Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.1 - por Reinhard K. Buchner
| Reinhard K. Buchner |
2. A Tecnologia da Cremação
Reduzir
um cadáver por cremação significa decompor tecidos e ossos pelo calor. Ao
contrário da crença popular, um cadáver não “queima” porque não há matéria
combustível suficiente envolvido. Embora o tecido irá carbonizar e queimar,
produzindo algum calor, a maior parte do calor — para a decomposição térmica (e
química) dos cadáveres — deve ser fornecida por fontes externas de energia. Os
crematórios são geralmente projetados e construídos para processar um único
cadáver. Não há evidências de que os crematórios usados nos campos da Segunda
Guerra Mundial tenham sido projetados de forma diferente. O combustível durante
a Segunda Guerra Mundial era principalmente carvão ou coque, mas ocasionalmente
madeira pode ter sido usada. Como a combustão do combustível requer ar
(oxigênio), alguma provisão para tiragem natural (convecção) ou alimentação de
ar forçado (compressores) deve ser incluída no projeto do crematório. Todas as
6 unidades em Dachau15, por
exemplo, possuem provisões para tiragem convectiva. Os quatro crematórios
vistos hoje em Auschwitz I são aparentemente de um projeto muito semelhante. Contudo,
eles foram construídos após a Segunda Guerra Mundial (D. Felderer11, W. Stäglich16,
página 137). Em Auschwitz II, é dito que foram instalados compressores. Por
exemplo, F. Müller9 diz “ventiladores”
(página 94 e outros locais). Independentemente do método de fornecimento de ar,
todos os crematórios têm certas similaridades básicas.
Desde
que a incineração não é um processo de produção de energia, mas principalmente
de absorção, a energia térmica é produzida em um “gerador”. Este pode ser —
como em Dachau — uma simples “fornalha” com portas para carregamento de carvão
e aberturas com válvulas simples para controlar a tiragem de ar por convecção.
Em instalações mais sofisticadas com compressores, podem ser utilizados
geradores para gaseificação do combustível primário. A. R. Butz4 destacou isso em relação à terminologia
do Holocausto (“Gasoven” etc., ver páginas 120 e 121). Do gerador, o gás de
exaustão quente é então conduzido ao longo do cadáver em uma mufla oblonga com
paredes e fundo planos, mas com teto semicilíndrico. O cadáver repousa sobre
pontes transversais na mufla, espaçadas de 30 a 45 centímetros. Cinzas e
resíduos caem na parte inferior da mufla e são removidos periodicamente. Usualmente,
o gerador de queima de carvão e a câmara de incineração propriamente dita — a
mufla — são separados. Apenas os gases quentes resultantes da combustão do
combustível aquecem a mufla e o cadáver. O cadáver, contudo, não é consumido
(pelo menos em sua maior parte) pelas chamas ou pelos gases quentes
diretamente, mas pela radiação proveniente das paredes da mufla.
Este
é um fator tecnológico importante o qual precisa ser compreendido. O mecanismo
físico é como segue: o gás quente do gerador passa através da mufla e transfere
seu calor para todas as superfícies absorventes. Essa transferência de calor
não é estritamente um processo termodinâmico. Ou seja, a quantidade de calor
transferida não depende apenas da diferença de temperatura entre o gás e a
parede, mas também da turbulência gasodinâmica na camada limite entre o gás e a
parede. Resumindo: em crematórios, a rugosidade do revestimento de tijolos refratários
aumenta a transferência de calor para as paredes, desde que a velocidade do gás
não se torne muito baixa. Como a área da superfície da parede da mufla é muito
maior que a área da superfície do cadáver, grande parte do calor é transferida
para as paredes, e não para o cadáver. Além disso, o tempo desempenha um papel
importante no processo de transferência. Pode parecer convincente, à primeira
vista, mesmo para um especialista em tecnologia, que se possa aumentar a
temperatura de entrada do gás proveniente do gerador para transportar mais
calor por unidade de tempo para dentro da mufla e, assim, obter tempos de
incineração mais curtos. Contudo, a temperatura de saída do gás ao sair da
mufla deve ser suficientemente baixa para não danificar os dutos e a chaminé.
Em resumo: a velocidade de passagem do gás quente dentro da mufla deve ser
lenta para permitir tempo suficiente para que a transferência de calor se
complete a tal ponto que a temperatura de saída do gás caia para um valor
suficientemente baixo. O parâmetro prático disponível para o projetista é a
seção transversal da mufla. Quanto maior for essa seção transversal, menor será
a velocidade do gás e mais tempo haverá disponível para a transferência de
calor. Mas se a seção transversal da mufla for muito grande, surge outro
problema. Para transferir o máximo de calor, todo o gás deve permanecer em
contato com as paredes por tempo suficiente. Isso só pode ser alcançado pela
mistura contínua do gás dentro da mufla. Mas isso, novamente, exige uma
velocidade de passagem mínima. O projetista, portanto, deve estabelecer uma
série de condições simultaneamente: para uma dada temperatura de entrada do
gás, ele precisa de uma mufla de determinado tamanho, com área de parede
suficiente para absorver o calor, e um volume de mufla que produza uma
velocidade de fluxo suficientemente baixa, mas que ainda gere turbulência
suficiente para facilitar a transferência de calor e a mistura do gás. Essas
últimas condições limitam o volume da mufla, que deve levar em conta o espaço
ocupado pelo cadáver — ou pelos vários cadáveres (!). E, finalmente, o
projetista ainda deve alcançar uma temperatura de saída suficientemente baixa.
Esses parâmetros ditam — para uma dada temperatura — a velocidade de entrada do
gás e, portanto, a transferência total de calor por unidade de tempo do gerador
até a mufla. Isso determina o tempo de incineração. O pequeno tamanho da mufla,
observado nos crematórios instalados em campos da Segunda Guerra Mundial,
indica que as muflas foram otimizadas para cremação de carga única, sem caixão.
Até
agora, trem sido demonstrado como o calor é transportado do gerador para a
mufla e transferido principalmente para as paredes da mufla. Se esse processo
continuasse, as paredes da mufla ficariam cada vez mais quentes e o crematório
se extinguiria. No entanto, o resfriamento ocorre automaticamente por radiação.
A energia térmica absorvida pelas paredes é irradiada de volta em uma ampla
gama de comprimentos de onda, incluindo a luz visível. Contudo, os principais
comprimentos de onda se encontram na faixa espectral do infravermelho e do
calor radiativo. Exatamente da mesma forma que a luz visível se propaga em
linha reta, o calor e a radiação infravermelha também o fazem. Tanto a luz
quanto o calor são radiações eletromagnéticas. A radiação da parede da mufla
pode atingir o cadáver e ser absorvida. Também pode atingir outra seção da
parede e ser absorvida ou refletida. Esse “rebote” da radiação continua até que
ela seja finalmente absorvida pelo cadáver. Nesse processo, a diferença de temperatura
entre a parede e o cadáver desempenha um papel importante. Embora materiais
densos e opacos — como a parede e o cadáver, no presente caso — absorvam a
radiação facilmente, o gás, em comparação, não o faz (ou apenas em menor grau).
O gás quente transfere e irradia mais calor para as paredes do que ele consegue
reabsorver. Esta é uma das razões pelas quais o gás pode entrar na mufla a uma
temperatura elevada e sair a uma temperatura mais baixa. O teto curvo da mufla,
mencionado anteriormente, funciona como um espelho cilíndrico, concentrando a
radiação no cadáver.
Finalmente,
há uma última etapa no fluxo total de energia térmica para o cadáver a qual
ainda deve ser compreendida. A radiação absorvida pelo cadáver é, em sua maior
parte, utilizada em reações químicas e em processos de evaporação durante a
decomposição. Em resumo, o cadáver representa um dissipador de calor, e não uma
fonte de calor. Essa é a principal razão pela qual o gás inicialmente quente
pode sair da mufla a uma temperatura mais baixa. Se o cadáver “queimasse”,
produziria calor adicional e elevaria a temperatura do gás acima da temperatura
de entrada. Afirmações como: “Os cadáveres queimavam tão intensamente que foram
consumidos pelo próprio calor” (F. Müller9
página 138) originam-se de equívocos técnicos.
Com
isso — mas suficiente para o presente propósito — tem sido apresentado um
modelo rudimentar do processo de incineração em crematórios a carvão ou coque.
(A radiação do gás foi negligenciada. Mas, sem informações técnicas detalhadas,
a transferência de calor e a radiação não podem ser comparadas.) Em contraste,
a combustão do combustível em crematórios modernos a gás ocorre dentro da
própria mufla. Como são projetados para acomodar um caixão, a área de suas
paredes é bastante grande e o ar forçado dos compressores mistura o gás dentro
da mufla de forma muito eficaz. Em adição, os queimadores geralmente são
direcionados para o cadáver. Ademais, as cinzas do caixão são rapidamente
afastadas do cadáver pelo fluxo de ar forçado. Os tempos de incineração assim
obtidos são, portanto, muito mais curtos do que aquelas unidades a carvão
comparáveis.
3. Carga Múltipla
Com
o exposto acima em mente, também se pode compreender imediatamente por que a
carga múltipla — 2 ou 3 cadáveres empilhados juntos, como alegado na teoria do
Holocausto (ver, por exemplo, F. Müller9,
página 17) — não produzirá tempos de incineração mais curtos. Primeiro, vários
cadáveres compactados juntos oferecerão uma superfície consideravelmente menor
por cadáver para a transferência de calor do gás ou absorção de radiação das
paredes do que 3 cadáveres expostos separadamente à mesma área da parede da
mufla. Isso resulta em menor absorção de calor por cadáver e por unidade de
tempo. Além disso, o volume da mufla pelo qual o gás deve passar se tornará
menor. Há menos tempo para o gás transferir calor para as paredes e os
cadáveres. Se o crematório for operado com a mesma velocidade de fluxo, o gás
simplesmente passará pela mufla mais rapidamente e sairá a uma temperatura mais
alta, o que significa que haverá menos calor disponível por unidade de tempo
para a incineração. Para proteger os dutos de fumaça e a chaminé, o fluxo total
de gás quente teria que ser reduzido — diminuindo o transporte primário de
calor por unidade de tempo para a mufla.
{Embora a análise técnica de Reinhard K. Buchner conclua que “o cadáver representa um dissipador de calor, e não uma fonte de calor. Essa é a principal razão pela qual o gás inicialmente quente pode sair da mufla a uma temperatura mais baixa. Se o cadáver ‘queimasse’, produziria calor adicional e elevaria a temperatura do gás acima da temperatura de entrada.” Observa Reinhard K. Buchner que afirmações como “Os cadáveres queimavam tão intensamente que foram consumidos pelo próprio calor” (F. Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979 página 138) difundiram de equívocos técnicos. Ainda mais, deve-se destacar, tais equívocos foram em usualmente aceitos nos livros de história, os quais geralmente se esquivavam de alertas sobre absurdos relatados como fatos nas narrativas das testemunhas do alegado holocausto. As produções de Hollywood difundiram tais narrativas através das representações cinematográficas ou de pretensos documentários. Assim, o judeu Filip Müller (1922-2013), foto abaixo, que ainda alegou a existência de um sistema de queima de cadáveres ao ar livre, foi uma das fontes de impactantes absurdos assimilados pelo imaginário coletivo ocidental, e que violam as leis naturais (Foto dos fornos crematórios retiradas de Auschwitz Birkenau Memorial; Foto de Filip Müller retirada da Wikipedia)}.
Considerando
o tamanho físico das muflas em Dachau, deve-se concluir que três cadáveres não
poderiam ser colocados nelas, mesmo quando frias. W. Stäglich11 cita Kautsky (um ex-prisioneiro)
afirmando que a abertura dos fornos (em Auschwitz I) permitia apenas um, ou no
máximo dois, cadáveres (página 158). Em operação real, seria extremamente
difícil carregar mesmo dois cadáveres nessas muflas. De qualquer forma, dois
cadáveres cobririam uma parte considerável da parede, restringindo a
transferência de calor do gás para essas partes e forçando uma redução na
velocidade de fluxo. Isso equivale a um tempo de incineração mais longo.
Uma
comparação cuidadosa do tamanho dos tijolos nas fotos revela que as câmaras de
combustão nos crematórios II e III de Auschwitz II certamente não eram maiores
do que as do novo crematório de Dachau (fotos podem ser encontradas, por
exemplo, em A.R. Butz4, páginas
157 e 213).
Eu
tenho observado apenas a incineração de cadáveres em caixões com carga única.
Mas pouparei o leitor da minha bem fundamentada especulação (e descrição da
mesma) sobre como vários cadáveres numa mesma câmara de combustão se “fundiriam,”
prolongando ainda mais o tempo de incineração por essa razão.
Eu
concluo esta parte afirmando: Tecnologicamente, é uma ilusão que carregar
crematórios como os encontrados em campos da Segunda Guerra Mundial com mais do
que a carga para a qual foram projetados (um cadáver) reduziria o tempo de
incineração por cadáver. Tal modo de operação, pelo contrário, prolongaria o
tempo total de incineração. Mesmo considerando cadáveres muito emaciados (por
exemplo, durante epidemias de tifo), minha estimativa pessoal é que não haveria
ganho no tempo de incineração. Mas outros fatores complexos, concernindo o
estado dos tecidos (desidratação etc.), influenciam a estimativa. Por essas
razões, os cálculos foram baseados na cremação com carga única.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Continua...
15 Nota de Reinhard K. Buchner: Durante
o verão de 1979, o autor visitou Dachau com especial interesse nos crematórios.
(Como resultado secundário, constatou-se que não parece haver dutos ligando os
quatro crematórios do novo crematório à chaminé.) Também, não foram instalados
compressores em Dachau durante a Segunda Guerra Mundial. O combustível era
coque.
11 Nota de Reinhard K. Buchner:
Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos,
Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.
16 Nota de Reinhard K. Buchner: Ditlieb
Felderer relata em RH. 167 que Czech
e Piper - ambos funcionários do campo de Auschwitz na época – afirmaram que os
4 fornos do crematório I (Auschwitz I) foram construídos em 1946 ou 1947.
9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip
Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein
and Day, 1979.
4 Nota de Reinhard K. Buchner: Arthur
R. Butz, The Hoax of the Twentieth
Century, Historical Review Press, 1976.
9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip
Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein
and Day, 1979.
9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip
Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein
and Day, 1979.
11 Nota de Reinhard K. Buchner:
Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos,
Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.
4 Nota de Reinhard K. Buchner: Arthur
R. Butz, The Hoax of the Twentieth
Century, Historical Review Press, 1976.
The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.
https://ihr.org/journal/v02p219_buchner
Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.
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