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| David McCalden (pseudônimo Lewis Brandon) |
The
Crime Of Moscow In Vynnytsia, introdução de John F.
Stewart, prefácio de Lewis Brandon, Institute for Historical Review, 1980, 48
páginas (capa comum), US$ 3,00 (via IHR). ISBN: 0-911038-90-6.
Resenha de David
McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)
Em
1943, as autoridades de ocupação alemãs na Ucrânia descobriram os corpos de
9.439 vítimas da NKVD soviética. As vítimas eram todas dissidentes ucranianos
que haviam sido detidos pelos soviéticos entre 1937 e 1939, antes da invasão
alemã. Os alemães descobriram os corpos sob um pomar, sob um parquinho infantil
e em um parque.
Os
alemães conseguiram reunir uma Comissão Internacional de especialistas forenses
de onze países europeus diferentes — aliados, do Eixo e neutros. Os
especialistas forenses examinaram os corpos e constataram o seguinte:
Todos os cadáveres do sexo masculino estavam com as mãos amarradas nas costas e haviam sido baleados na nuca.
60 cadáveres também apresentavam sinais de espancamento com objetos contundentes, indicando que o tiro inicial não os havia matado imediatamente.
Três cadáveres do sexo feminino estavam nus e sem as mãos amarradas, indicando provável interferência sexual.
As roupas das vítimas indicavam que todas pertenciam à classe trabalhadora ou ao campesinato.
Pelo menos uma vítima apresentava terra no estômago, indicando que tinha sido enterrada viva.
Em
uma repetição inquietante da descoberta alemã dos assassinatos de 14.500
poloneses na Floresta de Katyn, os alemães tiveram de enterrar novamente os
corpos às pressas e recuar diante do avanço do Exército Vermelho. Assim como no
caso de Katyn, o membro búlgaro da Comissão Internacional foi capturado pelos
soviéticos. No entanto, neste caso, o búlgaro não renegou seu testemunho; ele
foi executado. Os soviéticos também não tentaram atribuir aos alemães a culpa
pelas mortes dos ucranianos; não havia como nem mesmo os comunistas, mestres na
duplicidade de discurso, conseguirem arquitetar tal mentira.
No
final, todo o caso foi ocultado, juntamente com os próprios corpos. Não foi até
1951 que um grupo corajoso de expatriados ucranianos e simpatizantes no
Ocidente publicou este livreto de 48 páginas, expondo a atrocidade para que
todos a testemunhassem. Mas, até mesmo essa voz corajosa — clamando em meio ao
deserto da política de détente {termo
para amenização de tensões nucleares na Guerra Fria} — teria se perdido no
esquecimento, não fossem os esforços do Institute for Historical Review.
Agradecimentos são devidos ao Comitê de Memória de Vynnytsia, liderado pelo Dr.
Jaroslaw Sawka, pelo incentivo e pela orientação na concretização desta obra tão
necessária.
Tradução
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Continua...
Fonte: The Crime Of
Moscow In Vynnytsia, The Journal of
Historical Review, vol. 1, Nº. 4, p. 376.
https://vho.org/GB/Journals/JHR/1/4/Brandon376.html
Sobre o autor: David
McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a
Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um
Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um
grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de
1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um
tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do
jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos
direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden
era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os
confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma
combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um
defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.
Um
ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do
Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o
pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele
organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal
reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University,
perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos
revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de
1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.
McCalden
foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War
Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood
(pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles
From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987).
Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de
outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas
“câmaras de gás” dali.
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