domingo, 30 de agosto de 2026

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} Bolcheviques judeus e assassinatos em massa: Rozalia Zemlyachka e os judeus responsáveis pelo banho de sangue na Crimeia, 1920 - parte 1 - introdução - por Karl Nemmersdorf

 

 Karl Nemmersdorf


O fato de que esquadrões itinerantes de terroristas judeus — ateus, cheios de ódio e movidos por um espírito de vingança — liquidaram milhões de pessoas ao longo de um período três vezes maior do que a duração do Terceiro Reich coloca a história do século XX em uma perspectiva muito mais clara. … Em 15 de novembro, tropas vermelhas entraram em Sebastopol “lideradas por um carro blindado que ostentava o emblema da estrela vermelha e, em letras vermelhas garrafais, a palavra ‘Anticristo’ — um gesto muito característico dos comissários judeus nos primórdios do regime comunista”.

 

Introdução

É bem conhecido, em certos círculos, que judeus foram responsáveis ​​por uma longa lista de atrocidades na União Soviética. A magnitude pura e simples das atrocidades cometidas naquela época é estarrecedora. Entre 1917 e 1953, milhões de russos sofreram prisões, torturas e assassinatos; outros milhões pereceram no Gulag; e mais milhões ainda morreram em fomes provocadas pelo Estado. Entre os responsáveis ​​por esses horrores, havia muitos judeus.*1 Ainda, a conexão entre perpetradores específicos e crimes específicos é frequentemente vaga.1 Este artigo visa delinear a conexão entre um determinado grupo de judeus e um massacre particularmente notório: aquele ocorrido na Crimeia no final de 1920. Como antecedente, nós daremos uma olhada na carreira de uma das principais figuras dessa tragédia: uma bolchevique extremamente fanática chamada Rozalia Zemliachka. Essa mulher, uma comunista de linha dura e odiosa, teve uma longa carreira revolucionária. Ela ingressou no movimento ainda jovem, em 1896, juntou-se à facção bolchevique de Lenin, participou das revoluções de 1905 e 1917, atuou como comissária política de exércitos durante a Guerra Civil Russa e, mais tarde, prosperou sob o regime de Stalin, que se alinhava perfeitamente às suas próprias convicções. Ela recebeu as mais altas honrarias do Estado e morreu de causas naturais — um feito notável para a época — em 1947. Foi sepultada na Praça Vermelha, ao lado de outras figuras de destaque do regime. Ela executou o massacre que é objeto deste ensaio em 1920, ao final da Guerra Civil Russa, quando Lenin a enviou à Crimeia — acompanhada por um grupo de outros judeus de alto escalão — para liquidar elementos hostis ao poder comunista. Historiadores estimam que o número de mortos, em apenas alguns meses, ultrapassou 50.000 pessoas. Analisemos, então, esse grupo implacável de judeus comunistas e a grande tragédia que infligiram ao povo da Crimeia.

 

Rozalia Zemlichka

Primeiros anos. Rozalia Samoilovna Zalkind, que mais tarde adotou o pseudônimo clandestino Zemliachka (“compatriota”), nasceu em 1876 em uma família judaica.2 Seu pai, Samuil Markovich Zalkind, era um rico mercante radicado em Kiev. A família simpatizava com o crescente movimento revolucionário russo — que era, em grau notável, judaico3 — e todos os filhos e filhas aderiram a partidos revolucionários.4 Quando o czar Alexandre II foi vítima, em 1881, de uma conspiração na qual uma mulher judia desempenhou um papel fundamental5, a família Zalkind aprovou o assassinato e pode ter tido alguma conexão distante com os regicidas. “Mais tarde naquele ano, a polícia revistou a casa deles em busca de panfletos ilegais.”6 Ainda jovem, Rozalia testemunhou a prisão de dois de seus irmãos por atividade revolucionária.7

 Rozalia Zemlyachka (1876-1947) como uma jovem revolucionária, atraente e feminina.

Rozalia frequentou o ginásio em Kiev, concluindo os estudos aos quinze anos. Nessa época, a revolucionária precoce, sob a influência de seus irmãos mais velhos, já se via como populista, mas logo migrou para o marxismo, debruçando-se sobre os requeridos textos. É muito provável que ela tenha feito essa mudança porque o movimento populista*2 enfatizava uma ligação com a cultura russa e com os camponeses; como judia, ela provavelmente simpatizava muito mais com o modelo marxista internacionalista e “científico”. Ela também havia identificado os trabalhadores industriais como mais propensos do que os camponeses a se engajarem na destruição da ordem existente.8 Assim como Marx e muitos outros radicais, ela partiu do imperativo da revolução para a condição dos trabalhadores, e não vice-versa.9

 

Trajetória Revolucionária

Seu pai a enviou a Lyon para estudar medicina, mas, em 1896, ela já estava de volta à Rússia; as fontes conflitam sobre se ela chegou a obter o diploma. Ela comprometeu-se de corpo e alma ao movimento revolucionário. Naquele ano, ela “estreou como marxista”. Falou em uma reunião clandestina sobre “o movimento operário na Europa Ocidental”. Pouco depois ela foi presa e encarcerada, período em que estudou o marxismo com ainda mais afinco. Assim tinha começado a carreira de Zemliachka como social-democrata.”10 (O Partido Operário Social-Democrata Russo viria a se tornar, mais tarde, o Partido Bolchevique.) Ela passou mais de dois anos na prisão (1899–1901) e saiu de lá uma comunista convicta e endurecida — uma postura da qual, ao que tudo indica, jamais vacilou. Cultivava uma personalidade implacável e usava o pseudônimo Tverdokamennaia, que significa “Dura como uma rocha”. Outro codinome que utilizava era “Demônio”, o que leva a questionar o que a alma daquela jovem mulher estava experimentando.11

Não demorou muito para que ela chamasse a atenção de Nadezhda Krupskaya,*3 esposa de Lênin, que ajudava a coordenar as operações do Partido. Lev Bronshtein — que logo passaria a adotar o nome “Trotsky” — havia enviado um relatório elogioso sobre sua amiga Rozalia, exaltando seu temperamento e energia revolucionários, embora ressalvasse que ela era dominadora e carecia de tato. Krupskaya (o casal Lênin estava exilado na Europa Ocidental, visto que o Partido era ilegal na Rússia) enviou Rozalia para organizar o grupo clandestino do Partido em Odessa. Logo, Zemliachka tornou-se uma liderança na clandestinidade. Em março de 1903, o comitê do Partido em Odessa estava firmemente sob o controle do [grupo pró-Lênin], e ela tinha sido eleita delegada para o próximo Segundo Congresso do Partido... Zemliachka revelou-se uma figura de comando, enérgica e de trabalho duro.12

O amigo de Zemliachka, Lev Bronshtein-Trotsky (1879-1940)

Em meados de 1903, Zemliachka participou do fatídico Segundo Congresso do Partido Operário Social-Democrata Russo (POSDR), em Bruxelas. (O congresso de fundação ocorrera em 1898, em Minsk, essencialmente sob os auspícios do Bund Trabalhista Judaico,*4 que era, de longe, a maior organização socialista da Rússia. Quatro dos nove delegados daquele congresso eram judeus.) Dos quarenta e três delegados presentes ao Segundo Congresso, vinte eram judeus.13 Pelo menos até ser deportada pela polícia belga, Zemliachka pôde encontrar Lênin e Krupskaya e participar dos debates, nos quais apoiou a ideia — decididamente não marxista — de Lênin de formar um pequeno grupo conspiratório de revolucionários profissionais para “conduzir” as massas trabalhadoras a beber da fonte correta: a revolução violenta. A intransigência de Lênin nesse ponto levou a uma ruptura amarga com os moderados marxistas mais ortodoxos, que ficaram conhecidos como mencheviques (“a minoria”).14 Lênin aproveitou uma votação favorável durante os debates para proclamar sua facção como a dos bolcheviques, “a maioria.” A divisão entre os dois grupos tornou-se permanente, e Zemliachka comprometeu-se plenamente com Lênin. Outros aderindo a Lênin foram Josef Stalin, Yakov Sverdlov e Lev Kamenev (cujo nome verdadeiro era Rosenfeld), três homens destinados a desempenhar papéis importantes. Trotsky, no entanto, afastou-se com os mencheviques e depois seguiu seu próprio caminho (ele era notoriamente arrogante) até unir forças com Lênin pouco antes da Revolução Bolchevique de novembro de 1917.

Após o Congresso, o Comitê Central cooptou-a como membro, demonstrando sua nova proeminência. Ela foi uma das mais importantes bolcheviques a atuar na Rússia como agente de Lênin. Realizou trabalho político em São Petersburgo e participou de reuniões de bolcheviques na Suíça e em Londres. Impôs-se com firmeza nos debates sobre diretrizes nessas reuniões, defendendo medidas mais enérgicas para fortalecer o Partido e acelerar a revolução, sem hesitar em falar de forma incisiva com aqueles de quem ela discordava.15 Enquanto isso, a Revolução de 1905 ganhava força.*5 Após uma discussão com membros do partido em São Petersburgo, Rozalia mudou-se para Moscou e tornou-se secretária do Comitê do Partido de Moscou, o que a colocou entre os principais bolcheviques da cidade. Ela se opôs a um levante por acreditar que ele fracassaria, mas, quando uma greve que evoluiu para revolta teve início em dezembro, ela “lutou nas barricadas” e empregou bondes blindados na luta inútil contra as poderosas forças governamentais enviadas para restaurar a ordem.16 (As fontes sobre Zemliachka são frustrantemente escassas; até mesmo Barbara Evans Clements, que recorreu a fontes russas, fornece poucos detalhes: “lutou nas barricadas” é tudo o que sabemos. Um artigo em russo afirma que ela disparou armas no curso da revolta.17)

Na repressão governamental que se seguiu, Zemliachka foi presa e encarcerada em São Petersburgo. Ela contraiu tuberculose (doença que vitimara seu marido, Schmuel Berlin, em 1902) e um problema cardíaco, levando o governo a conceder-lhe a libertação por motivos de saúde. Ela então partiu para o exterior (1909), onde permaneceu — até a eclosão da Primeira Guerra Mundial – principalmente na Suíça. Barbara Evans Clements afirma que ela evitou qualquer contato com outros revolucionários exilados (milhares dos quais estavam na Europa Ocidental), mas outra fonte indica que ela trabalhou em estreita colaboração com Lênin.18 Ela “estava profundamente deprimida com o desfecho das revoltas de 1905 e culpava seus camaradas que, em sua opinião, haviam desperdiçado as grandes oportunidades oferecidas por aquele ano revolucionário...”19 Ela só retornou à Rússia em 1914, retomando quietamente suas atividades partidárias em Moscou.

Após a Revolução de Fevereiro de 1917 derrubar o Czar, ela apoiou as exigências radicais de Lênin por “todo o poder aos sovietes” e pela retirada imediata da guerra contra a Alemanha. Naquela época, praticamente todos os socialistas, incluindo a maioria dos bolcheviques, presumiam que o objetivo era apoiar o novo Governo Provisório democrático*6 e preparar a convocação de uma Assembleia Constituinte para formar uma república constitucional. Isso representaria (na teoria marxista) a “revolução burguesa” de que a Rússia — com seu parque industrial ainda incipiente — necessitava para desenvolver um sistema capitalista avançado e abrir caminho para o confronto dialético marxista entre os “trabalhadores oprimidos” e os “capitalistas”. No entanto, tal processo poderia levar décadas, e Lênin não estava disposto a esperar; tampouco estavam Trotsky e Zemliachka. Eles percebiam que o Governo Provisório era fraco e que o poder estava ao alcance de quem o tomasse. A ênfase predominante que davam ao dogma marxista em seus escritos e discursos evaporou-se assim que vislumbraram a possibilidade de assumir o poder. “Em meados do verão, [Rozalia] instava o comitê do partido em Moscou a reunir armas e organizar uma milícia, preparando-se para a tomada do poder.”20 Lênin e Trotsky pressionaram os bolcheviques reticentes em Petrogrado a fazerem o mesmo. Assim que Trotsky tomou o poder em Petrogrado, naquele mês de novembro, os bolcheviques em Moscou prepararam um golpe, constituindo um Comitê Militar-Revolucionário (nos moldes do de Petrogrado) para liderá-lo. O secretário do Comitê era Arkady Rozengolts, que parece ter desempenhado o papel principal na insurreição.21 Zemliachka liderou a tomada de controle em um dos distritos da cidade (novamente, sem detalhes). Após alguns dias de combates, eles venceram os pequenos destacamentos que defendiam o Governo Provisório, e as duas principais cidades da Rússia caíram nas mãos dos bolcheviques, em grande parte através da iniciativa judaica.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua...

Notas

*1 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Stalin’s Jews, por Sever Plocker, 21 de dezembro de 2006, Ynetnews.com.

 http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3342999,00.html

{Traduzido ao português como:

- Os judeus de Stalin – parte 1 - artigo de Sever Plocker, 17 de março de 2025, World Traditional Front.

https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/03/os-judeus-de-stalin-parte-1-artigo-de.html }

1 Nota de Karl Nemmersdorf: Por exemplo, muitos asseveram que “os judeus” foram responsáveis ​​pelo Holodomor ou pelo massacre de oficiais poloneses em Katyn. Eu não duvido que judeus tenham estado envolvidos nesses episódios — Lazar Kaganovich e Leonid Raikhman, respectivamente, é claro —, mas a documentação é escassa no que diz respeito a outros além das figuras principais. Um exemplo de massacre bem documentado envolvendo judeus é o assassinato do czar e de sua família — sendo os autores Sverdlov, Goloshchekin, Yurovsky, etc.

2 Nota de Karl Nemmersdorf: A família era certamente judaica; as fontes são unânimes.

3 Nota de Karl Nemmersdorf: Uma leitura atenta da obra Jews and Revolution in Nineteenth Century Russia, de Erich Haberer (Cambridge University Press, 2004), demonstrará amplamente esse fato.

4 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women (Cambridge University Press, 1997), p. 37.

5 Nota de Karl Nemmersdorf: A saber, Hesia Helfman. Veja Haberer, Jews and Revolution in Nineteenth Century Russia, pp. 198-199.

6 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, pp. 23-24. Clements levanta a hipótese de que a família talvez tivesse algum vínculo com os assassinos.

7 Nota de Karl Nemmersdorf: Kazimiera Janina Cottam, Women in War and Resistance: Selected Biographies of Soviet Women Soldiers (Nepean, Canada: New Military Publishing, 1998), p. 426.

*2 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Russia's Populists, por Robert Wilde,13 de fevereiro de 2019, Thoughtco.

https://www.thoughtco.com/russias-populists-1221803

8 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 24.

9 Nota de Karl Nemmersdorf: Arthur Rosenberg, o historiador marxista alemão, afirma: “Marx não partiu da miséria dos trabalhadores para a necessidade da revolução, mas da necessidade da revolução para a miséria dos trabalhadores” (The History of Bolshevism, Oxford University Press, 1934, p. 24). Entre os radicais da Nova Esquerda americana, isso era um segredo aberto, materializado no slogan: “a questão não é a questão”.

10 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 24.

11 Nota de Karl Nemmersdorf: Karl Marx, o novo ídolo de Rozalia, também se debruçou sobre imagens e temas demoníacos. Quando ele tinha apenas dezoito anos, seu pai, atormentado, perguntou-lhe em uma carta: “Esse seu coração, meu filho, o que o aflige? Estaria ele sendo governado por um demônio?” Veja Paul Kengor, The Devil and Karl Marx (Tan Books, 2020), capítulos 2 a 4.

*3 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Nadya Krupskaya: the Russian revolutionary, por Vashna Jagarnath, 3 dezembro 2017, The Conversation.

https://theconversation.com/nadya-krupskaya-the-russian-revolutionary-88259

12 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 76.

*4 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: vocábulo Bund, Jewish Virtual Library.

https://jewishvirtuallibrary.org/bund

13 Nota de Karl Nemmersdorf: Arno Lustiger, Stalin and the Jews: The Red Book (Enigma Books, 2003), p. 17. Pelo menos um outro delegado tinha sangue judaico: seu avô materno chamava-se Israel Moses Blank. Eu falo de Lênin, naturalmente.

14 Nota de Karl Nemmersdorf: Os principais líderes dos mencheviques eram judeus: Julius Martov (nome verdadeiro Tsederbaum), Fedor Dan (nome verdadeiro Gurvich) e Pavel Axelrod. A Wikipédia lista oito fundadores ou membros mais importantes da facção menchevique, e cinco deles eram judeus. Os outros eram Trotsky e Alexander Martinov (nome real Pikker).

15 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, pp. 76-78.

*5 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Russian Revolution of 1905, Britannica.

https://www.britannica.com/event/Russian-Revolution-of-1905

16 Nota de Karl Nemmersdorf: Barricadas: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 79. Bondes blindados: Richard Stites, The Women’s Liberation Movement in Russia: Feminism, Nihilism, and Bolshevism, 1860-1930 (Princeton University Press, 1991), p. 275.

17 Nota de Karl Nemmersdorf: Pyotr Romanov, Демон по имени Розалия Самойловна (“A Demon Named Rozalia Samoilovna”). Acessado em 20 de maio 2025. https://ria.ru/20180817/1524692966.html

18 Nota de Karl Nemmersdorf: Universal Jewish Encyclopedia, Isaac Landman, editor. 1943. “Zemlyachka, Rozalia.”

19 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 79.

*6 Fonte utilizada por Karl Nemmersdorf: Provisional Government, por Siobhan Peeling, 1914-1918 – International Encyclopedia of the First World War.

https://encyclopedia.1914-1918-online.net/article/provisional-government/

20 Nota de Karl Nemmersdorf: Barbara Evans Clements, Bolshevik Women, p. 142.

21 Nota de Karl Nemmersdorf: Yuri Slezkine, House of Government, pp. 138-139.

Fonte: Jewish Bolsheviks and Mass Murder: Rozalia Zemliachka and the Jews Responsible for the Bloodbath in Crimea, 1920, por Karl Nemmersdorf, 30 de junho de 2025, The Occidental Observer.

https://www.theoccidentalobserver.net/2025/06/30/jewish-bolsheviks-and-mass-murder-rozalia-zemliachka-and-the-jews-responsible-for-the-bloodbath-in-crimea-1920/

Sobre o autor: Karl Nemmersdorf é um escritor que contribui com artigos no The Occidental Observer, sob pseudônimo em decorrência dos riscos de coerção por exposição de temas de alta polêmica.

__________________________________________________________________________________

Relacionado, leia também:

{URSS e o terrorismo judaico-bolchevique} - Judeus de jaqueta de couro e cheiradores de cocaína na polícia secreta soviética torturando, estuprando e matando gentios: as evidências - por Karl Nemmersdorf

Esquecendo Trotsky (7 de novembro de 1879 - 21 de agosto de 1940) - Por Alex Kurtagić

{Genocídios soviéticos – 1.2} Katyn vs ‘Khatyn’: outra farsa soviética Por Louis FitzGibbon

{Genocídios soviéticos - 1.1} Massacre de Katyn — “Os 10.000 Desaparecidos” - por Louis FitzGibbon

Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia - Por Valentyn Moroz

{EUA, Grã-Bretanha e a aliança com Stalin} Lidando com o Diabo - por Eric Margolis

Revisitando os Pogroms {alegados massacres de judeus} Russos do Século XIX, Parte 1: A Questão Judaica da Rússia - Por Andrew Joyce {academic auctor pseudonym}.  Parte 1 de 3, as demais na sequência do próprio artigo.


Mentindo sobre o judaico-bolchevismo {comunismo-marxista} - Por Andrew Joyce, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os destruidores - Comunismo {judaico-bolchevismo} e seus frutos - por Winston Churchill

A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - Avaliando o gravemente lúgubre legado do comunismo soviético - por Mark Weber

Líderes do bolchevismo {comunismo marxista} - Por Rolf Kosiek

Wall Street & a Revolução Russa de março de 1917 – por Kerry Bolton

Wall Street e a Revolução Bolchevique de Novembro de 1917 – por Kerry Bolton

Os banksters financiaram a Revolução de Outubro {do judaico-bolchevismo-comunismo} - por Freeman

{Retrospectiva Ucrânia - 2014} Nacionalistas, Judeus e a Crise Ucraniana: Algumas Perspectivas Históricas - Por Andrew Joyce, PhD {academic auctor pseudonym}


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários serão publicados apenas quando se referirem ESPECIFICAMENTE AO CONTEÚDO do artigo.

Comentários anônimos podem não ser publicados ou não serem respondidos.