quinta-feira, 19 de março de 2026

A guerra {sionista} do Fundo Tikvah contra Tucker Carlson {direita americana} - por José Alberto Niño

 

José Alberto Niño


A batalha pela alma da direita americana não é mais travada em sussurros. Ela entrou em erupção em uma guerra aberta, com uma organização judaica financiada pelos contribuintes exigindo que Tucker Carlson seja expurgado da mídia conservadora e banido completamente da coalizão do presidente Donald Trump.

Dias após os Estados Unidos e Israel lançarem operações militares contra o Irã no início de março de 2026, o Tikvah Fund lançou um episódio de podcast[1] que expôs a fúria do quadro neoconservador estabelecido contra a oposição populista à guerra. O ex-diretor da CIA e secretário de Estado, Mike Pompeo, declarou que os conservadores devem rejeitar “com todas as forças” Tucker Carlson e Candace Owens por suas “maluquices” e “antissemitismo”. Pompeo insistiu que a ala “isolacionista” do MAGA não representa “o Trump para quem eu trabalhei”.

Michael Doran, pesquisador sênior do Hudson Institute, foi além. “Eu quero ver Tucker Carlson destronado”, disse Doran a Jonathan Silver, do Tikvah. “Eu gostaria de vê-lo se tornar uma vergonha para J.D. Vance. Eu gostaria de ver Donald Trump atacá-lo. Não apenas chamá-lo de excêntrico de vez em quando, mas realmente torná-lo intocável para todos na administração.”

{“US Jewish conservatives are still waiting for JD Vance to condemn the antisemitic right” (Os judeus conservadores dos EUA ainda aguardam que JD Vance condene a direita antissemita) afirma a mídia israelense (The Times of Israel, 21 de novembro de 2025, por Joseph Strauss) O publicista da direita americana, Tucker Carlson (lado direito da foto) é alvo do judaísmo internacional e o do sionismo.}

Chris Menahan, do Information Liberation, chamou a atenção[2] para o podcast e como o Fundo Tikvah é subsidiado por contribuintes não judeus: “Lembrem-se, enquanto assistem, que esta é a cultura do cancelamento financiada pela administração Trump e pelos contribuintes americanos.”

A organização por trás desta campanha subsidiada pelos contribuintes para marginalizar Carlson tem raízes profundas na política neoconservadora e na defesa de Israel. O Fundo Tikvah se descreve[3] como uma “instituição de ideias” que é “politicamente sionista, economicamente orientada para o livre mercado, culturalmente tradicional e teologicamente de mente aberta”. A organização foi fundada em 1992 por Zalman C. Bernstein,[4] um empresário de Wall Street que criou a empresa de investimentos Sanford C. Bernstein & Company em 1967. Bernstein dedicou a maior parte de sua fortuna a fundações filantrópicas judaicas antes de sua morte em 1999. Todas as suas doações políticas de 1989 a 1998 foram exclusivamente para candidatos republicanos.[5]

Elliott Abrams, um proeminente neoconservador que atuou nos governos Reagan, George W. Bush e Trump, agora preside[6] a organização. Abrams se declarou culpado em 1991 de duas contravenções por ocultar informações[7] do Congresso durante o escândalo Irã-Contras e tem um longo histórico de apoio à política externa intervencionista dos EUA. Roger Hertog, sócio de longa data de Bernstein, atuou como presidente do conselho por aproximadamente 20 anos e permanece como presidente emérito.[8] Eric Cohen é o CEO e Jonathan Silver é o Diretor de Programação e apresentador do podcast Tikvah.

Críticos têm descrito a Tikvah como o centro de uma “câmara de eco neoconservadora”,[9] observando que a organização financia publicações como Mosaic, The Jewish Review of Books e Mida, e depois promove artigos desses veículos por meio de sua rede de think tanks e jornalistas afiliados em grandes meios de comunicação. Zachary Braiterman, professor de religião na Universidade de Syracuse, caracterizou[10] a Tikvah como exercendo controle sobre “uma gama estreita e limitada de conteúdo intelectual e ideológico”, mantendo ao mesmo tempo “falta de transparência em suas declarações de missão públicas e estratégias operacionais”.

O conselho e a rede de palestrantes da organização são como uma lista telefônica de figuras neoconservadoras e pró-Israel americanas. Entre os membros do conselho, estiveram William Kristol e Jay Lefkowitz. O corpo docente e os palestrantes incluíram John Bolton, Max Boot, Douglas Feith, Robert Kagan, Lewis “Scooter” Libby, Paul Wolfowitz, Norman Podhoretz, Bret Stephens e Charles Krauthammer. Os vencedores do Prêmio Herzl[11] de 2025 foram Ben Shapiro, Bari Weiss e Dan Senor.

O podcast de março de 2026 não foi um incidente isolado. Na Conferência de Liderança Judaica da Tikvah, em novembro de 2025,[12] Chris Menahan notou[13] que o tema principal discutido foi “a importância de repudiar Tucker Carlson, Nick Fuentes e Candace Owens”. Menahan também destacou que Ben Shapiro “dedicou um programa inteiro a explicar por que Tucker Carlson é… o mais virulento disseminador de ideias vis nos Estados Unidos”, sob aplausos estrondosos. Na conferência, Bari Weiss reclamou que J.D. Vance “ainda não se distanciou de Tucker Carlson”, chamando isso de “desconcertante”. O tema da conferência era “Os judeus podem salvar o Ocidente?”.

{Dan Senor, Bari Weiss e Bem Shapiro falam na conferência Tikvah Fund em 16 de novembro de 2025 (crédito da foto por Joseph Strauss, The Times of Israel, 21 de novembro de 2025, por Joseph Strauss).}

O podcast Tikvah,[14] que já conta com mais de 445 episódios, tem se concentrado cada vez mais no que define como antissemitismo na direita americana. Um episódio de fevereiro de 2026 com Rod Dreher foi explicitamente intitulado[15] “O Problema do Antissemitismo na Direita Americana,” centrando-se na entrevista de Tucker Carlson com Nick Fuentes em outubro de 2025.

O que torna essa campanha particularmente notável é que agora ela é parcialmente financiada pelo contribuinte americano. Em setembro de 2025, a Fundação Nacional para as Humanidades (NEH) concedeu ao Tikvah[16] US$ 10,4 milhões para o seu “Projeto de Civilização Judaica,” a maior verba nos 60 anos de história da agência. A verba não foi concedida por meio de um processo seletivo. O Tikvah foi convidado[17] a se candidatar por um funcionário da NEH, e o conselho consultivo acadêmico da agência, agora extinto, teria votado contra,[18] alegando preocupações de que a candidatura fosse vaga e pendesse para o ativismo em vez da pesquisa acadêmica. A administração Trump já havia cancelado mais de 1.000 bolsas[19] da NEH aprovadas durante a administração Biden, demitido mais da metade da equipe da agência e exonerado o conselho acadêmico responsável pela análise das bolsas. Uma ação judicial[20] movida em março de 2026 pelo Conselho Americano de Sociedades Científicas, pela Associação Histórica Americana e pela Associação de Línguas Modernas revelou que o Departamento de Educação Superior (DOGE) utilizou um processo falho no ChatGPT para sinalizar bolsas como “DEI” (Diversidade, Equidade e Inclusão) para cancelamento, e que o presidente interino da NEH, Michael McDonald, orientou um funcionário a solicitar a candidatura da Tikvah como uma bolsa de fonte única.

Após assegurar a verba, a Tikvah hospedou debates focados explicitamente na supressão do que define como discurso “anti-Israel” e “antissemita”. Em um episódio de dezembro de 2025,[21] gravado dias após o tiroteio na praia de Bondi, Jonathan Silver perguntou ao rabino Benjamin Elton, ministro-chefe da Grande Sinagoga de Sydney,[22] o que ele esperava que o governo fizesse. Elton respondeu:[23] “eu acho que deve haver uma tentativa de desarmar o movimento anti-Israel e antissionista de seu antissemitismo. As pessoas não deveriam ter permissão para dizer certas coisas, exibir certos cartazes ou marchar em certas áreas”. Os judeus definitivamente não acreditam na liberdade de expressão se essa expressão for vista como conflitante com seus interesses.

Como um apêndice da configuração de poder pró-Israel mais ampla, a Tikvah também forneceu[24] financiamento para programas educacionais localizados em assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada, incluindo El Haprat em Kfar Adumim,[25] com US$ 446.833, e a Academia de Liderança Ein Prat, com US$ 216.661. Três dos quatro programas de liderança da Tikvah em Israel estão localizados em assentamentos[26] nos territórios ocupados, de acordo com Maya Haber, Diretora de Desenvolvimento e Programação da Partners for Progressive Israel.

A campanha do Tikvah Fund contra Tucker Carlson reflete[27] uma cisão mais profunda dentro do conservadorismo americano. De um lado, estão os neoconservadores intervencionistas pró-Israel, agrupados em torno de instituições como o Tikvah, o Hudson Institute e o American Enterprise Institute. Do outro lado, está uma ala nacionalista populista associada a figuras[28] como Carlson e Candace Owens.

A campanha frenética para expurgar figuras como Tucker Carlson da direita americana revela a fragilidade inerente da influência judaica. Ao tentar usar o poder coercitivo do Estado para suprimir a crescente dissidência populista, o poder judaico organizado acelera inadvertidamente a própria instabilidade que teme. Essa escalada para a censura patrocinada pelo Estado é uma tentativa desesperada de manter o controle, mas serve apenas para aprofundar a ruptura com a população não judaica. À medida que a ideologia politicamente estabelecida atual começa a se voltar contra seus próprios arquitetos judeus, esse conflito atual representa apenas o capítulo mais recente de uma inevitável e previsível luta civilizatória entre não judeus e judeus pela primazia civilizacional.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Notas:

[1] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://www.youtube.com/watch?v=UJSH0JIFRlk

[2] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://twitter.com/infolibnews/status/2031530960311742790

[3] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://tikvah.org/about/founder/

[4] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://militarist-monitor.org/profile/tikvah-fund/

[5] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://militarist-monitor.org/profile/tikvah-fund/

[8] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://militarist-monitor.org/what-is-the-tikvah-fund/

[13] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://x.com/infolibnews/status/1990498643716288684

[16] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://www.neh.gov/news/neh-announces-Tikvah-grant

[23] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://israelpalestinenews.org/tikyah-fund/

[24] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://militarist-monitor.org/what-is-the-tikvah-fund/

[26] Fonte utilizada por José Alberto Niño:

https://militarist-monitor.org/profile/tikvah-fund/

Fonte: The Tikvah Fund’s War on Tucker Carlson, por José Alberto Niño, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2026/03/16/the-tikvah-funds-war-on-tucker-carlson/

Sobre o autor: José Alberto Niño tem formação acadêmica com Bacharelado em Ciência Política e Governo pela University of Texas em Austin (2009-2013), Mestrado em Estratégia Internacional e Política Comercial, Universidade do Chile (2014-2016).


___________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach

Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão - por Tony Martin

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

{Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica - por Christopher Hedges e Maura Finkelstein

{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges

Sionismo e judaísmo internacional querem evitar o rigor da apuração histórica em relação aos conflitos em Gaza – Mike Pompeo não quer ampla e profunda apuração dos fatos - por Mykel Alexander

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari


Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

Libertando a América de Israel - por Paul Findley

Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot

O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot

A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot

Retrospectiva 2024 – Palestina x Israel/EUA/OTAN} - Gaza: o hiperetnocentrismo e a frialdade dos genocidas judeus - por Kevin MacDonald

Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir

Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall

Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins

Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Será que Israel acabou de experimentar uma “falha de inteligência” ao estilo do 11 de Setembro? Provavelmente não. Aqui está o porquê - por Kevin Barrett

Residentes da faixa de Gaza fogem do maior campo de concentração do mundo - A não-violência não funcionou, então eles tiveram que atirar para escapar - por Kevin Barrett

Por Favor, Alguma Conversa Direta do Movimento pela Paz - Grupos sionistas condenam “extremistas” a menos que sejam judeus - por Philip Giraldi

A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber

Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

{Massacres sobre os alauítas após a queda da Síria de Bashar Hafez al-Assad} - por Raphael Machado

Mudança de Regime na Síria: mais um passo em direção ao “Grande Israel” - por Alan Ned Sabrosky

Guerra de agressão não declarada dos EUA-OTAN-Israel contra a Síria: “Terrorismo da al-Qaeda” para dar um golpe de Estado contra um governo secular eleito - por Michael Chossudovsky

Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir

O Grande Israel e o Messias Conquistador - por Alexander Dugin

O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio - por Stuart Littlewood

Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka


domingo, 15 de março de 2026

IRÃ – a última vítima de todas da mentalidade judaica de raça superior - por Povl H. Riis-Knudsen

 

Povl H. Riis-Knudsen

É desanimador ver a reação da chamada direita à guerra de agressão não provocada de Israel (e seus vassalos americanos) contra o Irã. Pode-se duvidar seriamente que ainda exista inteligência suficiente na ala nacionalista. Há muitos aspectos nessa questão – eu não posso prometer que conseguiremos abordá-los todos aqui, mas vamos ao menos tentar tocar os mais importantes.

1: Muitos poucos ocidentais têm qualquer noção sobre o Irã e os assuntos iranianos – e certamente não sobre a história do Irã. Contudo, esse conhecimento é um pré-requisito para se ter qualquer opinião sobre esse ataque criminoso. Se você não sabe nada sobre o Irã, é melhor se manter longe de seu teclado.[1]

2: Os iranianos que, infelizmente, se encontram neste país vieram principalmente porque estavam fugindo do serviço militar durante a guerra dos Estados Unidos (ou seja, de Israel) contra o Irã na década de 1980 — porque era isso que a guerra representava. O Iraque era apenas um instrumento dos Estados Unidos — e a gratidão que Saddam Hussein recebeu por seus esforços demonstra claramente que ser amigo dos EUA é literalmente mortal — Saddam Hussein simplesmente sabia demais. Desde o início, esses iranianos pertenciam ao segmento da população que apoiava a ditadura sangrenta do Xá contra a maioria do povo iraniano. A opinião deles sobre o assunto é irrelevante. Eles foram traidores de seu povo desde o primeiro dia. Eles não representam o povo iraniano, mas somente uma pequena minoria.

3: O Irã não é um país árabe, mas sim um país indo-europeu. Sua cultura remonta a milhares de anos e se estende muito além da conquista muçulmana. O idioma iraniano é uma língua indo-europeia, assim como o dinamarquês e o inglês. Os iranianos são nossos irmãos — ou pelo menos nossos primos. No entanto, a história fez com que existam muitas minorias dentro das fronteiras do Irã, como azeris, curdos, árabes e muitas outras. Esta é uma fragilidade à qual nós retornaremos.

4: O Irã é um país muçulmano. Há duas vertentes muito diferentes do Islã: sunita e xiita. O Irã é um país muçulmano xiita. Há muçulmanos xiitas na maioria dos países do Oriente Médio, mas nos países árabes a liderança é predominantemente sunita. Compreender o Irã exige um conhecimento básico do Islã xiita. Contudo, existe ampla liberdade religiosa no Irã. Há diversas denominações cristãs, o Islã sunita e o zoroastrismo (adoradores do fogo, uma antiga religião persa). O trabalho missionário de religiões que não o Islã é proibido, assim como em outros países muçulmanos.

5: A força, o tamanho e a população do Irã (93 milhões) o tornaram o principal inimigo de Israel, já que o Irã também apoia a luta palestina pela liberdade. É o último país na lista de Israel para os EUA de países do Oriente Médio que devem ser destruídos. Todos os outros já foram destruídos: Síria, Líbano, Iraque, Líbia, Sudão. Os demais países árabes são meros estados vassalos de Israel. Em todos os casos, o vilão são os EUA – o inimigo número 2 da humanidade. O número 1 é Israel. Se o mundo quiser ter paz, esses dois estados devem desaparecer do mapa em sua forma atual.

6: O Irã é um país imensamente rico. Uma parte significativa de sua riqueza vem do petróleo. Isso também se provou uma das maldições do Irã, pois sempre tem atraído interesses estrangeiros.

7: O Irã de fato havia estabelecido um governo democrático até que a Inglaterra e os EUA derrubaram conjuntamente o governo democrático de Mohammad Mosaddegh em 1953, porque Mosaddegh havia cometido o pecado mortal de nacionalizar a indústria petrolífera do país. Quando os EUA falam em querer “democratizar” o Irã, portanto, soa mais do que vazio. Em vez de Mosaddegh, Mohammad Reza Pahlavi foi instalado como governador, pois era isso que ele era, embora mais tarde tenha assumido o título de xá. Pahlavi não representava o povo iraniano, mas os EUA, e iniciou uma ocidentalização dura e forçada do país. Isso significa que, na Europa e nos EUA, há uma tendência a ver a ditadura Pahlavi como uma era de ouro e o Xá como um homem do progresso – porque, da nossa perspectiva, somos naturalmente muito mais desenvolvidos e civilizados do que todos os outros. O Xá fez o possível para que o país se assemelhasse aos Estados Unidos, mas esses esforços inevitavelmente mobilizaram a população contra ele, pois a população era e é muçulmana e desejava viver como muçulmana, mesmo naquela época. O movimento de resistência muçulmana foi combatido com medidas brutais. Prisões, uso generalizado de tortura, execuções arbitrárias, etc., eram parte da desordem diária. O líder muçulmano Ruhollah Khomeini foi forçado ao exílio em Paris, de onde liderou o movimento de resistência. Apesar do apoio maciço dos Estados Unidos à ditadura, o regime de Pahlavi entrou em colapso, e Khomeini pôde retornar e foi recebido como um herói pelo povo iraniano — ainda há alguns de nós que se lembram das imagens da televisão daquela época. O regime atual é precisamente o resultado de uma subelevação popular. A embaixada americana foi invadida e exposta pelo que realmente era: um centro de espionagem — e a sede do verdadeiro governo secreto do Irã.

A maioria do povo iraniano odeia os Estados Unidos pelo que o país fez ao Irã (principalmente durante a guerra por procuração de oito anos com o Iraque).

8: O Irã TEM um governo muçulmano com o Conselho dos Guardiães e o Líder Supremo como garantidores de que o governo do país não adote políticas que se desviem do Islã. Mas há eleições que determinam quem será o presidente e quem ocupará as cadeiras no parlamento. Os candidatos precisam ser aprovados – o que não é uma má ideia. Isso protege contra a eleição de completos idiotas, como sabemos pelo exemplo do parlamento e do governo ocidentais. No Irã, as qualificações da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, seriam suficientes apenas para limpar um banheiro público. Como ocidentais, NÓS podemos gostar ou não desse sistema. Não é da nossa conta. É um assunto interno iraniano e nenhum estrangeiro tem o direito de interferir. Nós podemos provavelmente concordar que não queremos esse sistema aqui, mas, então novamente, nós não o temos, e o Irã não representa qualquer ameaça aos EUA ou à Europa.

9: Donald Trump também não conhece nada sobre o Irã, como ele demonstrou claramente. No geral, Donald Trump tem sido uma grande decepção. Ele tem feito consistentemente o oposto do que prometeu durante a campanha eleitoral: manter os EUA fora de guerras insensatas. No entanto, ele não fez nada além de envolver os EUA em guerras e conflitos – e a guerra contra o Irã pode muito bem ser sua ruína. É ilegal – tanto sob o direito internacional quanto sob a Constituição dos EUA – mas Trump declarou abertamente que não reconhece nenhuma lei – apenas sua própria consciência. Contudo, é duvidoso que ele tenha uma. Esta não é a guerra de Trump, porém; é a guerra de Netanyahu. Mas por que Trump está travando esta guerra – que ameaça sua posição como presidente e o fará perder as eleições de meio de mandato em novembro, deixando-o paralisado pelo resto de seu mandato presidencial, caso não sofra impeachment antes disso? Por que se envolver nesta guerra? Sabemos que Israel controla os EUA. Judeus ricos controlam a capital, a indústria do entretenimento, a mídia e quase todas as instituições de ensino superior — e, por meio de sua riqueza, determinam quem pode ser eleito para o Congresso — e para a presidência. A campanha eleitoral de Trump foi financiada com dinheiro judeu — e sua filha é casada com um judeu e se converteu ao judaísmo. Quando ele permite que Jared Kushner, seu genro judeu — que não tem qualquer função no governo americano — e seu amigo de golfe, Steve Wittkoff, também judeu — que também não ocupa nenhum cargo oficial, mas, assim como Kushner, é apenas um especulador — viajem pelo mundo como negociadores, inclusive em relação às relações com o Irã, ele está zombando dos diplomatas profissionais em geral e dos iranianos em particular.

Mas Trump não está concorrendo à reeleição, e as eleições de meio de mandato provavelmente não serão vencidas neste momento, então por que ele está fazendo isso? Não é difícil imaginar que Netanyahu esteja de posse de todos os arquivos de Epstein. Será que Netanyahu tem provas incriminatórias contra Trump? Em qualquer caso, esta guerra é uma ótima distração do escândalo Epstein, do qual, subitamente, ninguém mais fala...

Mas provavelmente Trump também tem sido mal informado sobre a situação real no Irã de propósito! Ele acreditava que a mudança de regime poderia ser alcançada matando o líder do país. Que ingenuidade. Trump pode ter acreditado que o país inteiro acolheria os americanos (e os judeus?) como libertadores. Isso só demonstra sua ignorância sobre o Irã, sua história e o país. Os iranianos ainda odeiam os EUA. Como essa estratégia falhou, nós temos ouvido inúmeras outras razões pelas quais este ataque bárbaro foi necessário:

9.1 Para impedir o Irã de desenvolver armas nucleares; aliás, eles estavam a apenas uma semana de ter uma bomba nuclear. Bem, isso vem sendo dito há 40 anos*1 – e eles ainda não desenvolveram uma. Além disso, Trump afirma ter destruído completamente o programa nuclear iraniano na Guerra dos Doze Dias, há seis meses. Como isso se encaixa? Ademais, o líder supremo, recentemente assassinado, havia emitido uma fatwa {ou fátua, pronunciamento legal de um líder religioso islâmico} contra o desenvolvimento de armas nucleares – uma proibição motivada por questões religiosas. Trump assassinou aquela que provavelmente era a figura mais moderada da liderança iraniana. Imagino que seus sucessores reconsiderarão essa fatwa. A razão pela qual o Irã se encontra em sua situação atual é justamente por não ter desenvolvido armas nucleares, vide Coreia do Norte, que vive em paz justamente por possuir armas nucleares. Aliás, alguém se lembra da lenda das inexistentes armas de destruição em massa de Saddam Hussein?

9.2 Porque o Irã alegadamente controla todos os movimentos terroristas do mundo. Outra alegação inventada. O Irã apoia o povo palestino e defende o sul do Líbano contra a agressão israelense. É uma reação ao terror israelense.[2]

9.3 Para impedir mais execuções de rebeldes. Que comovente. E quanto aos quase 100.000 palestinos assassinados em Gaza? Que tal impedir isso? Seria fácil. Mas, ah não, eles eram apenas palestinos. No Irã, estávamos falando de agentes da CIA e do Mossad que haviam entrado clandestinamente. Era a raça superior, ou pelo menos seus servos.

9.4 Porque o Irã ameaçava os EUA. É preciso muita imaginação para visualizar isso!

9.5 Entre as explicações mais bizarras está a do Ministro da Guerra, Hegseth, de que Trump foi ungido por Deus para iniciar o Armagedom, que é um pré-requisito para o retorno de Jesus. Ele realmente disse isso. E são pessoas como ele que querem governar o mundo. Que Deus nos ajude a todos!

O fato é que as ideias de Trump sobre o Irã não tinham qualquer base na realidade. Ele é um homem estúpido e, como a maioria dos americanos, desinformado sobre o mundo que deseja governar como sua propriedade pessoal. É precisamente isso que o torna, e aos EUA, perigoso.

Ao matar Khamenei, ele não matou apenas o líder político supremo do Irã. Ele matou o líder religioso supremo da vasta maioria dos iranianos – o segundo líder mais importante de todos os muçulmanos xiitas. Ele o transformou em um mártir – e o martírio ocupa um lugar especial no islamismo xiita. Com esse assassinato, Trump fez a pior coisa possível que poderia fazer se seu objetivo era derrubar o regime.

Há muita especulação sobre o porquê de todas essas pessoas estarem reunidas na residência oficial de Ali Khamenei naquele momento – e não em um bunker. Uma explicação é que Khamenei buscava deliberadamente o martírio. Ele pode ter buscado o martírio para si mesmo, mas dificilmente para seus associados mais próximos, muito menos para seus filhos e netos. Acredita-se que ele tenha recebido uma oferta de paz americana que precisava ser discutida e respondida. Como diz o lema do Mossad: “Por meio do engano!”

10: Esta guerra pode mudar o mundo. Os estados do Golfo perceberam que é perigoso ser amigo dos Estados Unidos. Bases americanas estão sendo bombardeadas, a vida econômica está sendo afetada e os turistas estão sendo afastados. Um bloqueio no Estreito de Ormuz poderia triplicar o preço do petróleo em poucos dias. A Europa se isolou da energia russa, barata e confiável. A Rússia pode suprir a China com tudo o que lhe faltar dos estados do Golfo. A Europa está indo à bancarrota.

11: O objetivo de Israel é criar um Israel do Mediterrâneo ao Rio Eufrates, expulsando a população árabe nativa, que inundará a Europa (e outros países de maioria europeia) como refugiados. Isso contribuirá para o colapso da Europa (e de outros países de maioria branca) e criará ainda mais ódio contra os muçulmanos e, implicitamente, maior apreço pelo estado criminoso judeu no Oriente Médio, que é a origem do desastre. É satânico – mas bem planejado. Os judeus são pessoas inteligentes – e os europeus e americanos brancos são estúpidos. O apoio do Irã aos palestinos impede a concretização desses planos.

12: A CIA está armando os curdos, que também são numerosos no Irã, para incitá-los a se rebelarem contra os iranianos. Como recompensa, foi prometido a eles um Estado próprio – um sonho que os curdos acalentam há séculos. Isso pode incitar outras minorias no Irã a lutarem por seu próprio Estado, fragmentando o país em átomos,*2 mas inevitavelmente forçará a Turquia a entrar na guerra ao lado do Irã. A Turquia jamais aceitará voluntariamente um Estado curdo, assim como o Iraque e a Síria, mas Israel já castrou esses dois Estados. A Turquia, contudo, é uma poderosa força militar. Que direito têm os americanos de interferir em tais assuntos?

13: A grande incógnita. A China e a Rússia aceitarão uma derrota iraniana? Não creio – e isso significaria a Terceira Guerra Mundial, que inevitavelmente terminaria em guerra nuclear. Depois disso, preocupações posteriores serão supérfluas.

14: Israel é um Estado terrorista – e os EUA são o braço estendido de Israel. As ambições imperialistas dos EUA e de Israel representam a maior ameaça à paz mundial, à humanidade e à própria existência do planeta. Nós não podemos ter uma ordem mundial em que um único país – os EUA – dite os rumos em todo o planeta. É preciso criar um tribunal internacional para julgar todos esses belicistas e criminosos contra a humanidade. Oficiais e políticos alemães foram enforcados em Nuremberg por muito menos!

15: Pode-se debater se são os EUA que dirigem e facilitam Israel – ou vice-versa. O fato é que os dois estão intimamente ligados. Israel é o irmão mais novo, mas é o irmão mais novo quem dá as cartas, porque é ele quem detém o poder econômico nos EUA. Lembrem-se do filme “Wag the Dog” – essa é a situação que nós estamos enfrentando. É o rabo que abana o cachorro. Nesse contexto, Epstein desempenha um papel muito importante. Israel possui provas incriminatórias contra grande parte das elites americanas e europeias!

16: Será que a democracia é sequer uma forma desejável de governo? Basta observar os governos que essa forma de organização dos Estados criou. Os Estados Unidos e a Europa dificilmente são exemplos a serem seguidos! Como diz o ditado: o ouro afunda – a merda flutua!

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas


[1] Nota do editorial de The Occidental Observer: Se você quiser saber mais sobre o Irã, confira um dos artigos anteriores de Povl:

https://danmarksfrihedsraad.com/2026/01/23/iran-3/ 

*1 Fonte utilizada por Povl H. Riis-Knudsen:

https://www.youtube.com/watch?v=Mzmtdwsef8s

[2] Nota do editorial de The Occidental Observer: Povl escreveu sobre o conflito Israel-Palestina nos seguintes artigos (em dinamarquês):

https://danmarksfrihedsraad.com/2023/04/09/on-palestine/

https://danmarksfrihedsraad.com/2024/03/03/israel-et-mislykket-samfund-en-mislykket-stat/ 

*2 Fonte utilizada por Povl H. Riis-Knudsen:

https://en.wikipedia.org/wiki/Yinon_Plan

Fonte: IRAN – the latest victim of the Jewish master race mentality, por Povl H. Riis-Knudsen, 12 de março de 2026, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2026/03/12/iran-the-latest-victim-of-the-jewish-master-race-mentality/

Sobre o autor: Povl H. Riis-Knudsen (1949) é um linguista (graduado na Universidade de Aarhus em alemão e inglês) e ativista político dinamarquês.

___________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

De Ajax à Fúria Épica - Por que um golpe de Estado em 1953 e décadas de sanções levaram diretamente à guerra de Trump contra o Irã - por José Alberto Niño

O ódio ao Irã inventado pelo Ocidente serve ao sonho sionista de uma Grande Israel dominando o Oriente Médio - por Stuart Littlewood

A interferência global dos EUA está tornando o país cada vez mais detestado entre as nações - por aiatolá Seyyed Ali Khamenei

Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber

O afrouxamento do controle – Uma oportunidade histórica para resolver a questão palestina após o colapso do sionismo na batalha de narrativas - conclusões autorizadas pela publicidade da liderança iraniana Ali Khamenei.

Tradicionalismo religioso contra as forças encarnadas em EUA e Israel - por Raphael Machado

O Grande Israel e o Messias Conquistador - por Alexander Dugin

Quando a Diplomacia se Torna Teologia {na verdade fanatismo religioso}: Israel e o Caso Mike Huckabee. A Erosão da Ordem Jurídica - por Laala Bechetoula

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot

A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

Libertando a América de Israel - por Paul Findley

Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot

Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir

{Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica - por Christopher Hedges e Maura Finkelstein

{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber

Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach

Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão - por Tony Martin

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir

Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall

Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins

Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Será que Israel acabou de experimentar uma “falha de inteligência” ao estilo do 11 de Setembro? Provavelmente não. Aqui está o porquê - por Kevin Barrett

Residentes da faixa de Gaza fogem do maior campo de concentração do mundo - A não-violência não funcionou, então eles tiveram que atirar para escapar - por Kevin Barrett

Por Favor, Alguma Conversa Direta do Movimento pela Paz - Grupos sionistas condenam “extremistas” a menos que sejam judeus - por Philip Giraldi

A Supressão do Cristianismo em Seu Berço - Israel não é amigo de Jesus - por Philip Giraldi

Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

{Massacres sobre os alauítas após a queda da Síria de Bashar Hafez al-Assad} - por Raphael Machado

Mudança de Regime na Síria: mais um passo em direção ao “Grande Israel” - por Alan Ned Sabrosky

Guerra de agressão não declarada dos EUA-OTAN-Israel contra a Síria: “Terrorismo da al-Qaeda” para dar um golpe de Estado contra um governo secular eleito - por Michael Chossudovsky

Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka