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quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – O especialista em execução executado - por Germar Rudolf

 

 Germar Rudolf 


O texto a seguir é baseado principalmente em apresentações reais que fiz na Alemanha e em outros lugares. A maioria deles foi estruturada como diálogos com membros da audiência, que foram continuamente encorajados a fazer perguntas, fazer objeções e oferecer contra-argumentos. Este estilo de diálogo é mantido neste livro. Minhas próprias contribuições são marcadas com “Germar Rudolf” e as dos ouvintes com “Ouvinte” (ou Ouvinte'/Ouvinte"/ Ouvinte'" no caso de comentários consecutivos de vários ouvintes distintos).

* * *

Germar Rudolf: No que considera o assunto, permanecemos nos EUA, mas voltemos nós para as ciências exatas.  Senhoras e Senhores Deputados, quem de vós sabe o que é o Relatório Leuchter? Seja corajoso, essa não é uma pergunta capciosa! Bem, isso é pelo menos cerca de 10% dos presentes. Mas quem de vocês tem realmente lido o Relatório Leucher? Pois bem, uma breve introdução ao Relatório Leuchter parece ser apropriada para que você entenda como o público tratou essa questão, conforme explicado mais adiante.

Como é sabido, a pena de morte ainda existe nos EUA. Ao longo dos séculos, diferentes métodos de execução foram utilizados em diferentes estados e, naturalmente, há instalações técnicas requeridas para isso. É claro que há necessidade de especialistas técnicos para produzir e manter estas instalações. Na década de 1980, havia apenas um técnico nos EUA qualificado na instalação e manutenção dessas instalações: Fred A. Leuchter Jr., às vezes morbidamente referido como “Sr. Morte” pela a mídia dos EUA (Morris 1999, Halvorsen 2000)*1. Na mídia dos EUA, Leuchter foi repetidamente descrito como o principal especialista em execução (Weber 1998a, Trombley 1992; cf. Leuchter et al. 2017, pp. 195-226)*2.

{Fred Arthur Leuchter Jr. (1943 -) o fabricante, e então praticamente o único americano especialista em equipamentos de execução das instalações de execução dos EUA, e que ganhou notoriedade ao emitir Relatório Leuchter, o laudo técnico que concluiu que não havia possibilidades da existência das alegadas câmaras de gás homicidas em Auschwitz-Birkenau.}


Agora, o que você acha que aconteceria se Leuchter chegasse à conclusão, num relatório de perito privado, de que o enorme número de execuções na guilhotina alegadas para a Revolução Francesa era tecnicamente impossível na escala alegada?

Ouvinte: Os meios de comunicação social e o mercado do livro teriam uma controvérsia com a qual eles poderiam ganhar dinheiro, e alguns historiadores teriam a oportunidade de fazer público o nome deles, rasgando Leuchter ou concordando com ele.

Germar Rudolf: Então não é sua opinião que por causa de tal declaração todas as comissões de Leuchter seriam canceladas e uma campanha de assédio midiática seria travada contra ele?

Ouvinte: Não, por que isso aconteceria?

Germar Rudolf: Leuchter poderia, é claro, estar errado.

Ouvinte: Então isso estaria aberto à prova. Mas erros num relatório de perito privado sobre um assunto histórico não seriam razão para querer ninguém no pelourinho.

Germar Rudolf: …a menos que… Agora, deixe-me reformular um pouco a pergunta. O que aconteceria, na sua opinião, se Leuchter chegasse à conclusão, num relatório de perito privado, de que o enorme número de execuções em câmaras de gás reivindicadas para o Terceiro Reich era tecnicamente impossível a essa escala?

Ouvinte: Isso, claro, é alguma coisa totalmente diferente.

Germar Rudolf: Trata-se mais uma vez de um laudo pericial privado sobre um tema histórico, sobre a suposta execução em massa de pessoas inocentes.

Ouvinte: Sim, mas o público vê isso de forma diferente. Existem sensibilidades.

Germar Rudolf: Em qualquer caso, cientificamente não há diferença fundamental entre essas duas teses, e a reação dos historiadores aqui deveria ter sido como seria no primeiro exemplo dado, ou seja, os argumentos de Leuchter deveriam ter sido considerados e ou refutados ou aceitos como válidos.

Ouvinte: Então o relatório pericial de Leuchter continha tais conclusões?

Germar Rudolf: Certo. Este é o documento que mais tarde ficou conhecido como Relatório Leuchter. Em 1983, o germano-canadense Ernst Zündel foi acusado em um tribunal canadense por espalhar em posse de conhecimento falsas notícias sobre o Holocausto. Ele foi acusado de ter vendido uma brochura de 1974 de Richard Verrall, também conhecido como Harwood, na qual o Holocausto é negado (Harwood 1974/2012, conferir Suzman/Diamond 1977, Committee… 1979)*3. Na primavera de 1988, durante o processo de recurso e por recomendação do seu conselheiro, Dr. Robert Faurisson, Zündel começou a procurar peritos para compilar um relatório pericial forense relativo às instalações dos antigos campos de concentração alemães de Auschwitz e Majdanek, nos quais testemunhas alegaram que pessoas foram gaseadas. Por recomendação das autoridades estatais americanas, Zündel conversou com Fred A. Leuchter (Faurisson 1988d&e)*4. Sob enorme pressão devido às limitações de tempo, Leuchter acabou por redigir esse relatório pericial, cujas conclusões eu gostaria de citar aqui (Leuchter 1988, página 33; Leuchter et al. 2017, págína 56)*5:

Depois de rever todo o material e inspecionar todos os locais em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, o seu autor considera a evidência como esmagadora. Não houve câmaras de gás de execução em nenhum desses locais. É a melhor opinião de engenharia deste autor que as alegadas câmaras de gás nos locais inspecionados não poderiam então ter sido, ou agora ser, utilizadas ou seriamente consideradas para funcionar como câmaras de gás de execução.”

Ouvinte: Isso deve ter colocado o gato entre os pombos.

Germar Rudolf: O efeito inicial desta opinião foi muito parecido com esse.

Ouvinte: Qual é a posição política de Leuchter?

Germar Rudolf: Eu não tenho a mínima pista. Embora eu o tenha conhecido, eu não lhe perguntei, nem ele nunca fez qualquer declaração política em público. Portanto, a melhor maneira de descrevê-lo é provavelmente chamá-lo de totalmente apolítico. Ele provavelmente não tinha ideia em que tipo de água quente entraria quando preparou seu relatório pericial.

Ouvinte: Foi reconhecido pelo tribunal canadense?

Germar Rudolf: Não. O tribunal tomou notícia disso, mas não o admitiu como prova (Kulaszka 1992, página 354)*6. Era provavelmente isso de certa maneira um assunto muito quente para o juiz.

Ouvinte: Que argumentos Leuchter ofereceu para sua tese?

Germar Rudolf: Leuchter afirmou, entre outras coisas, que não tinha havido portas estanques aos gases nas salas de gaseamento, nem sistemas de ventilação para eliminar o veneno, que a capacidade dos crematórios era muito pequena e outros argumentos técnicos similares. Contudo, foram sobretudo as análises químicas de Leuchter que causaram sensação. Leuchter havia coletado amostras de paredes daquelas salas onde, de acordo com testemunhas, um grande número de pessoas tinha sido gaseado, e também de uma sala que servia como câmara de despiolhamento para roupas de prisioneiros, portanto onde nenhuma pessoa, mas somente piolho, tinha sido morto. Em ambos os– o pesticida Zyklon B. – é suposto ter sido usado. Agora, enquanto largas quantidades de resíduos químicos do pesticida tenham sido encontradas na amostra da câmara de despiolhamento, quase não havia qualquer resíduo digno de menção nas amostras das alegadas câmaras de gás homicidas. Leuchter mantém, contudo, apenas que teriam de ser encontrados tantos resíduos lá como nas câmaras de despiolhamento, se os testemunhos sobre gaseamentos em massa fossem verdadeiros.

Ouvinte: Então ele prova o que ele afirma?

Germar Rudolf: Ao fazer esta pergunta você está colocando o dedo no ponto dolorido e delicado do Relatório Leuchter.[1] Nós iremos nos preocupar mais tarde com as questões técnicas de execução em câmaras de gás tratadas por Leuchter. Aqui, estamos interessados, em primeiro e a frente de tudo no efeito deste relatório pericial sobre o público. O fato é que esse laudo pericial de Fred Leuchter abriu os olhos de muitos ao mostrar que existe uma forma científica e técnica de lidar de forma polêmica com esse tema explosivo. Devido a este relatório, a discussão em torno de Auschwitz foi levada profundamente para a grande mídia, embora tenha sido completamente calada pela grande mídia. No entanto, esse efeito pôde ser notado muito mais na Alemanha do que no mundo anglo-saxónico.   Somente na Alemanha o Relatório Leuchter foi discutido pelos principais historiadores (Backes et al. 1992, pp. 450-476; cf. Rudolf 1016c, pp. 55-72)*7 e no maior jornal semanal da Alemanha (Bastian 1992a&b, 2016; cf. Rudolf 2016c, pp. 73-118; Mattogno 2016b)*8. Desde que isso não é muito relevante para o leitor anglófono, não o discutirei com mais detalhes aqui.

Ouvinte: Houve algum tipo de declaração oficial sobre o laudo pericial de Leuchter?

Germar Rudolf: Sim, mas eles se contradiziam. A primeira resposta ocorreu numa carta de 16 de março de 1990, de um certo Böing, um funcionário do governo do Ministro Federal da Justiça Alemão, dirigida ao revisionista Dr. Claus Jordan:

Com vocês, eu sou da opinião de que o verdadeiro Relatório Leuchter foi uma investigação científica.” (arquivo ref. II Bla-AR-ZB 1528/89)

Germar Rudolf: Mais tarde, contudo o governo federal alemão mudou sua opinião. A prova de última instância disso ocorreu em 28 de outubro de 1993. Nesse dia, Leuchter estava programado para aparecer ao vivo num talk show da TV alemã apresentado por Margarethe Schreinemakers, intitulado “Matar como uma Profissão”. Mas isso não era para acontecer, porque dez minutos antes do programa ir ao ar, agentes dos departamentos de polícia de Colónia e Mannheim invadiram o estúdio da Sat 1 TV e prenderam Fred Leuchter por “incitar as massas” (Noé 1993)*9. Quando o programa anunciado de forma sensacionalista não foi ao ar, 7,6 milhões de telespectadores alemães experimentaram naquele dia como um debate público sobre as “câmaras de gás” de Auschwitz é suprimido pela violência governamental. Umas poucas semanas mais tarde, Leuchter foi libertado até seu julgamento, após o depósito de 50.000 marcos alemães de fiança. No entanto, assim que saiu, ele fugiu instantaneamente da Alemanha e nunca mais voltou.

{Fred A. Leuchter, a direita, praticamente o único especialista em hardware de execuções nos EUA, emitiu um laudo técnico da impossibilidade da existência das alegadas câmaras de gás homicidas dos nazistas.} 

Desde então, o relatório pericial de Leuchter tem sido caracterizado como “pseudocientífico” ou como meramente “supostamente científico” pelo governo alemão nos seus Relatórios do Gabinete Federal para a Proteção da Constituição (ver Bundesministerium… 2000)*10. Termos como “pseudocientífico” são usados pelas autoridades alemãs para denegrir pontos de vista históricos opostos aos seus, mas nunca se preocupam em provar de qualquer maneira as suas afirmações derrogatórias.

Ouvinte: Talvez seja verdade que o Relatório Leuchter não é em tudo científico.

Germar Rudolf:  Nós voltaremos mais tarde à objecção de que as obras revisionistas são de natureza pseudocientífica. Gostaria de concluir o tópico aqui com uma breve referência ao que aconteceu ao autor do Relatório Leuchter depois da controvérsia mundial ter atingido o pico.

Em vista das muitas dezenas de milhares de cópias do Relatório Leuchter em todas as principais línguas do mundo que estão em circulação global, bem como os muitos discursos dados por Leuchter, o efeito de seu trabalho foi enorme.

Alarmado com esse desenvolvimento, a brigada “nunca perdoe, nunca esqueça” não perdeu tempo em fazer contramedidas. O autodenominado “caçador de nazista” Beate Klarsfeld anunciou que Fred Leuchter “tem que entender que, ao negar o Holocausto, ele não pode permanecer impune” (Weber 1998a, p. 34)*11.

As organizações judaicas lançaram uma campanha viciosa de manchar para destruir não somente sua reputação, mas sua capacidade de ganhar a vida. Liderando a acusação estava Shelly Shapiro e seu grupo “Sobreviventes e amigos do Holocausto em busca de justiça.”

Chamando Leuchter de uma fraude e impostor, esse grupo afirmou, apesar do melhor conhecimento, que ele carecia de qualificações como especialista em equipamento de execução e tinha afirmado a posse de qualificações profissionais as quais ele nunca tinha conquistado (Leuchter 1990, 1992)*12.

            Embora essas acusações foram inteiramente infundadas e falharam em sobreviver a qualquer verificação legal, a campanha “Get Leuchter {pegue Leuchter}”, com a cooperação dos principais jornalistas e editores, foi bem-sucedida. Os contratos de Leuchter com as autoridades estaduais para fabricação, instalação e manutenção de hardware de execução foram cancelados. Ele foi temporariamente forçado a sair de sua casa em Massachusetts e teve que encontrar um trabalho privado em outro lugar. Nenhum americano tem sofrido mais por seu desafio ao lobby do Holocausto.

Ouvinte: Ele se posicional firme por suas conclusões controversas depois de tudo isso?

Germar Rudolf: Sim, absolutamente. Em 2009, ele concordou em ser consultor editorial do periódico on -line Inconvenient History, e em outubro de 2015, ele deu uma entrevista durante a qual relatou muitos petiscos interessantes sobre os antecedentes de seu relatório de especialista, bem como a perseguição resultante disso (Rizoli 2015; Katana 2016)*13.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

*1 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Errol Morris, Mr. Death: The Rise and Fall of Fred A. Leuchter, Jr., Fourth Floor Productions, 12 de maio de 1999; William Halvorsen, “Morris Shines a Light on Fred Leuchter,” The Revisionist (Codoh series), nº 3, 2000, páginas 19-22. 

*2 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Weber, Mark 1998a. “Probing Look at ‘Capital Punishment Industry’ Affirms Expertise of Auschwitz Investigator Leuchter,” Journal of Historical Review, 17(2) (1998), páginas 34-36; Stephen Trombley, The Execution Protocol, Crown Publishers, New York 1992; Fred A. Leuchter, Robert Faurisson e Germar Rudolf. The Leuchter Reports: Critical Edition, 5ª ed., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2017. 

*3 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Richard Harwood  (=Richard Verrall), Did Six Million Really Die?, Historical Review Press, Brighton, não datado (1974); www.ihr.org/books/harwood/dsmrd01.html; 5ª ed. Richard Harwood (=Richard Verrall), Did Six Million Really Die?, Uckfield, 2012; Arthur Suzman e Denis Diamond, Six Million Did Die: The Truth Shall Prevail, South Africa Jewish Board of Deputies, Johannesburg, 1977; Committee for Truth in History, The Six Million Reconsidered, Historical Review Press, Ladbroke, 1979. 

*4 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Robert Faurisson, “The End of a Myth,” Journal of Historical Review, 8(3) (1988d), páginas 376-380; Robert Faurisson, “The Zündel Trials,” Journal of Historical Review, 8(4) (1988e), páginas 417-431. 

*5 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Fred A. Leuchter, An Engineering Report on the alleged Execution Gas Chambers at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers Ltd., Toronto 1988; Fred A. Leuchter, Robert Faurisson eGermar Rudolf. The Leuchter Reports: Critical Edition, 5ª ed., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2017. 

*6 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Barbara Kulaszka (ed.), Did Six Million Really Die?, Samisdat Publishers, Toronto, 1992. 

[1] Nota de Germar Rudolf: Veja sobre isso a nova edição comentada criticamente de Fred A. Leuchter, Robert Faurisson e Germar Rudolf, The Leuchter Reports: Critical Edition, 5ª ed., Castle Hill Publishers, Uckfield. 2017. 

*7 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Uwe Backes, Eckard Jesse eRainer Zitelmann (eds.), Die Schatten der Vergangenheit, Propyläen, Frankfurt 1992; Germar Rudolf, Auschwitz-Lügen, 3ª ed., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2016. 

*8 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Till Bastian, “Die Auschwitz-Lügen”, Die Zeit nº 39, 18 se setembro de 1992, página 104; Till Bastian, “Der ‘Leuchter-Report’”, Die Zeit nº 40, 25 de setembro de 1992, página 90; Germar Rudolf, Auschwitz-Lügen, 3ª ed., Castle Hill Publishers, Uckfield, 2016; Carlo Mattogno, Till Bastian, Auschwitz und die Auschwitz-Lüge, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2016. 

*9 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Noé, Martin. “Haft statt Sendung”, Die Zeit, 5 de novembro de 1993; www.zeit.de/1993/45/haft-stattsendung (acessado em 19 de maio de 2017). 

*10 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Bundesministerium des Inneren (ed.). Bundesverfassungsschutzbericht, Bundesdruckerei, Bonn, 1995-2005. 

*11 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Mark Weber, “Probing Look at ‘Capital Punishment Industry’ Affirms Expertise of Auschwitz Investigator Leuchter,” Journal of Historical Review, 17(2) (1998), páginas 34-36. 

*12 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Fred A. Leuchter e Robert Faurisson, “The Second Leuchter Report,” Journal of Historical Review, 10(3) (1990), páginas 261-322; Fred A. Leuchter, “Witch Hunt in Boston,” Journal of Historical Review, 10(4) (1990), páginas 453-460; Fred A. Leuchter, “Is there life after persecution? The botched execution of Fred Leuchter,” Journal of Historical Review, 12(4) (1992), páginas 429-444. 

*13 Fonte utilizada por Germar Rudolf: Jim Rizoli, Interview with Fred A. Leuchter, The League of Extraordinary Revisionists, 26 de outubro de 2015; www.codoh.com ; Katana, “Jim Rizoli Interviews Fred Leuchter: His Story, His Way,” transcrição de 25 de Janeiro de 2016.

 


Fonte: Germar Rudolf, Lectures on the Holocaust - Controversial Issues Cross-Examined, 4th, revised edition, January 2023, Castle Hill Publishers, PO Box 141, Bargoed CF82 9DE, UK, 4th edition. Castle Hill Publishers. Capítulo 2.10 The Executed Execution Expert. PDF gratuito disponível no link abaixo.

https://holocausthandbooks.com/index.php?page_id=15

Sobre o autor: Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005, mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Desde 2011 vive com sua família, esposa e três crianças, na Pennsylvânia. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Bargoed, 2023.

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O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

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O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

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Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

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O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

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Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre censura e fuga da investigação histórica ver: 

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Argumentos contra O PROJETO DE LEI nº 192 de 2022 (PL 192/2022) que propõe criminalizar o questionamento do alegado HOLOCAUSTO, o que, por consequência, inclui criminalizar também quaisquer exames críticos científicos refutando a existência do alegado HOLOCAUSTO – por Mykel Alexander

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber


História do revisionismo do alegado holocausto e suas conquistas:

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - As Origens Esquerdistas do Revisionismo {primeiro desafio do revisionismo x uma “testemunha” das alegadas câmaras de gás} - por German Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Porque o que não deveria existir, não pode existir {o primeiro golpe de Robert Faurisson na narrativa do alegado Holocausto} - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Uma pessoa morta são muitas pessoas {é um argumento válido dizer que menos ou mais mortos nas pesquisas sobre alegado Holocausto não mudam os fatos do que significa o Holocausto?} por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Escândalo na França {Robert Faurisson leva os defensores do alegado holocausto na França à derrota, culminando na queda de Jean-Claude Pressac} - por Germar Rudolf

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{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Clareza sobre Dachau - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Sabão, abajures e cabeças encolhidas judaicas - por Germar Rudfolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – O elefante invisível no porão {sem evidências do alegado holocausto} - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - A mentira de Mermelstein {primeiro desafio do revisionismo x uma “testemunha” das alegadas câmaras de gás} - por German Rudolf


sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução

 

 Germar Rudolf 

1 - Introdução

            Anteriormente ao Relatório Leuchter,1 nenhum estudo científico de qualquer significado tinha jamais sido conduzido sobre as ‘câmaras de gás’2 homicidas de Auschwitz e Majdanek, o que é extremamente surpreendente em vista da importância do tópico. Mesmo no grande julgamento de Auschwitz em Frankfurt no meio da década de 1960, os relatos especialistas que foram comissionados tinham um foco exclusivamente histórico, e nem mesmo a defesa pensou em solicitar um relatório sobre as alegadas armas de assassinato, as quais têm parcialmente sobrevivido até este dia. Em seu veredito, o tribunal declarou que ele carecia de “quase todos os meios de evidência disponível em um julgamento normal de assassinato,” incluindo “os corpos das vítimas, registros de autópsia, relatos especialistas sobre a causa e hora da morte, [...] evidência quanto aos criminosos, armas do crime, etc.,”3 e depois de uma detalhada análise do curso do julgamento não se pode ajudar, senão observar que esta corte, apenas como todas aquelas as quais lidam com o tópico antes e desde então, nunca fizeram mesmo o mais leve esforço para localizar qualquer evidência ou para comissionar quaisquer especialistas no assunto. O mesmo ocorre não menos para o grande Julgamento Majdanek de Düsseldorf no final da década de 1970.4

            Não foi até 1988, 45 anos depois do alegado crime, que Ernst Zündel, um alemão canadense acusado por um tribunal canadense de disseminar conscientemente notícias falsas sobre o Holocausto,5 comissionou o especialista americano em câmaras de gás Fred Leuchter para compilar um relatório sobre as evidências da suposta arma do crime. A ideia para tal relatório tinha sido sugerida para Zündel por Robert Faurisson, que já tão cedo como 1978 tinha publicado sua tese da impossibilidade radical de gaseamento humano nas alegadas ‘câmaras de gás’ de Auschwitz.6 No relatório resultante, elaborado às pressas, Leuchter concluiu que as “alegadas câmaras de gás” das instalações que ele tinha examinado não poderiam ter sido usadas como tal por várias razões técnicas. Adicionalmente, análises de amostras de tijolos das alegadas ‘câmaras de gás’ mostraram que estas contêm traços desprezíveis de cianeto de hidrogênio, veneno do Zyklon B, enquanto as paredes das câmaras de desparasitação onde as roupas dos internos eram desparasitadas com Zyklon B continham grandes quantidades de tal resíduo.

Não é surpreendente que este relatório causou alarido, o qual resultou em várias publicações.7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28. Inspirado pelo Relatório Leuchter, o Rudolf Report – pela primeira vez publicado na primavera de 199218 e expandido e revisado várias vezes26 – focou nos aspectos químicos e de engenharia das alegadas ‘câmaras de gás’ em Auschwitz, e irá ser resumido e complementado a seguir. As alegadas ‘câmaras de gás’ do campo de concentração de Majdanek, as quais foram também um assunto do Relatório Leuchter foram brevemente discutidas em 1994, a primeira edição desta contribuição, mas esse tópico está coberto na presente edição com muito mais propriedade pela contribuição de Carlo Mattogno na sequência desta. Eu irei dispensar com um relato do debate em andamento sobre a interpretação dos documentos encontrados até o momento com relação à questão das ‘câmaras de gás’ em Auschwitz, e, ao menos tão interessante, com muitos outros tópicos deste e de campos relacionados; leitores sérios terão referências para a literatura relevante.29  

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

1 Nota de Germar Rudolf: F. A. Leuchter, An Engineering Report on the Alleged Execution Gas Chambers at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers, Toronto 1988, 195 páginas; mais recente: F.A. Leuchter, R. Faurisson, G. Rudolf, The Leuchter Reports:Critical Edition, 5ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield 2017. 

2 Nota de Germar Rudolf: Eu intencionalmente coloquei ‘câmaras de gás’ entre aspas pela seguinte razão: Na literatura técnica da Alemanha em tempo de guerra bem como em muitos desenhos técnicos dos mapas arquitetônicos alemães, este termo foi exclusivamente usado para descrever instalações de desparasitação, mas nunca no contexto do homicídio. No entanto, eu compreendo que sempre que este termo é usado hoje, uma ‘câmara de gás’ homicida é normalmente o que significa e/ou é compreendida. Mas desde que esse é um uso indevido do termo original e, portanto, ambíguo, coloquei-o em aspas para distingui-lo de seu termo original referente às câmaras de gás para desparasitação, veja nota 30 e seguinte. 

3 Nota de Germar Rudolf: Veredicto do julgamento Auschwitz de Frankfurt: Ref. 50/4 Ks 2/63; conferir I. Sagel-Grande, H. H. Fuchs, C. F. Rüter (eds.), Justiz und NS-Verbrechen, Vol. XXI, University Press, Amsterdam 1979, página 434. 

4 Nota de Germar Rudolf: Corte do distrito de Düsseldorf, Ref. 8 Ks 1/75; C.F. Rüter, D.W. de Mildt (eds.), Justiz und NS-Verbrechen, Vol. XLIV, University Press, Amsterdam 2011, Case nº. 869. 

5 Nota de Germar Rudolf: Em relação ao julgamento conferir B. Kulaszka (ed.), The Second Zündel Trial: Excerpts from the Court Transcript of the Canadian “False News” Trial of Ernst Zündel, 1988, Castle Hill Publishers, Uckfield 2019; R. Faurisson, “The Zündel Trials (1985 and 1988),” Journal of Historical Review (JHR) 8(4) (1988), páginas 417-431. Robert Lenski, The Holocaust on Trial: The Case of Ernst Zündel, Reporter Press, Decatur 1990. A lei sob a qual E. Zündel foi acusado foi anulada pela Suprema Corte do Canadá na primavera de 1992 como sendo violação dos direitos humanos. A razão: ninguém mais que o próprio acusado poderia possivelmente conhecer se o acusado tinha conscientemente dito inverdades (em outras palavras, tinha mentido ou negado). A todos deve ser concedido o direito de estar errado. Esta lei antediluviana requeria que o tribunal fosse capaz de ler mentes, e era um parágrafo elástico, ambíguo que posando como uma ameaça horrenda à livre expressão de opinião. O tribunal rejeitou as moções subsequentes para refazer a acusação sobre Zündel sob outros parágrafos. Zündel foi assim absolvido de todas as acusações.  

6 Nota de Germar Rudolf: R. Faurisson, “Es gab keine Gaskammern,” Deutscher Arbeitskreis Witten, Witten 1978; idem, “Le camere a gas non sono mai esistite,” Storia illustrata, 261 (1979), páginas 15-35 (Inglês: “The Gas Chambers: Truth or Lie?,” JHR 2(4) (1981), páginas 319-373); conferir idem {R. Faurisson}, “The Mechanics of Gassing,” JHR, 1(1) (1980), páginas 23-30; idem {R. Faurisson}, “The Gas Chambers of Auschwitz Appear to Be Physically Inconceivable,” JHR 2(4) (1981), páginas 313-317.

{As respectivas traduções para o português dos artigos acima de Robert Faurisson estão abaixo:

- As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1, por Robert Faurisson, 30 de outubro de 2020, World Traditional Front. (demais 5 partes na sequência do artigo) Link aqui.

- A Mecânica do gaseamento, por Robert Faurisson, 22 de outubro de 2018, World Traditional FrontLink aqui.

- As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis, por Robert Faurisson, 23 de janeiro de 2020, World Traditional Front.} Link aqui.

7 Nota de Germar Rudolf: F. Finke, “Weltweiter Fortschritt des Revisionismus”, DGG 37(3) (1989), páginas 1-4. 

8 Nota de Germar Rudolf: J.-C. Pressac, “Les carences et incoherences du Rapport Leuchter,” Jour J, 12 de dezembro de 1988, páginas I-X; Inglês: S. Z. Shapiro (ed.), Truth Prevails: Demolishing Holocaust Denial: The End of the Leuchter Report, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1990, páginas 31-60. 

9 Nota de Germar Rudolf: Para as primeiras críticas das alegações de Pressac, ver Mark Weber, “Fred Leuchter: Courageous Defender of Historical Truth,” JHR 12(4) (1992-93), páginas 421-428; Paul Grubach, “The Leuchter Report Vindicated: A Response to J.-C. Pressac’s Critique,” JHR 12(4) (1992-93), páginas 445-473. 

10 Nota de Germar Rudolf: J.-C. Pressac, Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1989, página 133. 

11 Nota de Germar Rudolf: H. Auerbach, Institut für Zeitgeschichte, carta para Bundesprüfstelle, Munique, 30 de outubro de 1989; H. Auerbach, novembro de 1989, resposta publicada em U. Walendy, Historische Tatsachen (HT) nº 42, Verlag für Volkstum und Zeitgeschichtsforschung, Vlotho 1990, página 34; abreviado em: Wolfgang Benz (ed.), Legenden, Lügen, Vorurteile, 7ª edição dtv, Munich 1995, páginas 147-149. Para uma crítica ver G. Rudolf, “Institut für Zeitlegenden,” em: G. Rudolf, Auschwitz-Lügen: Legenden, Lügen, Vorurteile von Medien, Politikern und Wissenschaftlern über den Holocaust, 3ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield 2016, páginas 15-27. 

12 Nota de Germar Rudolf: J. Markiewicz, W. Gubala, J. Labedz, B. Trzcinska, publicado sem o conhecimento dos autores e sem protocolo de amostragem como “An official Polish report on the Auschwitz ‘gas chambers’” em JHR, verão, 11 (2) (1991), páginas 207-216; a própria publicação deles apareceu três anos depois: J. Markiewicz, W. Gubala, J. Labedz, “A Study of the Cyanide Compounds Content in the Walls of the Gas Chambers in the Former Auschwitz and Birkenau Concentration Camps,” Z Zagadnien Nauk Sadowych, Vol. XXX (1994), páginas  17-27 (online: http://codoh.com/library/document/4188/). 

13 Nota de Germar Rudolf: Considerando a crítica do relatório de J. Markiewicz et al. (nota 12): G. Rudolf, “Leuchter-Gegengutachten: ein wissenschaftlicher Betrug?,” DGG 43(1) (1995), páginas 22-26; J. Markiewicz, W. Gubala, J. Labedz, G. Rudolf, correspondência, em Sleipnir 1(3) (1995), páginas 29-33; atualizado como “Polish Pseudo-Scientists” em G. Rudolf, C. Mattogno, Auschwitz Lies: Legends, Lies, and Prejudices on the Holocaust, 4ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield 2017, páginas 47-70. 

14 Nota de Germar Rudolf: W. Wegner, em U. Backes, E. Jesse, R. Zitelmann (eds.), Die Schatten der Vergangenheit, Propyläen, Frankfurt/Main 1990, páginas 450 e seguintes; crítica: G. Rudolf, “Ein Sozialoberrat schreibt Geschichte,” em idem {G. Rudolf}, Auschwitz-Lügen, obra citada (nota 11), páginas 55-72. 

15 Nota de Germar Rudolf: J. Bailer, em Dokumentationszentrum des österreichischen Widerstandes, Bundesministerium für Unterricht und Kultur (eds.), Amoklauf gegen die Wirklichkeit, Vienna 1991, páginas 47-52. 

16 Nota de Germar Rudolf: G. Wellers, “Der Leuchter-Bericht über die Gaskammern von Auschwitz,” Dachauer Hefte 7(7) (1991), páginas 230-241; para uma crítica ver G. Rudolf, “Heißluft-Wellen,” em: idem {G. Rudolf}, Auschwitz-Lügen, obra citada. (nota 11), páginas 45-54. 

17 Nota de Germar Rudolf: E. Gauss, “Chemische Wissenschaft zur Gaskammerfrage,” DGG 41(2) (1993), páginas 16-24; E. Gauss, Vorlesungen über Zeitgeschichte, Grabert, Tübingen 1993, especiamente páginas 178-200. 

18 Nota de Germar Rudolf: Rüdiger Kammerer, Armin Solms (eds.), Das Rudolf Gutachten, Cromwell, London 1993 (www.vho.org/D/rga). 

19 Nota de Germar Rudolf: Ao lado de S. Shapiro (ed.), obra citada {Truth Prevails: Demolishing Holocaust Denial: The End of the Leuchter Report, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1990} (nota 8), outros relatos mais polêmicos dos argumentos revisionistas têm sido publicadas em conformidade convencionalmente estabelecida: D. E. Lipstadt, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory, Free Press, New York 1993; K. S. Stern, Holocaust Denial, American Jewish Committee, New York 1993; A. M. Schwartz, Hitler’s Apologists: The Antisemitic Propaganda of Holocaust “Revisionism,” The Anti-Defamation League, New York 1993;em relação aos últimos três títulos, conferir T. J. O’Keefe, “New Books Seek to Discredit ‘Growing Threat’ of ‘Holocaust Denial’,” JHR 13(6) (1993), páginas 28-36. 

20 Nota de Germar Rudolf: J.-C. Pressac, Les crématoires d’Auschwitz: La machinerie du meurtre de masse, CNRS, Paris 1993; em alemão: Die Krematorien von Auschwitz: Die Technik des Massenmordes, Piper, Munique 1994. 

21 Nota de Germar Rudolf: Para as críticas sobre Pressac, ibid. {Les crématoires d’Auschwitz: La machinerie du meurtre de masse}, ver: A.N.E.C., R. Faurisson, S. Thion, P. Costa, Nouvelle Vision 31 (1993), páginas 11-79; R. Faurisson, “Jean-Claude Pressac’s New Auschwitz Book,” JHR 14(1) (1994), páginas 23 e seguinte.; idem {R. Faurisson}, “Réponse à Jean-Claude Pressac,” R.H.R., Colombes 1994; G. Rudolf (ed.), Auschwitz: Plain Facts. A Response to Jean-Claude Pressac, 2ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2016. 

22 Nota de Germar Rudolf: J. Bailer, “Die ‘Revisionisten’ und die Chemie,” em: B. Bailer-Galanda, W. Benz, W. Neugebauer (eds.), Wahrheit und Auschwitzlüge, Deuticke, Vienna 1995, páginas 111-118. 

23 Nota de Germar Rudolf: Para as críticas sobre J. Bailer, ibid. {“Die ‘Revisionisten’ und die Chemie,” em: B. Bailer-Galanda, W. Benz, W. Neugebauer (eds.), Wahrheit und Auschwitzlüge}, conferir G. Rudolf, “Zur Kritik an ‘Wahrheit und Auschwitzlüge’” em idem {G. Rudolf}, Auschwitz-Lügen, obra citada. (nota 11). 

24 Nota de Germar Rudolf: B. Clair, “Revisionistische Gutachten,” VffG 1(2) (1997), páginas 102 e sequência; crítica: G. Rudolf, “Das Rudolf Gutachten in der Kritik,” ibid. {VffG 1(2)}, páginas 104-108. 

25 Nota de Germar Rudolf: Richard J. Green, “Leuchter, Rudolf and the Iron Blues,” 25 de abril de 1998, e mais completo: “The Chemistry of Auschwitz,” 10 de maio de 1998; para refutações conferir Germar Rudolf, “Das Rudolf Gutachten in der Kritik, Teil 2,” VffG 3 (1) (1999), paginas 77-82 (inglês: “Some considerations about the ‘Gas Chambers’ of Auschwitz and Birkenau,”  artigo apresentado na conferência revisionist de Adelaide em 1998; www.vho.org/GB/c/GR/Green.html; Réplica de Green: www.phdn.org/archives/holocaust-history.org/auschwitz/chemistry/not-the-science/ ; minha resposta para isso: www.vho.org/GB/c/GR/CharacterAssassins.html); conferir G. Rudolf, “Green Sees Red,” em: idem {G. Rudolf}, Auschwitz Lies, obra  citada. (nota 13), páginas 71-88. 

26 Nota de Germar Rudolf: A questão atualizada: G. Rudolf, The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers. A Crime-Scene Investigation, 3ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2017. 

27 Nota de Germar Rudolf: Robert Jan van Pelt, The Case for Auschwitz: Evidence from the Irving Trial, Indiana University Press, Bloomington/Indianapolis 2002. 

28 Nota de Germar Rudolf: Para uma detalhada crítica de van Pelt ver C. Mattogno, The Real Case for Auschwitz: Robert van Pelt’s Evidence from the Irving Trial Critically Reviewed, 3ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2019. 

18 Nota de Germar Rudolf: Rüdiger Kammerer, Armin Solms (eds.), Das Rudolf Gutachten, Cromwell, London 1993 (www.vho.org/D/rga). 

26 Nota de Germar Rudolf: A questão atualizada: G. Rudolf, The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers. A Crime-Scene Investigation, 3ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2017. 

29 Nota de Germar Rudolf: Além de C. Mattogno, ibid. {The Real Case for Auschwitz: Robert van Pelt’s Evidence from the Irving Trial Critically Reviewed, 3ª edição}, principalmente J.-C. Pressac, obra citada. (notas 10 e 20) e G. Rudolf (notas 21 e 26). 

- {Referenciados na nota 10: {J.-C. Pressac ,Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1989}

- Referenciados na nota 20: J.-C. Pressac, Les crématoires d’Auschwitz: La machinerie du meurtre de masse, CNRS, Paris 1993.

- Referenciados na nota 21: G. Rudolf, The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers. A Crime-Scene Investigation, 3ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2017.

- Referenciados na nota 26: A.N.E.C., R. Faurisson, S. Thion, P. Costa, Nouvelle Vision 31 (1993), páginas 11-79; R. Faurisson, “Jean-Claude Pressac’s New Auschwitz Book,” JHR 14(1) (1994), páginas 23 e seguinte.; idem {R. Faurisson}, “Réponse à Jean-Claude Pressac,” R.H.R., Colombes 1994; G. Rudolf (ed.), Auschwitz: Plain Facts. A Response to Jean-Claude Pressac, 2ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield, 2016.}


Fonte: Germar Rudolf em Germar Rudolf (editor) Dissecting the Holocaust - The Growing Critique of ‘Truth’ and ‘Memory’, Castle Hill Publishers, P.O. Box 243, Uckfield, TN22 9AW, UK; novembro, 2019. Capítulo The Technique and Chemistry of the ‘Gas Chambers’ of Auschwitz.

Acesse o livro gratuitamente no site oficial: https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1&page_id=1  


Sobre o autor: Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005 mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Desde 2011 vive com sua família, esposa e três crianças, na Pennsylvânia. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2017.

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