lugar na Intel / Westinghouse Science Talent Search. Seus escritos sobre questões de imigração, raça, etnia e política social apareceram no The New York Times, no Wall Street Journal, no Commentary, no Nation e em várias outras publicações.

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