domingo, 3 de maio de 2020

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke


David Duke
Frequentemente, quando eu discuto a difusão do racismo judaico em relação a não-judeus, muitos cristãos e outros não-judeus são incrédulos. A razão pela qual, naturalmente, é que eles não têm permissão para saber o que os judeus de Israel e os judeus do mundo sabem sobre o extremismo judaico nos mais altos escalões de Israel na comunidade judaica global.

As notícias e entretenimento globais dominados pelos judeus são rápidos em manchete qualquer expressão do chamado antissemitismo[1], mas censuram completamente o antigentilismo judeu do conhecimento dos gentios {ou seja, dos não judeus}.

Abaixo está uma captura de tela de um artigo da agência de notícias oficial do governo israelense Arutz Sheva. Trata-se de um memorial maciço e recente em Israel do antigo rabino sefardita de Israel, Ovadia Yosef.

O artigo mostra como Yosef fazia parte da coalizão dominante de Israel por décadas. Isso mostra como, em Israel, ele rotineiramente é referido como a “Luz de Israel”.



Quando Yosef morreu, no ano passado, aos 93 anos, ele recebeu o maior funeral de Israel. Quase a totalidade do estabelecimento político, religioso e ideológico consolidado em Israel se reuniu para homenagear Yosef, incluindo o Primeiro Ministro de Israel Benyamin Netanyahu e a maior parte do Knesset {parlamento} israelense.

Mas, o que dificilmente é mencionado nos conglomerados de mídia dominados pelos judeus é que o rabino Yosef era um supremacista judeu incrivelmente extremo que advogou abertamente o genocídio dos palestinos e ele equiparou todos os gentios do mundo a animais cujo único objetivo na Terra era servir judeus.


Tudo isso foi manchete em Israel. Todo judeu em Israel está ciente dos pronunciamentos genocidas e odiosos de Yosef contra palestinos, europeus e todos os gentios, mas isso não parou a adoração universal pelo ex-rabino-chefe sefardita de Israel.

Aqui estão algumas de suas citações diretas, totalmente divulgadas na mídia israelense, mas quase completamente suprimidas na mídia controlada pelos sionistas ocidentais[2].


Rabino Yosef que advoga genocídio é homenageado pelo estabelecimento sionista mundial

No Times of Israel de 13 de outubro de 2013, se mostra como os líderes da judiaria em todo o mundo honraram Yosef após sua morte. Ele cita a adulação do primeiro-ministro israelense a Yosef[3]{em itálico as passagens atribuídas à Benjamin Netenyahu}:
“Netanyahu chamou o falecido rabino de ‘grande estudioso’ e disse que Yosef ‘combinava exclusivamente o judaísmo e a humanidade’ e ‘cuidava profundamente de qualquer um em necessidade’”.
Presumivelmente, Netanyahu estava se referindo ao sermão de Yosef que[4]{em itálico as passagens atribuídas à Ovadia Yosef}:
O único objetivo de todos os gentios é ser servo dos judeus.”
Goyim nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não têm lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel.
“‘Por que os gentios são necessários? Eles trabalharão, eles ararão, eles colherão. Vamos sentar como um effendi {título de nobreza usado no Oriente Médio} e comer’, disse ele rindo durante um sermão semanal.”


Compara todos os gentios a animais

Yosef também disse que a vida de não-judeus é protegida conforme os judeus deveriam fazer por um burro, a fim de evitar perdas financeiras para os judeus.
“Com os gentios, será como qualquer pessoa: eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que um burro morra, eles perderão seu dinheiro. Este é o servo dele. É por isso que ele tem uma vida longa, para trabalhar bem para esse judeu.” (Jewish Telegraph Agency, 18 de outubro de 2010)[5]

O judaísmo é então realmente compatível com o que Netanyahu chamou de “humanidade”?
Netanyahu e judeus em todo o mundo proclamaram que Yosef era o maior estudioso do judaísmo. O maior estudioso do judaísmo que proclamou a seus companheiros judeus que os textos centrais do judaísmo sustentam que o propósito inteiro dos não-judeus na Terra é apenas servir aos judeus.

Imagine se alguma figura pública comparasse judeus com animais cujo único objetivo era ser servos dos gentios? Acha que eles seriam louvados? Você acha que eles seriam homenageados publicamente pela mídia?


Yosef pede abertamente o genocídio

Além disso, ele proclamou que as sagradas escrituras judaicas estabelecem que os inimigos judeus como os palestinos devem ser colocados sob genocídio, que suas próprias sementes devem ser limpas da Terra:
“... desperdicem suas sementes e as exterminem, as devastem e desapareçam com elas deste mundo ...(BBC, 10 de abril de 2001, “Rabbi calls for annihilation of Arabs.”)[6]




Obviamente Yosef e o judaísmo são muito compatíveis com os direitos e valores humanos!

Agora, por mais chocantes que essas revelações possam parecer para você, elas são absolutamente verdadeiras.
Agora peço que você pense racionalmente sobre o que esses fatos nos dizem sobre o mundo.

Você pode imaginar a reação da mídia e da política se alguma pessoa famosa na América, Europa ou em todo o mundo dissesse coisas sobre judeus remotamente similares ao que o rabino Yosef disse sobre os gentios?

A mídia iria demonizá-lo, todos os políticos expressariam sua aversão ao seu desprezível racismo. Um homem que disse que “devemos limpar a semente judaica da terra” seria honrado em qualquer nação? Ele seria aceito na coalizão política?

Não só a honra feita à Yosef pelos líderes judeus em todo o mundo revela atitudes judaicas subjacentes de total despreocupação com o odioso extremismo judeu de Yosef contra os gentios, mas também mostra seu poder no mundo não-judeu para encobrir esse incrível racismo que existe entre poderosos supremacistas judeus ao redor do mundo.

Afinal, se o estabelecimento político judaico consolidado e a influência judaica estão sinceramente preocupados com o racismo e a supremacismo, eles não condenariam Yosef e a homenagem de Israel à Yosef?

De fato, eles encobrem isso. Da mesma maneira que alguém que protege um criminoso da exposição seria cúmplice no crime, o estabelecimento político consolidado judaico está, de fato, protegendo o tribalismo e a supremacia judaica, suprimindo o conhecimento gentio dele.

Expor o racismo judeu não é mais antissemita do que expor racismo ou opressão entre outro povo.
Ironicamente, as pessoas honestas e corajosas do mundo que expõem o racismo e a intolerância judaica, violações dos direitos humanos - são as que são rotuladas de racistas, enquanto as supremacistas étnicos e tribais mais extremos do mundo são protegidas por sua mídia sionista e seus bonecos políticos sionistas ao redor do mundo.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas


[1] Nota do tradutor: Sobre o denominado antissemitismo e sua relação com a questão judaica ver:

- “Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa”, por Mark Weber, 19 de maio de 2019, World Traditional Front. Tradução do inglês ao português por Mykel Alexander.
Originalmente publicado como “Straight Talk About Zionism: What Jewish Nationalism Means”, por Mark Weber, 14 de abril de 2009, Institute for Historical Review.

- “Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?”, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front. Tradução do inglês ao português por Mykel Alexander.
Originalmente publicado como “Anti-Semitism: Why Does It Exist? And Why Does it Persist?”, por Mark Weber, Dezembro 2013 / revisado em janeiro de 2014, The Journal for Historical Review.

- “Controvérsia de Sião”, por Knud Bjeld Eriksen, 02 de novembro de 2018, World Traditional Front. Resumo por Knud Bjeld Eriksen, dinamarquês, bacharel em Direito. Traduzido do inglês ao português por Norberto Toedter (https://www.toedter.com.br/), e publicado posteriormente em Norberto Toedter, Outra face da Notícia, Editora do Chain, Curitiba, 2012, páginas 21-39.
                Originalmente publicado em 6 de fevereiro de 1998 no site de Knud Bjeld Eriksen:

[2] Nota do tradutor: Sobre a influência judaica na mídia anglo-americana ver:

- “A Agenda de Hollywood, e o poder atrás dela”, por Mark Weber, 17 de fevereiro de 2019, World Traditional Front. Tradução do inglês ao português por Mykel Alexander.
Publicado originalmente como “Hollywood’s Agenda, and the Power Behind It”, por Mark Weber, 06 de fevereiro de 2013, Institute for Historical Review.

- “O vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de comunicação de massa e vida cultural americana”, por Mark Weber, 05 de março de 2020, World Traditional Front. Tradução do inglês ao português por Mykel Alexander.
Este item foi escrito e publicado pela primeira vez em julho de 2013. Foi atualizado e ligeiramente editado em maio de 2019, como “Joe Biden Acknowledges 'Immense' Jewish Role in American Mass Media and Cultural Life”, por Mark Weber, Institute for Historical Review.

- “Prova do domínio judaico sionista na BBC”, por David Duke, 28 de outubro de 2019, World Traditional Front. Traduzido do inglês ao português por Mykel Alexander.
                Originalmente foi publicado em 13 de agosto de 2014, David Duke.

- “Prova da tomada judaico sionista sobre os outros canais de TV ‘britânicos’”, por David Duke. Traduzido do inglês ao português por Mykel Alexander, 01 de maio de de 2020 em World Traditional Front.
Originalmente foi publicado como “Proof of the Jewish-Zionist Takeover of Other ‘British’ TV Services” por David Duke, 15 de agosto de 2014, David Duke.

 [3] Fonte usada pelo autor: “Largest Funeral in Israeli History for Gentile-Hating Former Chief Rabbi who said that ‘Non-Jews Exist to Serve Jews’”, 09 de outubro de 2013, David Duke.

 [4] Fonte usada pelo autor: “Largest Funeral in Israeli History for Gentile-Hating Former Chief Rabbi who said that ‘Non-Jews Exist to Serve Jews’”, 09 de outubro de 2013, David Duke.

[5] Fonte usada pelo autor: “Sephardi leader Yosef: Non-Jews exist to serve Jews” por Marcy Oster, 18 de outubro de 2010, Jewish Telegraph Agency.

[6] Fonte usada pelo autor: “Rabbi calls for annihilation of Arabs”, 10 de abril de 2001, BBC.




Fonte: Honoring Rabbi Yosef : How His Approval Proves Jewish Supremacism, por David Duke, 01 de outubro de 2014, David Duke.

Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a autodeterminação dos americanos de etnia europeia e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.   

            Entre suas obras estão:

My Awakening: A Path to Racial Understanding, Free Speech Press, Mandeville, 1998.

Jewish supremacism: my awakening on the Jewish question, Free Speech Press, Mandeville, 2007.

The secret behind communism: the ethnic origins of the Russian Revolution & the greatest holocaust in the history of mankind, Free Speech Press, Mandeville, 2013.


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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Prova da tomada judaico-sionista sobre os outros canais de TV “britânicos” - por David Duke

{Continuação do artigo Prova do domínio judaico sionista na BBC - Por David Duke}

David Duke

            Como a maioria de nossos leitores sabem, eu tenho minunciosamente documentado a quase total dominação judaica, de tirar o fôlego, sobre a televisão americana, filmes e outros veículos de comunicação de massa. Eu tenho ainda revelado os principais especialistas que têm se jactado em relação ao forte domínio deles sobre os meios de comunicação de massa americanos. Em meu recente artigo sobre a BBC, eu ilustrei a tomada de comando dos meios de comunicação de massas governamentais britânicos feito por Danny Cohen. Cohen é um judeu de elite cuja herança genética é alardeada em Israel ao ponto de o Estado judeu proibir casamentos entre “Cohens” (Kohanim) e até mesmo judeus que tenham uma gota de sangue gentil [não judeu] em seu sangue ancestral. (Sim, estranho, mas verdade).  Eu também mostrei captura de telas de site judaicos mostrando como os Cohens têm “privilégios especiais” por causa da pureza de raça deles.

            É importante saber que na Grã-Bretanha não só a BBC[1] tem vindo a estar sobre a mão de ferro dos supremacistas judaico-sionistas – todas as outras três maiores redes de televisão na Grã-Bretanha também definham sobre o insidioso controle dessa camarilha. Esta incrível influência nos meios de comunicação de massas na Grã-Bretanha e na América é também repetida em nação após nação no mundo ocidental. Acidental? Coincidência? Você é o juiz. Vamos começar com nossa olhada na televisão britânica:


1. ITV

           ITV plc é uma companhia de comunicação de massa britânica que detém 12 das 15 licenças de televisão regionais que compõem a ITV (“Independent Television Network”) network, a mais antiga e maior rede de televisão terrestre no Reino Unido.

            ITV tem competido com a BBC pelo status do canal mais assistido no Reino Unido desde os anos da década de 1950. Desde 1983, ITV plc tem sido controlada por uma junta corporativa adquirida por duas companhias – Granada plc e (a companhia irmã da Granada Television) e a Carlton Communications.

{O judeu Sidney Bernstein foi
controlador da rede ITV, a maior
da Grã-Bretanha junto com a BBC,
de vários canais menores e cinema.} 
            A Granada Television, uma subsidiária da Granada Ltd, originada na Granada Theatres Ltd, a qual possui cinemas no sul da Inglaterra, fundada em Dover em 1930 pelo supremacista judeu Sidney Bernstein e seu irmão Cecil.

            Os Bernsteins tornaram-se envolvidos numa televisão comercial, e em 1954, a Independent Television Authority (ITA) concedeu à Granada o contrato no Norte da Inglaterra para o uso do horário de segunda a sexta.

            A partir daí, a companhia passou por alguns altos e baixos, mas continuou a crescer, de modo que em 1997, ela tinha adquirido a Yorkshire-Tyne Tees Television e em 2000 ela tinha adicionado a Anglia Television e a Meridin Broadcasting e algumas divisões de HTV.

            Sidney Bernstein morreu em 1993, mas não antes de ser feito um “Barão” em 1969 por um grato governo trabalhista pelo apoio que ele tinha mostrada naquele partido [o Labour Party].

{O judeu Michael Green, foi
também controlador da rede
ITV e vários canais menores.}
            Carlton Communications, a outra companhia a qual agora controla ITV, foi criada em 1982 pelo supremacista judeu Michael Green, seu irmão David e seu sogro, Lord Wolff. A companhia estava flutuando na bolsa de valores de Londres, e cinco anos depois, Carlton comprou a empresa de filmes americana Technicolor. Seu braço televisivo, Carlton Television, ganhou a licitação em 1992 para garantir o dia da semana na franquia ITV previamente detida pela Thames Television.

             Carlton adquiriu outras numerosas menores franquias ITV até a fusão em 2003 com a TV Granada para formar a ITV plc. A nova companhia também adquiriu a franquia Breakfast, GMTVm da The Walt Disney Company em 2009 e a Channel Television da Yattendon Group plc em 2011.

            Green se aposentou da companhia em 2003, e o atual chefe da ITV é Archibald Norman, um ex-membro do Conservative Party MP. Embora Norman não é judeu, o passado histórico da companhia pode seguramente indicar a direção política a qual a ITV segue.


2. Channel 4

           Channel 4 é um serviço público de emissora de televisão britânica a qual começou a transmissão em 1982. Embora comercialmente autofinanciada, ela é supostamente de propriedade pública; originalmente uma subsidiária da Independent Broadcasting Authority (IBA), a estação agora é possuída e operada pelo Channel Four Television Corporation, uma entidade pública estabelecida em 1990.

             O canal foi estabelecido para fornecer um quarto serviço de televisão para o Reino Unido em adição para as duas redes de TV, a BBC e a única emissora comercial, a ITV.

{O judeu David Abraham, foi chefe do Channel 4 entre
2010  e 2017, presidindo canais Discovery, e sendo chefe
executivo de outros canais britânicos.}

            O chefe executivo do Channel 4 é o judeu supremacista David Abraham, que tem ocupado a posição desde janeiro de 2010. Ele foi previamente chefe executivo da UKTV, uma emissora multicanal, de propriedade conjunta da BBC Worldwide e Scripps Networks Interactive. UKTV é uma das maiores companhias de televisão do Reino Unido.

            A carreira de Abraham também alcança a costa do Atlântico: nos Estados Unidos ele foi vice-presidente do Discovery Home network e presidente e gerente geral do TLC channel para o Discovery Networks.

            Quando ele foi nomeado chefe do Channel 4, o principal jornal judaico britânico o Jewish Crhonicle, alegremente anunciou que Abraham tinha “altos ideais”[2] para o Channel 4.

            Dado o histórico, estamos razoavelmente certos do que estes “altos ideias” vão ser.


3. Channel 5

            A quinta rede de televisão britânica é a Channel 5 a qual foi lançada em 1997.  Originalmente possuída pelo RTL Group (de propriedade do conglomerado alemão de comunicação de massa Bertelsmann), Channel 5 foi comprado pelo supremacista judeu Richard Desmond em 2010.

{O judeu Richard Desmond, foi proprietário
do Channel 5. Possui também jornais
importantes e editora gráfica, além de ser
o maior editor de revistas pornográficas
no Reino Unido, bem como opera TV
a cabo pornográfica no Reino Unido.}
         Desmond que também possui a empresa Express Newspapers (editores dos jornais de alcance nacional britânico Daily Star e Daily Express) fundou a editora Northern & Shell a qual publica várias revistas de celebridades, tais como a OK!, e a New!

            Desmond originalmente fez sua “fortuna midiática” sendo o primeiro operador de linha sexual (sex-phone) do Reino Unido, e então mais tarde tornou-se o maior editor de revistas pornográficas, mantendo sob licença a Penthouse UK e outros títulos, incluindo os títulos infames Asian Babes, Reader’s Wives [Esposas dos Leitores], e Mega Boobs [Mega Peitos]. Sua companhia ainda opera o canal de TV a cabo “adulto” conhecido como The Fantasy Channel.

            Estes vários empreendimentos pornográficos deste supremacista judeu têm feito dele o 57° homem mais rico da Grã-Bretanha de acordo ao The Sunday Times Rich List, com um patrimônio de £950 milhões.

            Desmond finamente vendeu o Channel 5 para a companhia americana Viacom por £450 milhões, a Viacon é, sem surpresa, controlada pelos colegas supremacistas judeus Sumner Murray Redstone (nascido Summer Murray Rothstein), que é também acionista majoritário e presidente da cadeia do Conselho de Administração Nacional de Teatro. Através da Administração Nacional, Summer Redstone e sua família são proprietários majoritários da CBS Corporation e Viacom (ela própria uma companhia detentora da MTV Network, BET, e o estúdio de filmes Paramount Pictures).

            A evidência é clara: por trás das cenas dos negócios, planejamento a longo prazo e oportunismo, os supremacistas judeus têm conseguido um estrangulamento quase completo nas redes de televisão “britânicas” – e a cobertura do Holocausto de Gaza tem uma vez mais mostrado a pesada mão da censura judaica no trabalho.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas


[1] Fonte utilizada pelo autor: “Proof of The Jewish-Zionist Takeover of the BBC!”, por David Duke, 13 de agosto de 2014, David Duke.
{Em português: “Prova do domínio judaico sionista na BBC”, Por David Duke, 28 de outubro de 2019, World Traditional Front. Traduzido por Mykel Alexander

[2] Fonte utilizada pelo autor: Ver em “David Abraham: High ideals for Channel 4”, por Robyn Rosen, 28 de janeiro de 2010, Jewish Chronicle.


Fonte: Proof of the Jewish-Zionist Takeover of Other “British” TV Services, por David Duke, 15 de Agosto de 2014, David Duke.



Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a autodeterminação dos americanos de etnia europeia (fundando uma reformulada Ku Klux Klan em 1974) e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.

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domingo, 26 de abril de 2020

Grande rabino diz que não-judeus são burros {de carga}, criados para servir judeus - por Khalid Amayreh


Khalid Amayreh

Uma figura religiosa judaica maior em Israel comparou não-judeus a burros e bestas de carga, dizendo que a principal razão de sua própria existência é servir os judeus.

Rabi Ovadia Yosef, mentor espiritual do partido fundamentalista religioso Shas, o qual representa judeus do Oriente Médio, teria dito durante uma homilia do sábado no início desta semana que “o único objetivo dos não-judeus é servir os judeus”.

Yosef é considerado um dos principais líderes religiosos em Israel que desfruta da lealdade de centenas de milhares de seguidores.

Shas é um dos principais parceiros da coalizão no atual governo de Israel,

Yosef, também um ex-rabino-chefe de Israel, foi citado pelo jornal de direita, o Jerusalem Post, dizendo que a função básica de um goy, uma palavra depreciativa para um gentio, era servir judeus.
“Não-judeus nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não têm lugar no mundo - apenas para servir ao povo de Israel ”.
Yosef disse em seu sermão semanal de sábado à noite, que foi dedicado a leis considerando ações que não-judeus têm permissão para realizar no sábado.

Yosef também disse que as vidas de não-judeus em Israel são preservadas por Deus, a fim de evitar perdas para os judeus.

Yosef, amplamente considerado um sábio da Torá e autoridade proeminente na interpretação do Talmud, uma escritura judaica básica, realizou uma comparação entre animais de carga e não-judeus.
“Em Israel, a morte não tem domínio sobre eles. Com os gentios, será como qualquer pessoa. Eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que um burro morra, eles perderão seu dinheiro.
“Este é seu servo ... É por isso que ele tem uma vida longa, para trabalhar bem para esse judeu.”
Yosef esclareceu ainda mais suas ideias sobre a servidão dos gentios aos judeus, perguntando:
“Por que os gentios são necessários? Eles trabalharão, eles ararão, eles colherão; e nos sentaremos como um effendi {um título de nobreza no Oriente Médio} e comeremos. ”
“É por isso que os gentios foram criados.”
O conceito de gentios como seres infra-humanos ou quase-animais está bem estabelecido no judaísmo ortodoxo.
{O primeiro ministro de Israel Benjamin Netanyahu e o rabino mor de Israel Rabbi Ovadia Yosef.
Direito de imagem: GPO archive photo. Fonte: Israel Ministry of Foreign Affairs.

Por exemplo, rabinos afiliados ao movimento Chabad, uma seita judaica supremacista, mas influente, ensinam abertamente que, no nível espiritual, os não-judeus têm o status de animais.

Abraham Kook, o mentor religioso do movimento dos colonos, foi citado como dizendo que a diferença entre um judeu e um gentio era maior e mais profunda do que a diferença entre humanos e animais.
“A diferença entre uma alma judia e almas de não-judeus - todas elas em todos os níveis diferentes - é maior e mais profunda do que a diferença entre uma alma humana e as almas do gado”.
Algumas das ideias manifestamente racistas de Kook são ensinadas no colégio talmúdico Merkaz H'arav, em Jerusalém. A faculdade recebeu o nome de Kook.

Em seu livro Jewish History, Jewish Religion: The Weight of Three Thousand Years {História Judaica, Religião Judaica: O Peso de Três Mil Anos}, o falecido escritor e intelectual israelense Israel Shahak argumentou que sempre que rabinos ortodoxos usam a palavra “humano”, normalmente não se referem a todos os humanos, mas apenas a judeus, já que os não-judeus não são considerados humanos, de acordo com a Halacha {conjunto de leis derivadas da tradição escrita e oral da Torá} da lei judaica.

Alguns anos atrás, um membro do Knesset {parlamento} israelense castigou os soldados israelenses por “tratar os seres humanos como se fossem árabes”. O membro do Knesset, Aryeh Eldad, estava comentando a evacuação pelo exército israelense de um posto avançado de colonos na Cisjordânia.

Diante do efeito negativo de certos ensinamentos bíblicos e talmúdicos nas relações inter-religiosas, alguns líderes cristãos na Europa pediram ao establishment religioso judaico que reformasse as percepções tradicionais Halacha sobre os não-judeus.

No entanto, enquanto as seitas reformadoras e conservadoras do judaísmo tenham se relacionado positivamente a esses chamados, a maioria dos judeus ortodoxos os rejeitou totalmente, argumentando que a Bíblia é a palavra de Deus que não pode ser alterada sob nenhuma circunstância.

A Bíblia diz que os não-judeus que vivem sob o domínio judaico devem servir como “carregadores de água e cortadores de madeira” para a raça mestra.

            Em Josué (9:27), lemos “Naquele dia, Josué os colocou como rachadores de lehna e carregadores de água para o serviço da comunidade e do altar de Iahweh, até o dia de hoje, no lugar que ele escolheu.”[1]

Em outros lugares da Bíblia, os israelitas são fortemente encorajados a tratar “estrangeiros que vivem no meio de vocês” humanamente “porque vocês mesmos são estrangeiros no Egito”.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Nota


[1] Nota do tradutor: Passagem citada a partir da tradução de Josué, vertida do hebraico ao português por Samuel Martins Barbosa, presente na edição da Bíblia de Jerusalém (da École Biblique de Jérusalem), edição de 2002, 12ª reimpressão, Editora Paulus, São Paulo.



Fonte: “Major rabbi says non-Jews are donkeys, created to serve Jews”, por Khalid Amayreh, 18 de outubro de 2010, The peoples voice.



Sobre o autor: Khalid Amayreh (1957 - ) é um jornalista palestino baseado em Dura, no distrito de Hebron. Ele obteve seu diploma universitário nos Estados Unidos: bacharelado em Jornalismo na Universidade de Oklahoma, 1982; Mestrado em Jornalismo, Universidade do Sul de Illinois, 1983.

Amayreh tem sido correspondente de inúmeros jornais e meios de comunicação:

Sharja TV, correspondente, 1994-2001; Iranian News Agency (IRNA), 1995-2006; Middle East International (Londres) 1995-2003; Al Ahram Weekly (inglês) 1997- presente; Aljazeera English (aljazeera.net): 2003-2006, Palestine Information Center: 2000-presente; Palestine Times (periódico diário) (tem encerrado as atividades)

            Escreveu os livros:

Journalism and Mass communication, Theory and Practice (árabe, 1996); Refutation of Western Myths and Misconceptions about Islam and the Palestinian question (árabe, 1988); Living Under the Israeli Occupation, (árabe 2007); MY Story with the Shiites: Major Contradictions In The Shiite Imami Religion (árabe 2016, inglês 2017)


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