domingo, 26 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.5 - O trajeto para a guerra - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.4 - Todos os judeus do presidente Frank Delano Roosevelt - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

David Skrbina 


O trajeto para a guerra

Os pontos remanescentes tornam-se claros, penso eu, simplesmente passando através de alguns eventos e observações chave conforme eles aconteceram cronologicamente.

Como é bem conhecido, judeus em todo o mundo {direta ou indiretamente, plenamente conscientes ou não, é preciso registrar, mas sob uma hábil condução dos líderes do judaísmo internacional#3} confrontaram Hitler tão logo ele assumiu o poder em 1933 – testemunhe a infame manchete “Judéia Declara Guerra à Alemanha” no Daily Express do Reino Unido de 24 de março de 1933.#4 Em certo sentido, isso era compreensível. Colocando fim a uma República de Weimar pós-Primeira Guerra Mundial dominada por judeus, Hitler rapidamente os baniu de posições de poder e impôs restrições imediatas a seus movimentos e atividades comerciais. Na verdade, pode-se especular que isso não deixou de estar relacionado ao incrível renascimento econômico da Alemanha.#5

Poucas pessoas conhecem os fatos sobre o evento singular que ajudou a desencadear o que ficou conhecido como Segunda Guerra Mundial – a declaração internacional de guerra judaica à Alemanha logo após Adolf Hitler chegar ao poder e bem antes de quaisquer sanções ou represálias oficiais do governo alemão contra os judeus fossem realizadas. A edição de 24 de março de 1933 do The Daily Express de Londres (mostrado acima) descreveu como os líderes judeus, em combinação com poderosos interesses financeiros internacionais judaicos, tinham lançado um boicote à Alemanha com o propósito expresso de paralisar sua economia já precária na esperança de trazer abaixo o novo regime de Hitler. Foi só então que a Alemanha revidou em resposta. Assim, verdade seja dita, foi a liderança judaica mundial – não o Terceiro Reich – que efetivamente deu o primeiro tiro na Segunda Guerra Mundial. O proeminente advogado de Nova York Samuel Untermyer foi um dos principais agitadores na guerra contra a Alemanha, descrevendo a campanha judaica como nada menos que uma “guerra santa.” {Para baixar esta edição do The Daily Express clicar aqui}

Mas a mídia ocidental {em maior parte direta ou indiretamente sob posse ou condução do judaísmo internacional#6} não viu dessa maneira. Já em abril de 1933, o New York Times noticiava o “extermínio econômico de judeus na Alemanha” (6 de abril). Dois meses depois nós lemos, simplesmente, que “o programa de Hitler é de extermínio” (29 de junho). Em agosto, ficamos chocados ao saber que “600.000 judeus estão encarando a extinção certa” (16 de agosto). Aqui nós podemos ver graficamente como o mito do ‘extermínio’ evoluiu rapidamente, a partir de um plano de exclusão econômica.27

A manchete da primeira página do New York Daily News saudou a manifestação maciça de protesto antialemão realizada no Madison Square Garden em 27 de março de 1933. Apesar dos esforços do governo alemão para aliviar as tensões e evitar a escalada de xingamentos e ameaças por parte da liderança judaica internacional, a manifestação foi mantida conforme esquematizado. Comícios e marchas de protesto similares também estavam sendo mantidos em outras cidades durante o mesmo período. A intensidade da campanha judaica contra a Alemanha foi tamanha que o governo de Hitler prometeu que, se a campanha não parasse, haveria um boicote de um dia na Alemanha às lojas de propriedade de judeus. A despeito disso, continuou a campanha de ódio, forçando a Alemanha a tomar medidas defensivas que criaram uma situação em que os judeus da Alemanha se tornaram crescentemente mais marginalizados. A verdade sobre a guerra judaica na Alemanha tem sido suprimida pela maioria das histórias do período.

            Para os alemães, a mídia ocidental – particularmente a americana – significava mídia judaica. Já em 1934, eles a viam como uma ameaça potencial. Um comunicado do embaixador alemão nos EUA, Hans Luther, observou que a América possuía “a mais forte máquina de propaganda judaica do mundo”.28 Este comentário foi feito à luz do domínio judeu em Hollywood e do fato de que os judeus eram donos de dois dos principais jornais americanos, o New York Times e o Washington Post.29 A impressão de Luther foi mantida pela liderança alemã durante a guerra. Goebbels, por exemplo, escreveu o seguinte em seu diário de 24 de abril de 1942:30

“Algumas estatísticas me foram dadas sobre a proporção de judeus no rádio, no cinema e na imprensa americanas. A porcentagem é realmente assustadora. Os judeus controlam 100% do mercado cinematográfico e entre 90 e 95% da imprensa e do rádio”.

Em meados da década de 1930, a Alemanha estava no meio de sua espantosa recuperação econômica, particularmente notável devido à sua ruína após a Primeira Guerra Mundial, e que ocorreu durante a Grande Depressão. Em apenas seus primeiros quatro anos, Hitler reduziu o desemprego de 6 milhões para 1 milhão; a taxa de desemprego caiu de 43,8% quando ele assumiu o cargo, para efetivamente zero no final de 1938. Em apenas quatro anos, ele aumentou o PIB em 37% e supervisionou um aumento de 400% na produção de automóveis. Com efeito, ele acabou sozinho com a Depressão na Alemanha. Mais dois anos e a nação seria uma potência mundial de primeira linha.

A Alemanha emergiu assim como uma competidora viável para as potências globais tradicionais. Churchill sentiu-se particularmente ameaçado. Em testemunho ao Congresso, o general norte-americano Robert Wood relembrou uma declaração do político britânico de 1936: “A Alemanha está ficando forte demais. Devemos esmagá-la.”31 Isso sugere uma beligerância da parte de Churchill muito antes de quaisquer agressões de Hitler. Conforme nós sabemos: foi o Reino Unido que declarou guerra à Alemanha, e não vice-versa.

{Samuel Untermyer (1858-1940) advogado e um dos
 articuladores judeus da política interna e principalmente
externa dos EUA, e proeminente agitador contra a Alemanha}.

Em outubro de 1937, Roosevelt fez seu famoso discurso de ‘quarentena’. Aqui nós encontramos uma das primeiros indicações, ainda que indiretas, de que ele antecipa um momento em que os EUA entrariam em conflito direto com a Alemanha, e sutilmente faz propaganda pública em favor da guerra. O perigo de Hitler é exagerado; neutralidade e isolamento são menosprezados; afirmações infundadas e declarações cautelosamente condicionais são lançadas para fora – e tudo na linguagem da paz. Se Hitler prevalecer, “que ninguém imagine que a América escapará, … que este Hemisfério Ocidental não será atacado”. “Não há escapatória através do mero isolamento ou neutralidade”, disse ele; “A anarquia internacional destrói todos os alicerces da paz.” “Nós estamos determinados a nos manter fora da guerra”, disse Frank Delano Roosevelt, “mas ainda nós não podemos nos proteger contra os efeitos desastrosos da guerra e os perigos do envolvimento”. Sem poupar hipérboles, ele acrescentou que, se a Alemanha iniciar uma guerra, “a tempestade se enfurecerá até que cada flor da cultura seja pisoteada e todos os seres humanos sejam nivelados em um vasto caos”. Isso é difícil de ler, exceto como uma indicação de que o caminho do confronto violento já havia sido decidido e que o longo processo havia começado a persuadir um público relutante de que este deveria apoiá-lo.

A essa altura, os lobbies judaicos ao redor do mundo, mas especialmente no Reino Unido e nos Estados Unidos, começaram a pressionar fortemente por uma ação militar, a intervir em nome de seus correligionários sitiados na Alemanha nazista e a derrubar mais uma vez um regime odiado – não importa que os alemães podem ter tido algum direito à autodeterminação. Uma das primeiras evidências claras disso veio no início de 1938, do embaixador polonês nos Estados Unidos, Jerzy Potocki. Ele relatou ao voltar para Varsóvia sobre suas observações do cenário político americano:32

A pressão dos judeus sobre o presidente Roosevelt e sobre o Departamento de Estado está se tornando cada vez mais poderosa [...] Os judeus são agora os líderes na criação de uma psicose de guerra que mergulharia o mundo inteiro na guerra e provocaria uma catástrofe geral. Esse estado de espírito está se tornando cada vez mais aparente. Em sua definição de estados democráticos, os judeus também têm criado um verdadeiro caos; eles têm misturado a ideia de democracia e comunismo e, acima de tudo, levantaram a bandeira do ódio ardente contra o nazismo.

Esse ódio tem se tornado um frenesi. Ele é propagado em todos os lugares e por todos os meios: nos teatros, no cinema e na imprensa. Os alemães são retratados como uma nação que vive sob a arrogância de Hitler, que quer conquistar o mundo inteiro e afogar toda a humanidade em um oceano de sangue. Em conversas com representantes da imprensa judaica, repetidamente eu tenho repetidamente me deparado com a visão inexorável e convencida de que a guerra é inevitável. Este judaísmo internacional explora todos os meios de propaganda para se opor a qualquer tendência a qualquer tipo de consolidação e entendimento entre as nações. Desta forma, a convicção está crescendo de forma constante, mas segura na opinião pública aqui de que os alemães e seus satélites, na forma do fascismo, são inimigos que devem ser subjugados pelo ‘mundo democrático.’ (9 de fevereiro).

Tal visão é confirmada em uma carta do senador Hiram Johnson (Califórnia.), escrita a seu filho no mesmo ano. Os campos pró e anti-guerra foram claros: “todos os judeus [estão] de um lado, extremamente entusiasmados com o presidente e dispostos a lutar até o último americano”. Embora simpático, Johnson não tinha interesse em lutar uma guerra em nome deles. Ele e outros políticos com ideias semelhantes queriam se manifestar, “mas todo mundo tem medo – eu confesso que eu me esquivo – de ofender os judeus”.33 A situação tem difilmente mudada em 75 anos.

De sua parte, Bernie Baruch certamente estava se coçando por uma luta. Falando ao general George Marshall, ele disse: “Nós vamos derrotar aquele tal de Hitler. Ele não vai se safar disso.”34 Alguém se pergunta como ele saberia disso, em 1938. Na verdade, não é um grande mistério: Churchill aparentemente disse isso a ele. Como relata Sherwood,*33 Churchill – então ainda Primeiro Lorde do Almirantado – disse a Baruch:

“A guerra está chegando muito em breve. Nós estaremos nele e vocês (os Estados Unidos) estarão nela. Você [Baruch] comandará o show lá, mas eu estarei nas margens aqui.”

Esta é uma afirmação surpreendente; como Churchill saberia disso, em 1938? O Anschluss com a Áustria havia sido concluído em março daquele ano, e a Alemanha anexou a Sudetenland em outubro, mas o Acordo de Munique foi assinado em setembro, preservando nominalmente uma espécie de paz tênue. Então, o que poderia ter convencido Churchill de que a guerra era inevitável e que os americanos comandariam o show? Kristallnacht, talvez? Essa foi a gota d'água para o lobby judeu global?35

Aparentemente, Lord Beaverbrook pensava assim. Escrevendo para Frank Gannett em dezembro de 1938, ele fez esta contundente declaração:

Os judeus estão atrás de [Primeiro Ministro] Chamberlain. Ele está sendo terrivelmente assediado por eles… Todos os judeus estão contra ele… Eles têm conseguido uma grande posição na imprensa aqui [no Reino Unido]… Eu estou abalado. Os judeus podem nos levar à guerra [e] sua influência política está nos levando nessa direção.*34

Beaverbrook foi um proeminente e influente executivo e político da mídia, algo como o Rupert Murdoch de sua época. Ele estava bem posicionado para fazer tal afirmação.

O ano de 1939 abriu com o discurso do Estado da União de Franklin D. Roosevelt – e ameaças mais veladas. “Nós temos aprendido que as democracias tementes a Deus do mundo... não podem ser seguramente indiferentes à ilegalidade internacional em qualquer lugar. Elas não podem deixar passar para sempre, sem protesto efetivo, atos de agressão contra nações irmãs”. Consequentemente, ele pediu uma alocação sem precedentes de US$ 2 bilhões em tempos de paz para a defesa nacional. Uma mensagem para Hitler — e para todos os americanos que poderiam se opor à intervenção nos assuntos europeus.

Hitler, incidentalmente, estava dando seus próprios discursos, o mais infame para o Reichstag em 30 de janeiro. Ele incluía este aviso memorável:

Se os financiadores judeus internacionais dentro e fora da Europa conseguissem mergulhar as nações mais uma vez em uma guerra mundial, então o resultado não seria a bolchevização da terra e, portanto, a vitória dos judeus, mas a aniquilação [Vernichtung] da raça judaica na Europa!

Dois comentários rápidos: A palavra alemã ‘Vernichtung’ tem múltiplos significados e de forma alguma requer a morte de quaisquer pessoas em questão. O significado literal é “reduzir a nada”. Mais amplamente, significa remover ou eliminar completamente a presença, papel ou influência de algo. E há muitas maneiras de fazer isso, exceto assassinato. Mas, mais especificamente, o alegado programa de extermínio físico de Hitler era supostamente um grande segredo. Ele não pode ter contado ao mundo, no mais público dos locais, de seu plano ‘secreto’ para matar todos os judeus – no início de 1939. Claramente, ele estava se referindo ao deslocamento deles da Europa e à eliminação de seu papel anteriormente dominante lá. Mas isso não era nenhum segredo – ele tinha estado fazendo isso na Alemanha há cerca de seis anos.

De volta a Washington, o embaixador Potocki enviou mais dois relatórios reveladores a Varsóvia. Uma breve declaração em 9 de janeiro incluía o seguinte:

“O público americano está sujeito a uma propaganda cada vez mais alarmante, que está sob influência judaica e continuamente evoca o espectro do perigo da guerra. Por causa disso, os americanos alteraram fortemente suas opiniões sobre os problemas de política externa, em comparação com o último passado”.

Três dias depois veio o relatório mais longo e talvez mais pleno de conclusões captadas:36

O sentimento agora prevalecendo nos Estados Unidos é marcado por um ódio crescente ao fascismo e, acima de tudo, ao chanceler Hitler e a tudo relacionado ao nazismo. A propaganda está principalmente nas mãos dos judeus, que controlam quase 100 por cento do rádio, cinema, imprensa diária e periódica. Embora essa propaganda seja extremamente grosseira e apresente a Alemanha o mais negra possível – acima de tudo, a perseguição religiosa e os campos de concentração são explorados –, essa propaganda é extremamente eficaz, pois o público aqui é completamente ignorante e nada sabe sobre a situação na Europa. …

O ódio predominante contra tudo o que está de alguma forma conectado com o nazismo alemão é ainda mais aceso pela política brutal contra os judeus na Alemanha e pelo problema dos emigrados. Nessa ação, participaram vários intelectuais judeus: por exemplo, Bernard Baruch; o Governador do Estado de Nova York, Lehman; o recém-nomeado juiz da Suprema Corte, Felix Frankfurter; Secretário do Tesouro Morgenthau; e outros que são amigos pessoais do presidente Roosevelt. Eles querem que o presidente se torne o defensor dos direitos humanos, da liberdade de religião e expressão, e o homem que no futuro punirá os criadores de problemas. Esses grupos de pessoas, que ocupam os cargos mais altos do governo americano e querem se apresentar como representantes do “verdadeiro americanismo” e “defensores da democracia”, estão, em última análise, ligados por laços inquebrantáveis com o judaísmo internacional.

Para esta internacional judaica, a qual se preocupa acima de tudo com os interesses de sua raça, retratar o presidente dos Estados Unidos como o campeão “idealista” dos direitos humanos foi uma jogada muito astutamente prática. Dessa maneira, eles criaram um perigoso foco de ódio e hostilidade neste hemisfério e dividiram o mundo em dois campos hostis. Toda a questão é trabalhada de maneira magistral. Roosevelt recebeu a base para ativar a política externa americana e, simultaneamente, adquiriu enormes estoques militares para a guerra que se aproxima, pela qual os judeus estão se esforçando muito conscientemente.

Se Potocki estivesse correto, isso significaria que a guerra havia sido efetivamente decidida pelas potências aliadas. E, de fato, foi exatamente isso que Bullitt disse ao jornalista americano Karl von Wiegand:37

“A guerra na Europa tem sido decidida. A Polônia tinha a garantia do apoio da Grã-Bretanha e da França e não cederia a nenhuma exigência da Alemanha. A América estaria na guerra depois que a Grã-Bretanha e a França entrassem nela.”

Bullitt obviamente tinha acesso interno a um plano bem desenvolvido, um que estava em procedimento rápido.

Em julho, Potocki estava de volta a Varsóvia, falando com um subsecretário do Ministério das Relações Exteriores chamado Jan Szembek. Em seu diário, Szembek registrou Potocki como afirmando o seguinte:38

“No Ocidente, há todos os tipos de elementos que pressionam abertamente pela guerra: judeus, grandes capitalistas, traficantes de armas. Agora eles estão todos prontos para um excelente negócio... Eles querem fazer negócios às nossas custas. Eles são indiferentes à destruição do nosso país”.

            Isso é notável, mesmo que apenas como confirmação da legitimidade dos relatórios anteriores.

Ao redor da mesma época, o embaixador americano na Grã-Bretanha começou a causar uma grande agitação. Ele era um membro da família católica irlandesa da área de Boston, um empresário de sucesso... e pai de um futuro presidente. Joseph Kennedy contribuiu para a campanha presidencial de Roosevelt em 1932 e foi recompensado com a presidência da SEC {U.S. Securities and Exchange Commission/Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos}. Ele deixou o cargo em 1935 e foi nomeado embaixador no Reino Unido em janeiro de 1938.

Pelos meados de 1939, Kennedy evidentemente começou a se preocupar com o papel dos judeus no avanço da guerra – e ele começou a falar abertamente com seus colegas em Londres. De alguma forma, a notícia chegou a um periódico local, The Week, que cruzou o oceano até Washington DC e chegou às mãos do secretário do Interior, Harold Ickes. Convocado em reunião com o presidente no início de julho, Ickes expressou sua preocupação:39

“Esta [história] era no sentido de que Kennedy estava contando em particular a seus amigos ingleses no Cliveden Set {grupo da alta classe inglesa influente na política inglesa} que os judeus estavam governando os Estados Unidos e que o presidente cairia em 1940. Ele também acusou que ‘[Kennedy acredita] que a política democrática dos Estados Unidos é uma produção judaica’”.

Muito surpreendentemente, o presidente não ficou desconcertado nem perturbado. “isso é verdade”, disse ele. Ickes não fornece mais informações sobre o incidente e, portanto, é difícil saber como receber essa resposta direta. Frank D. Roosevelt estava brincando? Uma meia piada? Uma admissão expressa e frontalmente direta? Nós simplesmente não sabemos. O que indubitavelmente era verdade, porém, era que Kennedy tinha profundas preocupações sobre a influência judaica.

{O judeu Bernard Mannes Baruch (1870 -1965), conselheiro do presidente dos EUA na Primeira Guerra Mundial, membro do judaísmo internacional, na década de 1930 fazia a conexão entre F. D. Roosevelt e W. Churchill, representando claramente o conceito de judaísmo internacional}. Fonte da imagem: http://hdl.loc.gov/loc.pnp/pp.hec 

Ele não era o único diplomata com tais preocupações. Um mês mais tarde, relata Taylor,*35 o embaixador britânico na Alemanha, Nevile Henderson, disse a Hitler que “a atitude hostil na Grã-Bretanha era obra de judeus e inimigos dos nazistas”. Aqui novamente nós vemos uma ação paralela em ambos os lados do Atlântico, e possivelmente coordenada. Isso seria consistente com o papel de Baruch como um “confidente proeminente” tanto de Roosevelt quanto de Churchill.

Umas poucas semanas depois, em 2 de setembro, o exército alemão cruzou para a Polônia. O que começou como parte de um conflito fronteiriço de uma muito longa duração entre dois países vizinhos transformou-se, dois dias depois, numa guerra europeia, quando a Inglaterra e a França declararam guerra à Alemanha.40

         Chaim Weizmann {1874-1952} (acima), presidente da “Agência Judaica” internacional e da Organização Sionista Mundial (e mais tarde o primeiro presidente de Israel), disse ao primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain em uma carta publicada no The London Times em 6 de setembro de 1939 que:
Eu desejo confirmar, da maneira mais explícita, as declarações as quais eu e meus colegas fizemos durante o último mês, e especialmente na última semana, de que os judeus estão ao lado da Grã-Bretanha e lutarão ao lado das democracias. Nosso desejo urgente é dar efeito a essas declarações [contra a Alemanha]. Nós desejamos fazê-lo de maneira inteiramente compatível com o esquema geral da ação britânica e, portanto, nos colocamos, em questões grandes e pequenas, sob a direção coordenadora do Governo de Sua Majestade. A Agência Judaica está pronta para entrar em acordos imediatos para a utilização de mão de obra judaica, habilidade técnica, recursos, etc.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua...

Notas:

#3 Nota de Mykel Alexander: Ver detalhes em:

- A declaração judaica de guerra contra a Alemanha nazista - O boicote econômico de 1933, por Matthew Raphael Johnson, 11 de junho de 2023, World Traditional Front.

 https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/06/a-declaracao-judaica-de-guerra-contra.html

#4 Nota de Mykel Alexander: Ver detalhes em:

- A declaração judaica de guerra contra a Alemanha nazista - O boicote econômico de 1933, por Matthew Raphael Johnson, 11 de junho de 2023, World Traditional Front.

 https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/06/a-declaracao-judaica-de-guerra-contra.html

#5 Nota de Mykel Alexander:Ver como introdução ao tema:

- Desnacionalização da Economia {Por que a economia no Nacional-Socialismo Alemão (nazismo) foi odiada pelos Aliados?}, por Salvador Borrego, 28 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/desnacionalizacao-da-economia-por.html

#6 Nota de Mykel Alexander: Como fonte principal das informações no Ocidente, na época pré-Segunda Guerra Mundial, estavam as agências de notícias internacionais. Três das quatro principais agências mundiais, três tinham sede na Europa (somente Associated Press estava sediada nos EUA, seu empreendedor inicial, apesar do nome, Moses Yale Beach, não lhe é atribuído ser do segmento judeu). Em geral não é tão usual referir que seus empreendedores eram judeus e que pertenciam direta ou indiretamente ao sistema financeiro. Eis as agências situadas na Europa cuja fundação foi empreendimentos do segmento judaico na Europa: agência Reuters, fundada pelo banqueiro judeu Israel Beer Josaphat (1816-1899), nascido em família de rabino e mais conhecido como Paul Julius Reuters. Antes de fundar a agência Reuters, Israel Beer Josaphat participou proeminentemente da publicidade de subversão do regime alemão nas agitações de 1848. Sem espaço para o liberalismo na Alemanha e na França, Israel Beer Josaphat mudou-se para a Inglaterrra onde estabeleceu sua agência de notícias em 1865, centrada na Inglaterra. A Agence Havas foi fundada pelo judeu (o artigo abaixo de Moshe Or afirma ‘rumor’ de Havas ser judeu) Charles-Louis Havas (1783-1858), centrada na França e a agência Wolffs foi fundada pelo judeu Bernhard Wolff (1811-1879. A principal fonte na época sobre Wolff foi Karl Frenzel em Erinnerungen und Strömungen, Gesammelte Werke) e centrada na Alemanha. Todos os três faziam parte do sistema financeiro direta ou indiretamente ligado o sistema financeiro internacional (o qual predominantemente liderado pelas casas bancárias judaicas:) o que foi nas elites mais politizadas e europeias reascenderam a questão judaica. Sobre o contexto da relação informação midiática e sistema financeiro ver:  "Poisoned at the Source"? Telegraphic News Services and Big Business in the Nineteenth Century, por Alex Nalbach, The Business History Review, Vol. 77, No. 4 (Winter, 2003), pp. 577-610, The The President and Fellows of Harvard College (https://www.jstor.org/stable/30041230); REUTER, HAVAS AND COMPANY: THE TELEGRAPHIC NEWS AGENCIES' JEWISH CONNECTION י, por Moshe Or, מאמרים ותקצירים באנגלית / English Abstracts of Hebrew Articles, Kesher / קשר, No. 8 (נובמבר 1990), pp. 24e-37e (https://www.jstor.org/stable/23902903?seq=6).  A conexão judaica e o monopólio das agências de notícias que divulgavam globalmente as informações públicas pode ser, como leitura inicial, apreciada nas colocações abaixo:

Inicialmente restrita ao envio de telegramas comerciais, a agência de Reuter logo passou a incluir notícias, atendendo clientes e jornais do continente europeu, a imprensa do interior e, a partir de 1858, os jornais diários de Londres, incluindo o Times. Em 1869, três anos após a instalação do primeiro cabo transatlântico, Reuter instalou seu próprio cabo submarino conectando Brest a Duxbury, em Massachusetts. Na década de 1870, a Reuters Ltd. já havia se consolidado como a principal agência internacional de notícias, expandindo seus serviços da Europa para a América do Norte e do Sul, para as regiões costeiras da África, para o Extremo Oriente — incluindo a China e as Índias Orientais — e também para a Austrália. Entre 1870 e 1934, acordos secretos de ‘cartel de notícias’ com a concorrente Agence Havas, de Paris, e a WTB, de Bernhard Wolff, em Berlim (e, a partir de 1893, também com a Associated Press, de Illinois), garantiram ‘áreas reservadas’ para a coleta e difusão de notícias, deixando todo o Império Britânico sob a atuação da Reuters. (Reuter, Paul Julius, Freiherr von, Jewish Virtual Library https://jewishvirtuallibrary.org/reuter-paul-julius-freiherr-von).

                Em termos de mídia cinematográfica, são relevantes duas considerações. 1ª é o fato positivo, em que se constata o domínio total ou quase total do segmento judaico da sociedade no cinema americano, conforme a época. Um ponto de partida para atestar estes fatos positivamente é a obra de Neal Gabler, How the jews invented Hollywood - an Empire of their own, Anchor Books, New York, 1989. 2ª consideração é que diante do fato positivo o judaísmo internacional, ao não poder omitir tal fato, quer que se entenda que uma condição de formação de opinião global ou quase global, como é o caso do cinema de Hollywood, sob o domínio de um segmento da sociedade, no cado o judeu, não seja visto criticamente pela lógica de causa e efeito, mas sim que tudo não passe de mera coincidência. Abe Foxman, então presidindo a Liga Anti-Difamação trouxe explicita, verbal e literalmente tal posição em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Ver:

- Who runs Hollywood? C’mon, por Joel Stein, 19 de dezembro de 2008, Los Angeles Times.

https://www.latimes.com/archives/la-xpm-2008-dec-19-oe-stein19-story.html

“Esta é uma frase muito perigosa, ‘os judeus controlam Hollywood.’ O que é verdade é que há um grande número de judeus em Hollywood,” ele disse. Ao invés de “controle,” Foxman prefere que as pessoas digam que muitos executivos na indústria {de Hollywood} “ocorrem de ser judeus,” assim como em “todos os oito maiores estúdios de filme são mandados por homens que acontece de ser judeus.”

27 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): No final de 1936, o número de “600.000” havia evoluído para “6 milhões”. No New York Times (26 de novembro), lia-se o seguinte: “O Dr. Weizmann discorreu primeiramente sobre a tragédia de pelo menos 6.000.000 de judeus ‘supérfluos’ na Polônia, na Alemanha e na Áustria...”. A situação tornou-se ainda mais explícita no início de 1938: “Aumento no número de judeus perseguidos... Registradas 6.000.000 de vítimas” (9 de janeiro) — isso, quatro anos plenos antes mesmo dos alegados “campos de extermínio” começarem a operar.

28 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Herzstein, R., Roosevelt and Hitler, J. Wiley, 1989, p. 33.

29 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): The New York Times tiha estado já há longo tempo sobre controle judaico. The Post foi adquirido por Eugene Meyer em 1933.

30 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): para uma apreciação sobre as visões de Goebbels, ver David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton), “Goebbels on the Jews” (part 2), Inconvenient History, 2(2), 2010.  

31 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Testimony of February 1941. Citado em Justus D. Doenecke, Storm on the Horizon, Rowman & Littlefield, 2000, p. 440). Ver também Fuller, John Frederick Charles, The Decisive Battles of the Western World (vol. 3), Eyre & Spottiswoode, Reimpresso nos EUA como A Military History of the Western World (vol. 3), Minerva, 1957, p. 369

32 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Weber, M. 1983. “President Roosevelt’s campaign to incite war in Europe.” Journal of Historical Review, 4(2): Este e outros relatórios de Potocki foram adquiridos pelos alemães quando da tomada de Varsóvia; por isso, existe certo ceticismo quanto à sua autenticidade. Weber traz bons casos de eles que são genuínos. David Irving relata que ele viu cópias do original na Biblioteca Hoover (http://www.fpp.co.uk/History/General/Potocki/papers.html).

33 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Wayne S. Cole, Roosevelt and the Isolationists, University of Nebraska Press, 1983, p. 308.

34 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado Fuller, John Frederick Charles, The Decisive Battles of the Western World (vol. 3), Eyre & Spottiswoode, Reimpresso nos EUA como A Military History of the Western World (vol. 3), Minerva, 1957, p. 370.

*33 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Sherwood, R., White House Papers of Harry L. Hopkins (vol. 1), Eyre & Spottiswoode, 1948, p. 111.

35 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): As referências tradicionais à Kristallnacht frequentemente deixam de mencionar que o evento foi desencadeado por um jovem judeu, Herschel Grynszpan, que assassinou o diplomata alemão Ernst vom Rath em Paris, no dia 9 de novembro. A Kristallnacht ocorreu no dia seguinte.

*34 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): citado em Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358.

36 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ver Weber, M. 1983. “President Roosevelt’s campaign to incite war in Europe.” Journal of Historical Review, 4(2); Fuller, John Frederick Charles, The Decisive Battles of the Western World (vol. 3), Eyre & Spottiswoode, Reimpresso nos EUA como A Military History of the Western World (vol. 3), Minerva, 1957, pp. 372-374.

37 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Fuller, John Frederick Charles, The Decisive Battles of the Western World (vol. 3), Eyre & Spottiswoode, Reimpresso nos EUA como A Military History of the Western World (vol. 3), Minerva, 1957, p. 375.

38 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ver Szembek, C., 1952, Journal 1933-1939, Plon, 1952, p. 476, publicado em francês. A primeira sentença se lê conforme segue: “En Occident, il y a toutes sortes d’elements qui poussent nettement a la guerre: les Juifs, les grands capitalists, les marchands de canons.”

39 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Conforme registrado por Ickes em seu diário pessoal, na data de 2 de julho. Ver Ickes, H., The Secret Diary of Harold L. Ickes (vol. 2), Simon and Schuster, 1954, p. 676.

*35 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Taylor, A., Origins of the Second World War, Atheneum, 1961, página 267.

40 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Obviamente, há mais detalhes sobre a eclosão da guerra do que posso prover aqui. Em suma, assim que a Polônia recebeu uma garantia de apoio militar da Inglaterra, em março de 1939, passou a adotar uma postura cada vez mais beligerante em relação às minorias alemãs em território polonês, particularmente em Danzig. Em retrospecto, parece algo insólito, mas muitos poloneses (à exceção de Potocki), contando com o respaldo britânico, praticamente ansiavam por um confronto com a Alemanha. Eles acreditavam que uma vitória consolidaria sua posição nacional e ajudaria a conter a ameaça soviética vinda do leste. Ao invés, eles sucumbiram ao ataque alemão em apenas quatro semanas.

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Fonte: The Jewish Hand in the World Wars, Part 2, por Thomas Dalton, Inconvenient History, volume 06, nº2, 2014.

https://www.inconvenienthistory.com/6/2/3294

Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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