domingo, 18 de outubro de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Três comunistas judeus selvagens - parte 1 - introdução e Mikhail Vikhman, por Karl Nemmersdorf

 

 Karl Nemmersdorf

Introdução

Em meu artigo anterior (“Bolcheviques Judeus e Assassinatos em Massa: Rozalia Zemliachka e os Judeus Responsáveis ​​pelo Banho de Sangue na Crimeia, 1920”)*1, eu descrevi um grupo de judeus comunistas e o massacre que perpetraram nos primeiros anos do domínio bolchevique na Rússia. Sobre os trinta e cinco anos que compreenderam os governos de Lenin e Stalin, ocorreram centenas de massacres semelhantes, realizados por várias equipes de oficiais da Cheka-OGPU-NKVD (com significativa representação judaica ou até mesmo liderança direta), atuando em todas as regiões da URSS. Esses massacres clamam por mais atenção, e eu espero escrever sobre outros deles. Entretanto, por ora, eu descreverei três executores judeus depravados, cada um deles merecedor de infâmia e execração: Mikhail Vikhman, Revekka Plastinina-Maizel e Isai Berg. Vikhman foi um comissário de destaque da Cheka em Odessa e na Crimeia entre 1919 e 1921, onde ele executou pessoalmente, a tiros, centenas de vítimas, incluindo algumas de altíssima patente. (Sua carreira posterior reserva uma ironia notável.) Plastinina-Maizel foi uma funcionária do Partido que assassinou barbaramente milhares de pessoas no Extremo Norte da Rússia, juntamente com seu companheiro, um oficial desequilibrado da Cheka. Mais tarde, ela desfrutou de uma carreira no mais alto escalão do judiciário soviético — um fato que ilustra bem as perversidades da sociedade soviética. Berg, um oficial de destaque da NKVD em Moscou e executor durante o Grande Terror, já goza de certa notoriedade entre anticomunistas por ter sido o pioneiro no uso de caminhões de gás para fins homicidas, concebidos para auxiliá-lo em sua tarefa habitual: organizar a execução de quase vinte mil pessoas no local de extermínio de Butovo, entre 1937 e 1938. Esses três judeus, sozinhos, são responsáveis ​​pela morte de mais de vinte mil pessoas; seus nomes deveriam ser tão conhecidos quanto os de Eichmann ou Mengele — e por melhores razões.

 

Mikhail Vikhman

Mikhail Vikhman nasceu em 1888, em Astracã ou nas proximidades, às margens do Mar Cáspio. Seu pai, Moisey, era comerciante de peixes. Mikhail formou-se na Realschule*2 de Astracã em 1907 e trabalhou como eletricista até ser convocado para o serviço militar em 1912. Serviu em um batalhão de sapadores,1 lutou na Primeira Guerra Mundial e foi condecorado com a Cruz de São Jorge (4ª classe). Com a chegada da Revolução, ascendeu rapidamente a cargos de poder, atuando inicialmente como chefe de polícia em Tsaritsyn (Stalingrado).2 Em 1918, já havia aderido aos bolcheviques, tornado-se um chekista; participou da repressão a uma revolta cossaca e, como comandante do 1º Regimento de Partidários Vermelhos, combateu na Ucrânia contra diversas forças antibolcheviques. Na primavera de 1919, ele tornou-se o líder da Cheka em Odessa, a terceira maior cidade na Ucrânia. Aquele que antes fora um cabo sapador detinha agora o poder de vida e morte sobre quase meio milhão de pessoas. (A cidade tinha uma grande população judaica, assim como também a sua Cheka.) Ali, ele ganhou fama não como um administrador sábio ou promotor do bem comum, mas como um assassino em massa sanguinário. Sergei Melgunov, em The Red Terror in Russia, relata que Vikhman empregava seis executores, mas “entrava nas celas e massacrava prisioneiros para seu próprio prazer.”3 No verão de 1919, quarenta ou cinquenta prisioneiros eram fuzilados todas as noites, e ex-oficiais do Exército Branco eram mortos ao serem “acorrentados a pranchas e empurrados muito lentamente para dentro de fornalhas...”4 Uma fonte afirma que Vikhman fuzilou mais de 200 pessoas durante sua permanência em Odessa, incluindo o ex-chefe de polícia Barão Sergei Vasilyevich van der Hoeven (1865–1919) e o reitor da Universidade de Novorossiysk, Sergei Levashov.5 Melgunov apresenta outro relato, tristemente típico daquela era:

... há registro de um caso em que, quando a tampa de um caixão se abriu lentamente e dele surgiu o grito Meus camaradas, eu ainda estou vivo!”, enviou-se uma mensagem telefônica à Cheka, em que se extraiu a réplica: “Resolvam isso com um tijolo”; um apelo posterior ao próprio chefe da Cheka [Vikhman] provocou a piada: “Suponho que devamos requisitar o melhor cirurgião de Odessa?”; e, finalmente, um funcionário da Cheka teve de ser enviado ao local para disparar contra a vítima uma segunda vez com um revólver.6

Vikhman parece ter trabalhado em Odessa durante parte do ano de 1920, mas, na primavera de 1921, ele tornou-se o chefe da Cheka regional da Crimeia.7 O Exército Vermelho havia conquistado a Crimeia recentemente, e forças bolcheviques, sob a liderança de dois judeus repugnantes — Bela Kun e Rozalia Zemliachka —, haviam submetido a península a uma devastação aterradora. Agora, Vikhman, outro judeu sem remorso, comandava todas as forças da Cheka na península, e as matanças prosseguiam. Remanescentes das forças Brancas haviam buscado refúgio nas colinas para travar uma guerra de guerrilha (tanto para sobreviver quanto para resistir ao domínio comunista), e Vikhman organizou tropas para eliminá-los; os capturados eram liquidados. Os comunistas consideraram que muitos outros mereciam a morte, e Vikhman emprestou sua mão e sua pistola Mauser à tarefa. Entre outros, ele executou a tiros os ex-ministros ucranianos Alexander Ragoza e Komorny. Anos mais tarde, declarou que, na Crimeia, havia executado pessoalmente “muitas centenas” de “inimigos do poder soviético... cujo número exato está gravado na minha Mauser e na minha carabina de combate.”8

{O judeu-bolchevique Mikhail Vikhman (1888-1963) nas mãos de interrogadores judeus-bolcheviques}

Mas houve problemas: o Comitê do Partido Bolchevique da Crimeia colocou-se de pé com a postura arrogante de Vikhman. Eles acusaram-no de prender membros do Partido e de desafiar as autoridades partidárias. Ele foi afastado do cargo e enviado para o Cáucaso, onde trabalhou na Cheka da província de Stavropol. No entanto, no final de 1921, o Partido o expulsou de suas fileiras e o desligou da Cheka.9 Foi o fim da primeira fase de sua carreira.

Vikhman retornou a Odessa e trabalhou na administração da rede de bondes da cidade, uma queda e tanto para o ameaçador e todo-poderoso executor da Cheka. Pouco tempo depois, porém, ele ganhou readmissão no Partido e até mesmo na Cheka. Depois de 1928, ele ocupou diversos cargos de nível intermediário na OGPU (organização sucessora da Cheka), em Kharkov (Ucrânia) e no Cáucaso. Ele participou da repressão a revoltas camponesas, chefiou o departamento da OGPU na cidade de Chernigov e recebeu a condecoração de “Trabalhador Honorário da Cheka-OGPU” (1932). Em 1938, ele estava trabalhando em Vinnytsia como vice-chefe da milícia do NKVD. Então, bateram à sua porta. Era 8 de julho de 1938, o auge do Grande Terror — o pico absoluto de décadas de repressão, e Stalin começava a liquidar os próprios liquidadores. Genrikh Yagoda, o chefe judeu do NKVD, havia sido fuzilado em março, e milhares de outros agentes da polícia secreta pereceriam nos anos seguintes. Agora era a vez de Vikhman: a polícia secreta revistou sua casa, apreendeu um arsenal e o levou para a prisão de Lukyanivska, em Kiev.

O Partido estava realizando um grande expurgo no NKVD ucraniano: o antigo chefe de Vikhman, o judeu Izrail Leplevsky, chefe do NKVD na Ucrânia, tinha sido substituído em janeiro, preso em abril e fuzilado em julho. O novo chefe, o russo Alexander Uspensky, tinha ordens para eliminar os homens de Leplevsky, “entre os quais se incluía um grande número de agentes judeus do NKVD”.10 Centenas foram presos, mas não todos: Leplevsky havia sido torturado durante seu interrogatório pelos agentes judeus do NKVD Lulov e Vizel,11 e Vikhman agora enfrentava uma experiência semelhante: foi torturado pelos judeus Kogan (forma russa de Cohen) e Ratner.12 Esses homens o espancaram impiedosamente e o obrigaram a permanecer de pé, ininterruptamente, por até quatro dias. (A quantas pessoas Vikhman havia feito o mesmo?) Em 17 de julho, ele cedeu e admitiu a culpa. Ele ficou gravemente lesionado, chegando a ficar incapacitado por este tratamento.

Era uma cena espantosa: na Rússia do século XX, um homem chamado Cohen — descendente da antiga linhagem sacerdotal hebraica — interrogava e torturava outro judeu; ambos eram ateus convictos e membros implacáveis ​​da mesma polícia secreta, servindo um tirano georgiano que governava a Rússia em nome do socialismo marxista!13

Vikhman, compreensivelmente, estava ultrajado por ter sido submetido a tal tratamento e recorreu a autoridades superiores. Em uma carta a um deputado do Soviete Supremo, ele mencionou seu trabalho em prol da pátria socialista, vangloriou-se de ter fuzilado centenas de inimigos do regime soviético e apelou à “justiça” e à “verdade bolchevique stalinista”.14 Em meio à sua situação desesperadora, ele de repente encontrou verdades às quais se agarrar. No fim, ele escapou do tiro na nuca: ele foi sentenciado a cinco anos (novembro de 1939) e, alguns meses depois, o Estado ordenou sua libertação, provavelmente devido à sua deterioração física. Passou o ano seguinte em um hospital neurológico, mas acabou retomando o trabalho no setor de energia elétrica soviético e em um estaleiro em sua cidade natal, Astracã. Mais tarde, aposentou-se, mas teve de vender água mineral para complementar sua parca pensão. Obteve a reabilitação política em 1956. Tratava-se de um processo no qual o Estado declarava inocentes algumas das pessoas reprimidas sob o governo de Stalin e lhes restituía os direitos, inclusive o recebimento de pensões. Os tribunais analisavam as provas e proferiam uma decisão; Vikhman viu seu nome ser “limpo” antes de morrer.15

Pergunta-se o que ele pensava sobre tudo isso ao se aproximar do fim da vida: os sonhos de um paraíso socialista, o prestígio e o poder de que ele desfrutou, as lembranças do estampido ensurdecedor de sua Mauser nos porões da morte, a amargura de sua própria prisão e tortura. E, por fim, a penúria e a debilidade física. Ele não era um intelectual; talvez dedicasse pouco tempo à reflexão, atenuando suas mágoas ao se apegar à antiga visão do socialismo — a única coisa capaz de fazer tudo aquilo parecer valer a pena. Como outros velhos burocratas stalinistas (mesmo Kaganovich e Molotov)16, ele passou o resto da vida em um apartamento surrado, à espera do cheque mensal da aposentadoria, jogando damas e lendo o Pravda. Ele morreu em 1963.17

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas

*1 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 1 – introdução, por Karl Nemmersdorf, 30 de agosto de 2026, World Traditional Front. (Demais 4 partes na própria sequência do artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2026/08/urss-e-o-terrorismo-judaico-bolchevique_0748173581.html

*2 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Realschule, Internet Encyclopedia of Ukraine.

https://www.encyclopediaofukraine.com/display.asp?linkpath=pages%5CR%5CE%5CRealschule.htm

1 Nota de Karl Nemmersdorf: Sapadores são engenheiros de combate que constroem estradas, pontes e fortificações, instalam e removem campos minados, realizam demolições, etc.

2 Nota de Karl Nemmersdorf: As fontes sobre Vikhman são escassas e podem ser contraditórias. Eu tenho confiado no seguinte: 

a) Alexandra Polyak, Михаил Вихман — палач Одесской ЧК e жертва коммунистического режима (Mikhail Vikhman, Executor da Odessa Cheka e Vítima do Regime Comunista) Jan 2020. https://zaodessu.com.ua/articles/mihail-vihman-palach-odesskoj-chk-i-zhertva-kommunisticheskogo-rezhima/

b) D. Sokolov, Чекист Вихман в необычной для себя роли (Chekista Vikhman em um papel incomum) https://d-v-sokolov.livejournal.com/2189489.html?es=1

c) Tumshis M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД СССР 1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), 2ª edição, revisada e ampliada. Moscou: Universidade Dmitry Pozharsky, 2017. Pp. 192-94.

d) Abramov, Vadim, Евреи в КГБ (Judeus na KGB). Moscou: Izdatel Bystrov, 2006. Pp. 142-43.

Abramov, Tumshis e Polyak identificam Vikhman como judeu.

3 Nota de Karl Nemmersdorf: The Red Terror in Russia (Westport, CT: Hyperion Press, 1976), 203. Melgunov foi um escritor e político russo que se opôs ao domínio bolchevique; foi preso e sentenciado à morte, mas teve a pena comutada, após o que partiu para o exterior. Ele reuniu informações de exilados russos (muitas vezes testemunhas desses eventos) —na volumosa imprensa de expatriados russos na Europa Ocidental — e o publicou em 1924.

4 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (New York, 1981), pp. 200, 198.

5 Nota de Karl Nemmersdorf: Esta informação consta em Alexandra Polyak, Михаил Вихман — палач Одесской ЧК e жертва коммунистического режима (Mikhail Vikhman, Executor da Odessa Cheka e Vítima do Regime Comunista) Jan 2020.

6 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Melgunov, Red Terror in Russia, p. 213.

7 Nota de Karl Nemmersdorf: Duas características do início do domínio comunista na Rússia foram a rápida ascensão de judeus medíocres a cargos de poder e a constante movimentação de pessoal para diferentes trabalhos e regiões.

8 Nota de Karl Nemmersdorf: Tumshis M. e V. Zolotaryov, ЕВРЕИ В НКВД СССР 1936-1938 (Judeus no NKVD da URSS, 1936-1938), p. 193.

9 Nota de Karl Nemmersdorf: As fontes não fornecem detalhes que possam ilustrar a estória por trás desses eventos.

10 Nota de Karl Nemmersdorf: Lynne Viola, Stalinist Perpetrators on Trial (New York: 2017), p. 27.

11 Nota de Karl Nemmersdorf: Shimon Briman, “Stalin’s terror: Jewish victims and executioners,” em Forum Daily, https://www.forumdaily.com/en/politicheskie-repressii-evrei-zhertvy-i-palachi/

12 Nota de Karl Nemmersdorf: D. Sokolov, Чекист Вихман в необычной для себя роли (Chekista Vikhman em um papel incomum).

13 Nota de Karl Nemmersdorf: É impressionante as permutações pelas quais o ideal messiânico judaico pode passar quando o seu único objeto verdadeiro é negligenciado.

14 Nota de Karl Nemmersdorf: D. Sokolov, Чекист Вихман в необычной для себя роли (Chekista Vikhman em um papel incomum).

15 Nota de Karl Nemmersdorf: Absolvido de acordo com as concepções soviéticas de justiça, é claro. Eu duvido que muitas de suas próprias vítimas tenham sido reabilitadas.

16 Nota de Karl Nemmersdorf: Kaganovich passou o restante de sua vida sozinho em um apartamento no sexto andar, no Cais Frunze, em Moscou. Assim como Molotov, ele recebia uma pensão irrisória de 120 rublos por mês. Seu apartamento era descrito como “pobre”, e ele não tinha carro nem dacha. Certamente, a situação de Vikhman não era melhor do que essa. Extraído de E. A. Rees, Iron Lazar: A Political Biography of Lazar Kaganovich, (Anthem Press, 2013), p. 268.

17 Nota de Karl Nemmersdorf: Eu não encontrei nenhum indício de que Vikhman tivesse esposa ou filhos.

Fonte: Three Savage Jewish Communists, por Karl Nemmersdorf, 30 de dezembro de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/12/30/three-savage-jewish-communists/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

{Genocídios soviéticos - 2.1} The Crime Of Moscow In Vynnytsia - resenha de David McCalden

 

David McCalden
(pseudônimo Lewis Brandon)


The Crime Of Moscow In Vynnytsia, introdução de John F. Stewart, prefácio de Lewis Brandon, Institute for Historical Review, 1980, 48 páginas (capa comum), US$ 3,00 (via IHR). ISBN: 0-911038-90-6.

Resenha de David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Em 1943, as autoridades de ocupação alemãs na Ucrânia descobriram os corpos de 9.439 vítimas da NKVD soviética. As vítimas eram todas dissidentes ucranianos que haviam sido detidos pelos soviéticos entre 1937 e 1939, antes da invasão alemã. Os alemães descobriram os corpos sob um pomar, sob um parquinho infantil e em um parque.

Os alemães conseguiram reunir uma Comissão Internacional de especialistas forenses de onze países europeus diferentes — aliados, do Eixo e neutros. Os especialistas forenses examinaram os corpos e constataram o seguinte:

Todos os cadáveres do sexo masculino estavam com as mãos amarradas nas costas e haviam sido baleados na nuca.

60 cadáveres também apresentavam sinais de espancamento com objetos contundentes, indicando que o tiro inicial não os havia matado imediatamente.

Três cadáveres do sexo feminino estavam nus e sem as mãos amarradas, indicando provável interferência sexual.

As roupas das vítimas indicavam que todas pertenciam à classe trabalhadora ou ao campesinato.

Pelo menos uma vítima apresentava terra no estômago, indicando que tinha sido enterrada viva.

Em uma repetição inquietante da descoberta alemã dos assassinatos de 14.500 poloneses na Floresta de Katyn, os alemães tiveram de enterrar novamente os corpos às pressas e recuar diante do avanço do Exército Vermelho. Assim como no caso de Katyn, o membro búlgaro da Comissão Internacional foi capturado pelos soviéticos. No entanto, neste caso, o búlgaro não renegou seu testemunho; ele foi executado. Os soviéticos também não tentaram atribuir aos alemães a culpa pelas mortes dos ucranianos; não havia como nem mesmo os comunistas, mestres na duplicidade de discurso, conseguirem arquitetar tal mentira.

No final, todo o caso foi ocultado, juntamente com os próprios corpos. Não foi até 1951 que um grupo corajoso de expatriados ucranianos e simpatizantes no Ocidente publicou este livreto de 48 páginas, expondo a atrocidade para que todos a testemunhassem. Mas, até mesmo essa voz corajosa — clamando em meio ao deserto da política de détente {termo para amenização de tensões nucleares na Guerra Fria} — teria se perdido no esquecimento, não fossem os esforços do Institute for Historical Review. Agradecimentos são devidos ao Comitê de Memória de Vynnytsia, liderado pelo Dr. Jaroslaw Sawka, pelo incentivo e pela orientação na concretização desta obra tão necessária.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua... 

Fonte: The Crime Of Moscow In Vynnytsia, The Journal of Historical Review, vol. 1, Nº. 4, p. 376.

https://vho.org/GB/Journals/JHR/1/4/Brandon376.html

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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domingo, 4 de outubro de 2026

O perigo e o desafio do poder judaico-sionista - por Mark Weber

 

Mark Weber


Texto de uma palestra dada na reunião do “London Forum”, no Grosvenor Hotel em Londres, Inglaterra, em 11 de abril de 2015, e — com pequenas alterações — no “Congresso Identitário Internacional” em Guadalajara, México, em 2 de maio de 2015. O texto foi editado para publicação aqui, e referências às fontes foram incluídas. (Um vídeo da palestra de Weber em Londres está disponível no YouTube.)*1

O encontro do “London Forum” o qual reuniu uma audiência de mais de cem pessoas, recebeu ampla cobertura — porém hostil — da imprensa britânica. Organizações judaicas reclamaram sobre o evento. A Polícia Metropolitana de Londres analisou as falas de Weber e de outros oradores presentes na reunião e concluiu que o conteúdo do que disseram “não atingia o patamar necessário para a abertura de uma investigação criminal,” segundo o Daily Express. A notícia de que Weber e os demais oradores “não seriam punidos provocou indignação na comunidade judaica,” observou também o Express. Posteriormente, as autoridades britânicas proibiram a entrada de Weber no país.*2

Por muitos anos, Israel tem violado padrões bem estabelecidos do direito internacional e tem desafiado inúmeras resoluções das Nações Unidas por meio da ocupação de territórios conquistados, de execuções extrajudiciais e de repetidos atos de agressão militar.

A maior parte do mundo considera as políticas de Israel — e, em particular, a opressão aos palestinos — ilegais e ultrajantes. Esse consenso internacional reflete-se, por exemplo, em inúmeras resoluções da ONU que condenam Israel, aprovadas por maiorias esmagadoras.

Em outubro de 2003, por exemplo, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução condenando a chamada “barreira de segurança” de Israel, uma estrutura grotesca, com trechos muito maiores e mais imponentes que o Muro de Berlim, construída por Israel em território palestino ocupado. A resolução contou com o apoio de 144 países, representando quase a totalidade da população mundial. Doze países abstiveram-se. Apenas quatro países opuseram-se à resolução: Israel, Estados Unidos, Ilhas Marshall e Micronésia. Estes dois últimos são pequenos Estados insulares do Oceano Pacífico, com uma população conjunta de 180.000 habitantes, que dependem inteiramente dos EUA.1

Em dezembro de 2003, para citar outro exemplo, os membros da Assembleia Geral da ONU analisaram uma resolução que reafirmava o princípio da soberania palestina. Ela recebeu o apoio de 142 Estados, incluindo todas as nações da Europa e da América do Sul. Nesse caso também, apenas quatro países votaram contra a resolução: Israel, os Estados Unidos, as Ilhas Marshall e a Micronésia.2

“O mundo inteiro”, disse o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, há alguns anos, “está exigindo que Israel se retire [dos territórios palestinos ocupados]. Não creio que o mundo inteiro... possa estar errado.”3

Por que os Estados Unidos se destacam entre as nações do mundo pelo apoio inigualável ao Estado sionista?

Com muito poucas exceções, mesmo aqueles políticos e figuras da mídia americanos que por vezes criticam uma ou outra política israelense são, ainda assim, praticamente unânimes em seu apoio entusiástico a Israel — e não apenas como país, mas como um Estado étnico-religioso enfaticamente judaico. A despeito de divergências ocasionais sobre políticas específicas, os EUA continuam, como fazem há anos, a oferecer a Israel um apoio militar, diplomático e financeiro crucial, incluindo mais de 3 bilhões de dólares anuais em ajuda. Apesar de divergências ocasionais sobre políticas específicas, os EUA continuam, como fazem há anos, a oferecer a Israel um apoio militar, diplomático e financeiro crucial, incluindo mais de 3 bilhões de dólares anuais em auxílio.

Por que o apoio a Israel por parte de políticos e da mídia é mais veemente e inquestionável nos Estados Unidos do que em qualquer outro lugar? Bem, uma possível explicação para esse nível incomparável de apoio é que os americanos são muito mais conscientes, esclarecidos ou guiados por princípios do que as pessoas em qualquer outra parte do mundo.

Uma pessoa que tem falado candidamente sobre a verdadeira razão é o bispo sul-africano Desmond Tutu, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1984. Ao dirigir-se a uma plateia em Boston, ele disse: “Mas vocês sabem, assim como eu, que, de alguma forma, o governo de Israel é colocado em um pedestal [nos EUA], e criticá-lo significa ser imediatamente rotulado de antissemita... As pessoas neste país têm medo de dizer que o que é errado é errado, porque o lobby judaico é poderoso — muito poderoso.”4

O bispo Tutu falou a verdade. Embora os judeus montam apenas dois ou três por cento da população dos EUA, eles exercem imenso poder e influência – muito mais do que qualquer outro grupo étnico ou religioso.

Como apontou o escritor judeu e professor de ciência política Benjamin Ginsberg:5

“Desde a década de 1960, os judeus têm vindo a empunhar influência considerável na vida econômica, cultural, intelectual e política dos Estados Unidos. Judeus desempenharam um papel central no setor financeiro americano durante a década de 1980 e eles estavam entre os principais beneficiários das fusões e reorganizações corporativas daquela época. Hoje, embora a população judaica represente pouco mais de 2% do total do país, quase metade dos bilionários americanos é de origem judaica. Os presidentes-executivos das três principais redes de televisão e dos quatro maiores estúdios de cinema são judeus, assim como os proprietários da maior rede de jornais do país e do jornal mais influente, o New York Times... O papel e a influência dos judeus na política americana são igualmente marcantes...”

“Os judeus são somente 3% da população do país e constituem onze por cento do que este estudo define como a elite nacional. No entanto, os judeus perfazem mais de 25% da elite de jornalistas e editores, mais de 17% dos líderes de importantes organizações voluntárias e de interesse público e mais de 15% dos funcionários públicos do topo do escalão.”

Stephen Steinlight, ex-diretor de Assuntos Nacionais do Comitê Judaico Americano, também observou o que chama de “poder político desproporcional” dos judeus, o qual, conforme ele coloca, é — em termos relativos — “o maior de qualquer grupo étnico ou cultural na América”. Ele prossegue explicando que “a influência e o poder econômicos judaicos estão concentrados de forma desproporcional em Hollywood, na televisão e na indústria de notícias”.6

Dois escritores judeus renomados, Seymour Lipset e Earl Raab, destacaram em seu livro de 1995, Jews and the New American Scene:7

“Durante as últimas três décadas, os judeus [nos Estados Unidos] tem somado 50 por cento dos duzentos principais intelectuais... 20 por cento dos professores das principais universidades... 40 por cento dos sócios dos principais escritórios de advocacia de Nova York e Washington... 59 por cento dos diretores, roteiristas e produtores dos 50 filmes de maior bilheteria entre 1965 e 1982, e 58 por cento dos diretores, roteiristas e produtores de duas ou mais séries de televisão do horário nobre.”

Em 2007, a revista Vanity Fair publicou uma lista do que chama de “as pessoas mais poderosas do mundo” — uma relação dos cem nomes mais influentes entre chefes de mídia, banqueiros, editores, criadores de imagem e outros, que determinam como vemos a nós mesmos e ao mundo e que — direta e indiretamente — moldam nossas vidas e nossos futuros. Judeus somavam mais da metade dos homens e mulheres poderosos da lista da Vanity Fair, noticiou um jornal israelense de primeira proeminência, o The Jerusalem Post.8

O papel dos judeus na vida política americana é, de forma semelhante, formidável e desproporcional. Um membro da influente Conferência de Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas “estimou que somente os judeus haviam contribuído com 50 por cento dos recursos para a campanha de reeleição do [presidente Bill] Clinton em 1996”.9 A revista americana Mother Jones compilou uma lista dos 400 maiores doadores para as eleições nacionais dos EUA no ano 2000. Sete dos dez primeiros eram judeus, assim como doze dos 20 primeiros e 125 dos 250 primeiros.10

Em anos recentes, o maior doador individual para políticos americanos, de longe, tem sido Sheldon Adelson, um bilionário judeu veementemente pró-sionista. Na campanha eleitoral dos EUA de 2012, o magnata dos cassinos e sua esposa doaram dezenas de milhões de dólares ao candidato presidencial republicano Mitt Romney e a outros candidatos, grupos e organizações pró-Israel. Conforme noticiou o The New York Times: “O Sr. Adelson, cuja fortuna de US$ 38 bilhões o coloca entre os homens mais ricos do mundo, injetou cerca de US$ 100 milhões em campanhas republicanas em 2012...”11

Nos últimos anos, o maior doador para candidatos do Partido Democrata tem sido Haim Saban, um bilionário israelense e magnata da mídia global. Observando a devoção fervorosa de Saban ao Estado judeu, o The New York Times relatou: “Desde então, ele emergiu como talvez o magnata com mais conexões políticas de Hollywood, exercendo sua influência e seu poder financeiro em Washington e, cada vez mais, no mundo, na tentativa de influenciar tudo o que diz respeito a Israel. ‘Eu sou um homem de uma causa só, e minha causa é Israel’, disse ele.”12 M. J. Rosenberg, analista de assuntos políticos da revista The Nation, observou: “Adelson e Saban são os principais financiadores, respectivamente, dos partidos Republicano e Democrata, embora, como ressalta Adelson, ‘quando se trata de Israel, nós estamos do mesmo lado’.”13

Michael Medved, um bem-conhecido autor judeu e crítico de filme, escreveu:

“Não faz o menor sentido tentar negar a realidade do poder e da proeminência judaicos na cultura popular... Qualquer lista dos executivos de produção mais influentes de cada um dos principais estúdios de cinema apresentará uma ampla maioria de nomes reconhecidamente judaicos.”14

Uma pessoa que estudou atentamente esse assunto é Jonathan J. Goldberg, editor do Forward, influente semanário da comunidade judaica. Em seu livro de 1996, Jewish Power, ele escreveu:15

“Em uns poucos setores-chave da mídia, notadamente entre os executivos dos estúdios de Hollywood, os judeus são tão numericamente dominantes que descrever esses negócios como sendo controlados por judeus não passa de uma observação estatística...”

Goldberg seguiu pontuando:

“A Hollywood do final do século XX ainda é uma indústria com um forte viés étnico. Praticamente todos os altos executivos dos grandes estúdios são judeus. Roteiristas, produtores e, em menor grau, diretores são desproporcionalmente judeus — um estudo recente indicou que esse índice chega a 59% entre os filmes de maior bilheteria.

“O peso combinado de tantos judeus em uma das indústrias mais lucrativas e importantes dos Estados Unidos confere aos judeus de Hollywood um enorme poder político. Eles constituem uma importante fonte de dinheiro para candidatos democratas.”

Joel Stein, colunista do Los Angeles Times, tem escrito:

“Como um judeu orgulhoso, eu quero que a América saiba sobre nossa realização. Sim, nós controlamos Hollywood... Eu não me importo se os americanos acham que nós estamos no comando da mídia, de Hollywood, de Wall Street ou do governo. Eu só me importo que continuemos a comandá-los.”16

Sobre os anos, essa influência impactante tem tido um impacto profundo na maneira como os americanos sentem, pensam e agem. Uma figura política de destaque que reconheceu publicamente essa realidade é o vice-presidente Joe Biden. Em um discurso notável proferido em maio de 2013, ele afirmou que o papel — por ele descrito como “imenso" e “desproporcional” papel dos judeus na mídia de massa e na vida cultural dos EUA é o fator isolado mais importante na formação das atitudes americanas ao longo do último século e na condução de grandes mudanças sociopolíticas.17 O vice-presidente Biden disse: “Eu aposto que 85 por cento dessas mudanças [sociopolíticas], seja em Hollywood ou nas redes sociais, são consequência da atuação de líderes judeus na indústria. A influência é imensa.” Ele acrescentou: “A herança judaica tem moldado quem nós somos — todos nós, nós, eu — tanto ou mais do que qualquer outro fator nos últimos 223 anos. E isso é um fato.”

Como Biden menciona, esse não é, por meio algum, um fenômeno novo. Quarenta e três anos atrás — durante uma reunião privada na Casa Branca que foi gravada secretamente, o presidente Richard Nixon e o reverendo Billy Graham — o evangelista cristão mais conhecido do país — conversaram francamente sobre o duro e fechado controle judaico da mídia. Graham disse: “Esse domínio sufocante tem de ser quebrado, ou o país vai para o ralo”. Ao que o presidente respondeu: “Você acredita nisso?” “Sim, senhor”, disse Graham. “Ohh garoto”, respondeu Nixon. “Eu também. Eu nunca posso dizer isso [publicamente, isto é], mas eu acredito nisso.”18

Como tudo isso tem acontecido? O acadêmico norte-americano de origem judaica Alfred M. Lilienthal forneceu uma resposta em seu estudo detalhado de 1978, The Zionist Connection {A Conexão Sionista}. Ele escreveu:19

“Como a vontade sionista foi tem sido imposta ao povo americano? … É a conexão judaica, a solidariedade tribal entre eles e a incrível influência exercida sobre os não-judeus, que tem moldado esse poder sem precedentes… A conexão judaica abrange todas as áreas e alcança todos os níveis. A maioria dos americanos pode nem sequer perceber esse esforço gigantesco, mas dificilmente há um judeu que não seja tocado por seus tentáculos…”

“A extensão e a profundidade do alcance do judaísmo organizado nos EUA alcançou – e alcança – nos EUA, são de fato, impressionantes... O componente mais eficaz da conexão judaica é, provavelmente, o controle da mídia... Os judeus, endurecidos por séculos de perseguição, ascenderam a posições de suma importância no mundo empresarial e financeiro... A riqueza e a perspicácia judaicas exercem um poder sem precedentes nas áreas de finanças e bancos de investimento, desempenhando um papel importante na influência da política dos EUA em frente ao Oriente Médio... Nas grandes áreas metropolitanas, a conexão judaico-sionista permeia profundamente os círculos afluentes das finanças, do comércio, da vida social, do entretenimento e das artes.”

            Por causa que o poderio militar dos EUA é, de longe, o mais formidável e intervencionista do mundo, o papel judaico-sionista na definição da política americana tem consequências para pessoas muito além das fronteiras dos Estados Unidos. Durante a administração do presidente George W. Bush, um grupo — uma cabala — de judeus de alto escalão, os chamados “neoconservadores,” desempenhou um papel fundamental ao impulsionar os Estados Unidos para a guerra no Iraque. Eles incluíam: Paul Wolfowitz, vice-secretário de Defesa; Richard Perle, do Conselho de Política de Defesa do Pentágono; David Wurmser, do Departamento de Estado; e Douglas Feith, subsecretário de Política do Pentágono. Esses homens agiram em consonância com planos sionistas de derrubar o regime iraquiano, planos que já estavam estabelecidos muito antes de Bush assumir a presidência, no início de 2001.20

Para pessoas bem-informadas, essa realidade não é segredo. Na Grã-Bretanha, um membro veterano da Câmara dos Comuns declarou candidamente, em maio de 2003, que judeus pró-Israel haviam assumido o controle da política externa dos EUA e conseguido levar os EUA e a Grã-Bretanha à guerra no Iraque. Tam Dalyell, deputado do Partido Trabalhista conhecido como “Pai da Câmara” por ser o parlamentar com mais tempo de mandato, disse: “Uma cabala judaica assumiu o governo dos Estados Unidos e formou uma aliança profana com cristãos fundamentalistas...” e acrescentou: “Há influência judaica excessiva nos Estados Unidos.”21

Em Washington, o senador Ernest Hollings foi movido a declarar que o Iraque foi invadido — nas suas palavras — para “garantir a segurança de Israel,” e que “todos” sabem disso. Referindo-se à relutância de seus colegas no Congresso em reconhecer abertamente essa realidade, Hollings afirmou que “ninguém está disposto a se manifestar e dizer o que está acontecendo.” Os membros do Congresso, com poucas exceções, apoiam Israel e suas políticas sem questionamentos, devido ao que Hollings chamou de “pressões políticas que nós contraímos”.22

Os americanos têm pago um preço alto pela aliança dos EUA com Israel. Isso inclui dezenas de bilhões de dólares em ajuda econômica e militar ao Estado judeu, as centenas de bilhões de dólares custeados pela guerra e pela ocupação do Iraque, e a morte de mais de quatro mil militares americanos naquele conflito. Direta e indiretamente, a chamada “relação especial” dos Estados Unidos com Israel também gerou uma desconfiança, um medo e uma aversão sem precedentes em relação ao país ao redor do mundo. Ao apoiar Israel e suas políticas, os Estados Unidos traem não apenas seus próprios interesses nacionais, mas também os princípios que afirmam incorporar e defender.

Na verdade, se os Estados Unidos aplicassem a Israel os mesmos critérios que aplicaram ao Iraque, à Sérvia e a outros países, bombardeiros e mísseis americanos estariam atacando Tel Aviv, e autoridades americanas estariam colocando líderes israelenses atrás das grades por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Com líderes sionistas agora pressionando os Estados Unidos a travarem novas guerras contra os adversários de Israel, é provável que o custo da aliança americana com o Estado sionista aumente consideravelmente nos próximos anos.23

Líderes israelenses e judaico-sionistas afirmam que os judeus constituem um “povo” ou uma “nação” — isto é, um grupo nacional distinto ao qual se espera que judeus de toda parte sintam e expressem uma lealdade primordial.24 Alguns líderes judaicos americanos têm sido explícitos a esse respeito. Louis Brandeis, ministro da Suprema Corte dos EUA e importante sionista americano, disse: “Reconheçamos todos que nós, judeus, somos uma nacionalidade distinta, da qual todo judeu — qualquer que seja seu país, sua posição social ou sua nuance de crença — é necessariamente membro.”25

Embora judeus sionistas falem rotineiramente do “povo judeu” como um grupo étnico-religioso distinto e frequentemente afirmem que os judeus são membros de uma nacionalidade separada à qual devem lealdade, os sionistas insistem, simultaneamente, que os judeus devem ser acolhidos como cidadãos plenos e em pé de igualdade em qualquer país onde desejem viver — sem quaisquer obstáculos sociais, legais ou institucionais ao poder e à influência judaicos na vida pública. Em suma, líderes e organizações judaico-sionistas (como o Congresso Judaico Mundial e o Comitê Judaico Americano) exigem plenos direitos de cidadania para os judeus sionistas não apenas em “seu país”, Israel, mas em todo lugar.

Grandes organizações judaico-sionistas e, de forma mais ampla, a comunidade judaica organizada também promovem o chamado “pluralismo,” a “tolerância” e a “diversidade” nos Estados Unidos e em outros países. Elas acreditam que isso é benéfico para os judeus. Abraham Foxman, diretor da Liga Antidifamação, uma das organizações judaico-sionistas mais influentes do mundo, expressa-se da seguinte maneira: “A sociedade pluralista da América... está no cerne da segurança judaica... A longo prazo, o que tornou a vida judaica americana uma experiência singularmente positiva na história da Diáspora, e o que nos permitiu ser aliados tão importantes do Estado de Israel, é a vitalidade de uma sociedade americana pluralista, tolerante e inclusiva.”26

Consistente com essa perspectiva, a ADL promove há anos o slogan “A diversidade é a nossa força”. Seguindo esse lema — que ela afirma ter criado —, a ADL tem dedicado grandes esforços e recursos para persuadir os americanos — especialmente os mais jovens — a acolher e abraçar uma “diversidade” social, cultural e racial cada vez maior.27

Essa campanha tem sido muito bem-sucedida. Políticos e educadores americanos, bem como praticamente toda a grande mídia dos EUA, promovem a “diversidade”, o “multiculturalismo” e o “pluralismo”, retratando aqueles que não abraçam esses objetivos como pessoas odiosas e ignorantes. Ao mesmo tempo, organizações judaico-sionistas influentes, como o American Israel Public Affairs Committee (AIPAC), insistem que os EUA devem reconhecer e defender Israel como um Estado étnico-religioso especificamente judaico. O pluralismo e a diversidade, ao que parece, destinam-se apenas aos não judeus. O que é bom para os judeus em sua própria terra natal — sugerem os líderes judaico-sionistas — não é a diversidade e o multiculturalismo, mas sim um nacionalismo tribalista.

Há pessoas que se opõem ao poder do chamado “lobby judaico” porque ele apoia e viabiliza a opressão de Israel sobre os palestinos. Outras se opõem por estarem insatisfeitas com este ou aquele aspecto da agenda desse lobby. Mas, para mim, essa não é a questão principal. Para além das consequências danosas de qualquer política específica viabilizada pela comunidade judaica, o que está em jogo é a injustiça e o perigo inerentes a permitir que qualquer grupo minoritário ou interesse específico exerça um poder e uma influência imensos e desproporcionais — especialmente no país que é a principal potência militar e financeira do mundo, bem como o fator cultural mais importante.

Imagine a reação, por exemplo, se cristãos evangélicos, muçulmanos ou afro-americanos passassem a exercer sobre a mídia e a vida política dos Estados Unidos um controle comparável ao que é exercido pelos judeus. Na realidade, o domínio judaico sobre a vida americana é muito mais perigoso do que aquele que, em teoria, poderia ser exercido por qualquer um dos outros grupos que eu tenho mencionado.

Há duas razões principais para isso:

Primeiro, os judeus na América têm, manifestamente, uma forte lealdade a um país estrangeiro — Israel — que, desde a sua fundação em 1948, tem estado envolvido em crises e conflitos aparentemente intermináveis com os seus vizinhos e que é, atualmente, uma potência militar formidável com um vasto arsenal nuclear.

Segundo, a firme influência judaica é particularmente perigosa devido à maneira desconfiada e, por vezes, até hostil com que os judeus veem o resto de nós.

Ao longo dos séculos, a comunidade judaica — mais do que qualquer outro grupo — demonstrou um senso acentuado de separação em relação ao restante da humanidade e, consequentemente, vê seus interesses como bastante distintos daqueles de todos os outros. Essa mentalidade de “povo escolhido” — essa atitude de “nós contra eles” — está ancorada em séculos de história e herança judaicas, e profundamente enraizada na psique coletiva judaica.

O antigo sentimento judaico de alienação em relação aos não judeus, e a desconfiança persistente neles, manifesta-se em um artigo notável publicado no Forward, o importante semanário da comunidade judaica. Intitulado “Nós estamos certos, o mundo inteiro está errado,” o texto é de autoria do Rabino Dov Fischer, advogado e membro do Comitê de Relações Comunitárias Judaicas da Federação Judaica de Los Angeles. O Rabino Fischer também é vice-presidente nacional da Organização Sionista da América.28

Assim, este artigo não foi escrito por um escriba obscuro, mas sim por uma figura de destaque da comunidade judaica. E não apareceu em algum periódico marginal, mas sim naquele que é, talvez, o semanário judaico mais culto e reflexivo dos Estados Unidos — e, certamente, um dos mais influentes.

Em seu ensaio, o Rabino Fischer diz aos leitores: “Se há algo que nos define como judeus, é o fato de sermos um povo da história... Nossa história nos dá a força para saber que podemos estar certos e o mundo inteiro esteja errado.”

Ele vai adiante: “Nós estávamos certos, e o mundo inteiro estava errado. As Cruzadas. As acusações de crimes rituais e as queimas do Talmude na Inglaterra e na França, levando essas nações a expulsar os judeus por séculos. A Inquisição espanhola e a portuguesa. Os guetos e o caso Mortara na Itália. Dreyfus na França. Beilis na Rússia e um século de perseguição aos judeus soviéticos.

“O Holocausto. Kurt Waldheim na Áustria. Em cada uma dessas ocasiões, a Europa permaneceu em silêncio — ou participou ativamente do nosso assassinato — e nós, sozinhos, estávamos certos, enquanto o mundo inteiro estava errado.”

“Hoje, mais uma vez, nós somos os únicos que estão certos e o mundo inteiro está errado. Os árabes, os russos, os africanos e o Vaticano oferecem suas perspectivas conjuntas e seu conhecimento acumulado sobre a ética do massacre. E os europeus. Embora nós apreciemos o meio século de democracia na Europa Ocidental mais do que nós valorizávamos os milênios anteriores de brutalidade europeia, nós reconhecemos quem eles são, o que fizeram — e o que é o que. …”

“Nós lembramos que o alimento que eles [europeus] consomem provém de um solo fertilizado por 2.000 anos de sangue judaico sobre o qual eles derramaram. O ódio atávico aos judeus permanece no ar para onde subiram as cinzas dos crematórios...

“Sim, mais uma vez, nós temos razão e o mundo inteiro está errado. Isso não muda nada, mas, após 25 séculos, é bom saber.”

Eu quero enfatizar aqui que abordar candidamente a realidade do poder judaico-sionista não é — como tantas vezes ouvimos dizer — “ódio” ou um “antissemitismo” preconceituoso. Nós não desejamos mal a nenhum indivíduo, judeu ou não, em razão de sua ascendência, religião ou origem. E ao mesmo tempo, nós não devemos permitir que a intimidação, as difamações maliciosas ou as ameaças nos impeçam de afirmar a verdade e de fazer o que é certo.

As vítimas mais diretas e óbvias do poder judaico-sionista são, naturalmente, os palestinos que vivem sob o domínio rigoroso de Israel. Mas nós, americanos também somos vítimas. Através do controle judaico-sionista sobre a mídia e da corrupção organizada do nosso sistema político por parte desse grupo, nós somos pressionados, seduzidos, persuadidos e enganados para sustentar o Estado judaico, fornecendo-lhe bilhões de dólares anualmente e armamentos de última geração, e mesmo sacrificando vidas americanas.

Mas também é verdade que nós, americanos, compartilhamos alguma da responsabilidade por tudo isso. Nós temos permitido que um poder imenso — capaz de afetar todos os aspectos de nossas vidas e do nosso futuro — fosse exercido por membros de um grupo minoritário étnico-religioso que encara o povo americano com desconfiança, vendo-o como um potencial inimigo. Em outras palavras, os americanos permitiram que pessoas que os veem com cautela e desconfiança desempenhassem um papel fundamental na definição de como vivemos e do nosso futuro, tanto como indivíduos quanto como nação. Permitir que tal poder caia nas mãos de pessoas que claramente não têm nossos melhores interesses em estima — e que, de fato, nem sequer confiam em nós — é, para dizer razoavelmente, uma atitude irresponsável.

Tanto quanto o poder daquilo que Desmond Tutu chama de lobby judaico “muito poderoso” permanecer arraigado, não haverá fim para a distorção judaica sistemática da história e das questões atuais, para a dominação judaico-sionista do sistema político e da mídia dos EUA, para a opressão sionista aos palestinos, para o conflito sangrento entre judeus e não judeus no Oriente Médio e para a ameaça israelense à paz.

É por isso que nenhuma tarefa é mais importante ou urgente do que identificar, combater e quebrar esse poder.

Hoje, nós estamos engajados em uma grande luta global — na qual dois lados distintos e irreconciliáveis se enfrentam: uma luta que coloca, de um lado, um poder autoconfiante e diabólico que se sente predestinado a governar os outros e, de outro, todas as demais nações e sociedades — na verdade, a própria humanidade.

Essa luta não é nova. É a mais recente encenação de um grande drama que se desenrolou repetidamente ao longo dos séculos, em muitas sociedades, culturas e épocas históricas diferentes. No passado, esse drama se desenrolou em um palco local, nacional, regional ou, por vezes, continental. Hoje, trata-se de um drama global e de um embate global.

É uma luta pelo bem-estar e pelo futuro não apenas do Oriente Médio ou da América, mas uma grande batalha histórica pelo nosso bem-estar global — uma luta que convoca todos nós que compartilhamos um senso de responsabilidade pelo futuro de nossa própria nação e da humanidade.

Tradução por Dignus {academic auctor pseudonym - studeo liber ad collegium}

Revisão e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas:

*1 Fonte utilizada por Mark Weber:

https://www.youtube.com/watch?v=PEJ0UUIaxF0

*2 Fonte utilizada por Mark Weber:

https://ihr.org/other/ukban2017

1 Nota de Mark Weber: “General Assembly, in Resumed Emergency Session, Demands Israel Stop Construction of Wall, Calls on Both Parties to Fulfill Road Map Obligations.” United Nations Press Release, 21 de outubro de 2003. (http://unispal.un.org/unispal.nsf/1ce874ab1832a53e852570bb006dfaf6/c4963112ac76556d85256dc7005047aa)

2 Nota de Mark Weber: Votação da Assembleia Geral da ONU em 23 de dezembro de 2003 sobre o projeto de resolução 58/229.

(http://unispal.un.org/UNISPAL.NSF/0/77660E5C1B79EF8C85256EA90068A58B)

3 Nota de Mark Weber: Em 8 de abril de 2002, em Madri. J. Brinkley, “Israel Starts Leaving…”, The New York Times, 9 de abril de 2002.

(http://www.nytimes.com/2002/04/08/international/08CND-MIDE.html)

4 Nota de Mark Weber: D. Tutu, “Apartheid na Terra Santa”, The Guardian (Grã-Bretanha), 29 de abril de 2002.

(http://www.guardian.co.uk/israel/comment/0,10551,706911,00.html )

5 Nota de Mark Weber: Benjamin Ginsberg, The Fatal Embrace: Jews and the State (University of Chicago, 1993), pp. 1, 103.

6 Nota de Mark Weber: S. Steinlight, “The Jewish Stake in America’s Changing Demography: Reconsidering a Misguided Immigration Policy,” Center for Immigration Studies, Nov. 2001.

(http://www.cis.org/articles/2001/back1301.html)

7 Nota de Mark Weber: Seymour Martin Lipset e Earl Raab, Jews and the New American Scene (Harvard Univ. Press, 1995), pp. 26-27.

8 Nota de Mark Weber: N. Burstein, “Jewish power dominates at ‘Vanity Fair’,” The Jerusalem Post (Israel), 11 (12?) de outubro de 2007.

(http://www.jpost.com/Jewish-World/Jewish-News/Jewish-power-dominates-at-Vanity-Fair)

9 Nota de Mark Weber: Janine Zacharia, “The Unofficial Ambassadors of the Jewish State,” The Jerusalem Post (Israel), 2 de abril de 2000. Reimpresso em “Other Voices,” junho de 2000, p. OV-4, um suplemento de The Washington Report on Middle East Affairs.

10 Nota de Mark Weber: A. Cockburn, “The Row Over the Israel Lobby,” 8 (ou 5?) de maio 2006, Counterpunch.

(http://www.counterpunch.org/cockburn05082006.html)

11 Nota de Mark Weber: N. Confessore, E. Lipton, “Seeking to Ban Online Betting, G.O.P. Donor Tests Influence,” The New York Times, 27, de março de 2014

(http://www.nytimes.com/2014/03/28/us/politics/major-gop-donor-tests-his-influence-in-push-to-ban-online-gambling.html); J. Horowitz, “Republican Contenders Reach Out to Sheldon Adelson, Palms Up,” The New York Times, 26 de abril de 2015

(http://www.nytimes.com/2015/04/27/us/politics/republican-contenders-reach-out-to-sheldon-adelson-palms-up.html) ; E. Lipton, “G.O.P.’s Israel Support Deepens as Political Contributions Shift,” The New York Times, 4 de a bril de 2015

(http://www.nytimes.com/2015/04/05/us/politics/gops-israel-support-deepens-as-political-contributions-shift.html);

Ver também: M. Gold, P. Rucker, “Billionaire mogul Sheldon Adelson looks for mainstream Republican who can win in 2016,” The Washington Post, 25 de março de 2015

(http://www.washingtonpost.com/politics/billionaire-mogul-sheldon-adelson-looks-for-mainstream-republican-who-can-win-in-2016/2014/03/25/e2f47bb0-b3c2-11e3-8cb6-284052554d74_story.html); P. Stone, “Sheldon Adelson Spent Far More On Campaign Than Previously Known,” The Huffington Post, 12 de dezembro de 2012

(http://www.huffingtonpost.com/2012/12/03/sheldon-adelson-2012-election_n_2223589.html)

12 Nota de Mark Weber: A. R. Sorkin, “Schlepping to Moguldom,” The New York Times, 5 de setembro de 2004.

(http://www.nytimes.com/2004/09/05/business/yourmoney/05sab.html)

13 Nota de Mark Weber: M. J. Rosenberg, “Sheldon Adelson and Haim Saban: Billionaire Funders for Israel,” The Nation, 8 de dezembro de 2014

(http://www.thenation.com/article/192065/sheldon-adelson-and-haim-saban-want-be-koch-brothers-israel)

14 Nota de Mark Weber: M. Medved, “Is Hollywood Too Jewish?,” Moment, Vol. 21, No. 4 (1996), p. 37.

15 Nota de Mark Weber: Jonathan Jeremy Goldberg, Jewish Power: Inside the American Jewish Establishment/ (Addison-Wesley, 1996), pp. 280, 287-288. Ver também pp. 39-40, 290-291.

16 Nota de Mark Weber: J. Stein, “How Jewish Is Hollywood?,” Los Angeles Times, 19 de dezembro de 2008.

(http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-stein19-2008dec19,0,4676183.column)

17 Nota de Mark Weber: Jennifer Epstein, “Biden: ‘Jewish heritage is American heritage’,” Politico, 21 de maio de 2013.

(http://www.politico.com/politico44/2013/05/biden-jewish-heritage-is-american-heritage-164525.html);

Daniel Halper, “Biden Talks of ‘Outsized Influence’ of Jews: ‘The Influence Is Immense’,” The Weekly Standard, 22 de maio 2013.

(http://www.weeklystandard.com/blogs/biden-talks-outsized-influence-jews-influence-immense_728765.html)

Ver também: M. Weber, “Vice President Biden Acknowledges ‘Immense’ Jewish Role in American Mass Media and Cultural Life,” July 2013.

(https://ihr.org/other/biden_jewish_role)

                {Traduzido ao português como:

- O vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de comunicação de massa e vida cultural americana, por Mark Weber, 05 de março de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/03/o-vice-presidente-biden-reconhece-o.html}

18 Nota de Mark Weber: “Nixon, Billy Graham Make Derogatory Comments About Jews on Tapes,” Chicago Tribune, 1 de março de 2002 (ou 28 de fevereiro de 2002)

(http://www.fpp.co.uk/online/02/02/Graham_Nixon.html);

“Billy Graham Apologizes for ’72 Remarks,” Associated Press, Los Angeles Times, 2 de março de 2002. “Graham Regrets Jewish Slur,” BBC News, 2 de março 2002.

(http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/1850077.stm) The conversation apparently took place on Feb. 1, 1972.

19 Nota de Mark Weber: A. Lilienthal, The Zionist Connection (New York: Dodd, Mead, 1978), pp. 206, 209, 212, 218, 228, 229.

20 Nota de Mark Weber: Ver John J. Mearsheimer and Stephen M. Walt, The Israel Lobby and US Foreign Policy. New York: Farrar, Straus & Giroux, 2007.

21 Nota de Mark Weber: F. Nelson, “Anger Over Dalyell’s ‘Jewish Cabal’ Slur,” The Scotsman (Edinburgo), 05 de maio de 2003 (http://www.highbeam.com/doc/1P2-13027250.html); M. White, “Dalyell Steps Up Attack On Levy,” The Guardian (Londres), 06 de maio de 2003.

(http://www.theguardian.com/uk/2003/may/06/race.politics).

22 Nota de Mark Weber: M. Weber, “`Iraq Was Invaded to Secure Israel,’ Says Senator Hollings,” 16 de julho de 2004

(https://ihr.org/news/040716_hollings.shtml)

23 Nota de Mark Weber: Ver por exemplo: M. Weber, “Behind the Campaign for War Against Iran,” abril de 2013.

(https://ihr.org/other/behindwarcampaign )

24 Nota de Mark Weber: Ver: Kevin MacDonald, The Culture of Critique. Praeger, 1998 (Softcover edition, 2002); Resenha de S. Hornbeck de The Culture of Critique em edição de1999 de American Renaissance (http://www.csulb.edu/~kmacd/review-AR.html);

M. Weber, “The Weight of Tradition: Why Judaism is Not Like Other Religions.” Outubro de 2010 (https://ihr.org/other/judaism0709-html/)

{Traduzido ao português como:

- O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html}

M. Weber, “Jews: A Religious Community, a People, or a Race?,” March-April 2000 (https://ihr.org/journal/v19n2p63_Weber.html).

                {Traduzido ao português como:

- Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça?, por Mark Weber, 02 de junho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/06/judeus-uma-comunidade-religiosa-um-povo.html}

Israel even claims to speak on behalf of Jews who lived and died before the state was established. “Holocaust Victims Given Posthumous Citizenship by Israel,” The Associated Press, Los Angeles Times, 9 de maio de 1985.

(http://articles.latimes.com/1985-05-09/news/mn-6754_1_posthumous-citizenship) ;

25 Nota de Mark Weber: Louis D. Brandeis, “The Jewish Problem and How to Solve It.” Discurso de 25 de abril de 1915. (http://www.pbs.org/wnet/supremecourt/personality/sources_document11.html)

26 Nota de Mark Weber: Carte de Foxman de 11 de novembro de 2005. Publicado em The Jerusalem Post, 18 de novembro de 2005.

(http://archive.adl.org/media_watch/newspapers/20051111-JPost.htm )

27 Nota de Mark Weber: ADL On the Frontline (Nova York), verão de 1997, p. 8. Esta edição do boletim da ADL também registrou, com algum orgulho, que o presidente Clinton, em seu discurso sobre o Estado da União de fevereiro de 1997, tinha dado um impulso inesperado ao que ela chamava de seu “lema da ADL”. Nesse discurso, Clinton disso: “Meus companheiros americanos, nós jamais devemos acreditar que nossa diversidade é uma fraqueza. Ela é a nossa maior força.”

28 Dov Fischer, “We’re Right, the Whole World’s Wrong”, Forward (Nova York), 19 de abril de 2002, p. 11.

(http://ravfischer.blogspot.com/2008/05/april-19-2002-forward-were-right-whole.html )

Algumas das observações de Fischer aqui são distorções grosseiras da história. Por exemplo, sua menção a “um século de perseguição aos judeus soviéticos” é uma falsidade flagrante. Para começar, todo o período soviético durou 74 anos, e não 100. E, durante pelo menos parte desse período — sobretudo nos primeiros dez anos da era soviética —, os judeus detinham um poder tremendo, se não dominante. O rabino Fischer parece ter esquecido figuras como Leon Trotsky, comandante-em-chefe do Exército Vermelho do jovem Estado soviético; Grigori Zinoviev, chefe da Internacional Comunista; e Yakov Sverdlov, o primeiro presidente soviético.

Veja: M. Weber, “The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia’s Early Soviet Regime, The Journal of Historical Review, jan.-fev. de 1994 [https://ihr.org/journal/v14n1p-4_Weber.html].

{Tradução ao português como:

- A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético, por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html}

 


Leitura recomendada:

·         Norman F. Cantor. The Sacred Chain: A History of the Jews. New York: Harper, 1994.

·         Benjamin Ginsberg. The Fatal Embrace: Jews and the State. The Univ. of Chicago Press, 1993.

·         Peter Harrison, “What Causes Anti-Semitism?” Review of Macdonald’s Separation and Its Discontents. The Journal of Historical Review, May-June 1998. (https://ihr.org/journal/v17n3p28_Harrison)

·         Alfred M. Lilienthal, The Zionist Connection. New York: Dodd, Mead, 1978.

·         Seymour Martin Lipset and Earl Raab. Jews and the New American Scene. Harvard University Press, 1995.

·         Kevin MacDonald, A People That Shall Dwell Alone: Judaism as a Group Evolutionary Strategy. Praeger, 1994.

·         Kevin MacDonald, Separation and Its Discontents: Toward an Evolutionary Theory of Anti-Semitism. Praeger,1998

·         Kevin MacDonald, The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements. Praeger, 1998 (Softcover edition, 2002).

·         John J. Mearsheimer and Stephen M. Walt, The Israel Lobby and US Foreign Policy. New York: Farrar, Straus & Giroux, 2007.

·         W. D. Rubinstein. The Left, The Right and the Jews. New York: Universe Books, 1982.

·         Israel Shahak. Jewish History, Jewish Religion. London: Pluto Press, 1994

·         Goldwin Smith. “The Jewish Question.” From: Essays on Questions of the Day. New York: Macmillan, 1894. (https://ihr.org/journal/v17n1p16_Smith.html)

·         Mark Weber, “Anti-Semitism: Why Does It Exist? And Why Does it Persist?,” Jan. 2014.(https://ihr.org/other/anti-semitism-why-does-it-exist-dec-2013). Traduzido ao português como:

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

·         M. Weber, “Behind the Campaign for War Against Iran,” April 2013. (https://ihr.org/other/behindwarcampaign )

·         M. Weber, “Iraq: A War for Israel.” March 2008 (https://ihr.org/leaflet/iraqwar.shtml)

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber, 09 de julho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/07/iraque-uma-guerra-para-israel-por-mark.html

·         Mark Weber, “Jews: A Religious Community, a People, or a Race?,” March-April 2000. (https://ihr.org/journal/v19n2p63_Weber.html) Traduzido ao português como:

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça?, por Mark Weber, 02 de junho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/06/judeus-uma-comunidade-religiosa-um-povo.html

·         M. Weber, “A Straight Look at the Jewish Lobby,” August 2012. (https://ihr.org/leaflet/jewishlobby.shtml) Traduzido ao português como:

Um olhar direto sobre o lobby judaico, por Mark Weber,17 de julho de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/07/um-olhar-direto-sobre-o-lobby-judaico.html

·         M. Weber, “Straight Talk About Zionism: What Jewish Nationalism Means,” April 2009. (https://ihr.org/other/zionism0409-html/) Traduzido ao português como:

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 12 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

·         M. Weber, “Vice President Biden Acknowledges `Immense’ Jewish Role in American Mass Media and Cultural Life,” July 2013. (https://ihr.org/other/biden_jewish_role) Traduzido ao português como:

O vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de comunicação de massa e vida cultural americana, por Mark Weber, 05 de março de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/03/o-vice-presidente-biden-reconhece-o.html

·         M. Weber, “The Weight of Tradition: Why Judaism is Not Like Other Religions.” Oct. 2010. (https://ihr.org/other/judaism0709-html/) Traduzido ao português como:

O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões, por Mark Weber, 05 de novembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/11/o-peso-da-tradicao-por-que-o-judaismo.html

 

Fonte:  The Danger and Challenge of Jewish-Zionist Power, por Mark Weber, 2015, Institute for Historical Review.

https://ihr.org/other/jewishzionistpower2015  

 Sobre o autor: Mark weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Europeia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do Institute for Historical Review, um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado. Foi por anos editor do The Journal for Historical Review. Em março de 1988, ele testemunhou por cinco dias no Tribunal Distrital de Toronto como uma testemunha especialista reconhecida na política judaica da Alemanha durante a guerra e na questão do Holocausto.