Mostrando postagens com marcador sobreviventes do alegado holocausto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sobreviventes do alegado holocausto. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 8 - conclusões} - por German Rudolf

 Continuação de Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 7 - verificações estatísticas e perdas alemãs e judaicas} - por German Rudolf

 Germar Rudolf 


7. Conclusões

            Em sua análise das nações da Europa Central e Ocidental, o livro de W. N. Sanning repousa sobre uma base de alguma maneira instável. Benz tem o melhor material nesta instância. Nenhuma das duas obras aborda o problema dos “judeus de fato” com detalhes suficientes; enquanto cada um dos coautores de Benz lida com o problema até tão longe conforme ele parece adequado, Sanning toca esta matéria somente marginalmente.

Mas são as análises das nações Polônia, União Soviética e Hungria, bem como a questão da emigração pós-guerra, que são de significado vital para a determinação do número de vítimas do Holocausto. Nesse respeito, o trabalho de Benz falha miseravelmente.

A fim de avaliar os dois livros, vamos dar uma olhada no Gráfico 1. A altura total das barras representa o número de judeus antes da Segunda Guerra Mundial na área que mais tarde ficou sob domínio alemão. Grosso modo, Benz determina seu número de vítimas do Holocausto subtraindo da população inicial pré-guerra o número de judeus ainda em cada país afetado após a guerra, mais aqueles cuja emigração foi registrada durante e após a guerra.

 

Benz

Sanning

 

 

 

 

 

 

vítimas

do

Holocausto

 

Morte devido a deportação e aprisionamento soviético

 

Morte devido a pogroms por não alemães, sem colaboração alemã ou sanção

 

Morte devido a efeitos da guerra (serviço laboral, vítimas de bombardeamento)

 

Morte como soldado

 

Morte como partisan (batalha ou execução)

 

Excesso natural de mortes sobre nascimentos

 

Conversões religiosas

 

Emigração não registrada durante e depois da guerra

 

Judeus não estatisticamente registrado ou identificado como judeus hoje

 

Casos não resolvidos, na maior parte por causa ‘natural’ em guetos e campos

Conforme para Sanning

 

 

Emigração registrada durante e após a guerra

Conforme para Sanning

 

 

Judeus remanescentes hoje

Quadro 1: Representação esquemática das abordagens de W. Benz e W. N. Sanning para determinar o número de vítimas do Holocausto. O tamanho das barras individuais não reflete o número de casos.

 

Ele culpa os alemães pelas vítimas judaicas da deportação e prisão soviética não menos do que as vítimas dos pogroms que ocorreram nem com a participação nem mesmo com a aprovação tácita das forças alemãs, bem como as vítimas dos bombardeios aliados, as baixas do Serviço de Trabalho, os soldados judeus que caíram nas fileiras dos exércitos soviéticos e as baixas da guerra com os partisans. Desde que nenhuma dessas vítimas perdeu a vida devido a medidas ou ações ilegais, negligentes ou deliberadas dos alemães, esse método de maximizar o número de vítimas pode somente ser chamado de desonesto. Sanning exclui com razão essas vítimas de sua análise, claro que com exceção das vítimas partidárias regulares, cujos números são difíceis de estimar e que não devem ser agrupadas com quaisquer vítimas de potenciais execuções irregulares.

Benz também ignora perdas reais ou aparentes por meios não militares, tais como o excesso natural de mortes sobre nascimentos, conversões religiosas, emigração não registrada durante e especialmente após a guerra, bem como judeus não registrados estatisticamente como tal hoje. Em particular, Benz não faz qualquer menção à emigração em massa do pós-guerra, parcialmente descontrolada e não registrada, que tem se tornado conhecida como o “Êxodo moderno”; do fato, geralmente reconhecido hoje, que as estatísticas soviéticas refletem somente uma fração dos judeus que realmente vivem na União Soviética; e do fato de que os judeus poloneses também sofreram grandes reduções populacionais no período entre guerras devido à emigração, superenvelhecimento da população e excesso de mortes em relação aos nascimentos.

Benz enfatiza que, onde as evacuações soviéticas, as tendências da população judaica na Polônia e as migrações aéreas polonesas estão concernidas, não há números definitivos e deve-se confiar somente em estimativas. Ele chega a suas estimativas no espaço de umas poucas sentenças, sem qualquer tipo de linha lógica de raciocínio ou evidência. Embora ele admita que essas questões precisam urgente e seriamente de mais pesquisas, ele evita qualquer tal esforço.

Ao invés, o livro desencadeia um prodigioso dilúvio verbal a fim de reconstituir a história judaica primitiva e a história das medidas antijudaicas de cada nação, algo que inúmeros outros autores já fizeram (alguns deles muito melhor) e que não contribui em nada para resolver a autonomeada tarefa dos autores.

Achados recentes, como as evidências que as fotos aéreas podem fornecer considerando o alegado extermínio dos judeus húngaros, também são estudiosamente ignoradas. E o que é pior: onde os alegados métodos de matar são concernidos, Benz regurgita velhas afirmações muitas vezes refutadas e ignora o fato de que engenheiros e cientistas são os únicos especialistas neste campo.

Também, Benz e seus coautores citam fontes stalinistas e comunistas sem nem metade de um pensamento frente a uma avaliação crítica, mesmo quando essas fontes claramente voltam a julgamentos e adotam indiferente e alegremente a terminologia stalinista em seus argumentos, mostrando-se eles próprios numa luz dúbia e não científica no processo.

E, finalmente, quatorze dos supostamente melhores historiadores no assunto do mundo109 foram evidentemente incapazes de assegurar coletivamente o tratamento uniforme das fronteiras nacionais nos capítulos individuais. Um olho nisso teria evitado contar meio milhão de vítimas duas vezes no total geral.

Assim, o julgamento que eles pensaram em pronunciar sobre outro estudioso acaba refletindo sobre eles mesmos:

“[…] quase todos os outros estudos do Holocausto dão a impressão de que o número de vítimas poderia ser […] determinado diretamente a partir do número retrospectivo de judeus [contados].” (B408)

“[...] O autor [neste caso, Benz et al.] distingue-se por seu manuseio metodologicamente inseguro do material estatístico, bem como por raciocínios e conclusões ousados e comprovadamente errôneos.” (B558, nota de rodapé 396.)

Como Benz, Sanning comete o erro de colocar muita fé nas estatísticas as quais estão disponíveis. Nos fatos reais, as variações nos dados impedem qualquer resposta definitiva à questão de quão muitas centenas de milhares de judeus perderam suas vidas na esfera de influência alemã. Esses números estão perdidos nas variações que caracterizam o material estatístico. Até a data, apenas os números fornecidos pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha podem ser considerados como certos. O Escritório Especial do CICV {Comitê Internacional da Cruz Vermelha} em Arolsen mantém o rastreamento todas as mortes documentadas em campos de concentração alemães do Terceiro Reich. Um resumo de 1º de janeiro de 1993 documenta 296.081 mortes. A distribuição dessas mortes entre os campos individuais é mostrada em minha última tabela.

 

MORTES DOCUMENTADAS NOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO ALEMÃES conforme 1º de janeiro de 1993

Total

296.081

Auschwitz

60.056

Bergen-Belsen

6.835

Buchenwald

20.687

Dachau

18.334

Flossenbürg

18.334

Groß-Rosen

10.951

Majdanek

8.831

Mauthausen

78.859

Mittelbau

7.468

Natzweiler

4.431

Neuengamme

5.785

Ravensbrück

3.639

Sachsenhausen

5.014

Stutthof

12.634

Theresienstadt

29.375

Outros campos

4.704

 

Os judeus provavelmente constituem cerca de metade do total. É preciso ter em mente, no entanto, que esta lista não está completa. Os campos Chelmno, Belzec, Sobibor e Treblinka estão faltando na tabela, assim como estão aqueles que morreram nos guetos. E, finalmente, é preciso lembrar que, de acordo com os Livros da Morte, aproximadamente 66.000 pessoas morreram em Auschwitz somente no final de 1943,110 e que os americanos mencionaram 25.000 mortos no Campo de Concentração de Dachau durante a guerra.111 Uma estimativa realista do número real de vítimas, portanto, pode ser duas vezes maior do que o total de vítimas registradas por nome nos registros de Arolsen. O número de vítimas registradas pelo nome agora é de cerca de 450.000.112 Sem dúvida, a maior parte deles são judeus, mas os números exatos ainda são desconhecidos.

Mesmo dessa perspectiva, a morte claramente cobrou um alto preço.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas


109 Nota de Germar Rudolf: Além dos colaboradores de seu volume, Benz também agradece aos professores Yisrael Gutman, Otto D. Kulka, Yehuda Bauer, Christopher Browning, Czeslaw Madajczyk, Helmut Krausnick, H. D. Loock, Randolph L. Braham e Wolfgang Scheffler, página 20. 

110 Nota de Germar Rudolf: Conferir Staatliches Museum Auschwitz-Birkenau (ed.), Die Sterbebücher von Auschwitz, Saur, Munich 1995; durante todo o tempo de existência dos campos, Pressac estima o total em razoáveis 130.000: Les crématoires d’Auschwitz: La machinerie du meurtre de masse, Édition du CNRS, Paris 1993, páginas 144 e seguintes. 

111 Nota de Germar Rudolf: Prova de Acusação nº. 35, National Archives USA, 13 de maio de 1945, referência nº M-1174, rolo 4, quadro 54; conferir G. Rudolf, Lectures on the Holocaust, 3ª edição, Castle Hill Publishers, Uckfield 2017, página 531. Para estatísticas do número de mortos em outros campos, veja a contribuição de J-Graf neste volume {Dissecting the Holocaust - The Growing Critique of ‘Truth’ and ‘Memory’, Castle Hill Publishers, 2019}. 

112 Nota de Germar Rudolf: Sem especificar a fonte exata, W. Sofsky (Die Ordnung des Terrors: Das Konzentrationslager, Fischer, Frankfurt 1993, páginas 331, nota de rodapé 37) cita a Cruz Vermelha a respeito de 450.000 vítimas registradas pelo nome.

 


Fonte: Germar Rudolf em Germar Rudolf (editor) Dissecting the Holocaust - The Growing Critique of ‘Truth’ and ‘Memory’, Castle Hill Publishers, P.O. Box 243, Uckfield, TN22 9AW, UK; novembro, 2019. Capítulo Holocaust Victims: A Statistical Analysis - W. Benz and W. N. Sanning – A Comparison.

Acesse o livro gratuitamente no site oficial:

https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1&page_id=1  



Sobre o autor: Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005 mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Desde 2011 vive com sua família, esposa e três crianças, na Pennsylvânia. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2017.

___________________________________________________________________________________

Recomendado, leia também:

Prefácio de Dissecando o Holocausto - Edição 2019 - Por Germar Rudolf

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo)

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)

O valor do testemunho e das confissões no holocausto - parte 1 - Por Germar Rudolf (primeira de três partes, as quais são dispostas na sequência).

O Holocausto em Perspectiva - Uma Carta de Paul Rassinier - por Paul Rassinier e Theodore O'Keefe

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 7 - verificações estatísticas e perdas alemãs e judaicas} - por German Rudolf

 Continuação de Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 6 - estatísticas e correções} - por German Rudolf

 Germar Rudolf 


6. Verificações estatísticas

6.1. O destino das personalidades judaicas

No final dos anos 1980, o demógrafo sueco Carl O. Nordling recriou o destino dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial por meio de um estudo estatístico80 baseado nas personalidades judaicas listadas na Encyclopædia Judaica.81 Seguindo os critérios listados abaixo, Nordling escolheu 722 judeus listados nesta enciclopédia que são conhecidos pelo nome e viviam em 12 países europeus82 que ficaram sob domínio ou supremacia alemã no curso da guerra. Todos eles:

– nasceram entre 1860 e 1909;

– não tinham emigrado até 1º de janeiro de 1938;

– ainda estavam vivos em 1º de janeiro de 1939.

De acordo com o estudo de Nordling, 317 (44%) desses 722 judeus tinham emigrado no final de 1941, 256 (35%) foram poupados de qualquer tipo de internação. Ao todo, 95 dessas personalidades judaicas morreram durante esse período (13%), dos quais 57 casos (8%) ocorreram nos campos orientais, bem como em locais desconhecidos e em circunstâncias desconhecidas. Além de tais baixas como resultado de doenças, transporte e fome extrema, portanto, esses 8% também devem incluir as vítimas de qualquer extermínio em massa deliberado. 

 

Comparação da análise estatística

dos judeus vivendo na esfera de influência alemã e os dados correspondentes para notáveis judeus identificados na mesma região

População judaica geral

Personalidades identificadas

Categoria                              x1.000        %

%                     Categoria 

Presente 193918                                  5.044          177

148       629         Presente em janeiro de 193981

Emigração 1939-194118                   -2.197            77

  48      -206        Emigração 1939-194181

Presente 1941                                  =2.847           100

100     =423        Presente 1941

Judeus registrados em Auschwitz               244                8.6

(Assumindo que 60% de todos internos eram judeus)81

8.5          35        Deportados para Auschwitz81

Faltando, maio de 194581                    -207               7.3

7.6        -32        Faltando, maio de 194581

Sobreviventes de Auschwitz            =37                1.3

0.9       =4          Sobreviventes de Auschwitz

Registrados em Theresienstadt84       141             5.0

5.0         21        Deportados para Theresienstadt81

Deportados de Theresienstadt84         -88             3.1

1.2         -5         Deportados de Theresienstadt81        

Mortos em Theresienstadt84             -33.5            1.2

1.2         -5        Mortos em Theresienstadt81            

Sobreviventes de Theresienstadt  =19.5            0.7   

2.6       =11        Sobreviventes de Theresienstadt

 

17.0  72  Desaparecidos em campos de                 concentração após deportação81

Desaparecidos, devido nem a imigração   304             10.7

Nem morte por causas naturais18

12.3        52       Desaparecidos, não devido a morte               por causas naturais              

Sobreviventes em todos campos   275                9.6

Abril de 194585

5.7        24      Sobreviventes em todos os campos

                       Maio de 1945

 

Para os judeus poloneses, a questão é a seguinte:83

Dos 65 notáveis judeus listados na Encyclopædia Judaica em 1º de janeiro de 1940, 13 (20%) emigraram, 14 (22%) sobreviveram, 38 (58%) morreram. Destes 38, no entanto, 23 (60%) morreram, não nos campos orientais, mas em guetos, em transportes, como consequência de conflitos armados ou represálias, bem como vítimas de fome extrema e doenças nos campos ocidentais (Dachau, Nordhausen). Em apenas 15 casos, ou seja, em aproximadamente 23% dos notáveis judeus poloneses, o local da morte é desconhecido ou localizado em um dos campos orientais; e aqui é novamente necessário considerar que alguns deles sucumbiram à fome, doenças e transportes forçados no final da guerra. Mesmo entre as personalidades judaicas polonesas, portanto, provavelmente menos de 15% poderiam ter sido vítimas de um hipotético extermínio em massa. Benz, por outro lado, assume que aproximadamente 80-90% de todos os judeus poloneses presentes na Polônia em 1940 – cerca de dois milhões, segundo ele – foram assassinados nas câmaras de gás de extermínio (B495).

Em outro estudo, Nordling compara suas descobertas estatísticas com as de W. N. Sanning, cujos números eu reproduzo na seguinte tabela.86

As porcentagens determinadas são espantosamente semelhantes em muitos aspectos, o que indica que as descobertas de Sanning realmente refletem o destino dos notáveis judeus, conforme estas estão estabelecidas na Encyclopædia Judaica. Também é importante notar que as oportunidades de emigração eram menores ainda, ou o desejo de emigrar era mais baixo, para personalidades judaicas do que no caso da população judaica média.

Mas antes de reconhecer que as descobertas estatísticas de Sanning são sólidas, é necessário examinar o destino de outros grupos populacionais judeus da mesma maneira que o dos judeus listados na Encyclopædia Judaica, a fim de eliminar as seguintes distorções potenciais:

1. Os critérios para incluir notáveis judeus na edição de 1972 da Encyclopædia Judaica terão sido influenciados pelo destino dos judeus em questão durante e após a guerra:

a. Alguns judeus podem ter sido incluídos somente por causa de que eles morreram como resultado das medidas alemãs de perseguição. Exemplos: Janusz Korczak (1879-1942) foi incluído porque foi voluntariamente a Treblinka com um grupo de crianças; a freira Edith Stein (1891-1942) foi incluída porque morreu mártir. Se essas pessoas tivessem sobrevivido, talvez não tivessem sido incluídas na enciclopédia.

b. Alguns judeus, por outro lado, foram incluídos somente porque sobreviveram à guerra e se tornaram famosos depois. Por exemplo: Pierre Mendès-France (nascido em 1907) era somente um subsecretário de Estado pouco conhecido antes da guerra.

2. Conexões internacionais ou vantagens materiais podem ter tornado a emigração mais fácil para os notáveis judeus do que para o cidadão judeu médio. Contudo, essa categoria de judeus tinha em grande parte já emigrado no início da guerra.

3. Judeus VIPs não podem mudar sua identidade, entrar na clandestinidade, fugir ou emigrar ilegalmente tão facilmente quanto pessoas menos conhecidas. Ao contrário do cidadão mediano, portanto, a vida e o sofrimento das personalidades judaicas são geralmente mais fáceis de rastrear.

4. É possível que, devido ao seu maior envolvimento social e político, os notáveis judeus estivessem sujeitos, sobretudo durante a guerra, a medidas mais restritivas impostas pelas potências de ocupação alemãs.

 

6.2. Os Relatórios Korherr

Richard Korherr foi um estatístico de proeminente importância do Terceiro Reich. No início de 1943, a pedido de Himmler, ele elaborou um relatório sobre as tendências que as estatísticas da população judaica europeia exibiram desde que os nacional-socialistas tinham chegado ao poder. Himmler queria submeter este relatório a Hitler. Após várias discussões e alguma correspondência com Himmler, Korherr revisou e encurtou seu primeiro relatório.87 Esses dois relatórios, bem como a correspondência que os acompanha, são contados entre as evidências supostamente centrais que provam o Holocausto, em cuja base G. Wellers, por exemplo, acredita poder estabelecer o número de vítimas do Holocausto em aproximadamente dois milhões pelo final de março de 1943 somente.88

Em primeiro de tudo, é preciso enfatizar que não há absolutamente nada nos Relatórios Korherr e na correspondência acompanhando, destinados apenas aos olhos de Hitler e Himmler, que indique qualquer intenção de exterminar os judeus da Europa, ou que sugira que assassinatos tinham já tomado lugar – o que é bastante surpreendente, já que não pode haver nenhuma razão para esconder nada disso de Himmler ou Hitler. O relatório revela, no entanto, que cerca de 2,5 milhões de judeus foram evacuados para o leste. Korherr afirma:

Entre 1937 e o início de 1943, o número de judeus na Europa tinha decrescido em aproximadamente 4 milhões, devido parcialmente à emigração, parcialmente ao excesso de mortes sobre nascimentos entre os judeus da Europa Central e Ocidental e parcialmente às evacuações, particularmente das regiões mais regiões orientais densamente povoadas, que são contadas aqui como parte do decréscimo”.89

Por que Korherr menciona que as evacuações são contadas como parte do decréscimo? Isso faria sentido somente se eles realmente não tivessem desaparecido da Europa, mas fossem contados estatisticamente como tendo emigrado. Então, eles talvez não estivessem mortos? S. Challen ficou intrigado não apenas com essa observação adicional e pela ausência da menor alusão ao assassinato em massa nesses documentos ultrassecretos destinados apenas a Himmler e Hitler, mas também pelo fato de que um dos reputados melhores estatísticos da Alemanha cobriu erros grosseiros em seu relatório com tão elegantemente.90

Em suas conclusões, por exemplo, Korherr escreveu que as perdas de população judaica na Europa de 1933 a 1943 (cerca de 5 milhões) foram causadas em aproximadamente 50% pela emigração para outros continentes, mas suas estatísticas citam apenas cerca de 1,5 milhão de emigrantes. Assim, a grosso modo, cerca de um milhão de emigrantes estão faltando. Isso implora a questão: por que um dos principais estatísticos da Alemanha tiraria conclusões contradizendo seus próprios dados, e em um relatório secreto destinado a Hitler, nada menos? Além do mais, se adicionarmos os números individuais de Korherr de 1943 sobre os judeus espalhados pelo mundo, chega-se a um total que é apenas um pouco menor do que o total pré-guerra; isso já exclui qualquer extermínio em massa. S. Challen, portanto, se deu ao trabalho de examinar as alegações de Korherr mais de perto. Ele, em última instância, conclui que Korherr, agindo sob as ordens de Himmler, reduziu os números da emigração em um milhão e aumentou o número de judeus evacuados para o leste naquele mesmo milhão. Em uma de suas cartas, Himmler chega a escrever que esse relatório serviria bem como uma cobertura.91  Challen chega à conclusão bem fundamentada de que Himmler queria impedir que Hitler percebesse que grande parte dos judeus poloneses e russos no Oriente havia escapado por meio de medidas de fuga e evacuação soviéticas. Sobre a base dos dados de Korherr, Challen calculou que os judeus perderam aproximadamente 1,2 milhão durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 750.000 deles na esfera de influência da Alemanha.

Em 1977, o próprio Korherr confirmou que não sabia nada sobre um extermínio contínuo de judeus durante a guerra e não sabia que o termo “Sonderbehandlung” (tratamento especial) foi usado como uma palavra de código para alegadamente encobrir o assassinato em massa.92

            No final, portanto, os Relatórios Korherr confirmam as estatísticas de Sanning sobre o destino dos judeus da Europa Oriental e não são nem remotamente adequados para provar o suposto assassinato em massa.

 

6.3. Compensação {Indenizações}

Uma pergunta comum é se o número de aplicações de compensação {indenização} de judeus da Alemanha pode revelar quantos judeus sobreviveram ao Terceiro Reich. No entanto, qualquer tentativa desse tipo esbarra em problemas intransponíveis. Embora o Ministério Federal das Finanças alemão forneça informações detalhadas sobre pagamentos de compensação feitos a pessoas perseguidas no Terceiro Reich, não pode servir para determinar o número de indivíduos judeus que receberam tais pagamentos.

Até 1º de julho de 1979, aproximadamente 4,3 milhões de aplicações individuais de compensação {indenização} tinham sido apresentadas; 13 anos depois, o Ministério cita cerca de 4,4 milhões de aplicações individuais.93 Por várias razões, no entanto, esse número é difícil de interpretar. Por um lado, o Ministério não registra o grupo religioso dos requerentes, de modo que não há como dizer quantos judeus estão incluídos no total. Em segundo lugar, cerca de metade dos pedidos foram rejeitados, mas não foram apresentadas as razões para as decisões individuais; talvez o requerente nunca tenha realmente estado na esfera de influência alemã, ou talvez não tenha sofrido nenhuma perda, a despeito de sua alegada identidade judaica. As rejeições também não podem, portanto, ser interpretadas. Em terceiro lugar, as estatísticas do ministério refletem o número de aplicações, não o número de aplicantes. Desde que cada tipo de compensação {indenização} (danos à vida, saúde, propriedade, fortuna, promoção profissional, etc.) deve ser solicitado separadamente, qualquer requerente pode muito bem ter aplicado a solicitação várias vezes. Por outro lado, muitas aplicações {solicitações} foram feitas coletivamente por grupos de pessoas, de modo que as estatísticas refletem famílias inteiras ou mesmo grupos maiores com uma única aplicação para indenização.  Deve-se considerar também que, até o colapso da União Soviética em 1991, os judeus não podiam receber nenhuma compensação e, portanto, não são incluídos nos números.94  E, finalmente, um jornal americano tem reportado que apenas um em cada dois sobreviventes do Holocausto recebe compensações da Alemanha.95 Assim, no momento, as estatísticas disponíveis sobre pedidos de compensação não se prestam a responder a questões demográficas.

 

6.4. sobreviventes do holocausto

De acordo com informações da organização oficial baseada em Israel Amcha, que dedica todas as suas atividades a cuidar dos sobreviventes do Holocausto, 834.000 a 960.000 sobreviventes do Holocausto ainda estavam vivos no verão de 1997. A mesma organização define um sobrevivente do Holocausto como

qualquer judeu que vivesse num país no momento em que este se encontrava: – sob o regime nazista; – sob ocupação nazista, – sob regime de colaboradores nazistas, bem como qualquer judeu que fugiu devido ao regime ou ocupação acima.”96

De acordo com uma carta da seção alemã desta organização, a grosso modo, aproximadamente 1/3 de todos os sobreviventes do Holocausto são então chamados de “crianças sobreviventes”97, e onde “crianças sobreviventes” significa que os sobreviventes do Holocausto em questão não tinham mais que 16 anos no fim da guerra.98

            Se a expectativa de vida média de todas as faixas etárias desses sobreviventes, bem como a distribuição estatística dos judeus nessas faixas etárias em 1945 fossem conhecidas, seria possível calcular aproximadamente quantos sobreviventes do Holocausto ainda estavam vivos em 1945, ou seja, após a guerra terminada. Infelizmente, não temos tais dados, mas podemos, por um lado, estimar essa distribuição etária extrapolando-a da conhecida distribuição estatística dos judeus das décadas de 1920 e 1930,99 corrigida pela declaração de Amcha sobre 1/3 de “crianças sobreviventes” em 1997. Por outro lado, nós podemos recorrer às estatísticas de expectativa de vida de outro povo, cujo destino a partir de 1945 foi pelo menos semelhante ao dos judeus europeus sobreviventes daquele tempo.

Desde que o povo alemão como um todo experimentou terríveis condições de vida de 1941 a 1948, parece apropriado usar suas estatísticas de mortalidade.100 Para os nossos cálculos, assumimos duas distribuições de idade diferentes em 1945: a primeira conforme fornecida no Atlas citado99 e a outra com base na suposição de que 1/3 de todos os sobreviventes em 1997 deveria ter entre 0 e 15 anos de idade em 1945.101 O restante dos cálculos simplesmente se baseia nas “tabelas de morte” alemãs.

Os resultados mostrados na tabela a seguir podem mudar se obtivermos dados melhores sobre as taxas de mortalidade dos sobreviventes judeus e sobre sua distribuição etária naquela época e hoje. Mas certamente, nossos resultados são prováveis pelo menos de se aproximem da realidade. Se assumirmos um destino mais severo para o sobrevivente médio do Holocausto do que para o alemão médio – o que a maioria dos cientistas tende a fazer – então isso resultaria em um número ainda maior de sobreviventes em 1945.

O número de vítimas do Holocausto seria a diferença entre nosso número calculado de sobreviventes e o número de judeus que estavam vivos na Europa antes da perseguição nacional-socialista. A definição inflacionária de ‘sobrevivente do Holocausto’ por Amcha, no entanto, faz nossa tarefa difícil. Dada esta definição, não está claro, por exemplo, como se deve lidar com as centenas de milhares de judeus que foram deportados para campos de trabalho escravo soviéticos por Stalin ou que fugiram voluntariamente com o Exército Vermelho para o leste direto no início da guerra germano-soviética.102

 

De acordo com Sanning, e correspondendo às descobertas de outros estudos estatísticos, no final dos anos 1920 e início dos anos 1930 havia cerca de 6,1 milhões de judeus nesses países europeus, excluindo a União Soviética, os quais mais tarde ficaram sob o controle do nacional-socialismo.105  Indubitavelmente cerca de 3 milhões de judeus viviam na União Soviética pré-guerra, dos quais pelo menos um milhão vivia em áreas que nunca foram ocupadas pelas forças alemãs. Assim, no final dos anos 1920 e início dos anos 1930, cerca de 8,1 milhões de judeus viviam no que viria a ser a esfera de influência alemã. De acordo com nossos cálculos, 3.46 a 5 milhões deles sobreviveram ao ‘Holocausto’ e 3.1 a 4.64 milhões não.

            A palavra ‘Holocausto’ é colocada aqui entre aspas porque este número inclui não apenas vítimas de assassinatos arbitrários pelo regime nacional-socialista (que é uma definição mais específica do termo ‘vítimas do Holocausto’), mas também muitas outras categorias, tais como vítimas de deportações em massa stalinistas, campos de trabalho escravo stalinistas, vítimas de combate regular (como soldado, força de trabalho ou vítima de ataque aéreo), bem como combate irregular (partisans), vítimas de pogroms não alemães, excesso natural de mortes sobre nascimentos, etc. Todas essas razões, as quais certamente reduziram o número de judeus em comparação com o tempo anterior ao governo nacional-socialista, podem somar mais de um ou mesmo dois milhões.102 Consequentemente, o número de possíveis vítimas reais do Holocausto – de acordo com dados oficiais fornecidos por Israel – é provavelmente inferior a 3 ou mesmo 2 milhões de judeus. Esta admissão é justa o suficiente para começar.

Contudo, deve-se estar ciente de que mesmo o número publicado de sobreviventes do Holocausto é um número que provavelmente será manipulado devido às suas implicações financeiras para as organizações judaicas que estão permanentemente reivindicando compensações.106 Consequentemente, não foi muito surpreendente que R. Bloch, chefe judeu do fundo suíço do Holocausto, cuja tarefa era arrecadar dinheiro para os sobreviventes judeus do Holocausto, anunciou no início de 1998 que havia mais de 1.000.000 de sobreviventes do Holocausto ainda vivos naquele tempo.107 Três anos mais tarde, o número de sobreviventes do Holocausto foi calculado em 1.092.000 – se acreditarmos no professor israelense Sergio DellaPergola.108 Parece haver uma ressurreição judaica ilimitada hoje em dia… 

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 8 - conclusões} - por German Rudolf

Notas

80 Nota de Germar Rudolf: C. O. Nordling, “L’Établissement juif sous la menace et la domination nazies de 1938 à 1945,” RHR 2 (1990), páginas 50-64; em inglês “The Jewish Establishment under Nazi-Threat and Domination 1938-1945,”JHR 10(2) (1990), páginas 195-209. Sou grato a R. Faurisson por chamar minha atenção para esses documentos. 

81 Nota de Germar Rudolf: Encyclopædia Judaica, Jerusalem 1972. 

82 Nota de Germar Rudolf: 170 franceses, 96 poloneses, 93 alemães, 85 austríacos, 64 húngaros, 63 italianos, 49 holandeses, 42 tchecos, 29 romenos, 13 dinamarqueses, 9 iugoslavos, 9 belgas. 

84 Nota de Germar Rudolf: H. G. Adler, Theresienstadt 1941-1945, Mohr, Tübingen 1955. 

85 Nota de Germar Rudolf: N. Masur, En jude talar med Himmler, Albert Bonniers, Stockholm 1945. 

83 Nota de Germar Rudolf: C. O. Nordling, “A-t-on exterminé les personnalités juives de Pologne?,” RHR 4 (1991), páginas 95-100, com correções para atualização do artigo acima (nota 80); os dados fornecidos aqui foram atualizados por C. O. Nordling de acordo com suas últimas descobertas. 

86 Nota de Germar Rudolf: C. O. Nordling, “Combien est-il mort de juifs dans les camps?”, RHR 5 (1991), páginas 96-106; Inglês: “How Many Jews Died in the German Concentration Camps?”, JHR 11(3) (1991), páginas 335-344. 

87 Nota de Germar Rudolf: IMT Documents NO-5193 até 5198. 

88 Nota de Germar Rudolf: G. Wellers, “Die Zahl der Opfer der ‘Endlösung’ und der Korherr-Bericht,” Aus Politik und Zeitgeschichte 28(30) (1978), páginas 22-39. Conferir a crítica de Wellers por C. Mattogno, “Sonderbehandlung. Georges Wellers und der Korherr-Bericht,” VffG 1(2) (1997), páginas 71-75. 

89 Nota de Germar Rudolf: IMT Documents NO-5193. 

90 Nota de Germar Rudolf: S. Challen, Richard Korherr and his Reports, Cromwell Press, London 1993. 

91 Nota de Germar Rudolf: IMT Documents NO-5197. 

92 Nota de Germar Rudolf: Carta de Korherr ao Editor, Der Spiegel, no. 31 (1977). página 12: “A alegação de que eu afirmei que mais de um milhão de judeus morreram como um resultado de tratamento especial nos campos do Governo Geral e do Warthegau é igualmente não verdadeira. Eu devo protestar contra a palavra “morreu” nesta conexão. Foi precisamente a palavra ‘Sonderbehandlung’ que me levou a fazer um inquérito telefónico ao RSHA perguntando o que significava esta palavra. Recebi a resposta de que se referia a judeus que seriam estabelecidos no distrito de Lublin.” 

93 Nota de Germar Rudolf: J. Fisch, Reparationen, C. H. Beck, Munich 1992; E. Rumpf, Wiedergutmachung, Kultur- und Zeitgeschichte – Archiv der Zeit, Rosenheim n.d. [1992]; conferir M. Weber, “West Germany’s Holocaust Payoff to Israel and World Jewry,” JHR 8(2) (1988), páginas 243-250. 

94 Nota de Germar Rudolf: Este tópico foi levantado entre as Organizações Judaicas Internacionais e a Alemanha apenas em meados de 1997; conferir O Comitê Judaico Americano {The American Jewish Committee}, “Holocaust survivors in Eastern Europe deserve pensions from the German Government,” Open Letter to the German Government, signed by 83 Senators, New York Times, 17 de agosto 1997; Erik Kirschbaum, “Jewish leader urges Bonn to pay Holocaust claims,” Reuter, Bonn, 19 de agosto de 1997; “Jewish group rejects offer to Holocaust survivors,” Reuter, Bonn, 24 de Agosto de 1997; “Jewish group to issue list of holocaust fund recipients,” Reuter, New York, 17 de setembro de 1997. 

95 Nota de Germar Rudolf: The Atlanta Journal and Constitution, Georgia,31 de março de 1985, páginas A14 e seguintes. 

96 Nota de Germar Rudolf:  Adina Mishkoff, Assistente Administrativa da Amcha, Jerusalem, E-mail <adina@amcha.org> from Wed, Aug. 13, 1997, 16:17:20 CDT, to multiple recipients of list H-HOLOCAUST <H-HOLOCAUST@HNET. MSU.EDU>; E. Spanic, H. Factor, V. Struminsky, “Number of Living Holocaust Survivors,” Amcha Press Release, PO Box 2930, I-91029 Jerusalem, 27 de julho de 1997. 

97 Nota de Germar Rudolf: Amcha Germany, carta de 22 de agosto de 1996, a todos os prefeitos da Alemanha, a fim de arrecadar fundos para a Amcha; fac-símile em VffG, 1(2), (1997), página 70. 

98 Nota de Germar Rudolf: Carta de A. Mishkoff, Amcha Israel, Jerusalém, 17 de maio de 1998, na qual a distribuição 1/3-2/3 é confirmada. 

99 Nota de Germar Rudolf: E. Friesel, Atlas of Modern Jewish History, Oxford Univ. Press, Oxford 1990. 

100 Nota de Germar Rudolf: Conferir, por exemplo, as ‘tábuas de morte’ (Sterbetafeln) para alemães em Lexikon Institut Bertelsmann (ed.), Ich sag dir alles, Bertelsmann, Gütersloh 1968. 

99 Nota de Germar Rudolf: E. Friesel, Atlas of Modern Jewish History, Oxford Univ. Press, Oxford 1990. 

101 Nota de Germar Rudolf: Para obter mais detalhes sobre isso, consulte meu artigo, nota 97. Como dividimos nossa lista de distribuição de idade em intervalos de 5 anos, não pudemos calcular uma idade de ‘criança’ de 16 anos. Assim, os números reais serão um pouco menores do que os dados na linha da tabela para 0-15 anos. Nós não os corrigimos porque a base sobre a qual esses números foram calculados não é muito confiável, conforme o Prof. Alan Glicksman, responsável pela compilação dos dados para os EUA, afirmou em uma mensagem de e-mail para mim. Isso é apenas para nos dar uma pista.

102 Nota de Germar Rudolf: W. N. Sanning, Die Auflösung des osteuropäischen Judentums, Grabert, Tübingen 1983, páginas 53-136. 

103 Nota de Germar Rudolf: Equação usada: (distribuição[%])/Σ((1997 dos sobreviventes 1945)·(distribuição[%]))·Σ(sobreviventes 1997); para 0-4 anos em 1945, por exemplo: distribuição[%] para Atlas = 5,0%; Σ((1997 dos sobreviventes de 1945)·(distribuição[%])) = 19,2 (ou seja: 19,2% de todos os sobreviventes de 1945 ainda vivos em 1997); Σ(sobreviventes de 1997) = 834.000, resultado: 217.231 para idades de 0 a 4 anos em 1945; total de sobreviventes em 1945: 4.344.614. 

104 Nota de Germar Rudolf: Taxas de sobrevivência de 1997 divididas pelas de 1945. Apenas um dígito decimal dado. 

99 Nota de Germar Rudolf: E. Friesel, Atlas of Modern Jewish History, Oxford Univ. Press, Oxford 1990. 

105 Nota de Germar Rudolf: W. N. Sanning, Die Auflösung des osteuropäischen Judentums, Grabert, Tübingen 1983, página 243; o valor para a Alemanha tem de ser aumentado para 539.000, e os judeus do Báltico devem ser adicionados ao valor para a Europa ocupada.

102 Nota de Germar Rudolf: W. N. Sanning, Die Auflösung des osteuropäischen Judentums, Grabert, Tübingen 1983, páginas 53-136. 

106 Nota de Germar Rudolf: Ver Norman G. Finkelstein, The Holocaust Industry: Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering, Verso, London/New York 2000. 

107 Nota de Germar Rudolf: Handelszeitung (Suíça), 4 de fevereiro de 1998. Mesmo o gabinete do primeiro-ministro israelense declarou recentemente que ainda havia quase um milhão de sobreviventes vivos, ver Norman Finkelstein, “How the Arab Israeli War of 1967 deu origem a uma indústria memorial,” London Review of Books, 6 de janeiro de 2000. Devo esta informação a David Irving. 

108 Nota de Germar Rudolf: Sergio DellaPergola, “Review of relevant demographic information on world Jewry,” Hebrew University, Jerusalem 2003, página 6; www.claimscon.org/forms/allocations/Review_Della%20Pergola%20ICHEIC_.pdf . 

 


Fonte: Germar Rudolf em Germar Rudolf (editor) Dissecting the Holocaust - The Growing Critique of ‘Truth’ and ‘Memory’, Castle Hill Publishers, P.O. Box 243, Uckfield, TN22 9AW, UK; novembro, 2019. Capítulo Holocaust Victims: A Statistical Analysis - W. Benz and W. N. Sanning – A Comparison.

Acesse o livro gratuitamente no site oficial:

https://holocausthandbooks.com/index.php?main_page=1&page_id=1  




Sobre o autor: Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005 mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Desde 2011 vive com sua família, esposa e três crianças, na Pennsylvânia. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2017.

___________________________________________________________________________________

Recomendado, leia também:

Prefácio de Dissecando o Holocausto - Edição 2019 - Por Germar Rudolf

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo)

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)

O valor do testemunho e das confissões no holocausto - parte 1 - Por Germar Rudolf (primeira de três partes, as quais são dispostas na sequência).

O Holocausto em Perspectiva - Uma Carta de Paul Rassinier - por Paul Rassinier e Theodore O'Keefe

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari