terça-feira, 28 de abril de 2026

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.2-3 - por Reinhard K. Buchner

 Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.1 - por Reinhard K. Buchner

Reinhard K. Buchner

2. A Tecnologia da Cremação

Reduzir um cadáver por cremação significa decompor tecidos e ossos pelo calor. Ao contrário da crença popular, um cadáver não “queima” porque não há matéria combustível suficiente envolvido. Embora o tecido irá carbonizar e queimar, produzindo algum calor, a maior parte do calor — para a decomposição térmica (e química) dos cadáveres — deve ser fornecida por fontes externas de energia. Os crematórios são geralmente projetados e construídos para processar um único cadáver. Não há evidências de que os crematórios usados ​​nos campos da Segunda Guerra Mundial tenham sido projetados de forma diferente. O combustível durante a Segunda Guerra Mundial era principalmente carvão ou coque, mas ocasionalmente madeira pode ter sido usada. Como a combustão do combustível requer ar (oxigênio), alguma provisão para tiragem natural (convecção) ou alimentação de ar forçado (compressores) deve ser incluída no projeto do crematório. Todas as 6 unidades em Dachau15, por exemplo, possuem provisões para tiragem convectiva. Os quatro crematórios vistos hoje em Auschwitz I são aparentemente de um projeto muito semelhante. Contudo, eles foram construídos após a Segunda Guerra Mundial (D. Felderer11, W. Stäglich16, página 137). Em Auschwitz II, é dito que foram instalados compressores. Por exemplo, F. Müller9 diz “ventiladores” (página 94 e outros locais). Independentemente do método de fornecimento de ar, todos os crematórios têm certas similaridades básicas.

Desde que a incineração não é um processo de produção de energia, mas principalmente de absorção, a energia térmica é produzida em um “gerador”. Este pode ser — como em Dachau — uma simples “fornalha” com portas para carregamento de carvão e aberturas com válvulas simples para controlar a tiragem de ar por convecção. Em instalações mais sofisticadas com compressores, podem ser utilizados geradores para gaseificação do combustível primário. A. R. Butz4 destacou isso em relação à terminologia do Holocausto (“Gasoven” etc., ver páginas 120 e 121). Do gerador, o gás de exaustão quente é então conduzido ao longo do cadáver em uma mufla oblonga com paredes e fundo planos, mas com teto semicilíndrico. O cadáver repousa sobre pontes transversais na mufla, espaçadas de 30 a 45 centímetros. Cinzas e resíduos caem na parte inferior da mufla e são removidos periodicamente. Usualmente, o gerador de queima de carvão e a câmara de incineração propriamente dita — a mufla — são separados. Apenas os gases quentes resultantes da combustão do combustível aquecem a mufla e o cadáver. O cadáver, contudo, não é consumido (pelo menos em sua maior parte) pelas chamas ou pelos gases quentes diretamente, mas pela radiação proveniente das paredes da mufla.

Este é um fator tecnológico importante o qual precisa ser compreendido. O mecanismo físico é como segue: o gás quente do gerador passa através da mufla e transfere seu calor para todas as superfícies absorventes. Essa transferência de calor não é estritamente um processo termodinâmico. Ou seja, a quantidade de calor transferida não depende apenas da diferença de temperatura entre o gás e a parede, mas também da turbulência gasodinâmica na camada limite entre o gás e a parede. Resumindo: em crematórios, a rugosidade do revestimento de tijolos refratários aumenta a transferência de calor para as paredes, desde que a velocidade do gás não se torne muito baixa. Como a área da superfície da parede da mufla é muito maior que a área da superfície do cadáver, grande parte do calor é transferida para as paredes, e não para o cadáver. Além disso, o tempo desempenha um papel importante no processo de transferência. Pode parecer convincente, à primeira vista, mesmo para um especialista em tecnologia, que se possa aumentar a temperatura de entrada do gás proveniente do gerador para transportar mais calor por unidade de tempo para dentro da mufla e, assim, obter tempos de incineração mais curtos. Contudo, a temperatura de saída do gás ao sair da mufla deve ser suficientemente baixa para não danificar os dutos e a chaminé. Em resumo: a velocidade de passagem do gás quente dentro da mufla deve ser lenta para permitir tempo suficiente para que a transferência de calor se complete a tal ponto que a temperatura de saída do gás caia para um valor suficientemente baixo. O parâmetro prático disponível para o projetista é a seção transversal da mufla. Quanto maior for essa seção transversal, menor será a velocidade do gás e mais tempo haverá disponível para a transferência de calor. Mas se a seção transversal da mufla for muito grande, surge outro problema. Para transferir o máximo de calor, todo o gás deve permanecer em contato com as paredes por tempo suficiente. Isso só pode ser alcançado pela mistura contínua do gás dentro da mufla. Mas isso, novamente, exige uma velocidade de passagem mínima. O projetista, portanto, deve estabelecer uma série de condições simultaneamente: para uma dada temperatura de entrada do gás, ele precisa de uma mufla de determinado tamanho, com área de parede suficiente para absorver o calor, e um volume de mufla que produza uma velocidade de fluxo suficientemente baixa, mas que ainda gere turbulência suficiente para facilitar a transferência de calor e a mistura do gás. Essas últimas condições limitam o volume da mufla, que deve levar em conta o espaço ocupado pelo cadáver — ou pelos vários cadáveres (!). E, finalmente, o projetista ainda deve alcançar uma temperatura de saída suficientemente baixa. Esses parâmetros ditam — para uma dada temperatura — a velocidade de entrada do gás e, portanto, a transferência total de calor por unidade de tempo do gerador até a mufla. Isso determina o tempo de incineração. O pequeno tamanho da mufla, observado nos crematórios instalados em campos da Segunda Guerra Mundial, indica que as muflas foram otimizadas para cremação de carga única, sem caixão.

Até agora, trem sido demonstrado como o calor é transportado do gerador para a mufla e transferido principalmente para as paredes da mufla. Se esse processo continuasse, as paredes da mufla ficariam cada vez mais quentes e o crematório se extinguiria. No entanto, o resfriamento ocorre automaticamente por radiação. A energia térmica absorvida pelas paredes é irradiada de volta em uma ampla gama de comprimentos de onda, incluindo a luz visível. Contudo, os principais comprimentos de onda se encontram na faixa espectral do infravermelho e do calor radiativo. Exatamente da mesma forma que a luz visível se propaga em linha reta, o calor e a radiação infravermelha também o fazem. Tanto a luz quanto o calor são radiações eletromagnéticas. A radiação da parede da mufla pode atingir o cadáver e ser absorvida. Também pode atingir outra seção da parede e ser absorvida ou refletida. Esse “rebote” da radiação continua até que ela seja finalmente absorvida pelo cadáver. Nesse processo, a diferença de temperatura entre a parede e o cadáver desempenha um papel importante. Embora materiais densos e opacos — como a parede e o cadáver, no presente caso — absorvam a radiação facilmente, o gás, em comparação, não o faz (ou apenas em menor grau). O gás quente transfere e irradia mais calor para as paredes do que ele consegue reabsorver. Esta é uma das razões pelas quais o gás pode entrar na mufla a uma temperatura elevada e sair a uma temperatura mais baixa. O teto curvo da mufla, mencionado anteriormente, funciona como um espelho cilíndrico, concentrando a radiação no cadáver.

Finalmente, há uma última etapa no fluxo total de energia térmica para o cadáver a qual ainda deve ser compreendida. A radiação absorvida pelo cadáver é, em sua maior parte, utilizada em reações químicas e em processos de evaporação durante a decomposição. Em resumo, o cadáver representa um dissipador de calor, e não uma fonte de calor. Essa é a principal razão pela qual o gás inicialmente quente pode sair da mufla a uma temperatura mais baixa. Se o cadáver “queimasse”, produziria calor adicional e elevaria a temperatura do gás acima da temperatura de entrada. Afirmações como: “Os cadáveres queimavam tão intensamente que foram consumidos pelo próprio calor” (F. Müller9 página 138) originam-se de equívocos técnicos.

Com isso — mas suficiente para o presente propósito — tem sido apresentado um modelo rudimentar do processo de incineração em crematórios a carvão ou coque. (A radiação do gás foi negligenciada. Mas, sem informações técnicas detalhadas, a transferência de calor e a radiação não podem ser comparadas.) Em contraste, a combustão do combustível em crematórios modernos a gás ocorre dentro da própria mufla. Como são projetados para acomodar um caixão, a área de suas paredes é bastante grande e o ar forçado dos compressores mistura o gás dentro da mufla de forma muito eficaz. Em adição, os queimadores geralmente são direcionados para o cadáver. Ademais, as cinzas do caixão são rapidamente afastadas do cadáver pelo fluxo de ar forçado. Os tempos de incineração assim obtidos são, portanto, muito mais curtos do que aquelas unidades a carvão comparáveis.

 

3. Carga Múltipla

Com o exposto acima em mente, também se pode compreender imediatamente por que a carga múltipla — 2 ou 3 cadáveres empilhados juntos, como alegado na teoria do Holocausto (ver, por exemplo, F. Müller9, página 17) — não produzirá tempos de incineração mais curtos. Primeiro, vários cadáveres compactados juntos oferecerão uma superfície consideravelmente menor por cadáver para a transferência de calor do gás ou absorção de radiação das paredes do que 3 cadáveres expostos separadamente à mesma área da parede da mufla. Isso resulta em menor absorção de calor por cadáver e por unidade de tempo. Além disso, o volume da mufla pelo qual o gás deve passar se tornará menor. Há menos tempo para o gás transferir calor para as paredes e os cadáveres. Se o crematório for operado com a mesma velocidade de fluxo, o gás simplesmente passará pela mufla mais rapidamente e sairá a uma temperatura mais alta, o que significa que haverá menos calor disponível por unidade de tempo para a incineração. Para proteger os dutos de fumaça e a chaminé, o fluxo total de gás quente teria que ser reduzido — diminuindo o transporte primário de calor por unidade de tempo para a mufla.

{Embora a análise técnica de Reinhard K. Buchner conclua que “o cadáver representa um dissipador de calor, e não uma fonte de calor. Essa é a principal razão pela qual o gás inicialmente quente pode sair da mufla a uma temperatura mais baixa. Se o cadáver ‘queimasse’, produziria calor adicional e elevaria a temperatura do gás acima da temperatura de entrada.” Observa Reinhard K. Buchner que afirmações como “Os cadáveres queimavam tão intensamente que foram consumidos pelo próprio calor” (F. Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979 página 138) difundiram de equívocos técnicos. Ainda mais, deve-se destacar, tais equívocos foram em usualmente aceitos nos livros de história, os quais geralmente se esquivavam de alertas sobre absurdos relatados como fatos nas narrativas das testemunhas do alegado holocausto. As produções de Hollywood difundiram tais narrativas através das representações cinematográficas ou de pretensos documentários. Assim, o judeu Filip Müller (1922-2013), foto abaixo, que ainda alegou a existência de um sistema de queima de cadáveres ao ar livre, foi uma das fontes de impactantes absurdos assimilados pelo imaginário coletivo ocidental, e que violam as leis naturais (Foto dos fornos crematórios retiradas de Auschwitz Birkenau Memorial; Foto de Filip Müller retirada da Wikipedia)}.  

 

Considerando o tamanho físico das muflas em Dachau, deve-se concluir que três cadáveres não poderiam ser colocados nelas, mesmo quando frias. W. Stäglich11 cita Kautsky (um ex-prisioneiro) afirmando que a abertura dos fornos (em Auschwitz I) permitia apenas um, ou no máximo dois, cadáveres (página 158). Em operação real, seria extremamente difícil carregar mesmo dois cadáveres nessas muflas. De qualquer forma, dois cadáveres cobririam uma parte considerável da parede, restringindo a transferência de calor do gás para essas partes e forçando uma redução na velocidade de fluxo. Isso equivale a um tempo de incineração mais longo.

Uma comparação cuidadosa do tamanho dos tijolos nas fotos revela que as câmaras de combustão nos crematórios II e III de Auschwitz II certamente não eram maiores do que as do novo crematório de Dachau (fotos podem ser encontradas, por exemplo, em A.R. Butz4, páginas 157 e 213).

Eu tenho observado apenas a incineração de cadáveres em caixões com carga única. Mas pouparei o leitor da minha bem fundamentada especulação (e descrição da mesma) sobre como vários cadáveres numa mesma câmara de combustão se “fundiriam,” prolongando ainda mais o tempo de incineração por essa razão.

Eu concluo esta parte afirmando: Tecnologicamente, é uma ilusão que carregar crematórios como os encontrados em campos da Segunda Guerra Mundial com mais do que a carga para a qual foram projetados (um cadáver) reduziria o tempo de incineração por cadáver. Tal modo de operação, pelo contrário, prolongaria o tempo total de incineração. Mesmo considerando cadáveres muito emaciados (por exemplo, durante epidemias de tifo), minha estimativa pessoal é que não haveria ganho no tempo de incineração. Mas outros fatores complexos, concernindo o estado dos tecidos (desidratação etc.), influenciam a estimativa. Por essas razões, os cálculos foram baseados na cremação com carga única.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas

15 Nota de Reinhard K. Buchner: Durante o verão de 1979, o autor visitou Dachau com especial interesse nos crematórios. (Como resultado secundário, constatou-se que não parece haver dutos ligando os quatro crematórios do novo crematório à chaminé.) Também, não foram instalados compressores em Dachau durante a Segunda Guerra Mundial. O combustível era coque.

11 Nota de Reinhard K. Buchner: Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos, Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.

16 Nota de Reinhard K. Buchner: Ditlieb Felderer relata em RH. 167 que Czech e Piper - ambos funcionários do campo de Auschwitz na época – afirmaram que os 4 fornos do crematório I (Auschwitz I) foram construídos em 1946 ou 1947.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

4 Nota de Reinhard K. Buchner: Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, Historical Review Press, 1976.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

11 Nota de Reinhard K. Buchner: Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos, Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.

4 Nota de Reinhard K. Buchner: Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, Historical Review Press, 1976.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

 __________________________________________________________________________________

Recomendado, leia também:

Os Julgamentos de Zündel (1985 e 1988) - {parte 1 - julgamentos de 1985} - Robert Faurisson

Prefácio de Dissecando o Holocausto - Edição 2019 - Por Germar Rudolf

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo)

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)

As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 1 - por Carlo Mattogno e Franco Deana (demais partes na sequência do próprio artigo)

O valor do testemunho e das confissões no holocausto - parte 1 - Por Germar Rudolf (primeira de três partes, as quais são dispostas na sequência).

Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 1 - introdução e método de pesquisa} - por German Rudolf (demais partes na sequência do próprio artigo)

O Holocausto em Perspectiva - Uma Carta de Paul Rassinier - por Paul Rassinier e Theodore O'Keefe

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


domingo, 26 de abril de 2026

MUITO ALÉM DA PALESTINA: O JUDAÍSMO INTERNACIONAL CONTRA O MUNDO - por Chauke Stephan Filho

 

Chauke Stephan 


[Introdução por Mykel Alexander

O texto aqui apresentado expressa o irradiar da principal questão geopolítica global do período pós-Segunda Guerra Mundial: os conflitos do Oriente Médio.

Algumas considerações são necessárias para fins de esclarecimentos conceituais e precisões históricas, as quais são elencadas e com as referências citadas para os respectivos aprofundamentos.

1) Após o ataque do Hamas e de outras milícias a Israel em outubro de 2023 houve uma campanha de desinformação que descontextualizou o referido incidente no conflito entre palestinos e o Estado de Israel, visando colocar o ataque vindo da Palestina como o início do conflito.[1] Contudo, os conflitos regionais no Oriente Médio, especialmente na Palestina começaram com a entrega da Palestina aos judeus na denominada Declaração de Balfour em 1917.[2]

2) Como entidade estatal em 1917 o sionismo não existia, pois somente 1948 foi fundado o Estado de Israel, sendo anteriormente referida a liderança sionista como judaísmo internacional, e essa expressão remontava aos próprios judeus quando seus líderes queriam arregimentar judeus ao redor do mundo sob o objetivo do movimento sionista.[3]

3) A liderança judaica entendida como protagonismo da sociedade judaica é uma questão ancestral, e implica tanto os objetivos geopolíticos presentes na tradição judaica bem como os consequentes atritos envolvendo a sociedade judaica e os demais povos nos quais os judeus viviam no decorrer da história ao redor do mundo, fato histórico que foi consolidado em sua problemática como a questão judaica.[4] A persistência dos atritos entre judeus e não-judeus é identificada nas próprias escrituras judaicas que não separavam religião judaica e política e os anseios da tradição judaica já contidas no próprio Antigo Testamento em que a divindade judaica, Jeová é descrita como escolhendo os judeus e israelenses, dois reinos vizinhos na Antiguidade, como o povo escolhido na Terra e que este povo escolhido deveria governar a Terra e destruir qualquer povo que opusesse a isso,[5] e em geral a oposição aos interesses de domínio judaico baseado na tradição judaica passou a ser conhecida como antissemitismo.[6]

4) A intensificação dos conflitos atuais centradas em Israel expressam as medidas políticas e geopolíticas das lideranças sionistas baseadas[7] que Israel deve se expandir como o Estado[8] que deve governar o mundo, conforme alegam movimentos judaicos inter-relacionados com as lideranças da política sionistas.

5) Como consequência, no Brasil e em outros Estados tem aumentado a pressão dos interesses sionistas de proibir a apuração dos fatos e a visão crítica ao contexto histórico e geopolítico,[9] colocando o motivo do atrito entre a sociedade judaica dirigida pelos seus líderes do judaísmo internacional em todos os povos e em todos os tempos e denominando a reação aos movimentos do judaísmo internacional como antissemitismo].

 

MUITO ALÉM DA PALESTINA: O JUDAÍSMO INTERNACIONAL CONTRA O MUNDO

A bestialidade assassina, o sangue derramado, a infâmia de agressores covardes e genocidas[10] marcam a história destes nossos dias. Cidades arrasadas, massacres infantis, eminências religiosas e políticas assassinadas, infraestrutura civil bombardeada, o próprio Papa ― o Santo Padre, o representante de Deus na Terra, desacatado, humilhado, desafiado … Quanta insolência! Que é tudo isso?! Uma ofensiva de extraterrestres marcianos? Uma invasão de alienígenas de alguma galáxia muito, muito distante? Parece, poderia ser, mas não é. Trata-se apenas da implementação militar da política externa expansionista do Estado Judeu para a dominação do mundo.

A guerra contra a humanidade está em curso, e uma das estratégias sionistas consiste em desterritorializar, juntar e antagonizar os povos. A ferramenta para alcançar essa meta etnopolítica é a imigração alógena, porque o inimigo, mais do que a destruição material, quer também a nossa destruição genética. Antes, desde há décadas, a guerra imigratória tinha o disfarce de altos “valores” morais: diversidade, democracia, liberdade … e aqueles que a moviam se representavam como benfeitores, como seres espiritualmente superiores de grande bondade e detentores da verdade. Parecia lógico: os judeus de quem o lobo mau alemão fazia sabão[11] poderiam mandar depois tantos para fornos crematórios a céu aberto? Não, claro que não! As vítimas do “Holocausto”[12] e seus descendentes ficariam todos assim como Chapeuzinho Vermelho ou os três porquinhos: criaturinhas amáveis e inofensivas. Pois é … Só que não … Em Gaza, no Líbano, no Irã, os quipazinhos vermelhos instalaram fornos crematórios ao ar livre com suas bombas.

Aqueles presos ao paradigma mecanicista, objetivista, externamente polarizado em torno da produção e seus problemas de “mão de obra” pretendem estar “salvando” a Europa no processo tresloucado de transformá-la na Eurábia. Tal tipo de “salvação” é bem pior do que seria a “perdição” da Europa, porque mesmo uma Europa “podre e decadente”, populada de europeus, seguiria sendo Europa, mas uma Europa de negros, árabes, turcos passaria a ser a paródia do que fora no passado. Com a “solução” da grande substituição, da transfusão racial, os imigrantistas não fazem senão jogar a criança com a água suja de sangue do banho. Só a mentira pôde sustentar até aqui esse tipo de engenharia social da guerra híbrida pela consolidação do governo corporativo mundial a serviço do judaísmo internacional possessor. O antigo “Ministério da Verdade” não funciona mais apenas no palácio do “Grande Irmão” ou Grande Rabino. Os vigilantes que asseguram a consciência e a opinião corretas quanto à justa interpretação do mundo sociopolítico contam atualmente com grandes anexos desse órgão epistêmico nas academias, tribunais, corporações, mídia. O judaísmo internacional conquistou a “hegemonia”. Em razão disto, toda agressão que pratica, por mais diabólica que seja, resulta sempre de um ato de legítima defesa. Sequestrar, matar, roubar, torturar, invadir, censurar … tudo passou a parecer coisa de somenos importância, ações triviais. Poderíamos dizer que a política do Estado Judeu cifra-se na “banalidade do mal”, se Hannah Arendt não fosse judia.

Como se sabe, a proposta da alterização europeia corresponde ao interesse da oligarquia globalista. Os fantoches de Soros querem para si o mundo. E por que querem mesclar os povos, destruindo geneticamente as raças brancas?[13] Porque a homogeneidade racial do tipo antropológico que a história demonstrou ser o mais capaz consiste em fator de unidade social e soberania nacional, o que só pode fazer mais difícil o intento de estabelecer o domínio global num mundo sem fronteiras.[14] Como “Israel” ainda não pode bombardear a Europa Ocidental, embora já ameace a Espanha, vale-se da imigração como forma de minar e submeter os europeus. Bombas e mísseis podem não ter efeito superior à imigração como implementos da dominação. Os explosivos fazem muito barulho, chamam muita atenção. A imigração, ao contrário, é um silencioso bombardeio genético que pode até parecer benigno. 

Os senhores do saber, da riqueza e da tecnologia, os eleitos de Iavé, aqueles dispostos a possuir por sede o trono do mundo, têm na África colonial o modelo de uma sociedade global sobre que imperar de forma mais fácil e agradável. Eles teriam muita matéria-prima e povos incapazes de explorar industrialmente as riquezas naturais. Seria uma espécie de comunidade tribal, reduzida praticamente ao imperativo biológico conformismo com alimento, sexo e sono, que em toda sua população não teria poder, não poderia fazer concorrência, seria, no máximo, uma massa amorfa de consumidores atomizados, mão de obra barata, móbil, apátrida. Privados de consciência étnica, faltar-lhes-ia causa coletiva por que lutar. Que mundo maravilhoso de calibãs para os prósperos sionistas! A disgenia faria impossível a resistência e, pois, eterna a dominação. Claro: amestrar massas amorfas e sem sua capacidade original genética[15] custará muito menos em tempo, numerário e sangue do que submeter “terroristas” palestinos, de quem nem as crianças serão inocentes, se já tiverem quatro anos, dizem os judeus. 

Acima das massas subjugadas que agora estão sendo martirizadas pelas armas da judiaria e seus lacaios ianques, bem no alto, julgando-se acima até do Papa, estão os manipuladores da vida e da morte … nossas vidas e mortes. De fato, os inimigos de Cristo podem matar qualquer um que lhes oponha resistência. Qualquer um: matam até crianças. Mataram um aiatolá! Ora, quem mata um aiatolá não teria problema algum em matar o Papa. Os infanticidas de Sião ganharam a II Guerra e, claro, não perderiam a oportunidade de também ganhar o mundo. Assim é que seguem em ascensão desde a “derrota mundial” de 1945.[16] Valendo-se da fraude do tal “Holocausto,”[17] fizeram-se passar por vítimas, quando eram lobos sob a pele de agnos. Não obstante toda a mistificação que blinda o senhorio judeu de baraço e cutelo como um Merkava, a verdade é que o sangue da infância gazita tempera o concreto que solidifica os alicerces do projeto judaico de poder mundial.

Foi assim que chegamos ao presente momento da história de tanto sangue e bestialidade. Os eleitores e financiadores do diabo infanticida Netanyahu estão livres para odiar e matar e … silenciar a palavra pública! Sim, os pedocidas na Palestina ocupada são censores em outras partes do mundo. Maior não poderia ser a hipocrisia ou o cinismo, mas o fingimento deles não serve para esconder mais nada. Nenhuma peneira pode tapar a enormidade do crime sionista. Está claro que representam uma tragicomédia no teatro da política internacional. A tragédia é nossa; a comédia, deles. Por isso riram tanto, gozando o deleite de agora poderem enforcar presos palestinos. Divertem-se também com a destruição de um dos povos que criaram a civilização: a nobre raça dos persas. Crime de lesa-humanidade! No entanto, eles o perpetram. Aos olhos de um simplório, o que se passa no Oriente Médio pode parecer muito confuso, porque durante décadas ele terá ouvido dizer que o malvadão era Hitler. Que farsa! Na verdade, a grande besta é o supercanalha Netanyahu, o Belzebu que dirige a enorme legião de diabos a serviço da entidade sionista.

Os predadores cazarianos têm pressa. Está perdido o monopólio da informação que detiveram por décadas, por força da nova comunicação telemática. A repressão informacional que operam já se denuncia, causa revolta e logo a mordaça será rasgada, justamente com a toga de seus lacaios, que fazem de grandes tribunais uma sinagoga. Com efeito, a mídia, as armas e as instituições judiciais sequestradas compõem partes importantes do aparato que funciona para fazer da Europa a Eurábia, que se pode chamar também de Euráfrica. Assim teriam na Europa aqueles mesmos que são seus lacaios sunitas no golfo Pérsico. O consórcio etnocrático anglo-sionista busca o objetivo de governar povos que lhes sejam inofensivos. Para tanto, começaram por eliminar povos da alta cultura e da alta moral. Destruíram o Japão, destruíram a Alemanha, querem agora destruir o Irã e, se o conseguirem, tentarão destruir a Rússia e depois a China.

A dissolução dos povos mediante invasões migratórias é só mais um meio empregado para alcançar o mesmo fim da dominação do mundo. Os assoladores buscam substituir a classe operária branca por casta constante de todo tipo de minorias raciais alógenas, de modo a impedir, definitivamente, a possibilidade de alianças interclassistas. Os negros, cuja história ancestral não registra os grandes feitos da Europa e Ásia, e que foram explorados no tráfico negreiro principalmente pelo judaísmo internacional,[18] são os preferidos da elite para cumprir essa função da alterização social. Um exemplo: prefeituras no Brasil empregam imigrantes haitianos que nem sequer falam português. Na Europa, a queda livre da demografia concorre para a eliminação dos povos que poderiam oferecer resistência ao poder genocida do Estado Judeu. Até mesmo os indivíduos mais capazes são eliminados, quando a serviço de povos que resistem, daí os assassinatos de chefes políticos, cientistas eminentes, guias religiosos …

{Padrão israelense de destruição de áreas residenciais em suas guerras. Na foto Gaza em 2024. Fonte: Israel acumula fracassos estratégicos e militares em Gaza, afirma NYT, 30 de abril de 2024, Brasil de Fatohttps://www.brasildefato.com.br/2024/04/30/israel-acumula-fracassos-estrategicos-e-militares-em-gaza-afirma-nyt/}

Muitos mártires caíram sob a estrela de Renfã. Em sua queda, porém, eles arrastaram para o chão a máscara que fazia o diabólico judaísmo internacional parecer a vítima de suas vítimas. O inimigo sionista é ainda rico e poderoso, mas a luta segue, o sangue dos mártires mantém inabalável a resistência. A entidade genocida de “Israel” dispara aço e fogo, emprega aviões, mísseis, navios, satélites, fuzis, blindados … para matar e destruir, além de muitos lacaios em todo o mundo. Entretanto, falta no arsenal dos genocidas antipalestinos poderosíssima arma. Na guerra de “Israel” contra o mundo, os próprios judeus destruíram a arma da sua mentira. Sabemos quem são e o que fazem.[19] Vemos escorrer de suas garras o sangue infantil palestino … que haverá de não ter sido derramado de graça.

Notas:

[1] Nota de Mykel Alexander: Sobre os antecedentes terroristas do Estado de Israel ver:

- O Legado violento do sionismo, por Donald Neff, 31 de julho de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/07/o-legado-violento-do-sionismo-por.html

- Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - parte 1 - quem são os palestinos? por Issah Nakheleh, 28 de abril de 2024, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/04/memorando-para-o-presidente-ronald.html

- Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel, por Rachelle Marshall, 26 de fevereiro de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/02/historiadores-israelenses-expoem-o-mito.html

- {Os verdadeiros terroristas} Resenha de Israel’s Sacred Terrorism, por Livia Rokach Belmon e de Blaming the Victims, por Edward Said e Christopher Hitchins, por William Grimstad, 17 de dezembro de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/12/os-verdadeiros-terroristas-resenha-de.html

- {18 verdades diretas sobre Israel} - Quiz Rápido sobre o Oriente Médio, por Charley Reese, 31 de março de 2026, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2026/03/18-verdades-diretas-sobre-israel-quiz.html

                Sobre o contexto atual do conflito Palestina-Israel ver:

- Gaza, poder judaico e o Holocausto - parte 1 - por Ron Keeva Unz, 18 de outubro de 2024, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/10/gaza-poder-judaico-e-o-holocausto-parte.html

- A cultura do engano de Israel, por Christopher Hedges, 22 de outubro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/10/a-cultura-do-engano-de-israel-por.html

- Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro}, por Israel Shamir, 07 de outubro de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/10/desde-ha-dois-anos-da-incursao-do-hamas.html

[2] Nota de Mykel Alexander: Sobre a influência do judaísmo internacional associado aos governos dos EUA e da Grã-Bretanha na Palestina ver:

- Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1, por Robert John, 11 de julho de 2020, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/07/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html

- Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - parte 1 - quem são os palestinos? por Issah Nakheleh, 28 de abril de 2024, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/04/memorando-para-o-presidente-ronald.html

- Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial, por Kerry Bolton, 02 de dezembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/12/raizes-do-conflito-mundial-atual.html 

[3] Nota de Mykel Alexander:

- Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça?, por Mark Weber, 02 de junho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/06/judeus-uma-comunidade-religiosa-um-povo.html

- Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 12 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

[4] Nota de Mykel Alexander: Para fins de precisão, discernindo entre a liderança do judaísmo internacional e a comunidade judaica mundial, esta última, em geral, sem plena consciência da plena condução de suas lideranças, ver:

- Controvérsia de Sião, por Knud Bjeld Eriksen, 02 de novembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/11/controversia-de-siao-por-knud-bjeld.html

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

- O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html  

- Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1, por Ron Keeva Unz, 25 de maio de 2024, World Traditional Front. (Parte 2 na sequência do artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/05/estranhezas-da-religiao-judaica-os.html

[5] Nota de Mykel Alexander: Para abordagem no contexto atual ver especialmente:

- A Psicopatia Bíblica de Israel, por Laurent Guyénot, 03 de março de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/03/a-psicopatia-biblica-de-israel-por.html

- O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu, por Laurent Guyénot, 08 de março de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/03/o-evangelho-de-gaza-o-que-devemos.html

- Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1, por Laurent Guyénot, 28 de dezembro de 2023, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/12/israel-como-um-homem-uma-teoria-do.html

- Um Holocausto de proporções bíblicas - parte 1, por Laurent Guyénot, 05 de janeiro de 2024, World Traditional Front. (Parte 2 na seguência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/01/um-holocausto-de-proporcoes-biblicas.html 

                Para abordagem histórica ver:

- O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - parte 1, por Laurent Guyénot, 09 de abril de 2023, World Traditional Front. (demais partes na continuação do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/04/o-truque-do-diabo-desmascarando-o-deus.html

- O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html  

- O Gancho Sagrado - O Cavalo de Tróia de Jeová na Cidade dos Gentios {os não-judeus} - parte 1, por Laurent Guyénot, 22 de abril de 2023, World Traditional Front. (demais partes na continuação do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/04/o-santo-gancho-o-cavalo-de-troia-de.html

- Como Jeová Conquistou Roma - Cristianismo e a Grande Mentira - parte 1 - Jeová como uma mentira, por Laurent Guyénot, 06 de maio de 2023, World Traditional Front. (demais partes na continuação do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/05/como-jeova-conquistou-roma-cristianismo.html

- O Berço Árabe de Sião - Moisés, Maomé e Wahabi-Sionismo - parte 1, por Laurent Guyénot, 11 de julho de 2023, World Traditional Front. (demais partes na continuação do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/07/o-berco-arabe-de-siao-moises-maome-e.html 

- Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso, por Laurent Guyénot, 14 de julho de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/07/deus-os-judeus-e-nos-um-contrato.html

[6] Nota de Mykel Alexander:

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

- Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 12 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

- O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html  

[7] Nota de Mykel Alexander:  Para uma introdução sobre o lobby judaico, especialmente nos EUA, ver:

- Sionismo e judeus americanos, por Alfred M. Lilienthal, 03 de março de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/03/sionismo-e-judeus-americanos-por-alfred.html

- Um olhar direto sobre o lobby judaico, por Mark Weber, 17 de julho de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/07/um-olhar-direto-sobre-o-lobby-judaico.html

- Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque, por Mark Weber e Stephen Zunes, 15 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/petroleo-ou-lobby-judaico-sionista-um.html

- Iraque: Uma guerra para Israel, por Mark Weber, 09 de julho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/07/iraque-uma-guerra-para-israel-por-mark.html

- O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio, por Stuart Littlewood, 14 de julho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/07/o-odio-ao-ira-inventado-pelo-ocidente.html

- De Ajax à Fúria Épica - Por que um golpe de Estado em 1953 e décadas de sanções levaram diretamente à guerra de Trump contra o Irã, por José Alberto Niño, 06 de março de 2026, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2026/03/de-ajax-furia-epica-por-que-um-golpe-de.html

                Sobre a influência do judaísmo internacional além dos EUA ver:

- Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores, por Alison Weir, 01 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/congresso-mundial-judaico-bilionarios.html

[8] Nota de Mykel Alexander:

- “Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky, 11 de maio de 2022, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/grande-israel-o-plano-sionista-para-o.html

- O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html  

[9] Nota de Mykel Alexander:

- A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria, por Paul Grubach, 01 de setembro de 2020, World traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/08/a-critica-de-acusacao-de-antissemitismo.html 

- {Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda, por Christopher Hedges, 02 de agosto de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/08/israel-lobby-sionista-e-fanatismo.html

- {Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica, por Christopher Hedges e Maura Finkelstein, 05 de agosto de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/08/lobby-sionista-fanatismo-cristao-e.html

- Dentro dos Gulags Acadêmicos da América, por: Rashid Khalidi e Chris Hedges, 19 de outubro de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/10/dentro-dos-gulags-academicos-da-america.html

[10] Nota de Mykel Alexander: Genocídio em Gaza, por John J. Mearsheimer, 12 de setembro de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/09/genocidio-em-gaza-por-john-j-mearsheimer.html 

[11] Nota de Mykel Alexander: Sobre a alegação de sabão feito a partir de gordura humana atribuído como crimes dos nazistas ver:

- Sabonete Humano {no alegado holocausto judaico}, por Richard Harwood {pseudônimo de Richard Verrall} & Ditlieb Felderer, 08 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/sabonete-humano-no-alegado-holocausto.html 

- ‘Sabonete Judaico’, por Mark Weber, 26 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/sabonete-judaico-por-mark-weber.html 

- {Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Sabão, abajures e cabeças encolhidas judaicas, por Germar Rudfolf, 05 de dezembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/12/retrospectiva-revisionismo-em-acao-na.html   

[12] Nota de Mykel Alexander: {Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Desde quando nós sabemos sobre o Holocausto? por Germar Rudolf, 20 de fevereiro de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/02/retrospectiva-revisionismo-em-acao-na_20.html  

[13] Nota de Mykel Alexander:

- Harvard odeia a raça branca?, por Paul Craig Roberts, 24 de junho de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/06/harvard-odeia-raca-branca-por-paul.html

- Judeus, comunistas e o ódio genocida nos "Estudos sobre a branquitude”, por Andrew Joyce, Ph.D., {academic auctor pseudonym}, 22 de fevereiro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/02/judeus-comunistas-e-o-odio-genocida-nos.html

[14] Nota de Mykel Alexander:

- Migrantes: intervenções “humanitárias” geralmente fazem as coisas piores – Entrevista com Alain de Benoist, 31 de dezembro de 2017, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2017/12/migrantes-intervencoes-humanitarias.html

[15] Nota de Mykel Alexander:

- {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 1 {Lothrop Stoddard e Edward A. Ross}, por Ron Keeva Unz, 17 de novembro de 2025, World Traditional Front. (demais partes na sequência do artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/11/tributo-james-watson-1928-2025-doze.html

[16] Nota de Mykel Alexander: ver especialmente:

- As origens da Segunda Guerra Mundial, por Georg Franz-Willing, 17 de março de 2018, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/03/as-origens-da-segunda-guerra-mundial_17.html

[17] Nota de Mykel Alexander: ver especialmente:

- O que é ‘Negação do Holocausto’?, por Barbara Kulaszka, 14 de outubro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/10/o-que-e-negacao-do-holocausto-por.html 

- {Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Desde quando nós sabemos sobre o Holocausto? por Germar Rudolf, 20 de fevereiro de 2024, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/02/retrospectiva-revisionismo-em-acao-na_20.html 

- O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado}, por Carlo Mattogno, 22 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-mito-do-exterminio-dos-judeus-parte.html

- Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos, por Jürgen Graf, 10 de maio de 2023, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/05/campos-de-concentracao-nacional.html

- As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1, por Robert Faurisson, 30 de outubro de 2020, World Traditional Front. (Primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/10/as-camaras-de-gas-verdade-ou-mentira.html

- As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 1 - por Carlo Mattogno e Franco Deana, 17 de setembro de 2024, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/09/as-fornalhas-de-cremacao-de-auschwitz.html

- A Mecânica do gaseamento, por Robert Faurisson, 22 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/a-mecanica-do-gaseamento-por-robert.html

- O “problema das câmaras de gás”, por Robert Faurisson, 19 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/o-problema-das-camaras-de-gas-por.html

- As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis, por Robert Faurisson, 23 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/as-camaras-de-gas-de-auschwitz-parecem.html

- Testemunhas das Câmaras de Gás de Auschwitz, por Robert Faurisson, 20 de agosto de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/08/testemunhas-das-camaras-de-gas-de.html 

- A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - Parte 1 – Introdução, por Germar Rudolf, 27 de janeiro de 2023, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/01/a-tecnica-e-quimica-das-camaras-de-gas.html 

               Como reunião dos resultados revisionistas ver: Germar Rudolf (Ed.), Dissecting the Holocaust - The Growing Critique of ‘Truth’ and ‘Memory’, Castle Hill Publishers, P.O. Box 243, Uckfield, N22 9AW, UK, novembro de 2019 (3ª edição revisada).

https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1&page_id=1

                Também ver de modo mais abrangente toda a série Holocaust Handbooks:

https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1 

- Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO, por Mykel Alexander, 20 de fevereiro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/02/argumentos-contra-o-projeto-de-lei-n.html

[18] Nota de Mykel Alexander: Referente ao papel do judaísmo internacional envolvendo os territórios de Portugal, Brasil e ultramar, ver as obras de Gonçalves Salvador.

                Referente à polêmica nos EUA ver:

- Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão, por Tony Martin, 15 de junho de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/06/taticas-do-lobby-judaico-na-supressao.html

[19] Nota de Mykel Alexander:

- {Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: Tucker Carlson, Alex Jones e Cenk Uygur falham - Tucker Carlson: “Epstein não trabalhava para Israel” - parte 1 , por Geurt Marco de Wit, 18 de abril de 2026, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2026/04/conexao-rothschild-j-epstein-israel.html

- {Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: {Epstein como um exemplo de agente de corruptor de Israel e do judaísmo internacional nos EUA, Rússia, Arábia, Ucrânia, França, Grã-Bretanha} - parte 2, por Geurt Marco de Wit, 22 de abril de 2026, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2026/04/conexao-rothschild-jeffrey-epstein.html


Sobre o autor: Chauke Stephan Filho (1960-), intelectual público da Prefeitura de Cuiabá, possui formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo.

Sobre o editor: Mykel Alexander tem licenciatura em Filosofia (UNIMES), licenciatura em História (UNIMES), bacharel em Farmácia e habilitação em bioquímica (UNISANTOS).

___________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

{Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: Tucker Carlson, Alex Jones e Cenk Uygur falham - Tucker Carlson: “Epstein não trabalhava para Israel” - parte 1 - por Geurt Marco de Wit (segunda parte na sequência do próprio artigo)

O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

{A intensificação da judaização do cristianismo efetuada por movimentos judaicos} Os Conversos Protestantes São Importantes no Movimento Protestante Evangélico e Permanecem Fortemente Pró-Israel - por Jose Alberto Nino

A guerra {sionista} do Fundo Tikvah contra Tucker Carlson {direita americana} - por José Alberto Niño

{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges


Sobre o sionismo:

{18 verdades diretas sobre Israel} - Quiz Rápido sobre o Oriente Médio Por Charley Reese

A América já tem perdido a guerra com o Irã - por Greg Johnson

As Forças de Defesa de Israel ameaçam com a ‘eliminação’ líderes russos que ‘desejam mal a Israel’ - por Wyatt Reed (editorial Grayzone)

A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach

Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão - por Tony Martin

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

{Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica - por Christopher Hedges e Maura Finkelstein

Sionismo e judaísmo internacional querem evitar o rigor da apuração histórica em relação aos conflitos em Gaza – Mike Pompeo não quer ampla e profunda apuração dos fatos - por Mykel Alexander

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari


Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

Libertando a América de Israel - por Paul Findley

Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot

O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot

A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot

Retrospectiva 2024 – Palestina x Israel/EUA/OTAN} - Gaza: o hiperetnocentrismo e a frialdade dos genocidas judeus - por Kevin MacDonald

Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir

Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall

Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins

Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Será que Israel acabou de experimentar uma “falha de inteligência” ao estilo do 11 de Setembro? Provavelmente não. Aqui está o porquê - por Kevin Barrett

Residentes da faixa de Gaza fogem do maior campo de concentração do mundo - A não-violência não funcionou, então eles tiveram que atirar para escapar - por Kevin Barrett

Por Favor, Alguma Conversa Direta do Movimento pela Paz - Grupos sionistas condenam “extremistas” a menos que sejam judeus - por Philip Giraldi

A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber

Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

{Massacres sobre os alauítas após a queda da Síria de Bashar Hafez al-Assad} - por Raphael Machado

Mudança de Regime na Síria: mais um passo em direção ao “Grande Israel” - por Alan Ned Sabrosky

Guerra de agressão não declarada dos EUA-OTAN-Israel contra a Síria: “Terrorismo da al-Qaeda” para dar um golpe de Estado contra um governo secular eleito - por Michael Chossudovsky

Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir

O Grande Israel e o Messias Conquistador - por Alexander Dugin

O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio - por Stuart Littlewood

Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka