sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

George Soros e seu plano para o extermínio dos povos - Por Marc Dassen


Marc Dassen


Temos mais uma vez notícias de George Soros. O temido investidor e administrador de fundos de investimentos, que se ocupa entrementes do financiamento das revoluções coloridas e derrubada de governos no Oriente Médio e na Ucrânia, redigiu agora um artigo para o jornal Die Welt, apresentando ali sua agenda para a substituição dos povos.

Na introdução do panfleto propagandístico de Soros, repete-se novamente o mito da catástrofe demográfica: “Mesmo se os populistas afirmam outra coisa: diante do envelhecimento da população na Europa, as vantagens associadas à imigração superam em muito os custos da integração”. Como o mega-especulador e presidente da Open Society Foundation sabe disso? Por que ele se prende a essa crença, apesar das muitas vozes contrárias? A resposta é simples: Soros apoia aquilo que lhe traz vantagem. Como representante da nova e liberal Ordem Mundial, lhe traz vantagem a introdução de mão de obra barata e a geração de conflitos sociais nas nações homogêneas. A ordem global surge a partir do caos da política de asilo.

Soros também critica os países da UE que “levantaram as cercas”, a exemplo do que fez a Hungria recentemente. Com tais atitudes, as nações provam que elas perseguem “uma política de imigração em proveito próprio, com desvantagens para seus vizinhos”, diz o texto. Uma clara inverdade, pois o acordo Schengen obriga os países de fronteira da União Europeia a proteger suas fronteiras externas e, em segundo lugar: se os países da UE, antes de terem entrado na União Europeia, tivessem sido informados que no futuro eles não teriam mais a soberania sobre sua política de imigração, muitos chefes de Estado teriam refletido mais sobre o tema. Mesmo a Grã-Bretanha pós-Brexit está propensa a direcionar e comandar de forma inteligente a questão da imigração. A Hungria tenta fazer o mesmo.

{A chanceler alemão Angela Merkel, nome mais relevante da política formal europeia, promove a perda da identidade alemã e europeia, indo na total contramão dos líderes europeus de outros tempos e de praticamente todos líderes austríacos e alemães de Adolf Hitler para trás, tais como Otto von Bismarck, Klemens Metternich e Frederico o Grande entre outros. Suas políticas só podem resultar na extinção do povo europeu e em especial o povo alemão. Foto de Hannibal Hanschk (Reuters) no jornal El País.}

A argumentação de Soros reside na suposição de que uma política imigratória nacional pesaria “contra seus vizinhos”. Mesmo isso é pura inverdade, pois não são os supostos egoístas parlamentos nacionais que prejudicam outros países através de sua possível rejeição na questão dos imigrantes. Os governos nacionais têm sim o dever de tomar a melhor decisão em prol de seus respectivos países – agrade ou não ao sr. Soros. Na verdade, todavia, é a comissão europeia que exige uma justa distribuição dos imigrantes no continente europeu – parece ser indiferente se os países membros concordem ou não. Depois que Merkel decidiu de forma ditatorial que os alemães querem de qualquer forma uma enchente de imigrantes pobres, ela passou a pressionar outras nações europeias para que adotem esta política suicida. Verifica-se isso quando a cada cinco minutos volta-se a falar de uma solução europeia para a crise dos refugiados. Isso significa nada mais do que eliminar a autodeterminação das nações sobre a política de imigração e transferir este poder para os comissários e funcionários da UE. (O que eles almejam parece estar claro após a afirmação do vice-presidente da comissão europeia, Frans Timmerman[1]. )

De volta aos planos de sete pontos de Soros. Eles falam por si só e iremos comentá-los com a devida atenção:
1. “Primeiramente a União Europeia deve receber um grande número de refugiados diretamente dos países em conflito bélico, de forma segura e ordeira”. (Atentemos ao termo “deve”) 
2. “Segundo, a UE deve reconquistar o controle sobre suas fronteiras. Não existe nada que assuste mais e cause pânico na opinião pública do que cenas de caos”. (Com controle sobre as fronteiras, Soros não se refere naturalmente a rejeitar imigrantes. Deve-se apenas evitar cenas caóticas e assegurar uma imigração ordenada) 
3. “Terceiro, a UE deve disponibilizar os meios financeiros suficientes para promover uma ampla política de imigração. Segundo estimativas, são necessários 30 bilhões de Euros anuais”. (Novamente aqui a palavra “deve”. Pergunta: será que o endividamento adicional das nações europeias por causa desta crise de refugiados ajuda o especulador Soros e seus amigos das Altas Finanças?) 
4. “Quarto, a UE deve desenvolver mecanismos comuns para proteção das fronteiras, para avaliar os pedidos de asilo e realocação dos refugiados”. (Favor atentar com cuidado ao termo “realocação”. Soros não prevê que os refugiados ou asilados, após o término dos conflitos em suas respectivas pátrias, devam retornar a elas. Ele quer fixá-los no continente europeu, – para sempre) 
5. “Quinto, necessita-se um mecanismo espontâneo de votação para a realocação dos refugiados. A UE não pode forçar os países membros a aceitar refugiados, ir a lugares onde eles não são bem-vindos”. (Mencionar espontaneidade é uma piada de mau gosto, pois a realocação é fato consumado para Soros. Através do mecanismo de votação, o imperativo para aceitar refugiados deve ser vestido por um manto de democracia) 
6. Sexto, os países da UE devem apoiar maciçamente os países que receberem refugiados, e deve ser mais grandiosa em seus princípios de ajuda à África. Ao invés de aplicar a ajuda financeira em proveito próprio, a UE deveria oferecer uma “ampla solução” que se concentre nas necessidades dos países destinatários”. (O que Soros quer dizer aqui: devem ser oferecidas uma motivação financeira para recebimento de refugiados, tornando assim a substituição dos povos algo lucrativo. Fica em aberto o que ele quer dizer com “ampla solução”) 
7. O último pilar é a criação duradoura de um cenário favorável para os imigrantes econômicos. A vista do envelhecimento da população na Europa, as vantagens aliadas à imigração superam em muito os custos da integração dos imigrantes”.
Sim, vocês ouviram bem. Os imigrantes econômicos também devem ser convidados para a Europa e mesmo que estes venham até nós apenas para aproveitar da segurança do sistema social, nenhum país da UE deve protestar, pois sem estes inúmeros imigrantes nós iríamos logo logo estar extintos. Esta honestidade é revigorante, e da mesma forma criticável. O que há pouco tempo atrás era visto como teoria da conspiração – ou seja, a alegação de que os ultra ricos globalistas, como este apoiador de Clinton, estão apoiando e desejando a imigração em massa – não pode ser mais contestada após esta declaração.

{Um dos grandes nomes da globalização, o judeu-húngaro George Soros (1930 - ) promove a destruição das identidades nacionais. Envolvido no mais alto nível da especulação financeira que afeta as economias das nações, contudo, ainda conseguiu alçar uma imagem de bondoso à custa do adjetivo filantropo (em grego amigo da humanidade/homem). Na realidade fomenta uma agitação planetária com petulante intromissão em questões das diversas nações, do Brasil à Rússia, passando por inúmeras nações. Foto O Globo.}

Compact irá oferecer dura resistência contra esta agenda destrutiva. Não apenas porque os planos do sr. Soros ameaçam a existência de nossa Alemanha e de outras nações europeias, mas também porque sua desejada transformação da população é o motor central para o perigoso fluxo migratório em direção à Europa. Pessoas morrem na tentativa de chegar ao continente, traficantes inescrupulosos ganham uma fortuna com o desespero das pessoas e ao final da história, os países de origem sofreram muito com o desaparecimento de seus habitantes mais jovens e competentes. Isso não pode ser a solução! Em prol de um mundo das pátrias – contra a loucura dos ideólogos multiculturalistas!

Tradução por Marcelo Franchi
Palavras entre chaves por Mykel Alexander






Fonte: George Soros und sein 7 punkte plan fuer den volksaustausch, por Marc Dassen, 07 de outubro de 2016, Compact Online.



Sobre o autor: Marc Dassen nasceu em 1989 e terminou seus estudos em história e filosofia na universidade de Aachen. Desde então trabalha como redator para a revista COMPACT.

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