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quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Sabonete Humano {no alegado holocausto judaico} - por Richard Harwood {pseudônimo de Richard Verrall} & Ditlieb Felderer

 

Richard Verrall


É variavelmente reivindicado pelos exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico} que cadáveres humanos foram submetidos a fusão por algum processo transformador no qual matéria prima para sabão foi feita. O processo, meios e sistema de distribuição, são totalmente desconhecidos.

Imediatamente depois da liberação, em Politiceni na Romênia, o rabino do distrito ordenou a coleta de todas as barras de sabão trazendo as letras “RIF”. Depois da recitação do Kaddisch (a oração judaica para os mortos) as barras de sabão foram então enterradas no cemitério judaico. Novos relatórios sobre o incidente apareceram na imprensa local polonesa, os quais foram posteriormente captados em livros do “Holocausto” tais como Elend und Grösse unserer Tage (A Miséria e Grandeza de nossos dias), 1950, de F. C. Weiskopf.

            Também, um artigo na Paris Match sobre Anne Frank, escrito por Pierre Joffroy, relata que

Quatro barras de “sabão judaico” manufaturados de cadáveres nos campos de extermínio e os quais, descobertos na Alemanha, foram envoltos em uma mortalha, em 1948, e piamente enterrados de acordo com os ritos em um canto do cemitério de Haifa em Israel.

Paris Match, n° 395, 3 de novembro de 1956, página 93

            As letras “RIF” na verdade representam Reichsstelle für Industrielle Feltversorgung: o canal do governo alemão o qual supervisionou a produção e distribuição de produtos de sabão e detergentes. Estas letras foram distorcidas pelos exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico} para significar “Rein Jüdisches Felt” (“Pura Gordura Judaica”).

            O exterminacionista Nachun Blumental de Tel Aviv escreve que este sabão era um dos mais importantes objetos amostra nos museus do Holocausto ao redor do Mundo. Ele relata que as barras de tais sabões estão exibidas no Instituto Histórico de Varsóvia, na Casa Kaznellson do Kibbutz Ghettofighters em Israel, e no YIVO Instituto de Pesquisa Judaica em Nova Iorque. Ele também escreve que pedaços do sabão “RIF” encontram-se em Keller des Grauens no Monte Sião em Jerusalém. (Ver Übersetzung aus dem Hebräischen Deckblatt; Jiddische Kultur Monatsschrift des Jiddischen Kulturverbandes, #21, junho – julho, 1959, página 1.)

Ditlieb Felderer

            Um senhor Yaakov Riz da 1453 Levick Street, Filadélfia, Pensilvânia, opera seu próprio museu do “Holocausto” fora de seu porão, sob os auspícios do que ele chama de “Irmandade para Prevenção do Genocídio”. Ele mostra uma saboneteira com joias inscrito “Sabão feito de Corpos Judeus” com um fragmento do sabão o qual é alegado ser feito de gordura humana. Contudo, nenhuma análise forense do sabonete tem jamais sido feita. Riz, que alega ter perdido 83 de seus parentes em Auschwitz, foi capturado pelo Exército Vermelho no qual ele prontamente se alistou. Ele foi submetido posteriormente em corte marcial (ofensa desconhecida), mas depois de servir um tempo num Gulag, foi repatriado na Polônia de onde ele emigrou para Israel para se juntar na luta sionista para retirar da Palestina seus habitantes. Ele veio para os Estados Unidos em 1952 (Philadelphia Inquirer, 21 de abril de 1979).

            Entre os mais conhecidos autores exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico}, Reitlinger omite qualquer menção de sabonete humano, enquanto Hilberg[1] duvida da autenticidade da reivindicação. Mas ele diz que a efetividade do “rumor” do sabão humano não repousa em sua veracidade; pois “provavelmente não” era verdade; mas em sua eficiência em transmitir ao mundo a brutalidade dos nazistas.

            “A evidência” para a reivindicação do sabão humano foi submetida nos julgamentos do Tribunal Militar Internacional de Nuremberg pelos soviéticos. Butz reproduz uma fotografia das massas {supostamente de sabão} soviéticas em seu livro[2], o qual é de fato peça documentária exibida sob o número PS 3421-2, agora alojado nos Arquivos Nacionais dos EUA em Washington. Pellessier fornece uma imagem do sabão humano junto com alguns outros espécimes de uma “coleção macabra” em Buchenwald em seu livro[3]. A Encyclopedia Judaica tem duas fotografias; uma mostrando uma sala da suposta “fábrica de sabão”; a outra mostrando corpos humanos numa caixa[4]. A legenda diz: “uma fábrica de sabão perto de Danzig.

            A história da alegação pode ser traçada a setembro de 1942, quando o rabino Stephen Wise (1874 -1949) anunciou que ele tinha recebido uma mensagem de um oficial do Congresso Mundial Judaico na Europa reportando sobre a manufatura de sabão e fertilizante artificial a partir de corpos judaicos. Naturalmente, o relatório foi recebido na época com uma certa dose de ceticismo, desde que os americanos e britânicos tinham já encontrado tal alegação durante a Primeira Guerra Mundial: uma alegação a qual tinha vindo a ser uma propaganda Aliada[5].#1

            Então, posteriormente no mesmo mês, Gehart Riegner, um representante do Congresso Mundial Judaico na Suíça, veio a frente com novos documentos para “provar” a alegação. Os documentos, Riegner disse, tinham sido preparados por um oficial (anônimo) conectado ao Alto Comando Alemão e tinha chegado a ele através de intermediários. Este oficial anônimo alegou que existia ao menos duas fábricas em existência fabricando sabão, cola, e lubrificantes a partir de cadáveres judaicos, e que tinha sido determinado que cada cadáver judaico era avaliado em 50 marcos alemão. Eu tenho ainda de descobrir quaisquer faturas ou entradas de contabilidade entre montanhas de documentos alemães para apoiar esta avaliação.

            Uma fonte alega que o rabino Stephen Wise “sabia” sobre o “sabão humano” manufaturado anterior a setembro de 1942, mas ele não acreditou, ou não quis acreditar nisso. A alegação tinha sido feita por um fugitivo do campo de Belzitz (?) que relatou isso para o rabino Michael Weissmandel, um líder judeu ultra ortodoxo na Eslováquia. Weissmandel comunicou o relato no qual também incluiu as primeiras alegações de gaseamento aos representantes do Congresso Mundial Judaico em Budapeste, e na Suíça. Quando o relato foi traduzido ao inglês em Nova Iorque, a parte sobre o  “sabão humano” foi omitida por Tartakover, o diretor executivo.

            O rabino Weissmandel posteriormente emigrou para os Estados Unidos, e estabeleceu um seminário ultra ortodoxo no Estado de Nova Iorque. Ele morreu em novembro de 1957, mas em 1960 suas memórias foram publicadas postumamente em hebraico como Min Hamaitzar (Das Profundezas) disponível por $6.50 na Beis Hasefer Book Store, 169ª Ross Street, Brooklyn, NY 11211.

            Um ardente seguidor de Weissmandel, o rabino Moshe Shonfeld, usa muitos trechos das memórias em sua acusação formal do sionismo – a qual os fanáticos judeus consideram como blasfêmia – intitulado The Holocaust Victims Accuse (qv).#2 Shonfeld relata que a mensagem de Weissmandel para os judeus americanos foi deliberadamente suprimida por causa que, sendo sionistas, eles concordaram ter alguns judeus idosos e inúteis martirizados pelos nazistas de modo que os jovens judeus poderiam ganhar passagem para Palestina. Ele diz que foi somente quando ao rabino Wise foi realmente mostrado uma barra de sabão judaico que ele tinha de organizar algum tipo de protesto.[6]

            Esta alegação é um tanto irônica, o Dr. Butz indica em seu livro[7] que Weissmandel foi a provável fonte do inteiro mito do Holocausto, e que seu treinamento em cultura talmúdica habilitou ele a recorrer sobre um rico e bizarro poço de figuras de imaginário. Butz cita passagens talmúdicas as quais descrevem como 4 bilhões (ou em outras fontes, 40 milhões) de judeus foram abatidos pelos romanos; como a maré de sangue judaico carregou pedras para dentro do mar e manchou a água por quatro milhas; como os corpos judaicos foram usados como postes de cercas; como o sangue judaico foi utilizado como fertilizante nas vinhas romanas; e como as crianças judaicas foram enroladas em seus rolos da Torah e queimadas vivas. Em seu livro The Six Million Reconsidered (Noontide, 1979), William Grimstad lida ainda mais efetivamente com a estranha semelhança das alegações do Holocausto dos dias modernos com antigas anedotas talmúdicas e bíblicas. Na página 42, ele mostra uma ilustração talmúdica da Ígnea Estátua de Moloque, a qual, ele aponta, traz uma curiosa similaridade com os “fornos-câmaras de gás” de Auschwitz.

            Mas há nos Arquivos Nacionais dos EUA um documento de número 740.00116EW/726, o qual parece ser a “informação” recebida em novembro de 1942 de uma anônima fonte do Vaticano chamada “Sr. F.” Ele consiste de uma descrição de três páginas em francês dos eventos os quais estavam alegadamente acontecendo na Polônia, entre outras coisas o documento relata:

Fazendas para a criação de seres humanos estão sendo organizadas para as quais mulheres e garotas são trazidas para o proposto de serem feitas mães de crianças que são então tomadas delas para serem usadas em estabelecimentos nazistas... Execução em massa de judeus continua... Eles são mortos por gás venenoso em câmaras especialmente preparadas para este propósito (frequentemente em carros de transportes ferroviários) e por fogo de metralhadora, na sequência os mortos e moribundos são cobertos com terra... Relatórios estão sendo circulados no sentido de que os alemães estão fazendo uso dos cadáveres deles em plantas manufaturando produtos químicos  (fábricas de fazer sabão).

            Pareceria, assim, que a inteira alegação é fundada em relatos anônimos e boatos especulativos. Ninguém pode chegar a qualquer localização, datas ou nomes. Naturalmente, isto não tem impedido que “historiadores” populares, tal como {o judeu} William L. Shirer, de perpetuar o mito:

Houve testemunho nos Julgamentos de Nuremberg de que as cinzas foram algumas vezes vendidas como fertilizantes. Uma empresa de Danzig, de acordo com um documento oferecido pela acusação russa, construiu um tanque eletricamente aquecido para fazer sabão de gordura humana. Sua “receita” pedia por 12 libras de gordura humana, dez litros de água, e 8 onças para uma libra de soda cáustica... tudo fervido por dois ou três dias e então resfriado[8].

            Conforme a “autoridade” Shirer afirma em sua nota de rodapé 59: documento de Nuremberg “ND USSR – 8, página 197. Transcrito”[9]. Eu suponho que ele quer dizer o mesmo “tanque eletricamente aquecido” o qual aparece na Encyclopedia Judaica descrito acima. Infelizmente a enciclopédia não dá uma fonte para esta ilustração.

            Vamos fazer por um momento uma pausa e examinar esta receita de sabão soviético. Nós devemos assumir, primeiro de tudo, que muitos poucos corpos serão necessários para obter 12 libras de gordura, desde que somos informados que os judeus eram apenas pele e osso de qualquer maneira. Mas a ideia de colocar em ebulição “todos” os ingredientes juntos apenas não coincide com as fórmulas estabelecidas de sabão.  A fórmula do livro de Norman Stark {um relativamente famoso manual de fazer produtos químicos de uso caseiro} pede por “uma grande quantidade de gordura de animal fundida” e afirma que a água e a soda cáustica devem ser misturadas em água fria[10]. Nossos “especialistas” soviéticos devem ter esquecido algumas noções básicas de fazer sabão, por que Stark nos diz que a soda cáustica não poderá ser fervida com a água conforme a mistura irá aquecer de qualquer maneira pela ação da substância alcalina. O sebo é então fundido, e depois do adequado ajuste da temperatura, a solução com a substância alcalina é vertida no sebo e então agitada. Este processo pareceria fazer redundante o “tanque eletricamente aquecido” mostrado na enciclopédia. Também se pode interrogar-se sobre a capacidade.

            Oito onças de soda cáustica para cada libra de gordura humana devem significar 96 onças para esta receita. A maior parte da água, 10 litros, seria misturada com a substância alcalina. Eu simplesmente não consigo entender como os alemães ultra eficientes, trabalhando com extermínio de milhões de pessoas (conforme eles foram supostos fazer), teriam se incomodado com tal pequena “fábrica”, agitando-se ao redor de oito onças disso e dez litros daquilo. Certamente os “moinhos da morte” poderiam fazer melhor que isto?

            No processo de rastreamento de menções de “sabonete humano” eu cheguei através de uma brochura polonesa do Dr. Adolf Gawalewicz a qual afirmou que a “sopa {soup} foi preparada a partir de carne humana”[11]. Sabendo quão mau as traduções polonesas são frequentemente feitas, eu pensei que o autor queria dizer “sabão” {soap}, mas uma referência cruzada com as traduções em francês e alemão novamente mostram “sopa”. Esta pareceria ser uma das alegações mais raras ainda a de que os alemães encorajaram o canibalismo!

            Muitos livros exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico} fazem nenhuma menção a história do “sabão”; mesmo os livros estranhos tal como We Have Not Forgotten[12] o qual cobre todas outras atrocidades alemães concebíveis. O mesmo é verdadeiro de numerosos outros livros “holocaustianos” os quais eu tenho arado. Certamente se existiram tais fábricas existiria ampla evidência para escrever livro depois de livro, artigo depois de artigo, sobre este assunto.

            Mesmo o relatório “de autoridade” do volume 7 do Comitê Internacional de Auschwitz, escrito pelo mesmo Dr. Gawalewicz que escreveu o livro guia de Auschwitz[13] referido acima, faz somente um passagem em referência ao “sabão humano.” A edição inglesa deste trabalho afirma:

Isso não é um tipo de exagero, alguma injustiça não intencional, em relação àquelas centenas de milhares cujas cinzas foram espalhadas pelo vento – ninguém sabe onde – cujos corpos foram dissolvidos para usar a gordura para sabão; cujos cabelos foram usados para fazer mattrasses {tipo de tubo de laboratório}?

(Volume 3, Parte 1: página 36)

            (Eu suponho que os tradutores têm vindo à deriva aqui novamente, porquê um “mattrass” é um tubo delgado usado em laboratório. Eles provavelmente querem dizer “mattress” {colchão}. Esta é a única menção de “sabão” através deste massivo trabalho, apesar daquelas “centenas de milhares.” Evidentemente alguma coisa deve estar errada.

            Determinado a chegar ao fundo do problema do “sabão humano”, eu paguei uma visita a Danzig, e sem sucesso tentei localizar o lugar da “fábrica de sabão humano.” Nas proximidades do “campo de extermínio” Stutthof eu novamente procurei provas, mas ninguém dos oficiais ou guias de lá puderam ajudar. Nem havia qualquer evidência em exposição entre os numerosos outros exemplos das “atrocidades” alemãs.

            Eu viajei mais profundo dentro da Polônia para o museu de Auschwitz-Birkenau, e quando eu novamente encontrei novamente nenhuma evidência de “sabonete humano” em exposição, eu inquiri aos oficiais se eles poderiam ter uma amostra nos arquivos deles. Eu falei com a Srª Franciszek Piper, uma das guias do museu. Finalmente, Piper, balançou seus ombros, deu-me um agradável sorriso, e informou-me embaraçosamente que seu próprio exame forense de suas amostras de “sabão humano” tinha provado ser apenas sabão extraordinário. Mas e sobre os espécimes de “sabão humano” os quais tinham sido exibidos em Nuremberg? Onde eles estavam? Eles não estavam em Auschwitz?

            Eu estava impossibilitado de penetrar no assunto mais longe, conforme ninguém estava entusiasmado em ouvir algo mais sobre isso. Eu continuei minha pesquisa através das exposições, mas ainda estava impossibilitado a encontrar qualquer traço.

            Indubitavelmente a versão do “sabão humano” da Segunda Guerra Mundial é quase tão real como a história da Primeira Guerra Mundial sobre os malévolos hunos transformando os corpos dos soldados deles mortos em sabão. No fim da Primeira Guerra Mundial, um certo jornal de Virgínia colocou em seu editorial que nas guerras futuras “a propaganda deve ser mais sutil e inteligente.”[14] Mas obviamente o jornal não tem uma alta circulação na Rússia, e os soviéticos não respeitaram o conselho dele na conflagração posterior.

            É certo que se o público ocidental imaginar que quase todas destas alegações de atrocidades emanaram do bloco comunista, então eles iriam receber isso com tanta credibilidade como a propaganda contemporânea comunista sobre a intervenção na Hungria, Tchecoslováquia e agora Afeganistão {1980} para “resgatar os habitantes da interferência estrangeira.” Os americanos especialmente sabem como os interrogadores comunistas podem forçar confissões falsas dos prisioneiros através de técnicas de tortura. Nós temos muitos exemplos da Coréia e Vietnã. Mas o fato lamentável é que estas alegações comunistas da Segunda Guerra Mundial são sublinhadas e recicladas em toda a mídia ocidental por ardentes sionistas. Parece que os sionistas têm tal influência dentro da mídia que eles conseguem promover mentiras comunistas quase sem restrição. O único limite parece ser o quão ingênuo o público geral realmente é.

            Depois de mostrar a ópera do “sabão” do Holocausto na televisão, muitos líderes sionistas expressaram preocupações de que talvez isto pose estar indo longe demais. O rabino chefe em Londres alertou contra “santificar o Holocausto” no Jewish Chronicle (6 de julho de 1979). Gitta Sereny escrevendo no New Statesman (2 de novembro de 1979)#3 admite que muitas “testemunhas sobreviventes do Holocausto” são falsificações parciais ou completas” e que “Auschwitz, apesar de seu nome emblemático, não foi primariamente um campo de extermínio.”

            Com tais admissões como estas, pode-se surpreender quanto tempo ainda irá passar antes que os exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico} percebam que eles têm exagerado um pouco, e começar a mudar os cavalos. Eu firmemente predito que antes de um longo tempo os exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico} irão anunciar que as “câmaras de gás” eram todas propaganda comunista, e que os Seis Milhões#4 foram, de fato, trabalhados para a morte, não gaseados até a morte. A escassez de evidências para “câmaras de gás,”#5 “sabão humano,” “luminárias,” et al. irá exigir isso.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas


[1] Nota dos autores: Raul Hilberg, Destruction of the European Jews, Quadrangle, 1967; página 624. 

[2] Nota dos autores: Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, IHR, 1979; página 201. 

[3] Nota dos autores: Jean Pelissier, Camps de Mort (Camps of Death), Paris, 1946; página 64. 

[4] Nota dos autores: Eycyclopedia Judaica, Jerusalem, 16 volumes, 1971/2. Volume 13: páginas 761-2 “Poland”. 

[5] Nota dos autores: Ver Arthur Ponsonby, Falsehood in Wartime, IHR, 1980. 

#1 Nota de Mykel Alexander: Um artigo de Arthur Ponsonby resumindo o tema segue abaixo:

- A fábrica de cadáveres - Uma infame fábula de propaganda da Primeira Guerra Mundial, por Arthur Ponsonby, 02 de fevereiro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/02/a-fabrica-de-cadaveres-uma-infame.html  

#2 Nota de Mykel Alexander: Ver resenha:

- As vítimas do Holocausto acusam {The Holocaust Victims Accuse}, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon), 01 de junho de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/06/as-vitimas-do-holocausto-acusam.html  

[6] Nota dos autores: Moshe Shonfeld, The Holocaust Victims Accuse, páginas 40-41.  

[7] Nota dos autores: Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, IHR, 1979; página 247.  

[8] Nota dos autores: William L. Shirer, The Rise &Fall of the Third Reich, Fawcett, 1968, 1599 páginas, página 1264.  

[9] Nota dos autores: William L. Shirer, The Rise &Fall of the Third Reich, Fawcett, 1968, 1599 páginas, página 1518.  

[10] Nota dos autores: Norman Stark, The Formula Book, Sheed & Ward, Kansas, 1976, página 63.  

[11] Nota dos autores: Marcinek (editor), Bujak & Gawalewicz, Auschwitz-Birkenau, Warsaw, 128 páginas, sem data, página 7.  

[12] Nota dos autores: Mazur, Tomaszewski & Wrzos-Glinka, editors, 1939-1945 We Have Not Forgotten, Warsaw, 1960, 267páginas; Mazur & Tomaszewski, 1938-1945 We Have Not Forgotten, Warsaw, 1961, (edição condensada do livro acima, de 1960), 160 páginas.  

[13] Nota dos autores: Marcinek (editor), Bujak & Gawalewicz, Auschwitz-Birkenau, Warsaw, , 128 páginas, sem data.  

[14] Nota dos autores: Arthur Ponsonby, Falsehood in Wartime, IHR, páginas 102-113.  

#3 Nota de Mykel Alexander: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista}, por Gitta Sereny, 29 de julho de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/07/os-homens-que-passaram-o-pano-para.html  

#4 Nota de Mykel Alexander: Sobre o uso e abuso do número de 6 milhões de judeus associando a palavra “holocausto” antes do governo de Adolf Hitler ver:

- O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1, por Olaf Rose, 15 de janeiro de 2023, World Traditional Front. (Parte 2 na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/01/o-primeiro-holocausto-e-crucificacao.html

- O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, 15 de fevereiro de 2022, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/02/o-holocausto-de-seis-milhoes-de-judeus.html

- O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf, 26 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/o-primeiro-holocausto-por-germar-rudolf.html   

#5 Nota de Mykel Alexander: Abaixo seguem alguns artigos de Robert Faurisson da época deste próprio artigo de Ditlieb Felderer e Richard Verrall sobre impossibilidade das alegadas câmaras de gás:

- As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1, por Robert Faurisson, 30 de outubro de 2020, World Traditional Front. (Primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência)

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/10/as-camaras-de-gas-verdade-ou-mentira.html

- A Mecânica do gaseamento, por Robert Faurisson, 22 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/a-mecanica-do-gaseamento-por-robert.html

- O “problema das câmaras de gás”, por Robert Faurisson, 19 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/o-problema-das-camaras-de-gas-por.html

- As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis, por Robert Faurisson, 23 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/as-camaras-de-gas-de-auschwitz-parecem.html

                Abaixo dois desenvolvimentos mais recentes dos estudos revisionistas:

- A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - Parte 1 – Introdução, por Germar Rudolf, 27 de janeiro de 2023, World Traditional Front. (Demais partes na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/01/a-tecnica-e-quimica-das-camaras-de-gas.html 

- Testemunhas das Câmaras de Gás de Auschwitz, por Robert Faurisson, 20 de agosto de 2023, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2023/08/testemunhas-das-camaras-de-gas-de.html 

 

Fonte: Human Soap, por Richard Verrall (sob o o pseudônimo Richard E. Harwwod) e Ditlieb Felderer, The Journal for Historical Review, volume, nº2, verão de 1980.

 http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p131_Harwood.html

Sobre os autores: Richard Verrall (1948 -), (também escreve com o pseudônimo Richard E. Harwwod), graduou-se em História em Westfield College, na Universidade de Londres (B.A.). Foi membro do Partido Conservador Britânico, e depois do Partido da Frente Nacional (NF). Entre seus trabalhos escritos estão Did Six Million Really Die? (1972). A publicação deste livro no Canadá resultou num dos maiores processos de censura na história, conhecido como Holocaust Trials.

 Ditlieb Felderer (1942 -), nascido na Áustria, e convertido as Testemunhas de Jeová, em 1959, interessou-se pelo assunto do Holocausto, especificamente sobre o tratamento dos nazistas as Testemunhas de Jeová, e depois de comparar as versões exterminacionistas {os que defendem a veracidade do alegado holocausto judaico} e as revisionistas considerou a última mais factível. Criou e conduziu sua própria revista e sua editora a Bible Researcher, e organizou turnês revisionistas na Polônia a cada verão.

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Recomendado, leia também:

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} - Clareza sobre Dachau - por Germar Rudolf

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Crematórios e Incinerações em Trincheiras Abertas de Auschwitz – parte 1 - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf (parte 2 na sequência do próprio artigo)

Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 1 - introdução e método de pesquisa} - por German Rudolf (demais partes na sequência do próprio artigo) 

Prefácio de Dissecando o Holocausto - Edição 2019 - Por Germar Rudolf

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo)

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)

O valor do testemunho e das confissões no holocausto - parte 1 - Por Germar Rudolf (primeira de três partes, as quais são dispostas na sequência).

O Holocausto em Perspectiva - Uma Carta de Paul Rassinier - por Paul Rassinier e Theodore O'Keefe

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


segunda-feira, 24 de maio de 2021

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

 Continuação de Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Ditlieb Felderer


Conforme eu ilustrei com minha apresentação de slides na Convenção Revisionista de 1980 no Pomona College, Claremont, Califórnia, um dos exemplos mais flagrantes do Holocausto como algo forjado está no acesso às “câmaras de gás.”

 

Auschwitz I

Em Auschwitz I, há pelo menos cinco portas ou passagens que dão acesso à “câmara de gás.” Existem portas duplas (por exemplo com um pequeno recinto de espera) em cada extremidade da sala e uma passagem que dá para o interior, a qual leva à área crematória. Contudo, esta última passagem não tem porta e não mostra nenhum sinal de ter alguma vez suportado uma. Isso por si só parece descartar a possibilidade de a sala ser usada para gasear pessoas. Ou as pessoas teriam escapado através da passagem (sem porta), ou o gás teria saído da mesma maneira e ou gaseado os trabalhadores do crematório e / ou explodido com o calor.

No final, voltado para a forca (onde Rudolf Höss encontrou seu fim após “confessar” todos os tipos de atrocidades em Auschwitz), a porta externa é bastante estranha. É feito de placa leve de masonita {um tipo de cartão duro de madeira} e folha de flandres, e o mecanismo de travamento ou barramento fica na parte interna. Isso parece indicar que os indivíduos alvos para serem gaseados se trancavam dentro eles mesmos. A porta é tão fragilmente fina que uma criança poderia bater com o punho atravessando-a. A portinhola da porta (cujo vidro se quebrou quando visitamos) dá uma vista muito bonita, não do interior da sala, mas da parede do recinto a cerca de um metro da porta. De forma alguma esta porta pode ser descrita como “hermeticamente selada.”

Da mesma forma, a porta interna deste pequeno recinto é incrivelmente fragilmente fina. A maçaneta e a fechadura da porta parecem ter saído de uma casa de fazenda polonesa. Esta porta é feita inteiramente de madeira.

Nós imaginamos que essas duas portas tivessem sido acrescentadas ou alteradas depois da guerra, e nossas discussões com a equipe do campo em 1979 confirmaram isso.

De pé dentro da sala, nós podemos ver outra porta na extremidade oposta. Os batentes das portas são feitos de madeira e a própria porta é feita de madeira e vidro. A maçaneta e a fechadura são tão frágeis que continuam caindo aos pedaços. A porta se abre para dentro, no interior da “câmara de gás.” Quando nós perguntamos ao Sr. T. Szymanski, o (agora aposentado) curador, como foi que os indivíduos alvos de gaseamento não apenas quebraram a janela desta porta e escaparam, ele nos avisou que nunca tinha investigado esta porta, então ele não poderia nos dar uma resposta definitiva!

A porta externa nesta extremidade é definitivamente uma patranha. É feita de masonita, diferente das outras três portas, ela abre para o exterior e tem uma portinhola redonda. Nós sabemos que esta porta tinha sido alterada três vezes com referência a vários guias de Auschwitz ao longo dos anos. A primeira porta apareceu em Oswiecim (referência nº 10 {Wanda Michalak, Oswiecim, Warsaw, 1977}, página 197) e parece ser a porta de 1946 original. Há nove ripas de madeira horizontais nesta porta original, e nenhuma portinhola. A segunda porta aparece em We Have Not Forgotten (referência nº 6 {Tadeusz Mazur, et al., 1939-1945 We Have Not Forgotten, 1961, edição abreviada}, página 88), o qual foi publicado em 1961. Essa porta tinha uma barra de ferro adicionada à parte superior da porta, mais uma portinhola quadrada.

 

Birkenau (Auschwitz II)

A confusão reina aqui novamente. Um modelo de Birkenau o qual está em exibição em Auschwitz, a alguns quilômetros de distância, transpõe muitos dos quartos. Os camarins tornam-se a câmara de gás e vice-versa. Da mesma forma, o livro Oswiecim (referência nº 10 {Wanda Michalak, Oswiecim, Warsaw, 1977}, página 200) faz a transposição descaradamente. Infelizmente, não é possível verificar totalmente essas alegações forenses, uma vez que os alemães supostamente explodiram a parte comercial de todas as câmaras de gás de Birkenau pouco antes de o campo ser evacuado em 1945. As quatro instalações são numeradas de 2 a 5 (com 1 sendo o número dado à câmara de gás / crematório nas proximidades de Auschwitz). Todo o edifício do Crematório 4 tem desaparecido, exceto as fundações. O Crematório 5, sua “imagem espelhada” ao lado dele, tem também sido um pouco danificado. Os crematórios 2 e 3 estão parcialmente destruídos, mas ainda permanecem alguns edifícios os quais eu fui capaz explorar lá dentro. Meu relatório foi publicado na edição anterior de The Journal of Historical Review.*a

Uma exibição disposta em frente ao Crematório 2 mostra uma planta do alegado edifício, com um texto em polonês, inglês, francês e russo (mas não alemão). O texto em inglês diz:

CREMATÓRIO II, ATIVO [sic] DESDE A

PRIMAVERA DE 1943, COM CÂMARA DE GÁS E FORNOS

PARA QUEIMAR CADÁVERES. A FIM DE

CAMUFLAR OS CRIMES PERPETRADOS

EXISTE O TERRENO DO CREMATÓRIO

FOI RASTREADO COM POPLARES.

 

COMENTÁRIO:

1. SALA DE DESPIR

2. CÂMARA DE GÁS ONDE CERCA DE 2.000 PESSOAS FORAM MORTAS SIMULTANEAMENTE.

3. ELEVADOR ELÉTRICO PARA TRANSPORTE DE CORPOS DA CÂMARA DE GÁS PARA A SALA COM FORNOS.

4. SALA ONDE O CABELO ERA CORTADO E O TAMPAÕ DE OURO DOS DENTES EXTRAÍDO.

5. SALA COM FORNOS DE CREMAÇÃO.

6. FORNO EM QUE OS DOCUMENTOS PESSOAIS DOS MORTOS ERAM QUEIMADOS.

A planta nesta exibição muitas vezes transpõe as salas em contradição com o modelo em Auschwitz I. Não há qualquer vestígio de fornos, chaminés, portas deslizantes, tampas de rosca, colunas de chapa de metal perfurada, elevadores elétricos ou quaisquer outros suportes do Holocausto. Os planos de construção originais alemães são mantidos sob cadeado e chave, então não há como saber ao certo se eram crematórios ordinários ou abrigos antiaéreos ou depósitos subterrâneos de batatas. Meu palpite é que eles eram de fato crematórios ordinários, e que foram desmantelados e depois parcialmente demolidos pelos libertadores soviéticos.

A única dessas quatro estruturas a qual ainda tem paredes de pé é o Crematório 2. Os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} alegam que as vítimas desceriam alguns degraus para o quarto de despir / vestir e depois elas seriam gaseadas na porta ao lado e queimadas. Contudo, a seção “câmara de gás” não tem uma porta! Os indivíduos a serem gaseados parecem ter sido espirrados através de paredes de tijolo e concreto. Tais são as possibilidades mágicas na pantomima do Holocausto.

 

Majdanek

Na “câmara de gás” de Majdanek, encontramos duas portas de metal fortes e sólidas, cada uma apoiada em três dobradiças, presas à estrutura de metal. Ambas as portas têm vigia. Há uma cor azulada ao redor da moldura da porta, que discutiremos mais adiante. Ao comparar as imagens desta estrutura na referência nº 76 {Edward Gryn e Zofia Murawska, Camp de Concentration de Majdanek, 1966}, páginas 48 e 88, página 30, é bastante evidente que o edifício foi alterado. Em ambas as fotos, o telhado acima das portas está faltando.

Quando visitamos Majdanek (Lublin), nós descobrimos que a cor azulada ao redor dos batentes das portas tinha sido aplicada artificialmente. Nós descobrimos isso examinando a área total de coloração azul. Nós descobrimos que não somente foram as paredes da “câmara de gás” coloridas de azul, mas também foram as pernas de um poste de sinalização moderno adjacente à porta. Tiramos uma raspagem dessa coloração para um exame forense na Suécia.

 

Stutthof

É importante ter em mente que não podemos depender em nada da aparência presente da “câmara de gás” de Stutthof. Pode ser que o inteiro edifício tenha sido erguido no pós-guerra, mas em qualquer caso temos evidências definitivas de alteração, pelo menos. Existem duas fontes principais para isso:

Primeiro, temos a foto de 1960 no livro We Have Not Forgotten (referência nº 2, Tadeusz Mazur, et al., 1939-1945 We Have Not Forgotten, 1961} páginas 108-109). Isso é bem diferente da imagem de 1969 da mesma “câmara de gás” em Stutthof Guide Informateur (referência nº 72 {Deregowski, Stutthof Guide Informateur, 1969}, página 68). A alvenaria é inteiramente diferente de um livro para o outro; e, o que é mais, ambos são novamente diferentes da presente estrutura. Com o passar dos anos, as portas têm se tornado cada vez mais pesadas, em um esforço para criar um arranjo de janela de “câmara de gás.” Não há portinholas.

Paradoxalmente, o livro 12 {referência nº 12, Datner, et al., Genocide 1939-1945, 1962} do governo polonês nos diz na página 70 que “Stutthof não tinha câmaras de gás.”

 

Dachau

A despeito de alegações recorrentes nos jornais populares, nem mesmo os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} afirmam que alguém foi morto com gás em Dachau. O guru dos adeptos exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto}, {o judeu} Simon Wiesenthal, escreveu a Books & Bookmen (abril de 1975) para declarar que não havia campos de extermínio em solo alemão. Martin Broszat, enigmático chefe do sósia do IHR {Institute for Historical Review} em Munique, o Instituto de História Contemporânea, escreveu ao Die Zeit em 26 de agosto de 1960 para dizer a mesma coisa.

As instalações em exibição em Dachau hoje são obviamente armários de fumigação para roupas. Uma foto aparece tanto na obra definitiva*b de Butz (referência nº 109 {The Hoax of the Twentieth Century, 1980}) quanto no maravilhosamente legível Nuremberg Trials de Richard Harwood {pseudônimo de David McCalden} (referência nº 130 {Nuremberg & Other War Crimes Trials, IHR, 1978}). A inscrição na porta sobre “Gassing Times {horário de gaseamento} ...” e “Deadly Danger! {perigo mortal}” pareceria tão obviamente desaprovar a função de extermínio que espantosamente raciocinaria qualquer um dos libertadores americanos que a tenha tomado em conta – mesmo levando em consideração a renomada falta de habilidade linguística dos americanos.

Desnecessário dizer que os armários de fumigação não precisam de olho mágico ou “tampos de cogumelo apertados” no telhado, e os alemães ocidentais “liberados” não mostraram a mesma “licença poética” que suas contrapartes polonesas têm, ao adicionar pequenos pedaços aqui e lá para “ajudar a educar as pessoas atrasadas” sobre as “câmaras de gás.”

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Bibliografia

2. Tadeusz Mazur, et al., 1939-1945 We Have Not Forgotten, Warsaw, 1960.

6. Tadeusz Mazur, et al., 1939-1945 We Have Not Forgotten, Warsaw, 1961, (edição abreviada: 160 páginas).

10. Wanda Michalek, Oswiecim, Warsaw, 1977.

12. Datner, et al., Genocide 1939-1945, Warsaw, 1962.

72. Deregowski, Stutthof Guide Informateur, Stutthof, 1969.

76. Edward Gryn e Zofia Murawska, Camp de Concentration de Majdanek, Lublin, 1966.

88. Józef Marsalek, et al., Majdanek, Lublin, 1971.

109. Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century, IHR, 1980.

130. Richard Harwood {pseudônimo de David McCalden}, Nuremberg & Other War Crimes Trials, IHR, 1978.


Notas

*a Nota de Mykel Alexander: Auschwitz Notebook – Lids and openings, por Ditlieb Felderer, The Journal of Historical Review, inverno de 1980 (Vol. 1, nº 3), página 255.

http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p255_Felderer.html

Traduzido ao português como:

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer, 17 de maio de 20121, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/05/bloco-de-notas-sobre-auschwitz-parte-3.html

 

*b Nota de Mykel Alexander: Na realidade a obra de Arthur Butz teria outras edições atualizadas sobre as investigações da temática em questão.

Conferir: Arthur R. Butz: The Hoax of the Twentieth Century—The Case Against the Presumed Extermination of European Jewry; 4th, corrected and expanded edition. Para comprar livro físico ou baixar gratuitamente o PDF acesse Holocaust Handbooks & Documentaries - Presented by Castle Hill Publishers and CODOH:

 https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1&page_id=7

 


Fonte: Auschwitz Notebook - Certain Impossibilities of the ‘Gerstein Statement’, por Ditlieb Felderer, The Journal of Historical Review, primavera de 1980 (Vol. 1, nº 4), página 365.

http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p365_Felderer.html

Sobre o autor: Ditlieb Felderer (1942 -), austríaco, inicialmente pertencendo ao segmento religioso das Testemunhas de Jeová, destacou-se, para fins de criticismo no campo de pesquisa da história do século XX, como um dos primeiros pesquisadores das evidências físicas em todos os principais campos de concentração da então Europa Oriental comunista, ou seja, mesmo não sendo acadêmico, foi uma vanguardista na pesquisa forense da arqueologia do alegado Holocausto, ajudando abrir portas para pesquisas mais rigorosas e forçando uma contundente reavaliação das versões de historiadores acadêmicos, a grande maioria, os quais produziam material acadêmico ou publicitário sem o devido rigor científico e crítico, a partir de pesquisa presencial nos próprios alegados campos de extermínio onde pôde expor as gritantes impossibilidades da existência do que se chama de extermínio judaico do Holocausto. Foi conselheiro de Ernst Zündel e testemunha nos Grandes Julgamentos do Holocausto de 1985 e 1988. Escreveu Anne Frank's diary – a hoax, (1979).

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Relacionado, leia também:

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Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

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