sábado, 20 de novembro de 2021

A técnica da grande mentira na sala de testes de jogos {sandbox} - por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

 

David McCalden


Uma das verdades históricas de estimação indiscutíveis de hoje é que o chanceler alemão Adolf Hitler defendeu a “Técnica da Grande Mentira” para desacreditar e confundir os oponentes políticos. Contudo, um exame mais de perto dos escritos do líder alemão mostra uma abordagem um tanto diferente. Nas páginas 134 e 173 de Mein Kampf (My Stuggle) (edição Hurst & Blackett, 1942; reimpressão disponível na Angriff Press, PO Box 2726, Hollywood, CA 90028, $ 10) Hitler ecoa o filósofo alemão Schopenhauer e alega que os Judeus é que são “Os Grandes Mestres das Mentiras.” Em nenhum ponto ele próprio defende a “Técnica da Grande Mentira.” Ao contrário, ele critica os judeus por alegadamente adotarem a técnica eles próprios. É irônico que o próprio Hitler tenha sido vítima póstuma dessa tática.

Hitler não foi o único a ter sofrido dessa forma. Mesmo os historiadores vivos são mal interpretados. Assim também são os livros de história e as principais obras de referência. Vamos agora examinar alguns exemplos recentes.

 

Livros de referência

A edição de 1975 do Guiness Book of World Records pelos gêmeos McWhirter (Bantam, Nova York, 1975) fez a seguinte referência em “Crime & Punishment” (página 391):

NAZI GERMANY {ALEMANHA NAZISTA}. No campo de extermínio SS conhecido como Auschwitz-Birkenau (Oswiecim-Brezinka), perto de Oswiecim, no sul da Polônia, onde um mínimo de 900.000 pessoas (a estimativa soviética é de 4.000.000) foram exterminadas de 14 de junho de 1940 a 29 de janeiro de 1945, o maior número de mortos em um dia foi de 6.000. ... O ex-deputado francês, Professor Paul Rassinier, um sobrevivente de Buchenwald e titular da Medaille de la Résistance, publicou evidências em 1964 de que a contagem total de mortes de judeus não poderia ter excedido 1.200.000, em oposição ao valor amplamente aceite de 6.000.000.

Nas edições seguintes, a referência a Rassinier foi omitida. Escrevi para Norris McWhirter (seu irmão foi assassinado pela gangue terrorista do Exército Republicano Irlandês) em Guiness Superlatives Ltd., 2 Cecil Court, Enfield, Middlesex EN2 6DJ, Inglaterra, e perguntei por que isso tinha sido feito. Em 28 de abril de 1980, ele respondeu que era porque “as estimativas que atribuímos a Rassinier simplesmente não são aceitas por aqueles que também descontam as estimativas soviéticas. Se você quiser me informar sobre os nomes de agências autorizadas que ainda aceitam a estimativa de Rassinier eu terei o maior prazer em renovar o contato com elas.” Encaminhei para McWhirter os nomes e universidades de vários acadêmicos Revisionistas importantes, mas até agora nenhum deles teve contato a partir dele.

 

Historiadores

O historiador {na verdade, um pesquisador em fontes primárias, embora sem graduação acadêmica em história} britânico David Irving também tem caído vítima dessa tática de reescrever a história. Na introdução de Hitler's War (Viking, 1977; disponível no IHR por US $ 19,00), Irving relata como a edição alemã do livro foi censurada pela editora alemã Ullstein. Ele descreve:

A mesma empresa de Berlim também publicou meu livro pouco depois, sob o título Hitler & Seine Feldherren; seu editor-chefe achou muitos dos meus argumentos desagradáveis, até mesmo perigosos, e sem me informar, suprimiu ou mesmo os reverteu: em seu texto impresso, Hitler não havia dito a Himmler que não era para haver “nenhuma liquidação” dos judeus (em 30 de novembro de 1941); ele o tinha dito para não usar a palavra “liquidar” publicamente em conexão com seu programa de extermínio. Assim, a história é falsificada! (Minha sugestão de que publicassem a nota de Himmler como um fac-símile foi ignorada.) Proibi a impressão do livro dois dias após seu lançamento na Alemanha. Para explicar suas ações, os editores de Berlim argumentaram que meu manuscrito expressava alguns pontos de vista que eram “uma afronta à opinião histórica estabelecida” em seu país.

A referência de Irving a um “programa de extermínio” é parte de seu esforço pragmático para continuar a ter seus livros publicados pela Madison Avenue navegando em um rumo muito estreito entre a verdade e a aceitabilidade comercial. É pensado improvável por muitos observadores que Irving seja enganado por um boato ou notícia exagerada como os “seis milhões.”

De passagem, é interessante ler a avaliação de Irving das “memórias” ou “diários” de muitas pessoas de grande importância {dramatis personae no texto original} do Terceiro Reich. Muitos deles são ficção, ele mostra.

{O historiador tcheco-alemão Hellmut Diwald (1924-1993)
teve sua obra Geschichte der Deutschen (história dos alemães)
cerceada e deformada pela patrulha que atende aos interesses
do judaísmo internacional, afrontando assim a razão, a lógica e
a ciência no melhor que o Ocidente possui em suas tradições}


Em outubro de 1978, a editora alemã Propylaeen Verlag publicou o massivo Geschichte der Deutschen (História dos Alemães) do professor Hellmut Diwald. Diwald é professor de história na Universidade Friedrich-Alexander em Erlangen e é bem conhecido na profissão histórica alemã desde que fez seu doutorado com o historiador judeu-alemão Hans-Joachim Schoeps há mais de 20 anos. No entanto, as credenciais de Diwald não foram suficientes para autenticar algum ceticismo brando que ele expressou sobre o “Holocausto” em duas páginas do livro de 766 páginas (164 e 165). Uma cacafonia de protesto foi cantada à tirolesa dos minaretes políticos e editoriais em toda a pátria, e o editor (parte da combinação de Axel Springer) concordou rapidamente em fazer as pazes. A venda da primeira edição foi interrompida e as cópias restantes retiradas. Uma nova edição foi substituída, com as duas páginas ofensivas reescritas com vivacidade e apressadamente para se conformar à linha “correta.” Este foi somente o começo da reescrita do livro: Springer anunciou que no outono de 1979 o livro não seria “reconhecível” (Der Spiegel, 4 de dezembro de 1978).


Livros populares

Livros não acadêmicos também estão sujeitos a reescrita. Em 1971, a Berkley Publishing Corporation de Nova York (uma subsidiária da Putnam) publicaria um livro intitulado Lansky, de Hank Messick. Presumindo ingenuamente que o que era bom para os judeus é bom para os gentios, os editores criaram a capa e os anúncios promocionais com um slogan traduzido de uma resenha anterior de um livro em hebraico no Ha'aretz, um jornal israelense.

Infelizmente, a tradução dizia: “Os judeus controlam o crime nos Estados Unidos.” O anúncio apareceu apenas uma vez no New York Times antes de o balão subir. A Liga Sionista Anti-Difamação {Anti-Defamation League, no original em inglês} imediatamente contatou os editores para “primeiro apelar à razão” de acordo com o Boletim da ADL de outubro de 1971. Quando esse “apelar à razão” não trouxe algo como uma resposta positiva, a ADL adotou táticas diferentes, e em ritmo presto, o slogan tanto no anúncio ofensivo como na capa do livro tornou-se “a turba mafiosa manda na América e Lansky manda na turba mafiosa” {The Mob Runs America and Lansky Runs the Mob, no original em inglês}

 

Jornais

Os jornais também estão sujeitos ao “revisionismo” sionista. No New York Times de 22 de fevereiro de 1948, uma reportagem sobre o golpe judaico na Palestina deu uma cifra de população de 15 a 18 milhões de judeus no mundo. Esse número, é claro, tornaria os “Seis Milhões” {de judeus alegadamente assassinados conforme a narrativa do alegado Holocausto} um absurdo demográfico, já que havia 15 milhões de judeus no mundo em 1940. Imediatamente, o lobby sionista “apelou para a razão” dos editores e, quatro dias depois, o seguinte codicilo foi publicado:

O artigo do domingo passado estimou incorretamente a população judaica do mundo em 15 a 18 milhões. Nenhum censo foi realizado desde a guerra, e as estimativas são apenas aproximadas, mas a maioria das autoridades concorda que os massacres de judeus em em atacado por Hitler durante a guerra reduziram a população judaica a talvez 12 milhões hoje.

Sentindo que algo estava podre no estado de publicação, o ardente judeu antissionista Benjamin Freedman investigou o caso em 1959. Em seu boletim Common Sense de 1º de maio de 1959, ele descreveu como foi autorizado a visitar os escritórios do {New York} Times “por cortesia do Sr. Arthur Hays Sulzberger” (naquela época, um tanto judeu antissionista), a fim de examinar o arquivo de referência do artigo original. Ele reivindicou ter se encontrado com o Editor Militar, Hanson Baldwin, que lhe mostrou “os resultados das buscas investigativas (dele {Hanson Baldwin}).”

Oito anos depois, um escritor sionista, Morris Kominsky, investigou a investigação de Freedman. Baldwin desta vez afirmou que ele nunca tinha encontrado Freedman, até onde podia se lembrar, e que os números originais foram simplesmente retirados da edição de 1948 do World Almanac. O caso é discutido longamente no livro de Kominsky The Hoaxers, Brandon Press (nenhuma relação!), Boston, 1970.

 

Vozes

Mesmo as vozes podem ser falsificadas. Muitas pessoas têm sentido seus pulsos acelerarem conforme eles ouvem o famoso discurso de Sir Winston Churchill implorando à população britânica que “lutasse nas praias, etc.” Churchill fez o discurso na Câmara dos Comuns, mas como a transmissão das Casas do Parlamento não era permitida, o discurso teria de ser apresentado novamente para os ouvintes da rádio BBC. Como as questões de estado eram mais urgentes, um ator foi engajado para ler o discurso ao invés. Seu nome era Norman Shelley, e ele tinha já estabelecido uma pequena reputação como um imitador de Churchill. O primeiro-ministro aprovou a falsificação e mesmo elogiou Shelley por sua precisão. “Muito bom,” disse Churchill, “ele até acertou meus dentes,” referindo-se ao barulho de batidas de suas dentaduras.

{Winston Churchill em 1943. Seu mais famoso discurso foi pronunciado por
outra pessoa, Norman Shelley. Por quase quarenta anos esse fato foi omitido
na mídia americana. Foto a partir da Wikipedia em português, domínio público.}

A falsificação permaneceu um segredo por 39 anos, até que Shelley contou sobre seu papel durante uma entrevista para o London Daily Mail. Shelley morreu em 22 de agosto de 1980, e seu obituário no Los Angeles Times de 25 de agosto foi a primeira vez que leitores americanos foram apresentados a essa história espantosa.

 

Revistas

No início deste ano, a principal organização sionista na Grã-Bretanha, o Conselho de Deputados dos Judeus Britânicos {The Board of Deputies of British Jews}, emitiu um protesto contra um artigo na History Today, uma publicação mensal de primeira importância. A edição de janeiro de 1980 continha um artigo intitulado “A Nazi Travels to Palestine” descrevendo a interface entre o governo nazista e os sionistas na Palestina durante a guerra. O artigo foi escrito por um judeu, Dr. Jacob Boas, mas explorou uma linha da história a qual o Conselho considerou que seria melhor não ser explorada. Outro historiador judeu, Dr. Geoffrey Alderman, saltou em defesa de Boas e emitiu uma declaração:

A ação tomada pelo Conselho em relação ao artigo é, a meu ver, outro reflexo de um perigoso antiintelectualismo que permeia o a estabelecida estrutura {establishment, no original em inglês} anglo-judaica e a qual é marcada por uma recusa em enfrentar realidades ou em ter crenças acalentadas questionadas desapaixonadamente: a crença neste caso sendo, suponho, que judeus e nazistas não poderiam ter algo em comum. Li o artigo e, como judeu, sionista e, devo adicionar, historiador profissional, não faço exceções a ele de forma alguma. Quanto aos protestos feitos pela Diretoria sobre a forma como o artigo foi divulgado, isso é realmente muito mesquinho para exigir mais comentários.

Jewish Chronicle

4 de janeiro de1980

O próprio Professor Alderman veio a estar sob fogo pelos Deputados em 1978 por revelar em uma carta ao London Times que alguns judeus votaram na Frente Nacional. Ele foi “severamente condenado” pelos deputados por “revelar publicamente” descobertas com teor de sensibilidade. Contudo, ele ainda mantém seu cargo de meio período como membro do Comitê de Pesquisa do Conselho de Deputados

 

Fotos

A área da fotografia vale um livro inteiro em si.

Como Udo Walendy mostra em seu Faked Atrocities (IHR, $ 5,00), muitas fotos de “atrocidade” têm sido falsificadas ou legendadas arbitrariamente. O Institute for Historical Review está atualmente compilando um dossiê de fotos que são recicladas em muitos livros exterminacionistas com uma descrição diferente como legenda a cada vez. Essas descobertas serão publicadas posteriormente. Mas, por enquanto, que melhor descrição dos usos da fotografia falsa nós poderíamos ter, senão aquela colocada a frente pela exterminacionista Lucy Dawidowicz em seu artigo “Visualizando o Gueto de Varsóvia: Imagens nazistas dos Judeus, Refiltered pela BBC, {“Visualizing the Warsaw Ghetto: Nazi Images of the Jews, Refiltered by the BBC”}” o qual foi publicado no SHOAH: A Review of Holocaust Studies and Comemorations, University of Bridgeport, CT 06602:

Hoje nós vivemos em uma era de fotomania, onde as fotos são consideradas a chave mágica para destrancar as portas do passado, as quais somente o mais árduo estudo da história tinha previamente sido capaz de abrir. Hoje em dia, as pessoas consideram as imagens como a essência da verdade, esquecendo-se de que, como os documentos escritos, a câmera falsifica a realidade objetiva porque cria sua própria ilusão de realidade. Muitas vezes as fotos foram feitas para servir aos usos da propaganda. Fotografia seletiva, tema posado ou encenado, truques técnicos do comércio os quais trazem à existência temas inexistentes – esses são os modos padrão pelos quais a câmera é feita para mentir. Muitas vezes a câmera serve a fins que não contribuem nem para a verdade da arte nem para a verdade da história.

(sic!)

 

Brinquedos

O controle do pensamento sionista se estende até o jardim de infância. Uma campanha de dois anos do Congresso Judaico Americano resultou na eliminação de brinquedos de guerra com suásticas por fabricantes de brinquedos americanos. Revell de Venice, CA e Lindberg de Skokie, IL foram os primeiros a “suspender a fabricação de brinquedos com o brasão da suástica” e o maior fabricante, Mattel de Hawthorne, CA, logo em seguida. O Diretor do AJC {American Jewish Congress}, Julius Schatz, exultou regozijante:

Nós consideramos a ação da Mattel ser uma grande vitória em nosso esforço para desencorajar a produção de tanques de brinquedo, aviões, navios e outros objetos militares carregando o símbolo da destruição de seis milhões de judeus e milhões de outros. O anúncio da Mattel justifica vindica postura ... Nenhum distintivo ou símbolo na história humana é uma lembrança tão horrível de bestialidade quanto a suástica. Ainda, essas insígnias de sede de sangue, de pele humana transformada em abajures, de milhões de homens e mulheres e crianças abatidos como gado, estão estampadas em brinquedos que são vendidos aos milhões para crianças americanas ... é também uma questão de proteger os jovens e crianças vulneráveis da contaminação de brinquedos de guerra com suásticas, jogando jogos de guerra que irão simular a máquina de guerra nazista.

B'nai B'rith Messenger

15 de junho de 1979

Assim, de um golpe, a história de Toytown é reescrita, com a exclusão de um dos aspectos mais essenciais de qualquer cenário de batalha de sala de jogos ou sala de cenário {sandbox} de batalha: os vilões {The Bad Guys}. O Sr. Schatz não apenas garantiu que jovens americanos impressionáveis não seriam capazes de reencenar as passeatas de Nuremberg, com desfiles de voos de esquadrões de Stukas e Messerschmidts estampados com a suástica, nem mesmo o golpe de Munique, com “a insígnia da sede de sangue” ostentada no lado do Personenwagen nazista {carro de passageiros nazista}, mas ele também determinou que os mocinhos {Good Guys} nas cenas de batalha estarão lutando com ... outros mocinhos {Good Guys}!

Presumivelmente, a ADL {Liga Anti-Difamação, Anti-Defamation League, no original em inglês} e outros sionistas também adotam essa atitude paternalista para conosco, adultos. Pareceria através de toda evidência que eles nos consideram intelectualmente como crianças em uma sala de jogos {sandbox, no original em ingles} que precisam ser protegidas de coisas que podem influenciar nossos pequenos cérebros vulneráveis e impressionáveis. Resta saber por quanto tempo mais os acadêmicos americanos estão preparados para tolerar essa situação. Conforme um consórcio de organizações de liberdade civil pontificou em um processo amicus curiae {ou, amigo da corte, é uma expressão latina utilizada para designar o terceiro que ingressa no processo com a função de fornecer subsídios ao órgão julgador}[1] movido contra o Conselho Escolar de Varsóvia, IN recentemente:

A escola pública deve ser um mercado livre e vibrante de ideias. Na verdade, se o “direito de ler e ser exposto a pensamentos polêmicos” não pode florescer em qualquer lugar da escola, estão desabrigadas as perspectivas de que irão florescer sempre em qualquer lugar na sociedade.

(sic, sic e sic novamente!)

Infelizmente, essa ideia nobre não atrai nosso velho amigo Yaakov Riz, cujo Museu do Holocausto no porão mencionamos na página 132 de nossa edição do verão de 1980.[2] O Sr. Riz escreveu à Jewish Press em 5 de setembro de 1980 para apontar como “o Talmud nos ensina como usar a propaganda visual.” Ele cita uma passagem do Talmud onde os anjos Gabriel e Miguel enganaram Deus para que afogasse os ímpios egípcios, mostrando-lhe um tijolo egípcio e uma criança judia morta. Riz defende vigorosamente o uso do mesmo truque para combater os perversos “árabes, nazistas e comunistas” que, de outra forma, estão “ganhando sua campanha de ódio imunda contra Israel e os judeus americanos.” {em rigor com para com a verdade é preciso registrar que tais citações alegadas à  Yaakov Riz não pude encontrá-las ao conferir a Jewish Press de 5 de setembro de 1980} Alguém pode se perguntar quais artifícios talmúdicos Riz e sua coorte já usaram?

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

[1] Nota de Mykel Alexander: Ver:

- Os amigos da corte: requisitos para admissão, funções e limites, segundo a jurisprudência do STJ, 22 de agosto de 2021, STJ.jus.

https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/22082021-Os-amigos-da-corte-requisitos-para-admissao--funcoes-e-limites--segundo-a-jurisprudencia-do-STJ.aspx

 

[2] Nota de Mykel Alexander: Ver:

- Human Soap, por Richard Harwood (pseudônimo aqui de David McCalden) & Ditlieb Felderer, The Journal for Historical Review, volume 1, número 2, verão de 1980, página 132.

 http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p131_Harwood.html

 


Fonte: The big lie technique in the sandbox, por Lewis Brandon (pseudônimo de David McCalden), The Journal for Historical Review, primavera de 1981, volume 2, nº 1, página 35.

http://www.ihr.org/jhr/v02/v02p-35_Brandon.html

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Relacionado, leia também:

A Mendacidade de Sião - por David McCalden {escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon}

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Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

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quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Esclarecendo a “Carta Gemlich” de Adolf Hitler - Por Senhor B. {academic auctor pseudonym}


Senhor B.
 {academic auctor pseudonym}

A Carta a Gemlich se refere a uma carta escrita por Adolf Hitler 1919 em resposta a um pedido de esclarecimento sobre a questão judaica por parte de Adolf Gemlich Karl Mayr, um soldado do exército alemão. Este documento é tido como o primeiro artigo político de Hitler, segundo o The New York Times.[1]

Contrariamente ao que os jornais e sites como o G1, Isto é ou Estadão estão noticiando aqui no Brasil, a Carta a Gemlich de 1919 não faz qualquer apologia ao Holocausto nem à morte de um só judeu ou estrangeiro. O mais grave é que este documento é utilizado pelos famosos “especialistas em Holocausto” em seus institutos como um tipo de “prova”. Nada mais falso. É dito que Hitler escreveu que “o objetivo do governo deve ser a eliminação total de todos os judeus”: no entanto seja na versão alemã ou inglesa (a mais popular) da carta, esta sentença não existe, ou no melhor dos casos, foi traduzida com total má-fé.

A sentença original é:

“Sein letztes Ziel aber muß unverrückbar die Entfernung der Juden überhaupt sein.”

Que em português pode ser traduzido assim:

“Seu objetivo final, entretanto, deve ser sempre a remoção dos judeus em geral.”

Entfernung é um substantivo que significa “afastar” ou “remover” na acepção de “aplicar uma distância” do objeto, “distanciá-lo”, “manejá-lo” espacialmente. Podemos traduzir literalmente como “distanciamento” ou mesmo “remoção”.

Este alarde calunioso é o mesmo que foi promovido pelo Centro de Pesquisas do Holocausto de Washington contra os Diários de Alfred Rosenberg: quem os ler integralmente, como eu os li, não encontrará uma só menção à “extermínio”, “solução final” ou “morte” nem qualquer outra ideia indireta que aponte para tal direção, mas sempre para um remanejamento, expatriação ou locomoção. O que se afasta disso, são palavras dos próprios organizadores que, vergonhosamente, dobram e torcem o texto em suas notas de rodapé – mas não tão intelectualmente ofensiva e editorialmente ridícula quando a edição comentada do Mein Kampf pelo pseudônimo judeu Yoshiyahu Ben Tzion.

Aqui mais uma vez a importância indiscutível de ter acesso às fontes e verificar os dados por si mesmo, como diriam os velhos filósofos, no uso de tua razão. Que “a verdade triunfa” é verdade, mas ela não o fará sozinha, sem espírito e sangue.

 


Carta para Gemlich, de 16 de setembro de 1919

Caro Herr Gemlich,

Se a ameaça com que os judeus enfrentam nosso povo deu origem a uma hostilidade inegável por parte de uma grande parcela de nosso povo, a causa de tal hostilidade deve ser buscada no claro reconhecimento de que os judeus, como tal, estão deliberadamente ou involuntariamente provocando um efeito pernicioso em nossa nação, mas principalmente nas relações pessoais, na má impressão que o judeu causa como indivíduo. Como resultado, o antissemitismo assume prontamente um caráter puramente emocional. Mas esta não é a resposta correta. O antissemitismo como movimento político não pode e não deve ser moldado por fatores emocionais, mas apenas pelo reconhecimento dos fatos. Agora, os fatos são estes:

Para começar, os judeus são inquestionavelmente uma raça, não uma comunidade religiosa. O próprio judeu nunca se descreve como judeu alemão, judeu polonês ou judeu americano, mas sempre como alemão, polonês ou americano. Os judeus nunca adotaram mais do que a língua das nações estrangeiras em cujo meio vivem. Um alemão que é forçado a usar a língua francesa na França, italiano na Itália, chinês na China não se torna assim um francês, italiano ou chinês, nem podemos chamar um judeu que vive entre nós e que é, portanto, forçado a usar a língua alemã, um alemão. Nem a fé mosaica, por maior que seja sua importância para a preservação daquela raça, o único critério para decidir quem é judeu e quem não o é. Dificilmente existirá uma raça no mundo cujos membros pertençam a uma única religião.

Por meio da consanguinidade por milhares de anos, frequentemente em círculos muito pequenos, o judeu foi capaz de preservar sua raça e suas características raciais com muito mais sucesso que a maioria dos numerosos povos entre os quais viveu. Como resultado, vive entre nós uma raça não-alemã, alienígena, relutante e, na verdade, incapaz de abandonar suas características raciais, seus sentimentos, pensamentos e ambições particulares e, no entanto, gozando dos mesmos direitos políticos que nós. E uma vez que até os sentimentos do judeu são limitados ao reino puramente material, seus pensamentos e ambições estão fadados a ser ainda mais fortes. Sua dança ao redor do bezerro de ouro se torna uma luta implacável por todos os bens que sentimos no fundo do coração não serem os mais elevados nem os únicos pelos quais vale a pena lutar nesta terra.

O valor de um indivíduo não é mais determinado por seu caráter ou pelo significado de suas realizações para a comunidade, mas apenas pelo tamanho de sua fortuna, sua riqueza.

A grandeza de uma nação não é mais medida pelo sol de seus recursos morais e espirituais, mas apenas pela riqueza de suas posses materiais.

Tudo isso resulta naquela atitude mental e naquela busca por dinheiro e o poder para protegê-lo que permitem ao judeu se tornar tão inescrupuloso em sua escolha de meios, tão impiedoso em seu uso de seus próprios fins. Em Estados autocráticos, ele se encolhe diante da “majestade” dos príncipes e usa mal seus favores para se tornar uma sanguessuga para seus povos.

Nas democracias, ele disputa o favor das massas, se encolhe diante da “majestade do povo”, mas reconhece tão somente a majestade do dinheiro.

Ele destrói o caráter do príncipe com bajulação bizantina; o orgulho nacional e a força da nação com o ridículo e a sedução desavergonhada ao vício. Seu método de batalha é aquela opinião pública que nunca é expressa na imprensa, mas que, no entanto, é administrada e falsificada por ela. Seu poder é o poder do dinheiro, que se multiplica em suas mãos sem esforço e indefinidamente por meio dos juros, e com o qual ele impõe à nação um jugo que é tanto mais pernicioso quanto seu brilho disfarça suas consequências trágicas. Tudo o que faz o povo lutar por objetivos mais elevados, seja religião, socialismo ou democracia, é para o judeu apenas um meio para um fim, a maneira de satisfazer sua ganância e sede de poder.

O resultado de sua obra é a tuberculose racial da nação.

E isso tem as seguintes consequências: o antissemitismo puramente emocional encontra sua expressão final na forma de pogroms. O antissemitismo racional, por sua vez, deve levar a uma luta sistemática e legal contra e pela erradicação dos privilégios que os judeus desfrutam sobre os outros estrangeiros que vivem entre nós (Leis Estrangeiras). Seu objetivo final, entretanto, deve ser a remoção total de todos os judeus de nosso meio. Ambos os objetivos só podem ser alcançados por um governo de força nacional e não de impotência nacional.

A República Alemã não deve o seu nascimento à vontade nacional unificada do nosso povo, mas à exploração dissimulada de uma série de circunstâncias que, juntas, se expressam numa insatisfação profunda e universal. Essas circunstâncias, no entanto, surgiram independentemente da estrutura política e estão em ação até hoje. De fato, agora mais do que nunca. Portanto, uma grande parte de nosso povo reconhece que mudar a estrutura do Estado não pode por si só melhorar nossa posição, mas que isso só pode ser alcançado pelo renascimento das forças morais e espirituais da nação.

E esse renascimento não pode ser preparado pela liderança de uma irresponsável influência da maioria por dogmas de partido ou por bordões e slogans internacionalistas de uma imprensa irresponsável, mas apenas por atos determinados por parte de uma liderança de mentalidade nacional com um senso interno de responsabilidade.

Este próprio fato serve para privar a República do apoio interno das forças espirituais de que qualquer nação tanto necessita. Consequentemente, os atuais líderes da nação são forçados a buscar o apoio daqueles que são os únicos que se beneficiaram e continuam a se beneficiar com a mudança da forma do Estado alemão, e que por isso mesmo se tornam a força motriz da Revolução – os judeus. Desconsiderando a ameaça judaica, que é sem dúvida reconhecida até mesmo pelos líderes de hoje (como várias declarações de personalidades proeminentes revelam), esses homens são forçados a aceitar favores judeus para sua vantagem privada e a retribuir esses favores. E o reembolso não envolve apenas satisfazer todas as demandas judaicas possíveis, mas acima de tudo prevenir a luta do povo traído contra seus defraudadores, sabotando o movimento antissemita.

Seu sinceramente, Adolf Hitler.

 

(Grifo do editor)


Nota

[1] Fonte utilizada por Senhor B. {academic auctor pseudonym}: Letter of Hitler’s First Anti-Semitic Writing May Be the Original, por Jack Ewing, 3 de junho de 2011, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2011/06/03/world/europe/03iht-hitler03.html

 



Fontes:

Musem of Tolerance. Hitler Letter [Original in German]. Disponível em https://www.museumoftolerance.com/assets/documents/hitler-letter-handout-1.pdf.   (PDF)

Kurt Bauer. Lehrveranstaltung “Schlüsseltexte und dokumente zur Geschichte des

Nationalsozialismus”. Universität Wien, Institut für Zeitgeschichte, WS 2008/09. Disponível em:  http://www.kurt-bauer-geschichte.at/PDF_Lehrveranstaltung%202008_2009/02_Hitlerbrief_Gemlich.pdf.  (PDF)

Microsoft World Document multimedia. Disponível em http://multimedia.jp.dk/archive/00285/Gemlich_brevet_285325a.pdf.

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 Relacionado, leia também:

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo versus Bolchevismo {comunismo judaico extremista}. Uma luta pela alma do povo judeu - por Winston Churchill

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill



segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Sionismo versus Bolchevismo {comunismo judaico extremista}. Uma luta pela alma do povo judeu - por Winston Churchill

 

Winston Churchill


Introdução por Mykel Alexander

            Em 8 de fevereiro de 1920, algum tempo após a Primeira Guerra Mundial finalizada em 1918, e após o Tratado da Paz, em 1919, também conhecido como Tratado de Versalhes, no Illustrated Sunday Herald, jornal britânico, foi publicado um artigo de Winston Churchill. O título do artigo é: Zionism versus Bolshevism. A Struggle for the Soul of the Jewish People (Sionismo versus Bolchevismo. Uma luta pela alma do povo judeu).

            Como se trata de um artigo tratando nada mais, nada menos, da chamada questão judaica, [1] algo que na época, por várias e profundas causas, já levantava muitas polêmicas, é preciso registrar que tais polêmicas aumentaram enormemente no decorrer dos séculos XX e XXI em decorrência dos complexos desdobramentos históricos em tal período.

            Algumas observações preliminares ao próprio artigo são necessárias para uma compreensão mais ampla, profunda e, principalmente, mais didática. As colocações que faço servem para apresentar inicialmente ao leitor o assunto em questão, de modo que nos artigos ou livros citados nas notas estão contidas as fontes que atendem direta ou indiretamente ao rigor investigativo e crítico que uma comprovação exige. Portanto, ao leitor que se sentir insatisfeito com as informações da apresentação que faço, então o direciono a confrontar ou saciar suas dúvidas ou ceticismo nos artigos e livros contidos nas referências citadas nas notas.

            1ª observação – Se por uma lado a questão judaica que hoje em vários lugares do Ocidente é criminalizada, isto é, é um assunto que tende a ser impedido por força da lei[2] de ser colocado em pauta em quaisquer perspectivas, desde uma conversa banal e completamente infundada até a um avaliação que seja pautada em apuração histórica rigorosa e em inferência lógica, por outro lado, na época que Churchill escreveu tal artigo, (e posteriormente ainda escreveu outro artigo: The Wreckers – communism and its fruits, Western Gazette (Somerset, UK) – sexta-feira, 30 Setembro de 1921, pág.12)[3] era um assunto relativamente difundido nos meios políticos, instruídos e até religiosos. E também. Se por um lado, alguns temas da questão judaica agradavam o judaísmo internacional como um todo ao serem colocados em pauta, especialmente as articulações visando um território para ser pátria dos judeus (movimento conhecido como sionismo)[4] os quais não possuíam um território oficialmente reconhecido na geopolítica desde a derrubada da Judeia efetuada pelo Império Romano no século I d.C., por outro lado, outros componentes da questão judaica desagradavam o judaísmo internacional, especialmente as investigações das causas de atritos entre os judeus e os demais povos, tema, contudo, que foi bem abordado pelo publicista franco-judeu Bernard Lazare[5] (1865-1917) e até mesmo pelo jornalista e militante judeu austro-húngaro Theodor Herzl (1860-1904),[6] um dos nomes centrais[7] do movimento sionista. Na época deste artigo de Churchill, portanto, a questão judaica era necessária e conveniente para as pretensões do sionismo.[8] Na atualidade, contudo, a questão judaica diante dos desdobramentos dos séculos XX e XXI expõe uma situação insustentável[9] ao sionismo quando colocada sob um exame crítico que considere uma equação de geopolítica, compromissos históricos e diplomáticos, pretensões ideológicas, violações de direitos humanos inclusive, e muitos outros componentes, por isso não é conveniente ao sionismo que a questão judaica seja mais uma pauta como era antes, mesmo que para isso recorra a omissão, supressão e acrobacias das análises dos fatos, resultando inevitavelmente em ruptura com os fundamentos mais básicos da lógica.[10]  Uma reivindicação, seja ela os interesses sionistas ou quaisquer outros, que precisa de omissão, supressão e acrobacias das análises dos fatos, resultando inevitavelmente em ruptura com os fundamentos mais básicos da lógica, é uma reivindicação que necessita se evadir de avaliação e se esconder na obscuridade.

            2ª observação – Essa atual não conveniência da questão judaica ao movimento sionista poderia na atualidade levar a uma tentativa de descrédito a este artigo de Churchill, seja alegando-se o critério que este teria se baseado quando redigiu o texto, ou mesmo em relação a autenticidade do autor do próprio artigo, isto é, alegando que tal artigo não teria sido escrito pelo próprio Winston Churchill. David Irving, embora não seja um historiador por graduação, foi um dos principais nomes da historiografia do século XX devido a sua contundente pesquisa em fontes primárias e documentais, a qual revitalizou a quase nula profundidade e seriedade dos historiadores diplomados que vigorava nas principais produções ocidentais dos anos 50 em diante nos principais meios acadêmicos da pesquisa histórica sobre os eventos do século XX. O próprio David Irving tomou a iniciativa em tratar sobre a legitimidade da autoria do artigo em questão, e em 1984 consultou o acadêmico Richard Heinzkill, da Universidade de Oregon, o qual redigiu a seguinte resposta:[11]

Caro Sr. Irving:

Segundo o bibliografo de Churchill, Frederick Woods, parece que Churchill é responsável pelo artigo no Illustrated Sunday Herald sobre “Sionismo versus bolchevismo”. Você notará que fazia parte de uma série, o tipo de comissão de redação que Churchill gostava de aceitar.

Não sou um estudioso de Churchill o suficiente para discutir sua posição sobre o sionismo, mas deixarei esses comentários ...

Nessa época, Churchill estava novamente associado a Eddie Marsh. Em algum lugar, li um boato não verificado de que, às vezes, Eddie Marsh assombrava um artigo de Churchill ou dois quando Churchill não conseguia cumprir um prazo. Eu não duvidaria que Marsh fosse capaz de fazer isso. Esta peça poderia ser uma daquelas?

Você também pode querer olhar para as ideias expressas. São as ideias expressas por T.E. Lawrence cuja influência em Churchill poderia ter sido direta e indireta via Eddie Marsh? Porque, como você sabe, Lawrence foi trabalhar para Churchill em 1921 e tenho certeza de que eles já estavam bem familiarizados antes disso.

Apenas uma ideia.

Atenciosamente

Richard Heinzkill

 

3ª observação – A questão judaica envolve não só o sionismo tratado no artigo de Winston Churchill, mas também o chamado comunismo, vale dizer, os movimentos extremistas fundamentados nos postulados do judeu Karl Marx, donde várias linhas doutrinárias brotaram, configurando uma variedade de ramificações denominadas de marxistas. A relação entre o chamado comunismo com o judaísmo é a mais íntima que possa existir se comparada com qualquer outra que o comunismo possa ter, seja com quaisquer das nações ou com quaisquer grupos raciais, uma vez que tanto a formulação doutrinária[12] como a implementação política do chamado socialismo ou comunismo (na verdade marxismo uma vez que o próprio Karl Marx se apropriou para seus interesses dos termos “socialismo” e “comunismo” procedendo de outros movimentos e originalmente com outras conotações)[13] procedem em seus nomes fundamentais de membros do segmento judaico: Karl Marx (1818-1883) e dois de seus principais influenciadores, Christian Johann Heinrich Heine (1797-1856) e Moses Hess (1812-1875), no ressentimento aos adversários dos judeus; Ferdinand Lassalle (1825-1864), precursor da esquerda moderada na Alemanha, e de certa maneira sucedido por Eduard Bernstein (1850-1932) na esquerda moderada; Izrail Lazarevitch Gelfand, mais conhecido como Aleksandr Lvovitch Parvus (1867-1924), empreendedor dos movimentos de esquerda em geral, e Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido como Lenin (1870-1924), o grande líder teórico e político inicial da URSS; Rosa Luxemburgo (1871-1919) a teórica e agitadora de extrema esquerda na Alemanha; Meir Henoch Wallach-Finkelstein, mais conhecido como Maxim Maximovich Litvinov (1876-1951), nome protagonista da diplomacia soviética; Liev Davidovich Bronstein, mais conhecido como Trotsky (1879-1940), teórico, agitador, e líder implacável do inicial exército soviético; Karol Sobelsohn, mais conhecido como Karl Berngardovitch Radek (1885-1939) teórico e agitador da extrema esquerda na Polônia e Alemanha; Béla Kohn, mais conhecido como Béla Kun (1886-1938) líder da extrema esquerda na Hungria e Mátyás Rosenfeld, mais conhecido como Mátyás Rákosi (1892-1971), líder da extrema esquerda húngara por longo tempo; Guenrikh Grigorievich Yagoda (1891-1938) e Lazar Moiseyevich Kaganovich (1893-1991), os nomes da maior estatura na organização e direção de coerção terrivelmente implacável da URSS; Israel Epstein (1915-2005) protagonista da implementação do comunismo-marxista na China e Sidney Rittenberg (1921-2019) líder da subversão da cultura dos chineses. Tais nomes representam apenas o alto escalão que foi judaico mundialmente proeminente na esquerda política, e ainda deixando de fora os campões judeus da subversão da cultura em suas vastas expressões do patrimônio humano.[14] Alguns artigos são bem simples e didáticos sobre o protagonismo principal de judeus em implementar politicamente o comunismo (marxismo), os historiadores Rolf Kosiek e Mark Weber tratam do período inicial,[15] liderado por Lenin, como já mencionado, que possuía ancestralidade judaica, enquanto o escritor acadêmico Kerry Bolton trata da relação entre capitalistas judeus financiando a implementação do bolchevismo (comunismo extremista),[16] e o jornalista judeu Sever Plocker aborda o período comunista stalinista.[17] E aqui novamente há omissão, supressão e acrobacias das análises dos fatos, resultando em ruptura com os fundamentos mais básicos da lógica para se evadir da relação entre o judaísmo e o bolchevismo/comunismo extremista. Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, na atualidade talvez o principal acadêmico do Ocidente sobre a questão judaica observa que a historiografia judaica atualmente se baseia em “evitar os fatos, minimizá-los se a concessão for absolutamente necessária e mover a discussão em abstrações e sofisma.”[18].

4ª observação – Atualmente, a partir de movimentos alegadamente conservadores ou alegadamente de direita, há um crescimento na mídias ocidentais de relacionar a chamada esquerda como um todo como sendo algo antijudaico, todavia, as várias vertentes de esquerda procedem, como regra, justamente de indivíduos ou grupos do segmento judaico das sociedades, de modo que isso abrange tanto o setor politico (abordado acima na 3ª observação) como no contexto de costumes culturais e científicos em geral, o que é abordado meticulosamente pelo acadêmico Kevin MacDonald em sua já mencionada (aqui na nota 14) obra The Culture of Critique – An Evolutionary Analyses of Jewish Involvement in Twenteth-Century Intelectual and Political Moviments (1ª edição 1998, 2ª edição revisada 2002), inclusive este livro foi excluído da amazon por afrontar interesses alheios ao rigor investigativo.[19] Feitas estas colocações, é preciso ter em conta que o próprio sionismo é em parte um ramo derivado do comunismo marxista, algo pouco difundido nas mídias ocidentais, contudo consumado como um fato, de modo que postulados e articulações políticas do comunismo marxista pré-União Soviética como durante a União Soviética vinculavam o esforço judaico e a favor do judaísmo para que o comunismo-marxista conduzisse para a formação de um Estado nacional oficialmente judaico, especialmente na Palestina.[20] Pelo lado teórico a visão geral do comunismo marxista resultou entre o segmento judaico da sociedade numa perspectiva em que o povo judeu era entre os demais povos um povo oprimido, configurando uma comparação como era alegadamente explorada a classe trabalhadora (o chamado proletariado) diante das demais classes, e daí que também o povo judeu, por lógica, deveria ter seu próprio território nacional autônomo. Enquanto, por outro lado, no que se refere as medidas políticas, da Rússia, a partir de seu segmento judaico, e isso tanto antes como durante a União Soviética e seu comunismo marxista, procederam muitos projetos e avanços de colonização judaica (sob a forma de colonização agrícola) na Palestina, e junto com os influxo de colonizadores veio também o influxo de militantes extremistas que resultaram criação de organizações extremistas tais como Haganah e Irgun, cuja sucessão pode ser conectada com o partido atual de governo em Israel, o Likud (por exemplo, Menachem Begin [1913-1992], 6º primeiro ministro de Israel, foi líder do Irgun e fundador do Likud]). Toda esta conexão tendo a indissociável participação de casas bancarias judaicas como por exemplo a dos Rothschilds, [21] dos Warburgs,[22], mas também em outras questões na formação inicial da União Soviética a casa bancária dirigida pelo judeu Jacob Schiff.[23]

5ª observação – As premissas de que Churchill parte sobre a concepção de mundo são quase congruentes, isto é, se encaixam, com a visão bíblica (o que direta ou paulatinamente implica em fanatismo haja visto como os postulados bíblicos se evadem da crítica dos estudos multidisciplinares, mesmo os de tônica metafísica/espirituais) desde a que é aplicada à história ancestral da humanidade (origem do universo e do homem, e o pecado original), passando pela concepção de um povo eleito, o judeu e em certa medida o cristão, culminando na aceitação de um deus que faz alianças com um povo e amaldiçoa outros.[24] É uma concepção de mundo que para ser aceita, necessita de uma mentalidade, por parte do indivíduo, já castrada de capacidade reflexiva e de coragem para avaliar os conceitos primordiais de divindade, universo e humanidade, onde as forças criadoras do universo são desprovidos de vínculos com a razão, justiça, em contrariedade com as demais tradições da humanidade, onde a divindade e razão estão em consonância numa multiplicidade de expressões oriundas de uma unidade primordial e universal.[25] Churchill, se entendermos sua concepção a partir do que se pode deduzir deste artigo, adere ao fanatismo abraâmico, isto é, das religiões abraâmicas (fonte do judaísmo, cristianismo e islamismo), que em última análise sempre influiu em sua visão de mundo do povo judeu como um segmento da humanidade suposta e especialmente bem-quisto por Deus, configurando assim um viés filojudaico por parte de Churchill. Se Churchill buscou colocar na balança o que ele delineou em seu artigo como o bom segmento da sociedade judaica (os que buscam um território próprio para o povo judeu) e o segmento subversivo ou terrorista da sociedade judaica (os que se infiltram nas nações as corrompendo), o tempo mostrou no decorrer dos século XX e XXI que o resultado foi os judeus obterem um território oficial para si (Israel, embora tenham tido antes um segundo território autônomo na Rússia, denominado de Birobidjan, fazendo com os judeus tenham oficialmente dois territórios autônomos para si) e conservarem-se infiltrados e com decisiva influência em quase todos as nações do mundo (pode-se então, de modo resumido, colocar o movimento sionista de Theodor Herzl [1860-1904] por um lado, o que busca concentrar os judeus num único território ao recolhê-los dos demais territórios pondo fim a presença e influência judaica nas nações mundiais, e por outro lado o movimento sionista de Asher Ginsberg, também conhecido como Ahad Ha’am [1856-1927], que queria manter os judeus presentes e com influência nas nações do mundo e obter ao mesmo tempo um território exclusivo para os judeus. Prevalece atualmente o movimento de Ahad Ha’am[26]).

            Estabelecidas estas observações preliminares, segue abaixo na íntegra o artigo de Winston Churchill.


Mykel Alexander possui Licenciatura em História (Unimes, 2018), Licenciatura em Filosofia (Unimes, 2019) e Bacharel em Farmácia (Unisantos, 2000).

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Zionism versus Bolshevism.

A Struggle for the Soul of the Jewish People

By the Rt. Hon. Winston S. Churchill.

 

SOME people like Jews and some do not; but no thoughtful man can doubt the fact that they are beyond all question the most formidable and the most remarkable race which has ever appeared in the world.

Disraeli, the Jew Prime Minister of England, and Leader of the Conservative Party, who was always true to his race and proud of his origin, said on a well-known occasion: "The Lord deals with the nations as the nations deal with the Jews." Certainly when we look at the miserable state of Russia, where of all countries in the world the Jews were the most cruelly treated, and contrast it with the fortunes of our own country, which seems to have been so providentially preserved amid the awful perils of these times, we must admit that nothing that has since happened in the history of the world has falsified the truth of Disraeli's confident assertion.

 

Good and Bad Jews

The conflict between good and evil which proceeds unceasingly in the breast of man nowhere reaches such an intensity as in the Jewish race. The dual nature of mankind is nowhere more strongly or more terribly exemplified. We owe to the Jews in the Christian revelation a system of ethics which, even if it were entirely separated from the supernatural, would be incomparably the most precious possession of mankind, worth in fact the fruits of all other wisdom and learning put together. On that system and by that faith there has been built out of the wreck of the Roman Empire the whole of our existing civilization.

And it may well be that this same astounding race may at the present time be in the actual process of producing another system of morals and philosophy, as malevolent as Christianity was benevolent, which, if not arrested, would shatter irretrievably all that Christianity has rendered possible. It would almost seem as if the gospel of Christ and the gospel of Antichrist were destined to originate among the same people; and that this mystic and mysterious race had been chosen for the supreme manifestations, both of the divine and the diabolical.

 

'National' Jews

There can be no greater mistake than to attribute to each individual a recognizable share in the qualities which make up the national character. There are all sorts of men -- good, bad and, for the most part, indifferent -- in every country, and in every race. Nothing is more wrong than to deny to an individual, on account of race or origin, his right to be judged on his personal merits and conduct. In a people of peculiar genius like the Jews, contrasts are more vivid, the extremes are more widely separated, the resulting consequences are more decisive.

At the present fateful period there are three main lines of political conception among the Jews. two of which are helpful and hopeful in a very high degree to humanity, and the third absolutely destructive.

First there are the Jews who, dwelling in every country throughout the world, identify themselves with that country, enter into its national life and, while adhering faithfully to their own religion, regard themselves as citizens in the fullest sense of the State which has received them. Such a Jew living in England would say, "I am an English man practising the Jewish faith." This is a worthy conception, and useful in the highest degree. We in Great Britain well know that during the great struggle the influence of what may be called the "National Jews" in many lands was cast preponderatingly on the side of the Allies; and in our own Army Jewish soldiers have played a most distinguished part, some rising to the command of armies, others winning the Victoria Cross for valour.

The National Russian Jews, in spite of the disabilities under which they have suffered, have managed to play an honorable and useful part in the national life even of Russia. As bankers and industrialists they have strenuously promoted the development of Russia's economic resources, and they were foremost in the creation of those remarkable organizations, the Russian Co-operative Societies. In politics their support has been given, for the most part, to liberal and progressive movements, and they have been among the staunchest upholder of friendship with France and Great Britain.

 

International Jews

In violent opposition to all this sphere of Jewish effort rise the schemes of the International Jews. The adherents of this sinister confederacy are mostly men reared up among the unhappy populations of countries where Jews are persecuted on account of their race. Most, if not all, of them have forsaken the faith of their forefathers, and divorced from their minds all spiritual hopes of the next world. This movement among the Jews is not new. From the days of Spartacus-Weishaupt to those of Karl Marx, and down to Trotsky (Russia), Bela Kun (Hungary), Rosa Luxembourg (Germany), and Emma Goldman (United States), this world-wide conspiracy for the overthrow of civilization and for the reconstitution of society on the basis of arrested development, of envious malevolence, and impossible equality, has been steadily growing. It played, as a modern writer, Mrs. Webster, has so ably shown, a definitely recognizable part in the tragedy of the French Revolution. It has been the mainspring of every subversive movement during the Nineteenth Century; and now at last this band of extraordinary personalities from the underworld of the great cities of Europe and America have gripped the Russian people by the hair of their heads and have become practically the undisputed masters of that enormous empire.

 

Terrorist Jews

There is no need to exaggerate the part played in the creation of Bolshevism and in the actual bringing about of the Russian Revolution, by these international and for the most part atheistical Jews, it is certainly a very great one; it probably outweighs all others. With the notable exception of Lenin, the majority of the leading figures are Jews. Moreover, the principal inspiration and driving power comes from the Jewish leaders. Thus Tchitcherin, a pure Russian, is eclipsed by his nominal subordinate Litvinoff, and the influence of Russians like Bukharin or Lunacharski cannot be compared with the power of Trotsky, or of Zinovieff, the Dictator of the Red Citadel (Petrograd) or of Krassin or Radek -- all Jews. In the Soviet institutions the predominance of Jews is even more astonishing. And the prominent, if not indeed the principal, part in the system of terrorism applied by the Extraordinary Commissions for Combating Counter-Revolution has been taken by Jews, and in some notable cases by Jewesses. The same evil prominence was obtained by Jews in the brief period of terror during which Bela Kun ruled in Hungary. The same phenomenon has been presented in Germany (especially in Bavaria), so far as this madness has been allowed to prey upon the temporary prostration of the German people. Although in all these countries there are many non-Jews every whit as bad as the worst of the Jewish revolutionaries, the part played by the latter in proportion to their numbers in the population is astonishing.

 

'Protector of the Jews'

Needless to say, the most intense passions of revenge have been excited in the breasts of the Russian people. Wherever General Denikin's authority could reach, protection was always accorded to the Jewish population, and strenuous efforts were made by his officers to prevent reprisals and to punish those guilty of them. So much was this the case that the Petlurist propaganda against General Denikin denounced him as the Protector of the Jews. The Misses Healy, nieces of Mr. Tim Healy, in relating their personal experiences in Kieff, have declared that to their knowledge on more than one occasion officers who committed offenses against Jews were reduced to the ranks and sent out of the city to the front. But the hordes of brigands by whom the whole. vast expanse of the Russian Empire is becoming infested do not hesitate to gratify their lust for blood and for revenge at the expense of the innocent Jewish population whenever an opportunity occurs. The brigand Makhno, the hordes of Petlura and of Gregorieff, who signalized their every success by the most brutal massacres, everywhere found among the half-stupefied, half-infuriated population an eager response to anti-Semitism in its worst and foulest forms.

The fact that in many cases Jewish interests and Jewish places of worship are excepted by the Bolsheviks from their universal hostility has tended more and more to associate the Jewish race in Russia with the villainies, which are now being perpetrated. This is an injustice on millions of helpless people, most of whom are themselves sufferers from the revolutionary regime. It becomes, therefore, specially important to foster and develop any strongly-marked Jewish movement which leads directly away from these fatal associations. And it is here that Zionism has such a deep significance for the whole world at the present time.

 

A Home for the Jews

Zionism offers the third sphere to the political conceptions of the Jewish race. In violent contrast to international communism, it presents to the Jew a national idea of a commanding character. it has fallen to the British Government, as the result of the conquest of Palestine, to have the opportunity and the responsibility of securing for the Jewish race all over the world a home and centre of national life. The statesmanship and historic sense of Mr. Balfour were prompt to seize this opportunity. Declarations have now been made which have irrevocably decided the policy of Great Britain. The fiery energies of Dr. Weissmann, the leader, for practical purposes, of the Zionist project. backed by many of the most prominent British Jews, and supported by the full authority of Lord Allenby, are all directed to achieving the success of this inspiring movement.

Of course, Palestine is far too small to accommodate more than a fraction of the Jewish race, nor do the majority of national Jews wish to go there. But if, as may well happen, there should be created in our own lifetime by the banks of the Jordan a Jewish State under the protection of the British Crown, which might comprise three or four millions of Jews, an event would have occurred in the history of the world which would, from every point of view, be beneficial, and would be especially in harmony with the truest interests of the British Empire.

Zionism has already become a factor in the political convulsions of Russia, as a powerful competing influence in Bolshevik circles with the international communistic system. Nothing could be more significant than the fury with which Trotsky has attacked the Zionists generally, and Dr. Weissmann in particular. The cruel penetration of his mind leaves him in no doubt that his schemes of a world-wide communistic State under Jewish domination are directly thwarted and hindered by this new ideal, which directs the energies and the hopes of Jews in every land towards a simpler, a truer, and a far more attainable goal. The struggle which is now beginning between the Zionist and Bolshevik Jews is little less than a struggle for the soul of the Jewish people.

 

Duty of Loyal Jews

It is particularly important in these circumstances that the national Jews in every country who are loyal to the land of their adoption should come forward on every occasion, as many of them in England have already done, and take a prominent part in every measure for combating the Bolshevik conspiracy. In this way they will be able to vindicate the honor of the Jewish name and make it clear to all the world that the Bolshevik movement is not a Jewish movement, but is repudiated vehemently by the great mass of the Jewish race.

But a negative resistance to Bolshevism in any field is not enough. Positive and practicable alternatives are needed in the moral as well as in the social sphere; and in building up with the utmost possible rapidity a Jewish national centre in Palestine which may become not only a refuge to the oppressed from the unhappy lands of Central Europe, but which will also be a symbol of Jewish unity and the temple of Jewish glory, a task is presented on which many blessings rest.

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Sionismo versus {comunismo marxista}

 bolchevismo - 

 

Uma luta pela alma do povo judeu - por Winston Churchill

 

ALGUMAS pessoas gostam de judeus e outras não; mas nenhum homem pensativo pode duvidar do fato de que eles são além de toda questão, a raça mais formidável e mais notável que já apareceu no mundo.

Disraeli, o primeiro ministro judeu da Inglaterra e líder do Partido Conservador, que sempre foi fiel à sua raça e orgulhoso de sua origem, disse em uma ocasião bem conhecida: “O Senhor lida com as nações à medida que as nações lidam com a Judeus.” Certamente quando olhamos para o estado miserável da Rússia, onde de todos os países do mundo os judeus foram os mais cruelmente tratados, e o contrastamos com as fortunas de nosso próprio país, que parece ter sido tão providencialmente preservado em meio aos maus e desagradáveis perigos destes tempos, devemos admitir que nada do que aconteceu na história do mundo falsificou a verdade da asserção confiante de Disraeli.

 

Judeus bons e maus

O conflito entre o bem e o mal, que prossegue incessantemente no seio do homem, em parte alguma atinge uma intensidade como na raça judaica. A natureza dupla da humanidade não é em nenhum lugar mais forte ou mais terrivelmente exemplificada. Devemos aos judeus na revelação cristã um sistema de ética que, mesmo que fosse totalmente separado do sobrenatural, seria incomparavelmente a posse mais preciosa da humanidade, valendo de fato os frutos de todas as outras sabedoria e aprendizado reunidos. Nesse sistema e por essa fé, foram construídos a partir dos destroços do Império Romano toda a nossa civilização existente.

E se pode muito bem ser que essa mesma raça assombrosa possa estar atualmente no processo atual de produzir outro sistema de moral e filosofia, tão malévolo quanto o cristianismo era benevolente, o qual, se não preso, quebraria irremediavelmente tudo o que o cristianismo tornou possível. Quase pareceria que o evangelho de Cristo e o evangelho do Anticristo estavam destinados a se originar entre as mesmas pessoas; e que essa raça mística e misteriosa fora escolhida para as manifestações supremas, tanto divinas quanto diabólicas.

 

Judeus ‘nacionais’

Não pode haver erro maior do que atribuir a cada indivíduo uma parcela reconhecível das qualidades as quais compõem o caráter nacional. Há todo tipo de homem – bom, mal e, na maior parte, indiferente – em todos os países e em todas as raças. Nada é mais errado do que negar a um indivíduo, por raça ou origem, seu direito de ser julgado por seus méritos e conduta pessoais. Em um povo de gênio peculiar como os judeus, os contrastes são mais vívidos, os extremos são mais amplamente separados, as consequências resultantes são mais decisivas.

No período fatídico atual, há três linhas principais de concepção política entre os judeus, duas das quais são úteis e esperançosas em um grau muito alto para a humanidade, e a terceira absolutamente destrutiva.

Primeiro, há os judeus que, vivendo em todos os países do mundo, se identificam com esse país, entram em sua vida nacional e, ao aderir fielmente à sua própria religião, se consideram cidadãos no sentido mais pleno do Estado que recebeu eles. Um judeu que vive na Inglaterra diria: “Eu sou um homem inglês praticando a fé judaica”. Esta é uma concepção digna e útil no mais alto grau. Nós, na Grã-Bretanha, sabemos que, durante a grande luta, a influência do que pode ser chamado de “judeus nacionais” em muitas terras foi lançada preponderantemente ao lado dos aliados; e em nosso próprio exército soldados judeus desempenharam um papel muito distinto, alguns subindo ao comando dos exércitos, outros ganhando a Cruz de Vitória por valor.

Os judeus nacionais da Rússia, a despeito das condições desabilitadas sob as quais têm sofrido, conseguiram desempenhar uma parte honrosa e útil na vida nacional, mesmo na Rússia. Como banqueiros e industriais, eles promoveram vigorosamente o desenvolvimento dos recursos econômicos da Rússia e foram os proeminentes na criação dessas organizações notáveis, as Sociedades Cooperativas Russas. Na política, seu apoio foi dado, em grande parte, a movimentos liberais e progressistas, e eles estão entre os mais leais sustentadores da amizade com a França e a Grã-Bretanha.

 

Judeus Internacionais

Em violenta oposição a toda essa esfera de esforço judaico, surgem os esquemas dos judeus internacionais. Os seguidores dessa sinistra confederação são na maioria homens criados entre as populações infelizes de países onde os judeus são perseguidos por causa de sua raça. A maioria, se não todos, abandonou a fé de seus antepassados ​​e divorciaram de suas mentes todas as esperanças espirituais do próximo mundo. Este movimento entre os judeus não é novo. Desde os dias de Spartacus-Weishaupt até os de Karl Marx, e até Trotsky (Rússia), Bela Kun (Hungria), Rosa Luxemburgo (Alemanha) e Emma Goldman (Estados Unidos), essa conspiração mundial pela derrubada da civilização e a reconstituição da sociedade com base no desenvolvimento detido, na malevolência invejosa e na igualdade impossível têm crescido constantemente. Ele desempenhou, como uma escritora moderna, Sra. {Nesta} Webster, demonstrou com tanta habilidade, um papel definitivamente reconhecível na tragédia da Revolução Francesa. Foi a fonte principal de todo movimento subversivo durante o século XIX; e agora, finalmente, esse bando de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e da América agarrou o povo russo pelos cabelos de suas cabeças e têm se tornado praticamente os mestres indiscutíveis desse enorme império.

 

Judeus terroristas

Não há necessidade de exagerar o papel desempenhado na criação do bolchevismo e na real realização da Revolução Russa, por esses judeus internacionais e em sua maioria ateístas, é certamente muito grande; provavelmente supera todos os outros. Com a notável exceção de Lenin[27], a maioria das principais figuras são judeus. Além disso, a principal inspiração e força motriz vem dos líderes judeus. Assim, Tchitcherin, um russo puro, é ofuscado por seu subordinado nominal Litvinoff, e a influência de russos como Bukharin ou Lunacharski não pode ser comparada com o poder de Trotsky, ou de Zinovieff, o ditador da Cidadela Vermelha (Petrogrado) ou de Krassin ou Radek – todos os judeus. Nas instituições soviéticas, a predominância de judeus é ainda mais surpreendente. E a parte proeminente, se não mesmo a principal, do sistema de terrorismo aplicado pelas Comissões Extraordinárias de Combate à Contrarrevolução tem sido tomada pelos judeus e, em alguns casos notáveis, por judias. O mesmo destaque maligno foi obtido pelos judeus no breve período de terror durante o qual Bela Kun governou na Hungria. O mesmo fenômeno foi apresentado na Alemanha (especialmente na Baviera), na medida em que essa loucura foi autorizada a prostrar temporariamente o povo alemão. Embora em todos esses países haja muitos não-judeus, tão ruins quanto os piores dos revolucionários judeus, o papel desempenhado por esses últimos em proporção aos seus números na população é espantoso.

 

‘Protetor dos judeus’

É desnecessário dizer que as paixões mais intensas de vingança foram excitadas nos seios do povo russo. Onde quer que a autoridade do general Denikin pudesse alcançar, a proteção era sempre concedida à população judaica, e esforços estrênuos foram feitos por seus oficiais para impedir represálias e punir os culpados por elas. Tanto foi assim que a propaganda petlurista contra o general Denikin o denunciou como o protetor dos judeus. As senhoritas Healy, sobrinhas do Sr. Tim Healy, ao relatar suas experiências pessoais em Kieff, declararam que, em seu conhecimento, em mais de uma ocasião, oficiais que cometeram crimes contra os judeus foram reduzidos às fileiras e enviados para fora da cidade à frente de batalha. Mas as hordas de salteadores por quem a inteira vasta extensão do Império Russo está ficando infestada, não hesita em gratificar sua sede de sangue e vingança às custas da inocente população judaica sempre que houver uma oportunidade. O salteador Makhno, as hordas de Petlura e Gregorieff, que sinalizaram todo o seu sucesso pelos massacres mais brutais, encontraram em toda parte entre a população meio estupefata e meio enfurecida uma resposta ansiosa ao antissemitismo em suas piores e mais sujas e podres formas.

O fato de que em muitos casos os interesses e locais de culto dos judeus são excetuados pelos bolcheviques de sua hostilidade universal tendeu cada vez mais a associar a raça judaica na Rússia com as vilanias, que agora estão sendo perpetradas. Isso é uma injustiça para milhões de pessoas desamparadas, a maioria das quais sofre com o regime revolucionário. Torna-se, portanto, especialmente importante encorajar, promover e desenvolver qualquer movimento judeu fortemente marcado que leve diretamente fora dessas associações fatais. E é aqui que o sionismo tem um significado tão profundo para o mundo inteiro no presente tempo.

 

Um lar para os judeus

O sionismo oferece a terceira esfera às concepções políticas da raça judaica. Em contraste violento com o comunismo internacional, apresenta ao judeu uma ideia nacional de caráter dominante. Tem caído ao governo britânico, como resultado da conquista da Palestina, ter a oportunidade e a responsabilidade de garantir para a raça judaica em todo o mundo um lar e um centro da vida nacional. O estado de espírito e o senso histórico do Sr. Balfour foram rápidos em aproveitar esta oportunidade. Declarações têm agora sido feitas as quais decidiram irrevogavelmente a política da Grã-Bretanha. As energias impetuosamente ardentes do Dr. Weissmann, líder, para propósitos práticos, do projeto sionista, apoiado por muitos dos judeus britânicos mais proeminentes e apoiado por plena autoridade de Lord Allenby, são todos direcionados para alcançar o sucesso desse movimento inspirador.

É claro que a Palestina é pequena demais para acomodar mais de uma fração da raça judaica, nem a maioria dos judeus nacionais deseja ir para lá. Mas se, como bem poderia acontecer, fosse criado na linha do tempo de nossas próprias vidas nas margens do Jordão um Estado judeu sob a proteção da Coroa Britânica, o qual poderia incluir três ou quatro milhões de judeus, um evento teria ocorrido na história do mundo o qual, sob todos os pontos de vista, seria benéfico e estaria especialmente em harmonia com os verdadeiros interesses do Império Britânico.

O sionismo já se tornou um fator nas convulsões políticas da Rússia, como uma poderosa influência competitiva nos círculos bolcheviques com o sistema comunista internacional. Nada poderia ser mais significativo do que a fúria com que Trotsky atacou os sionistas em geral, e o Dr. Weissmann em particular. A penetração cruel de sua mente o deixa sem dúvida que seus esquemas de um Estado comunista mundial sob domínio judeu são diretamente baldados e entravados por esse novo ideal, o qual direciona as energias e as esperanças dos judeus em todas as terras para um mais simples, um mais verdadeiro, e muito mais atingível objetivo. A luta que está começando agora entre os judeus sionistas e bolcheviques é pouco menos que uma luta pela alma do povo judaico.

 

Dever dos judeus leais

É particularmente importante nessas circunstâncias que os judeus nacionais em todos os países que são leais à terra de sua adoção devam vir a frente em todas as ocasiões, como muitos na Inglaterra têm já feito, e participem de forma importante em todas as medidas de combate a conspiração bolchevique. Dessa forma, eles poderão reivindicar a honra do nome judeu e deixar claro para todo o mundo que o movimento bolchevique não é um movimento judeu, mas é repudiado com veemência pela grande massa da raça judaica.[28]

Mas uma resistência negativa ao bolchevismo em qualquer campo não é suficiente. Alternativas positivas e praticáveis ​​são necessárias na esfera moral bem como na esfera social; e na construção com a maior rapidez possível de um centro nacional judeu na Palestina, o qual pode se tornar não apenas um refúgio para os oprimidos das infelizes terras da Europa Central, mas que também será um símbolo da unidade judaica e do templo da glória judaica, uma tarefa é apresentada na qual repousam muitas bênçãos.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

[1] Nota de Mykel Alexander: Sobre a questão judaica numa perspectiva dinâmica através da história ver:

- Douglas Reed, The Contreversy of Zion, Veritas, Bullsbrook (AU), 1985. O autor foi o principal correspondente jornalista britânico durante a Segunda Guerra Mundial.

                Para uma perspectiva crítica da questão judaica a partir de um próprio judeu ver:

- Bernard Lazare, El Antisemitismo – Su historia y sus causas, Ediciones La Bastilha, Buenos Aires, 1974. Traduzido ao castelhano por Marcos Moreno a partir do original em francês L’antisémitisme, son histoire et ses causes.

Ver os seguintes artigos relacionados ao sionismo e a questão judaica:

- Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 19 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Straight Talk About Zionism: What Jewish Nationalism Means, por Mark Weber, 14 de abril de 2009, Institute for Historical Review.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Anti-Semitism: Why Does It Exist? And Why Does it Persist?, por Mark Weber, Dezembro 2013 / revisado em janeiro de 2014, The Journal for Historical Review.           

http://ihr.org/other/anti-semitism-why-does-it-exist-dec-2013

- Controvérsia de Sião, por Knud Bjeld Eriksen, 02 de novembro de 2018, World Traditional Front. Resumo por Knud Bjeld Eriksen, dinamarquês, bacharel em Direito, – Tradução de Norberto Toedter.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/11/controversia-de-siao-por-knud-bjeld.html

Site de Knud Bjeld Eriksen: https://www.controversyofzion.info/

 

[2] Nota de Mykel Alexander: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach, 1 de setembro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/08/a-critica-de-acusacao-de-antissemitismo.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: A Critique of the Charge of Anti-Semitism: The Moral and Political Legitimacy of Criticizing Jewry, em The Journal of Historical Review, verão de 1988 (Vol. 8, nº 2), páginas 185-203.

https://www.ihr.org/jhr/v08/v08p185_Grubach.html

 [3] Nota de Mykel Alexander: Traduzido ao português como:

- Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill, 03 de outubro de 2019, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/10/os-destruidores-comunismo-judaico_3.html

 [4] Nota de Mykel Alexander: Ver perspectiva sionista, até a data de 1905, a partir do parecer do próprio alto colegiado acadêmico judaico, reunido e publicado na Jewish Encyclopedia, volume 12/12, FUNK AND WAGNALLS COMPANY, Nova Iorque, 1905. Entrada ZIONISM.

                Publicado em português em 12 partes como:

- Sionismo - por Richard James Horatio Gottheil (Jewish Encyclopedia), 4 de agosto de 2021 (parte 1), World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/08/sionismo-por-richard-james-horatio.html

 [5] Nota de Mykel Alexander: Bernard Lazare, El Antisemitismo – Su historia y sus causas, Ediciones La Bastilha, Buenos Aires, 1974. Traduzido ao castelhano por Marcos Moreno a partir do original em francês L’antisémitisme, son histoire et ses causes.

 [6] Nota de Mykel Alexander: Theodor Herzl, O Estado Judeu – ensaio de uma solução da questão judia, Organização Pioneira Judia, São Paulo, 1949, tradução de David José Pérez. Conforme o tradutor explica (na nota explicativa antecedendo o prefácio), esta obra de Herzl foi publicada simultaneamente em alemão, inglês e francês, e esta versão vertida ao português procede da versão original em francês, “redigida pelo próprio Herzl ou sob as suas vistas.”

 [7] Nota de Mykel Alexander: Ver perspectiva sionista, até a data de 1905, a partir do parecer do próprio alto colegiado acadêmico judaico, reunido e publicado na Jewish Encyclopedia, volume 12/12, FUNK AND WAGNALLS COMPANY, Nova Iorque, 1905. Entrada ZIONISM.

                Publicado em português em 12 partes como:

- Sionismo - por Richard James Horatio Gottheil (Jewish Encyclopedia), 4 de agosto de 2021 (parte 1 de 12, as demais em link na sequência do próprio artigo), World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/08/sionismo-por-richard-james-horatio.html

 [8] Nota de Mykel Alexander: Sobre as articulações do judaísmo internacional visando colocar ao movimento sionista conquistas políticas ver:

- Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John, 11 de julho de 2020, World Traditional Front. (parte 1/6, as demais em link na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/07/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês Behind the Balfour Declaration Britain's Great War Pledge To Lord Rothschild, por Robert John. Journal of Historical Review, Inverno 1985-6 (Volume. 6, Nº 4), páginas 389-450, 498. Este trabalho foi apresentado pela primeira vez pelo autor na V Conferência do IHR, de 1983. Ele também foi a base para o livreto, Behind the Balfour Declaration: The Hidden Origin of Today's Mideast Crisis, publicado pelo Institute for Historical Review em 1988.

http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p389_John.html

 [9] Nota de Mykel Alexander: Ver artigos:

- Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 19 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Straight Talk About Zionism: What Jewish Nationalism Means, por Mark Weber, 14 de abril de 2009, Institute for Historical Review.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Anti-Semitism: Why Does It Exist? And Why Does it Persist?, por Mark Weber, Dezembro 2013 / revisado em janeiro de 2014, The Journal for Historical Review.           

http://ihr.org/other/anti-semitism-why-does-it-exist-dec-2013

 [10] Nota de Mykel Alexander: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach, 1 de setembro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/08/a-critica-de-acusacao-de-antissemitismo.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: A Critique of the Charge of Anti-Semitism: The Moral and Political Legitimacy of Criticizing Jewry, em The Journal of Historical Review, verão de 1988 (Vol. 8, nº 2), páginas 185-203.

https://www.ihr.org/jhr/v08/v08p185_Grubach.html

 [11] Nota de Mykel Alexander: Resposta de Richard Heinzkill à David Irving em 03 de agosto de 1984. Ver: - That 1920 Churchill article on Zionism authenticated.

http://www.fpp.co.uk/bookchapters/WSC/Heinzkill090884.html

 [12] Nota de Mykel Alexander: Sobre a relação entre o judaísmo e os movimentos alegadamente socialistas a partir de Karl Marx ver:

- Karl Marx: o patriarca da esquerda judia? - Por Ferdinand Bardamu {academic auctor pseudonym}, 08 de outubro de 2021, World Traditional front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/10/karl-marx-o-patriarca-da-esquerda-judia.html

                Traduzido ao português por Chauke Stephan Filho a partir do original em inglês: Karl Marx: Founding Father of the Jewish Left?, por Ferdinand Bardamu, 04 de Janeiro de 2020, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2020/01/04/karl-marx-founding-father-of-the-jewish-left/

 [13] Nota de Mykel Alexander: Sobre os socialismos contemporâneos anteriores ao marxismo, donde se pode apurar apropriações e distorções feitas por Karl Marx, bem como contradições que este mesmo incorreu, ver:

- Jean-Christian Petitfils, Os Socialismos Utópicos, Circulo do Livro S.A., São Paulo, (sem data). Traduzido ao português por Waltensir Dutra a partir do original francês “Les socialismes utopiques”, Presses Universitaires de France, 1977.

- Gian Mario Bravo, História do Socialismo (3 volumes), Publicações Europa-America, Lisboa, 1977. Traduzido ao português por Carmen Gonzalez a partir do original Italiano Storia del Socialismo, Editori Riuniti, 1971.

 [14] Nota de Mykel Alexander: No contexto de costumes culturais e científicos em geral, ver a exposição da proeminência judaica em subverter os valores ocidentais em:

- Kevin MacDonald, The Culture of Critique – An Evolutionary Analyses of Jewish Involvement in Twenteth-Century Intelectual and Political Moviments (1ª edição 1998, 2ª edição revisada 2002).

 [15] Nota de Mykel Alexander: Sobre a relação do judaísmo com o marxismo e o bolchevismo (comunismo extremista) ver:

- Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill, 03 de outubro de 2019, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/10/os-destruidores-comunismo-judaico_3.html

- A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia's Early Soviet Regime - Assessing the Grim Legacy of Soviet Communism, por Mark Weber, The Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro de 1994 (Vol. 14, nº 1), páginas 4-22.

http://www.ihr.org/jhr/v14/v14n1p-4_Weber.html

 - Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek,

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/lideres-do-bolchevismo-por-rolf-kosiek.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em alemão:

Rolf Kosiek, artigo nº 53, Führungskräfte des Bolschewismus, em Der Grosse Wendig – Richtigstellungen zur Zeitgeschichte, Editora Grabert, Tübingen, 2ª edição, 2006. Editado por Rolf Kosiek e Olaf Rose. Páginas 251-254.

- Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, 26 de setembro de 2021, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/mentindo-sobre-o-judaico-bolchevismo.html

                Traduzido ao português por Diego Sant´Anna a partir do original em inglês:

Lying about Judeo-Bolshevism, por Andrew Joyce, Ph.D , 02 de março de 2019, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2019/03/02/lying-about-judeo-bolshevism/

 [16] Nota de Mykel Alexander:

- Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton, 14 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/09/wall-street-revolucao-russa-de-marco-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the November 1917 Bolshevik Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 2, março de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 25 de outubro de 2013

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-november-1917-bolshevik-revolution/

- Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton, 23 de setembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/wall-street-e-revolucao-bolchevique-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the March 1917 Russian Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 5, inverno de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 28 de outubro de 2013.

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-march-1917-russian-revolution/

 [17] Nota de Mykel Alexander: Os judeus de Stalin – por Sever Plocker, a ser publicado em World Traditional Front.

                Traduzido do inglês ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Stalin’s Jews, por Sever Plocker, 21 de dezembro de 2006, Ynetnews.com

 http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html

 [18] Nota de Mykel Alexander: Ver sobre a evasão do rigor acadêmico sobre a relação entre o judaísmo e o bolchevismo/comunismo extremista em:

- Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, 26 de setembro de 2021, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/mentindo-sobre-o-judaico-bolchevismo.html

                Traduzido ao português por Diego Sant´Anna a partir do original em inglês:

Lying about Judeo-Bolshevism, por Andrew Joyce, Ph.D , 02 de março de 2019, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2019/03/02/lying-about-judeo-bolshevism/

 [19] Nota de Mykel Alexander: Amazon bane Culture of Critique e Separation and Its Discontents - Por Kevin MacDonald, 15 de abril de 2019, World Traditional Front.

                Traduzido do inglês ao português por Mykel Alexander a partir de:

“Amazon Bans Culture of Critique and Separation and Its Discontents”, por Kevin MacDonald, 12 de março de 2019, The Occidental Observer:

https://www.theoccidentalobserver.net/2019/03/12/amazon-bans-culture-of-critique-and-separation-and-its-discontents/

 [20] Nota de Mykel Alexander: Enzo Traverso, Los marxistas y la cuestión judia – Historia de un debate, Ediciones Al Magen, La Plata, 2003.

Título original: Les marxistes et la question juive. Histoire d un d bat (1843-1943). Traduções de Agustín del Moral Tejeda e de Néstor D. Saporiti (“Adendo”), revisados e corrigidos por Axel Gasquet, Martín Cuccorese y Diego L. Arguindeguy.

 [21] Nota de Mykel Alexander: Sobre as articulações do judaísmo internacional visando colocar ao movimento sionista conquistas políticas, especialmente a retirada do mando otomano na Palestina passando para a Inglaterra sob a influência dos Rothschild ver:

- Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John, 11 de julho de 2020, World Traditional Front. (parte 1/6, as demais em link na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/07/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês Behind the Balfour Declaration Britain's Great War Pledge To Lord Rothschild, por Robert John. Journal of Historical Review, Inverno 1985-6 (Volume. 6, Nº 4), páginas 389-450, 498. Este trabalho foi apresentado pela primeira vez pelo autor na V Conferência do IHR, de 1983. Ele também foi a base para o livreto, Behind the Balfour Declaration: The Hidden Origin of Today's Mideast Crisis, publicado pelo Institute for Historical Review em 1988.

http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p389_John.html

 [22] Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente o capítulo Following the Money em:

- Don Heddesheimer, The First Holocaust – Jewish Fund Raising Campaigns With Holocaust Claims During And After World War One, Castle Hill, Uckfield, TN22 9AW, UK, 5ª edição atualizada, 2018.

Baixar gratuitamente o livro no link abaixo:

https://holocausthandbooks.com/dl/06-tfh.pdf

 [23] Nota de Mykel Alexander:

- Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton, 14 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/09/wall-street-revolucao-russa-de-marco-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the November 1917 Bolshevik Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 2, março de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 25 de outubro de 2013

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-november-1917-bolshevik-revolution/

- Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton, 23 de setembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/wall-street-e-revolucao-bolchevique-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the March 1917 Russian Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 5, inverno de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 28 de outubro de 2013.

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-march-1917-russian-revolution/

 [24] Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- Êxodo recorrente: Identidade judaica e Formação da História, por Andrew Joyce, 25 de novembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/11/exodo-recorrente-identidade-judaica-e.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Exodus Redux: Jewish Identity and the Shaping of History, por Andrew Joyce Ph.D., 07 de Janeiro de 2017, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2017/01/07/exodus-redux-jewish-identity-and-the-shaping-of-history/

[25] Nota de Mykel Alexander: O estudo comparado das tradições humanas é exposto de modo didático, amplo, com profundidade e bibliografia qualificada nos três volumes de Mircea Eliade, História das crenças e das ideias religiosas, no Brasil publicados pela Editora Zahar. 

[26] Nota de Mykel Alexander: Para biografia de Ahad Ha’am ver:

- Nachman Drosdof, AHAD-HA’AM, highlights of his life and work, Beth Avoth, Holon (Israel), 1962.

[27] Nota de Mykel Alexander: Tendo tantos judeus no mais alto escalão da direção bolchevique já era um agravante nos questionamentos dos mais atentos à relação entre o judaísmo e o bolchevismo, contudo na época isso foi muito atenuado ao ficar omitido, em geral na mídia, que justamente o líder bolchevique possuía ancestralidade judaica. Sobre a ancestralidade judaica de Lenin é bem didática a colocação de Mark Weber:

“Após anos de supressão oficial, esse fato foi reconhecido em 1991 no semanário de Moscou Ogonyok. Ver: Jewish Chronicle (Londres), 16 de julho de 1991; Ver também: Carta por L. Horwitz no The New York Times, 5 de agosto de 1992, a qual cita informações da revista russa “Native Land Archives”; “Lenin's Lineage?” ‘Jewish,’ Claims Moscow News,” Forward (New York City), 28 de fevereiro de 1992, páginas 1, 3; M. Checinski, Jerusalem Post (edição semanária internacional), 26 de janeiro de 1991, página 9.”

-  A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia's Early Soviet Regime - Assessing the Grim Legacy of Soviet Communism, por Mark Weber, The Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro de 1994 (Vol. 14, nº 1), páginas 4-22, nota 7.

http://www.ihr.org/jhr/v14/v14n1p-4_Weber.html

[28] Nota de Mykel Alexander: Os fatos anteriores e posteriores a este artigo de Winston Churchill contradizem a alegada esperança do próprio Churchill. Ver especialmente o capítulo Following the Money em:

- Don Heddesheimer, The First Holocaust – Jewish Fund Raising Campaigns With Holocaust Claims During And After World War One, Castle Hill, Uckfield, TN22 9AW, UK, 5ª edição atualizada, 2018.

Baixar gratuitamente o livro no link abaixo:

https://holocausthandbooks.com/dl/06-tfh.pdf

- Ver na íntegra: Enzo Traverso, Los marxistas y la cuestión judia – Historia de un debate, Ediciones Al Magen, La Plata, 2003.

Título original: Les marxistes et la question juive. Histoire d un d bat (1843-1943). Traduções de Agustín del Moral Tejeda e de Néstor D. Saporiti (“Adendo”), revisados e corrigidos por Axel Gasquet, Martín Cuccorese y Diego L. Arguindeguy.


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