domingo, 7 de junho de 2026

Estupro e humilhação: relatório acusa Israel de tortura “sistemática” de prisioneiros palestinos - por Tamara Turki

 

Tamara Turki


O Centro Palestino para os Direitos Humanos reuniu relatos de detidos recém-libertados em Gaza, que descreveram estupro, desnudamento forçado e humilhação psicológica.

Israel[1] está operando “uma prática organizada e sistemática de tortura sexual” contra prisioneiros palestinos[2] da Faixa de Gaza sob sua custódia, de acordo com um novo relatório de uma importante organização de direitos humanos.

Pesquisadores e advogados do Palestinian Centre for Human Rights[3] {Centro Palestino para os Direitos Humanos} (PCHR) entrevistaram[4] homens e mulheres da Faixa de Gaza que foram libertados da detenção israelense. Os detidos relataram estupro, nudez forçada, filmagens de abusos, agressão sexual com objetos e cães, além de humilhação psicológica.

“Eu desejava a morte a cada instante”, disse uma mãe de 42 anos que foi detida ao cruzar um posto de controle israelense no norte de Gaza em novembro de 2024.

Ela contou ao PCHR {Centro Palestino para os Direitos Humanos} que sofreu estupros repetidos e abusos físicos que duraram dias.

A ex-prisioneira descreveu ter sido despida, eletrocutada, espancada e filmada nua.

“Eles me colocaram em uma mesa de metal, pressionaram meu peito e minha cabeça contra ela, algemaram minhas mãos na cabeceira da cama e abriram minhas pernas à força”, disse ela.

“Senti um pênis penetrando meu ânus e um homem me estuprando. Comecei a gritar e eles me bateram nas costas e na cabeça enquanto eu estava vendada.”

Ela adicionou: “Eu conseguia ouvir uma câmera, então acredito que estavam me filmando.”

Outro homem, um pai de 35 anos preso no Hospital Al Shifa em março de 2024, contou ao PCHR {Centro Palestino para os Direitos Humanos} que foi estuprado por um cachorro dentro do campo militar de Sde Teiman após semanas de humilhação, nudez forçada e ameaças.

Ele disse que soldados levaram os detidos para uma área longe das câmeras e soltaram os cães contra eles.

“O cachorro fez isso deliberadamente, sabendo exatamente o que estava fazendo, e inseriu seu pênis no meu ânus, enquanto os soldados continuavam nos batendo, torturando e borrifando spray de pimenta em nossas faces.”

A agressão o deixou com um ferimento na cabeça que exigiu sete pontos, além de hematomas, fraturas nos membros e uma costela fraturada.

“Eu sofri um severo colapso psicológico e uma profunda humilhação. Perdi o controle porque jamais imaginei vivenciar algo assim”, disse ele.

O centro de detenção militar de Sde Teiman tornou-se notório por tortura após o vazamento de um vídeo[5] em agosto de 2024, que mostrava soldados israelenses agredindo violentamente um detento palestino de Gaza, incluindo estupro anal.

De acordo com a acusação, o homem foi levado ao hospital com costelas quebradas, um pulmão perfurado e graves ferimentos retais.

Cinco soldados foram acusados de abuso agravado e lesão corporal grave, mas nenhum deles está sob custódia ou sujeito a restrições legais, reportou a mídia israelense.

“O Canal 12 israelense divulgou um vídeo mostrando soldados alegadamente abusando sexualmente de um prisioneiro palestino na prisão de Sde Teiman em 7 de agosto de 2024 (Reuters).” Ver nota 6.

Enquanto isso, Yifat Tomer Yerushalmi, o procurador-geral militar que vazou as imagens, tinha sido desde então preso[6] sob acusações que incluem fraude, quebra de confiança, abuso de poder, obstrução da justiça e divulgação ilegal de informações oficiais.

 

‘Pura angústia’

Outro ex-detento, um homem de 41 anos mantido em cárcere privado no Hospital Kamal Adwan no final de 2023, relatou 22 meses de tortura sexual, incluindo ameaças de agressão à sua esposa.

Ele contou ao PCHR {Centro Palestino para os Direitos Humanos} que um soldado o estuprou com um pedaço de madeira enquanto ele estava amarrado e vendado.

O detido disse que a dor e o terror foram tão intensos que “de tanta angústia, perdi a consciência por alguns minutos, até que uma policial chegou e os obrigou a parar de me bater”.

O PCHR {Centro Palestino para os Direitos Humanos} também entrevistou um jovem de 18 anos que já havia sido detido e foi preso novamente perto de um centro de distribuição de ajuda humanitária este ano.

Ele descreveu soldados o obrigando, juntamente com outros, a se ajoelhar enquanto os agrediam com uma garrafa.

O homem acrescentou que isso aconteceu repetidamente, inclusive em agressões coletivas.

“Eles violaram nossa dignidade e destruíram nosso espírito e nossa esperança de vida. Eu queria continuar meus estudos; agora eu estou perdido depois do que aconteceu comigo”, disse ele.

O PCHR {Centro Palestino para os Direitos Humanos}, cujos investigadores documentaram extensa violência sexual contra mulheres e homens palestinos detidos em Gaza nos últimos dois anos, afirmou que os relatos “não refletem incidentes isolados, mas constituem uma política sistemática” perpetrada no genocídio israelense.

Sob o cessar-fogo acordado em outubro, Israel libertou 1.700[7] palestinos detidos em Gaza que tinham sido mantidos presos indefinidamente sem acusação ou julgamento.

Ainda, a escala das detenções israelenses permanece enorme. Mesmo após a libertação em massa, pelo menos 1.000 palestinos de Gaza ainda estão detidos nas mesmas condições, e muitos outros estão em prisões e campos militares isolados de observadores internacionais, incluindo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Uma investigação recente do Guardian[8] descobriu que Israel mantém dezenas de detidos da Faixa de Gaza em isolamento total dentro de uma prisão subterrânea, onde eles nunca veem a luz do dia, sobrevivem com alimentação inadequada e são completamente isolados de informações de suas famílias.

Líderes israelenses e figuras da extrema direita têm alertado que os relatos de tortura sexual em prisões israelenses prejudicaram gravemente a imagem do país no mundo.

“O incidente em Sde Teiman causou imenso dano à imagem do Estado de Israel e das IDF [Forças de Defesa de Israel]”, disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em novembro.

“Este é talvez o ataque de relações públicas mais grave que o Estado de Israel já sofreu desde a sua fundação.”

Tradução por Dignus {academic auctor pseudonym - studeo liber ad collegium}

Revisão e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas:

[1] Fonte utilizada por Tamara Turki:

https://www.middleeasteye.net/countries/israel

[2] Fonte utilizada por Tamara Turki:

https://www.middleeasteye.net/countries/palestine

[3] Fonte utilizada por Tamara Turki:

https://pchrgaza.org/

[4] Fonte utilizada por Tamara Turki: PCHR Documents Testimonies of Systematic Rape and Sexual Torture in Israeli Detention against Released Palestinian Detainees, 10 de novembro de 2025, Palestinian Centre for Human Rights.

https://pchrgaza.org/pchr-documents-testimonies-of-systematic-rape-and-sexual-torture-in-israeli-detention-against-released-palestinian-detainees/

[5] Fonte utilizada por Tamara Turki: Israeli media publishes video of soldiers allegedly raping Palestinian detainee, por Alex MacDonald, 07 de agosto de 2024, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/news/israel-media-publishes-video-soldiers-allegedly-raping-palestinian

[6] Fonte utilizada por Tamara Turki: Israel to appoint new army lawyer after Palestinian prisoner rape scandal, editorial, 02 de novembro de 2025, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/news/israel-appoint-new-army-lawyer-after-palestinian-detainee-rape-video-scandal

[7] Fonte utilizada por Tamara Turki: Hamas and Israel swap prisoners as Trump declares war's end, por Lubna Masarwa e Mohammed Nazzal e Huthifa Fayyad, 13 de outubro de 2025, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/news/hamas-begins-releasing-israeli-captives-part-gaza-ceasefire-deal

[8] Fonte utilizada por Tamara Turki: Israel’s underground jail, where Palestinians are held without charge and never see daylight, por Emma Graham-Harrison, 08 de novembro de 2025, The Guardian.

https://www.theguardian.com/world/2025/nov/08/israel-underground-jail-rakefet-palestinians-gaza-detainees


Fonte: Rape and humiliation: Report accuses Israel of 'systematic' torture of Palestinian prisoners, por Tamara Turki, 11 de novembro de 2025, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/news/systematic-practice-sexual-torture-israeli-prisons-rights-group-says

Sobre a autora: Tamara Turki é uma jornalista palestina-austríaca radicada em Nova York. Ela é formada em Direito pelo King's College London e atualmente frequenta a Escola de Jornalismo da Universidade Columbia.

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

{Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 2 - testemunho de Emil Sehm - por William B. Lindsey

 Continuação de Continuação de {Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 1 - por William B. Lindsey

William B. Lindsey

Testemunhos

Das testemunhas convocadas pela acusação britânica, Emil Sehm apresentou o depoimento mais prejudicial ao Dr. Tesch e ao Sr. Weinbacher. Sehm tinha sido contador na Tesch und Stabenow. Pode realmente ter sido ele que tenha inicialmente contatado os britânicos e denunciou o Dr. Tesch. Tais ações eram abertamente incentivadas pelas Nações Unidas. Sehm testemunhou que, no outono de 1942, enquanto procurava algo completamente diferente nos arquivos da empresa, encontrou uma cópia rosa ou vermelha de um relatório de viagem que implicava o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher, como representante de Tesch, em assassinatos em massa. Ao depor sobre o suposto relatório datilografado, Sehm jurou:

O Dr. Tesch fala sobre uma entrevista que ele tinha tido com figuras importantes da Wehrmacht alemã. Eu lembro-me de uma frase que dizia que “Herr…” — não me recordo do nome — “me disse que o fuzilamento de judeus está se tornando cada vez mais frequente e que o enterro do grande número deles está se mostrando cada vez mais não-higiênico. Para mudar isso, propõe-se que o extermínio dos judeus seja feito agora através do uso de ácido prússico.” O Dr. Tesch, ao ser solicitado a apresentar algumas propostas sobre essa ideia, respondeu: “Eu, Dr. Tesch, propus usar o ácido prússico da mesma forma que é usado para a eliminação de vermes, para o propósito mencionado acima.”

Então, é explicado que aqueles a serem exterminados deveriam ser colocados em casernas previamente preparadas, da mesma forma que para o extermínio de vermes. Durante a noite, algum especialista nesse método de gás ácido prússico prepara as casernas, que são então fechadas para impedir a intrusão de ar. Na manhã seguinte, aqueles que foram exterminados por meio desse gás podem ser descartados. Eu devo adicionar que, no início do relatório, foi mencionado que os judeus não precisavam ser enterrados, mas eles seriam queimados. O Dr. Tesch recebeu ordens para treinar o pessoal da SS nesses assuntos relacionados ao gás ácido prússico.

Muito do testemunho de Sehm pode ser questionado quanto à precisão e consistência. Ele descreve apenas vagamente o procedimento básico de extermínio aceito e pregado pelo sumo sacerdócio do “Holocausto,” e alguns deles mesmo contradizem ou refutam as versões aceitas por eles. Todavia, ele contém as sementes férteis necessárias para a gestação das narrativas do “Holocausto.” Entre elas:

- A identificação do Dr. Tesch como a pessoa que recomendou, já em 1942, o uso de Zyklon B em câmaras de gás como um meio mais eficaz de matar em comparação com o fuzilamento (ou em comparação com o uso de monóxido de carbono, a la testemunho do comandante de Auschwitz, Rudolf Höss).

- A equiparação de judeus com vermes, com a implicação de que ambos deveriam ser exterminados como pragas por meio de procedimentos de controle de pragas.

- A identificação da SS como a agência responsável pelo assassinato de judeus (embora ele também pareça tentar implicar a Wehrmacht!).

- O descarte de cadáveres judeus por cremação (“mais higiênico”).

Os critérios para avaliar a aceitabilidade do testemunho de Sehm devem ser o de julgar sua confiabilidade e honestidade pessoal, verificar a confirmação inquestionável por testemunhas confiáveis ​​e, finalmente, julgar sua credibilidade e coerência.

A cópia rosa do suposto relatório de viagem, supostamente escrito no outono de 1942 e alegadamente visto por Sehm, foi, segundo ele, queimada propositalmente junto com um original branco e uma segunda cópia rosa — ambas nunca vistas por ninguém — quando os arquivos da empresa foram destruídos em um bombardeio em 20 de março de 1945. Antes do bombardeio, esses arquivos eram acessíveis a todos no escritório e eram trancados apenas à noite. Se quisesse, Sehm poderia ter removido uma cópia inteira com ainda mais facilidade do que alega ter feito anotações a partir da cópia que ele jurou ter visto. Ninguém teria sido mais sábio.

Todas as estenotipistas da Tesch und Stabenow foram questionadas. Se tal relatório de viagem tivesse existido, um deles teria que tê-lo transcrito em ditado e digitado em triplicado. Todas, contudo, testemunharam que nunca viram nem digitaram tal relatório. Uma datilógrafa, a Sra. Anna Uenzelmann, testemunhou que certa vez entendeu que o Dr. Tesch havia dito, após uma sessão de ditado, que ouvira em Berlim que pessoas foram mortas pelo Zyklon B, mas não houve qualquer explicação da parte dele sobre se isso fora acidental ou não. O Dr. Tesch sequer se lembrava do incidente. Outra datilógrafa, a Sra. Eliza Biagini, testemunhou que ela tinha uma vez lido em um relatório de viagem sobre seres humanos que haviam sido mortos pelo Zyklon B em Sachsenhausen-Oranienburg. Ela se lembrava vagamente desse evento e pode ter sido, na verdade, uma pergunta feita ao Dr. Tesch durante uma de suas aulas nesse campo. Esse testemunho também pode ter sido resultado de uma tentativa de Sehm de intimidar a testemunha durante seu interrogatório pré-julgamento pelos britânicos. Nesse interrogatório, Sehm, obviamente desempenhando um papel de liderança, alegou falsamente que ele tinha o documento de viagem incriminador desaparecido do Dr. Tesch em seu bolso.

A importância do testemunho dessas duas datilógrafas, contudo, reside no fato de que nenhum deles corrobora o depoimento de Sehm. Aliás, eles sequer se apoiam mutuamente. Os três depoimentos envolvem claramente locais e eventos completamente distintos e diferentes, sem qualquer corroboração por outros testemunhos!

A “substanciação” do testemunho de Sehm baseou-se inteiramente no depoimento de três de seus amigos próximos e antigos: Wilhelm e Kate Pook e Bernhard Frahm. Sehm alegou que ele mostrou aos Pooks as anotações que fez a partir da cópia vermelha ou rosa do arquivo em Tesch und Stabenow. Ele visitava ambos regularmente para discutir religião, política, nacional-socialismo e outros assuntos, e eles testemunharam que se lembravam de “ter visto” as anotações. Sob juramento, a Sra. Pook testemunhou inicialmente que vira o próprio relatório de viagem. Mas, quando questionada mais a fundo, ela só pôde afirmar com certeza que vira um “documento,” desculpando-se de seu erro com a passagem de quatro anos, o que causou sua incerteza. Alegadamente, por conselho de Wilhelm Pook, Sehm queimou suas anotações em um cinzeiro sobre a mesa de Pook.

Wilhelm Pook testemunhou que Sehm lhe havia dito que o Dr. Tesch estava lucrando entre RM20.000 e RM25.000 por trimestre apenas com as vendas de Zyklon B.22

Mesmo mais notável e pertinente à confiabilidade do testemunho de Sehm foi o fato de que ambos os Pooks, quando interrogados pela primeira vez pelos britânicos, tinham se esquecido completamente de mencionar as importantíssimas “notas” ou “relatório de viagem” incriminatórios. Posteriormente, após o primeiro comparecimento de Sehm perante o tribunal militar, os Pooks tinham discutido com ele seu depoimento antes de comparecerem perante o Tribunal. Quando questionada detalhadamente, a Sra. Pook admitiu que não se lembrava de quem tinha lembrado quem (ela a Sehm, ou Sehm a ela) de que o “documento” tinha sido queimado em um cinzeiro sobre sua mesa. Após um conjunto tão desacreditador de confissões por parte de testemunhas convocadas pelo promotor militar britânico para dar credibilidade ao testemunho de Sehm, tudo o que o Major Draper pôde fazer foi perguntar a Wilhelm Pook se ele tinha dito a verdade, ao que ele respondeu “Sim”. Ambos os Pooks foram então retirados às pressas do Tribunal.

Draper procurou posteriormente estabelecer a credibilidade do depoimento de Sehm convocando outro amigo próximo deste, Bernhard Frahm.23 Sehm alegou que, vários meses depois de queimar suas anotações na casa dos Pook, contou a Frahm o que havia encontrado nos arquivos de Tesch und Stabenow. O Sr. Frahm afirmou se lembrar da ocasião, mas admitiu que ele próprio não tinha visto as anotações incriminatórias escritas por Sehm. Ele adicionou, porém — certamente para a satisfação do Tribunal — que os nazistas consideravam qualquer um que se opusesse a eles como “vermes”24 ou “Schaedlinger”. Ele disse que Sehm lhe havia contado que Tesch und Stabenow estava fornecendo gás e “fogões”25 para matar humanos.

Essa foi a frágil essência do testemunho de Emil Sehm contra o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher. Não mais substancial — aliás, ainda menos — foi o depoimento daqueles convocados para corroborá-lo. Dos quatro contabilistas da Tesch und Stabenow, Sehm era o menos importante. Era um funcionário temporário e estava bastante insatisfeito com o cargo. Por isso, pediu para ser dispensado para poder voltar a Königsberg, na Prússia Oriental, sua cidade natal, onde esperava abrir uma empresa de consultoria tributária. O Dr. Tesch, que estava com dificuldades para encontrar funcionários em tempos de guerra, recusou-se a dispensá-lo, incorrendo como resultado seu ódio e ira. Além de ser anti-NSDAP, assim como seus amigos, os Pooks e Frahm, Sehm já tinha motivos para detestar, senão odiar, o Dr. Tesch, que era membro do Partido. Embora ele não tenha professado qualquer ressentimento em relação ao Dr. Tesch por este ter recusado sua dispensa, ele descreveu seu antigo empregador como um “sádico intelectual”.

Das testemunhas que conheciam o Dr. Tesch, contudo, somente Sehm e o Dr. Drosihn — este último somente após alguma insistência do Major Draper — falaram mal dele. É difícil escapar da sensação de que este foi apenas mais um exemplo de como o fim da guerra, com sua confusão e seus sangrentos tribunais, foi aproveitado, como certamente foi por muitos, como uma oportunidade para acertar contas antigas e há muito duradouras naquelas partes da Europa invadidas pelas forças das Nações Unidas.

Parece bastante óbvio que as partes incriminatórias do depoimento de Sehm são invenções monstruosas. Percebendo o caráter totalmente irresponsável desse depoimento, o Dr. Zippel, que defendeu o Dr. Tesch, não perdeu tempo em denunciar Sehm como mentiroso e, após apresentar exemplos ao Tribunal em que ele certamente havia mentido sob juramento, passou a tratar dos outros depoimentos, acreditando que o de Sehm havia sido completamente desacreditado. No final, porém, foram as acusações incríveis de Sehm, nas mãos do promotor britânico Draper, que forneceram toda a substância que o Tribunal Militar precisava para ligar o Dr. Tesch e o Sr. Weinbacher à máquina gigante do “Holocausto.”

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas:

22 Nota de William B. Lindsey: O depoimento posterior de Alfred Zaun, o principal contador da Tesch und Stabenow, demonstrou que essa afirmação era completamente falsa. (Ver pp. 282-83 {na própria edição onde este artigo foi publicado em Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303}).

23 Nota de William B. Lindsey: Nome completo: Bernhard Detlev Friedrich Carl Frahm.

24 Nota de William B. Lindsey: Vermin é devidamente traduzido para o alemão como das Ungeziefer (preferido), die Brut, das Gesindel ou das Geschmeiss.

25 Nota de William B. Lindsey: A Tesch und Stabenow forneceu elementos de aquecimento para vaporizar o gás Zyklon B e tubos para o sistema de circulação, ambos para uso em câmaras de fumigação padrão. (Ver nota 30.)

Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303.

https://ihr.org/journal/v04p261_Lindsey.html

Sobre o autor: William B. Lindsey (19??-1993) obteve seu diploma de bacharel em ciências pela Universidade do Texas e seu doutorado em Química pela Universidade de Indiana. Trabalhou como químico pesquisador profissional em uma grande corporação por 31 anos. Como químico profissional tinha grande interesse na história da Segunda Guerra Mundial, ele tinha particular curiosidade pelas alegações de assassinatos em massa de judeus em “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau, utilizando gás cianeto de hidrogênio do Zyklon B, um inseticida e pesticida comercial. Consequentemente, realizou diversas visitas de inspeção aos locais na Polônia onde supostamente ocorreram os “campos de extermínio” da guerra, incluindo Auschwitz, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Foi membro da comissão editorial do The Journal of Historical Review desde 1983. Em fevereiro de 1985, ele testemunhou no julgamento do Holocausto em Toronto, conduzido pelo editor germano-canadense Ernst Zündel. Lindsey foi reconhecido pelo tribunal como perito em cianeto de hidrogênio. Sua atuação baseou-se em um exame minucioso das câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência.

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Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

sábado, 30 de maio de 2026

Dois pesos e duas medidas na cobertura da mídia ocidental na guerra russo-ucraniana - por Mykel Alexander

 

Mykel Alexander


            Em 2022 a cidade de Bucha na Ucrânia, capturada pelos russos, foi o destaque das condenações da mídia e governos ocidentais em geral após a evacuação russa em 30 de março de 2022. Comentou Scott Ritter logo em 4 de abril de 2022:

A principal fonte dos relatos da tragédia de Bucha é uma fita de vídeo, tirada pela Polícia Nacional Ucraniana, de um de seus comboios dirigindo por uma rua da cidade. Uma dúzia de cadáveres se espalham pela estrada, muitos deles parecendo ter sido amarrados. Este vídeo tornou-se viral, produzindo uma pandemia de angústia e raiva que varreu grande parte do mundo, capturando a atenção dos chefes de Estado e do chefe da Igreja Católica, resultando em uma onda de condenação e indignação dirigida à Rússia e seu presidente, Vladimir Putin. A relação de causa e efeito entre o vídeo e a reação global é clara – esta última não poderia existir sem a primeira.[1]

            De acordo com S. Ritter, as imagens no vídeo são perturbadoras, e os cadáveres teriam disso sumariamente executados, porém as condenações vieram antes de se apurar os fatos, e logo em seguida já surgiram contradições das narrativas. Explica S. Ritter:

A cronologia da narrativa produz a primeira bandeira vermelha de que a história que está sendo vendida pela Ucrânia, e ecoada no Ocidente, não é o que parece. É fato estabelecido que as tropas russas evacuaram Bucha em 30 de março. A Polícia Nacional Ucraniana começou a entrar em Bucha em 31 de março e, no mesmo dia, o prefeito de Bucha anunciou que a cidade estava totalmente sob o controle das autoridades ucranianas. Em nenhum momento houve qualquer sugestão do prefeito ou de qualquer outro funcionário ucraniano de assassinatos em massa realizados pela Rússia. A fita de vídeo em questão foi divulgada pelas autoridades ucranianas em 2 de abril; não é certo se o vídeo foi feito antes, ou naquele dia. O que é certo é que as imagens mostradas no vídeo diferiram nitidamente da narrativa inicialmente retratada pelo prefeito.[2]

            Os russos pediram apuração dos fatos, mas o Conselho de Segurança da ONU, então sob presidência britânica, foi o mais moroso que podia, enquanto em outras ocasiões, não favoráveis aos russos, atuou com celeridade. Neste interim o então presidente dos EUA Joe Biden lançou condenações contra V. Putin, mas nada havia sido ainda investigado. Mas o efeito midiático da fita procedente da Polícia Nacional Ucraniana de causar reprovação da opinião pública em relação a Rússia, ao menos no Ocidente, deu resultados nos primeiros dias.[3]

            Cerca de um ano após o conflito, Ron Unz em março de 2023 lembrou as aberrações que a mídia ocidental divulgou como feitos heroicos, tal como “o fantasma de Kiev (um piloto de caça ucraniano que teria abatido seis aviões russos)” ou “os Mártires da Ilha das Cobras (referente a uma guarnição ucraniana numa ilha no mar Negro que teria respondido a ordem de rendição xingando os russos)”, bem como notícias na mesma mídia ocidental sobre estatísticas favoráveis aos ucranianos que não correspondiam aos fatos.[4]

O dormitório do Colégio Starobelsk após o ataque de drone ucraniano em maio.

            Por outro lado, enquanto o incidente de Bucha permaneceu obscuro, o ataque por parte do colégio Starobelsk em Lugansk, em que jovens foram mortos e muitos ficaram feridos recebeu reação impassível da mídia ocidental. Escreveu S. Ritter:

A morte chegou em um sonho.

Na madrugada de sexta-feira, 22 de maio, 86 estudantes do Colégio Starobelsk, parte da Universidade Pedagógica de Luhansk, estavam aconchegados em suas camas, sonhando os sonhos da juventude, cheios de entusiasmo e expectativa por tudo que a vida lhes guardava. Os estudantes estavam se preparando para se tornarem os futuros educadores da próxima geração de russos, aqueles que teriam a missão de tirar Luhansk e o resto da região de Donbas do marasmo da guerra e levá-los a um futuro brilhante, repleto de esperança e promessas.

As forças ucranianas utilizaram drones de ataque de grande porte — 16 no total, em três ondas distintas. Pelo menos quatro dessas aeronaves atingiram os prédios do Colégio Starobelsk, incluindo o dormitório onde os 86 estudantes dormiam.

Até o momento, pelo menos 4 estudantes foram mortos e 35 ficaram feridos. Mas, com 18 estudantes ainda presos sob os escombros do dormitório, esses números certamente aumentarão.[5]

            Assim segue a narrativa midiática ocidental, com prostitutos e prostitutas da notícia, covardes e carreiristas da publicidade e donos da mídia nas sombras e na política subterrânea. Colocam casos obscuros como o de Bucha como fato comprovado, e um ataque comprovado como o da Ucrânia ao colégio russo como uma nota de rodapé. O coronel suíço Jacques Baud, também atuante no setor estratégico, tem sido o principal nome na Europa, principalmente em seus livros, a denunciar a desinformação ou mesmo invenção nas narrativas, mas ele tem sofrido represálias por isso.[6] A questão principal da torrente midiática é que não se colocam vozes antagonistas de especialistas frente a frente, mas ao invés fazem coerção ou mesmo condenam as vozes questionadoras. Jornalistas fazem a difusão da desinformação ao gosto de seus financiadores, e a política subterrânea tem suas interligações via interesses sobre a Rússia e Ucrânia, tal como os interesses dos denominados neoconservadores, que mais precisamente são parte do segmento judaico organizado, conforme já foi exposto por Philip Girald[7] e Kevin McDonald.[8]

{O bilionário judeu-russo Mikhail Khodorkovsky (primeiro a esquerda) quando perdeu por fraudes sua alta posição na Rússia de Putin, ao seu socorro vieram judeus influentes tanto de alegados segmentos da esquerda, como Stuart Eizenstat (segundo a esquerda) e George Soros, (terceiro a esquerda) como judeus de alegados segmentos da direita, como Richard Perle (primeiro a direita). Crédito das fotos: Mikhail Khodorkovsky - Wikipedia em inglês; Stuart Eizenstat - Wikipedia em inglês; George Soros - Wikipedia em inglês;   Richard Perle - Foreign Policy.} 

{O ator judeu Volodymyr Zelensky, lançado à presidência da Ucrânia pelo oligarca
 judeu Ihor Kolomoisky da Ucrânia num processo de agitação mundial,
instigando  guerras e sofrimento para muitas nações.}

{O oligarca judeu Ihor Kolomoisky, principal protagonista do judaísmo internacional na Ucrânia, alçou um outro judeu, Volodymyr Zelenskyy, para a presidência da Ucrânia. Disse  Kolomoisky: “Se eu colocar óculos e olhar para mim mesmo, eu me vejo como um monstro, como um mestre de marionetes, como o mestre de Zelensky, alguém fazendo planos apocalípticos. Eu posso começar a tornar isso real” (13 de novembro de 2019, The New York Times). Crédito da foto: Valentyn Ogirenko - Reuters - setembro 2019

            Quanto ao alegado massacre de Bucha, S. Ritter havia observado:

Poder-se-ia pensar que o Conselho de Segurança, que no passado demonstrou disponibilidade para se reunir a curto prazo para discutir os acontecimentos que saem da Ucrânia, procuraria acomodar o pedido da Rússia sobre uma questão de tamanha importância. O objetivo dos britânicos, no entanto, não parece ser a busca rápida da verdade e da justiça, mas sim ganhar tempo para permitir que as consequências políticas do alegado massacre em Bucha se desenvolvam ainda mais.[9]

            Ainda, comenta S. Ritter sobre o procurador-chefe britânico do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan:

Dado o alto perfil das alegações de Bucha, pode-se imaginar que Khan enviou uma equipe forense para assumir o controle da cena do crime e supervisionar autópsias sobre as vítimas para estabelecer o momento da morte, o mecanismo da morte e se as vítimas morreram onde supostamente foram encontradas, ou se seus corpos foram transferidos de outro local.

Khan também teria o poder de conduzir entrevistas com a Polícia Nacional Ucraniana, que tem um histórico de relações estreitas com membros da extrema direita ucraniana, incluindo o infame Batalhão Azov. De particular interesse seria qualquer investigação sobre as ordens dadas à polícia sobre o tratamento dos civis ucranianos considerados como tendo colaborado com os militares russos durante a ocupação de Bucha.[10]

            É contundente o modo da mídia ocidental que pode ser denominado por mafioso ao se ter em conta que ameaças contra analistas capacitados (incluindo na lista até mesmo J. Mearsheimer) e com abordagem crítica e transparente foram feitas por segmentos do esforço ucraniano e sem reprovação minimamente relevante por parte da mídia ocidental.[11] Trata-se na verdade de terrorismo, o tipo de terrorismo que o governo sionista-estadunidense deveria combater, ao invés de se intrometer nas questões internas do Brasil denominado por terroristas poderosos grupos de traficantes de drogas. Pode até haver terrorismo em certas ações do tráfico de droga brasileiro, mas a medida dos EUA visa abrir premissas intervencionistas no Brasil sob o pretexto de combater o terrorismo dos traficantes quando nos EUA o consumo de drogas de abuso está entre os maiores do mundo e nem lá conseguem fazer a lição de casa. Terrorismo foi mesmo os EUA destruir o abastecimento de energia alemã que vinha pelas tubulações Nordstream procedendo da Rússia.[12] E onde estava a mídia ocidental aqui também?

            É dever pressionar jornalistas e donos das mídias a responderem o que alegam, e que o nome de tais jornalistas e magnatas da mídia – estes últimos em grande parte procedendo do judaísmo internacional, seja como neoconservadores ou sionistas ou liberais – comece a ficar na mira do povo, o qual deve saber acusar um Michael Bloomberg (Agência Bloomberg), um Robert Kagan (atuante em vários institutos de influência, pressão e formação de opinião) ou os Ochs-Sulzberger (New York Times). Toda desinformação está nas mãos deles!

Notas

[1] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - A verdade sobre Bucha está lá fora, mas talvez inconveniente demais para ser descoberta, por Scott Ritter, 23 de dezembro de 2022, World Traditional front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/retrospectiva-2022-guerra-ucrania-otan.html

                Originalmente publicado:

The Bucha Massacre in Ukraine and the Search for Truth, por Boyd D. Cathey, 08 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-bucha-massacre-in-ukraine-and-the-search-for-truth/

[2] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - A verdade sobre Bucha está lá fora, mas talvez inconveniente demais para ser descoberta, por Scott Ritter, 23 de dezembro de 2022, World Traditional front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/retrospectiva-2022-guerra-ucrania-otan.html

                Originalmente publicado:

The Bucha Massacre in Ukraine and the Search for Truth, por Boyd D. Cathey, 08 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-bucha-massacre-in-ukraine-and-the-search-for-truth/

[3] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - A verdade sobre Bucha está lá fora, mas talvez inconveniente demais para ser descoberta, por Scott Ritter, 23 de dezembro de 2022, World Traditional front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/retrospectiva-2022-guerra-ucrania-otan.html

                Originalmente publicado:

The Bucha Massacre in Ukraine and the Search for Truth, por Boyd D. Cathey, 08 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-bucha-massacre-in-ukraine-and-the-search-for-truth/

[4] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2023} - Guerra e Propaganda no Conflito Rússia-Ucrânia, por Ron Keeva Unz, 12 de janeiro de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/01/retrospectiva-2023-guerra-e-propaganda.html

Originalmente publicado:

War and Propaganda in the Russia-Ukraine Conflict, por Ron Keeva Unz, 06 de março de 2023, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/war-and-propaganda-in-the-russia-ukraine-conflict/

[5] Nota de Mykel Alexander: Terror and Mental War, por Scott Ritter, 23 de maio de 2026, Scorr Ritter Substack.

https://scottritter.substack.com/p/terror-and-mental-war

[6] Former Swiss intelligence officer targeted by new EU sanctions against Russia, por Elena Servettaz, 19 de dezembro de 2025, SWI.

https://www.swissinfo.ch/eng/foreign-affairs/former-swiss-intelligence-officer-targeted-by-new-eu-sanctions-on-russia/90665703

[7] Nota de Mykel Alexander: Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas, por Philip Girald, 18 de julho de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/07/odiar-russia-e-um-emprego-de-tempo.html

- Quão judaica é a guerra contra a Rússia? Sejamos honestos sobre quem está promovendo, por Philip Giraldi, 23 de julho de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/07/quao-judaica-e-guerra-contra-russia.html

- Biden, Zelensky e os Neoconservadores - Quando você está em um buraco, você sempre pode cavar mais fundo, por Philip Giraldi, 26 de agosto de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/biden-zelensky-e-os-neoconservadores.html

[8] Nota de Mykel Alexander: {Assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia em 2022} Neoconservadores, Ucrânia, Rússia e a luta ocidental pela hegemonia global, por Kevin MacDonald, 21 de março de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/neoconservadores-ucrania-russia-e-luta.html

- {Retrospectiva 2008 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} Os Neoconservadores versus a Rússia, por Kevin MacDonald, 19 de março de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/os-neoconservadores-versus-russia-por.html

[9] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - A verdade sobre Bucha está lá fora, mas talvez inconveniente demais para ser descoberta, por Scott Ritter, 23 de dezembro de 2022, World Traditional front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/retrospectiva-2022-guerra-ucrania-otan.html

                Originalmente publicado:

The Bucha Massacre in Ukraine and the Search for Truth, por Boyd D. Cathey, 08 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-bucha-massacre-in-ukraine-and-the-search-for-truth/

[10] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - A verdade sobre Bucha está lá fora, mas talvez inconveniente demais para ser descoberta, por Scott Ritter, 23 de dezembro de 2022, World Traditional front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/retrospectiva-2022-guerra-ucrania-otan.html

                Originalmente publicado:

The Bucha Massacre in Ukraine and the Search for Truth, por Boyd D. Cathey, 08 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-bucha-massacre-in-ukraine-and-the-search-for-truth/

[11] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia/OTAN x Rússia e o Terrorismo Ucraniano} - A “lista de alvos” ucraniana publica nomes e endereços de supostos “propagandistas russos”: acaba sendo baseado não na Ucrânia, mas em Langley VA, onde a sede da CIA está localizada, por Jeremy Kuzmarov, 21 de fevereiro de 2023, World Traditional front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/02/retrospectiva-2022-guerra-ucraniaotan-x.html

[12] Nota de Mykel Alexander: A CIA Explodiu o Gasoduto Nord Stream Para Impedir Que a Rússia Viesse em Socorro da Europa Neste Inverno?, por Paul Craig Roberts, 05 de outubro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/10/a-cia-explodiu-o-gasoduto-nord-stream.html


Mykel Alexander possui Licenciatura em História (Unimes, 2018), Licenciatura em Filosofia (Unimes, 2019) e Bacharel em Farmácia (Unisantos, 2000).

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O vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de comunicação de massa e vida cultural americana - Por Mark Weber

{Retrospectiva 2014 - Rússia-Ucrânia-EUA-Comunidade Europeia} O pêndulo ucraniano - Duas invasões - Por Israel Shamir

{Retrospectiva 2013 - Rússia-Ucrânia-EUA-Comunidade Europeia} - Putin conquista nova vitória na Ucrânia O que realmente aconteceu na crise ucraniana - Por Israel Shamir

{Retrospectiva 2014 - Rússia-Ucrânia... e os judeus} O Fatídico triângulo: Rússia, Ucrânia e os judeus – por Israel Shamir

Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas - Por Philip Girald


Sobre a difamação da Polônia pela judaísmo internacional ver:

Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920 - por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}


Sobre a influência do judaico bolchevismo (comunismo-marxista) na Rússia ver:

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill

A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber

Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek

Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton

Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton

Esquecendo Trotsky (7 de novembro de 1879 - 21 de agosto de 1940) - Por Alex Kurtagić

{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}

Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia - Por Valentyn Moroz