quinta-feira, 24 de setembro de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 5 - final - a vida e carreira dos terroristas judaico-bolcheviques após o massacre - por Karl Nemmersdorf

 Continuação de {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 4 - a insaciável sede de matança do judaico-bolchevismo sobre a população - por Karl Nemmersdorf

 Karl Nemmersdorf

A vida posterior dos assassinos. Das figuras aqui apresentadas, não encontrei mais informações sobre Lisovsky e Margolin.96 Presumivelmente, seguiram carreiras como burocratas de baixo escalão, talvez recebendo um tiro na nuca durante o Grande Terror.

Alexander-Israel Radzivilovski, o assassino adolescente, teve uma longa carreira na Cheka/NKVD, chegando à patente de Major-Sênior de Segurança do Estado (equivalente a general do exército) e ao cargo de vice-chefe da NKVD de Moscou entre 1935 e 1937. Em 1936, tornou-se deputado do Soviete Supremo, nominalmente o órgão máximo do governo soviético. Recebeu a Ordem de Lenin*16 em 1937, pouco antes de acompanhar Lazar Kaganovich a Ivanovo, onde ambos aplicaram o Grande Terror contra a liderança comunista daquela província — um episódio que ficou conhecido como “o tornado negro”.97 (Aqui, ao menos, as vítimas eram comunistas.) Foi preso em setembro de 1938, acusado de ser espião polonês, e fuzilado em janeiro de 1940.98

Israel Dagin, outro oficial da Cheka atuante na Crimeia, também teve uma longa carreira nos órgãos punitivos. Ele erigiu-se a uma patente ainda mais elevada que a de Radzivilovski — a de Comissário de Segurança do Estado de 3ª Classe, equivalente à de comandante de corpo de exército. Trabalhou em diversas cidades, realizando prisões, expurgos e execuções — a rotina constante dos oficiais da Cheka. Em 1937, na altura do Grande Terror,

Dagin e seus homens ficaram encarregados de supervisionar uma das mais notórias operações de terror em massa. Em 28 de julho de 1937, E. G. Evdokimov reuniu as lideranças locais do Partido [no Cáucaso] e deu instruções para o expurgo em massa, planejado há muito tempo. Dagin, em estreita cooperação, executou a operação policial propriamente dita... Dagin já havia elaborado um plano, com listas de nomes para cada localidade.99

Apenas na primeira pequena região desta grande operação — a Chechênia-Ingushétia — “5.000 prisioneiros foram prensados nas prisões do NKVD em Grozny, 5.000 na garagem principal do Consórcio de Petróleo de Grozny e milhares de outros em vários... edifícios. [Ao todo,] cerca de 14.000 pessoas foram presas, o que representava aproximadamente 3% da população.”100 Todas essas pessoas foram fuziladas ou enviadas para campos. Os mesmos algozes, vítimas diferentes, mais tragédias individuais. Dagin recebeu as mais altas condecorações estatais, mas também foi preso, em novembro de 1938, e fuzilado poucos dias antes de Radzivilovski.101

Lev Mekhlis veio a ter uma longa carreira sob o comando de Stalin, atuando como seu secretário pessoal, editor do Pravda, deputado do Soviete Supremo e membro do Comitê Central. (O Comitê Central era o órgão dirigente do Partido Comunista; o Politburo, o Orgburo e o Secretariado eram, tecnicamente, subdepartamentos vinculados a ele.) Ele conduziu vários expurgos por ordem de Stalin, disseminando o terror, especialmente entre os oficiais. Em 1937, Stalin fez dele o chefe da Direção Política Principal do Exército (tornando-o comissário político de toda a força militar); nessa função, ele ajudou a executar o notório expurgo do Exército Vermelho. Ele “era capaz de encontrar ‘inimigos’ em toda parte e desempenhou um papel fundamental nas repressões políticas daquele período”.102 Durante a Segunda Guerra Mundial, Mekhlis “percorreu milhares de quilômetros pelas frentes de batalha, matando tantos generais do Exército Vermelho quanto os alemães. Sua crueldade era lendária...”103 Em setembro de 1940, reencontrou sua amiga Zemliachka, sucedendo-a no cargo de Ministro do Controle Estatal — um órgão fiscalizador que supervisionava as repartições do Partido e do governo. A figura de Mekhlis pode ser resumida pelo fato de que ele era capaz de servir lealmente a Josef Stalin e, ao mesmo tempo, manter laços estreitos com pessoas como Rozalia Zemliachka — dois dos indivíduos mais perversos do século XX. Mekhlis aposentou-se em 1950, detendo as mais altas honrarias, e faleceu de causas naturais em fevereiro de 1953, menos de um mês antes da morte de Stalin.

{O judeu Lev Mékhlis (1889-1953) de vestimenta bolchevique na foto acima, teria posteriormente cargos da maior importância nos corredores da URSS, atuando como secretário pessoal de Josef Stalin, sendo editor do Pravda, e ainda deputado do Soviete Supremo e membro do Comitê Central.}


Ivan Danishevsky, o jovem executor da Cheka, foi premiado com um relógio de ouro após seu “trabalho” na Crimeia. Dentro de meses ele foi enviado ao Cáucaso para uma missão semelhante: liquidar pessoas de inteligência e valor — os inimigos naturais do domínio bolchevique — em uma região recém-conquistada pelas forças vermelhas. Antes do final de 1921, o Partido o moveu para trabalho civil, nos setores de comércio e finanças. Na década de 1930, ele já atuava como engenheiro especializado em motores de aeronaves e chefiava uma grande fábrica de motores (as instalações industriais soviéticas eram gigantescas). Durante o Grande Terror, escapou por pouco da prisão, denunciou muitos outros e acabou sendo detido em agosto de 1938. Sob tortura, confessou acusações forjadas e foi condenado à morte, mas, inexplicavelmente, foi poupado e enviado às minas de ouro de Kolyma;*17 lá, sobreviveu até 1955, quando foi libertado e autorizado a retornar a Moscou. Escreveu diversos livros sobre a história soviética e empenhou-se vigorosamente na defesa da doutrina comunista pura até o fim de sua vida.104 Ele faleceu em 1979.

Quanto a Semyon Dukelsky, músico e matador da Cheka, ele logo deixou a Crimeia para assumir o comando da Cheka em Odessa, substituindo o judeu Max Deich, que havia adquirido uma “reputação de crueldade e vício em drogas” e precisou ser chamado de volta.105 Ele trabalhou em vários cargos na Cheka e no governo até 1938 — várias vezes sendo transferido ou repreendido por incompetência —, quando o Politburo o encarregou do Departamento de Cinematografia do Comitê Central; seu antecessor, o judeu Boris Shumiatsky, foi fuzilado. Pessoas que trabalharam sob suas ordens têm deixado memórias sobre seu estilo de gestão: rígido, excêntrico, doutrinário e arrogante. Seguindo o padrão de sua carreira, ele permaneceu no cargo por apenas um ano. De 1939 a fevereiro de 1942, atuou como Comissário da Marinha (ou da marinha mercante; as fontes não são claras); depois, até sua aposentadoria em 1952, foi vice-comissário (ou vice-ministro) da Justiça. Ele começou a fazer denúncias contra outros funcionários — acusações que logo se tornaram cada vez mais implausíveis —, a ponto de acabar internado em um hospital psiquiátrico. Ele morreu em 1960.106

Samuel Vulfson, colaborador de Kun no Comitê Revolucionário da Crimeia, retornou a Moscou em 1921. Ele integrou o Comitê do Partido em Moscou (juntamente com Zemliachka) e, após 1924, trabalhou no Comissariado de Comércio Exterior e como representante comercial na Europa Ocidental. Em 1929, seu quadro de tuberculose agravou-se e ele viajou para o exterior, vindo a morrer em Berlim, em 1932.107

Sergei Gusev-Drabkin continuou trabalhando na administração política do Exército Vermelho — por algum tempo como chefe do departamento — até ser afastado por iniciativa de Trotsky, visto que Gusev era um homem de Stalin. Gusev então atuou no Partido como membro candidato do Comitê Central e secretário da Comissão Central de Controle (1923), um órgão disciplinar que supervisionava tanto o Partido quanto o governo. Em meados da década de 1920, Stalin o enviou para trabalhar na Comintern {departamento de questões internacionais – Komintern – do movimento bolchevique}; em cuja função ele visitou os Estados Unidos sob o pseudônimo de “P. Green” para arbitrar uma disputa interna no Partido Comunista norte-americano. Gusev envolveu-se na controvérsia sobre a literatura na Rússia, defendendo — juntamente com Zemliachka e outros partidários da linha dura — que os escritores deveriam propagar a doutrina comunista pura em detrimento da liberdade literária. Em um discurso no XIV Congresso do Partido, realizado em dezembro de 1925, ele afirmou: “Lênin nos ensinava que todo membro do Partido deveria ser um agente da Cheka — isto é, deveria vigiar e informar,” concluindo que “se nós sofremos de algum mal, é o de nós não informarmos o suficiente.”108 Arrepiante. O principal defensor do ponto de vista oposto, o escritor Alexander Voronsky, caiu em desgraça e foi fuzilado em 1937. Gusev continuou ocupando altos cargos no Comintern {Oficina Política do comitê central do Partido Bolchevique} até sua morte, em 1933.109

Ephraim Sklyansky, o jovem assistente de Trotsky que atraiu milhares de oficiais do Exército Branco para o cativeiro e a morte, não viveu muito tempo. Em abril de 1924, ele perdeu seu cargo no Conselho Militar Revolucionário devido à hostilidade de Stalin, a quem havia criticado fortemente durante a Guerra Civil. Ele moveu-se para esfera econômica, chefiando um consórcio têxtil. Em 1925, viajou pela Europa e pela América para coletar informações sobre produção industrial, mas afogou-se em um acidente de barco suspeito. Arkady Vaksberg, entre outros, atribui a culpa a Stalin:

Sklyansky foi afogado em um lago durante uma viagem de negócios aos Estados Unidos, juntamente com o diretor da Amtorg (a corporação comercial soviético-americana), Isaiah Khurgin... O assassinato de dois judeus que Stalin odiava havia sido organizado por outros dois judeus: Kanner e Yagoda.110

Grigory Kanner era um dos secretários de Stalin; Genrikh Yagoda era, na época, o chefe de facto da OGPU, sucessora da Cheka. Outro historiador observa que Kanner “tinha estado encarregado das manobras sujas [de Stalin] contra Trotsky e outros”,111 mas não há provas concretas da culpa de Stalin; tratava-se de uma acusação feita inicialmente por Boris Bazhanov, antigo secretário de Stalin. Seja como for, voltamos aos nossos dois assassinos restantes, os dois mentores.

Bela Kun, que foi essencialmente o ditador da Crimeia durante o massacre, seguiu da Crimeia diretamente para o Presidium da Comintern {Oficina Política do comitê central das questões internacionais – Komintern – do movimento bolchevique#2} (liderado por Grigory Zinoviev até o final de 1926). Lenin então o enviou, como agente da Comintern, à Alemanha — juntamente com outro comunista húngaro de origem judaica, Joseph Pogany (cujo nome verdadeiro era Schwarz) — para comandar a tomada revolucionária do país. As expectativas eram elevadas; Lenin sempre considerou que o sucesso da revolução na Rússia dependia da adesão da Alemanha à revolução mundial. Imagine-se essa perspectiva aterrorizante: uma Rússia comunista unida a uma Alemanha comunista! O resultado foi a “Ação de Março,”*18 uma insurreição muito mal planejada que rapidamente encontrou a derrota. Kun foi duramente criticado e enviado aos Urais para trabalhar em um comitê local do Partido, embora sem perder seu posto na Comintern. Na década de 1920, atuou clandestinamente como agente da Comintern na Alemanha, na Áustria e na Tchecoslováquia, até ser preso em Viena, em 1928; após o qual ele permaneceu na União Soviética, continuando a liderar o Partido Comunista Húngaro no exílio. Ele prosseguiu atuando nos altos escalões da Comintern até meados da década de 1930.112 Em junho de 1937, chegou a sua vez de ser denunciado e preso. Seus torturadores da NKVD — muito provavelmente capangas judeus — espancaram-no e o obrigaram a permanecer em pé sobre uma perna só por até vinte horas; quando “retornou à cela após o interrogatório, suas pernas estavam inchadas e seu rosto estava tão escurecido que se tornara irreconhecível.”113 Ele foi fuzilado em agosto de 1938, juntamente com praticamente todo o contingente de emigrados comunistas húngaros. Após a Segunda Guerra Mundial, o domínio comunista foi restabelecido na Hungria sob o comando do repulsivo Matyas Rakosi (que havia servido no governo húngaro de Kun em 1919) e, mais uma vez, a liderança era majoritariamente judaica.

Nós finalmente retornamos a Rozalia Zemliachka. Com quarenta e quatro anos em 1920, ela viveu mais vinte e sete anos, desempenhando diversas funções no Estado soviético. Era uma stalinista nata e evitou ser presa — na verdade, era ela quem conduzia os expurgos. Ela “sempre fora o tipo de bolchevique que atraía Stalin, pois compartilhava sua visão maniqueísta do mundo como um lugar de luta mortal entre aliados e inimigos”.114

{O "bicho" pegando com Rozalia Zemliachka (1876-1947) presidindo um julgamento de expurgo na URSS.}

Depois de “se tornar útil” na Crimeia, ela retornou a Moscou em janeiro de 1921, trabalhando como secretária de um dos comitês distritais do Partido. Nos anos seguintes, atuou nos Urais e no norte do Cáucaso, “encarregada de treinar subordinados, supervisionar a produção de panfletos e ministrar palestras e aulas para operários de fábricas.”115 Ela realizou esse trabalho em grande parte a serviço de Stalin, apoiando-o contra a oposição, fosse ela representada por Trotsky ou por Kamenev e Zinoviev. Em 1926, Stalin a nomeou membro da direção da Comissão Central de Controle, o que significava que “ela havia alcançado a posição de principal executora da disciplina partidária. Era um papel que ela continuaria a desempenhar pelo restante de sua carreira.”116 Nessa função, ela trabalhou com o NKVD:

Não se questiona que Zemliachka trabalhou em estreita colaboração com o NKVD. Suas funções exigiam que ela lhes repassasse relatórios sobre infrações. Além disso, é provável que ela fosse uma aliada voluntária... Acreditando na existência das conspirações que supostamente ameaçavam o Partido, Zemliachka tornou-se uma participante hábil na sua desarticulação. Ela também conseguiu proteger-se dos expurgos que varreram as fileiras do próprio NKVD... Em vez de ser vítima, Zemliachka obteve promoções. Em setembro de 1936, foi agraciada com a mais alta condecoração civil soviética, a Ordem de Lenin.117

Em 1937, ela se tornou deputada do Soviete Supremo e, dois anos depois, membro do Comitê Central. Naquele mesmo ano, assumiu os cargos de vice-presidente da Comissão de Controle e vice-presidente do Conselho de Comissários do Povo (uma função análoga à de vice-primeiro-ministro). Ela estava muito próxima do auge do poder. Passou os anos de guerra em Moscou, escrevendo memórias polêmicas sobre Lênin e desempenhando diversas tarefas menores. Aposentou-se em 1943 e faleceu aos setenta anos, em janeiro de 1947.

{Linda na juventude, na metade da vida sua imagem refletia a dureza de seu empenho implacável e na velhice Rozalia Zemlyachka (1876-1947) exalava austeridade de um coração de ferro.}


A Rússia que existiu no ano de seu nascimento havia sido completamente transformada ao longo de sua vida. De uma terra próspera, marcada pela paz, pela ordem e pelo desenvolvimento gerais — governada em grande medida pela pequena comunidade alemã118 —, a Rússia tinha se convertido em uma terra de tumultos, medo, assassinatos, delações e campos de concentração, governada em grande parte por sua minoria judaica. Zemliachka é um grande símbolo dessa transformação, personificando o poder do ódio judaico e do zelo pervertido.

 

Resumo

As questões surgem: quantas pessoas mais esses judeus mataram depois da Crimeia? A maioria — ou todos eles — continuou na profissão que haviam escolhido: a de terrorista comunista; e atuaram por muitos anos em um sistema cuja própria base era o terror. Seria muito difícil obter uma estimativa realista desse número, mas, sem dúvida, ele é muito elevado. O único fator atenuante é que, entre as suas vítimas posteriores, incluíam-se muitos comunistas.

Para avaliar apropriadamente a tragédia da Crimeia, é preciso ter uma noção dos números envolvidos. As estimativas variam de 12.000 a 120.000, mas muitos pesquisadores acreditam que o número real situava-se entre 50.000 e 60.000, incluindo escritores russos contemporâneos que tiveram acesso a pelo menos parte dos arquivos.119 Assim, a Crimeia sofreu 50.000 mortes no massacre de Kun-Zemliachka, talvez 20.000 mortes em campos de detenção e 100.000 mortes devido à fome, tudo isso num intervalo de somente dezoito meses e em uma área muito reduzida. Esse padrão repetiu-se literalmente em todos os lugares onde os bolcheviques governaram, persistindo de 1917 até meados da década de 1950, com apenas breves e periódicas tréguas.

 O domínio comunista na Rússia foi uma tragédia colossal e interminável, perpetrada por uma camarilha criminosa, desequilibrada e majoritariamente judaica, movida por uma ideologia cujos efeitos eram nada menos que satânicos. É altamente perturbador pensar que potenciais de barbárie semelhantes — impulsionados por pessoas do mesmo tipo — fervilham hoje no seio da nossa sociedade, ameaçando constantemente eclodir em um turbilhão terrível e análogo, tal como vem acontecendo com os palestinos em Gaza e na Cisjordânia.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


96 Nota de Karl Nemmersdorf: Não constam nem na obra de Heinrich Schulz, Who was Who in the U.S.S.R. (Scarecrow Press, 1972) — que traz dados sobre 5.015 personalidades de destaque da União Soviética —, nem na Jewish Encyclopedia of Russia online, que apresenta informações básicas, porém escassas, sobre 8.500 judeus nascidos na Rússia:

(https://www.jewishgen.org/Belarus/misc/JewishEncycRussia/a/index.html).

97 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, Inside Stalin’s Secret Police: NKVD Politics 1936-39 (Hoover Institution Press, 1985), p. 38.

98 Nota de Karl Nemmersdorf: Zhukov, Sociedade Memorial, “Alexander Radzivilovski”. Acessado em 22 de maio de 2025. https://nkvd.memo.ru/index.php/Радзивиловский,_Александр_Павлович

99 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, Inside Stalin’s Secret Police: NKVD Politics 1936-39 (Hoover Institution Press, 1985), p. 38.

100 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, The Great Terror: A Reassessment (Oxford University Press, 1990), p. 261.

101 Nota de Karl Nemmersdorf: Zhukov, “Israel Dagin.” Acessado em 12 de junho de 2025. https://nkvd.memo.ru/index.php/Дагин,_Израиль_Яковлевич

102 Nota de Karl Nemmersdorf: Boris Morozov, “Mekhlis, Lev Zakharovich”, em The YIVO Encyclopedia of Jews in Eastern Europe. Acessado em 10 de maio de 2025. https://encyclopedia.yivo.org/article/852

103 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him, p. 398.

*17 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Along Russia’s ‘Road of Bones,’ Relics of Suffering and Despair, por Andrew Higgins, fotografias e vídeo por Emile Ducke, 22 de novembro de 2020, The New York Times.

https://www.nytimes.com/2020/11/22/world/europe/russia-stalin-gulag-kolyma-magadan.html

104 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexei Teplyakov, Иван Данишевский: чекист, авиастроитель, публицист (“Ivan Danishevsky: Chekista, Construtor de Aeronaves, Publicista”).

105 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Clarendon Press, 1986), p. 447.

106 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Semyon Dukelsky”. Acessado em 13 de maio de 2015. https://ru.wikipedia.org/wiki/Дукельский,_Семён_Семёнович

107 Nota de Karl Nemmersdorf: “Samuil Davydovich Vulfson”, na Wikipédia em russo. Acessado em 17 de maio de 2025. https://fi.wiki7.org/wiki/Вульфсон,_Самуил_Давыдович. Eu não tenho uma fonte que identifique esse homem como judeu, mas estou convicto de que ele o é, principalmente por causa do sobrenome. A “Visão Geral de IA” afirma: “Vulfson é um sobrenome de origem judaica, especificamente asquenaze.”

108 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri Slezkine, House of Government, p. 291.

109 Nota de Karl Nemmersdorf: Branko Lazitch e Milorad Drachkovitch, Biographical Dictionary of the Comintern, revised edition (Stanford: Hoover Institution Press. 1986), pp. 160-161.

110 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady Vaksberg, Stalin Against the Jews (Alfred Knopf, 1994), p. 28.

111 Nota de Karl Nemmersdorf: Simon Sebag Montefiore, Stalin: The Court of the Red Tsar (Alfred Knopf, 2004), 234–35. Montefiore é judeu, assim como a maioria dos principais historiadores da Rússia Soviética. Eles realmente parecem fascinados pela história soviética, por algum motivo.

#2 Nota de Mykel Alexander: Presidium ou Praesidium refere-se à Politburo, isto é, Oficina Política do comitê central do Partido Bolchevique, mas no contexto refere-se Oficina Política do comitê central das questões internacionais do movimento bolchevique, isto é, do comunismo de Lenin e depois do comunismo de Stalin. Ver Alberto Falcionelli, El licenciado, el seminarista y el plomero – breve glossário del comunismo em accion, Editorial El Mandragora, Buenos Aires, 196. Vocábulo POLITIBURO, vocábulo KOMINTERN). 

*18 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Germany 1921: The tragedy of the ‘March Action’, por Rob Sewell, 30 de março de 2021, Marxist.

https://marxist.com/the-tragedy-of-the-march-action.htm

112 Nota de Karl Nemmersdorf: Branko Lazitch e Milorad Drachkovitch, Biographical Dictionary of the Comintern, revised edition (Stanford: Hoover Institution Press. 1986), pp. 239-241; também Wikipedia, “Bela Kun”, acessado em 12 de maio de 2025.

113 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, The Great Terror: A Reassessment, p. 403.

114 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 242.

115 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 242.

116 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 243.

117 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 286.

118 Nota de Karl Nemmersdorf: Thomas Sowell afirma que a pequena minoria alemã na Rússia czarista representava 40% do alto comando do Exército, 57% do Ministério das Relações Exteriores e a quase totalidade da Academia de Ciências de São Petersburgo. Esses números praticamente se inverteriam em favor dos judeus após a Revolução Bolchevique. De fato, os judeus expulsariam ou exterminariam a camada dominante alemã. Em Migrations and Cultures (Basic Books, 1996), p. 57.

119 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia — pelo menos 50.000. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War — cerca de 50.000. Courtois, The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. — pelo menos 50.000. D. M. Volodikhin — pelo menos 52.000.


Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/06/30/jewish-bolsheviks-and-mass-murder-rozalia-zemliachka-and-the-jews-responsible-for-the-bloodbath-in-crimea-1920/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

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 Continuação de {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 3 - o massacre começa - por Karl Nemmersdorf

 Karl Nemmersdorf

Zemliachka, o Demônio. O escritor russo Ivan Shmelev — que vivenciou esses acontecimentos (os comunistas fuzilaram seu filho, um tenente do Exército Branco) e escreveu sobre eles o pungente romance O Sol dos Mortos — prestou depoimento sobre Zemliachka (com toques impressionistas) perante um tribunal de Lausanne, em 1923:

Ela corria de vila em vila, com a face de uma palidez doentia, a boca sem lábios, os olhos desbotados; vestindo uma jaqueta de couro... de baixa estatura, portando uma enorme Mauser... Era o seu momento de glória. Ali, Zemliachka-Zalkind conseguiu superar a todos... “Atirem, atirem, atirem...”, repetia ela incessantemente, satisfazendo uma paixão pelo assassinato há muito acumulada... Na Crimeia, Rozalia Samuilovna revelou-se a cadela mais leal de seu mestre Lenin. Ela fez tudo isso sem esperar [recompensa] — carne e sangue não lhe faltavam —, pois o processo em si lhe era caro. Ela orquestrou na Crimeia uma epopeia tão brutal que “as montanhas ficaram encharcadas de sangue, e o Mar Negro, junto à costa, tornou-se vermelho”.81

Esse retrato do “Demônio” encontra eco no relato de um alto funcionário bolchevique enviado à Crimeia na primavera de 1921 para investigar as condições locais. Mirsaid Sultan-Galiev, um funcionário muçulmano do Partido Comunista, disse sobre Zemliachka:

A camarada Samoylova (Zemliachka) era uma mulher extremamente nervosa e doente, que rejeitava qualquer método de persuasão em seu trabalho... Nervosismo desnecessário, um tom excessivamente ríspido ao conversar com quase todos os camaradas, exigências extremas... repressões imerecidas contra qualquer um que tivesse ao menos um pouco de coragem para “ousar ter seu próprio julgamento”... Quando a camarada Samoylova estava na Crimeia, literalmente todos os trabalhadores tremiam diante dela, não ousando desobedecer nem mesmo às ordens mais estúpidas ou errôneas.82

Eu abstive-me de repetir as descrições mais macabras a respeito de Zemliachka por carecerem de fontes sólidas, mas estes dois relatos dão uma ideia de sua loucura homicida. Alguns autores afirmam que ela operava metralhadoras, torturava prisioneiros e sofria acessos de fúria. Talvez fosse verdade. Um escritor russo-judeu contemporâneo (Arkady Vaksberg), profundo conhecedor desses judeus comunistas, descreve-a como “uma sádica e um monstro,” embora, infelizmente, sem fornecer detalhes.83 Resta-nos aguardar pesquisas mais aprofundadas nos arquivos soviéticos.

O massacre prossegue. Enquanto isso, em 5 de dezembro, um certo N. Margolin publicou um artigo no jornal Krasny Krim (“Crimeia Vermelha”):

Com a espada implacável do Terror Vermelho, nós percorreremos toda a Crimeia e a expurgaremos de todos os carrascos, exploradores e algozes da classe trabalhadora. Mas nós seremos mais espertos e não repetiremos os erros do passado! Nós fomos generosos demais após a Revolução de Outubro. Nós, tendo aprendido com a amarga experiência, não seremos generosos agora.84

Ele chama as vítimas desse grande massacre de “carrascos”! Seria esse o mesmo “N. Margolin” que Solzhenitsyn descreve como um comissário judeu implacável, um requisitador de grãos, “famoso por açoitar os camponeses que não entregavam os grãos. (E ele também os assassinava.)”?85 Eu acredito que sim.

A matança na Crimeia correu com tudo até a primavera seguinte. Além disso, dezenas de milhares de pessoas foram confinadas em campos de concentração improvisados ​​antes de serem enviadas da Crimeia para campos maiores. Cinquenta mil tártaros muçulmanos foram enviados para a Turquia ou para campos na Rússia. Há relatos posteriores de que 37.000 homens do exército de Wrangel definhavam em condições terríveis em campos na região de Kharkov.86 Infelizmente, dadas as condições nos campos russos, muitos desses homens certamente morreram. Quando a Cheka local enviou uma mensagem a Lenin perguntando o que poderia ser feito para melhorar as condições no local, ele não fez nada, limitando-se a anotar no papel: “para o arquivo.”87

A convocação de volta de Kun e Zemliachka. Após um mês de derramamento de sangue, as tensões entre os executores chegaram ao limite. Alguns funcionários ficaram insatisfeitos, acreditando que o expurgo estava saindo do controle, com os destacamentos de assassinato agindo desenfreadamente — roubando, mantendo haréns e matando por razões pessoais. Esses funcionários também se ressentiam da intensidade fanática de Zemliachka e Kun, que estavam liquidando toda a classe média da Crimeia, incluindo especialistas de que os bolcheviques precisavam para ajudar a administrar a região após estabelecerem a ordem. Um dos membros não judeus do Comitê Revolucionário, Yuri Gaven, escreveu uma carta a um amigo do Comitê Central em Moscou (em 14 de dezembro) afirmando que Kun havia se tornado um “gênio do terror em massa” e precisava ser internado em um hospital psiquiátrico. Gaven argumentou que ele também defendia o terror em massa, mas que pessoas valiosas demais estavam sendo mortas.88 Naquele mesmo dia, Zemliachka escreveu uma longa carta a Moscou queixando-se da “maciez” e da incompetência dos quadros locais, dizendo que era forçada a realizar todo o trabalho.89 (Ela escrevia cartas muito semelhantes a Lenin desde 1904.90) Ela exigiu o retorno a Moscou de vários funcionários locais — nenhum deles judeu (incluindo o irmão mais novo de Lenin, Dmitry Ulyanov, que integrava o Comitê do Partido na Crimeia). Existe um possível componente étnico nessa controvérsia, com alguns dos não judeus defendendo uma moderação do terror, enquanto os judeus apoiavam o terror máximo. No final das contas, Moscou respondeu ordenando o retorno de Zemliachka e Kun no início de janeiro de 1921. Eles haviam permanecido na Crimeia por somente sete semanas.

Zemliachka e Kun assim não foram responsáveis ​​pela totalidade das 50.000 mortes, uma vez que alguns desses assassinatos ocorreram após o retorno deles. No entanto, as fontes parecem indicar que a maior parte das mortes ocorreu, de fato, enquanto eles estavam na Crimeia.

Não há evidências de que Lênin tenha repreendido os dois maníacos homicidas, ou de que eles tenham caído em desgraça. Eles rapidamente encontraram emprego em outros lugares: Zemliachka, no Comitê do Partido em Moscou; e Kun, no Presidium do Comintern {Oficina Política do comitê central das questões internacionais – Komintern – do movimento bolchevique)#1}. Zemliachka foi condecorada com a Ordem da Bandeira Vermelha por seus “serviços” exemplares durante a Guerra Civil.91

É interessante o relato da Universal Jewish Encyclopedia, publicada em Nova York na década de 1940, sobre as atividades de Zemliachka durante a Guerra Civil Russa. Zemliachka, dizia o texto, “tornou-se útil no front”. [Grifo adicionada] Um belo exemplo de historiografia judaica.

O rescaldo

Após chegar a Constantinopla, o Barão Wrangel esforçou-se e lutou contra dificuldades para manter a ordem e a unidade entre os exilados russos brancos. Em 1924, ele estabeleceu a União Militar de Toda a Rússia com esse objetivo e para preservar a possibilidade de derrubar o regime comunista na Rússia. Em ele 1927, mudou-se com a família para Bruxelas, vivendo em condições próximas à miséria. Ele escreveu suas memórias, Always with Honor, obra publicada após sua morte. Ele faleceu inesperadamente em abril de 1928, levando muitos a suspeitar que ele havia sido envenenado por agentes bolcheviques — os quais, mais tarde, sequestraram e mataram os dois homens que o sucederam na liderança da União Militar de Toda a Rússia: os generais Kutepov e Miller.92 Os restos mortais de Wrangel repousam na Igreja da Santíssima Trindade, em Belgrado.

Na Crimeia. Embora as autoridades comunistas tenham reforçado sua organização e disciplina, elas continuaram matando até a primavera. Mais judeus chegaram; Alexander Rotenberg assumiu o comando da Cheka da Crimeia unificada em setembro de 1921.93 Neste ponto, contudo, a fome — frequentemente concomitante ao domínio bolchevique — já estava começando. O já mencionado Mirsaid Sultan-Galiev relatou ao Comitê Central, em abril de 1921:

A situação alimentar está ficando pior a cada dia. Todo o distrito do Sul, habitado principalmente pela população tártara, está literalmente passando fome neste momento. Pão é fornecido apenas aos funcionários soviéticos, e o restante da população... não recebe nada. Observam-se casos de inanição nas aldeias tártaras... Na conferência regional... os delegados tártaros indicaram que as crianças tártaras estão “morrendo como moscas”.94

A situação geral na Crimeia era terrível, mas o principal fator para o desenvolvimento da fome — que matou cerca de 100.000 pessoas — foi a má gestão bolchevique, particularmente as requisições de alimentos e o confisco de propriedades rurais para a criação de fazendas estatais (ineficientes). Em março de 1922, a Cheka da Crimeia relatava que o canibalismo estava “se tornando comum.” Enquanto isso, crianças estavam desaparecendo e, “em Karasubazar, em abril de 1922, foi descoberto um depósito contendo 17 cadáveres salgados, a maioria de crianças.”95 Somente em 1923 a normalidade começou a retornar à Crimeia, na medida do razoavelmente possível sob o domínio comunista.

A tomada da Crimeia pelos Vermelhos foi um banho de sangue horrendo que deixou toda a população da Crimeia em estado de choque e horror, nutrindo um profundo ódio pelo domínio bolchevique. Grande parte da população aliou-se aos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, desencadeando novas ondas de repressão*15 e deportação quando as forças de Stalin retomaram a região na primavera de 1944.

Aqui, devemos deixar esse povo desafortunado e voltar nossa atenção para a história posterior dos carniceiros que haviam banhado suas terras em sangue.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 5 - final - a vida e carreira dos terroristas judaico-bolcheviques após o massacre - por Karl Nemmersdorf

Notas

81 Nota de Karl Nemmersdorf: avel Paganuzzi, Красный террор в Крыму “Terror Vermelho na Crimeia”). Acessado em 25 de maio de 2025. https://www.belrussia.ru/page-id-3316.html. O tribunal julgava o assassino de um diplomata soviético, Vatslav Vorovsky. A defesa transformou o julgamento em um referendo sobre as atrocidades soviéticas.

82 Nota de Karl Nemmersdorf: Dmitry Sokolov, “A Mão Punitiva do Proletariado.”

83 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady Vaksberg, Stalin Against the Jews (Alfred Knopf, 1994), p. 23.

84 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Red Terror in Crimea.” (https://ru.wikipedia.org/wiki/Красный_террор_в_Крыму)

85 Nota de Karl Nemmersdorf: Solzhenitsyn, capítulo 16.

86 Nota de Karl Nemmersdorf: Para os tártados, ver Robert Forczyk, Where the Iron Crosses Grow: The Crimea 1941-44, p. 27; Para as tropas de Wrangel ver Richard Pipes, Russia Under the Bolshevik Regime (Vintage Books, 1995), p. 135.

87 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Pipes, Russia Under the Bolshevik Regime (Vintage Books, 1995), p. 135.

88 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Terror Vermelho na Crimeia”. Acessado em 17 de maio de 2025. https://ru.wikipedia.org/wiki/Красный_террор_в_Крыму

89 Nota de Karl Nemmersdorf: Andrey Sorokin, “Красный террор омрачил великую победу Советской власти…” (“O Terror Vermelho ofuscou a grande vitória do poder soviético…”) Acessado em 3 de junho de 2025. https://rodina-history.ru/2016/08/10/rodina-krymu.html

90 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 77.

#1 Nota de Mykel Alexander: Presidium ou Praesidium refere-se à Politburo, isto é, Oficina Política do comitê central do Partido Bolchevique, mas no contexto refere-se Oficina Política do comitê central das questões internacionais do movimento bolchevique, isto é, do comunismo de Lenin e depois do comunismo de Stalin. Ver Alberto Falcionelli, El licenciado, el seminarista y el plomero – breve glossário del comunismo em accion, Editorial El Mandragora, Buenos Aires, 196. Vocábulo POLITIBURO, vocábulo KOMINTERN). 

91 Nota de Karl Nemmersdorf: Janina Cottam, Women in War and Resistance: Selected Biographies of Soviet Women Soldiers, p. 434.

92 Nota de Karl Nemmersdorf: Kutepov foi sequestrado em uma rua de Paris pelo tchekista judeu Yakov Serebryansky e sua esposa, que se passaram por policiais franceses. Seu corpo jamais foi encontrado. Pavel Sudoplatov, Special Tasks: The Memoirs of an Unwanted Witness – A Soviet Spymaster (Little, Brown and Co., 1994), p. 91.

93 Nota de Karl Nemmersdorf: “Alexander Rotenberg”, acessado em 20 de maio de 2025. https://www.hrono.ru/biograf/bio_r/rotenberg.html

94 Nota de Karl Nemmersdorf: “Uma tragédia esquecida. Cem anos da fome em massa na Crimeia em 1921–1923.” Acessado em 4 de junho de 2025. https://holodomormuseum.org.ua/en/news/a-forgotten-tragedy-one-hundred-years-since-the-mass-famine-in-the-crimea-in-1921-1923/  

95 Nota de Karl Nemmersdorf: Mykola Semena, “Uma tragédia esquecida. Cem anos da fome em massa na Crimeia em 1921–1923.” Acessado em 4 de junho de 2025. https://holodomormuseum.org.ua/en/news/a-forgotten-tragedy-one-hundred-years-since-the-mass-famine-in-the-crimea-in-1921-1923/  fonte

*15 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Complete Destruction of National Groups as Groups - The Crimean Turks, por Edige Kirimal, International Committee for Crimea.

https://www.iccrimea.org/historical/crimeanturks.html

Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/06/30/jewish-bolsheviks-and-mass-murder-rozalia-zemliachka-and-the-jews-responsible-for-the-bloodbath-in-crimea-1920/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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domingo, 13 de setembro de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 3 - o massacre começa - por Karl Nemmersdorf

 Continuação de {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 2 - Os terroristas judeus-bolcheviques - por Karl Nemmersdorf

 Karl Nemmersdorf

A Traição Judaica: Uma Anistia Falsa. Antes que Wrangel tivesse completado sua evacuação, Sklyansky desempenhou um truque sujo nos oficiais do Exército Branco, oferecendo-lhes uma anistia falsa para capturar e matar o maior número possível deles. Ele usou o prestígio do General Alexei Brusilov como isca. Brusilov, um dos melhores generais da Rússia na Primeira Guerra Mundial, havia aderido aos bolcheviques (esperando sobreviver ao regime instável de Lênin e manter o império intacto). Brusilov

...tinha sido abordado por [Sklyansky]... que reivindicava que um grande número de oficiais de Wrangel não queria deixar a Rússia e poderia ser persuadido a passar para o lado dos Vermelhos se Brusilov assinasse uma declaração oferecendo-lhes anistia. Sklyansky ofereceu-lhe o comando de um novo Exército da Crimeia, formado pelos remanescentes das forças de Wrangel. Brusilov sentiu-se atraído pela ideia de um exército puramente russo, composto por oficiais patriotas. Isso lhe permitiria... salvar a vida de muitos oficiais. Ele concordou... Três dias depois, foi informado de que os planos haviam sido cancelados: os oficiais de Wrangel, disse-lhe Sklyansky, não haviam demonstrado disposição para mudar de lado, afinal. Mais tarde, Brusilov descobriu que isso não era verdade. Durante a evacuação final em Sebastopol, os Vermelhos haviam distribuído... milhares de panfletos oferecendo anistia em nome de Brusilov. Centenas de oficiais acreditaram na oferta e permaneceram no local para se render aos Vermelhos. Todos eles foram fuzilados.55

Pouco depois, Sklyansky enviou um telegrama aos bolcheviques na Crimeia, instando-os a prosseguir com as execuções: “Que a luta continue até que não reste um único oficial branco vivo em solo da Crimeia.”56 Por sua vez, Trotsky comunicou a Kun e Zemliachka que não visitaria a Crimeia enquanto restasse um único “contrarrevolucionário” em seu solo.57 Lenin também deixou clara a sua posição: “É preciso acabar com eles rapidamente... sem piedade.”58 Kun e Zemliachka não podiam confundir sobre o que Lenin e Trotsky esperavam deles.

{Sergei Petrovich Melgunov (1879 -1956) foi um historiador, publicitário e político russo, mais conhecido por sua oposição ao governo soviético e por suas numerosas obras sobre a Revolução Russa de 1917 e a Guerra Civil Russa. Fonte Wikipedia}

O massacre começa. Em 17 de novembro de 1920, a ocupação bolchevique da Crimeia estava concluída. A península, com uma área semelhante à do estado de Massachusetts, possuía historicamente uma população bastante mesclada; além de russos e ucranianos, havia tártaros de origem turca (muçulmanos), alemães, gregos e armênios. A população da época era de cerca de 800.000 habitantes, número inflado pela presença de um grande contingente de refugiados políticos. Aproximadamente 50.000 oficiais e soldados do Exército Branco permaneceram na região após a evacuação de Wrangel, assim como mais de 200.000 refugiados políticos. Bela Kun isolou a península, deixando toda a população à sua mercê. Quadros bolcheviques de linha dura e forças da Cheka chegaram em massa, prontos para impor o Terror Vermelho a uma população que temiam e detestavam.

A primeira cidade em que o Exército Vermelho entrou foi Simferopol, a capital (12 de novembro). Durante vários dias, os soldados promoveram um massacre, saqueando, estuprando e atirando. Em uma semana, unidades do Exército Vermelho e da Cheka executaram 1.800 pessoas e, em poucos meses, o número ultrapassou 10.000 na cidade e arredores.59 Eles expulsaram repetidamente grupos de centenas de oficiais brancos e cidadãos proeminentes da cidade, forçaram-nos a cavar grandes valas comuns e os massacraram. Fuzilaram muitos outros e jogaram seus corpos em ravinas. O general Danilov, um ex-oficial czarista que serviu no Quarto Exército Vermelho, relatou que o

Os arredores da cidade de Simferopol estavam cheios do mau cheiro de cadáveres em decomposição... os quais nem mesmo foram enterrados... As valas atrás do Jardim Vorontsov e na propriedade Krymtaev... estavam cheias de corpos de pessoas fuziladas, pouvilhadas apenas por uma fina camada de terra... O número total de fuzilados somente em Simferopol, desde a entrada dos Vermelhos na Crimeia até 1º de abril de 1921, alcançou 20.000...60

Em 15 de novembro, as tropas vermelhas moveram-se Sebastopol adentro “lideradas por um carro blindado marcado com o emblema da estrela vermelha e, em letras vermelhas garrafais, a palavra ‘Anticristo’61 — um gesto típico dos comissários judeus nos primórdios do domínio comunista. Os “remanescentes dos refugiados russos que ficaram retidos na Crimeia permaneciam na orla no vento frio... quando os cavaleiros vermelhos surgiram nos cais. Quando estes soldados vermelhos descalços e em trapos se depararem com aquelas pessoas, eles ainda podiam sentir em seus próprios nervos... o matraquear das metralhadoras... As tropas... sentiam que mereciam alguma recompensa. Era óbvio qual seria essa recompensa”62. O autor não descreve qual era essa “recompensa,” mas podemos presumir que se tratava daquelas habituais aos soldados. O estupro “assumiu proporções gigantescas, particularmente nas... regiões cossacas da Crimeia em 1920.”63

Os estupros, no entanto, caíram no esquecimento devido à escala massiva e à natureza hedionda das execuções que logo se iniciaram. Sergey Melgunov, um cronista contemporâneo meticuloso, relata que 8.000 pessoas morreram em Sebastopol apenas na primeira semana e que os Vermelhos realizavam enforcamentos arbitrários em massa: “A Avenida Nakhimovsky ficou literalmente repleta de cadáveres de oficiais, soldados rasos e civis que, detidos ali mesmo na rua, haviam sido executados no local da prisão... sem qualquer julgamento prévio” (depoimento de uma testemunha).64 Os Vermelhos penduravam as vítimas não apenas na Avenida Nakhimovsky, mas por toda a cidade — em postes de iluminação, postes diversos, árvores e estátuas. A cidade transformou-se em um cenário infernal, com os cidadãos escondidos em adegas e porões, temerosos de aparecer em público.65

Os comunistas tomaram centenas de doentes e feridos — não somente oficiais brancos — dos hospitais e os fuzilaram. Eles fizeram o mesmo com enfermeiras e médicos, pois estes haviam prestado assistência aos soldados brancos; os nomes de dezessete enfermeiras da Cruz Vermelha constam de uma lista de execuções publicada pelos bolcheviques. Centenas de estivadores foram fuzilados por terem ajudado no embarque dos homens de Wrangel. Melgunov estima que os Vermelhos executaram mais de 20.000 pessoas na região de Sebastopol.66 No final de novembro, as autoridades vermelhas em Sebastopol publicaram duas listas de vítimas (uma prática ocasional da Cheka). Tais listas nunca eram completas, mas estas totalizavam 2.836 nomes. De forma inquietante, 366 desses nomes eram femininos.67

Em Feodosia, milhares de soldados brancos se renderam na expectativa de leniência:

Após serem desarmados, muitos soldados brancos ofereceram-se para integrar o Exército Vermelho; em vez disso, porém, soldados da 9.ª Divisão de Fuzileiros do Exército Vermelho, sob a direção dos chekistas de [Nikolai] Bistrih, executaram 420 soldados brancos feridos e enviaram os demais para dois campos de concentração. Como se viu, aquele foi apenas o ato de abertura de uma campanha de terror que durou cinco meses.68

O comissário político desta 9.ª Divisão de Rifles era o judeu Moisey Lisovsky. Ele participou da ação recém-relatada, ordenando o fuzilamento de cerca de cem soldados brancos feridos na estação ferroviária, na noite de 16 de novembro.69 Só Deus sabe quantos outros ele mandou fuzilar nos meses seguintes, mas temos indícios. Sabemos, de fato, que milhares de pessoas mais pereceram nesta cidade:

A princípio, os cadáveres eram descartados sendo lançados nos antigos poços genoveses; mas, com o tempo, até esses poços ficaram cheios, e os condenados precisavam ser levados a pé para o campo durante o dia... onde eram obrigados a cavar enormes valas antes que a luz do dia acabasse; depois, eram trancados em galpões por uma ou duas horas e, ao cair da noite, despidos, exceto pelas pequenas cruzes que traziam ao pescoço, e fuzilados. Conforme eles foram fuzilados, tombavam para a frente, formando camadas. E, à medida que tombavam, a camada de corpos ainda convulsivos era rapidamente coberta pela camada seguinte, e assim por diante, até que as valas ficassem cheias até a borda.70

Muitas dessas pessoas não teriam morrido pelos disparos e acabaram enfrentando uma morte agonizante após serem enterradas vivas em meio a cadáveres ensanguentados.

Em Feodosia, encontramos também o chekista judeu de alta patente Ivan Danishevsky. Ele chefiava o departamento especial do 13º Exército, trabalhando em Feodosia e na próxima Kerch com uma energia jovem e demoníaca. Somente em dezembro, ele setencioo à morte 609 pessoas em Kerch e 527 em Feodosia. Documentos existentes deixam claro que ele foi responsável pela morte de mais de 2.000 pessoas. Em 27 de novembro, ele relatou que “273 Guardas Brancos foram detidos e condenados em um único dia, incluindo: 5 generais, 51 coronéis, 10 tenentes-coronéis, 17 capitães, 23 capitães de estado-maior, 43 tenentes, 84 subtenentes, 24 funcionários, 12 policiais e 4 oficiais de justiça.”71 Em um dia.

Em Kerch (e em outros lugares), os comunistas embarcavam as pessoas em barcaças, levavam-nas para o mar e as afundavam. Alguns acusam Zemliachka de querer economizar o custo das balas. Essa era uma “técnica” da Revolução Francesa que a Cheka já havia utilizado anteriormente — por exemplo, pela perturbada chekista judia Rebecca Plastinina-Maizel no extremo norte.72 (Mais tarde, ela integrou a Suprema Corte da União Soviética.)73

O chefe da Cheka em Kerch era um certo Joseph Kaminsky, de quem eu não tenho mais informações; o nome Kaminsky era comum tanto entre russos quanto entre judeus. Alguns dos outros executores em Feodosia/Kerch incluíam Zotov, N. Dobrodnitsky, Vronsky, Ostrovsky e I. Shmelev, sendo que alguns dos quais podem bem ter sido judeus.74

O Registro da População

Dentro de uns poucos dias, Kun emitiu uma ordem para que os moradores da Crimeia se registrassem junto às autoridades. Todos os adultos foram obrigados, sob pena de morte, a

apresentar-se à Cheka local para preencher um questionário contendo cerca de cinquenta perguntas sobre suas origens sociais, ações passadas, renda e outros assuntos, especialmente suas... suas opiniões sobre... Wrangel e os bolcheviques. Com base nessas averiguações, a população foi dividida em três grupos: aqueles a serem fuzilados, aqueles a serem enviados para campos de concentração e aqueles a serem poupados.75

O princípio de ação aqui adotado era aquele já enunciado por Martin Latsis, membro do órgão dirigente da Cheka (o Colégio), em novembro de 1918:

Nós estamos aí para destruir a burguesia enquanto classe. Portanto, sempre que um burguês estiver sob investigação, o primeiro passo não deve ser... descobrir provas materiais... mas sim fazer a testemunha três perguntas: “A que classe pertence o acusado?”, “Qual é a sua origem?” e “Descreva a sua criação, educação e profissão”. Somente com base nas respostas a essas três perguntas o destino dele deve ser decidido. Pois é isso que significa o “Terror Vermelho”.76

Os resultados desse registro podem ser avaliados em Feodosia, onde “soldados da 9ª Divisão de Rifles prenderam 1.100 pessoas que haviam se registrado; destas, 1.006 foram fuziladas, 79 presas e apenas 15 libertadas”.77 Moisey Lisovsky, o comissário político dessa divisão, certamente desempenhou um papel nesse massacre específico. Em Kerch, patrulhas da Cheka isolaram a cidade durante o registro, selecionaram 800 pessoas e as fuzilaram. Os habitantes locais acreditavam que o número era muito maior.78 Em Sebastopol, a Cheka transformou um quarteirão em um campo de detenção temporário e filtrou todos os registrados através dele; centenas ou milhares foram levados para fora da cidade, forçados a cavar valas comuns e fuzilados.79 Em todas as principais cidades da Crimeia, os Vermelhos realizaram fuzilamentos em massa como resultado desse registro. Mais tarde, veio à tona que todos esses fuzilamentos foram resultado de uma ordem direta referendada por Kun e Zemliachka.80

Tradição e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

55 Nota de Karl Nemmersdorf: Orlando Figes, A People’s Tragedy: A History of the Russian Revolution (Viking, 1997), p. 720.

56 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), pp. 76-77.

57 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), p. 76.

58 Nota de Karl Nemmersdorf: Vladimir Brovkin, Behind the Front Lines of the Civil War (Princeton University Press, 1994), pp. 345-46.

59 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Terror Vermelho na Rússia”, (https://ru.wikipedia.org/wiki/Красный_террор_в_Крыму) citando Авторский коллектив. Гражданская война в России: энциклопедия катастрофы (“Guerra Civil na Rússia: Enciclopédia da Catástrofe”, 2010), editor D. M. Volodikhin. Volodikhin afirma que suas estimativas baseiam-se em fontes soviéticas oficiais.

60 Nota de Karl Nemmersdorf: Dmitry Sokolov, “Карающая рука пролетариата” Деятельность органов ЧК в Крыму в 1920-1921 гг (“A Mão Punitiva do Proletariado”: ​​Atividades da Cheka na Crimeia em 1920-1921) Acessado em 28 de maio de 2015.

https://ruskline.ru/analitika/2009/11/16/karayuwaya_ruka_proletariata/

61 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Forczyk, Where the Iron Crosses Grow: The Crimea 1941-44 (Oxford, United Kingdom: Osprey Publishing, 2014), p. 24

62 Nota de Karl Nemmersdorf: Georgy Borsanyi, The Life of a Communist Revolutionary, Bela Kun, p. 241.

63 Nota de Karl Nemmersdorf: The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. (Harvard University Press, 1999), p. 105.

64 Nota de Karl Nemmersdorf: ; Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), p. 81.

65 Nota de Karl Nemmersdorf: The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. (Harvard University Press, 1999), p. 107.

66 Nota de Karl Nemmersdorf: The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. (Harvard University Press, 1999), pp. 80-81.

67 Nota de Karl Nemmersdorf: The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. (Harvard University Press, 1999), pp. 106-07; Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), p. 81.

68 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Forczyk, Where the Iron Crosses Grow: The Crimea 1941-44 (Oxford, United Kingdom: Osprey Publishing, 2014), p. 25.

69 Nota de Karl Nemmersdorf: A. Bobkov, Красный террор в Крыму. (“O Terror Vermelho na Crimeia”). Acessado em 2 de junho de 2025. https://rovs.atropos.spb.ru/index.php?view=publication&mode=text&id=277

70 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), 78.

71 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexei Teplyakov, Иван Данишевский: чекист, авиастроитель, публицист (“Ivan Danishevsky: Chekista, Construtor de Aeronaves, Publicista”)

72 Nota de Karl Nemmersdorf: Para Kerch, Robert Forczyk, Where the Iron Crosses Grow: The Crimea 1941-44 (Oxford, United Kingdom: Osprey Publishing, 2014), p. 26. ParaPlastinina-Maizel, Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), p. 200.

73 Nota de Karl Nemmersdorf: Solzhenitsyn, capítulo 16.

74 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Terror Vermelho na Rússia”, (https://ru.wikipedia.org/wiki/Красный_террор_в_Крыму)

75 Nota de Karl Nemmersdorf: The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression. Editado por Stephane Courtois, Nicholas Werth, et. al. (Harvard University Press, 1999), p. 107.

76 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), pp. 39-40.

77 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Forczyk, Where the Iron Crosses Grow: The Crimea 1941-44 (Oxford, United Kingdom: Osprey Publishing, 2014), pp 25-26.

78 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), p. 80.

79 Nota de Karl Nemmersdorf: Dmitry Sokolov, Месть победителей (“Revanche dos Vitoriosos”). Acessado 27 de maio de 2025. https://rusk.ru/st.php?idar=112133

80 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgunov, The Red Terror in Russia (London: J. M. Dent & Sons, 1926), p. 77.

Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/06/30/jewish-bolsheviks-and-mass-murder-rozalia-zemliachka-and-the-jews-responsible-for-the-bloodbath-in-crimea-1920/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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