quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

{Retrospectiva 2022 – Guerra Ucrânia/OTAN Rússia} - Crimes de Guerra e Propaganda na Ucrânia - por Boyd D. Cathey

 

Boyd D. Cathey


Parece que a cada dia chegam notícias da Polícia Nacional Ucraniana ou do Ministério da Informação Ucraniano sobre uma nova e cada vez mais terrivelmente repulsiva barbárie no conflito em curso contra a Rússia. Reunidas para maior efeito sob a rubrica de “crimes de guerra,” essas acusações não verificadas agora incluem um suposto ataque químico na cidade de Mariupol, sitiada pelo exército russo (uma reminiscência das acusações amplamente desmentidas[1] feitas contra o governo apoiado pela Rússia de Bashar al- Assad na Síria alguns anos atrás). A acusação, aparentemente, deveria levantar suspeitas, vindo do “[líder] do regimento voluntário de Azov, Andriy Biletsky o qual disse que três pessoas em Mariupol sofreram ‘envenenamento por produtos químicos de guerra, mas sem consequências catastróficas’”.

O Batalhão Azov é altamente controverso devido à sua celebração da ideologia nazista e sua história de uso de escudos humanos, seu terror contra civis e suas histórias fabricadas de crimes de guerra, incluindo o atentado ao Teatro Mariupol.[2] Mas até mesmo o Wall Street Journal tocou a história: “As autoridades ucranianas ainda estão investigando as alegações de que forças ucranianas sofreram um ataque químico russo em Mariupol…”.

Claro, John Kirby, porta-voz do Pentágono, interveio: “Não podemos confirmar neste momento e continuaremos a monitorar a situação de perto. Esses relatórios, se verdadeiros, são profundamente preocupantes e refletem as preocupações que tivemos sobre o potencial Rússo de usar uma variedade de agentes de controle de distúrbios, incluindo gás lacrimogêneo misturado com agentes químicos, na Ucrânia”. Mais ousada ainda foi a secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss, que prometeu “responsabilizar Putin e seu regime” – assumindo, é claro, que as contas são verdadeiras.

Mas o enredo já está formado e a imagem da propaganda é fixada na mente do público, não importa o que eventualmente possa emergir: este é apenas o mais recente de uma série de “crimes de guerra” cometidos a mando daquela reencarnação de Adolf Hitler no Kremlin. Nenhuma dúvida é permitida, nenhum ponto de vista contrário é permitido para que o dissidente não seja rotulado de “apologista de Putin” ou “envolvido em traição” (por exemplo, os comentários de Mitt Romney sobre Tulsi Gabbard).

Neste conflito, o uso habilidoso de propaganda – imagens visuais, vídeo, “histórias pessoais de horror” – é um meio muito eficaz empregado pela Ucrânia para moldar a opinião pública, transmitida sem muito ou nenhum ceticismo por uma mídia ocidental receptiva, muito ansiosa para cumprir a vontade de Kiev.

Ontem ainda (11 de abril) chegou a terrível notícia de que uma estação ferroviária na cidade de Kramatorsk, no extremo leste da Ucrânia (em grande parte habitada por russos), foi atingida por mísseis, com dezenas de mortos e talvez centenas de baixas. Os ucranianos imediatamente alegaram que os russos fizeram isso. Não sei se você notou, mas até agora esse “crime de guerra” teve muito menos destaque na mídia americana do que o suposto massacre em Bucha.#a

Eu me perguntei por quê.



Então, ficou claro: primeiro, os mísseis usados para destruir a estação eram mísseis balísticos ucranianos Tochka-U (as fotos que o ministério da informação ucraniano compartilhou com a imprensa mundial indicam claramente isso – veja a foto acima e o artigo abaixo). Os russos não possuem e não utilizam esse tipo de projétil. Então, fontes ucranianas cruzaram o que acredito ser uma “ponte longe demais”: escrita em uma das carcaças dos mísseis está a inscrição: “Para as crianças” (em cirílico).

Agora, eu percebo que durante a guerra os militares podem fazer todo tipo de coisas estúpidas. Mas quando o mundo inteiro e a quase unanimidade da mídia parecem estar contra você, por que você – a Rússia – combinaria essa impressão com algo tão idiota e contraproducente como um slogan de um míssil remanescente que literalmente goteja – gritos de – “Crime de guerra"?

Teria algo a ver com a última demanda por mais armamento, recursos adicionais, para manter esta guerra em andamento? Ou, a promessa do presidente Biden[3] em uma cúpula recente com os líderes da OTAN e da U.E. {União Europeia} (em 24 de março) de que “[nós] responderemos se ele usar [armamento químico]... em espécie”, sem especificar exatamente qual seria essa resposta.

Parece que cada vez que Volodymyr Zelensky deseja um envolvimento ocidental cada vez mais profundo, mais recursos e materiais ocidentais, um “crime de guerra” simplesmente acontece. Coincidência ou encenação?

Eu acredito que se pode questionar a invasão russa, mas espero entender por que aconteceu e por que o presidente Putin e os russos acreditavam sinceramente que não tinham outra opção real a não ser empreender a presente incursão. Especialistas como os professores John Mearsheimer[4] e John Sakwa (por exemplo, The Putin Paradox, 2020) e o Diretor Executivo do Conselho de Interesse Nacional Philip Giraldi[5] descreveram com alguns detalhes, após vinte anos de constantes ações agressivas da OTAN e dos EUA visando Rússia, os russos estavam entre uma parede e um lugar muito difícil. O aumento dos ataques e perseguições contra a maioria russa na região de Donbass (14.000 mortes desde fevereiro de 2014), a real ameaça ucraniana de readquirir e usar armas nucleares, o envolvimento intensificado dos Estados Unidos e da OTAN tanto no terreno quanto no governo em Kiev e a possibilidade real de a Ucrânia ingressar na OTAN – essas ações atingiram um auge nas semanas e meses que antecederam a ação militar de 24 de fevereiro.

Eu acho que é historicamente evidente que as potências da U.E. {União Europeia}/OTAN realmente queriam esse conflito, pois seu maior objetivo nesse conflito sangrento é a mudança de regime em Moscou. E para fazer isso eles têm que sangrar a Rússia em um conflito prolongado. Assim, a infusão constante de armamento e finanças na Ucrânia. Tal ação não se qualificaria como real – e potencialmente perigosíssima – co-beligerância?

Eu tenho escrito anteriormente que a preocupação de nossos líderes desse nosso governo estabelecido não é realmente o pobre povo ucraniano devastado. Em vez disso, seu objetivo é uma “revolução colorida” em Moscou, mesmo que custe a vida de todos os ucranianos para atingir esse objetivo.

Há ou deveria haver dúvida e ceticismo suficientes para nos fazer parar e considerar cuidadosamente o que está ocorrendo, a quais propósitos serve e qual realmente é o objetivo. 

Já foi dito que “a primeira baixa em tempos de guerra é a verdade”. E isso não mudou desde os antigos. E, apesar da histeria da mídia americana, continua sendo verdade hoje.

Com esse truísmo em mente, transmito um dos melhores, um dos relatórios mais convincentes sobre o que ocorreu na estação ferroviária de Kramatorsk {continua em Mais notícias falsas: ucraniano reivindica bombardeio de estação por russos. Os “corpos” ucranianos não conseguem ficar parados - por Rodney Atkinson}.

Tradução por Davi Ciampa Heras

Revisão e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

[1] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: Assessment of White House Intelligence Report About Nerve Agent Attack in Khan Shaykhun, Syria, por Dr. Theodore Postol, 13 de abril de 2017, Global Research.

https://archive.ph/U7MYi 

[2] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: The Mariupol Theater Bombing - We don't know for sure what happened to the theatre, but it wouldn’t be the first time the Ukrainian government made false claims, por Pedro Gonzalez, 22 de março de 2022, The American Conservative.

https://www.theamericanconservative.com/the-mariupol-theater-bombing/ 

#a Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - O Massacre de Bucha na Ucrânia e a Busca da Verdade - parte 1, por Boyd D. Cathey, 20 de dezembro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/o-massacre-de-bucha-na-ucrania-e-busca.html

- {Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - A verdade sobre Bucha está lá fora, mas talvez inconveniente demais para ser descoberta, por Scott Ritter, 23 de dezembro de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/12/retrospectiva-2022-guerra-ucrania-otan.html 

[3] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: Biden says U.S. would ‘respond’ to Russia if Putin uses chemical or biological weapons, por Christina Wilkie, 24 de março de 2022, CNBC.

https://www.cnbc.com/2022/03/24/biden-says-us-would-respond-to-russia-if-putin-uses-chemical-or-biological-weapons.html 

[4] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: Why John Mearsheimer Blames the U.S. for the Crisis in Ukraine, por Isaac Chotiner, 1 de março de 2022, The New Yorker.

https://www.newyorker.com/news/q-and-a/why-john-mearsheimer-blames-the-us-for-the-crisis-in-ukraine

[5] Fonte utilizada por Boyd D. Cathey: Biden, Zelensky and the Neocons - When you are in a hole, you can always dig deeper, por Philip Giraldi, 05 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/pgiraldi/biden-zelensky-and-the-neocons/

{traduzido ao português como: Biden, Zelensky e os Neoconservadores - Quando você está em um buraco, você sempre pode cavar mais fundo, por Philip Giraldi, 26 de agosto de 2022, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2022/08/biden-zelensky-e-os-neoconservadores.html

 

Fonte: War Crimes and Propaganda in Ukraine, por Boyd D. Cathey, 12 de abril de 2022, The Unz Review – An alternative media selection.

https://www.unz.com/article/war-crimes-and-propaganda-in-ukraine/

Sobre o autor: Boyd D. Cathey (1950-), americano, tem doutorado em história europeia pela Universidade Católica de Navarra, Pamplona, Espanha, onde foi Richard Weaver Fellow, e mestrado em história intelectual pela Universidade de Virgínia (como Jefferson Fellow). Foi assistente do falecido filósofo Russell Kirk e secretário estadual da Divisão de Arquivos e História da Carolina do Norte. Foi de entre 1984-1999 editor sênior do The Southern Partisan, uma publicação trimestral conservadora; entre 1989-2003 fez parte do conselho editorial do Journal of Historical Review. Foi co-editor do livro The Conservative Perspective: A View from North Carolina (1988).

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{Retrospectiva 2022 - Guerra Ucrânia-OTAN x Rússia} - O Massacre de Bucha na Ucrânia e a Busca da Verdade - parte 1 - por Boyd D. Cathey

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Sobre a difamação da Polônia pela judaísmo internacional ver:

Um olhar crítico sobre os “pogroms” {alegados massacres sobre os judeus} poloneses de 1914-1920 - por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}


Sobre a influência do judaico bolchevismo (comunismo-marxista) na Rússia ver:

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill

A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber

Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek

Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton

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Sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber

Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen

Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Ex-rabino-chefe de Israel diz que todos nós, não judeus, somos burros, criados para servir judeus - como a aprovação dele prova o supremacismo judaico - por David Duke

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