| Karl Nemmersdorf |
Introdução
Em
meu artigo anterior (“Bolcheviques Judeus e Assassinatos em Massa: Rozalia
Zemliachka e os Judeus Responsáveis pelo Banho de Sangue na Crimeia, 1920”)*1, eu descrevi um grupo de judeus
comunistas e o massacre que perpetraram nos primeiros anos do domínio
bolchevique na Rússia. Sobre os trinta e cinco anos que compreenderam os
governos de Lenin e Stalin, ocorreram centenas de massacres semelhantes,
realizados por várias equipes de oficiais da Cheka-OGPU-NKVD (com significativa
representação judaica ou até mesmo liderança direta), atuando em todas as
regiões da URSS. Esses massacres clamam por mais atenção, e eu espero escrever
sobre outros deles. Entretanto, por ora, eu descreverei três executores judeus
depravados, cada um deles merecedor de infâmia e execração: Mikhail Vikhman,
Revekka Plastinina-Maizel e Isai Berg. Vikhman foi um comissário de destaque da
Cheka em Odessa e na Crimeia entre 1919 e 1921, onde ele executou pessoalmente,
a tiros, centenas de vítimas, incluindo algumas de altíssima patente. (Sua
carreira posterior reserva uma ironia notável.) Plastinina-Maizel foi uma
funcionária do Partido que assassinou barbaramente milhares de pessoas no
Extremo Norte da Rússia, juntamente com seu companheiro, um oficial
desequilibrado da Cheka. Mais tarde, ela desfrutou de uma carreira no mais alto
escalão do judiciário soviético — um fato que ilustra bem as perversidades da
sociedade soviética. Berg, um oficial de destaque da NKVD em Moscou e executor
durante o Grande Terror, já goza de certa notoriedade entre anticomunistas por
ter sido o pioneiro no uso de caminhões de gás para fins homicidas, concebidos
para auxiliá-lo em sua tarefa habitual: organizar a execução de quase vinte mil
pessoas no local de extermínio de Butovo, entre 1937 e 1938. Esses três judeus,
sozinhos, são responsáveis pela morte de mais de vinte mil pessoas; seus
nomes deveriam ser tão conhecidos quanto os de Eichmann ou Mengele — e por melhores
razões.
Mikhail Vikhman
Mikhail
Vikhman nasceu em 1888, em Astracã ou nas proximidades, às margens do Mar
Cáspio. Seu pai, Moisey, era comerciante de peixes. Mikhail formou-se na
Realschule*2 de Astracã em 1907 e trabalhou como
eletricista até ser convocado para o serviço militar em 1912. Serviu em um
batalhão de sapadores,1 lutou na
Primeira Guerra Mundial e foi condecorado com a Cruz de São Jorge (4ª classe).
Com a chegada da Revolução, ascendeu rapidamente a cargos de poder, atuando
inicialmente como chefe de polícia em Tsaritsyn (Stalingrado).2 Em 1918, já havia aderido aos
bolcheviques, tornado-se um chekista; participou da repressão a uma revolta
cossaca e, como comandante do 1º Regimento de Partidários Vermelhos, combateu
na Ucrânia contra diversas forças antibolcheviques. Na primavera de 1919, ele
tornou-se o líder da Cheka em Odessa, a terceira maior cidade na Ucrânia.
Aquele que antes fora um cabo sapador detinha agora o poder de vida e morte
sobre quase meio milhão de pessoas. (A cidade tinha uma grande população
judaica, assim como também a sua Cheka.) Ali, ele ganhou fama não como um
administrador sábio ou promotor do bem comum, mas como um assassino em massa
sanguinário. Sergei Melgunov, em The Red
Terror in Russia, relata que Vikhman empregava seis executores, mas “entrava
nas celas e massacrava prisioneiros para seu próprio prazer.”3 No verão de 1919, quarenta ou cinquenta
prisioneiros eram fuzilados todas as noites, e ex-oficiais do Exército Branco
eram mortos ao serem “acorrentados a pranchas e empurrados muito lentamente
para dentro de fornalhas...”4 Uma
fonte afirma que Vikhman fuzilou mais de 200 pessoas durante sua permanência em
Odessa, incluindo o ex-chefe de polícia Barão Sergei Vasilyevich van der Hoeven
(1865–1919) e o reitor da Universidade de Novorossiysk, Sergei Levashov.5 Melgunov apresenta outro relato,
tristemente típico daquela era:
... há registro de um caso em que, quando a tampa de um caixão se abriu lentamente e dele surgiu o grito Meus camaradas, eu ainda estou vivo!”, enviou-se uma mensagem telefônica à Cheka, em que se extraiu a réplica: “Resolvam isso com um tijolo”; um apelo posterior ao próprio chefe da Cheka [Vikhman] provocou a piada: “Suponho que devamos requisitar o melhor cirurgião de Odessa?”; e, finalmente, um funcionário da Cheka teve de ser enviado ao local para disparar contra a vítima uma segunda vez com um revólver.6
Vikhman
parece ter trabalhado em Odessa durante parte do ano de 1920, mas, na primavera
de 1921, ele tornou-se o chefe da Cheka regional da Crimeia.7 O Exército Vermelho havia conquistado a
Crimeia recentemente, e forças bolcheviques, sob a liderança de dois judeus
repugnantes — Bela Kun e Rozalia Zemliachka —, haviam submetido a península a
uma devastação aterradora. Agora, Vikhman, outro judeu sem remorso, comandava
todas as forças da Cheka na península, e as matanças prosseguiam. Remanescentes
das forças Brancas haviam buscado refúgio nas colinas para travar uma guerra de
guerrilha (tanto para sobreviver quanto para resistir ao domínio comunista), e
Vikhman organizou tropas para eliminá-los; os capturados eram liquidados. Os
comunistas consideraram que muitos outros mereciam a morte, e Vikhman emprestou
sua mão e sua pistola Mauser à tarefa. Entre outros, ele executou a tiros os
ex-ministros ucranianos Alexander Ragoza e Komorny. Anos mais tarde, declarou
que, na Crimeia, havia executado pessoalmente “muitas centenas” de “inimigos do
poder soviético... cujo número exato está gravado na minha Mauser e na minha
carabina de combate.”8
![]() |
| {O judeu-bolchevique Mikhail Vikhman (1888-1963) nas mãos de interrogadores judeus-bolcheviques} |
Mas
houve problemas: o Comitê do Partido Bolchevique da Crimeia colocou-se de pé
com a postura arrogante de Vikhman. Eles acusaram-no de prender membros do
Partido e de desafiar as autoridades partidárias. Ele foi afastado do cargo e
enviado para o Cáucaso, onde trabalhou na Cheka da província de Stavropol. No
entanto, no final de 1921, o Partido o expulsou de suas fileiras e o desligou
da Cheka.9 Foi o fim da primeira
fase de sua carreira.
Vikhman
retornou a Odessa e trabalhou na administração da rede de bondes da cidade, uma
queda e tanto para o ameaçador e todo-poderoso executor da Cheka. Pouco tempo
depois, porém, ele ganhou readmissão no Partido e até mesmo na Cheka. Depois de
1928, ele ocupou diversos cargos de nível intermediário na OGPU (organização
sucessora da Cheka), em Kharkov (Ucrânia) e no Cáucaso. Ele participou da
repressão a revoltas camponesas, chefiou o departamento da OGPU na cidade de
Chernigov e recebeu a condecoração de “Trabalhador Honorário da Cheka-OGPU”
(1932). Em 1938, ele estava trabalhando em Vinnytsia como vice-chefe da milícia
do NKVD. Então, bateram à sua porta. Era 8 de julho de 1938, o auge do Grande
Terror — o pico absoluto de décadas de repressão, e Stalin começava a liquidar
os próprios liquidadores. Genrikh Yagoda, o chefe judeu do NKVD, havia sido
fuzilado em março, e milhares de outros agentes da polícia secreta pereceriam
nos anos seguintes. Agora era a vez de Vikhman: a polícia secreta revistou sua
casa, apreendeu um arsenal e o levou para a prisão de Lukyanivska, em Kiev.
O
Partido estava realizando um grande expurgo no NKVD ucraniano: o antigo chefe
de Vikhman, o judeu Izrail Leplevsky, chefe do NKVD na Ucrânia, tinha sido
substituído em janeiro, preso em abril e fuzilado em julho. O novo chefe, o
russo Alexander Uspensky, tinha ordens para eliminar os homens de Leplevsky, “entre
os quais se incluía um grande número de agentes judeus do NKVD”.10 Centenas foram presos, mas não todos:
Leplevsky havia sido torturado durante seu interrogatório pelos agentes judeus
do NKVD Lulov e Vizel,11 e
Vikhman agora enfrentava uma experiência semelhante: foi torturado pelos judeus
Kogan (forma russa de Cohen) e Ratner.12
Esses homens o espancaram impiedosamente e o obrigaram a permanecer de pé,
ininterruptamente, por até quatro dias. (A quantas pessoas Vikhman havia feito
o mesmo?) Em 17 de julho, ele cedeu e admitiu a culpa. Ele ficou gravemente lesionado,
chegando a ficar incapacitado por este tratamento.
Era
uma cena espantosa: na Rússia do século XX, um homem chamado Cohen —
descendente da antiga linhagem sacerdotal hebraica — interrogava e torturava
outro judeu; ambos eram ateus convictos e membros implacáveis da mesma
polícia secreta, servindo um tirano georgiano que governava a Rússia em nome do
socialismo marxista!13
Vikhman,
compreensivelmente, estava ultrajado por ter sido submetido a tal tratamento e
recorreu a autoridades superiores. Em uma carta a um deputado do Soviete
Supremo, ele mencionou seu trabalho em prol da pátria socialista, vangloriou-se
de ter fuzilado centenas de inimigos do regime soviético e apelou à “justiça” e
à “verdade bolchevique stalinista”.14
Em meio à sua situação desesperadora, ele de repente encontrou verdades às
quais se agarrar. No fim, ele escapou do tiro na nuca: ele foi sentenciado a
cinco anos (novembro de 1939) e, alguns meses depois, o Estado ordenou sua
libertação, provavelmente devido à sua deterioração física. Passou o ano
seguinte em um hospital neurológico, mas acabou retomando o trabalho no setor
de energia elétrica soviético e em um estaleiro em sua cidade natal, Astracã.
Mais tarde, aposentou-se, mas teve de vender água mineral para complementar sua
parca pensão. Obteve a reabilitação política em 1956. Tratava-se de um processo
no qual o Estado declarava inocentes algumas das pessoas reprimidas sob o
governo de Stalin e lhes restituía os direitos, inclusive o recebimento de
pensões. Os tribunais analisavam as provas e proferiam uma decisão; Vikhman viu
seu nome ser “limpo” antes de morrer.15
Pergunta-se
o que ele pensava sobre tudo isso ao se aproximar do fim da vida: os sonhos de
um paraíso socialista, o prestígio e o poder de que ele desfrutou, as
lembranças do estampido ensurdecedor de sua Mauser nos porões da morte, a
amargura de sua própria prisão e tortura. E, por fim, a penúria e a debilidade
física. Ele não era um intelectual; talvez dedicasse pouco tempo à reflexão,
atenuando suas mágoas ao se apegar à antiga visão do socialismo — a única coisa
capaz de fazer tudo aquilo parecer valer a pena. Como outros velhos burocratas
stalinistas (mesmo Kaganovich e Molotov)16,
ele passou o resto da vida em um apartamento surrado, à espera do cheque mensal
da aposentadoria, jogando damas e lendo o Pravda.
Ele morreu em 1963.17
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Continua...
*1 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e
assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho
de sangue na Crimeia, 1920 - parte 1 – introdução, por Karl Nemmersdorf, 30 de
agosto de 2026, World Traditional Front.
(Demais 4 partes na própria sequência do artigo).
*2 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Realschule, Internet
Encyclopedia of Ukraine.
https://www.encyclopediaofukraine.com/display.asp?linkpath=pages%5CR%5CE%5CRealschule.htm
1 Nota de Karl Nemmersdorf: Sapadores
são engenheiros de combate que constroem estradas, pontes e fortificações, instalam
e removem campos minados, realizam demolições, etc.
2 Nota de Karl Nemmersdorf: As fontes sobre Vikhman são escassas e podem ser contraditórias. Eu tenho confiado no seguinte:
a) Alexandra Polyak, Михаил Вихман — палач Одесской
ЧК e жертва коммунистического режима (Mikhail Vikhman, Executor da Odessa Cheka
e Vítima do Regime Comunista) Jan 2020. https://zaodessu.com.ua/articles/mihail-vihman-palach-odesskoj-chk-i-zhertva-kommunisticheskogo-rezhima/
b) D. Sokolov, Чекист Вихман в необычной для себя
роли (Chekista Vikhman em um papel incomum) https://d-v-sokolov.livejournal.com/2189489.html?es=1
c) Tumshis M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД СССР 1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), 2ª
edição, revisada e ampliada. Moscou: Universidade Dmitry Pozharsky, 2017. Pp. 192-94.
d) Abramov, Vadim, Евреи в КГБ (Judeus na KGB). Moscou: Izdatel Bystrov, 2006. Pp.
142-43.
Abramov, Tumshis e Polyak
identificam Vikhman como judeu.
3 Nota de Karl Nemmersdorf: The Red Terror in Russia (Westport, CT:
Hyperion Press, 1976), 203. Melgunov foi um escritor e político russo que se
opôs ao domínio bolchevique; foi preso e sentenciado à morte, mas teve a pena
comutada, após o que partiu para o exterior. Ele reuniu informações de exilados
russos (muitas vezes testemunhas desses eventos) —na volumosa imprensa de
expatriados russos na Europa Ocidental — e o publicou em 1924.
4 Nota de Karl Nemmersdorf: George
Leggett, The Cheka: Lenin’s Political
Police (New York, 1981), pp. 200, 198.
5 Nota de Karl Nemmersdorf: Esta
informação consta em Alexandra Polyak, Михаил Вихман — палач Одесской ЧК e
жертва коммунистического режима (Mikhail Vikhman, Executor da Odessa Cheka e
Vítima do Regime Comunista) Jan 2020.
6 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Melgunov,
Red Terror in Russia, p. 213.
7 Nota de Karl Nemmersdorf: Duas
características do início do domínio comunista na Rússia foram a rápida
ascensão de judeus medíocres a cargos de poder e a constante movimentação de
pessoal para diferentes trabalhos e regiões.
8 Nota de Karl Nemmersdorf: Tumshis
M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД СССР
1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), p. 193.
9 Nota de Karl Nemmersdorf: As
fontes não fornecem detalhes que possam ilustrar a estória por trás desses
eventos.
10 Nota de Karl Nemmersdorf: Lynne
Viola, Stalinist Perpetrators on Trial
(New York: 2017), p. 27.
11 Nota de Karl Nemmersdorf: Shimon
Briman, “Stalin’s terror: Jewish victims and executioners,” em Forum Daily, https://www.forumdaily.com/en/politicheskie-repressii-evrei-zhertvy-i-palachi/
12 Nota de Karl Nemmersdorf: D.
Sokolov, Чекист Вихман в необычной для себя роли (Chekista Vikhman em um papel
incomum).
13 Nota de Karl Nemmersdorf: É
impressionante as permutações pelas quais o ideal messiânico judaico pode
passar quando o seu único objeto verdadeiro é negligenciado.
14 Nota de Karl Nemmersdorf: D.
Sokolov, Чекист Вихман в необычной для себя роли (Chekista Vikhman em um papel
incomum).
15 Nota de Karl Nemmersdorf: Absolvido
de acordo com as concepções soviéticas de justiça, é claro. Eu duvido que
muitas de suas próprias vítimas tenham sido reabilitadas.
16 Nota de Karl Nemmersdorf: Kaganovich
passou o restante de sua vida sozinho em um apartamento no sexto andar, no Cais
Frunze, em Moscou. Assim como Molotov, ele recebia uma pensão irrisória de 120
rublos por mês. Seu apartamento era descrito como “pobre”, e ele não tinha
carro nem dacha. Certamente, a situação de Vikhman não era melhor do que essa.
Extraído de E. A. Rees, Iron Lazar: A
Political Biography of Lazar Kaganovich, (Anthem Press, 2013), p. 268.
17 Nota de Karl Nemmersdorf: Eu não
encontrei nenhum indício de que Vikhman tivesse esposa ou filhos.
Fonte: Three Savage
Jewish Communists, por Karl Nemmersdorf, 30 de dezembro de 2025, The Occidental Observer.
https://www.theoccidentalobserver.net/2025/12/30/three-savage-jewish-communists/
Sobre o autor: Karl
Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos
de coerção por exposição de temas de alta polêmica.
__________________________________________________________________________________
Relacionado, leia também:
{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 1 – introdução, por Karl Nemmersdorf (Demais 4 partes na própria sequência do artigo).
Esquecendo Trotsky (7 de novembro de 1879 - 21 de agosto de 1940) - Por Alex Kurtagić
{Genocídios soviéticos – 1.2} Katyn vs ‘Khatyn’: outra farsa soviética Por Louis FitzGibbon
{Genocídios soviéticos - 1.1} Massacre de Katyn — “Os 10.000 Desaparecidos” - por Louis FitzGibbon
Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia - Por Valentyn Moroz
{EUA, Grã-Bretanha e a aliança com Stalin} Lidando com o Diabo - por Eric Margolis
Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}. Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.
Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill
Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek
Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton
Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton
Os banksters financiaram a Revolução de Outubro {do judaico-bolchevismo-comunismo} - por Freeman
{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}




