sexta-feira, 10 de julho de 2026

{Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 8 - Veredito, Sentença, Execução do Dr. Bruno Tesch - por William B. Lindsey

 Continuação de {Alegadas câmaras de gás homicidas da Alemanha Nacional-Socialista} Zyklon B, Auschwitz e Bruno Tesch - parte 7 - a defesa do Dr. Bruno Tesch - por William B. Lindsey

William B. Lindsey

Veredito, Sentença, Execução

O veredito foi breve. Tanto o Dr. Tesch quanto Herr Weinbacher foram declarados “culpados.” O Dr. Drosihn foi absolvido. A sentença do Tribunal: o Dr. Tesch e Herr Weinbacher deveriam ser enforcados! Outro Tribunal Militar Britânico (haveria 216 tribunais desse tipo) havia deixado um rastro entre os alemães.

Ainda houve tentativas de evitar a execução da sentença. Ambos os condenados protestaram sua inocência em apelos dirigidos ao Comandante do Distrito do 8º Corpo do Exército Britânico do Reno. Foram anexadas petições de seus advogados de defesa, detalhando e documentando de forma mais completa a natureza pouco confiável dos depoimentos de Sehm, Broad, Bendel e dos outros. Os apelos foram negados. Um pedido posterior de perdão para ambos foi feito pelos funcionários da Tesch und Stabenow, e ainda outro para perdão, especificamente para Herr Weinbacher, foi feito por sua meia-irmã. Esses apelos foram igualmente rejeitados.

Em 26 de abril de 1946, Montgomery de Alamein, Comandante-em-Chefe do BAOR, emitiu as ordens de execução ao diretor ou oficial responsável pela Prisão de Hamburgo, determinando que o Dr. Tesch e o Herr Weinbacher fossem executados dentro de 24 horas após o recebimento do documento. Ambas as sentenças foram cumpridas às 11h23 de 16 de maio de 1946, em Hameln Zuchthaus (prisão). O Dr. Bruno Tesch e Herr Karl Weinbacher estavam mortos.

Ambos os homens honrados e inocentes morreram, provavelmente horrorizados ao ver que tal monstro, disfarçado de “Justiça” — que antes havia assolado a região a leste do rio Bug —, agora avançava deliberadamente, com violência desenfreada, a leste do rio Mosa.

{Dr. Bruno Tesch (1890-1946) químico alemão, funcionário contratado do governo de Adolf Hitler para implementar controle de desparasitação nos campos de concentração alemães. Sem obter uma confissão que estivesse de acordo com a narrativa do alegado holocausto, Bruno Tesch foi condenado, pois além de não haver uma relevante pessoa para encaixar na narrativa no que concerne ao gás Zyklon B, fundamental para lançar a narrativa das alegadas câmaras de gás homicidas, uma absolvição teria sido extremamente embaraçosa, dadas as decisões já tomadas dado o que já tinha sido “decidido” sobre Auschwitz – e as execuções de alemães baseadas na narrativa, tal como em Daschau quando alemães foram condenados por serem supostamente gestores de um campo de extermínio, e posteriormente reconheceu-se que Daschau não foi um campo de extermínio. Além de tudo, é relevante a observação de William B. Lindsey: “Venenos muito mais letais estavam — e estão — disponíveis, alguns muito mais baratos, e nenhum deles exigia câmaras de gás e outros equipamentos bastante complexos para a administração às vítimas pretendidas.” (Fonte da foto: wikipedia).}

Para o Dr. Tesch e Herr Weinbacher, o ordálio havia terminado. Mas, para os alemães que ainda viviam daquilo que tinha sido uma nação de 80 milhões61 de habitantes de antes da guerra, ele mal havia começado. Uma provação de magnitude muito maior estava prestes a ser desencadeada sobre eles com uma eficiência e fúria mortais, metódicas e de cunho puritano-cromwelliano, tendo como justificativa “moral” aparente — citada repetidamente até os dias de hoje — os contos do “Holocausto” associados ao Zyklon B e, principalmente, ao campo de Auschwitz. O julgamento do Dr. Bruno Tesch e de seus associados revestiu-se de grande importância para a consolidação desses contos. Vimos como esse julgamento foi conduzido e com base em que fundamentos alcançou suas conclusões. A partir disso devem decorrer, naturalmente, algumas conclusões nossas sobre como abordar e examinar uma das mais espantosas e incríveis coleções de contos não somente da história recente, mas de toda a história, deve naturalmente seguir.

 

Tabela 1

Usuários de Zyklon B que realizavam pedidos através da Tesch und Stabenow*

I. Usuários do governo alemão (antes de 1944)

A. Campos de concentração

1. Complexo de Auschwitz

2. Gross-Rosen

3. Majdanek-Lublin

4. Neuengamme-Hamburgo

5. Ravensbrück

6. Sachsenhausen-Oranienburg

B. Wehrmacht Hauptsanitätspark {Depósito Central de Saúde da Wehrmacht}, Berlim

C. SS-Voransalon** (incluindo a Waffen-SS)

II. Usuários alemães não governamentais e não militares

A. Instituto de Desinfecção da cidade de Gotenhafen

B. Instituto Alemão de Higiene, Riga

C. Polícia Municipal, Stettin

D. Gabinete do Prefeito, Danzig

E. Oficinas de Reparo da Ferrovia Alemã, Posen

III. Usuários estrangeiros

A. Exército Finlandês, Helsinque

B. Norsk Fumigating Company, Oslo

* Esta lista não pretende ser uma relação completa de todos os usuários de Zyklon B cujos pedidos foram processados ​​pela Tesch und Stabenow. As instituições listadas são aquelas especificamente mencionadas na transcrição do julgamento.

** Escritório principal da SS (possivelmente de compras)

 

Tabela II

Quantidades de Zyklon B encomendadas por intermédio ou pela empresa Tesch und Stabenow para diversos usuários em 1942 e 1943*

 

 Ano

Ano

Aumento

incremental

Usuário

1942

1943

1942-1943

Total de Zyklon B encomendado através ou pela Tesch und Stabenow (kg.)

79.069,9

119.458,4

151%

Total de Zyklon B encomendado para

todos os órgãos do governo alemão (kg)

20.363,6

38.284,9

188%

Porcentagem representada do total de pedidos da Tesch und Stabenow

25,75%

32,05%

 

Total Zyklon B encomendado para Wehrmacht Hauptsanitaetspark, Berlim (kg.)

11.232,0

19.982,0

178%

Porcentagem representada do total de pedidos da Tesch und Stabenow

14,21%

16,73%

 

Total de Zyklon B encomendado para TODOS os campos de concentração (kg)

9.131,6

18.302,9

200%

Porcentagem representada do total de pedidos da Tesch und Stabenow

11,55%

15,32%

 

Total de Zyklon B encomendado para os campos de Auschwitz (kg)

7.500

12.000

160%

Porcentagem representada do total de pedidos da Tesch und Stabenow

9,48%

10,05%

 

Total de Zyklon B encomendado por outros usuários (não alemães)

Exército Finlandês, Helsinque, Finlândia (kg)

7.052,5

10.000

142%

Norsk Fumigating Company, Oslo, Noruega (kg.)

5.794,8

12.004

207%

 

* Após dezembro de 1943, todos os órgãos do governo alemão que utilizavam o Zyklon B obtinham seus suprimentos do Wehrmacht Hauptsanitaetspark, em Berlim. 

 

Tabela III

Lucros da Tesch und Stabenow nos anos de 1942 e 1943 e sua dependência de encomendas de Zyklon B*

(Todos os valores em Reichsmarks)

1942

 

1943

113.000

Lucro líquido total da Tesch und Stabenow

143.000

425.000

Valor total do Zyklon B encomendado por ou através da Tesch und Stabenow

396.000

92.000

Lucro bruto total do Zyklon B encomendado por ou através da Tesch und Stabenow

127.000

12.096

Lucro Bruto Total do Processamento de Pedidos de Zyklon B para Clientes Governamentais

12.900**

5.424

Lucros Brutos Totais do Processamento de Pedidos de Zyklon B para Todos os Campos

6.167**

4.500 (4%)***

Lucros brutos totais provenientes de pedidos processados ​​pela Tesch und Stabenow para os campos de Auschwitz.

5.000 (3.5%)***

 

Após 31 de dezembro de 1943, todos os usuários do Zyklon B pelo governo alemão passaram a ser abastecidos pelo Wehrmacht Hauptsanitaetspark {Parque Sanitário Principal da Wehrmacht}, em Berlim.

* As planilhas de controle utilizadas no julgamento, preparadas por Alfred Zaun, contador-chefe da Tesch und Stabenow, foram perdidas juntamente com as demais provas apresentadas no processo. O gráfico acima é uma reconstrução a partir dos dados fornecidos na transcrição do julgamento. Em alguns casos, onde indicado, os valores são proporcionais.

** Esses valores foram calculados utilizando 10% do valor bruto nos primeiros cinco meses de 1943 e 2,½ % a partir de então. Essas taxas foram estabelecidas pelo governo alemão.

*** Os valores entre parênteses para os campos de Auschwitz representam a porcentagem do lucro líquido total da Tesch und Stabenow. O lucro de Auschwitz é, na verdade, um valor bruto do qual ainda é necessário deduzir despesas gerais, frete etc. para se obter o lucro real. Portanto, a porcentagem real do lucro líquido é ainda menor do que a porcentagem indicada entre parênteses! 

 

Tabela IV

Os campos associados ao complexo de Auschwitz*

Auschwitz I — Auschwitz-Zasole (O “Stammlager” — campo original, sede de todo o complexo)

Auschwitz II — Auschwitz-Birkenau (“Birkenau”)

Auschwitz III — Auschwitz-Buna (“Monowitz” [I.G. Farbenindustrie])

Babice                                                Ledziny-Lawki

Blachowinia Slaska                            Libiaz Maly

Brobek                                                           Lagiewniki

Budy                                                  Lagisza Cmentarna

Bruenn (Czechoslovakia)                   Plawy

Chelmek                                            Prudnik

Chorzow                                            Rajsko

Czechowic                                         Rydultowy

Dziedzice                                           Rybnik

Czernia                                              Siemianowice

Gleiwitz (4 campos)                           Sosnowiec

Goleszow                                           Stara

Hajduki                                              Kuznia

Harmenze                                          Swietochlowice

Huta Ksiazeca                                    Trachy

Jawoszpwoce                                     Trzebinia

Jawornzno                                         Trzebionka

Kobior                                                Zabrze

* Tomado de Datner et al., Genocide, Varsóvia, 1962, p. 96. Auschwitz-Zasole permaneceu como a sede administrativa de todo o sistema até novembro de 1943 (NO-021), quando todo o sistema administrativo foi reorganizado por ordem do Reichsführer-SS Heinrich Himmler. O Complexo de Auschwitz — assim como suas contrapartes menores, como Buchenwald, Dachau, Mauthausen, etc., e seus respectivos subcampos — estava subordinado à sede da SS em Oranienburg.

 

Bibliografia

I. Documentos

Cocatrix, A. de. “The Number of Victims of the National Socialist Persecution: Exposé presented on the Occasion of the International Conference of the Comite International des Camps, 22-25 April 1977.” Arolsen International Tracing Service, International Red Cross.

Nuremberg War Crimes Documents:

NO-021

NO-44671553-PS

British Public Record Office, Judge Advocate General’s Office. War of 1939-45: War Crimes Papers (WO 235).

WO 235-12, Case 12, Bergen-Belsen and Auschwitz Concentration Camps Case (Lueneburg Tribunal), 11 vols.

WO 235-83, Case 71, Bruno Tesch, Karl Weinbacher, & Joachim Drosihn (Hamburg Tribunal).

 

II. Livros

American Cyanamid and Chemical Corporation. Military Fumigation Manual: Zyklon Discoids for Insect Control. 1944.

Datner, et. al. Genocide. Warsaw: 1962.

International Military Tribunal Nuremberg. Trial of the Major War Criminals. (TMWC), Vols. I, III & IX.

Kolb, Eberhard. Bergen-Belsen: Geschichte des “Aufenthaltslagers” 1943-1945. Hannover: Verlag fuer Literatur und Zeitgeschehen, GmbH., 1962.

Naumann, Bernd. [traduzido por Jean Steinberg.] Auschwitz. New York: Praeger, 1966.

Puntigam, Franz; Breymesser, Hermann; r Erich Bernfus. Blausaeuregaskommern zur Fleckfieberabwehr. Berlin: Sonderveroeffentlichung des Reichsarbeitsblattes, Reichsarbeitsministerium, 1943.

Reitlinger, Gerald. The Final Solution: The Attempt To Exterminate The Jews Of Europe, 1939-1945. New York: A.S. Barnes tic Co., 1961

 

III. Periódicos e jornais

Czech, Danuta. “Kalendarium Der Ereignisse im Konzentrationslager Auschwitz-Birkenau.” Hefte Aus Auschwitz, [publivado pelo Museu do Estado em Auschwitz, Polônia], 1962.

“Kremer’s Fate Is Main Topic — ‘How Will You Kill Kremer?’” New York Times. 22 de abril de 1945, p. 12.

Lawrence, W. H. “Nazi Mass Killings Laid Bare In (Majdanek) Camp.” New York Times. 30 de agosto de1944, pp. 1, 9.

Puntigam, F. und Pichler, H. “Raumloesung von Enlausungsanlagen.” Gesundheits-Ingenieur. Jahrgang 67, Juni 1944, Heft 6, p. 139.

U.S. Public Health Service. “Public Health Reports.” Vol. 46, No. 27 (July 3, 1931), pp. 1572-1578; No. 38 (July 10, 1931), pp. 1633-1636.

Wuestinger, Emil. “Vermehrter Einsatz von Blausaeure-Entlausungskammern.” Gesundheits-Ingenieur. Jahrgang 67, 1944, Heft 7, pp. 179-180.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


61 Nota de William B. Lindsey: Uma revisão a grosso modo das populações nativas em 1914, 1939 e 1960, um rápido vislumbre no mapa-mundi atual e o conhecimento da destruição infligida a certas nações — a suas populações, cidades, universidades, igrejas e a toda a sua vida cultural, tudo o qual destinado a ser reconstruído, tanto quanto possível, à imagem e ao gosto de seus conquistadores — oferecerão a melhor perspectiva sobre onde e contra quem se abateram os verdadeiros “holocaustos” do século XX, e quem foi o responsável por eles.

Zyklon B, Auschwitz, and Bruno Tesch, por William B. Lindsey, The Journal of Historical Review, Fall 1983 (Vol. 4, nº 3), páginas 261-303.

https://ihr.org/journal/v04p261_Lindsey.html

Sobre o autor: William B. Lindsey (19??-1993) obteve seu diploma de bacharel em ciências pela Universidade do Texas e seu doutorado em Química pela Universidade de Indiana. Trabalhou como químico pesquisador profissional em uma grande corporação por 31 anos. Como químico profissional tinha grande interesse na história da Segunda Guerra Mundial, ele tinha particular curiosidade pelas alegações de assassinatos em massa de judeus em “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau, utilizando gás cianeto de hidrogênio do Zyklon B, um inseticida e pesticida comercial. Consequentemente, realizou diversas visitas de inspeção aos locais na Polônia onde supostamente ocorreram os “campos de extermínio” da guerra, incluindo Auschwitz, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Foi membro da comissão editorial do The Journal of Historical Review desde 1983. Em fevereiro de 1985, ele testemunhou no julgamento do Holocausto em Toronto, conduzido pelo editor germano-canadense Ernst Zündel. Lindsey foi reconhecido pelo tribunal como perito em cianeto de hidrogênio. Sua atuação baseou-se em um exame minucioso das câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência.

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