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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.2.4 {solução final da questão judaica} - por Carlo Mattogno

 Continuação de O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.2.3 {solução final da questão judaica} - por Carlo Mattogno

Carlo Mattogno


            No julgamento de Nuremberg, Hans Lammers, ex-chefe da chancelaria do Führer, interrogado pelo Dr. Thoma, afirmou saber muitas coisas sobre o assunto da “solução final”.

Em 1942, ele soube que o Führer tinha confiado a Heydrich – através da intermediação de Göring – a tarefa de resolver a questão judaica. Para saber mais, ele contatou Himmler e perguntou-lhe: “O que exatamente significava a solução final da questão judaica?” Himmler respondeu que havia recebido do Führer a tarefa de trazer a solução final para a questão judaica e que “esta tarefa consistia essencialmente no fato de que os judeus tinham de ser evacuados da Alemanha.” Subsequentemente, esta explicação foi-lhe confirmada pessoalmente pelo Führer.

Em 1943, circularam rumores segundo os quais os judeus foram mortos. Lammers tentou chegar à origem desses rumores, mas sem resultados, pois eles sempre se baseavam em outros rumores, então chegou à conclusão de que eles eram produto de propaganda de rádio inimiga.

No entanto, para esclarecer a questão, Lammers voltou-se novamente para Himmler, que negou que os judeus pudessem ser mortos legalmente: eles foram simplesmente evacuados para o leste, e essa foi a tarefa que Hitler lhe confiou. No decurso destas evacuações, pessoas idosas ou doentes poderiam ter morrido, é claro, e poderia ter havido acidentes, ataques aéreos e revoltas que Himmler se viu obrigado a reprimir sangrentamente, para dar o exemplo, mas isso foi tudo.

Lammers dirigiu-se então uma vez mais ao Führer, que lhe deu a mesma resposta que Himmler:

Ele me disse: eu decidirei mais tarde para onde irão os judeus; no momento eles estão sendo colocados lá.

Dr. Thoma então perguntou a Lammers:

Himmler nunca lhe disse que a solução final para os judeus consistia no extermínio deles?

Lammers: Nunca houve dúvida sobre isso. Ele falou somente de execuções.

Dr. Thoma: Quando você soube que cinco milhões de judeus tinham sido exterminados?

Lammers: Aprendi aqui, algum tempo atrás.[79]

Portanto, foi apenas em Nuremberg que o chefe da Chancelaria do Reich tomou conhecimento do alegado “extermínio” dos judeus!

O relatório estatístico “A Solução Final da Questão Judaica Europeia” [Die Endlösung der europäischen Judenfrage] de Richard Korherr resume numericamente os resultados da política nacional-socialista na questão da emigração judaica até 31 de dezembro de 1941. 557.357 judeus tinham do Antigo Reich, dos Sudetos, do Protetorado da Boêmia-Morávia e da Áustria. Pelo menos um número igual tinha emigrado dos territórios do leste e do Governo Central, conforme o número reproduzido por Korherr, 762.593 judeus, combina as emigrações e o excesso de mortalidade natural.[80]

Em conclusão, Adolf Hitler, de 1933 a 1942, autorizou a emigração de pelo menos um milhão de judeus que se encontravam sob o seu controle.

Quanto aos outros, por que exterminá-los? O próprio Poliakov comenta sobre este assunto:

De um ponto de vista mais realista, à que bem? É muito mais econômico colocá-los para trabalhar nas tarefas mais difíceis, estacionando-os em uma reserva, por exemplo.[81]

Isto é precisamente o que Hitler fez.

Conforme a guerra prosseguia, os campos de concentração e os guetos tornaram-se, de fato, centros importantes para a economia de guerra alemã, e é por isso que “a exploração da mão-de-obra judaica foi outra fonte de receitas substanciais para o Terceiro Reich e os seus homens”.[82]

O campo de concentração de Auschwitz, por exemplo, cujo território compreendia uma “esfera de interesse” de cerca de 40 quilómetros quadrados, era o centro de gravidade de uma vasta zona industrial. Forneceu mão de obra para inúmeras indústrias alemãs, entre as quais Farbenindustrie, Berghütte, Vereinigte Oberschlesische Hüttenwerke AG, Hermann Göringwerke, Siemens-Schuckertwerke, Energie Versorgung Oberschlesien AG, Oberschlesische Hydrierwerke, Oberschlesische Gerätebau G.m.b.h., Deutsche Gas u. Russgesellschaft, Deutsche Reichsbahn, Heeresbauverwaltung, Schlesische Feinweberei, Union-Werke, Golleschauer Portland-Zement AG.

No decurso dos anos 1942-1944, o campo central de Auschwitz contou com 39 campos externos, dos quais 31 eram para detidos utilizados como mão-de-obra, 19 entre eles empregando principalmente detidos judeus.[83]

Em Monowitz 16, as fábricas da Farbenindustrie empregavam 25.000 detidos de Auschwitz, cerca de 100.000 trabalhadores civis e cerca de 1.000 prisioneiros de guerra ingleses.[84]

Mesmo os guetos foram transformados em centros económicos de grande importância. Com a revolta do gueto de Varsóvia, “a indústria bélica alemã no leste perdeu um dos seus importantes centros de abastecimento.”[85]

O segundo gueto em importância económica depois do de Varsóvia foi o gueto de Lodz: “As suas manufaturas de todos os tipos e, em particular, as suas indústrias têxteis, constituíam um suporte de grande valor para a economia alemã”.[86]

Em 19 de janeiro de 1942, foi criada a Sede de Gestão Econômica da SS [SS-Wirtschafts-und Verwaltungshauptamt SS-WVHA][87], cujo objetivo era precisamente “utilizar em grande escala a mão de obra dos detidos”.[88] Em 3 de Março, Himmler ordenou que a Inspecção dos campos de concentração fosse transferida da Direção Principal da SS [SS-Führungshauptamt] para a SS-WVHA, a fim de centralizar no Grupo de Agências D [Amtsgruppe D] a direção do esforço de guerra em relação a mão de obra.[89] Foi assim feita uma modificação importante na função de internamento nos campos de concentração, como sublinha o SS-Obergruppenführer Pohl, Chefe da SS-WVHA, numa carta de 30 de abril de 1942 ao Reichsführer SS:

A guerra evidentemente tornou necessária uma mudança na estrutura dos campos de concentração e uma modificação radical das suas funções no que diz respeito ao emprego dos detidos. O aumento do número de detidos apenas por razões de segurança, de reeducação ou de prevenção já não é a principal preocupação. A ênfase principal é colocada no aspecto econômico. A mobilização de toda a capacidade de trabalho para fins de guerra (aumento de armamento), primeiro de tudo e mais tarde para a construção em tempos de paz, deve ser dada a maior prioridade a cada dia.[90]

Estas disposições eram igualmente válidas para os judeus. Já em 25 de janeiro de 1942, Himmler havia enviado a seguinte ordem ao SS-Brigade-führer Glücks, Inspetor-Geral dos Campos de Concentração:

Visto que em breve não poderemos contar com os prisioneiros de guerra russos, enviarei para os campos um grande número de judeus e judias expulsos da Alemanha. Prepare-se para receber, no decorrer das próximas quatro semanas, 100 mil judeus e até 50 mil judias nos campos de concentração. Importantes tarefas económicas serão confiadas aos campos de concentração nas próximas semanas. SS Gruppenführer Pohl irá informá-lo sobre isso em detalhes.[91]

No início de 1943, cerca de 185 mil judeus trabalhavam na indústria bélica em território sob o controle do Reich.[92]

Em 7 de Setembro de 1943, todos os campos de trabalho judaicos do Governo Geral – 10 só no distrito de Lublin – foram libertados pela SS-WVHA e tornaram-se campos auxiliares de Lublin.[93]

​            Em 5 de abril de 1944, nos territórios sob jurisdição do Reich, existiam 20 campos de concentração e 105 campos de trabalho.[94]

Em maio de 1944, Hitler ordenou o emprego de 200 mil judeus como mão de obra no programa de construção Jager do diretor ministerial Dorsch. A ordem relativa ao pessoal da guarda foi emitida por Himmler em 11 de maio:

O Führer ordenou que 10.000 Waffen-SS, incluindo oficiais e suboficiais, fossem designados para a vigilância de 200.000 judeus que o Reichsführer-SS está enviando para os campos de concentração do Reich, a fim de empregá-los nos grandes projetos de construção da Organização Todt e em outras importantes obras militares.[95]

O ex-ministro do Interior húngaro, Gabor Wajna, relatou uma declaração de Himmler de acordo com a qual: “Desde que os judeus foram empregados no programa Jager, a produção tem aumentado 40%.”[96]

De acordo com uma carta da SS-WVHA datada de “Oranienburg, 15 de agosto de 1944”, parecia que o internamento de 612 mil pessoas – entre as quais 50 mil era judeus do programa da Hungria – em campos de concentração era iminente.[97]

A importância do potencial de trabalho representado pelos judeus aparece com ainda mais lisura e diretamente quando a necessidade premente de mão-de-obra da indústria bélica alemã é considerada.

Em 21 de março de 1942, Hitler nomeou Fritz Sauckel plenipotenciário geral para o emprego de mão de obra com a missão de suprir essa necessidade.[98] De acordo com um reporte enviado por Sauckel a Hitler e Göring em 27 de julho de 1942, 5.124.000 trabalhadores estrangeiros estavam empregados no Reich. Apesar disso, a necessidade de mão de obra era tão grande que em janeiro de 1943 Sauckel ordenou a mobilização total de todos os alemães para a economia de guerra. Em 5 de fevereiro de 1943, no Congresso Gauleiter realizado em Posen, Sauckel declarou:

A extraordinária dureza da guerra obrigou-me, em nome do Führer, a mobilizar vários milhões de estrangeiros para emprego na economia de guerra alemã, a fim de assegurar a entrega máxima.

Mas no início de 1944 Hitler convocou 4.000.000 de trabalhadores adicionais.[99] Ao mesmo tempo, as condições de vida nos campos de concentração foram facilitadas, a fim de obter mais alta produção da força de trabalho detida.

Em 20 de janeiro de 1943, o SS-Brigadeführer Glücks, Chefe do Grupo de Agência D do SS-WVHA, transmitiu aos comandantes dos campos de concentração a ordem de Himmler de 20 de dezembro de 1942[100] para reduzir a taxa de mortalidade nos campos por todos os meios, e mantê-los “pessoalmente responsáveis para esgotar todas as possibilidades para preservar a força física dos detidos.”[101]

Seguindo essa ordem – como foi observado pelo SS-Obergruppenführer Pohl em 30 de setembro de 1943 em um relatório estatístico ao Reichsführer-SS – graças à melhoria das condições de higiene, nutrição e vestuário, a mortalidade nos campos de concentração estava em constante declínio, tendo caído de 10% em dezembro de 1943 para 2,09% em agosto de 1943.[102]

Uma ordem da SS-WVHA de 18 de novembro de 1943 ao comando de Auschwitz recomendou a atribuição de um bónus aos detidos – mesmo aos judeus – que se distinguissem pelo trabalho deles.[103]

O “extermínio”; dos judeus era, portanto, um absurdo económico, como o próprio Poliakov reconheceu,[104] tanto mais que, segundo Colloti:

... foi, entre outras razões, a necessidade económica de fazer uso do seu trabalho que impediu o extermínio massivo dos prisioneiros de guerra soviéticos quisto por Hitler.[105]

Mas se a necessidade económica dos Alemães era tão premente em relação aos Russos, porque não o era igualmente assim em relação aos Judeus?

Os historiadores oficiais respondem sustentando que o “extermínio” dos judeus, correspondendo ao objetivo fundamental do Führer, tomou precedência sobre não importasse qual exigência econômica, mesmo correndo o risco de assumir um carácter claramente contra-económico. Hannah Arendt formulou esta tese de forma admirável:

O carácter incrível destes horrores está intimamente ligado à sua inutilidade no plano económico. Os nazis empurraram obstinadamente o inútil para o prejudicial quando, no meio da guerra, apesar da escassez de materiais de construção e de material circulante, construíram enormes e custosos empreendimentos de extermínio e organizaram o transporte de milhões de pessoas. A partir do ponto de vista de um mundo estritamente utilitário, a contradição manifesta entre esse modo de comportamento e os imperativos militares confere a todo o empreendimento um ar maluco e quimérico.[106]

​            É tão somente fácil objetar que se o “extermínio” dos judeus fosse tão importante para Hitler a ponto de permitir que as necessidades imperativas da economia de guerra alemã ocupassem o segundo plano, e até mesmo a prejudicassem, que ele certamente não teria permitido – durante os primeiros dois anos da guerra – a emigração de pelo menos um milhão de judeus!

​            Na realidade, o “Plano Europa”, sobre o qual as conversações começaram de forma oficial na primavera de 1944, mostra até que ponto os nazis eram utilitários no que dizia respeito aos judeus. Himmler propôs trocar um milhão de judeus (crianças, mulheres, idosos) por “10 mil caminhões, mil toneladas de café e um pouco de sabão”.[107]

Joel Brand, que conduziu as negociações para o lado judeu, foi para Istambul e de lá para o Cairo:

Na verdade, foram os Aliados que levantaram os obstáculos. Joel Brand foi internado pelas autoridades britânicas sem ter tido possibilidade de cumprir a sua missão; e o Departamento de Estado proibiu o Dr. Schwarz, diretor do [Committee] American Jewish Joint, de lidar com assuntos inimigos.[108]

Joel Brand conseguiu transmitir a proposta alemã a Lord Moyne, então Ministro de Estado britânico para o Médio Oriente, que lhe respondeu.

E o que supostamente eu devo fazer com um milhão de judeus? Onde devo eu colocá-los?[109]

A fragilidade da tese acima mencionada está intimamente ligada à fragilidade das razões que deveriam explicar “o extermínio dos judeus”. Quase todos os historiadores oficiais estão certos de que é necessário investigar essas razões no suposto conceito nacional-socialista segundo o qual os judeus “como uma raça inferior” deveriam ser exterminados “pelo simples fato de serem judeus.” Esta tese é rejeitada categoricamente pela realidade da política em matéria de emigração judaica – que se tornou mesmo emigração forçada – seguida pelo governo do Reich durante os primeiros dois anos da guerra.

O próprio Poliakov reconhece, sem rodeios, a falta de fundamento para essa tese. Depois de ter se questionado sobre por que a decisão de “extermínio” foi feita, ele continua:

“Ódio aos judeus”, “loucura de Hitler” são os termos mais gerais, que, ao mesmo tempo, nada dizem; e Hitler – pelo menos enquanto o destino do Reich não estava selado – era um político calculista e informado. De resto, nós temos visto que o extermínio dos judeus não tinha parte nos objetivos nazis. Por que, então, foi tomada aquela decisão, da qual vimos toda a irracionalidade que ela continha, e por que apenas naquele momento?

Procuremos então olhar mais adiante, permanecendo sempre plenamente conscientes do que tais deduções, na ausência de todos os depoimentos, de todas as atas de processo, de todos os documentos irrefutáveis, podem oferecer em termos de especulação e fragilidade.[110]

Em outras palavras, não somente quando e por quem, mas mesmo porque é que a decisão de exterminar os judeus teria sido tomada, é desconhecido.

{O historiador americano Christopher Browning (1944-).}


Sobre o assunto das razões dessa presumida decisão, de fato, a historiografia oficial só consegue fornecer “deduções” que são “especulativas” e “frágeis” e, além disso, estão em manifesta contradição com a REALIDADE da política nacional-socialista na questão da emigração judaica, conforme reconhece Christopher Browning:

A assunção de que a política judaica nazista foi a consequência premeditada e lógica do antissemitismo de Hitler não pode ser facilmente reconciliada com o seu comportamento real nos anos anteriores a 1941. Por exemplo, a visão de Hitler dos judeus como os “criminosos de novembro” que causaram a derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial foi defendida com tanto fervor como qualquer uma das suas alegações antijudaicas. Na verdade, a passagem frequentemente citada do Mein Kampf lamentando que doze ou quinze mil judeus não tenham sido gaseados durante a guerra faz muito mais sentido no contexto da lenda da facada nas costas do que como uma profecia ou intimação da Solução Final. A consequência “lógica” da tese do judeu como traidor do tempo de guerra deveria ter sido um massacre “preventivo” dos judeus alemães antes da ofensiva ocidental ou pelo menos antes do ataque à Rússia.

Na realidade, a política judaica nazista buscava um judenrein na Alemanha, facilitando e muitas vezes coagindo para a emigração judaica. A fim de reservar as oportunidades limitadas de emigração para os judeus alemães, os nazistas se opuseram à emigração judaica de outras partes do continente. Esta política continuou até ao outono de 1941, quando os nazis proibiram a emigração judaica da Alemanha e pela primeira vez justificaram o bloqueio da emigração judaica de outros países em termos de impedir a sua fuga da firme posse alemã. Os esforços dos nazistas especialistas em judeus para facilitar a emigração judaica, tanto antes como durante a guerra, bem como os seus planos para expulsões em massa (o que os nazis chamavam eufemisticamente de “reassentamento” ou Umsiedlung) não foram meramente tolerados, mas encorajados por Hitler. É difícil conciliar a suposição de uma intenção de longa data de assassinar os judeus da Europa com este comportamento. Se Hitler sabia que ele ia assassinar os judeus, então ele estava a apoiando uma política que “favorecia” os judeus alemães em detrimento de outros judeus europeus e “resgatava” da morte muitos daqueles que ele considerava os maiores responsáveis pela derrota anterior da Alemanha.

Tem sido argumentado que Hitler estava meramente aguardando o momento oportuno para concretizar as suas intenções assassinas. Isto não só não explica a prossecução de uma política contraditória de emigração nesse interim. também não explica o longo atraso. Se Hitler estava meramente esperando a eclosão do conflito para prosseguir a sua “guerra contra os judeus”, porque é que aos milhões de judeus polacos que estavam nas suas mãos desde o Outono de 1939 foi concedida uma “suspensão da execução” de trinta meses?[111]

Que isto é verdade quase ao pé da letra é mostrado pelo seguinte julgamento de Robert Cecil, vice-diretor da escola especializada em estudos europeus contemporâneos da Universidade de Reading, na Inglaterra, e desde 1968 professor de história naquela universidade:

O massacre dos eslavos, tal como o dos judeus, foi um homicídio ritual, que não só contribuiu em nada para a vitória militar, mas, como veremos em breve, impediu consideravelmente Wehrmacht em sua tarefa.[112]

[Como o dos judeus, o “massacre dos eslavos” não tem fundamento, é claro.]*1

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

[79] Nota de Carlo Mattogno: IMT, Vol. XI, páginas 61-63. 

[80] Nota de Carlo Mattogno: NO-5193. 

[81] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 3. 

[82] Nota de Carlo Mattogno:L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 83. A este respeito, veja a documentação – do ponto de vista Exterminacionista – de Joseph Billig em Les Camps de concentration dans l'économie du reich hitlérien (Os campos de concentração na economia do Reich hitlerista), Presses Universitaires de France, 1973. 

[83] Nota de Carlo Mattogno: Contribution à histoire du KL Auschwitz (Contribuição para a História do Campo de Concentração de Auschwitz), State Museum at Oswiecim, n d. páginas 44-57. 

[84] Nota de Carlo Mattogno: Central Commission for Investigation of German Crimes in Poland, German Crimes in Poland, Warsaw, 1946, VoL I, página 37. 

[85] Nota de Carlo Mattogno:L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 270. 

[86] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 120. 

[87] Nota de Carlo Mattogno: NO-495; NO-719. 

[88] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 84. 

[89] Nota de Carlo Mattogno: PS-1063 

[90] Nota de Carlo Mattogno: R-129. 

[91] Nota de Carlo Mattogno: NO-500. 

[92] Nota de Carlo Mattogno: NO-5194. 

[93] Nota de Carlo Mattogno: NO-599. 

[94] Nota de Carlo Mattogno: NO-020-a. 

[95] Nota de Carlo Mattogno: NO-5689. 

[96] Nota de Carlo Mattogno: NO-1874. 

[97] Nota de Carlo Mattogno: NO-1990. 

[98] Nota de Carlo Mattogno: Enzo Collotti, La Germania nazista (A Alemanha Nazi), Turin, 1973. página 266. 

[99] Nota de Carlo Mattogno: Enzo Collotti, La Germania nazista (A Alemanha Nazi), Turin, 1973. página 267. 

[100] Nota de Carlo Mattogno: Gerald Reitlinger, La soluzione finale: It tentativo disterminio de gli ebrei d'Europa 1939-1945 (The Final Solution: The Attempt toExterminate the Jews of Europe 1939 - 1945), Milan, 1965, 1965, página 149. 

[101] Nota de Carlo Mattogno: NO-1523. 

[102] Nota de Carlo Mattogno: PS-1469. 

[103] Nota de Carlo Mattogno: Hefte von Auschwitz (Auschwitz Notebooks), Auschwitz Museum, 6, 1962, página 78. 

[104] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 89. 

[105] Nota de Carlo Mattogno: Enzo Collotti, La Germania nazista (A Alemanha Nazi), Turin, 1973. página 267. 

[106] Nota de Carlo Mattogno: Hannah Arendt, Le Système totalitaire (The Totalitarian System), Paris 1972, página 182. 

[107] Nota de Carlo Mattogno: Gerald Reitlinger, La soluzione finale: It tentativo disterminio de gli ebrei d'Europa 1939-1945 (The Final Solution: The Attempt toExterminate the Jews of Europe 1939 - 1945), Milan, 1965, 1965, página 544. 

[108] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, Paris, 1979, página 296. 

[109] Nota de Carlo Mattogno: Gerald Reitlinger, La soluzione finale: It tentativo disterminio de gli ebrei d'Europa 1939-1945 (The Final Solution: The Attempt toExterminate the Jews of Europe 1939 - 1945), Milan, 1965, 1965, página 545. 

[110] Nota de Carlo Mattogno:  L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 126. 

[111] Nota de Carlo Mattogno: C. Browning, Fateful Months, Holmes & Meier, New York and London, 1985, páginas 14-15. 

[112] Nota de Carlo Mattogno: Robert Cecil, Il mito delta razza nella Germania nazista: Vita di Alfred Rosenberg, (The Myth of Race in Nazi Germany: The Life of Alfred Rosenberg), Milan, 1973, página 199. 

*1 Nota de Theodore O'Keefe, então editor do Journal for Historical Review.

 

Fonte: The Myth of the Extermination of the Jews: Part I, por Carlo Mattogno, The Journal for Historical Review, Verão de 1988, Volume 08 número 2, Página 133-172.

http://www.ihr.org/jhr/v08/v08p133_mattogno.html

Sobre o autor: Carlo Mattogno nasceu em 1951 em Orvietto, Itália. Pesquisador revisionista, ele empreendeu estudos em filosofia (incluindo estudos linguísticos em grego, latim e hebraico bem como estudos orientais e religiosos)  e em estudos militares (estudou em três escolas militares). Desde 1979 dedica-se aos estudos revisionistas, tendo estado associado com o jornal francês Annales d’Histoire Revisionniste bem como com o The Journal of Historical Review.

Dentre seus mais de 20 livros sobre a temática do alegado holocausto estão: 

The Real Auschwitz Chronicle: The History of the Auschwitz Camps, 2 volumes, Castle Hill Publishers (Bargoed, Wales, UK), 2023.

Auschwitz: the first gassing – rumor and reality; Castle Hill, 4ª edição, corrigida, 2022.

Curated Lies – The Auschwitz Museum’s Misrepresentations, Distortions and Deceptions; Castle Hill, 2ª edição revisada e expandida, 2020.

Auschwitz Lies – Legends, Lies, and Prejudices on the Holocaust; Castle Hill, 4ª edição, revisada, 2017. (Junto de Germar Rudolf).   

Debunking the Bunkers of Auschwitz – Black Propaganda versus History; Castle Hill, 2ª edição revisada, 2016.

Inside the Gas Chambers: The Extermination of Mainstream Holocaust Historiography, 2ª edição corrigida, 2016.

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Recomendado, leia também:

O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre censura e fuga da investigação histórica ver: 

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber


História do revisionismo do alegado holocausto e suas conquistas:

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - As Origens Esquerdistas do Revisionismo {primeiro desafio do revisionismo x uma “testemunha” das alegadas câmaras de gás} - por German Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Porque o que não deveria existir, não pode existir {o primeiro golpe de Robert Faurisson na narrativa do alegado Holocausto} - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Uma pessoa morta são muitas pessoas {é um argumento válido dizer que menos ou mais mortos nas pesquisas sobre alegado Holocausto não mudam os fatos do que significa o Holocausto?} por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Escândalo na França {Robert Faurisson leva os defensores do alegado holocausto na França à derrota, culminando na queda de Jean-Claude Pressac} - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Nenhuma câmara de gás em Sachsenhausen - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Clareza sobre Dachau - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Sabão, abajures e cabeças encolhidas judaicas - por Germar Rudfolf


sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.2.1 {solução final da questão judaica} - por Carlo Mattogno

 Continuação de O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

Carlo Mattogno


2. A Política Nacional Socialista para a Emigração Judaica

O alegado “plano de extermínio” dos judeus, além de não ser corroborado por qualquer documento, é refutado decisivamente pela política nacional-socialista em matéria de emigração judaica, política que aqui só podemos traçar nas suas linhas essenciais.

Numa carta ao seu amigo Gemlich de 16 de setembro de 1919, considerada “o primeiro documento escrito da carreira política de Hitler”,[1] ele afirma sobre o tema da questão judaica:

O antissemitismo racional deve, contudo, levar à luta contra os privilégios do judeu que só ele possui, em contraste com os outros estrangeiros que habitam entre nós (legislação relativa aos estrangeiros), e à sua supressão legal e sistemática. Mas o seu objetivo final deve ser, imutável e acima de tudo mais, a remoção dos Judeus.[2]

Em 13 de agosto de 1920, em Munique, Hitler fez um discurso, “Por que nós somos antissemitas?”, no qual ele repetiu que o conhecimento científico do antissemitismo#1 deve traduzir-se em ações que terminem na “remoção dos judeus do nosso povo.”[3]

A solução da questão judaica#2 tornou-se a principal inspiração do programa político nacional-socialista[4] e da doutrina racial. De fato, conforme nota Poliakov:

... que tinha de haver extermínios não é aparente, além disso, em nenhum dos dogmas nacional-socialistas, ou em seus principais escritos. Mein Kampf, onde a palavra “judeu” aparece em quase todas as páginas, é mudo sobre o destino que lhes acontecerá no estado nacional-socialista.

Os programas oficiais do partido declaram que “um judeu não pode ser um compatriota” nem, consequentemente, um cidadão, enquanto os comentários ao programa apelam mais explicitamente à “expulsão dos judeus e dos estrangeiros indesejáveis”.[5]

A remoção dos judeus do Reich foi o ponto focal da política de Hitler em relação aos judeus desde a sua ascensão ao poder. Em 28 de agosto de 1933, o Ministério da Economia do Reich e a Agência Judaica para a Palestina concordaram com o que foi chamado de Haavara Abkommen,#3 que era um acordo (Abkommen) para facilitar a transferência (Haavara)[6] de judeus alemães para a Palestina.[7]

Uma nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros datada de 19 de março de 1938 pressagiava a quebra do acordo porque, como se pode ler no ponto 3, não era do interesse da Alemanha organizar a emigração dos judeus ricos com o seu capital, que o interesse [alemão] repousava antes “numa emigração em massa de judeus.”[8]

As leis de Nuremberg de 15 de setembro de 1935[9] reafirmaram, por meio de legislação, os artigos 4 e 5 do programa do partido formulado em Munique em 24 de fevereiro de 1920. O objetivo da lei sobre a cidadania do Reich, e daquela para a defesa do sangue e da honra alemães, era separar e isolar o corpo estranho judeu do organismo alemão em vista da expulsão que se aproxima, conforme sublinhado por Reitlinger:

Em 1938, pouco antes do “acordo” de Munique, quando o Quinto Decreto Suplementar tinha acabado de expulsar os judeus da última das profissões livres, Wilhelm Stuckart, que não somente redigiu, mas foi em grande parte o promotor das leis de Nuremberg, escreveu que a partir daqui o objetivo das leis raciais foi obtido. Um grande número de decisões tomadas graças às leis de Nuremberg “perdem importância à medida que nos aproximamos da solução final do problema judaico”. A frase, como é evidente, ainda não era uma máscara para o conceito de extermínio da raça; pelo contrário, aludiu claramente ao fato de que as leis não pretendiam perpetrar o problema judaico, mas antes eliminar as razões para ele. Os judeus tiveram que deixar o Reich de uma vez por todas.[10]

Na verdade, no final de 1936, foi constituído um serviço para questões judaicas como parte do Serviço de Segurança SS. “A meta essencial da nova agência era o estudo de todas as questões preparatórias para uma emigração em massa dos judeus.”[11]

Em 1938 foi instituído em Viena o Gabinete Central para a Emigração Judaica (Zentralstelle für jüdische Auswanderung), cuja direção foi confiada a Adolf Eichmann por Heydrich.[12]

No dia 12 de novembro de 1938, alguns dias depois do que foi chamado “Noite de Cristal” (a noite dos vidros partidos), Göring convocou o Conselho de Ministros para fazer face à difícil situação assim criada.

A atitude dos chefes nacional-socialistas aparece inequivocamente à medida que se examina o registo estenográfico da reunião. Heydrich declarou que a ejeção dos judeus da vida económica alemã não resolveu “o problema fundamental do objetivo final: a remoção dos judeus da Alemanha.” Em Viena, por ordem do Reichskommissar, foi criado um escritório central para a emigração judaica, através de cuja intervenção pelo menos 50 mil judeus tinham deixado a Áustria, enquanto no mesmo período apenas 19 mil tinham deixado o Antigo Reich. Isto é o porquê ele propôs estabelecer, também no Reich, um serviço central semelhante ao de Viena, e estabelecer uma operação de emigração a ser concluída em 8 a 10 anos. O Ministro das Finanças von Krosigk aprovou a proposta de Heydrich: ele concordou em fazer todos os esforços para a evacuação dos judeus para o exterior. O Ministro do Interior, Frick, repetiu que o objetivo deveria ser fazer com que o maior número possível de judeus emigrasse.[13]

Afim de superar as dificuldades económicas implicadas da emigração judaica, em dezembro de 1938, Hitler aprovou o plano Schacht.

A proposta discutida por Schacht com Lord Bearsted, Lord Winterton e Sr. Rublee em Londres em dezembro foi, em linhas largas, a seguinte: O governo alemão congelaria os bens dos judeus para usá-los como um fundo para garantir um empréstimo internacional. amortizável em 20-25 anos. Supondo que os ativos judaicos fossem avaliados em 1,5 bilhões de marcos, teria havido uma quantidade suficiente de divisas para financiar a emigração de judeus do grande Reich durante 3-5 anos no curso normal dos acontecimentos.

Após o retorno de Schacht à Alemanha, ele se encontrou com Hitler em Berchtesgaden em 2 de janeiro de 1939 para falar sobre a recepção que suas propostas tiveram em Londres. Hitler pareceu impressionado, pois três dias depois nomeou Schacht como delegado especial para o aumento da emigração judaica.[14]

Em janeiro de 1939, Schacht e [George] Rublee, diretor de um comité “intergovernamental” para a emigração de judeus alemães, concordaram em Londres com um plano básico prevendo a emigração de cerca de 400.000 judeus no espaço de 3 anos.[15]

Reitlinger atribui o fracasso do plano Schacht à reação despertada em Hitler pela recusa de Schacht em aumentar a circulação de papel-moeda, após a qual, em 20 de janeiro de 1939, Schacht foi demitido da presidência do Reichsbank. No entanto, numa entrevista concedida a Rolf Vogel em janeiro de 1970, Schacht declarou que o plano entrou em xeque-mate pela oposição de Chaim Weizmann.[16]

Enquanto isso, a política nacional-socialista em matéria de emigração judaica foi forjada adiante.

Em 24 de janeiro de 1939, Göring promulgou um decreto autorizando o estabelecimento de um [Escritório] Central do Reich para a Emigração Judaica.

Göring resumiu desde o início a política nacional-socialista em relação aos judeus de forma lapidar:

A emigração dos judeus da Alemanha deve ser promovida por todos os meios [Die Auswanderung der Juden aus Deutschland ist mit allen Mitteln zu fördern].

Foi precisamente para esse fim que ele criou o Escritório Central do Reich para a Emigração Judaica mencionado acima, que tinha como sua designação “a adoção de todas as medidas para preparar uma emigração intensificada dos judeus” e, por último, facilitar os procedimentos burocráticos para a emigração de cada indivíduo.

A direção do Escritório Central do Reich para a Emigração Judaica foi confiada por Göring à Heydrich, Chefe da Polícia de Segurança.[17]

Durante a primeira reunião do Comité do Gabinete Central para a Emigração Judaica (11 de fevereiro de 1939), Heydrich discutiu, acima de tudo, o plano Schacht-Rublee:

Este plano está evidentemente destinado a tornar-se a base de uma emigração judaica massiva e organizada, mas a sua implementação parece ainda não estar assegurada; seria um erro contar apenas com isso. Devemos, portanto, continuar a incentivar a emigração por todos os meios ao nosso dispor, deixando o plano de lado.[18]

Um relatório do Ministério das Relações Exteriores de 25 de janeiro de 1939 intitulado A Questão Judaica como um Fator de Política Externa em 1938 confirmou inequivocamente o princípio animador da política judaica nacional-socialista:

O objetivo final da política alemã em relação aos judeus é a emigração de todos os judeus que vivem no território do Reich [Das letzte Ziel der deutschen Judenpolitik ist die Auswanderung aller im Reichsgebiet lebenden Juden].[19]

Este relatório sustentou “uma solução radical da questão judaica pela emigração, tal como tem sido perseguida aqui há anos [eine radikale Lösung der Judenfrage durch die Auswanderung-wie sie hier schon seit Jahren verfolgt wird],” de acordo com o comentário do SS- Obersturmführer Ehrlinger do Departamento de Segurança Central do Reich.[20]

Após a criação do Protetorado da Boêmia-Morávia, Eichmann recebeu uma ordem de Heydrich para estabelecer “um escritório central para a emigração judaica” em Praga.[21] No documento pertinente, assinado pelo Protetor do Reich von Neurath em 15 de julho de 1939, lê-se o seguinte:

​Em conformidade com os regulamentos do Reich, para evitar obstáculos e atrasos, é necessário agrupar o tratamento de todas as questões relativas à emigração judaica. Tendo em vista o aumento acelerado e a regulamentação da emigração de judeus da Boêmia-Morávia, o “Escritório Central para a Emigração Judaica de Praga” é, portanto, criado.[22]

            Apesar das dificuldades crescentes, a política nacional-socialista em matéria de emigração judaica foi perseguida mesmo durante a guerra.

A maior dificuldade foi, indubitavelmente, o antissemitismo mal dissimulado dos países democráticos, que por um lado protestaram contra a perseguição dos Judeus pelos Nacional-Socialistas, e por outro, recusaram aceitar os judeus perseguidos, como parecia claramente no decurso da conferência de Evian, que decorreu de 6 a 15 de junho de 1938.

Esta conferência foi organizada por iniciativa do Presidente Roosevelt com o objetivo de facilitar a emigração das vítimas da perseguição nacional-socialista e, em primeiro lugar, dos judeus. Mas as boas intenções do presidente americano pareciam suspeitas desde o início. Michel Mazor escreve:

Na sua conferência de imprensa em Warm Springs, o Presidente Roosevelt limitou as possibilidades de Evian, dizendo que não estava prevista nenhuma revisão ou aumento das quotas de imigração para os Estados Unidos por causa disso. No convite para aquela conferência, dirigido a trinta e três países, Roosevelt enfatizou que não se esperava de nenhum país que consentisse em receber mais imigrantes do que a norma estipulada pela sua legislação então em vigor.

Nesta base, a conferência de Evian, desde o seu início, estava condenada ao fracasso. Na verdade, o resultado foi “que o mundo livre abandonou os judeus da Alemanha e da Áustria ao seu destino impiedoso”.[23]

Por sua vez, Rita Thalmann lembra:

Tirando uma lição da conferência, o Danziger Vorposten observa que “adoramos ter pena dos judeus, desde que essa piedade aumente uma agitação mal intencionada contra a Alemanha, mas que nenhum Estado estava disposto a combater os danos culturais na Europa Central, tomando alguns milhares de judeus. A conferência, “concluiu o jornal”, “é, portanto, uma justificativa da política alemã em frente aos judeus.”

Em todos eventos, os líderes alemães tinham provas de que os trinta e dois estados que participaram na conferência de Evian (a URSS e a Tchecoslováquia não estavam representados; a Itália recusou o convite; a Hungria, a Roménia e a Polónia enviaram observadores com a única intenção de pedir que fossem libertados dos seus próprios judeus) não tinham intenção de assumir o comando dos perseguidos, ou mesmo de se preocuparem seriamente com o destino deles.[24]

Paradoxalmente, imediatamente após a conferência de Evian, iniciada no final de 1938, nota-se uma diminuição da emigração do Reich, “porque outros países se opuseram mais e mais a novas imigrações de judeus”.[25]

Em março de 1943, Goebbels pôde novamente comentar sarcasticamente:

Qual será a solução para a questão judaica, um dia será criado um estado judeu em qualquer lugar? Saberemos disso mais tarde. Mas é curioso notar que os países cuja opinião pública é despertada a favor dos judeus ainda se recusam a recebê-los. Eles dizem que estes são os pioneiros da civilização, os gênios da filosofia e da criação artística, mas quando se quer que aceitem estes gênios, fecham as fronteiras: “Não, não, nós não os queremos!” Este é, parece-me, um exemplo único na história mundial de alguém que declina a acolher o gênio![26]

A rápida derrota da Polónia sugeriu uma solução provisória aos líderes nacional-socialistas. Em 23 de setembro de 1939, Heydrich enviou uma carta expressa [Schnellbrief] a todos os chefes dos Einsatzgruppen da Polícia de Segurança. Nessa carta, que tinha como assunto “A Questão Judaica no Território Ocupado”, ele estabeleceu a diante as medidas que foram acordadas em Berlim em reunião naquele mesmo dia, que foram resumidas em dois pontos: o objetivo final [Endziel] e as etapas de sua realização. Tendo em vista este objetivo final, os judeus deveriam concentrar-se nas cidades após a campanha.[27]

Poliakov comenta:

É uma questão de um “fim último”. O que era isso? Em tudo não é um extermínio; estamos somente em 1939. Uma passagem do documento nos dá uma chave: no território “repousando ao o leste de Cracóvia” os judeus não devem ser tocados; e se em outras regiões eles estão reunidos perto das estações ferroviárias, é evidentemente para que possam ser evacuados mais facilmente. Para que destino? Muito certamente para aquela “região a leste de Cracóvia.”[28]

É assim, sempre de acordo com Poliakov, que foi designado:

O projeto de resolução da questão judaica reunindo todos os judeus sob domínio nazi na região de Lublin, na fronteira da URSS. O plano para a criação de uma “reserva judaica” recebeu uma certa publicidade nas colunas da imprensa alemã do período. Foi escolhido um território, delimitado, ao que parece (a informação é incompleta e contraditória) pelo Vístula, pelo San e pela fronteira da URSS, dentro do qual os judeus se dedicariam a obras de colonização sob vigilância das SS.[29]

​            Mas, devido a circunstâncias desfavoráveis, o projeto nunca foi completamente realizado.

Durante este período, o governo alemão continuou a sua política de emigração tradicional. Em efeito, conforme observa Poliakov:

... paralelamente a estas deportações para o leste, o “Centro [Escritório Central - Ed.] para a Emigração Judaica” fez esforços para expelir os judeus alemães para outros destinos. A emigração legal tornou-se quase impossível: entretanto, um pequeno fluxo de emigrantes continuou a escorrer para fora, da Áustria em particular, através da Itália, para países ultramarinos. Alguns comboios clandestinos, formados com a cooperação de Eichmann, tentaram descer o Danúbio de barco, tendo a Palestina como destino deles, mas o governo britânico recusou-se a permitir que estes viajantes sem visto entrassem na pátria nacional judaica. Mais tarde nós encontraremos novamente este amargo paradoxo da Gestapo empurrando os judeus para um local seguro, enquanto o governo democrático de Sua Majestade bane o acesso às futuras vítimas dos fornos crematórios.[30]

            A derrota da França forneceu a ocasião para levar a cabo a política de emigração judaica em larga escala:

Quando, após o colapso da França, enormes perspectivas se abriram diante dos olhos dos nazistas, um plano há muito acalentado por certas pessoas entre eles voltou à agenda com nova topicalidade. Eles creditavam, em suma, ter em mãos a chave para “a solução definitiva da questão judaica”. Nós vimos que durante a surpreendente reunião de 12 de novembro de 1938, Göring mencionou a “questão de Madagáscar”. O próprio Himmler tinha sonhado com isso desde 1934, garante-nos uma testemunha. Estacionem todos os judeus numa grande ilha, que, além disso, pertence à França – que deve ter satisfeito o amor deles pelo simbolismo. Estacionem todos os judeus numa grande ilha, que, além disso, pertence à França – que deve ter satisfeito o amor deles pelo simbolismo. Seja como for, depois do armistício de junho de 1940, a ideia foi proposta pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, adoptada com entusiasmo pelo RSHA e aprovada por Himmler, bem como pelo próprio Führer, ao que parece.[31]

Durante a reunião de 12 de novembro de 1938, Göring tinha de fato informado aos presentes que o Führer, segundo o que tinha dito pessoalmente a Göring três dias antes, estava preparando um gesto de política externa em relação às potências que tinham levantado a questão judaica, a fim de chegar a uma solução para a questão de Madagáscar. “Ele dirá aos outros estados: Por que vocês estão sempre falando dos judeus? Levem-nos!”[32]

{O historiador judeu Léon Poliakov (1910-1997).}

Himmler foi igualmente favorável a uma emigração judaica massiva, como pode ser visto na nota “Algumas reflexões sobre o tratamento de grupos populacionais estrangeiros no Leste” de maio de 1940, na qual ele escreveu:

Eu espero ver a ideia de “judeu” apagada definitivamente, graças à emigração de todos os judeus para África, ou para uma colónia.[33]

Na mesma nota ele rejeitou:

... o método bolchevique de exterminar fisicamente um povo, com a convicção mais íntima de que isso é antialemão e impossível.[34]

Em 24 de junho de 1940, Heydrich informou ao Ministro das Relações Exteriores, Ribbentrop, que mais de 200.000 judeus tinham emigrado do território do Reich, mas que ...

... o problema geral [Gesamtproblem] constituído pelos 3.250.000 judeus que se encontravam sob o domínio alemão já não podia ser resolvido pela emigração [durch Auswanderung – palavras sublinhadas no original]; a qual é o porquê a necessidade de uma “solução territorial final [eine territoriale Endlösung] se torna aparente.”[35]  

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.2.2 {solução final da questão judaica} - por Carlo Mattogno

Notas


[1] Nota de Carlo Mattogno: Eberhard Jäckel, La concezione del mondo in Hitler (Hitler's World Concept), Milan, 1972, página 66. 

[2] Nota de Carlo Mattogno: Ernst Deuerlein, “Hitters Eintritt in die Politik und die Reichswehr” (A entrada de Hitler na política e no Reichswehr) em VfZ, 1959, página 204. 

#1 Nota de Mykel Alexander: Ver como introdução à questão judaica:

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

- A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria, por Paul Grubach, 01 de setembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/08/a-critica-de-acusacao-de-antissemitismo.html  

[3] Nota de Carlo Mattogno: Reginald H. Phelps, “Hitlers 'grundlegende' Rede uber den Antisemitismus” (O discurso “fundamental” de Hitler sobre o anti-semitismo), em VfZ, 1968, página 417. 

#2 Nota de Mykel Alexander: Sobre a questão da atuação das lideranças judaicas sobre a sociedade judaica através da história, ver como introdução:

- Controvérsia de Sião, por Knud Bjeld Eriksen, 02 de novembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/11/controversia-de-siao-por-knud-bjeld.html  

- Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça?, por Mark Weber, 02 de junho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/06/judeus-uma-comunidade-religiosa-um-povo.html 

- O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html  

[4] Nota de Carlo Mattogno: PS-1708. 

[5] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 2. 

#3 Nota de Mykel Alexander: Para introdução ao contexto do acordo de Haavara ver:

- Sionismo e o Terceiro Reich, por Mark Weber, 21 de junho de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/06/sionismo-e-o-terceiro-reich-por-mark.html  

[6] Nota de Carlo Mattogno: Termo hebraico que significa precisamente “transferência”. Transliterado corretamente, lê-se “ha'abhârâh”. 

[7] Nota de Carlo Mattogno: Broszat, Jacobsen, Krausnick Anatomie des SS Staates (Anatomy of the SS-State), Munich 1982, VoL 2, página 263. Joseph Walk (editor), Das Sonderrecht für die Juden im NS-Staat, (A legislação especial para os judeus no estado NS), Heidelberg-Karlsruhe, 1981, página 48. 

[8] Nota de Carlo Mattogno: NG-1889. 

[9] Nota de Carlo Mattogno: PS-1417. 

[10] Nota de Carlo Mattogno: Gerald Reitlinger, La soluzione finale: It tentativo disterminio de gli ebrei d'Europa 1939-1945 (The Final Solution: The Attempt toExterminate the Jews of Europe 1939 - 1945), Milan, 1965, 1965, página 23. 

[11] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 16. 

[12] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 30. IMT, VoL XXI, página 586. 

[13] Nota de Carlo Mattogno: PS-1816, páginas 47, 55, e 56. 

[14] Nota de Carlo Mattogno: Gerald Reitlinger, La soluzione finale: It tentativo disterminio de gli ebrei d'Europa 1939-1945 (The Final Solution: The Attempt toExterminate the Jews of Europe 1939 - 1945), Milan, 1965, 1965, página 36. Em Nuremberg, Schacht declarou que se seu plano tivesse sido executado, nem mesmo um único judeu alemão teria perecido." IMT, VoL XX, p. 442. 

[15] Nota de Carlo Mattogno: Les Archives sècretes de la Wilhelmstrasse (Os Arquivos Secretos da Wilhelmstrasse), V, book II, Paris, 1954, página 135. 

[16] Nota de Carlo Mattogno: Erich Kern, Die Trägodie der Juden (A Tragédia dos Judeus), Verlag KW. Schütz KG, Preussisch Oldendorf, 1979, página 73. 

[17] Nota de Carlo Mattogno: NG2586-A. 

[18] Nota de Carlo Mattogno: Les Archives sècretes de la Wilhelmstrasse (Os Arquivos Secretos da Wilhelmstrasse), V, book II. p. 122. 

[19] Nota de Carlo Mattogno: PS-3358. 

[20] Nota de Carlo Mattogno: Reichsführer-SS para SD Führer do SS-O.A. Re: “A questão judaica como fator na política externa em 1938”, 13 de março de 1939 em: Brown Book: War Criminals and Nazis in West Germany, Verlag Zeit im Bild, Dresden, n d., Document 35 (fotocópia sem tradução do texto na pág. 383). 

[21] Nota de Carlo Mattogno: Ich, Adolf Eichmann. Ein historischer Zeugenbericht, (Eu Adolf Eichmann - Um Testemunho Histórico), publicado pelo Dr. Rudolf Aschenauer, Druffel-Verlag, Léoni am Starnberger See, 1980, página 99. 

[22] Nota de Carlo Mattogno: H.G. Adler, Der Kampf gegen die "Endlösung der Judenfrage" (A Luta contra a “Solução Final” da Questão Judaica), publicado pela Bundeszentrale für Heimatdienst, Bonn, 1958, página 8. 

[23] Nota de Carlo Mattogno: Mr. Mazor, “Il y a trente ans: la conférence d'Evian” (Trinta anos atrás: A Conferência de Evian), em Le Monde Juif, abril-junho de 1968, nº 50, páginas 23 e 25. 

[24] Nota de Carlo Mattogno: Dix leçons sur le nazisme (Dez lições sobre o nazismo), sob a direção de Alfred Grosser, Paris, 1976, páginas 215-216. 

[25] Nota de Carlo Mattogno: Heinz Boberach (Editor), Meldungen aus dem Reich: Die geheimen Lageberichte des Sicherheitsdienstes der SS 1938-1945 (Relatórios do Reich - Os Relatórios da Situação Secreta do Serviço de Segurança SS 1938-1945), Pawlak Verlag, Herrsching 1984, Vol 2, página 7. Compare com as páginas 22 e 223. 

[26] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 302. 

[27] Nota de Carlo Mattogno: PS-3363. 

[28] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 41. 

[29] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 41. 

[30] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, página 44. 

[31] Nota de Carlo Mattogno: L. Poliakov, Bréviaire de la haine [Harvest of Hate: The Nazi Program for the Destruction of the Jews of Europe], Paris, 1979, páginas 50-51. 

[32] Nota de Carlo Mattogno: PS-1816, página 56. 

[33] Nota de Carlo Mattogno: “Denkschrift Himmlers über die Behandlung der Fremdvölkischen im Osten (maio de 1940)” (Memorando de Himmler sobre o tratamento de grupos populacionais estrangeiros no leste [maio de 1940], VfZ, 1957, página 197. 

[34] Nota de Carlo Mattogno: “Denkschrift Himmlers über die Behandlung der Fremdvölkischen im Osten (maio de 1940)” (Memorando de Himmler sobre o tratamento de grupos populacionais estrangeiros no leste [maio de 1940], VfZ, 1957, página 197. 

[35] Nota de Carlo Mattogno: T-464.



Fonte: The Myth of the Extermination of the Jews: Part I, por Carlo Mattogno, The Journal for Historical Review, Verão de 1988, Volume 08 número 2, Página 133-172.

http://www.ihr.org/jhr/v08/v08p133_mattogno.html

Sobre o autor: Carlo Mattogno nasceu em 1951 em Orvietto, Itália. Pesquisador revisionista, ele empreendeu estudos em filosofia (incluindo estudos linguísticos em grego, latim e hebraico bem como estudos orientais e religiosos)  e em estudos militares (estudou em três escolas militares). Desde 1979 dedica-se aos estudos revisionistas, tendo estado associado com o jornal francês Annales d’Histoire Revisionniste bem como com o The Journal of Historical Review.

Dentre seus mais de 20 livros sobre a temática do alegado holocausto estão: 

The Real Auschwitz Chronicle: The History of the Auschwitz Camps, 2 volumes, Castle Hill Publishers (Bargoed, Wales, UK), 2023.

Auschwitz: the first gassing – rumor and reality; Castle Hill, 4ª edição, corrigida, 2022.

Curated Lies – The Auschwitz Museum’s Misrepresentations, Distortions and Deceptions; Castle Hill, 2ª edição revisada e expandida, 2020.

Auschwitz Lies – Legends, Lies, and Prejudices on the Holocaust; Castle Hill, 4ª edição, revisada, 2017. (Junto de Germar Rudolf).   

Debunking the Bunkers of Auschwitz – Black Propaganda versus History; Castle Hill, 2ª edição revisada, 2016.

Inside the Gas Chambers: The Extermination of Mainstream Holocaust Historiography, 2ª edição corrigida, 2016.

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Recomendado, leia também:

O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre censura e fuga da investigação histórica ver: 

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber


História do revisionismo do alegado holocausto e suas conquistas:

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - As Origens Esquerdistas do Revisionismo {primeiro desafio do revisionismo x uma “testemunha” das alegadas câmaras de gás} - por German Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Porque o que não deveria existir, não pode existir {o primeiro golpe de Robert Faurisson na narrativa do alegado Holocausto} - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Uma pessoa morta são muitas pessoas {é um argumento válido dizer que menos ou mais mortos nas pesquisas sobre alegado Holocausto não mudam os fatos do que significa o Holocausto?} por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Escândalo na França {Robert Faurisson leva os defensores do alegado holocausto na França à derrota, culminando na queda de Jean-Claude Pressac} - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Nenhuma câmara de gás em Sachsenhausen - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Clareza sobre Dachau - por Germar Rudolf