quarta-feira, 24 de junho de 2026

{Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 5 - testemunho da Dra. Ada Bimko - por William B. Lindsey

Continuação de {Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 4 - testemunho do Dr. Charles Sigismund Bendel - por William B. Lindsey

William B. Lindsey

A prática bastante eficaz das Nações Unidas de apresentar declarações juramentadas em vez de testemunhas que pudessem ser interrogadas foi novamente utilizada no caso da segunda “testemunha” do Tribunal Militar Britânico em Lüneburg, a Dra. Ada Bimko. Sendo indisposta devido a uma “angina aguda”, ela não pôde comparecer perante o Tribunal Curiohaus como fizera em Lüneburg, mas seu testemunho foi apresentado na forma das duas declarações juramentadas que ela já havia apresentado em Lüneburg. Uma dessas declarações juramentadas afirmava que o gás Zyklon B, proveniente de um cilindro, era conduzido por canos para dentro e para fora dos chuveiros para matar as vítimas desavisadas, que estavam esperando tomar um banho.50 A Dra. Bimko estava bastante convicta de sua afirmação, desde que ela não observara ralos no chão dos chuveiros, o que os caracterizava, sem dúvida, como “câmaras de gás”. Ela jurou que os registros do campo, mantidos secretamente pelos próprios prisioneiros e que ela havia examinado, mostravam que cerca de 4.000.000 de pessoas haviam sido cremadas. Ela também jurou que um Unterscharführer da SS, cujo nome ela havia esquecido, mas que era membro da equipe médica do campo, havia lhe mostrado a “câmara de gás crematória”. Ela também referiu cinco crematórios em Birkenau.

{Hadassa Bimko Rosensaft (1912-1997), também conhecida como Ada Bimko, que trabalhava em Auschwitz como prisioneira judia, conforme explicou William B. Lindsey, jurou que os registros do campo de concentração de Auschwitz, mantidos secretamente pelos próprios prisioneiros, e que ela própria havia examinado, mostravam que cerca de 4.000.000 de pessoas haviam sido cremadas. Seus depoimentos, embora sem corroborar os posteriores exames técnicos e históricos, contribuíram enormemente para a narrativa do denominado holocausto.}

A Dra. Ada Bimko era uma médica judia de Sosnowitz, Polônia, que tinha estado em Auschwitz. Seus depoimentos são povilhados de expressões como “foi dito” e “eles disseram”. No sexto dia do Tribunal de Lüneburg, ela admitiu que, antes de ser transferida para o campo de trânsito de Bergen-Belsen, ela tinha estado como responsável no comando pelo hospital para detentos de Birkenau, na Seção B-3 (“Mexiko”), um cargo de considerável responsabilidade. Muito provavelmente, ela se encontrava na mesma posição precária que o Dr. Bendel — tentando cumprir penitência suficiente com os serviços prestados para aplacar a ira de seus correligionários — e ela prosseguiu, obedientemente, acrescentando adendos em seus depoimentos. Há quatro adendos em um único depoimento! Essa manobra penitencial funcionou em muitos, talvez até na maioria dos casos. Assim, foi ainda mais notável quando, ocasionalmente, falhou, como no caso do Dr. Rezsoe (Rudolf) Kastner, do Comitê de Auxílio Sionista de Budapeste.

Na pressa e no desejo de satisfazer seus interrogadores, a Dra. Bimko, impensadamente, prestou um serviço aos revisionistas históricos posteriores. Ela descreveu, na verdade, não os crematórios I e II de Birkenau, que sem dúvida eram crematórios, mas os edifícios que os alemães descreviam como “Badeanstalt für Sonderaktion”, comumente referidos pelos historiadores do Holocausto como crematórios III e IV de Birkenau. A descrição dada pela Dra. Bimko soa, para quem a viu, muito semelhante à descrição da instalação de chuveiros em Dachau51 — um teto de concreto com fileiras de jatos de água, ou seja, uma banheiro com chuveiro!

O depoimento de Alfred Zaun, o chefe de contabilidade da Tesch und Stabenow, estabeleceu as quantidades de Zyklon B encomendadas por eles para diversos usuários (Tabelas I-III). Os dados disponíveis referem-se a 1942 e 1943, desde que, como tem sido notado, após 1943 todos os usuários do governo alemão passaram a receber o Zyklon B do Hauptsanitaetspark {Parque Sanitário Principal} da Wehrmacht em Berlim. Esse novo acordo de fornecimento, portanto, teve início cerca de dois meses antes da chegada do Dr. Bendel a Birkenau!

Em 1942, a Tesch und Stabenow encomendou um total de 79.069,9 kg de Zyklon B; em 1943, 119.458,4 kg. Esse montante incluiu um total de 9.131,6 kg destinados a todos os campos em 1942 e 18.302,9 kg em 1943. O complexo de Auschwitz recebeu 7.500 kg em 1942 e 12.000 kg em 1943. Simultaneamente, o Wehrmacht Hauptsanitaetspark {Parque Sanitário Principal} em Berlim52 — que, a partir de 1943, passou a abastecer todos os órgãos governamentais usuários — recebeu 11.232,0 kg em 1942 e 19.982,0 kg em 1943; quantidades que, em ambos os anos, superaram o total combinado destinado aos campos de concentração. Essas encomendas do governo alemão tiveram prioridade sobre outros pedidos: 5.794 kg em 1942 e 12.004 kg em 1943 provenientes da Noruega, bem como 7.052,5 kg em 1942 e 10.000,5 kg solicitados pelo Exército finlandês em 1943.

Por mais enormes que essas quantidades sejam na luz de sua capacidade inquestionável de matar seres humanos53, elas eram insuficientemente pequenas quando consideradas à luz da imensa tarefa de fumigação54 e desinfestação necessária apenas para manter epidemias contidas. Como o Zyklon B podia ser sempre muito bem aproveitado, encomendava-se habitualmente uma quantidade do produto muito superior à que poderia ser possível entregar. Era simplesmente impossível obter mais do produto na Alemanha em tempo de guerra, assolada pela escassez, independentemente da necessidade. Pode-se ter uma ideia da dimensão dessa escassez a partir de uma encomenda feita pelo Exército finlandês em 1942: eles solicitaram 15.000 kg e receberam apenas 7.052,5 kg. À medida que a guerra avançava, a escassez se tornava cada vez mais aguda.

O lucro obtido pela Tesch und Stabenow com a venda de Zyklon B para o complexo de Auschwitz foi de 4.500 RM em 1942 e 5.000 RM em 1943 (Tabela III). Esse valor correspondia a cerca de um-dezoito-avos da quantia que, segundo o testemunho de Wilhelm Pook, Sehm lhe dissera que o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher estavam auferindo com tais vendas. Em 1942, a Tesch und Stabenow obteve um lucro líquido total de 113.000 RM e, no ano seguinte, de 143.000 RM. Os lucros brutos provenientes das vendas de Zyklon B adquiridas para os campos de Auschwitz representavam menos de 4% dos lucros líquidos anuais da empresa. Em dólares americanos da época, esses lucros brutos equivaliam a cerca de 1.000 dólares em 1942 e 1.250 dólares em 1943. As vendas de Zyklon B para Auschwitz, portanto, não foram um fator relevante no enriquecimento do Dr. Tesch e do Sr. Weinbacher. A acusação, agindo como verdadeiros combatentes da “luta de classes,”55 alegou que o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher eram tão gananciosos que fariam qualquer coisa por mais alguns Reichsmarks.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua ...

Notas:

50 Nota de William B. Lindsey: A partir de 30 de agosto de 1944, quando W. H. Lawrence descreveu no New York Times (págs. 1 e 9) a instalação de matança de “River Rouge” no campo de Majdanek, em Lublin (Polônia) — descrita como “quase idêntica àquelas retratadas em filmes americanos” —, a linha de propaganda preferida dos Aliados quanto ao método de assassinato era a de que o gás cianeto de hidrogênio era introduzido a partir de cilindros, através de tubulações, em câmaras disfarçadas de chuveiros. A Dra. Bimko tentou corroborar essa alegação e obteve êxito no Tribunal Britânico de Lüneburg. No julgamento do Dr. Tesch, tornou-se evidente que tal alegação precisava ser abandonada, uma vez que o Zyklon B era um sólido e não fluiria por tubulações! Além disso, ele era armazenado em latas relativamente pequenas, e não em cilindros de gás. O cianeto de hidrogênio é um líquido à temperatura ambiente e vaporiza-se lentamente, a menos que seja aquecido. (Veja a nota 30.)

O professor Karl Schwartz testemunhou que, até onde ele sabia, o cianeto de hidrogênio líquido em cilindros estava disponível apenas nos Estados Unidos. Naquela época, os alemães ainda produziam todo o seu cianeto de hidrogênio — um intermediário químico essencial — reagindo cianeto de sódio com ácido sulfúrico. (Veja a nota 16.) Esse processo era realizado no local e no momento em que o produto era necessário. É inevitável questionar a nacionalidade dos interrogadores da Dra. Bimko, bem como a história contada por Kurt Gerstein sobre os cilindros de cianeto de hidrogênio que ele teria enterrado na Polônia, em vez de entregá-los em Majdanek para alegados experimentos de extermínio.

Após o julgamento do Dr. Tesch e do Sr. Weinbacher, a história de que o gás Zyklon B (cianeto de hidrogênio) era administrado a partir de um cilindro de gás comprimido, passando por tubulações até um chuveiro para matar pessoas, foi deixada de lado e morreu de negligência!

51 Nota de William B. Lindsey: Na época do testemunho do Dr. Bimko, era firmemente mantido pelos acusadores da Alemanha que o chuveiro em Dachau era uma "câmara de gás" usada para matar milhares de judeus. Investigações posteriores dessa instalação — visível até hoje — comprovaram, sem a menor sombra de dúvida, que ela era exatamente o que os alemães haviam afirmado desde o início: um chuveiro! (Hoje em dia, nem mesmo os historiadores do "Holocausto" alegam que pessoas tenham sido gaseadas em Dachau.) O projeto desse chuveiro é semelhante ao dos tipos de instalações recomendados por Puntigam e outros para operações de desinfestação. Com tais achados, a reputação de Dachau — tanto durante a guerra quanto no período imediatamente posterior — como o pior de todos os campos era não mais viável para a propaganda das Nações Unidas; e seus olhares voltaram-se, por necessidade, para o Leste.

52 Nota de William B. Lindsey: A Wehrmacht manteve um verdadeiro “cordon sanitaire” na Polônia para proteger suas tropas contra o tifo. O pessoal que cruzava essa linha de leste para oeste era obrigado a tomar banho e passar por exames, enquanto suas roupas eram fumigadas com gás Zyklon B, caso estivesse disponível. Esse procedimento de descontaminação era essencialmente o mesmo utilizado com os prisioneiros dos campos.

53 Nota de William B. Lindsey: 70 mg (0,07 g) de gás Zyklon B por ser humano de porte médio. (Ver nota 9)

54 Nota de William B. Lindsey: O desenvolvimento da câmara de fumigação com Zyklon B estendeu-se pelas duas Guerras Mundiais e dependeu quase inteiramente do perigo de epidemias de tifo maculoso, transmitido por piolhos. Essas câmaras eram, portanto, conhecidas e denominadas “câmaras de desinfestação com cianeto de hidrogênio” (“Blausaeure-Entlausungs-kammer”). Diante da absoluta necessidade de tais câmaras e de um agente fumigante letal (sempre escasso) em tempos de guerra, foi projetada a câmara de desinfestação DEGESCH. Ela permitia a introdução segura da lata selada de Zyklon B, no tamanho necessário para o volume da câmara de fumigação. A porta de entrada era selada hermeticamente e a lata aberta por um parafuso operado externamente, que perfurava a lata soldada dentro da câmara selada, permitindo que os grânulos de Zyklon B caíssem sobre uma superfície aquecida (o “Vergasergeraet” [“Gasificador”] ou “fogão”, no jargão dos discípulos do “Holocausto”), garantindo a evaporação do cianeto de hidrogênio líquido dos grânulos. Um ventilador de circulação fazia circular a mistura de ar/Zyklon B dentro da câmara para misturar os gases. Isso impedia a estratificação do gás, já que o gás Zyklon B é mais leve que o ar (e não mais pesado, como tantas vezes erroneamente afirmado ou implicado pelos propagandistas do “Holocausto”), e fazia certo que a mistura necessária de 20 g de Zyklon B por metro cúbico de ar penetrasse através da inteira câmara de fumigação, incluindo as peças de roupa a serem desinfetadas. Com o ventilador de circulação, a fumigação podia ser concluída em uma hora. Sem um sistema como esse, todo o procedimento exigia pelo menos 16 horas — de preferência 24 horas. Após a fumigação, o sistema de circulação expelida a mistura tóxica por uma chaminé e arejava as roupas fumigadas antes que as portas herméticas da câmara fossem abertas e as roupas desinfestadas e fumigadas fossem removidas para serem recuperadas por seus proprietários.

As vantagens de tais câmaras eram óbvias e substanciais. No verão de 1943, 552 câmaras de fumigação ou desinfestação com Zyklon B e sistemas de circulação haviam sido construídas em 226 locais diferentes. Outras cem mais tinham sido construídas sem sistemas de circulação e estavam sendo usadas, a despeito do tempo de fumigação mais longo. Quase metade dessas câmaras de desinfestação foram construídas entre janeiro de 1942 e abril de 1943. A indústria de munições tinha 249 dessas câmaras em operação regular ou em construção, já que no verão de 1943 tornou-se obrigatório inspecionar regularmente os trabalhadores estrangeiros durante a guerra para garantir que eles estivessem e permanecessem livres de vermes. (Emil Wuestinger, “Vermehrter Einsatz von Blausaeure-Entlausungskammern,” [“Aumento do uso de câmaras de despiolhamento de cianeto de hidrogênio”], Gesundheits-Ingenieur, Jahrgang 67, Heft 7, pp. 179-80.)

55 Nota de William B. Lindsey: Neste tribunal, assim como em Nuremberg, houve frequentes referências à voracidade dos capitalistas alemães e ao mal decorrente de sua devoção à busca pelo lucro. (A implicação parecia ser a de que até mesmo os capitalistas americanos eram igualmente devotados a isso!) Fica-se com a impressão de que aqueles senhores da acusação estavam tão convictos — em suas próprias mentes — de que o incentivo ao lucro no capitalismo conduz inevitavelmente à exploração humana e a atos como a venda de Zyklon B para matar judeus, quanto estavam de que o Nacional-Socialismo conduzia inevitavelmente a campos de concentração e câmaras de gás!

Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303.

https://ihr.org/journal/v04p261_Lindsey.html

Sobre o autor: William B. Lindsey (19??-1993) obteve seu diploma de bacharel em ciências pela Universidade do Texas e seu doutorado em Química pela Universidade de Indiana. Trabalhou como químico pesquisador profissional em uma grande corporação por 31 anos. Como químico profissional tinha grande interesse na história da Segunda Guerra Mundial, ele tinha particular curiosidade pelas alegações de assassinatos em massa de judeus em “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau, utilizando gás cianeto de hidrogênio do Zyklon B, um inseticida e pesticida comercial. Consequentemente, realizou diversas visitas de inspeção aos locais na Polônia onde supostamente ocorreram os “campos de extermínio” da guerra, incluindo Auschwitz, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Foi membro da comissão editorial do The Journal of Historical Review desde 1983. Em fevereiro de 1985, ele testemunhou no julgamento do Holocausto em Toronto, conduzido pelo editor germano-canadense Ernst Zündel. Lindsey foi reconhecido pelo tribunal como perito em cianeto de hidrogênio. Sua atuação baseou-se em um exame minucioso das câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência.

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sábado, 20 de junho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.1 - contexto pós-Primeira Guerra Mundial - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais – {Primeira Guerra Mundial} Parte 1.3 - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

David Skrbina 


Na Parte 1 deste artigo,*1 eu forneci um relato do papel judaico nos eventos que levaram à Primeira Guerra Mundial, com uma ênfase em sua influência no Reino Unido e nos Estados Unidos. Woodrow Wilson foi mostrado como o primeiro presidente americano eleito com o apoio total do lobby judaico, e ele respondeu colocando vários judeus em papéis de liderança em sua administração. Eles também foram vistos como tendo influência decisiva no momento da declaração de guerra de Wilson em abril de 1917. Do lado britânico, o primeiro-ministro David Lloyd George era um sionista cristão e compatriota ideológico dos judeus, e igualmente ansioso para apoiar os objetivos deles. A Grã-Bretanha alavancou o apoio judaico através da Declaração Balfour de novembro de 1917, que prometia aos sionistas uma pátria na Palestina; foi a sua recompensa por terem trazido os EUA para o conflito cerca de sete meses antes.

{Antes de ser colocado como primeiro ministro britânico,  David Lloyd George (1963-1935) foi consultor jurídico do movimento sionista. Foto de domínio público - Wikipedia.}

Tais ações mostraram-se parte de uma tendência histórica de longa data: uma de ativistas e agitadores judeus incitando tumultos e mesmo guerras sempre que se beneficiavam. As guerras, é claro, não são somente eventos de grande morte e destruição; elas fornecem uma tremenda oportunidade de lucro financeiro e mudanças rápida e abruptamente dramáticas nas estruturas de poder global. Para aqueles que estão na posição certa, a guerra pode gerar ganhos significativos em riqueza e influência.

Especificamente, os eventos em torno da Primeira Guerra Mundial trouxeram ganhos substanciais para os judeus em todo o mundo – de várias maneiras. Primeiro, com indivíduos de alto escalão nas administrações de Taft e Wilson, os Estados Unidos eram muito receptivos à imigração judaica; na verdade, seus números aumentaram dramaticamente, de 1,5 milhão para mais de 3 milhões entre 1905 e 1920 – a caminho de 4 milhões em meados da década de 1920. A segunda foi a Declaração de Balfour, a qual lhes prometia a Palestina. Deve ser concedido que nada foi imediatamente entregue como Palestina, mas, mesmo assim, foi uma grande concessão de uma potência mundial. Em terceiro lugar, a ordem mundial mudou a seu favor: o odiado e “antissemita” regime czarista na Rússia foi substituído pelo movimento bolchevique liderado pelos judeus, o do odiado e “antissemita” Kaiser Wilhelm II da Alemanha foi substituído pelo regime de Weimar, amigo dos judeus, e os governos influenciados pelos judeus dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha restabeleceram seu domínio global.

{O sionismo exigiu que a Grã-Bretanha garantisse a entrega da Palestina aos judeus para criar o Estado Sionista, em troca de trazer os EUA para a luta contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Na imagem o relato da entrega da Palestina aos judeus, Times of London, 09/11/1917.}

Finalmente, e como sempre, havia dinheiro a ser feito. Dirigindo o Conselho das Indústrias de Guerra para Wilson, o financista judeu Bernard Baruch tinha poder extraordinário para direcionar gastos militares; podemos ter certeza de que seus clientes preferenciais se beneficiaram.[1] Mas talvez o senador de Nebraska, George Norris, tenha dito melhor. Falando em oposição ao apelo de Wilson por uma declaração de guerra, Norris exclamou que os americanos estavam sendo enganados “pela exigência quase unânime da grande combinação de riqueza que tem interesse financeiro direto em nossa participação na guerra”. Além do mais, “um grande número de grandes jornais e agências de notícias do país foram controlados e alistados na maior propaganda que o mundo já conheceu, para manufaturar sentimentos em favor da guerra”. Resumindo seu caso, Norris disse o seguinte: “Estamos entrando em guerra pelo comando do ouro”.[2] Finanças, mídia, ‘ouro’ – os interesses judaicos prosperaram em muitas frentes.

{Alguns dos articuladores sionistas em trazer os EUA para a Primeira Guerra Mundial contra a Alemanha e para obter a Palestina para o sionismo. Na imagem: Richard Gottheil, Jacob de Haas, Louis D. Brandeis, Felix Frankfurter, Stephen Wise. De Nova York esses judeus, os últimos três destacadamente influentes, especulavam o lado mais conveniente da Grande Guerra Mundial para o sionismo.}

Mas Wilson evidentemente não era afetado por tais assuntos, ou por sua promessa a seus compatriotas de “nos manter fora da guerra”. Sua equipe de apoiadores e conselheiros judeus – Baruch, mas também Henry Morgenthau Sr., Jacob Schiff, Samuel Untermyer, Paul Warburg, Stephen Wise e Louis Brandeis – queria guerra, e guerra eles tiveram. O fato de que custaria à América US$ 250 bilhões (o equivalente atual) e cerca de 116.000 mortos na guerra não parecia figurar em seus cálculos.

O tema principal do presente ensaio é a Segunda Guerra Mundial, mas suas raízes estão no resultado da Primeira Guerra Mundial. Portanto, eu continuo a história daquela época.

 

Algum contexto

Antes de proceder, nós devemos ter alguma coisa em mente. Os esforço dos judeus por maior influência e poder político pode ser encontrada em ambos os lados da Primeira Guerra Mundial. Os líderes imperiais russos há muito suspeitavam dos judeus e os baniram em grande parte para a chamada Zona de Assentamento {Pale of Settlement} que foi estabelecida no oeste da Rússia na década de 1790. Começando a década de 1880, a mídia ocidental emitiu relatos exagerados de matanças, pogroms e diversos massacres entre os judeus russos de lá, cujo número agregado de vítimas foi quase sempre registrado – espantosamente– como “6 milhões”.[3]

{O banqueiro judeu Alexander Israel Parvus (esquerda) com o bolchevique judeu Leon Bronstein Trotsky (centro) e o menchevique judeu Leo Deutsch (direita) eram respectivamente a liderança da direita liberal, da extrema esquerda e da social democracia contra a Rússia. Os três foram presos pelo regime czarista. Foto de domínio público - Wikipedia.}

Isso naturalmente gerou profunda hostilidade em relação à Casa dos Romanov, e muitos judeus buscaram seu fim. Uma animosidade especial foi reservada ao czar Nicolau II, que assumiu o poder em 1894. Na Parte 1, eu expliquei o esforço incrivelmente bem-sucedido do lobby judeu americano para revogar o antigo tratado EUA-Rússia em 1911; este foi um pequeno castigo dirigido ao czar. O objetivo derradeiro, porém, era sua derrubada e, portanto, podemos imaginar a alegria da comunidade judaica global em sua queda em março de 1917. Como lembramos, o czar e sua família foram assassinados por bolcheviques judeus em julho do ano seguinte.

{Foto da esquerda: Judeus dos EUA que distribuíram doze milhões de dólares do dinheiro de socorro levantado pelos judeus americanos desde o início da Primeira Guerra Mundial. Jacob Schiff, banqueiro internacional e um dos fundadores da American Jewish Historical Society, aparece no canto inferior direito. Sentados da esquerda para a direita estão, reproduzindo a legenda disponibilizada na Wikipedia: Felix M. Warburg, da Kuhn Loeb & Co., Presidente do Comitê; Rabino Aaron Teitelbaum, Secretário Correspondente do Comitê Conjunto de Distribuição; Albert Lucas; Sra. F. Friedman, estenógrafa oficial; Dr. Boris D. Bogen, organizador da seção do Comitê na Holanda e diretor da Conferência Nacional de Caridade; Leon Sanders, presidente da Ordem Independente de Brith Abraham; Harry Fishcel, Tesoureiro do Comitê Central de Ajuda; Sholem Asch, notável escritor iídiche e vice-presidente do Comitê de Ajuda ao Povo; Alexander Kahn, presidente do Comitê de Ajuda do Povo; Jacob Milk; Srta. Harriet Lowenstein, advogada e Controladora do Comitê de Distribuição Conjunta; Coronel Moses Schonenberg; Rabbi M.Z. Margolies, Presidente da Agudas Habonim; Israel Friedlander, Seminário Teológico Judaico de NY; Paul Baerwald, Tesoureiro Associado do Comitê; Julius Levy; Peter Wiernik, presidente do Comitê Central de Ajuda e editor do Jewish Morning Journal; Meyer Gillis, editor assistente do Forward; Coronel Harry Cutler, Presidente do Conselho de Bem-Estar Judaico; Cyrus Adler, presidente do Dropsey College e do Jewish Theological Seminary; Arthur Lehman, tesoureiro do Comitê e membro do Lehman Bros. Em pé, da esquerda para a direita: Abraham Zucker, Comitê de Ajuda do Povo; Isadore Hershfield, que estabeleceu a comunicação entre famílias judias na Europa e na América; Rabino Meyer Berlin, vice-presidente do Comitê Central de Ajuda; Stanley Bero, Comitê Central de Ajuda; Louis Topkis; Morris Engelman, secretário financeiro do Comitê Central de Ajuda e criador do plano de ajuda americana para os judeus que sofrem de guerra. Data: 16 de agosto de 2018. Repositório: American Jewish Historical Society, 15 West 16th Street, New York, NY 10011. Fonte domínio público via Wikipedia. Foto da direita: Jacob Schiff (1847-1920) em 1903, crédito de Aimé Dupont via Wikipedia. Jacob Schiff, como banqueiro internacional e de amplas conexões internacionais, foi um ponto de união de esforços do judaísmo internacional e eventos decisivos das convulsões na Rússia durante a Primeira Guerra Mundial e antes ainda na Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905.}

Foi uma história um tanto similar com o governante alemão Wilhelm II, que ascendeu ao trono em 1888. Lá, no entanto, os judeus eram prósperos e desfrutavam de um grau relativamente alto de liberdade – apesar do evidente desgosto pessoal do Kaiser por eles.[4] Previamente, eu citei algumas estatísticas impressionantes de Sarah Gordon sobre seus números em direito, mídia, negócios e academia, tudo antes da Primeira Guerra Mundial. No setor bancário, eles floresceram totalmente; proeminentes famílias de banqueiros judeus-alemães incluíam os conhecidos Rothschilds e Warburgs, mas também os Mendelssohns, Bleichroeders, Speyers, Oppenheims, Bambergers, Gutmanns, Goldschmidts e Wassermanns. Mas, apesar de sua riqueza e sucesso, os judeus não tinham acesso ao poder político, devido à monarquia hereditária. Isso, para eles, era inaceitável. Assim, eles tiveram que introduzir a “democracia” – com todos os devidos valores de mentes elevadas, é claro. Somente através de um sistema democrático eles poderiam exercer influência direta sobre a liderança política.

{O judeu capitalista Jacob Schiff (1847-1920) foi um grande financiador do marxismo e da esquerda para implementar o regime comunista na Rússia. É um predecessor do também judeu George Soros (1930-) em reunir a ação da direita liberal capitalista com a luta de classes da esquerda e fomento ao comunismo. Direita e esquerda juntas contra o nacionalismo!}

Consequentemente, assim que o czar caiu na Rússia, surgiram apelos para repetir o sucesso na Alemanha. Em 19 de março de 1917, quatro dias após a queda do czar, o New York Times noticiou que Louis Marshall elogiou o evento e acrescentou que “a revolta contra a autocracia deve se espalhar para a Alemanha.” Dois dias depois, oradores judeus no Madison Square Garden “previram uma revolta na Alemanha”. Como explica o artigo, “[alguns] previram que a revolução das classes trabalhadoras da Rússia seria a precursora de revoluções semelhantes sobre todo o mundo. Que a próxima revolução seria na Alemanha foi previsto por vários oradores” (21 de março). Em 24 de março, Jacob Schiff assumiu o crédito por ajudar a financiar a revolução russa. Ao mesmo tempo, o rabino Stephen Wise colocou a culpa pela iminente entrada americana na Primeira Guerra Mundial no “militarismo alemão”, acrescentando “Eu gostaria de Deus que fosse possível para nós lutarmos lado a lado com o povo alemão pela derrubada de Hohenzollernismo [ou seja, Kaiser Wilhelm].”

Estranhamente, Wise conseguiu seu desejo. Dentro de duas semanas, a América estava na guerra. E cerca de 18 meses depois, Wilhelm sucumbiria a revoltas nas fileiras de suas forças e seria compelido a abdicar.

{Fotos da esquerda e centro com a notícia do New York Times (24 de março de 1917) quando o principal rabino nos EUA durante o século XX elogia a participação dos judeus na chamada "Revolução" Russa de março e que culminaria na Revolução Bolchevique de novembro de 1917 e a implementação do regime soviético em parte da Rússia, e depois na totalidade da Rússia a partir de 1921. Na foto a direita Wise discursa contra os alegados, pela mídia judaica ou filo judaica, maus tratos do governo de menos de 2 meses de Hitler aos judeus já em 1933. Por outro lado, não parece haver tido o mesmo empenho do rabino Wise até então ou depois sobre a tirania soviética, e sua vasta liderança judaica, contra dezenas de etnias em todos os territórios que a URSS ocupou ou influiu. Crédito das fotos: United States Holocaust Memorial Museum.}

 

A Conferência de Paz de Paris

Tendo vencido a guerra, o time judaico de Wilson estava ansioso para ditar a paz. “No final das contas”, observa Robert Shogan,*2 “a guerra traria benefícios para a causa sionista, em parte por causa do papel de Brandeis como um conselheiro de confiança [de Wilson]”. As nações vitoriosas se reuniram em Paris em janeiro de 1919, e o Congresso Judaico Americano estava lá como sua própria delegação. Shogan acrescenta que “[Stephen] Wise estava em Paris, a pedido do presidente Wilson para chefiar a delegação sionista nas negociações de paz”. (Alguém poderia perguntar com razão: por que os sionistas conseguem sua própria delegação?) Louis Marshall também era proeminente lá entre os judeus americanos.

{O judeu Loyus Dembitz Brandeis (1856-1941), retrato de 1915. Na Corte Americana desemprenhou papel fundamental para o sionismo na gestão do então presidente dos EUA Woodrow Wilson. Foto de domínio público - Wikipedia.}

O objetivo direcionado apontado não era uma implementação justa da paz, nem um tratamento justo da Alemanha, mas sim maximizar o benefício para as várias comunidades judaicas da Europa e dos Estados Unidos. “No início de 1919”, diz Ben-Sasson,*3 “a atividade diplomática em Paris tornou-se o foco principal das várias tentativas de realizar as aspirações judaicas”. Fink concorda:*4 “Em março de 1919, delegações judias pró-sionistas e nacionalistas chegaram em Paris.” Quase todas as nações vitoriosas, ao que parece, tinham seus próprios representantes judeus. Alguns buscaram direitos judaicos formais e explícitos em suas próprias nações, e outros trabalharam pelo reconhecimento de um estado nacional judaico. Os judeus poloneses foram beneficiários notáveis; eles conseguiram obter menção explícita no Tratado Polonês para os Direitos das Minorias.

Escrevendo logo após o evento, o filósofo e jornalista irlandês Emile Dillon viu desta maneira:

De todas as coletividades cujos interesses foram promovidos na Conferência, os judeus tiveram talvez os expoentes mais plenos de recursos e certamente os mais influentes. Havia judeus da Palestina, da Polônia, Rússia, Ucrânia, Romênia, Grécia, Grã-Bretanha, Holanda e Bélgica; mas o maior e mais brilhante contingente foi enviado pelos Estados Unidos.*5

Descrevendo o lado americano, Fink explica que “o fervoroso sionista Julius Mack e o mais moderado Louis Marshall rapidamente ofuscaram os principais antinacionalistas americanos, Henry Morgenthau, Oscar Straus e Cyrus Adler”.

Embora ele estivesse predisposto a ser simpático com a situação judaica, Dillon, no entanto, observou que um viés “religioso” ou “racial” “estava na raiz da política do Sr. Wilson”.*6 É um fato, disse ele, “que um número considerável de delegados acreditava que as verdadeiras influências por trás dos povos anglo-saxões eram semitas”. Resumindo as perspectivas para o futuro, ele destacou sobre a conclusão geral de muitos em Paris:

“Doravante, o mundo será governado pelos povos anglo-saxões, que, por sua vez, são manejados ritmadamente por seus elementos judeus.”

Entre os americanos não-judeus havia um jovem Herbert Hoover, então secretário da Food Administration dos EUA e, claro, futuro presidente. Ele estava acompanhado por um assistente judeu, o financista Lewis Strauss, que comentou sobre a notável inclinação de seu chefe para “defender os direitos dos judeus”, especialmente na Polônia.[5] Strauss mais tarde se tornaria fundamental no financiamento do desenvolvimento inicial da bomba atômica.

O tratamento aos alemães na conferência, como é bem conhecido, foi brutalmente áspero e forte. Eles esperavam, e receberam a promessa, de que a conferência seria um acordo justo para as legítimas reivindicações de guerra de todos os beligerantes — especialmente devido à natureza complexa e complicada da eclosão das hostilidades. (Lembramos nós: o arquiduque foi assassinado por um sérvio em junho de 1914; o exército russo se mobilizou e se concentrou na fronteira alemã em julho; uma Alemanha ameaçada declarou guerra à Rússia em agosto; um pacto franco-russo exigia uma declaração simultânea contra a França; e a Grã-Bretanha declarou guerra à Alemanha assim que o exército alemão cruzou Bélgica adentro.) Na época da Conferência de Paz, Wilson e sua equipe haviam decidido que a Alemanha era a única responsável pela guerra e, portanto, deveria arcar com todo o ônus das reparações.[6] As condições impossíveis impostas a eles prepararam o cenário para a ascensão de Nacional Socialismo e a próxima grande guerra.

Tudo por tudo, o que emerge da primeira guerra e da subsequente conferência de paz é uma imagem da súplica britânica e americana aos interesses judaicos. De fato, os principais beneficiários da guerra foram os judeus, tanto na América quanto na Europa em geral. Para a Alemanha, foi obviamente um evento desastroso; ela sofreu cerca de 2 milhões de mortes militares junto com milhares de perdas civis indiretas, esmagando dívidas financeiras e testemunhou o fim do reinado de 900 anos da Casa de Hohenzollern. Esta foi uma tragédia para uma nação que, de acordo com Fay,*7 “não planejou uma guerra europeia, não a desejou e fez esforços genuínos para evitá-la”.

A América, a qual não tinha nenhum interesse legítimo nas batalhas na Europa, foi atraída pela obediência de Wilson às exigências judaicas. De sua parte, Wilson aparece como uma espécie de esquematizador político amoral. MacMillan*8 descreve seus relacionamentos próximos, “possivelmente românticos”, com várias outras mulheres durante seu primeiro casamento. Theodore Roosevelt via-o como “o oportunista insincero e de sangue frio conforme nós jamais tivemos na presidência”*9. Para Lloyd-George, ele era “sem tato, obstinado e vaidoso”. Concedido, todos nós temos nossas falhas; mas para a maioria de nós, eles não levam a uma catástrofe nacional.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua...

Notas

*1 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): The Jewish Hand in the World Wars, Part 1, por Thomas Dalton {academic auctor pseudonym}, Inconvenient History, 2013, Vol. 05, nº 2.

https://www.inconvenienthistory.com/5/2/3209

Traduzido ao português como

- A Mão Judaica nas Guerras Mundiais – {Primeira Guerra Mundial} Parte 1.1, por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton), 29 de outubro de 2022, World Traditional Front.

 (As demais partes 1.2 e 1.3 na sequência do próprio artigo)

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/10/a-mao-judaica-nas-guerras-mundiais.html 

[1] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Como Baruch declarou ao Congresso: “Eu provavelmente tinha mais poder do que qualquer outro homem na guerra; sem dúvida isso é verdade.” Veja a Parte 1 para seu testemunho completo.

[2] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton) Citado em John C. Chalberg (ed.), Isolationism, Greenhaven, 1995, páginas 71-73.

[3] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O New York Times publicou tais relatórios periódicos. Veja, por exemplo: 26 de janeiro de 1891 (“O rabino Gottheil diz uma palavra sobre a perseguição aos judeus… cerca de seis milhões de desafortunados miseráveis e perseguidos”), 21 de setembro de 1891 (“Uma acusação escrita da Rússia… um total de 6.000.000 está mais próximo do correto.”), 11 de junho de 1900 (“[Na Rússia e na Europa central] existem 6.000.000 de argumentos vivos, sangrando e sofrendo em favor do sionismo.”), 23 de março de 1905 (“Nós judeus na América [simpatizamos com] nossos 6.000.000 de irmãos em situação de servilismo na Rússia”),   25 de março de 1906 (“Relatórios surpreendentes sobre a condição e o futuro dos 6.000.000 de judeus da Rússia…”). A situação levou um ex-presidente da B'nai B'rith a uma exclamação profética: “Simon Wolf pergunta por quanto tempo o Holocausto russo vai continuar” (10 de novembro de 1905). A história, de fato, se repete. 

[4] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Parece que ele tinha boas razões para essa inimizade. De acordo com Lamar Cecil, Wilhelm II (vol. 2), 1996, página 57), Guilherme “acreditava que os judeus eram perversamente responsáveis… por encorajar a oposição ao seu governo”. Em carta a um amigo, o Kaiser escreveu: “A raça hebraica é minha inimiga mais inveterada em casa e no exterior; ela permanece o que é e sempre foi: de falsificadores de mentiras e os mentores que governam a inquietação, a revolução, a revolta, espalhando a infâmia com a ajuda de seu espírito satírico, cáustico e envenenado” (em J. Rohl, The Kaiser and His Court, 1987/1994, página 210). S. Townley, Indiscretions of Lady Susan, 1922, página 45) relata este comentário dele: “Os judeus são a maldição do meu país. Eles mantêm meu povo pobre e em suas garras. Em cada pequena aldeia da Alemanha está sentado um judeu sujo, como uma aranha atraindo o povo para a teia da usura. Ele empresta dinheiro aos pequenos agricultores para garantir a segurança de suas terras e, assim, aos poucos, adquire o controle de tudo. Os judeus são os parasitas do meu Império.” Ele acrescenta que a questão judaica é um de seus “grandes problemas”, mas em que “nada pode ser feito para abobadar isso”. Em 1940, com Hitler movendo-se para limpar a Europa, ele disse o seguinte: “Os judeus estão sendo expulsos das posições nefastas em todos os países, a quem eles levaram à hostilidade por séculos” (em J. Rohl, The Kaiser and His Court, 1987/1994, página 211). 

*2 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, página 25.

*3 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Haim Hillel Ben-Sasson, A History of the Jewish People, Harvard University Press, 1976, página 940.

*4 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton):  Carole Fink, “The minorities question.”Em Boemeke et al (eds), The Treaty of Versailles, Cambridge University Press, 1998, página 259.

*5 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Emile Joseph Dillon, The Inside Story of the Peace Conference, Harper and Brothers, 1920, página 12.

*6 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Emile Joseph Dillon, The Inside Story of the Peace Conference, Harper and Brothers, 1920, página 496.

[5] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): S. Wentling, Herbert Hoover and the Jews, Wyman Institute, 2012, p. 6.

[6] Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Uma boa e breve descrição é apresentada em M. MacMillan, Paris 1919, Random House, 2003, pp. 463-466.

*7 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Sidney Bradshaw Fay, The Origins of the World War, Macmillan, 1928. página 552.

*8 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): M. MacMillan, Paris 1919, Random House, 2003, p. 7.

*9 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): M. MacMillan, Paris 1919, Random House, 2003, p. 6.


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Fonte: The Jewish Hand in the World Wars, Part 2, por Thomas Dalton, Inconvenient History, volume 06, nº2, 2014.

https://www.inconvenienthistory.com/6/2/3294

Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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