sábado, 18 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.4 - Todos os judeus do presidente Frank Delano Roosevelt - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.3 - Frank Delano Roosevelt era um judeu? - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)  

David Skrbina 


“Todos os judeus do presidente”

O caso para uma possível mão judaica na Segunda Guerra Mundial poderia ser feito, se nós pudéssemos mostrar o seguinte:

1 uma extensa e influente presença judaica na administração de Franklin D. Roosevelt,

2 que o público dos EUA não queria guerra,

3 que influentes judeus americanos queriam a guerra,

4 que Franklin D. Roosevelt agiu sub-repticiamente em nome da guerra,

5 que a mídia americana dirigida por judeus apoiava a guerra, e

6 que os EUA entraram na guerra sob falsos pretextos.

Eu fornecerei dados específicos sobre os dois primeiros pontos e então abordarei os demais de forma conjunta.

Anteriormente, eu mostrei a dependência de Roosevelt de apoiadores judeus durante seu mandato governamental. Quando chegou o tempo de montar uma campanha presidencial, seus velhos amigões estavam lá para ajudar. Conforme Scholnick*21: página 193) explica: “Vários amigos judeus ricos contribuíram para o fundo da campanha pré-nomeação de Roosevelt: Henry Morgenthau Jr., tenente-governador Lehman, Jesse Straus [e] Laurence Steinhardt”. Uma vez que as primárias estavam fora do caminho, “a campanha de Roosevelt foi pesadamente subscrita por Bernard Baruch”.

{O judeu Bernard Mannes Baruch (1870 -1965), conselheiro do presidente dos EUA na Primeira Guerra Mundial, membro do judaísmo internacional, e reconheceu perante a autoridade do Senado dos EUA no context da Primeira Guerra Mundial, afirmando  “Eu provavelmente tinha mais poder do que qualquer outro homem na guerra; sem dúvida isso é verdadeiro.” Sua influência no governo de F. D. Roosevelt foi similar, e ainda N. M. Baruch fazia a conexão entre F. D. Roosevelt e W. Churchill, representando claramente o conceito de judaísmo internacional}. Fonte da imagem: http://hdl.loc.gov/loc.pnp/pp.hec 

            A primeira regra na política é recompensar aqueles que financiam seu caminho para o sucesso. Consequentemente, não é surpreendente que “a administração [de Franklin D. Roosevelt] continha uma proporção maior de judeus do que qualquer outra”*22. Nas palavras de Herzstein*23, “os judeus eram de fato mais proeminentes do que nunca na história americana”. Então, quem eram essas figuras importantes que foram tão dominantes durante os anos de Roosevelt? No topo da lista estavam os Big 5, os “judeus do presidente”, conforme diz Shogan, que tiveram a maior participação em eventos influentes dentro da presidência: Louis Brandeis, Felix Frankfurter, Henry Morgenthau Jr., Sam Rosenman e Ben Cohen.

{O judeu Louis Dembitz Brandeis (1856-1941), retrato de 1915. Um dos líderes dos esforços sionistas nos EUA, e um dos grandes articuladores dos interesses sionistas na política americana desde o início do século XX, destacadamente na política externa dos EUA tanto na Primeira Guerra Mundial com na Segunda Guerra Mundial até  sua morte.}  

É claro que Brandeis era um juiz da Suprema Corte em exercício muito antes de Roosevelt concorrer para o cargo, tendo sido colocado lá por seu amigo Woodrow Wilson em 1916. Mesmo antes de sua eleição inicial em 1932, Franklin D. Roosevelt marcou uma reunião com Brandeis para discutir políticas. Segundo Shogan, o juiz logo enviou a Roosevelt “um amplo projeto para o New Deal”*24. Alguns anos depois, em 1938, “Brandeis fez sua primeira visita a Franklin D. Roosevelt em nome dos judeus”*25. Tal envolvimento na administração do governo por um juiz da Suprema Corte é não usual, para dizer o mínimo. Outros diriam que isso é flagrantemente antiético. Os juízes supostamente devem decidir sobre questões constitucionais, não fazer políticas. Ele obviamente sabia disso e, portanto, geralmente trabalhava por meio de intermediários judeus, como Frankfurter e Cohen, para levar sua mensagem ao presidente.

Na base do dia-a-dia, Frankfurter era particularmente importante. Mesmo em 1933, ele havia se tornado “provavelmente o conselheiro mais influente de Franklin D. Roosevelt*26. Furioso com a extensão de seu poder, o general americano Hugh Johnson*27 o chamou de “o indivíduo mais influente nos Estados Unidos”.17 Frankfurter, disse ele, “havia insinuado seus rapazes em posições obscuras, mas importantes, em todos os departamentos vitais” relacionados ao New Deal. Mais tarde, quando a Europa estava à beira da guerra, Frankfurter aparentemente foi fundamental para iniciar uma série de correspondências secretas entre Franklin D. Roosevelt e Churchill em um momento muito delicado – presidentes neutros são supostos não estarem conduzindo negociações secretas com líderes de nações beligerantes. 18Frankfurter, como nós sabemos, seria bem recompensado por Roosevelt por seus esforços, com a nomeação para a Suprema Corte em janeiro de 1939.

{Felix Frankfurter (1882-1965) foi um jurista judeu que atuou como ministro da Suprema Corte dos Estados Unidos de 1939 a 1962, e no governo de F. D. Roosevelt também conduzia as intermediações entre F. D. Roosevelt e W. Churchill transgredindo as normas de neutralidade dos EUA na Segunda Guerra Mundial até então. Na política interna exercia influência de primeira grandeza nos EUA.} 

Movendo-se abaixo na lista: Roosevelt “era tão próximo de Henry Morgenthau... quanto de qualquer homem”*28. Tão perto, de fato, que Franklin faria dele o segundo judeu a ingressar em um gabinete presidencial; ele foi nomeado secretário do Tesouro no início de 1934, servindo até o final da guerra.19  Mais tarde, Henry seria o autor do notório “Plano Morgenthau” — uma política para a virtual destruição da Alemanha do pós-guerra. Isto, novamente, foi um esforço ultrajante fora de linha de um secretário do Tesouro, que formalmente não tem a responsabilidade de conduzir a política externa. Mas isso evidentemente não o impediu de tentar.

{O político judeu Henry Morgenthau Jr (1891-1967), homem central da política dos EUA no século XX e da política e economia mundial. Autor de fraudulento documento da política externa Americana sobre a questão judaica. Ainda, foi autor do notório “Plano Morgenthau” — uma política para a virtual destruição da Alemanha do pós-guerra, o que além de ser uma medida genocida, ainda extrapolava suas atribuições em cargos de economia os quais exercia, evidenciando uma mobilidade de influência muito maior do que a representada nos cargos formais, também representando claramente o conceito de judaísmo internacional.}

Os dois membros mais jovens dos 5 grandes foram Rosenman e Cohen. Apesar de servir como juiz do estado de Nova York, Rosenman também atuou como “chefe redator de discursos de Franklin D. Roosevelt e um conselheiro geral de proeminência”.*29 Ward nota que ele foi “um assessor próximo de 1928 em diante”*30 — isto é, mesmo antes do governo de Franklin D. Roosevelt. O advogado Benjamin Cohen tornou-se um dos principais redatores da vital legislação do New Deal de Roosevelt, que foi seu duradouro legado econômico. Ele claramente tinha a atenção do presidente; Nasaw o chama de “emissário não oficial do juiz Brandeis e Felix Frankfurter.”*31

{Samuel Irving Rosenman (1896-1973) foi um advogado judeu, juiz, ativista do Partido Democrata e redator de discursos presidenciais. Ele cunhou o termo "New Deal" e ajudou a articular políticas liberais durante o auge da coalizão do New Deal. Foi a primeira pessoa a ocupar o cargo de Consultor Jurídico da Casa Branca. Informações gerais a partir da Wikipedia.}

Mas, mais importantemente, Cohen foi o principal arquiteto e executor do infame plano de ‘bases para contratorpedeiros’ de meados ao final de 1940. Naquela época, a Grã-Bretanha estava em plena guerra e precisava desesperadamente da assistência militar dos Estados Unidos. Mas como nação neutra e por lei, os EUA eram inábeis para ajudar. Cohen então elaborou um plano pelo qual os Estados Unidos iriam “emprestar” 50 navios de guerra ao Reino Unido em troca do uso de certas bases globais que eles possuíam. “Empregando tecnicismos minuciosos e asserções improváveis ​​sobre a defesa nacional, o memorando [de Cohen] estendeu a lei, criando uma brecha ampla o suficiente para cinquenta navios de guerra passarem a caminho de ingressar na Marinha Real,” diz Shogan.*32 Buscando aprovação legal para esta ação flagrantemente ilegal, Roosevelt recorreu ao... juiz Frankfurter. E para surpresa de ninguém, o juiz conferiu sua benção. Os britânicos, é claro, ficaram eufóricos. Para os alemães, este foi um verdadeiro ato de guerra dos nominalmente neutros americanos. Mais fatalmente, parece ter sido decisivo para a causa de Hitler a assinar um pacto de defesa mútua com o Japão em outubro de 1940; foi esse acordo que desencadearia a declaração de guerra da Alemanha aos Estados Unidos após o ataque a Pearl Harbor.

Além dos grande 5, vários outros judeus desempenharam papéis influentes. Bernard Baruch, outro remanescente wilsoniano, era consultor financeiro em meio período e “confidente proeminente” tanto de Franklin D. Roosevelt quanto de Churchill.20  Jerome Frank foi um assessor próximo, assim como David Niles. James Warburg, filho de Paul, foi um dos primeiros consultores financeiros. Em maio de 1934, Eugene Black foi nomeado presidente do Fed {Banco Central dos EUA} e Jesse Straus foi nomeado embaixador na França – mesmo quando seu sobrinho, Nathan Straus Jr., passou a chefiar a Autoridade de Habitação dos Estados Unidos. William Bullitt, um quarto de {ancestralidade} judaica, recebeu dois cargos importantes de embaixador: primeiro na União Soviética e depois, durante a guerra, na França.21 Laurence Steinhardt, que tanto ajudou com o financiamento da campanha, foi premiado com uma série de cargos de embaixador durante o mandato de Franklin D. Roosevelt. O velho amigo de Franklin, Herbert Lehman, foi nomeado chefe do novo Office of Foreign Relief and Rehabilitation {Escritório de Assistência Estrangeira e Reabilitação} em 1943. Herbert Feis foi um influente consultor econômico do Departamento de Estado. Abe Fortas serviu como Subsecretário do Interior. Charles Wyzanski era procurador-geral do Departamento do Trabalho. Mordecai Ezekiel foi assessor econômico do secretário de Agricultura. David Lilienthal tornou-se presidente da TVA {Tennessee Valley Authority}. Outros judeus, como Sidney Hillman e Rose Schneiderman, surgiram como importantes conselheiros em questões trabalhistas.

            Mesmo alguns membros não judeus da equipe de Franklin D. Roosevelt tinham conexões semíticas. A esposa do antigo secretário de Estado Cordell Hull, Frances Witz, era judia. O mesmo aconteceu com a esposa do arquiteto do New Deal e confidente próximo Harry Hopkins (Ethel Gross). Nós podemos ter certeza de que simpatizavam com a causa judaica. Em suma, pode-se entender muito bem a motivação dos críticos de Roosevelt, que desprezaram e escarneceram seu governo como o “Acordo Judeu”.22

Sobre o segundo ponto, é incontroverso que os americanos esmagadoramente queriam evitar a guerra. Em um discurso de rádio de 23 de abril de 1941, o principal advogado antiguerra, Charles Lindbergh, condenou o curso de ação “ao qual mais de 80% de nossos cidadãos se opõem”. Em um discurso no mês anterior, o congressista Hamilton Fish afirmou que “algo entre 83 e 90 por cento das pessoas, de acordo com as várias pesquisas do Gallop, são opostas à nossa entrada na guerra, a menos que sejamos atacados”23. Os dados apoiaram tais afirmações. De acordo com pesquisas conduzidas em junho e julho de 1940, entre 81 e 86% dos entrevistados preferiam “ficar de fora” de uma guerra, caso ela viesse ao voto.24 Outra pesquisa em julho de 1941 registrou um número de 79%.25 O maior número registrado veio um pouco anteriormente, em um relatório publicado em meados de 1938; quando questionados “Se outra guerra como a [I] Guerra Mundial se desenvolver na Europa, os Estados Unidos deveriam tomar part novamente?”, 95% dos entrevistados responderam “Não”.26 Tais números geralmente se mantiveram direto até o ataque a Pearl Harbor.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas:

*21 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Scholnick, M., The New Deal and Anti-Semitism in America, Taylor and Francis, 1990, p. 193.

*22 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Michael, R., A Concise History of American Anti-Semitism, Rowman & Littlefield, 2005, p. 178.

*23 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Herzstein, R., Roosevelt and Hitler, J. Wiley, 1989, p. 40.

*24 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 72.

*25 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 83.

*26 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 105.

*27 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 86.

17 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Isso remete à caracterização semelhante de Baruch durante a Primeira Guerra Mundial.

18 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Veja Leutze, J., “The secret of the Churchill-Roosevelt correspondence.” Journal of Contemporary History, 10(3), 1975, pp 469-470.

*28 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 32.

19 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O primeiro membro judeu do gabinete, como nos lembramos, foi Oscar Straus, escolhido pelo primo de Franklin, Theodore, lá em 1906.

*29 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 9.

*30 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ward, G., A First-Class Temperament, Harper & Row, 1989, p. 254.

*31 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358.

*32 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, p. 152.

20 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Veja Makovsky, M., Churchill’s Promised Land, Yale University Press, 2007, p. 216.

21 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): A ascendência de Bullitt é um tanto enigmática. Sua mãe, Louisa Horowitz, era aparentemente, pelo menos em parte, de origem judaica. O pai dela, Orville Horowitz, descendia da família Salomon, que era inequivocamente judaica. A mãe dela, Maria Gross, provavelmente tinha uma ascendência judaica mista. No entanto, não há dúvida sobre onde residiam as suas simpatias: “Bullitt [é] nosso amigo”, escreveu Weizmann em 1938 (citado em Nasaw, D., The Patriarch, Penguin, 2012, p. 358).

22 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Embora tenha causado escândalo na época, tal nível de influência judaica é lugar comum hoje em dia — com três dos nove juízes da Suprema Corte sendo judeus (Kagan, Breyer, Ginsburg), inúmeras nomeações para cargos de nível ministerial e incontáveis ​​cargos subordinados. Apenas nas três últimas administrações presidenciais, os ocupantes de cargos de nível ministerial judeus ou de ascendência judaica incluem, no mínimo, os seguintes nomes: M. Albright, L. Aspin, C. Barshefsky, S. Bodman, J. Bolten, A. Card, M. Chertoff, W. Cohen, R. Emanuel, M. Froman, J. Furman, T. Geithner, D. Glickman, M. Kantor, J. Kerry, A. Krueger, J. Lew, M. Markowitz, M. Mukasey, P. Orszag, P. Pritzker, R. Portman, R. Reich, R. Rubin, S. Schwab, M. Spellings, J. Stiglitz, L. Summers, J. Yellen e R. Zoellick. Esta lista não inclui outros, como Samantha Power, que têm cônjuge judeu (Cass Sunstein). Também não inclui os presidentes do Federal Reserve — um cargo de grande poder, ocupado por Ben Bernanke e Alan Greenspan ao longo dos últimos anos e, atualmente, por Janet Yellen.

23 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Ambas as citações são de John C. Chalberg (ed.), Isolationism, Greenhaven, 1995, páginas 192-193.

24 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 4(4), December 1940: 714.

25 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 5(4), Winter 1941: 680.

26 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Public Opinion Quarterly, 2(3), July 1938: 388.

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Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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terça-feira, 14 de julho de 2026

A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.3 - Frank Delano Roosevelt era um judeu? - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

 Continuação de A Mão Judaica nas Guerras Mundiais - Parte 2.2 - As Revoluções Judaicas - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)

David Skrbina 


O período entre guerras e surgimento de Frank Delano Roosevelt

1920 foi um ano de alguma importância. O NSDAP liderado por Hitler foi formalmente estabelecido em fevereiro. Naquele mesmo mês, Winston Churchill, de 46 anos, escreveu seu infame artigo “Zionism versus Bolshevism” {Sionismo versus bolchevismo#1}, no qual condenava o papel pernicioso de marxistas judeus como Trotsky, Kun, Luxemburgo e a americana Emma Goldman.12 {Em 1921 W. Churchill retomaria o tema num discurso em Dundee, transcrito para o Western Gazette#2}. E nos Estados Unidos, Henry Ford acabava de começar sua série de dois anos sobre o “Judeu Internacional”.

No ano seguinte, no final de 1921, Ford relembrou seus esforços anteriores para trazer um fim pacífico à Primeira Guerra Mundial.13 Naquela época, diz ele, “foram os próprios judeus que me convenceram da relação direta entre o judeu internacional e a guerra”.

[Eles me explicaram] os meios pelos quais os judeus controlavam a guerra, como eles tinham o dinheiro, como eles tinham encurralado todos os materiais básicos necessários para lutar na guerra… Eles disseram… que os judeus tinham começado a guerra; que eles continuariam enquanto eles desejassem, e que até que o judeu parasse a guerra, ela não poderia ser parada. (New York Times, 5 de dezembro de 1921, página 33).

            Este foi um tema recorrente na série “International Jew” de Ford.

Enquanto isso, do outro lado do oceano, Lenin (um quarto-judeu) e seus colegas judeus bolcheviques estabeleceram a União Soviética em dezembro de 1922. No ano seguinte, Hitler e outros dentro do NSDAP lançaram uma tentativa fracassada de golpe na Baviera, levando a sua prisão de 12 meses e consequente redação de Mein Kampf. No início de 1924, Lenin e Woodrow Wilson morreram com um mês de diferença um do outro.

Poucas coisas dignas de nota ocorreram entre meados e o final da década de 1920. A imigração judaica para os EUA continuou a se expandir, com seus números ultrapassando 4,3 milhões em 1927. Os judeus fizeram mais incursões em Hollywood; Marcus Loew adquiriu os estúdios da MGM, os irmãos Cohn assumiram a Columbia Broadcasting System e David Sarnoff fundou a RKO Pictures. Na esfera política, o republicano e sionista cristão Herbert Hoover venceu a eleição presidencial de 1928, e um democrata relativamente desconhecido, Franklin D. Roosevelt, conquistou o governo de Nova York.

Desde o início, Franklin D. Roosevelt manteve laços estreitos e persistentes com os judeus americanos — laços que se provariam decisivos para suas ações na Segunda Guerra Mundial. Seu companheiro de chapa em Nova York foi Herbert Lehman, filho de judeus alemães. (Seu oponente republicano, o procurador-geral judeu Albert Ottinger, falhou em atrair o voto judeu que Franklin D. Roosevelt obteve; isso diz alguma coisa sobre a força da conexão de Franklin D. Roosevelt com aquele grupo.) Ao assumir o cargo de governador, Roosevelt “preencheu vários cargos-chave a partir da grande população judaica do estado”, de acordo com Shogan.*14 Uma de suas primeiras nomeações importantes foi seu amigo de longa data Henry Morgenthau Jr. para o Comitê de Agricultura do Estado de Nova York. Ele também nomeou um ex-redator de discursos, Samuel Rosenman, como “conselheiro do governador”. Ambos desempenhariam papéis importantes em sua presidência.

Outros judeus, porém, também tinham interesse em Franklin D. Roosevelt – notavelmente, o juiz da Suprema Corte Louis Brandeis e seu protegido, o advogado de Harvard Felix Frankfurter. Mesmo antes de sua vitória para governador em Nova York, “Brandeis alertou Frankfurter sobre sua ânsia de se conectar com o homem que ele acreditava que um dia seria o presidente da nação”.*15 E, de fato, “pelos quatro anos seguintes, Brandeis se contentou em contar com Frankfurter para ser seu canal para os aposentos do governador em Albany”.

A mesma eleição que colocou Roosevelt na cadeira de governador colocou Hoover na presidência. Como eu observei anteriormente, ele há muito tempo defendia os interesses judaicos. Como presidente, Hoover fez sua parte pelos hebreus, nomeando Eugene Meyer como presidente do Fed {Federal Reserve, o banco central dos EUA} em 1930 e nomeando o segundo juiz judeu, Benjamin Cardozo, para a Suprema Corte em março de 1932. Mas a essa altura a Grande Depressão estava bem encaminhada, condenando qualquer chance para reeleição.

 

Ascendência judaica de Franklin D. Roosevelt?

Antes de abordar o longo e histórico período de Franklin D. Roosevelt como presidente, eu quero relembrar uma questão que levantei na Parte 1 da presente série: Roosevelt era judeu? Anteriormente, eu observei que seu primo em quinto grau, Theodore, afirmava ser judeu, de acordo com o ex-governador de Michigan, Chase Osborn. Ainda eu não tenho encontrao nenhuma confirmação independente dessa asserção, embora pareça não haver razão para Osborn mentir sobre tal coisa. Afinal, ambos eram bons republicanos. Mas indo direto ao ponto, Osborn teria muito a dizer sobre Franklin D. Roosevelt, conforme eu explicarei momentaneamente.

Franklin deixou muitas pistas para uma possível herança judaica, começando em 1914. Em uma carta a um amigo sobre o nascimento de seu filho Franklin Jr., ele escreveu que havia considerado chamá-lo de Isaac – um nome judeu clássico e um compartilhado por seu avô e tataravô. Mas a família resistiu: “este nome não é recebido com entusiasmo, especialmente porque o nariz do bebê é ligeiramente hebraico e a família tem visões de Ikey Rosenvelt, embora eu insista que é muito bom holandês de Nova Amsterdã”.14 Para Shogan, isso é um sinal de antissemitismo latente, mas eu acho isso uma desculpa improvável. Que verdadeiro antissemita admitiria que seu filho recém-nascido parecia judeu? Ou contemplaria um nome judeu? O mais provável é que tenha sido uma piada interna, do tipo que as pessoas podem dizer a familiares ou amigos próximos sobre uma determinada herança étnica dentro de sua própria origem.

Vinte anos depois, outra pista. Em 1934, o agora presidente Franklin D. Roosevelt deu uma foto dele e de Henry Morgenthau para a esposa de Henry. Trazia esta inscrição: “Para Elinor de um dos dois de um tipo.”15 Sim, mas dois de que tipo? Democratas? americanos? Judeus? Um comentário feito estranhamente sugestivo.

Nesse mesmo ano, foi publicada uma entrevista iluminadora com Osborn, que iniciaria uma discussão prolongada sobre a herança de Franklin D. Roosevelt. A edição de 8 de fevereiro de 1934 do St. Petersburg Times {estado da Flórida} trazia uma entrevista na qual Osborn afirmava que os Roosevelt eram descendentes dos Rossacampos, uma família judia expulsa da Espanha em 1620. Essa família se espalhou pela Europa e alterou sua grafia de acordo com os vários lugares onde se enraizou: Rosenberg, Rosenblum, Rosenthal e, na Holanda, Rosenvelt. “Os Rosenvelts no norte da Holanda finalmente se tornaram Roosevelt”, afirmou Osborn – o que de fato parece ser verdadeiro: o patriarca da família, Claes van Rosenvelt, imigrou para os Estados Unidos em 1649. Seu filho Nicholas aparentemente largou fora o ‘van’ e mudou a grafia à forma familiar.

Uma pequena publicação de Michigan, Civic Echo, pegou e repetiu a história logo em seguida. Um ano depois, o jornalista e editor judeu Philip Slomovitz chegou até a história da Echo e decidiu escrever diretamente para Franklin D. Roosevelt para obter sua opinião. Em 7 de março de 1935, o presidente respondeu:

Eu sou grato a você por sua interessante carta de 4 de março. Eu não tenho ideia da fonte da estória que você diz ter vindo de meu velho amigo, Chase Osborn. (…) Num passado distante, eles [os Roosevelts] podem ter sido judeus, católicos ou protestantes — o que me interessa mais é se eles eram bons cidadãos e crentes em Deus — eu espero que fossem ambos.*16

Uma vez novamente, esta é uma resposta suspeitamente circunspecta de Franklin D. Roosevelt. Para ele, dizer que seus parentes “podem ter sido judeus” soa como se ele soubesse dessa verdade, não quisesse reconhecê-la abertamente, mas não consegue trazer ele mesmo para mentir sobre isso.

Slomovitz planejava publicar a resposta em seu Detroit Jewish Chronicle. Antes que ele pudesse fazê-lo, o New York Times pegou no ar e publicou o texto em sua edição de 15 de março – na página 1.

Slomovitz passou esta resposta a Osborn, que repetiu sua afirmação original em uma carta de 21 de março:

“O presidente Roosevelt sabe muito bem que seus ancestrais eram judeus. Eu ouvi Theodore Roosevelt declarar duas vezes que seus ancestrais eram judeus. Uma vez foi para mim quando perguntei a ele sobre isso depois que ele fez uma declaração eufemística agradável em um discurso para uma reunião judaica”.*17

Osborn é adamantino. E é importante notar que ele não toma essa herança judaica como um insulto; na verdade, muito pelo contrário. Ele é evidentemente um sionista cristão (e republicano) e, portanto, vê isso como uma qualidade redentora. Como tal, ele provavelmente não lançaria o democrata Franklin sob essa luz positiva, a menos que realmente acreditasse que fosse verdade. Parece que ele estava falando de uma base factual, embora não confirmada.

Se Slomovitz estava inclinado a duvidar da afirmação de Osborn, outra carta logo fortaleceria sua crença. Em 27 de março, ele recebeu uma nota de ninguém menos que o rabino Stephen Wise, da cidade de Nova York. Wise evidentemente tinha visto a história do New York Times e escreveu para confirmá-la. Em sua carta, ele relata uma “transcrição quase literal” dada a ele por sua esposa, que já havia participado de um almoço com a esposa de Roosevelt, Eleanor – que disse o seguinte: “Muitas vezes, prima Alice e eu dizemos que todos os cérebros da família Roosevelt vêm [sic] de nossa bisavó judia”.*18 Ela então alegadamente adicionou um nome, ‘Esther Levy’. A Alice em questão era a filha mais velha de Theodore; O pai de Eleanor, Elliot, era seu irmão. Sua bisavó comum teria sido Margaret Barnhill ou Martha Stewart – nenhuma das quais parece ser judia, infelizmente. E não temos registro de nenhuma Esther Levy na linhagem Roosevelt. Um pouco de mistério.

A carta então sofre uma pequena reviravolta. Eleanor continuou:

“Sempre que é feita menção à nossa bisavó judia pela prima Alice ou por mim, a mãe de Franklin [Sara Delano] fica muito zangada e diz: ‘Você sabe que não é assim. Por que você diz isso?’”

Outra observação intrigante, e que Wise deixa não explicado.

Wise encerra a carta com sua própria avaliação: que Roosevelt “sabe que o que eu [Wise] acabei de escrever é verdade, mas considera mais sensato e conveniente não fazer nenhuma menção pública a isso neste momento”. A carta, afinal, estava marcada como “Estritamente particular e confidencial”. Wise acrescenta que “você [Slomovitz] não deve, no entanto, fazer uso disso. Eu acho que é melhor deixar o assunto morrer agora.” Uma estranha série de comentários, para ser certo.

Muitos anos depois, uma pequena pista final apareceu. De meados da década de 1920 a meados da década de 1930, a filha de Franklin, Anna, foi casada com um corretor da bolsa chamado Curtis Dall. Depois de ter dois filhos, eles se divorciaram em 1934. Três décadas depois, Dall publicou um livro, FDR: My Exploited Father-in-Law (1968). Nela, nós lemos a seguinte frase: “Pelo que percebi, os antecedentes da família Franklin Roosevelt eram uma mistura de ingleses, holandeses, judeus e franceses”.*19 Não há maiores elaborações.

No final, muitas questões permanecem, mas parece possível que os Roosevelts fossem, pelo menos em parte, judeus.16 Talvez a questão maior seja esta: isso importa? Acredito que sim, por dois motivos. A primeira é a questão básica da exatidão histórica; se tivéssemos de fato um presidente parcialmente judeu, ou melhor, dois desses presidentes, os livros de história deveriam refletir essa realidade. Provavelmente existem outras evidências relevantes nos vastos arquivos presidenciais, e uma admissão aberta pode trazer isso à luz.

{Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), de não descartada ancestralidade judaica (Jewish Telegraph Agency, 17 de março de 1935), reunido com seu círculo de assessores predominantemente judaicos, o chamado Brain Trust, e seguindo interesses alheios ao do povo americano e povo europeu foi um dos protagonistas em promover a Segunda Guerra Mundial, de modo que a versão dos Aliados precisa de omissão, distorção, supressão e censura para impedir que tais considerações ganhem a devida divulgação. Crédito da foto: FDR Presidential Library & Museum via Wikipedia em inglês.}

Segundo e mais importante, é o efeito que isso pode ter tido nas ações de Franklin D. Roosevelt antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Mesmo com uma herança judaica parcial, ele pode ter sido mais simpático à causa judaica, mais aberto e receptivo aos judeus dentro de sua administração e mais propenso a se sacrificar em nome dos interesses judaicos. A evidência mostra que todas essas coisas realmente aconteceram – e é precisamente por isso que “Franklin Roosevelt foi o primeiro grande herói dos judeus americanos”*20. A ‘conexão familiar’ certamente ajudaria a explicar tais coisas.

Alternativamente, e como é frequentemente o caso hoje, isso poderia ter sido estritamente uma questão de dinheiro – de recompensar aqueles que abriram o caminho para o topo. Mas talvez o caso mais forte seja este: que foi uma combinação de ambos. Se Franklin D. Roosevelt foi predisposto por sua herança a ser simpático aos judeus, e eles também se ofereceram para financiar suas campanhas e apoiá-lo na mídia, esses seriam incentivos poderosos para recompensá-los dentro de sua administração e para ser influenciado e direcionado pelas preocupações deles quando chegou a hora de implantar o poder militar americano. Eu examino esse caso agora. 

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas:

#1 Nota de Mykel Alexander: ZIONISM versus BOLSHEVISM. A STRUGGLE FOR SOUL OF THE JEWISH PEOPLE., por Winston S. Churchill, 08 de fevereiro de 1920, ILLUSTRATED SUNDAY HERALD.

                Tradução e introdução por Mykel Alexander como:

- Sionismo versus Bolchevismo {comunismo judaico extremista}. Uma luta pela alma do povo judeu - por Winston Churchill, 25 de outubro de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/10/sionismo-versus-bolchevismo-comunismo.html

12 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Consulte a Parte I para mais detalhes.

{The Jewish Hand in the World Wars, Part 1, por Thomas Dalton {academic auctor pseudonym}, Inconvenient History, 2013, Vol. 05, nº 2.

https://www.inconvenienthistory.com/5/2/3209

Traduzido ao português como

- A Mão Judaica nas Guerras Mundiais – {Primeira Guerra Mundial} Parte 1.1, por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton), 29 de outubro de 2022, World Traditional Front.

 (As demais partes 1.2 e 1.3 na sequência do próprio artigo)

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/10/a-mao-judaica-nas-guerras-mundiais.html}

#2 Nota de Mykel Alexander: Winston S. Churchill, THE WRECKERS. – COMUNISM AND ITS FRUITS – MR. CHURCHILL’S PLAIN SPEAKING – PLOT TO RUIN BRITAIN – JEWS HAVE DESTROYED RUSSIA, Western Gazette (Somerset, UK) – sexta-feira, 30 de setembro de 1921.

                Traduzido como:

- Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill,03 de outubro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/10/os-destruidores-comunismo-judaico_3.html

13 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): O chamado “Navio da Paz” de Ford partiu para a Noruega em dezembro de 1915, em uma tentativa fracassada de negociar o fim da guerra.

*14 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, página 5.

*15 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, página 72.

14 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, página 51.

15 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Citado em Ward, G., A First-Class Temperament, Harper & Row,1989, p. 253. Veja também Morgenthau III, H., Mostly Morgenthaus, Ticknor & Fields, 1991, p. 169.

*16 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): citado em Slomovitz, P, Purely Commentary, 1981, Wayne State University Press, p. 5.

*17 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): citado em Slomovitz, P, Purely Commentary, 1981, Wayne State University Press, pp. 6-7.

*18 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): citado em Slomovitz, P, Purely Commentary, 1981, Wayne State University Press, p. 9.

16 Nota de David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Vários outros escritos extremistas também alegaram que a família Delano (do lado materno de Franklin) era de origem judaica. Eles elaboram uma narrativa paralela à história de Rossacampo e à da dispersão a partir da Espanha ou da Itália. No entanto, eu não encontro nenhuma evidência que comprove essa alegação.

*19 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): Dall, C., FDR: My Exploited Father-in-Law, Action Associates, 1968, p. 98.

*20 Fonte utilizada por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton): R. Shogan, Prelude to Catastrophe, Ivan Dee, 2010, página xi.

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Sobre o autor: David Skrbina, pseudônimo Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com. Visite Holocaust Handbooks & Documentaries https://holocausthandbooks.com/ 

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