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quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

A Ilusão da Democracia Liberal - O Longo Registro de Destruição da América Continua - por Boyd D. Cathey

 

Boyd D. Cathey


Em uma edição recente da Chronicles Magazine (março/abril de 2022), meu amigo Paul Gottfried, editor-chefe, escreve sobre a condição perigosa da liberdade genuína na Alemanha moderna (“Germany, Harbinger of the Abyss {Alemanha, precursora do abismo}”, páginas 6-8).

A Alemanha tem se tornado, de várias maneiras, o país mais autoritário, controlado e “woke {equivalente a reivindicações baseadas em subversão sentimental, científica, social e política}” de toda a Europa. E cada nova restrição sucessiva à expressão pessoal ou corporativa, cada novo estatuto limitando não apenas o que se pode dizer ou escrever em público, mas também o que se pode pensar em particular, é feito em nome da “proteção de nossa democracia [alemã]”.

Como Paul aponta – e documentou em vários estudos detalhados, incluindo mais recentemente seu volume, Antifascism: The Course of a Crusade (Cornell University, 2021) - isso não é algo que ocorreu da noite para o dia, ou mesmo no passado par de décadas. Na verdade, começou com a derrota alemã na Segunda Guerra Mundial em 1945 e a subsequente implementação do Plano Marshall e a explícita e ampla “desnazificação” e purificação na Alemanha ocupada de tudo que cheirasse ou insinuasse não apenas a “fascismo”, mas de qualquer coisa que honrasse ou “glorificasse” a tradição e herança alemã.

Conforme o escritor {judeu} neoconservador Allan Bloom certa vez expressou tão apropriadamente (em seu The Closing of the American Mind): “E quando nós, americanos, falamos seriamente sobre política, queremos dizer que nossos princípios de liberdade e igualdade e os direitos baseados neles são racionais e aplicáveis em todos os lugares.” Nós, americanos, devemos nos engajar em “um experimento educacional empreendido para forçar aqueles que não aceitam esses princípios a fazê-lo”.


{Acadêmico e influenciador da política externa dos EUA, o judeu Allan Bloom declarou: “E quando nós, americanos, falamos seriamente sobre política, queremos dizer que nossos princípios de liberdade e igualdade e os direitos baseados neles são racionais e aplicáveis em todos os lugares.” Nós, americanos, devemos nos engajar em “um experimento educacional empreendido para forçar aqueles que não aceitam esses princípios a fazê-lo”.}
          

            Mas essa imposição de “liberdade e igualdade” que Bloom descreve brilhantemente é, na verdade, apenas uma série de etapas e ações que ocorreram nos últimos setenta anos, um processo duradouro e constante – uma “longa marcha”, para usar uma frase aplicada à Revolução Comunista Chinesa do Presidente Mao – que começou com promessas e objetivos soando inocentes, mas progressivamente tem se tornado cada vez mais opressivo e destrutivo de nossas instituições históricas e da verdadeira liberdade.

            Mas sempre em nome do avanço – e depois da defesa – de “nossa democracia”: a mesma frase que Nancy Pelosi {atual presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos} ou qualquer um de vários políticos americanos proeminentes, tanto democratas quanto republicanos, empregam com tanta frequência hoje em dia. Pense aqui nos senadores Lindsey Graham e Ben Sasse, e seu entusiasmo em injetar garotos americanos em cada deserto abandonado ou guerra civil na selva ao redor do mundo, ou mais recentemente na Ucrânia, em um conflito que não deveria nos envolver nem um pouco.

A maioria de nós, após reflexão, pode se lembrar de eventos sobre as três décadas passadas, algumas vezes momentos decisivos, quando “defender nossa democracia” significava enviar meninos americanos para várias “ações policiais” e “intervenções” armadas:

Na Iugoslávia, aqual resultou na criação do estado de Kosovo – a antiga pátria dos sérvios – agora um estado islâmico no coração da Europa, protegido pela OTAN, do qual os sérvios nativos foram expulsos à força, mortos ou refugiados em seu próprio país;

Na Somália, onde os senhores da guerra reinavam nas ruas de sua capital, Mogadíscio, e os americanos se tornaram alvos escolhidos – os senhores da guerra continuam a reinar supremos;

No Iraque#a, em busca de armas de destruição em massa que os trapalhões George W. Bush e Colin Powell nos disseram solenemente que estavam lá, mas não estavam. E então a tentativa de criar uma democracia liberal a partir de facções em guerra, terminando com o grupo muçulmano mais radical (xiita) no comando e centenas de milhares de cristãos nativos assassinados ou como refugiados de uma terra que tinha sido seu lar desde tempos apostólicos;

Na Líbia#b, onde as ações americanas para remover e assassinar o outrora perigoso ditador, Mu'ammar Al-Gaddafi (2011), resultaram em uma situação muito pior naquele país, com tribos e facções rivais envolvidas em violência constante e guerra civil… e centenas de milhares de emigrantes encabeçados rumo à Itália e ao sul da Europa;

Na Síria#c, onde o falecido senador globalista John McCain exigiu a intervenção americana para apoiar “sírios livres e democráticos” e em uma tentativa de deixar os russos com o nariz sangrando, somente para descobrir que os aliados de McCain (e nossos) eram os verdadeiros terroristas e islâmicos, culpados de massacres e “crimes de guerra” contra cristãos sírios nativos que apoiaram quase unanimemente o presidente Bashar al-Assad. Esses “crimes de guerra” provavelmente nunca serão processados, porque esses extremistas estavam “do nosso lado”;

No Afeganistão, ostensivamente para encontrar e matar ou prender Osama bin Laden, que, com a Al-Qaeda, foi considerado responsável pelos ataques de 11 de setembro. Mas onde a missão original logo se transformou em uma desastrosa guerra civil de vinte anos, subscrita por bilhões de dólares em apoio americano, com vários milhares de americanos mortos e feridos e 176.000 afegãos mortos: 46.319 civis, 69.095 militares e policiais e pelo menos 52.893 opositores combatentes, sem falar nas milhões de pessoas refugiadas e deslocadas. É claro que a ocupação militar americana foi acompanhada pela habitual peregrinação de “conselheiros” de olhos arregalados, instrutores de como “estabelecer um estado democrático”, zelosos guerreiros da justiça social e “woke {os que se empenham em reivindicações baseadas em subversão sentimental, científica, social e política}” evangelistas determinados a criar um bastião liberal naquele país, tudo indo ao nada em questão de alguns dias trágicos em agosto de 2021.

E agora, aparentemente sem aprender nada com esses desastres anteriores – na verdade, ignorando-os estudiosamente – os neoconservadores e seus jornais (por exemplo, National Review, Wall Street Journal) e seus think tanks {associações de formadores de opinião e de articulações políticas}, a liderança dos partidos Democrata e Republicano, um uma falange sólida de esquerdistas (agora subitamente todos prontos para a guerra!), e a quase unanimidade da mídia está pressionando mais uma vez para nos colocar em um conflito violento, desta vez na Ucrânia.#d De fato, o estabelecimento permanente da política externa americana - o coração do Deep State global {isto é, da política subterrânea global, cuja proeminência judaica é evidente#e} – está pedindo uma intervenção muito maior ... até onde isso irá? Vozes à esquerda e à direita da política aparelhada ao Estado jogaram a cautela ao vento. O senador Graham e um bom número de políticos querem uma zona de exclusão e talvez botas no chão.

Com seus lacaios obedientes na OTAN e na União Europeia, o governo Biden e os principais apparatchiks {como se fossem membros da estrutura do Partido Comunista na antiga União Soviética aplicando normas e regras compulsórias sobre a população} de ambos os partidos políticos agora de fato buscam prolongar o conflito na Ucrânia, e seus motivos estão se tornando cada vez mais claros à medida que o conflito se arrasta. De fato, o que está acontecendo naquele canto da Europa Oriental tornou-se para os Estados Unidos e seus aliados subservientes uma verdadeira guerra por procuração, fato agora observado por certos comentaristas russos que veem o aprofundamento do envolvimento americano/OTAN como uma espécie de início real da Terceira Guerra Mundial.#f

Dos vários objetivos no conflito ucraniano – entre eles uma fonte constante de novos contratos lucrativos para traficantes de armas; desviando a atenção americana do alargamento do governo federal e seu controle sobre nossas vidas em casa; desvio da verdadeira crise fronteiriça ao longo do Rio Grande; e a chamada “defesa da democracia liberal” em um país (Ucrânia) que de forma alguma é uma “democracia” – um motivo importante, talvez primordial, é este: sangrar a Rússia e potencialmente garantir a “mudança de regime” em Moscou (outra “revolução colorida.”)

            Uma rápida visão geral da mídia esquerdista e neoconservadora (há pouca diferença entre eles sobre Ucrânia), os artigos e relatórios de seus mais proeminentes formadores de “opinião”, ilustram isso claramente – isso é uma coisa que os literatos entre eles não podem esconder. De fato, em sua histeria por mais guerra, eles são bastante abertos sobre isso.

            A Rússia e também a Hungria (em menor extensão porque é menor e menos importante geoestrategicamente) impedem a conclusão da grande “reinicialização global” na Europa e a consolidação desse complexo gerencial mundial interligado que está em planejamento desde antes a criação das Nações Unidas após a Segunda Guerra Mundial, de fato nos pensamentos febris de globalistas definíveis desde o coronel Edward House durante a presidência de Wilson.

No início de seu mandato como presidente russo, Vladimir Putin, como Boris Yeltsin antes dele, fez esforços para ingressar em uma Europa maior e abrangente, chegando até a sondar a possibilidade de alguma forma de associação à OTAN.

A despeito da promessa do secretário Jim Baker (durante o governo de George H. W. Bush) a Mikhail Gorbachev de que a OTAN não avançaria nem “uma polegada” para o leste nos anos pós-comunistas, ela fez exatamente isso. E todas as tentativas de cooperação russa – e seu desejo de ser um parceiro – foram rejeitadas. Em vez disso, uma sucessão de “revoluções coloridas” hostis em suas fronteiras, de Tbilisi, na Geórgia (2008), a Kiev, na Ucrânia (fevereiro de 2014), saudou Moscou.

Mas mais do que isso. Rejeitado em seus esforços para estabelecer uma certa paridade e entendimento com o Ocidente, o presidente Putin (depois de 2000) recorreu à longa história e tradições de seu país, especificamente sua herança cultural e religiosa. Em vez de copiar servilmente o Ocidente que se aprofundava no pântano da decadência cultural, racial e sexual, e o que equivalia a uma rejeição de sua herança cristã, a Rússia (como a Hungria sob Viktor Orban) optou por um curso diferente, uma trajetória baseada profundamente na antiga fé do povo russo e um esforço para reunir várias vertentes da história russa em um passado utilizável no qual basear seu futuro.

Seja a firme ação russa em defender a família tradicional e o casamento um homem/uma mulher, ou suas restrições à atividade LGBTQ nas escolas russas, ou sua exaltação pública e apoio ao cristianismo ortodoxo russo, nenhuma dessas direções desde o início dos anos 2000 cativou o presidente Putin e os russos às elites administrativas do Ocidente. E, talvez mais importante, a Rússia se recusou a concordar com o “recomeço” globalista – esse não era e não é o tipo de cooperação que Moscou estava procurando.

Então, agora, o objetivo crescentemente mais evidente é sangrar a Rússia na Ucrânia tanto quanto possível e potencialmente provocar uma mudança de regime em Moscou. E a pobre população ucraniana nesta luta prolongada são as vítimas, não apenas da invasão russa, mas dos insensíveis burocratas gerenciais em suas caras sinecuras e propriedades muradas em Washington, Bruxelas e Genebra. Essas elites verão apenas as imagens aprovadas projetadas pela grande mídia dos crimes de guerra os quais de fato eles têm fomentado (mas são em grande parte atribuídos aos russos)… e provavelmente nunca terão que pagar um preço por suas ações.

            Mas haverá justiça. Como em tantas outras situações, historicamente, pode não ser neste mundo, mas no próximo.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

#a Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- Iraque: Uma guerra para Israel, por Mark Weber, 09 de julho de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/07/iraque-uma-guerra-para-israel-por-mark.html

- Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque, Mark Weber, 15 de janeiro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/01/petroleo-ou-lobby-judaico-sionista-um.html 

#b Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- Líbia: trata-se do petróleo ou do Banco Central?, por Ellen Brown, 26 de janeiro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/01/libia-trata-se-do-petroleo-ou-do-banco.html

- Expondo a agenda Líbia: uma olhada mais de perto nos e-mails de Hillary, por Ellen Brown, 12 de março de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/03/expondo-agenda-libia-uma-olhada-mais-de.html 

#c Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- Por que querem destruir a Síria?, por Dr. Ghassan Nseir, 13 de abril de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/04/por-que-querem-destruir-siria-por-dr.html 

#d Nota de Mykel Alexander: Sobre o desdobramento da crise ucraniana refletindo na Rússia como resultado da articulação de neoconservadores americanos, democratas americanos e os segmentos do judaísmo internacional ver:

- {Retrospectiva 2008 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} Os Neoconservadores versus a Rússia, por Kevin MacDonald, 19 de março de 2022, World Traditional Front.

 https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/os-neoconservadores-versus-russia-por.html

- {Retrospectiva 2014 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - As armas de agosto - parte 1, por Israel Shamir, 08 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2014-assedio-do-ocidente.html

- {Retrospectiva 2014 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - As armas de agosto II - As razões por trás do cessar-fogo, por Israel Shamir, 15 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2014-assedio-do-ocidente_15.html

- Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas, por Philip Girald, 18 de julho de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/07/odiar-russia-e-um-emprego-de-tempo.html

- {Retrospectiva 2021 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - Flashpoint Ucrânia: Não cutuque o urso {Rússia}, por Israel Shamir, 22 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2021-assedio-do-ocidente.html   

- {Assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia em 2022} - Neoconservadores, Ucrânia, Rússia e a luta ocidental pela hegemonia global, por Kevin MacDonald, 21 de março de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/03/neoconservadores-ucrania-russia-e-luta.html   

#e Nota de Mykel Alexander: Para o contexto do judaísmo internacional na crise precedente e consequente guerra ocorrendo na Ucrânia ver:

- {Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas, por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}, 18 de abril de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/04/retrospectiva-ucrania-2014.html

- A Mão Judaica na Terceira Guerra Mundial - Liberdade de expressão versus catástrofe, por Thomas Dalton {academic auctor pseudonym}, 21 de agosto de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/a-mao-judaica-na-terceira-guerra.html

- {Retrospectiva 2022 - assédio do Ocidente Globalizado na Ucrânia} - Bastidores e articulações do judaísmo {internacional} na Ucrânia, por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}, 27 de maio de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/05/retrospectiva-2022-assedio-do-ocidente.html

- Crepúsculo dos Oligarcas {judeus da Rússia}?, por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}, 17 de junho de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/06/crepusculo-dos-oligarcas-judeus-da.html 

#f Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- A Mão Judaica na Terceira Guerra Mundial - Liberdade de expressão versus catástrofe, por Thomas Dalton {academic auctor pseudonym}, 21 de agosto de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/a-mao-judaica-na-terceira-guerra.html

 

Fonte: The Illusion of Liberal Democracy—America’s Long Record of Destruction Continues, por Boyd D. Cathey, 23 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/the-illusion-of-liberal-democracy-americas-long-record-of-destruction-continues/

Sobre o autor: Boyd D. Cathey (1950-), americano, tem doutorado em história europeia pela Universidade Católica de Navarra, Pamplona, Espanha, onde foi Richard Weaver Fellow, e mestrado em história intelectual pela Universidade de Virgínia (como Jefferson Fellow). Foi assistente do falecido filósofo Russell Kirk e secretário estadual da Divisão de Arquivos e História da Carolina do Norte. Foi de entre 1984-1999 editor sênior do The Southern Partisan, uma publicação trimestral conservadora; entre 1989-2003 fez parte do conselho editorial do Journal of Historical Review. Foi co-editor do livro The Conservative Perspective: A View from North Carolina (1988).

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{Retrospectiva 2014 - Rússia-Ucrânia-EUA-Comunidade Europeia} O pêndulo ucraniano - Duas invasões - Por Israel Shamir

{Retrospectiva 2013 - Rússia-Ucrânia-EUA-Comunidade Europeia} - Putin conquista nova vitória na Ucrânia O que realmente aconteceu na crise ucraniana - Por Israel Shamir

{Retrospectiva 2014 - Rússia-Ucrânia... e os judeus} O Fatídico triângulo: Rússia, Ucrânia e os judeus – por Israel Shamir

Odiar a Rússia é um emprego de tempo integral Neoconservadores ressuscitam memórias tribais para atiçar as chamas - Por Philip Girald


Sobre a difamação da Polônia pela judaísmo internacional ver:

Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920 - por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}


Sobre a influência do judaico bolchevismo (comunismo-marxista) na Rússia ver:

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill

A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber

Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek

Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton

Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton

Esquecendo Trotsky (7 de novembro de 1879 - 21 de agosto de 1940) - Por Alex Kurtagić

{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}

Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia - Por Valentyn Moroz


Sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh

Por que querem destruir a Síria? - por Dr. Ghassan Nseir

Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir

Um olhar direto sobre o lobby judaico - por Mark Weber


sexta-feira, 7 de outubro de 2022

{Retrospectiva 2022} Ucrânia: A Nova Guerra Americana pelo moralmente certo e justificado - por Boyd D. Cathey

 

Boyd D. Cathey


Desde a queda do sistema comunista e a fratura da antiga União Soviética em 1989-1991, os falcões da política externa globalista no departamento de estado americano e seus asseclas obedientes na mídia e entre ambos os partidos políticos têm buscado ativamente um programa do que o falecido e zeloso especialista da Fox News, {o judeu} Charles Krauthammer, denominou um mundo “unipolar”. Com isso, Krauthammer queria dizer um mundo pós-comunista (e essencialmente secularizado) no qual a forma estabelecida de “democracia liberal” americana conseguiria agora impor uma nova ordem mundial. As palavras do proeminente autor neoconservador {e judeu} Allan Bloom: “E quando nós, americanos, falamos seriamente sobre política, queremos dizer que nossos princípios de liberdade e igualdade e os direitos baseados neles são racionais e aplicáveis ​​em todos os lugares. A Segunda Guerra Mundial foi realmente um experimento educacional empreendido para forçar aqueles que não aceitam esses princípios a fazê-lo”. [Allan Bloom, citado em Paul Gottfried, War and Democracy: Selected Essays, 1975-2012 (Londres: Arktos Media, 2012), página. 110] (meu itálico no texto).

{O acadêmico judeu e neoconservador Allan Bloom (1930-1992):
“E quando nós, americanos, falamos seriamente sobre política, queremos dizer que nossos princípios de liberdade e igualdade e os direitos baseados neles são racionais e aplicáveis ​​em todos os lugares. A Segunda Guerra Mundial foi realmente um experimento educacional empreendido para forçar aqueles que não aceitam esses princípios a fazê-lo”}

Mas, de fato, como o falecido Sam Francis explicou em vários livros e ensaios (por exemplo, Leviathan and Its Enemies, 2016) nosso governo (permanente) e grandes corporações que falam incessantemente sobre democracia, mas na verdade usam esse termo para disfarçar o crescente domínio que exercem sobre todas as facetas da vida pública e privada, seja nos Estados Unidos, na Europa Ocidental ou desde 1991 sobre a maior parte do antigo Bloco Oriental.

Precisamos nós de mais exemplos disso mais perto de casa do que as recentes ações autoritárias do primeiro-ministro canadense Justin Trudeau ou as ações extraconstitucionais do que é eufemisticamente chamado de “o Comitê de 6 de janeiro” {para apurar e lidar com o contexto da invasão do capitólio em 06 de janeiro de 2021 nos EUA} no Congresso dos EUA? Fique no caminho dos gerentes administrativos do Deep State {política subterrânea americana} e você será suprimido, cancelado e preso, e mantido em uma prisão federal por meses sem fiança ou julgamento.

A atual crise na Ucrânia tem tudo a ver com os objetivos e manobras dessa cleptocracia gerencial e suas tentativas de forçar a Rússia pós-comunista – cada vez mais antimarxista – a aceitar tal escantilhão.

Lembre-se um pouco da história: o líder soviético Mikhail Gorbachev e o secretário de Estado James Baker (representando o presidente George H. W. Bush) concordaram solenemente em princípio que a antiga URSS se desintegraria em várias novas “repúblicas” e, em troca, a OTAN não avançaria além de suas atuais fronteiras, ou seja, não acolheria aqueles antigos países do Bloco Oriental (por exemplo, Polônia, Romênia, Eslováquia, Países Bálticos, etc.), uma ação que seria vista como diretamente hostil e ofensiva a uma Federação Russa bastante reduzida. De fato, após o fim da União Soviética, seu desmembramento e a ascensão de uma liderança declaradamente tradicionalista e pró-cristã em Moscou (ninguém menos que o reverendo Franklin Graham notou isso), havia alguma razão para a OTAN existir?, como o presidente Trump uma vez meditou... a não ser como um meio para um controle gerencial contínuo e crescente (seguindo o paradigma de Bloom)?

O professor Richard Sakwa (Universidade de Kent, Reino Unido), em seu excelente e muito detalhado estudo, Frontline Ukraine: Crisis in the Borderlands (dezembro de 2014), denominou o que aconteceu após a queda do comunismo soviético o triunfo do “assimetrismo”, pelo qual ele quer dizer que, em vez de acolher a nova Rússia pós-comunista, que agora havia rejeitado e repudiado publicamente os setenta anos de anos brutais de dominação marxista, como um parceiro igual em um “Grande Oeste”, nossa política externa e gerentes neoconservadores em Washington e Bruxelas exigiu que a Rússia desistisse de qualquer pretensão de verdadeira independência ou verdadeira parceria com o Ocidente.

Este processo ocorreu em etapas, cada vez com acordos ou protocolos ou memorandos, que foram solenizados entre as partes, mas depois minados essencialmente pelos EUA ou pelo nosso regime cliente em Kiev. Durante o governo Clinton, e continuando até 2020, um por um, os países do antigo Bloco Oriental foram admitidos como membros da OTAN[1] , incluindo os países bálticos. Com efeito, as promessas de Baker e do Bush pai não significavam nada. O que então os russos deveriam pensar?

Muito se fala do Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança de 5 de dezembro de 1994. Através desse protocolo a Rússia, os EUA e o Reino Unido “confirmaram seu reconhecimento da Bielorrússia, Cazaquistão e Ucrânia se tornando partes do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e efetivamente abandonando seus arsenais nucleares para a Rússia”. Em troca, a Rússia reconheceu a integridade e a soberania de uma Ucrânia neutra, não militarizada e não hostil. E, portanto, apesar da turbulência política e do conflito interno dentro do estado ucraniano, de 1994 até a violenta revolução do golpe de Estado Maidan, patrocinada pelos americanos, em fevereiro de 2014 (novamente, lembre-se envolvimento direto da secretária de Estado adjunta dos EUA, de Victoria Nuland {também judia}), esse acordo manteve-se. Mas com a flagrante violação de uma trégua entre manifestantes organizados de Kiev (que receberam dos EUA mais de US $5 bilhões para fomentar a revolução) e o governo popularmente eleito de Viktor Yanukovych (que foi visto pelos revolucionários ucranianos como pró-Rússia), e a subsequente tomada do poder por irredentistas ucranianos apoiados pelos EUA que então procederam a perseguir severamente o grande grupo ucraniano de língua russa e minoria étnica, o protocolo de Budapeste foi efetivamente revogado (conferir Sakwa, Frontline Ukraine, páginas 86-88 e seguintes.).

Deve ser notado, também, que os Estados Unidos nunca consideraram o Memorando de Budapeste juridicamente vinculativo (Declaração de 12 de abril de 2013[2]) ou na categoria de um tratado concluído.

A Rússia respondeu aderindo ao voto esmagador dos cidadãos da península da Crimeia, que nunca havia sido ucraniana, apenas forçosamente “dada” à artificial “República Socialista da Ucrânia” em 1954 pelo líder soviético Nikita Khrushchev (supostamente após uma noite de bebedeira desenfreada). Pois a Crimeia inclui a principal base naval russa do Mar Negro em Sebastopol, supostamente garantida por acordo com a Rússia, mas que após o golpe de Maidan, o novo regime patrocinado pelos americanos em Kiev agora ameaçava tomar.



O presidente russo Vladimir Putin respondeu através de uma entrevista coletiva em 4 de março de 2014, a uma pergunta sobre a suposta violação da Rússia (na Crimeia) do Memorando de Budapeste, descrevendo a atual situação ucraniana como uma revolução: “um novo estado surge, mas com este estado e em relação a este estado, não assinamos nenhum documento obrigatório.” O estado ucraniano, conforme previsto pelo Memorando de Budapeste, efetivamente deixou de existir e, em seu lugar, um estado criado pelo Departamento de Estado Americano-CIA-EUA foi implantado à força em seu lugar.

Além disso, a Rússia declarou que nunca tinha estado sob obrigação de “forçar qualquer parte da população civil da Ucrânia a permanecer na Ucrânia contra sua vontade”, incluindo os dois estados fortemente russófonos recém-independentes de Donetsk e Lugansk, no que era o leste da Ucrânia (aquelas províncias, como a Crimeia, nunca fizeram parte de nenhuma nação ucraniana independente, mas foram entregues à força à república soviética artificial por Vladimir Lenin em 1922).

Mais uma vez, seja pela chamada “Revolução das Rosas” na Geórgia, ou pela derrocada americana nos Bálcãs, que só conseguiu criar uma república islâmica – Kosovo – no coração da Europa, a “Revolução Laranja” em Kiev deve ser visto no contexto como parte integrante do esforço global neoconservador e globalista para avançar seus direcionamentos internacionalistas. E esses objetivos, diga-se, nada têm a ver com as crenças e valores ocidentais e cristãos tradicionais. Em vez disso, eles foram e são uma manifestação do que o globalista Klaus Schwab, chefe do Fórum Econômico Mundial, definiu como “a Grande Reinicialização,”[3] a “janela de oportunidade para refletir, reimaginar e redefinir nosso mundo”.

De fato, a incursão russa na Ucrânia vem como resultado direto e cumulativo de ações que nosso Departamento de Estado {isto é, o dos EUA} e comunidade de inteligência, com seus asseclas na Europa Ocidental, arquitetaram por trinta anos: para, por assim dizer, “colocar a Rússia em seu lugar — na parte de trás do ônibus.”.

O presidente Zelensky da Ucrânia, mais recentemente, insinuou que a Ucrânia poderia muito bem voltar atrás e reconsiderar sua decisão de desnuclearizar.[4] Isso, então, junto com a perseguição violenta da enorme minoria russófona dentro das fronteiras ucranianas, precipitou a decisão de Putin de agir. Depois de décadas de promessas quebradas, tratados quebrados e protocolos violados, seja em Budapeste ou nos Acordos de Minsk (que poderiam ter resolvido as questões de forma equitativa), o qual a Ucrânia, encorajada por nossos globalistas, nunca implementou, o urso russo estava de costas contra a parede: ou enfrente aqueles que o subjugariam, ou revide.

Lembre-se novamente das palavras daquele grande romancista anticomunista, antitotalitário e fervoroso cristão, Aleksandr Solzhenitsyn (Moscou News, entrevista com W.T. Trietiakov publicada em 28 de abril/4 de maio de 2006):

“Os eventos na Ucrânia, desde a época do referendo em 1991, com suas opções mal formuladas, têm sido uma fonte constante de dor e raiva para mim. Eu tenho escrito e falado sobre isso muitas vezes. A opressão fanática e a supressão da língua russa lá (uma língua que as pesquisas mostram ser consistentemente a língua preferida de 60% das pessoas lá) é uma metodologia bestial voltada principalmente contra as perspectivas culturais da própria Ucrânia. Os vastos territórios que nunca fizeram parte da Ucrânia histórica, como a Crimeia, Novorosiya e todo o Sudeste foram forçados e arbitrariamente consumidos no território da Ucrânia moderna e reféns dos desejos da Ucrânia de aderir à OTAN…. É tudo uma piada simplória, na verdade simplória e cruel, perpetuada contra toda a história da Rússia dos séculos XIX e XX. Dadas essas circunstâncias, a Rússia nunca, de forma alguma, trairá os muitos milhões de povos de língua russa na Ucrânia. A Rússia nunca abandonará o ideal de unidade com eles.”

Ninguém – ninguém – quer a guerra, com a terrível destruição resultante, perda de vidas e caos que ela inevitavelmente traz. Mas, como escrevi em ensaios anteriores, se você procurar a causa profunda do que aconteceu, não são os russos invasores, não é realmente o regime em Kiev, mas sim os aparatchiks {denominação da URSS para funcionário em tempo integral} patrocinadores em Foggy Bottom {bairro da capital dos EUA, Washington} ao longo do {rio} Potomac, em Bruxelas, e nas casas do Congresso (os Lindsey Grahams e Roger Wickers que realmente incitam nosso uso potencial de armas nucleares contra a Rússia), e o que o Dr. Paul Craig Roberts chama de “pressitutes {prostitutas da imprensa}” na mídia americana, da Fox News a MSNBC (que agora são como uma falange indistinguível, espumando pela boca em sua defesa da revolução gerencial mundial agressiva).

O sangue derramado estará em nossas mãos, ou seja, nas mãos de nossas elites. Como o cartunista Walt Kelly disse uma vez: “Encontramos o inimigo e ele somos nós!”.

Tradução por Leonardo Campos

Revisão e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas


[1] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: https://www.nato.int/nato-welcome/index.html 

[2] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey:

Belarus: Budapest Memorandum

Media Statement by the U.S. Embassy in Minsk

April 12, 2013

Repeated assertions by the government of Belarus that U.S. sanctions violate the 1994 Budapest Memorandum on Security Assurances are unfounded.  Although the Memorandum is not legally binding, we take these political commitments seriously and do not believe any U.S. sanctions, whether imposed because of human rights or non-proliferation concerns, are inconsistent with our commitments to Belarus under the Memorandum or undermine them. Rather, sanctions are aimed at securing the human rights of Belarusians and combating the proliferation of weapons of mass destruction and other illicit activities, not at gaining any advantage for the United States. 

{Bielorrússia: Memorando Budapeste

Declaração de mídia da Embaixada dos EUA em Minsk

12 de abril de 2013

As afirmações repetidas pelo governo da Bielorrússia de que as sanções dos EUA violam o memorando de Budapeste de 1994 sobre garantias de segurança são infundadas. Embora o memorando não seja juridicamente vinculativo, nós levamos esses compromissos políticos a sério e não acreditamos que quaisquer sanções dos EUA, se impostas por causa de direitos humanos ou preocupações de não proliferação, são inconsistentes com nossos compromissos com a Bielorrússia sob o memorando ou os minarão. Em vez disso, as sanções visam garantir os direitos humanos dos bielorrussos e combater a proliferação de armas de destruição em massa e outras atividades ilícitas, não em obter vantagem para os Estados Unidos.}

https://web.archive.org/web/20140419030507/http:/minsk.usembassy.gov/budapest_memorandum.html 

[3] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: “The pandemic represents a rare but narrow window of opportunity to reflect, reimagine, and reset our world” - Professor Klaus Schwab, Founder and Executive Chairman, World Economic Forum. {“A pandemia representa uma janela rara, mas estreita de oportunidade de refletir, reimaginar e redefinir nosso mundo” - Professor Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial.}

https://www.weforum.org/focus/the-great-reset 

[4] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: Europe won’t understand Kiev talking of regaining nuclear weapons — Russian diplomat, 21 de fevereiro de 2022, TASS Russian              NEWS Agency.

https://tass.com/politics/1407283

 

Fonte: Ukraine: the New American War for Righteousness, por Boyd D. Cathey, 25 de fevereiro de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

 https://www.unz.com/article/ukraine-the-new-american-war-for-righteousness/

Sobre o autor:  Boyd D. Cathey (1950-), americano, tem doutorado em história europeia pela Universidade Católica de Navarra, Pamplona, Espanha, onde foi Richard Weaver Fellow, e mestrado em história intelectual pela Universidade de Virgínia (como Jefferson Fellow). Foi assistente do falecido filósofo Russell Kirk e secretário estadual da Divisão de Arquivos e História da Carolina do Norte. Foi de entre 1984-1999 editor sênior do The Southern Partisan, uma publicação trimestral conservadora; entre 1989-2003 fez parte do conselho editorial do Journal of Historical ReviewFoi co-editor do livro The Conservative Perspective: A View from North Carolina (1988).

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Sobre a difamação da Polônia pela judaísmo internacional ver:

Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920 - por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}


Sobre a influência do judaico bolchevismo (comunismo-marxista) na Rússia ver:

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill

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{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}

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Sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

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