quinta-feira, 23 de julho de 2026

A Copa do Mundo FOI manipulada a favor dos capangas “sionistas” da Argentina - por Por Kevin Barrett

 

Kevin Barrett


Mas eles perderam mesmo assim. Até o New York Times confirma que a “teoria da conspiração” é verdadeira.

Como a maioria dos americanos, eu não entendo muito de futebol. Também eu nunca me interessei muito pelo esporte... até que o Marrocos fez aquela campanha incrível na Copa do Mundo de 2022, com torcedores agitando bandeiras da Palestina, e eu fui absorvido pelo espetáculo.

Por outro lado, eu entendo satisfatoriamente um pouco de teorias da conspiração. Eu estudei o assassinato de JFK quando era adolescente, por volta de meados da década de 1970, e eu percebi a discrepância grotesca entre a realidade e o discurso oficial. Desde então, eu tenho estado plenamente consciente de que uma porcentagem surpreendentemente alta das teorias da conspiração mais conhecidas é verdadeira, ou pelo menos bem fundamentada. Quando eu tentei pesquisar e discutir o 11 de setembro de forma racional e factual enquanto lecionava na Universidade de Wisconsin, em 2006, eu fui alvo de uma caça às bruxas que me expulsou do meio acadêmico;*1 isso me deixou bastante tempo livre para investigar supostas conspirações e tentar descobrir quais delas tinham base na realidade.*2



Vivendo no Marrocos, onde todos acompanham a Copa do Mundo, eu ouvi muitas teorias da conspiração relacionadas à FIFA. A maior teoria da conspiração do futebol neste ano foi a alegação de que a Copa do Mundo havia sido manipulada para favorecer os jogadores argentinos — conhecidos pela postura agressiva e, em sua maioria, medíocres — e sua estrela envelhecida e prima donna, Lionel Messi.

Quando eu ouvi isso pela primeira vez de alguns marroquinos em um café, eu fui cético. Os fãs de futebol ao redor do mundo, ainda mais do que os fãs de esportes americanos, parecem sempre achar que os árbitros são injustos.

Então, eu sentei-me em outro café marroquino para assistir ao segundo tempo do jogo entre Argentina e Egito. Aos 59 minutos, o Egito marcou, fazendo 3 a 0. Jogo decidido! Mas espere... autoridades da FIFA intervieram, ordenando que o árbitro analisasse as imagens anteriores ao gol para encontrar uma “falta” que justificasse sua anulação. Os árbitros obedeceram, encontrando uma infração obscura, irrelevante e duvidosa no extremo oposto do campo, o que lhes permitiu cancelar o gol e manter o jogo dentro do alcance da Argentina.

Pouco depois, a Argentina cometeu uma falta flagrante dentro da área, bem perto do gol que atacava, derrubando um defensor e permitindo que marcassem um gol. Os árbitros ignoraram a falta e validaram o gol, deixando o placar em 2 a 1 a favor do Egito. De repente, em vez de desfrutar de uma vantagem de três pontos — como teria acontecido sob uma arbitragem honesta —, o Egito estava à frente por apenas um ponto. Isso permitiu que a Argentina protagonizasse uma “virada incrível” e vencesse a partida. 

E isso é apenas a ponta do iceberg. Ao longo de todo o jogo, os jogadores argentinos — conhecidos por seu estilo bruto — cometeram falta após falta sem sofrer punições. Nas ocasiões em que as faltas foram marcadas — geralmente em casos extremos —, eles jamais pegaram cartões amarelos. A Argentina teve 13 faltas marcadas contra si (embora o número real fosse muito maior) e não recebeu um único cartão amarelo. Já o Egito teve praticamente todas as suas dez faltas marcadas — sendo que elas eram, em geral, menos graves que as da Argentina — e recebeu quatro cartões amarelos!

O técnico do Egito, Hossam Hassan, estava compreensivelmente ultrajado.*3 Ele afirmou que sua equipe foi privada da vitória de forma desonesta, declarou que a Copa do Mundo estava manipulada e disse que nem se daria ao trabalho de assistir mais aos jogos.

Depois de visualizar a partida ao vivo e, mais tarde, checar os lances decisivos em vídeo, eu tornei-me um adepto de teorias da conspiração no futebol. A teoria de que a Argentina foi favorecida pelos árbitros — e pelos executivos da FIFA para quem eles trabalhavam — fazia todo o sentido e era bem fundamentada pelas imagens em vídeo.

Aqui está um vídeo relativamente neutro que explica o contexto. Ele ajuda a entender POR QUE a FIFA não queria permitir que o Egito eliminasse Messi e a Argentina.*4 

 


E o jogo contra o Egito foi apenas o caso mais extremo. A seleção da Argentina foi beneficiada por um favorecimento oficial em todas as etapas do caminho. Mas por quê? Como o vídeo acima explica, Lionel Messi é a maior estrela do esporte, e aquela era a sua “última dança.” Quanto mais cedo sua equipe fosse eliminada, mais anticlimático (e menos lucrativo) seria para a FIFA. Ter Messi na final era muito vantajoso do ponto de vista de relações públicas e receitas publicitárias.

E há também a questão do sionismo. Messi é frequentemente acusado de ser pró-Israel. Embora mecanismos de busca e a IA neguem que ele tenha feito declarações explicitamente pró-Israel, o Gemini nos diz:

As conexões de Messi com Israel incluem:

Parcerias corporativas: Ele atuou como embaixador de marca de empresas israelenses, como a OrCam, desenvolvedora de tecnologias de auxílio visual sediada em Jerusalém.

Visitas e partidas: Ele visitou Israel diversas vezes, tanto a lazer quanto com seu antigo clube, o FC Barcelona, ​​incluindo um amistoso da seleção argentina em Tel Aviv, em 2019, realizado apesar de apelos por um boicote.

Contexto nacional: Sua carreira internacional ocasionalmente se cruzou com o cenário político mais amplo. Por exemplo, ele atraiu atenção em relação à Copa do Mundo de 2026, quando as mudanças políticas na Argentina sob o governo do presidente Javier Milei — um firme apoiador de Israel — colocaram as partidas de sua equipe sob um microscópio político.

A final da Copa do Mundo de domingo, na qual a Argentina perdeu para a Espanha, foi vista sob o prisma do sionismo devido às políticas diametralmente opostas dos governos das duas nações. Milei é o mais notório chefe de Estado extremista sionista do mundo (sem contar Netanyahu), enquanto Pedro Sánchez, da Espanha, é o primeiro-ministro mais abertamente pró-Palestina e anti-genocídio do Ocidente. E a Espanha já recolheu seu embaixador, bloqueou remessas para Israel e pressionou a União Europeia a romper relações.

Além disso, a Argentina pratica um futebol ao estilo sionista: violento, sem grandes talentos (com a notável exceção de Messi) e especializado na clássica tática do agressor se fazer de vítima, gritando enquanto bate. Assim como Israel e a comunidade judaica em geral, eles querem tudo a seu favor... e geralmente conseguem, graças ao poder da grande mídia e do dinheiro. (Messi aparentemente acha que Jeová lhe deu a Copa do Mundo há 3.000 anos, então ele pode ignorar os direitos de todos os outros e simplesmente roubá-la.)

 

A derrota da Argentina para a Espanha desmente a teoria da conspiração de manipulação de resultados?

Então, o resultado da final da Copa do Mundo — a vitória da Espanha por 1 a 0 — desaprova a teoria da conspiração de que o jogo foi armado para favorecer a Argentina? Não realmente. A partida não foi tão equilibrada conforme o placar final. A Espanha dominou completamente, mostrando que a Argentina não merecia estar na final. (Afinal, eles perderam feio para o Egito e só foram salvos por árbitros entortados para corrupção.)

Na final, a Espanha teve 67% de posse de bola e finalizou 20 vezes, sendo 12 no alvo, enquanto a Argentina teve apenas três finalizações, nenhuma no alvo. A Espanha completou 730 passes, a Argentina 349. Resumindo, foi uma goleada, e o placar final deveria ter sido uma vitória mais expressiva do que 1 a 0.

Assim como no jogo contra o Egito, o árbitro da final salvou as esperanças da Argentina, pelo menos por alguns minutos, ao anular um gol perfeitamente válido. O espanhol Nico Williams marcou aos 96 minutos, mas o gol foi anulado devido a um contato acidental com o pé.

O árbitro Slavko Vincic cometeu um erro na vitória da Espanha por 1 a 0 sobre a Argentina na final da Copa do Mundo, ao decidir anular o gol de Nico Williams*9

Como mostra o vídeo acima, a Argentina escapou impune de inúmeras faltas — incluindo algumas flagrantes — e foi penalizada somente penalizada rara e relutantemente. Se não tivessem permissão para agredir repetidamente os jogadores espanhóis, o placar final poderia ter sido 10 a 0 em vez de 1 a 0. Tudo bem, isso é um leve exagero, mas você entendeu o que quero dizer. Confira algumas das reações nas redes sociais publicadas no artigo de Celia Farber no Substack.*5

Se você precisa de uma confirmação oficial de que a teoria da conspiração sobre o torneio ter sido “manipulado a favor da Argentina” é verdadeira — e de que os argentinos são um bando de marginais trapaceiros ao estilo sionista —, confira a matéria do New York Times:*6

 

 

A peça do Times foca a falta de espírito esportivo dos argentinos, que beirava a vilania caricata:*7 após serem amplamente superados durante a partida, recusaram-se a cumprimentar os vencedores — como é de praxe — e, em vez disso, partiram para cima deles, desencadeando uma briga generalizada no meio do campo.

O Times também admitiu que a teoria da conspiração sobre a manipulação do jogo em favor de brutamontes sem talento é verdadeira:

O zagueiro espanhol Aymeric Laporte deixou claro, antes da partida, que a equipe sabia o que esperar. “Nos últimos jogos, nós temos visto coisas que realmente nos surpreenderam, lances que foram ignorados”, disse ele aos repórteres. “Principalmente com a Argentina, uma time que costuma deixar recados nas divididas.”

A análise de Laporte estava correta. Os árbitros têm exibido leniência com os jogadores da Argentina neste torneio, e isso aconteceu novamente hoje.

Até mesmo o jornal judaico mais importante dos Estados Unidos confirmou isso.

Quando eu ouvi falar disso nos cafés marroquinos, eu não sabia o que pensar. Quando eu vi isso com meus próprios olhos no jogo Argentina-Egito, eu me tornei um crente.

Mas agora que o New York Times confirmou o que vi com meus próprios olhos, nem sequer é mais uma teoria da conspiração.

Eu me pego pensando se eles algum dia farão o mesmo com o 09/11?*8

Tradução por Mykel Alexander

Notas:

*1 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://news.wisc.edu/archive/barrettissue/

*2 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://en.wikipedia.org/wiki/Reality-based_community

*3 Fonte utilizada por Kevin Barrett: Egypt were ‘cheated’ in World Cup loss to Argentina, coach Hassan says, AFP e Reuters, 07 de julho de 2026, Al Jazeera.

https://www.aljazeera.com/sports/2026/7/7/egypt-were-cheated-in-world-cup-loss-to-argentina-coach-hassan-says

*4 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://www.youtube.com/watch?v=BTZtaCSVXMY

*5 Fonte utilizada por Kevin Barrett: I Watched The World Cup Final Game In A Small Spanish Town: Conspiracy Theories Aside, Love Was In The Air, 20 de julho de 2026, por Celia Farber, The Truth Barrier – Substack.

https://celiafarber.substack.com/p/i-watched-the-world-cup-final-game

*6 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://archive.ph/ZsLaz#selection-765.0-765.87

*7 Fonte utilizada por Kevin Barrett: The State of Israel as “Cartoonishly Evil”?, 05 de agosto de 2024, por Ron Keeva Unz, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/the-state-of-israel-as-cartoonishly-evil/

*8 Fonte utilizada por Kevin Barrett: 9/11 Was an Israeli Job - How America was neoconned into World War IV, por Laurent Guyénot, 10 de setembro de 2018, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/911-was-an-israeli-job/ 

*9 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

Fonte: The World Cup WAS Rigged for Argentina’s “Zionist” Thugs - But they lost anyway. Even NYT confirms “conspiracy theory” is true, por Kevin Barrett, 21 de julho de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/kbarrett/the-world-cup-was-rigged-for-argentinas-zionist-thugs/

Sobre o autor: O Dr. Kevin Barrett (1959-), é um Ph.D. Arabista-islamologista. Possui mestrado em literatura inglesa e francesa pela Universidade Estadual de São Francisco, e também um Ph.D. em línguas e literatura africanas com especialização em folclore pela Universidade de Wisconsin-Madison. Ele ensinou francês e árabe, literatura africana, inglês, humanidades, estudos religiosos e folclore em faculdades e universidades nos Estados Unidos e no exterior.

De 1991 a 2006, o Dr. Barrett lecionou em faculdades e universidades em San Francisco, Paris e Wisconsin. No verão de 2006, o Dr. Barrett foi atacado por um grupo de legisladores estaduais republicanos que pediu que ele fosse demitido de seu emprego na Universidade de Wisconsin-Madison devido a suas opiniões políticas. Desde 2007, o Dr. Barrett está informalmente na lista negra de lecionar em faculdades e universidades americanas. Um dos críticos mais conhecidos da Guerra ao Terror, o Dr. Barrett apareceu na Fox, CNN, PBS, ABC-TV e Unavision, e foi tema de artigos de opinião e reportagens no New York Times, Chicago Tribune, Christian Science Monitor e outras publicações.

Dentre suas obras estão: Truth Jihad: My Epic Struggle Against the 9/11 Big Lie (2007); Questioning the War on Terror: A Primer for Obama Voters (2009); We Are NOT Charlie Hebdo!: Free Thinkers Question the French 9/11 (2015); Orlando False Flag: The Clash of Histories (2016)

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Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

Yahyah Sinwar: Herói Antiterrorista - Nós seguiremos seus passos até que a entidade sionista genocida seja eliminada - por Kevin Barrett

Gaza, poder judaico e o Holocausto - parte 1 - por Ron Keeva Unz

O Holocausto como vaca sagrada - por Louis Andrew Rollins

Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins

Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

 Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz

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Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

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Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

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O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio - por Stuart Littlewood

Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

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Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot

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A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

 O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber 

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

 O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka


sábado, 18 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.4 - Todos os judeus do presidente Frank Delano Roosevelt - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.3 - Frank Delano Roosevelt era um judeu? - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)  

David Skrbina 


“Todos os judeus do presidente”

O caso para uma possível mão judaica na Segunda Guerra Mundial poderia ser feito, se nós pudéssemos mostrar o seguinte:

1 uma extensa e influente presença judaica na administração de Franklin D. Roosevelt,

2 que o público dos EUA não queria guerra,

3 que influentes judeus americanos queriam a guerra,

4 que Franklin D. Roosevelt agiu sub-repticiamente em nome da guerra,

5 que a mídia americana dirigida por judeus apoiava a guerra, e

6 que os EUA entraram na guerra sob falsos pretextos.

Eu fornecerei dados específicos sobre os dois primeiros pontos e então abordarei os demais de forma conjunta.

Anteriormente, eu mostrei a dependência de Roosevelt de apoiadores judeus durante seu mandato governamental. Quando chegou o tempo de montar uma campanha presidencial, seus velhos amigões estavam lá para ajudar. Conforme Scholnick*21: página 193) explica: “Vários amigos judeus ricos contribuíram para o fundo da campanha pré-nomeação de Roosevelt: Henry Morgenthau Jr., tenente-governador Lehman, Jesse Straus [e] Laurence Steinhardt”. Uma vez que as primárias estavam fora do caminho, “a campanha de Roosevelt foi pesadamente subscrita por Bernard Baruch”.

{O judeu Bernard Mannes Baruch (1870 -1965), conselheiro do presidente dos EUA na Primeira Guerra Mundial, membro do judaísmo internacional, e reconheceu perante a autoridade do Senado dos EUA no context da Primeira Guerra Mundial, afirmando  “Eu provavelmente tinha mais poder do que qualquer outro homem na guerra; sem dúvida isso é verdadeiro.” Sua influência no governo de F. D. Roosevelt foi similar, e ainda N. M. Baruch fazia a conexão entre F. D. Roosevelt e W. Churchill, representando claramente o conceito de judaísmo internacional}. Fonte da imagem: http://hdl.loc.gov/loc.pnp/pp.hec 

            A primeira regra na política é recompensar aqueles que financiam seu caminho para o sucesso. Consequentemente, não é surpreendente que “a administração [de Franklin D. Roosevelt] continha uma proporção maior de judeus do que qualquer outra”*22. Nas palavras de Herzstein*23, “os judeus eram de fato mais proeminentes do que nunca na história americana”. Então, quem eram essas figuras importantes que foram tão dominantes durante os anos de Roosevelt? No topo da lista estavam os Big 5, os “judeus do presidente”, conforme diz Shogan, que tiveram a maior participação em eventos influentes dentro da presidência: Louis Brandeis, Felix Frankfurter, Henry Morgenthau Jr., Sam Rosenman e Ben Cohen.

{O judeu Louis Dembitz Brandeis (1856-1941), retrato de 1915. Um dos líderes dos esforços sionistas nos EUA, e um dos grandes articuladores dos interesses sionistas na política americana desde o início do século XX, destacadamente na política externa dos EUA tanto na Primeira Guerra Mundial com na Segunda Guerra Mundial até  sua morte.}  

É claro que Brandeis era um juiz da Suprema Corte em exercício muito antes de Roosevelt concorrer para o cargo, tendo sido colocado lá por seu amigo Woodrow Wilson em 1916. Mesmo antes de sua eleição inicial em 1932, Franklin D. Roosevelt marcou uma reunião com Brandeis para discutir políticas. Segundo Shogan, o juiz logo enviou a Roosevelt “um amplo projeto para o New Deal”*24. Alguns anos depois, em 1938, “Brandeis fez sua primeira visita a Franklin D. Roosevelt em nome dos judeus”*25. Tal envolvimento na administração do governo por um juiz da Suprema Corte é não usual, para dizer o mínimo. Outros diriam que isso é flagrantemente antiético. Os juízes supostamente devem decidir sobre questões constitucionais, não fazer políticas. Ele obviamente sabia disso e, portanto, geralmente trabalhava por meio de intermediários judeus, como Frankfurter e Cohen, para levar sua mensagem ao presidente.

Na base do dia-a-dia, Frankfurter era particularmente importante. Mesmo em 1933, ele havia se tornado “provavelmente o conselheiro mais influente de Franklin D. Roosevelt*26. Furioso com a extensão de seu poder, o general americano Hugh Johnson*27 o chamou de “o indivíduo mais influente nos Estados Unidos”.17 Frankfurter, disse ele, “havia insinuado seus rapazes em posições obscuras, mas importantes, em todos os departamentos vitais” relacionados ao New Deal. Mais tarde, quando a Europa estava à beira da guerra, Frankfurter aparentemente foi fundamental para iniciar uma série de correspondências secretas entre Franklin D. Roosevelt e Churchill em um momento muito delicado – presidentes neutros são supostos não estarem conduzindo negociações secretas com líderes de nações beligerantes. 18Frankfurter, como nós sabemos, seria bem recompensado por Roosevelt por seus esforços, com a nomeação para a Suprema Corte em janeiro de 1939.

{Felix Frankfurter (1882-1965) foi um jurista judeu que atuou como ministro da Suprema Corte dos Estados Unidos de 1939 a 1962, e no governo de F. D. Roosevelt também conduzia as intermediações entre F. D. Roosevelt e W. Churchill transgredindo as normas de neutralidade dos EUA na Segunda Guerra Mundial até então. Na política interna exercia influência de primeira grandeza nos EUA.} 

Movendo-se abaixo na lista: Roosevelt “era tão próximo de Henry Morgenthau... quanto de qualquer homem”*28. Tão perto, de fato, que Franklin faria dele o segundo judeu a ingressar em um gabinete presidencial; ele foi nomeado secretário do Tesouro no início de 1934, servindo até o final da guerra.19  Mais tarde, Henry seria o autor do notório “Plano Morgenthau” — uma política para a virtual destruição da Alemanha do pós-guerra. Isto, novamente, foi um esforço ultrajante fora de linha de um secretário do Tesouro, que formalmente não tem a responsabilidade de conduzir a política externa. Mas isso evidentemente não o impediu de tentar.

{O político judeu Henry Morgenthau Jr (1891-1967), homem central da política dos EUA no século XX e da política e economia mundial. Autor de fraudulento documento da política externa Americana sobre a questão judaica. Ainda, foi autor do notório “Plano Morgenthau” — uma política para a virtual destruição da Alemanha do pós-guerra, o que além de ser uma medida genocida, ainda extrapolava suas atribuições em cargos de economia os quais exercia, evidenciando uma mobilidade de influência muito maior do que a representada nos cargos formais, também representando claramente o conceito de judaísmo internacional.}

Os dois membros mais jovens dos 5 grandes foram Rosenman e Cohen. Apesar de servir como juiz do estado de Nova York, Rosenman também atuou como “chefe redator de discursos de Franklin D. Roosevelt e um conselheiro geral de proeminência”.*29 Ward nota que ele foi “um assessor próximo de 1928 em diante”*30 — isto é, mesmo antes do governo de Franklin D. Roosevelt. O advogado Benjamin Cohen tornou-se um dos principais redatores da vital legislação do New Deal de Roosevelt, que foi seu duradouro legado econômico. Ele claramente tinha a atenção do presidente; Nasaw o chama de “emissário não oficial do juiz Brandeis e Felix Frankfurter.”*31

{Samuel Irving Rosenman (1896-1973) foi um advogado judeu, juiz, ativista do Partido Democrata e redator de discursos presidenciais. Ele cunhou o termo "New Deal" e ajudou a articular políticas liberais durante o auge da coalizão do New Deal. Foi a primeira pessoa a ocupar o cargo de Consultor Jurídico da Casa Branca. Informações gerais a partir da Wikipedia.}

Mas, mais importantemente, Cohen foi o principal arquiteto e executor do infame plano de ‘bases para contratorpedeiros’ de meados ao final de 1940. Naquela época, a Grã-Bretanha estava em plena guerra e precisava desesperadamente da assistência militar dos Estados Unidos. Mas como nação neutra e por lei, os EUA eram inábeis para ajudar. Cohen então elaborou um plano pelo qual os Estados Unidos iriam “emprestar” 50 navios de guerra ao Reino Unido em troca do uso de certas bases globais que eles possuíam. “Empregando tecnicismos minuciosos e asserções improváveis ​​sobre a defesa nacional, o memorando [de Cohen] estendeu a lei, criando uma brecha ampla o suficiente para cinquenta navios de guerra passarem a caminho de ingressar na Marinha Real,” diz Shogan.*32 Buscando aprovação legal para esta ação flagrantemente ilegal, Roosevelt recorreu ao... juiz Frankfurter. E para surpresa de ninguém, o juiz conferiu sua benção. Os britânicos, é claro, ficaram eufóricos. Para os alemães, este foi um verdadeiro ato de guerra dos nominalmente neutros americanos. Mais fatalmente, parece ter sido decisivo para a causa de Hitler a assinar um pacto de defesa mútua com o Japão em outubro de 1940; foi esse acordo que desencadearia a declaração de guerra da Alemanha aos Estados Unidos após o ataque a Pearl Harbor.

{Benjamin Victor Cohen (1894-1983) foi um advogado judeu e que atuou como advogado do Movimento Sionista Americano de 1919 a 1921, período em que também atuou como advogado sionista na Conferência de Paz de Paris de 1919. Posteriormente foi membro das administrações de Franklin D. Roosevelt e Harry S. Truman, cuja carreira no serviço público abrangeu desde o início do New Deal até o período posterior à Guerra do Vietnã.}

Além dos grande 5, vários outros judeus desempenharam papéis influentes. Bernard Baruch, outro remanescente wilsoniano, era consultor financeiro em meio período e “confidente proeminente” tanto de Franklin D. Roosevelt quanto de Churchill.20  Jerome Frank foi um assessor próximo, assim como David Niles. James Warburg, filho de Paul, foi um dos primeiros consultores financeiros. Em maio de 1934, Eugene Black foi nomeado presidente do Fed {Banco Central dos EUA} e Jesse Straus foi nomeado embaixador na França – mesmo quando seu sobrinho, Nathan Straus Jr., passou a chefiar a Autoridade de Habitação dos Estados Unidos. William Bullitt, um quarto de {ancestralidade} judaica, recebeu dois cargos importantes de embaixador: primeiro na União Soviética e depois, durante a guerra, na França.21 Laurence Steinhardt, que tanto ajudou com o financiamento da campanha, foi premiado com uma série de cargos de embaixador durante o mandato de Franklin D. Roosevelt. O velho amigo de Franklin, Herbert Lehman, foi nomeado chefe do novo Office of Foreign Relief and Rehabilitation {Escritório de Assistência Estrangeira e Reabilitação} em 1943. Herbert Feis foi um influente consultor econômico do Departamento de Estado. Abe Fortas serviu como Subsecretário do Interior. Charles Wyzanski era procurador-geral do Departamento do Trabalho. Mordecai Ezekiel foi assessor econômico do secretário de Agricultura. David Lilienthal tornou-se presidente da TVA {Tennessee Valley Authority}. Outros judeus, como Sidney Hillman e Rose Schneiderman, surgiram como importantes conselheiros em questões trabalhistas.

            Mesmo alguns membros não judeus da equipe de Franklin D. Roosevelt tinham conexões semíticas. A esposa do antigo secretário de Estado Cordell Hull, Frances Witz, era judia. O mesmo aconteceu com a esposa do arquiteto do New Deal e confidente próximo Harry Hopkins (Ethel Gross). Nós podemos ter certeza de que simpatizavam com a causa judaica. Em suma, pode-se entender muito bem a motivação dos críticos de Roosevelt, que desprezaram e escarneceram seu governo como o “Acordo Judeu”.22

Sobre o segundo ponto, é incontroverso que os americanos esmagadoramente queriam evitar a guerra. Em um discurso de rádio de 23 de abril de 1941, o principal advogado antiguerra, Charles Lindbergh, condenou o curso de ação “ao qual mais de 80% de nossos cidadãos se opõem”. Em um discurso no mês anterior, o congressista Hamilton Fish afirmou que “algo entre 83 e 90 por cento das pessoas, de acordo com as várias pesquisas do Gallop, são opostas à nossa entrada na guerra, a menos que sejamos atacados”23. Os dados apoiaram tais afirmações. De acordo com pesquisas conduzidas em junho e julho de 1940, entre 81 e 86% dos entrevistados preferiam “ficar de fora” de uma guerra, caso ela viesse ao voto.24 Outra pesquisa em julho de 1941 registrou um número de 79%.25 O maior número registrado veio um pouco anteriormente, em um relatório publicado em meados de 1938; quando questionados “Se outra guerra como a [I] Guerra Mundial se desenvolver na Europa, os Estados Unidos deveriam tomar part novamente?”, 95% dos entrevistados responderam “Não”.26 Tais números geralmente se mantiveram direto até o ataque a Pearl Harbor.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas:

*21 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Scholnick, M., The New Deal and Anti-Semitism in America, Taylor and Francis, 1990, p. 193.

*22 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Michael, R., A Concise History of American Anti-Semitism, Rowman & Littlefield, 2005, p. 178.

*23 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Herzstein, R., Roosevelt and Hitler, J. Wiley, 1989, p. 40.

*24 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 72.

*25 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 83.

*26 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 105.

*27 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 86.

17 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Isso remete à caracterização semelhante de Baruch durante a Primeira Guerra Mundial.

18 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Veja Leutze, J., “The secret of the Churchill-Roosevelt correspondence.” Journal of Contemporary History, 10(3), 1975, pp 469-470.

*28 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 32.

19 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O primeiro membro judeu do gabinete, como nos lembramos, foi Oscar Straus, escolhido pelo primo de Franklin, Theodore, lá em 1906.

*29 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 9.

*30 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ward, G., A First-Class Temperament, Harper & Row, 1989, p. 254.

*31 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358.

*32 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 152.

20 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Veja Makovsky, M., Churchill’s Promised Land, Yale University Press, 2007, p. 216.

21 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): A ascendência de Bullitt é um tanto enigmática. Sua mãe, Louisa Horowitz, era aparentemente, pelo menos em parte, de origem judaica. O pai dela, Orville Horowitz, descendia da família Salomon, que era inequivocamente judaica. A mãe dela, Maria Gross, provavelmente tinha uma ascendência judaica mista. No entanto, não há dúvida sobre onde residiam as suas simpatias: “Bullitt [é] nosso amigo”, escreveu Weizmann em 1938 (citado em Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358).

22 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Embora tenha causado escândalo na época, tal nível de influência judaica é lugar comum hoje em dia — com três dos nove juízes da Suprema Corte sendo judeus (Kagan, Breyer, Ginsburg), inúmeras nomeações para cargos de nível ministerial e incontáveis ​​cargos subordinados. Apenas nas três últimas administrações presidenciais, os ocupantes de cargos de nível ministerial judeus ou de ascendência judaica incluem, no mínimo, os seguintes nomes: M. Albright, L. Aspin, C. Barshefsky, S. Bodman, J. Bolten, A. Card, M. Chertoff, W. Cohen, R. Emanuel, M. Froman, J. Furman, T. Geithner, D. Glickman, M. Kantor, J. Kerry, A. Krueger, J. Lew, M. Markowitz, M. Mukasey, P. Orszag, P. Pritzker, R. Portman, R. Reich, R. Rubin, S. Schwab, M. Spellings, J. Stiglitz, L. Summers, J. Yellen e R. Zoellick. Esta lista não inclui outros, como Samantha Power, que têm cônjuge judeu (Cass Sunstein). Também não inclui os presidentes do Federal Reserve — um cargo de grande poder, ocupado por Ben Bernanke e Alan Greenspan ao longo dos últimos anos e, atualmente, por Janet Yellen.

23 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ambas as citações são de John C. Chalberg (ed.), Isolationism, Greenhaven, 1995, páginas 192-193.

24 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 4(4), December 1940: 714.

25 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 5(4), Winter 1941: 680.

26 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 2(3), July 1938: 388.

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Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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