quinta-feira, 23 de julho de 2026

A Copa do Mundo FOI manipulada a favor dos capangas “sionistas” da Argentina - por Por Kevin Barrett

 

Kevin Barrett


Mas eles perderam mesmo assim. Até o New York Times confirma que a “teoria da conspiração” é verdadeira.

Como a maioria dos americanos, eu não entendo muito de futebol. Também eu nunca me interessei muito pelo esporte... até que o Marrocos fez aquela campanha incrível na Copa do Mundo de 2022, com torcedores agitando bandeiras da Palestina, e eu fui absorvido pelo espetáculo.

Por outro lado, eu entendo satisfatoriamente um pouco de teorias da conspiração. Eu estudei o assassinato de JFK quando era adolescente, por volta de meados da década de 1970, e eu percebi a discrepância grotesca entre a realidade e o discurso oficial. Desde então, eu tenho estado plenamente consciente de que uma porcentagem surpreendentemente alta das teorias da conspiração mais conhecidas é verdadeira, ou pelo menos bem fundamentada. Quando eu tentei pesquisar e discutir o 11 de setembro de forma racional e factual enquanto lecionava na Universidade de Wisconsin, em 2006, eu fui alvo de uma caça às bruxas que me expulsou do meio acadêmico;*1 isso me deixou bastante tempo livre para investigar supostas conspirações e tentar descobrir quais delas tinham base na realidade.*2



Vivendo no Marrocos, onde todos acompanham a Copa do Mundo, eu ouvi muitas teorias da conspiração relacionadas à FIFA. A maior teoria da conspiração do futebol neste ano foi a alegação de que a Copa do Mundo havia sido manipulada para favorecer os jogadores argentinos — conhecidos pela postura agressiva e, em sua maioria, medíocres — e sua estrela envelhecida e prima donna, Lionel Messi.

Quando eu ouvi isso pela primeira vez de alguns marroquinos em um café, eu fui cético. Os fãs de futebol ao redor do mundo, ainda mais do que os fãs de esportes americanos, parecem sempre achar que os árbitros são injustos.

Então, eu sentei-me em outro café marroquino para assistir ao segundo tempo do jogo entre Argentina e Egito. Aos 59 minutos, o Egito marcou, fazendo 3 a 0. Jogo decidido! Mas espere... autoridades da FIFA intervieram, ordenando que o árbitro analisasse as imagens anteriores ao gol para encontrar uma “falta” que justificasse sua anulação. Os árbitros obedeceram, encontrando uma infração obscura, irrelevante e duvidosa no extremo oposto do campo, o que lhes permitiu cancelar o gol e manter o jogo dentro do alcance da Argentina.

Pouco depois, a Argentina cometeu uma falta flagrante dentro da área, bem perto do gol que atacava, derrubando um defensor e permitindo que marcassem um gol. Os árbitros ignoraram a falta e validaram o gol, deixando o placar em 2 a 1 a favor do Egito. De repente, em vez de desfrutar de uma vantagem de três pontos — como teria acontecido sob uma arbitragem honesta —, o Egito estava à frente por apenas um ponto. Isso permitiu que a Argentina protagonizasse uma “virada incrível” e vencesse a partida. 

E isso é apenas a ponta do iceberg. Ao longo de todo o jogo, os jogadores argentinos — conhecidos por seu estilo bruto — cometeram falta após falta sem sofrer punições. Nas ocasiões em que as faltas foram marcadas — geralmente em casos extremos —, eles jamais pegaram cartões amarelos. A Argentina teve 13 faltas marcadas contra si (embora o número real fosse muito maior) e não recebeu um único cartão amarelo. Já o Egito teve praticamente todas as suas dez faltas marcadas — sendo que elas eram, em geral, menos graves que as da Argentina — e recebeu quatro cartões amarelos!

O técnico do Egito, Hossam Hassan, estava compreensivelmente ultrajado.*3 Ele afirmou que sua equipe foi privada da vitória de forma desonesta, declarou que a Copa do Mundo estava manipulada e disse que nem se daria ao trabalho de assistir mais aos jogos.

Depois de visualizar a partida ao vivo e, mais tarde, checar os lances decisivos em vídeo, eu tornei-me um adepto de teorias da conspiração no futebol. A teoria de que a Argentina foi favorecida pelos árbitros — e pelos executivos da FIFA para quem eles trabalhavam — fazia todo o sentido e era bem fundamentada pelas imagens em vídeo.

Aqui está um vídeo relativamente neutro que explica o contexto. Ele ajuda a entender POR QUE a FIFA não queria permitir que o Egito eliminasse Messi e a Argentina.*4 

 


E o jogo contra o Egito foi apenas o caso mais extremo. A seleção da Argentina foi beneficiada por um favorecimento oficial em todas as etapas do caminho. Mas por quê? Como o vídeo acima explica, Lionel Messi é a maior estrela do esporte, e aquela era a sua “última dança.” Quanto mais cedo sua equipe fosse eliminada, mais anticlimático (e menos lucrativo) seria para a FIFA. Ter Messi na final era muito vantajoso do ponto de vista de relações públicas e receitas publicitárias.

E há também a questão do sionismo. Messi é frequentemente acusado de ser pró-Israel. Embora mecanismos de busca e a IA neguem que ele tenha feito declarações explicitamente pró-Israel, o Gemini nos diz:

As conexões de Messi com Israel incluem:

Parcerias corporativas: Ele atuou como embaixador de marca de empresas israelenses, como a OrCam, desenvolvedora de tecnologias de auxílio visual sediada em Jerusalém.

Visitas e partidas: Ele visitou Israel diversas vezes, tanto a lazer quanto com seu antigo clube, o FC Barcelona, ​​incluindo um amistoso da seleção argentina em Tel Aviv, em 2019, realizado apesar de apelos por um boicote.

Contexto nacional: Sua carreira internacional ocasionalmente se cruzou com o cenário político mais amplo. Por exemplo, ele atraiu atenção em relação à Copa do Mundo de 2026, quando as mudanças políticas na Argentina sob o governo do presidente Javier Milei — um firme apoiador de Israel — colocaram as partidas de sua equipe sob um microscópio político.

A final da Copa do Mundo de domingo, na qual a Argentina perdeu para a Espanha, foi vista sob o prisma do sionismo devido às políticas diametralmente opostas dos governos das duas nações. Milei é o mais notório chefe de Estado extremista sionista do mundo (sem contar Netanyahu), enquanto Pedro Sánchez, da Espanha, é o primeiro-ministro mais abertamente pró-Palestina e anti-genocídio do Ocidente. E a Espanha já recolheu seu embaixador, bloqueou remessas para Israel e pressionou a União Europeia a romper relações.

Além disso, a Argentina pratica um futebol ao estilo sionista: violento, sem grandes talentos (com a notável exceção de Messi) e especializado na clássica tática do agressor se fazer de vítima, gritando enquanto bate. Assim como Israel e a comunidade judaica em geral, eles querem tudo a seu favor... e geralmente conseguem, graças ao poder da grande mídia e do dinheiro. (Messi aparentemente acha que Jeová lhe deu a Copa do Mundo há 3.000 anos, então ele pode ignorar os direitos de todos os outros e simplesmente roubá-la.)

 

A derrota da Argentina para a Espanha desmente a teoria da conspiração de manipulação de resultados?

Então, o resultado da final da Copa do Mundo — a vitória da Espanha por 1 a 0 — desaprova a teoria da conspiração de que o jogo foi armado para favorecer a Argentina? Não realmente. A partida não foi tão equilibrada conforme o placar final. A Espanha dominou completamente, mostrando que a Argentina não merecia estar na final. (Afinal, eles perderam feio para o Egito e só foram salvos por árbitros entortados para corrupção.)

Na final, a Espanha teve 67% de posse de bola e finalizou 20 vezes, sendo 12 no alvo, enquanto a Argentina teve apenas três finalizações, nenhuma no alvo. A Espanha completou 730 passes, a Argentina 349. Resumindo, foi uma goleada, e o placar final deveria ter sido uma vitória mais expressiva do que 1 a 0.

Assim como no jogo contra o Egito, o árbitro da final salvou as esperanças da Argentina, pelo menos por alguns minutos, ao anular um gol perfeitamente válido. O espanhol Nico Williams marcou aos 96 minutos, mas o gol foi anulado devido a um contato acidental com o pé.

O árbitro Slavko Vincic cometeu um erro na vitória da Espanha por 1 a 0 sobre a Argentina na final da Copa do Mundo, ao decidir anular o gol de Nico Williams*9

Como mostra o vídeo acima, a Argentina escapou impune de inúmeras faltas — incluindo algumas flagrantes — e foi penalizada somente penalizada rara e relutantemente. Se não tivessem permissão para agredir repetidamente os jogadores espanhóis, o placar final poderia ter sido 10 a 0 em vez de 1 a 0. Tudo bem, isso é um leve exagero, mas você entendeu o que quero dizer. Confira algumas das reações nas redes sociais publicadas no artigo de Celia Farber no Substack.*5

Se você precisa de uma confirmação oficial de que a teoria da conspiração sobre o torneio ter sido “manipulado a favor da Argentina” é verdadeira — e de que os argentinos são um bando de marginais trapaceiros ao estilo sionista —, confira a matéria do New York Times:*6

 

 

A peça do Times foca a falta de espírito esportivo dos argentinos, que beirava a vilania caricata:*7 após serem amplamente superados durante a partida, recusaram-se a cumprimentar os vencedores — como é de praxe — e, em vez disso, partiram para cima deles, desencadeando uma briga generalizada no meio do campo.

O Times também admitiu que a teoria da conspiração sobre a manipulação do jogo em favor de brutamontes sem talento é verdadeira:

O zagueiro espanhol Aymeric Laporte deixou claro, antes da partida, que a equipe sabia o que esperar. “Nos últimos jogos, nós temos visto coisas que realmente nos surpreenderam, lances que foram ignorados”, disse ele aos repórteres. “Principalmente com a Argentina, uma time que costuma deixar recados nas divididas.”

A análise de Laporte estava correta. Os árbitros têm exibido leniência com os jogadores da Argentina neste torneio, e isso aconteceu novamente hoje.

Até mesmo o jornal judaico mais importante dos Estados Unidos confirmou isso.

Quando eu ouvi falar disso nos cafés marroquinos, eu não sabia o que pensar. Quando eu vi isso com meus próprios olhos no jogo Argentina-Egito, eu me tornei um crente.

Mas agora que o New York Times confirmou o que vi com meus próprios olhos, nem sequer é mais uma teoria da conspiração.

Eu me pego pensando se eles algum dia farão o mesmo com o 09/11?*8

Tradução por Mykel Alexander

Notas:

*1 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://news.wisc.edu/archive/barrettissue/

*2 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://en.wikipedia.org/wiki/Reality-based_community

*3 Fonte utilizada por Kevin Barrett: Egypt were ‘cheated’ in World Cup loss to Argentina, coach Hassan says, AFP e Reuters, 07 de julho de 2026, Al Jazeera.

https://www.aljazeera.com/sports/2026/7/7/egypt-were-cheated-in-world-cup-loss-to-argentina-coach-hassan-says

*4 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://www.youtube.com/watch?v=BTZtaCSVXMY

*5 Fonte utilizada por Kevin Barrett: I Watched The World Cup Final Game In A Small Spanish Town: Conspiracy Theories Aside, Love Was In The Air, 20 de julho de 2026, por Celia Farber, The Truth Barrier – Substack.

https://celiafarber.substack.com/p/i-watched-the-world-cup-final-game

*6 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

https://archive.ph/ZsLaz#selection-765.0-765.87

*7 Fonte utilizada por Kevin Barrett: The State of Israel as “Cartoonishly Evil”?, 05 de agosto de 2024, por Ron Keeva Unz, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/runz/the-state-of-israel-as-cartoonishly-evil/

*8 Fonte utilizada por Kevin Barrett: 9/11 Was an Israeli Job - How America was neoconned into World War IV, por Laurent Guyénot, 10 de setembro de 2018, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/article/911-was-an-israeli-job/ 

*9 Fonte utilizada por Kevin Barrett:

Fonte: The World Cup WAS Rigged for Argentina’s “Zionist” Thugs - But they lost anyway. Even NYT confirms “conspiracy theory” is true, por Kevin Barrett, 21 de julho de 2026, The Unz Review – An Alternative Media Selection.

https://www.unz.com/kbarrett/the-world-cup-was-rigged-for-argentinas-zionist-thugs/

Sobre o autor: O Dr. Kevin Barrett (1959-), é um Ph.D. Arabista-islamologista. Possui mestrado em literatura inglesa e francesa pela Universidade Estadual de São Francisco, e também um Ph.D. em línguas e literatura africanas com especialização em folclore pela Universidade de Wisconsin-Madison. Ele ensinou francês e árabe, literatura africana, inglês, humanidades, estudos religiosos e folclore em faculdades e universidades nos Estados Unidos e no exterior.

De 1991 a 2006, o Dr. Barrett lecionou em faculdades e universidades em San Francisco, Paris e Wisconsin. No verão de 2006, o Dr. Barrett foi atacado por um grupo de legisladores estaduais republicanos que pediu que ele fosse demitido de seu emprego na Universidade de Wisconsin-Madison devido a suas opiniões políticas. Desde 2007, o Dr. Barrett está informalmente na lista negra de lecionar em faculdades e universidades americanas. Um dos críticos mais conhecidos da Guerra ao Terror, o Dr. Barrett apareceu na Fox, CNN, PBS, ABC-TV e Unavision, e foi tema de artigos de opinião e reportagens no New York Times, Chicago Tribune, Christian Science Monitor e outras publicações.

Dentre suas obras estão: Truth Jihad: My Epic Struggle Against the 9/11 Big Lie (2007); Questioning the War on Terror: A Primer for Obama Voters (2009); We Are NOT Charlie Hebdo!: Free Thinkers Question the French 9/11 (2015); Orlando False Flag: The Clash of Histories (2016)

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Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver:

Yahyah Sinwar: Herói Antiterrorista - Nós seguiremos seus passos até que a entidade sionista genocida seja eliminada - por Kevin Barrett

Gaza, poder judaico e o Holocausto - parte 1 - por Ron Keeva Unz

O Holocausto como vaca sagrada - por Louis Andrew Rollins

Resenha de: A Legacy of Hate: Anti-Semitism in America {Um legado de ódio: antissemitismo na América}, de Ernest Volkman - por Louis Andrew Rollins

Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

 Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

O Legado violento do sionismo - por Donald Neff

{Retrospectiva 1946 – terrorismo judaico-sionista} - O Ataque ao Hotel Rei David em Jerusalém - por W. R. Silberstein

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Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

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O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot

A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

 O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber 

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

 O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka


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