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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 4 - a insaciável sede de matança do judaico-bolchevismo sobre a população - por Karl Nemmersdorf

 Continuação de {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 3 - o massacre começa - por Karl Nemmersdorf

 Karl Nemmersdorf

Zemliachka, o Demônio. O escritor russo Ivan Shmelev — que vivenciou esses acontecimentos (os comunistas fuzilaram seu filho, um tenente do Exército Branco) e escreveu sobre eles o pungente romance O Sol dos Mortos — prestou depoimento sobre Zemliachka (com toques impressionistas) perante um tribunal de Lausanne, em 1923:

Ela corria de vila em vila, com a face de uma palidez doentia, a boca sem lábios, os olhos desbotados; vestindo uma jaqueta de couro... de baixa estatura, portando uma enorme Mauser... Era o seu momento de glória. Ali, Zemliachka-Zalkind conseguiu superar a todos... “Atirem, atirem, atirem...”, repetia ela incessantemente, satisfazendo uma paixão pelo assassinato há muito acumulada... Na Crimeia, Rozalia Samuilovna revelou-se a cadela mais leal de seu mestre Lenin. Ela fez tudo isso sem esperar [recompensa] — carne e sangue não lhe faltavam —, pois o processo em si lhe era caro. Ela orquestrou na Crimeia uma epopeia tão brutal que “as montanhas ficaram encharcadas de sangue, e o Mar Negro, junto à costa, tornou-se vermelho”.81

Esse retrato do “Demônio” encontra eco no relato de um alto funcionário bolchevique enviado à Crimeia na primavera de 1921 para investigar as condições locais. Mirsaid Sultan-Galiev, um funcionário muçulmano do Partido Comunista, disse sobre Zemliachka:

A camarada Samoylova (Zemliachka) era uma mulher extremamente nervosa e doente, que rejeitava qualquer método de persuasão em seu trabalho... Nervosismo desnecessário, um tom excessivamente ríspido ao conversar com quase todos os camaradas, exigências extremas... repressões imerecidas contra qualquer um que tivesse ao menos um pouco de coragem para “ousar ter seu próprio julgamento”... Quando a camarada Samoylova estava na Crimeia, literalmente todos os trabalhadores tremiam diante dela, não ousando desobedecer nem mesmo às ordens mais estúpidas ou errôneas.82

Eu abstive-me de repetir as descrições mais macabras a respeito de Zemliachka por carecerem de fontes sólidas, mas estes dois relatos dão uma ideia de sua loucura homicida. Alguns autores afirmam que ela operava metralhadoras, torturava prisioneiros e sofria acessos de fúria. Talvez fosse verdade. Um escritor russo-judeu contemporâneo (Arkady Vaksberg), profundo conhecedor desses judeus comunistas, descreve-a como “uma sádica e um monstro,” embora, infelizmente, sem fornecer detalhes.83 Resta-nos aguardar pesquisas mais aprofundadas nos arquivos soviéticos.

O massacre prossegue. Enquanto isso, em 5 de dezembro, um certo N. Margolin publicou um artigo no jornal Krasny Krim (“Crimeia Vermelha”):

Com a espada implacável do Terror Vermelho, nós percorreremos toda a Crimeia e a expurgaremos de todos os carrascos, exploradores e algozes da classe trabalhadora. Mas nós seremos mais espertos e não repetiremos os erros do passado! Nós fomos generosos demais após a Revolução de Outubro. Nós, tendo aprendido com a amarga experiência, não seremos generosos agora.84

Ele chama as vítimas desse grande massacre de “carrascos”! Seria esse o mesmo “N. Margolin” que Solzhenitsyn descreve como um comissário judeu implacável, um requisitador de grãos, “famoso por açoitar os camponeses que não entregavam os grãos. (E ele também os assassinava.)”?85 Eu acredito que sim.

A matança na Crimeia correu com tudo até a primavera seguinte. Além disso, dezenas de milhares de pessoas foram confinadas em campos de concentração improvisados ​​antes de serem enviadas da Crimeia para campos maiores. Cinquenta mil tártaros muçulmanos foram enviados para a Turquia ou para campos na Rússia. Há relatos posteriores de que 37.000 homens do exército de Wrangel definhavam em condições terríveis em campos na região de Kharkov.86 Infelizmente, dadas as condições nos campos russos, muitos desses homens certamente morreram. Quando a Cheka local enviou uma mensagem a Lenin perguntando o que poderia ser feito para melhorar as condições no local, ele não fez nada, limitando-se a anotar no papel: “para o arquivo.”87

A convocação de volta de Kun e Zemliachka. Após um mês de derramamento de sangue, as tensões entre os executores chegaram ao limite. Alguns funcionários ficaram insatisfeitos, acreditando que o expurgo estava saindo do controle, com os destacamentos de assassinato agindo desenfreadamente — roubando, mantendo haréns e matando por razões pessoais. Esses funcionários também se ressentiam da intensidade fanática de Zemliachka e Kun, que estavam liquidando toda a classe média da Crimeia, incluindo especialistas de que os bolcheviques precisavam para ajudar a administrar a região após estabelecerem a ordem. Um dos membros não judeus do Comitê Revolucionário, Yuri Gaven, escreveu uma carta a um amigo do Comitê Central em Moscou (em 14 de dezembro) afirmando que Kun havia se tornado um “gênio do terror em massa” e precisava ser internado em um hospital psiquiátrico. Gaven argumentou que ele também defendia o terror em massa, mas que pessoas valiosas demais estavam sendo mortas.88 Naquele mesmo dia, Zemliachka escreveu uma longa carta a Moscou queixando-se da “maciez” e da incompetência dos quadros locais, dizendo que era forçada a realizar todo o trabalho.89 (Ela escrevia cartas muito semelhantes a Lenin desde 1904.90) Ela exigiu o retorno a Moscou de vários funcionários locais — nenhum deles judeu (incluindo o irmão mais novo de Lenin, Dmitry Ulyanov, que integrava o Comitê do Partido na Crimeia). Existe um possível componente étnico nessa controvérsia, com alguns dos não judeus defendendo uma moderação do terror, enquanto os judeus apoiavam o terror máximo. No final das contas, Moscou respondeu ordenando o retorno de Zemliachka e Kun no início de janeiro de 1921. Eles haviam permanecido na Crimeia por somente sete semanas.

Zemliachka e Kun assim não foram responsáveis ​​pela totalidade das 50.000 mortes, uma vez que alguns desses assassinatos ocorreram após o retorno deles. No entanto, as fontes parecem indicar que a maior parte das mortes ocorreu, de fato, enquanto eles estavam na Crimeia.

Não há evidências de que Lênin tenha repreendido os dois maníacos homicidas, ou de que eles tenham caído em desgraça. Eles rapidamente encontraram emprego em outros lugares: Zemliachka, no Comitê do Partido em Moscou; e Kun, no Presidium do Comintern {Oficina Política do comitê central das questões internacionais – Komintern – do movimento bolchevique)#1}. Zemliachka foi condecorada com a Ordem da Bandeira Vermelha por seus “serviços” exemplares durante a Guerra Civil.91

É interessante o relato da Universal Jewish Encyclopedia, publicada em Nova York na década de 1940, sobre as atividades de Zemliachka durante a Guerra Civil Russa. Zemliachka, dizia o texto, “tornou-se útil no front”. [Grifo adicionada] Um belo exemplo de historiografia judaica.

O rescaldo

Após chegar a Constantinopla, o Barão Wrangel esforçou-se e lutou contra dificuldades para manter a ordem e a unidade entre os exilados russos brancos. Em 1924, ele estabeleceu a União Militar de Toda a Rússia com esse objetivo e para preservar a possibilidade de derrubar o regime comunista na Rússia. Em ele 1927, mudou-se com a família para Bruxelas, vivendo em condições próximas à miséria. Ele escreveu suas memórias, Always with Honor, obra publicada após sua morte. Ele faleceu inesperadamente em abril de 1928, levando muitos a suspeitar que ele havia sido envenenado por agentes bolcheviques — os quais, mais tarde, sequestraram e mataram os dois homens que o sucederam na liderança da União Militar de Toda a Rússia: os generais Kutepov e Miller.92 Os restos mortais de Wrangel repousam na Igreja da Santíssima Trindade, em Belgrado.

Na Crimeia. Embora as autoridades comunistas tenham reforçado sua organização e disciplina, elas continuaram matando até a primavera. Mais judeus chegaram; Alexander Rotenberg assumiu o comando da Cheka da Crimeia unificada em setembro de 1921.93 Neste ponto, contudo, a fome — frequentemente concomitante ao domínio bolchevique — já estava começando. O já mencionado Mirsaid Sultan-Galiev relatou ao Comitê Central, em abril de 1921:

A situação alimentar está ficando pior a cada dia. Todo o distrito do Sul, habitado principalmente pela população tártara, está literalmente passando fome neste momento. Pão é fornecido apenas aos funcionários soviéticos, e o restante da população... não recebe nada. Observam-se casos de inanição nas aldeias tártaras... Na conferência regional... os delegados tártaros indicaram que as crianças tártaras estão “morrendo como moscas”.94

A situação geral na Crimeia era terrível, mas o principal fator para o desenvolvimento da fome — que matou cerca de 100.000 pessoas — foi a má gestão bolchevique, particularmente as requisições de alimentos e o confisco de propriedades rurais para a criação de fazendas estatais (ineficientes). Em março de 1922, a Cheka da Crimeia relatava que o canibalismo estava “se tornando comum.” Enquanto isso, crianças estavam desaparecendo e, “em Karasubazar, em abril de 1922, foi descoberto um depósito contendo 17 cadáveres salgados, a maioria de crianças.”95 Somente em 1923 a normalidade começou a retornar à Crimeia, na medida do razoavelmente possível sob o domínio comunista.

A tomada da Crimeia pelos Vermelhos foi um banho de sangue horrendo que deixou toda a população da Crimeia em estado de choque e horror, nutrindo um profundo ódio pelo domínio bolchevique. Grande parte da população aliou-se aos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, desencadeando novas ondas de repressão*15 e deportação quando as forças de Stalin retomaram a região na primavera de 1944.

Aqui, devemos deixar esse povo desafortunado e voltar nossa atenção para a história posterior dos carniceiros que haviam banhado suas terras em sangue.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em {URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 5 - final - a vida e carreira dos terroristas judaico-bolcheviques após o massacre - por Karl Nemmersdorf

Notas

81 Nota de Karl Nemmersdorf: avel Paganuzzi, Красный террор в Крыму “Terror Vermelho na Crimeia”). Acessado em 25 de maio de 2025. https://www.belrussia.ru/page-id-3316.html. O tribunal julgava o assassino de um diplomata soviético, Vatslav Vorovsky. A defesa transformou o julgamento em um referendo sobre as atrocidades soviéticas.

82 Nota de Karl Nemmersdorf: Dmitry Sokolov, “A Mão Punitiva do Proletariado.”

83 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady Vaksberg, Stalin Against the Jews (Alfred Knopf, 1994), p. 23.

84 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Red Terror in Crimea.” (https://ru.wikipedia.org/wiki/Красный_террор_в_Крыму)

85 Nota de Karl Nemmersdorf: Solzhenitsyn, capítulo 16.

86 Nota de Karl Nemmersdorf: Para os tártados, ver Robert Forczyk, Where the Iron Crosses Grow: The Crimea 1941-44, p. 27; Para as tropas de Wrangel ver Richard Pipes, Russia Under the Bolshevik Regime (Vintage Books, 1995), p. 135.

87 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Pipes, Russia Under the Bolshevik Regime (Vintage Books, 1995), p. 135.

88 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipédia em russo, “Terror Vermelho na Crimeia”. Acessado em 17 de maio de 2025. https://ru.wikipedia.org/wiki/Красный_террор_в_Крыму

89 Nota de Karl Nemmersdorf: Andrey Sorokin, “Красный террор омрачил великую победу Советской власти…” (“O Terror Vermelho ofuscou a grande vitória do poder soviético…”) Acessado em 3 de junho de 2025. https://rodina-history.ru/2016/08/10/rodina-krymu.html

90 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 77.

#1 Nota de Mykel Alexander: Presidium ou Praesidium refere-se à Politburo, isto é, Oficina Política do comitê central do Partido Bolchevique, mas no contexto refere-se Oficina Política do comitê central das questões internacionais do movimento bolchevique, isto é, do comunismo de Lenin e depois do comunismo de Stalin. Ver Alberto Falcionelli, El licenciado, el seminarista y el plomero – breve glossário del comunismo em accion, Editorial El Mandragora, Buenos Aires, 196. Vocábulo POLITIBURO, vocábulo KOMINTERN). 

91 Nota de Karl Nemmersdorf: Janina Cottam, Women in War and Resistance: Selected Biographies of Soviet Women Soldiers, p. 434.

92 Nota de Karl Nemmersdorf: Kutepov foi sequestrado em uma rua de Paris pelo tchekista judeu Yakov Serebryansky e sua esposa, que se passaram por policiais franceses. Seu corpo jamais foi encontrado. Pavel Sudoplatov, Special Tasks: The Memoirs of an Unwanted Witness – A Soviet Spymaster (Little, Brown and Co., 1994), p. 91.

93 Nota de Karl Nemmersdorf: “Alexander Rotenberg”, acessado em 20 de maio de 2025. https://www.hrono.ru/biograf/bio_r/rotenberg.html

94 Nota de Karl Nemmersdorf: “Uma tragédia esquecida. Cem anos da fome em massa na Crimeia em 1921–1923.” Acessado em 4 de junho de 2025. https://holodomormuseum.org.ua/en/news/a-forgotten-tragedy-one-hundred-years-since-the-mass-famine-in-the-crimea-in-1921-1923/  

95 Nota de Karl Nemmersdorf: Mykola Semena, “Uma tragédia esquecida. Cem anos da fome em massa na Crimeia em 1921–1923.” Acessado em 4 de junho de 2025. https://holodomormuseum.org.ua/en/news/a-forgotten-tragedy-one-hundred-years-since-the-mass-famine-in-the-crimea-in-1921-1923/  fonte

*15 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Complete Destruction of National Groups as Groups - The Crimean Turks, por Edige Kirimal, International Committee for Crimea.

https://www.iccrimea.org/historical/crimeanturks.html

Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/06/30/jewish-bolsheviks-and-mass-murder-rozalia-zemliachka-and-the-jews-responsible-for-the-bloodbath-in-crimea-1920/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} - Judeus de jaqueta de couro e cheiradores de cocaína na polícia secreta soviética torturando, estuprando e matando gentios: as evidências - por Karl Nemmersdorf

 

 Karl Nemmersdorf


Em “Ted Gold and the Jews of Weatherman” (setembro de 2017, na TOO*1), ao descrever uma suposta tomada de poder nos Estados Unidos pelo grupo radical judaico Weatherman, eu escrevi: “Imagine a volta de uma polícia secreta judaica, de jaquetas de couro e cheiradora de cocaína, capturando gentios para estupro, tortura e assassinato em matadouros lúgubres. Isso aconteceu; olhe a respeito”. Essa referência histórica, um tanto chocante, deixou um comentarista chamado “Jim” perplexo. Ele escreveu — fosse de forma irônica ou séria (mas divertida): “Onde posso encontrar informações sobre judeus que cheiram cocaína e estupram pessoas?”. Com certo atraso, eu decidi rever algumas das evidências para os elementos individuais da minha afirmação: jaquetas de couro, cocaína e a tortura, o estupro e o assassinato em “matadouros lúgubres”. E, claro, os agentes judeus da Cheka.

 

A Cheka

Quando os bolcheviques tomaram o poder que, como ficou famosa a frase, estava “jogado nas ruas” no início de novembro de 1917, não esconderam a intenção de governar pela força e pelo terror. Em questão de semanas, estabeleceram o braço coercitivo de sua revolução permanente: a “Comissão Extraordinária para o Combate à Contrarrevolução e à Sabotagem” — abreviada como Ve-Cheka ou, mais curtamente, Cheka. Lênin encarregou o fanático polonês Felix Dzerzhinsky de comandá-la; este, por sua vez, recrutou um grupo de letões, judeus e russos renegados para ajudá-lo a devastar a nação russa. Quase imediatamente, a Cheka desencadeou uma das mais horripilantes orgias de assassinatos em massa já registradas, na qual homens de ascendência judaica — que, assim como outros esquerdistas judeus, mantinham sua identidade judaica*2 — desempenharam um papel muito proeminente nisso.

Está amplamente atestado que, nos primeiros vinte anos de sua história, os judeus estavam fortemente super-representados nas fileiras da Cheka em relação à sua proporção na população da União Soviética. Umas poucas citações bastam. O historiador Richard Pipes cita um membro da Cheka de Kiev do período inicial afirmando que três quartos de seu efetivo eram judeus.1 Outra fonte mostra que, em 1934, 37 dos 96 principais oficiais do NKVD (a denominação posterior da Cheka) eram judeus — um número impressionante, considerando que eles representavam apenas 1,7% da população.2 Realmente os judeus superavam em número os russos étnicos*3 nesses altos cargos até o início de 1937, quando Stalin iniciou o expurgo contra eles. O jornalista israelense nascido na União Soviética Sever Plocker escreve:*4 “Muitos judeus venderam a alma ao diabo da revolução comunista e têm sangue nas mãos para a eternidade” — numa época, aliás, em que celebrar a Revolução Bolchevique era algo totalmente comum na comunidade judaica da diáspora no Ocidente. Paralelamente, os judeus estavam sub-representados na população do Gulag, em cerca de 25%.3

Dentro de meses da instituição da Cheka, Chekas provinciais estavam surgindo por todo o território controlado pela sitiada ditadura bolchevique. Por causa que a Cheka central era, essencialmente, um órgão à margem da legalidade e exercia pouco controle burocrático sobre as unidades provinciais, estas últimas muitas frequentemente amontoavam pouco mais que grupos de brutamontes locais — compostos por criminosos e judeus — motivados pela pilhagem e pela vingança. As autoridades centrais eventualmente conseguiram impor disciplina às suas filiais da Cheka, mas os assassinatos, as torturas e os saques continuaram; a única mudança foi a centralização do comando e a manutenção de rastreio documentais mais organizados.

O prestígio e elã que cercava a Cheka inicial e seu pessoal é estranho para evocar nesta altura do tempo, mas era significante, ao menos entre alguns círculos. A organização não tinha problemas no recrutamento. Eles adotavam um estilo austero e intimidador, caracterizado pelo uso de jaquetas de couro ou sobretudos. Yakov Sverdlov — um importante comissário bolchevique de origem judaica da primeira fase, presidente do Comitê Executivo Central e, portanto, chefe de Estado de jure — foi quem aparentemente popularizou o uso de jaquetas e até mesmo de calças de couro.4 Aqui está ele, à direita de Lênin: 

{Vladmir Lenin (1870-1924) e Yakov Sverdlov (1885-1919): dois líderes judeus do terrorismo judaico-bolchevique que levou a violência ao mais vil nível na Rússia judaico-bolchevique}.

A funcionária e terrorista judia Rozalia Zemliachka, mais conhecida por ter massacrado 50.000 pessoas na Crimeia após a Guerra Civil, também era famosa por sua predileção por jaquetas de couro e por sua postura de linha-dura: “Já na casa dos quarenta anos quando a Guerra Civil começou, Zemliachka vestia-se com o traje esteriótipo de um comissário bolchevique e matava com vingança.”5 Outra fonte relata que Dzerzhinsky confiscou um carregamento de casacos de couro destinados a pilotos da força aérea e equipou seus homens com eles.6 Nos primeiros tempos, todo comissário bolchevique e oficial da Tcheka que se prezasse ostentava jaquetas de couro.

Os judeus que engrossaram as fileiras da polícia secreta ardiam em desejo de vingança contra seus vizinhos cristãos — e ninguém nutre um ressentimento como os judeus; os pogroms, a despeito de terem sido exagerados por ativistas judeus na época e posteriormente,*5 foram certamente um componente do ódio judaico em relação ao Império Russo. Uma variedade de fontes confirmam que o desejo de vingança era uma das motivações. Yuri Slezkine*6 analisa algumas obras de escritores judeus do início do período soviético que ilustram esse tema da vingança. Por exemplo, as investidas amorosas do protagonista judeu do poema “Fevereiro”, de Eduard Bagritsky, são rejeitadas por uma jovem russa, mas a situação se inverte após a Revolução, quando ele se torna vice-comissário. Ao encontrar a moça em um bordel, ele mantém relações sexuais com ela sem tirar as botas, a arma ou o sobretudo — um ato de agressão e vingança:

Eu estou tomando você por causa da timidez

Tenho eu sempre estado aqui para fazer a vingança

Pela vergonha de meus antepassados exilados

E o piar de um desconhecido fugitivo!

Eu estou tomando você para saciar minha vingança

Sobre o mundo que eu não pude conseguir sair fora!

Igor Shafarevich, um matemático e membro da prestigiada Academia Nacional de Ciências dos EUA, reviu*7 obras literárias judaicas durante os períodos soviético e pós-soviético, achando um tema proeminente de ódio judaico misturado a um forte desejo de vingança contra a Rússia pré-revolucionária e sua cultura. Mas Shafarevich também sugere que a “russofobia” judaica que motivou o assassinato em massa não é um fenômeno único, mas resulta da hostilidade judaica tradicional em relação ao mundo não judaico — considerado tref (impuro) — e frente aos próprios não judeus, considerados como sub-humanos e merecedores de destruição; uma interpretação bastante razoável, dada a ética judaica tradicional na qual os não-judeus não possuem postura moral. Pessoas que nutrem tais crenças não sentem qualquer escrúpulo moral sobre tortura, estupro e assassinato daqueles que consideram seus inimigos. O ódio aos povos e culturas não judaicos, bem como a imagem de ancestrais escravizados como vítimas do antissemitismo, têm sido a norma judaica ao longo da história — um fato amplamente comentado, desde Tácito*8 até os dias presentes.

Finalmente, o ódio e o desejo de vingança judaicos não estavam confinados à URSS. Membros judeus das forças de segurança interna na Polônia do pós-guerra parecem ter sido frequentemente motivados por uma raiva pessoal e um desejo de vingança ligados à sua identidade judaica:

Suas famílias tinham sido assassinadas e o submundo anticomunista representava, na visão deles, a essencialmente a mesma continuidade de uma tradição antissemita e anticomunista. Eles odiavam tanto aqueles que haviam colaborado com os nazistas quanto aqueles que se opunham à nova ordem, com quase a mesma intensidade, e sabiam que, na condição de comunistas ou de comunistas e judeus, eles eram odiados da mesma maneira. Aos olhos deles, o inimigo era essencialmente o mesmo. Era preciso punir as atrocidades do passado e prevenir novas, sendo necessária um esforço e luta implacáveis antes que um mundo melhor pudesse ser construído.*9

 

“Uma ‘contínuo espalhar de estupros e roubos.” E de torturas e assassinatos

O oficial da Cheka citado por Pipes acima afirmou que os primeiros dias em Kiev (1918–1919) caracterizaram-se por uma “espalhar contínuo” de estupros e roubos, embora houvesse o “cuidado de poupar companheiros judeus”.7 Por alguma razão, Pipes omitiu menção às torturas e aos assassinatos hediondos, mas eu preencherei esses detalhes.8 Um elemento central da vingança sempre foi a humilhação do grupo-alvo e o estupro de suas mulheres, e o Terror Vermelho teve ambos em abundância. O auge da vingança, para os verdadeiramente fanáticos, é a tortura e o assassinato: infligir sofrimento terrível diretamente ao objeto de ódio, ostentando o próprio domínio, e então a destruição total da vítima. A natureza frenética dos excessos do Terror Vermelho resultou de uma combinação de fatores, incluindo uma atmosfera de brutalização trazida pela revolução e pela guerra civil e uma ideologia perversa, mas um fator étnico também estava claramente presente.

Um historiador recente dos executores de Stalin afirma que os judeus “vingaram implacavelmente as vítimas de um século de pogroms”.9 Outro declara que “as fileiras da Cheka estavam repletas de elementos sociais ávidos por vingança”.10 Um historiador da Guerra Civil Russa afirma: “Sempre ansioso por tirar proveito de ódios nacionais e raciais, Dzerzhinsky colocou judeus em sete dos dez principais cargos da Cheka... . Vítimas de séculos de abusos antissemitas, os judeus da Ucrânia tinham agora a chance de se vingar.”11

Os oficiais da Cheka, com literalmente nada que impedisse suas ações, atacaram mulheres em massa. Há inúmeras evidências para isso.

“Criminosos condenados e psicopatas certificados autoproclamavam-se oficiais da Cheka e aterrorizavam, estupravam e assassinavam a quem eles quisessem.”12 “O estupro de prisioneiras por guardas e interrogadores da Cheka era tão comum que só despertava comentários dos superiores se fosse cometido de maneira particularmente brutal ou pervertida.”13 O estupro de mulheres russas por homens da Cheka “assumiu proporções gigantescas, particularmente durante a segunda reconquista da Ucrânia e das regiões cossacas da Crimeia, em 1920.”14

Sergey Melgounov escreveu o relato clássico sobre o início do domínio bolchevique, O Terror Vermelho. Na página 136, ele descreve os “destacamentos de abastecimento” da Cheka, que saqueavam alimentos nas áreas rurais para alimentar as cidades — a base do poder bolchevique: “Sempre que uma expedição encarregada de coletar o imposto sobre grãos no distrito de Khvalinsky chegava a um vilarejo, os camponeses eram obrigados a entregar suas moças mais bonitas aos oficiais.”15

Uma estória de Ekaterinodar, no Cáucaso, por volta de 1919:

Madame Dombrovskaya, uma ex-professora, foi torturada em sua cela de isolamento... A Cheka havia sido informada de que ela guardava... joias...; por isso... ordenou-se que fosse torturada até revelar onde as joias estariam. Para começar, ela foi estuprada e sofreu todo tipo de ultraje — o estupro ocorrendo segundo a hierarquia de antiguidade dos torturadores: um homem chamado Friedmann a estuprou primeiro, seguido pelos outros em ordem sequencial. Feito isso, ela foi novamente interrogada sobre o paradeiro das joias e submetida a mais torturas, tendo incisões feitas em seu corpo e as pontas dos dedos apertadas com alicates e pinças. Até que, finalmente, em meio à sua agonia e com o sangue jorrando de seus ferimentos, ela confessou que as joias estavam escondidas em uma dependência de sua casa. Naquela mesma noite (6 de novembro), ela foi fuzilada.16

Do sul da Ucrânia: “uma testemunha testemunhou perante a Comissão Denikin [um órgão de investigação criado pelos Exércitos Brancos] que orgias licenciosas eram realizadas sistematicamente pela Cheka e pelo tribunal de Nikolaev, envolvendo até mesmo mulheres que haviam ido implorar pela libertação de parentes — sendo tal participação o preço da liberdade de seus familiares.”17

Algumas unidades locais da Cheka eram tão atrozes que até mesmo os bolcheviques ficavam indignados. Uma delas — Serafina Gopner — queixou-se a Lênin sobre a Cheka de Ekaterinoslav, na Ucrânia:

Essa organização está podre até o caroço: a chaga da criminalidade, da violência e de decisões totalmente arbitrárias grassa por toda parte, e ela está repleta com... a escória da sociedade, homens armados até os dentes que simplesmente executam qualquer um de quem eles não gostem. Eles roubam, saqueiam, estupram e lançam qualquer pessoa na prisão, falsificam documentos, praticam extorsão e chantagem, e libertam quem quer que seja em troca de vultosas somas em dinheiro.18

Virtualmente todas essas mulheres infelizes eram russas cristãs; muitos dos estupradores eram judeus movidos por um desejo de vingança. Imagino que os judeus, com seu forte senso de respeito pelos seus antepassados ​​mártires, também desejariam que nós “jamais esquecêssemos” essas vítimas.

Quanto à cocaína, ela foi amplamente utilizada nas décadas anteriores e posteriores a 1900. A planta de coca cresce apenas na América do Sul, mas suas propriedades tornaram-se conhecidas na Europa já no início do século XIX. A substância química foi isolada da folha por um químico alemão em 1860, e seu uso como estimulante e anestésico local disseminou-se rapidamente. Um dos primeiros defensores da droga foi Sigmund Freud, que escreveu um relato elogioso*10 sobre seus efeitos e a recomendava a amigos e pacientes. (Sua dependência durou doze anos.) Na década de 1880, empresas farmacêuticas produziam centenas de milhares de libras anualmente; a Parke-Davis, nos EUA, chegou a comercializar um pequeno kit contendo cocaína, seringa*11 e agulha para facilitar o uso, embora a droga também pudesse ser inalada em pó. Ela era um dos ingredientes da fórmula original da Coca-Cola, pelo menos até 1903, quando surgiu uma reação contrária devido às suas propriedades viciantes e nocivas. Estima-se que houvesse 200.000 dependentes*12 nos EUA na virada do século. Além disso, os americanos tornaram-se alarmados com o prospecto de negros cometerem crimes violentos sob o efeito da droga. Uma autoridade sustentava que “a maioria dos ataques a mulheres brancas do Sul é resultado direto de um cérebro negro enlouquecido pela cocaína.”*13 Em 1914, o governo colocou a substância sob controle federal, o que, naturalmente, não eliminou sua disponibilidade.

A cocaína também estava prontamente disponível na Rússia. As passagens a seguir mostram que os membros da Cheka a utilizavam comumente, chegando mesmo maniacamente. Alguns deles alegavam que o constante derramamento de sangue e a tensão constantes tornavam necessário o recurso às drogas, mas é provável que elas também tenham alimentado algumas das atrocidades cometidas. Qualquer que seja o caso, estava claro que muitos membros da Cheka estavam fora de si, dominados pelas drogas e pelo sadismo. Essa combinação levava a colapsos mentais entre os agentes da Cheka. Vários deles foram internados em alas psiquiátricas.19

De um relatório de 1919 sobre a Cheka em Yaroslavl: “A Cheka está saqueando e prendendo todos indiscriminadamente... Transformaram a sede da Cheka em um enorme bordel, para onde levam todas as mulheres burguesas. A embriaguez é generalizada. O uso de cocaína é excessiva e loucamente entre os supervisores.”20

Os Exércitos Brancos libertaram Kiev do domínio da Cheka por um breve período em 1919. Um dos relatórios resultantes afirmava: “Em quase todos os armários e, aliás, em quase todas as gavetas, encontramos frascos vazios de cocaína em pilhas.”21

Cheka colocou seus homens em todas as unidades do Exército Vermelho. Eis um relatório de um supervisor sobre algumas dessas unidades: “Nenhuma norma administrativa é respeitada por esse pessoal... Orgias e embriaguez são ocorrências diárias. Quase todo o pessoal da Cheka é usuário inveterado de cocaína. Dizem que isso os ajuda a lidar com a visão de tanto sangue no dia a dia.” O homem que redigiu esse relatório, Rozental, concluiu que, embora essas unidades precisassem de um controle mais rigoroso e estivessem “embriagadas de sangue e violência”, elas, ainda assim, “estavam cumprindo seu dever.”22 Bem, isso é um alívio.

Maks Deich, um judeu, chefiou a Cheka de Odessa entre 1920 e 1922. Lá, “ganhou fama de extrema crueldade e sofreu de neurose e dependência de cocaína.”23 Que atrocidades angustiantes poderiam ter lhe rendido notoriedade por “extrema crueldade” naquele meio? Um oficial da Cheka na Geórgia chamado Schulmann, muito provavelmente judeu, também ganhou destaque. Um prisioneiro testemunhou “execuções brutais... especialmente pelas mãos de um certo Schulmann, que era viciado em morfina e cocaína.”24

Quanto aos “matadouros frios e úmidos”, aqui está o que os Exércitos Brancos encontraram em Kiev no final de agosto de 1919, após expulsarem os bolcheviques:

O local tinha sido anteriormente uma garagem e, depois, o principal matadouro da Cheka provincial. Tudo estava coberto de sangue — sangue que chegava à altura dos tornozelos, coagulado pelo calor da atmosfera e horrivelmente misturado a cérebros humanos, fragmentos de crânio, tufos de cabelo e coisas do gênero. Mesmo as paredes estavam respingadas de sangue e fragmentos semelhantes de cérebro e couro cabeludo, além de crivadas por milhares de buracos de bala. No centro, havia um canal de escoamento com cerca de um quarto de metro de profundidade e largura, e cerca de dez metros de comprimento. Ele conduzia ao sistema sanitário da casa vizinha, mas estava entupido até a borda com sangue. Aquele antro horrendo continha 127 cadáveres, mas as vítimas do massacre anterior haviam sido enterradas às pressas no jardim adjacente. O que mais nos impactou nos cadáveres foi o esfacelamento dos crânios, ou o achatamento completo deles, como se as vítimas tivessem sido golpeadas na cabeça com algo como um bloco pesado. ... E, em todos os casos, os cadáveres estavam nus... [uma vala no pátio] continha oitenta corpos que, invariavelmente, apresentavam ferimentos e mutilações de uma crueldade quase inimaginável. Nessa vala, encontramos cadáveres que, dependendo do caso, tinham as entranhas arrancadas, membros decepados (como se os corpos tivessem sido literalmente retalhados), olhos vazados e cabeças, pescoços, rostos e troncos crivados de perfurações. Encontramos também um corpo atravessado no peito por uma estaca pontiaguda, ao passo que, em vários casos, a língua estava faltando.25

Isso aconteceu em Kiev, onde, como você deve se lembrar, três quartos do efetivo da Tcheka eram judeus.

A onda de fúria destrutiva da Cheka perdurou por décadas. O Terror atingia picos de intensidade — como o “Grande Terror” de 1937–1938 —, mas nunca cessou completamente até a morte de Stalin, em 1953. Robert Conquest, ao descrever o início de 1937, utilizou estas palavras arrepiantes: “Russos que tinham acreditado que o país já estava sob o domínio de terroristas veriam, então, o verdadeiro significado do terror”.26 Quando eu li essa frase pela primeira vez, há vinte e cinco anos, eu tive uma sensação de horror palpável e uma profunda tristeza pelo povo russo.

A invasão da Rússia pelos alemães, em junho de 1941, revelou as atrocidades bolcheviques subsequentes.27 Quase um quarto de século de vingança sangrenta não havia saciado a sede de sangue bolchevique/judaica. Em retirada, os bolcheviques massacraram seus prisioneiros nas prisões de fronteira em vez de transportá-los para o leste, e os alemães, ao chegarem, preservaram cuidadosamente as evidências. No entanto, eles não se limitaram a matá-los. Uma testemunha, um médico alemão, relata o seguinte sobre a cena em Lvov:

Eu ordenei que os porões [da prisão de Brygidky] fossem imediatamente esvaziados e, no decorrer dos três dias seguintes, 423 cadáveres foram retirados... Entre os corpos, havia meninos de 10, 12 e 14 anos e jovens mulheres de 18, 20 e 22 anos, além de mulheres idosas... [Na] prisão militar, na parte norte da cidade... o fedor de decomposição era tão intenso e havia tanto sangue sob a pilha de cadáveres que tivemos de usar máscaras de gás polonesas para entrar no porão... Jovens mulheres, homens e mulheres mais velhas estavam amontoados, camada sobre camada, chegando até o teto... O terceiro e o quarto porões estavam apenas cerca de três quartos cheios. Mais de 460 cadáveres foram retirados desses porões. Muitos dos corpos apresentavam sinais de tortura séria, mutilações nos braços e nas pernas e marcas de grilhões.28

Outra testemunha viu*14

um grande espaço, repleto de cadáveres do teto ao fundo... Os que estavam na parte de baixo ainda estavam quentes. As vítimas... jaziam em diversas posições, com os olhos abertos e expressões de terror nos rostos. Entre elas, havia muitas mulheres. Na parede à esquerda, três homens estavam crucificados, mal cobertos por roupas a partir dos ombros, com os órgãos genitais decepados. Abaixo deles, no chão, em posições semissentadas e inclinadas — duas freiras com esses órgãos na boca. As vítimas do sadismo da NKVD foram mortas com um tiro na boca ou na nuca. Mas a maioria foi golpeada no estômago com uma baioneta. Algumas estavam nuas ou quase nuas...

Outras testemunhas também afirmaram que muitos dos mortos estavam nus, o que naturalmente levanta a questão de saber se foram estuprados.29 A Cruz Vermelha Ucraniana estimou que 4.000 pessoas haviam perecido apenas em Lviv.30 Outra fonte aponta que o número de vítimas chegou a 10.000.31

Cidadãos de Lviv à procura de parentes entre as vítimas do NKVD. Fonte da foto:  https://collections.ushmm.org/search/catalog/pa1153801. 

Ao presenciarem as cenas terríveis, a população local ucraniana e polonesa “imediatamente começou a arrastar os judeus para fora de suas casas e abusar deles nas ruas”.32 Milhares foram mortos. Os habitantes locais atribuíram as atrocidades aos judeus, tamanha era a convicção de que bolcheviques eram sinônimo de judeus. Eu não encontrei informações sobre agentes da Cheka em Lviv nesse período, mas os judeus representavam 30% da população da cidade.33 Naquela altura, o alto escalão do NKVD contava com um contingente judaico bastante reduzido, mas isso não significa que os escalões intermediários e inferiores tenham sofrido redução na mesma proporção. Arkady Vaksberg escreve: “Mas o NKVD não estava livre de judeus, apesar dos... expurgos. Entre os sádicos que vieram preencher as vagas deixadas em aberto — incluindo cargos de altíssimo escalão — havia ‘mais do mesmo’.”34 Uma fonte afirma que havia quase 600 oficiais judeus no NKVD da Ucrânia em janeiro de 1945.35 Certamente, havia muito mais em junho de 1941.

Mais vítimas. Parece que sofreram espancamentos severos, e o homem em primeiro plano está parcialmente despido. Fonte da foto: https://collections.ushmm.org/search/catalog/pa1153801. 

Quando eu escrevi a sentença que introduziu este breve ensaio, eu estava prevendo como seria uma tomada de poder pelo grupo Weatherman na América. Os comunistas do Weatherman tinham semelhanças importantes com os bolcheviques: um complexo de superioridade presunçoso e fanático, uma ideologia messiânica, um ódio raivoso contra brancos/cristãos e planos para campos de “reeducação”. Os membros do Weatherman já faleceram em sua maioria, mas o espírito que os gerou é muito mais forte do que era na década de 1960; é o mesmo ódio antigo e assassino que impulsionou os bolcheviques — um desejo poderoso de vingar os males da antiga ordem social.

Os membros do Weatherman não estavam sozinhos na esquerda judaica da década de 1960 ao nutrir fantasias de ódio e vingança. Para muitos judeus da Nova Esquerda, “a revolução promete vingar os sofrimentos e reparar as injustiças que, por tanto tempo, foram infligidas aos judeus com a permissão ou o incentivo — ou mesmo sob o comando — das autoridades em sociedades pré-revolucionárias”*15. Entrevistas com radicais judeus da Nova Esquerda revelaram que muitos tinham fantasias destrutivas nas quais a revolução resultaria na “humilhação, desapropriação, aprisionamento ou execução dos opressores”, combinadas com a crença em sua própria onipotência e em sua capacidade de criar uma ordem social não opressiva.*16 Essas constatações também são totalmente consistentes com a experiência pessoal de Kevin MacDonald entre ativistas judeus da Nova Esquerda na Universidade de Wisconsin, na década de 1960 (aqui, p. 103, nota 13).*17

O corpo deste ensaio oferece um vislumbre de uma situação que paira no horizonte como uma... ...uma vasta e aterrorizante tempestade. Não será necessária nenhuma derrubada revolucionária neste momento, pois as alavancas do poder já estão nas mãos de nossos inimigos, aguardando apenas uma situação em que possam tomar o poder absoluto, comparável ao que detinham na URSS pós-revolucionária. O tempo é curto; a grande questão desta geração é esta: será que o espírito de nossos ancestrais, os guerreiros das estepes, apenas adormece em nossos compatriotas? Ou estará, de fato, morto? Eu não tenho certeza se quero saber a resposta para essa pergunta.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas

*1 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Ted Gold and the Jews of Weatherman, Part 1, por Karl Nemmersdorf, 14 de setembro de 2017, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2017/09/14/ted-gold-and-the-jews-of-weatherman-part-1/

*2 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left

1 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Pipes, The Russian Revolution (Vintage Books, 1991), p. 824.

2 Nota de Karl Nemmersdorf: Paul Gregory, Terror by Quota: State Security from Lenin to Stalin (An Archival Study) (Yale University Press, 2009), p. 63.

*3 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:

https://codoh.com/library/document/1722/?lang=en

*4 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:

https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html {tradução em português:

- Os judeus de Stalin – parte 1 - artigo de Sever Plocker, 17 de março de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/03/os-judeus-de-stalin-parte-1-artigo-de.html }

3 Nota de Karl Nemmersdorf: Terry Martin, The Affirmative Action Empire: Nations and Nationalism in the Soviet Union, 1923-1939 (Cornell University Press, 2001), p. 425. Ver também abaixo, p. 1028.

http://sovietinfo.tripod.com/GTY-Penal_System.pdf

4 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri Slezkine, The House of Government: A Saga of the Russian Revolution (Princeton University Press, 2017), p. 152

5 Nota de Karl Nemmersdorf: W. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 386.

6 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 69.

*5 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia, por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym},  03 de abril de 2022, World Traditional Front (as demais na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/04/revisitando-os-pogroms-alegados.html

                Original em inglês abaixo:

https://www.theoccidentalobserver.net/2012/05/08/revisiting-the-19th-century-russian-pogroms-part-1-russias-jewish-question/

*6 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: STALIN’S WILLING EXECUTIONERS JEWS AS A HOSTILE ELITE IN THE USSR The Jewish Century, resenha por por Kevin MacDonald.

https://www.researchgate.net/publication/237536578_STALIN'S_WILLING_EXECUTIONERS_JEWS_AS_A_HOSTILE_ELITE_IN_THE_USSR_The_Jewish_Century

*7 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left

*8 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: The Virtue of Hate, por Meir Y. Soloveichik, 1 de fevereiro de 2003, FIRST THINGS.

https://firstthings.com/the-virtue-of-hate/

*9 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf: Schatz, J., The Generation: The Rise and Fall of the Jewish Communists of Poland, 1991, p. 226.

7 Nota de Karl Nemmersdorf: Richard Pipes, The Russian Revolution (Vintage Books, 1991), p. 824.

8 Nota de Karl Nemmersdorf: Eu estou ciente de que Pipes é judeu.

9 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 75.

10 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 102.

11 Nota de Karl Nemmersdorf: W. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 314.

12 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 83.

13 Nota de Karl Nemmersdorf: W. Bruce Lincoln, Red Victory: A History of the Russian Civil War (Simon and Schuster, 1989), p. 383.

14 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 105.

15 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 136.

16 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 163.

17 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 218.

18 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 103.

*10 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:

https://www.recovery.org/cocaines/history/

*11 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  A brief history of cocaine - Both the Pope and France's chief rabbi endorsed Vin Mariani, a concoction of Bordeaux and cocaine. It sold well, por Richard J. Miller, 07 de dezembro de 2013, Salon.

https://www.salon.com/2013/12/07/a_brief_history_of_cocaine/

*12 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  

https://recovery.com/cocaines/history/  

19 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Oxford University Press, 1981), p. 271. Donald Rayfield relata o caso de uma chekista húngara que teve de ser internada em uma ala psiquiátrica depois de começar a atirar em testemunhas de crimes. Donald Rayfield, Stalin and His Hangmen: The Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), p. 83.

20 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 103.

21 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 201.

22 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), pp. 103-104.

23 Nota de Karl Nemmersdorf: George Leggett, The Cheka: Lenin’s Political Police (Oxford University Press, 1981), p. 477

24 Nota de Karl Nemmersdorf: Amy Knight, Beria: Stalin’s First Lieutenant (Princeton University Press, 1996), p. 236 nota 12.

25 Nota de Karl Nemmersdorf: Sergey Melgounov, The Red Terror in Russia (Hyperion Press, 1976), p. 176.

26 Nota de Karl Nemmersdorf: Robert Conquest, The Great Terror: A Reassessment (Oxford University Press, 1990), p. 181.

27 Nota de Karl Nemmersdorf: Um relato ainda mais tardio, e mais diretamente ligado a autores judeus, aparece em An Eye For An Eye: The Untold Story of Jewish Revenge Against Germans in 1945 (Basic Books, 1993), de John Sack. Trata-se da história da polícia secreta judaica no regime comunista polonês, após a Segunda Guerra Mundial, que reunia alemães em campos de concentração para submetê-los a ainda mais estupros, torturas e assassinatos.

28 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 216.

*14 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Lviv museum recounts Soviet massacres, por Natalia A. Feduschak, 11 de maio de 2010, Kyiv Post.

https://www.kyivpost.com/article/content/ukraine-politics/lviv-museum-recounts-soviet-massacres-66315.html?cn-reloaded=1

29 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 220.

30 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 221.

31 Nota de Karl Nemmersdorf: S. Courtois, N. Werth, J.-L. Panne, Andrzej Paczkowski, K. Bartosek and J.-L. Margolin (eds), The Black Book of Communism: Crimes, Terror, Repression (Harvard University Press, 1999), p. 225.

32 Nota de Karl Nemmersdorf: Alfred M. de Zayas, The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945 (University of Nebraska Press, 1995), p. 223.

33 Nota de Karl Nemmersdorf: Dov Levin, The Lesser of Two Evils: Eastern European Jewry Under Soviet Rule, 1939-1941 (The Jewish Publication Society, 1995), p. 54

34 Nota de Karl Nemmersdorf: Arkady Vaksberg, Stalin Against the Jews (Alfred Knopf, 1994), p. 101. A reação da população local também é reveladora; eles não tinham dúvidas de que os judeus eram os culpados.

35 Nota de Karl Nemmersdorf: Amir Weiner, Making Sense of War: The Second World War and the Fate of the Bolshevik Revolution (Princeton University Press, 2002), p. 269.

*15 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Cohen, P. S., Jewish Radicals and Radical Jews, Londres: Academic Press, 1980, p. 208; Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988, p. 85.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left

*16 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Cohen, P. S., Jewish Radicals and Radical Jews, Londres: Academic Press, 1980, p. 208.

*17 Fonte utilizada por Nota de Karl Nemmersdorf:  Jews and the Left, por Kevin Macdonald, outubro de 1988, p. 103, nota 13.

https://www.researchgate.net/publication/320704620_Jews_and_the_Left


Fonte: Leather-Jacketed Coke-Snorting Jews in the Soviet Secret Police Torturing, Raping and Killing Gentiles: The Evidence, por Karl Nemmersdorf, 09 de março de 2020, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2020/03/09/leather-jacketed-coke-snorting-jews-in-the-soviet-secret-police-torturing-raping-and-killing-gentiles-the-evidence/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

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