Mostrando postagens com marcador Indústria do Holocausto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indústria do Holocausto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

{Investigação e metodologia histórica cada vez mais necessárias sobre o alegado holocausto} Carta de Berlim - por Otto Kanold e Mark Weber

 

Mark Weber


Eu ouvi falar pela primeira vez sobre a sua Conferência Revisionista em um relato bastante breve, de duas páginas, na edição 3/79 da Bauernschaft (outubro de 1979), publicada pelo meu amigo Thies Christophersen (D 2341 Mohrkirch). Eu vi um relato mais completo no South African Observer (Caixa Postal 2401, Pretória, África do Sul; novembro de 1979, pp. 11-15), publicação a qual eu recebo por via aérea.

Eu tenho conhecido vários dos participantes do seu encontro há alguns anos — alguns deles pessoalmente. Acima de tudo, eu troquei correspondência, nas décadas de 1950 e início da de 1960, com o ilustre Harry Elmer Barnes. Ele incentivou David L. Hoggan, autor de Der Erzwungene Krieg — livro que foi imediatamente condenado na Alemanha. Barnes também providenciou a tradução da obra para o alemão. Nós, alemães, devemos, acima de tudo, gratidão e respeito ao Prof. Barnes, pois, há mais de 50 anos, ele deu uma contribuição muito importante para refutar a mentira sobre a culpa da primeira guerra imputada ao Reich e ao povo alemães.

Eu possuo uma tradução em alemão de sua obra, Die Entstehung des Weltkrieges (The Origin of the World War), publicada em 1928 pela Deutsche Verlagsanstalt (Stuttgart, Berlim e Leipzig). Eu ainda estava na escola quando as potências vitoriosas impuseram a assinatura da paz ditada de Versalhes, mantendo o bloqueio de fome contra a Alemanha — que vitimou 100.000 crianças alemãs mesmo após o armistício de 11 de novembro de 1918 — e extorquindo da Alemanha o reconhecimento de culpa (Artigo 231) pela (Primeira) Guerra Mundial. Naturalmente, o governo do Reich e toda a opinião pública alemã já haviam empreendido uma campanha moral em escala mundial contra essa mentira da culpa pela guerra.

De volta aquele então, todas as facções do nosso povo estavam unidas na necessidade urgente de resistir ou refutar a mentira da culpa pela guerra contida no Artigo 231 do “tratado” de Versalhes. Sob a liderança ativa dos governos do Reich, independentemente de partido político, essa resistência foi conduzida sobre os fundamentos da ciência histórica. Historiadores alemães e estrangeiros trabalharam em conjunto; entre estes últimos, Harry Elmer Barnes foi o maior e mais importante. O governo do Reich, à época, prestou-lhe grandes honras e — fato significativo — ficou comprovada a inocência em relação à mentira da culpa pela guerra propagada pelas potências vitoriosas do Kaiser Guilherme II, uma personalidade de ideologia muito distinta da do governo republicano (“Weimar”). Em 18 de setembro de 1927, o presidente do Reich, Paul von Hindenburg — homem que, como Marechal de Campo, havia libertado a Prússia Oriental da ocupação russa na Batalha de Tannenberg, no início da Primeira Guerra Mundial —, denunciou solenemente, perante o mundo inteiro, a mentira de Versalhes sobre a culpa pela guerra. Barnes havia sido o arauto dessa causa!

Desde então, essa denúncia tem sido provada inúmeras vezes condizente com a verdade histórica e obteve reconhecimento internacional.

Nós, alemães, temos, portanto, uma “experiência” (bem-sucedida!) no combate a mentiras! Mas quão diferente é a situação hoje. Antes de tudo, ainda não foi celebrado um “tratado de paz” com a Alemanha. Em vez disso, perdura um estado de armistício. Pois, durante e após a Primeira Guerra Mundial, a “opinião pública” mundial tornou-se cem vezes mais “refinada” e assumiu a sua forma mais virulenta. Os tratados com as potências ocidentais levaram à criação da República Federal da Alemanha e levaram o Prof. Theodor Eschenburg, da Universidade de Tübingen (já aposentado), a declarar que “a tese da culpa exclusiva da Alemanha pela Segunda Guerra Mundial é o fundamento de toda a política de Bonn”. Assim, Bonn coloca uma ideologia baseada na tese da “libertação” do Nacional-Socialismo acima da verdade histórica. Que contraste em relação a “Weimar”!

“Uma costura dupla segura melhor”, dizemos nós. A essa mentira somou-se a mentira sobre os seis milhões de judeus mortos, que parece ser o tema principal da sua conferência.

A mentira dos seis milhões foi planejada muito antes do que imaginam muitos dos mais entusiastas daqueles que a combatem. O mesmo ocorreu com a máquina de propaganda mundial que, hoje — particularmente na Alemanha —, consolida a mentira cada vez mais. Veja a fotocópia anexa de Gefesselte Justiz/Die Krankheit Unserer Zeit (Chained justice — the Sickness of our Times) {Justiça Acorrentada — A Doença de Nosso Tempo}, do Prof. Dr. Friedrich Grimm. Ele relata uma conversa com um propagandista inimigo (que provavelmente era Sefton Delmer). Todos devem levar isso de coração e levar em consideração se quiserem que haja alguma defesa bem-sucedida contra a mentira da culpa pela Segunda Guerra Mundial e a mentira dos seis milhões.

Os poderes quem mentem têm aprendido a lidar com a derrota sofrida em sua tentativa de falsificar a história após a Primeira Guerra Mundial. Portanto, em resposta aos seus métodos imensamente mais sofisticados, devem ser encontrados e aplicados métodos igualmente novos e eficazes em defesa da verdade.

Eu devo mencionar que os “palcos” onde se desenrolam os esforços de resistência contra a mentira dos “seis milhões” incluem a repressão, a perseguição e outras medidas semelhantes contra indivíduos que lutam pela verdade. A fotocópia anexa, extraída do jornal Die Welt de 31 de outubro de 1979, relata o que talvez seja a mais recente dessas iniciativas: “Em uma decisão fundamental, a Suprema Corte Federal definiu o ato que constitui difamação: Qualquer que determine o genocídio como fictício...”

Deve haver também uma maneira de enfrentar judicialmente a alegação (a qual é aparentemente não explicada em detalhe na decisão) de que a documentação relativa ao extermínio de milhões de judeus é “avassaladora”. É verdade que, como um homem simples do povo e — conforme mencionado antes — alguém que não pertence ao meio acadêmico, eu não posso aconselhar sobre a melhor forma de proceder a esse respeito.

Em qualquer caso, nós, alemães, teremos de contar ainda mais com os esforços de combatentes não alemães pela verdade do que ocorreu após 1918-19. Especialmente por não estarem sujeitos às restrições impostas aos historiadores alemães, as verdades que eles apresentam não devem apenas ser publicadas, mas também disponibilizadas aos mais amplos círculos possíveis na Alemanha, utilizando-se os métodos e técnicas mais adequados a esse povo (o que implica atentar para detalhes como o formato do livro, as melhores traduções possíveis para o alemão, etc.).

Um método realmente de movimento insidioso, atualmente em uso, é a prática bem conhecida de colocar no “Índice de escritos perigosos para a juventude” livros — de outra forma irrefutáveis ​​— que contrapõem a verdade histórica às alegações de Bonn (e, naturalmente, também de Berlim Oriental). Eles sabem muito bem quais são as consequências disso para as editoras. Além disso, em Bonn, acredita-se que essa inclusão de livros em listas restritivas esteja em harmonia com o Artigo 5º da nossa Lei Fundamental (Constituição) no que diz respeito à liberdade de expressão!! (Como indivíduo, eu não sei como lidar com essa situação.) Não obstante, por favor considere as seguintes reflexões e a possibilidade de colocá-las em efeito:

Há mais de 450 anos, a Igreja Católica incluiu a obra Sobre as Revoluções das Esferas Celestes — escrita pelo astrônomo (alemão) Nicolau Copérnico — no Index de livros proibidos. (Ele só permitiu a publicação pouco antes de sua morte, mas a obra há muito se tornara patrimônio comum de todas as pessoas cultas!) Essa proibição foi mantida por 300 anos. E mesmo quando Kepler reconfirmou a tese copernicana, um século mais tarde, a Igreja continuou a negá-la por séculos! Pode-se perguntar hoje: era realmente tão importante para a Igreja suprimir as descobertas de Copérnico? Afinal, tratava-se apenas de um erro (reconhecidamente explicável) mantido por séculos!! Hoje, no entanto, mentiras conhecidas são mantidas por meio de um Index — especificamente aquelas sobre milhões de judeus gaseados!

Uma mudança de técnica para pior: as mentiras sobre a culpa da guerra de 1918-19 contrastadas com aquelas de 1945, e a busca pela verdade de 450 anos atrás em contraste com a de hoje!

Mas isso também é evidência para a importância de utilizar novos métodos para enfrentar as mentiras! Durante os 30 anos passados, deveria ter sido possível fortalecer continuamente a resistência contra as mentiras; isso mostra, porém, que isso não deve tomar mais 300 anos até que os mentirosos capitulem!

Atenciosamente

Otto Kanold

 

Resumo do Anexo # 1

(Fotocópia das pp. 146-48 da obra Politische Justiz, do Prof. Dr. Friedrich Grimm, publicada pela primeira vez em 1953.)

O Prof. Grimm relata uma conversa ocorrida em 1945 com “um importante representante do outro lado (Aliado)” que “se apresentou como professor universitário de seu país.” Ambos discutiram a propaganda aliada sobre atrocidades cometidas pela Alemanha — propaganda que o professor aliado admitiu não era fatual. O professor aliado afirmou que a verdadeira campanha de propaganda sobre atrocidades começaria agora que a guerra havia terminado e seria progressivamente intensificada “até que ninguém jamais aceitasse uma palavra positiva sobre os alemães, até que qualquer vestígio de simpatia existente em outros países fosse completamente destruído e até que os próprios alemães ficassem tão confusos a ponto de não saberem mais o que estavam fazendo”.

 

*********

Resumo do Anexo # 2

(O artigo do jornal Die Welt, de 31 de outubro de 1979, contém trechos da decisão da Suprema Corte Federal (Bundesgerichtshof) concernindo a negação do “Holocausto.”)

O tribunal decidiu que “quem nega o assassinato de judeus no Terceiro Reich difama cada um deles. Tais declarações atingem, em primeiro lugar, as pessoas nascidas após 1945 que, sendo judias (integralmente ou em parte), teriam sido perseguidas no Terceiro Reich.” O tribunal também decidiu que declarações que negam o “Holocausto” não estão protegidas pelas garantias constitucionais de liberdade de expressão, pois tais declarações são falsas. “A documentação sobre o extermínio de milhões de judeus é avassaladora.”

O acusado neste caso afixou em uma parede um panfleto que classificava o “Holocausto” como uma “fraude sionista”. O acusado concedeu que alguns milhões de judeus poderiam ter sido mortos, mas alegou que as afirmações sobre seis milhões de judeus assassinados eram infundadas. O tribunal declarou que a ação do acusado foi difamatória, independentemente de quantos judeus tenham morrido, pois “atacou a imagem do ser humano como personalidade,” de maneira muito semelhante àquela praticada no “Terceiro Reich.” O tribunal decidiu ainda que, devido às Leis de Nuremberg (de preservação racial), que “privaram os seres humanos de sua individualidade... criou-se uma relação especial entre os judeus que vivem na República Federal (da Alemanha) e seus concidadãos. Nesse contexto, a ação (sob revisão) é relevante hoje.”

O tribunal decidiu também que deve ser considerado um “um fato concedido” que “existe uma responsabilidade moral especial de todos os outros” frente aos judeus. Essa responsabilidade é parte da dignidade de todo judeu, afirmou o tribunal. “Para a pessoa assim afetada, isso significa a continuidade da discriminação contra o grupo de seres humanos ao qual ele/ela pertence e, consequentemente, diretamente contra seu/sua própria pessoa...”

“A tentativa de justificar, atenuar ou negar esses eventos (o ‘Holocausto’) também significa desrespeito para com essa pessoa (afetada).”

*********

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Letter From Berlin, por Otto Kanold & Mark Weber, The Journal for Historical Review, Volume 1, nº 2, Summer 1980.

https://ihr.org/journal/v01p141_kanold

Sobre os autores: Otto Kanold dirigia uma agência de publicidade para indústria de transporte e navegação na Berlim Ocidental.

Sobre o autor: Mark weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Europeia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do Institute for Historical Review, um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado. Foi por anos editor do The Journal for Historical Review. Em março de 1988, ele testemunhou por cinco dias no Tribunal Distrital de Toronto como uma testemunha especialista reconhecida na política judaica da Alemanha durante a guerra e na questão do Holocausto.

___________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

Sobre os Usos da História - por Willis A. Carto

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Caso Faurisson {polêmicas levantadas por refutarem a narrativa do alegado Holocausto} - por Arthur R. Butz

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka


Sobre as questões periciais, forenses e técnicas referentes ao alegado holocausto ver:

Como os britânicos obtiveram as Confissões de Rudolf Höss - parte 1 - por Robert Faurisson (demais partes na sequência do próprio artigo)

Os Julgamentos de Zündel (1985 e 1988) - {parte 1 - julgamentos de 1985} - Robert Faurisson

Prefácio de Dissecando o Holocausto - Edição 2019 - Por Germar Rudolf

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo)

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte I - por Reinhard K. Buchner (demais partes na sequência do próprio artigo)

As fornalhas de cremação de Auschwitz - parte 1 - por Carlo Mattogno e Franco Deana (demais partes na sequência do próprio artigo)

O valor do testemunho e das confissões no holocausto - parte 1 - Por Germar Rudolf (primeira de três partes, as quais são dispostas na sequência).

Vítimas do Holocausto: uma análise estatística W. Benz e W. N. Sanning – Uma Comparação - {parte 1 - introdução e método de pesquisa} - por German Rudolf (demais partes na sequência do próprio artigo)

O Holocausto em Perspectiva - Uma Carta de Paul Rassinier - por Paul Rassinier e Theodore O'Keefe

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

Confissões de homens da SS que estiveram em Auschwitz - por Robert Faurisson - parte 1 (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber


sábado, 22 de agosto de 2026

Sobre os Usos da História - por Willis A. Carto

 

Willis A. Carto


(Apresentado na Conferência Revisionista de 1981)

Eu suponho que alguém pode tornar-se bastante pessimista e desanimado diante da maneira como a verdade objetiva é distorcida e escondida para propósitos de interesses políticos e econômicos; mas há uma lição profunda a ser aprendida com esse fato. Não há razão para desânimo se aprendermos, com a musa da História, como ela tem sido perseguida e maltratada durante sua vida eterna.

A distorção da história, quando tomada em seu contexto histórico, certamente não é um fenômeno novo nem recente; é tão antiga quanto a própria linguagem. Como Spengler, Yockey e muitos outros deixam bem claro, não existe — e nunca existiu — uma fronteira definida entre a história como fato e a história como mito. Na verdade, na maioria dos casos, é praticamente impossível determinar onde uma termina e a outra começa.

Hoje, é fácil para nós acreditar, como americanos do século XX, que as ilhas do Japão não foram realmente formadas por gotas caídas da espada do deus do sol; mas observemos o seguinte: é muito mais provável que rejeitemos essa crença não por ela ser inerentemente absurda, mas sim por ser japonesa — e nós não o sermos.

Em outras palavras, é a nossa cultura que condiciona nossas mentes a aceitar ou rejeitar fatos como história ou como mito — e não, em grande parte, os fatos objetivos em si mesmos, e se você tiver alguma dificuldade com esse conceito, pense na descoberta das placas de ouro por Joseph Smith, no milagre de Fátima ou até mesmo no nascimento virginal de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Como cristãos, nós temos nossa própria parcela de fatos históricos que estão sujeitos a dúvidas por parte de outros.

Na luz das necessidades da cultura, nós podemos ver claramente que a história como mito não é, necessariamente, algo ruim em si. O propósito histórico da cultura é proporcionar unidade a um povo, pois a unidade traz estabilidade, ordem e, talvez, progresso. É essencial que um povo concorde quanto a uma interpretação do passado — uma interpretação que, obviamente, deve retratá-lo como admirável, e não desprezível; superior, e não inferior; nobre e corajoso, e não ignóbil e covarde. A história deve ser um espelho de si mesmo; quando não o é, significa que foi distorcida. Assim, da dupla necessidade de possuir uma história e de torná-la uma boa história, os mitos nascem. É um processo tão antigo quanto a própria linguagem.

Então nós podemos ver que a distorção histórica nasce das necessidades da própria cultura. Talvez nós possamos relevar o mito japonês sobre a origem do Japão como uma história inofensiva que — juntamente com toda uma gama de outros mitos — serviu de base para o desenvolvimento do povo japonês e para o florescimento de uma das culturas mais magníficas do mundo. Para o melhor ou para o pior, os mitos históricos japoneses ajudaram a criar o Japão, assim como os mitos cristãos e judaicos ajudaram a criar a Europa e a América que nós conhecemos. O ponto é que nós devemos julgar o mito histórico julgando seus produtos históricos, e não pelo seu conteúdo de fatos objetivos. O qual é outra maneira de dizer que as mentiras históricas são a norma.

Agora que nós temos feito essa observação, por favor note que nós não temos dito, e nós nem dizemos que mentiras, por elas mesmas, são tudo o que se encontra na história. O que nós encontramos é uma mistura de mentira e fato. Por exemplo, nós sabemos o fato objetivo de que Abraham Lincoln está morto. Analisando mais de perto, nós temos motivos para acreditar que ele foi baleado à queima-roupa no Teatro Ford, na noite de 14 de abril de 1865, por John Wilkes Booth. Isso é o que nós sabemos. Nós achamos.

É o que nós não sabemos que preocupa os estudiosos revisionistas. A interpretação ortodoxa desse evento é que Booth era um sulista obstinado que vingou a derrota da Confederação. Talvez seja verdade, mas há um século existem especulações sobre quem mais poderia estar envolvido e — o mais importante de tudo — qual teria sido o verdadeiro motivo, se é que houve outro motivo além do ódio simples e direto de Booth.

Para o propósito da democracia, é bom que Booth continue sendo visto como um “assassino solitário” — e você já ouviu essa frase antes. Assim, uma interpretação mais incisiva do ato não desperta muito interesse no sistema político estabelecido, exceto por permitir especulações ociosas de que Booth não foi morto por seus perseguidores, mas viveu o resto da vida roubando trens sob o pseudônimo de Jesse James.

Ora, não é realmente significativo para o nosso destino se Jesse James era ou não John Wilkes Booth. Tais curiosidades rendem bons livros, filmes e histórias, pois servem mais para entreter do que para instruir. A questão adentra no mítico — e por um lado inofensivo, vale ressaltar, visto que mitos podem ser prejudiciais, inofensivos ou até mesmo benéficos. A dúvida sobre a verdadeira identidade de Booth é aquele tipo de questão enganosa que serve para entreter produtores de Hollywood, cartunistas e historiadores do sistema político estabelecido, mas que carece totalmente de relevância quando nós consideramos os motivos de maior peso que podem ter figurado o evento.

Tem sido sussurrado por muitos anos que o assassinato de Lincoln resultou lucros bilionários para banqueiros determinados a impedir que a emissão de Greenbacks — papel-moeda emitido pelo governo ao custo de nenhum juros para os contribuintes, em vez de cédulas emitidas por bancos privados mediante cobrança de juros — se tornasse uma prática nacional; tal prática teria custado aos banqueiros não apenas lucros monetários, mas também o controle sobre a política econômica e governamental. E eu digo “sussurros” porque a quantidade de livros que levantam questões como essas — em comparação com o volume de livros os quais falham em tais questões, devido ao preconceito do sistema político estabelecido — é infinitesimal.

{O presidente dos EUA Abraham Lincoln (1809-1865) é um exemplo de assassinato em que os contexto mais profundo é evitado de ser abordado, inclusive nas produções de Hollywood, precisamente no que concerne o plano de A. Lincoln de papel moeda sem juros (denominados de Greenbacks), o que desafiava o sistema financeiro internacional, proeminentemente liderado e composto pelo judaísmo internacional, na época, pelas casas bancárias Rothschild, Sassoon, Warburg entre outras tantas, sediadas principalmente em Londres. Trata-se de que tanto Hollywood como o sistema financeiro internacional, ambos controlados pelo judaísmo internacional, não querem que as pessoas compreendam o papel deletério para os povos que tem o sistema financeiro baseado em juros.}

Aqui agora está o ponto central de tudo isso. Uma interpretação da história que atribui o devido e omitido peso ao papel oculto dos banqueiros nos assuntos públicos é totalmente incompatível com o nosso atual sistema, dito “democrático” — o qual, em sua essência, é simplesmente o domínio de um consenso formado por grupos de pressão minoritários e de interesses específicos, e certamente não um governo do povo, pelo povo e para o povo; e os banqueiros desempenham um papel central nessa coalizão. Assim, o mito do “assassino solitário” encaixa-se na democracia, enquanto o mito da “conspiração” ou dos “banqueiros” encaixa-se no populismo; contudo, talvez nunca saibamos qual interpretação representa a verdade objetiva, ou se existe alguma outra interpretação que o seja. Por exemplo, aos olhos dos republicanos abolicionistas — ou “liberais” —, Lincoln era um obstáculo à Reconstrução. Para os comunistas, o assassinato de Lincoln foi, talvez, obra de industriais do Norte que o viam como um entrave aos seus planos de reduzir os salários dos trabalhadores. As formas de se utilizar a história são infinitas.

O mito mais difundido e prejudicial da atualidade é, naturalmente, o do chamado “Holocausto” e todas as fábulas a ele associadas. Graças às pesquisas de um pequeno grupo de homens extremamente corajosos — que literalmente arriscaram suas carreiras e vidas para documentar a verdade —, nossa compreensão não apenas da Segunda Guerra Mundial, de suas causas, eventos e desfecho, tem sido aprimorada, mas algo mais: nossa Weltanschauung {visão de mundo} atual difere drasticamente da visão daqueles que não são tão esclarecidos quanto nós. O mito do Holocausto tem beneficiado seus propagadores como poucas mentiras na história têm feito. Nós, contribuintes das nações ocidentais, enviamos quantias incalculáveis ​​de bilhões para Israel por causa desse mito. Os criadores do mito lucraram, ao contrário daqueles que têm sido e estão sendo vitimados por ele. Além do ônus financeiro, um problema ainda mais grave é o perigo constante de uma guerra nuclear, visto que estamos militarmente envolvidos no Oriente Médio apenas para proteger Israel. Talvez este exemplo nos permita ver como as mentiras provocam guerras, pois a culpa por um conflito nuclear no Oriente Médio recairá exclusivamente sobre aqueles que, neste momento, lucram com a mentira do “Holocausto.”

Como o Institute for Historical Review se encaixa nesse cenário? Nosso lugar é certo. Há um vácuo na historiografia que precisa ser preenchido, e é isso que nós estamos fazendo. Nós vemos a história como parte de nossa cultura ocidental — não como uma arma política para fanáticos de minorias, nem como um grito de guerra para políticos ambiciosos, fabricantes de armas e belicistas, nem como algo confinado a uma “torre de marfim” (um compartimento segregado e desconectado de conhecimento arcano). Nós estamos aqui para garantir que aqueles que desejam usar a história para servir aos seus próprios fins egoístas sejam confrontados e refutados por pesquisas acadêmicas; pois nós acreditamos que os melhores, mais úteis e mais duradouros mitos históricos baseiam-se em fatos, não em mentiras.

Como revisionistas, nós compreendemos claramente a importância fundamental do nosso trabalho. As mentiras do passado estão transformando rapidamente o nosso mundo em uma selva, justamente quando nossos cientistas e técnicos estão abrindo um universo de possibilidades infinitamente expandido. O golfo entre o nosso sistema político estabelecido corrupto e em putrefação e a nossa ciência física já se mede em anos-luz, e a velocidade com que se afastam um do outro só aumenta. Mas é justamente isso que nos dá a promessa e a certeza de que o futuro nos reserva uma vitória incondicional; pois, na guerra entre um sistema social corrupto e agonizante e a tecnologia, a tecnologia deve inevitavelmente vencer. O declínio de sistemas sociais doentes e retardados é a própria matéria da história — algo que já ocorreu mil vezes —, ao passo que o ímpeto do progresso tecnológico é agora tão poderoso e irresistível que nada pode contê-lo.

Nesse sentido, nós, revisionistas, estamos fazendo muito mais do que simplesmente “estabelecer corretamente o passado”, como dizem; nós estamos fazendo mais do que servir de contraponto à mídia, mais do que defender fisicamente a Primeira Emenda com nossos próprios corpos, mais do que educar os educadores e até mais do que simplesmente dizer a verdade. Nós estamos literalmente construindo de fato as fundações para o futuro — um futuro o qual será baseado em mitos construtivos, e não destrutivos; em um corpo de moralidade e moras sociais, baseados no que é bom para os povos do Ocidente, em vez daquilo que favorece grupos de pressão de minorias, banqueiros, ideologias distorcidas ou interesses alienígenas.

Os usos da história são muitos e variados. Nossa tarefa, tal como eu a compreendo, é supervisioná-la de modo que ela seja utilizada de responsável e construtivamente.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: On the Uses of History, por Willis A. Carto, The Journal of Historical Review, vol. 3, nº1, pp. 27-30.

https://vho.org/GB/Journals/JHR/3/1/Carto27-30.html

Sobre o autor: Willis A. Carto (1926-2015) desde jovem se interessou por política e Robert R. McCormick do Chicago Tribune foi uma importante influência inicial. Ainda na juventude publicou em sua editora caseira o jornal Canteen Chronicle. Servindo nas forças armadas americanas W. A. Carto combateu nas Filipinas, o que lhe rendeu as condecorações militares Purple Heart e Combat Infantry Badge. Ele frequentou a graduação em Direito por cinco semestres, mas não concluiu a graduação. A partir da década de 1950 foi um ativista nacionalista, um defensor da Primeira Emenda, sendo uma liderança na National Youth Alliance, National Alliance. Ele ainda contribuiu na fundação Populist Party. Também dirigiu vários periódicos, incluindo Right, Liberty Letter, The American Mercury, The Spotlight e American Free Press, entre outros. A partir da década de 1960 W. A. Carter passou a admirar o trabalho de Francis Parker Yockey e divulgar a obra deste através da fundação de sua editora, a Noontide Press. A partir de então W. A Carto entrou em atrito com o judaísmo internacional, particularmente com a Anti-Defamation League.  Em 1979 ele fundou o Institute for Historical Review. Em um 1994, após dissenções de anos com membros do Institute for Historical Review, ele funda a The Barnes Review.

___________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Nota sobre o Revisionismo de Ontem e de Hoje - por Harry Elmer Barnes

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Para quem há história? - por Mykel Alexander

As mentiras que formam nossa consciência e a falsa consciência histórica - por Paul Craig Roberts

Desnacionalização da Economia {Por que a economia no Nacional-Socialismo Alemão (nazismo) foi odiada pelos Aliados?} - Por Salvador Borrego

Líbia: trata-se do petróleo ou do Banco Central? - Por Ellen Brown

Expondo a agenda Líbia: uma olhada mais de perto nos e-mails de Hillary - por Ellen Brown

O mito da Venezuela que nos impede de transformar nossa economia - por Ellen Brown

As mentiras sobre a Segunda Guerra Mundial - Paul Craig Roberts

Hitler queria Guerra? - Por Patrick Joseph Buchanan

As origens da Segunda Guerra Mundial - Por Georg Franz-Willing

100 anos depois que os EUA se envolveram na Primeira Guerra Mundial. É hora de saber porque - Por Robert E. Hannigan

A Guerra de Hitler - por David Irving

Hitler por Winston Churchill


domingo, 7 de setembro de 2025

Cúpula do Holocausto em 2026 - por Germar Rudolf, Presidente; Dr. David Skrbina, Consultor; Dr. Kolton Cole, Consultor

 

 Germar Rudolf 


É com grande entusiasmo que a recém-criada Academia do Holocausto ARMREG anuncia a Cúpula do Holocausto ARMREG de 2026. O objetivo da Cúpula do Holocausto é oferecer a todos aqueles preocupados com a dogmatização e o uso político indevido da historiografia do Holocausto um fórum para apresentar seus resultados de pesquisa, opiniões e visões a uma comunidade online.

O uso e o abuso do Dogma do Holocausto para políticas beligerantes e atrozes no Oriente Médio, e para a supressão da liberdade de expressão em países ocidentais, tornaram-se cada vez mais evidentes para milhões de pessoas em todo o mundo. Nunca antes as massas foram tão receptivas a visões críticas e céticas sobre como a história é mal utilizada e distorcida para fins políticos. O número de pessoas dispostas a desafiar o último tabu do Ocidente disparou. O público em geral está pronto para confrontar aberta e descaradamente a narrativa ortodoxa do Holocausto. Portanto, chegou a hora de uma conferência.

David Skrbina 

Nossa conferência virtual transmitida ao vivo começará por volta de 27 de janeiro de 2026, data escolhida para um evento decisivo que contribuiu para a formação do Dogma do Holocausto, a “libertação” de Auschwitz.

A conferência terá duração de 1 a 3 dias, dependendo do número de artigos submetidos e aceitos. Os palestrantes terão aproximadamente 30 minutos para fazer suas apresentações em uma sessão online, com 15 minutos de perguntas e respostas com um moderador. As apresentações podem ser apenas verbais ou acompanhadas por uma apresentação em PowerPoint.

Para se candidatar a uma vaga como palestrante, envie um breve resumo até 1º de novembro de 2025 , além de uma breve biografia (obrigatória) e uma foto de retrato (opcional). As inscrições serão avaliadas com base nisso pelo nosso presidente e orientadores acadêmicos. Os palestrantes aceitos serão informados até 15 de novembro de 2025.

Os artigos são aceitos para os três tópicos a seguir

Holocausto e História: Tabu entre Dogma e Dissidência.

Para esta seção, os artigos devem se concentrar no registro histórico real: nas diversas maneiras pelas quais este evento foi definido por historiadores; em descobertas – novas e antigas – que corrigem o registro estabelecido e nossa compreensão dele; em como a historiografia do Holocausto foi revisada ao longo do tempo por estudiosos ortodoxos e céticos.

Holocausto e política: a história como arma

Nesta seção, os artigos devem se concentrar no uso e no uso indevido do Holocausto para fins políticos: para imunizar minorias da moda de críticas, promover certas agendas políticas, instigar guerras e desculpar ou até mesmo negar genocídios em andamento.

Holocausto e Direitos Humanos: A História como Mordaça.

Nesta seção, os artigos devem se concentrar no uso indevido do Holocausto para privar minorias fora de moda, limitar a liberdade de expressão, queimar livros e encarcerar dissidentes. Serão bem-vindos artigos sobre destinos individuais de dissidentes, situações em países específicos, questões gerais de direitos civis ameaçadas por tabus históricos e sobre a criação de “tabus satélites” com a subsequente censura, que se dissemina a partir do tabu central do Holocausto.

Envie seu breve resumo da apresentação que você gostaria de fazer para: email@HolocaustAcademy.com

Após o evento, planejamos publicar os “Anais da Cúpula do Holocausto de 2026” (em formato impresso e e-book gratuito) com todas as apresentações incluídas. Solicitamos (opcional) que, para inclusão nestes Anais, todos os palestrantes enviem um artigo escrito com base em sua apresentação até o final de março de 2026, no máximo. O artigo deve ter no máximo 60.000 caracteres (sem contar notas de rodapé/fim). Todos os palestrantes concordam em ter sua apresentação, ou, quando enviado, artigo escrito, incluído nos próximos “Anais da Cúpula do Holocausto de 2026” impressos, sem o pagamento de royalties.

Junte-se a nós na criação de um mundo para sempre livre do Dogma do Holocausto!

 

Consultores acadêmicos da Cúpula do Holocausto da ARMREG de 2026

Germar Rudolf, Presidente   

Dr. David Skrbina, Consultor           

Dr. Kolton Cole, Consultor  

 

Organizadores da Cúpula do Holocausto ARMREG 2026

Academia do Holocausto, www.HolocaustAcademy.com

Comitê para Debate Aberto sobre o Holocausto, www.CODOH.com

Revista de Mídia de Pesquisa Acadêmica Education Group Ltd, www.Armreg.co.uk

Tradução por Marcelo Franchi

Fonte: Cúpula do Holocausto em 2026, por Germar Rudolf, Dr. David Skrbina, Dr. Kolton Cole, 28 de agosto de 2025, Inacreditável.

https://inacreditavel.com.br/wp/cupula-do-holocausto-em-2026/

Sobre os autores:

Germar Rudolf nasceu em 1964 em Limburg, Alemanha. Ele estudou química na Universidade de Bonn, onde ele graduou-se em 1989 com um diploma comparável ao grau de PhD no EUA. De 1990 – 1993 ele preparou uma tese de PhD (na graduação alemã) no Instituto Max Planck, paralelo a isso Rudolf preparou um relatório especial sobre as questões químicas e técnicas das alegadas câmaras de gás de Auschwitz, The Rudolf Report. Como a conclusão era de que as instalações de Auschwitz e Birkenau não eram para propósitos de extermínio em massa ele teve que enfrentar perseguições e encontrou exílio na Inglaterra onde fundou a editora Castle Hill. Por pressão do desgoverno alemão por extradição ele teve que fugir em 1999 para o EUA em busca de asilo político. No EUA casou e tornou-se cidadão americano em 2005, mas imediatamente a isso foi preso e subsequentemente deportado para Alemanha onde cumpriu 44 meses de prisão por seus escritos acadêmicos, muitos deles feitos no EUA onde não são ilegais. Atualmente ele reside no norte do estado de Nova York. Entre suas principais obras estão:

Dissecting the Holocaust, 1ª edição 2003 pela Theses & Dissertations Press, EUA. 3ª edição revisada, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 2019.

The Chemistry of Auschwitz: The Technology and Toxicology of Zyklon B and the Gas Chambers – A Crime-Scene Investigation, Castle Hill, Uckfield (East Sussex), 3ª edição revisada e expandida (março de 2017).

Lectures on Holocaust (1ª ed. 2005) 3ª edição revisada e expandida, Castle Hill, Bargoed, 2023.

 

David Skrbina – pseudônimo de Thomas Dalton, (1960-) é professor sênior de filosofia na Universidade de Michigan em Dearborn. Suas áreas de pesquisa incluem filosofia da mente, filosofia da tecnologia e ética ambiental. Ele é autor de Panpsychism in the West (MIT Press—2ª edição, 2017) e editor de Mind That Abides: Panpsychism in the New Millennium (2009; John Benjamins). Também é autor do livro recente The Metaphysics of Technology (2015; Routledge) e editou uma série de quatro livros didáticos para cursos de graduação em filosofia. O Dr. Skrbina foi professor visitante de filosofia na Michigan State University, na Eastern Michigan University e na Universidade de Gent, na Bélgica. Também tem escrito ou editado vários livros e artigos sobre política, história e religião, com foco especial no nacional-socialismo na Alemanha. Seus trabalhos incluem uma nova série de traduções de Mein Kampf e os livros Eternal Strangers (2020), The Jewish Hand in the World Wars (2019) e Debating the Holocaust (4ª edição 2020). Mais recentemente, ele editou uma nova edição da obra clássica de Rosenberg, Mito do Século XX, um novo livro de charges políticas, Pan-Judah!, e a crítica definitiva Unmasking Anne Frank. Todas essas obras estão disponíveis em www.clemensandblair.com.

 

___________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

A psicologia e a epistemologia da novilíngua do ‘Holocausto’ - por Michael A. Hoffman II

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Nota sobre o Revisionismo de Ontem e de Hoje - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber


quinta-feira, 31 de julho de 2025

A religião do “holocausto” - por Humberto Nuno de Oliveira

 

Humberto Nuno de Oliveira



Sobre as infelizes e recentes declarações do Senhor Gol, representante diplomático de Israel em Lisboa, muito foi já escrito e, em muitos casos, muito bem!

Declarações mentirosas, proferidas durante a Conferência “Portugal e o Holocausto, aprender com o passado, ensinar para o futuro”,- ofensivas para Portugal e para os Portugueses – e que faltaram, desde logo, às mais elementares regras da urbanidade, razão pela qual tal “nódoa” me leva a não o tratar por embaixador que, por bem menos, em tempos de decência deixaria de o ser, de imediato.

Poucos abordaram, porém, a insistência no “holocausto” (por falta de espaço veja-se, por favor, a definição deste termo em qualquer bom dicionário) e seu ensino entre nós, criticando Portugal por ser apenas observador na Task Force Internacional para a Educação, Memória e Investigação do Holocausto, organização intergovernamental criada em 1998 e da qual são membros 31 países (e faltam tantos nesta organização de cariz religioso pois trata de algo que, como dogma, na perspectiva judaica não pode, nem deve, se r discutido). Acrescentou vociferante: “Já chega de ser apenas um observador. Portugal tem obrigação de ser um membro de parte inteira da Task Force”, informando que já disse ao Ministro da Educação, para assinar um acordo com o Governo de Israel para que “os professores portugueses aprendam a ensinar o Holocausto” para que haja uma formação mais institucionalizada.

Na realidade, a soberba desta gente não conhece limites e ao Senhor Gol gostaria de dizer que, como historiador, enquanto o “holocausto”, seu estudo e conclusões, não forem tratados como um qualquer facto histórico – logo passível de ser estudado, livremente investigado e consequentemente discutido – sendo ao invés um dogma unilateral imposto por limitações à liberdade de investigadores não precisamos dessa aprendizagem que vem colocando nas prisões vozes dissonantes por toda a Europa, situação que, estamos certos, o Senhor Gol tanto gostaria de ver implementada na legislação portuguesa e seguramente na europeia.

É que para dogma já temos o da religião que nos legaram os nossos antepassados cristãos e não carecemos de mais em pleno século XXI.


 



Fonte: A religião do “holocausto”, por Humberto Nuno de Oliveira, 13 de novembro de 2012, O Diabo.

Via Inacreditável: https://inacreditavel.com.br/wp/a-religiao-do-holocausto/

Sobre o autor: Humberto Nuno de Oliveira (1961-) Licenciado em História, Pós-Graduado em História Militar, Mestre em Edição e PhD em História, foi docente do ensino superior em diversas instituições durante vinte anos, especialmente na Universidade Lusíada de Lisboa. Historiador e Investigador sobretudo nos domínios da Heráldica e da Falerística preside, neste último domínio, à Academia Falerística de Portugal. É investigador do Centro Lusíada de Estudos Genealógicos, Heráldicos e Históricos da Universidade Lusíada de Lisboa. Membro do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar. Cumpriu, como Miliciano, o Serviço Militar Obrigatório tendo-lhe sido concedido na conclusão do mesmo um louvor do General Manuel Themudo Barata. Foi por Sua Majestade o Rei dos Belgas como Oficial da Ordem da Coroa. Autor de dezenas de artigos científicos em revistas nacionais e estrangeiras, diretor de duas publicações científicas, já publicou mais de 10 livros, entre os quais:  GUERRA D'AFRICA, 1961-1974 - Estava a Guerra Perdida? (1.ª e 2.ª edições); O cinquentenário do quê? - A Guerra de África 1961-1974.

 ___________________________________________________________________________________

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Uma breve introdução ao revisionismo do Holocausto - por Arthur R. Butz

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Definindo evidência - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Tipos e hierarquia de evidências - por Germar Rudolf

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)