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quinta-feira, 5 de outubro de 2023

{Retrospectiva conflito na Ucrânia – 2014-2022} - parte 4 - por Eric Margolis

 Continuação de {Retrospectiva conflito na Ucrânia – 2014-2022} - parte 3 - por Eric Margolis

Eric Margolis


11 - Uma guerra tola e mal travada – 31 de maio de 2022

            Não foi uma invasão blitzkrieg russa da Ucrânia. Marechal Zhukov, o famoso general de tanques da União Soviética, deve estar rolando em sua cova. Se Stalin ainda estivesse no Kremlin, os generais e o ministro da Defesa da Rússia já teriam sido fuzilados. Naquela altura, acreditava-se que o Exército Vermelho e os seus 50.000 tanques seriam capazes de romper o Fulda Gap, na Alemanha, e a Áustria central, e chegar à principal base de abastecimento dos EUA em Roterdã, numa semana.

Após três meses de combates volúveis e inconstantes, o exército russo conseguiu ocupar algumas zonas fronteiriças na Ucrânia e o ponto central e chave de comunicações de Mariupol, impedindo o acesso da Ucrânia ao Mar Negro. As exportações muito importantes de cereais da Ucrânia foram bloqueadas, minando a sua economia, mas não se revelando um movimento decisivo para acabar com a guerra entre a autoproclamada Ucrânia independente e os seus aliados ocidentais, por um lado, e a Rússia e a vizinha Bielorrússia, por outro. A proposta de adesão da Finlândia e da Suécia à OTAN é um tiro pela culatra político para o Kremlin, mas significa pouco do ponto de vista militar, uma vez que ambas as nações são há muito tempo aliadas secretas da OTAN. A Suíça “neutra” também tem sido outro membro não tão secreto da aliança.

​            Mas, de fato, os EUA e os seus aliados da OTAN têm estado envolvidos numa guerra desagradável e encoberta contra a Rússia que ameaça explodir a qualquer momento num conflito convencional e depois nuclear. Esta quase-guerra é o resultado da recusa dos EUA e da OTAN em excluir a sua aliança da Europa Oriental anteriormente governada pela União Soviética e empurrá-la para as próprias fronteiras da Rússia. O conflito tem voltado a despertar problemas perigosos que remontam ao final da Primeira Guerra Mundial, quando os vitoriosos britânicos e franceses, juntamente com os crédulos americanos, buscaram alterar o mapa da Europa. Vastas faixas de território foram arrancadas da Alemanha, da Austro-Hungria e da Rússia, deixando disputas perigosas ativas até o dia de hoje.

O que há de errado hoje com o atual exército da Rússia, uma vez o terror da Europa? Primeiro, é muito pequeno. Desde o início, o Presidente Vlad Putin ordenou reduções sérias no tamanho das então enormes forças armadas da Rússia. A China fez o mesmo. Isso era bom para tempos de paz, mas não para travar uma guerra. A Rússia enviou apenas 100 mil homens para ocupar e subjugar a Ucrânia, um vasto território do tamanho da Europa Ocidental. Eu suspeito que o objetivo de Putin era anexar regiões fronteiriças importantes e depois deixar a Ucrânia, com ideias independentes, isolada e em graves perigos e aflições económicas {na realidade resultados da intervenção dos interesses situados no Ocidente que interromperam o acordo de ajuda econômica e financeira russa à Ucrânia}#15. A esperada guerra económica ocidental contra a Rússia seria parcialmente mitigada pelas dificuldades económicas/financeiras causadas ao Ocidente e aos seus Estados vassalos como o Egito.

Um ataque aéreo russo à capital Kiev falhou miseravelmente devido às forças especiais ocidentais e a um novo fornecimento de armas antitanque de ataque superior. A inteligência militar russa normalmente confiável foi ignorada. A inteligência civil foi autorizada a conceber a campanha militar a qual como nós temos visto tem sido transformada num impasse. Não é coincidência que Putin tenha sido um oficial civil dos serviços secretos do KGB e o seu poderoso ministro da Defesa, Sergei Shoigu, nunca tenha sido um oficial militar. As forças da Rússia também sofreram com problemas logísticos. Isto foi surpreendente, uma vez que durante a Segunda Guerra Mundial as forças soviéticas tornaram-se mestres no apoio de abastecimento rápido. Este foi um assunto fascinante que eu estudei em profundidade enquanto servia no Exército dos EUA – onde eu também ensinei estratégia militar e história. A guerra é demasiado importante para ser deixada aos civis.

E quanto ao poder aéreo, alardeado como a Rainha da Batalha? Não tem sido muito evidente na Ucrânia. A OTAN não ousa intervir abertamente na Ucrânia pela muito boa razão de que a Rússia provavelmente responderá com mísseis tácticos contra as bases aéreas da OTAN e os principais depósitos de armas. Bem-vindo à Terceira Guerra Mundial. Comboios de tanques, veículos blindados, caminhões de abastecimento, combustível e soldados são alvos legítimos dos mísseis tácticos da Rússia, notavelmente os precisos mísseis Iskander. A Rússia, sem dinheiro, manteve os seus ataques aéreos a um nível modesto por medo de perder aviões de guerra valiosos que não se pode dar ao luxo de substituir, um problema que também testemunhei no Afeganistão, onde o mortal míssil Stinger dos EUA manteve a Força Aérea Vermelha na baia.

Nós temos até agora sido muito sortudos por ainda não ter ocorrido um confronto em grande escala entre os EUA e a Rússia sobre a Ucrânia, uma terra sem qualquer importância para os Estados Unidos, mas de importância fundamental para a Rússia. No meio da tempestade de propaganda antirrussa, é fácil esquecer que em 1990 a Ucrânia ainda era parte integrante da União Soviética. Ou que os EUA organizaram um golpe de Estado na Ucrânia que levou ao poder um regime pró-EUA que hoje agita o punho em Moscou. Mas as agências de inteligência dos EUA e da OTAN agiram de forma invulgarmente rápida para armar a Ucrânia com armas antitanque e antiaéreas de última geração, bem como enormes quantidades de munições. Só a ajuda militar e económica dos EUA à Ucrânia excedeu os 40 bilhões de dólares.

Não há dúvida de que a Rússia tem perdido a guerra de informação na Ucrânia. A grande mídia ocidental tem atuado como um coro de amém ao regime de Kiev. A Ucrânia tornou-se outra “pequena e brava Bélgica” de renome da Primeira Guerra Mundial. Biden acabou de encomendar mais 40 bilhões de dólares de ajuda militar e económica dos EUA, além dos cerca de 25 bilhões de dólares gastos por Washington para apoiar o governo de Kiev. Mais bilhões serão sem dúvida necessários.

Enquanto isso, as televisões norte-americanas, britânicas e canadenses acusam a Rússia de crimes de guerra massivos na Ucrânia. Houve poucas reportagens desse tipo quando os EUA invadiram e destruíram partes importantes do Iraque, Síria, Líbia, Iémen ou Somália. O Afeganistão foi devastado durante quase 20 anos, com bombardeiros pesados B-52 usados para arrasar aldeias e cidades. Todas as guerras são um crime contra a humanidade. Não existem guerras “boas”.

 

12 - Brincar com fósforos é perigoso – 19 de setembro de 2022

A verdade é sempre a primeira vítima da guerra – e não menos assim que o atual conflito na Ucrânia. A Rússia insiste que se trata de uma ação policial localizada para desenraizar uma nova eclosão de insurgência nazi. A Ucrânia, que se tornou um protetorado dos EUA, insiste que está enfrentando a agressão russa contra uma nação que procura a liberdade. Nenhuma menção de que os ucranianos usualmente eram chamados de russos.

Para um contraste interessante, voltemos à primeira Guerra Chechena, de 1994 a 1996, e à segunda, de 1999 a 2009. Os 1,4 milhões de chechenos, um feroz povo muçulmano das montanhas do Cáucaso, que lutaram contra a expansão imperial russa durante 300 anos, ascenderam levantaram-se e travaram duas guerras David versus Golias para recuperar a liberdade deles da Rússia.

​            Na primeira guerra, os combatentes chechenos derrotaram as forças russas. Moscou concordou com a independência da República Islâmica da Chechênia. Mas então a linha dura, liderada pelo chefe de segurança Vladimir Putin, retomou a guerra depois de um falso atentado bombista contra apartamentos de Moscou levado a cabo pelo rebatizado KGB, o SVR, que matou entre 200 e 300 pessoas.

Nessa altura, os EUA apoiavam ativamente o regime de Yeltsin em Moscou, especialmente com ajuda financeira maciça. Yeltsin tinha ligações de longa data com a CIA e com a agência de inteligência britânica, MI6. Os EUA recusaram-se a ajudar a resistência chechena ou a reconhecer a sua luta pela independência. Eu sei disto porque acompanhei de perto esta história trágica e tentei angariar algum apoio para a Chechénia livre.

​            Enquanto os combates se intensificavam na Chechênia, os EUA apelaram ao então líder checheno, general Dzhokhar Dudayev, para negociar com Boris Yeltsin. Dudayev recebeu um telefone celular especial, supostamente ligado a um mantido por Yeltsin para as ‘conversações de paz’.

​            Enquanto Dudayev e Yeltsin se conectavam, uma aeronave secreta dos EUA lançou um míssil que atingiu o receptor do telefone de Dudayev. O líder checheno foi feito em pedaços. Com mais ajuda da inteligência dos EUA, a resistência chechena foi implacavelmente colocada abaixo e eliminada. Os chechenos foram presos e torturados em massa nos chamados “campos de filtração” russos. Um senhor da guerra checheno, Ramzan Kadyrov, foi nomeado ‘gauleiter’ da Chechénia. Os líderes chechenos foram caçados e assassinados pela KGB ou por agentes de Kadyrov.

​            A Chechênia foi literalmente atirada aos lobos pelos EUA. Que contraste isto representa com a situação atual na Ucrânia, a qual tem sido inundada por 15-20 mil milhões de dólares em armas modernas dos EUA nos últimos meses e ajudada por uma campanha de propaganda massiva dirigida pelos EUA e pela Grã-Bretanha.

            Não igual a 1991, os EUA vêem a guerra na Ucrânia como uma rara oportunidade de destruir uma grande parte da Rússia ou mesmo de esmagar a Federação Russa em fragmentos. Muitos ucranianos ficariam felizes em ver este resultado. A memória de como a URSS de Stalin fez passar fome ou fuzilou cerca de seis milhões de ucranianos nas décadas de 1920 e 1930, permanece entre a geração mais velha.

            Mas os ucranianos mais jovens devem questionar o que acontecerá se a guerra com a Rússia continuar. Irá a Ucrânia invadir a Rússia e tentar reconquistar a Crimeia? Irão os EUA ou algumas potências europeias apoiar um ataque à Crimeia? A Polónia e a Grã-Bretanha já estão profundamente envolvidas na guerra. Quem será o próximo?

A ala direita do Partido Democrata dos EUA, agora no poder, é muito mais belicosa e antirrussa do que a maioria dos americanos imagina. Na verdade, é o verdadeiro ‘partido de guerra’.#16

Se esta guerra incompleta continuar, os riscos de um confronto nuclear ou químico aumentam diariamente. O mesmo acontece com um confronto acidental no Mar Negro entre a Rússia e os EUA. À margem estão os gregos, os turcos, os arménios, os azeris, os egípcios. Iranianos e israelenses podem estar agitando de modo ruim por uma briga.

 

13 - Pare a Terceira Guerra Mundial – Agora – 27 de outubro de 2022

Em 1799, o marechal Alexander Suvorov levou um exército russo e todos os seus canhões através dos Alpes no auge do inverno. Uma placa perto de Gotthard ainda comemora esse feito militar épico.

Em março de 1814, o imperador da Rússia, Alexander I, entrou em Paris à frente da sua Guarda Imperial, encerrando o governo de Napoleão.

Em 1945, as forças russas comandadas pelos marechais Zhukov e Konev abriram caminho para Berlim. O Exército Vermelho destruiu 75% de todas as forças alemãs e do Eixo.

Os russos são grandes guerreiros. Eles são corajosos, muitas vezes indiferentes à morte e mestres na arte da guerra.

Então, o que tem acontecido ao exército russo na Ucrânia? Combateu mal, moveu-se à velocidade de carros de bois, tropeçou e sofreu pesadas baixas e grandes perdas de forças blindadas e aéreas.

Comecemos pela hierarquia militar da Rússia. É liderado por um civil, Sergei Shoigu, amigo de Putin e um homem sem qualquer formação ou experiência militar. Mas ele é leal a Putin.

Ele me lembra o pobre e velho marechal de campo egípcio, Abdel Hakim Amer, amigo de Nasser, que enganou as forças armadas do seu país para a catástrofe de 1967. Quando os aviões de guerra israelenses atacaram, usando dados de satélite dos EUA, Amer estava fumando droga narcótica no seu avião.

Putin foi um oficial da KGB. Ele não tinha antecedentes militares além de esmagar impiedosamente a segunda revolta chechena – com a ajuda dos EUA. O chefe checheno Ramzan Kadyrov tem criticado de modo fulminante Shoigu e pediu sua cabeça. Tem havido demasiada interferência política nas forças armadas da Rússia.

Putin queria uma ‘ação militar’ limitada, e não uma guerra em grande escala contra o que não há muito tempo era parte integral da Rússia. Assim, o outrora formidável Exército Vermelho foi mantido na coleira, privado das armas mais modernas da Rússia e ordenado a pegar leve com os rebeldes ucranianos.

A artilharia da Rússia, a Rainha da batalha, ficou sem munições. A Força Aérea Vermelha recebeu ordens de não arriscar seus caros caças-bombardeiros Sukhoi. A sua operacionalidade de mira baseada no espaço foi bloqueada ou degradada pelos EUA e pela OTAN.

Igualmente importante, o conflito na Ucrânia já se transformou numa mini-Terceira Guerra Mundial, enquanto os EUA e os seus principais aliados lutam para desferir o golpe de misericórdia na Federação Russa.

Esta guerra não tem a ver com a liberdade para a Ucrânia – como a poderosa propaganda ocidental nos diz incessantemente. Trata-se de esmagar os últimos vestígios do antigo poder soviético e transformar os fragmentos em dóceis mini-estados dominados por Washington e Londres.

Desde que a CIA derrubou o regime pró-Rússia da Ucrânia em 2014 – que custou cerca de 50 mil milhões de dólares – Moscou e Kiev têm estado com punhais prontos para usar. A Rússia de Putin recusa-se a reconhecer a Ucrânia como um Estado independente. Kiev, apoiada por dezenas de bilhões de dólares e por um enorme arsenal de armas do Ocidente, rejeita a hegemonia russa.

Os EUA querem ver a balcanização da Mãe Rússia. Os próximos alvos poderão ser o Extremo Oriente da Rússia ou os Urais russos. O partido da guerra em Washington, tanto republicanos como democratas#17, parece determinado a destruir o que resta da Rússia e a alcançar o objetivo estratégico dos neoconservadores americanos de erradicar qualquer potencial adversário militar do poder mundial absoluto dos EUA. Quando a Rússia for derrotada, a China será o próximo alvo – de fato, provavelmente já o é.

A administração Biden já despejou perto de 100 bilhões de dólares em ajuda e enormes quantidades de armas na Ucrânia, uma soma surpreendente e arriscada para uma nação com um déficit de 31 trilhões de dólares. Adicione mais bilhões do Canadá e dos aliados dos EUA na Europa que prefeririam ver esta guerra terminar.

A atual onda de inflação elevada foi desencadeada em grande parte pelos gastos imprudentes de Washington em relação à Ucrânia. Trata-se de dinheiro que o Tesouro dos EUA não possui e que deve pedir emprestado, sendo combustível de uma inflação ribombante.

Há uma década, o Presidente Putin proclamou que a Rússia iria cortar despesas militares convencionais e recorrer cada vez mais às armas nucleares.

Ainda, estamos surpresos agora que o Kremlin esteja a agitar as suas armas nucleares. Não devemos esquecer que antes da dissolução da União Soviética em 1991, a Ucrânia detinha e produzia um número substancial de armas nucleares e sistemas de lançamento. Supostamente, todas foram descartadas, mas a Ucrânia provavelmente mantém umas poucas armas nucleares em segredo.

Enquanto isso, as forças ocidentais operam abertamente na Ucrânia contra as forças russas. A panóplia plena do poder dos EUA é testemunhada ali: inteligência espacial e inteligência aérea; operações navais bloqueando a Frota Russa do Mar Negro; vastas quantidades de artilharia, guerra electrónica, guerra terrestre convencional conduzida por unidades especiais da Polónia, dos EUA, da Grã-Bretanha e da Alemanha.

Como esta coluna tem afirmado há anos, o principal dever dos Estados Unidos, a principal potência mundial, é evitar qualquer possível confronto nuclear na Europa Oriental. A diplomacia, e não mais armas, é a resposta.

A resposta é clara: parem de tentar atrair a Ucrânia para a OTAN, parem de tentar fragmentar a Rússia. Deixemos que as regiões rebeldes de língua russa da Ucrânia se juntem à Rússia, se assim o desejarem. Retirar as forças ocidentais da região e retomar a diplomacia silenciosa. Deixemos a França liderar este esforço sensato.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

#15 Nota de Mykel Alexander: Ver:

- {Retrospectiva 2013 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - Putin conquista nova vitória na Ucrânia O que realmente aconteceu na crise ucraniana, por Israel Shamir, 03 de março de 2022, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/retrospectiva-2013-russia-ucrania-eua.html

- {Retrospectiva 2014 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia – Corrupção Ucrânia-Joe Biden-EUA} O saque da Ucrânia por democratas americanos corruptos- Uma conversa com Oleg Tsarev revela a suposta identidade do “denunciante Trump/Ucrânia”, por Israel Shamir, 08 de março de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/retrospectiva-2019-corrupcao-ucrania.html 

#16 Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas, por Philip Girald, 18 de julho de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/07/odiar-russia-e-um-emprego-de-tempo.html

- Biden, Zelensky e os Neoconservadores - Quando você está em um buraco, você sempre pode cavar mais fundo, por Philip Giraldi, 26 de agosto de 2022, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/biden-zelensky-e-os-neoconservadores.html

- Ucrânia: Privatização de Terras Exigida pelo FMI, Ligações ao Escândalo de Biden Graft. Falência projetada da economia nacional, por Dmitriy Kovalevich, 04 de setembro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/09/ucrania-privatizacao-de-terras-exigida.html

- {Retrospetiva 2022 Guerra OTAN/Judaísmo internacional/Ucrânia x Rússia} – A “guerra pela justiça” americana é uma guerra pelo mal, por Boyd D. Cathey, 04 de setembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/09/retrospetiva-2022-guerra-otanjudaismo.html 

#17 Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- {Retrospectiva 2014 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia – Corrupção Ucrânia-Joe Biden-EUA} O saque da Ucrânia por democratas americanos corruptos- Uma conversa com Oleg Tsarev revela a suposta identidade do “denunciante Trump/Ucrânia”, por Israel Shamir, 08 de março de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/retrospectiva-2019-corrupcao-ucrania.html

- Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas, por Philip Girald, 18 de julho de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/07/odiar-russia-e-um-emprego-de-tempo.html

- Biden, Zelensky e os Neoconservadores - Quando você está em um buraco, você sempre pode cavar mais fundo, por Philip Giraldi, 26 de agosto de 2022, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/biden-zelensky-e-os-neoconservadores.html

- Ucrânia: Privatização de Terras Exigida pelo FMI, Ligações ao Escândalo de Biden Graft. Falência projetada da economia nacional, por Dmitriy Kovalevich, 04 de setembro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/09/ucrania-privatizacao-de-terras-exigida.html

 


Fonte: 

Muddling the Way to War, 24 de março de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/emargolis/muddling-the-way-to-war/

Playing with Matches Is Dangerous, 19 de setembro de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/emargolis/playing-with-matches-is-dangerous/

Stop World War III --- Now, 27 de outubro de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/emargolis/stop-world-war-iii-now/

Sobre o autor: Eric S. Margolis (1942-), é um jornalista e escritor de origem judaica nascido nos Estados Unidos. Ele possui diplomas da Escola de Serviço Exterior da Universidade de Georgetown, da Universidade de Genebra, na Suíça, e do Programa de MBA da Universidade de Nova York. Por 27 anos foi editor colaborador da rede de jornais Toronto Sun, escrevendo principalmente sobre o Oriente Médio, Sul da Ásia e Islã. Ele contribui para o Huffington Post e aparece frequentemente em programas de televisão canadenses, bem como na CNN. Escreveu:

War at the Top of the World: The Struggle for Afghanistan, Kashmir, and Tibet, Routledge, 1999

American Raj: The West and the Muslim World, Key Porter, 2008. 

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Sobre a difamação da Polônia pela judaísmo internacional ver:

Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920 - por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}


Sobre a influência do judaico bolchevismo (comunismo-marxista) na Rússia ver:

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill

A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber

Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek

Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton

Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton

Esquecendo Trotsky (7 de novembro de 1879 - 21 de agosto de 1940) - Por Alex Kurtagić

{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}

Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia - Por Valentyn Moroz


Sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

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quinta-feira, 28 de setembro de 2023

{Retrospectiva conflito na Ucrânia – 2014-2022} - parte 3 - por Eric Margolis

 Continuação de {Retrospectiva conflito na Ucrânia – 2014-2022} - parte 2 - por Eric Margolis

Eric Margolis


8 - Brincando com Fogo na Ucrânia – 01 de março de 2022

Tendo sido um soldado e correspondente em 14 guerras, eu estou tentando ver através do inevitável nevoeiro de guerra que obscurece o atual conflito na Ucrânia.

Esta não é uma tarefa fácil. Moscou tem feito um mau trabalho ao explicar a sua posição e assustou toda a gente com o seu alerta nuclear {na realidade a Rússia enviou suas reivindicações as quais a mídia em posse do judaísmo internacional, bem como os governos ocidentais sob controle ou pressão do judaísmo internacional preferiram não dar publicidade para evitar exporem o que vem sido efetuado por eles na Ucrânia#12}.

A mídia ocidental tem defendido a causa da Ucrânia de uma forma totalmente unilateral. Assim, nós temos o ousado e corajoso David versus o malvado Golias. Não importa que a guerra civil entre nacionalistas ucranianos, militantes direitistas e o regime de Kiev esteja em erupção há 14 anos.

                A Rússia, a qual governou a Ucrânia com algumas pausas desde 1700, buscou derrubar rapidamente o governo nacionalista ucraniano apoiado pelo Ocidente em Kiev, lançando o que os franceses chamam de ‘un coup de main’, um ataque relâmpago para tomar os centros de poder da Ucrânia.

Mas esse esforço não deu certo. As forças governamentais ucranianas, secretamente armadas com as mais recentes armas antitanque e antiaéreas das potências ocidentais, atenuaram e amorteceram os ataques iniciais de Moscou. Eu suspeito fortemente da presença de Forças Especiais dos EUA e/ou Britânicas. Mais ofensivas pesadas parecem estar a caminho. Um ataque inicial ao importante porto de Odessa rapidamente parou petrificado.

Faltou entusiasmo aos soldados russos? Difícil dizer neste momento. Muitos foram reportados detestar atacarem os seus “irmãos” ucranianos. Este conflito não era popular na Mãe Rússia.

Ainda nós não vimos qualquer erupção do sempre poderoso nacionalismo russo que foi tão poderoso na Segunda Guerra Mundial. Nem o puro ódio racial-religioso visto no esmagamento da independência da Chechênia em 1990. Nesse conflito horrível, a Rússia destruiu a capital da Chechênia e muitas cidades em toda a Chechênia. Mas os ferozes chechenos eram muçulmanos, e não colegas eslavos ortodoxos.

Até agora, as forças russas, cuja doutrina exige o uso massivo de artilharia, têm sido parcimoniosas no uso de grandes armas e baterias de foguetes. É muito provável que muito está por vir. A Força Aérea Russa e a Frota do Mar Negro também estiveram notavelmente ausentes. Talvez o Presidente Vladimir Putin tenha procurado limitar o conflito na Ucrânia a uma ação punitiva discreta.

Mas muitos outros perigos são evidentes. A Turquia afirma que aderirá à importante Convenção de Montreux de 1936, que limita a entrada de navios de guerra no Mar Negro. A Marinha dos EUA planeja uma campanha muito agressiva contra a Rússia no Mar Negro – e em torno de Vladivostok, no Pacífico Norte. Irá a Turquia barrar a Marinha dos EUA naquele mar interior?

Considerando susto nuclear. O Presidente Putin afirmou anteriormente que, devido às reduções da Rússia nas suas forças convencionais, a Rússia passaria a depender cada vez mais de armas nucleares tácticas e estratégicas. Qualquer pessoa que atacasse a Rússia poderia esperar pelo menos uma resposta nuclear limitada.

Os políticos ocidentais tiveram um dia de campo denunciando a “barbaridade” (palavras de Boris Johnson) dos ataques russos contra alvos civis ucranianos. Isso é bobagem sem vergonha. Pilotos e mecânicos britânicos têm mantido as forças aéreas sauditas socando cidades e aldeias do Iémen. A Força Aérea e a Marinha dos EUA destruíram muitas das áreas urbanas do Iraque, da Líbia e da Síria, nomeadamente Falluja, Aleppo e Mosul. A força aérea de Israel, fornecida pelos EUA, achatou partes de Gaza.

               Nosso lado não está isento de pecado.

As potências ocidentais precisam de diminuir as suas reivindicações de excepcionalismo contra a Rússia e trabalhar para encontrar uma forma de salvar a face da Rússia deste perigoso pântano. A França começou bem. Em contrapartida, a Alemanha tem mostrado mais uma vez a sua total falta de política independente.

Por mais que sintamos simpatia pela Ucrânia, devemos também lembrar que a Rússia continua a ser uma espécie de grande potência e precisa de ser mostrada uma saída clara desta confusão. A América não deve deixar-se levar pela cantarola e alegria face ao desconforto da Rússia e tentar completar a destruição da outrora poderosa União Soviética numa Iugoslávia oriental.

 

9 - Pare a guerra maluca na Ucrânia – 07 de março de 2022

            A descaradamente tendenciosa mídia ocidental está nos dando a impressão de que os combates na Ucrânia são uma espécie de competição desportiva. A mídia russa, agora vergonhosamente silenciada no Ocidente pelo banimento do Russia Today e do Sputnik News, retrata a até agora modesta guerra na Ucrânia como uma luta renovada contra o fascismo da Segunda Guerra Mundial. Ambas as visões estão totalmente erradas.

Na realidade, Moscou queixa-se da intromissão do Ocidente na Ucrânia há mais de 14 anos. As forças russas estão agora travando uma ofensiva em câmara lenta contra partes da Ucrânia e, até agora, tentando conter o número de baixas. Compare esta estratégia com a devastação total infligida pela Rússia (com alguma ajuda dos EUA) à secessionista Chechênia em 1990. Compare isto com a destruição em larga escala do Vietnam, Afeganistão, Iraque, Síria, Líbia, Somália e Palestina. Onde estava a CNN quando estas nações desgastadas estavam sendo bombardeadas de volta à Idade da Pedra? Ou o Iémen, o mais pobre dos países do Médio Oriente, que está se transformado em escombros pelos bombardeamentos dos EUA e da Grã-Bretanha?

Pelo menos 4 bilhões de dólares em armas maioritariamente fabricadas nos EUA e na Grã-Bretanha foram despejados na Ucrânia antes da invasão russa – e continuam a fazê-lo agora. Alguns líderes ocidentais pareciam realmente acreditar que Moscou nada faria em resposta à sua intervenção na Ucrânia.

Imagine que os malucos republicanos da Flórida declarassem independência dos Estados Unidos e começassem a importar material de guerra russo ou chinês?

Mas muito mais louco do que isto têm sido os apelos crescentes da liderança da Ucrânia e de muitos legisladores dos EUA para que os antigos caças MiG-29 armazenados na Polónia sejam remodelados e entregues aos pilotos ucranianos para utilização contra alvos russos. Parece que a América está pronta para lutar até o último ucraniano.

Isso é um negócio maluco. No minuto em que os MiG fornecidos pela Polónia entrarem em ação contra as forças russas na Ucrânia, passaremos de um conflito regional menor para uma guerra real. A Rússia responderá com ataques dos seus mísseis Iskander, muito precisos, contra bases aéreas polacas, centros governamentais e centros logísticos. Os desarmados polacos pedirão ajuda militar a Washington – num ano eleitoral em que os desanimados Democratas necessitarão de todos os votos étnicos polacos no Centro-Oeste.

Em qualquer evento, as guerras aéreas não têm limites claros. A politicamente poderosa Força Aérea dos EUA exigirá permissão para atacar bases aéreas russas, portos do Mar Negro e bases militares na Crimeia. As forças navais dos EUA no Mar Negro serão alvos escolhidos.

As bases dos EUA na Roménia e na Bulgária juntar-se-ão rapidamente à lista de alvos de Moscou. Adicione bases da OTAN na Escandinávia. As forças russas estão apenas a uma viagem de táxi da Lituânia, Letónia e Estónia.

O baluarte oriental da OTAN é na realidade um castelo de cartas. Felizmente, Moscou é demasiada fraca para reinvadir toda a frente oriental. Moscou gasta apenas um décimo do que os EUA gastam nas suas forças armadas. Os exércitos de Stalin, outrora aparentemente intermináveis, estão agora enfraquecidos. No entanto, têm de defender uma nação gigantesca com 11 zonas horárias que se estendem desde as costas do Báltico até à Coreia do Norte. Antes de invadir a Ucrânia, Moscou teve de trazer unidades militares de Vladivostok para o Pacífico, que é um alvo potencial chave para ataques da Marinha dos EUA.

A melhor e mais rápida maneira de acabar com a guerra civil ucraniana é dividir as suas regiões orientais de língua russa, extinguir o seu crescente nacionalismo e prometer à Rússia que não aderirá à NATO ou a qualquer outra aliança estrangeira durante 20 anos. E diga à CNN para reorientar a sua histeria no aumento da criminalidade em Nova Iorque e Chicago.

Até agora, um dos poucos políticos norte-americanos que acertou isto é Donald Trump.


10 - Confundindo o caminho para a guerra – 24 de março de 2022

            Aqueles que estão familiarizados com a história russa sabem que as guerras geralmente começam com atrapalhadas e confusões desastrosas. É o jeito russo.

Mas os russos também são conhecidos por superarem grandes obstáculos após enormes sacrifícios e finalmente alcançarem a vitória. A Segunda Guerra Mundial, na qual a União Soviética perdeu cerca de 8,6 milhões de soldados mortos, é um exemplo poderoso.

Agora mesmo, a Rússia está na sua típica confusão inicial de guerra na Ucrânia, que não há muito tempo era parte integrante da União Soviética/Rússia. A ofensiva russa inicial na Ucrânia tem quebrado abaixo até uma parada. Os porta-vozes da OTAN e os ucranianos antirrussos estão se gabando de uma aparente derrota militar das forças invasoras de Moscou. A maioria das estimativas é absurdamente exagerada.

Há muita conversa fiada sobre armas químicas e nucleares – todas designadas para assustar o outro lado. O poder político britânico estabelecido, profundamente antirrusso, está usando sua influente BBC {rede que costumeiramente era fortemente influenciada pelo judaísmo internacional}#13 para estimular o sentimento contra Moscou – como os britânicos têm feito desde 1917.

            Então, será que as forças da luz e do bem na Ucrânia realmente derrotaram o exército russo de ‘orcs’ maliciosos e perversos?

Depende do verdadeiro objetivo de Moscou na Ucrânia. É muito provável que o objetivo estratégico do Presidente Putin na Ucrânia seja desmantelar o seu governo nacionalista independente e reanexar partes menores de língua russa à Federação Russa. Recorde-se que cerca de 36% dos ucranianos usam o russo como língua materna; muitos não querem participar da Ucrânia.

Na verdade, uma guerra civil de baixa intensidade eclodiu na Ucrânia durante os últimos 14 anos entre nacionalistas antirrussos (‘nazis’ de acordo os nacionalistas) e pró-russos (‘traidores’ dizem os nacionalistas), nomeadamente nos enclaves fronteiriços da Bacia de Donets, o centro da indústria pesada e da mineração daquele país.

A Ucrânia continuará mergulhada numa corrupção profunda, independentemente de quem a governe.

A melhor maneira de sair desta perigosa confusão seria a divisão em zonas pró e antirrussas. Mas os pró-russos têm uma liderança fraca e as atuais forças governamentais consideram-se heróis mundiais apoiadas pela OTAN – que é outro nome para o poder militar americano {o qual é dirigido, em geral, pelo e para os interesses do judaísmo internacional}#14.

Enquanto os combates vão adiante, o conflito na Ucrânia é cada vez mais perigoso. A derrota na Ucrânia minaria fatalmente a Federação Russa, que entrou em guerra para impedir que a OTAN/EUA assumissem o controle da Ucrânia, desmembrando depois o que resta da Rússia. Essa é a ambição de Washington antes de se voltar contra a China.

Isso é brincar com fogo nuclear. O principal objetivo dos EUA deveria ser acabar com o conflito na Ucrânia e parar de despejar armas e encorajamento na Ucrânia. Mas uma nação ferida – especialmente um inimigo passado ou antigo – é um alvo demasiado grande para ser ignorado. Os ucranianos devem reaprender a coexistência com a Rússia, tal como os finlandeses.

Eles têm de pôr fim ao seu conflito antes que a ruptura das exportações vitais de trigo, outros cereais essenciais, urânio e metais da Ucrânia coloque o comércio mundial numa espiral descendente. A estabilidade do Oriente Médio depende apenas das exportações de trigo ucraniano subsidiadas pelos EUA.

E se os homens durões de Moscou se cansarem de ver centenas de milhões de armas norte-americanas e britânicas serem despejadas através da fronteira entre a Polónia e a Ucrânia? O bom senso militar sugere que a Rússia deveria atacar estas linhas de abastecimento, depósitos e ferrovias.

A boa política exige que Washington mova montanhas para resolver o conflito na Ucrânia, no qual não tem interesse nacional vital, mas enfrenta o perigo nuclear. Mas a guerra civil na Ucrânia é uma dádiva política para a administração Biden, que perdeu grande parte do apoio dos eleitores devido a acusações de ser fraca e tímida. Uma derrota russa na Ucrânia compensaria muito bem a derrota humilhante dos EUA no Afeganistão, pela qual Biden é culpado, embora tenha sido principalmente Donald Trump quem acendeu o estopim desse desastre.

Infelizmente, a Ucrânia tornou-se aquilo que a pequena Bélgica era em 1914, uma questão altamente emocional que impulsiona a corrida louca para a guerra. Os ocidentais sentem a tristeza dos ucranianos, ignorando totalmente os terrores que infligiram a Gaza, aos afegãos, aos iraquianos, aos sírios, aos iemenitas, aos somalis e aos líbios. A nossa mídia lamenta os ucranianos enquanto ignora as ondas de bombardeiros pesados B-52 que bombardeiam aldeias afegãs. 

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Continua em {Retrospectiva conflito na Ucrânia – 2014-2022} - parte 4 - por Eric Margolis

Notas

#12 Nota de Mykel Alexander: Sobre as propostas russas ver:

- {Retrospectiva 2022 – conflito na Ucrânia} Para entender a guerra, por Israel Shamir, 09 de setembro de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/09/retrospectiva-2022-conflito-na-ucrania.html

                Sobre a capacidade e coesão atual e ajuda mútua atual entre os membros do judaísmo internacional ver como introdução:

- Sionismo (Jewish Encyclopedia) - parte 1, por Richard James Horatio Gottheil, 04 de agosto de 2021, World Traditional Front. (demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/08/sionismo-por-richard-james-horatio.html

- Sionismo e judeus americanos, por Alfred M. Lilienthal, 03 de março de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/03/sionismo-e-judeus-americanos-por-alfred.html

- Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores, por Alison Weir, 01 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/congresso-mundial-judaico-bilionarios.html 

#13 Nota de Mykel Alexander: Um exemplo na conjuntura nos anos 2010, ver:

- Prova do domínio judaico sionista na BBC, por David Duke, 28 de outubro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/10/prova-do-dominio-judaico-sionista-na.html 

#14 Nota de Mykel Alexander: Sobre o desdobramento da crise ucraniana refletindo na Rússia como resultado da articulação de neoconservadores americanos, democratas americanos e os segmentos do judaísmo internacional ver:

- {Retrospectiva 2008 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} Os Neoconservadores versus a Rússia, por Kevin MacDonald, 19 de março de 2022, World Traditional Front.

 https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/os-neoconservadores-versus-russia-por.html

- {Retrospectiva 2014 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - As armas de agosto - parte 1, por Israel Shamir, 08 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2014-assedio-do-ocidente.html

- {Retrospectiva 2014 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - As armas de agosto II - As razões por trás do cessar-fogo, por Israel Shamir, 15 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2014-assedio-do-ocidente_15.html

- Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas, por Philip Girald, 18 de julho de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/07/odiar-russia-e-um-emprego-de-tempo.html

- {Retrospectiva 2021 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - Flashpoint Ucrânia: Não cutuque o urso {Rússia}, por Israel Shamir, 22 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2021-assedio-do-ocidente.html   

- {Assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia em 2022} - Neoconservadores, Ucrânia, Rússia e a luta ocidental pela hegemonia global, por Kevin MacDonald, 21 de março de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/neoconservadores-ucrania-russia-e-luta.html 

Sobre o lobby do segmento americano do judaísmo internacional ver:

- Sionismo e judeus americanos, por Alfred M. Lilienthal, 03 de março de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/03/sionismo-e-judeus-americanos-por-alfred.html

- Um olhar direto sobre o lobby judaico, por Mark Weber, 17 de julho de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/07/um-olhar-direto-sobre-o-lobby-judaico.html

- Os judeus da América estão dirigindo as guerras da América, por Philip Girald, 07 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/os-judeus-da-america-estao-dirigindo-as.html

 


Fonte: Playing with Fire in Ukraine, 01 de março de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/emargolis/playing-with-fire-in-ukraine/

Stop the Crazy War in Ukraine, 07 de março de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/emargolis/stop-the-crazy-war-in-ukraine/

Muddling the Way to War, 24 de março de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/emargolis/muddling-the-way-to-war/

Sobre o autor: Eric S. Margolis (1942-), é um jornalista e escritor de origem judaica nascido nos Estados Unidos. Ele possui diplomas da Escola de Serviço Exterior da Universidade de Georgetown, da Universidade de Genebra, na Suíça, e do Programa de MBA da Universidade de Nova York. Por 27 anos foi editor colaborador da rede de jornais Toronto Sun, escrevendo principalmente sobre o Oriente Médio, Sul da Ásia e Islã. Ele contribui para o Huffington Post e aparece frequentemente em programas de televisão canadenses, bem como na CNN. Escreveu:

War at the Top of the World: The Struggle for Afghanistan, Kashmir, and Tibet, Routledge, 1999

American Raj: The West and the Muslim World, Key Porter, 2008. 

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Sobre a difamação da Polônia pela judaísmo internacional ver:

Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920 - por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}


Sobre a influência do judaico bolchevismo (comunismo-marxista) na Rússia ver:

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

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Sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

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