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quarta-feira, 22 de abril de 2026

{Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: {Epstein como um exemplo de agente de corruptor de Israel e do judaísmo internacional nos EUA, Rússia, Arábia, Ucrânia, França, Grã-Bretanha} - parte 2 - por Geurt Marco de Wit

 Continuação de {Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: Tucker Carlson, Alex Jones e Cenk Uygur falham - Tucker Carlson: “Epstein não trabalhava para Israel” - parte 1 - por Geurt Marco de Wit

Geurt Marco de Wit


Xadrez Geopolítico

A administração Trump continua claramente a segurar inúmeras revelações sobre Israel e a elite judaica. Que material comprometedor adicional sobre Netanyahu, os Rothschild, a elite judaica e Israel os arquivos de Epstein ainda podem conter? Provavelmente informações pertinentes à disputa final: o xadrez geopolítico. Ao menos seis possibilidades se apresentam.

1. Israel: Quanto mais arquivos são divulgados, mais evidente se torna que Epstein servia aos interesses de Israel e dos Rothschild. Ele efetivamente trabalhou para eles, independentemente de ter ou não um “contrato de trabalho” oficial. De fato, ele parece ter atuado como o agente de mais alto escalão imaginável: um operador geopolítico representando o governo israelense em diversas transações internacionais cruciais. Cenk Uygur está atualmente empenhado em compelir outros jornalistas a reconhecerem essa realidade evidente.27 Israel e os Rothschild utilizarão todos os recursos à sua disposição para salvaguardar sua posição geopolítica; consequentemente, os arquivos de Epstein passarão por extensa redação sob o pretexto de segurança nacional. Afinal, a segurança nacional de Israel tornou-se, na prática, sinônimo de segurança nacional americana.

2. Sauditas: Certos jornalistas insinuaram que Epstein atuava como um agente saudita. Isso decorre de sua proximidade de décadas com a inteligência saudita, incluindo visitas frequentes e períodos de residência na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos. Essas conexões não surpreendem, considerando as antigas alegações de que a família real saudita tem servido como representante — ou pelo menos como aliada próxima — dos judeus e de Israel. De qualquer forma, Epstein parece ter auxiliado Mohammed bin Salman na consolidação do poder na Arábia Saudita. Mais uma vez, isso serviu aos interesses israelenses. A ascensão de Mohammed bin Salman facilitou os Acordos de Abraão durante o primeiro mandato de Trump, fortalecendo significativamente a posição regional de Israel. Esse fato, por si só, posicionou Epstein como um verdadeiro ator geopolítico de suma importância para Israel.

3. Bretanha: seguindo a filossemita Revolução Gloriosa de 1688, banqueiros judeus desempenharam um papel fundamental no estabelecimento da primeira máquina monetária moderna: o Banco da Inglaterra, com seu sistema de reservas fracionárias, localizado na autônoma de City de Londres. Este banco impôs impostos invisíveis às classes baixa e média, ao mesmo tempo que cartelizava a economia em vantagem da elite. Além disso, financiou a ascensão do Império Britânico, e os judeus foram recompensados ​​com a permissão para se casarem com banqueiros da City de Londres e com a aristocracia britânica. Contudo, o casamento com membros da família real permaneceu estritamente proibido. A monarquia sempre nutriu suspeitas em relação aos judeus. Durante seus setenta anos de reinado, a Rainha Elizabeth II jamais visitou Israel.28 Portanto, os israelenses tinham um forte incentivo para obter material comprometedor sobre a família real. Isso se mostrou relativamente simples, visto que, por décadas, a família real — particularmente Lord Mountbatten e seus protegidos, o Príncipe Charles e o Príncipe Andrew — manteve relações com o pedófilo e ultra-sionista astro da BBC, Jimmy Savile. Quando a Princesa Diana tomou conhecimento dessa dinâmica, procurou proteger seus filhos. Após seu divórcio do Príncipe Charles e seu relacionamento com o milionário muçulmano Dodi Fayed, ela possivelmente foi assassinada pelo MI6 e pelo Mossad, que não podiam correr o risco de ela expor segredos da realeza ou se aliar publicamente aos palestinos.

Após a morte de Diana, o Príncipe Andrew desenvolveu laços estreitos com Ghislaine Maxwell e Jeffrey Epstein. Isso não era novidade para a família real, que já conhecia a família Maxwell há muito tempo. Ainda, Andrew errou ao compartilhar jovens mulheres com Epstein, tornando impossível romper a amizade mesmo após a condenação de Epstein. Além disso, a ex-esposa de Andrew, Sarah Ferguson, gananciosa por dinheiro, convidou Epstein para um almoço com ela e suas filhas poucos dias após sua libertação da prisão em 2009. Esses eventos colocaram Andrew sob intenso escrutínio e aumentaram o risco de uma investigação mais ampla da mídia sobre as ligações da família real com os Savile. O Rei Charles tentou minimizar os danos permitindo a prisão de Andrew com considerável publicidade — embora, previsivelmente, apenas por doze horas.29

Não foram somente os pedófilos Savile, os Maxwell e Epstein que mantiveram relações próximas com a família real. O mesmo aconteceu com o sionista judeu homossexual e ex-embaixador britânico nos Estados Unidos, Lord Peter Mandelson. Ele se descreveu como o “melhor amigo” de Epstein. Hoje, ele foi finalmente preso.30


{Peter Benjamin Mandelson (1953-), judeu sionista e ex-embaixador britânico nos Estados Unidos, ex-membro de organização comerical da Europa de finalidade globalista (EU Trade Commission) e um dos contatos mais íntimos de Jeffrey Epstein. “Por décadas, Mandelson tem sido a figura mais influente do Partido Trabalhista britânico. Ele também desempenhou um papel central na defesa da Guerra do Iraque sob o governo de Tony Blair. Mais recentemente, ele facilitou a ascensão do sionista e supostamente homossexual Keir Starmer ao cargo de primeiro-ministro. Não é mera coincidência que a política externa britânica tenha se tornado consideravelmente mais pró-Israel e anti-Rússia.” (Geurt Marco de Wit). Na foto acima Peter Benjamin Mandelson e Jeffrey Epstein. Na foto abaixo Peter Benjamin Mandelson e Isaac Herzog, presidente de Israel, em 2024}.

Por décadas, Mandelson tem sido a figura mais influente do Partido Trabalhista britânico. Ele também desempenhou um papel central na defesa da Guerra do Iraque sob o governo de Tony Blair. Mais recentemente, ele facilitou a ascensão do sionista e supostamente homossexual Keir Starmer ao cargo de primeiro-ministro. Não é mera coincidência que a política externa britânica tenha se tornado consideravelmente mais pró-Israel e anti-Rússia.

4. França: Os arquivos de Epstein também revelam ligações com a França. Epstein mantinha um apartamento de luxo em Paris e extensos laços com agências de modelos parisienses. Seu associado francês mais próximo, Jean-Luc Brunel, morreu recentemente, supostamente por suicídio, na prisão. Há adicionalmente uma ligação com o “banqueiro Rothschild”, o presidente francês Emmanuel Macron, que inexplicavelmente reverteu a tradicional orientação pró-Rússia da França para uma de extrema hostilidade. Macron agora ameaça enviar tropas para a Ucrânia contra a Rússia. Macron provavelmente é alvo de chantagem por conta de sua homossexualidade, se não também pelo passado enigmático e pela sexualidade de sua esposa, Brigitte Macron. Brigitte é uma pedófila comprovada, tendo começado a namorar Macron quando ele tinha entre 12 e 13 anos. Brigitte também pode31 ser travesti. De qualquer forma, os Macrons mantêm laços pessoais excepcionalmente estreitos com os Rothschilds e representam uma peça vital no tabuleiro geopolítico.

{Emmanuel Macron (1977-) possui ligações antigas com a dinastia judaica Rothschild, e seu governo, em relação aos governos franceses precedentes, deu uma guinada notável anti-Rússia. Na foto o casal Macron com o financista David René de Rothschild (1942-), com conexões financeiras de influência global. Ele também é membro dirigente do Congresso Judaico Mundial e da Foundation for the Memory of Shoah, que propaga a narrativa do denominado holocausto}.

5. Ucrânia: Alguns jornalistas alegaram que Epstein atuava como um agente russo. Isso se baseia em arquivos de Epstein que contêm ligações com a Rússia e a Ucrânia, particularmente através da indústria da moda, com suas profundas conexões com oligarcas e a máfia em ambos os países. Ainda, a mídia tradicional e quase toda a mídia alternativa se recusam a reconhecer que os bilionários oligarcas russos e ucranianos — e grande parte da máfia — são predominantemente judeus. Israel, previsivelmente, explorou a máfia judaico-ucraniana e o protegido judeu do oligarca judaico-ucraniano Ihor Kolomoisky, o ator Volodymyr Zelensky, para assumir o controle da Ucrânia. Isso foi alcançado forjando uma aliança com fascistas antissemitas ucranianos, jihadistas e nazistas que desprezam os judeus, mas odeiam ainda mais os russos. Mais uma vez, o inimigo do meu inimigo é meu amigo. Portanto, não é que a elite judaica e Israel sejam onipotentes, mas que possuem a audácia e a habilidade para se envolverem em uma política de coalizão definitiva. Há rumores de que Zelensky seja um viciado em drogas homossexual ou bissexual. Provavelmente não é coincidência que os líderes da “Coalizão dos Dispostos”, anti-Rússia — Keir Starmer, Emmanuel Macron e Volodymyr Zelensky — pareçam ser desviantes sexuais e, portanto, facilmente chantageáveis ​​por Israel. Além disso, Israel está claramente usando a Ucrânia e a Coalizão dos Dispostos contra a Rússia, que defende firmemente o principal adversário de Israel, o Irã, e o Eixo da Resistência.32

Surpreendentemente, escassos jornalistas comentaram essa evidente conexão entre Ucrânia e Israel, apesar de sua centralidade na geopolítica contemporânea. Cenk Uygur parece ser o único jornalista de renome a destacar ativamente essa ligação manifesta e decisiva:

“Aqui está outra coisa que esses não-jornalistas não lhe dizem. A Rússia e Israel são inimigos. … No geral, a Rússia apoiava o Irã e Bashar al-Assad na Síria, e Israel detestava isso. Aliás, uma das razões pelas quais estamos tão envolvidos na Ucrânia é porque Israel adora o fato de estarmos enfraquecendo a Rússia com essa guerra, pois isso os distraiu e permitiu que Israel e a Turquia bombardeassem a Síria e tirassem Assad do poder, para que pudessem conseguir algum território.”33

6. Rússia: As ligações de Epstein com oligarcas e mafiosos judeus ucranianos e russos fizeram dele um ator geopolítico genuinamente significativo, muito tal como seu mentor, Robert Maxwell. De fato, é plausível que as conexões e operações secretas de Maxwell facilitaram a ascensão de oligarcas e mafiosos judeus-russos que desmantelaram a União Soviética e assumiram o controle da Rússia na década de 1990. É dificilmente de surpreender que Israel considerasse Robert Maxwell um herói nacional. Assim, não é igualmente surpreendente que os judeus tenham ficado indignados quando Putin restringiu progressivamente o poder dos oligarcas judeus no início dos anos 2000. Epstein pode muito bem ter tentado replicar o sucesso de Maxwell empregando oligarcas e mafiosos judeus como uma quinta coluna para minar Putin. Contudo, Epstein e Israel falharam, pois os russos estão extremamente conscientes da influência e do poder judaicos. A maioria dos russos reconhece que os judeus se tornaram a minoria dominante na Rússia primeiro durante a Revolução Bolchevique e novamente na década de 1990. Ambos os períodos se mostraram catastróficos para os russos ordinários, que agora estão extremamente conscientes do conflito milenar entre judeus e a Rússia. Se oligarcas judeu-russos desafiassem Putin abertamente, o público russo provavelmente aceitaria a execução ou assassinato deles pelo FSB. Em última análise, os arquivos de Epstein estão ligados a essa luta milenar entre judeus e a Rússia e, portanto, são classificados como de “segurança nacional”.34

7. 11 de setembro: Os ataques de 11 de setembro constituíram a quintessência da operação geopolítica orquestrada por Israel. Eles não apenas forneceram o antecipado “novo Pearl Harbor” que justificou a remodelação do Oriente Médio a favor de Israel, mas também permitiram que os israelenses assumissem o controle de porções substanciais do aparato policial e militar americano, anteriormente fora de seu alcance. Provavelmente não é coincidência que os arquivos de Epstein pareçam estar visivelmente ausentes no período imediatamente anterior, durante e posterior ao 11 de setembro.35

8. Elite Judaica: Nem todos os judeus compartilham as mesmas visões. Alguns judeus estão profundamente incomodados com o etnocentrismo judaico agressivo, os padrões duplos, a expansão dos assentamentos e, especialmente, o genocídio em Gaza. Para a elite judaica e Israel, é, portanto, essencial garantir que judeus pacíficos e honestos não acumulem riqueza ou influência excessivas. Caso algum deles ainda alcance o status de bilionário, torna-se imperativo corrompê-lo. De fato, chantagear judeus é ainda mais crucial do que chantagear gentios. O segredo do sucesso judaico, particularmente na América, reside na lealdade dos judeus ao grupo. Um único bilionário judeu honesto poderia expor demais. Que meio mais eficaz de garantir lealdade do que compartilhar segredos criminosos hediondos? Assim, é especialmente vital que os bilionários judeus pertençam ao “clube” Epstein e a “grupos de lealdade” análogos. Isso pode explicar, em parte, a formação do misterioso Mega Grupo,36 que Whitney Webb examinou. Seus membros variam de Leslie Wexner a Steven Spielberg. Por um lado, Israel e os Rothschild têm maior incentivo para corromper a elite judaica do que a elite gentia. Por outro lado, também é muito mais fácil. Isso decorre de cinco fatores. Primeiro, a cultura judaica exibe relativa homogeneidade, com os judeus tendendo a permanecer componentes integrais e leais das redes familiares e étnicas. Controlar e manipular a elite judaica é, portanto, mais simples do que controlar os gentios.

{Leslie Herbert Wexner (1937-) é um empresário e ativista sionista de maior influência nos EUA. Jeffrey Epstein foi ligado de maneira muito relevante às atividades de L. H. Wexner. “Les Wexner afirmou recentemente que Epstein representava toda a família Rothschild.” (Geurt Marco de Wit).}

Em segundo lugar, os judeus demonstram um grau comparativamente alto de etnocentrismo negativo, o que facilita a criação de uma elite judaica hostil que vê os gentios como inferiores e exploráveis. Em terceiro lugar, a cultura judaica tem sido historicamente mais tolerante à pedofilia do que a cultura cristã. Até hoje, especialmente os judeus ortodoxos são conhecidos por atividades pedófilas tanto nos Estados Unidos quanto em Israel. Em quarto lugar, como documentado por Whitney Webb, por mais de um século o crime organizado judaico, os negócios judaicos, a política sionista e Israel apresentaram sobreposições significativas. De fato, o moderno Estado de Israel talvez nunca tivesse surgido sem a ajuda da máfia judaica. Como os judeus tendem a ver o crime organizado judaico sob uma ótica relativamente favorável, não é surpreendente que muitos bilionários judeus mantenham conexões documentadas com ele. Em quinto lugar, e mais crucialmente, a minoria judaica dominante nos Estados Unidos exerce um poder tão imenso que criminosos judeus — e até mesmo pedófilos — são frequentemente protegidos, recebendo penas mais leves ou permissão para fugir para Israel. A elite judaica reconhece que tanto a rede judaica altamente etnocêntrica quanto o Estado de Israel lhes oferecerão proteção. Portanto, é consideravelmente menos arriscado para a elite judaica se envolver em comportamentos genuinamente criminosos e mesmo demoníacos. Se isso for geopoliticamente útil, se eles obtiverem lucro pessoal substancial e puderem facilmente escapar das consequências, é provável que eles o façam.37

9. Pizzagate. A geopolítica não é apenas o jogo supremo, mas também o mais sujo. Se possível, Israel a tem rendido ainda mais sórdida. Muitos judeus percebem o mundo como repleto de “antissemitas” sedentos de sangue, prontos para aniquilá-los. Eles também consideram os estados muçulmanos vizinhos e seus aliados — Rússia e China — como ameaças existenciais. Naturalmente, eles empregarão quaisquer meios para se “defenderem” e destruir seus adversários. Se a pedofilia e as redes satânicas aumentam substancialmente a “segurança nacional” de Israel, certamente serão usadas para chantagear e manipular as elites globais. O satanismo constitui política por outros meios. Que consequências têm algumas mulheres e crianças sacrificadas no altar dos interesses nacionais israelenses? Afinal, foram os “antissemitas” que forçaram tais medidas. Portanto, não é surpreendente que os arquivos de Epstein apresentem inúmeras conexões com o Pizzagate.38 Essa escalada tornou-se necessária à medida que o adultério, a homossexualidade, o travestismo e outras perversões ganharam aceitação cultural no Ocidente, diminuindo sua utilidade para chantagem. Atualmente, apenas a pedofilia e o satanismo mantêm tal força. O renomado jornalista Ben Swann afirma que Epstein orquestrou o Pizzagate.39

 

Conclusão

A elite judaica tem exercido claramente um poder substancial no Ocidente por milênios, devido à sua expertise em regulamentação e captura do Estado. Eles acumularam riqueza e influência ao obterem monopólios e privilégios de governantes estatistas. Ao manipular os Estados uns contra os outros, eles integraram-se à elite governante do Império Britânico no final do século XVII, facilitando a criação da primeira grande máquina monetária, o Banco da Inglaterra. Eles tentaram replicar esse sucesso na América durante a Revolução Americana, mas foram impedidos pelo movimento libertário-jeffersoniano. Finalmente, em 1913, eles estabeleceram a máquina monetária do Federal Reserve (FED) e o Império Anglo-Americano.

Utilizando o domínio financeiro e midiático, eles propagaram a Cultura da Crítica e ascenderam como a minoria judaica dominante no Ocidente. Eles então alavancaram a Grã-Bretanha, os Estados Unidos, a Arábia Saudita e outros aliados para forjar o Grande Israel no Oriente Médio e uma postura geopolítica hegemônica ancorada no petrodólar, no Complexo Militar-Industrial Anglo-Americano e no império.

Preservar essa precária hegemonia judaica exige guerras perpétuas, propaganda e operações políticas contra as populações e elites ocidentais, incluindo extensas operações de chantagem. Como parte desses esforços, os Rothschild e Israel recrutaram Jeffrey Epstein para perpetuar o trabalho de Jimmy Goldsmith e Robert Maxwell na construção de um aparato global de serviços bancários paralelos e chantagem. Figuras da cultura e da ciência, dos negócios e da política foram implicadas em pedofilia, satanismo e outros crimes a serviço de Israel.

Os Rothschild e os neoliberais têm buscado uma abordagem mais cautelosa, enfatizando relações públicas, doutrinação cultural e acordos diplomáticos, enquanto sionistas radicais e neoconservadores favorecem a censura explícita e o uso de força militar desenfreada, considerando as populações brancas ocidentais como “goyim” maleáveis, ou gado. Ainda, ambas as facções concordam com o imperativo de desmantelar o Eixo da Resistência liderado por Irã, Rússia e China por meio de sanções, mudanças de regime e, se necessário, ataques nucleares “limitados” no Leste Europeu, Leste Asiático e Oriente Médio. Dado que até mesmo o movimento pacifista se abstém40 de reconhecer a beligerância global de Israel e da elite judaica, eles podem tentar de novo e de novo até que o sucesso seja alcançado.

A única contramedida é a observação. Evidentemente, a elite judaica teme que os arquivos de Epstein desencadeiem uma cascata de revelações e agora emitiu diretrizes para figuras da mídia conservadora: ocultem ou minimizem os serviços prestados por Epstein à elite judaica liderada pelos Rothschild e a Israel.

Apenas o grupo The Young Turks parece resistir ativamente. Eles agora estão expondo jornalistas por obscurecerem ou minimizarem os laços de Epstein com Israel. Recentemente, Cenk Uygur desafiou Alex Jones, chamando-o de “capacho de Israel”. Será que Alex Jones responderá rotulando Uygur de “cadela dos Rothschild”? Ou será que Cenk Uygur, Alex Jones, Tucker Carlson e outros jornalistas da mídia alternativa terão a coragem de confrontar o tabu supremo: a minoria judaica dominante, governada — às vezes em rivalidade, mas predominantemente em união — por Israel e pela elite judaica liderada pelos Rothschild?

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas:

27 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=9IXlvbCsgRg

28 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=tdIAlEm01qo

29 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Royal Pedophile Connections: Andrew, Savile, Epstein, por Geurt Marco de Wit, 21 de fevereiro de 2026, Geurt de Wit Substack.

https://geurtdewit.substack.com/p/royal-pedophile-connections-andrew

30 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=RFHpVE6yoqY

31 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: From Jean-Michel to Brigitte Trogneux, lies at the Elysée, pressibus.

http://pressibus.free.fr/gen/trogneux/indexgb.html

32 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: World War Jew? -Zionists Pushing for Nuclear War! Will India's Narendra Modi Save the World?, por Geurt Marco de Wit, 23 de novembro de 2022, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/world-war-jew/

33 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://youtu.be/8YWFu9O4igE?t=1665

34 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: 1000-Year War Between Jews and Russia - The War With Rome Continues, por Geurt Marco de Wit, 17 de janeiro de 2026, Geurt de Wit Substack.

https://geurtdewit.substack.com/p/1000-year-war-between-jews-and-russia

35 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=lAu64zvCCck

36 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Mega Group, Maxwells and Mossad: The Spy Story at the Heart of the Jeffrey Epstein Scandal, por Whitney Webb, 07 de agosto de 2019, Mint Press News.

https://www.mintpressnews.com/mega-group-maxwells-mossad-spy-story-jeffrey-epstein-scandal/261172/

37 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=c81N7ob5u3I

38 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: American Pravda: Nick Fuentes, Tucker Carlson, Jeffrey Epstein, and Pizzagate, por Ron Keeva Unz, 16 de fevereiro de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/american-pravda-nick-fuentes-tucker-carlson-jeffrey-epstein-and-pizzagate/

39 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit:

https://www.youtube.com/watch?v=fQYZtv_e4Ns

40 Fonte utilizada por Geurt Marco de Wit: Scott Ritter Hiding the Dominant Minority Behind Geopolitics? - Peace Activists Forced to Hide the Jewish Geopolitical Dots?, por Geurt Marco de Wit, 18 de janeiro de 2026, Geurt de Wit Substack.

https://geurtdewit.substack.com/p/scott-ritter-hiding-dominant-minority

Fonte: Epstein Litmus Test: Tucker Carlson, Alex Jones, and Cenk Uygur Fail - Tucker Carlson: “Epstein was not working for Israel”, por Geurt Marco de Wit, 23 de fevereiro de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/epstein-litmus-test-tucker-carlson-alex-jones-and-cenk-uygur-fail/

Sobre o autor: Geurt Marco de Wit (1968-), de origem holandesa e nacionalidade finlandesa, estudou história geral na Universidade de Turku e possui um mestrado em Filosofia. É um ativista político nacionalista na Finlândia.

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terça-feira, 11 de julho de 2023

O Berço Árabe de Sião - Moisés, Maomé e Wahabi-Sionismo - parte 1 - por Laurent Guyénot

 

Laurent Guyénot


“Jeová veio do Sinai” (Deuteronômio 33:2; Salmos 68:18)#1. É no Sinai que Moisés encontra Jeová pela primeira vez; é de volta ao Sinai que Moisés conduz o povo de Jeová do Egito; e é do Sinai que, dois anos mais tarde, novamente por ordem de Jeová, Moisés parte com eles para conquistar um pedaço do Crescente Fértil.

Mas onde está o Sinai, com seu Monte Horebe? O Êxodo a coloca inequivocamente na terra de Madiã. Depois de fugir “retirou-se para a terra de Madiã {ou Midiã}”, Moisés é hospedado por “um sacerdote de Madiã {ou Midiã} tinha {que} sete filhas” (Êxodo 2:15-16). Ele “ele decidiu ficar com ele, que deu a Moisés sua filha Séfora” (Êxodo 2:21). O sogro de Moisés chama-se Raguel em Êxodo 2:18, mas Jetro em Números 3:1, “Hobab, filho de Raguel, o madianita” em Números 10:29, e “Hobab, {queneus, um dos} filhos de Queni” em Juízes 1:16. Vamos nós chamá-lo de Jetro, seu nome mais popular. Sua filha Zípora deu a Moisés dois filhos: Gersam (Êxodo 2:22) e Eliezer (Êxodo 18:4). É enquanto pastoreava os rebanhos de seu sogro que Moisés se encontra perto do monte Horebe, “para além do deserto” (Êxodo 3:1), onde ouve Jeová chamar seu nome. Por implicação, o Sinai está em Madiã {ou Midiã}.

E onde está Madiã {ou Midiã}? Os autores gregos colocam-no unanimemente no noroeste da Arábia, na costa oriental do Golfo de Aqaba. Mesmo o apóstolo Paulo, que passou três anos na Arábia, sabia que “porque o Sinai está na Arábia” (Gálatas 4:25). Não foi antes do século IV que o Sinai bíblico foi extraviado na península egípcia, provavelmente por razões geopolíticas (o Egito estava sob o controle do Império Romano, ao contrário da Arábia, sob influência persa). Mas colocar o Sinai bíblico a oeste do Golfo de Aqaba não fazia sentido, já que aquela região sempre pertenceu ao Egito (a arqueologia tem confirmado isso). Por que os israelitas teriam se estabelecido ali quando perseguidos pelo exército egípcio? O mesmo vale para a fuga anterior de Moisés do Egito como um assassino procurado. Não importa se essas histórias são verdadeiras ou não: o ponto é que seus autores não poderiam ter colocado o Sinai e o Monte Horebe dentro do território egípcio.

Onde, então, os israelitas cruzaram o Mar Vermelho? Eles provavelmente não o fizeram: o “Mar Vermelho” bíblico é uma tradução incorreta originada da Septuaginta grega. Essas águas são simplesmente referidas em hebraico como Yam Suph (23 vezes), o que significa “Mar de Juncos” e sugere um corpo de água doce rasa, o qual Jeová simplesmente “secou” diante dos israelitas, de acordo com Josué 2:10. Pode ser em qualquer lugar, nesta terra de uádis efêmeros.

{Moisés ruma para Madiã}.


            A localização precisa do Monte Horebe ou do Monte Sinai (ambos os nomes são usados indistintamente) pode ser deduzida dos fenômenos testemunhados pelos israelitas ali:

“Ao amanhecer, desde cedo, houve trovões, relâmpagos e uma espessa nuvem sobre a montanha, e um clangor muito forte de trombeta; e o povo que estava no acampamento pôs-se a tremer. Moisés fez o povo sair do acampamento ao encontro de Deus, e puseram-se ao pé da montanha. Toda a montanha do Sinai fumegava, porque Jeová descera sobre ela no fogo; a sua fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e toda a montanha tremia violentamente. O som da trombeta ia aumentando pouco a pouco; Moisés falava e Deus lhes respondia no trovão.” (Êxodo 19:16-19).           

            Se o Monte Horebe treme como um vulcão, ressoa como um vulcão, fumega como um vulcão e cospe fogo como um vulcão, então ele deveria ser um vulcão. A região de Midiã, no noroeste da Arábia, é uma área vulcânica, ao contrário do Sinai egípcio. A atividade vulcânica ainda foi relatada lá na Idade Média.1 Um candidato provável é Jabal Maqla, que faz parte da cordilheira Jabal al-Lawz, no noroeste da Arábia Saudita. Seu cume, chegando a quase 8.500 pés, é formado por rochas metamórficas de origem vulcânica.

O explorador Charles Beke foi um dos primeiros estudiosos modernos a apontar que o Monte Sinai deve ser um vulcão (Mount Sinai a Volcano, 1873) e a localizá-lo na Arábia (Sinai in Arabia and of Midian, 1878).  Novos argumentos foram acrescentados em 1910 pelo orientalista e explorador tcheco Alois Musil, que por seu turno inspirou outros investigadores e estudiosos.2 A candidatura de Jabal al-Lawz ganhou o apoio de um número crescente de estudiosos, incluindo Hershel Shanks, editor da Biblical Archaeology Review, e Frank Moore Cross, professor de hebraico em Harvard. O que originalmente era um debate acadêmico confidencial começou a se popularizar na década de 1990, em livros de aventureiros como Larry Williams,3 ou Howard Blum,4 e documentários como “Searching for the real Mt Sinai”*1 ou “Search for Mt. Sinai-Mountain of Fire”.*2

 

NEOM {cidade futurista projetada no noroeste da Arábia Saudita} e o acordo secreto saudita-israelense

Até agora, o clã real Saud, embora bem ciente de possuir o verdadeiro Sinai e os vestígios arqueológicos que o cercam, proibiu seu acesso a aventureiros e arqueólogos estrangeiros. Mas logo pode se tornar um problema na guerra de lugares sagrados no Oriente Médio. Durante a ocupação do Sinai egípcio entre 1967 e 1982, os israelenses haviam se engajado em buscas arqueológicas intensas, mas infrutíferas; a alternativa árabe para a Montanha de Deus não pode deixá-los indiferentes. Desproporcionalmente enorme poder simbólico está em jogo. Como tudo bíblico, a questão tem implicações geopolíticas de longo alcance aos olhos dos senhores de Sião. Sem mencionar a perspectiva financeira. A introdução de Joel Richardson ao seu Mount Sinai in Arabia soa como um panfleto turístico direcionado aos adoradores de Jeová em todo o mundo:

“Este foi o próprio lugar onde o próprio Deus ‘desceu’. […] Esta é uma montanha literalmente encharcada de história divina. […] Visitar Jebel al-Lawz […] foi a experiência mais emocionante e edificante da minha vida. […] Chegou a hora completamente. Dentro da soberania de Deus, eu acredito plenamente que chegou a época em que Jebel al-Lawz finalmente será totalmente aberta não apenas para arqueólogos, mas para o mundo inteiro”.

A crescente popularização do Sinai árabe não pode deixar de estar relacionada ao projeto NEOM*3 {cidade futurista projetada no noroeste da Arábia Saudita} anunciado em outubro de 2017 pelo príncipe herdeiro saudita Mohammad bin Salman: uma megacidade e zona econômica transnacional de alta tecnologia, ultraconectada, cobrindo 10.230 milhas quadradas (cerca de tamanho de Massachusetts), que corresponde a grosso modo à antiga Midiã. Operando sob um regime legal específico voltado para um estilo de vida ocidental e isolado da lei islâmica, o NEOM {cidade futurista projetada no noroeste da Arábia Saudita} também terá como alvo o turismo de luxo. Richardson espera que Jebel al-Lawz faça parte da atração:

“Se os planos atuais continuarem, o Reino Saudita logo se abrirá para o turismo pela primeira vez em sua história. A mão soberana de Deus em trabalho? […] Na atmosfera atual de crescente incredulidade, o mesmo Deus que desceu sobre a montanha diante de multidões ordenou que ela agora emergisse das sombras relativas para ser maravilhada por uma multidão ainda maior”.5

Israel, cuja cidade de Eilat estará a apenas alguns quilômetros de distância com acesso direto por barco, é um dos principais – embora discretos – interessados no megaprojeto. Um repórter do Jerusalem Post*4 afirma ter visto

“correspondência entre diplomatas árabes e empresários israelenses confirmando que as negociações estão em andamento sobre cooperação econômica, e várias empresas israelenses já estão vendendo ferramentas de segurança cibernética para o governo saudita.”

Essa ventura conjunta, comenta o repórter israelense, é “um golpe no boicote de décadas da Liga Árabe ao Estado judeu”. De fato, a lendária inimizade saudita-israelense está rapidamente se transformando em uma aliança aberta para o controle do Oriente Médio às custas do Irã. MBS {Mohammed bin Salman} agora pode estar revertendo 70 anos de boicote saudita a Israel, dizendo: “Os judeus têm direito à sua própria terra”.*5

{O judeu Jared Corey Kushner (1981-) genro do então presidente dos EUA Donald Trump, e seu genro, foi articulador proeminente da abordagem dos interesses de Israel no projeto NEOM, visando a expansão de Israel sobre territórios árabes.}


O que deu as faíscas iniciais desse romance foi a poção do amor nº 9/11. Essa sofisticada operação de bandeira falsa orquestrada pelos cripto-sionistas neocons tinha um dispositivo embutido para chantagear a Arábia Saudita para o alinhamento (ou, digamos, forçar os Sauds a expurgar seus elementos anti-israelenses): além de Osama bin Laden, 15 dos 19 alegados sequestradores infiltrados eram sauditas. Essa era uma mensagem em si, e {o judeu} David Wurmser a fortificou com um artigo no Weekly Standard de 29 de outubro de 2001, intitulado: “A conexão saudita: Osama bin Laden está muito mais próximo da família real saudita do que você pensa”. Muitos livros e artigos foram escritos com a mesma linha.6 A pressão aumentou quando o New York Times, em 26 de julho de 2003, revelou que uma seção de 28 páginas detalhando o possível envolvimento de autoridades sauditas específicas havia sido censurada no Relatório da Comissão do 11 de setembro. Um dos homens-chave nessa operação de chantagem foi o senador Bob Graham, cunhado da proprietária do Washington Post, Katharine Graham (nascida Meyer), com seu livro7 e entrevistas, principalmente no Democracy Now.*6 Para qualquer um que saiba que Bin Laden não teve nada a ver com o 11 de setembro, deve ser óbvio que as 28 páginas “censuradas” do relatório da Comissão do 11 de setembro são uma farsa como o resto, uma parte integrante da bandeira falsa para chantagear a Arábia Saudita para uma nova política favorável a Israel.

{NEOM (cidade futurista projetada no noroeste da Arábia Saudita) e o acordo secreto saudita-israelense}


Foi efetivo, a julgar pelo bom trabalho que os sauditas fizeram por Israel na última década, ao direcionar seus jihadistas contra a Líbia e a Síria. “É dito que Israel está trabalhando com a Arábia Saudita no plano de ataque do Irã”, de acordo com o The Times of Israel,#2 17 de novembro de 2013.*7 A guerra dos Saud no Iêmen, dirigida contra o movimento Houthi Ansarullah, majoritariamente xiita e israelofóbico (“Morte a Israel, maldição aos judeus”, diz seu slogan), é outra prova de sua prontidão para servir a Sião. Em 26 de outubro de 2017, Mohammad bin Salman declarou*8 que sua guerra contra o Iêmen visa impedir a criação de outro Hezbollah no Oriente Médio. O Irã está justificadamente preocupado com esta nova aliança, como você pode ver neste debate de 2017 na Press TV.*9

            Alguns acreditam que a aliança secreta saudita-israelense na verdade remonta à própria fundação da Arábia Saudita. Pelo menos, um forte argumento pode ser feito de que a criação da Arábia Saudita pela Grã-Bretanha no início do século 20 se encaixava na agenda sionista (leia “How Zionism helped create the Kingdom of Saudi Arabia”*10 {“Como o sionismo ajudou a criar o Reino da Arábia Saudita”}). Feitos e mantidos pelas mesmas forças anglo-sionistas, ambos os Estados estão destinados a desaparecer juntos, acredita Sheikh Imran Hosein*11. Mas o plano sionista é cumprir a promessa de Jeová a Abraão (a qual os judeus geralmente consideram uma promessa aos judeus): “À tua posteridade darei esta terra, do Rio do Egito até o Grande Rio, o rio Eufrates.” (Gênesis 15:18-21). O que, claro, significa que o norte da Arábia deve um dia cair sob o controle israelense. Que é o que o NEOM {cidade futurista projetada no noroeste da Arábia Saudita} pode realmente se tratar. Os sinais de uma agenda oculta de “Grande Israel” estão por toda parte, inclusive em manchetes como “Before Islam: When Saudi Arabia Was a Jewish Kingdom”*12 {“Antes do Islã: quando a Arábia Saudita era um reino judeu”} do Haaretz, um exemplo perfeito da propensão dos israelenses a usar achados arqueológicos insignificantes ou fraudulentos para apoiar sua hybris {postura desmedida}.

            Na verdade, existem rumores de que Muhammad ibn Saud (1710-1765), fundador da dinastia Saud, e seu parceiro Muhammad ibn Abd-al-Wahhab (1703-1792), fundador do wahhabismo, eram judeus de uma fonte de antiga linhagem. As memórias de um espião britânico chamado Hempher, divulgadas em 1888 pelo almirante otomano Ayyub Sabri Pasha, afirmam que Abd-al-Wahab era de uma família de Dönmeh {cripto judeus do Império Otomano#3} e que sua reforma foi secretamente apoiada pelos britânicos como parte de uma estratégia para fomentar a divisão dentro do Islã e desestabilizar o domínio otomano. Esta fonte é levada a sério em um relatório da Inteligência Militar Iraquiana datado de 2002 e intitulado “The Emergence of Wahhabism and its Historical Roots”,*13 traduzido pelo Departamento de Defesa dos EUA. O relatório iraquiano também se refere a outras fontes árabes afirmando que ibn Saud era descendente de um comerciante judeu de Basra. Essas reivindicações recebem muito eco no mundo islâmico. É especialmente comum entre os xiitas iranianos considerar que “o wahabismo tem suas raízes no judaísmo”, como afirmou recentemente um general iraniano de topo.8 De fato, os wahabitas parecem ser guiados pelo mesmo demônio sanguinário que falou com Moisés, Josué e Elias, um ponto adequadamente ilustrado por sua fúria contra Baal, o inimigo bíblico de Jeová, cujo antigo templo em Palmira, o Estado Islâmico, explodiu em 2015.

Embora as origens cripto-judaicas do wahhabismo e/ou da dinastia Saud pareçam impossíveis de autenticar, elas não são implausíveis. Tem havido poderosas comunidades judaicas na Arábia desde tempos muito antigos. Na época do profeta Muhammad, escreve Gordon Newby em A History of the Jews of Arabia, “os judeus estavam presentes em todas as áreas da sociedade árabe. Havia mercadores judeus, beduínos judeus, fazendeiros judeus, poetas judeus e guerreiros judeus. Judeus vivem em castelos e em tendas. Eles falavam árabe, bem como hebraico e aramaico.”9 Eles tinham nomes árabes e sua organização tribal não era diferente da dos outros árabes. Muitos se converteram ao Islã ao longo dos séculos, mas alguns podem ter mantido algum judaísmo secreto. A comunidade judaica mais poderosa com a qual Maomé teve de lidar foi a de Khaybar, 160 quilômetros ao norte de Medina. No século 12, ainda havia 50.000 judeus naquela região, de acordo com o viajante judeu Benjamin de Tuleda. Eles “saem para pilhar e capturar saques de distantes terras em conjunto com os árabes, seus vizinhos e aliados”.10 Em 1875, Charles Montagu Doughty descobriu que eles haviam se tornado “muçulmanos por fora, mas, em segredo, judeus cruéis que não permitiriam que estranhos entrassem entre eles”.11 Itzhak Ben-Zvi postula uma forma de cripto-judaísmo para explicar a simultaneidade do declínio dos judeus do norte da Arábia e a ascensão dos wahabitas.12

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em O Berço Árabe de Sião - Moisés, Maomé e Wahabi-Sionismo - parte 2 - por Laurent Guyénot

Notas

#1 Nota de Mykel Alexander: Para as passagens bíblicas deste artigo será usada a versão traduzida publicada como Bíblia de Jerusalém (1ª edição, 2002, 12ª reimpressão, 2017, Paulus, São Paulo), da École biblique de Jérusalem (Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém), a qual é vertida diretamente do hebraico, do aramaico e do grego para o português, de modo que nos textos do Antigo Testamento a divindade judaica é traduzida como Yahweh, mas, por fins didáticos, usarei a forma simplificada de Jeová. 

1 Nota de Laurent Guyénot: Colin Humphreys, The Miracles of Exodus: A Scientist’s Discovery of the Extraordinary Natural Causes of the Biblical Stories, HarperOne, 2003. 

2 Nota de Laurent Guyénot: Jean Kœnig, “Le Sinaï, montagne de feu dans un désert de ténèbres,” in Revue de l’histoire des religions, tome 167, n°2, 1965, páginas 129-155, em http://www.persee.fr/ 

3 Nota de Laurent Guyénot: Larry Williams, The Mountain of Moses, The Discovery of Mount Sinai, Wynwood Press, 1990, republicado sob o título de The Mount Sinai Myth. 

4 Nota de Laurent Guyénot: Howard Blum The Gold of Exodus: The Discovery of the True Mount Sinai, Simon & Schuster, 1998. 

*1 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: https://www.youtube.com/watch?v=OsPvfWDTHh8 

*2 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: https://www.youtube.com/watch?v=tWQkhq-ufRY 

*3 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: https://www.youtube.com/watch?v=jwDTC644y_c 

5 Nota de Laurent Guyénot: Joel Richardson, Mount Sinai in Arabia, WinePress Media, 2019. 

*4 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: Israeli companies talking to Saudi Arabia about $500b. ‘Smart City’, por Max Schindler, 26 de outubro de 2017, The Jerusalem Post.

https://www.jpost.com/Business-and-Innovation/Israeli-companies-likely-talking-to-Saudi-Arabia-about-500-bil-smart-city-508429

*5 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: Saudi crown prince suggests Jews have a right to land, por Michael Daventry, 03 de abril de 2018, The Jewish Chronicle.

https://www.thejc.com/news/world/saudi-crown-prince-mohammad-bin-salman-suggests-jews-have-a-right-to-their-own-land-1.461824 

6 Nota de Laurent Guyénot: Dore Gold, Hatred’s Kingdom: How Saudi Arabia Supports the New Global Terrorism, Regnery Publishing, 2004. 

7 Nota de Laurent Guyénot: Bob Graham, Intelligence Matters: The CIA, the FBI, Saudi Arabia, and the Failure of America’s War on Terror, Random House2004. 

*6 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: https://www.youtube.com/watch?v=nVvOQ7mnuEs 

#2 Nota de Mykel Alexander: Israel said to be working with Saudi Arabia on Iran strike plan, por equipe editorial, 17 de novembro de 2013, The Times of Israel.

https://www.timesofisrael.com/israel-said-to-be-working-with-saudi-arabia-on-iran-strike-plan/ 

*9 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: https://www.youtube.com/watch?v=eJ00PK1aSm0 

*10 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: How Zionism helped create the Kingdom of Saudi Arabia, por Nu’man Abd Al-Wahid, 07 de Janeiro de 2016, Mondoweiss.

https://mondoweiss.net/2016/01/zionism-kingdom-arabia/ 

*11 Fonte utilizada por Laurent Guyénot:

https://www.youtube.com/watch?v=O-HcbX2Nsyk 

*12 Fonte utilizada por Laurent Guyénot: Before Islam: When Saudi Arabia Was a Jewish Kingdom, por Ariel David, 29 de novembro de 2017, Haaretz.

https://www.haaretz.com/archaeology/.premium-before-islam-when-saudi-arabia-was-a-jewish-kingdom-1.5626227 

#3 Nota de Mykel Alexander: Ver Kaufmann Kohler e Richard Gottheil, Jewish Encyclopedia, volume 4, KTAV PUBLISHING HOUSE, INC., New York, página 639, vocábulo DÖNMEH. 

8 Nota de Laurent Guyénot: Seth Frantzman, “IRGC General Soleimani says roots of Wahhabism are Jewish, linked to ISIS,” Jerusalem Post, 22, de fevereiro de 2019.

https://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/The-roots-of-Wahhabism-are-Jewish-linked-to-ISIS-Soleimani-581388 

9 Nota de Laurent Guyénot: Gordon Darnell Newby, A History of the Jews of Arabia, From Ancient Times to Their Ecclipse under Islam, The University of South Carolina Press, 1988, página 49. 

10 Nota de Laurent Guyénot: The Itinerary of Benjamin of Tuleda, texto crítico, tradução e comentário de Marcus Nathan Adler, Londres, 1907, páginas 47-48, em:

http://www.teachittome.com/seforim2/seforim/masaos_binyomin_mitudela_with_english.pdf 

11 Nota de Laurent Guyénot: The Itinerary of Benjamin of Tuleda, texto crítico, tradução e comentário de Marcus Nathan Adler, Londres, 1907, página 47. 

12 Nota de Laurent Guyénot: Itzhak Ben-Zvi, The Exiled and the Redeemed, Jewish Publication Society, 1957, página 193, citado em Gordon Darnell Newby, A History of the Jews of Arabia, From Ancient Times to Their Ecclipse under Islam, The University of South Carolina Press, 1988, página 104.

 

Fonte: The Arabian Cradle of Zion - Moses, Muhammad, and Wahhabo-Zionism, por Laurent Guyénot, 08 de julho de 2019, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-arabian-cradle-of-zion/

Sobre o autor: Laurent Guyénot (1960-) possuí mestrado em Estudos Bíblicos e trabalho em antropologia e história das religiões, tendo ainda o título de medievalista (PhD em Estudos Medievais em Paris IV-Sorbonne, 2009) e de engenheiro (Escola Nacional de Tecnologia Avançada, 1982).

Entre seus livros estão:

LE ROI SANS PROPHETE. L'enquête historique sur la relation entre Jésus et Jean-Baptiste, Exergue, 1996.

Jésus et Jean Baptiste: Enquête historique sur une rencontre légendaire, Imago Exergue, 1998.

Le livre noir de l'industrie rose – de la pornographie à la criminalité sexuelle, IMAGO, 2000.

Les avatars de la réincarnation: une histoire de la transmigration, des croyances primitives au paradigme moderne, Exergue, 2000.

Lumieres nouvelles sur la reincarnation, Exergue, 2003.

La Lance qui saigne: Métatextes et hypertextes du Conte du Graal de Chrétien de Troyes, Honoré Champion, 2010.

La mort féerique: Anthropologie du merveilleux (XIIᵉ-XVᵉ siècle), Gallimard, 2011.

JFK 11 Septembre: 50 ans de manipulations, Blanche, 2014.

Du Yahvisme au sionisme. Dieu jaloux, peuple élu, terre promise: 2500 ans de manipulations, Kontre Kulture, Kontre Kulture, 2016. Tem edição em inglês: From Yahweh to Zion: Jealous God, Chosen People, Promised Land...Clash of Civilizations, Sifting and Winnowing Books, 2018.

Petit livre de - 150 idées pour se débarrasser des cons, Le petit livre, 2019.

“Our God is Your God Too, But He Has Chosen Us”: Essays on Jewish Power, AFNIL, 2020.

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