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quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Auschwitz: Mitos e Fatos - por Mark Weber

 

Mark Weber


Auschwitz é considerado o mais notório centro de extermínio nazista. Durante a Segunda Guerra Mundial, centenas de milhares de prisioneiros — a maioria deles judeus — foram sistematicamente mortos ali, especialmente em câmaras de gás.

Auschwitz foi, inquestionavelmente um lugar de horror, onde muitos pereceram sob circunstâncias terríveis. E ainda, muito do que foi dito sobre o campo é exagerado ou não-verdadeiro. Um olhar mais atento aos fatos questiona pelo menos alguns aspectos de sua reputação como um centro de extermínio em massa sistemático.

 

Um Grande Complexo de Campos

O complexo de campos de Auschwitz foi criado em 1940 no que agora é o centro-sul da Polônia. Um grande número de judeus foi deportado para lá entre 1942 e meados de 1944. O campo principal era conhecido como Auschwitz I. Birkenau, ou Auschwitz II, era supostamente o principal centro de extermínio, enquanto Monowitz, ou Auschwitz III, era um grande complexo industrial onde a gasolina era produzida a partir do carvão. Além disso, havia dezenas de campos satélites menores dedicados à economia de guerra.

 

Quatro Milhões de Vítimas?

No Tribunal de Nuremberg do pós-guerra, os Aliados acusaram os alemães de terem exterminado quatro milhões de pessoas em Auschwitz. Esse número, inventado pelos soviéticos, foi aceito sem críticas por muitos anos e frequentemente aparecia nos principais jornais e revistas americanos.[1] Hoje, nenhum historiador respeitável o aceita.

O historiador israelense do Holocausto, Yehuda Bauer, disse em 1989 que finalmente chegou a hora de reconhecer que o conhecido número de quatro milhões é um mito deliberado. Em julho de 1990, o Museu Estatal de Auschwitz, na Polônia, juntamente com o Centro do Holocausto Yad Vashem, em Israel, anunciou que, no total, talvez um milhão de pessoas (judeus e não judeus) morreram lá. Nenhuma das instituições informou quantas dessas pessoas foram mortas e não foram fornecidas estimativas sobre o número daqueles supostamente gaseados.[2]

{Na placa do memorial de Auschwitz está escrito: “Que este lugar seja para sempre um grito de desespero e um aviso à humanidade, onde os nazistas assassinaram cerca de um milhão e meio de homens, mulheres e crianças, principalmente judeus de vários países da Europa. Auschwitz-Birkenau 1940 - 1945.” Conforme os estudos revisionistas avançaram, o Memorial e Museu de Auschwitz-Birkenau durante a década de 1990 tiveram que remover as placas emblemáticas que afirmavam que 4 milhões de pessoas foram assassinadas ali, e passaram a expor a estimativa de 1.5 milhões de vítimas. Estudos posteriores foram apresentando números cada vez menores, o que independentemente das mudanças e o quão preciso estão os estudos, demonstra que a imagem de Auschwitz na mentalidade ocidental é resultado principalmente da propaganda de guerra e de publicidade de Hollywood. Este é um dos exemplos mais emblemáticos da importância da pesquisa histórica e técnica, inclusive revisionista, manter o equilíbrio das apurações históricas.}


Um proeminente historiador do Holocausto, Gerald Reitlinger, estimou que talvez 700.000 judeus pereceram em Auschwitz.[3] O historiador francês do Holocausto, Jean-Claude Pressac, estimou em 1993 que o número de pessoas que ali pereceram foi de cerca de 800.000 – das quais 630.000 eram judeus.[4]

Fritjof Meyer, respeitado analista de política externa, autor de vários livros e editor-chefe da principal revista semanal de notícias da Alemanha, apresentou um número ainda menor em 2002. Escrevendo no periódico acadêmico alemão Osteuropa, ele estimou que, no total, 500.000 ou 510.000 pessoas — judeus e não judeus — pereceram em Auschwitz.[5]

Embora todos esses números sejam conjecturas, eles mostram como a história de Auschwitz tem mudado drasticamente ao longo dos anos.

 

Falsa “Câmara de Gás”

Cada ano, por décadas, dezenas de milhares de visitantes de Auschwitz foram apresentados a uma “câmara de gás” de execução no campo principal, supostamente em seu “estado original”. Em janeiro de 1995, a prestigiosa revista semanal francesa L'Express reconheceu que “tudo” sobre esta “câmara de gás” é “falso” e que, na verdade, trata-se de uma reconstrução enganosa do pós-guerra.[6]

 

Histórias Bizarras

Houve um tempo em que se afirmou seriamente que, em Auschwitz, judeus eram sistematicamente mortos com eletricidade. Jornais americanos, em fevereiro de 1945, citando um relato de uma testemunha ocular soviética do campo recém-libertado, relataram aos leitores que os metódicos alemães haviam matado judeus ali usando uma “esteira elétrica na qual centenas de pessoas podiam ser eletrocutadas simultaneamente [e] então levadas para fornalhas. Elas eram queimadas quase instantaneamente, produzindo fertilizante para as plantações de repolho próximas.”[7]

No Tribunal de Nuremberg, o promotor-chefe dos EUA, Robert Jackson, acusou os alemães de terem usado um dispositivo “recém-inventado” para “vaporizar” instantaneamente 20.000 judeus perto de Auschwitz “de tal forma que não restasse nenhum vestígio deles”.[8] Nenhum historiador respeitável aceita atualmente nenhuma dessas histórias fantasiosas.

 

A “Confissão” de Höss

Uma peça-chave da evidência do Holocausto é a “confissão” do ex-comandante de Auschwitz, Rudolf Höss. Em uma declaração sob juramento e em depoimento perante o Tribunal de Nuremberg em 15 de abril de 1946, ele declarou que, entre maio de 1940 e dezembro de 1943, enquanto era comandante do complexo do campo, “ao menos dois milhões e meio de vítimas foram executadas e exterminadas por gaseamento e queima,” e que “pelo menos outro meio milhão sucumbiu à fome e à doença, totalizando cerca de três milhões de mortos” durante somente aquele período.[9]

Embora ainda seja amplamente citada como evidência histórica sólida, essa “confissão” é, na verdade, uma declaração falsa obtida pela tortura. Alguns anos após a guerra, o sargento da inteligência militar britânica Bernard Clarke descreveu como ele e outros cinco soldados britânicos torturaram o ex-comandante para obter sua “confissão”. O próprio Höss explicou em particular sua provação com estas palavras: “Certamente, assinei uma declaração afirmando que matei dois milhões e meio de judeus. Eu poderia muito bem ter dito que foram cinco milhões de judeus. Há certos métodos pelos quais qualquer confissão pode ser obtida, seja ela verdadeira ou não.”[10]

Mesmo historiadores que geralmente aceitam a história do extermínio do Holocausto agora reconhecem que muitas das declarações específicas feitas na “confissão” de Höss simplesmente não são verdadeiras. Para começar, nenhum estudioso sério afirma hoje que algo em torno de dois milhões e meio ou três milhões de pessoas pereceram em Auschwitz.

A “confissão” de Höss alega ainda que judeus já estavam sendo exterminados por gás no verão de 1941 em três outros campos: Belzec, Treblinka e Wolzek. O campo de “Wolzek” mencionado por Höss é uma invenção completa. Tal campo não existiu, e o nome não é mais mencionado na literatura sobre o Holocausto. Além disso, aqueles que aceitam a história do Holocausto atualmente afirmam que os gaseamentos de judeus não começaram em Auschwitz, Treblinka ou Belzec até algum momento de 1942.

 

Muitos presos judeus impossibilitados de trabalhar

Milhares de documentos secretos alemães de guerra sobre Auschwitz foram confiscados pelos Aliados após a guerra. Mas nenhum deles faz referência a uma política ou programa de extermínio. De fato, a conhecida história de extermínio de Auschwitz não pode ser conciliada com as evidências documentais.

Frequentemente é reivindicado que todos os judeus em Auschwitz que não conseguiam trabalhar eram imediatamente mortos. Judeus muito velhos, jovens, doentes ou fracos eram supostamente gaseados ao chegar, e somente aqueles que podiam trabalhar até a morte eram temporariamente mantidos vivos.

Mas as evidências mostram o contrário. De fato, uma porcentagem muito alta de presos judeus não conseguiam trabalhar e, mesmo assim, não foram mortos. Por exemplo, um telex interno alemão datado de 4 de setembro de 1943, do chefe do departamento de Alocação de Mão de Obra do Escritório Central Econômico e Administrativo da SS (WVHA), relatou que, dos 25.000 judeus mantidos em Auschwitz, apenas 3.581 estavam aptos a trabalhar, e que todos os prisioneiros judeus restantes — cerca de 21.500, ou cerca de 86% — eram incapazes trabalhar.[11]

Isso também é confirmado em um relatório secreto datado de 5 de abril de 1944, sobre “medidas de segurança em Auschwitz,” de Oswald Pohl, chefe do sistema de campos de concentração da SS, ao chefe da SS Heinrich Himmler. Pohl relatou que havia um total de 67.000 prisioneiros em todo o complexo do campo de Auschwitz, dos quais 18.000 estavam hospitalizados ou incapacitados. No campo de Auschwitz II (Birkenau), supostamente o principal centro de extermínio, havia 36.000 detentos, a maioria mulheres, dos quais “aproximadamente 15.000 são incapazes de trabalhar”.[12]

As evidências mostram que Auschwitz-Birkenau foi estabelecido principalmente como um campo para judeus que não podiam trabalhar, incluindo doentes e idosos, bem como para aqueles que aguardavam temporariamente a designação para outros campos. Essa é a visão ponderada do Dr. Arthur Butz, da Universidade Northwestern, que também afirma que essa foi uma razão importante para a taxa de mortalidade excepcionalmente alta no local.[13]

O estudioso judeu Arno Mayer, professor de história na Universidade de Princeton, reconhece em seu livro de 1988 sobre a “solução final” que mais judeus pereceram em Auschwitz em decorrência de tifo e outras causas “naturais” do que foram executados.[14]

 

Anne Frank

Talvez a prisioneira mais conhecida de Auschwitz tenha sido Anne Frank, que é lembrada por seu famoso diário. Mas poucas pessoas estão cientes que milhares de judeus, incluindo Anne e seu pai, Otto Frank, “sobreviveram” a Auschwitz.

A jovem de 15 anos e seu pai foram deportados da Holanda para Auschwitz em setembro de 1944. Várias semanas depois, diante do avanço do exército soviético, Anne foi evacuada de Auschwitz, juntamente com muitos outros judeus, para o campo de Bergen-Belsen, no oeste da Alemanha, onde ela morreu de tifo em março de 1945. Enquanto estava em Auschwitz, Otto Frank contraiu tifo e foi enviado ao hospital do campo para se recuperar. Ele foi um dos milhares de judeus doentes e debilitados que foram deixados para trás quando os alemães abandonaram o campo em janeiro de 1945, pouco antes de ser invadido pelos soviéticos. Ele morreu na Suíça em 1980.

Se a política alemã tivesse sido matar Anne Frank e seu pai, eles não teriam sobrevivido a Auschwitz. O destino deles, por mais trágico que tenha sido, não pode ser conciliado com a familiar história de extermínio.

 

Propaganda Aliada

A história do gaseamento de Auschwitz baseia-se, em grande parte, em depoimentos de ex-prisioneiros judeus que não presenciaram pessoalmente nenhum sinal real de extermínio. Suas crenças são compreensíveis, pois rumores sobre gaseamentos em Auschwitz eram amplamente difundidos. Aviões aliados lançaram grandes quantidades de panfletos, escritos em polonês e alemão, sobre Auschwitz e áreas vizinhas, alegando que pessoas estavam sendo gaseadas no campo. A história do gaseamento de Auschwitz, que foi uma parte importante do esforço de propaganda dos Aliados durante a guerra, também foi transmitida para a Europa por estações de rádio aliadas.[15]

 

Depoimento de Sobrevivente

Ex-detentas confirmaram não ter visto evidências de extermínio em Auschwitz.

Uma austríaca, Maria Vanherwaarden, testemunhou sobre suas experiências no campo perante um Tribunal Distrital de Toronto em março de 1988.[16] Ela foi internada em Auschwitz-Birkenau em 1942 por ter tido relações sexuais com um trabalhador forçado polonês. Na viagem de trem para o campo, uma cigana disse a ela e às outras que todas seriam gaseadas em Auschwitz. Ao chegarem, Maria e as outras mulheres receberam ordens de se despir e entrar em uma grande sala de concreto sem janelas para tomar banho. As mulheres, aterrorizadas, tinham certeza de que estavam prestes a morrer. Mas então, em vez de gás, água saiu dos chuveiros.

Auschwitz não era um resort de férias, confirmou Maria. Ela testemunhou a morte de muitas outras detentas por doenças, particularmente tifo. Viu algumas tirarem a própria vida. Mas ela não viu nenhuma evidência de assassinatos em massa, gaseamentos ou de qualquer programa de extermínio.

Uma judia chamada Marika Frank chegou a Auschwitz-Birkenau vinda da Hungria em julho de 1944, quando 25.000 judeus eram supostamente gaseados e cremados diariamente. Ela também testemunhou após a guerra que não ouviu nem viu nada sobre câmaras de gás durante o período em que esteve internada lá. Ela ouviu as histórias de gaseamento somente mais tarde.[17]

 

Detentos Libertados

Mais de 200.000 prisioneiros foram transferidos de Auschwitz para outros campos, e cerca de 8.000 estavam no campo quando este foi libertado pelas forças soviéticas. Em adição, cerca de 1.500 prisioneiros que tinham servido suas penas foram libertados e retornaram aos seus países de origem.[18] Se Auschwitz tivesse sido realmente um centro de extermínio ultrassecreto, é difícil acreditar que as autoridades alemãs teriam libertado detentos que “sabiam” o que estava acontecendo lá.

 

Fotos Aéreas Reveladoras

Fotografias aéreas detalhadas de reconhecimento aéreo dos Aliados, tiradas de Auschwitz-Birkenau em vários dias aleatórios de 1944 — durante o auge do suposto período de extermínio — foram divulgadas pela CIA em 1979. Essas fotos não mostram vestígios de pilhas de cadáveres, chaminés de crematórios fumegantes ou massas de judeus aguardando a morte, fatos que têm sido repetidamente alegados, e que seriam visíveis se Auschwitz tivesse sido o centro de extermínio que é dito ter sido.[19]

 

Reivindicações Absurdas de Cremação

Especialistas em cremação têm confirmado que milhares de cadáveres não poderiam ter sido cremados todos os dias durante a primavera e o verão de 1944 em Auschwitz, como frequentemente se alega. Ivan Lagacé, gerente de um grande crematório no Canadá, testemunhou em tribunal em abril de 1988 que a história da cremação em Auschwitz é tecnicamente impossível. A alegação de que 10.000 ou mesmo 20.000 cadáveres foram cremados todos os dias em Auschwitz no verão de 1944 em crematórios e fossas a céu aberto é simplesmente “absurda” e “além da realidade”, declarou ele sob juramento.[20]

 

Especialista em Gases Refuta História de Extermínio

Um renomado especialista americano em câmaras de gás, Fred A. Leuchter, examinou cuidadosamente as supostas “câmaras de gás” na Polônia e concluiu que a história do gaseamento em Auschwitz é absurda e tecnicamente impossível. Na época em que conduziu seu exame, Leuchter era reconhecido como o maior especialista em projeto e instalação de câmaras de gás usadas nos Estados Unidos para executar criminosos condenados. Por exemplo, ele projetou uma instalação de câmaras de gás para a penitenciária estadual do Missouri.

Em fevereiro de 1988, ele realizou um exame detalhado no local das “câmaras de gás” em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, na Polônia, que ainda estão de pé ou apenas parcialmente em ruínas. Em depoimento sob juramento perante um tribunal de Toronto e em um relatório técnico, Leuchter descreveu todos os aspectos de sua investigação. Ele concluiu que as supostas instalações de gaseamento não poderiam ter sido usadas para matar pessoas. Entre outras coisas, ele ressaltou que as chamadas “câmaras de gás” não eram devidamente seladas ou ventiladas para matar seres humanos sem também matar o pessoal alemão do campo.[21]

O Dr. William B. Lindsey, químico pesquisador empregado por 33 anos pela Dupont Corporation, também testemunhou em um processo judicial de 1985 que a história do gaseamento de Auschwitz é tecnicamente impossível. Com base em um cuidadoso exame in loco das “câmaras de gás” em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência, ele declarou: “Eu tenho chegado à conclusão de que ninguém foi intencional ou propositalmente morto com Zyklon B [gás de ácido cianídrico] dessa maneira. Considero isso absolutamente impossível.”[22]

Em março de 1992, um proeminente engenheiro austríaco ganhou as manchetes quando um relatório que ele havia escrito sobre supostas câmaras de gás alemãs em tempos de guerra foi tornado público. Walter Lüftl, um engenheiro especialista reconhecido pela justiça e que chefiava uma grande empresa de engenharia em Viena, concluiu que as conhecidas histórias de extermínio em massa de judeus em câmaras de gás nos campos de guerra de Auschwitz e Mauthausen são impossíveis por razões técnicas. Lüftl também confirmou especificamente os achados de Leuchter sobre Auschwitz.[23]

 

Himmler ordena redução da taxa de mortalidade

Em resposta às mortes de muitos presos por doenças, especialmente tifo, as autoridades alemãs responsáveis ​​pelos campos ordenaram contra-medidas firmes. O chefe da administração do campo da SS enviou uma diretiva datada de 28 de dezembro de 1942 a Auschwitz e aos outros campos de concentração. Criticava duramente a alta taxa de mortalidade de presos por doenças e ordenava que “os médicos do campo devem usar todos os meios à sua disposição para reduzir significativamente a taxa de mortalidade nos vários campos.” Além disso, ordenava: “Os médicos do campo devem supervisionar com mais frequência do que no passado a nutrição dos prisioneiros e, em cooperação com a administração, apresentar recomendações de melhoria aos comandantes do campo... Os médicos do campo devem zelar para que as condições de trabalho nos vários locais de labor sejam melhoradas tanto quanto possível.”

Finalmente, a diretiva enfatizava que “o Reichsführer SS [Heinrich Himmler] tinha ordenado que a taxa de mortalidade devia ser absolutamente reduzida.”[24]

 

Combate às Doenças

Conforme ordenado, os médicos alemães em Auschwitz implementaram medidas abrangentes e intensivas para reduzir a taxa de mortalidade dos prisioneiros. Por exemplo, em uma carta de 25 de fevereiro de 1943, o médico do campo, Dr. Wirths, informou ao escritório central da WVHA {Escritório Central Econômico e Administrativo da SS}, o qual era responsável pelo sistema de campos de concentração da SS:

“Como já reportado, após a epidemia de tifo no campo de Auschwitz ter sido praticamente suprimida em novembro e dezembro, seguiu-se um novo aumento de casos de tifo entre os internos de Auschwitz, bem como entre as tropas, trazidos pelos transportes recém-chegados do Leste. Apesar das contramedidas imediatamente tomadas, a supressão completa dos casos de tifo não tem ainda sido alcançada.”[25]

Nada disso pode ser reconciliado com a atual versão oficial do extermínio de Auschwitz.

Resumo

Manter os ódios e as paixões do passado impede a reconciliação genuína e a paz duradoura. A história do extermínio de Auschwitz teve origem na propaganda da Segunda Guerra Mundial. E toda propaganda de guerra, a menos que o ódio e a paixão tenham a palavra final, deve ser vista criticamente. Já passou da hora de analisarmos com mais objetividade este capítulo altamente polemizado da história.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas:

[1] Nota de Mark Weber: Nuremberg document 008-USSR. International Military Tribunal (IMT) “blue series,” Vol. 39, páginas 241, 261; Nazi Conspiracy and Aggression (NC&A), “red series,” vol. 1, página 35; C. L. Sulzberger, “Oswiecim Killings Placed at 4,000,000,” New York Times, 8 de maio de 1945, e, New York Times, 31 de janeiro de 1986, página A4.

[2] Nota de Mark Weber: Y. Bauer, “Fighting the Distortions,” Jerusalem Post (Israel), 22 de setembro de 1989; “Auschwitz Deaths Reduced to a Million,” Daily Telegraph (London), 17 de julho de 1990; “Poland Reduces Auschwitz Death Toll Estimate to 1 Million,” The Washington Times, 17 de julho de 1990, página A11.

[3] Nota de Mark Weber: G. Reitlinger, The Final Solution (London: Sphere [2ª ed.], 1971), páginas 500-501.

[4] Nota de Mark Weber: 4. J.-C. Pressac, Le Crématoires d’Auschwitz: La Machinerie du meurtre de mass (Paris: CNRS, 1993), página 148. See also: M. Weber, “New ‘Official’ Changes in the Auschwitz Story,” The Journal of Historical Review, maio-agosto de 2002, páginas 24-28. (https://ihr.org/journal/v21n3p24_weber.html)

[5] Nota de Mark Weber:  F. Meyer, “Die Zahl der Opfer von Auschwitz,” Osteuropa, maio de 2002, páginas 631-641. Citado em M. Weber, “New ‘Official’ Changes in the Auschwitz Story,” The Journal of Historical Review, maio-agosto de 2002, páginas 24-28. (https://ihr.org/journal/v21n3p24_weber.html)

[6] Nota de Mark Weber: Eric Conan, “Auschwitz: La Memoire du Mal,” L’Express, janeiro, 19-25, 1995, páginas 54-73. Ver também “Major French Magazine Acknowledges Auschwitz Gas Chamber Fraud,” Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro de 1995, páginas 23-24.

(https://ihr.org/journal/v15n1p23_Weber.html)

[7] Nota de Mark Weber: Washington (DC) Daily News, 2 de fevereiro de 1945, páginas 2, 35. (United Press dispatch from Moscow).

[8] Nota de Mark Weber:  IMT “blue series,” Vol. 16, páginas 529-530. (21 de junho, 1946).

[9] Nota de Mark Weber:  IMT “blue series,” Vol. 11, páginas 414-418, e IMT, Vol. 33, páginas 275-279 (Nuremberg document 3868-PS [USA-819]).

[10] Nota de Mark Weber: Rupert Butler, Legions of Death (England: 1983), páginas 235; R. Faurisson, “How the British Obtained the Confessions of Rudolf Höss,” The Journal of Historical Review, inverno de 1986-87, páginas 389-403. 

https://ihr.org/journal/v07p389_Faurisson.html {tradução em português: Como os britânicos obtiveram as Confissões de Rudolf Höss - parte 1, por Robert Faurisson, 14 de novembro de 2024, World Traditional Front. (demais partes na continuação do próprio artigo).

 https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/11/como-os-britanicos-obtiveram-as.html} 

[11] Nota de Mark Weber: Archives of the Jewish Historical Institute of Warsaw, German document No. 128. Citado em: H. Eschwege, ed., Kennzeichen J (Berlin [East]: 1966), página 264.

[12] Nota de Mark Weber: Nuremberg document NO-021. Nuremberg Military Tribunal (NMT) “green series,” Vol. 5. páginas 384-385;

[13] Nota de Mark Weber: Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century (Chicago: 2003), páginas 157-159.

[14] Nota de Mark Weber: Arno Mayer, Why Did the Heavens Not Darken?The ‘Final Solution’ in History (Pantheon, 1988), página 365.

[15] Nota de Mark Weber: Nuremberg document NI-11696. NMT “green series,” Vol. 8, página 606.

[16] Nota de Mark Weber: Testimony in Toronto District Court, 28 de março de 1988. Toronto Star, 29 de março de 1988, p. A2; B. Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel  (Toronto : 1992), páginas 253-255.

(https://ihr.org/books/kulaszka/21herwaarden.html)

[17] Nota de Mark Weber: Sylvia Rothchild, ed., Voices from the Holocaust (New York: 1981), páginas 188-191.

[18] Nota de Mark Weber: Franciszek Piper, ensaio em: Y. Gutman & M. Berenbaum, eds., Anatomy of the Auschwitz Death Camp (1994), página 71.

[19] Nota de Mark Weber: Dino A. Brugioni and Robert C. Poirier, The Holocaust Revisited (Washington, DC: Central Intelligence Agency, 1979).

[20] Nota de Mark Weber: Testemunho no Tribunal Distrital de Toronto, 5-6 de abril de 1988. Canadian Jewish News (Toronto), 14 de abril 1988, página 6; B. Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel (Toronto: 1992), páginas 267-271. (https://ihr.org/books/kulaszka/26lagace.html)

[21] Nota de Mark Weber: Testemunho no Tribunal Distrital de Toronto, 20-21 de abril de 1988. Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel (Toronto: 1992), páginas 354-362.

(https://ihr.org/books/kulaszka/33leuchter.html)

The Leuchter Report (Toronto: 1988).

(https://ihr.org/books/leuchter/leuchter.toc.html)

[22] Nota de Mark Weber: The Globe and Mail (Toronto), 12 de fevereiro de 1985, página M3. Ver também: M. A. Hoffman, The Great Holocaust Trial (1995 [3ª ed.]), páginas 65, 66. 

[23] Nota de Mark Weber: Walter Lüftl, “The Lüftl Report: An Austrian Engineer’s Report on the ‘Gas Chambers’ of Auschwitz and Mauthausen,” The Journal of Historical Review, Winter 1992-93, páginas 391-420.

(https://ihr.org/journal/v12p391_Luftl.html)

[24] Nota de Mark Weber: Nuremberg document PS-2171, Annex 2. NC&A “red series,” Vol. 4, páginas 833-834.

[25] Nota de Mark Weber: Documento 502-1-68, páginas 115-116, dos arquivos do Centro de Custódia de Documentos Históricos, Moscou. Citado por C. Mattogno em “Die ‘Gasprüfer’ von Auschwitz,” Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung, março de1998, página 16 (e nota de rodapé 26).  Citado em M. Weber, “High Frequency Delousing Facilities at Auschwitz,” The Journal of Historical Review, maio-junho de 1999, páginas 4-12.

(https://ihr.org/journal/v18n3p-4_Weber.html)

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Para leitura adicional:

 “An Official Polish Report on the Auschwitz ‘Gas Chamber’,” The Journal of Historical Review, Summer 1991 (Vol. 11, No. 2), pp. 207-216.

https://ihr.org/journal/v11p207_Staff.html )

“Major French Magazine Acknowledges Auschwitz Gas Chamber Fraud.” The Journal of Historical Review, Jan.-Feb. 1995, pp. 23-24.

https://ihr.org/journal/v15n1p23_Weber.html )

Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century: The Case Against The Presumed Extermination of European Jewry (Chicago: T&DP, 2003)

Robert Faurisson, “An Orthodox Historian Finally Admits That There is No Evidence for Nazi Gas Chambers,” The Journal of Historical Review, July-August 1998, pp. 24-28.
https://ihr.org/journal/v17n4p24_Faurisson.html )

R. Faurisson, “How the British Obtained the Confessions of Rudolf Höss,” The Journal of Historical Review, Winter 1986-87(Vol. 7, No. 4), pp. 389-403.

https://ihr.org/journal/v07p389_Faurisson.html )

R. Faurisson, “Jean-Claude Pressac’s New Auschwitz Book,” The Journal of Historical Review, January-February 1994 (Vol. 14, No. 1), páginas 23-24.

https://ihr.org/journal/v14n1p23_Faurisson.html )

R. Faurisson, “The ‘Gas Chamber’ of Auschwitz I,” The Journal of Historical Review, Sept.-Dec. 1999, páginas 12-13.

https://ihr.org/journal/v18n5p12_Faurisson.html )

R. Faurisson, “The ‘Problem of the Gas Chambers’,” The Journal of Historical Review, Summer 1980, páginas 103-114.

https://ihr.org/leaflet/gaschambers.shtml )

https://ihr.org/journal/v01p103_Faurisson.html )

Jürgen Graf, The Giant With Feet of Clay: Raul Hilberg and His Standard Work on the ‘Holocaust’ (Theses and Dissertations Press, 2001)

J. Graf, “What Happened to the Jews Who Were Deported to Auschwitz But Were Not Registered There?,” The Journal of Historical Review, July-August 2000 (Vol. 19, No. 4), páginas 4-18.

https://ihr.org/journal/v19n4p-4_Graf.html )

Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel – 1988 (Toronto: Samisdat, 1992).

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Fred A. Leuchter, Jr., “The Leuchter Report: The How and the Why,” The Journal of Historical Review, Summer 1989 (Vol. 9, No. 2), páginas 133-139.

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Fred A. Leuchter, Jr., The Leuchter ReportAn Engineering Report on the Alleged Execution Gas Chambers at Auschwitz, Birkenau and Majdanek (Toronto: Samisdat, 1988).
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Walter Lüftl, “The Lüftl Report: An Austrian Engineer’s Report on the ‘Gas Chambers’ of Auschwitz and Mauthausen,” The Journal of Historical Review, Winter 1992-93 (Vol. 12, No. 4), páginas 391-420.

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Germar Rudolf, ed., Dissecting the Holocaust (Chicago : T&DP,  2003 [2ª ed.])

Germar Rudolf, Lectures on the Holocaust: Controversial Issues Cross Examined (Chicago : T&DP, 2005)

Mark Weber, “Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers” [Review], The Journal of Historical Review, Summer 1990 (Vol. 10, nº 2), páginas 231-237.
https://ihr.org/journal/v10p231_Weber.html )

M. Weber, “Fred Leuchter: Courageous Defender of Historical Truth,” The Journal of Historical Review, Winter 1992-93, páginas 421-428.

https://ihr.org/journal/v12p421_Weber.html )

M. Weber, “High Frequency Delousing Facilities at Auschwitz,” The Journal of Historical Review, May-June 1999, pp. 4-12.

https://ihr.org/journal/v18n3p-4_Weber.html )

M. Weber, “New ‘Official’ Changes in the Auschwitz Story,” The Journal of Historical Review, May-August 2002, páginas 24-28.

https://ihr.org/journal/v21n3p24_weber.html )

M. Weber, “Pages from the Auschwitz Death Registry Volumes,” The Journal of Historical Review, Fall 1992, páginas 265-268.

https://ihr.org/journal/v12p265_Weber.html )

M. Weber, “Tell-Tale Documents and Photos from Auschwitz,” The Journal of Historical Review, Spring 1991, páginas 67-80.

https://ihr.org/journal/v11p-67_Weber.html )

 


Fonte: Auschwitz: Myths and Facts, por Mark Weber, folheto de 2001, pelo Institute for Historical Review. Texto atualizado em setembro de 2009.

https://ihr.org/leaflet/auschwitz

Sobre o autor: Sobre o autor: Mark weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Europeia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do Institute for Historical Review, um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado. Foi por anos editor do The Journal for Historical Review. Em março de 1988, ele testemunhou por cinco dias no Tribunal Distrital de Toronto como uma testemunha especialista reconhecida na política judaica da Alemanha durante a guerra e na questão do Holocausto.

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O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Uma breve introdução ao revisionismo do Holocausto - por Arthur R. Butz

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Definindo evidência - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Tipos e hierarquia de evidências - por Germar Rudolf

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)


domingo, 17 de março de 2024

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Estão faltando seis milhões? - por Germar Rudolf

 Continuação de {Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Uma pessoa morta são muitas pessoas {é um argumento válido dizer que menos ou mais mortos nas pesquisas sobre alegado Holocausto não mudam os fatos do que significa o Holocausto?} por Germar Rudolf 

 Germar Rudolf 


O texto a seguir é baseado principalmente em apresentações reais que fiz na Alemanha e em outros lugares. A maioria deles foi estruturada como diálogos com membros da audiência, que foram continuamente encorajados a fazer perguntas, fazer objeções e oferecer contra-argumentos. Este estilo de diálogo é mantido neste livro. Minhas próprias contribuições são marcadas com “Germar Rudolf” e as dos ouvintes com “Ouvinte” (ou Ouvinte'/Ouvinte"/ Ouvinte'" no caso de comentários consecutivos de vários ouvintes distintos).

* * *

Ouvinte: Agora, pare de rodeios sobre a moita. Quantos judeus você acha que morreram durante o Holocausto?

Germar Rudolf:  Eu mesmo não fiz nenhuma pesquisa sobre fontes primárias e, portanto, eu tenho que confiar no trabalho de outros. Se você olhar a literatura disponível sobre o tema das perdas populacionais de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, notará que existem apenas duas monografias extensas que lidam com este tópico.

Ouvinte: Mas todos os livros importantes sobre o Holocausto têm números de vítimas.

Germar Rudolf: Sim, mas nesses trabalhos o número de vítimas é meramente alegado, não comprovado. Tomemos, por exemplo, os números do livro The Destruction of the European Jews {A Destruição dos Judeus Europeus}, do especialista da principal vertente do Holocausto Raul Hilberg (2003, página 1320)*1 e compare-os com os de Lucy Dawidowicz, outra grande especialista da principal vertente, que ela publicou no seu livro The War against the Jews.*2 Ambos afirmam que o Holocausto resultou no assassinato de cinco a seis milhões de judeus. No entanto, se compararmos a forma como ambos os autores alocam estas vítimas aos vários locais do reivindicado assassinato em massa, verifica-se que não concordam em nada, ver Tabela 1. Uma tal tabela poderia ser alargada para incluir muitos mais historiadores do Holocausto, e os números seriam tão loucos e selvagemente divergentes. Então, como é que todos estes autores acabam basicamente com o mesmo total, quando eles discordam em tudo o mais, e nenhum deles prova o que eles reivindicam com fontes incontestáveis?

Tabela 1: Distribuição das alegadas vítimas do Holocausto de acordo com o local do crime

Localização

Hilberg

Davidowicz1

Auschwitz:

Treblinka:

Belzec:

Sobibór:

Chelmno:

Majdanek:

1.000.000

800.000

435.000

150.000

150.000

50.000

2.000.000

800.000

600.000

250.000

340.000

1.380.000

Total em campos:

2.585.000

5.370.000

Outras localizações:

2.515.000

563.000

Total do Holocausto

5.100.000

5.933.000

 

Deixe-me, portanto, voltar aos dois únicos livros que na verdade se concentraram apenas no tópico estatístico das perdas de população judaica na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Há a obra revisionista The Dissolution of Eastern European Jewry escrita em 1983 por Walter N. Sanning*3, também conhecido como Wilhelm Niederreiter, e a antologia Dimension des Völkermords (Magnitude do Genocídio) editada em 1991 pelo cientista político Wolfgang Benz*4. Enquanto Sanning fixa as perdas inexplicáveis dos judeus europeus numa ordem de magnitude de 300.000, Benz, de acordo com o ensino tradicional, chega a um número de cerca de seis milhões.

Ouvinte: Bem, ótimo! A diferença não poderia ser mais marcante. Qual das duas obras é a que você recomendaria?

Germar Rudolf: O livro de Benz é hoje considerado um padrão. Em grande medida, baseia-se em material de origem consideravelmente mais extenso do que o de Sanning.

Ouvinte: Então nós temos seis milhões de judeus mortos!

Germar Rudolf: Calma agora, vamos passo a passo. Embora o livro de Benz seja obviamente uma reação ao trabalho revisionista, ele não faz nenhuma tentativa de uma discussão direta e séria dos argumentos de Sanning. O próprio Sanning é mencionado apenas uma vez em uma nota de rodapé e somente para ser difamado.2

Ouvinte: Essa não é realmente uma abordagem muito científica!

Germar Rudolf: Certo, e tanto mais que Benz publicou expressamente o seu livro para refutar as teses revisionistas. Devido a esta falta de discussão dos argumentos revisionistas, só podemos colocar as duas obras lado a lado e comparar as estatísticas apresentadas pelos autores. Isto é precisamente o que eu tenho feito (Rudolf 2019, páginas 175-206)*5. Deixe-me fazer um resumo dos resultados mais importantes.

Primeiro de tudo, verifica-se que em ambas as obras as vítimas do Holocausto são definidas de formas totalmente diferentes. Enquanto Sanning tenta somar apenas as vítimas que morreram de assassinatos diretos, em linha com uma política de perseguição Nacional Socialista (NS), Benz atribui ao Holocausto todas as perdas de população judaica na Europa, incluindo as de pessoas mortas em combate enquanto lutavam no Exército Vermelho, vítimas de deportações soviéticas e campos de trabalhos forçados, excedente de mortes em relação aos nascimentos ou conversões religiosas.

O que é mais importante, porém, é o fato de Benz negligenciar completamente as migrações que ocorreram imediatamente antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial. Este é onde, contudo, está escondido o problema central de qualquer tratamento estatístico do assunto. Benz deixa completamente de lado a emigração de judeus da Europa para Israel e para os Estados Unidos, que ficou conhecida como o Segundo Êxodo. Ela começou antes da Segunda Guerra Mundial, foi largamente interrompida em 1941 e atingiu o seu pico nos anos entre 1945 e 1947. Benz também trata apenas muito brevemente das migrações de judeus na Europa Oriental, como o número de judeus poloneses que conseguiram escapar antes do avanço dos exércitos alemães – Sanning faz um convincente caso para um número ao redor de um milhão – ou a percentagem de judeus soviéticos que foram deportados para a Sibéria e outros lugares pelos soviéticos em 1941, após a eclosão das hostilidades com a Alemanha, e em 1942.

Ouvinte: Você quer dizer que Stalin deportou judeus para a Sibéria?

Germar Rudolf: Absolutamente. Sanning cita números anunciados por organizações de caridade judaicas na época, que falam de algo entre meio milhão e um milhão de judeus que foram transferidos para o leste quando a guerra com a Alemanha estourou. O próprio Stalin atacou massivamente os judeus durante o “Grande Expurgo”, que ocorreu em 1937 e 1938. Deixe-me dar um exemplo na forma de uma comparação de etnias nos escalões superiores do aparato terrorista soviético NKVD3, com base em dados internos. Dados do NKVD. Por razões de espaço, mostrarei apenas os números que dizem respeito aos russos e aos judeus (Petrov 2001)*6:

Tabela 2: Proporção de judeus nos escalões superiores do NKVD

Nacionalidade

10 de julho de 1934

1 de outubro de 1936

1 de março de 1937

1 de setembro de 1938

1 de julho de 1939

1 de janeiro de 1940

26 de fevereiro de 1941

Russos

31.25%

30.00%

31.53%

56.67%

56.67%

64.53%

64.84%

Judeus

38.54%

39.09%

37.84%

21.33%

3.92%

3.49%

5.49%

 

Ouvinte:  Mas os judeus são um grupo religioso e não étnico!

Germar Rudolf: Este é um ponto o qual os próprios judeus vêm debatendo há milhares de anos e que não podemos resolver aqui. É um fato que o NKVD listou os judeus como um grupo étnico, provavelmente porque os próprios judeus insistiram que isto deveria ser.

Ouvinte:  Então, cerca de 40% das posições de liderança na estrutura terrorista soviética foram inicialmente ocupadas por judeus. Qual era a porcentagem de judeus na população total da União Soviética?

Germar Rudolf: Antes da guerra havia cerca de 4 milhões de judeus numa população total de cerca de 200 milhões, o qual nos dá 2 por cento.

Ouvinte:  Esta presença excessiva de judeus na estrutura terrorista explica o mito de um “bolchevismo judaico”?

Germar Rudolf: Muito isso4, exceto que esta representação excessiva já não existia quando a guerra eclodiu. Mas voltemos a Benz e Sanning. Para a questão específica das migrações judaicas na Polónia e na União Soviética devido à fuga, evacuação ou deportação para o leste após a eclosão da guerra germano-polaca e depois da guerra germano-soviética, Sanning apresenta uma riqueza de material. Como Benz não discute nada sobre isso, não se pode evitar pensar que ele não poderia afinal discutir com Sanning e simplesmente preferiu abandonar o assunto.

Num todo, o método de Benz para chegar ao seu alegado número de vítimas pode ser resumido da seguinte maneira: ele calculou a diferença entre o número de judeus mencionados nos dados do último censo antes da guerra para todos os países envolvidos, e o primeiro censo dos dados obtidos no início do período pós-guerra, mas foram geralmente tomados vários anos após o fim das hostilidades. Nem Benz considera o fato de que, nessa altura, milhões de judeus tinham emigrado para os EUA, para Israel e outros lugares, nem discute o fato de os dados do censo do pós-guerra para a União Soviética serem notoriamente pouco fiáveis, porque confessar qualquer filiação religiosa nesse país radicalmente ateísta – seja ele cristão ou judeu – poderia resultar em perseguição. O fato de em 1959 e 1970 somente dois milhões de pessoas na União Soviética se terem declarado judias não significa, portanto, de forma alguma que apenas dois milhões de judeus tivessem sobrevivido à guerra. Isso significa simplesmente que apenas dois milhões de pessoas ousaram declarar a sua fé judaica num Estado radicalmente antirreligioso e, naqueles anos, também antissionista (ver Stricker 2008)*7.

Ouvinte: E Benz considera essas estatísticas soviéticas pelo valor nominal?

Germar Rudolf: Sim, sem nenhum “se”, “e” ou “mas”. Se olharmos mais de perto para a sua escolha de palavras, descobrimos que Benz afirma que Stalin tinha feito uma política externa de apaziguamento, mas tinha sido atacado por Hitler sem provocação. Este cliché de um ataque inesperado e não provocado a uma União Soviética amante da paz vem diretamente do manual de propaganda comunista. De alguma forma, Benz ignorou o fato irritante de que naquela altura a URSS tinha acabado de engolir metade da Polônia, tinha travado uma guerra de agressão contra a Finlândia e anexado a Carélia, “reintegrado” a Bessarábia e engolido a Estónia, a Letónia e a Lituânia.

Ouvinte: Por outras palavras, Benz tem uma posição notavelmente acrítica em relação a qualquer coisa que Stalin estava tentando promover.

Germar Rudolf: Esse parece ser o caso. Isso pode ajudar a explicar a atitude estranha que Benz e seus co-autores exibem. Deixem-me demonstrar os seus métodos duvidosos tomando dois exemplos – França e Polónia. Existe um consenso geral de que cerca de 75.700 judeus foram deportados da França durante a guerra, a maioria deles diretamente para Auschwitz. Um trabalho padrão que trata do destino destas pessoas afirma que depois da guerra apenas 2.500 destes judeus registaram-se oficialmente na França como tendo regressado, o que significaria que cerca de 97% dos deportados tinham perecidos (Klarsfeld 1978a)*8. Este número foi amplamente aceito por Benz.5

Ouvinte: Isto significa, então, que somente os judeus deportados da França foram contados como tendo sobrevivido, se eles se registaram como sobreviventes na França após a guerra?

Germar Rudolf: Exatamente.

Ouvinte: Mas e aqueles que se estabeleceram em outros lugares?

Germar Rudolf: Bem, aí está o local de fricção. O estatístico do censo sueco Carl O. Nordling mostrou num estudo sobre este tema que a maioria dos judeus deportados da França não eram, de fato, franceses, mas na sua maior parte – 52.000 – eram cidadãos de outros países que fugiram para França, seja da Alemanha, Áustria, Checoslováquia, Polónia, ou mesmo dos países do Benelux, e a maioria dos judeus restantes só recentemente foram naturalizados, o que significa que a maioria deles também eram refugiados (Nordling1997).*9

O governo pró-alemão da França de Vichy concordou com a remoção da França de todas as pessoas que não possuíam cidadania francesa ou que a adquiriram apenas muito recentemente. A maior parte dos judeus franceses nunca foi deportada. Agora a questão de 64 mil dólares: quantos destes judeus não-franceses teriam regressado a França depois da guerra e registado oficialmente como judeus sobreviventes, depois de terem sido deportados para Auschwitz alguns anos antes por uma administração francesa complacente e ávida?

Ouvinte: Eu suponho que a Palestina e os EUA teriam sido destinos mais atraentes.

Germar Rudolf: Isso seria verdade para a maioria deles, eu diria. Em qualquer caso, a França não era o lar da maioria destes judeus deportados da França, então porque é que eles deveriam ter tentado regressar para lá? Assim, o método de Benz para estabelecer o número de vítimas francesas é altamente duvidoso.

Ouvinte: Você quer dizer que a maioria desses judeus realmente sobreviveu?

Germar Rudolf: Não, eu não. O destino dos judeus deportados de França pode ser muito bem traçado através dos Livros de Óbitos de Auschwitz (Sterbebücher), que são documentos mantidos pela administração do Campo de Auschwitz que listam todos os reclusos registados que morreram no campo. Alguns destes dados têm sido publicados (Museu Staatliches… 1995)*10.

Embora nem todos os volumes tenham sido encontrados ou lançados até agora – a série termina no final de 1943 – eles ainda nos permitem obter uma visão sobre o destino de muitos destes judeus. Eles nos contam que um número assustador deles morreu em uma epidemia de tifo que eclodiu no campo na primavera de 1942. A maioria dos judeus deportados após o início daquela epidemia não estavam registrados naquele campo, presumivelmente porque o campo, devido às suas catastróficas condições de higiene, foi incapaz de aceitar novos transportes em larga escala, de modo que os judeus que tinham sido levados para Auschwitz foram imediatamente transferidos para leste ou para outros campos (Aynat 1994 & 1998b)*11.

Ouvinte: Qual é o número total de mortes listadas nesses Livros de Óbitos?

Germar Rudolf: Cerca de 69.000. Mas lembre-se que os primeiros iniciais do campo, o ano de 1944 e o mês da libertação do campo (janeiro de 1945) não estão incluídos.

Ouvinte: Isso equivaleria a um número extrapolado de talvez 120.000 vítimas – muito longe dos cerca de um milhão de vítimas judias em Auschwitz de que nós temos estado ouvindo durante décadas.

Germar Rudolf: Agora seja cuidadoso! Os Livros de Óbitos registravam apenas as mortes de detidos registrados. Diz-se que os deportados alegadamente conduzidos diretamente para as câmaras de gás nunca tinham sido registados e, se isso fosse verdade, não apareceriam em nenhum desses registos. Voltarei um pouco mais tarde a este tópico particular.

Tocarei agora sobre outro exemplo da incompetência de Benz: a Polónia. Além da União Soviética, a Polónia era, naquela época, o país com a maior população judaica do mundo. O censo de 1931 relatou cerca de 3,1 milhões de judeus na Polônia. Para chegar ao seu número de vítimas, Benz faz três coisas: em primeiro lugar, ele aumenta o número inicial assumindo que o crescimento populacional da população judaica até 1939 foi o mesmo que o dos polacos em geral, chegando assim a 3,45 milhões de judeus na eclosão da guerra com a Alemanha. Então ele assume que todos os judeus que viviam na área tomada pela Alemanha em 1939 na verdade permaneceram lá, o que lhe dá um total de dois milhões de judeus polacos sob ocupação alemã (Benz 1991, página 443)*12. Finalmente, para calcular o número daqueles que pereceram, ele deduz desse número o número de judeus que alegadamente ainda estavam na Polónia em 1945, ou seja, cerca de 200.000 (Benz 1991, páginas 492 e seguinte)*13. Agora eu te pergunto: o que há de errado nesse tipo de raciocínio?

Ouvinte: Como é que Benz sabe quantos judeus se declarariam judeus na Polónia do pós-guerra, um país que era tão radicalmente antissemita#1 como sempre?

Germar Rudolf: Precisamente. O número real poderia ter sido muito maior. Por exemplo, as forças de ocupação aliadas nos anos do pós-guerra registaram oficialmente a chegada semanal (!) de até 5.000 emigrantes judeus polacos apenas nas zonas ocidentais da Alemanha ocupada (Jacobmeyer 1977, página 125)*14, e um artigo da United Press (UP) de fevereiro de 1946 afirmou que ainda havia 800.000 judeus na Polónia do pós-guerra que procuravam emigrar (Keesings… 1948)*15. Contudo, o relatório do Comité Anglo-Americano de Inquérito citado por este artigo da UP na verdade menciona apenas um número “estimado” de 80.000 judeus com a ressalva de que “é impossível garantir estatísticas precisas” (Anglo-American… 1946)*16. Assim, a UP aparentemente errou os dígitos, o que mostra mais uma vez que os relatórios da mídia e os comunicados das agências de imprensa não são necessariamente confiáveis. Alguma outra ideia sobre o que há de errado com a abordagem de Benz?

Ouvinte: Benz ignora a possibilidade de que muitos judeus poloneses tenham fugido para o leste antes do avanço das tropas alemãs.

Germar Rudolf: Correto. Alguma coisa mais?

Ouvinte: As fronteiras da Polônia foram movidas para oeste algumas centenas de quilômetros depois de 1945. Naquele momento, a situação em toda a Europa era caótica. Como pode alguém reivindicar saber quantos judeus viviam na Polónia naquela época? Será que a Polónia de 1945 pode ser afinal definida?

Germar Rudolf: Bom argumento. Mais sugestões? Nenhuma?

Então deixem-me começar com o último censo pré-guerra de 1931. A extrapolação de Benz da população judaica, atribuindo-lhe um fator de crescimento semelhante ao de outros grupos étnicos, está fora da marca. A Polônia, nos anos entre as duas guerras mundiais, foi uma nação que sujeitou as suas minorias a uma enorme pressão de assimilação ou emigração por meio de perseguições que culminaram em pogroms ocasionais. Isto aplica-se aos alemães étnicos, aos bielorrussos e aos ucranianos, bem como aos judeus. Deve ser rememorado que até à chamada “Noite de Cristal” na Alemanha, no final de 1938, a Polônia era considerada mais antissemita do que a Alemanha de Hitler. O historiador alemão Hermann Graml, membro do ambiente acadêmico alemão estabelecido do pós-guerra, mostrou que cerca de 100.000 judeus emigraram da Polónia todos os anos depois de 1933 (Graml 1958, página 80)*17.  Eram principalmente jovens capazes de procriar. Portanto, o número total de judeus na Polônia era provavelmente muito inferior a 3 milhões em 1939, perto de 2 milhões, eu diria.

Depois nós temos a fuga da população, dos judeus em particular, diante do avanço do exército alemão no início da guerra. Enquanto Benz assume que cerca de 300.000 judeus fugiram, Sanning mostra que as organizações de caridade judaicas naquele momento mencionaram 600.000 a 1.000.000 de judeus poloneses que Stalin deportou para a Sibéria. No total, Sanning conclui que somente cerca de 750.000 judeus polacos acabaram no lado alemão em 1939 (Sanning 1983, páginas 39-46)*18, cerca de 1.250.000 a menos que Benz. Você pode ver como é fácil maximizar números como esse.

Eu não vou entrar nisso mais profundamente. Queria apenas sublinhar algumas fraquezas metódicas do trabalho de Benz.

Ouvinte: Agora nós ainda não sabemos quantos judeus, na sua opinião, pereceram no Holocausto. Minha impressão é que você tende a acreditar em Sanning e não em Benz.

Germar Rudolf: Eu sinto que o livro de Sanning precisa ser atualizado, devido ao uso limitado de fontes primárias e porque já tem mais de 30 anos. Eu acredito que a sua abordagem geral é sólida, embora eu me abstivesse em relação ao número exato. Aqui, nós precisamos simplesmente de mais investigação por parte de acadêmicos críticos que não tenham medo de publicar resultados impopulares.

Ouvinte: Mas nós não temos listas com os nomes de seis milhões de vítimas do Holocausto?

Germar Rudolf: O Centro de Pesquisa Yad Vashem em Israel compila essa lista há décadas. Segundo o site dedicado a isso, contém atualmente cerca de 4,8 milhões de nomes, a maioria originada de envios de terceiros.6

Ouvinte: Contudo, esse número de 4,8 milhões na página inicial deles está desatualizado. O banco de dados contém muito mais entradas do que isso. Quando eu selecionei todas as três opções de “Destino da vítima” na página “Pesquisa avançada” em 8 de dezembro de 2019, obtive ao todo 7.533.010 resultados.7 A opção “Refinar sua pesquisa” lista as seguintes categorias:

Assassinado 5.388.746

Outro (não declarado, presumivelmente assassinado, morreu além das linhas de ocupação nazista) 2.017.240

Mortos no serviço militar 127.021

Assim, naquele momento, a base de dados tinha quase 5,4 milhões de entradas onde alguém foi listado como “assassinado”, mas não atualizou o total na sua página inicial.

Fazendo a mesma pesquisa em 10 de janeiro de 2023 resultou em 5.557.266 “registros/documentos”, mas somente em 5.134.579 “vítimas/indivíduos”, o que reflete a “tentativa de agrupar/aglutinar registros relacionados a uma vítima individual” do Yad Vashem, reconhecendo que às vezes vários documentos referem-se à mesma pessoa.

É interessante notar, pelo jeito, que estas entradas têm mudado durante os últimos anos. Ao classificar os resultados da pesquisa de dados antigos do Yad Vashem por data, visto que foram guardados num arquivo da internet8, verifica-se que o estatuto de indivíduos sobre cujo destino pouco se sabia era dado como “assassinado/perecido” uns poucos anos atrás. Quando procurando o mesmo “itemId” no banco de dados atual, seu status agora é dado como “assassinado”.

Germar Rudolf: É, de fato, muito válido olhar mais de perto a forma desleixada com que o material estatístico é lidado ali.

O site com este banco de dados possui uma lista de perguntas frequentes (FAQ) o qual derrama alguma luz sobre o significado desta lista.9 Por exemplo, ao lado das vítimas óbvias do Holocausto, também inclui como vítimas aqueles que morreram como resultado da resistência armada, que morreram até seis meses após a libertação (até ao final de outubro de 1945), bem como judeus que morreram durante a fuga, evacuação e deportação do avanço do exército alemão. (Resposta à pergunta “Como você define uma vítima da Shoah?”) Sobre a origem dos nomes, Yad Vashem apresenta três fontes principais: uma grande parte provém de relatos principalmente de sobreviventes, familiares restantes ou amigos; outra parte vem de projetos locais que visam determinar a identidade dos judeus que viviam em determinados locais antes da guerra. A última parte provém de documentos oficiais, principalmente alemães, do tempo de guerra.

A questão de saber se todos os nomes constantes da base de dados se referem a uma vítima assassinada, além de qualquer dúvida, foi respondida conforme segue:

Não. O banco de dados é baseado em milhares de fontes diferentes. Os especialistas do Yad Vashem analisaram cada fonte e distinguiram entre fontes que atestam homicídio, fontes que apontam para uma probabilidade muito elevada de homicídio (presumivelmente assassinado) e fontes que não possuem uma referência direta ao homicídio.

É provável que parte dos indivíduos cujos nomes aparecem apenas em fontes da terceira categoria, isto é, sem referência direta ao homicídio, tenham sido assassinados posteriormente, mas isso não pode ser determinado com base na documentação disponível conforme o momento de agora.”

Ouvinte: Mas não se trata apenas de assassinato. A sua generosa definição de vítimas do Holocausto também abrange aquelas que certamente morreram, mas não por homicídio.

Germar Rudolf: Mais ainda, apenas porque um parente ou amigo afirma que alguém foi assassinado não significa que esse assassinato seja uma certeza. O método questionável utilizado pelo Yad Vashem resulta da resposta a uma pergunta sobre o Gueto de Lodz:

A lista preparada pela Organização dos Antigos Moradores de Lodz em Israel contém cerca de 240 mil registros pessoais. É sabido que a grande maioria dos judeus presos no gueto de Lodz foi em última instância assassinada, mas os editores da lista não fizeram distinção entre aqueles que foram assassinados e aqueles que sobreviveram. Devido às limitações da própria lista, não há como saber com exatidão qual dos indivíduos da lista não foi assassinado e, portanto, nós declaramos ao lado de cada nome na lista ‘presumivelmente assassinado’. Os nomes daqueles para os quais nós temos documentação que atesta que de fato sobreviveram não aparecem nesta fase na Base de Dados.

Se você encontrar o nome de um prisioneiro do gueto e souber que ele ou ela sobreviveu, preencha um formulário de Registro de Sobrevivente da Shoah. Desta forma, você pode nos ajudar a distinguir entre os nomes dos assassinados e dos sobreviventes da lista.

Germar Rudolf: Este método pode ser sumarizado conforme segue: Inicialmente eles assumem que todos os judeus ao alcance de Hitler foram “presumivelmente assassinados”. Então eles recolhem todos os nomes que conseguem de alguma forma obter e eliminam dessa lista aqueles para os quais obtêm provas documentais ou anedóticas da sua sobrevivência.

Ouvinte: Isso equivale a uma inversão do ônus da prova.

Germar Rudolf: Bastante isso.

Ouvinte: Alguém pode enviar dados sobre alegadas vítimas ao Yad Vashem?

Germar Rudolf: Sim. Aqui estão os formulários: www.yadvashem.org/downloads. O estilo geral deste processo foi revelado quando o Yad Vashem relatou um caso em que um habitante local simplesmente relatou que todos os judeus que viviam na área antes da guerra tinham morrido, pela simples razão de que10:

Depois da guerra, ele percebeu que nenhum judeu retornou à sua região natal […]”

Ouvinte: Alguém checa se as indicações estão corretas? Afinal, pode ser que essas pessoas desaparecidas estejam agora vivendo algures nos EUA, em Israel ou noutro lugar mais.

Germar Rudolf: Yad Vashem afirma, como citado acima, que seus especialistas checaram cada fonte.

Mas quão minuciosa é essa análise pode ser avaliado a partir de algumas verificações pontuais. Boisdefeu verificou inúmeras entradas nesse banco de dados e encontrou muitas entradas falhas: muitos indivíduos são listados diversas vezes; grupos inteiros de indivíduos foram acrescentados sem nenhuma prova de que realmente morreram; em vários casos, pôde mesmo ser demonstrado que os indivíduos listados sobreviveram à guerra (Boisdefeu 2009, páginas 46-50, 133-136; 2017a&b)*19. Carlo Mattogno tem também demonstrado que os sobreviventes são incluídos nessa base de dados, alguns até várias vezes (2013b; 2017b)*20.

Possivelmente devido a essas revelações embaraçosas, Yad Yashem redesenhou suas páginas relativas não muito tempo atrás e agora admite abertamente em sua página FAQ que existem muitas entradas duplas e até múltiplas para os mesmos nomes, e que basicamente todos os nomes conhecidos são listados como vítimas até que haja evidência em contrário.

Ouvinte: Este é um caso claro de viés de confirmação: eles assumem como provado desde o início o que primeiro têm de provar, e depois manipulam o processo de uma maneira a qual deve forçosamente confirmar a sua hipótese inicial.

Germar Rudolf: Certo, mas o pior ainda está por vir. A fim de refutar qualquer escrutínio eficiente das submissões recebidas, um revisionista italiano enviou uma foto da esposa de Joseph Goebbels ao Yad Vashem com os seguintes dados (Olodogma 2015; 2017)*21:

1) Nome: Edith Frolla (um anagrama de Adolf Hitler)

2) Aniversário: 20 de abril de 1889 (como Adolf Hitler)

3) profissão: pintor (como Adolf Hitler)

4) Residência: Roma, Via della Lungara 29 (o endereço da Prisão Regina Coeli)

5) Morte: assassinado no campo Majdanek com monóxido de carbono.

          Magda Goebbels foi prontamente incluída no banco de dados de nomes do Yad Vashem, veja a Ilustração 9. É claro que esta entrada tem sido removida (conferir yvng.yadvashem.org/)*22.

Ilustração 9: Magda Goebbels na base de dados de vítimas do Holocausto do Yad Vashem – agora eliminada.

Ouvinte: Isso é ruim. Mas que critérios teriam que ser estabelecidos pelo Yad Vashem para obter a sua aprovação?

Germar Rudolf: O Yad Vashem teria de exigir documentos que comprovem, em primeiro lugar, a presença das pessoas envolvidas no local em questão e que demonstrem, em segundo lugar, que essas pessoas realmente morreram como resultado dos acontecimentos do Holocausto.

Ouvinte: Agora isso é pedir demais, não é, se você tiver em mente que a maioria dessas vítimas morreu de forma anônima, sem registro de forma alguma e sem atestado de óbito, e depois foram queimadas ou simplesmente colocadas abaixo?

Germar Rudolf: Essa é a visão aceita, e eu diria que você está certo ao sublinhar esse tipo de dilema. Mas, por outro lado, aceitar simplesmente pelo valor nominal as declarações de alguém que pode ou não estar agindo de boa fé e que pode não saber realmente nada sobre o destino das pessoas desaparecidas em questão é um choro longe de ser uma abordagem credível. O Centro de Rastreamento do Comité Internacional da Cruz Vermelha em Arolsen, Alemanha, está procedendo de uma maneira muito diferente. As mortes nos campos alemães só serão registadas se puderem ser suportadas por documentos inquestionáveis.

Ouvinte: E a quantas vítimas a Cruz Vermelha chegou?

Germar Rudolf: Até 1993, Arolsen enviava listas de mortes registadas em campos alemães em réplicas a inquéritos. Depois de ser fortemente criticada por isso, parou com essa prática.

Ouvinte: E por que eles foram criticados?

Germar Rudolf: Vamos dar uma olhada nos números da Tabela 3.

Tabela 3: Mortes oficialmente certificadas em campos de concentração alemães*

Auschwitz 60.056

Bergen-Belsen 6.853

Buchenwald 20.687

Dachau 18.456

Flosenburg 18.334

Groß-Rosen 10.951

Majdanek 8.831

Mauthausen 78.859

Mittelbau 7.468

Natzweiler 4.431

Neuengamme 5.785

Ravensbrück 3.639

Sachsenhausen 5.014

Stutthof 12.634

Theresienstadt 29.375

Outros 4.704

TOTAL 296.077

* Carta do Centro de Rastreamento do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, dados de 1º de janeiro de 1993

 

Eles somam cerca de 300 mil mortes de detidos, independentemente do grupo étnico ou da religião.

Ouvinte: Somente 60.000 vítimas para Auschwitz? E somente 300.000 no total? Se isso estivesse em algum lugar perto da verdade isso seria sensacional!

Germar Rudolf: Na Alemanha, tal afirmação seria considerada escandalosa ou mesmo criminosa, em vez de sensacional, e a Cruz Vermelha foi criticada exatamente por esse motivo. Mas antes de tirarmos quaisquer conclusões precipitadas, vejamos a Tabela 4, que lista os números de vários destes campos, resultantes direta ou indiretamente dos documentos originais dos campos alemães. Você irá ver que os números de Arolsen representam apenas 55% dos dados resultantes dos documentos das próprias administrações dos campos. Isto significaria que o total aplicável a todos os campos avaliados por Arolsen poderia muito bem ser da ordem de meio milhão.

Tabela 4: Números documentados de vítimas em vários campos do Terceiro Reich

Dados de documentos preservados do acampamento*

Arolsen

1993

Auschwitz 135.500

Buchenwald 33.462

Dachau 27.839

Majdanek 42.200

Mauthausen 86.195

Sachsenhausen 20.575

Stutthof 26.100

60.056

20.687

18.456

8.831

78.859

5.014

12.634

TOTAL 371.871

204.537

* Jürgen Graf, em: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, 3ª edição., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2019, páginas 279-304.#2

 

Nós temos de ter em mente, porém, que a lista de Arolsen não cobre todos os campos. Os campos que foram descritos como puros campos de extermínio, tais como Chełmno, Belzec, Sobibór e Treblinka, onde se diz terem ocorrido assassinatos sem qualquer tipo de registo e para os quais, obviamente, nenhum documento poderia ter sido preservado, não têm sido tomados em conta. Isto também vai para os vários guetos e aos fuzilamentos em massa no leste. Além disso, o assassinato em massa de judeus não registados é reivindicado ter ocorrido em Auschwitz, com a consequente falta de dados. Outra coisa que não sabemos é a proporção de judeus no total, embora se possa argumentar que eles representavam o maior grupo de vítimas. Kollerstrom tem apontado, no entanto, que os Livros da Óbitos de Auschwitz contêm mais cristãos do que judeus (2014b, p. 83)*23. O Museu de Auschwitz fornece os números mostrados na Tabela 5.11

Tabela 5: Afiliações religiosas das vítimas listadas nos Livros de Óbitos de Auschwitz

Católico 46,8%

Protestante 3,4%

Católico Grego 1,6%

Ortodoxa Grega 3,6%

Cristão Total 55,4%

Judeus 42,8%

 

Ouvinte: Isso pode ser enganoso, no entanto. Afinal de contas, os nazis também consideravam judeus os judeus que tinham se convertido ao cristianismo, e frequentemente os cristãos com apenas um dos pais judeus, e trancafiavam-nos.

Germar Rudolf: Isso é muito verdadeiro. Eu não sei quem determinou a filiação religiosa de um preso. Se dependesse do que os presos declararam, então alguns judeus poderiam até ter tentado alegar que são cristãos quando admitidos num campo, a fim de ganhar vantagens.

Ouvinte: O então chamado Relatório Korherr não contém evidências numéricas do assassinato em massa dos judeus pelos nazistas?

Germar Rudolf: Embora às vezes seja apresentado como tal, este não é absolutamente o caso. Richard Korherr foi um importante estatístico do Terceiro Reich e, como tal, ele foi abastecido com dados da SS no início de 1943, a fim de compilar um relatório sobre as tendências das estatísticas da população judaica na Europa ocupada pela Alemanha (Documentos NMT NO-5193 até 5198). Enquanto estes documentos provam uma redução drástica da população judaica europeia, o relatório fala apenas de emigração, excesso de mortes e deportação, mas nada sobre assassinatos em massa. Além disso, os dados constantes desses relatórios – existem dois – nem sempre são internamente consistentes. A questão é demasiada complexa para ser discutida em detalhe aqui. Graf et al. no entanto, lidaram com isso em seu livro sobre Sobibór bastante detalhadamente.

Ouvinte: Mas Korherr fala de “tratamento especial” no seu relatório.

Germar Rudolf: Sim, mas não pode ter sido um eufemismo para o assassinato em massa desenfreado de judeus enviados para o leste, porque o número de judeus nessa categoria é muito pequeno. O que esse termo realmente significava não pode ser deduzido destes documentos, portanto especular sobre isso neste contexto é fútil.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

*1 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews, Quadrangle Books, 3ª edição., Yale University Press, New Haven, CT, 2003. 

*2 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Lucy Dawidowicz, The War Against the Jews, Holt, New York, 1975. 

1 Nota de Germar Rudolf: Dawidowicz, Lucy Dawidowicz, The War Against the Jews, Holt, New York, 1975. Pág. 149, para os campos individuais, incluindo também os não-judeus. O “Total do Holocausto” (página 403) inclui apenas judeus, portanto a entrada calculada em “outros locais” deveria na verdade ser maior. 

*3 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Walter N. Sanning (=Wilhelm Niederreiter), The Dissolution of Eastern European Jewry, Institute for Historical Review, Costa Mesa, CA, 1983. 

*4 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Wolfgang Benz, Dimension des Völkermords, Oldenbourg, Munich, 1991. 

2 Nota de Germar Rudolf: Wolfgang Benz, Dimension des Völkermords, Oldenbourg, Munich, 1991, pág. 558, nota 396: “O autor se destaca no tratamento metodicamente doentio do material estatístico e nas combinações e conclusões aventureiras, mas obviamente errôneas.” Estas censuras, no entanto, não foram fundamentadas. 

*5 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, 3ª edição., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2019. 

3 Nota de Germar Rudolf: Narodny Komissariat Vnutrennikh Del = Comissariado do Povo para Assuntos Internos, antecessor da KGB. 

*6 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Nikita Petrov, “Veränderungstendenzen im Kaderbestand der Organe der sowjetischen Staatssicherheit in der Stalin-Zeit,” Forum für osteuropäische Ideen- und Zeitgeschichte, 5(2) (2001);

https://www1.ku.de/ZIMOS/forum/docs/petrow.htm

4 Nota de Germar Rudolf: Conferir a autora judia Sonja Margolina, Das Ende der Lügen: Rußland und die Juden im 20. Jahrhundert, Siedler, Berlin, 1992; mais científico: Mark Weber, “The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia’s Early Soviet Regime,” Journal of Historical Review, 14(1) (1994)*, páginas 4-14; Wolfgang Strauss, “The End of the Legends,” The Revisionist, 2(3) (2004), páginas 342-351; Johannes Rogalla von Bieberstein, Jüdischer Bolschewismus: Mythos und Realität, Edition Antaios, Dresden, 2002; A. Solschenizyn, 200 Jahre zusammen, 2 vols., Herbig, Munich 2003; historicamente: Rudolf Kommos, Juden hinter Stalin: Die Vormachtstellung jüdischer Kader in der Sowjetunion auf der Grundlage amtlicher sowjetischer Quellen dargestellt, Nibelungen-Verl., Berlin/Leipzig, 1938; reprint: Verlag für ganzheitliche Forschung und Kultur, Viöl, undated; e finalmente Robert Wilton, The Last Days of the Romanovs, George H. Doran, New York 1920; reimpressão por Institute for Historical Review, Newport Beach 1993, que foi correspondente do London Times em São Petersburgo durante a revolução soviética.

{* Em português: A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html } 

*7 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Gerd Stricker, “Bleiben oder Gehen? Juden in Russland,” Ost-West Europäische Perspektiven, 9(3), 2008, páginas 209-215;

 www.owep.de/artikel/650/bleiben-oder-gehen-juden-in-russland  

*8 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Serge Klarsfeld, Le Mémorial de la Déportation des Juifs de France, Serge Klarsfeld, Paris, 1978; Inglês: Memorial to the Jews deported from France 1942-1944, Beate Klarsfeld Foundation, New York, 1983. 

5 Nota de Germar Rudolf: Benz (Dimension des Völkermords, Oldenbourg, Munich, 1991, página 127) refere-se a Klarsfeld, Le Mémorial de la Déportation des Juifs de France, Serge Klarsfeld, Paris, 1978, embora o seu número de vítimas seja um pouco maior. 

*9 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Carl O. Nordling, “Was geschah den 75.000 aus Frankreich deportierten Juden?”, Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung 1(4) (1997), páginas 248-251.  

*10 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Staatliches Museum Auschwitz-Birkenau (ed.). Die Sterbebücher von Auschwitz, Saur, Munich, 1995.  

*11 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Enrique Aynat, “Consideraciones sobre la deportación de judíos de Francia y Bélgica al este de Europa en 1942,” em: Enrique Aynat, Estudios sobre el “Holocausto,” Graficas Hurtado, Valencia 1994; Enrique Aynat, “Die Sterbebücher von Auschwitz,” Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung, 2(3) (1998), páginas 188-197.   

*12 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Wolfgang Benz, Dimension des Völkermords, Oldenbourg, Munich, 1991.  

*13 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Wolfgang Benz, Dimension des Völkermords, Oldenbourg, Munich, 1991.  

#1 Nota de Mykel Alexander: Para introdução a questão judaica na Polônia durante o início do século XX ver:

- Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920, por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}, 11 de agosto de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/um-olhar-critico-sobre-os-pogroms.html  

*14 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Wolfgang Jacobmeyer, “Polnische Juden in der amerikanischen Besatzungszone Deutschlands 1946/47,” Vierteljahrshefte für Zeitgeschichte, 25 (1977) páginas 120-135.  

*15 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Keesings Archiv der Gegenwart. Vol. 16/17, Rheinisch-westfälischesVerlagskontor, Essen 1948, página 651, Item B de 15 de fevereiro de 1946.  

*16 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Anglo-American Committee of Inquiry. Report to the United States Government and His Majesty's Government in the United Kingdom, United States Government Printing Office, Washington, D.C., 1946;

 http://avalon.law.yale.edu/20th_century/angcov.asp  

*17 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Graml, Hermann. “Die Auswanderung der Juden aus Deutschland zwischen 1933 und 1939,” em: Institut für Zeitgeschichte (ed.), Gutachten des Instituts für Zeitgeschichte, Vol. 1, Institut für Zeitgeschichte, Munich 1958.  

*18 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Walter N. Sanning (=Wilhelm Niederreiter), The Dissolution of Eastern European Jewry, Institute for Historical Review, Costa Mesa, CA, 1983.  

6 Nota de Germar Rudolf: http://yvng.yadvashem.org/index.html?  (acessado em 10 de janeiro de 2023).  

7 Nota de Germar Rudolf: Uma pesquisa realizada em 7 de dezembro de 2019 resultou em 7.533.010 entradas de “registros/documentos”, mas sem fornecer os números de cada categoria.  

9 Nota de Germar Rudolf: http://www.yadvashem.org/archive/hall-of-names/database/faq  (acessado em 18 de novembro de 2016).  

10 Nota de Germar Rudolf: www.yadvashem.org/about_yad/magazine/data3/whats_in_a_name.html  (primavera de 2005, agora removido; agora: https://archive.fo/ffL88 ; acessado em 19 de maio de 2017).  

*19 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Jean-Marie Boisdefeu, Dubitando: Textes Révisionnistes (2004-2008), La Sfinge, Rome, 2009; Jean-Marie Boisdefeu, “The Bankruptcy of Yad Vashem or How to Reach 6,000,000,” Inconvenient History, 9(1) (2017); www.inconvenienthistory.com/9/1/4217 ; Jean-Marie Boisdefeu, “Gassed at Treblinka and deceased in Minsk,” Inconvenient History, 9(1) (2017); www.inconvenienthistory.com/9/1/4223  

*20 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Carlo Mattogno, “Breve nota su ‘The Central Database of Shoah Victims’ Names’ e il numero dei morti ivi riportati,” 20 de novembro de 2013, http://codoh.com/  (11 de janeiro de 2023); Carlo Mattogno, “Brief Note on ‘The Central Database of Shoah Victims’ Names’ and the Number of Dead Reported therein,” Inconvenient History, 9(1) (2017); www.inconvenienthistory.com/9/1/4219  

*21 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Olodogma, “‘Magda Goebbels’… in Yad Vashem's Database,” Inconvenient History, 9(1) (2017);

www.inconvenienthistory.com/9/1/4220   

#2 Nota de Mykel Alexander: Em português:

- Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos, por Jürgen Graf, 10 de maio de 2023, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/05/campos-de-concentracao-nacional.html  

*23 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Nicholas Kollerstrom “The ‘Ministry of Truth’ at Britain’s National Archives: The Attempt to Discredit Martin Allen,” Inconvenient History, 6(2) 2014;

www.inconvenienthistory.com/6/2/3296  

11 Nota de Germar Rudolf: www.auschwitz.org/en/museum/about-the-available-data/death-records/sterbebucher (acessado em 13 de abril de 2017).

 

Fonte: Germar Rudolf, Lectures on the Holocaust - Controversial Issues Cross-Examined, 4th, revised edition, January 2023, Castle Hill Publishers, PO Box 141, Bargoed CF82 9DE, UK, 4th edition. Castle Hill Publishers. Capítulo 1.6. Are Six Million Missing? PDF gratuito disponível no link abaixo.

https://holocausthandbooks.com/index.php?page_id=15

Sobre o autor: Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005, mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Desde 2011 vive com sua família, esposa e três crianças, na Pennsylvânia. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Bargoed, 2023.

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