![]() |
| José Alberto Niño |
Em
1º de fevereiro de 2026, o Departamento de Justiça dos EUA liberou milhões de
páginas de documentos relacionados à rede de Jeffrey Epstein. Entre eles,
centenas de e-mails revelavam que Noam Chomsky, renomado intelectual de
esquerda de origem judaica, mantinha uma estreita amizade pessoal com o
criminoso sexual judeu condenado, amizade essa que se estendeu por anos após a
confissão de culpa de Epstein em 2008 por aliciar uma menor para prostituição.
As
revelações foram devastadoras. Chomsky havia escrito uma carta sem data
elogiando[1]
Epstein como “um amigo muito estimado e uma fonte regular de troca e estímulo
intelectual”, com quem mantinha “contato regular” há cerca de seis anos,
participando de “muitas discussões longas e frequentemente profundas”. Chomsky
se gabava das conexões globais de Epstein, relatando como Epstein certa vez
“pegou o telefone e ligou para o diplomata norueguês que supervisionava” os
Acordos de Oslo durante uma conversa, e como Epstein arranjou[2] um
encontro entre Chomsky e o ex-primeiro-ministro israelense Ehud Barak.
Mas
a revelação mais prejudicial veio de fevereiro de 2019. Depois que a
investigação bombástica do Miami Herald
detalhou a rede de tráfico sexual de Epstein, Epstein escreveu[3]
para Chomsky pedindo conselhos sobre como lidar com sua “imprensa pútrida”.
Chomsky respondeu com simpatia no mesmo dia, aconselhando Epstein a ignorar a
mídia e evitar os “abutres” da mídia. Ele escreveu[4]
que estava magoado com “a maneira horrível como você está sendo tratado pela
imprensa e pelo público.”
“O
que os abutres desejam ardentemente é uma resposta pública, que por sua vez
abre caminho para uma enxurrada de ataques venenosos, muitos deles vindos
apenas de pessoas em busca de publicidade ou de lunáticos de todos os tipos”,
alertou Chomsky. Ele acrescentou que “mesmo questionar uma acusação é um crime
pior que assassinato”, no contexto do que chamou[5] de
“histeria que se desenvolveu em relação ao abuso de mulheres”.
Os
e-mails revelaram uma relação muito mais profunda do que Chomsky tinha reconhecido
anteriormente. Em agosto de 2015, Epstein escreveu a Chomsky oferecendo-lhe o
uso de seu apartamento em Nova York e convidando-o a “visitar o Novo México
novamente”. Epstein era dono do Zorro Ranch, uma propriedade ao sul de Santa
Fé, onde foi acusado de crimes sexuais contra menores.[6]
Uma
fotografia divulgada pelos democratas da Câmara mostra Chomsky sentado ao lado
de Epstein no que parece ser uma aeronave particular. A esposa de Chomsky,
Valeria Wasserman Chomsky, mantinha correspondência independente com Epstein.
Em um e-mail de janeiro de 2017, ela escreveu[7]
para Epstein: “Noam e eu esperamos vê-lo novamente em breve para um brinde no
seu aniversário.” Em um e-mail de 2019 apresentando Chomsky a Steve Bannon,
Valeria se referiu[8]
a Epstein como “um amigo muito querido.”
A
relação também tinha um extenso componente financeiro. Uma transferência
bancária datada de 28 de março de 2018 mostrou US$ 270.000 transferidos para
Chomsky através das contas de Epstein. Chomsky insistiu que o dinheiro era seu,
relacionado a uma transação complexa envolvendo o espólio de sua falecida
esposa, Carol, e que Epstein estava simplesmente facilitando a transferência. “A
maneira mais simples parecia ser transferir fundos de uma conta em meu nome
para outra, por meio de seu escritório,” explicou Chomsky.[9]
Os
e-mails também mostraram Chomsky participando de jantares com Epstein, Woody
Allen e a esposa de Allen, Soon-Yi Previn, na casa de Epstein em Manhattan,
local onde muitos dos crimes de Epstein alegadamente ocorreram.
As
relações de Chomsky com Epstein têm somente confirmado as suspeitas de que o
intelectual judeu-esquerdista atuava como um guardião nos círculos esquerdistas
pacifistas. Por décadas, Noam Chomsky ocupou uma posição singular na vida
intelectual americana. O professor do MIT que ganhou destaque por suas
contribuições no campo da linguística tornou-se o crítico mais proeminente da
esquerda em relação à política externa dos EUA, mantendo, ao mesmo tempo, um
vínculo institucional com uma universidade que recebia financiamento
substancial do Pentágono. Ele nunca foi sancionado, nunca foi demitido, nunca
foi realmente ameaçado, apesar de sua retórica radical, o que deveria levantar
questionamentos sobre Chomsky.
Essa
contradição incomodou alguns observadores. Como observou[10]
um crítico, Shyamoli Jana, no Ground Zero:
“Por que esses criminosos poderosos e influentes se associam a Chomsky? É
possível imaginar um esquerdista comum em um encontro desses? Não. Os únicos admitidos
são aqueles que garantem jogar conforme as regras.”
As
revelações sobre Epstein intensificaram acusações antigas de que Chomsky
funciona como uma “oposição controlada”, um radical cuja dissidência permanece
dentro de limites cuidadosamente controlados que nunca representaram uma ameaça
real ao poder judaico. Ao longo de sua carreira, Chomsky adotou posições
alinhadas às narrativas do governo no poder sobre questões-chave, enquanto
mantinha a fachada de crítico destemido do império judaico-americano.
Chomsky
ascendeu à proeminência como intelectual de esquerda, rejeitando a ideologia
comunista, descartando[11] a
possibilidade de crime no assassinato de JFK e defendendo a versão oficial
sobre o 11 de setembro.[12]
Nessas e em outras questões de política interna, Chomsky sempre se alinhou[13]
às narrativas do regime. Embora seja publicamente reconhecido como um crítico
da política externa americana, Chomsky desempenha um papel de guardião,
traçando uma linha firme contra as teorias da falsa bandeira, limitando efetivamente
o escopo da crítica permitida à configuração de poder supremacista judaico que
domina a política ocidental.
Em
nenhum outro lugar a acusação de guardião do portão à informação é mais
evidente do que em questões relacionadas às relações EUA-Israel e à influência
judaica na política americana. Embora Chomsky tenha construído uma reputação
criticando as políticas israelenses, sua estrutura para compreender essa
relação obscureceu o papel do judaísmo organizado na formulação da política
americana para o Oriente Médio.
A
posição de Chomsky é direta. Ele argumenta que o apoio dos EUA a Israel não é
impulsionado pelo lobby israelense, mas sim pelo papel de Israel como um “ativo
estratégico”[14]
a serviço de interesses imperialistas mais amplos dos EUA. Em uma resposta de
2006 ao livro The Israel Lobby, de
John Mearsheimer e Stephen Walt, Chomsky argumentou que a política americana
para o Oriente Médio tem sido um “sucesso notável”[15]
para as corporações de energia e para sua grande estratégia imperialista mais
ampla ao longo de 60 anos.
Em
uma entrevista para o Journal of
Palestine Studies, Chomsky foi ainda mais desdenhoso. Chomsky disse[16] o
seguinte: “Não é segredo que o capital privado concentrado exerce uma
influência esmagadora sobre as políticas governamentais de diversas maneiras.
Portanto, se de fato o 'Lobby' está forçando os EUA a adotar políticas
contrárias aos interesses dessas pessoas que efetivamente governam o país,
deveríamos ser capazes de convencê-las. E elas acabariam com o Lobby de Israel
em questão de segundos. O Lobby é insignificante em comparação a eles. Só o
lobby da indústria militar gasta muito mais e tem uma influência muito maior do
que o Lobby [de Israel] faz.”
Talvez
o que tenha prejudicado ainda mais sua reputação entre os ativistas da solidariedade
à Palestina foi a oposição aberta de Chomsky ao movimento BDS, liderado pelos
palestinos. Ele o chamou de “hipócrita” porque o movimento tinha como alvo
Israel, mas não os Estados Unidos, que ele considerava mais responsáveis
pelos crimes de Israel, convenientemente ignorando como a tomada de poder
pelos judeus nos setores estratégicos da economia, do processo político e do
ecossistema midiático americanos permitiu Israel atuar com virtual impunidade.
Em
Harvard, em 2003, Chomsky declarou,[17] “Eu
sou oposto, e tenho sido oposto há muitos anos, à campanha pelo desinvestimento
em Israel e à campanha pelos boicotes acadêmicos.” Sobre o direito de retorno
palestino, ele argumentou[18]
que era irrealista e que insistir nele era “uma garantia virtual de fracasso.”
Em uma entrevista de 2004 com Stephen R. Shalom e Justin Podur, Chomsky
acrescentou[19]
que “é impróprio alimentar esperanças que não se concretizarão diante dos olhos
de pessoas que sofrem com a miséria e a opressão.”
Essas
posições colocaram Chomsky em desacordo com a sociedade civil palestina e com o
movimento BDS em geral, levando os críticos a questionar a quem ele realmente
servia. Jeffrey Blankfort, um ativista antissionista de longa data que
acompanha as posições de Chomsky há décadas, lançou luz sobre os pontos cegos
de Chomsky em relação a Israel. Em um artigo de 2010 intitulado “Chomsky And
Palestine: Asset Or Liability?” {Chomsky e a Palestina: Ativo ou Passivo},
Blankfort escreveu:[20] “O
que nós estamos lidando no caso do Prof. Chomsky é nada menos que desonestidade
intelectual disfarçada de seu oposto... No fim das contas, é evidente que a
afeição de Chomsky por Israel, sua estadia em um kibutz, sua identidade judaica
e suas primeiras experiências com o antissemitismo influenciaram sua abordagem
a todos os aspectos do conflito de Israel com os palestinos.”
Em
sua juventude, Chomsky foi afiliado ou próximo ao Hashomer Hatzair[21]
(“A Jovem Guarda”), um movimento juvenil sionista socialista, e
intelectualmente ligado à Avukah, uma organização de judeus de esquerda
liderada em parte por Zellig Harris,[22]
que mais tarde se tornou mentor de Chomsky em linguística na Universidade da
Pensilvânia. Em 1953, Chomsky e sua esposa Carol, então estudantes de
pós-graduação, viajaram para Israel com uma bolsa de viagem de Harvard e
viveram por vários meses no Kibutz HaZore’a,[23]
um kibutz do Hashomer Hatzair no Vale de Jezreel, originalmente fundado por
refugiados judeus alemães na década de 1930. Chomsky achou a experiência
profundamente atraente por razões ideológicas — ele descreveu o kibutz[24]
como “uma comunidade libertária funcional e muito bem-sucedida” e disse que
“quase voltou a morar lá”. Em uma entrevista de 2010 para a revista Tablet, ele confirmou: “Gostei da vida
no kibutz e dos ideais do kibutz… Pensamos em voltar”. Ele mesmo declarou[25] a
um entrevistador da televisão israelense, ainda na década de 2000, que “até
cinco ou seis anos atrás, havia considerado morar lá como uma alternativa aos
Estados Unidos.”
Para
destacar ainda mais a postura de Chomsky em relação à seleção de informações e
sua recusa em confrontar a natureza perniciosa do poder judaico, Blankfort
também citou o ex-senador americano James Abourezk, que lhe escreveu:[26] “Eu
posso afirmar, por experiência própria, que, pelo menos no Congresso, o apoio
que Israel recebe naquela casa se baseia inteiramente no medo político, no medo
da derrota para qualquer um que não faça o que Israel quer. Não vejo nenhum
desejo por parte dos membros do Congresso de promover quaisquer sonhos
imperialistas dos EUA usando Israel como seu pitbull”. Isso contradiz
diretamente a tese de Chomsky de que Israel serve meramente como instrumento do
poder imperialista americano.
David
Miller, o professor da Universidade de Bristol que venceu um processo histórico
em um tribunal trabalhista, estabelecendo o antissionismo como uma crença
protegida no Reino Unido, também criticou as tentativas de Chomsky de acobertar
interesses judaicos. Em seu blog no Substack,
“Tracking Power”, Miller publicou um episódio de 2023 do Palestine Declassified intitulado[27] “Tracing
Noam Chomsky’s Zionist Past” {Traçando o Passado Sionista de Noam Chomsky}, Miller
argumentou que Chomsky “nunca se desfez completamente do seu sionismo”.
Miller
apontou para a trajetória de Chomsky como líder jovem sionista, seu tempo em um
kibutz e sua contínua defesa da solução de dois Estados como padrões de
comportamento essenciais que demonstram os resquícios de seus instintos
pró-sionistas. “Não é surpresa vê-lo permanecendo um defensor da solução de
dois Estados e se opondo ao movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções
(BDS). Ele chegou a se manifestar contra o direito de retorno dos palestinos
expulsos pelos sionistas, alegando que isso é irrealista.”
Miller
também conectou as posições políticas de Chomsky às revelações sobre Epstein. “Talvez
essas opiniões ajudem a explicar como e por que Chomsky se envolveu com um
notório abusador sexual, Jeffrey Epstein, e se encontrou com o
ex-primeiro-ministro israelense Ehud Barak, um contato próximo de Epstein?”
Em
sua obra mais ampla, Miller tem argumentado que o movimento sionista exerce uma
influência independente significativa sobre os estados ocidentais,
contradizendo diretamente a tese de Chomsky. Em uma entrevista de 2024, Miller
afirmou[28]
que “dentro do aparato antiterrorista e de segurança do Reino Unido e dos EUA,
há um grande número de sionistas, alguns dos quais, é claro, possuem dupla
cidadania com Israel, o que significa que tendem a priorizar Israel em
detrimento dos interesses, por exemplo, dos EUA ou do Reino Unido.”
A
afinidade demonstrada por Chomsky por Epstein, a idealização da vida no kibutz
e o desvio de atenção do lobby israelense evidenciam seu papel como um agente
judeu subversivo, orquestrando uma campanha deliberada de desinformação contra
esquerdistas não judeus. Longe de refletir meras convicções pessoais, suas
posturas políticas delineiam o perfil preciso do grupo demográfico de
esquerdistas não judeus que ele cultiva como público receptivo à ofuscação e ao
controle ideológicos. Esse padrão não constitui mera coincidência, mas sim uma
estratégia étnica calculada para neutralizar ameaças potenciais por meio da
manipulação de adeptos desavisados.
Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander
[1] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky had deeper ties with Epstein than previously known, documents
reveal, por Ramon Antonio Vargas, 22 de novembro de 2025, The Guardian.
https://www.theguardian.com/us-news/2025/nov/22/noam-chomsky-jeffrey-epstein-ties-emails
[2] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Epstein emails show close connection with MIT's Noam Chomsky, por Christine
Willmsen, 20 de novembro de2025, wbur.
https://www.wbur.org/news/2025/11/20/emails-epstein-mit-harvard-trump-chomsky
[3] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky sympathized with Epstein over 'horrible' press treatment, por
Issam Ahmed, 03 de fevereiro de 2026, The
Paintsville Herald.
[4] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Epstein said he was ‘asked everyday’ for advice on #MeToo: ‘So many guys
reaching out to me’, por Carter Sherman, 06 de fevereiro de 2026, The Guardian.
https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2026/feb/06/epstein-files-metoo
[5] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Noam Chomsky sympathised with Epstein over press treatment, urging him to
avoid media 'vultures', TRTWORLD.
[6] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Epstein emails show close connection with MIT's Noam Chomsky, por Christine
Willmsen, 20 de novembro de 2025, wbur.
https://www.wbur.org/news/2025/11/20/emails-epstein-mit-harvard-trump-chomsky
[7] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Epstein emails show close connection with MIT's Noam Chomsky, por Christine
Willmsen, 20 de novembro de 2025, wbur.
https://www.wbur.org/news/2025/11/20/emails-epstein-mit-harvard-trump-chomsky
[8] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky sympathized with Epstein over 'horrible' press treatment, 03 de
fevereiro de 2026, FRANCE 24.
[9] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Jeffrey Epstein-linked accounts transferred funds to Noam Chomsky, Bard
College head, 19 de maio de 2023, The
Times of Israel.
[10] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Noam Chomsky, the Establishment’s anti-Establishment Icon, por Shyamoli
Jana, 22 de setembro de 2025, Groundxero.
https://www.groundxero.in/2025/09/22/noam-chomsky-the-establishments-anti-establishment-icon/
[11] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Noam Chomsky, the Establishment’s anti-Establishment Icon, por Shyamoli
Jana, 22 de setembro de 2025, Groundxero.
https://www.groundxero.in/2025/09/22/noam-chomsky-the-establishments-anti-establishment-icon/
[12] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Noam Chomsky Schools 9/11 Truther; Explains the Science of Making
Credible Claims, 24 de outubro de 2013, OPEN
CULTURE.
https://www.openculture.com/2013/10/noam-chomsky-derides-911-truthers.html
[13] Fonte utilizada por José Alberto
Niño:
[14] Fonte utilizada por José Alberto Niño: Israel, the Holocaust, and Anti-Semitism, por Noam Chomsky, extraído de Chronicles of Dissent, 1992.
[15] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: The Israel Lobby?, por Noam Chomsky, 28 de março de 2006, Znetwork.
https://znetwork.org/znetarticle/the-israel-lobby-by-noam-chomsky/
[16] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Reflections on a Lifetime of Engagement with Zionism, the Palestine
Question, and American Empire: An Interview with Noam Chomsky, por Mouin
Rabbani, 16 de julho de 2012, jadaliyya.
[17] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?, por Jeffrey Blankfort, 24 de
julho de 2010, Counter Currents.
[18] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: On Israel-Palestine and BDS: Those dedicated to the Palestinian cause
should think carefully about the tactics they choose, por Noam Chomsky, 02 de
julho de 2014. (Este artigo foi publicado na edição de 21 a 28 de julho de
2014, The Nation).
[19] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Justice for Palestine? - Noam Chomsky interviewed by Stephen R. Shalom
and Justin Podur, 30 de março de 2004, CHOMSKY.INFO.
(Publicado na mesma data originalmente em Znet).
[20] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?, por Jeffrey Blankfort, 24 de
julho de 2010, Counter Currents.
[21] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: A portrait of Chomsky as a young Zionist - Noam Chomsky interviewed by
Gabriel Matthew Schivone, 07 de novembro de 2011, CHOMSKY.INFO. (Publicado na mesma data originalmente em New Voices).
[22] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Zellig Harris: From American Linguistics to Socialist Zionism, por Robert
F Barsky, 2011, The MIT press.
https://direct.mit.edu/books/book/2903/Zellig-HarrisFrom-American-Linguistics-to
[23] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Noam Chomsky interviewed by David Samuels, 12 de novembro de 2010, CHOMSKY.INFO. (Publicado na mesma data originalmente
em A New Read on Jewish Life).
[24] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky and the Kibbutz, por David Leach, 27 de abril de 2010, David Leach.
[25] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Chomsky And Palestine: Asset Or Liability?, por Jeffrey Blankfort, 24 de
julho de 2010, Counter Currents.
[26] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Letter From James Abourezk, Former US Senator From South Dakota to Jeff
Blankfort on the Israel Lobby, por Jeff Blankfort, 26 de abril de 2010, miftah.
[27] Fonte utilizada por José Alberto
Niño: Tracing Noam Chomsky's Zionist past - Palestine Declassified, Episode 71,
with guest Max Blumenthal, por David Miller, 06 de junho de 2025, Substack.
https://trackingpower.substack.com/p/tracing-noam-chomskys-zionist-past
[28] Fonte utilizada por José Alberto
Niño:
Fonte: How Noam Chomsky
Became the Establishment's Favorite Radical - The latest Epstein Files release
further underscores Chomsky’s role as a gatekeeper who runs cover for organized
Jewry, por José Alberto Niño, 07 de fevereiro de 2026, The Unz Review – An
Alternative Media Selection.
https://www.unz.com/article/how-noam-chomsky-became-the-establishments-favorite-radical/
Sobre o autor: José
Alberto Niño tem formação acadêmica com Bacharelado em Ciência Política e
Governo pela University of Texas em Austin (2009-2013), Mestrado em Estratégia
Internacional e Política Comercial, Universidade do Chile (2014-2016).
___________________________________________________________________________________
Relacionado ver:
A Obsessão Judaica pelo Sangue - por David Skrbina (pseudônimo Thomas Dalton)
Páscoas Sangrentas do Dr. Toaff – Acompanhamento - por Israel Shamir
As Páscoas Sangrentas do Dr. Toaff - por Israel Shamir
Estranhezas da Religião Judaica - Os elementos surpreendentes do judaísmo talmúdico - parte 1 - Por Ron Keeva Unz (continuação na sequência do próprio artigo)
A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot
Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen
Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz
A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges
Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)
O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber
Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)
O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)
Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber
Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber
Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal
Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste? - Por Mark Weber
Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir
Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Os comentários serão publicados apenas quando se referirem ESPECIFICAMENTE AO CONTEÚDO do artigo.
Comentários anônimos podem não ser publicados ou não serem respondidos.