![]() |
| David McCalden (pseudônimo Lewis Brandon) |
LESS
THAN SLAVES, Benjamin B. Ferencz, Harvard
University Press, 250ss, hardback. $15.00. ISBN: 0-674-52525-6.
Resenha por David
McCalden (pseudônimo Lewis Brandon)
O
autor deste mais recente livro exterminacionista {perspectiva que afirma a
realidade do alegado holocausto judaico} já será conhecido pelos revisionistas
que leram a obra-prima de pesquisa de Richard Harwood, Nuremberg a Other War Crimes Trials {Nuremberg e Outros Julgamentos
de Crimes de Guerra} (disponível na IHR por US$ 2,50). Ao abordar o julgamento
militar americano número 10 — o julgamento de Krupp —, Harwood revela como
Ferencz foi um dos promotores “americanos” que permaneceram na Alemanha muito
depois da poeira ter assentado no Tribunal de “Justiça” de Nuremberg.
A
tarefa de Ferencz era garantir compensação financeira para judeus em todo o
mundo que sentiam ter sofrido perdas financeiras nas mãos dos nazistas. Mas
isso não o impediu de fazer lobby vigorosamente contra a clemência proposta
para as centenas de “criminosos de guerra” alemães que definhavam na prisão; em
parte devido aos esforços de Ferencz no tribunal.
O
livro mais recente de Ferencz baseia-se em seu conhecimento e experiência
únicos; primeiro como promotor no caso Krupp e, posteriormente, como diretor
das negociações para garantir indenização aos sobreviventes judeus dos campos
de trabalho forçado. O mais notável neste livro é que, embora trate quase
exclusivamente do próprio Moinho da Morte — Auschwitz —, quase não há menção a
“câmaras de gás”, “Zyklon B” ou mesmo a um “programa de extermínio”. As únicas
menções estão na página 15, onde ele cita o documento de Nuremberg nº 365, que
é uma carta não assinada; nas páginas 16 a 21, que se baseiam na notória
falsificação das confissões de Hoss; e em algumas poucas outras páginas, onde a
referência ao “extermínio” é superficial e não referenciado.
De
acordo com o autor, os judeus considerados inadequados para o trabalho na Krupp
e em outras fábricas de Auschwitz eram enviados para Birkenau (Brzezinka), nas
proximidades, para serem gaseados. Os campos de Belzec, Sobibor, Treblinka e
Chelmno (Kulmhof-an-der-Neer) eram os únicos campos destinados exclusivamente
ao extermínio. Ele também menciona um outro campo chamado Jungfernhof, perto de
Riga, na Letônia, para onde judeus eram enviados de lugares tão distantes
quanto a Áustria para serem exterminados. No entanto, ele não tenta explicar
por que esses judeus eram enviados a mais de 1.600 quilômetros de distância
para serem gaseados, quando, no caminho, passavam por campos de extermínio
perfeitamente funcionais, como Birkenau, Majdanek, Sobibor e Treblinka, que,
segundo relatos, estavam em plena operação, gaseando judeus dia e noite e
expelindo fumaça e cinzas.
A
visão exterminacionista “revisada” de Ferencz coincide bastante com a revisão
da mitologia do Holocausto feita por Gitta Sereny no New Statesman de 2 de novembro de 1979.[1]
Ambos situam os extermínios nos quatro campos de Chelmno, Sobibor, Treblinka e
Belzec (embora Ferencz acrescente Birkenau e o misterioso campo letão de
Jungfernhop). Poderia ser que há alguma conivência em curso, na qual os
principais exterminacionistas se reuniram para alinhar suas versões dos fatos?
Talvez eles tenham percebido que o jogo acabou, no que diz respeito a Auschwitz
e aos campos do Antigo Reich, e agora estejam tentando salvar o que for
possível do castelo de cartas do Holocausto que desmorona rapidamente? Buscaram
refúgio no único canto possível: sustentar que os extermínios ocorreram em
campos que agora foram obliterados sem deixar vestígios, e que a função de
Auschwitz e dos campos ocidentais era levar as pessoas à morte por meio do
trabalho.
Lamentavelmente,
mesmo essa posição é um tanto insustentável, visto que este livro trata
justamente dos milhares e milhares de judeus que sobreviveram às mesmas
“horríveis condições de trabalho” que supostamente destruíam as pessoas pelo
trabalho! Um dos apêndices mais úteis deste livro, com diagramação impecável, é
uma lista das indenizações pagas a esses sobreviventes. Até o final de 1973,
quase 15.000 pessoas de 42 países diferentes haviam recebido 52 milhões de
marcos alemães. Talvez a origem declarada do autor na Transilvânia tenha algo a
ver com essa campanha vampírica.
Ferencz
agora dirige um prestigiado escritório de advocacia na cidade de Nova York,
especializado em Direito Internacional. Seu livro já recebeu críticas
favoráveis no jornal comunista Daily
World (19 de dezembro de 1979) e no New
York Times Book Review (9 de dezembro de 1979); neste último caso, pelo
desacreditado “historiador” Martin Gilbert.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
[1] Nota de Mykel Alexander: Os
Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista}, por
Gitta Sereny, 29 de julho de 2021, World
Traditional Front.
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/07/os-homens-que-passaram-o-pano-para.html
Sobre o autor: David
McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a
Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um
Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um
grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de
1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um
tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do
jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos
direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden
era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os
confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma
combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um
defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.
Um
ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do
Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o
pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele
organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal
reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University,
perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos
revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de
1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.
McCalden
foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War
Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood
(pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles
From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987).
Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de
outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas
“câmaras de gás” dali.
__________________________________________________________________________________
Recomendado, leia também:
A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz
Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz
Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz
O Debate do Holocausto - por John T. Bennett
O Caso Faurisson – II - por Arthur R. Butz
Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari
Testemunhas das Câmaras de Gás de Auschwitz - por Robert Faurisson
Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny
O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf
Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes
Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes
Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier
Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard
A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes
A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes
O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App
O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter
O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka
As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).
A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson
O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson
As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson
A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari
Referente à história do revisionismo do alegado holocausto e suas conquistas:
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Clareza sobre Dachau - por Germar Rudolf
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Ivan, o cara errado - por Germar Rudolf
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Mentiras antifascistas - por Germar Rudolf
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – O Debacle de Wannsee - por Germar Rudolf
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – A Indústria do Holocausto - por Germar Rudolf
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Revisionismo pela ortodoxia - parte 1 - por Germar Rudolf (parte 2 na sequência do artigo).
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Estão faltando seis milhões? - por Germar Rudolf
{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Sobreviventes do Holocausto - por Germar Rudolf



