| Karl Nemmersdorf |
Em
“Ted Gold and the Jews of Weatherman” (setembro de 2017, na TOO*1),
ao descrever uma suposta tomada de poder nos Estados Unidos pelo grupo radical
judaico Weatherman, eu escrevi: “Imagine a volta de uma polícia secreta
judaica, de jaquetas de couro e cheiradora de cocaína, capturando gentios para
estupro, tortura e assassinato em matadouros lúgubres. Isso aconteceu; olhe a
respeito”. Essa referência histórica, um tanto chocante, deixou um comentarista
chamado “Jim” perplexo. Ele escreveu — fosse de forma irônica ou séria (mas
divertida): “Onde posso encontrar informações sobre judeus que cheiram cocaína
e estupram pessoas?”. Com certo atraso, eu decidi rever algumas das evidências
para os elementos individuais da minha afirmação: jaquetas de couro, cocaína e
a tortura, o estupro e o assassinato em “matadouros lúgubres”. E, claro, os
agentes judeus da Cheka.
A Cheka
Quando
os bolcheviques tomaram o poder que, como ficou famosa a frase, estava “jogado
nas ruas” no início de novembro de 1917, não esconderam a intenção de governar
pela força e pelo terror. Em questão de semanas, estabeleceram o braço
coercitivo de sua revolução permanente: a “Comissão Extraordinária para o
Combate à Contrarrevolução e à Sabotagem” — abreviada como Ve-Cheka ou, mais curtamente, Cheka. Lênin encarregou o fanático polonês Felix Dzerzhinsky de
comandá-la; este, por sua vez, recrutou um grupo de letões, judeus e russos
renegados para ajudá-lo a devastar a nação russa. Quase imediatamente, a Cheka
desencadeou uma das mais horripilantes orgias de assassinatos em massa já
registradas, na qual homens de ascendência judaica — que, assim como outros
esquerdistas judeus, mantinham sua identidade judaica*2
— desempenharam um papel muito proeminente nisso.
Está
amplamente atestado que, nos primeiros vinte anos de sua história, os judeus
estavam fortemente super-representados nas fileiras da Cheka em relação à sua
proporção na população da União Soviética. Umas poucas citações bastam. O
historiador Richard Pipes cita um membro da Cheka de Kiev do período inicial
afirmando que três quartos de seu
efetivo eram judeus.1 Outra
fonte mostra que, em 1934, 37 dos 96 principais oficiais do NKVD (a denominação
posterior da Cheka) eram judeus — um número impressionante, considerando que
eles representavam apenas 1,7% da população.2
Realmente os judeus superavam em número os russos étnicos*3
nesses altos cargos até o início de 1937, quando Stalin iniciou o expurgo
contra eles. O jornalista israelense nascido na União Soviética Sever Plocker
escreve:*4 “Muitos judeus venderam a alma ao
diabo da revolução comunista e têm sangue nas mãos para a eternidade” — numa
época, aliás, em que celebrar a Revolução Bolchevique era algo totalmente comum
na comunidade judaica da diáspora no Ocidente. Paralelamente, os judeus estavam
sub-representados na população do
Gulag, em cerca de 25%.3
Dentro
de meses da instituição da Cheka, Chekas provinciais estavam surgindo por todo
o território controlado pela sitiada ditadura bolchevique. Por causa que a Cheka
central era, essencialmente, um órgão à margem da legalidade e exercia pouco
controle burocrático sobre as unidades provinciais, estas últimas muitas frequentemente
amontoavam pouco mais que grupos de brutamontes locais — compostos por
criminosos e judeus — motivados pela pilhagem e pela vingança. As autoridades
centrais eventualmente conseguiram impor disciplina às suas filiais da Cheka,
mas os assassinatos, as torturas e os saques continuaram; a única mudança foi a
centralização do comando e a manutenção de rastreio documentais mais
organizados.
O prestígio e elã que cercava a Cheka inicial e seu pessoal é estranho para evocar nesta altura do tempo, mas era significante, ao menos entre alguns círculos. A organização não tinha problemas no recrutamento. Eles adotavam um estilo austero e intimidador, caracterizado pelo uso de jaquetas de couro ou sobretudos. Yakov Sverdlov — um importante comissário bolchevique de origem judaica da primeira fase, presidente do Comitê Executivo Central e, portanto, chefe de Estado de jure — foi quem aparentemente popularizou o uso de jaquetas e até mesmo de calças de couro.4 Aqui está ele, à direita de Lênin:
| {Vladmir Lenin (1870-1924) e Yakov Sverdlov (1885-1919): dois líderes judeus do terrorismo judaico-bolchevique que levou a violência ao mais vil nível na Rússia judaico-bolchevique}. |
A
funcionária e terrorista judia Rozalia Zemliachka, mais conhecida por ter
massacrado 50.000 pessoas na Crimeia após a Guerra Civil, também era famosa por
sua predileção por jaquetas de couro e por sua postura de linha-dura: “Já na
casa dos quarenta anos quando a Guerra Civil começou, Zemliachka vestia-se com
o traje esteriótipo de um comissário bolchevique e matava com vingança.”5 Outra fonte relata que Dzerzhinsky
confiscou um carregamento de casacos de couro destinados a pilotos da força
aérea e equipou seus homens com eles.6
Nos primeiros tempos, todo comissário bolchevique e oficial da Tcheka que se
prezasse ostentava jaquetas de couro.
Os
judeus que engrossaram as fileiras da polícia secreta ardiam em desejo de
vingança contra seus vizinhos cristãos — e ninguém nutre um ressentimento como
os judeus; os pogroms, a despeito de terem sido exagerados por ativistas judeus
na época e posteriormente,*5 foram
certamente um componente do ódio judaico em relação ao Império Russo. Uma
variedade de fontes confirmam que o desejo de vingança era uma das motivações.
Yuri Slezkine*6 analisa algumas obras
de escritores judeus do início do período soviético que ilustram esse tema da
vingança. Por exemplo, as investidas amorosas do protagonista judeu do poema
“Fevereiro”, de Eduard Bagritsky, são rejeitadas por uma jovem russa, mas a
situação se inverte após a Revolução, quando ele se torna vice-comissário. Ao
encontrar a moça em um bordel, ele mantém relações sexuais com ela sem tirar as
botas, a arma ou o sobretudo — um ato de agressão e vingança:
Eu estou tomando você por causa da timidez
Tenho eu sempre estado aqui para fazer a vingança
Pela vergonha de meus antepassados exilados
E o piar de um desconhecido fugitivo!
Eu estou tomando você para saciar minha vingança
Sobre o mundo que eu não pude conseguir sair fora!
Igor
Shafarevich, um matemático e membro da prestigiada Academia Nacional de
Ciências dos EUA, reviu*7 obras
literárias judaicas durante os períodos soviético e pós-soviético, achando um
tema proeminente de ódio judaico misturado a um forte desejo de vingança contra
a Rússia pré-revolucionária e sua cultura. Mas Shafarevich também sugere que a “russofobia”
judaica que motivou o assassinato em massa não é um fenômeno único, mas resulta
da hostilidade judaica tradicional em relação ao mundo não judaico —
considerado tref (impuro) — e frente aos
próprios não judeus, considerados como sub-humanos e merecedores de destruição;
uma interpretação bastante razoável, dada a ética judaica tradicional na qual
os não-judeus não possuem postura moral. Pessoas que nutrem tais crenças não
sentem qualquer escrúpulo moral sobre tortura, estupro e assassinato daqueles
que consideram seus inimigos. O ódio aos povos e culturas não judaicos, bem
como a imagem de ancestrais escravizados como vítimas do antissemitismo, têm
sido a norma judaica ao longo da história — um fato amplamente comentado, desde
Tácito*8 até os dias presentes.
Finalmente,
o ódio e o desejo de vingança judaicos não estavam confinados à URSS. Membros
judeus das forças de segurança interna na Polônia do pós-guerra parecem ter
sido frequentemente motivados por uma raiva pessoal e um desejo de vingança
ligados à sua identidade judaica:
Suas famílias tinham sido assassinadas e o submundo anticomunista representava, na visão deles, a essencialmente a mesma continuidade de uma tradição antissemita e anticomunista. Eles odiavam tanto aqueles que haviam colaborado com os nazistas quanto aqueles que se opunham à nova ordem, com quase a mesma intensidade, e sabiam que, na condição de comunistas ou de comunistas e judeus, eles eram odiados da mesma maneira. Aos olhos deles, o inimigo era essencialmente o mesmo. Era preciso punir as atrocidades do passado e prevenir novas, sendo necessária um esforço e luta implacáveis antes que um mundo melhor pudesse ser construído.*9
“Uma ‘contínuo espalhar
de estupros e roubos.” E de torturas e assassinatos
O
oficial da Cheka citado por Pipes acima afirmou que os primeiros dias em Kiev
(1918–1919) caracterizaram-se por uma “espalhar contínuo” de estupros e roubos,
embora houvesse o “cuidado de poupar companheiros judeus”.7 Por alguma razão, Pipes omitiu menção
às torturas e aos assassinatos hediondos, mas eu preencherei esses detalhes.8 Um elemento central da vingança sempre
foi a humilhação do grupo-alvo e o estupro de suas mulheres, e o Terror
Vermelho teve ambos em abundância. O auge da vingança, para os verdadeiramente
fanáticos, é a tortura e o assassinato: infligir sofrimento terrível
diretamente ao objeto de ódio, ostentando o próprio domínio, e então a destruição
total da vítima. A natureza frenética dos excessos do Terror Vermelho resultou
de uma combinação de fatores, incluindo uma atmosfera de brutalização trazida
pela revolução e pela guerra civil e uma ideologia perversa, mas um fator
étnico também estava claramente presente.
Um
historiador recente dos executores de Stalin afirma que os judeus “vingaram
implacavelmente as vítimas de um século de pogroms”.9 Outro declara que “as fileiras da Cheka
estavam repletas de elementos sociais ávidos por vingança”.10 Um historiador da Guerra Civil Russa
afirma: “Sempre ansioso por tirar proveito de ódios nacionais e raciais,
Dzerzhinsky colocou judeus em sete dos dez principais cargos da Cheka... .
Vítimas de séculos de abusos antissemitas, os judeus da Ucrânia tinham agora a
chance de se vingar.”11
Os
oficiais da Cheka, com literalmente nada que impedisse suas ações, atacaram
mulheres em massa. Há inúmeras evidências para isso.
“Criminosos condenados e psicopatas certificados autoproclamavam-se oficiais da Cheka e aterrorizavam, estupravam e assassinavam a quem eles quisessem.”12 “O estupro de prisioneiras por guardas e interrogadores da Cheka era tão comum que só despertava comentários dos superiores se fosse cometido de maneira particularmente brutal ou pervertida.”13 O estupro de mulheres russas por homens da Cheka “assumiu proporções gigantescas, particularmente durante a segunda reconquista da Ucrânia e das regiões cossacas da Crimeia, em 1920.”14
Sergey
Melgounov escreveu o relato clássico sobre o início do domínio bolchevique, O Terror Vermelho. Na página 136, ele
descreve os “destacamentos de abastecimento” da Cheka, que saqueavam alimentos
nas áreas rurais para alimentar as cidades — a base do poder bolchevique:
“Sempre que uma expedição encarregada de coletar o imposto sobre grãos no distrito
de Khvalinsky chegava a um vilarejo, os camponeses eram obrigados a entregar
suas moças mais bonitas aos oficiais.”15
Uma
estória de Ekaterinodar, no Cáucaso, por volta de 1919:
Madame Dombrovskaya, uma ex-professora, foi torturada em sua cela de isolamento... A Cheka havia sido informada de que ela guardava... joias...; por isso... ordenou-se que fosse torturada até revelar onde as joias estariam. Para começar, ela foi estuprada e sofreu todo tipo de ultraje — o estupro ocorrendo segundo a hierarquia de antiguidade dos torturadores: um homem chamado Friedmann a estuprou primeiro, seguido pelos outros em ordem sequencial. Feito isso, ela foi novamente interrogada sobre o paradeiro das joias e submetida a mais torturas, tendo incisões feitas em seu corpo e as pontas dos dedos apertadas com alicates e pinças. Até que, finalmente, em meio à sua agonia e com o sangue jorrando de seus ferimentos, ela confessou que as joias estavam escondidas em uma dependência de sua casa. Naquela mesma noite (6 de novembro), ela foi fuzilada.16
Do
sul da Ucrânia: “uma testemunha testemunhou perante a Comissão Denikin [um
órgão de investigação criado pelos Exércitos Brancos] que orgias licenciosas
eram realizadas sistematicamente pela Cheka e pelo tribunal de Nikolaev,
envolvendo até mesmo mulheres que haviam ido implorar pela libertação de
parentes — sendo tal participação o preço da liberdade de seus familiares.”17
Algumas
unidades locais da Cheka eram tão atrozes que até mesmo os bolcheviques ficavam
indignados. Uma delas — Serafina Gopner — queixou-se a Lênin sobre a Cheka de
Ekaterinoslav, na Ucrânia:
Essa organização está podre até o caroço: a chaga da criminalidade, da violência e de decisões totalmente arbitrárias grassa por toda parte, e ela está repleta com... a escória da sociedade, homens armados até os dentes que simplesmente executam qualquer um de quem eles não gostem. Eles roubam, saqueiam, estupram e lançam qualquer pessoa na prisão, falsificam documentos, praticam extorsão e chantagem, e libertam quem quer que seja em troca de vultosas somas em dinheiro.18
Virtualmente
todas essas mulheres infelizes eram russas cristãs; muitos dos estupradores
eram judeus movidos por um desejo de vingança. Imagino que os judeus, com seu
forte senso de respeito pelos seus antepassados mártires, também desejariam
que nós “jamais esquecêssemos” essas vítimas.
Quanto
à cocaína, ela foi amplamente utilizada nas décadas anteriores e posteriores a
1900. A planta de coca cresce apenas na América do Sul, mas suas propriedades
tornaram-se conhecidas na Europa já no início do século XIX. A substância
química foi isolada da folha por um químico alemão em 1860, e seu uso como
estimulante e anestésico local disseminou-se rapidamente. Um dos primeiros
defensores da droga foi Sigmund Freud, que escreveu um relato elogioso*10 sobre seus efeitos e a recomendava a
amigos e pacientes. (Sua dependência durou doze anos.) Na década de 1880,
empresas farmacêuticas produziam centenas de milhares de libras anualmente; a
Parke-Davis, nos EUA, chegou a comercializar um pequeno kit contendo cocaína,
seringa*11 e agulha para facilitar o uso, embora
a droga também pudesse ser inalada em pó. Ela era um dos ingredientes da
fórmula original da Coca-Cola, pelo menos até 1903, quando surgiu uma reação
contrária devido às suas propriedades viciantes e nocivas. Estima-se que houvesse
200.000 dependentes*12 nos
EUA na virada do século. Além disso, os americanos tornaram-se alarmados com o
prospecto de negros cometerem crimes violentos sob o efeito da droga. Uma
autoridade sustentava que “a maioria dos ataques a mulheres brancas do Sul é
resultado direto de um cérebro negro enlouquecido pela cocaína.”*13 Em 1914, o governo colocou a
substância sob controle federal, o que, naturalmente, não eliminou sua
disponibilidade.
A
cocaína também estava prontamente disponível na Rússia. As passagens a seguir
mostram que os membros da Cheka a utilizavam comumente, chegando mesmo maniacamente.
Alguns deles alegavam que o constante derramamento de sangue e a tensão
constantes tornavam necessário o recurso às drogas, mas é provável que elas
também tenham alimentado algumas das atrocidades cometidas. Qualquer que seja o
caso, estava claro que muitos membros da Cheka estavam fora de si, dominados
pelas drogas e pelo sadismo. Essa combinação levava a colapsos mentais entre os
agentes da Cheka. Vários deles foram internados em alas psiquiátricas.19
De
um relatório de 1919 sobre a Cheka em Yaroslavl: “A Cheka está saqueando e
prendendo todos indiscriminadamente... Transformaram a sede da Cheka em um
enorme bordel, para onde levam todas as mulheres burguesas. A embriaguez é
generalizada. O uso de cocaína é excessiva e loucamente entre os supervisores.”20
Os
Exércitos Brancos libertaram Kiev do domínio da Cheka por um breve período em
1919. Um dos relatórios resultantes afirmava: “Em quase todos os armários e,
aliás, em quase todas as gavetas, encontramos frascos vazios de cocaína em
pilhas.”21
Cheka
colocou seus homens em todas as unidades do Exército Vermelho. Eis um relatório
de um supervisor sobre algumas dessas unidades: “Nenhuma norma administrativa é
respeitada por esse pessoal... Orgias e embriaguez são ocorrências diárias.
Quase todo o pessoal da Cheka é usuário inveterado de cocaína. Dizem que isso
os ajuda a lidar com a visão de tanto sangue no dia a dia.” O homem que redigiu
esse relatório, Rozental, concluiu que, embora essas unidades precisassem de um
controle mais rigoroso e estivessem “embriagadas de sangue e violência”, elas,
ainda assim, “estavam cumprindo seu dever.”22
Bem, isso é um alívio.
Maks
Deich, um judeu, chefiou a Cheka de Odessa entre 1920 e 1922. Lá, “ganhou fama
de extrema crueldade e sofreu de neurose e dependência de cocaína.”23 Que atrocidades angustiantes poderiam
ter lhe rendido notoriedade por “extrema crueldade” naquele meio? Um oficial da
Cheka na Geórgia chamado Schulmann, muito provavelmente judeu, também ganhou
destaque. Um prisioneiro testemunhou “execuções brutais... especialmente pelas
mãos de um certo Schulmann, que era viciado em morfina e cocaína.”24
Quanto
aos “matadouros frios e úmidos”, aqui está o que os Exércitos Brancos
encontraram em Kiev no final de agosto de 1919, após expulsarem os
bolcheviques:
O local tinha sido anteriormente uma garagem e, depois, o principal matadouro da Cheka provincial. Tudo estava coberto de sangue — sangue que chegava à altura dos tornozelos, coagulado pelo calor da atmosfera e horrivelmente misturado a cérebros humanos, fragmentos de crânio, tufos de cabelo e coisas do gênero. Mesmo as paredes estavam respingadas de sangue e fragmentos semelhantes de cérebro e couro cabeludo, além de crivadas por milhares de buracos de bala. No centro, havia um canal de escoamento com cerca de um quarto de metro de profundidade e largura, e cerca de dez metros de comprimento. Ele conduzia ao sistema sanitário da casa vizinha, mas estava entupido até a borda com sangue. Aquele antro horrendo continha 127 cadáveres, mas as vítimas do massacre anterior haviam sido enterradas às pressas no jardim adjacente. O que mais nos impactou nos cadáveres foi o esfacelamento dos crânios, ou o achatamento completo deles, como se as vítimas tivessem sido golpeadas na cabeça com algo como um bloco pesado. ... E, em todos os casos, os cadáveres estavam nus... [uma vala no pátio] continha oitenta corpos que, invariavelmente, apresentavam ferimentos e mutilações de uma crueldade quase inimaginável. Nessa vala, encontramos cadáveres que, dependendo do caso, tinham as entranhas arrancadas, membros decepados (como se os corpos tivessem sido literalmente retalhados), olhos vazados e cabeças, pescoços, rostos e troncos crivados de perfurações. Encontramos também um corpo atravessado no peito por uma estaca pontiaguda, ao passo que, em vários casos, a língua estava faltando.25
Isso
aconteceu em Kiev, onde, como você deve se lembrar, três quartos do efetivo da
Tcheka eram judeus.
A
onda de fúria destrutiva da Cheka perdurou por décadas. O Terror atingia picos
de intensidade — como o “Grande Terror” de 1937–1938 —, mas nunca cessou
completamente até a morte de Stalin, em 1953. Robert Conquest, ao descrever o
início de 1937, utilizou estas palavras arrepiantes: “Russos que tinham
acreditado que o país já estava sob o domínio de terroristas veriam, então, o
verdadeiro significado do terror”.26
Quando eu li essa frase pela primeira vez, há vinte e cinco anos, eu tive uma
sensação de horror palpável e uma profunda tristeza pelo povo russo.
A
invasão da Rússia pelos alemães, em junho de 1941, revelou as atrocidades
bolcheviques subsequentes.27 Quase
um quarto de século de vingança sangrenta não havia saciado a sede de sangue
bolchevique/judaica. Em retirada, os bolcheviques massacraram seus prisioneiros
nas prisões de fronteira em vez de transportá-los para o leste, e os alemães,
ao chegarem, preservaram cuidadosamente as evidências. No entanto, eles não se
limitaram a matá-los. Uma testemunha,
um médico alemão, relata o seguinte sobre a cena em Lvov:
Eu ordenei que os porões [da prisão de Brygidky] fossem imediatamente esvaziados e, no decorrer dos três dias seguintes, 423 cadáveres foram retirados... Entre os corpos, havia meninos de 10, 12 e 14 anos e jovens mulheres de 18, 20 e 22 anos, além de mulheres idosas... [Na] prisão militar, na parte norte da cidade... o fedor de decomposição era tão intenso e havia tanto sangue sob a pilha de cadáveres que tivemos de usar máscaras de gás polonesas para entrar no porão... Jovens mulheres, homens e mulheres mais velhas estavam amontoados, camada sobre camada, chegando até o teto... O terceiro e o quarto porões estavam apenas cerca de três quartos cheios. Mais de 460 cadáveres foram retirados desses porões. Muitos dos corpos apresentavam sinais de tortura séria, mutilações nos braços e nas pernas e marcas de grilhões.28
Outra
testemunha viu*14
um grande espaço, repleto de cadáveres do teto ao fundo... Os que estavam na parte de baixo ainda estavam quentes. As vítimas... jaziam em diversas posições, com os olhos abertos e expressões de terror nos rostos. Entre elas, havia muitas mulheres. Na parede à esquerda, três homens estavam crucificados, mal cobertos por roupas a partir dos ombros, com os órgãos genitais decepados. Abaixo deles, no chão, em posições semissentadas e inclinadas — duas freiras com esses órgãos na boca. As vítimas do sadismo da NKVD foram mortas com um tiro na boca ou na nuca. Mas a maioria foi golpeada no estômago com uma baioneta. Algumas estavam nuas ou quase nuas...
Outras
testemunhas também afirmaram que muitos dos mortos estavam nus, o que
naturalmente levanta a questão de saber se foram estuprados.29 A Cruz Vermelha Ucraniana estimou que
4.000 pessoas haviam perecido apenas em Lviv.30
Outra fonte aponta que o número de vítimas chegou a 10.000.31
| Cidadãos de Lviv à procura de parentes entre as vítimas do NKVD. Fonte da foto: https://collections.ushmm.org/search/catalog/pa1153801. |
Ao
presenciarem as cenas terríveis, a população local ucraniana e polonesa
“imediatamente começou a arrastar os judeus para fora de suas casas e abusar
deles nas ruas”.32 Milhares foram mortos.
Os habitantes locais atribuíram as atrocidades aos judeus, tamanha era a
convicção de que bolcheviques eram sinônimo de judeus. Eu não encontrei
informações sobre agentes da Cheka em Lviv nesse período, mas os judeus
representavam 30% da população da cidade.33
Naquela altura, o alto escalão do NKVD contava com um contingente judaico
bastante reduzido, mas isso não significa que os escalões intermediários e
inferiores tenham sofrido redução na mesma proporção. Arkady Vaksberg escreve:
“Mas o NKVD não estava livre de judeus, apesar dos... expurgos. Entre os
sádicos que vieram preencher as vagas deixadas em aberto — incluindo cargos de
altíssimo escalão — havia ‘mais do mesmo’.”34
Uma fonte afirma que havia quase 600 oficiais judeus no NKVD da Ucrânia em
janeiro de 1945.35 Certamente, havia muito
mais em junho de 1941.
| Mais vítimas. Parece que sofreram espancamentos severos, e o homem em primeiro plano está parcialmente despido. Fonte da foto: https://collections.ushmm.org/search/catalog/pa1153801. |
Quando
eu escrevi a sentença que introduziu este breve ensaio, eu estava prevendo como
seria uma tomada de poder pelo grupo Weatherman na América. Os comunistas do
Weatherman tinham semelhanças importantes com os bolcheviques: um complexo de
superioridade presunçoso e fanático, uma ideologia messiânica, um ódio raivoso
contra brancos/cristãos e planos para campos de “reeducação”. Os membros do
Weatherman já faleceram em sua maioria, mas o espírito que os gerou é muito
mais forte do que era na década de 1960; é o mesmo ódio antigo e assassino que
impulsionou os bolcheviques — um desejo poderoso de vingar os males da antiga
ordem social.
Os
membros do Weatherman não estavam sozinhos na esquerda judaica da década de
1960 ao nutrir fantasias de ódio e vingança. Para muitos judeus da Nova
Esquerda, “a revolução promete vingar os sofrimentos e reparar as injustiças
que, por tanto tempo, foram infligidas aos judeus com a permissão ou o
incentivo — ou mesmo sob o comando — das autoridades em sociedades pré-revolucionárias”*15. Entrevistas com radicais judeus da
Nova Esquerda revelaram que muitos tinham fantasias destrutivas nas quais a
revolução resultaria na “humilhação, desapropriação, aprisionamento ou execução
dos opressores”, combinadas com a crença em sua própria onipotência e em sua
capacidade de criar uma ordem social não opressiva.*16 Essas constatações também são totalmente
consistentes com a experiência pessoal de Kevin MacDonald entre ativistas
judeus da Nova Esquerda na Universidade de Wisconsin, na década de 1960 (aqui,
p. 103, nota 13).*17
O
corpo deste ensaio oferece um vislumbre de uma situação que paira no horizonte
como uma... ...uma vasta e aterrorizante tempestade. Não será necessária
nenhuma derrubada revolucionária neste momento, pois as alavancas do poder já
estão nas mãos de nossos inimigos, aguardando apenas uma situação em que possam
tomar o poder absoluto, comparável ao que detinham na URSS pós-revolucionária.
O tempo é curto; a grande questão desta geração é esta: será que o espírito de
nossos ancestrais, os guerreiros das estepes, apenas adormece em nossos
compatriotas? Ou estará, de fato, morto? Eu não tenho certeza se quero saber a
resposta para essa pergunta.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
*1 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Ted Gold and the Jews of Weatherman, Part 1, por Karl Nemmersdorf,
14 de setembro de 2017, The Occidental
Observer.
https://www.theoccidentalobserver.net/2017/09/14/ted-gold-and-the-jews-of-weatherman-part-1/
*2 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988.
https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left
1 Nota de Karl Nemmersdorf:
Richard Pipes, The Russian Revolution
(Vintage Books, 1991), p. 824.
2 Nota de Karl Nemmersdorf: Paul
Gregory, Terror by Quota: State Security
from Lenin to Stalin (An Archival Study) (Yale University Press, 2009), p.
63.
*3 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf:
*4 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf:
https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html
{tradução em português:
- Os judeus de Stalin – parte 1 - artigo de Sever
Plocker, 17 de março de 2025, World
Traditional Front.
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/03/os-judeus-de-stalin-parte-1-artigo-de.html
}
3 Nota de Karl Nemmersdorf: Terry
Martin, The Affirmative Action Empire:
Nations and Nationalism in the Soviet Union, 1923-1939 (Cornell University
Press, 2001), p. 425. Ver também abaixo, p. 1028.
4 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri
Slezkine, The House of Government: A Saga
of the Russian Revolution (Princeton University Press, 2017), p. 152
5 Nota de Karl Nemmersdorf: W.
Bruce Lincoln, Red Victory: A History of
the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 386.
6 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald
Rayfield, Stalin and His Hangmen: The
Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 69.
*5 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Revisitando
os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A
Questão Judaica da Rússia, por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}, 03 de abril de 2022, World Traditional Front (as demais na sequência do próprio artigo).
https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/04/revisitando-os-pogroms-alegados.html
Original
em inglês abaixo:
*6 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: STALIN’S WILLING EXECUTIONERS JEWS AS A HOSTILE ELITE IN THE USSR
The Jewish Century, resenha por por Kevin MacDonald.
*7 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988.
https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left
*8 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: The Virtue of Hate, por Meir Y. Soloveichik, 1 de fevereiro de
2003, FIRST THINGS.
*9 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Schatz, J., The Generation:
The Rise and Fall of the Jewish Communists of Poland, 1991, p. 226.
7 Nota de Karl Nemmersdorf:
Richard Pipes, The Russian Revolution
(Vintage Books, 1991), p. 824.
8 Nota de Karl Nemmersdorf: Eu
estou ciente de que Pipes é judeu.
9 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald
Rayfield, Stalin and His Hangmen: The
Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 75.
10 Nota de Karl Nemmersdorf: S.
Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L.
Margolin (eds), The Black Book of
Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p.
102.
11 Nota de Karl Nemmersdorf: W.
Bruce Lincoln, Red Victory: A History of
the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 314.
12 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald
Rayfield, Stalin and His Hangmen: The
Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 83.
13 Nota de Karl Nemmersdorf: W.
Bruce Lincoln, Red Victory: A History of
the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 383.
14 Nota de Karl Nemmersdorf: S.
Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L.
Margolin (eds), The Black Book of
Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p.
105.
15 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey
Melgounov, The Red Terror in Russia
(Hyperion Press, 1976), p. 136.
16 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey
Melgounov, The Red Terror in Russia
(Hyperion Press, 1976), p. 163.
17 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey
Melgounov, The Red Terror in Russia
(Hyperion Press, 1976), p. 218.
18 Nota de Karl Nemmersdorf: S.
Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L.
Margolin (eds), The Black Book of
Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p.
103.
*10
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:
*11
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: A brief history of cocaine - Both the Pope and
France's chief rabbi endorsed Vin Mariani, a concoction of Bordeaux and
cocaine. It sold well, por Richard J. Miller, 07 de dezembro de 2013, Salon.
https://www.salon.com/2013/12/07/a_brief_history_of_cocaine/
*12
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:
*13
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:
19 Nota de Karl Nemmersdorf: George
Leggett, The Cheka: Lenin’s Political
Police (Oxford University Press, 1981), p. 271. Donald Rayfield relata o
caso de uma chekista húngara que teve de ser internada em uma ala psiquiátrica
depois de começar a atirar em testemunhas
de crimes. Donald Rayfield, Stalin and
His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004),
p. 83.
20 Nota de Karl Nemmersdorf: S.
Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L.
Margolin (eds), The Black Book of
Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p.
103.
21 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey
Melgounov, The Red Terror in Russia
(Hyperion Press, 1976), p. 201.
22 Nota de Karl Nemmersdorf: S.
Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L.
Margolin (eds), The Black Book of
Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), pp.
103-104.
23 Nota de Karl Nemmersdorf: George
Leggett, The Cheka: Lenin’s Political
Police (Oxford University Press, 1981), p. 477
24 Nota de Karl Nemmersdorf: Amy
Knight, Beria: Stalin’s First Lieutenant
(Princeton University Press, 1996), p. 236 nota 12.
25 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey
Melgounov, The Red Terror in Russia
(Hyperion Press, 1976), p. 176.
26 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert
Conquest, The Great Terror: A
Reassessment (Oxford University Press, 1990), p. 181.
27 Nota de Karl Nemmersdorf: Um
relato ainda mais tardio, e mais diretamente ligado a autores judeus, aparece
em An Eye For An Eye: The Untold Story of
Jewish Revenge Against Germans in 1945 (Basic Books, 1993), de John Sack.
Trata-se da história da polícia secreta judaica no regime comunista polonês,
após a Segunda Guerra Mundial, que reunia alemães em campos de concentração
para submetê-los a ainda mais estupros, torturas e assassinatos.
28 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred
M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes
Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 216.
*14
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Lviv museum recounts Soviet massacres, por
Natalia A. Feduschak, 11 de maio de 2010, Kyiv
Post.
29 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred
M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes
Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 220.
30 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred
M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes
Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 221.
31 Nota de Karl Nemmersdorf: S.
Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L.
Margolin (eds), The Black Book of
Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p.
225.
32 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred
M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes
Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 223.
33 Nota de Karl Nemmersdorf: Dov
Levin, The Lesser of Two Evils: Eastern
European Jewry Under Soviet Rule, 1939-1941 (The Jewish Publication
Society, 1995), p. 54
34 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady
Vaksberg, Stalin Against the Jews
(Alfred Knopf, 1994), p. 101. A reação da população local também é reveladora;
eles não tinham dúvidas de que os judeus eram os culpados.
35 Nota de Karl Nemmersdorf: Amir
Weiner, Making Sense of War: The Second
World War and the Fate of the Bolshevik Revolution (Princeton University
Press, 2002), p. 269.
*15
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Cohen, P. S., Jewish Radicals and Radical Jews, Londres: Academic Press, 1980, p.
208; Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988, p. 85.
https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left
*16
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Cohen, P. S., Jewish Radicals and Radical Jews, Londres: Academic Press, 1980, p.
208.
*17
Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald,
outubro de 1988, p. 103, nota 13.
https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left
Fonte: Leather-Jacketed
Coke-Snorting Jews in the Soviet Secret Police Torturing, Raping and Killing
Gentiles: The Evidence, por Karl Nemmersdorf, 09 de março de 2020, The Occidental Observer.
Sobre o autor: Karl
Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos
de coerção por exposição de temas de alta polêmica.
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