sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

{Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 12 {Gregory Cochran, Henry Harpending e Nicholas Wade} - por Ron Keeva Unz

 Continuação de {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 11 {J. Philippe Rushton} - por Ron Keeva Unz

Ron Keeva Unz


Gregory Cochran, Henry Harpending, e The 10,000 Year Explosion

A massiva vilificação que Rushton sofreu por publicar um livro científico sobre questões raciais controversas foi dificilmente único, e eu descrevi como ataques similares foram lançados contra outros pesquisadores e jornalistas que tinham feito o mesmo.

Se ou não o tratamento ruim sobre Rushton o tinha empurrado para o campo racista branco, ele deu poucos indícios de profundo arrependimento por essa posição, que só surgiu após cerca de vinte anos de crescente vilificação e assédio, tanto em sua universidade quanto pela mídia. Uma demonização pública muito mais lamentável, embora em escala bem menor, ocorreu no caso de Henry Harpending, um eminente antropólogo com quem eu havia desenvolvido certa amizade no início dos anos 2000.

Como indica seu artigo na Wikipédia, ele passou quase toda a sua carreira como uma figura acadêmica absolutamente convencional. Depois de obter seu doutorado em Harvard em 1972, realizou importantes pesquisas originais tanto em genética populacional quanto em trabalho de campo antropológico na África, publicando mais de 120 artigos em respeitadas revistas científicas. Ele acabou sendo eleito para a prestigiosa Academia Nacional de Ciências e passou seus últimos vinte anos como professor titular na Universidade de Utah.

Ao redor de 2007, ele iniciou uma série de colaborações com o físico Gregory Cochran e, juntos, publicaram diversos artigos importantes e de grande repercussão. Entre eles, uma teoria de que a introgressão de genes neandertais pode ter impulsionado o desenvolvimento dos primeiros Homo sapiens, a apresentação de evidências genéticas para a evolução de uma inteligência aprimorada entre os judeus asquenazes e, mais importante, a hipótese de que a evolução humana acelerou rapidamente nos últimos 10.000 anos, impulsionada pelo aumento do surgimento de mutações favoráveis ​​devido a populações muito maiores. Todos esses artigos foram publicados em periódicos acadêmicos de renome, com um par deles sendo suficientemente importantes53 que receberam cobertura favorável54 nas páginas de ciência do New York Times. Em 2007, ele e Cochran foram coautores de The 10,000 Year Explosion, publicado pela Basic Books, o qual apresentou essas várias ideias evolucionistas, bem como a sugestão de que a evolução da tolerância à lactose pode ter sido um fator importante por trás da expansão inicial dos indo-europeus. As numerosas resenhas em periódicos acadêmicos foram, em geral, bastante favoráveis.

Contudo, a sugestão de que a evolução humana tinha rapidamente acelerado nos últimos milhares de anos carregava possíveis implicações raciais que não passaram despercebidas entre os racistas brancos,55 e a obra tornou-se bastante popular nesses círculos. Além disso, os dois autores lançaram o West Hunter,56 um blog conjunto focado em questões raciais e evolutivas, e embora Harpending parecesse ter um envolvimento mínimo, muitos dos numerosos comentaristas expressaram sentimentos fortemente racialistas sobre uma ampla variedade de assuntos. A despeito de parecer bastante apolítico, ele aceitou convites para palestras em 2009 e 2011 em pequenos encontros de direita na Costa Leste, talvez chamando assim a atenção dos investigadores do SPLC {Southern Poverty Law Center}.

Em 2014, Nicholas Wade, repórter e editor de longa data da área de ciência no New York Times, publicou um livro importante57 sobre raça e evolução. A Troublesome Inheritance {UMA HERANÇA INCÔMODA no Brasil} rapidamente atraiu uma campanha organizada de difamação, incluindo uma carta pública assinada por 134 geneticistas proeminentes, cujas acusações absurdas provaram conclusivamente que nenhum deles havia lido o livro que atacavam.58 Um dos capítulos de Wade abordava a teoria da evolução da inteligência aprimorada dos judeus asquenazes, da qual Harpending era coautor, o que provavelmente colocou este último na mira de muitos ataques.

{Nicholas Wade (1942-) é um acadêmico inglês especialista em ciências biológicas e comentarista em jornais e revistas. Suas obras ao evidenciarem a realidade racial e exporem a corrupção acadêmica e publicista a partir do pós-Segunda Guerra Mundial, atraiu o ódio de todas frentes ressentidas, corrompidas ou corruptoras da ciência e do discernimento.}
 

Assim, no ano seguinte, o boletim informativo HateWatch do SPLC {Southern Poverty Law Center} denunciou de forma ultrajante59 o acadêmico de temperamento ameno como um “nacionalista branco”. Essa acusação era baseada em uma série ridícula de alegações, várias das quais se resumiam a descrever suas descobertas de pesquisa científica ou a aplicar culpa por associação. Além disso, observaram que ele ocasionalmente fazia declarações públicas alinhadas às teorias promovidas por Herrnstein e Murray e que certa vez havia defendido a deportação em massa de imigrantes ilegais. Por seus escritos sobre questões judaicas controversas, Kevin MacDonald havia se tornado um inimigo declarado dos pesquisadores do SPLC {Southern Poverty Law Center}, e eles demonstraram sua total incompetência ao afirmar que as teorias de Harpending eram baseadas nas de MacDonald, embora não houvesse qualquer ligação entre eles e o nome deste último sequer constasse no índice ou na bibliografia do livro do primeiro.

Acadêmicos discretos que se tornam alvo de acusações virulentas por parte de organizações nacionais influentes têm poucos recursos, e ser repentinamente rotulado de “nacionalista branco” e “racista” deve ter sido uma experiência muito dolorosa para Harpending, possivelmente contribuindo para sua morte por dois AVCs no início do ano seguinte, aos 72 anos. Apesar de seus vinte anos como um estimado professor de Utah, nenhum obituário foi publicado em seu jornal local, enquanto o site de sua universidade atualmente contém uma página que se dissocia60 de uma de suas antigas estrelas acadêmicas.

O motivo por trás de tal calúnia do SPLC {Southern Poverty Law Center} pode ter sido parcialmente o de enviar um aviso severo a outros pesquisadores científicos, semelhante à destruição da reputação imponente de James Watson. Mas eu acho que um fator ainda maior foi o desejo de anatematizar o acadêmico a tal ponto que, no futuro, ninguém ousaria citar sua pesquisa na mídia, e esse resultado parece ter sido alcançado. Em 2019, um colunista judeu bastante chauvinista do New York Times mencionou casualmente61 algumas das descobertas que haviam sido discutidas favoravelmente62 em seu próprio jornal doze anos antes, para depois recuar desesperadamente e remover a referência após alguém descobrir que ele havia se baseado em um pesquisador “racista.”

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua... 

Notas:

53 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Researchers Say Intelligence and Diseases May Be Linked in Ashkenazic Genes, por Nicholas Wade, 03 de junho de 2005, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2005/06/03/science/researchers-say-intelligence-and-diseases-may-be-linked-in.html

54 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Selection spurred recent evolution, researchers say, por Nicholas Wade, 11 de novembro de 2007, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2007/12/11/health/11iht-11gene.8686061.html

55 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Science Refutes Orthodoxy — Again, Thomas Jackson, American Renaissance, May 2009.

https://www.amren.com/news/2018/05/civilization-and-evolution-gregory-cochran-henry-harpending/

56 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz:

https://westhunt.wordpress.com/

57 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Does Race Exist? Do Hills Exist?, por Ron Keeva Unz, 22 de maio de 2014, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/does-race-exist-do-hills-exist/

58 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Race/IQ: Should Scientists Bother Reading the Books They Denounce?, por Ron Keeva Unz ,11 de agosto de 2014, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/raceiq-should-scientists-bother-reading-the-books-they-denounce/

60 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: University statement on former professor Henry Harpending

Henry Harpending was a professor of anthropology from 1997 until his death in 2016. 03 de janeiro de 2020.

https://attheu.utah.edu/university-statements/university-statement-on-former-professor-henry-harpending/

61 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: The Secrets of Jewish Genius - It’s about thinking diferente, por Bret Stephens, 27 de dezembro de 2019, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2019/12/27/opinion/jewish-culture-genius-iq.html

62 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: Researchers Say Intelligence and Diseases May Be Linked in Ashkenazic Genes, por Nicholas Wade, 03 de junho de 2005, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2005/06/03/science/researchers-say-intelligence-and-diseases-may-be-linked-in.html

Fonte: American Pravda: Twelve Unknown Books and Their Suppressed Racial Truths, por Ron Keeva Unz, 17 de novembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/american-pravda-twelve-unknown-books-and-their-suppressed-racial-truths/

Sobre o autor: Ron Keeva Unz (1961 -), de nacionalidade americana, oriundo de família judaica da Ucrânia, é um escritor e ativista político. Possui graduação de Bachelor of Arts (graduação superior de 4 anos nos EUA) em Física e também em História, pós-graduação em Física Teórica na Universidade de Cambridge e na Universidade de Stanford, e já foi o vencedor do primeiro lugar na Intel / Westinghouse Science Talent Search. Seus escritos sobre questões de imigração, raça, etnia e política social apareceram no The New York Times, no Wall Street Journal, no Commentary, no Nation e em várias outras publicações.

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domingo, 1 de fevereiro de 2026

{Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 11 {J. Philippe Rushton} - por Ron Keeva Unz

 Continuação de {Tributo a James Watson (1928-2025)} - Doze Livros Desconhecidos e Suas Verdades Raciais Suprimidas - parte 10 {Richard Lynn e Tatu Vanhanen} - por Ron Keeva Unz

Ron Keeva Unz


J. Philippe Rushton e Race, Evolution, and Behavior

Passei a explicar51 então que a enorme polêmica sobre raça e QI, na verdade, desviou a atenção de uma análise racial muito mais abrangente e revolucionária, desenvolvida por um pesquisador diferente.

Eu tinha sempre estado interessado em questões raciais, e o enorme frenesi midiático de 1994 em torno de The Bell Curve naturalmente me levou a comprar um exemplar, mas achei-o pouco interessante e perdi o fôlego antes de ler as cem páginas do enorme volume de 845 páginas. Afinal, Herrnstein vinha escrevendo praticamente a mesma coisa há mais de duas décadas, começando com seu famoso artigo de 1971 na revista Atlantic Monthly, e embora ele agora tivesse compilado uma grande quantidade de evidências adicionais para corroborar seus argumentos, eles já haviam me convencido muitos anos antes.

Em contraste, outro livro que coincidentemente foi lançado quase na mesma época se enquadra em uma categoria muito diferente. Embora ele tenha recebido apenas uma fração da cobertura midiática dada ao livro de Herrnstein/Murray, eu achei Race, Evolution, and Behavior “Raça, Evolução e Comportamento”, do acadêmico canadense J. Philippe Rushton, absolutamente fascinante e o considerei um avanço seminal na teoria da evolução humana.

{John Philippe Rushton (1943-2012) foi um professor de psicologia na Universidade de Western Ontario. Suas áreas de pesquisa incluíram o altruísmo, inteligência e diferenças raciais.}
 

Após resumir os fatos científicos conhecidos sobre as principais raças da humanidade e suas diferentes características, Rushton analisou esses dados no contexto da teoria r/K, uma estrutura de adaptação biológica originalmente desenvolvida pelo pioneiro da sociobiologia E. O. Wilson, que analisa os organismos como sendo otimizados para condições ambientais específicas. Em circunstâncias de abundância de recursos, as espécies r-selecionadas enfatizam a reprodução rápida, enquanto que, se os recursos são escassos e a competição é o fator crucial, as espécies K-selecionadas focam em alto investimento parental.

Todos os humanos estão situados no extremo K do espectro, mas algumas raças mais do que outras. Ao restringir sua atenção às três mega-raças clássicas em escala continental — africanos, europeus e asiáticos orientais — Rushton analisou suas características sob essa estrutura teórica. Em cerca de sessenta traços físicos e comportamentais diferentes, os africanos invariavelmente se encontravam em uma extremidade do espectro e os asiáticos na outra, com os europeus no meio, porém muito mais próximos dos asiáticos. E, em cada caso, essas características biológicas seguiam o mesmo padrão r/K. Uma vasta quantidade de dados empíricos corroborou a conclusão de que cada raça havia desenvolvido um conjunto distinto de características influenciadas pelo ambiente.

Eu me lembro discutindo casualmente os dois livros contrastantes com um amigo acadêmico de posicionamento político moderado na época, e ambos concordamos que, embora as ideias do tão badalado Bell Curve não fossem particularmente novas nem provocativas, a pesquisa de Rushton era absolutamente fascinante e provavelmente merecedora de um Prêmio Nobel. Eu brinquei também que poderia levar pelo menos trinta anos para que um material tão controverso fosse suficientemente aceito para que ele pudesse reivindicar essa honra. Como esses prêmios não são concedidos postumamente, quando Rushton morreu de câncer em 2012, com a idade relativamente jovem de 68 anos, eu mencionei a um dos acadêmicos mais proeminentes de Harvard que minha previsão não poderia mais ser testada.

Adespeito dos aspectos chocantes da análise racial de Rushton, cujas conclusões controversas superavam em muito as afirmações bastante brandas e bem estabelecidas de Herrnstein e Murray, seu livro inicialmente recebeu um tratamento justo e até mesmo favorável, com as duas obras frequentemente mencionadas juntas em resenhas. A discussão extremamente longa na seção de resenhas de livros do New York Times de domingo abordou ambos os assuntos e, embora tenha mencionado a “tese incendiária” de Rushton, suas ideias foram tratadas de modo com pleno respeito.

Contudo, para a maioria dos leitores modernos, a discussão bastante direta de Rushton sobre as diferenças raciais no tamanho do cérebro, nos órgãos genitais e nas taxas de maturação física pode desencadear uma reação quase alérgica, parecendo representar os aspectos mais horríveis do incessantemente vilipendiado “racismo científico” das primeiras décadas do século XX. Não me surpreendeu notar que a entrada de Rushton na Wikipédia tentava, de forma tênue, ligá-lo ao Partido Nazista em seu segundo parágrafo, e muitos jornalistas seguiram uma linha de ataque muito semelhante em 1994. De fato, como seu próprio livro havia feito uso significativo da pesquisa de Rushton, Murray sentiu-se compelido a adicionar um posfácio que defendia Rushton como um “acadêmico sério”, mas muitos dos ataques mais severos a The Bell Curve ainda exploraram amplamente essa associação com Rushton.

O livro marcante de Rushton não está mais em impressão e só pode ser encontrado na Amazon a preços exorbitantes, mas, felizmente, cópias em PDF podem ser encontradas na internet, assim como edições abreviadas, que condensam seu volume de 350 páginas no equivalente a um longo artigo.

Por anos, a pesquisa e os escritos de Rushton atraíram forte hostilidade, com esquerdistas organizados tentando, sem sucesso, fazer com que sua universidade canadense o demitisse de sua cátedra, e políticos proeminentes chegando a sugerir que ele fosse investigado e processado por violações das abrangentes leis canadenses contra crimes de ódio. Incessantemente perseguido ou ignorado pela corrente política estabelecida, enquanto saudado por sua genialidade pela comunidade racialista,52 as próprias visões ideológicas de Rushton podem ter se alterado gradualmente como consequência. Logo no início de seu livro de 1995, ele argumentou que o uso de sua pesquisa científica por nacionalistas étnicos era “problemático”, mas em 2002 ele assumiu a presidência do Pioneer Fund e alguns anos depois tornou-se um palestrante frequente em conferências racialistas de direita, momento em que passei a considerá-lo um nacionalista branco declarado.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

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 Notas:


51 Fonte utilizada por Ron Keeva Unz: White Racialism in America, Then and Now, por Ron Keeva Unz, 05 de outubro de 2020, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/white-racialism-in-america-then-and-now/#philippe-rushton-r-k-theory-and-accelerated-evolution

Fonte: American Pravda: Twelve Unknown Books and Their Suppressed Racial Truths, por Ron Keeva Unz, 17 de novembro de 2025, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/american-pravda-twelve-unknown-books-and-their-suppressed-racial-truths/

Sobre o autor: Ron Keeva Unz (1961 -), de nacionalidade americana, oriundo de família judaica da Ucrânia, é um escritor e ativista político. Possui graduação de Bachelor of Arts (graduação superior de 4 anos nos EUA) em Física e também em História, pós-graduação em Física Teórica na Universidade de Cambridge e na Universidade de Stanford, e já foi o vencedor do primeiro lugar na Intel / Westinghouse Science Talent Search. Seus escritos sobre questões de imigração, raça, etnia e política social apareceram no The New York Times, no Wall Street Journal, no Commentary, no Nation e em várias outras publicações.

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

{Questão judaica e sionismo em 2002} - Weber discursa sobre o poder judaico em reunião do IHR na Virgínia -por Theodore O'Keefe (editorial)

 

Theodore O'Keefe


Em uma reunião especial do Instituto de Revisão Histórica (IHR) em Arlington, Virgínia, no sábado, 2 de março de 2002, o diretor do IHR, Mark Weber, traçou a ascensão do poder judaico nos Estados Unidos ao longo dos últimos 60 anos e enfatizou o imenso poder e influência que os judeus exercem hoje na vida política, cultural, intelectual e econômica americana.

Entre os 38 homens e mulheres que participaram desta reunião — o primeiro evento do IHR em anos na região de Washington, D.C. — estavam dois escritores de renome nacional, vários advogados e outros profissionais, e um número gratificante de pessoas jovens.

Embora os judeus façam não mais do que três ou quatro por cento da população total dos EUA, disse Weber, eles agora exercem um poder maior do que qualquer outro grupo étnico, racial ou religioso. A esse respeito, ele citou uma conversa privada de 1972 entre o presidente Richard Nixon e o proeminente líder religioso Billy Graham, que acabara de ser tornada pública, durante a qual os dois concordaram que os judeus têm um “domínio absoluto”; na mídia dos EUA, e que, como resultado, “o país está indo para o ralo”.

Em sua palestra intitulada “O Poder Judaico: Seu Significado para a América e o Mundo”, Weber disse:

As vítimas mais diretas e óbvias do poder judaico-sionista são, naturalmente, os palestinos que vivem sob o regime opressor de Israel. Mas, como o IHR tem deixado claro há anos, na verdade nós, americanos, também somos vítimas — por meio do domínio judaico-sionista sobre a mídia e da corrupção judaico-sionista organizada em nosso sistema político. Nós somos pressionados, persuadidos, bajulados e enganados a sustentar o Estado judeu, fornecendo-lhe bilhões de dólares anualmente e armamentos de última geração, e até mesmo sacrificando vidas americanas — como no ataque de Israel ao USS Liberty em 1967 — tornando-nos, assim, cúmplices de seus crimes.

A verdade é que, se aplicássemos a Israel os mesmos padrões que aplicamos à Sérvia, ao Afeganistão e ao Iraque, os bombardeiros e mísseis americanos estariam bombardeando Tel Aviv, e o primeiro-ministro israelense, Sharon, estaria atrás das grades por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

“Hoje, o perigo é maior do que em muitos anos”, disse Weber. “Há apenas algumas semanas, o embaixador francês em Londres, Daniel Bernard, reconheceu em privado que Israel — a quem chamou de ‘aquele paíszinho de merda’ — está ameaçando a paz mundial. ‘Por que o mundo deveria estar em perigo de uma Terceira Guerra Mundial por causa daquelas pessoas?’, disse Bernard sem rodeios. Organizações judaicas influentes e figuras políticas, e grande parte da mídia dominada por judeus, em colaboração com os líderes de Israel e apoiados pela ala pró-sionista do país, estão agora incitando nossa nação a novas guerras contra os inimigos de Israel.”

Através da história, disse Weber, os judeus exerceram repetidamente grande poder para promover interesses de grupo que são separados e, muitas vezes, contrários aos das populações não judaicas entre as quais vivem. Isso cria uma situação inerentemente injusta e instável que, como a história demonstra, nunca dura. Como Weber afirmou: “Hoje, nós testemunhamos e vivenciamos apenas a mais recente representação de um grande e trágico drama histórico que, ao longo dos séculos, se repetiu inúmeras vezes, em diversos países, culturas e épocas.”

Weber também falou sobre o trabalho e o impacto do Instituto nos recentes anos, incluindo a atenção internacional gerada pelo papel do IHR na conferência revisionista do ano passado em Beirute, que foi cancelada pelas autoridades libanesas sob pressão do governo dos EUA e de organizações sionistas. Ele também relatou os preparativos para a 14ª Conferência do IHR no sul da Califórnia, de 21 a 23 de junho.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: Weber Speaks on Jewish Power at IHR Meeting in Virginia, por Theodore O'Keefe, From The Journal of Historical Review, março-abril, 2002 (Vol. 21, nº 2), página 3.

https://ihr.org/journal/v21n2p-3_power.html

Sobre o autor: Theodore O'Keefe, nascido em Nova Jersey (1949 -) é formado em História em Harvard e com estudos em idiomas, latim, grego, francês, alemão, espanhol, italiano e japonês. Foi membro do Institute for Historical Review, autor de vários artigos sobre história e política, e editor assistente de publicações do Journal for Historical Review

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Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

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A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

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domingo, 25 de janeiro de 2026

{Retrospectiva 2014 - Sionismo x Irã} Bilionários {sionistas} declaram guerra ao Irã - E o governo dos Estados Unidos está ajudando - por Philip Girald

 

Philip Giraldi


Há um grupo de bilionários judeus americanos que aparentemente está fazendo o possível para impedir o avanço das negociações com o Irã, acreditando erroneamente que estão agindo em benefício de Israel. E eles também parecem contar com o apoio da Casa Branca, que, ao mesmo tempo, afirma desejar o sucesso das negociações. Essa relação peculiarmente estranha está sendo debatida em um tribunal de Manhattan,[1] onde o Departamento de Justiça busca extinguir um processo que, segundo ele, pode revelar a hipocrisia do governo em lidar com informações confidenciais, enquanto simultaneamente envia jornalistas e denunciantes para a prisão sob a acusação de terem feito o mesmo.

O poder e a riqueza dos grupos anti-Irã, bem como seu acesso privilegiado ao governo dos Estados Unidos, fazem com que uma política de distensão com o Irã, que seria uma decisão óbvia considerando os interesses tanto americanos quanto iranianos, avance aos trancos e barrancos, com o Congresso americano e grande parte da mídia firmemente alinhados para impedir o processo. O Comitê de Assuntos Públicos Israelo-Americano (AIPAC) e sua fundação educacional afiliada, que se concentraram na “ameaça iraniana” nos últimos três anos, possuem um orçamento combinado de mais de US$ 90 milhões, enquanto o Washington Institute for Near East Policy {Instituto de Washington para Políticas do Oriente Próximo} (WINEP), derivado do AIPAC, dispõe de US$ 8,7 milhões.

Os esforços do Instituto Americano de Empresas (AEI) são mais diversificados, mas uniformemente alinhados com uma postura agressiva em relação ao Oriente Médio. Seu orçamento é de US$ 45 milhões. Entre os doadores/apoiadores multimilionários identificados[2] para o AIPAC, AEI e WINEP estão Sheldon Adelson, da Las Vegas Sands, Paul Singer, do fundo de hedge Elliot Management, e Bernard Marcus, da Home Depot.

{Da esquerda para direita: O falecido judeu sionista Sheldon Adelson (1933-2021), líder mundial em jogos de azar, grande financiador eleitoral de D. Trump, mas comumente chamado de conservador; Paul Elliott Singer (1944-), judeu sionista magnata do petróleo e grande financiador eleitoral de D. Trump, cobiça recursos de outros povos, entre os quais do Irã e da Venezuela; o judeu sionista Bernard Marcus (1929-2024), bilionário do setor de construção e energia, financiador eleitoral de D. Trump. Todos os três são sionistas, todos os três financiam D. Trump, todos os três odeiam o Irã, e empreendem contra o Irã}.


{Velório do judeu sionista e rei dos jogos de azar Sheldon Adelson (1933-2021) em Israel: B. Netanyahu, líder judeu-sionista e Primeiro Ministro de Israel, presta suas condolências antes do funeral em Israel (crédito da imagem: The Times of Israel, 15 de janeiro de 2021, https://www.timesofisrael.com/sheldon-adelsons-coffin-arrives-in-israel-ahead-of-funeral-in-jerusalem/ )}

Outros think tanks de direita, incluindo o Heritage Foundation e o Hudson Foundation, em Washington, também apoiam a pressão implacável contra o Irã. Até mesmo o mais centrista Brookings Institute, adota uma postura pesada[3] em relação à política do Oriente Médio, em virtude do seu Instituto Saban, financiado pelo bilionário israelense-americano Haim Saban. E há ainda as principais organizações judaicas, como a Liga Antidifamação (ADL), a Conference of Presidents of Major Jewish Organizations {Conferência de Presidentes das Principais Organizações Judaicas} (COPHO) e o American Jewish Congress {Congresso Judaico Americano} (AJC), todas com vastos recursos e acesso incomparável à Casa Branca, ao Congresso e à mídia.

{O bilionário judeu sionista Haim Saban (1944-) exerce enorme influência nos EUA (sendo um grande doador dos democratas) a favor de Israel e contra o Irã, frequentemente indo mesmo contra os interesses americanos. Crédito da foto: The Times of Israel}

Todos os grupos pró-Israel e anti-Irã utilizam táticas de pressão no Capitólio e têm sido eficazes em dominar o debate político. Das 36 testemunhas externas[4] convocadas para depor em sete audiências no Senado sobre o Irã desde 2012, somente uma pode ser considerada sensível às preocupações iranianas. O enorme esforço de lobby permite que os grupos anti-Irã definam as políticas concretas, apresentem seus projetos de lei no Congresso e, eventualmente, vejam suas propostas aprovadas com maiorias esmagadoras tanto na Câmara quanto no Senado. É a democracia em ação se aceitarmos que o governo popular deve ser guiado por dinheiro e grupos de pressão, em vez de interesses nacionais.

Menos conhecido é o grupo {United Against Nuclear Iran}[5] Unidos Contra o Irã Nuclear (UANI), que tem um orçamento de quase US$ 2 milhões. O UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} está envolvido no processo judicial em Nova York. O grupo, que de alguma forma obteve o status de isenção fiscal “educacional” 501(c)(3), que, entre outras coisas, lhe permite ocultar seus doadores, tem escritórios no Rockefeller Center, na cidade de Nova York. Ele atua no Capitólio, fornecendo “testemunhos de especialistas” sobre o Irã para comissões do Congresso, incluindo “ajuda” na elaboração de leis. Em uma audiência da Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre o Irã, em julho, todas as três testemunhas externas[6] eram do UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear}. O grupo também atua na mídia, mas talvez seja mais conhecido por suas iniciativas de “nome e vergonha”, nas quais denuncia empresas que, segundo ele, fazem negócios com Teerã em violação às sanções dos EUA.

A UANI está sendo processada[7] pelo bilionário grego Victor Restis, que foi exposto pela própria organização em 2013. Restis alega que a exposição foi fraudulenta e realizada para prejudicar seus negócios, e entrou com uma ação exigindo que a UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} e o bilionário Thomas Kaplan entreguem documentos e detalhes sobre os relacionamentos de doadores da UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} que, segundo ele, estão ligados ao caso. Kaplan, residente em Nova York, fez sua fortuna inicial com exploração e desenvolvimento de energia. Mais recentemente, ele tem se envolvido com o comércio de metais preciosos. Sua esposa, Daphne, é israelense, e seu envolvimento[8] em diversas instituições filantrópicas judaicas, tanto nos EUA quanto em Israel, gerou comparações com o controverso e falecido negociador de commodities Marc Rich, que teria trabalhado[9] em estreita colaboração com o governo israelense em diversos projetos.

{O bilionário judeu sionista Thomas Kaplan (1962-) exerce influência global e nos EUA em think tank militar e grande empenho contra o Irã, através da organização Unidos Contra o Irã Nuclear (United Against Nuclear Iran – UANI)}.

O Departamento de Justiça gostaria que o processo contra a UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} fosse arquivado, pois está ciente de que os documentos descritos como “de aplicação da lei” incluem informações privilegiadas e sigilosas do Departamento do Tesouro relacionadas a indivíduos e empresas que foram investigados por violação de sanções. Passar documentos relacionados à inteligência ou à aplicação da lei para uma organização privada é ilegal, mas a única preocupação aparente do Departamento de Justiça é que essa atividade possa ser exposta. Não há indícios de que o Departamento vá processar a UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} por ter obtido as informações, e talvez se deva presumir que a fonte do vazamento seja o próprio Departamento do Tesouro.

Quem ou o que forneceu os documentos a um grupo de defesa privado que também é uma fundação isenta de impostos, apoiada por empresários proeminentes com interesses no Oriente Médio, não está totalmente claro, mas Restis presume que a verdade virá à tona se ele conseguir obter as provas. O processo alega que a UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} intimida seus alvos difamando suas práticas comerciais, além de exigir tanto um exame[10] de seus livros contábeis quanto uma auditoria realizada por um de seus próprios contadores, seguida de revisão por um “conselho independente.”

Kaplan é citado nominalmente no processo por parecer ser a figura influente por trás da UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear}. Ele uma vez se gabou:[11] “Nós (a UANI) temos feito mais para trazer o Irã de calcanhares do que qualquer outra iniciativa do setor privado.” Kaplan também emprega como diretor ou executivo em seis de suas empresas o Diretor Executivo da UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear}, Mark Wallace, e teria arranjado[12] a nomeação de Gary Samore, presidente do Centro Belfer de Harvard, para o cargo de Diretor Executivo.

Kaplan é um concorrente comercial de Restis, cujos advogados aparentemente buscam demonstrar duas coisas: primeiro, que o governo dos EUA tem fornecido informações, por vezes apenas parcialmente verificadas, à UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} para auxiliar em seu programa de “nome e vergonha”; e segundo, que a própria UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear} é financiada por interesses comerciais partidários, como os de Kaplan, bem como por fontes estrangeiras, o que aparentemente implica Israel. Ou até mesmo o serviço de inteligência israelense Mossad. Meir Dagan, ex-chefe do Mossad, faz parte do conselho consultivo da UANI {Unidos Contra o Irã Nuclear}, que também inclui o ex-senador Joseph Lieberman e o ex-diplomata sênior Dennis Ross, ambos frequentemente acusados ​​de favorecer interesses israelenses e que podem ter fácil acesso a informações geradas pelo governo dos EUA.

E então há o Muhadedin-e-Khalq, o grupo terrorista iraniano que assassinou pelo menos seis americanos e agora auxilia o governo israelense[13] no assassinato de cientistas iranianos, uma definição clara do que constitui terrorismo. O grupo figurou na lista de organizações terroristas do Departamento de Estado de 1997 até 2012, quando a Secretária de Estado Hillary Clinton o retirou da lista em resposta às demandas de aliados de Israel no Congresso, bem como de um grande grupo de ex-funcionários do governo, muitos dos quais receberam altos honorários do grupo para atuarem como defensores. Entre os americanos pagos para defender o grupo[14] estavam os ex-diretores da CIA James Woolsey e Porter Goss, o prefeito de Nova York Rudolph Giuliani, o ex-governador de Vermont Howard Dean, o ex-diretor do FBI Louis Freeh e o ex-embaixador das Nações Unidas John Bolton. Os promotores do Muhadedin-e-Khalq no congresso e em outros lugares alegavam ser motivados principalmente pelo fato de o Muhadedin-e-Khalq ser um inimigo do regime atual em Teerã, embora seu virulento antiamericanismo e histórico terrorista o tornem um símbolo um tanto improvável para a “resistência iraniana”.

Os apoiadores do Muhadedin-e-Khalq também ignoram[15] o fato de que o grupo é administrado como um culto, executa rotineiramente dissidentes internos e praticamente não tem apoio político dentro do Irã. Mas esses são os métodos da corrupta classe política de Washington, que idolatra uma organização que deveria evitar. O braço político do Muhadedin-e-Khalq está localizado em Paris e há muito se presume que seja financiado pelo governo israelense e por pelo menos alguns dos mesmos bilionários, possivelmente incluindo seus homólogos israelenses, que apoiam a agenda anti-Irã nos Estados Unidos.

{Símbolo do grupo Muhadedin-e-Khalq, que é um grupo terrorista dentro do Irã financiado pelo sionismo contra o próprio Irã: na mentalidade propagada pelo sionismo tal terrorismo poderia ser denominado de terrorismo do “bem”}.

Os negociadores iranianos aceitaram que seu país deveria ter apenas capacidades limitadas de enriquecimento de urânio, juntamente com um rigoroso regime de inspeção, mas as negociações em Genebra se arrastam indefinidamente, enquanto os Estados Unidos continuam a hesitar, levantando novas objeções regularmente, apesar das alegações de que operam de boa fé e buscam uma solução. Que um acordo esteja ao alcance é inegavelmente verdade e seria até mesmo benéfico para Israel, pois eliminaria a opção nuclear regional, tornando muito menos provável outra guerra inútil e devastadora. Mas os homens que assinam os cheques não veem as coisas dessa maneira e, infelizmente, são eles que, com muita frequência, pagam a banda e ditam o tom.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


[5] Fonte utilizada por Philip Girald:

http://www.unitedagainstnucleariran.com/

[10] Fonte utilizada por Philip Girald:

http://www.irmep.org/uani.htm

Fonte: Billionaires Make War on Iran - And the United States Government is Helping, por Philip Giraldi, 26 de agosto de 2014, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/pgiraldi/billionaires-make-war-on-iran/

Sobre o autor: Philip Giraldi (1946 –) é um ex-agente de contraterrorismo, agente da Cia e da inteligência militar dos EUA. Concluiu seu BA na Universidade de Chicago, com Mestrado e PhD na Universidade de Londres, em História Europeia. Atualmente é colunista, comentador televisivo e Diretor Executivo do Council for the National Interest. Escreveu artigos para as revistas e jornais The American Conservative magazine, The Huffington Post, e Antiwar.com para a rede midiática Hearst Newspaper. Foi entrevistado pelos jornais e revistas Good Morning America, 60 Minutes, MSNBC, Fox News Channel, National Public Radio, a Canadian Broadcasting Corporation, a British Broadcasting Corporation, al-Jazeera, al-Arabiya, Iran Daily, Russia Today, Veterans Today, Press TV. Foi conselheiro de política internacional para a campanha de Ron Paul em 2008.

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