quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Less Than Slaves - Resenha - por David McCalden

 

David McCalden
(pseudônimo Lewis Brandon)


LESS THAN SLAVES, Benjamin B. Ferencz, Harvard University Press, 250ss, hardback. $15.00. ISBN: 0-674-52525-6.

Resenha por David McCalden (pseudônimo Lewis Brandon)

O autor deste mais recente livro exterminacionista {perspectiva que afirma a realidade do alegado holocausto judaico} já será conhecido pelos revisionistas que leram a obra-prima de pesquisa de Richard Harwood, Nuremberg a Other War Crimes Trials {Nuremberg e Outros Julgamentos de Crimes de Guerra} (disponível na IHR por US$ 2,50). Ao abordar o julgamento militar americano número 10 — o julgamento de Krupp —, Harwood revela como Ferencz foi um dos promotores “americanos” que permaneceram na Alemanha muito depois da poeira ter assentado no Tribunal de “Justiça” de Nuremberg.

A tarefa de Ferencz era garantir compensação financeira para judeus em todo o mundo que sentiam ter sofrido perdas financeiras nas mãos dos nazistas. Mas isso não o impediu de fazer lobby vigorosamente contra a clemência proposta para as centenas de “criminosos de guerra” alemães que definhavam na prisão; em parte devido aos esforços de Ferencz no tribunal.

O livro mais recente de Ferencz baseia-se em seu conhecimento e experiência únicos; primeiro como promotor no caso Krupp e, posteriormente, como diretor das negociações para garantir indenização aos sobreviventes judeus dos campos de trabalho forçado. O mais notável neste livro é que, embora trate quase exclusivamente do próprio Moinho da Morte — Auschwitz —, quase não há menção a “câmaras de gás”, “Zyklon B” ou mesmo a um “programa de extermínio”. As únicas menções estão na página 15, onde ele cita o documento de Nuremberg nº 365, que é uma carta não assinada; nas páginas 16 a 21, que se baseiam na notória falsificação das confissões de Hoss; e em algumas poucas outras páginas, onde a referência ao “extermínio” é superficial e não referenciado.

{Benjamin Berell Ferenc (1920-1923) foi um advogado judeu que participou de procedimentos de julgamento dos alemães no pós-Segunda Guerra Mundial, os quais violaram as normas jurídicas ocidentais, além de ter contribuindo para a desinformação dos eventos alegados como holocausto judaico.}

De acordo com o autor, os judeus considerados inadequados para o trabalho na Krupp e em outras fábricas de Auschwitz eram enviados para Birkenau (Brzezinka), nas proximidades, para serem gaseados. Os campos de Belzec, Sobibor, Treblinka e Chelmno (Kulmhof-an-der-Neer) eram os únicos campos destinados exclusivamente ao extermínio. Ele também menciona um outro campo chamado Jungfernhof, perto de Riga, na Letônia, para onde judeus eram enviados de lugares tão distantes quanto a Áustria para serem exterminados. No entanto, ele não tenta explicar por que esses judeus eram enviados a mais de 1.600 quilômetros de distância para serem gaseados, quando, no caminho, passavam por campos de extermínio perfeitamente funcionais, como Birkenau, Majdanek, Sobibor e Treblinka, que, segundo relatos, estavam em plena operação, gaseando judeus dia e noite e expelindo fumaça e cinzas.

A visão exterminacionista “revisada” de Ferencz coincide bastante com a revisão da mitologia do Holocausto feita por Gitta Sereny no New Statesman de 2 de novembro de 1979.[1] Ambos situam os extermínios nos quatro campos de Chelmno, Sobibor, Treblinka e Belzec (embora Ferencz acrescente Birkenau e o misterioso campo letão de Jungfernhop). Poderia ser que há alguma conivência em curso, na qual os principais exterminacionistas se reuniram para alinhar suas versões dos fatos? Talvez eles tenham percebido que o jogo acabou, no que diz respeito a Auschwitz e aos campos do Antigo Reich, e agora estejam tentando salvar o que for possível do castelo de cartas do Holocausto que desmorona rapidamente? Buscaram refúgio no único canto possível: sustentar que os extermínios ocorreram em campos que agora foram obliterados sem deixar vestígios, e que a função de Auschwitz e dos campos ocidentais era levar as pessoas à morte por meio do trabalho.

Lamentavelmente, mesmo essa posição é um tanto insustentável, visto que este livro trata justamente dos milhares e milhares de judeus que sobreviveram às mesmas “horríveis condições de trabalho” que supostamente destruíam as pessoas pelo trabalho! Um dos apêndices mais úteis deste livro, com diagramação impecável, é uma lista das indenizações pagas a esses sobreviventes. Até o final de 1973, quase 15.000 pessoas de 42 países diferentes haviam recebido 52 milhões de marcos alemães. Talvez a origem declarada do autor na Transilvânia tenha algo a ver com essa campanha vampírica.

Ferencz agora dirige um prestigiado escritório de advocacia na cidade de Nova York, especializado em Direito Internacional. Seu livro já recebeu críticas favoráveis ​​no jornal comunista Daily World (19 de dezembro de 1979) e no New York Times Book Review (9 de dezembro de 1979); neste último caso, pelo desacreditado “historiador” Martin Gilbert.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Nota

[1] Nota de Mykel Alexander: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista}, por Gitta Sereny, 29 de julho de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/07/os-homens-que-passaram-o-pano-para.html

 

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

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