segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Sionismo versus Bolchevismo {comunismo judaico extremista}. Uma luta pela alma do povo judeu - por Winston Churchill

 

Winston Churchill


Introdução por Mykel Alexander

            Em 8 de fevereiro de 1920, algum tempo após a Primeira Guerra Mundial finalizada em 1918, e após o Tratado da Paz, em 1919, também conhecido como Tratado de Versalhes, no Illustrated Sunday Herald, jornal britânico, foi publicado um artigo de Winston Churchill. O título do artigo é: Zionism versus Bolshevism. A Struggle for the Soul of the Jewish People (Sionismo versus Bolchevismo. Uma luta pela alma do povo judeu).

            Como se trata de um artigo tratando nada mais, nada menos, da chamada questão judaica, [1] algo que na época, por várias e profundas causas, já levantava muitas polêmicas, é preciso registrar que tais polêmicas aumentaram enormemente no decorrer dos séculos XX e XXI em decorrência dos complexos desdobramentos históricos em tal período.

            Algumas observações preliminares ao próprio artigo são necessárias para uma compreensão mais ampla, profunda e, principalmente, mais didática. As colocações que faço servem para apresentar inicialmente ao leitor o assunto em questão, de modo que nos artigos ou livros citados nas notas estão contidas as fontes que atendem direta ou indiretamente ao rigor investigativo e crítico que uma comprovação exige. Portanto, ao leitor que se sentir insatisfeito com as informações da apresentação que faço, então o direciono a confrontar ou saciar suas dúvidas ou ceticismo nos artigos e livros contidos nas referências citadas nas notas.

            1ª observação – Se por uma lado a questão judaica que hoje em vários lugares do Ocidente é criminalizada, isto é, é um assunto que tende a ser impedido por força da lei[2] de ser colocado em pauta em quaisquer perspectivas, desde uma conversa banal e completamente infundada até a um avaliação que seja pautada em apuração histórica rigorosa e em inferência lógica, por outro lado, na época que Churchill escreveu tal artigo, (e posteriormente ainda escreveu outro artigo: The Wreckers – communism and its fruits, Western Gazette (Somerset, UK) – sexta-feira, 30 Setembro de 1921, pág.12)[3] era um assunto relativamente difundido nos meios políticos, instruídos e até religiosos. E também. Se por um lado, alguns temas da questão judaica agradavam o judaísmo internacional como um todo ao serem colocados em pauta, especialmente as articulações visando um território para ser pátria dos judeus (movimento conhecido como sionismo)[4] os quais não possuíam um território oficialmente reconhecido na geopolítica desde a derrubada da Judeia efetuada pelo Império Romano no século I d.C., por outro lado, outros componentes da questão judaica desagradavam o judaísmo internacional, especialmente as investigações das causas de atritos entre os judeus e os demais povos, tema, contudo, que foi bem abordado pelo publicista franco-judeu Bernard Lazare[5] (1865-1917) e até mesmo pelo jornalista e militante judeu austro-húngaro Theodor Herzl (1860-1904),[6] um dos nomes centrais[7] do movimento sionista. Na época deste artigo de Churchill, portanto, a questão judaica era necessária e conveniente para as pretensões do sionismo.[8] Na atualidade, contudo, a questão judaica diante dos desdobramentos dos séculos XX e XXI expõe uma situação insustentável[9] ao sionismo quando colocada sob um exame crítico que considere uma equação de geopolítica, compromissos históricos e diplomáticos, pretensões ideológicas, violações de direitos humanos inclusive, e muitos outros componentes, por isso não é conveniente ao sionismo que a questão judaica seja mais uma pauta como era antes, mesmo que para isso recorra a omissão, supressão e acrobacias das análises dos fatos, resultando inevitavelmente em ruptura com os fundamentos mais básicos da lógica.[10]  Uma reivindicação, seja ela os interesses sionistas ou quaisquer outros, que precisa de omissão, supressão e acrobacias das análises dos fatos, resultando inevitavelmente em ruptura com os fundamentos mais básicos da lógica, é uma reivindicação que necessita se evadir de avaliação e se esconder na obscuridade.

            2ª observação – Essa atual não conveniência da questão judaica ao movimento sionista poderia na atualidade levar a uma tentativa de descrédito a este artigo de Churchill, seja alegando-se o critério que este teria se baseado quando redigiu o texto, ou mesmo em relação a autenticidade do autor do próprio artigo, isto é, alegando que tal artigo não teria sido escrito pelo próprio Winston Churchill. David Irving, embora não seja um historiador por graduação, foi um dos principais nomes da historiografia do século XX devido a sua contundente pesquisa em fontes primárias e documentais, a qual revitalizou a quase nula profundidade e seriedade dos historiadores diplomados que vigorava nas principais produções ocidentais dos anos 50 em diante nos principais meios acadêmicos da pesquisa histórica sobre os eventos do século XX. O próprio David Irving tomou a iniciativa em tratar sobre a legitimidade da autoria do artigo em questão, e em 1984 consultou o acadêmico Richard Heinzkill, da Universidade de Oregon, o qual redigiu a seguinte resposta:[11]

Caro Sr. Irving:

Segundo o bibliografo de Churchill, Frederick Woods, parece que Churchill é responsável pelo artigo no Illustrated Sunday Herald sobre “Sionismo versus bolchevismo”. Você notará que fazia parte de uma série, o tipo de comissão de redação que Churchill gostava de aceitar.

Não sou um estudioso de Churchill o suficiente para discutir sua posição sobre o sionismo, mas deixarei esses comentários ...

Nessa época, Churchill estava novamente associado a Eddie Marsh. Em algum lugar, li um boato não verificado de que, às vezes, Eddie Marsh assombrava um artigo de Churchill ou dois quando Churchill não conseguia cumprir um prazo. Eu não duvidaria que Marsh fosse capaz de fazer isso. Esta peça poderia ser uma daquelas?

Você também pode querer olhar para as ideias expressas. São as ideias expressas por T.E. Lawrence cuja influência em Churchill poderia ter sido direta e indireta via Eddie Marsh? Porque, como você sabe, Lawrence foi trabalhar para Churchill em 1921 e tenho certeza de que eles já estavam bem familiarizados antes disso.

Apenas uma ideia.

Atenciosamente

Richard Heinzkill

 

3ª observação – A questão judaica envolve não só o sionismo tratado no artigo de Winston Churchill, mas também o chamado comunismo, vale dizer, os movimentos extremistas fundamentados nos postulados do judeu Karl Marx, donde várias linhas doutrinárias brotaram, configurando uma variedade de ramificações denominadas de marxistas. A relação entre o chamado comunismo com o judaísmo é a mais íntima que possa existir se comparada com qualquer outra que o comunismo possa ter, seja com quaisquer das nações ou com quaisquer grupos raciais, uma vez que tanto a formulação doutrinária[12] como a implementação política do chamado socialismo ou comunismo (na verdade marxismo uma vez que o próprio Karl Marx se apropriou para seus interesses dos termos “socialismo” e “comunismo” procedendo de outros movimentos e originalmente com outras conotações)[13] procedem em seus nomes fundamentais de membros do segmento judaico: Karl Marx (1818-1883) e dois de seus principais influenciadores, Christian Johann Heinrich Heine (1797-1856) e Moses Hess (1812-1875), no ressentimento aos adversários dos judeus; Ferdinand Lassalle (1825-1864), precursor da esquerda moderada na Alemanha, e de certa maneira sucedido por Eduard Bernstein (1850-1932) na esquerda moderada; Izrail Lazarevitch Gelfand, mais conhecido como Aleksandr Lvovitch Parvus (1867-1924), empreendedor dos movimentos de esquerda em geral, e Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido como Lenin (1870-1924), o grande líder teórico e político inicial da URSS; Rosa Luxemburgo (1871-1919) a teórica e agitadora de extrema esquerda na Alemanha; Meir Henoch Wallach-Finkelstein, mais conhecido como Maxim Maximovich Litvinov (1876-1951), nome protagonista da diplomacia soviética; Liev Davidovich Bronstein, mais conhecido como Trotsky (1879-1940), teórico, agitador, e líder implacável do inicial exército soviético; Karol Sobelsohn, mais conhecido como Karl Berngardovitch Radek (1885-1939) teórico e agitador da extrema esquerda na Polônia e Alemanha; Béla Kohn, mais conhecido como Béla Kun (1886-1938) líder da extrema esquerda na Hungria e Mátyás Rosenfeld, mais conhecido como Mátyás Rákosi (1892-1971), líder da extrema esquerda húngara por longo tempo; Guenrikh Grigorievich Yagoda (1891-1938) e Lazar Moiseyevich Kaganovich (1893-1991), os nomes da maior estatura na organização e direção de coerção terrivelmente implacável da URSS; Israel Epstein (1915-2005) protagonista da implementação do comunismo-marxista na China e Sidney Rittenberg (1921-2019) líder da subversão da cultura dos chineses. Tais nomes representam apenas o alto escalão que foi judaico mundialmente proeminente na esquerda política, e ainda deixando de fora os campões judeus da subversão da cultura em suas vastas expressões do patrimônio humano.[14] Alguns artigos são bem simples e didáticos sobre o protagonismo principal de judeus em implementar politicamente o comunismo (marxismo), os historiadores Rolf Kosiek e Mark Weber tratam do período inicial,[15] liderado por Lenin, como já mencionado, que possuía ancestralidade judaica, enquanto o escritor acadêmico Kerry Bolton trata da relação entre capitalistas judeus financiando a implementação do bolchevismo (comunismo extremista),[16] e o jornalista judeu Sever Plocker aborda o período comunista stalinista.[17] E aqui novamente há omissão, supressão e acrobacias das análises dos fatos, resultando em ruptura com os fundamentos mais básicos da lógica para se evadir da relação entre o judaísmo e o bolchevismo/comunismo extremista. Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, na atualidade talvez o principal acadêmico do Ocidente sobre a questão judaica observa que a historiografia judaica atualmente se baseia em “evitar os fatos, minimizá-los se a concessão for absolutamente necessária e mover a discussão em abstrações e sofisma.”[18].

4ª observação – Atualmente, a partir de movimentos alegadamente conservadores ou alegadamente de direita, há um crescimento na mídias ocidentais de relacionar a chamada esquerda como um todo como sendo algo antijudaico, todavia, as várias vertentes de esquerda procedem, como regra, justamente de indivíduos ou grupos do segmento judaico das sociedades, de modo que isso abrange tanto o setor politico (abordado acima na 3ª observação) como no contexto de costumes culturais e científicos em geral, o que é abordado meticulosamente pelo acadêmico Kevin MacDonald em sua já mencionada (aqui na nota 14) obra The Culture of Critique – An Evolutionary Analyses of Jewish Involvement in Twenteth-Century Intelectual and Political Moviments (1ª edição 1998, 2ª edição revisada 2002), inclusive este livro foi excluído da amazon por afrontar interesses alheios ao rigor investigativo.[19] Feitas estas colocações, é preciso ter em conta que o próprio sionismo é em parte um ramo derivado do comunismo marxista, algo pouco difundido nas mídias ocidentais, contudo consumado como um fato, de modo que postulados e articulações políticas do comunismo marxista pré-União Soviética como durante a União Soviética vinculavam o esforço judaico e a favor do judaísmo para que o comunismo-marxista conduzisse para a formação de um Estado nacional oficialmente judaico, especialmente na Palestina.[20] Pelo lado teórico a visão geral do comunismo marxista resultou entre o segmento judaico da sociedade numa perspectiva em que o povo judeu era entre os demais povos um povo oprimido, configurando uma comparação como era alegadamente explorada a classe trabalhadora (o chamado proletariado) diante das demais classes, e daí que também o povo judeu, por lógica, deveria ter seu próprio território nacional autônomo. Enquanto, por outro lado, no que se refere as medidas políticas, da Rússia, a partir de seu segmento judaico, e isso tanto antes como durante a União Soviética e seu comunismo marxista, procederam muitos projetos e avanços de colonização judaica (sob a forma de colonização agrícola) na Palestina, e junto com os influxo de colonizadores veio também o influxo de militantes extremistas que resultaram criação de organizações extremistas tais como Haganah e Irgun, cuja sucessão pode ser conectada com o partido atual de governo em Israel, o Likud (por exemplo, Menachem Begin [1913-1992], 6º primeiro ministro de Israel, foi líder do Irgun e fundador do Likud]). Toda esta conexão tendo a indissociável participação de casas bancarias judaicas como por exemplo a dos Rothschilds, [21] dos Warburgs,[22], mas também em outras questões na formação inicial da União Soviética a casa bancária dirigida pelo judeu Jacob Schiff.[23]

5ª observação – As premissas de que Churchill parte sobre a concepção de mundo são quase congruentes, isto é, se encaixam, com a visão bíblica (o que direta ou paulatinamente implica em fanatismo haja visto como os postulados bíblicos se evadem da crítica dos estudos multidisciplinares, mesmo os de tônica metafísica/espirituais) desde a que é aplicada à história ancestral da humanidade (origem do universo e do homem, e o pecado original), passando pela concepção de um povo eleito, o judeu e em certa medida o cristão, culminando na aceitação de um deus que faz alianças com um povo e amaldiçoa outros.[24] É uma concepção de mundo que para ser aceita, necessita de uma mentalidade, por parte do indivíduo, já castrada de capacidade reflexiva e de coragem para avaliar os conceitos primordiais de divindade, universo e humanidade, onde as forças criadoras do universo são desprovidos de vínculos com a razão, justiça, em contrariedade com as demais tradições da humanidade, onde a divindade e razão estão em consonância numa multiplicidade de expressões oriundas de uma unidade primordial e universal.[25] Churchill, se entendermos sua concepção a partir do que se pode deduzir deste artigo, adere ao fanatismo abraâmico, isto é, das religiões abraâmicas (fonte do judaísmo, cristianismo e islamismo), que em última análise sempre influiu em sua visão de mundo do povo judeu como um segmento da humanidade suposta e especialmente bem-quisto por Deus, configurando assim um viés filojudaico por parte de Churchill. Se Churchill buscou colocar na balança o que ele delineou em seu artigo como o bom segmento da sociedade judaica (os que buscam um território próprio para o povo judeu) e o segmento subversivo ou terrorista da sociedade judaica (os que se infiltram nas nações as corrompendo), o tempo mostrou no decorrer dos século XX e XXI que o resultado foi os judeus obterem um território oficial para si (Israel, embora tenham tido antes um segundo território autônomo na Rússia, denominado de Birobidjan, fazendo com os judeus tenham oficialmente dois territórios autônomos para si) e conservarem-se infiltrados e com decisiva influência em quase todos as nações do mundo (pode-se então, de modo resumido, colocar o movimento sionista de Theodor Herzl [1860-1904] por um lado, o que busca concentrar os judeus num único território ao recolhê-los dos demais territórios pondo fim a presença e influência judaica nas nações mundiais, e por outro lado o movimento sionista de Asher Ginsberg, também conhecido como Ahad Ha’am [1856-1927], que queria manter os judeus presentes e com influência nas nações do mundo e obter ao mesmo tempo um território exclusivo para os judeus. Prevalece atualmente o movimento de Ahad Ha’am[26]).

            Estabelecidas estas observações preliminares, segue abaixo na íntegra o artigo de Winston Churchill.


Mykel Alexander possui Licenciatura em História (Unimes, 2018), Licenciatura em Filosofia (Unimes, 2019) e Bacharel em Farmácia (Unisantos, 2000).

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Zionism versus Bolshevism.

A Struggle for the Soul of the Jewish People

By the Rt. Hon. Winston S. Churchill.

 

SOME people like Jews and some do not; but no thoughtful man can doubt the fact that they are beyond all question the most formidable and the most remarkable race which has ever appeared in the world.

Disraeli, the Jew Prime Minister of England, and Leader of the Conservative Party, who was always true to his race and proud of his origin, said on a well-known occasion: "The Lord deals with the nations as the nations deal with the Jews." Certainly when we look at the miserable state of Russia, where of all countries in the world the Jews were the most cruelly treated, and contrast it with the fortunes of our own country, which seems to have been so providentially preserved amid the awful perils of these times, we must admit that nothing that has since happened in the history of the world has falsified the truth of Disraeli's confident assertion.

 

Good and Bad Jews

The conflict between good and evil which proceeds unceasingly in the breast of man nowhere reaches such an intensity as in the Jewish race. The dual nature of mankind is nowhere more strongly or more terribly exemplified. We owe to the Jews in the Christian revelation a system of ethics which, even if it were entirely separated from the supernatural, would be incomparably the most precious possession of mankind, worth in fact the fruits of all other wisdom and learning put together. On that system and by that faith there has been built out of the wreck of the Roman Empire the whole of our existing civilization.

And it may well be that this same astounding race may at the present time be in the actual process of producing another system of morals and philosophy, as malevolent as Christianity was benevolent, which, if not arrested, would shatter irretrievably all that Christianity has rendered possible. It would almost seem as if the gospel of Christ and the gospel of Antichrist were destined to originate among the same people; and that this mystic and mysterious race had been chosen for the supreme manifestations, both of the divine and the diabolical.

 

'National' Jews

There can be no greater mistake than to attribute to each individual a recognizable share in the qualities which make up the national character. There are all sorts of men -- good, bad and, for the most part, indifferent -- in every country, and in every race. Nothing is more wrong than to deny to an individual, on account of race or origin, his right to be judged on his personal merits and conduct. In a people of peculiar genius like the Jews, contrasts are more vivid, the extremes are more widely separated, the resulting consequences are more decisive.

At the present fateful period there are three main lines of political conception among the Jews. two of which are helpful and hopeful in a very high degree to humanity, and the third absolutely destructive.

First there are the Jews who, dwelling in every country throughout the world, identify themselves with that country, enter into its national life and, while adhering faithfully to their own religion, regard themselves as citizens in the fullest sense of the State which has received them. Such a Jew living in England would say, "I am an English man practising the Jewish faith." This is a worthy conception, and useful in the highest degree. We in Great Britain well know that during the great struggle the influence of what may be called the "National Jews" in many lands was cast preponderatingly on the side of the Allies; and in our own Army Jewish soldiers have played a most distinguished part, some rising to the command of armies, others winning the Victoria Cross for valour.

The National Russian Jews, in spite of the disabilities under which they have suffered, have managed to play an honorable and useful part in the national life even of Russia. As bankers and industrialists they have strenuously promoted the development of Russia's economic resources, and they were foremost in the creation of those remarkable organizations, the Russian Co-operative Societies. In politics their support has been given, for the most part, to liberal and progressive movements, and they have been among the staunchest upholder of friendship with France and Great Britain.

 

International Jews

In violent opposition to all this sphere of Jewish effort rise the schemes of the International Jews. The adherents of this sinister confederacy are mostly men reared up among the unhappy populations of countries where Jews are persecuted on account of their race. Most, if not all, of them have forsaken the faith of their forefathers, and divorced from their minds all spiritual hopes of the next world. This movement among the Jews is not new. From the days of Spartacus-Weishaupt to those of Karl Marx, and down to Trotsky (Russia), Bela Kun (Hungary), Rosa Luxembourg (Germany), and Emma Goldman (United States), this world-wide conspiracy for the overthrow of civilization and for the reconstitution of society on the basis of arrested development, of envious malevolence, and impossible equality, has been steadily growing. It played, as a modern writer, Mrs. Webster, has so ably shown, a definitely recognizable part in the tragedy of the French Revolution. It has been the mainspring of every subversive movement during the Nineteenth Century; and now at last this band of extraordinary personalities from the underworld of the great cities of Europe and America have gripped the Russian people by the hair of their heads and have become practically the undisputed masters of that enormous empire.

 

Terrorist Jews

There is no need to exaggerate the part played in the creation of Bolshevism and in the actual bringing about of the Russian Revolution, by these international and for the most part atheistical Jews, it is certainly a very great one; it probably outweighs all others. With the notable exception of Lenin, the majority of the leading figures are Jews. Moreover, the principal inspiration and driving power comes from the Jewish leaders. Thus Tchitcherin, a pure Russian, is eclipsed by his nominal subordinate Litvinoff, and the influence of Russians like Bukharin or Lunacharski cannot be compared with the power of Trotsky, or of Zinovieff, the Dictator of the Red Citadel (Petrograd) or of Krassin or Radek -- all Jews. In the Soviet institutions the predominance of Jews is even more astonishing. And the prominent, if not indeed the principal, part in the system of terrorism applied by the Extraordinary Commissions for Combating Counter-Revolution has been taken by Jews, and in some notable cases by Jewesses. The same evil prominence was obtained by Jews in the brief period of terror during which Bela Kun ruled in Hungary. The same phenomenon has been presented in Germany (especially in Bavaria), so far as this madness has been allowed to prey upon the temporary prostration of the German people. Although in all these countries there are many non-Jews every whit as bad as the worst of the Jewish revolutionaries, the part played by the latter in proportion to their numbers in the population is astonishing.

 

'Protector of the Jews'

Needless to say, the most intense passions of revenge have been excited in the breasts of the Russian people. Wherever General Denikin's authority could reach, protection was always accorded to the Jewish population, and strenuous efforts were made by his officers to prevent reprisals and to punish those guilty of them. So much was this the case that the Petlurist propaganda against General Denikin denounced him as the Protector of the Jews. The Misses Healy, nieces of Mr. Tim Healy, in relating their personal experiences in Kieff, have declared that to their knowledge on more than one occasion officers who committed offenses against Jews were reduced to the ranks and sent out of the city to the front. But the hordes of brigands by whom the whole. vast expanse of the Russian Empire is becoming infested do not hesitate to gratify their lust for blood and for revenge at the expense of the innocent Jewish population whenever an opportunity occurs. The brigand Makhno, the hordes of Petlura and of Gregorieff, who signalized their every success by the most brutal massacres, everywhere found among the half-stupefied, half-infuriated population an eager response to anti-Semitism in its worst and foulest forms.

The fact that in many cases Jewish interests and Jewish places of worship are excepted by the Bolsheviks from their universal hostility has tended more and more to associate the Jewish race in Russia with the villainies, which are now being perpetrated. This is an injustice on millions of helpless people, most of whom are themselves sufferers from the revolutionary regime. It becomes, therefore, specially important to foster and develop any strongly-marked Jewish movement which leads directly away from these fatal associations. And it is here that Zionism has such a deep significance for the whole world at the present time.

 

A Home for the Jews

Zionism offers the third sphere to the political conceptions of the Jewish race. In violent contrast to international communism, it presents to the Jew a national idea of a commanding character. it has fallen to the British Government, as the result of the conquest of Palestine, to have the opportunity and the responsibility of securing for the Jewish race all over the world a home and centre of national life. The statesmanship and historic sense of Mr. Balfour were prompt to seize this opportunity. Declarations have now been made which have irrevocably decided the policy of Great Britain. The fiery energies of Dr. Weissmann, the leader, for practical purposes, of the Zionist project. backed by many of the most prominent British Jews, and supported by the full authority of Lord Allenby, are all directed to achieving the success of this inspiring movement.

Of course, Palestine is far too small to accommodate more than a fraction of the Jewish race, nor do the majority of national Jews wish to go there. But if, as may well happen, there should be created in our own lifetime by the banks of the Jordan a Jewish State under the protection of the British Crown, which might comprise three or four millions of Jews, an event would have occurred in the history of the world which would, from every point of view, be beneficial, and would be especially in harmony with the truest interests of the British Empire.

Zionism has already become a factor in the political convulsions of Russia, as a powerful competing influence in Bolshevik circles with the international communistic system. Nothing could be more significant than the fury with which Trotsky has attacked the Zionists generally, and Dr. Weissmann in particular. The cruel penetration of his mind leaves him in no doubt that his schemes of a world-wide communistic State under Jewish domination are directly thwarted and hindered by this new ideal, which directs the energies and the hopes of Jews in every land towards a simpler, a truer, and a far more attainable goal. The struggle which is now beginning between the Zionist and Bolshevik Jews is little less than a struggle for the soul of the Jewish people.

 

Duty of Loyal Jews

It is particularly important in these circumstances that the national Jews in every country who are loyal to the land of their adoption should come forward on every occasion, as many of them in England have already done, and take a prominent part in every measure for combating the Bolshevik conspiracy. In this way they will be able to vindicate the honor of the Jewish name and make it clear to all the world that the Bolshevik movement is not a Jewish movement, but is repudiated vehemently by the great mass of the Jewish race.

But a negative resistance to Bolshevism in any field is not enough. Positive and practicable alternatives are needed in the moral as well as in the social sphere; and in building up with the utmost possible rapidity a Jewish national centre in Palestine which may become not only a refuge to the oppressed from the unhappy lands of Central Europe, but which will also be a symbol of Jewish unity and the temple of Jewish glory, a task is presented on which many blessings rest.

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Sionismo versus {comunismo marxista}

 bolchevismo - 

 

Uma luta pela alma do povo judeu - por Winston Churchill

 

ALGUMAS pessoas gostam de judeus e outras não; mas nenhum homem pensativo pode duvidar do fato de que eles são além de toda questão, a raça mais formidável e mais notável que já apareceu no mundo.

Disraeli, o primeiro ministro judeu da Inglaterra e líder do Partido Conservador, que sempre foi fiel à sua raça e orgulhoso de sua origem, disse em uma ocasião bem conhecida: “O Senhor lida com as nações à medida que as nações lidam com a Judeus.” Certamente quando olhamos para o estado miserável da Rússia, onde de todos os países do mundo os judeus foram os mais cruelmente tratados, e o contrastamos com as fortunas de nosso próprio país, que parece ter sido tão providencialmente preservado em meio aos maus e desagradáveis perigos destes tempos, devemos admitir que nada do que aconteceu na história do mundo falsificou a verdade da asserção confiante de Disraeli.

 

Judeus bons e maus

O conflito entre o bem e o mal, que prossegue incessantemente no seio do homem, em parte alguma atinge uma intensidade como na raça judaica. A natureza dupla da humanidade não é em nenhum lugar mais forte ou mais terrivelmente exemplificada. Devemos aos judeus na revelação cristã um sistema de ética que, mesmo que fosse totalmente separado do sobrenatural, seria incomparavelmente a posse mais preciosa da humanidade, valendo de fato os frutos de todas as outras sabedoria e aprendizado reunidos. Nesse sistema e por essa fé, foram construídos a partir dos destroços do Império Romano toda a nossa civilização existente.

E se pode muito bem ser que essa mesma raça assombrosa possa estar atualmente no processo atual de produzir outro sistema de moral e filosofia, tão malévolo quanto o cristianismo era benevolente, o qual, se não preso, quebraria irremediavelmente tudo o que o cristianismo tornou possível. Quase pareceria que o evangelho de Cristo e o evangelho do Anticristo estavam destinados a se originar entre as mesmas pessoas; e que essa raça mística e misteriosa fora escolhida para as manifestações supremas, tanto divinas quanto diabólicas.

 

Judeus ‘nacionais’

Não pode haver erro maior do que atribuir a cada indivíduo uma parcela reconhecível das qualidades as quais compõem o caráter nacional. Há todo tipo de homem – bom, mal e, na maior parte, indiferente – em todos os países e em todas as raças. Nada é mais errado do que negar a um indivíduo, por raça ou origem, seu direito de ser julgado por seus méritos e conduta pessoais. Em um povo de gênio peculiar como os judeus, os contrastes são mais vívidos, os extremos são mais amplamente separados, as consequências resultantes são mais decisivas.

No período fatídico atual, há três linhas principais de concepção política entre os judeus, duas das quais são úteis e esperançosas em um grau muito alto para a humanidade, e a terceira absolutamente destrutiva.

Primeiro, há os judeus que, vivendo em todos os países do mundo, se identificam com esse país, entram em sua vida nacional e, ao aderir fielmente à sua própria religião, se consideram cidadãos no sentido mais pleno do Estado que recebeu eles. Um judeu que vive na Inglaterra diria: “Eu sou um homem inglês praticando a fé judaica”. Esta é uma concepção digna e útil no mais alto grau. Nós, na Grã-Bretanha, sabemos que, durante a grande luta, a influência do que pode ser chamado de “judeus nacionais” em muitas terras foi lançada preponderantemente ao lado dos aliados; e em nosso próprio exército soldados judeus desempenharam um papel muito distinto, alguns subindo ao comando dos exércitos, outros ganhando a Cruz de Vitória por valor.

Os judeus nacionais da Rússia, a despeito das condições desabilitadas sob as quais têm sofrido, conseguiram desempenhar uma parte honrosa e útil na vida nacional, mesmo na Rússia. Como banqueiros e industriais, eles promoveram vigorosamente o desenvolvimento dos recursos econômicos da Rússia e foram os proeminentes na criação dessas organizações notáveis, as Sociedades Cooperativas Russas. Na política, seu apoio foi dado, em grande parte, a movimentos liberais e progressistas, e eles estão entre os mais leais sustentadores da amizade com a França e a Grã-Bretanha.

 

Judeus Internacionais

Em violenta oposição a toda essa esfera de esforço judaico, surgem os esquemas dos judeus internacionais. Os seguidores dessa sinistra confederação são na maioria homens criados entre as populações infelizes de países onde os judeus são perseguidos por causa de sua raça. A maioria, se não todos, abandonou a fé de seus antepassados ​​e divorciaram de suas mentes todas as esperanças espirituais do próximo mundo. Este movimento entre os judeus não é novo. Desde os dias de Spartacus-Weishaupt até os de Karl Marx, e até Trotsky (Rússia), Bela Kun (Hungria), Rosa Luxemburgo (Alemanha) e Emma Goldman (Estados Unidos), essa conspiração mundial pela derrubada da civilização e a reconstituição da sociedade com base no desenvolvimento detido, na malevolência invejosa e na igualdade impossível têm crescido constantemente. Ele desempenhou, como uma escritora moderna, Sra. {Nesta} Webster, demonstrou com tanta habilidade, um papel definitivamente reconhecível na tragédia da Revolução Francesa. Foi a fonte principal de todo movimento subversivo durante o século XIX; e agora, finalmente, esse bando de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e da América agarrou o povo russo pelos cabelos de suas cabeças e têm se tornado praticamente os mestres indiscutíveis desse enorme império.

 

Judeus terroristas

Não há necessidade de exagerar o papel desempenhado na criação do bolchevismo e na real realização da Revolução Russa, por esses judeus internacionais e em sua maioria ateístas, é certamente muito grande; provavelmente supera todos os outros. Com a notável exceção de Lenin[27], a maioria das principais figuras são judeus. Além disso, a principal inspiração e força motriz vem dos líderes judeus. Assim, Tchitcherin, um russo puro, é ofuscado por seu subordinado nominal Litvinoff, e a influência de russos como Bukharin ou Lunacharski não pode ser comparada com o poder de Trotsky, ou de Zinovieff, o ditador da Cidadela Vermelha (Petrogrado) ou de Krassin ou Radek – todos os judeus. Nas instituições soviéticas, a predominância de judeus é ainda mais surpreendente. E a parte proeminente, se não mesmo a principal, do sistema de terrorismo aplicado pelas Comissões Extraordinárias de Combate à Contrarrevolução tem sido tomada pelos judeus e, em alguns casos notáveis, por judias. O mesmo destaque maligno foi obtido pelos judeus no breve período de terror durante o qual Bela Kun governou na Hungria. O mesmo fenômeno foi apresentado na Alemanha (especialmente na Baviera), na medida em que essa loucura foi autorizada a prostrar temporariamente o povo alemão. Embora em todos esses países haja muitos não-judeus, tão ruins quanto os piores dos revolucionários judeus, o papel desempenhado por esses últimos em proporção aos seus números na população é espantoso.

 

‘Protetor dos judeus’

É desnecessário dizer que as paixões mais intensas de vingança foram excitadas nos seios do povo russo. Onde quer que a autoridade do general Denikin pudesse alcançar, a proteção era sempre concedida à população judaica, e esforços estrênuos foram feitos por seus oficiais para impedir represálias e punir os culpados por elas. Tanto foi assim que a propaganda petlurista contra o general Denikin o denunciou como o protetor dos judeus. As senhoritas Healy, sobrinhas do Sr. Tim Healy, ao relatar suas experiências pessoais em Kieff, declararam que, em seu conhecimento, em mais de uma ocasião, oficiais que cometeram crimes contra os judeus foram reduzidos às fileiras e enviados para fora da cidade à frente de batalha. Mas as hordas de salteadores por quem a inteira vasta extensão do Império Russo está ficando infestada, não hesita em gratificar sua sede de sangue e vingança às custas da inocente população judaica sempre que houver uma oportunidade. O salteador Makhno, as hordas de Petlura e Gregorieff, que sinalizaram todo o seu sucesso pelos massacres mais brutais, encontraram em toda parte entre a população meio estupefata e meio enfurecida uma resposta ansiosa ao antissemitismo em suas piores e mais sujas e podres formas.

O fato de que em muitos casos os interesses e locais de culto dos judeus são excetuados pelos bolcheviques de sua hostilidade universal tendeu cada vez mais a associar a raça judaica na Rússia com as vilanias, que agora estão sendo perpetradas. Isso é uma injustiça para milhões de pessoas desamparadas, a maioria das quais sofre com o regime revolucionário. Torna-se, portanto, especialmente importante encorajar, promover e desenvolver qualquer movimento judeu fortemente marcado que leve diretamente fora dessas associações fatais. E é aqui que o sionismo tem um significado tão profundo para o mundo inteiro no presente tempo.

 

Um lar para os judeus

O sionismo oferece a terceira esfera às concepções políticas da raça judaica. Em contraste violento com o comunismo internacional, apresenta ao judeu uma ideia nacional de caráter dominante. Tem caído ao governo britânico, como resultado da conquista da Palestina, ter a oportunidade e a responsabilidade de garantir para a raça judaica em todo o mundo um lar e um centro da vida nacional. O estado de espírito e o senso histórico do Sr. Balfour foram rápidos em aproveitar esta oportunidade. Declarações têm agora sido feitas as quais decidiram irrevogavelmente a política da Grã-Bretanha. As energias impetuosamente ardentes do Dr. Weissmann, líder, para propósitos práticos, do projeto sionista, apoiado por muitos dos judeus britânicos mais proeminentes e apoiado por plena autoridade de Lord Allenby, são todos direcionados para alcançar o sucesso desse movimento inspirador.

É claro que a Palestina é pequena demais para acomodar mais de uma fração da raça judaica, nem a maioria dos judeus nacionais deseja ir para lá. Mas se, como bem poderia acontecer, fosse criado na linha do tempo de nossas próprias vidas nas margens do Jordão um Estado judeu sob a proteção da Coroa Britânica, o qual poderia incluir três ou quatro milhões de judeus, um evento teria ocorrido na história do mundo o qual, sob todos os pontos de vista, seria benéfico e estaria especialmente em harmonia com os verdadeiros interesses do Império Britânico.

O sionismo já se tornou um fator nas convulsões políticas da Rússia, como uma poderosa influência competitiva nos círculos bolcheviques com o sistema comunista internacional. Nada poderia ser mais significativo do que a fúria com que Trotsky atacou os sionistas em geral, e o Dr. Weissmann em particular. A penetração cruel de sua mente o deixa sem dúvida que seus esquemas de um Estado comunista mundial sob domínio judeu são diretamente baldados e entravados por esse novo ideal, o qual direciona as energias e as esperanças dos judeus em todas as terras para um mais simples, um mais verdadeiro, e muito mais atingível objetivo. A luta que está começando agora entre os judeus sionistas e bolcheviques é pouco menos que uma luta pela alma do povo judaico.

 

Dever dos judeus leais

É particularmente importante nessas circunstâncias que os judeus nacionais em todos os países que são leais à terra de sua adoção devam vir a frente em todas as ocasiões, como muitos na Inglaterra têm já feito, e participem de forma importante em todas as medidas de combate a conspiração bolchevique. Dessa forma, eles poderão reivindicar a honra do nome judeu e deixar claro para todo o mundo que o movimento bolchevique não é um movimento judeu, mas é repudiado com veemência pela grande massa da raça judaica.[28]

Mas uma resistência negativa ao bolchevismo em qualquer campo não é suficiente. Alternativas positivas e praticáveis ​​são necessárias na esfera moral bem como na esfera social; e na construção com a maior rapidez possível de um centro nacional judeu na Palestina, o qual pode se tornar não apenas um refúgio para os oprimidos das infelizes terras da Europa Central, mas que também será um símbolo da unidade judaica e do templo da glória judaica, uma tarefa é apresentada na qual repousam muitas bênçãos.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

[1] Nota de Mykel Alexander: Sobre a questão judaica numa perspectiva dinâmica através da história ver:

- Douglas Reed, The Contreversy of Zion, Veritas, Bullsbrook (AU), 1985. O autor foi o principal correspondente jornalista britânico durante a Segunda Guerra Mundial.

                Para uma perspectiva crítica da questão judaica a partir de um próprio judeu ver:

- Bernard Lazare, El Antisemitismo – Su historia y sus causas, Ediciones La Bastilha, Buenos Aires, 1974. Traduzido ao castelhano por Marcos Moreno a partir do original em francês L’antisémitisme, son histoire et ses causes.

Ver os seguintes artigos relacionados ao sionismo e a questão judaica:

- Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 19 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Straight Talk About Zionism: What Jewish Nationalism Means, por Mark Weber, 14 de abril de 2009, Institute for Historical Review.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Anti-Semitism: Why Does It Exist? And Why Does it Persist?, por Mark Weber, Dezembro 2013 / revisado em janeiro de 2014, The Journal for Historical Review.           

http://ihr.org/other/anti-semitism-why-does-it-exist-dec-2013

- Controvérsia de Sião, por Knud Bjeld Eriksen, 02 de novembro de 2018, World Traditional Front. Resumo por Knud Bjeld Eriksen, dinamarquês, bacharel em Direito, – Tradução de Norberto Toedter.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/11/controversia-de-siao-por-knud-bjeld.html

Site de Knud Bjeld Eriksen: https://www.controversyofzion.info/

 

[2] Nota de Mykel Alexander: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach, 1 de setembro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/08/a-critica-de-acusacao-de-antissemitismo.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: A Critique of the Charge of Anti-Semitism: The Moral and Political Legitimacy of Criticizing Jewry, em The Journal of Historical Review, verão de 1988 (Vol. 8, nº 2), páginas 185-203.

https://www.ihr.org/jhr/v08/v08p185_Grubach.html

 [3] Nota de Mykel Alexander: Traduzido ao português como:

- Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill, 03 de outubro de 2019, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/10/os-destruidores-comunismo-judaico_3.html

 [4] Nota de Mykel Alexander: Ver perspectiva sionista, até a data de 1905, a partir do parecer do próprio alto colegiado acadêmico judaico, reunido e publicado na Jewish Encyclopedia, volume 12/12, FUNK AND WAGNALLS COMPANY, Nova Iorque, 1905. Entrada ZIONISM.

                Publicado em português em 12 partes como:

- Sionismo - por Richard James Horatio Gottheil (Jewish Encyclopedia), 4 de agosto de 2021 (parte 1), World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/08/sionismo-por-richard-james-horatio.html

 [5] Nota de Mykel Alexander: Bernard Lazare, El Antisemitismo – Su historia y sus causas, Ediciones La Bastilha, Buenos Aires, 1974. Traduzido ao castelhano por Marcos Moreno a partir do original em francês L’antisémitisme, son histoire et ses causes.

 [6] Nota de Mykel Alexander: Theodor Herzl, O Estado Judeu – ensaio de uma solução da questão judia, Organização Pioneira Judia, São Paulo, 1949, tradução de David José Pérez. Conforme o tradutor explica (na nota explicativa antecedendo o prefácio), esta obra de Herzl foi publicada simultaneamente em alemão, inglês e francês, e esta versão vertida ao português procede da versão original em francês, “redigida pelo próprio Herzl ou sob as suas vistas.”

 [7] Nota de Mykel Alexander: Ver perspectiva sionista, até a data de 1905, a partir do parecer do próprio alto colegiado acadêmico judaico, reunido e publicado na Jewish Encyclopedia, volume 12/12, FUNK AND WAGNALLS COMPANY, Nova Iorque, 1905. Entrada ZIONISM.

                Publicado em português em 12 partes como:

- Sionismo - por Richard James Horatio Gottheil (Jewish Encyclopedia), 4 de agosto de 2021 (parte 1 de 12, as demais em link na sequência do próprio artigo), World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/08/sionismo-por-richard-james-horatio.html

 [8] Nota de Mykel Alexander: Sobre as articulações do judaísmo internacional visando colocar ao movimento sionista conquistas políticas ver:

- Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John, 11 de julho de 2020, World Traditional Front. (parte 1/6, as demais em link na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/07/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês Behind the Balfour Declaration Britain's Great War Pledge To Lord Rothschild, por Robert John. Journal of Historical Review, Inverno 1985-6 (Volume. 6, Nº 4), páginas 389-450, 498. Este trabalho foi apresentado pela primeira vez pelo autor na V Conferência do IHR, de 1983. Ele também foi a base para o livreto, Behind the Balfour Declaration: The Hidden Origin of Today's Mideast Crisis, publicado pelo Institute for Historical Review em 1988.

http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p389_John.html

 [9] Nota de Mykel Alexander: Ver artigos:

- Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa, por Mark Weber, 19 de maio de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Straight Talk About Zionism: What Jewish Nationalism Means, por Mark Weber, 14 de abril de 2009, Institute for Historical Review.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/05/conversa-direta-sobre-o-sionismo-o-que.html

- Antissemitismo: Por que ele existe? E por que ele persiste?, por Mark Weber, 07 de dezembro de 2019, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/12/antissemitismo-por-que-ele-existe-e-por.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: Anti-Semitism: Why Does It Exist? And Why Does it Persist?, por Mark Weber, Dezembro 2013 / revisado em janeiro de 2014, The Journal for Historical Review.           

http://ihr.org/other/anti-semitism-why-does-it-exist-dec-2013

 [10] Nota de Mykel Alexander: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach, 1 de setembro de 2020, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/08/a-critica-de-acusacao-de-antissemitismo.html

Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: A Critique of the Charge of Anti-Semitism: The Moral and Political Legitimacy of Criticizing Jewry, em The Journal of Historical Review, verão de 1988 (Vol. 8, nº 2), páginas 185-203.

https://www.ihr.org/jhr/v08/v08p185_Grubach.html

 [11] Nota de Mykel Alexander: Resposta de Richard Heinzkill à David Irving em 03 de agosto de 1984. Ver: - That 1920 Churchill article on Zionism authenticated.

http://www.fpp.co.uk/bookchapters/WSC/Heinzkill090884.html

 [12] Nota de Mykel Alexander: Sobre a relação entre o judaísmo e os movimentos alegadamente socialistas a partir de Karl Marx ver:

- Karl Marx: o patriarca da esquerda judia? - Por Ferdinand Bardamu {academic auctor pseudonym}, 08 de outubro de 2021, World Traditional front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/10/karl-marx-o-patriarca-da-esquerda-judia.html

                Traduzido ao português por Chauke Stephan Filho a partir do original em inglês: Karl Marx: Founding Father of the Jewish Left?, por Ferdinand Bardamu, 04 de Janeiro de 2020, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2020/01/04/karl-marx-founding-father-of-the-jewish-left/

 [13] Nota de Mykel Alexander: Sobre os socialismos contemporâneos anteriores ao marxismo, donde se pode apurar apropriações e distorções feitas por Karl Marx, bem como contradições que este mesmo incorreu, ver:

- Jean-Christian Petitfils, Os Socialismos Utópicos, Circulo do Livro S.A., São Paulo, (sem data). Traduzido ao português por Waltensir Dutra a partir do original francês “Les socialismes utopiques”, Presses Universitaires de France, 1977.

- Gian Mario Bravo, História do Socialismo (3 volumes), Publicações Europa-America, Lisboa, 1977. Traduzido ao português por Carmen Gonzalez a partir do original Italiano Storia del Socialismo, Editori Riuniti, 1971.

 [14] Nota de Mykel Alexander: No contexto de costumes culturais e científicos em geral, ver a exposição da proeminência judaica em subverter os valores ocidentais em:

- Kevin MacDonald, The Culture of Critique – An Evolutionary Analyses of Jewish Involvement in Twenteth-Century Intelectual and Political Moviments (1ª edição 1998, 2ª edição revisada 2002).

 [15] Nota de Mykel Alexander: Sobre a relação do judaísmo com o marxismo e o bolchevismo (comunismo extremista) ver:

- Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill, 03 de outubro de 2019, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2019/10/os-destruidores-comunismo-judaico_3.html

- A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia's Early Soviet Regime - Assessing the Grim Legacy of Soviet Communism, por Mark Weber, The Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro de 1994 (Vol. 14, nº 1), páginas 4-22.

http://www.ihr.org/jhr/v14/v14n1p-4_Weber.html

 - Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek,

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/lideres-do-bolchevismo-por-rolf-kosiek.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em alemão:

Rolf Kosiek, artigo nº 53, Führungskräfte des Bolschewismus, em Der Grosse Wendig – Richtigstellungen zur Zeitgeschichte, Editora Grabert, Tübingen, 2ª edição, 2006. Editado por Rolf Kosiek e Olaf Rose. Páginas 251-254.

- Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, 26 de setembro de 2021, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/mentindo-sobre-o-judaico-bolchevismo.html

                Traduzido ao português por Diego Sant´Anna a partir do original em inglês:

Lying about Judeo-Bolshevism, por Andrew Joyce, Ph.D , 02 de março de 2019, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2019/03/02/lying-about-judeo-bolshevism/

 [16] Nota de Mykel Alexander:

- Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton, 14 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/09/wall-street-revolucao-russa-de-marco-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the November 1917 Bolshevik Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 2, março de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 25 de outubro de 2013

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-november-1917-bolshevik-revolution/

- Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton, 23 de setembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/wall-street-e-revolucao-bolchevique-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the March 1917 Russian Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 5, inverno de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 28 de outubro de 2013.

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-march-1917-russian-revolution/

 [17] Nota de Mykel Alexander: Os judeus de Stalin – por Sever Plocker, a ser publicado em World Traditional Front.

                Traduzido do inglês ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Stalin’s Jews, por Sever Plocker, 21 de dezembro de 2006, Ynetnews.com

 http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html

 [18] Nota de Mykel Alexander: Ver sobre a evasão do rigor acadêmico sobre a relação entre o judaísmo e o bolchevismo/comunismo extremista em:

- Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, 26 de setembro de 2021, World Traditional Front.

http://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/mentindo-sobre-o-judaico-bolchevismo.html

                Traduzido ao português por Diego Sant´Anna a partir do original em inglês:

Lying about Judeo-Bolshevism, por Andrew Joyce, Ph.D , 02 de março de 2019, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2019/03/02/lying-about-judeo-bolshevism/

 [19] Nota de Mykel Alexander: Amazon bane Culture of Critique e Separation and Its Discontents - Por Kevin MacDonald, 15 de abril de 2019, World Traditional Front.

                Traduzido do inglês ao português por Mykel Alexander a partir de:

“Amazon Bans Culture of Critique and Separation and Its Discontents”, por Kevin MacDonald, 12 de março de 2019, The Occidental Observer:

https://www.theoccidentalobserver.net/2019/03/12/amazon-bans-culture-of-critique-and-separation-and-its-discontents/

 [20] Nota de Mykel Alexander: Enzo Traverso, Los marxistas y la cuestión judia – Historia de un debate, Ediciones Al Magen, La Plata, 2003.

Título original: Les marxistes et la question juive. Histoire d un d bat (1843-1943). Traduções de Agustín del Moral Tejeda e de Néstor D. Saporiti (“Adendo”), revisados e corrigidos por Axel Gasquet, Martín Cuccorese y Diego L. Arguindeguy.

 [21] Nota de Mykel Alexander: Sobre as articulações do judaísmo internacional visando colocar ao movimento sionista conquistas políticas, especialmente a retirada do mando otomano na Palestina passando para a Inglaterra sob a influência dos Rothschild ver:

- Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John, 11 de julho de 2020, World Traditional Front. (parte 1/6, as demais em link na sequência do próprio artigo).

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/07/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês Behind the Balfour Declaration Britain's Great War Pledge To Lord Rothschild, por Robert John. Journal of Historical Review, Inverno 1985-6 (Volume. 6, Nº 4), páginas 389-450, 498. Este trabalho foi apresentado pela primeira vez pelo autor na V Conferência do IHR, de 1983. Ele também foi a base para o livreto, Behind the Balfour Declaration: The Hidden Origin of Today's Mideast Crisis, publicado pelo Institute for Historical Review em 1988.

http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p389_John.html

 [22] Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente o capítulo Following the Money em:

- Don Heddesheimer, The First Holocaust – Jewish Fund Raising Campaigns With Holocaust Claims During And After World War One, Castle Hill, Uckfield, TN22 9AW, UK, 5ª edição atualizada, 2018.

Baixar gratuitamente o livro no link abaixo:

https://holocausthandbooks.com/dl/06-tfh.pdf

 [23] Nota de Mykel Alexander:

- Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton, 14 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/09/wall-street-revolucao-russa-de-marco-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the November 1917 Bolshevik Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 2, março de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 25 de outubro de 2013

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-november-1917-bolshevik-revolution/

- Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton, 23 de setembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/wall-street-e-revolucao-bolchevique-de.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Wall Street & the March 1917 Russian Revolution, por Kerry Bolton, Ab Aeterno: Journal of the Academy of Social and Political Research, nº 5, inverno de 2010. Publicado on-line em Counter Currents, 28 de outubro de 2013.

https://counter-currents.com/2013/10/wall-street-and-the-march-1917-russian-revolution/

 [24] Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

- Êxodo recorrente: Identidade judaica e Formação da História, por Andrew Joyce, 25 de novembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/11/exodo-recorrente-identidade-judaica-e.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês:

Exodus Redux: Jewish Identity and the Shaping of History, por Andrew Joyce Ph.D., 07 de Janeiro de 2017, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2017/01/07/exodus-redux-jewish-identity-and-the-shaping-of-history/

[25] Nota de Mykel Alexander: O estudo comparado das tradições humanas é exposto de modo didático, amplo, com profundidade e bibliografia qualificada nos três volumes de Mircea Eliade, História das crenças e das ideias religiosas, no Brasil publicados pela Editora Zahar. 

[26] Nota de Mykel Alexander: Para biografia de Ahad Ha’am ver:

- Nachman Drosdof, AHAD-HA’AM, highlights of his life and work, Beth Avoth, Holon (Israel), 1962.

[27] Nota de Mykel Alexander: Tendo tantos judeus no mais alto escalão da direção bolchevique já era um agravante nos questionamentos dos mais atentos à relação entre o judaísmo e o bolchevismo, contudo na época isso foi muito atenuado ao ficar omitido, em geral na mídia, que justamente o líder bolchevique possuía ancestralidade judaica. Sobre a ancestralidade judaica de Lenin é bem didática a colocação de Mark Weber:

“Após anos de supressão oficial, esse fato foi reconhecido em 1991 no semanário de Moscou Ogonyok. Ver: Jewish Chronicle (Londres), 16 de julho de 1991; Ver também: Carta por L. Horwitz no The New York Times, 5 de agosto de 1992, a qual cita informações da revista russa “Native Land Archives”; “Lenin's Lineage?” ‘Jewish,’ Claims Moscow News,” Forward (New York City), 28 de fevereiro de 1992, páginas 1, 3; M. Checinski, Jerusalem Post (edição semanária internacional), 26 de janeiro de 1991, página 9.”

-  A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html

                Traduzido ao português por Mykel Alexander a partir do original em inglês: The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia's Early Soviet Regime - Assessing the Grim Legacy of Soviet Communism, por Mark Weber, The Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro de 1994 (Vol. 14, nº 1), páginas 4-22, nota 7.

http://www.ihr.org/jhr/v14/v14n1p-4_Weber.html

[28] Nota de Mykel Alexander: Os fatos anteriores e posteriores a este artigo de Winston Churchill contradizem a alegada esperança do próprio Churchill. Ver especialmente o capítulo Following the Money em:

- Don Heddesheimer, The First Holocaust – Jewish Fund Raising Campaigns With Holocaust Claims During And After World War One, Castle Hill, Uckfield, TN22 9AW, UK, 5ª edição atualizada, 2018.

Baixar gratuitamente o livro no link abaixo:

https://holocausthandbooks.com/dl/06-tfh.pdf

- Ver na íntegra: Enzo Traverso, Los marxistas y la cuestión judia – Historia de un debate, Ediciones Al Magen, La Plata, 2003.

Título original: Les marxistes et la question juive. Histoire d un d bat (1843-1943). Traduções de Agustín del Moral Tejeda e de Néstor D. Saporiti (“Adendo”), revisados e corrigidos por Axel Gasquet, Martín Cuccorese y Diego L. Arguindeguy.


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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Karl Marx: o patriarca da esquerda judia? - Por Ferdinand Bardamu {academic auctor pseudonym}

 

 Ferdinand Bardamu
 {academic auctor pseudonym}


O livro de Kevin MacDonald intitulado The Culture of Critique (CofC) deveria ser revisado para focalizar Karl Marx, o fundador do primeiro movimento intelectual e político dos judeus de âmbito mundial? Sendo o criador judeu do socialismo “científico”, ele deu início à crítica radical da sociedade europeia que se estende ao século XXI. Embora o CofC {The Culture of Critique} aborde especificamente os movimentos intelectuais e políticos judaicos do século XX, ele certamente poderia ter ampliada sua compreensão da esquerda judaica, se Marx pudesse ser incluído no seu quadro teórico como o fundador dos movimentos intelectuais e políticos que tanto orientaram a esquerda judia no século XX.

{O livro de Kevin MacDonald intitulado The Culture of Critique foi 
banido da Amazon, mesmo sendo altamente contundente e convicente em seus
argumentos. Quais interesses os argumentos de tal livro desafiam? Veja mais em:
Amazon bane Culture of Critique e Separation and Its Discontents - Por Kevin MacDonald}.

            A primeira questão a ser levantada é se Marx se reconhecia como dirigente judeu de um movimento intelectual e político de judeus. O CofC {The Culture of Critique} de Kevin MacDonald indica os passos a seguir para a solução do problema. Examinemos detidamente as indicações de Kevin MacDonald.

A metodologia de Kevin MacDonald é bastante objetiva. O primeiro passo consiste em “identificar movimentos influentes sob direção judaica, quaisquer sejam, não importando se todos ou a maioria dos judeus participassem deles”. O segundo passo consiste em “determinar se os participantes judeus se assumiam como judeus E se, por tal participação, buscassem atender a interesses judeus”.[1] Depois, então, discutiremos a influência e o impacto desses movimentos na Europa e nos Estados Unidos.

Em vista desses critérios de Kevin MacDonald, acreditamos em que o socialismo científico de Marx atenda aos dois quesitos.

Em primeiro lugar, Marx teve participação direta na criação das principais organizações de esquerda no século XIX. A maioria das primeiras organizações socialistas sofreram influência direta de Marx, quais sejam: a Liga Comunista, cofundada por Marx e Engels em 1847; o Partido Social-Democrático da Alemanha, fundado em 1863; o Partido Socialista Trabalhista da América, fundado em 1876; o Partido dos Trabalhadores Franceses, cofundado pelo genro de Marx, Paul Lafargue, em 1880; e a Federação Social-Democrática Britânica, fundada em 1881. A maioria dessas organizações moldaria a vida política da Europa e dos Estados Unidos no século XX.

Aquele que foi o sabatigói [N.T.: no original: Shabbos Goy] de Marx por longo tempo, Engels, reconheceu a preponderância dos judeus nos movimentos esquerdistas do século XIX:

“Ademais, temos para com os judeus uma dívida de gratidão. Sem falar de Heine e Böme, Marx era de pura origem judia; Lassalle era judeu. Muitos entre os melhores da nossa gente são judeus. Meu amigo Victor Adler, que agora está cumprindo pena numa prisão em Viena por sua devoção à causa do proletariado; Eduard Bernstein, o editor da publicação londrina Sozialdemokrat, Paul Singer, um dos melhores homens no Reichstag —essas pessoas deixam-me orgulhoso por sua amizade, e todos eles são judeus! Eu mesmo fui considerado judeu pelo [semanário conservador] Gartenlaube. Na verdade, se eu tivesse de escolher, preferiria ser um judeu a ser um ‘Herr von’!” [2]

Em 1911, o sociólogo Robert Michels chamou atenção para a “abundância de judeus na direção dos partidos socialistas e revolucionários”:

“Sobretudo na Alemanha, a influência dos judeus tem sido evidente no movimento dos trabalhadores. Os dois primeiros grandes capitães, Ferdinand Lassalle e Karl Marx, eram judeus, bem assim como o contemporâneo deles Moses Hess. O primeiro eminente político da velha escola a abraçar o socialismo, Johann Jacoby, era judeu. Também Karl Höchberg, um idealista, seu pai era rico comerciante de Francoforte, fundador da primeira revista socialista publicada em língua alemã. Paul Singer, que quase sempre presidia os congressos socialistas alemães, era judeu. Entre os 81 deputados socialistas mandados ao Reichstag na penúltima eleição geral, havia nove judeus. Este número é extremamente alto, comparado com a percentagem de judeus na população da Alemanha, com o total de trabalhadores judeus e com o número de judeus no Partido Socialista.” [3]

Em segundo lugar, longe de ser um etnomasoquista antissemita, Karl Marx identificava-se fortemente como judeu e estava muito envolvido com a comunidade judaica:

“Com os judeus e a judaicidade, Marx sempre manteve laços positivos. Entre seus amigos mais próximos estavam os judeus Heinrich Heine e Ludwig Kugelmann; por certo tempo privou com Moses Hess e ajudou o ex-comunista de Colônia Abraham Jacoby a emigrar para os Estados Unidos (onde ele se tornou um médico influente).” [4]

Fato indicando forte identificação judaica é que, quando Jacoby militava pela revolução na Europa, sua agenda era a “emancipação” judaica, — a naturalização e eleitoralização dos judeus. Como no caso de Marx, seus associados mais próximos também tinham forte senso de identidade grupal judaica. Eles compartilhavam objetivos, crenças e compromissos em pró da emancipação dos judeus.

{Ao redor do judeu Karl Marx (1818-1883) estavam os campeões judeus da subversão de esquerda que era simultânea direta ou indiretamente ao empenho dos interesses do judaísmo.

Da esquerda para direita na parte superior: Ferdinand Lassalle (1825-1864) militante e vanguardista da esquerda moderada e progressista; Moses Hess (1812-1875) vanguardista do nacionalismo para os judeus e socialismo de esquerda para os demais povos; Johann Jacoby  (1805-1877) militante, político e teórico para inserir os judeus na sociedade alemã valendo-se do avanço da esquerda.

Da esquerda para direita na parte inferior: Karl Höchberg (1853-1885) revigorou a esquerda na Alemanha; Paul Singer (1844-1911), foi uma liderança de primeiro escalão no marxismo político alemão; Heinrich Heine (1797-1856), poeta de renome e influenciador de primeira grandeza da identidade judaica contra a tradição germânica.

Crédito das fotos: Ferdinand Lassalle (Wikipedia em português), Moses Hess (Wikipedia em inglês), Johann Jacoby (Wikipedia em inglês), Karl Höchberg (Wikipedia em inglês), Paul Singer (Look amd Learn), Heinrich Heine (Wikipedia em inglês)}.


A persistente crítica de Marx contra as sociedades europeias resultava dos sentimentos de sua marginalização. Ele era etnicamente judeu, fora criado numa família liberal judia conforme os valores do Iluminismo. Seu pai abraçou o universalismo iluminista por causa da marginalidade dos judeus na sociedade europeia. Em consequência de sua marginalidade social, Marx tornou-se hostil à cultura e aos valores europeus. Reagindo a isso, ele construiu uma identidade social judia positiva, retratando o comportamento judeu balizado pelo ganho financeiro como motivo de orgulho étnico, não como conduta a ser demonizada. Conforme Marx, a emancipação dos judeus não implicaria a dissolução de sua identidade étnica, antes seria resultado da futura condição proletário-comunista ou, mais precisamente, secular, das sociedades europeias, com plena aceitação dos judeus. Ele chegou a acreditar que o judaísmo secular cumpriria papel positivo nas sociedades cristãs europeias. O triunfo mundial do comunismo corresponderia à vitória mundial do judaísmo secular, deixando livres os judeus para a defesa de seus interesses coletivos em sociedades formalmente europeias ainda, mas judaizadas. Nesse particular, Marx não era diferente dos profetas hebreus — que pregavam o domínio israelita do mundo sob a realeza messiânica, a não ser pelo fato de que Marx disfarçava seu particularismo étnico judeu sob a roupagem universalista do Iluminismo liberal.

{O judeu Karl Marx (1818-1883) iniciou movimentos sócio-políticos que fez
 os maiores danos nos inimigos dos judeus ao longo dos séculos XIX e XX.
Fonte da imagem: domínio público Wikipedia em português}


Em A questão judaica, ele não apenas clamou pela emancipação judaica, como também desafiou o “antissemitismo”. Ele faria a mesma coisa novamente em A sagrada família, publicado em 1844. Esses ensaios foram escritos para refutar Bruno Bauer, para quem a raça judia era “horrorosa” e não teria contribuído com nada para a “construção da modernidade”.[5] Marx acreditava que o preconceito antissemita europeu poderia ser eliminado pela transformação da Europa nas utopias proletário-comunistas, por cuja tolerância poderia o judaísmo continuar a existir. Aparentemente Marx não se iludia ao combater pela emancipação dos judeus, pois ele tinha plena consciência de ser judeu e queria proteger os judeus da perseguição branca por meio do universalismo, em detrimento das maiorias europeias na própria Europa.

Os mais importantes discípulos de Marx ou eram judeus ou eram descendentes de judeus, a exemplo de Adler, Bauer, Bernstein, Luxemburgo, Lenin, Trotsky e os membros da Escola de Francforte. Apesar disso, os marxistas judeus aparentemente não ligavam importância à identidade judia de seus membros, pretendendo apresentar a luta pela emancipação judaica como parte da luta contra a sociedade burguesa. Como observou Kevin MacDonald no CofC {The Culture of Critique}, os ativistas étnicos judeus escamoteavam sua etnicidade judaica, recrutando não-judeus para servir de manequins, que vestiam de linda roupagem para disfarçar o que na realidade era um movimento judeu. Dissimulando sua judaicidade, os dirigentes marxistas puderam promover os interesses judaicos quase sem nenhuma oposição, o que lhes permitiu recrutar mais inocentes úteis entre os góis {isto é, entre os não-judeus}. Embora o socialismo moderno deva suas origens a um judeu e tenha sido dominado pelos judeus, o movimento atraiu muitos góis {os não-judeus}, alguns deles se destacaram, como Bebel e Liebknecht. Aliás, quando foi da morte de Marx em 1883, seu maior porta-voz era Engels, um sabatigói.

Marx dizia-se amigo do proletariado, mas suas relações com a comunidade judaica eram estreitas. Como todos os ativistas étnicos judeus, Marx tinha a obsessão de combater o antissemitismo onde quer que se lhe deparasse, mas para não alarmar os góis {os não-judeus}, esse combate apresentava-se de mistura com a luta contra a sociedade burguesa. O artifício prestava-se a propósito vital, já que assim Marx acobertava sua atitude adversa à sociedade europeia e ainda atraía os não-judeus para a nova fé secular judaica — não-judeus que também iriam ajudá-lo na luta contra o antissemitismo, como se apenas militassem pela revolução proletária mundial. Enquanto ínfima minoria nas sociedades europeias, os judeus sempre se serviram de não-judeus para a consecução de seus objetivos, assim fizeram os marxistas que se valeram do proletariado, assim fazem os neoconservadores que se valem dos conservadores do estabilismo {do meio sócio-político estabilizado atualmente} para favorecer Israel.

A análise e a apologética marxistas sempre tiveram por base o “cepticismo e esoterismo científicos”.[6] Como indica Kevin MacDonald no seu CofC {The Culture of Critique}, os ativistas étnicos judeus do século XX comumente lançavam mão dessas táticas mistificatórias. O capitalismo deve atender a requisitos de alto padrão para ser considerado um sistema econômico viável, apesar de sua longa história de sucesso na geração de crescimento econômico, enquanto o comunismo é sempre considerado profícuo, apesar de seus embaraçosos precedentes de estado policial autoritário, pauperização massiva, totalitarismo extremo e catástrofes ambientais. Temos aí dois pesos e duas medidas quanto ao ônus da prova que servem para apresentar o marxismo como um sistema de crenças viável. De igual modo, os apoiantes judeus de Marx argumentam, maliciosamente, que “O socialismo não fracassou, o que fracassou foi o estalinismo, isto é, a ditadura burocrática do partido”. [7]

A análise econômica de Marx era tão hegelianizante que seus críticos e adeptos não lhe puderam compreender a exata significação. Livros dele como A ideologia alemã e O capital geram ainda controvertidas interpretações. Ele vazava seu discurso em linguagem científica para cobrir suas profecias como o verniz da credibilidade. Por exemplo, o socialismo de Marx era chamado de socialismo “científico”, para que se distinguisse de suas variantes “utópicas”. O fato de apresentar sua versão do socialismo como “científica” indica que o esoterismo da linguagem de Marx era proposital, no que foi imitado pelos epígonos. Na realidade, o socialismo marxiano consistia numa espécie de culto secular da religião judia, cujos princípios dogmáticos não permitiam revisão, mesmo quando confrontados com irrefutáveis evidências em contrário. Até os nossos dias, nenhuma das leis marxistas do desenvolvimento capitalista tornou possível experiências empíricas de falsificação, nem qualquer de suas profecias foi confirmada.

É interessante notar que Franz Boas não foi o primeiro intelectual judeu a submeter a aplicação social do darwinismo a virulenta crítica intelectual; essa honraria cabe a Marx e a seu sabatigói pessoal, Engels. A princípio, eles eram adeptos entusiastas da obra de Darwin A origem das espécies. Acreditavam que a seleção natural corroborava a análise dialético-materialista do desenvolvimento histórico. Entretanto, Marx e Engels chegaram à conclusão de que a teoria de Darwin era “metafisicamente inaceitável”:

“Dado que Darwin via a luta na natureza, em grande parte, como luta entre indivíduos, sua teoria pareceu-lhes solapar a própria possibilidade da solidariedade de classe e a eliminação final do conflito humano. […] Na opinião de Marx, a deficiência mais grave da teoria de Darwin residia na ênfase posta sobre o caráter indeterminado e aleatório das mutações, implicando que no mundo para além do reino animal o progresso fosse ‘puramente acidental e não necessário’, ao contrário do que desejava Marx e exigia a sua teoria (Marx apud Feuer, 1975, página 121). O Darwinismo ameaçou a fé de Marx e Engels num processo histórico mais propício.” [8]

Em virtude de a biologia darwiniana haver limitado o poder explanatório de sua dialética histórica, Marx e Engels recorreram a causalidades ambientais e subjetivísticas:

“Em razão de que outras teorias da evolução, como as de Trémaux e Lamarck, tivessem enfatizado como causas das mutações adaptativas nas espécies ou nas raças a ação direta do meio ambiente ou a resposta automática às necessidades do organismo, tais teorias pareceram mais atraentes para Marx e Engels (como também para Stálin e Lysenko), por darem sanção ‘científica’ para a mundivisão deles.” [9]

A exemplo dos ativistas étnicos judeus que Kevin MacDonald citou no CofC {The Culture of Critique}— Boas, Lewontin, Gould etc. — Marx e Engels combateram a aplicação social do darwinismo, porque comprometia sua capacidade de impor a perspectiva ambientalista às sociedades europeias, a partir da qual projetavam a construção de nova raça humana pela manipulação do ambiente conforme as ideias marxistas. Na consecução desse objetivo, os comunistas mataram milhões de dissidentes, sem nenhum escrúpulo, abrindo caminho para o novo homem que fosse criado pelo sistema educacional comunista.

Marx era conhecido por suas tendências ditatoriais, característica que ele compartia com os ativistas étnicos judeus do CofC {The Culture of Critique}. No seu pugnaz empenho para conquistar o poder, os judeus foram acusados de autoritarismo pelos seus oponentes. Em 1850, Eduard Müller-Tellering publicou Vorgeschmack in die kuenftige deutsche Diktatur von Marx und Engels, ou A foretaste of the future German dictatorship of Marx and Engels [A pré-estreia da futura ditadura alemã de Marx e Engels], atacando Marx por sua mania de dominação. Os dois tiveram um bate-boca, que Müller-Tellering atribuiu à sede de vingança do “futuro ditador alemão” Karl Marx, motivada pelo fato de ele, Müller-Tellering, haver publicado artigo contra os judeus no próprio jornal de Marx, o Neue Rheinische Zeitung [Nova Gazeta Renana]. Segundo Müller-Tellering, o implacável e vingativo comportamento de Marx resultava da natureza dos judeus, da perversidade deles.  

A personalidade autoritária de Marx alienou dele o anarquista Mikhail Bakunin (1814-1876), que escreveu o seguinte:

“Todo esse mundo judeu constitui uma só seita exploradora, um tipo de povo-vampiro, um parasito coletivo, voraz, auto-organizado não apenas por sobre as fronteiras dos Estados, mas também por sobre as diferenças de opinião política — esse mundo está, pelo menos em grande parte, à disposição de Marx e dos Rothschilds. Eu sei que os Rothschilds, reacionários como são e continuarão sendo, admiram profundamente os predicados do comunista Marx; e por sua vez o comunista Marx sente-se atraído, por interesse instintivo e respeitosa admiração, pelo gênio financeiro dos Rothschilds. A solidariedade judaica, aquela poderosa solidariedade que se manteve ao longo dos séculos, ligou Marx aos Rothschilds.” [10]

Percebe-se aí que Bakunin tinha consciência do grande número de seguidores judeus de Marx — ele sabia que o mundo judaico repartia-se entre Marx e Rothschild. Bakunin rejeitou a ditadura do proletariado de Marx, porque implicava a centralização do poder do Estado, o que levaria ao seu controle por pequena elite. Marx e Bakunin andavam sempre às turras. Bakunin lutava por uma “confederação descentralizada de comunas autônomas”, sendo atacado por Marx, para quem o melhor seria a ditadura do proletariado. Depois do embate entre os comunistas de Marx e os anarquistas de Bakunin, no Congresso de Haia de 1872 {O Congresso de Haia da Associação Internacional dos Trabalhadores, dirigido por Karl Marx e Frederik Engels*a}, Bakunin acabou sendo expulso da Primeira Internacional, por determinação pessoal de Marx.

Assim como os ativistas judeus citados no CofC {The Culture of Critique}, Marx combatia na guerra étnica contra as sociedades europeias. O seu socialismo científico ameaçava solapar a moral e as fundações intelectuais da Europa, de sorte que se transformasse numa sociedade secular para suportar indefinidamente a continuação da existência do judaísmo. Por exemplo, em O capital, a sua obra magna, Marx tentou desvelar o funcionamento dos mecanismos internos do modo de produção capitalista na Europa Ocidental, explicando por que ele entraria em colapso sob o peso de suas próprias contradições, preparando o caminho para a revolução proletária. A ditadura do proletariado era visionada como ferramenta de forte dominação, centralizada e autoritária. Quando ela foi imposta aos russos pela elite hostil {nominalmente uma elite judaica*b} que assumiu o poder a partir de 1917, teria como consequência a morte de muitos milhões e a opressão política de todos, sendo plausível supor que Marx teria ficado muito feliz se houvesse sido capaz de impor semelhante regime sobre todos os europeus. Embora a defesa que fazem os judeus do universalismo nas sociedades brancas signifique a autodestruição cultural e racial dos próprios brancos, ela enseja as condições ideais para a prosperidade judaica, ao maximizar o controle judaico sobre a população europeia inclusiva e ao minimizar o temor judaico da perseguição antissemítica.

Foi Marx quem assentou as bases ideológicas da principal corrente do ativismo étnico judeu no século XX. No quadro teórico do CofC {The Culture of Critique}, a importância de Marx é depreendida de sua condição de fundador judeu de um movimento intelectual e político judeu em meado do século XIX, cuja influência estende-se até o presente. Por exemplo, o mais influente movimento intelectual judeu contemporâneo, a Escola de Francforte, era seita marxista ortodoxa a princípio, mas revisou o marxismo, desviando-o da luta de classes para uma teoria enfatizando o etnocentrismo branco como o problema fundamental e inaugurando o que agora é frequentemente denominado de marxismo cultural.

A conclusão é que o engajamento judeu na esquerda remonta a meado do século XIX e continua exercendo influência no mundo contemporâneo, mostrando-se diante dos europeus como força opositora.

Tradução por Chauke Stephan Filho

Palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas

[1] Nota de Ferdinand Bardamu: Kevin Macdonald, Culture of critique, páginas 11-2. 

[2] Nota de Ferdinand Bardamu: Frederick Engels, “On anti-semitism”. Arbeiter-Zeitung, nº 19, 9 de maio de 1890. Disponível em: https://www.marxists.org/archive/marx/works/1890/04/19.htm  

[3] Nota de Ferdinand Bardamu: Robert Michels, Political Parties. página 246.  

[4] Nota de Ferdinand Bardamu: Jerrold Seigel, Marx’s Fate. Página 114.  

[5] Nota de Ferdinand Bardamu: Karl Marx e Frederick Engels, The Holy Family. Marxists.org, 2019. Disponível em: www.marxists.org/archive/marx/works/1845/holy-family/ch04.htm.

[6] Nota de Ferdinand Bardamu: Kevin Macdonald, Culture of critique, páginas 122.  

[7] Nota de Ferdinand Bardamu: , Ernest Mandel, The Roots of the Present Crisis in the Soviet Economy (1991). Disponível em: https://www.marxists.org/archive/mandel/1991/xx/sovecon.html   

[8] Nota de Ferdinand Bardamu: Howard Kaye, Social Meaning of Modern Biology, página 25. 

[9] Nota de Ferdinand Bardamu: Howard Kaye, Social Meaning of Modern Biology, página 25. 

[10] Nota de Ferdinand Bardamu: Hal Draper, Karl Marx’s Theory of Revolution, volume 4, página 596. 

*b Nota de Mykel Alexander: Sobre a elite judaica articulando e protagonizando a tomada de poder na Rússia em 1917:

- A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber, 14 de novembro de 2020, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2020/11/a-lideranca-judaica-na-revolucao.html

- Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek, 19 de setembro de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/lideres-do-bolchevismo-por-rolf-kosiek.html

- Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton, 23 de setembro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/09/wall-street-revolucao-russa-de-marco-de.html

- Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton, 14 de outubro de 2018, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/10/wall-street-e-revolucao-bolchevique-de.html

- Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}, 26 de setembro de 2021, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/09/mentindo-sobre-o-judaico-bolchevismo.html

 


Bibliografia:

BLUMENBERG, Werner. Eduard Von Müller-Tellering: Verfasser Des Ersten Antisemitischen Pamphlets Gegen Marx. Bulletin of the International Institute of Social History, v. 6, n. 3, 1951, p. 178-197. Disponível em: www.jstor.org/stable/44629595 .

COFNAS, Nathan. Judaism as a Group Evolutionary Strategy. Human Nature, v. 29, n. 2, 10 MAR 2018, p. 134-156, 10.1007/s12110-018-9310-x. Acesso em: 13 DEZ 2019.

DRAPER, Hal. State and Bureaucracy. New York; London: Monthly Review Press, 1977. (Karl Marx’s theory of revolution, v. 1).

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FINE, Robert, PHILIP, Spencer. Antisemitism and the Left : On the Return of the Jewish Question. Manchester, UK, Manchester University Press, 2018. Disponível em: www.manchesteropenhive.com/view/9781526104960/9781526104960.00007.xml. Acesso em: 13 DEZ 2019.

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________ The Holy Family by Marx and Engels. Marxists.org, 2019. Disponível em: www.marxists.org/archive/marx/works/1845/holy-family/ch04.htm . Acesso em: 13 DEZ 2019.

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Fonte em português:

Karl Marx: o patriarca da esquerda judia?, 22 de março de 2020, O Sentinela – Mídia Crítica Independente.

https://www.osentinela.org/karl-marx-o-patriarca-da-esquerda-judia/ 

Fonte em inglês:

Karl Marx: Founding Father of the Jewish Left?, por Ferdinand Bardamu, 04 de Janeiro de 2020, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2020/01/04/karl-marx-founding-father-of-the-jewish-left/

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