quarta-feira, 13 de novembro de 2019

As origens judaicas do multiculturalismo na Suécia – Por Kevin McDonald


 Kevin McDonald


            Em The Culture of Critique e outros escritos eu tenho desenvolvido a visão que os judeus e a organizada comunidade judaica foram uma condição crítica necessária para a ascensão do multiculturalismo no Ocidente. No capítulo 7[1], sobre o envolvimento judaico em moldar a política de imigração, eu foquei principalmente nos EUA, mas também tinham breve seções sobre a Inglaterra, Canadá, Austrália (grandemente elaborada recentemente em TOO por Brenton Sanderson[2]), e França.

            Uma questão que eu frequentemente chego é sobre o papel dos judeus na Suécia e outros países da Europa com relativamente poucos judeus. Agora lá tem tido uma tradução do sueco de um artigo, “Como e porquê a Suécia se tornou multicultural,” que resume o escrito acadêmico sobre o papel judaico em fazer a Suécia uma sociedade multicultural. Este artigo deve ser lido em sua totalidade, mas alguns pontos são salientados:
O judeu David Schwarz
(1928-2008)
A mudança ideológica começou em 1964 quando David Schwarz, judeu polonês e sobrevivente do Holocausto que migrou para a Suécia no início da década de 1950, escreveu o artigo “O problema da imigração na Suécia” no maior e mais importante jornal matutino da Suécia – Dagens Nyheter (“Notícias Diárias”) de propriedade judaica. Isso iniciou um rancoroso debate que tomou lugar no Dagens Nyheter, mas o qual subsequentemente continuou até em outros jornais, nas páginas editoriais e em livros...
O judeu Gunnar Heckscher
(1909-1987)
            Schwarz era de longe o mais ativo formador de opinião e foi responsável por 37 de um total de 118 contribuições para o debate da questão da imigração nos anos de 1964 – 1968. Schwarz e seus co-pensadores eram tão dominantes e agressivos que os debatedores com uma visão alternativa foram repelidos para a defensiva e sentiram seus pontos de vista suprimidos. Por exemplo, Schwarz jogou a “carta” do antissemitismo eficientemente a fim de desacreditar seus oponentes... 
Foi o conservador partido de direita que primeiro abraçou a ideia de pluralismo cultural e grandemente contribuiu para moldar a nova direção radical. É digno de mencionar que o presidente do partido de direita entre 1961 – 1965, Gunnar Heckscher, foi o primeiro líder do partido de ascendência judaica.
O judeu Stephen J. Gould
(1941-2002)
            Como nos EUA e outros lugares, os ativistas judaicos foram auxiliados pela mídia de propriedade judaica. Ativistas salientaram a necessidade de reformular a política de imigração para expiar a perseguição aos judeus – no caso da Suécia, o papel do governo sueco frente aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. (Similarmente, nos EUA, os judeus ativistas enfatizaram que a lei de restrição de imigração de 1924 foi motivada por antissemitismo, e muitos ativistas, incluindo o acadêmico ativista Stephen J. Gould [em seu notório The Mismeasure of Man; ver aqui, página 30 e sequência[3]] alegou que a restrição de imigração resultou nos judeus morrerem no Holocausto. Mesmo Stephen Steinlight, quem advoga restrição da imigração muçulmana [e somente imigração muçulmana], denominou a lei de 1924 como “maligna, xenofóbica, antissemita,” “vilmente discriminatória,” uma “vasta falha moral,” uma “medida política monstruosa”; ver aqui, página 5)[4].

            A assimilação à cultura sueca foi vista como um objetivo inaceitável:
O ponto de partida foi assim uma perspectiva cultural pluralista, a qual significava que os imigrantes com massiva intervenção e suporte financeiro do governo iriam ser encorajados a preservar a cultura deles (e, portanto, sinalizam para o mundo que a Suécia é um país tolerante onde todos são bem vindos). O encontro entre a cultura sueca e as culturas das minorias iria ser enriquecedora para a comunidade como um todo e a maioria da população iria começar a se adaptar as minorias...
Não é coincidência que os judeus organizados da Europa consistentemente se dissociam eles mesmos dos críticos politicamente organizados do Islã, porque cada generalização negativa frente a um grupo que é minoria em última instância pode atingir os judeus.
            O artigo nota, e eu concordo, que os judeus são motivados pelo desejo de quebrar as sociedades etnicamente e culturalmente homogêneas por causa do medo que tais sociedades possam direcionar sobre os judeus, como ocorreu na Alemanha, 1933 – 1945, mas também por causa do ódio judaico frente à civilização cristã do Ocidente. Ele conclui por notar que, além da mídia de propriedade judaica, a influência judaica foi facilitada pela dominância da antropologia acadêmica pela escola boasiana – um movimento intelectual judeu[5] – e suas visões sobre o relativismo cultural e difamação da cultura ocidental.

            Eu concordo inteiramente que a influência judaica deriva deles sendo uma elite acadêmica e midiática, assim como a habilidade deles para desenvolver organizações ativistas altamente efetivas e bem fundadas[6]. Aqui, o papel de Bruno Kaplan do World Jewish Congress é enfatizado.

            Esta é uma importante contribuição para compreensão para o impedimento da morte do Ocidente. Desnecessário dizer, que tais análises não eliminam a óbvia necessidade para uma compreensão do porquê as culturas ocidentais têm sido unicamente suscetíveis[7] às ideologias que veem a destruição do Ocidente como um imperativo moral. No entanto, é de vital importância compreender as forças que têm ativamente atuado, procurando mover as culturas ocidentais nesta direção.

Tradução por Mykel Alexander



Notas


[1] Fonte utilizada pelo autor: Kevin MacDonald, capítulo 7 de The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements, Praeger 1998, 1ª edição, 2002 2ª edição. Capítulo “Jewish Involvement in Shaping U.S. Immigration Policy”.

[2] Fonte utilizada pelo autor: “, The War on White Australia: A Case Study in the Culture of Critique, Part 1 of 5”, por Brenton Sanderson (pseudônimo). The Occidental Observer, 13/08/2012.
Demais partes publicadas respectivamente em 16/08/2012, 18/08/2012, 20/08/2012, 22/08/2012.

[3] Fonte utilizada pelo autor: Kevin MacDonald, capítulo 2 de The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements, Praeger 1998, 1ª edição, 2002 2ª edição. Capítulo The Boasian School of Anthropology and the Decline of Darwinism in the Social Sciences.

[4] Fonte utilizada pelo autor: Kevin MacDonald, prefácio de The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements, Praeger 1998, 1ª edição, 2002 2ª edição.

[5] Fonte utilizada pelo autor: Kevin MacDonald, Capítulo 2 de The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements, Praeger 1998, 1ª edição, 2002 2ª edição. Capítulo The Boasian School of Anthropology and the Decline of Darwinism in the Social Sciences.

[6] Fonte utilizada pelo autor: Kevin MacDonald, The Occidental Quarterly, volume 3, nº 2, Understanding Jewish Influence I: Background traits for jewish activism.

[7] Fonte utilizada pelo autor: “Žižek, Group Selection, and the Western Culture of Guilt”, por Kevin MacDonald, The Occidental Observer 15/07/2014.




Fonte: The Occidental Observer 14/01/2013.

Sobre o autor: Kevin B. MacDonald (1944 – ) é um professor americano de psicologia na Universidade Estadual da Califórnia. Graduou-se em Filosofia (University of Wisconsin-Madison), fez o mestrado em Biologia (University of Connecticut), Doutorado em Ciências Biocomportamentais (University of Connecticut). É um estudioso das relações da população judaica com os povos ocidentais. É editor do periódico The Occidental Quarterly e do site The Occidental Observer.

            Entre seus principais livros estão:

            Social and Personality Development: An Evolutionary Synthesis (Plenum 1988).

            The Culture of Critique: A People That Shall Dwell Alone: Judaism As a Group Evolutionary Strategy, With Diaspora Peoples, (Praeger 1994).

            The Culture of Critique: Separation and Its Discontents Toward an Evolutionary Theory of Anti-Semitism, (Praeger 1998).

            Understanding Jewish Influence: A Study in Ethnic Activism (Praeger 2004)

            The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements, (Praeger 1998).

_________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

Harvard odeia a raça branca? – Por Paul Craig Roberts

Os povos brancos e suas realizações estão encaminhados para a lixeira da história - por Paul Craig Roberts

Judeus, comunistas e o ódio genocida nos "Estudos sobre a branquitude” Por Andrew Joyce

A cultura ocidental tem morrido uma morte politicamente correta - Paul Craig Roberts

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Mídia globalista BBC e o jornal Folha de São Paulo fomentam fanatismo judaico-cristão-bíblico distorcendo a história - Por Mykel Alexander


Mykel Alexander

            O jornal Folha de São Paulo, que possui predominante pauta globalista, publicou em 27/10/2019[1] uma matéria procedente da mídia global BBC intitulada “Os naufrágios milenares que dão pistas sobre o mistério do dilúvio da Arca de Noé.”

            A manipulação é evidente para qualquer pessoa que possui o básico de instrução da história universal. Vejamos:

            A matéria inicia mencionando achados arqueológicos no litoral da cidade búlgara Nessebar, costa do Mar Negro. Tal cidade é muito antiga, e em sua estrutura se sobrepõem construções bizantinas sobre as precedentes construções romanas, que por sua vez são sobrepostas sobre construções gregas. No entanto, o achado da vez se encontra dentro do mar.

            As condições peculiares do Mar Negro permitiram que artefatos fossem conservados pelos séculos e milênios com muito menos deterioração do que normalmente ocorre, de modo que expedições oceanográficas recentes descobriram o que a matéria afirma ser o naufrágio intacto mais antigo do mundo, estimado ser de 400 a.C., cujos destroços permitiriam obter informações da região até 7000 anos atrás.

            Não obstante, subitamente, a matéria afirma:
“Amostras geológicas obtidas do fundo do mar poderiam, finalmente, resolver o mistério de se foi por ali que as águas adentraram, acabando com civilizações e criando uma história que conhecemos hoje como a saga de Noé e do grande dilúvio bíblico.”
A descoberta é promissora para a arqueologia, especialmente porque além do mencionado navio descoberto, há mais de 60 naufrágios encontrados em águas profundas.

Mas o desdobramento da matéria em certa parte é bem mais honesto que o título dela:

a) A tradição mesopotâmica é mencionada, especificamente os poemas Enuma Elish e Gilgamesh, como exemplo de versões não bíblicas do dilúvio, de modo que a narrativa do dilúvio não seria uma exclusividade bíblica.

 b) Tais achados, não só dos mencionados náufragos, mas também as conclusões até agora baseadas na geologia e paleontologia, não configuram uma abrupta inundação, o que vale dizer um dilúvio, mas sim um gradual aumento do nível do mar, “metro a metro, ao longo de séculos ou mesmo milênios.” O que não preenche a busca por evidência histórica e arqueológica do dilúvio de Noé.

            Então, sutilmente, a matéria é finalizada com uma depreciação implícita de outras tradições em relação à tradição bíblica, uma vez que o conteúdo dos achados:
“[...] tem mais a oferecer aos arqueólogos e fãs de lendas do que com a conexão com o dilúvio de Noé.”
            Vamos começar por essa frase final a desvelar o que está implícito na matéria em questão. Segundo esta, os achados teriam conexão com arqueologia e lendas, mas não com o dilúvio de Noé, de modo que as lendas, como as mencionadas Enuma Elish e Gilgamesh, ambas da tradição mesopotâmica, seriam apenas lendas enquanto o dilúvio de Noé não? E o alegado dilúvio de Noé possui mais consistência histórica e arqueológica que as de Enuma Elish e Gilgamesh?

            Se o dilúvio de Noé não se refere à arqueologia nem às lendas, refere-se ao que então? Refere-se então a uma história que tem que ser aceita cegamente, porém sem mais bases e evidências que as que possuem as demais tradições sobre um suposto dilúvio? O que a narrativa em questão - a do dilúvio - contida na Bíblia, possui de consistência que as demais não possuem?

            Esta última declaração da matéria sugere que o dilúvio de Noé não é, como as outras tradições, apenas uma lenda, mas se partirmos da premissa que é necessário para ser história ter comprovação histórica e/ou arqueológica, o que então tem a mais que as outras o dilúvio de Noé?

Mas eis a manipulação da matéria: esta própria parte da premissa de poder se apoiar na mentalidade inconsciente do Ocidente, pautada no judaico-cristianismo, que uma busca por provas históricas ou arqueológicas que confirmem definitivamente a verdade é a que prove definitivamente o dilúvio de Noé.

O que se pode concluir é que a BBC tem como ponto de partida que o dilúvio de Noé, sem prova alguma que o confirme, é mais que uma lenda, enquanto aos demais relatos de dilúvios das diversas tradições, também sem provas em várias teorias, limitam-se estes sim apenas a serem lendas.

            De fato, contrariando as expectativas de fanáticos abraâmicos - sejam judeus, cristãos ou islâmicos - a narrativa de um dilúvio é universal, encontrada nas mais diversas tradições. Num manual básico, como The Oxford Companion to World Mythology, no vocábulo Flood (inundação / dilúvio) afirma-se:
“Mitos da inundação [dilúvio] são encontradas em todas partes do mundo, usualmente aspectos de histórias da criação. Geralmente a inundação [dilúvio], marca um novo começo, uma segunda chance para uma humanidade pecadora, ou para a própria criação [...] Usualmente existe um herói do dilúvio – o hebreu Noé, o sumério / babilônio Ziuasudra / Utnapishtim, o grego Deucalião, o hindu Manu, ou um de muitos outros – que representam o anseio humano pela vida. [2]
            Por ser citado acima, no The Oxford Companion to World Mythology, relatos do dilúvio na região da Eurásia, isto é, Mesopotâmia, Índia, Ásia Menor, e Grécia, poderia sugerir a algum judeu, cristão ou islâmico alegar que tal mitologia do dilúvio irradiou de um centro da Eurásia, limitando-se a essa, região, e então sumérios, hindus e gregos teriam absorvido da tradição bíblica primordial, a abraâmica, o tema do dilúvio, porém, é preciso insistir,  é um símbolo universal, presente também nas tradições da América, de norte à sul, Extremo Oriente, povos oceânicos. O romeno Mircea Eliade (1907-1986), talvez o principal historiador das religiões, é categórico:
“Os mitos do Dilúvio são os mais numerosos e quase universalmente conhecidos (embora extremamente raros na África.[3]
            Pelo fato do cristianismo haver surgido em ambiente judaico na antiguidade, e de toda sua base histórica anterior a Jesus ter sido construída sobre literatura judaica, a mentalidade cristã ofereceu muita resistência aos estudos que desmentiam as escrituras bíblicas[4], fossem tais estudos arqueológicos, filológicos ou históricos.

É justamente nos dois primeiros livros da Bíblia, ao menos na ordem que foi editada pelos judeus de Alexandria sob o nome de Septuaginta durante os séculos III e II a.C., que foram desveladas interpolações e distorções históricas, conforme expõe o trabalho Berossus and Genesis, Manetho and Exodus: Hellenistic Histories and the Date of the Pentateuch (2006, editora T&T Clark, Nova Iorque) de Rusell Gmirkin, e as quais foram passadas à frente pelo cristianismo[5]. Vale dizer que escritura bíblica já parte de distorções e interpolações em seus dois primeiros livros por ordem narrativa, Gênesis e Êxodo, e no Gênesis está contido o episódio do dilúvio.

Isto não quer dizer que o dilúvio não possa ter ocorrido. As descobertas da geologia, arqueologia e história encontram várias possibilidades de dilúvios, ocorrendo em várias regiões do planeta, por causas variadas, mas menos possibilidades de um dilúvio global.

Há questões também que relacionam o dilúvio com símbolos cósmicos, psicológicos e da água, que não excluem o fenômeno do dilúvio em termos geológicos, mas devem ser considerados também, uma vez que na interpretação dos povos todos estes componentes eram considerados, e, portanto, também se deve buscar onde acaba o fenômeno do dilúvio como fato geológico e onde começa o dilúvio como representação simbólica, a qual ultrapassa a estrita narrativa geológica. O próprio Eliade aborda esse tema em seu Tratado da História das Religiões.

Mas o problema central é que as mencionadas distorções e interpolações pretendem colocar a narrativa judaica como a única verdadeira, porém uma história que é montada com encaixes artificiais e falsificações gradualmente vai apresentando seus pontos frágeis, e nesse caso ao tentar colocar um símbolo universal como narrativa verdadeira exclusiva, na qual Deus teria salvo apenas um casal de homens, no Caso Noé e sua esposa, se colide com a constatação de que praticamente todas as versões do dilúvio encontradas no mundo contam também com um protagonista, de feitos semelhantes ao de Noé, e que foi ponto de partida para as grandes culturas e civilizações da humanidade.

            As grandes civilizações tradicionais sempre tenderam a conjugar ciência e espiritualidade, razão e símbolo, mas o abraamismo, isto é, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo têm seu domínio no fanatismo e nos contorcionismos para tentar sustentar de pé seus dogmas centrais. E mesmo contestando tal afirmação, a própria história comprova que a fé, conceito abraâmico, é o recurso principal usado pelas lideranças e exegeses judaicas, cristãs e islâmicas para se evadirem para uma confortável zona de argumentações que não precisam atender minimamente a lógica, ao contrário, por exemplo, das grandes correntes hindus ou greco-romanas, em que a lógica, a metafísica, a ciência e a simbologia estão interconectadas, em sinergia, complementando-se mutuamente num todo coerente.

            A história também mostra que judeus, cristãos e islâmicos disputam entre si o conceito de povo ou comunidade eleita por Deus, um alegando aos outros dois que a aliança de seu messias é a única que vale. Mas parece valer tudo mesmo, não só na luta do abraamismo contra as outras tradições, mas também na luta de um abraâmico contra outro abraâmico, e para isso basta relembrar o esforço do judaísmo internacional durante a Revolução Francesa e depois para desacreditar a Igreja Católica valendo-se da razão e também do materialismo[6], uma vez que as massas eram fanáticas por um cristianismo que tinha sede física no Vaticano, e algum prestígio em Israel (bíblica). Mas agora que o fanatismo das massas é pela religião com sede física em Israel e algum prestígio no Vaticano, o judaísmo internacional e o sionismo podem e apelam ao fanatismo e evitam ao máximo a razão e as ciências, pois estas lhe são obstáculos para as próximas etapas que pretendem em seus anseios geopolíticos, já que as violações de Israel no Direito Internacional não podem ser superadas no tribunal, daí recorrerem ao fanatismo, fanatismo que o judaísmo internacional tanto reprovou quando era usado pelo cristianismo do Vaticano durante os séculos XVIII e XIX.

A rede BBC possui linha tendenciosa para favorecer o judaísmo[7] e, portanto, também o fomento para a formação de uma mentalidade que acredite na narrativa bíblica, especialmente a do Antigo Testamento, a qual é escrita com todo judaico-centrismo possível, configurando a concepção do judeu como o “povo eleito” de Deus, e isto é uma pauta que aos poucos vai ganhando contornos, especialmente com o advento do movimento cristão-sionista.



Notas


[1] Nota do autor: “Os naufrágios milenares que dão pistas sobre o mistério do dilúvio da Arca de Noé”, por Matthew Ponsford, da BBC NEWS, Folha de São Paulo, 27/10/2019.

[2] Nota do autor: The Oxford Companion to World Mythology, Oxford U.P. (US), 2005. Vocábulo Flood.

[3] Nota do autor: Mircea Eliade, Mito e Realidade, Editora Perspectiva, 6ª Edição, 4ª Reimpressão, São Paulo, 2000. Originalmente publicado em 1963, inglês e francês, tradução do inglês por Paola Civelli. Página 53.

[4] Nota do autor: Bruce Trigger, História do Pensamento Arqueológico, Editora Odysseus, 2ª edição, São Paulo, 2011. Originalmente escrito em inglês, 2006, tradução de Ordep Trindade Serra. Páginas 31-35.

[5] Nota do autor: Ver Êxodo recorrente: Identidade judaica e Formação da História - Por Andrew Joyce, World Traditional Front, 25/11/2018.

[6] Nota do autor: Ver os trabalhos, por exemplo, de dois dos mais relevantes historiadores judeus da história judaica, Heinrich Graetz (1817-1891) e de Simon Dubnow (1860-1941) nos capítulos sobre a Revolução Francesa.

[7] Nota do autor: Ver David Duke, Prova do domínio judaico sionista na BBC - Por David Duke, World Traditional Front, 28/10/2019.




Sobre o autor: Mykel Alexander possui Licenciatura em História (Unimes, 2018), Licenciatura em Filosofia (Unimes, 2019) e Bacharel em Farmácia (Unisantos, 2000).

_________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

Êxodo recorrente: Identidade judaica e Formação da História - Por Andrew Joyce

Democratite palaciana e o sufrágio teocrático: a sintetização republicana do “Direito Divino dos Reis” - por Antônio Caleari

Prova do domínio judaico sionista na BBC - Por David Duke

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Prova do domínio judaico sionista na BBC - Por David Duke


 David Duke

          A BBC (Britsh Broadcasting Corporation) é a mais conhecida emissora internacional do mundo e, com mais de 23 mil funcionários, é certamente a maior. É uma emissora de serviço público a qual é possuída pelo governo Britânico; tem uma receita anual de mais de 5 bilhões de libras (8,4 bilhões de dólares), financiada principalmente por um imposto de televisão anual cobrado em todos lares na Grã-Bretanha.

            A BBC é supostamente “independente” – mas mostra, conforme um estudo mais aprofundado de seu funcionamento interno, figuras que a controlam e os métodos de doutrinação (agora mesmo em agosto de 2014), que ela é nada mais que outra expressão da propaganda controlada pelo judaísmo supremacista.

            O atual chefe da televisão BBC é o judeu supremacista Danny Cohen – que, antes de sua nomeação para esta posição em abril de 2013, era o controlador da BBC one, o principal canal de televisão no Reino Unido.

            Danny Cohen não é apenas um dedicado judeu sionista supremacista, ele é da linhagem da elite judaica que é especialmente honrada por judeus de todo o mundo, e que tem especial status em Israel. Cohen é um “Kohen,” que no plural é Kohanin, os mais reverenciados judeus do judaísmo e de Israel. De fato, embora Israel tenha leis contra casamentos não judaicos, algumas exceções são algumas vezes permitidas para convertidos. Todavia, o Kohanim, enquanto uma elite dos judeus, tem até mesmo provas mais rigorosas de pureza racial de descendência judaica que a elite SS da Alemanha Nacional Socialista.

            Em Israel o governo israelense - sobre o controle dos líderes rabinos - não permitirá um Kohen casar se casar mesmo com um gentil convertido ao judaísmo! De fato, em Israel um Kohen por lei não pode se casar com qualquer “judeu” que tenha uma única gota de sangue não-judaico.

{O judeu Danny Cohen - diretor da BBC Television
entre 2013 - 2015}
{A matéria  acima reproduz o conteúdo de um manual de Oxford sobre a história judaica e a importância do nome Cohen.}

            Antes de controlar a BBC One, Cohen foi controlador da BBC Three por três anos, entre 2007 e 2010. Ele começou sua carreira de “executivo de televisão” com o canal comercial do Reino Unido Channel 4, onde assumiu vários papéis, incluindo o de Chefe de Documentários, Chefe do Factual Entertainment e Chefe do canal digital channel E 4 (“Enterainment 4”).

            As “últimas realizações de entretenimento” de Cohen incluem o comissionamento de um número de “shows”, idênticos em conteúdo para todo tipo de lixo produzido por seus correligionários em Hollywood e na TV americana. As criações de TV de Cohen incluem:

            Skins: O show retrata os alunos do sexto ano entregando-se em bebidas, drogas, farras e idolatra as famílias disfuncionais, transtornos alimentares e identidade sexual.

            The Inbetweeners, que segue um grupo de adolescentes socialmente desajeitados que fazem comentários grosseiros sobre meninas, ficar bêbado, e violar a lei.

            Snog, Marry, Avoid, que retrata as chamadas “slap addicts” [obcecadas por maquiagens] que são destituídas de suas maquiagens e recebem, ao invés, ajustes de beleza natural [com muita exposição a fofocas].

            Hotter than my Daughter, a qual apresenta pais que pensam que são mais atraentes que seus filhos. Esses shows são tipicamente pré-produzidos (igual as séries americanas “Storege Wars), mas são apresentados como “realidade” e exploram de todas as maneiras as fraquezas humanas reais e imaginárias.

Anthony Reuben, “chefe de estatística” da BBC.
Atribuído para “garantir” os “fatos” da emissora ...
            O atual chefe de estatística da BBC é outro judeu supremacista de nome Anthony Reuben. Antes de assumir esta posição chave, Reuben foi um repórter de finanças pessoais no The Money Channel, [foi também] um editor de programas na Reuters Television, produtor de negócios na Sky News, editor na Financial Times Television – e fez seu estágio no Jerusalem Post em Israel.

            De acordo com o perfil profissional de Reuben, sua posição como “chefe de estatísticas” foi criado especialmente para ele pelo “BBC Innovation Fund para ser um campeão de robustez estatística através da BBC News.”

            Estes são apenas dois da horda de judeus supremacistas na BBC. Existem muito mais, mas para o propósito deste estudo, eles irão servir como exemplos principais de como essa empresa supostamente independente e estatal é manipulada conforme os interesses da conspiração sionista.

O perfeito exemplo do controle supremacista da BBC vem com o bem conhecido e respeitado jornalista financeiro Max Keiser. Contratado para fazer uma série chamada “The Oracle” para a BBC World News, Keiser saiu após dez episódios – por causa do que ele anunciou no Twitter (as he announced on Twitter ):
A razão de eu ter saído do meu show da BBC; recebi ordens estritas para não mencionar Israel em qualquer contexto. Esse tipo de censura leva ao #Gaza Horror. 

Em outras palavras, Keiser, que agora trabalha para o canal RT News, foi permitido mencionar qualquer coisa – exceto Israel, e por implicação, judeus e o papel judaico nos escândalos e problemas financeiros mundiais.

Em um segundo Twitter, comentou sobre o mesmo assunto, Keiser disse que a BBC tem uma “política de não expor Israel” (no go’ policy re: Israel ).


 Ele então ligou a um artigo mostrando que o Governo Britânico estava realmente armando Israel, e colocou a questão “O por quê? Revelado – papel britânico em armar Israel” 

            Assim, a influência judaica sobre a saída de notícias para o mundo através da principal emissora de TV internacional é tanta que pode censurar os programas dela que ousam mencionar Israel. É preciso lembrar que a maioria das pessoas irão colocar suas carreiras em primeiro lugar, então quando o patrão delas lhes dá lucrativos programas, dizem a elas para não mencionarem Israel, eles costumam fazer isso para o próprio interesse e autopreservação. Keiser expôs isto, mas pode-se imaginar quantos outros vão junto com as exigências judaicas.

            O segundo exemplo de como a BBC, sobre seus atuais chefes judeus supremacistas, manipulam as notícias em favor de sionistas fanáticos, vem com recente artigo (11 de agosto de 2014) de Anthony Reubens intitulado “Cuidado necessário com as figuras casuais em Gaza” (Caution needed with Gaza casualty figures. )

            Como apontado, Reuben é um grande sionista com uma prévia posição nos altos escalões da mídia israelense!

            Neste artigo, Reuben tenta criar a impressão de que os relatos das Nações Unidas sobre número de mortes de civis e feridos inocentes - homens, mulheres e crianças - como resultado dos ataques de Israel sobre Gaza são enganosos.


            Em uma imagem cuidadosamente escolhida a qual acompanha o artigo, uma foto de uma criança palestina adorna a página do site. Este é um sutil truque psicológico – os judeus supremacistas querem que os leitores associem imagens de crianças palestinas com “estatísticas falsas”, e, assim retiram os judeus racistas de fora do assunto principal.

            Para alguém cuja especialidade é supostamente ser um “robusto em estatísticas”, o artigo de Reuben não diz na realidade nada. Nenhum fato produzido, em suma, contradiz a versão oficial da ONU sobre o número de mortos e feridos civis.

            Em vez disso, tudo que Reuben faz é fazer comentários como “é difícil dizer com certeza, nesta fase, quão muitos mortos em Gaza são civis e quantos são combatentes” e que “algumas das conclusões a serem desenhadas deles – membros da ONU – podem ser prematuras.”

            Reuben não produz quaisquer fatos para apoiar suas reivindicações – e o artigo é obviamente uma tentativa de espalhar desinformação por insinuações – uma tática comumente usada na propaganda supremacista judaica.

            Não somente espera Reuben que o título e imagem do artigo criem uma subconsciente associação entre crianças palestinas feridas e mortas e “estatísticas falsas”, mas isso também é uma tentativa de encobrir os crimes de guerra genocidas de Israel em Gaza – e isto, de uma emissora supostamente independente e custeada com fundos públicos.

Na era pré-internet, o público em geral teria sido exposto somente e a propaganda qual supremacistas judeus como Cohen e Reuben teriam difundido.

            Não é de admirar, portanto, que os judeus racistas têm sido aptos a terem seus próprios meios de manipular o público, especialmente no Ocidente, durante muitos anos. 99;9 por cento do povo assistindo a TV BBC não tem nenhuma ideia que o homem que controla tudo isso é um dedicado supremacista judeu. Elas não têm ideia de que quando leem um artigo sobre as estatísticas de Gaza na BBC, que isso foi escrito por um sionista judeu que previamente trabalhou na mídia judaica.

            Se esta é a condição dos meios de comunicação do governo atuar, tais como a BBC, qual é a situação nos meios privados, principalmente os centrados em Hollywood, TV e indústria cinematográfica, os quais são possuídos majoritariamente por judeus? Aqui está um artigo do Jewish Times de Los Angeles jactando-se do controle sionista sobre os grandes conglomerados dos meios de comunicação de massa no mundo.

{"Quatro dos cinco maiores gigantes do entretenimento são agora mandados ou possuídos por judeus. A News Corp de Murdoch (em quarta posição) é a única resistência - contudo, Rupert é um pró-Israel como qualquer judeu, somando então.}

            Felizmente, no entanto, o advento da internet tem puxado para fora do tapete a exclusividade de informação de baixo dos pés dos judeus supremacistas, tais como Cohen e Reuben.

            Uma vez que o muro do silêncio e desinformação é quebrado, a queda do supremacismo judaico não fica muito atrás.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Fonte: DavidDuke.com, 13 de agosto de 2014.

Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a autodeterminação dos americanos de etnia europeia e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.    

            Entre suas obras estão:

My Awakening: A Path to Racial Understanding, Free Speech Press, Mandeville, 1998.

Jewish supremacism: my awakening on the Jewish question, Free Speech Press, Mandeville, 2007.

The secret behind communism: the ethnic origins of the Russian Revolution & the greatest holocaust in the history of mankind, Free Speech Press, Mandeville, 2013.

_________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

Prova da tomada judaico-sionista sobre os outros canais de TV “britânicos” - por David Duke

A Agenda de Hollywood, e o poder atrás dela - Por Mark Weber

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

Mídia globalista BBC e o jornal Folha de São Paulo fomentam fanatismo judaico-cristão-bíblico distorcendo a história - Por Mykel Alexander