Continuação de {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Três comunistas judeus selvagens - parte 2 - Revekka Plastinina-Maizel, por Karl Nemmersdorf
| Karl Nemmersdorf |
Isai Berg
Isai Davidovich Berg nasceu em Moscou, em 1905.36 No início da década de 1920, ele serviu no Exército Vermelho. Por volta de 1926, ele ingressou na polícia política e concluiu o curso na Escola da OGPU, passando depois a integrar as tropas de guarda de fronteira da OGPU. Em 1930, ele juntou-se ao Partido Comunista e, posteriormente, trabalhou infiltrado em diversas fábricas na região de Moscou, monitorando as atitudes e as falas dos trabalhadores para seus superiores na OGPU. Entre 1932 e 1935, ele chefiou o Departamento do Distrito de Shchyolkovo da OGPU, logo a nordeste de Moscou. De 1935 a 1936, ele trabalhou no Departamento do Distrito de Kuntsevo do NKVD.37 Kuntsevo também ficava próximo de Moscou; e lá Berg tornou-se membro do “clã” do NKVD liderado por Alexander Radzivilovski, um oficial de alto escalão e vice-chefe do NKVD na província de Moscou. Esses clãs, onipresentes no NKVD, estruturavam-se com base em relações de patronagem — um modelo de patrono e cliente — e serviam para proteger seus integrantes diante dos perigos do Estado stalinista. Vale lembrar que Radzivilovski iniciou sua carreira na Crimeia, em 1920, sob o comando de Zemliachka e Kun. Ele era judeu, assim como seu braço direito, Grigory Yakubovich. O clã de Radzivilovski incluía muitos oficiais do NKVD — tanto russos quanto judeus — em Kuntsevo, o qual servia como base de recrutamento para cargos de maior relevância em Moscou.38
![]() |
| O militante judeu Grigory Yakubovich (1880-1926) |
Berg
trabalhou em Kuntsevo até meados de 1936. Radzivilovski e seus subordinados vinham
frequentemente para Kuntsevo para descansar em uma dacha nas redondezas. Berg era
responsável de providenciar as amenidades, e os oficiais envolvidos admitiram
mais tarde, durante interrogatórios, a prática de “imoralidade e degeneração”.39 Independentemente do que isso
envolvesse, Berg desempenhou um papel central; em seu posto seguinte, como
chefe do NKVD do distrito de Vereya, ele foi flagrado tentando estuprar uma
prisioneira (1937). Foi condenado a 20 dias de confinamento solitário e, então,
promovido.40
Ele tornou-se secretário-assistente do chefe do NKVD de Moscou, Stanislav
Redens (que era casado com a irmã da esposa de Stalin). Naquele verão,
Radzivilovski recomendou Berg para chefiar o Departamento Administrativo e
Econômico do NKVD da província de Moscou, e Redens aprovou a nomeação. “Berg,
que acumulava um longo histórico de repreensões oficiais, passou
instantaneamente de uma figura de menor expressão — secretário-assistente do
chefe do NKVD da província — a alguém com autoridade considerável.”41 Sua patente era a de Tenente da
Segurança do Estado, equivalente à de major no exército.
![]() |
| O judeu bolchevique Isai Davidovich Berg (1905-1939) |
Berg
assumiu suas novas funções em agosto de 1937, exatamente no momento em que
Stalin lançava um novo expurgo em larga escala — mais tarde denominado “Grande
Terror”42 —, o qual durou até novembro de 1938 e
resultou em mais de 700.000 execuções ao longo de cerca de dezesseis meses. O
Politburo*3 — por instigação de Stalin — soou o
alarme no início de julho sobre a existência de “elementos antissoviéticos” que
estariam praticando sabotagem e crimes, e pediu pela realização de prisões e
execuções em massa de caráter preventivo.43
Cada jurisdição do NKVD foi orientada a estabelecer cotas para prisões e
execuções.44 Esses números foram
consolidados e finalizados por Ezhov, chefe do NKVD; a ordem formal resultante,
denominada “Ordem Operacional nº 00447”,*4
estipulava 270.000 prisões e 75.000 execuções. “Dezoito meses depois, essas
metas haviam sido superadas em nove vezes,”45
à medida que o expurgo ganhava um ímpeto aterrorizante, com os oficiais do NKVD
temendo serem vistos como pouco vigilantes. Matar e enterrar pessoas nessa
escala constituía um projeto de escala massiva,46
e Redens encarregou Berg dessa tarefa em Moscou (onde a cota fora fixada em
5.000). Ele era responsável por encontrar locais adequados para as execuções,
transportar os prisioneiros da prisão até esses locais, gerenciar as execuções
e enterrar os corpos. O hoje notório campo de tiro de Butovo, situado a cerca
de 24 quilômetros ao sul do Kremlin, tornou-se o principal local de execuções e
sepultamentos na região de Moscou, e Berg coordenou a maior parte do massacre
ocorrido ali.47
Ao
receber a Ordem Operacional nº 00447, o NKVD entrou em ação. Em cada distrito
do vasto país, agentes começaram a prender pessoas, baseando-se em dossiês
acumulados ao longo do tempo, na posição social ou em outras informações. Eles
então forçavam os prisioneiros a confessar um crime fictício. Os agentes
obtinham as confissões por meio de diversas táticas, quase sempre recorrendo a
tortura e espancamentos... durante o [Grande Terror], o NKVD realizou a
falsificação [de confissões] em escala industrial. Os agentes precisavam
produzir um número imenso de documentos a cada dia...48
Um
oficial declarou: “Durante o dia, nós... fabricávamos interrogatórios para os
acusados e, à noite, nós fazíamos com que assinassem sob compulsão.”49 Algumas pessoas foram forçadas a
assinar folhas de papel em branco. Os agentes, então, enviavam essas confissões
assinadas pela cadeia de comando, até chegarem à mesa da “troika” — um órgão
especial criado para esse fim. Em cada província, a troika era composta pelo
chefe do NKVD, pelo promotor e pelo secretário local do Partido Comunista. (Por
causa de que Moscou era a capital, contava com três troikas, além de vários
outros órgãos de sentença, todos de natureza extrajudicial.) As troikas
processavam centenas de casos de uma só vez, proferindo sentenças (morte ou
envio ao gulag) contra cada indivíduo, com pouquíssima deliberação. Quase todos
esses casos envolviam o Artigo 58, referente a atividades
contrarrevolucionárias. Grigory Yakubovich, aliado de Radzivilovski, presidia a
segunda troika de Moscou; mais tarde, Berg relatou: “Semyonov competia com
Yakubovich para ver quem era mais rápido... Semyonov ia sempre à sala de
Yakubovich e gabava-se de ter despachado cinquenta casos a mais que ele... e
ambos sentiam-se satisfeitos por terem conseguido proferir sentenças tão
rapidamente, sem sequer dar uma olhada nos dossiês.”50
![]() |
| O militante judeu bolchevique Vasili Karutsky (1900-1938) |
Outros
dois judeus integraram, por um período, uma das várias troikas de Moscou e
também condenaram centenas ou milhares de pessoas à morte: Vasili Karutsky*6 e Vladimir Tsesarsky*7.51
O
NKVD fotografava as infortunadas pessoas fadadas a morrer em Butovo — de frente
e de perfil (como na foto de Vikhman, acima) — e incluía seus nomes em uma
lista; Berg possuía uma cópia dessa lista e das fotografias. Ao redor da
meia-noite, veículos prisionais ou caminhões, com capacidade para até cinquenta
pessoas cada, partiam das prisões de Moscou rumo a Butovo. A área, arborizada e
isolada, contava com refletores e uma longa construção de madeira. Uma vala
profunda e extensa havia sido preparada previamente com o auxílio de equipamento
de terraplenagem. Agentes do NKVD ou milicianos arrebanhavam as pessoas para
dentro da construção, onde a identificação de cada uma era cuidadosamente checada,
um processo longo. Então, os prisioneiros eram levados para fora, um por vez em
direção à vala; ali, onde um executor disparava contra a nuca de cada um e
lançava o corpo na cova. Os executores — um pequeno grupo especial composto por
russos, tinham à disposição toda a vodca que desejassem. Após a rodada final
documental, a tarefa era concluída, e os executores retornavam a Moscou.52 No dia seguinte, os corpos eram
cobertos por uma camada de terra, e a operação recomeçava. Entre agosto de 1937
e julho de 1938,53 registrou-se uma média
de 1.645 execuções por mês — cerca de 55 por dia, mas numas poucas esse número excedia
400, alcançando, em uma ocasião, a 562.54
O papel de Berg no ato de matar em si não é claro; um historiador afirma que
ele “participou das execuções”, o que não significa, necessariamente, que ele
tenha efetuado disparos contra as pessoas.55
Dado que ele era o responsável pela operação (trabalhando, na prática, sob o
nariz de Stalin), ele provavelmente teria estado no lugar, supervisionando o
bom andamento dos procedimentos e finalizando a documentação. É, ao menos,
possível que ele tenha participado dos fuzilamentos, visto que havia um grande
volume de execuções a realizar — quase 21.000
pessoas foram mortas em Butovo entre agosto de 1937 e outubro de 1938.56
![]() |
| O militante judeu bolchevique Vladimir Tsesarsky (1895-1940) |
Se Berg atirou ou não pessoalmente em pessoas em Butovo, ele estava interessado em
fazer o processo o mais eficiente possível. Ele supervisionou a introdução de
um veículo projetado para asfixiar os prisioneiros com gases durante o trajeto
até Butovo.57 Berg sentia a pressão
para acelerar o ritmo das execuções, a fim de dar conta da avalanche de nomes
que chegava das troikas. Ele também desejava aliviar a sobrecarga dos
executores — que, por vezes, precisavam fuzilar quarenta ou cinquenta pessoas
por noite — e reduzir a possibilidade de resistência entre os prisioneiros. As
fontes não indicam se a ideia partiu do próprio Berg, nem quantas dessas
unidades foram utilizadas. (Os veículos eram descritos como caminhões
disfarçados de furgões de entrega de pão.) Na União Soviética daquela época,
existia uma verdadeira obsessão pela tecnologia, o que provavelmente
impulsionou o desejo de encontrar um método de extermínio mais limpo e
eficiente do que o uso de revólveres por executores embriagados.
Uma
versão relata que agentes do NKVD retiravam os condenados das prisões,
despiam-nos, amordaçavam-nos e amarravam-nos, para então lançá-los dentro do
veículo antes de partir.58 Ao
chegarem a Butovo, alguns ainda podiam estar vivos, embora não muito, e tinham
de ser finalizados ou arremessados ainda vivos na vala. Investigações
posteriores revelaram que algumas das vítimas foram enterradas ainda vivas;
talvez se tratasse de pessoas provenientes do veículo adaptado para execuções
por gás.59 Nós sabemos que houve,
ao menos, um grupo de pessoas enterradas no local que não apresentava
ferimentos por arma de fogo:
Nós sabemos, a partir de escavações arqueológicas limitadas realizadas em Butovo em 1997, que houve pelo menos uma carga de vítimas transportada em um furgão — visto que 55 corpos encontrados não apresentam o ferimento a bala característico na parte de trás da cabeça ou no pescoço, marca registrada das execuções perpetradas pelo NKVD deste período e consequentemente são quase certamente de vítimas dos furgões de gás de Berg.60
Um autor especula que Berg pode ter operado vários furgões de gás, sobre o espaço de meses, com um número de vítimas que chegaria a cinco ou até dez mil.61 Problemas logísticos, contudo, levam-me a crer que o uso desses veículos foi bastante limitado. Em primeiro lugar, se a polícia secreta amarrasse as pessoas e as jogasse dentro do furgão, cinquenta pessoas não caberiam no espaço sem que fosse necessário um esforço considerável para empilhá-los. Isso reduziria tanto o número de vítimas quanto a eficiência. O melhor método seria espremer as pessoas lá dentro, mantendo-as em pé. Depois, ao chegar ao local, eles teriam de laboriosamente descarregar os mortos e os moribundos manualmente lançá-los em uma vala, uma tarefa extremamente difícil, muito mais dura do que fazer com que as próprias vítimas caminhassem até a vala por força própria. Se eles descarregassem os corpos dessa maneira, eles poderiam fazer os prisioneiros a realizar isso, mas as fontes não fazem menção a isso, e a tarefa teria de ser supervisionada por agentes do NKVD.62
O
cenário mais provável e de otimização seria espremer o maior número possível de
pessoas na van, dirigir por cerca de 40 minutos até o local, posicionar o
veículo de ré junto à vala e fazer com que os próprios prisioneiros realizassem
o desembarque. Reunir, identificar e embarcar os prisioneiros nas prisões de
Butyrka ou Lubianka, seguir até Butovo, efetuar o desembarque e retornar
levaria, no mínimo, duas horas e meia. Na prática, isso significa que apenas
duas viagens poderiam ser realizadas em uma única noite. Se, por exemplo, três
caminhões estivessem em operação, seria possível eliminar 300 vítimas por
noite; contudo, devido a quebras mecânicas e outros contratempos, esse número
costumaria ser ainda menor. Por outro lado, em um período de cerca de seis
horas, 500 prisioneiros poderiam ser transportados, examinados, executados a
tiros e lançados em uma vala, sem a necessidade de auxílio de outros
prisioneiros. As vans de gás simplesmente não eram tão eficientes quanto o
fuzilamento — e a prova disso reside no que aconteceu depois. Não há evidências
de que tais vans de gás tenham sido utilizadas novamente, nem em Katyn,*8 nem em Vinnitsia, nem em qualquer
outro local onde o NKVD pretendesse eliminar um grande número de pessoas
rapidamente. Em adição, se Berg tivesse colocado em operação quinze ou vinte
caminhões e, com eles, matado muitas milhares de pessoas, isso teria representado
um fenômeno maior, com muito alta probabilidade de estar marcado no registro
documental, o qual, como ele é, o que se observa é em tudo marcos registrados
de alguma coisa efêmera: referências vagas, poucos detalhes e mesmo
pouquíssimas testemunhas lembrando disso. Em análise afinal, a van de gás de
Berg não passou, possivelmente, de uma novidade de curta duração.
Não
obstante, Isai Berg, o judeu, posiciona-se culpado perante toda a humanidade
por ter sido o pioneiro desta máquina de matar infernal.
Berg
não supervisionaria as dez últimas semanas de execuções em Butovo, pois foi
preso em 4 de agosto de 1938. O motivo alegado foi embriaguez e comportamento
indecente, mas a razão real foi o desmantelamento de seu clã dentro do NKVD e a
perda da proteção de que desfrutava. Radzivilovski e Yakubovich haviam sido
transferidos para fora de Moscou, e os novos superiores começaram a notar a
corrupção pervasiva no NKVD do distrito de Kuntsevo. O chefe daquele distrito
foi preso, e Berg também acabou transportado devido às suas conexões com
Kuntsevo. Berg foi interrogado — continuando com nosso tema — por um oficial
judeu, Matvei Titelman, que exigia que ele confessasse apenas abuso de
autoridade, e não a temida “atividade contrarrevolucionária”.63 Contudo, após Beria assumir o comando
do NKVD em novembro de 1938, a postura da cúpula tornou-se mais rígida. (Stalin
havia decretado o fim do Terror e precisava de bodes expiatórios para culpar
pelo fato de o massacre ter saído tanto do controle.) Berg e muitos membros de
seu clã foram, então, acusados de orquestrar uma conspiração contrarrevolucionária
no NKVD na região de Moscou, o que era sem sentido, assim como todas as outras
feitas naquele ano. Titelman foi preso no final de novembro, e seu sucessor
espancou Berg com um cassetete para forçar uma confissão.64 Em 7 de março de 1939, Berg foi
condenado à morte pelo Colégio Militar da Suprema Corte Soviética e executado.
Titelman fora fuzilado poucos dias antes; Yakubovich foi fuzilado no final de
fevereiro; Radzivilovski, em janeiro de 1940. A era da predominância judaica no
NKVD chegava a um fim abrupto, mas o estrago já estava feito.
Conclusão
As
três pessoas descritas acima, por mais sanguinárias que fossem, tinham inúmeros
contrapartes no Estado bolchevique. O número de judeus na alta cúpula da União
Soviética tem sido objeto de muito debate; contudo, para os russos comuns, era
muito mais relevante a presença de um grande contingente de judeus em posições
de poder por todo o país, em cargos de nível intermediário, especialmente na
polícia secreta, que detinha poder sobre a vida e a morte.65 Poucos desses judeus haviam rompido
definitivamente seus laços com a nação judaica, embora tentassem esconder esse
fato, atuando dentro e por meio da nação russa, sob a fachada do socialismo
internacional.66 Ainda, eles não podiam
se despojar de sua identidade e motivações judaicas, assim como um leopardo não
pode mudar suas manchas. Eles estavam movidos pelo desejo de vingança, não
apenas pelos males que acreditavam ter sofrido na Rússia, mas também por um
ódio profundamente arraigado contra os não judeus que eles haviam desenvolvido
e nutrido desde tempos antigos. Uma vez que ganhassem uma posição de poder na
Rússia, não importa o quão baixa o tênue que fosse, eles começaram a matar, e
continuaram a fazê-lo por três décadas ou mais, pois tal comportamento estava
enraizado em sua própria natureza. Quando o Estado soviético passou a
restringir o poder dos judeus e a abandonar o massacre como ferramenta de
governo, eles perderam, subitamente, o entusiasmo pelo comunismo à moda russa.
No
fim das contas, havia poucos comunistas judeus; somente judeus.
A
União Soviética e o bolchevismo judaico têm ido embora, mas a nação judaica —
carregada de suas memórias sombrias e expectativas — está mais forte do que
nunca. Ela passou a adotar novos cenários e táticas, mas o ódio profundo
continua a arder. Nós podemos vê-lo em ação em quase toda parte no mundo
moderno, num tempo em que o Ocidente se encontra à beira da dissolução. Como
será o próximo quarto de século? Se os judeus conquistarem o poder com o qual
sonham, será como isso —
![]() |
| Pintura encomendada pelos Rothschild, de autoria de Cleon Peterson |
Felizmente,
o Ocidente está despertando rapidamente, em grande parte por causa dos próprios
judeus que, com sua insolência característica, expuseram sua essência íntima
para que todo o mundo a veja. Sua arrogância é chocante, sua malícia, de tirar
o fôlego, e seu poder, descarado. Os acontecimentos estão, claramente, chegando
a um ponto decisivo. Se Deus permitir que a justiça triunfe, os judeus sofrerão
uma derrota definitiva na guerra que se avizinha. A alternativa é terrível
demais para ser cogitada. “Se... o judeu conquistar as nações deste mundo, sua
coroa tornar-se-á a coroa fúnebre da humanidade...”67
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
36 Nota de Karl Nemmersdorf: Berg é
um sobrenome comum tanto entre alemães quanto entre judeus; Tumshis e Zhukov o
identificam como judeu. Outra observação: dois dos nossos três personagens
nasceram fora da Zona de Assentamento, a vasta área na qual os judeus, segundo
suas próprias queixas, viviam “aprisionados”. Muitos judeus na Rússia Imperial
tinham o privilégio de viver fora dessa zona, e muitos outros o faziam de
maneira ilegal.
37 Nota de Karl Nemmersdorf: Tumshis
M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД СССР
1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), p. 125. O NKVD era o
Comissariado do Povo para Assuntos Internos, equivalente a um Ministério do
Interior. Foi estabelecido em julho de 1934 e absorveu a OGPU (“Diretoria
Política Estatal Unificada”) — a antiga Cheka —, que passou a ser a GUGB
(“Diretoria Principal de Segurança do Estado”). Um judeu, Yakov Agranov,
chefiava a GUGB, e outro judeu, Genrikh Yagoda, chefiava o NKVD. Tecnicamente,
a OGPU/GUGB e o NKVD eram distintos, mas os termos são frequentemente usados
intercambiavelmente.
38 Nota de Karl Nemmersdorf:
Alexander Vatlin, Agents of Terror:
Ordinary Men and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police. (Edited
& translated by Seth Bernstein. University of Wisconsin Press, 2016), pp.
12-13.
39 Nota de Karl Nemmersdorf:
Alexander Vatlin, Agents of Terror:
Ordinary Men and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, p. 14.
40 Nota de Karl Nemmersdorf:
Tumshis M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД
СССР 1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), p. 125.
41 Nota de Karl Nemmersdorf:
Alexander Vatlin, Agents of Terror:
Ordinary Men and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, p. 15.
42 Nota de Karl Nemmersdorf:
Segundo Robert Conquest, em sua obra magistral The Great Terror {O Grande
Terror em edição em português}: essa fase do domínio stalinista, entre 1937
e 1938, ocorreu após uma sucessão exaustiva de massacres e convulsões
comunistas — o Terror Vermelho sob Lênin, a destruição da Igreja e o
assassinato do clero, a coletivização forçada dos agricultores, a
industrialização acelerada e seus consequentes deslocamentos populacionais, a
vasta expansão do sistema gulag — com seus prisioneiros sendo forçados a
trabalhar em vastos projetos econômicos — e o Holodomor; isso para citar apenas
os picos mais altos no alcance da montanha de atrocidades soviéticas.
*3 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Politburo - Soviet political body, editores da Britannica, Britannica.
43 Nota de Karl Nemmersdorf: Para
uma discussão sobre os motivos de Stalin para o expurgo, veja Alexander Vatlin,
Agents of Terror: Ordinary Men and
Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, pp. xi-xii e xxvi. Stalin
queria eliminar uma possível «quinta-coluna» no caso de uma guerra —
considerada iminente —, substituir a antiga burocracia bolchevique por novos
quadros stalinistas e submeter a população a um novo processo de domesticação
por intimidação, visando incutir-lhe obediência.
44 Nota de Karl Nemmersdorf: Seth
Bernstein, Introdução, em Alexander Vatlin, Agents
of Terror: Ordinary Men and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police,
p. xxiii. Para a tabela de cotas por região, veja Karl Schlögel, Moscow 1937 (Polity Press, 2013), pp.
495-96. Não se deve deixar de notar que um sistema de cotas para execuções representa
o auge da barbárie.
*4 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf: Werth Nicolas, The NKVD Mass Secret Operation n°00447 (August 1937
- November 1938), Mass Violence &
Résistance, [online], publicado em 24 de maio de 2010.
45 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald
Rayfield, Stalin and His Hangmen: The
Tyrant and Those Who Killed for Him (New York: Random House, 2004), p. 308.
46 Nota de Karl Nemmersdorf:
Diferente de outros genocídios, uma grande parcela dos restos mortais das
vítimas do Grande Terror foi encontrada e identificada. Para obter informações
sobre locais de sepultamento, consulte o Map of Memory {Mapa da Memória} em https://en.mapofmemory.org/
47 Nota de Karl Nemmersdorf: Havia
vários outros locais importantes de execução e sepultamento na região de
Moscou: o Cemitério Donskoye contava com um crematório, onde milhares de
prisioneiros executados foram cremados e enterrados em valas comuns. Kommunarka
foi o local de mais de 6.000 execuções, envolvendo, em sua maioria,
bolcheviques de alto escalão.
48 Nota de Karl Nemmersdorf:
Alexander Vatlin, Agents of Terror:
Ordinary Men and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, p. xiv.
49 Nota de Karl Nemmersdorf:
Alexander Vatlin, Agents of Terror:
Ordinary Men and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, p. 31.
50 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Schlögel, Moscow 1937, p. 482.
*6 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf:
https://nkvd.memo.ru/index.php/Цесарский,_Владимир_Ефимович ou ttps://nkvd.memo.ru/index.php/Цесарский,_Владимир_Ефимович
*7 Fonte utilizada por Nota de Karl
Nemmersdorf:
https://nkvd.memo.ru/index.php/Цесарский,_Владимир_Ефимович
ou ttps://nkvd.memo.ru/index.php/Цесарский,_Владимир_Ефимович
51 Nota de Karl Nemmersdorf: Nérard
François-Xavier, “The Butovo Shooting Range,”
https://www.sciencespo.fr/mass-violence-war-massacre-resistance/fr/node/2747.html
https://www.sciencespo.fr/mass-violence-war-massacre-resistance/fr/document/butovo-shooting-range
52 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Schlögel, Moscow 1937, pp. 482-484.
53 Nota de Karl Nemmersdorf: Após o
início de agosto, Berg não esteve mais envolvido.
54 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Schlögel, Moscow 1937, pp. 472, 474.
55 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Schlögel, Moscow 1937, p. 482.
56 Nota de Karl Nemmersdorf: 973
pessoas foram fuziladas por serem cristãs ortodoxas, incluindo centenas de
padres, bispos e abades. Quarenta e nove padres foram fuzilados em um único
dia, 10 de dezembro de 1937. Para fins de comparação, dois rabinos foram
mortos. Karl Schlögel, Moscow 1937,
p. 487.
57 Nota de Karl Nemmersdorf: Ao
menos cinco historiadores afirmaram que Berg utilizava caminhões de gás:
Yevgenia Albats, em The State Within a
State: The KGB and its Hold on Russia—Past, Present, and Future (1994);
Timothy Colton, em Moscow: Governing the
Socialist Metropolis (1998); Catherine Merridale, em Night of Stone: Death and Memory in Twentieth Century Russia
(2002); Alexander Solzhenitsyn, em 200
Years Together (2002); e Robert Gellately, em Lenin, Stalin, and Hitler: The Age of Social Catastrophe (2007).
Merridale indica Colton como sua fonte, mas Colton não cita nenhuma fonte.
Albats, Gellately e Solzhenitsyn referenciam um artigo russo de 1990, de
autoria de Evgeni Zhirnov, que teve acesso aos registros investigativos
originais sobre Berg (da época em que este foi detido pelo NKVD) e forneceu
detalhes a respeito. Um trecho relevante desse artigo aparece aqui, em uma publicação
posterior de Zhirnov: https://www.kommersant.ru/doc/1265324
Em adição, pelo menos seis
oficiais de alto escalão da polícia secreta soviética, abrangendo o período de
Berg até a década de 1990, testemunharam sobre a existência do caminhão de gás
de Berg. Karl Radl analisa os depoimentos de cinco deles no texto “Stalin’s
Willing Executioners: The Jewish Origin of Stalin’s Gas Vans”, disponível em: https://karlradl14.substack.com/p/stalins-willing-executioners-the?utm_source=publication-search
58 Nota de Karl Nemmersdorf:
Tumshis M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД
СССР 1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), p. 126, citando o
depoimento de E. Zhirnov, que detalha o registro investigativo de Berg, bem
como depoimentos de integrantes do NKVD daquela época.
59 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Schlögel, Moscow 1937, p. 476.
60 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl
Radl analisa os depoimentos de cinco deles no texto “Stalin’s Willing
Executioners: The Jewish Origin of Stalin’s Gas Vans”, disponível em: https://karlradl14.substack.com/p/stalins-willing-executioners-the?utm_source=publication-search
61 Nota de Karl Nemmersdorf Karl
Radl, “Stalin’s Willing Executioners: The Jewish Origin of Stalin’s Gas Vans”,
disponível em: https://karlradl14.substack.com/p/stalins-willing-executioners-the?utm_source=publication-search
62 Nota de Karl Nemmersdorf: Uma
ideia longe do provável: furgões com sistema de basculamento hidráulico
semelhantes a caminhões caçamba, os quais poderiam dar marcha à ré e despejar
os mortos na vala automaticamente. Não há qualquer indício da existência de um
veículo desse tipo nas fontes, as quais mencionam, invariavelmente, um veículo
disfarçado de furgão de entrega de pães. A construção de um veículo com sistema
de basculamento apresentaria desafios técnicos muito maiores do que a dos
furgões a gás descritos; além disso, caminhões caçamba não eram comuns na
Rússia em 1937.
*8 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: One of them killed 10,000 people by himself. Who were the killers
from Katyn?, 07 de maio de 2019, Fragments of the article by Piotr Zychowicz,
in superhistoria.pl, Justice for polish victims OF THE SECONDO
WORLD WAR.
63 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexander
Vatlin, Agents of Terror: Ordinary Men
and Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, pp. 157-58, nota 156.
64 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexander
Vatlin, Agents of Terror: Ordinary Men and
Extraordinary Violence in Stalin’s Secret Police, pp. 67, 157-58, nota 156.
65 Nota de Karl Nemmersdorf: Por
três décadas tenho coletado dados sobre comunistas judeus e posso atestar que o
número de judeus que ocupavam cargos nos escalões intermediários do Estado
soviético é imenso. Eram essas as pessoas que governavam o país no dia a dia. O
número de judeus no meio acadêmico era igualmente grande.
66 Nota de Karl Nemmersdorf: Kevin
MacDonald discute esse ponto forte e persuasivamente no terceiro capítulo de The Culture of Critique.
67 Nota de Karl Nemmersdorf: Adolf
Hitler, Mein Kampf (Reynal and
Hitchcock, 1941), p. 84.
Fonte: Three Savage
Jewish Communists, por Karl Nemmersdorf, 30 de dezembro de 2025, The Occidental Observer.
https://www.theoccidentalobserver.net/2025/12/30/three-savage-jewish-communists/
Sobre o autor: Karl Nemmersdorf
é um escritor que contribui com artigos no The
Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção
por exposição de temas de alta polêmica.
__________________________________________________________________________________
Relacionado, leia também:
{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 1 – introdução, por Karl Nemmersdorf (Demais 4 partes na própria sequência do artigo).
Esquecendo Trotsky (7 de novembro de 1879 - 21 de agosto de 1940) - Por Alex Kurtagić
{Genocídios soviéticos – 1.2} Katyn vs ‘Khatyn’: outra farsa soviética Por Louis FitzGibbon
{Genocídios soviéticos - 1.1} Massacre de Katyn — “Os 10.000 Desaparecidos” - por Louis FitzGibbon
Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia - Por Valentyn Moroz
{EUA, Grã-Bretanha e a aliança com Stalin} Lidando com o Diabo - por Eric Margolis
Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}. Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.
Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill
Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek
Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton
Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton
Os banksters financiaram a Revolução de Outubro {do judaico-bolchevismo-comunismo} - por Freeman
{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}






