quarta-feira, 20 de maio de 2026

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.6 - por Reinhard K. Buchner

 Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.5 - por Reinhard K. Buchner

Reinhard K. Buchner

6. Cremação em fossas

Há várias alegações na teoria do Holocausto de que uma desproporcionalmente enorme quantidade de cadáveres foi cremada sem fornos crematórios, em piras e valas comuns. Esclarecer esse problema criado pela teoria do Holocausto seria uma tarefa completamente diferente.

Contudo, alguns comentários gerais são possíveis. G. Reitlinger relata que: “Aparentemente, as fornalhas foram completamente substituídas após agosto de 1944 porque, em comparação com as valas comuns, eram consideradas antieconômicas” (página 160). R. Höss19 declara que: “Durante o verão de 1942, os corpos ainda eram colocados nas valas comuns. No final do verão, porém, começamos a queimá-los; primeiro em piras de madeira com cerca de 2.000 cadáveres e, posteriormente, em valas comuns junto com corpos previamente enterrados” (página 177). Em outras palavras, a suposta eficiência da cremação em valas comuns era supostamente bem conhecida antes da construção dos novos crematórios em Auschwitz II. Apesar disso, foram construídos — e com grandes dificuldades devido às condições de guerra — apenas para descobrir que a queima em fossas abertas era mais eficiente, o que alegadamente tinha sido antes sabido.

Em fogueiras em espaço aberto, quantidades maiores de cadáveres, especialmente os parcialmente decompostos de sepulturas anteriores, podem ser cremadas. As autoridades das cidades alemãs tiveram que recorrer a esse processo durante a Segunda Guerra Mundial, após os bombardeios incendiários dos Aliados. Existem fotografias, por exemplo, de cremações em piras funerárias em Dresden.23 Infelizmente, os relatos são muito escassos e não suficientemente detalhados para que se possam tirar conclusões técnicas. De qualquer forma, nesse tipo de operação, a cremação é incompleta e grandes quantidades de ossos e materiais orgânicos não totalmente cremados teriam permanecido. Não tenho conhecimento de nenhuma investigação completa, incluindo uma análise numérica, realizada em ou perto de campos de extermínio da Segunda Guerra Mundial. E, pessoalmente, eu não acredito — desde que haja evidências fatuais de resíduos de cremações em larga escala em fossas — que, atualmente, seja possível obter resultados numéricos. Qualquer avaliação, no mínimo, teria que envolver a movimentação e peneiramento de milhares de toneladas (ou até mais) de solo, sob pena de o resultado de tal investigação ser questionado antes mesmo de ser obtido. A imparcialidade daqueles que conduzem a escavação representaria hoje um problema quase insolúvel. Quanto aos relatórios existentes, o ônus da prova recai sobre aqueles que os relatam. Uma breve análise de um desses relatórios demonstrará a natureza das alegações. F. Müller,9 por exemplo, refere-se frequentemente à queima em fossas. Mesmo descartando alegações absurdas como a de que “gordura humana” era acumulada no fundo das fossas, o restante do relatório também não deve ser dado crédito.

Na página 130, o autor relata que: “As fossas tinham de 40 a 50 metros de comprimento, cerca de 8 metros de largura e 2 metros de profundidade.” Na página 137, o procedimento para realizar uma cremação nessas valas é descrito: “Então, os carregadores colocaram cerca de 100 cadáveres de bruços em quatro longas fileiras sobre o combustível.” Se concede-se 0,5 metros (19,7 polegadas) de largura para cada cadáver, o procedimento descrito (100 cadáveres em uma fileira) preencheria completamente a vala longitudinalmente, sem deixar espaço nas extremidades. Considerando 70 polegadas (1,78 m) como a altura média de um ser humano, obtém-se uma largura de 7,1 metros para as quatro fileiras, o que deixaria menos de 0,5 metros de cada lado da vala. Levando em conta ainda que madeira era colocada entre as três camadas, cada uma com 400 cadáveres, essas valas estariam completamente cheias, tornando a cremação inconcebível. F. Müller tenta explicar que essa dificuldade foi superada derramando óleo e álcool metílico (além de “gordura humana” novamente) sobre os cadáveres (página 136). No entanto, esses combustíveis líquidos teriam evaporado imediatamente na cova quente e queimado na superfície, ou seja, sobre os cadáveres, já que em nenhum outro lugar o oxigênio tinha acesso aos vapores de combustível. Mas F. Müller segue a relatar: “O processo de incineração levava de cinco a seis horas” (página 138). A cremação em fossas — e não em piras funerárias — só poderia ter um propósito: facilitar o sepultamento dos restos mortais, preenchendo a cova com terra após a cremação. F. Müller,9 contudo, insiste que os restos mortais eram removidos a cada vez e as covas reutilizadas (página 139). Tudo o que se pode dizer sobre esse tipo de relato é que isso não pode ter acontecido dessa maneira.

{Afirma-se na narrativa do denominado holocausto que: “Em 1944, quando os quatro crematórios de Birkenau já não conseguiam acompanhar o ritmo da destruição, cerca de 20.000 corpos por dia eram queimados nesta e em outras valas comuns.” (Fonte do texto e foto: https://remember.org/jacobs/longpit). Por outro lado, Reinhard K. Buchner, comenta o exemplo da narrativa do denominado holocausto, procedendo do judeu Philip Müller (1922-2013) no contexto de uma vala que conteria aproximadamente 1200 cadáveres, empilhados em três camadas de aproximadamente 400 cadáveres, conclui que “essas valas estariam completamente cheias, tornando a cremação inconcebível. F. Müller tenta explicar que essa dificuldade foi superada derramando óleo e álcool metílico (além de “gordura humana” novamente) sobre os cadáveres. No entanto, esses combustíveis líquidos teriam evaporado imediatamente na cova quente e queimado na superfície, ou seja, sobre os cadáveres, já que em nenhum outro lugar o oxigênio tinha acesso aos vapores de combustível.”}

Em Katyn, durante 1943, os corpos de cerca de 4143 oficiais poloneses foram exumados.24 As valas comuns que R. Höss19 supostamente relatou continham 107.000 cadáveres (página 177). Isso equivale a quase 26 Katyns — sem nenhuma prova, exceto pelo questionável documento de Höss, escrito, pelo menos em parte, a lápis enquanto estava preso pelos comunistas. E o original (como no “caso Anne Frank”) é praticamente inacessível mesmo hoje, presumindo-se que um “original” de fato tenha existido e desde que o que é mantido em segredo no museu de Auschwitz hoje não seja uma falsificação22 (página 27).

{Nível do lençol freático em Birkenau, perto do local onde as supostas trincheiras profundas foram cavadas para incinerar cadáveres. Foto tirada em 1997, com o sistema de drenagem de Birkenau ainda funcionando. (Fonte: Germar Rudolf, Lectures on the Holocaust - Controversial Issues Cross-Examined, 4th, revised edition, January 2023, Castle Hill Publishers, PO Box 141, Bargoed CF82 9DE, UK, 4th edition. Castle Hill Publishers. Capítulo 3.4.4, Crematories e capítulo 3.4.5. Incinerations in Open Trenches.}

Na Parte I deste estudo, tem sido demonstrado que — dos alegados 6 milhões — pelo menos cerca de 5,5 milhões teriam que ter sido cremados em valas comuns. Mesmo descartando qualquer tempo realista de incineração em valas comuns, é preciso ressaltar novamente que grandes quantidades de ossos devem ter resultado de tal empreendimento. Considerando os 5.5 milhões distribuídos uniformemente pelos seis “Centros de Matança” de R. Hilberg, teria de alguém encontrar restos mortais de mais de 916.000 cadáveres em cada campo (o equivalente numérico a 221 Katyns para cada campo). Mesmo R. Hilberg5 alega tal número apenas para Auschwitz (página 572). Mas, embora existam alegações, a comprovação tácita na forma de escavações e avaliações numéricas está ausente, mesmo para 10% das alegações — 36 anos após a Segunda Guerra Mundial. Hoje, essa parte mais fantasiosa da teoria do Holocausto deve ser totalmente rejeitada por falta de provas ou deve ser fanaticamente aceita, o que não requer provas.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua...

Notas:

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

23 Nota de Reinhard K. Buchner: David Irving, The Destruction of Dresden, Ballantine Books, 1968. Ver seção de fotos entre as páginas 160 e 161.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

24 Nota de Reinhard K. Buchner: Louis Fitz Gibbon, Katyn, (ver aoêndice 6) The Noontide Press, 1979.

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

22 Nota de Reinhard K. Buchner: Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, Institute for Historical Review, 1978.

5 Nota de Reinhard K. Buchner: Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews, Harper Colophon Books, 1979.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.5 - por Reinhard K. Buchner

 Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.4 - por Reinhard K. Buchner

Reinhard K. Buchner

5. Alguns comentários necessários.

No livro Commandant of Auschwitz19, são discutidas as capacidades de cremação de Auschwitz II, as quais podem ser usadas para calcular os tempos de incineração (página 181). Os dois crematórios menores (nº IV e V) tinham — de acordo ao livro — 16 fornos crematórios e podiam dispor 3.000 cadáveres diariamente.

A equação [3] fornece o tempo de incineração:

 

                                             I = 16 x 24                          [3]

                                                     3.000

                                                        ou

                                             I = 0,13 horas = 7,68 minutos

Os crematórios maiores (nº II e III) tinham — de acordo com o livro novamente — 30 fornos crematórios e podiam cremar 4.000 cadáveres em “menos de 24 horas.” Como não se sabe exatamente quanto tempo corresponde a “menos de 24 horas,” serão utilizadas 24 horas para o cálculo.

Obtém-se:

                                                           I = 30 x 24                                [3]

                                                                4000

ou

                                                 I = 0,18 horas = 10,8 minutos

Embora seja imediatamente evidente que as alegadas declarações de Höss caiam bem com as reivindicações pertinentes da teoria do Holocausto, elas, todavia, não contribuem em nada para dissipar a discrepância entre essas afirmações e os tempos de hoje de incineração.

Em forte e agudo contraste com o que R. Höss supostamente tinha escrito, está o depoimento de Richard Baer — o último comandante de Auschwitz (1944-1945). E. Aretz20 relata nas páginas 58 e 59 algumas das informações disponíveis. Eis alguns pontos essenciais: Baer foi preso em outubro de 1960. Naquela época, ele declarou que não existiam câmaras de gás em Auschwitz. Ele acreditava — com base nisso — que deveria ser considerado inocente. Contudo, ele morreu de forma misteriosa aos 51 anos, em perfeito estado de saúde, em 17 de junho de 1963, na prisão. A autópsia revelou que o envenenamento não podia ser descartado como causa da morte. No entanto, um homem que acredita em sua própria inocência não tem motivos para cometer suicídio. E um ex-comandante de Auschwitz dificilmente (pelo menos em 1960) teria sequer cogitado convencer um tribunal da Alemanha Ocidental (com o sionista Bauer como Procurador-Geral de Hesse) de que não havia câmaras de gás em operação em Auschwitz, a menos que esse fosse um conhecimento inabalável. A morte súbita do ex-comandante deve ter servido como uma mensagem impactante para os demais réus. Somente restava relatar que o primeiro julgamento de Auschwitz pôde finalmente começar imediatamente após a morte de Baer, ​​e seu nome e depoimento jamais foram mencionados nos autos do processo — ou na teoria do Holocausto. W. Stäglich11, que, como ex-juiz, possui ampla qualificação para avaliar questões judiciais, teve seu acesso aos procedimentos do tribunal negado em 1976 (acesso que havia solicitado enquanto escrevia seu livro sobre Auschwitz), sob a alegação de que os interesses de proteção dos envolvidos no processo judicial tinham prioridade sobre os interesses privados do Dr. Stäglich em uma avaliação científica dos procedimentos (página 374). Essa é uma declaração bastante interessante (do Ministro da Justiça de Hesse), visto que, durante o julgamento de Auschwitz, os envolvidos nos procedimentos aparentemente foram muito menos protegidos. Para mais detalhes, o leitor pode consultar H. Laternser21, advogado de defesa de Richard Baer e outros. Ele nunca chegou a defender seu cliente, mas se manifestou sobre a situação geral das testemunhas no primeiro julgamento de Auschwitz.

{Richard Baer (1911-1963) — foi o último comandante de Auschwitz (1944-1945). Na época, Richard Baer declarou que não existiam câmaras de gás em Auschwitz. “Ele acreditava — com base nisso — que deveria ser considerado inocente. Contudo, ele morreu de forma misteriosa aos 51 anos, em perfeito estado de saúde, em 17 de junho de 1963, na prisão. A autópsia revelou que o envenenamento não podia ser descartado como causa da morte. No entanto, um homem que acredita em sua própria inocência não tem motivos para cometer suicídio. E um ex-comandante de Auschwitz dificilmente (pelo menos em 1960) teria sequer cogitado convencer um tribunal da Alemanha Ocidental (com o sionista Bauer como Procurador-Geral de Hesse) de que não havia câmaras de gás em operação em Auschwitz, a menos que esse fosse um conhecimento inabalável. A morte súbita do ex-comandante deve ter servido como uma mensagem impactante para os demais réus. Somente restava relatar que o primeiro julgamento de Auschwitz pôde finalmente começar imediatamente após a morte de Baer, e seu nome e depoimento jamais foram mencionados nos autos do processo — ou na teoria do Holocausto.” (Reinhard K. Buchner).  Crédito da foto:  http://collections.yadvashem.org/photosarchive/en-us/10635.html )}


P. Rassinier22 discute em mais detalhes as declarações que R. Höss supostamente fez (páginas 235 a 243), mas P. Rassinier também cita o “Relatório Kasztner”, de acordo com o qual as câmaras de gás em Auschwitz II estiveram fora de serviço durante 8 a 9 meses (do outono de 1943 a maio de 1944). P. Rassinier chega à seguinte conclusão: “Resta estabelecer quantas pessoas – mais de 107.000 – poderiam ter sido incineradas de fevereiro de 1943 a outubro de 1944…” (página 241). O número de 107.000 refere-se à declaração de Höss19 (página 177) sobre cremações em valas comuns.

{O alemão Rudolf Höss (1901-1947), um dos diretores do campo de concentração de Auschwitz, cujo testemunho foi obtido pelos aliados através de ameaças e torturas, somando um contexto extremamente contraditório e levado para procedimentos judiciais, ambiente literário e cinematográfico sem critérios críticos nem legítimos, e difundidos como fatos históricos verídicos.}

Hoje, a pressão mundial para processar os chamados “criminosos de guerra nazistas” impede, de forma muito eficaz, que se manifestem aqueles que têm conhecimento sobre os campos e sabem a resposta para uma das questões mais importantes da história. É preciso questionar se essa não seria a verdadeira motivação por trás dessa pressão para “processar.” A teoria do Holocausto tem muitas faces.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.6 - por Reinhard K. Buchner

Notas:

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

20 Nota de Reinhard K. Buchner: Emil Aretz, Hexen Einmal Eins Einer Lüge, Franz von Bebenburg (West Germany) 1979.

11 Nota de Reinhard K. Buchner: Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos, Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.

21 Nota de Reinhard K. Buchner: Hans Laternser, Die andere Seite im Auschwitz Prozess, Seewald Verlag, Stuttgart (West Germany) 1966.

22 Nota de Reinhard K. Buchner: Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, Institute for Historical Review, 1978.

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

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terça-feira, 12 de maio de 2026

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Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.2-3 - por Reinhard K. Buchner

Reinhard K. Buchner

4. Tempo de Incineração

Em 1946, o tempo de incineração em crematórios a carvão era de cerca de 4 a 6 horas.6 A variação é causada pelos diferentes tamanhos físicos dos cadáveres, mas também pela condição dos tecidos. Tecidos mais resistentes ou firmes exigem um tempo de incineração maior. Por esse motivo, o coração e os pulmões, por exemplo, decompõem-se mais lentamente durante a cremação. Os crematórios a carvão em 1946 eram tecnologicamente comparáveis ​​aos de Dachau. Portanto, deve-se concluir que os crematórios nos campos da Segunda Guerra Mundial não poderiam ter produzido um tempo de incineração menor, exceto por uma grande diferença: nos campos, os cadáveres eram cremados sem caixões (portanto, as muflas eram muito menores). Os agentes funerários afirmam que um caixão retarda a cremação do cadáver, embora a madeira queime intensamente no início e eleve consideravelmente a temperatura da mufla. Mas o caixão (e posteriormente suas cinzas) também protege o cadáver, durante esse período, da radiação das paredes. Levando isso em consideração, pode-se esperar um tempo de incineração mais curto nos campos da Segunda Guerra Mundial. Agentes funerários sugeriram-me que fatores de até 1/2 poderiam resultar. Isso poderia reduzir os tempos de incineração de 1946 para cerca de 2 a 3 horas para os crematórios dos campos, que foram especialmente projetados para cremações sem caixões.

Poderíamos escrever um livro inteiro com afirmações diretas ou indiretas sobre os tempos de incineração a partir de apresentações da teoria do Holocausto. Uns poucos exemplos, contudo, bastarão aqui. F. Müller9 afirma que em Auschwitz I os crematórios eram carregados com 3 cadáveres simultaneamente e que o tempo total de incineração era de 20 minutos (página 17). Em 1979, em Dachau, exatamente o mesmo conjunto de números foi relatado a mim por um dos atuais funcionários do campo que, no entanto, não havia estado no campo durante a Segunda Guerra Mundial.15 De fato, a combinação de “20 minutos e três cadáveres” é bastante comum na teoria do Holocausto. Em comparação, W. Stäglich11 cita o relatório do WRB (War Refugee Board) sobre cerca de 1,5 horas (página 234). Isso parece estranhamente próximo de tempos de incineração mais realistas. O Los Angeles Times17, ao relatar uma visita a Auschwitz II por “Membros da Comissão Presidencial dos EUA sobre o Holocausto”, declara: “Eles também visitaram os crematórios, que podiam incinerar e incineravam até 60.000 corpos por dia”. Como o relatório do Los Angeles Times menciona especificamente “crematórios”, pode-se calcular o tempo de incineração por cadáver. A equação (1), resolvida para o tempo de incineração, torna-se:

                                                       I = C x T                                      [3]

                                                             N

Como cada dia tem 24 horas, obtém-se:

                                                       I = 46 x 24

                                                           60.000

ou

                                          I = 0,0184 horas = 1,1 minutos (!)

Este seria o tempo de incineração para uma única carga. Com carga tripla – de acordo com a teoria do Holocausto – haveria 3,3 minutos disponíveis para a cremação de três cadáveres.

 {De acordo com a narrativa do denominado holocausto, um cadáver seria cremado completamente em 1,1 minuto, embora os crematórios nos anos após 1946 até o início da década de 1980 precisassem em média de 2 horas para cremar completamente um cadáver. Absurdos similares da narrativa do denominado holocausto sobre tempos de cremação impossíveis foram afirmados em grandes mídias como Los Angeles Times sem que houvesse questionamentos, o que evidencia a predominância da narrativa no imaginário ocidental ao invés de critério minimamente racional e crítico. (Foto dos fornos crematórios retiradas de Auschwitz Birkenau Memorial).}


Nada reflete melhor o estado das questões relativas ao Holocausto do que o fato de um importante jornal poder divulgar tais números ao público sem ser contradito.

Uma olhada nos tempos de incineração atuais revela um conjunto de dados surpreendentemente diferente. Em 1974, em Dortmund, uma cremação levava 2,5 horas em um forno crematório a gás (H. Roth18 página 106). Uma funerária em Los Angeles me informou por telefone, em 1978, que levava “duas horas ou um pouco menos”. O forno crematório deles funcionava a gás. Por meio de uma carta pessoal, eu aprendi que, em 1951, em Indianápolis, uma cremação levava 2,5 horas. O forno crematório também era a gás. W. Stäglich11, citando três fontes (incluindo H. Roth acima), conclui que tempos de incineração realistas hoje em dia variam de 1,5 a 2 horas. Em janeiro de 1981, a CBS apresentou uma discussão durante o programa “60 Minutes” sobre a cremação nos dias atuais. Nesses casos, foi indicado um tempo de incineração de 2,5 horas para os crematórios modernos. A partir daí, constatou-se uma média de aproximadamente 2 horas para o tempo de incineração em crematórios a gás.

Em 1979, me foi permitido observar duas cremações em Darmstadt, Alemanha Ocidental. O crematório era a gás e utilizava vários compressores elétricos para alimentação de ar forçado (como praticamente todos os crematórios a gás atuais operam). Era o mesmo crematório que eu havia visitado em 1946. Naquela época, ninguém sabia ao certo quanto tempo durava uma cremação, mas as 4 a 6 horas para crematórios a carvão pareciam aceitáveis ​​para as equipes atuais. O moderno crematório era plenamente automatizado (temperatura, tempo, acionamento dos queimadores direcionais, etc.) e pré-programado para uma hora na primeira etapa de incineração. Após esse período, a equipe ajustava um temporizador para adicionar tempo de incineração, se necessário. Quando os restos mortais tinham caído no fundo da mufla, eles eram transferidos mecanicamente para uma segunda mufla — abaixo da principal — para serem expostos ao calor por mais duas horas, enquanto as duas cremações seguintes, uma após a outra, ocorriam na mufla principal. Após três horas, os últimos resíduos da primeira cremação — cinzas e fragmentos ósseos — eram removidos da parte inferior do forno crematório e processados ​​em um moinho de ossos para que ficassem adequados para a urna. Quando um elevador hidráulico (semelhante a uma empilhadeira) posicionava o caixão no forno crematório em Darmstadt, todos os queimadores eram desligados, e mesmo assim, bastavam apenas cerca de 10 segundos para que o caixão fosse envolvido por uma fúria de chamas. Uma cobertura de aço com um exaustor elétrico acima da porta de aço era necessária para proteger o operador do elevador de ferimentos causados ​​pelas chamas que saíam do forno crematório. Foi uma demonstração vívida do papel que a radiação desempenha durante a cremação. Quando o elevador foi retirado sobre os trilhos e as grandes portas de aço foram fechadas, a temperatura subiu por cerca de 10 minutos devido à queima do caixão, atingindo cerca de uma vez e meia a temperatura operacional. Após esse período, a câmara de combustão principal esfriou e o controle automático de temperatura assumiu o controle.

Foram usadas duas horas nos cálculos porque todas as conversas com agentes funerários estabeleceram que esse valor, considerando as condições dos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, deve ter sido um tempo médio de incineração. Uma hora, com base em informações tecnológicas, é certamente um período muito curto, e parece até impossível que os crematórios de Dachau pudessem de fato reduzir um cadáver ao grau necessário em duas horas. Seu gerador simples, do tipo câmara de combustão, não seria capaz de transferir a quantidade de calor necessária durante esse período.

Os tempos de incineração alegados na teoria do Holocausto são, portanto, contraditos pelos tempos reais de incineração em crematórios modernos, em uma extensão considerável. Isso tem sido relatado. Em adição, praticamente todas as informações atuais se referem a crematórios a gás, que, por razões técnicas, atingem tempos de incineração mais curtos do que as unidades a carvão.

Dentro da estrutura do contexto de uma investigação tecnológica, os tempos de incineração dos crematórios da Segunda Guerra Mundial, inferiores aos que podem ser alcançados hoje, devem ser absolutamente rejeitados.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.5 - por Reinhard K. Buchner

Notas

6 Nota de Reinhard K. Buchner: Durante o primeiro semestre de 1946, o autor visitou pessoalmente o crematório de Darmstadt e manteve diversas conversas prolongadas com membros da equipe que operavam os crematórios em Darmstadt e Mainz (ambas cidades na Alemanha Ocidental).

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

15 Nota de Reinhard K. Buchner: Durante o verão de 1979, o autor visitou Dachau com especial interesse nos crematórios. (Como resultado secundário, constatou-se que não parece haver dutos ligando os quatro crematórios do novo crematório à chaminé.) Também, não foram instalados compressores em Dachau durante a Segunda Guerra Mundial. O combustível era coque.

11 Nota de Reinhard K. Buchner: Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos, Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.

17 Nota de Reinhard K. Buchner: Los Angeles Times, Thursday 2 August 1979, Part I, página 11.

18 Nota de Reinhard K. Buchner: Heinz Roth, Öder makaberste Betrug aller Zeiten, Druck + Verlag 581, Witten (West Germany) 1974.

11 Nota de Reinhard K. Buchner: Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos, Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

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