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terça-feira, 31 de março de 2026

{18 verdades diretas sobre Israel} - Quiz Rápido sobre o Oriente Médio Por Charley Reese

 

Charley Reese (1937-2013)


É hora de mais um quiz rápido sobre a região do mundo favorita dos americanos – o Oriente Médio. Vamos começar com o tema das armas nucleares.

* Qual país do Oriente Médio possui armas nucleares?

Israel.

 

* Qual país do Oriente Médio se recusa a assinar o Tratado de Não Proliferação Nuclear?

Israel.

 

* Qual país do Oriente Médio se recusa a permitir inspeções internacionais em suas instalações nucleares?

Israel.

 

* Quais países do Oriente Médio defendem que a região seja uma zona livre de armas nucleares?

Os países árabes e o Irã.

 

* Qual país do Oriente Médio ocupa terras pertencentes a outros povos?

Israel, que ocupa uma parte do Líbano, uma parte maior da Síria, Jerusalém Oriental, a Cisjordânia e Gaza.

 

* Qual país do Oriente Médio, há 60 anos, se recusa a permitir que refugiados retornem às suas casas e se recusa a considerar indenizações por seus bens perdidos?

Israel.

 

* Qual país possui estradas onde cidadãos árabes não podem dirigir e condomínios onde árabes não podem morar?

Israel.

 

* Qual país da região violou mais resoluções das Nações Unidas do que qualquer outro?

Israel. Os Estados Unidos, em mais de uma ocasião, entraram em guerra ostensivamente para fazer cumprir as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, mas quando se trata de resoluções dirigidas contra Israel, os EUA são como o macaco amoral que não vê, não ouve e não diz nada. Isso levanta a questão de quem é o cachorro e quem é o rabo?

 

* Qual país da região já foi liderado por homens que, em algum momento, foram terroristas com recompensa por suas cabeças?

Israel. O ex-primeiro-ministro Yitzhak Shamir liderou o grupo terrorista Stern e ordenou, entre outras coisas, o assassinato do Conde Folke Bernadotte, um diplomata sueco que trabalhava para as Nações Unidas. O ex-primeiro-ministro Menachem Begin liderou o Irgun, um grupo terrorista que, entre outras coisas, explodiu uma ala do Hotel King David, matando quase 100 pessoas.

 

{O ex-primeiro-ministro Yitzhak Shamir (1915-2012) liderou o grupo terrorista Stern e ordenou, entre outras coisas, o assassinato do Conde Folke Bernadotte, um diplomata sueco que trabalhava para as Nações Unidas.}

{O ex-primeiro-ministro Menachem Begin (1913-1992) liderou o Irgun, um grupo terrorista que, entre outras coisas, explodiu uma ala do Hotel King David, matando quase 100 pessoas.}


* Qual país do Oriente Médio usa abertamente o assassinato de seus inimigos políticos?

Israel. Houve assassinatos cometidos por alguns governos árabes, mas eles geralmente não os assumem. Israel tem criado um eufemismo que a imprensa americana subserviente prontamente adotou: “assassinatos seletivos”. Um jornalista britânico me disse certa vez: “Os palestinos têm talento para escolher líderes ruins, e os israelenses têm talento para assassinar os bons”.

 

* Quais são os cinco principais países dos quais importamos petróleo?

Aqui estão eles, em ordem de volume: Canadá, Arábia Saudita, México, Nigéria e Venezuela. Da próxima vez que você ouvir algum político fanfarrão reclamando que os árabes controlam nossas importações de petróleo, lembre-o dos fatos. De longe, a maioria das importações de petróleo vem de países não árabes.

 

* Qual país da região recebe uma doação anual de US$ 3 bilhões ou mais do Congresso?

Israel.

 

* Qual país beneficiário de ajuda externa é o único autorizado a receber sua ajuda em parcela única e que rotineiramente investe parte dela em títulos do Tesouro dos EUA, de modo que os contribuintes lhe paguem juros sobre a doação?

Israel.

 

* Qual país do Oriente Médio tem o lobby mais poderoso nos EUA?

Israel.

 

* Qual país do Oriente Médio é o que a maioria dos políticos, jornalistas e acadêmicos americanos temem criticar?

Israel.

 

* Em nome de qual país os EUA vetaram o maior número de resoluções do Conselho de Segurança da ONU?

Israel.

 

* Qual país os povos da região consideram o maior hipócrita do mundo?

Os Estados Unidos.

 

* Quais países do Oriente Médio atacaram navios americanos em águas internacionais?

Iraque e Israel. Um avião iraquiano solitário disparou um míssil contra um navio americano por engano. O governo iraquiano rapidamente indenizou os EUA. Em 1967, aviões e lanchas torpedeiras israelenses atacaram o USS Liberty, matando 34 americanos. O governo americano declarou o ataque um acidente mesmo antes de o navio chegar ao porto, e até hoje o Congresso nunca realizou uma audiência pública para permitir que os sobreviventes contassem sua história. A versão deles, aliás, é que o ataque foi deliberado. Israel indenizou as famílias dos mortos, mas resistiu por anos a pagar a indenização pelo navio.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Este artigo, publicado em 7 de junho de 2008, apareceu pela primeira vez no Orlando Sentinel (Flórida), em formato ligeiramente diferente, em 8 de fevereiro de 1998.

Middle East Pop Quis, por Charley Reese

https://ihr.org/other/middleeastpopquizreese

Sobre o autor: Charley Reese (1937-2013) foi jornalista e colunista por mais de 40 anos. Serviu dois anos no Exército dos EUA como artilheiro de tanque. Trabalhou em campanhas para governador, senador e deputado federal em diversos estados, de 1969 a 1971. Foi editor, assistente do editor e colunista do Orlando Sentinel de 1971 a 2001. Posteriormente, escreveu uma coluna distribuída por agências de notícias três vezes por semana para a King Features.

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Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber

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O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Correspondência não respondida {pela Detroit Free Press (12 de novembro de 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu e as ações terroristas do Estado de Israel} - questionamento 6 por David McCalden

 {Introdução por Mykel Alexander: Abaixo segue continuação da polêmica sobre o artigo (The men who whitewash Hitler, New Statesman de 2 de novembro de 1979) de Gitta Sereny, celebrada escritora judia da segunda metade do século XX, e que foi confrontado com cartas de três autores revisionistas (Dr. Arthur R. Butz, Richard Verrall e Dr. Robert Faurisson.

As mencionadas cartas com os argumentos revisionistas não foram publicadas pelo New Statesman, e também Bruce Page, então o editor do New Statesman preferiu evadir-se da própria polêmica do assunto em questão, sem enfrentá-la em suas questões centrais.

Para ler o artigo de Gitta Sereny ver: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Para ler a carta nº 1 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz 

Para ler a carta nº 2 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 2 - por Richard Verrall 

Para ler a carta nº 3 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) – parte 3 – por Robert Faurisson 

Para ler a carta adicional de Richard Verrall ver: Carta para o New Statesman a partir do editor do Spearhead - Por Richard Verrall .                            

 

É preciso registrar que os argumentos revisionistas colocados abaixo incluem apenas as cartas datadas até 1980, excluindo os estudos posteriores do próprio Robert Faurisson, bem como os de Carlo Mattogno e como os de Germar Rudolf, os quais acumulam evidencias e refutações em sua maioria irrefutáveis. Ver especialmente as publicações da série Holocaust Handbooks: https://holocausthandbooks.com/ }

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David McCalden


Cartas para o editor

Detroit Free Press

Detroit, MI 48231

12 de novembro de 1980

Cavalheiros:

Sua coluna de perguntas e respostas de novembro de 1980 sobre a “Avenida dos Justos {Avenue of the Righteous}” em Israel ignora certos pontos fundamentais.

Primeiro, o caso de Anne Frank não é como aparece em seu suposto “Diário”. O “Diário” foi escrito – provavelmente por seu pai – após a guerra. Um recente caso judicial alemão, relatado no New York Post de 9 de outubro de 1980, descobriu que partes do manuscrito foram escritas com caneta esferográfica – cuja tinta não estava disponível até 1951!

Segundo, o “Holocausto” não envolveu o extermínio dos judeus em câmaras de gás. Vários acadêmicos, como o Dr. Arthur Butz da Northwestern University perto de Chicago, descobriram que as “câmaras de gás” são fictícias

Após a guerra, foi reivindicado que todos os campos tinham “câmaras de gás”, mas então em 1960 eles alegaram que os campos na Alemanha propriamente dita não tinham, mas apenas os campos na Polônia ocupada pelos alemães tinham. Quanto tempo levará até que as autoridades admitam que há tão pouca prova para câmaras de extermínio na Polônia quanto havia antes de 1960 para os campos alemães?

Em terceiro lugar, a a “Avenida dos Justos {Avenue of the Righteous}” israelense terá permissão para árvores para aqueles que não atendem à aprovação do atual regime sionista como “justos {Righteous}”? Eles plantarão uma árvore para Adolf Eichmann, que era um sionista convicto e negociou o reassentamento de judeus húngaros na Palestina durante a guerra? Eles plantarão uma árvore para todas as mulheres e crianças palestinas que foram massacradas pela gangue de assassinos de Menachein Begin em Deir Yassin em 1948?


{Futuro Primeiro Ministro de Israel Menachem Begin (1913-1992), no centro de óculos, com o grupo terrorista israelense Irgun (1948) - Foto domínio público Wikipedia}.


Por último, é moralmente correto para uma gangue de assassinos e bandidos (o governo israelense) assumir o direito de alocar “justiça {righteousness}” para o resto do mundo? A atual nação israelense deve ser única no mundo hoje, pois é o único estado soberano a ser administrado por um governo contendo pelo menos três assassinos conhecidos: o primeiro-ministro, o ministro das Relações Exteriores e o ministro da Agricultura, para não falar do resto da gangue de bandidos no Knesset, como Flatto-Sharom, procurado na França por uma fraude bilionária. Agora ele tem nervos para tentar enviar gangues de assassinos para a França — o país que ele fraudou — para assassinar cidadãos franceses que por acaso caíssem em desfavor com o Knesset!

Essas são algumas perguntas que sua coluna “Perguntas e Respostas”" de alguma forma evitou não apenas responder, mas até mesmo fazer.

Sinceramente,

Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}

Tradução e palvras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}, Unanswered Correspondence, The Journal for Historical Review, outono de 1981, volume 2, número 3, páginas 201-202.

https://ihr.org/journal/v02p197_butz

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Correspondência não respondida {pela mídia – HomeNews (13 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 3 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – West Palm Beach Post (15 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 2 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – New Statesman – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 1 por David McCalden

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


quarta-feira, 31 de julho de 2024

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

 

Donald Neff

Em 4 de janeiro de 1948, terroristas judeus dirigiram um caminhão carregado de explosivos até o centro da cidade árabe de Jaffa e o detonaram, matando 26 pessoas e ferindo cerca de 100 homens, mulheres e crianças palestinos.1 O ataque foi obra do Irgun Zvai Leumi – a “Organização Militar Nacional”, também conhecida pelas letras hebraicas Etzel – o maior grupo terrorista judeu na Palestina. O Irgun era liderado pelo sionista revisionista Menachem Begin e vinha matando e mutilando árabes, britânicos e até judeus nos últimos dez anos, nos seus esforços para estabelecer um Estado judeu.

Esta campanha de terror significou que no cerne do Sionismo Revisionista existia uma aceitação filosófica da violência. Foi este legado de violência que contribuiu para o assassinato do primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, em 4 de novembro de 1995.

O Irgun não foi o único grupo terrorista judeu, mas foi o mais ativo em causar terror indiscriminado na Palestina pré-Israel. Até à altura do ataque de Jaffa, o seu feito mais espetacular tinha sido a explosão do Hotel King David em Jerusalém, em 22 de julho de 1946, com a morte de 91 pessoas – 41 árabes, 28 britânicos e 17 judeus.2

O outro grande grupo terrorista judeu que operou na Palestina na década de 1940 foi o Lohamei Herut Israel – “Combatentes pela Liberdade de Israel”, Lehi no acrônimo hebraico – também conhecido como Gangue Stern, em homenagem ao seu fanático fundador Avraham Stern. Dois dos seus ultrajes mais espetaculares incluíram o assassinato do secretário colonial britânico Lord Moyne no Cairo em 6 de novembro de 1944, e o assassinato do conde Folke Bernadotte da Suécia em Jerusalém em 17 de setembro de 1948.3

Ambos os grupos colaboraram no massacre de Deir Yassin, no qual cerca de 254 homens, mulheres e crianças palestinos foram mortos em 9 de abril de 1948. Os sobreviventes palestinianos foram conduzidos como antigos escravos pelas ruas de Jerusalém pelos terroristas celebrantes.4

Yitzhak Shamir foi um dos três líderes do Lehi que tomou a decisão de assassinar Moyne e Bernadotte. Tanto ele como Begin tornaram-se mais tarde primeiros-ministros e governaram Israel durante um total de 13 anos entre 1977 e 1992. Ambos eram líderes do sionismo revisionista, aquele grupo messiânico de ultranacionalistas fundado por Vladimir Zeev Jabotinsky na década de 1920. Ele profetizou que seria necessária uma “parede de ferro de baionetas judaicas” para ganhar uma pátria entre os árabes na Palestina.5 Seus seguidores interpretaram seu slogan literalmente.

Begin e os Revisionistas eram profundamente odiados pelos principais sionistas liderados por David Ben-Gurion. Ele rotineiramente se referia a Begin como nazista e o comparava a Hitler. Numa famosa carta ao The New York Times em 1948, Albert Einstein chamou o Irgun de “uma organização terrorista, de direita e chauvinista” que representava “ultranacionalismo, misticismo religioso e superioridade racial”.6 Ele se opôs à visita de Begin aos Estados Unidos. em 1949 porque Begin e o seu movimento equivaliam a “um partido fascista para quem o terrorismo (contra judeus, árabes e britânicos) e a deturpação são meios, e um ‘Estado líder’ é o objetivo”, adicionando:

Os grupos IZL [Irgun] e Stern inauguraram um reinado de terror na comunidade judaica palestina. Professores foram espancados por falarem contra eles, adultos foram baleados por não deixarem seus filhos se juntarem a eles. Através de métodos gangster, espancamentos, quebra de janelas e roubos generalizados, os terroristas intimidaram a população e cobraram um pesado ​​tributo.

Ben-Gurion considerava os revisionistas tão ameaçadores que pouco depois dele proclamar o estabelecimento de Israel em 14 de maio de 1948, ele demandou que as organizações terroristas judaicas se dispersassem. Em desafio, Begin procurou importar um enorme carregamento de armas a bordo de um navio chamado Altalena, o nome de pluma de Jabotinsky.7

O navio era um tanque de desembarque americano de excedente de guerra e foi doado ao Irgun pelo Comitê Hebraico para a Libertação Nacional de Hillel Kook, uma organização americana composta por apoiadores judeus-americanos do Irgun8. Mesmo naquela época, eram os judeus americanos a principal fonte de fundos para o sionismo. Embora poucos deles tenham emigrado para Israel, os judeus americanos foram generosos no financiamento do empreendimento sionista. Tal como em Israel, eles estavam divididos entre o sionismo dominante e o revisionismo. Um dos revisionistas mais conhecidos foi Ben Hecht, o jornalista e dramaturgo americano. Após um dos atos terroristas do Irgun, ele escreveu:9

Os judeus da América estão por vocês. Vocês são os campeões deles... Cada vez que você explode um arsenal britânico, ou destrói uma prisão britânica, ou manda um trem ferroviário britânico para o alto, ou rouba um banco britânico, ou lança suas armas e bombas contra traidores e invasores britânicos de sua pátria, os judeus da América fazem um pequeno feriado em seus corações.

O Altalena estava carregado com armas no valor de US$ 5 milhões, incluindo 5.000 rifles britânicos Lee Enfield, mais de três milhões de cartuchos de munição, 250 armas Bren, 250 armas Sten, 150 metralhadoras alemãs Spandau, 50 morteiros e 5.000 cartuchos, bem como 940 judeus voluntários. Ben-Gurion reagiu com fúria, ordenando que o navio fosse afundado no porto de Tel Aviv. Os bombardeios das forças armadas da nova nação incendiaram Altalena, matando 14 judeus e ferindo 69. Dois homens do exército regular foram mortos e seis feridos durante os combates.10 Begin estava a bordo, mas escapou de ferimentos. Mais tarde naquela noite, ele criticou Ben-Gurion como “um ditador maluco” e o gabinete como “um governo de tiranos criminosos, traidores e fratricidas”.11

O vice-comandante de Ben-Gurion no caso Altalena foi Yitzhak Rabin, o mesmo homem que, como primeiro-ministro, foi assassinado por um dos herdeiros espirituais do grupo terrorista Irgun de Menachem Begin. Durante toda a sua vida, e especialmente nos seus últimos anos, Rabin opôs-se aos judeus-americanos e aos seus aliados radicais em Israel, que continuaram a abraçar a filosofia do Irgun e que lutaram contra o processo de paz, ganhando assim o seu ódio duradouro.

Assim, no coração do Estado Judeu tem havido uma luta longa e violenta entre os principais sionistas e os revisionistas que continua até hoje. Apesar dos gritos após o assassinato de Rabin de que não era desconhecido que um judeu matasse um judeu, o ódio intramuros e a violência ocasional marcaram as relações entre os grupos competidores do sionismo.

O cerne desse conflito, que continua a dividir Israel e também os seus apoiantes americanos, reside nas diferentes filosofias de David Ben-Gurion e Vladimir Jabotinsky. Ambos eram da Europa Oriental, nascidos na década de 1880, e ambos buscavam um Estado judeu exclusivista. Mas enquanto Ben-Gurion era pragmático e secular, Jabotinsky era impaciente e messiânico, um líder que glorificou nas armadilhas heroicas do fascismo. Ben-Gurion estava normalmente disposto a aceitar menos agora para obter mais posterirormente e, portanto, contentava-se em aceitar a divisão da Palestina como um trampolim necessário para um Estado judeu maior. Jabotinsky, por outro lado, pregava impacientemente o direito dos judeus não apenas a toda a Palestina, mas a “ambos os lados do Jordão”, ou seja, a área combinada da Jordânia e da Palestina, ou como ele a chamava, Eretz Yisrael, a antiga terra de Israel.12

{Vladimir Yevgenyevich Zhabotinsky (1880-1940) líder judeu nascido no Império Russo, e promoveu a linha mais extremista do sionismo até então, o sionismo revisionista, implementando na Palestina o terrorismo judaico que atuava no Império Russo.}

Ben-Gurion era um realista rude que calculava cuidadosamente os seus movimentos com um olhar cauteloso relativamente aos interesses das grandes potências europeias e dos Estados Unidos. A revista Time, num perfil de Ben-Gurion em agosto de 1948, descreveu-o como “primeiro-ministro e ministro da defesa, líder trabalhista e filósofo, político teimoso, insociável e abrupto, um profeta que carrega uma arma.13 Escreveu seu biógrafo, Michael Bar-Zohar: “A obstinação e a dedicação total a um único objetivo foram os traços mais característicos de David Ben-Gurion.”14

Jabotinsky, por contraste, era extravagante e um admirador devoto do líder fascista italiano Benito Mussolini. Seu discípulo, Menachem Begin, descreveu-o como “um orador, um escritor, um filósofo, um estadista, um soldado, um linguista… Mas para aqueles de nós que fomos seus alunos, ele não foi apenas seu professor, mas também o portador de sua esperança.” O biógrafo de Begin, Eric Silver, acrescentou: “Havia um lado mais sombrio na filosofia [de Jabotinsky]: sangue, fogo e aço, a supremacia do líder, disciplina e cerimônia, a manipulação das massas, exclusividade racial como o coração da nação.15 Um dos slogans de Jabotinsky era: “Criaremos, com suor e sangue, uma raça de homens, fortes, corajosos e cruéis.”16

Jabotinsky morreu em 1940, e foi Menachem Begin quem transformou o seu nacionalismo selvagem em ação política prática. Begin concluiu: “O mundo não tem pena dos massacrados. Só respeita quem luta.” Ele inverteu a famosa máxima de Descartes, dizendo: “Lutamos, logo existimos.”17 Central para a perspectiva de Begin era o conceito do “judeu lutador”. Como ele escreveu:18

Do sangue, do fogo, das lágrimas e das cinzas, nasceu um novo espécime de ser humano, um espécime completamente desconhecido do mundo há mais de 1.800 anos, o “JUDEU COMBATENTE”. É axiomático que aqueles que lutam devem odiar…. Nós tínhamos que odiar, primeiro e mais que tudo, a terrível, antiga e indesculpável condição indefesa do nosso povo judeu, vagando através de milênios, através de um mundo cruel, para a maioria de cujos habitantes a condição indefesa dos judeus era um convite permanente para massacrá-los.

Destes primeiros líderes do sionismo (Ben-Gurion morreu em 1973 e Begin em 1992) surgiram os seus descendentes diretos no espectro político israelense. Rabin e o seu sucessor, Shimon Peres, foram ambos protegidos de Ben-Gurion e deram continuidade ao seu sionismo secular dominante. Do lado de Jabotinsky e de Begin, os seguidores têm sido Yitzhak Shamir, Ariel Sharon e, agora, Benjamin Netanyahu, o atual líder do Likud.

 

Estratégia de Rabin

Embora as duas principais facções do sionismo discordem em termos de tácticas, o seu objetivo final de manter um Estado judeu livre de não-judeus era o mesmo. Rabin explicou sua estratégia pouco antes de sua morte durante uma entrevista com Rowland Evans e Robert Novak:19

Eu acredito que os sonhos dos judeus durante dois mil anos de retornar a Sião eram construir um estado judeu e não um estado binacional. Portanto, eu não quero anexar os 2,2 milhões de palestinos que são uma entidade diferente de nós – política, religiosa, nacionalmente – contra a sua vontade de se tornarem israelenses. Portanto, eu vejo a coexistência pacífica entre Israel como um Estado Judeu – não em toda a terra de Israel, na maior parte dela, a sua capital é a Jerusalém unida, a sua fronteira de segurança o Rio Jordão – ao lado dela uma entidade palestina, menos que um Estado, que governa a vida dos palestinos. Não é governada por Israel. É governada pelos palestinos. O meu objetivo não é regressar às linhas pré-Guerra dos Seis Dias, mas criar duas entidades. Quero uma separação entre Israel e os palestinos que residem na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, e eles serão uma entidade diferente que governará a si mesma.

No vocabulário dos revisionistas, o objetivo era o mesmo, embora mais expansionista e expresso em palavras mais diretas e pugnadoras. O antigo Ministro da Defesa Ariel Sharon, um importante porta-voz da ala direita do sionismo, comentou em 1993: “Os nossos antepassados ​​não vieram aqui para construir uma democracia, mas para construir um Estado Judeu.”20

A ocupação de toda a Palestina, incluindo Jerusalém, na guerra de 1967 e a chegada ao poder, uma década depois, de Menachem Begin deram um impulso profundo ao revisionismo e à sua filosofia radical. Durante este período surgiu o incendiário Meir Kahane, um rabino nascido em Brooklyn que defendeu abertamente a remoção dos palestinos de toda a Palestina. Sob a influência da sua retórica inflamada, milhares de judeus americanos ortodoxos foram encorajados a emigrar para Israel como colonos em terras palestinas ocupadas, aumentando a radicalização da política israelense. Após o assassinato de Kahane em Nova Iorque, em 1990, por um árabe, o correspondente do New York Times, John Kifner, relatou que Kahane tinha sido bem sucedido no sentido de que muitas das suas ideias “tinham rastejado e penetrado na corrente central e condutora” em Israel.

O Dr. Ehud Sprinzak, um especialista israelense na extrema direita em Israel, observou: “Onde [Kahane] tem sido bem-sucedido é na mudança do pensamento de muitos israelenses em relação aos sentimentos antiárabes e à violência. Ele forçou os partidos mais respeitáveis ​​a mudar. Na década de 1970, Kahane estava num deserto político, mas na década de 1980 o centro mudou-se para Kahane.” Observou a Jewish Telegraph Agency: “O Rabino Kahane poderia morrer satisfeito porque a sua mensagem teve um impacto profundo e amplo em toda a sociedade israelense.”21

[Baruch Goldstein usava uma estrela de David amarela com a palavra alemã para “judeu” para mostrar a sua ardente preocupação pelas “lições do Holocausto” e o seu significado para todos os judeus. Hoje, muitos sionistas radicais reverenciam este assassino em massa de palestinos como um herói e mártir judeu.]

Em meados da década de 1990, mesmo as ideias violentas de Kahane pareciam um tanto brandas no contexto da política radicalizada de Israel. Uma nova estirpe de extremismo religioso foi adicionada às fileiras revisionistas. Isto se tornou óbvio em 25 de fevereiro de 1994, quando o Dr. Baruch Goldstein, nascido no Brooklyn, um discípulo de Kahane, entrou na mesquita Ibrahim, chamada de Caverna de Machpela pelos judeus, em Hebron e matou 29 e feriu mais de 150 fiéis palestinos.22 Enquanto Rabin e os sionistas trabalhistas o condenaram, Goldstein tornou-se um herói para os sionistas revisionistas. Um santuário foi feito em seu túmulo e um grupo de revisionistas cresceu chamado “Goldsteiners”. Eles são dedicados aos “ideais sublimes de Goldstein” e exortam “todos os verdadeiros judeus a seguirem seus passos”.23

Embora os revisionistas sempre tenham tido um elemento de messianismo religioso, os mais radicais dos seus atuais herdeiros provêm de judeus ortodoxos ultra-religiosos que são menos consumidos pela política do que pela religião.24 Eles acreditam que são mensageiros de Deus. Assim, o assassino de Rabin, Yigal Amir, citou a autoridade de Deus para explicar o assassinato.

Esta é uma mudança radical no arranjo mental – se não na violência – dos revisionistas tradicionais. Por exemplo, em 1943, Yitzhak Shamir ordenou o assassinato de um dos seus amigos sternistas mais próximos, mas apresentou uma lógica completamente diferente que nada tinha a ver com Deus. Principalmente o motivo resultou de razões políticas e táticas. Shamir escreveu nas suas memórias, In the Final Analysis, que o comandante do Stern Eliyahu Giladi se tinha tornado “estranho e selvagem” e queria disparar contra multidões de judeus e instou o assassinato de David Ben-Gurion, atos que teriam sido altamente impopulares. Escreveu Shamir: “Eu tive medo de que ele tivesse enlouquecido completamente. Eu sabia que tinha que tomar uma decisão fatídica e não a evitei.”25 Giladi foi morto a tiros nas costas em uma praia ao sul de Tel Aviv e seu assassino nunca foi encontrado.26

{Da esquerda para direita: Menachem Begin (1913-1992), então primeiro ministro de Israel em 1978, havia no século XX sendo um dos protagonistas de levar o terrorismo para a Palestina, ao liderar o grupo terrorista Irgun. De 1973 a 1981 ele representou o partido Likud no parlamento israelense, partido que atualmente governa Israel, reafirmando em seu terrorismo de Estado contra a Faixa de Gaza os antecedentes terroristas que formaram tal partido. Yitzhak Shamir (1915-2012), foi primeiro ministro de Israel em 1983-1984, sucedendo Menachem Begin, e em 1986-1982, precedido por Shimon Peres. Yitzhak Shamir foi um dos líderes do grupo terrorista Gangue Stern, e membro do também grupo terrorista Irgun, sendo assim outro primeiro ministro de Israel protagonista em levar o terrorismo para a Palestina. Yitzhak Rabin (1922-1995), foi primeiro ministro de Israel em 1974-1977 e em 1992-1995. Shimon Peres foi membro do grupo terrorista Haganah, precursor das Forças Armadas Israelenses, sendo outro primeiro ministro de Israel protagonista ao levar o terrorismo para a Palestina. Shimon Peres (1923-2016), foi primeiro ministro de Israel em 1984-1986 e em 1995-1996. Shimon Peres foi membro do grupo terrorista Haganah, precursor das Forças Armadas Israelenses, sendo outro primeiro ministro de Israel protagonista ao levar o terrorismo para a Palestina.}

Os novos revisionistas têm expandido agora o direito de matar reivindicado pelos primeiros revisionistas em nome do nacionalismo para incluir um direito divino. No final, eles estão menos interessados ​​em assuntos externos e internos do que em justificar os atos do homem a Deus. É uma mistura poderosa e inflamatória de nacionalismo e religião que é quase certo que conduzirá a mais violência, a menos que Israel seja capaz de olhar para a sua própria alma.

 

Leitura recomendada:

  • Bar-Zohar, Michael, Ben-Gurion: A Biography, New York: Delacorte, 1978. Begin, Menachem, The Revolt, Los Angeles: Nash, 1972. Bell, J. Bowyer, ‘/error Out of Zion, New York: St. Martin’s, 1977. Ben-Gurion, David, Israel: A Personal History, New York: Funk & Wagnalls, Inc., 1971.
  • Bethell, NicholasThe Palestine Triangle: The Struggle for the Holy Land, 1935-48, New York: G.P. Putnam’s Sons, 1979.
  • Brenner, Lenni, Zionism in the Age of the Dictators, Westport, Conn.: Lawrence Hill, 1983.
  • Brenner, Lenni, The Iron Wall: Zionist Revisionism from Jabotinsky to Shamir, London: Zed Books, 1984.
  • Halsell, Grace, Prophesy and Politics: Militant Evangelists on the Road to Nuclear War, Westport, Conn.: Lawrence Hill, 1986.
  • Khalidi, Walid (ed.), Before Their Diaspora: A Photographic History of the Palestinians 1876-1948, Washington, DC: Institute for Palestine Studies, 1984.
  • Khalidi, Walid, From Haven to Conquest: Readings in Zionism and the Palestine Problem until 1948, Washington, DC: Institute for Palestine Studies, second printing, 1987.
  • Marion, Kati, A Death in Jerusalem, New York: Pantheon, 1994.
  • Nakhleh, Issah, Encyclopedia of the Palestine Problem (2 vols.), New York: Intercontinental, 1991.
  • Palumbo, Michael, The Palestinian Catastrophe: The 1948 Expulsion of a People from their Homeland, Boston: Faber and Faber, 1987.
  • Rubinstein, Ammon, The Zionist Dream Revisited, New York: Schocken, 1984.
  • Sachar, Howard M., A History of Israel: From the Rise of Zionism to Our Time, Tel Aviv: Steimatzky’s Agency, 1976.
  • Silver, EricBegin: The Haunted Prophet, New York: Random House, 1984.
  • Tillman, Seth, The United States in the Middle East: Interests and Obstacles, Bloomington: Indiana Univ. Press, 1982.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Palavras entre colchetes pelo editorial do Institute for Historical Review

 Notas


1 Nota de Donald Neff: Sam Pope Brewer, New York Times, 5 de janeiro de 1948, e Walid Khalidi, Before Their Diaspora, página 316. Também ver Michael Palumbo, The Palestinian Catastrophe, páginas 83-4. Os relatórios iniciais colocaram o número de mortos em 34.

2 Nota de Donald Neff: Nicholas Bethell, The Palestine Triangle, página 263; Howard M. Sachar, A History of Israel, página 267. Detalhes sobre o bombardeio e a reação das autoridades britânicas estão em Nakhleh, Encyclopedia of the Palestine Problem, páginas 269-70.

3 Nota de Donald Neff: Nicholas Bethell, Palestine Triangle, páginas 181-87, 263; Howard M. Sachar, A History of Israel, página 267; Kati Marion, A Death in Jerusalem, página 208.

4 Nota de Donald Neff:  Walid Khalidi, From Haven to Conquest, páginas 761-78; Eric Silver, Begin, páginas 88-96; Issah Nakhleh, Encyclopedia of the Palestine Problem, páginas 271-72.

5 Nota de Donald Neff: Eric Silver, Begin, página 12.

6 Nota de Donald Neff: New York Times, 27 de novembro de 1948.

7 Nota de Donald Neff: Michael Bar-Zohar, Ben-Gurion, página 175.

8 Nota de Donald Neff: Eric Silver, Begin, página 98.

9 Nota de Donald Neff: Nicholas Bethell, The Palestine Triangle, páginas 308-9. Uma entrevista refletindo as visões de Hecht apareceu em The New York Times, 28 de maio de 1947.

10 Nota de Donald Neff: Eric Silver, Begin, página 108.

11 Nota de Donald Neff: Eric Silver, Begin, página 108.

12 Nota de Donald Neff: Em hebraico, Eretz Yisrael significa “Terra de Israel”, uma frase investida de fortes sentimentos nacionalistas.

13 Nota de Donald Neff: Time, 16 de agosto de 1948.

14 Nota de Donald Neff: Michael Bar-Zohar, Ben Gurian, páginas 77, xvii.

15 Nota de Donald Neff: Eric Silver, Begin, página 11.

16 Nota de Donald Neff: Elfi Pallis, “The Likud Party: A Primer,” Journal of Palestine Studies, inverno de 1992, página 45.

17 Nota de Donald Neff: Menachen Begin, The Revolt, páginas 36, 46. Também ver Seth Tillman, The United States in the Middle East, página 20.

18 Nota de Donald Neff : Menachen Begin, The Revolt, páginas xi-xii. Também ver Elfi Pallis, “The Likud Party: A Primer,” Journal of Palestine Studies, inverno de 1992, página 45.

19 Nota de Donald Neff: Roland Evans e Robert Novak, CNN, 1 de outubro de 1995.

20 Nota de Donald Neff: Menachem Shalev, Forward, 21 de maio de 1993.

21 Nota de Donald Neff: John Kifner, New York Times, 11 de novembro de 1990.

22 Nota de Donald Neff: David Hoffman, Washington Post, 28 de fevereiro de 1994.

23 Nota de Donald Neff: Khalid M. Amayreh, “Six Months On,” Middle East International, 9 de setembro de 1994.

24 Nota de Donald Neff: Grace Halsell, Prophecy and Politics, página 75, fornece uma excelente análise das crenças extremistas de Jabotinsky e seus seguidores e sua aliança com cristãos fundamentalistas americanos, como Jerry Falwell, líder da Maioridade Moral.

25 Nota de Donald Neff: Clyde Haberman, New York Times, 15 de janeiro de 1994.

26 Nota de Donald Neff: Glenn Frankel, Washington Post, 6 de novembro de 1995.

Fonte: The Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro. 1996 (Vol. 16, nº 1), páginas 42-45. Este item foi reproduzido da edição de janeiro de 1996 do The Washington Report on Middle East Affairs (Washington, DC).

https://ihr.org/journal/v16n1p42_neff.html

Sobre o autor:  Donald Neff (1930-2015) foi um jornalista e escritor americano. Neff serviu no exército de 1948 a 1950. Após os estudos universitários, na New York University, tornou-se jornalista em 1954 e, após vários cargos, ingressou no Los Angeles Times em 1960 e tornou-se correspondente em Tóquio. Durante 16 anos trabalhou para a revista Time, incluindo um período como chefe do escritório em Israel. Ele também trabalhou para o jornal diário Washington Star. Ele é o autor de Fallen Pillars: U.S. Policy Towards Palestine and Israel Since 1945 (1995), bem como da trilogia de 1988, Warriors at Suez: Eisenhower Takes America Into the Middle East in 1956Warriors for Jerusalem: The Six Days that Changed the Middle East, e Warriors Against Israel: America Comes to the Rescue.

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Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges

Será que Israel acabou de experimentar uma “falha de inteligência” ao estilo do 11 de Setembro? Provavelmente não. Aqui está o porquê - por Kevin Barrett

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Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

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Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber


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Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

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O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

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