| Karl Nemmersdorf |
O Massacre na Crimeia
O Barão Wrangel e a Evacuação da
Crimeia. No outono de 1920, os bolcheviques haviam assegurado
seu poder; a Guerra Civil estava essencialmente encerrada. Havia, contudo, um
enclave de forças “Brancas” sob o comando do Barão Wrangel resistindo na
Crimeia. Peter Wrangel — descendente de uma ilustre família nobre alemã-báltica
com um histórico de serviços prestados à Prússia e à Rússia — era um imponente
ex-general czarista, um homem de grande competência e força de caráter.32 Embora as forças reduzidas de Wrangel
não representassem uma ameaça capaz de derrubar o regime de Moscou, ele
pretendia manter um território que servisse de refúgio para russos
antibolcheviques e de modelo político para uma futura Rússia não-comunista.
Centenas de milhares de refugiados políticos, fugindo do Terror Vermelho, reuniram-se
na Crimeia sob sua proteção. Os bolcheviques, naturalmente, não tinham a menor
intenção de permitir que Wrangel mantivesse qualquer parte do solo russo. Com o
arrefecimento da Guerra Civil e o fim do conflito com a Polônia,*7 os Vermelhos reuniram grandes forças
para tomar a Crimeia.
O
general Mikhail Frunze foi o comandante da Frente Sul, encarregada de limpar as
forças de Wrangel da Crimeia. Seu superior era Trotsky, Comissário da Guerra
desde março de 1918 e criador do Exército Vermelho. Um Conselho Militar
Revolucionário composto por três homens dirigia as operações da Frente Sul;
integrando o conselho ao lado de Frunze estavam os judeus Bela Kun e Sergei
Gusev. (Analisaremos esses homens mais adiante; eles logo comandariam o banho
de sangue que é o tema deste trabalho.) Frunze reuniu mais de 300.000 homens
para enfrentar os 70.000 de Wrangel. Os Brancos estavam confiantes, pois a
única entrada para a Crimeia era o estreito Istmo de Perekop, que haviam
fortemente fortificado. No entanto, a superioridade numérica decidiu o desfecho
e, após lançarem duas ofensivas (em 28 de outubro e 7 de novembro), os Vermelhos
invadiram a Crimeia.33 Wrangel
já havia planejado cuidadosamente uma evacuação e conduziu seu exército, por
meio de uma retirada em combate, até vários portos; de lá, a maior parte da
tropa — juntamente com milhares de civis refugiados — foi evacuada para
Constantinopla, utilizando-se de todas as embarcações disponíveis. “O fato de a
evacuação ter ocorrido com o mínimo de pânico e desordem foi uma prova
brilhante da capacidade de Wrangel de controlar tropas e civis.”34 Quase 150.000 pessoas conseguiram
escapar, mas, infelizmente — tragicamente —, dezenas de milhares ficaram para
trás. Cenas comoventes desenrolaram-se nos cais à medida que a última esperança
desaparecia no horizonte e as tropas Vermelhas se aproximavam.
Os terroristas judeus.
Para compreender o papel dos judeus que dirigiram o Terror Vermelho na Crimeia,
é preciso examinar os órgãos de controle político e militar estabelecidos pelos
bolcheviques. O órgão supremo de controle dos assuntos militares soviéticos era
o Conselho Militar Revolucionário da República, chefiado por Trotsky; seu vice
era o competente médico judeu de vinte e sete anos Ephraim Sklyansky, um
fumante inveterado. Bolchevique desde 1913, Sklyansky participou do golpe de
novembro em Petrogrado e chamou a atenção de Trotsky; sob o comando deste,
exerceu grande autoridade, gerenciando as operações na sede central enquanto
Trotsky estava ausente, comandando exércitos durante a Guerra Civil. Trotsky e
Sklyansky acompanhavam de perto a situação na Crimeia, visto que era o único
teatro de operações militares naquele momento. Diretamente subordinado a esse
conselho estava o Conselho Militar Revolucionário (CMR) da Frente Sul, que
comandou o Exército Vermelho na ocupação da Crimeia. Sergei Gusev permaneceu
nesse órgão, enquanto Bela Kun deixou o cargo para assumir uma função mais
direta.
O
Estado bolchevique erigiu vários Comitês Revolucionários regionais provisórios
(distintos dos Conselhos Revolucionários-Militares), detentores de plenos
poderes para supervisionar a transição de zonas de guerra para a administração
civil regular. Um desses comitês foi então estabelecido para a Crimeia.35 Dois judeus integravam esse corpo
dirigente: Bela Kun, que o presidia, e Samuel Davydovich Vulfson. Essa posição
tornava Kun o homem mais poderoso da Crimeia. Algumas fontes apontam Zemliachka
como membro do comitê, mas as de maior rigor acadêmico não o fazem; sigo estas
últimas. Havia também quatro membros não judeus.
Havia
dois outros braços do regime comunista ativos na Crimeia: o Comitê do Partido
Bolchevique da Crimeia e diversos destacamentos da Cheka, a temida polícia
secreta. Entre os componentes notáveis da Cheka estavam os “departamentos
especiais” designados ao Exército Vermelho nos níveis de divisão e de exército;
tratava-se de unidades de contrainteligência com amplas atribuições, incluindo
a repressão à contrarrevolução. Esses destacamentos desempenhariam um papel
fundamental no massacre que se avizinhava. Lênin nomeou Zemliachka
secretária-executiva do recém-criado Comitê do Partido, tornando-a a principal
autoridade partidária na região, e vários judeus — entre eles Semyon Dukelsky e
Ivan Danishevsky — ocuparam cargos importantes na Cheka da Crimeia (embora
pareça que os judeus eram uma minoria nos postos de liderança).
Vamos
examinar esses homens.
Bela
Kun (nome verdadeiro era Kohn) é a figura que a maioria das fontes aponta como
o principal articulador deste episódio, ao lado de Zemliachka. Esse homem já
havia conquistado uma infâmia duradoura como líder da breve ditadura judaica na
Hungria em 1919, que os historiadores denominam*8
“República Soviética Húngara.”36 Nascido
em 1886 na Transilvânia, em uma família judaica de classe média baixa
assimilada, ele ingressou no Partido Social-Democrata Húngaro antes dos
dezessete anos e começou a escrever para a imprensa socialista. Ele estudou
direito, mas não concluiu a graduação. Durante a guerra, serviu como tenente no
Exército Austro-Húngaro antes de ser capturado pelas forças russas em 1916. Com
a chegada da revolução, aderiu imediatamente aos bolcheviques (visto que os
prisioneiros de guerra haviam sido radicalizados nos campos por agitadores
socialistas), foi para Moscou, conheceu Lênin e fundou a Seção Húngara do
Partido Bolchevique. Comandou uma brigada vermelha durante a Guerra Civil
Russa, antes de Lênin enviá-lo, juntamente com 100 “camaradas”, à Hungria para
promover uma revolução em novembro de 1918. O bacilo do comunismo judaico,
tendo amadurecido na Rússia, começava agora a se propagar para o exterior. Em
Budapeste ele fundou e liderou o Partido Comunista Húngaro e, em março de 1919,
integrou um governo de coalizão entre social-democratas e comunistas — governo
que ele chefiava na prática, embora não oficialmente. Como Comissário de
Assuntos Militares, ele “adotou uma linha de ultraesquerda, nacionalizando
todas as propriedades, tentando criar fazendas coletivas... instigando um
regime de Terror Vermelho e invadindo a Eslováquia.”37
Esse Terror Vermelho reivindicou cerca de 500 vítimas em apenas algumas
semanas. O grupo responsável era o dos “Meninos de Lênin”, comandado pelo judeu
de baixa estatura Tibor Szamuely. O governo perdeu rapidamente todo o apoio
interno e caiu diante de uma invasão romena (1º de agosto de 1919). Kun fugiu e
acabou chegando à Rússia, onde se tornou comissário político de uma divisão e,
posteriormente, integrou o Conselho Militar Revolucionário da Frente Sul — onde
já o havíamos encontrado anteriormente. Agora, ele daria vazão à sua fúria
contra gentios indefesos na qualidade de homem de Lênin na Crimeia: Presidente
do Comitê Revolucionário da Crimeia.
Kun
podia provocar uma aversão visceral. Angelica Balabanoff, uma revolucionária
judia internacional de vasta experiência,
Eu tinha ouvido tanto da trajetória pessoal e política tortuosa de Kun que eu tinha ficado surpresa... ao saber que ele havia sido enviado à Hungria para “fazer uma revolução.” O simples fato de dizerem que o homem era viciado em drogas parecia-me motivo suficiente para não lhe confiar responsabilidades revolucionárias. Esse primeiro encontro com ele confirmou minhas impressões mais desagradáveis. Sua própria aparência era repulsiva.38
Victor
Serge,*9 outro revolucionário veterano que
escreveu extensamente sobre o movimento, descreveu Kun como “uma figura
notavelmente odiosa. Ele era a própria encarnação da inadequação intelectual,
da incerteza de vontade e da corrupção autoritária”.39 Serge relata um episódio no qual, após
Kun fracassar miseravelmente em uma tentativa de revolução na Alemanha em 1921,
Lênin o repreendeu duramente em uma reunião, na presença dele, referindo-se a
ele repetidamente como um “imbecil”.40
Ao que parece, contudo, seus talentos eram suficientes para supervisionar um
massacre.
Samuel
Vulfson, nascido em 1879 na província de Vilna, era engenheiro químico. Ele
ingressou no movimento revolucionário na virada do século e logo aderiu à
facção de Lênin. Trabalhou na clandestinidade do Partido na Rússia durante
anos, organizando e escrevendo, além de sofrer prisões e o exílio. Afastou-se
por um tempo das atividades revolucionárias, mas a Revolução de Fevereiro o
impulsionou a retomar o trabalho partidário em Moscou, onde colaboraria com
Zemliachka. Atuou também na Crimeia durante a primeira fase da ocupação
comunista, requisitando alimentos na qualidade de Comissário Regional de
Alimentação e Comércio (1919), antes de as forças Brancas expulsarem os
bolcheviques. Com a queda de Wrangel, ele retornou, trabalhando com Kun no
Comitê Revolucionário e com Zemliachka no Comitê do Partido.41
Sergei
Gusev, nascido Yakov Davidovich Drabkin em 1874, foi um muito proeminente bolchevique.
Ele juntou-se ao movimento revolucionário em São Petersburgo em 1896,
trabalhando em estreita colaboração com Lenin. Seus caminhos cruzaram-se
frequentemente com os de Zemliachka, a começar pelo Segundo Congresso do POSDR
{Partido Operário Social-Democrata Russo} em 1903 e continuando com o trabalho
político em São Petersburgo e Moscou. Durante a tomada do poder pelos
bolcheviques, ele foi secretário do Comitê Militar-Revolucionário original (de
Petrogrado), que havia comandado o golpe de novembro.42 Sua filha, Elizaveta, havia sido
secretária do influente judeu Yakov Sverdlov, que essencialmente dirigia o
Partido Bolchevique (e era o chefe de Estado nominal) até sua morte, em março
de 1919.43 O historiador húngaro
Georgy Borsanyi expressa uma opinião favorável sobre Gusev: “um intelectual
bolchevique que visitara bibliotecas e museus da Europa Ocidental, falava
vários idiomas e tinha opiniões próprias sobre questões teóricas e práticas da
revolução. Ele tornou-se um líder militar da noite para o dia, assim como Kun”.44 Victor Serge, por outro lado,
escreveu: “Ouvi Gusev discursar em grandes reuniões do Partido. De porte
grande, ligeiramente calvo e robusto, ele conquistava a plateia por meio
daquele hipnotismo degradante o qual é associado à violência sistemática. Para
argumentar dessa maneira particularmente vil, é preciso, antes de tudo, ter a
certeza de contar com a força ao seu lado e, em segundo lugar, estar decidido a
não recuar diante de nada... Nenhuma palavra dele obteve convicção”.45 No verão de 1920, Gusev foi nomeado
para o Conselho Militar-Revolucionário da República, ao lado de Trotsky e
Sklyansky, e posteriormente integrou o Conselho Militar-Revolucionário da
Frente Sul; nessa função, desempenhou um papel na tragédia da Crimeia,
comandando o Exército Vermelho na conquista e ocupação da península.46
Semyon
Dukelsky, figura de grande destaque na Cheka da Crimeia no outono de 1920,
nasceu em 1892 na província de Kherson, no sul da Ucrânia. Ele estudou música e
tocou piano em teatros de várias cidades ucranianas. Serviu no Exército
Czarista durante a Primeira Guerra Mundial, aparentemente como músico, e aderiu
aos bolcheviques após a Revolução de Fevereiro.47
Seus superiores o designaram para trabalhar na administração do Exército
Vermelho, apesar de sua falta de experiência militar. Pouco tempo depois,
Sklyansky o dispensou, insatisfeito com sua falta de qualificação. Ele foi
nomeado — segundo algumas fontes — “chefe da Cheka” na Crimeia, embora as
diversas unidades da Cheka na região só tenham sido reunidas sob uma
administração central na primavera de 1921. Uma fonte mais detalhada indica que
ele atuou como chefe ou vice-chefe do departamento especial da Frente Sul.48 Esta era uma posição poderosa, que
poderia ser considerado o posto principal da polícia secreta naquela área.
Nessa função, ele podia supervisionar os departamentos especiais de nível
inferior em toda a Crimeia, embora eu não encontrei nenhum relato sobre suas
ações durante aquele período.
Ivan
Danishevsky foi outro chekista judeu de alto escalão. Nascido em 1897, ele
juntou-se ao Partido Socialista-Revolucionário*10
em 1916. Quando eclodiu a Revolução de Fevereiro, lançou-se à ação, ajudando a
criar um destacamento da Guarda Vermelha em Kharkov e combatendo em diversas
funções durante a Guerra Civil na Ucrânia. Ele se filiou ao Partido Bolchevique
e à Cheka (outubro de 1919), preenchendo vários cargos no governo comunista da
Ucrânia. Em setembro de 1920, ele tornou-se chefe do departamento especial do
13.º Exército, que ocupou a Crimeia após a evacuação das forças Brancas. Ele
foi, portanto, o líder de uma das principais forças responsáveis pela
execução de fuzilamentos, e dispomos de detalhes sobre o papel que ele desempenhou.
Ele tinha apenas vinte e três anos.49
Donald
Rayfield, autor de Stalin and His Hangmen,
cita outros dois judeus envolvidos no massacre: Lev Mekhlis, comissário político
do Exército Vermelho e amigo de Zemliachka, e o chekista de dezesseis anos
Alexander Radzivilovski (nome de nascimento Israel)*11, natural de Simferopol, capital da
Crimeia, onde nasceu em 1904. Rayfield não detalha as ações desses homens,
limitando-se a dizer que Radzivilovski iniciou sua carreira ali e que Mekhlis
“ajudou Rozalia Zemliachka a assassinar oficiais ‘brancos’ capturados na
Crimeia”.50
Lev
Zakharovich Mekhlis*11
nasceu em Odessa, em 1889, e, como um, jovem homem, trabalhou como professor e
escriturário. Após uma onda de violência antissemita em Odessa*12 em outubro de 1905, ele ingressou em
uma unidade de autodefesa judaica e, posteriormente, no partido sionista
revolucionário Poale Zion.*13 Ele foi recrutado pelo Exército
Czarista e serviu na Primeira Guerra Mundial. Após a Revolução, desertou do
Exército, juntou-se aos bolcheviques e tornou-se comissário político no
Exército Vermelho — um bom trabalho, se você consegui-lo —, atuando nessa
função na Crimeia, sob o comando de Kun.51
Uma
nota de margem: Donald Rayfield afirma que Zemliachka era “companheira” de Kun
nessa época, sem citar a fonte.52 Kun
havia se casado com uma húngara, Iren Gal, em 1913, e tinha dois filhos; o
segundo nasceu no início de 1920.53 No
entanto, após fugir da Hungria com o colapso de sua “República Soviética,” ele
ficou separado da família, que só voltou a se reunir com ele na Rússia no
outono de 1921.54 O primeiro marido de
Zemliachka, Shmuel Berlin, havia falecido em 1902, e algumas fontes indicam que
ela se casou novamente — com um certo Samoilov —, mas eu não encontrei outras
referências mais a esse homem. Nenhum comentário adicional parece apropriado
aqui.
Outros
judeus desempenharam um papel nesses eventos — muitos deles esquecidos pela
história ou escondidos em arquivos —, mas alguns vieram à tona: Moisey Lisovsky,
N. Margolin e Israel Dagin. Nós temos algumas informações sobre as ações de
Lisovsky e Margolin, mas não sobre as de Dagin. Quanto a Mekhlis, Radzivilovski
e Dagin, não encontrei nada além de afirmações de que estavam “envolvidos”.
Sobre outros dois, Dukelsky e Vulfson, nós conhecemos os postos que ocuparam,
mas não temos detalhes de suas ações. Eis uma lista dos judeus que
desempenharam algum papel, em ordem aproximada de importância:
Trotsky: Comissário da Guerra, chefe de todas as forças armadas
Sklyansky: poderoso adjunto de Trotsky
Gusev: membro do Conselho Militar Revolucionário da Frente Sul, supervisor do Exército Vermelho na Crimeia
Kun: presidente do Comitê Revolucionário da Crimeia, autoridade máxima na região
Vulfson: membro do Comitê Revolucionário da Crimeia e do Comitê do Partido
Zemliachka: chefe do Comitê do Partido Bolchevique na Crimeia
Dukelsky: figura importante da Cheka
Danishevsky: figura importante da Cheka, matou milhares
Mekhlis: comissário político; ações específicas desconhecidas
Lisovsky: comissário político da 9ª Divisão de Fuzileiros; organizou execuções
Dagin: oficial da Cheka; ações específicas desconhecidas
Radzivilovski: oficial da Cheka; ações específicas desconhecidas
Margolin: comissário, ameaçou os Brancos com a “espada implacável do Terror Vermelho”
Esse
grupo de judeus é digno denota por suas personalidades repugnantes e por uma
aura peculiar de brutalidade. As descrições que lhes foram atribuídas por
historiadores ou conhecidos incluem termos como “atroz”, “odioso”, “escorpião
peçonhento”, “lendário pela crueldade”, “sádico”, “arrogante”, “cretino” e
“monstro”. E esse grupo era apenas uma entre dezenas — talvez centenas — de
quadrilhas semelhantes (composta por integrantes diversos, mas sob liderança
judaica ou com um forte contingente judaico) que atuaram por toda a Rússia
comunista durante mais de três décadas. O fato de que esquadrões itinerantes de
terroristas judeus — ateus, movidos pelo ódio e pelo desejo de vingança —
tenham exterminado milhões de pessoas ao longo de um período três vezes mais
extenso do que a duração do Terceiro Reich coloca a história do século XX em
uma perspectiva muito melhor.
Tradição
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
32 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexis
Wrangel descreve a família e o Barão de forma encantadora em General Wrangel: Russia’s White Crusader
(New York: Hippocene Books, 1987).
*7 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Russo-Polish War - 1919–1920, por Kazimierz Maciej Smogorzewski, Britannica.
33 Nota de Karl Nemmersdorf: Bruce
Lincoln, Red Victory: A History of the
Russian Civil War, pp. 443-448.
34 Nota de Karl Nemmersdorf: Bruce
Lincoln, Red Victory: A History of the
Russian Civil War, p. 448.
35 Nota de Karl Nemmersdorf: Para
Comitês Revolucionários, veja Smele, Historical
Dictionary of the Russian Civil Wars, pp. 938 e 1378.
*8 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Lenin’s Boys: A short history of Soviet Hungary, por Doug Enaa
Greene, 26 de agosto de 2020, links.org.
https://links.org.au/lenins-boys-short-history-soviet-hungary
36 Nota de Karl Nemmersdorf: Os
franceses Jerome e Jean Tharaud escreveram um livro sobre o assunto, intitulando-o
apropriadamente de Quand Israël Est Roi
{Quando Israel é Rei}. A obra voltou a ser publicada e está disponível na
Antelope Hill Books {https://antelopehillpublishing.com/product/when-israel-is-king-by-jerome-jean-tharaud/
}. Uma resenha detalhada foi publicada no Occidental
Observer em abril de 2024 {https://www.theoccidentalobserver.net/2024/04/17/jewish-hungarian-conflicts-and-strategies-in-the-bela-kun-regime-szilard-csonthegyis-review-essay-of-when-israel-is-king-part-1-of-5/}.
O autor que escreve sob o pseudônimo “Karl Radl” — cuja pesquisa sobre os
judeus é prolífica — apresenta uma análise minuciosa das figuras judaicas
envolvidas no caso: https://karlradl14.substack.com/p/the-jewish-role-in-the-hungarian
37 Nota de Karl Nemmersdorf: A
maioria das informações neste parágrafo provém de Smele, Historical Dictionary of the Russian Civil Wars, pp. 640-41.
38 Nota de Karl Nemmersdorf: Angelica
Balabanoff, My Life as a Rebel (New
York, 1968), p. 224.
*9 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: A Hard Case Victor Serge’s Notebooks: 1936-1947, por J. Hoberman,
14 de novembro de 2019, The Point.
https://thepointmag.com/criticism/a-hard-case-victor-serge-notebooks/
39 Nota de Karl Nemmersdorf: Victor
Serge, Memoirs of a Revolutionary
(New York Review of Books, 2012), p. 220.
40 Nota de Karl Nemmersdorf: Victor
Serge, Memoirs of a Revolutionary, p.
163.
41 Nota de Karl Nemmersdorf: “Samuil
Davydovich Vulfson”, na Wikipédia em russo. Acessado em 17 de maio de 2025. https://fi.wiki7.org/wiki/Вульфсон,_Самуил_Давыдович.
Eu não tenho uma fonte que identifique esse homem como judeu, mas estou
convicto de que ele o é, principalmente por causa do sobrenome. A “Visão Geral
de IA” afirma: “Vulfson é um sobrenome de origem judaica, especificamente
asquenaze.”
42 Nota de Karl Nemmersdorf: Branko
Lazitch e Milorad Drachkovitch, Biographical
Dictionary of the Comintern, revised edition (Stanford: Hoover Institution
Press. 1986), p. 160.
43 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri
Slezkine, House of Government, p.
289.
44 Nota de Karl Nemmersdorf: Georgy
Borsanyi, The Life of a Communist
Revolutionary, Bela Kun, (Columbia University Press, 1993), p. 236.
45 Nota de Karl Nemmersdorf: Victor
Serge, Memoirs of a Revolutionary, p.
248.
46 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara
Evans Clements, Bolshevik Women, p. 184.
Georgy Borsanyi, The Life of a Communist
Revolutionary, Bela Kun, também o retrata desempenhando um papel ativo, p. 241.
47 Nota de Karl Nemmersdorf: Wikipedia
(https://en.wikipedia.org/wiki/Semyon_Dukelsky)
e A. N. Zhukov, Memorial Society, “Semyon Dukelsky.” https://nkvd.memo.ru/index.php/Дукельский,_Семен_Семенович
48 Nota de Karl Nemmersdorf: Da Wikipedia em linguagem russa, Дукельский, Семён Семёнович, “Semyon Dukelsky” https://ru.wikipedia.org/wiki/Дукельский,_Семён_Семёнович
E um site bielorrusso sobre
direitos humanos: https://protivpytok.org/sssr/antigeroi-karatelnyx-organov-sssr/dukelskij-s-s
*10 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Party of Socialist Revolutionaries, Spartacus Educational.
49 Nota de Karl Nemmersdorf: Alexei
Teplyakov, Иван Данишевский: чекист, авиастроитель, публицист (“Ivan
Danishevsky: Tchekista, Construtor de Aeronaves, Publicista”) Acessado 26 de
maio de 2025. https://rusk.ru/st.php?idar=57915
*11 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: https://nkvd.memo.ru/index.php/Радзивиловский,_Александр_Павлович
50 Nota de Karl Nemmersdorf: Rayfield,
Stalin and His Hangmen: The Tyrant and
Those Who Killed for Him, pp. 311 e 396.
*11 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Mekhlis, Lev Zakharovich, por Boris Morozov, traduzido do russo ao
ingês por Chaim Chernikov, The YIVO Encyclopedia
of Jews in Eastern Europe.
*12 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Robert Weinberg, "The Pogrom of 1905 in Odessa: A Case
Study" em Pogroms: Anti-Jewish
Violence in Modern Russian History, John D. Klier and Shlomo Lambroza, eds.
(Cambridge,1992): pp. 248-89.
https://faculty.history.umd.edu/BCooperman/NewCity/Pogrom1905.html
*13 Fonte utilizada por Karl
Nemmersdorf: Po‘ale Tsiyon, por Samuel Kassow, The YIVO Encyclopedia of Jews in Eastern Europe.
51 Nota de Karl Nemmersdorf: Jews
in the Red Army: “Lev Mekhlis.” Yad Vashem. Acessado em 6 de junho de 2025. https://www.yadvashem.org/research/research-projects/soldiers/lev-mekhlis.html
52 Nota de Karl Nemmersdorf: Donald
Rayfield, Stalin and His Hangmen: The
Tyrant and Those Who Killed for Him (Random House, 2004), pp. 83, 358.
Rayfield não é historiador, mas professor de literatura russa e georgiana. O
livro é bastante interessante e repleto de informações sobre os homens —
frequentemente judeus — que mataram milhões em nome do regime comunista.
53 Nota de Karl Nemmersdorf: Georgy
Borsanyi, The Life of a Communist
Revolutionary, Bela Kun, pp. 31 e 212.
54 Nota de Karl Nemmersdorf: Georgy
Borsanyi, The Life of a Communist
Revolutionary, Bela Kun, p. 275.
Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.
Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.
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