quarta-feira, 1 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.2 - As Revoluções Judaicas - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.1 - contexto pós-Primeira Guerra Mundial -  por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

David Skrbina 


As Revoluções Judaicas

Com a queda do czar Nicolau em março de 1917 e com a revolução bolchevique de outubro do mesmo ano, os revolucionários judeus tornaram-se particularmente ativos na Europa Oriental e Central. Cheios de sucesso na Rússia, eles esperavam duplicar os eventos em outros países. Ben-Sasson fornece uma conta tipicamente discreta:

As novas forças que emergiram em muitos países [...] abriram novos horizontes de atividade para estadistas judeus de propensão liberal-democrática, particularmente aqueles com visões radicais-revolucionárias. [...] Os judeus também eram extremamente ativos nos partidos socialistas que chegaram ao poder ou alcançaram importância política em muitos países europeus. Eles foram ainda mais proeminentes nos partidos comunistas que se separaram dos socialistas [...] Em suma, nunca antes na história da Europa tantos judeus desempenharam um papel tão ativo na vida política e preencheram papéis tão influentes[...]*10

Em outras palavras, anarquistas e comunistas militantes judeus (“novas forças”) conduziram uma insurreição violenta (“novos horizontes de atividade”) com o objetivo de derrubar os governos governantes e instalar regimes liderados por judeus. Bermant*11 confirma este ponto:

“a maioria dos principais revolucionários que convulsionaram a Europa nas últimas décadas do último século [19] e nas primeiras décadas do século [20], provinham de prósperas famílias judias”.

Novamente, isso está se mantendo com a tendência de longa data da rebelião judaica.

Não que algo disso fosse novidade; os principais políticos da época conheciam isso bem. Lord Balfour, por exemplo, uma vez observou ao assessor de Wilson, Edward House, que “quase todo o bolchevismo e distúrbios de natureza semelhante são diretamente rastreáveis aos judeus do mundo. Eles parecem determinados a ter o que querem ou perturbar a civilização presente.”[1]

Considere a Hungria, por exemplo. Lá, um judeu húngaro chamado Béla Kun (Kohn) fundou e liderou a ala local do Partido Comunista Russo no início de 1918, que mais tarde se tornou uma entidade independente. Juntamente com os colegas judeus Matyas Rakosi (Roth/Rosenfeld) e Otto Korvin (Klein), o partido de Kun organizou numerosas greves e conduziu ataques violentos e subversivos contra o presidente Karolyi e os social-democratas no poder. Em março de 1919, Karolyi resignou e o Partido Social Democrata propôs uma aliança de necessidade com os comunistas de Kun, na esperança de alavancar suas conexões com os bolcheviques russos. Kun concordou com a proposta, com a condição de que o governo se restabelecesse como a “República Soviética Húngara”, a qual foi feita.

Kun dominou o novo governo, ocupando muitos assentos do topo com judeus; conforme Muller explica,*8 “Dos 49 comissários do governo, 31 eram de origem judaica”. Ele evitou uma tentativa de golpe em junho e depois conduziu o que veio a ser conhecido como o “Terror Vermelho”; era um grupo paramilitar, liderado pelos ideólogos judeus Georg Lukacs e Tibor Szamuely, que perseguia e matava membros da oposição local. Infelizmente para Kun, os conflitos contínuos com a vizinha Romênia levaram à invasão da Hungria, e a prometida ajuda russa nunca se materializou. Kun e seus companheiros judeus foram expulsos em agosto, apenas 133 dias após assumir o poder.

{Da esquerda para direita: Béla Kun (nascido Béla Kohn, 1886-1938) foi um judeu revolucionário marxista, comunista e político húngaro que, em 1919, governou a República Soviética Húngara. Ele serviu no Exército Austro-Húngaro, foi capturado pelo Exército Imperial Russo em 1916 e enviado para um campo de prisioneiros de guerra nos Montes Urais. Na Rússia, Kun aderiu às ideias comunistas e, em 1918, em Moscou, cofundou uma seção húngara do Partido Comunista Russo. Ele tornou-se amigo de Vladimir Lenin e lutou ao lado dos bolcheviques na Guerra Civil Russa. Mátyás Rákosi (nascido Rosenfeld, 1892-1971) foi um judeu marxista, comunista e político húngaro. Rákosi envolvera-se na política de esquerda desde a juventude e, em 1919, foi um comissário de destaque na efêmera República Soviética Húngara. Após a queda do governo comunista, fugiu do país e trabalhou no exterior como agente do Comintern. Foi preso em 1924, após tentar retornar à Hungria e organizar o Partido Comunista na clandestinidade, acabando por passar mais de quinze anos na prisão. Tornou-se uma figura célebre no movimento comunista internacional, e o Batalhão Rákosi — composto majoritariamente por húngaros e integrante das Brigadas Internacionais na Guerra Civil Espanhola — recebeu o seu nome.  Ele serviu inicialmente como Secretário-Geral do Partido Comunista Húngaro, de 1945 a 1948, e posteriormente como Secretário-Geral (cargo mais tarde renomeado para Primeiro-Secretário) do Partido dos Trabalhadores Húngaros, de 1948 a 1956. Ele foi o líder maior da Hungria de 1948 a 1956. Ottó Korvin (nascido Ottó Klein, 1894-1919) foi um judeu marxista, comunista que atuou politicamente na República Soviética Húngara. Ele serviu como chefe do Departamento Político de Assuntos Internos. Após a queda da República Soviética Húngara, Korvin foi preso por forças contrarrevolucionárias e enforcado. György Lukács (nascido Bernát György Löwinger; 1885-1971) foi um judeu acadêmico marxista. Ele foi um dos fundadores do marxismo ocidental, uma tradição interpretativa que se distanciava da ortodoxia ideológica do marxismo soviético. Como parte do governo da efêmera República Soviética Húngara, Lukács foi nomeado Comissário do Povo para a Educação e Cultura. Durante a República Soviética Húngara, Lukács foi um teórico da versão húngara do Terror Vermelho. Lukács tornou-se comissário da Quinta Divisão do Exército Vermelho Húngaro; nessa função, ordenou a execução de oito de seus próprios soldados em Poroszló, em maio de 1919 — fato que ele admitiu posteriormente em uma entrevista. Após a derrota da República Soviética Húngara, for a encarregado de reorganizar clandestinamente o movimento comunista, passando à clandestinidade e fugindo da Hungria para Viena. Tibor Szamuely (1890-1919) foi um judeu marxista e militante político com alto cargo na República Soviética Húngara. Tibor Szamuely, foi líder dos “Meninos de Lenin”. Szamuely foi convocado e lutou como soldado durante a Primeira Guerra Mundial; em 1915, foi capturado pela Rússia. Após a Revolução Russa de Outubro de 1917, ele foi libertado. Em Moscou, organizou um grupo marxista-comunista juntamente com Béla Kun entre os prisioneiros de guerra húngaros. Muitos deles, incluindo Szamuely e Kun, juntaram-se ao Exército Vermelho soviético e lutaram na Guerra Civil Russa. Mais tarde, Szamuely foi para a Alemanha e, em dezembro de 1918, participou da formação da Liga Espartaquista, ao lado de Karl Liebknecht e Rosa Luxemburgo. Ele retornou a Budapeste em 3 de janeiro de 1919 e tornou-se membro do Comitê Central do Partido Comunista Húngaro. Quando o governo soviético húngaro foi dissolvido ele foi para o exílio, mas continuou suas atividades no Comitê Central no exílio, como a participação na organização da ala paramilitar do partido. A República Soviética Húngara durou seis meses. Em 1º de agosto de 1919, Kun partiu para o exílio no momento em que tropas romenas invadiam Budapeste. Após atravessar a fronteira ilegalmente, foi preso pelas autoridades austríacas. Tanto as autoridades húngaras quanto as austríacas relataram que Szamuely havia cometido suicídio com um tiro, embora alguns acreditem que ele tenha sido baleado pelos guardas de fronteira. (Informações gerais a partir da Wikipedia).}

Não foram somente a Rússia e a Hungria que tiveram problemas. “Os judeus tinham um papel proeminente nos partidos comunistas em outros lugares”, explica Bermant.*9 Na Polônia, por exemplo, “cerca de um quarto dos membros do partido e cerca de um terço dos delegados aos congressos do partido eram judeus”. Os comunistas poloneses foram incapazes, no entanto, de gerar força suficiente para derrubar o recém-estabelecido governo de Józef Piłsudski.

Foi na Alemanha, porém, que ocorreram as ações mais significativas, aquelas que teriam um efeito duradouro. Nós necessitamos relembrar os eventos do final da Primeira Guerra Mundial. Num impasse de muito tempo, a guerra tinha se tornado essencialmente uma batalha de atrito desgastante. As forças americanas no terreno em meados do final de 1917 ameaçaram mudar as coisas, mas para os alemães, a frente ocidental geralmente resistiu – até o fim. Em nenhum momento ela recuou para o território alemão. Mas, embora os alemães pudessem resistir, seus aliados não poderiam. A Bulgária e o Império Otomano se renderam no final de outubro de 1918. A Áustria-Hungria se rendeu no início de novembro. Para os alemães, porém, a gota d'água foram seus problemas em casa — com os judeus.

O problema começou com um pequeno motim naval no final de outubro e início de novembro de 1918 nos portos de Kiel e Wilhelmshaven. Um número de marinheiros, trabalhadores e judeus do Partido Social Democrata Independente (USPD) uniram forças para conduzir uma rebelião não violenta contra o Kaiser. Os rebeldes alemães simplesmente queriam que a guerra terminasse, enquanto os rebeldes judeus buscavam o poder; neste sentido, foi uma aliança natural. A “rebelião” – principalmente na forma de greve geral – se espalhou rapidamente, alcançando Munique em questão de dias. Na tentativa de abreviar essa ação, a maioria social-democrata (SPD) convocou a abdicação do Kaiser, momento no qual formariam um governo republicano. Em 9 de novembro, eles prevaleceram; Wilhelm renunciou e uma nova “República Alemã” foi proclamada. Foi essa nova liderança que assinou o acordo de armistício em 11 de novembro, encerrando a guerra.

Os rebeldes do USPD {Partido Social Democrata Independente}, contudo, tinham seus próprios planos. No mesmo dia em que a República Alemã foi criada, eles declararam a formação de uma “República Socialista Livre”. Este grupo tinha uma liderança quase inteiramente judaica: Rosa Luxemburgo, Hugo Haase, Karl Liebknecht (meio judeu), Leo Jogiches, Karl Radek (Sobelsohn) e Alexander Parvus (Gelfand) eram as figuras dominantes. E esses eram apenas os ativistas centrados em Berlim. Em Munique, outros rebeldes judeus estavam conduzindo uma revolução separada e simultânea, com o objetivo de criar um estado comunista bávaro. O principal revolucionário do USPD {Partido Social Democrata Independente} era um jornalista judeu, Kurt Eisner. Em 7 de novembro, ele demandou a abdicação do monarca local, o rei Ludwig III. O rei fugiu no dia seguinte e Eisner declarou-se “ministro-presidente” de um estado bávaro livre.

{Da esquerda para direita: Rosa Luxemburgo (1871-1919) foi uma teórica marxista e revolucionária judia. Ela foi uma importante teórica do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) e, mais tarde, cofundou a Liga Espartaquista e foi uma figura influente no movimento socialista internacional. Libertada da prisão durante a Revolução Alemã de 1918–1919, Luxemburgo cofundou o KPD e tornou-se uma figura central na Revolta Espartaquista de janeiro de 1919 em Berlim. Após a revolta ser esmagada pelos veteranos alemães da Primeira Guerra Mundial e por membros de gurpos paramilitares, Rosa Luxemburgo foi capturada e executada. Hugo Haase (1863–1919) foi um jurista político judeu socialista. Juntamente com Friedrich Ebert, copresidiu o Conselho dos Comissários do Povo durante a Revolução Alemã de 1918–1919. Em outubro de 1919, foi baleado por Johann Voss ao entrar no edifício. Voss foi declarado insano em um prazo de dois dias e internado em um hospital psiquiátrico. Alguns ativistas de esquerda sugeriram que ele era um assassino de aluguel. Karl Paul August Friedrich Liebknecht (1871-1919) foi um político socialista e revolucionário alemão. Líder da ala de extrema-esquerda do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), Liebknecht foi cofundador tanto da Liga Espartaquista quanto do Partido Comunista da Alemanha (KPD), juntamente com Rosa Luxemburgo. Após o início da Primeira Guerra Mundial, ele se opôs veementemente ao apoio do SPD ao esforço de guerra alemão, cofundando a Liga Espartaquista e passando a defender a revolução. Liebknecht foi expulso do partido em 1916 devido às suas posições e preso novamente por liderar uma manifestação antiguerra. Em 1917, a Liga Espartaquista uniu-se ao Partido Social-Democrata Independente (USPD). Liebknecht foi libertado pouco antes da Revolução de Novembro, durante a qual proclamou a Alemanha como uma “República Socialista Livre” a partir do Palácio de Berlim, em 9 de novembro de 1918. Em dezembro, sua proposta de transformar a Alemanha em uma república soviética foi rejeitada pela maioria do Congresso do Reich dos Conselhos de Operários e Soldados; logo depois, ele participou da fundação do Partido Comunista da Alemanha (KPD). Em janeiro de 1919, Liebknecht ajudou a liderar a fracassada Revolta Espartaquista contra a República de Weimar, governada pelo SPD; na sequência, ele e Luxemburgo foram capturados e sumariamente executados por paramilitares anticomunistas. As alegações de que Karl Liebknecht fosse judeu são contestadas. Leon "Leo" Jogiches (1867–1919), também conhecido pelo pseudônimo partidário Jan Tyszka, foi um revolucionário e político marxista de origem judaica, atuante na Polônia, na Lituânia e na Alemanha. Jogiches foi um dos fundadores do partido político conhecido como Social-Democracia do Reino da Polônia e da Lituânia (principal precursor do Partido Comunista da Polônia) em 1893 e uma figura-chave na clandestina Liga Espartaquista na Alemanha — precursora do Partido Comunista da Alemanha — durante os anos da Primeira Guerra Mundial. Companheiro pessoal e aliado político próximo da revolucionária de renome internacional Rosa Luxemburgo por muitos anos, Jogiches foi assassinado em Berlim por forças paramilitares de direita em março de 1919, enquanto investigava o assassinato de Luxemburgo e Liebknecht, ocorrido algumas semanas antes. A Liga Espartaquista liderou a fracassada Revolta Espartaquista, após a qual Luxemburgo e Liebknecht foram mortos por tropas paramilitares. Jogiches foi assassinado na prisão de Moabit, em Berlim, em 10 de março de 1919. Karl Berngardovich Radek (nascido Karol Sobelsohn; 1885–1939) foi um revolucionário e escritor atuante nos movimentos social-democratas polonês e alemão antes da Primeira Guerra Mundial e um líder da Internacional Comunista na União Soviética após a Revolução Russa. Ele ingressou na Social-Democracia do Reino da Polônia e da Lituânia e participou da Revolução Russa de 1905 na Polônia do Congresso. Dois anos depois, foi forçado a fugir para a Alemanha, onde trabalhou como jornalista para o Partido Social-Democrata da Alemanha. Após a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Radek mudou-se para a Suíça e tornou-se colaborador de Vladimir Lenin. Após a Revolução de Fevereiro, Radek ajudou a organizar o retorno de Lenin e de outros revolucionários russos à Rússia. Posteriormente, ajudou a fundar o Partido Comunista da Alemanha após o início da revolução e passou um ano na prisão por seu papel na Revolta Espartaquista. Mais tarde, teria sido morto em um campo de trabalhos forçados por ordem de Stalin. Alexander Israel Helphand (nascido Israel Lazarevich Gelfand, 1867–1924), mais conhecido como Alexander Parvus, foi um teórico marxista, jornalista e ativista de origem judaica que se tornou uma figura de destaque no Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD). Após a eclosão da Guerra Russo-Japonesa em 1904, Parvus publicou no jornal *Iskra* uma série de artigos intitulada "Guerra e Revolução", nos quais argumentava que o conflito levaria a uma revolução na Rússia e que o proletariado russo assumiria o papel de vanguarda da revolução social. Esse trabalho lançou as bases para a teoria da revolução permanente, desenvolvida em conjunto por ele e Trotsky. Parvus ficou mais conhecido por sua colaboração com Leon Trotsky no desenvolvimento da teoria da revolução permanente, por volta de 1905, e por seu papel controverso durante a Primeira Guerra Mundial: ele elaborou um plano para desestabilizar o Império Russo promovendo uma revolução interna, proposta que apresentou ao governo alemão. Com apoio financeiro do governo alemão, ele estabeleceu uma rede para auxiliar os bolcheviques e é amplamente lembrado por sua atuação na organização do retorno de Vladimir Lenin e seus associados do exílio para a Rússia, a bordo do “trem lacrado”, em abril de 1917. Após a tomada do poder pelos bolcheviques em Petrogrado, em novembro de 1917, Lenin não quis a presenção de Parvus, o qual permaneceu na Alemanha, tornando-se um industrial rico e conselheiro político de líderes do início da República de Weimar. Sua trajetória foi marcada por contrastes acentuados entre suas atividades revolucionárias, suas contribuições intelectuais ao marxismo e sua posterior prosperidade e articulações políticas, o que o tornou uma figura enigmática e altamente controversa. Alexander Parvus morreu de ataque cardíaco em sua casa. (Informações gerais a partir da Wikipedia).}

Logo, porém, a sorte de Eisner acabou. Em 21 de fevereiro de 1919, ele foi assassinado por um colega judeu, Anton Arco-Valley. Em poucas semanas, outros judeus do USPD {Partido Social Democrata Independente} recuperaram o poder e estabeleceram uma República Soviética da Baviera – a terceira na Europa, atrás da Rússia e da Hungria. Seu líder era o dramaturgo judeu Ernst Toller. Entre seu grupo estavam os famosos anarquistas judeus Gustav Landauer e Erich Muehsam. Por pura incompetência, o governo de Toller conseguiu ser usurpado por outra facção judaica, liderada por Eugen Levine e o meio-judeu Otto Neurath. Levine tentou instituir um verdadeiro sistema comunista, incluindo seu próprio “Exército Vermelho” modelado nos russos. Mas, mais uma vez, seu sucesso durou pouco. Remanescentes do antigo exército alemão intervieram rapidamente, depondo os comunistas no início de maio.

{Da esquerda para direita: Kurt Eisner (1867–1919) foi um político, revolucionário, jornalista e crítico de teatro judeu. Como jornalista socialista, organizou a revolução socialista que derrubou a monarquia dos Wittelsbach na Baviera em novembro de 1918, o que o levou a ser descrito como "o símbolo da revolução bávara". Posteriormente, Eisner proclamou o Estado Popular da Baviera, mas foi assassinado por nacionalistas bávaros em fevereiro de 1919. Ernst Toller (1893-1939) foi um escritor, dramaturgo, político de esquerda e revolucionário judeu, conhecido por suas peças expressionistas. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, alistou-se como voluntário no Exército Alemão. Após servir por 13 meses na Frente Ocidental, sofreu um colapso físico e psicológico total. Juntamente com importantes anarquistas, como B. Traven e Gustav Landauer, e com o seu partido — o Partido Social-Democrata Independente da Alemanha (USPD) —, Toller participou da efêmera República Soviética da Baviera em 1919. Ele atuou por seis dias como presidente dessa república e, posteriormente, assumiu o comando de seu exército. Foi preso por cinco anos devido à sua participação na resistência armada da República Soviética da Baviera contra o governo central em Berlim. Cometeu suicídio em maio de 1939. Gustav Landauer (1870–1919) foi um escritor e revolucionário anarquista judeu. Como um dos principais teóricos do anarquismo na Alemanha na virada do século XX, ele defendia uma forma de socialismo libertário que rejeitava tanto o capitalismo quanto o materialismo histórico marxista. Da década de 1890 até a Primeira Guerra Mundial, Landauer foi a figura central do jornal Der Sozialist. Em 1908, fundou a Socialist Bund (Liga Socialista), uma associação de grupos autônomos destinada a prefigurar uma futura sociedade libertária por meio de assentamentos cooperativos. Pacifista convicto, Landauer opôs-se à Primeira Guerra Mundial e defendeu uma greve geral para impedi-la. Durante a Revolução Alemã de 1918–1919, Landauer foi convidado por Kurt Eisner a ir a Munique. Participou da proclamação da República Soviética da Baviera em abril de 1919 e integrou seu primeiro e efêmero conselho de deputados do povo como Comissário de Esclarecimento e Instrução Pública. Quando a república foi esmagada pelas tropas governamentais, Landauer foi preso e assassinado na prisão de Stadelheim. Erich Mühsam (1878-1934) foi um ensaísta, poeta e dramaturgo anarquista e antimilitarista judeu. Ele ganhou destaque ao final da Primeira Guerra Mundial como um dos principais agitadores em prol de uma República Soviética da Baviera federada, causa pela qual cumpriu cinco anos de prisão. Também artista de cabaré, alcançou projeção internacional durante a República de Weimar com obras que, antes da ascensão de Adolf Hitler ao poder em 1933, condenavam o nazismo e satirizavam o futuro ditador. Mühsam morreu no campo de concentração de Oranienburg, em 1934. Eugen Leviné (1883-1919) foi um revolucionário comunista judeu e um dos líderes da efêmera Segunda República Soviética da Baviera. Nascido no Império Russo e tendo estudado no Império Alemão, ele manteve vínculos com a Rússia. Leviné retornou à Rússia para participar da fracassada revolução de 1905 contra o Czar. Por suas ações, foi exilado na Sibéria. Mais tarde, fugiu para a Alemanha, onde iniciou estudos na Universidade de Heidelberg e casou-se em 1915. Serviu brevemente no Exército Imperial Alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Após o fim da guerra, Leviné ingressou no Partido Comunista da Alemanha (KPD), sob a liderança de Paul Levi; este enviou primeiro Max Levien, em dezembro de 1918, e depois Leviné — inicialmente para a Alta Silésia, a fim de conter uma revolta, e posteriormente, em março de 1919, para Munique, com o objetivo de organizar o KPD localmente e ajudar a criar uma república socialista na Baviera. Nem Levien nem Leviné possuíam muita experiência revolucionária. A república durou apenas algumas semanas, sendo rapidamente substituída por uma república de estilo soviético após o assassinato de Kurt Eisner, então líder do Partido Social-Democrata Independente da Alemanha (USPD). O governo da nova república durou apenas seis dias, devido à liderança ineficaz do dramaturgo judeu-alemão Ernst Toller. Em abril de 1919, um "Exército Vermelho", liderado por Leviné e sem ordens ou aprovação do KPD, venceu confrontos contra as tropas de Toller e estabeleceu uma segunda república soviética sob a liderança de Leviné, que então recebeu aprovação e apoio diretamente de Lênin. O Exército Alemão, auxiliado pelos Freikorps e contando com uma força de aproximadamente 39.000 homens, invadiu e reconquistou rapidamente Munique em 3 de maio de 1919. Leviné participou pessoalmente dos combates de rua contra essas forças. Ele foi executado por fuzilamento na prisão de Stadelheim, em junho de 1919, aos 36 anos de idade. Otto Karl Wilhelm Neurath (1882-1945) foi um filósofo da ciência, sociólogo e economista político austríaco de origem judaica. Em 1918, tornou-se diretor do Deutsches Kriegswirtschaftsmuseum (Museu Alemão de Economia de Guerra) em Leipzig. Neurath filiou-se ao Partido Social-Democrata Alemão entre 1918 e 1919 e dirigiu um escritório de planejamento econômico central em Munique. Com a derrota da República Soviética da Baviera, Neurath foi preso, mas retornou à Áustria após intervenção do governo austríaco. Durante o período em que esteve preso, escreveu Anti-Spengler, uma crítica contundente à obra A Decadência do Ocidente, de Oswald Spengler. Neurath faleceu repentina e inesperadamente, vítima de um derrame, em dezembro de 1945. (Informações gerais a partir da Wikipedia).}

As coisas não terminaram bem para os rebeldes judeus. Levine foi capturado e executado, como foi Landauer. Toller, Muehsam, Radek, Parvus e Neurath conseguiram escapar. Luxemburgo e Liebknecht foram baleados por soldados alemães em janeiro de 1919, e Jogiches morreu sob circunstâncias misteriosas em março. Haase foi morto por um trabalhador perturbado em novembro do mesmo ano.

Mas isso estava longe do fim de sua influência na Alemanha. O USPD {Partido Social Democrata Independente} foi reconstituído como o Partido Comunista Alemão (KPD), sob a liderança de Paul Levi. Enquanto isso, o governante SPD {Partido Social-Democrata} juntou forças com o moderado Partido Democrático Alemão (DDP), reunindo-se em janeiro de 1919 na cidade de Weimar para criar uma forma constitucional de governo. Os judeus estavam na frente e no centro em ambos os partidos: Otto Landesberg, Eduard Bernstein e Rudolf Hilferding no SPD {Partido Social-Democrata}, e Walter Rathenau no DDP {Partido Democrático Alemão}; Rathenau acabou sendo nomeado ministro das Relações Exteriores da Alemanha.9 Seu colega judeu, Hugo Preuss, escreveu a constituição de Weimar. Essa influência judaica foi bem descrita por um jornalista americano filo-semita e vencedor do Prêmio Pulitzer, Edgar Mowrer. Escrevendo em 1933, ele observou que

“[...] um grande número de judeus entrou no Partido Social Democrata [SDP], que herdou o poder como resultado da Revolução [de novembro]. Outros judeus se juntaram ao Partido Democrata [DDP], um grupo que certamente não perdeu nenhuma chance de favorecer os interesses do comércio, da banca e da bolsa de valores…*10

É interessante que então, como agora, eles parecem ter coberto todas as bases: judeus liberais de esquerda dominavam o SPD {Partido Social-Democrata}, e judeus capitalistas de direita dominavam o DDP {Partido Democrático Alemão}. Assim, independentemente de qual partido emergisse com o controle, os judeus retinham influência. Confirmando minhas declarações anteriores, Mowrer acrescentou que “vários líderes revolucionários sem rodeios, Rosa Luxemburgo em Berlim, Erich Muehsam e Ernst Toller em Munique, eram judeus”. Ele continuou:

Na política do pós-guerra, qualquer número de judeus ascendia à liderança. Tanto no Reich como nos Estados Federais, os judeus, particularmente os social-democratas, tornaram-se ministros de gabinete. Na burocracia, os judeus ascenderam rapidamente a posições de liderança e, até cerca de 1930, seu número parecia aumentar.

Resumindo a situação, ele observou:

“[...] em suma, depois da Revolução, os judeus vieram para a Alemanha para desempenhar na política e na administração o mesmo papel considerável que eles tinham previamente conquistado pela concorrência aberta nos negócios, comércio, bancos, imprensa, nas artes, nas ciências e na vida intelectual e cultural do país”.*11

            A nova República de Weimar foi devidamente assinada em agosto de 1919. Sem surpresa, foi notavelmente amigável com os judeus alemães, removendo todos os resquícios de obstruções legais e concedendo-lhes acesso total aos negócios, academia e governo – o próprio processo que Mowrer descreveu. Conforme diz Lavsky,*12 “toda a discriminação remanescente foi abolida e não houve restrições à participação na vida pública alemã”. O papel vital desempenhado pelos judeus de Weimar é explicado concisamente por Walter Laqueur:

“Sem os judeus não teria havido a ‘cultura de Weimar’ – nesse sentido, as reivindicações dos antissemitas, que detestavam essa cultura, eram justificadas. Eles estavam na vanguarda de cada novo movimento revolucionário ousado. Eles se destacaram entre os poetas expressionistas, entre os romancistas da década de 1920, entre os produtores teatrais e, por um tempo, entre as figuras líderes do cinema. Eles eram donos dos principais jornais liberais, como o Berliner Tageblatt, o Vossische Zeitung e o Frankfurter Zeitung, e muitos editores também eram judeus. Muitas das principais editoras liberais e de vanguarda estavam nas mãos de judeus (S. Fischer, Kurt Wolff, os Cassirers, Georg Bondi, Erich Reiss, a Malik Verlag). Muitos dos principais críticos de teatro eram judeus e dominavam o entretenimento leve.”*13

Laqueur, contudo, não explica que a celebrada “cultura Weimar” talvez fosse mais conhecida por sua licenciosidade, promiscuidade e depravação moral geral.10  “Eles se estabeleceram nas universidades, no serviço público, no direito, nos negócios, nos bancos e nas profissões liberais”, acrescenta Lavsky:

“Certas esferas foram virtualmente monopolizadas pelos judeus, e sua contribuição para o jornalismo, literatura, teatro, música, artes plásticas e entretenimento era considerável.”

Foi exatamente essa centralidade dos judeus na sublevação social, na Revolução de novembro e na nova República de Weimar que levou três ativistas e intelectuais alemães – Anton Drexler, Gottfried Feder e Dietrich Eckart – a fundar o Deutsche Arbeiterpartei (DAP) em janeiro de 1919. Este seria o precursor do DAP nacional-socialista (NSDAP), ou Partido Nazista. Um de seus primeiros recrutas foi um ex-soldado de 30 anos, Adolf Hitler.

Em Mein Kampf, Hitler descreve em detalhes dolorosos e pessoais como os jovens alemães foram lutar e morrer nas linhas de frente, mesmo quando os ativistas e rebeldes judeus minavam o governo imperial em casa. Chamando-os de “criminosos grisalhos”, ele acrescenta que, o tempo todo, “esses criminosos perjurados estavam se preparando para uma revolução” (I.5).11 Após uma licença médica do front em outubro de 1916, ele descreve a situação em Munique:

Raiva, descontentamento, reclamações chegavam aos ouvidos de qualquer um onde quer que fosse. … Os escritórios administrativos eram administrados por judeus. Quase todo balconista era judeu e todo judeu era balconista. … No mundo dos negócios a situação era ainda pior. Aqui os judeus realmente se tornaram “indispensáveis.” Como sanguessugas, eles sugavam lentamente o sangue dos poros do corpo nacional. … Portanto, já em 1916-1917, praticamente toda a produção estava sob o controle das finanças judaicas. (I.7)

Hitler voltou ao front em março de 1917 e foi atingido por um ataque com gás mostarda em outubro do ano seguinte. O gás queimou gravemente seus olhos, levando-o a um hospital militar para recuperação. Foi lá que ele ouviu pela primeira vez sobre a revolução. A judaico-marxista “gangue de criminosos desprezíveis e depravados” havia liderado a derrubada do imperador e estava tentando tomar o poder direto. Suas revoltas seriam transitórias, mas o regime de Weimar, influenciado pelos judeus, logo assumiria o controle da nação, e isso dificilmente seria melhor. Foram esses eventos que levaram Hitler a se tornar politicamente ativo.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua ...

Notas:

*10 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Haim Hillel Ben-Sasson, A History of the Jewish People, Harvard University Press, 1976, página 943.

*11 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Chaim Bermant, The Jews, Times Books, 1977, página 160.

[1] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): citado em M. MacMillan, Paris 1919, Random House, 2003, pp. 414-415.

*8 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): J. Muller, Capitalism and the Jews, Princeton University Press, p. 153.

*9 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Chaim Bermant, The Jews, Times Books, 1977, página 172.

9 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Até seu assassinato em junho de 1922.

*10 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): E. Mowrer, Germany Puts the Clock Back, William Morrow, 1933, p. 227.

*11 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): E. Mowrer, Germany Puts the Clock Back, William Morrow, 1933, p. 228.

*12 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): H. Lavsky, Before Catastrophe, Wayne State University Press, 1966, p. 41.

*13 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): W. Laqueur, Weimar: A Cultural History, Putnam, 1974, p. 73.

10 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Para um relato, veja

L. Darkmoon, “The sexual decadence of Weimar Germany”, 2013, www.darkmoon.me. Veja também A. Bryant, Unfinished Victory. Macmillan, 1940, pp. 142-145.

11 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Na minha notação, (I.5) refere-se ao Volume I, capítulo 5. Eu uso a tradução de Murphy.


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https://www.inconvenienthistory.com/6/2/3294

Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Nossa herança ariana 1 - Recuperação do cadáver de Teseu e as honras fúnebres

 



            Escreveu o historiador e filósofo platônico Plutarco de Queroneia (46 d.C.-120d.C) sobre o que se passou em Atenas ao redor de 476-475 a.C. quando o estadista e general ateniense, filho de Milcíades, herói da Batalha de Maratona, foi encarregado de encontrar o corpo de lendário herói Teseu. No contexto, somente após, e não antes, de Atenas ser liberada por Teseu da pilhagem e violência dos salteadores, a antes incapaz facção citadina ateniense de precursores da democracia vociferou contra o heroísmo e a favor do voto democrático, e aproveitando-se da ausência de Teseu conspirou contra este. Teseu preferiu se auto exilar e refugiou-se na ilha de Ciro, onde o rei local, Licomedes, com receio da liderança de Teseu, traiu-o empurrando-o de um penhasco. Teseu, cuja vida se confunde entre o mito e a história, foi o libertador de Atenas da brutalidade das hordas de bestiais e cruéis errantes descendentes do colapso civilizatório da Idade do Bronze, ainda que com seus méritos e deméritos, traz o inconfundível fulminante brilho e magnanimidade arianas, em que homens se fazem sobrehumanos, resplandecendo com o heroísmo a imortalidade que trazem na própria alma. Conta Plutarco:

Depois das Guerra Médicas, sendo arconte Fedón e com motivo de uma consulta dos atenienses, a Pítia lhes prescreveu recobrar os ossos de Teseu e, depositando-os com grandes honras entre eles, conservá-los, Mas havia dificuldades para encontrar a Tumba e resgatá-los, devido á insociabilidade e barbárie dos dólopes.

Agora bem, Cimon, quando se apoderou da ilha, segundo se tem escrito no livro concernindo àquele, e enquanto punha todo seu empenho em descobri-la, no entanto uma águia picotava com seu bico, segundo dizem, certo lugar com forma de colina e o arranhava com suas garras por alguma divina casualidade, compreendeu o sinal e escavou. E foi encontrado o féretro de um corpo de grande tamanho e, a seu lado, uma lança de bronze e uma espada.

Conduzidos estes por Cimon em seu trirreme com grande alegria os receberam os atenienses, em meio de vistosas procissões e magníficos sacrifícios, seguros de que era ele quem retornava à cidade.

Jaz no centro da cidade, junto ao atual ginásio e sua tumba é lugar de refúgio para a servidão e para todos os débeis e quantos têm medo aos mais poderosos, posto que também Teseu foi amparo e defensor e acolhia com grande humanidade as súplicas dos mais débeis.

Tradução por Mykel Alexander

 

Os feitos de Teseu, em uma kílix ática de figuras vermelhas, c. 440–430 a.C. (Museu Britânico)

Fonte: PLUTARCO, VIDAS PARALELAS, tomo I/VIII, editorial Gredos, introdução geral, tradução e notas por Aurelio Pérez Jiménez, Madrid, 1985;

Mykel Alexander possui Licenciatura em História (Unimes, 2018), Licenciatura em Filosofia (Unimes, 2019) e Bacharel em Farmácia (Unisantos, 2000).

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quarta-feira, 24 de junho de 2026

{Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 5 - testemunho da Dra. Ada Bimko - por William B. Lindsey

Continuação de {Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 4 - testemunho do Dr. Charles Sigismund Bendel - por William B. Lindsey

William B. Lindsey

A prática bastante eficaz das Nações Unidas de apresentar declarações juramentadas em vez de testemunhas que pudessem ser interrogadas foi novamente utilizada no caso da segunda “testemunha” do Tribunal Militar Britânico em Lüneburg, a Dra. Ada Bimko. Sendo indisposta devido a uma “angina aguda”, ela não pôde comparecer perante o Tribunal Curiohaus como fizera em Lüneburg, mas seu testemunho foi apresentado na forma das duas declarações juramentadas que ela já havia apresentado em Lüneburg. Uma dessas declarações juramentadas afirmava que o gás Zyklon B, proveniente de um cilindro, era conduzido por canos para dentro e para fora dos chuveiros para matar as vítimas desavisadas, que estavam esperando tomar um banho.50 A Dra. Bimko estava bastante convicta de sua afirmação, desde que ela não observara ralos no chão dos chuveiros, o que os caracterizava, sem dúvida, como “câmaras de gás”. Ela jurou que os registros do campo, mantidos secretamente pelos próprios prisioneiros e que ela havia examinado, mostravam que cerca de 4.000.000 de pessoas haviam sido cremadas. Ela também jurou que um Unterscharführer da SS, cujo nome ela havia esquecido, mas que era membro da equipe médica do campo, havia lhe mostrado a “câmara de gás crematória”. Ela também referiu cinco crematórios em Birkenau.

{Hadassa Bimko Rosensaft (1912-1997), também conhecida como Ada Bimko, que trabalhava em Auschwitz como prisioneira judia, conforme explicou William B. Lindsey, jurou que os registros do campo de concentração de Auschwitz, mantidos secretamente pelos próprios prisioneiros, e que ela própria havia examinado, mostravam que cerca de 4.000.000 de pessoas haviam sido cremadas. Seus depoimentos, embora sem corroborar os posteriores exames técnicos e históricos, contribuíram enormemente para a narrativa do denominado holocausto.}

A Dra. Ada Bimko era uma médica judia de Sosnowitz, Polônia, que tinha estado em Auschwitz. Seus depoimentos são povilhados de expressões como “foi dito” e “eles disseram”. No sexto dia do Tribunal de Lüneburg, ela admitiu que, antes de ser transferida para o campo de trânsito de Bergen-Belsen, ela tinha estado como responsável no comando pelo hospital para detentos de Birkenau, na Seção B-3 (“Mexiko”), um cargo de considerável responsabilidade. Muito provavelmente, ela se encontrava na mesma posição precária que o Dr. Bendel — tentando cumprir penitência suficiente com os serviços prestados para aplacar a ira de seus correligionários — e ela prosseguiu, obedientemente, acrescentando adendos em seus depoimentos. Há quatro adendos em um único depoimento! Essa manobra penitencial funcionou em muitos, talvez até na maioria dos casos. Assim, foi ainda mais notável quando, ocasionalmente, falhou, como no caso do Dr. Rezsoe (Rudolf) Kastner, do Comitê de Auxílio Sionista de Budapeste.

Na pressa e no desejo de satisfazer seus interrogadores, a Dra. Bimko, impensadamente, prestou um serviço aos revisionistas históricos posteriores. Ela descreveu, na verdade, não os crematórios I e II de Birkenau, que sem dúvida eram crematórios, mas os edifícios que os alemães descreviam como “Badeanstalt für Sonderaktion”, comumente referidos pelos historiadores do Holocausto como crematórios III e IV de Birkenau. A descrição dada pela Dra. Bimko soa, para quem a viu, muito semelhante à descrição da instalação de chuveiros em Dachau51 — um teto de concreto com fileiras de jatos de água, ou seja, uma banheiro com chuveiro!

O depoimento de Alfred Zaun, o chefe de contabilidade da Tesch und Stabenow, estabeleceu as quantidades de Zyklon B encomendadas por eles para diversos usuários (Tabelas I-III). Os dados disponíveis referem-se a 1942 e 1943, desde que, como tem sido notado, após 1943 todos os usuários do governo alemão passaram a receber o Zyklon B do Hauptsanitaetspark {Parque Sanitário Principal} da Wehrmacht em Berlim. Esse novo acordo de fornecimento, portanto, teve início cerca de dois meses antes da chegada do Dr. Bendel a Birkenau!

Em 1942, a Tesch und Stabenow encomendou um total de 79.069,9 kg de Zyklon B; em 1943, 119.458,4 kg. Esse montante incluiu um total de 9.131,6 kg destinados a todos os campos em 1942 e 18.302,9 kg em 1943. O complexo de Auschwitz recebeu 7.500 kg em 1942 e 12.000 kg em 1943. Simultaneamente, o Wehrmacht Hauptsanitaetspark {Parque Sanitário Principal} em Berlim52 — que, a partir de 1943, passou a abastecer todos os órgãos governamentais usuários — recebeu 11.232,0 kg em 1942 e 19.982,0 kg em 1943; quantidades que, em ambos os anos, superaram o total combinado destinado aos campos de concentração. Essas encomendas do governo alemão tiveram prioridade sobre outros pedidos: 5.794 kg em 1942 e 12.004 kg em 1943 provenientes da Noruega, bem como 7.052,5 kg em 1942 e 10.000,5 kg solicitados pelo Exército finlandês em 1943.

Por mais enormes que essas quantidades sejam na luz de sua capacidade inquestionável de matar seres humanos53, elas eram insuficientemente pequenas quando consideradas à luz da imensa tarefa de fumigação54 e desinfestação necessária apenas para manter epidemias contidas. Como o Zyklon B podia ser sempre muito bem aproveitado, encomendava-se habitualmente uma quantidade do produto muito superior à que poderia ser possível entregar. Era simplesmente impossível obter mais do produto na Alemanha em tempo de guerra, assolada pela escassez, independentemente da necessidade. Pode-se ter uma ideia da dimensão dessa escassez a partir de uma encomenda feita pelo Exército finlandês em 1942: eles solicitaram 15.000 kg e receberam apenas 7.052,5 kg. À medida que a guerra avançava, a escassez se tornava cada vez mais aguda.

O lucro obtido pela Tesch und Stabenow com a venda de Zyklon B para o complexo de Auschwitz foi de 4.500 RM em 1942 e 5.000 RM em 1943 (Tabela III). Esse valor correspondia a cerca de um-dezoito-avos da quantia que, segundo o testemunho de Wilhelm Pook, Sehm lhe dissera que o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher estavam auferindo com tais vendas. Em 1942, a Tesch und Stabenow obteve um lucro líquido total de 113.000 RM e, no ano seguinte, de 143.000 RM. Os lucros brutos provenientes das vendas de Zyklon B adquiridas para os campos de Auschwitz representavam menos de 4% dos lucros líquidos anuais da empresa. Em dólares americanos da época, esses lucros brutos equivaliam a cerca de 1.000 dólares em 1942 e 1.250 dólares em 1943. As vendas de Zyklon B para Auschwitz, portanto, não foram um fator relevante no enriquecimento do Dr. Tesch e do Sr. Weinbacher. A acusação, agindo como verdadeiros combatentes da “luta de classes,”55 alegou que o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher eram tão gananciosos que fariam qualquer coisa por mais alguns Reichsmarks.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua ...

Notas:

50 Nota de William B. Lindsey: A partir de 30 de agosto de 1944, quando W. H. Lawrence descreveu no New York Times (págs. 1 e 9) a instalação de matança de “River Rouge” no campo de Majdanek, em Lublin (Polônia) — descrita como “quase idêntica àquelas retratadas em filmes americanos” —, a linha de propaganda preferida dos Aliados quanto ao método de assassinato era a de que o gás cianeto de hidrogênio era introduzido a partir de cilindros, através de tubulações, em câmaras disfarçadas de chuveiros. A Dra. Bimko tentou corroborar essa alegação e obteve êxito no Tribunal Britânico de Lüneburg. No julgamento do Dr. Tesch, tornou-se evidente que tal alegação precisava ser abandonada, uma vez que o Zyklon B era um sólido e não fluiria por tubulações! Além disso, ele era armazenado em latas relativamente pequenas, e não em cilindros de gás. O cianeto de hidrogênio é um líquido à temperatura ambiente e vaporiza-se lentamente, a menos que seja aquecido. (Veja a nota 30.)

O professor Karl Schwartz testemunhou que, até onde ele sabia, o cianeto de hidrogênio líquido em cilindros estava disponível apenas nos Estados Unidos. Naquela época, os alemães ainda produziam todo o seu cianeto de hidrogênio — um intermediário químico essencial — reagindo cianeto de sódio com ácido sulfúrico. (Veja a nota 16.) Esse processo era realizado no local e no momento em que o produto era necessário. É inevitável questionar a nacionalidade dos interrogadores da Dra. Bimko, bem como a história contada por Kurt Gerstein sobre os cilindros de cianeto de hidrogênio que ele teria enterrado na Polônia, em vez de entregá-los em Majdanek para alegados experimentos de extermínio.

Após o julgamento do Dr. Tesch e do Sr. Weinbacher, a história de que o gás Zyklon B (cianeto de hidrogênio) era administrado a partir de um cilindro de gás comprimido, passando por tubulações até um chuveiro para matar pessoas, foi deixada de lado e morreu de negligência!

51 Nota de William B. Lindsey: Na época do testemunho do Dr. Bimko, era firmemente mantido pelos acusadores da Alemanha que o chuveiro em Dachau era uma "câmara de gás" usada para matar milhares de judeus. Investigações posteriores dessa instalação — visível até hoje — comprovaram, sem a menor sombra de dúvida, que ela era exatamente o que os alemães haviam afirmado desde o início: um chuveiro! (Hoje em dia, nem mesmo os historiadores do "Holocausto" alegam que pessoas tenham sido gaseadas em Dachau.) O projeto desse chuveiro é semelhante ao dos tipos de instalações recomendados por Puntigam e outros para operações de desinfestação. Com tais achados, a reputação de Dachau — tanto durante a guerra quanto no período imediatamente posterior — como o pior de todos os campos era não mais viável para a propaganda das Nações Unidas; e seus olhares voltaram-se, por necessidade, para o Leste.

52 Nota de William B. Lindsey: A Wehrmacht manteve um verdadeiro “cordon sanitaire” na Polônia para proteger suas tropas contra o tifo. O pessoal que cruzava essa linha de leste para oeste era obrigado a tomar banho e passar por exames, enquanto suas roupas eram fumigadas com gás Zyklon B, caso estivesse disponível. Esse procedimento de descontaminação era essencialmente o mesmo utilizado com os prisioneiros dos campos.

53 Nota de William B. Lindsey: 70 mg (0,07 g) de gás Zyklon B por ser humano de porte médio. (Ver nota 9)

54 Nota de William B. Lindsey: O desenvolvimento da câmara de fumigação com Zyklon B estendeu-se pelas duas Guerras Mundiais e dependeu quase inteiramente do perigo de epidemias de tifo maculoso, transmitido por piolhos. Essas câmaras eram, portanto, conhecidas e denominadas “câmaras de desinfestação com cianeto de hidrogênio” (“Blausaeure-Entlausungs-kammer”). Diante da absoluta necessidade de tais câmaras e de um agente fumigante letal (sempre escasso) em tempos de guerra, foi projetada a câmara de desinfestação DEGESCH. Ela permitia a introdução segura da lata selada de Zyklon B, no tamanho necessário para o volume da câmara de fumigação. A porta de entrada era selada hermeticamente e a lata aberta por um parafuso operado externamente, que perfurava a lata soldada dentro da câmara selada, permitindo que os grânulos de Zyklon B caíssem sobre uma superfície aquecida (o “Vergasergeraet” [“Gasificador”] ou “fogão”, no jargão dos discípulos do “Holocausto”), garantindo a evaporação do cianeto de hidrogênio líquido dos grânulos. Um ventilador de circulação fazia circular a mistura de ar/Zyklon B dentro da câmara para misturar os gases. Isso impedia a estratificação do gás, já que o gás Zyklon B é mais leve que o ar (e não mais pesado, como tantas vezes erroneamente afirmado ou implicado pelos propagandistas do “Holocausto”), e fazia certo que a mistura necessária de 20 g de Zyklon B por metro cúbico de ar penetrasse através da inteira câmara de fumigação, incluindo as peças de roupa a serem desinfetadas. Com o ventilador de circulação, a fumigação podia ser concluída em uma hora. Sem um sistema como esse, todo o procedimento exigia pelo menos 16 horas — de preferência 24 horas. Após a fumigação, o sistema de circulação expelida a mistura tóxica por uma chaminé e arejava as roupas fumigadas antes que as portas herméticas da câmara fossem abertas e as roupas desinfestadas e fumigadas fossem removidas para serem recuperadas por seus proprietários.

As vantagens de tais câmaras eram óbvias e substanciais. No verão de 1943, 552 câmaras de fumigação ou desinfestação com Zyklon B e sistemas de circulação haviam sido construídas em 226 locais diferentes. Outras cem mais tinham sido construídas sem sistemas de circulação e estavam sendo usadas, a despeito do tempo de fumigação mais longo. Quase metade dessas câmaras de desinfestação foram construídas entre janeiro de 1942 e abril de 1943. A indústria de munições tinha 249 dessas câmaras em operação regular ou em construção, já que no verão de 1943 tornou-se obrigatório inspecionar regularmente os trabalhadores estrangeiros durante a guerra para garantir que eles estivessem e permanecessem livres de vermes. (Emil Wuestinger, “Vermehrter Einsatz von Blausaeure-Entlausungskammern,” [“Aumento do uso de câmaras de despiolhamento de cianeto de hidrogênio”], Gesundheits-Ingenieur, Jahrgang 67, Heft 7, pp. 179-80.)

55 Nota de William B. Lindsey: Neste tribunal, assim como em Nuremberg, houve frequentes referências à voracidade dos capitalistas alemães e ao mal decorrente de sua devoção à busca pelo lucro. (A implicação parecia ser a de que até mesmo os capitalistas americanos eram igualmente devotados a isso!) Fica-se com a impressão de que aqueles senhores da acusação estavam tão convictos — em suas próprias mentes — de que o incentivo ao lucro no capitalismo conduz inevitavelmente à exploração humana e a atos como a venda de Zyklon B para matar judeus, quanto estavam de que o Nacional-Socialismo conduzia inevitavelmente a campos de concentração e câmaras de gás!

Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303.

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Sobre o autor: William B. Lindsey (19??-1993) obteve seu diploma de bacharel em ciências pela Universidade do Texas e seu doutorado em Química pela Universidade de Indiana. Trabalhou como químico pesquisador profissional em uma grande corporação por 31 anos. Como químico profissional tinha grande interesse na história da Segunda Guerra Mundial, ele tinha particular curiosidade pelas alegações de assassinatos em massa de judeus em “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau, utilizando gás cianeto de hidrogênio do Zyklon B, um inseticida e pesticida comercial. Consequentemente, realizou diversas visitas de inspeção aos locais na Polônia onde supostamente ocorreram os “campos de extermínio” da guerra, incluindo Auschwitz, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Foi membro da comissão editorial do The Journal of Historical Review desde 1983. Em fevereiro de 1985, ele testemunhou no julgamento do Holocausto em Toronto, conduzido pelo editor germano-canadense Ernst Zündel. Lindsey foi reconhecido pelo tribunal como perito em cianeto de hidrogênio. Sua atuação baseou-se em um exame minucioso das câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência.

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Como os britânicos obtiveram as Confissões de Rudolf Höss - parte 1 - por Robert Faurisson (demais partes na sequência do próprio artigo)

Os Julgamentos de Zündel (1985 e 1988) - {parte 1 - julgamentos de 1985} - Robert Faurisson

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Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo)

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte I - por Reinhard K. Buchner (demais partes na sequência do próprio artigo)

As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 1 - por Carlo Mattogno e Franco Deana (demais partes na sequência do próprio artigo)

O valor do testemunho e das confissões no holocausto - parte 1 - Por Germar Rudolf (primeira de três partes, as quais são dispostas na sequência).

Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 1 - introdução e método de pesquisa} - por German Rudolf (demais partes na sequência do próprio artigo)

O Holocausto em Perspectiva - Uma Carta de Paul Rassinier - por Paul Rassinier e Theodore O'Keefe

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber