domingo, 22 de fevereiro de 2026

Como Noam Chomsky se tornou o radical favorito da política que ocupa o poder – O último lançamento dos Arquivos Epstein reforça ainda mais o papel de Chomsky como um guardião que acoberta o judaísmo organizado - por José Alberto Niño

 

José Alberto Niño


Em 1º de fevereiro de 2026, o Departamento de Justiça dos EUA liberou milhões de páginas de documentos relacionados à rede de Jeffrey Epstein. Entre eles, centenas de e-mails revelavam que Noam Chomsky, renomado intelectual de esquerda de origem judaica, mantinha uma estreita amizade pessoal com o criminoso sexual judeu condenado, amizade essa que se estendeu por anos após a confissão de culpa de Epstein em 2008 por aliciar uma menor para prostituição.

As revelações foram devastadoras. Chomsky havia escrito uma carta sem data elogiando[1] Epstein como “um amigo muito estimado e uma fonte regular de troca e estímulo intelectual”, com quem mantinha “contato regular” há cerca de seis anos, participando de “muitas discussões longas e frequentemente profundas”. Chomsky se gabava das conexões globais de Epstein, relatando como Epstein certa vez “pegou o telefone e ligou para o diplomata norueguês que supervisionava” os Acordos de Oslo durante uma conversa, e como Epstein arranjou[2] um encontro entre Chomsky e o ex-primeiro-ministro israelense Ehud Barak.

{Ehud Barak (1942-), é um político e militar judeu-israelense. Foi o décimo primeiro-ministro de Israel entre 1999 e 2001. As investigações do caso Epstein mostraram que Ehud Barak era um contato importante do violador de crianças Jeffrey Epstein. (Fonte da foto: Spiegel).}

Mas a revelação mais prejudicial veio de fevereiro de 2019. Depois que a investigação bombástica do Miami Herald detalhou a rede de tráfico sexual de Epstein, Epstein escreveu[3] para Chomsky pedindo conselhos sobre como lidar com sua “imprensa pútrida”. Chomsky respondeu com simpatia no mesmo dia, aconselhando Epstein a ignorar a mídia e evitar os “abutres” da mídia. Ele escreveu[4] que estava magoado com “a maneira horrível como você está sendo tratado pela imprensa e pelo público.”

“O que os abutres desejam ardentemente é uma resposta pública, que por sua vez abre caminho para uma enxurrada de ataques venenosos, muitos deles vindos apenas de pessoas em busca de publicidade ou de lunáticos de todos os tipos”, alertou Chomsky. Ele acrescentou que “mesmo questionar uma acusação é um crime pior que assassinato”, no contexto do que chamou[5] de “histeria que se desenvolveu em relação ao abuso de mulheres”.

{“Esta imagem, divulgada pelos democratas do Comitê de Supervisão da Câmara em 18 de dezembro de 2025, mostra o falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein (à direita) conversando com o professor e ativista político americano Noam Chomsky © - / Comitê de Supervisão da Câmara dos Democratas/AFP/Arquivo” (Fonte, ver nota 8: Chomsky sympathized with Epstein over 'horrible' press treatment, 03 de fevereiro de 2026, FRANCE 24).}


Os e-mails revelaram uma relação muito mais profunda do que Chomsky tinha reconhecido anteriormente. Em agosto de 2015, Epstein escreveu a Chomsky oferecendo-lhe o uso de seu apartamento em Nova York e convidando-o a “visitar o Novo México novamente”. Epstein era dono do Zorro Ranch, uma propriedade ao sul de Santa Fé, onde foi acusado de crimes sexuais contra menores.[6]

Uma fotografia divulgada pelos democratas da Câmara mostra Chomsky sentado ao lado de Epstein no que parece ser uma aeronave particular. A esposa de Chomsky, Valeria Wasserman Chomsky, mantinha correspondência independente com Epstein. Em um e-mail de janeiro de 2017, ela escreveu[7] para Epstein: “Noam e eu esperamos vê-lo novamente em breve para um brinde no seu aniversário.” Em um e-mail de 2019 apresentando Chomsky a Steve Bannon, Valeria se referiu[8] a Epstein como “um amigo muito querido.”

{Stephen Kevin “Steve” Bannon (1953-), articulador político dos EUA e liderança da direita americana, também era um contato importante do violador de crianças Jeffrey Epstein. Ao lado esquerdo o político brasileiro Eduardo Bolsonaro.}

A relação também tinha um extenso componente financeiro. Uma transferência bancária datada de 28 de março de 2018 mostrou US$ 270.000 transferidos para Chomsky através das contas de Epstein. Chomsky insistiu que o dinheiro era seu, relacionado a uma transação complexa envolvendo o espólio de sua falecida esposa, Carol, e que Epstein estava simplesmente facilitando a transferência. “A maneira mais simples parecia ser transferir fundos de uma conta em meu nome para outra, por meio de seu escritório,” explicou Chomsky.[9]

Os e-mails também mostraram Chomsky participando de jantares com Epstein, Woody Allen e a esposa de Allen, Soon-Yi Previn, na casa de Epstein em Manhattan, local onde muitos dos crimes de Epstein alegadamente ocorreram.

As relações de Chomsky com Epstein têm somente confirmado as suspeitas de que o intelectual judeu-esquerdista atuava como um guardião nos círculos esquerdistas pacifistas. Por décadas, Noam Chomsky ocupou uma posição singular na vida intelectual americana. O professor do MIT que ganhou destaque por suas contribuições no campo da linguística tornou-se o crítico mais proeminente da esquerda em relação à política externa dos EUA, mantendo, ao mesmo tempo, um vínculo institucional com uma universidade que recebia financiamento substancial do Pentágono. Ele nunca foi sancionado, nunca foi demitido, nunca foi realmente ameaçado, apesar de sua retórica radical, o que deveria levantar questionamentos sobre Chomsky.

Essa contradição incomodou alguns observadores. Como observou[10] um crítico, Shyamoli Jana, no Ground Zero: “Por que esses criminosos poderosos e influentes se associam a Chomsky? É possível imaginar um esquerdista comum em um encontro desses? Não. Os únicos admitidos são aqueles que garantem jogar conforme as regras.”

As revelações sobre Epstein intensificaram acusações antigas de que Chomsky funciona como uma “oposição controlada”, um radical cuja dissidência permanece dentro de limites cuidadosamente controlados que nunca representaram uma ameaça real ao poder judaico. Ao longo de sua carreira, Chomsky adotou posições alinhadas às narrativas do governo no poder sobre questões-chave, enquanto mantinha a fachada de crítico destemido do império judaico-americano.

Chomsky ascendeu à proeminência como intelectual de esquerda, rejeitando a ideologia comunista, descartando[11] a possibilidade de crime no assassinato de JFK e defendendo a versão oficial sobre o 11 de setembro.[12] Nessas e em outras questões de política interna, Chomsky sempre se alinhou[13] às narrativas do regime. Embora seja publicamente reconhecido como um crítico da política externa americana, Chomsky desempenha um papel de guardião, traçando uma linha firme contra as teorias da falsa bandeira, limitando efetivamente o escopo da crítica permitida à configuração de poder supremacista judaico que domina a política ocidental.

Em nenhum outro lugar a acusação de guardião do portão à informação é mais evidente do que em questões relacionadas às relações EUA-Israel e à influência judaica na política americana. Embora Chomsky tenha construído uma reputação criticando as políticas israelenses, sua estrutura para compreender essa relação obscureceu o papel do judaísmo organizado na formulação da política americana para o Oriente Médio.

A posição de Chomsky é direta. Ele argumenta que o apoio dos EUA a Israel não é impulsionado pelo lobby israelense, mas sim pelo papel de Israel como um “ativo estratégico”[14] a serviço de interesses imperialistas mais amplos dos EUA. Em uma resposta de 2006 ao livro The Israel Lobby, de John Mearsheimer e Stephen Walt, Chomsky argumentou que a política americana para o Oriente Médio tem sido um “sucesso notável”[15] para as corporações de energia e para sua grande estratégia imperialista mais ampla ao longo de 60 anos.

Em uma entrevista para o Journal of Palestine Studies, Chomsky foi ainda mais desdenhoso. Chomsky disse[16] o seguinte: “Não é segredo que o capital privado concentrado exerce uma influência esmagadora sobre as políticas governamentais de diversas maneiras. Portanto, se de fato o 'Lobby' está forçando os EUA a adotar políticas contrárias aos interesses dessas pessoas que efetivamente governam o país, deveríamos ser capazes de convencê-las. E elas acabariam com o Lobby de Israel em questão de segundos. O Lobby é insignificante em comparação a eles. Só o lobby da indústria militar gasta muito mais e tem uma influência muito maior do que o Lobby [de Israel] faz.”

Talvez o que tenha prejudicado ainda mais sua reputação entre os ativistas da solidariedade à Palestina foi a oposição aberta de Chomsky ao movimento BDS, liderado pelos palestinos. Ele o chamou de “hipócrita” porque o movimento tinha como alvo Israel, mas não os Estados Unidos, que ele considerava mais responsáveis ​​pelos crimes de Israel, convenientemente ignorando como a tomada de poder pelos judeus nos setores estratégicos da economia, do processo político e do ecossistema midiático americanos permitiu Israel atuar com virtual impunidade.

Em Harvard, em 2003, Chomsky declarou,[17] “Eu sou oposto, e tenho sido oposto há muitos anos, à campanha pelo desinvestimento em Israel e à campanha pelos boicotes acadêmicos.” Sobre o direito de retorno palestino, ele argumentou[18] que era irrealista e que insistir nele era “uma garantia virtual de fracasso.” Em uma entrevista de 2004 com Stephen R. Shalom e Justin Podur, Chomsky acrescentou[19] que “é impróprio alimentar esperanças que não se concretizarão diante dos olhos de pessoas que sofrem com a miséria e a opressão.”

Essas posições colocaram Chomsky em desacordo com a sociedade civil palestina e com o movimento BDS em geral, levando os críticos a questionar a quem ele realmente servia. Jeffrey Blankfort, um ativista antissionista de longa data que acompanha as posições de Chomsky há décadas, lançou luz sobre os pontos cegos de Chomsky em relação a Israel. Em um artigo de 2010 intitulado “Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?” {Chomsky e a Palestina: Ativo ou Passivo}, Blankfort escreveu:[20] “O que nós estamos lidando no caso do Prof. Chomsky é nada menos que desonestidade intelectual disfarçada de seu oposto... No fim das contas, é evidente que a afeição de Chomsky por Israel, sua estadia em um kibutz, sua identidade judaica e suas primeiras experiências com o antissemitismo influenciaram sua abordagem a todos os aspectos do conflito de Israel com os palestinos.”

Em sua juventude, Chomsky foi afiliado ou próximo ao Hashomer Hatzair[21] (“A Jovem Guarda”), um movimento juvenil sionista socialista, e intelectualmente ligado à Avukah, uma organização de judeus de esquerda liderada em parte por Zellig Harris,[22] que mais tarde se tornou mentor de Chomsky em linguística na Universidade da Pensilvânia. Em 1953, Chomsky e sua esposa Carol, então estudantes de pós-graduação, viajaram para Israel com uma bolsa de viagem de Harvard e viveram por vários meses no Kibutz HaZore’a,[23] um kibutz do Hashomer Hatzair no Vale de Jezreel, originalmente fundado por refugiados judeus alemães na década de 1930. Chomsky achou a experiência profundamente atraente por razões ideológicas — ele descreveu o kibutz[24] como “uma comunidade libertária funcional e muito bem-sucedida” e disse que “quase voltou a morar lá”. Em uma entrevista de 2010 para a revista Tablet, ele confirmou: “Gostei da vida no kibutz e dos ideais do kibutz… Pensamos em voltar”. Ele mesmo declarou[25] a um entrevistador da televisão israelense, ainda na década de 2000, que “até cinco ou seis anos atrás, havia considerado morar lá como uma alternativa aos Estados Unidos.”

Para destacar ainda mais a postura de Chomsky em relação à seleção de informações e sua recusa em confrontar a natureza perniciosa do poder judaico, Blankfort também citou o ex-senador americano James Abourezk, que lhe escreveu:[26] “Eu posso afirmar, por experiência própria, que, pelo menos no Congresso, o apoio que Israel recebe naquela casa se baseia inteiramente no medo político, no medo da derrota para qualquer um que não faça o que Israel quer. Não vejo nenhum desejo por parte dos membros do Congresso de promover quaisquer sonhos imperialistas dos EUA usando Israel como seu pitbull”. Isso contradiz diretamente a tese de Chomsky de que Israel serve meramente como instrumento do poder imperialista americano.

David Miller, o professor da Universidade de Bristol que venceu um processo histórico em um tribunal trabalhista, estabelecendo o antissionismo como uma crença protegida no Reino Unido, também criticou as tentativas de Chomsky de acobertar interesses judaicos. Em seu blog no Substack, “Tracking Power”, Miller publicou um episódio de 2023 do Palestine Declassified intitulado[27] “Tracing Noam Chomsky’s Zionist Past” {Traçando o Passado Sionista de Noam Chomsky}, Miller argumentou que Chomsky “nunca se desfez completamente do seu sionismo”.

Miller apontou para a trajetória de Chomsky como líder jovem sionista, seu tempo em um kibutz e sua contínua defesa da solução de dois Estados como padrões de comportamento essenciais que demonstram os resquícios de seus instintos pró-sionistas. “Não é surpresa vê-lo permanecendo um defensor da solução de dois Estados e se opondo ao movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS). Ele chegou a se manifestar contra o direito de retorno dos palestinos expulsos pelos sionistas, alegando que isso é irrealista.”

Miller também conectou as posições políticas de Chomsky às revelações sobre Epstein. “Talvez essas opiniões ajudem a explicar como e por que Chomsky se envolveu com um notório abusador sexual, Jeffrey Epstein, e se encontrou com o ex-primeiro-ministro israelense Ehud Barak, um contato próximo de Epstein?”

Em sua obra mais ampla, Miller tem argumentado que o movimento sionista exerce uma influência independente significativa sobre os estados ocidentais, contradizendo diretamente a tese de Chomsky. Em uma entrevista de 2024, Miller afirmou[28] que “dentro do aparato antiterrorista e de segurança do Reino Unido e dos EUA, há um grande número de sionistas, alguns dos quais, é claro, possuem dupla cidadania com Israel, o que significa que tendem a priorizar Israel em detrimento dos interesses, por exemplo, dos EUA ou do Reino Unido.”

A afinidade demonstrada por Chomsky por Epstein, a idealização da vida no kibutz e o desvio de atenção do lobby israelense evidenciam seu papel como um agente judeu subversivo, orquestrando uma campanha deliberada de desinformação contra esquerdistas não judeus. Longe de refletir meras convicções pessoais, suas posturas políticas delineiam o perfil preciso do grupo demográfico de esquerdistas não judeus que ele cultiva como público receptivo à ofuscação e ao controle ideológicos. Esse padrão não constitui mera coincidência, mas sim uma estratégia étnica calculada para neutralizar ameaças potenciais por meio da manipulação de adeptos desavisados.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

[1] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky had deeper ties with Epstein than previously known, documents reveal, por Ramon Antonio Vargas, 22 de novembro de 2025, The Guardian.

https://www.theguardian.com/us-news/2025/nov/22/noam-chomsky-jeffrey-epstein-ties-emails

[2] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Epstein emails show close connection with MIT's Noam Chomsky, por Christine Willmsen, 20 de novembro de2025, wbur.

https://www.wbur.org/news/2025/11/20/emails-epstein-mit-harvard-trump-chomsky

[3] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky sympathized with Epstein over 'horrible' press treatment, por Issam Ahmed, 03 de fevereiro de 2026, The Paintsville Herald.

https://www.paintsvilleherald.com/news/national/chomsky-sympathized-with-epstein-over-horrible-press-treatment/article_1496695a-da90-5334-ab14-20d11936769e.html

[4] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Epstein said he was ‘asked everyday’ for advice on #MeToo: ‘So many guys reaching out to me’, por Carter Sherman, 06 de fevereiro de 2026, The Guardian.

https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2026/feb/06/epstein-files-metoo

[5] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Noam Chomsky sympathised with Epstein over press treatment, urging him to avoid media 'vultures', TRTWORLD.

https://www.trtworld.com/article/d9f98d916d3e

[6] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Epstein emails show close connection with MIT's Noam Chomsky, por Christine Willmsen, 20 de novembro de 2025, wbur.

https://www.wbur.org/news/2025/11/20/emails-epstein-mit-harvard-trump-chomsky

[7] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Epstein emails show close connection with MIT's Noam Chomsky, por Christine Willmsen, 20 de novembro de 2025, wbur.

https://www.wbur.org/news/2025/11/20/emails-epstein-mit-harvard-trump-chomsky

[8] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky sympathized with Epstein over 'horrible' press treatment, 03 de fevereiro de 2026, FRANCE 24.

https://www.france24.com/en/live-news/20260203-chomsky-sympathized-with-epstein-over-horrible-press-treatment

[9] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Jeffrey Epstein-linked accounts transferred funds to Noam Chomsky, Bard College head, 19 de maio de 2023, The Times of Israel.

https://www.timesofisrael.com/epstein-linked-accounts-transferred-funds-to-noam-chomsky-bard-college-head/

[10] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Noam Chomsky, the Establishment’s anti-Establishment Icon, por Shyamoli Jana, 22 de setembro de 2025, Groundxero.

https://www.groundxero.in/2025/09/22/noam-chomsky-the-establishments-anti-establishment-icon/

[11] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Noam Chomsky, the Establishment’s anti-Establishment Icon, por Shyamoli Jana, 22 de setembro de 2025, Groundxero.

https://www.groundxero.in/2025/09/22/noam-chomsky-the-establishments-anti-establishment-icon/

[12] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Noam Chomsky Schools 9/11 Truther; Explains the Science of Making Credible Claims, 24 de outubro de 2013, OPEN CULTURE.

https://www.openculture.com/2013/10/noam-chomsky-derides-911-truthers.html

[13] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://wikispooks.com/wiki/Noam_Chomsky

[14] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Israel, the Holocaust, and Anti-Semitism, por Noam Chomsky, extraído de Chronicles of Dissent, 1992.

https://chomsky.info/dissent01/

[15] Fonte utilizada por José Alberto Niño: The Israel Lobby?, por Noam Chomsky, 28 de março de 2006, Znetwork.

https://znetwork.org/znetarticle/the-israel-lobby-by-noam-chomsky/

[16] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Reflections on a Lifetime of Engagement with Zionism, the Palestine Question, and American Empire: An Interview with Noam Chomsky, por Mouin Rabbani, 16 de julho de 2012, jadaliyya.

https://www.jadaliyya.com/Details/26602

[17] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?, por Jeffrey Blankfort, 24 de julho de 2010, Counter Currents.

https://www.countercurrents.org/blankfort240710.htm

[18] Fonte utilizada por José Alberto Niño: On Israel-Palestine and BDS: Those dedicated to the Palestinian cause should think carefully about the tactics they choose, por Noam Chomsky, 02 de julho de 2014. (Este artigo foi publicado na edição de 21 a 28 de julho de 2014, The Nation).

https://chomsky.info/20140702/

[19] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Justice for Palestine? - Noam Chomsky interviewed by Stephen R. Shalom and Justin Podur, 30 de março de 2004, CHOMSKY.INFO. (Publicado na mesma data originalmente em Znet).

https://chomsky.info/20040330/

[20] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?, por Jeffrey Blankfort, 24 de julho de 2010, Counter Currents.

https://www.countercurrents.org/blankfort240710.htm

[21] Fonte utilizada por José Alberto Niño: A portrait of Chomsky as a young Zionist - Noam Chomsky interviewed by Gabriel Matthew Schivone, 07 de novembro de 2011, CHOMSKY.INFO. (Publicado na mesma data originalmente em New Voices).

https://chomsky.info/20111107/

[22] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Zellig Harris: From American Linguistics to Socialist Zionism, por Robert F Barsky, 2011, The MIT press.

https://direct.mit.edu/books/book/2903/Zellig-HarrisFrom-American-Linguistics-to

[23] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Noam Chomsky interviewed by David Samuels, 12 de novembro de 2010, CHOMSKY.INFO. (Publicado na mesma data originalmente em A New Read on Jewish Life).

https://chomsky.info/20101112/

[24] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky and the Kibbutz, por David Leach, 27 de abril de 2010, David Leach.

https://davidleach.ca/2010/04/27/chomsky-and-the-kibbutz/

[25] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?, por Jeffrey Blankfort, 24 de julho de 2010, Counter Currents.

https://www.countercurrents.org/blankfort240710.htm

[26] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Letter From James Abourezk, Former US Senator From South Dakota to Jeff Blankfort on the Israel Lobby, por Jeff Blankfort, 26 de abril de 2010, miftah.

http://www.miftah.org/display.cfm?DocId=22040&CategoryId=5

[27] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Tracing Noam Chomsky's Zionist past - Palestine Declassified, Episode 71, with guest Max Blumenthal, por David Miller, 06 de junho de 2025, Substack.

https://trackingpower.substack.com/p/tracing-noam-chomskys-zionist-past

[28] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://www.youtube.com/watch?v=JzXhm1Q3BqQ

Fonte: How Noam Chomsky Became the Establishment's Favorite Radical - The latest Epstein Files release further underscores Chomsky’s role as a gatekeeper who runs cover for organized Jewry, por José Alberto Niño, 07 de fevereiro de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/how-noam-chomsky-became-the-establishments-favorite-radical/

Sobre o autor: José Alberto Niño tem formação acadêmica com Bacharelado em Ciência Política e Governo pela University of Texas em Austin (2009-2013), Mestrado em Estratégia Internacional e Política Comercial, Universidade do Chile (2014-2016).

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Mais perigosa que o navio de guerra americano é a arma capaz de afundá-lo no fundo do mar - por aiatolá Seyyed Ali Khamenei

 

Ali Khamenei


O Líder da Revolução Islâmica reuniu-se hoje, 17 de fevereiro de 2026, com milhares de pessoas da província do Azerbaijão Oriental.

Neste encontro, que ocorreu na véspera do aniversário do levante histórico do povo de Tabriz, em 18 de fevereiro de 1978, o Líder descreveu as declarações ameaçadoras do presidente dos EUA como uma manifestação do seu desejo de dominar a nação iraniana.

Ele enfatizou que, a despeito das ameaças de guerra, os americanos sabem que, devido aos problemas políticos e econômicos e ao risco para a sua reputação internacional, eles não podem suportar tais declarações. Ele acrescentou: “Eles sabem o futuro que os aguarda se cometerem um erro.”

O Imam Khamenei, referindo-se às repetidas ameaças do presidente dos EUA sobre possuir as forças armadas mais poderosas do mundo, enfatizou: “Mesmo a força militar mais poderosa do mundo pode, por vezes, ser atingida com tanta força que não consiga se levantar novamente.”

Considerando a outra ameaça e ação dos EUA, o envio de um navio de guerra em direção ao Irã, o Líder declarou: “É claro que um navio de guerra é um equipamento militar perigoso. No entanto, mais perigosa do que esse navio de guerra é a arma que pode afundá-lo.”

Referindo-se à admissão do presidente dos EUA sobre a incapacidade de eliminar a República Islâmica mesmo após 47 anos da Revolução, o Imã Khamenei enfatizou: “Essa é uma boa admissão. Eu diria também que vocês também não serão capazes de fazê-lo, porque a República Islâmica não é um governo separado de seu povo — ela é construída sobre uma nação viva, firme e resiliente.”

O Imã Khamenei observou que os inúmeros problemas econômicos, políticos e sociais dos EUA são sinais do declínio e do iminente fim do império americano, dizendo: “O problema que os EUA têm conosco é que eles querem devorar o Irã, mas a nação iraniana e a República Islâmica levantam-se posicionados no caminho do objetivo deles.”

O Líder da Revolução Islâmica apontou a irracionalidade do corrupto e opressor império americano como mais um sinal de seu declínio, declarando: “Um exemplo de sua irracionalidade é a interferência nos assuntos do Irã, incluindo uma de suas questões críticas a nosso respeito, a saber, a questão do armamento.”

Continuando, o Líder referiu-se à declaração histórica do Imam Hussein (que a paz esteja com ele), de que alguém como ele jamais juraria lealdade a alguém como Yazid, e observou: “A nação iraniana declara, da mesma forma, que uma nação como a nossa, com tal cultura, história e conhecimento elevado, jamais jurará lealdade a governantes corruptos como os Estados Unidos.”

O Líder da Revolução Islâmica descreveu a revelação de uma corrupção inacreditável na “Ilha Infame” como um reflexo da realidade da civilização ocidental e da democracia liberal, acrescentando: “Tudo o que tínhamos ouvido sobre a corrupção dos líderes ocidentais é uma coisa, mas este caso da ilha é outra. Claro, este é apenas um exemplo de sua vasta corrupção, e assim como este caso foi ocultado, mas acabou sendo exposto, há muitos outros casos que serão revelados no futuro.”

O Líder da Revolução Islâmica afirmou ser essencial e obrigatório para a nação possuir armas de dissuasão, acrescentando: “Qualquer país sem armas de dissuasão será esmagado por seus inimigos. Ainda, os americanos, ao interferirem na questão dos armamentos, dizem que vocês não devem ter um certo tipo ou alcance de mísseis. Isso, contudo, concerne à nação iraniana e não é da conta deles.”

Ele considerou a interferência dos EUA no direito do Irã de se beneficiar da indústria nuclear pacífica para o funcionamento do país e para fins médicos, agrícolas e energéticos como mais um exemplo de sua irracionalidade, dirigindo-se aos americanos: “Esta questão diz respeito à nação iraniana. O que isso tem a ver com vocês?”

O Imam Khamenei lembrou que o direito de possuir instalações nucleares e de enriquecimento de urânio é reconhecido por todos os países nos tratados e regulamentos da Agência Internacional de Energia Atômica, e ele enfatizou que a interferência americana nos direitos nacionais reflete a abordagem desordenada de seus representantes ao longo do tempo.

O Líder da Revolução Islâmica descreveu um exemplo ainda mais surpreendente da irracionalidade americana: a maneira como eles convidam para negociações, observando: “Eles dizem: ‘Venham, vamos negociar sobre energia nuclear’, mas o resultado da negociação deve ser que vocês não terão energia nuclear!”

O imã Khamenei enfatizou que, se alguma negociação ocorrer, predeterminar seu resultado é um ato errado e tolo, o qual é praticado pela administração americana, pelo presidente e por alguns senadores, que não percebem que esse caminho os levará a um beco sem saída.

Tradução por Mykel Alexander

 

Fonte: More dangerous than the American warship is the weapon that can send it to the bottom of the sea, 17 de fevereiro de 2026, por aiatolá Seyyed Ali Khamenei, Khamenei.

https://english.khamenei.ir/news/12094/More-dangerous-than-the-American-warship-is-the-weapon-that-can

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Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber

O afrouxamento do controle – Uma oportunidade histórica para resolver a questão palestina após o colapso do sionismo na batalha de narrativas - conclusões autorizadas pela publicidade da liderança iraniana Ali Khamenei.

O Grande Israel e o Messias Conquistador - por Alexander Dugin

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Libertando a América de Israel - por Paul Findley

Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot

Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir

{Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica - por Christopher Hedges e Maura Finkelstein

{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach

Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão - por Tony Martin

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot

A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir

Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall

Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins

Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Será que Israel acabou de experimentar uma “falha de inteligência” ao estilo do 11 de Setembro? Provavelmente não. Aqui está o porquê - por Kevin Barrett

Residentes da faixa de Gaza fogem do maior campo de concentração do mundo - A não-violência não funcionou, então eles tiveram que atirar para escapar - por Kevin Barrett

Por Favor, Alguma Conversa Direta do Movimento pela Paz - Grupos sionistas condenam “extremistas” a menos que sejam judeus - por Philip Giraldi

A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi

Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

{Massacres sobre os alauítas após a queda da Síria de Bashar Hafez al-Assad} - por Raphael Machado

Mudança de Regime na Síria: mais um passo em direção ao “Grande Israel” - por Alan Ned Sabrosky

Guerra de agressão não declarada dos EUA-OTAN-Israel contra a Síria: “Terrorismo da al-Qaeda” para dar um golpe de Estado contra um governo secular eleito - por Michael Chossudovsky

Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka