sexta-feira, 12 de junho de 2026

Por que estuprar palestinos é uma prática militar legítima de Israel - por Joseph Massad

 

Joseph Massad


O sadismo tem há muito caracterizado o tratamento dado pelos colonizadores sionistas aos palestinos, enraizado em visões orientalistas de que os árabes só ‘entendem a força’ - incluindo a violência sexual.

O escândalo de tortura sexual israelense,[1] no qual nove soldados foram presos[2] em 29 de julho sob a acusação de tortura física e sexual contra homens palestinos,[3] foi retratado pela mídia ocidental como um desvio dos métodos de tortura usuais de Israel.

A ideia é que os torturadores israelenses de prisioneiros palestinos geralmente não os submetem a estupro.

Quatro dos soldados presos foram posteriormente libertados[4] após protestos generalizados.


{Protestantes israelenses apoiam soldados das forças armadas israelenses investigados por estupros contra palestinos. 'Ao ser questionado na semana passada por Ahmad Tibi, um dos deputados árabes do Knesset israelense, se era legítimo "inserir um pedaço de pau no reto de uma pessoa", Hanoch Milwidsky, membro do partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, respondeu: "Se ele for um Nukhba [militante do Hamas], tudo é legítimo! Tudo!'. Ver nota 4.}

O Departamento de Estado dos EUA,[5] presumivelmente horrorizado com tal tortura, descreveu um vídeo[6] que reportadamente mostrava o alegado estupro como “horrível” e insistiu que “deve haver tolerância zero para abuso sexual, estupro de qualquer detento, ponto final... Se houver detentos que foram agredidos sexualmente ou estuprados, o governo de Israel, as Forças de Defesa de Israel [exército israelense], precisam investigar completamente essas ações e responsabilizar todos os culpados com todo o rigor da lei.”

A Casa Branca, presumivelmente também alheia à prática de abusar de prisioneiros políticos detidos em prisões americanas, manteve-se calma, mas considerou[7] os relatos de tortura sexual israelense “profundamente preocupantes.”

A União Europeia seguiu o exemplo e declarou-se[8] “gravemente preocupada.”

Mas isso não é nenhuma novidade na crueldade do regime colonial-povoador israelense. O exército israelense vem usando sistematicamente tortura física e sexual contra palestinos desde pelo menos 1967, como revelaram[9] grupos de direitos humanos[10] anos atrás.

De fato, o sadismo tem sido característico do tratamento dado pelos colonizadores sionistas aos palestinos desde a década de 1880, como até mesmo líderes sionistas reclamaram[11] na época.

Esse sadismo e a tortura sexual que frequentemente o acompanha estão enraizados não somente na hubris colonial europeia, mas também em visões orientalistas de que os árabes apenas “entendem a força” e são alegadamente mais suscetíveis à tortura sexual do que os europeus brancos.

 

Prática comum

A prisão, pelo exército israelense, dos soldados que alegadamente estupraram coletivamente a prisioneira palestina precipitou o ultraje[12] entre os israelenses de direita, que constituem a maioria do eleitorado.

Dezenas de manifestantes,[13] juntamente com membros do Knesset israelense, tentaram invadir duas instalações militares e um prédio judicial onde os soldados estavam detidos, com a intenção de libertá-los.

Vários ministros do governo israelense também defenderam[14] o estupro de prisioneiros palestinos como “legítimo”.

Em programas matinais da TV israelense, apresentadores e analistas discutiram[15] a melhor forma de organizar o estupro de prisioneiros palestinos, criticando apenas a maneira “desorganizada” como foi conduzido.

Embora tais discussões possam parecer comuns em Israel, observadores ocidentais fingiram choque.

Essa reação ocorre mesmo após a organização israelense de direitos humanos B'Tselem[16] ter relatado que Israel vem seguindo uma política de abuso e tortura sistemáticos de prisioneiros desde outubro passado, submetendo detentos palestinos a atos de violência, incluindo abuso sexual.

Um dos alegados estupradores israelenses foi convidado,[17] mascarado, ao Canal 14[18] da TV israelense para defender os estupros. Mais tarde, ele postou um vídeo nas redes sociais[19] revelando sua identidade e expressando orgulho de sua unidade e do tratamento dado aos palestinos.

Enquanto isso, a cobertura da TV israelense[20] tem exigido a responsabilização de quem vazou o vídeo do estupro para grupos de direitos humanos, rotulando-o de “traidor” de Israel.

 

Tortura racializada

Israel não é o único país a adotar tais práticas.

Seguindo as revelações de 2004 sobre a tortura física e sexual sistemática infligida pelos Estados Unidos a prisioneiros iraquianos na prisão de Abu Ghraib[21] em 2003, o veterano jornalista americano Seymour Hersh[22] revelou que a noção de que “os árabes são particularmente vulneráveis à humilhação sexual” tornou-se um tema recorrente entre os conservadores pró-guerra de Washington nos meses que antecederam a invasão do Iraque em março de 2003.

De acordo com Hersh, os neoconservadores americanos aprenderam dessa “vulnerabilidade” por meio do notório livro de 1973 do orientalista israelense Raphael Patai, The Arab Mind.[23]

Hersh citou[24] uma fonte que se referiu ao livro como “a bíblia dos neoconservadores sobre o comportamento árabe.” A fonte afirmou ainda que, nas discussões entre os neoconservadores, dois temas emergiram: “Um, que os árabes só entendem a força e, segundo, que a maior fraqueza dos árabes é a vergonha e a humilhação.”

Hersh continua suas revelações:[25]

“O consultor do governo disse que pode ter havido um objetivo sério, no início, por trás da humilhação sexual e das fotos posadas. Pensava-se que alguns prisioneiros fariam qualquer coisa — inclusive espionar seus companheiros — para evitar a divulgação das fotos vergonhosas para familiares e amigos. O consultor do governo disse: ‘Disseram-me que o propósito das fotografias era criar um exército de informantes, pessoas que pudessem ser reinseridas na população (local).’ A ideia era que eles seriam motivados pelo medo da exposição e coletariam informações sobre ações iminentes da insurgência, disse o consultor. Se assim foi, não funcionou; a insurgência continuou a crescer.”

Tal tortura racializada é emblemática das culturas imperiais, tanto no presente quanto ao longo da história. Eis um desses relatos:[26]

“Os tipos de tortura empregados eram variados. Elas incluíam espancamentos com punhos e [pisões] com botas... bem como o uso de varas para espancar e açoitar até a morte. Incluíam também... a penetração do reto das vítimas com varas, e então movendo a vara para a esquerda e para a direita, e para a frente e para trás. Incluíam ainda pressionar os testículos com as mãos e apertá-los até que a vítima perdesse a consciência de dor e até que [os testículos] ficassem tão inchados que a vítima não conseguisse andar ou se mover, exceto carregando as pernas uma de cada vez... Incluíam também deixar cães padecerem de fome e depois provocá-los e forçá-los a devorar sua carne e comer suas coxas. Incluíam ainda urinar nos rostos das vítimas... [Outra forma de tortura incluía a sodomia] pelos soldados, pois parece que isso foi feito com várias pessoas.”

Este relatório descreve, em termos quase idênticos, o que os prisioneiros iraquianos vivenciaram em 2003 nas mãos dos americanos e o que os prisioneiros palestinos vêm vivenciando desde 1967 sob custódia israelense.

Escrito em agosto de 1938, o relatório detalha como soldados judeus britânicos e sionistas trataram os palestinos revolucionários durante a revolta anticolonial palestina da década de 1930.

O autor do relatório, Subhi al-Khadra,[27] era um prisioneiro político palestino detido na prisão de Acre. Ele tomou conhecimento da tortura sofrida por esses prisioneiros em Jerusalém, após sua transferência para Acre. Os prisioneiros relataram suas experiências a ele e mostraram-lhe os sinais físicos da tortura em seus corpos.

Com relação aos motivos dos torturadores britânicos, Khadra conclui:

“Esta não foi uma investigação na qual se utilizaram métodos coercitivos. Não. Foi uma vingança e uma libertação dos instintos mais selvagens e bárbaros, bem como do ódio concentrado que esses racistas sentem por muçulmanos e árabes. Eles pretendem torturar por tortura, para satisfazer sua sede de vingança, não para investigar ou expor crimes.”

O relatório[28] foi divulgado na imprensa árabe e enviado a membros do parlamento britânico.

 

Uma ‘ocorrência uniforme’

A mistura de sexo e violência em um contexto imperial americano (ou europeu ou israelense) caracterizado por racismo e poder absoluto é uma ocorrência uniforme.

Durante a “primeira” Guerra do Golfo, de 1990 a 1991, pilotos de caça e bombardeiros americanos[29] passavam horas assistindo a filmes pornográficos[30] para se prepararem para os bombardeios massivos que realizariam no Iraque.

No Vietnã, o estupro de guerrilheiras vietnamitas por soldados americanos não só foi normalizado durante a invasão e ocupação americana do país, como também fazia parte das instruções de treinamento[31] do exército dos EUA.

O mesmo paradigma orientalista e sexista que norteia a postura israelense em relação aos prisioneiros palestinos reinava absoluto aos olhos dos americanos no Vietnã.

De fato, o estupro de mulheres palestinas por israelenses foi instrumentalizado[32] durante a guerra de 1948 e posteriormente,[33] impulsionado por um racismo sádico semelhante.

A tortura e o abuso sexual de homens e mulheres palestinos por parte de Israel também têm sido desenfreados na Cisjordânia e em Gaza nos últimos 10 meses, conforme relatado pelas Nações Unidas[34] e por grupos de direitos humanos.

A pretensão de que o exército israelense seja um “exército moral,”[35] ou ainda o “exército mais moral do mundo,” conforme o racismo israelense[36] frequentemente alega, nada mais é do que mais uma tentativa de relações públicas para encobrir os crimes genocidas de Israel[37] contra o povo palestino.

Como matar e estuprar[38] palestinos, além de roubar suas terras e seu país, tem sido uma estratégia sionista contínua desde 1948, há muito pouco que o Departamento de Estado dos EUA possa fazer para que Israel “investigue” a si mesmo.

As conclusões do exército israelense sobre o estupro coletivo de uma prisioneira palestina, recentemente exposto, provavelmente reafirmarão o direito de Israel de se defender, mantendo os mais nobres princípios morais e legais – os mesmos princípios morais e legais que permitiram a Israel, desde 1948, desarraigar e oprimir um povo inteiro impunemente.

Tradução por Dignus {academic auctor pseudonym - studeo liber ad collegium}

Revisão e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


[1] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://www.middleeasteye.net/countries/israel

[2] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israeli media publishes video of soldiers allegedly raping Palestinian detainee, por Alex MacDonald, 07 de agosto de 2014, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/news/israel-media-publishes-video-soldiers-allegedly-raping-palestinian

[3] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://www.middleeasteye.net/countries/palestine

[4] Fonte utilizada por Joseph Massad: ‘Everything is legitimate’: Israeli leaders defend soldiers accused of rape, por Simon Speakman Cordall, 09 de agosto de 2024, Aljazeera.

https://www.aljazeera.com/news/2024/8/9/everything-is-legitimate-israeli-leaders-defend-soldiers-accused-of-rape

[5] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://www.middleeasteye.net/countries/us

[6] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israel should have 'zero tolerance' if soldiers sexually assaulted Palestinian prisoners, says US, por Simon Lewis, 07 de agosto de 2024, Reuters.

https://www.reuters.com/world/middle-east/israel-should-have-zero-tolerance-if-soldiers-sexually-assaulted-palestinian-2024-08-07/

[7] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israel should have 'zero tolerance' if soldiers sexually assaulted Palestinian prisoners, says US, por Simon Lewis, 07 de agosto de 2024, Reuters.

https://www.reuters.com/world/middle-east/israel-should-have-zero-tolerance-if-soldiers-sexually-assaulted-palestinian-2024-08-07/

[8] Fonte utilizada por Joseph Massad: ‘Everything is legitimate’: Israeli leaders defend soldiers accused of rape, por Simon Speakman Cordall, 09 de agosto de 2024, Aljazeera.

https://www.aljazeera.com/news/2024/8/9/everything-is-legitimate-israeli-leaders-defend-soldiers-accused-of-rape

[9] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26718999/

[11] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://muse.jhu.edu/article/14451

[12] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israeli protesters storm military bases after soldiers detained for alleged abuse of Palestinian prisoners, por Chantal Da Silva, 30 de julho de 2024, NBC NEWS.

https://www.nbcnews.com/news/world/israel-hamas-war-protesters-far-right-lawmaker-storm-military-bases-rcna164213

[13] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israeli far-right politicians protest arrest of soldiers suspected of abuse, por News Agencies, 29 de julho de 2024, Aljazeera.

https://www.aljazeera.com/news/2024/7/29/israeli-far-right-politicians-protest-arrest-of-soldiers-suspected-of-abuse

[14] Fonte utilizada por Joseph Massad: ‘Everything is legitimate’: Israeli leaders defend soldiers accused of rape, por Simon Speakman Cordall, 09 de agosto de 2024, Aljazeera.

https://www.aljazeera.com/news/2024/8/9/everything-is-legitimate-israeli-leaders-defend-soldiers-accused-of-rape

[15] Fonte utilizada por Joseph Massad: ‘Everything is legitimate’: Israeli leaders defend soldiers accused of rape, por Simon Speakman Cordall, 09 de agosto de 2024, Aljazeera.

https://www.aljazeera.com/news/2024/8/9/everything-is-legitimate-israeli-leaders-defend-soldiers-accused-of-rape

[16] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israeli rights group says Palestinian prisoners subject to systematic abuse, por James Mackenzie, 06 de agosto de 2024, Reuters.

https://www.reuters.com/world/middle-east/israeli-rights-group-says-palestinian-prisoners-subject-systematic-abuse-2024-08-05/

[17] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://www.youtube.com/watch?v=q2viktkqdIw

[18] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://x.com/redstreamnet/status/1821553325667463575

[20] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://x.com/davidsheen/status/1821601625376747976

[21] Fonte utilizada por Joseph Massad: Abu Ghraib and the decades-long battle for justice, por Umar A Farooq, 23 de março de 2023, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/news/abu-ghraib-and-decades-long-battle-for-justice

[22] Fonte utilizada por Joseph Massad: How a secret Pentagon program came to Abu Ghraib, por Seymour M. Hersh, 17 de março de 2004, THE NEW YORKER.

https://www.newyorker.com/magazine/2004/05/24/the-gray-zone

[24] Fonte utilizada por Joseph Massad: How a secret Pentagon program came to Abu Ghraib, por Seymour M. Hersh, 17 de março de 2004, THE NEW YORKER.

https://www.newyorker.com/magazine/2004/05/24/the-gray-zone

[25] Fonte utilizada por Joseph Massad: How a secret Pentagon program came to Abu Ghraib, por Seymour M. Hersh, 17 de março de 2004, THE NEW YORKER.

https://www.newyorker.com/magazine/2004/05/24/the-gray-zone

[33] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israel's mass murder of Palestinians in Gaza began seven decades ago, por Joseph Massad, 26 de dezembro de 2023, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/opinion/israel-mass-murder-palestinians-gaza-began-seven-decades-ago

[34] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://press.un.org/en/2024/sc15621.doc.htm

[37] Fonte utilizada por Joseph Massad:

https://www.middleeasteye.net/topics/israel-war-gaza

[38] Fonte utilizada por Joseph Massad: Israel's mass murder of Palestinians in Gaza began seven decades ago, por Joseph Massad, 26 de dezembro de 2023, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/opinion/israel-mass-murder-palestinians-gaza-began-seven-decades-ago

Fonte: Why raping Palestinians is legitimate Israeli military practice, por Joseph Massad, 12 de agosto de 2024, MIDDLE EAST EYE.

https://www.middleeasteye.net/opinion/why-raping-palestinians-legitimate-israeli-military-practice

Sobre o autor: Joseph Massad possui Bachelor of Arts (B.A.) na University of New Mexico, Master of Arts (M.A.) na University of New Mexico, Mestre em Filosofia na Columbia University (1994) e Ph.D. em Ciência Política, Columbia University. Ele é professor de política árabe moderna e história intelectual na Universidade Columbia, em Nova York. É autor de diversos livros e artigos acadêmicos e jornalísticos. Entre seus livros, destacam-se Colonial Effects: The Making of National Identity in Jordan, Desiring Arabs, The Persistence of the Palestinian Question: Essays on Zionism and the Palestinians e, mais recentemente, Islam in Liberalism. Seus livros e artigos foram traduzidos para mais de uma dezena de idiomas.

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Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:

Estupro e humilhação: relatório acusa Israel de tortura “sistemática” de prisioneiros palestinos - por Tamara Turki

Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi

Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III

Memorando para o presidente {Ronald Reagan, tratando da questão Palestina-Israel} - quem são os palestinos? - por Issah Nakheleh

Libertando a América de Israel - por Paul Findley

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O Evangelho de Gaza - O que devemos aprender com as lições bíblicas de Netanyahu - por Laurent Guyénot

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Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir

Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)

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Resenha de The Fateful Triangle: The United States, Israel & The Palestinians {O Triângulo Fatídico: Os Estados Unidos, Israel e os Palestinos} de Noam Chomsky por Louis Andrew Rollins

Resenha de THE DECADENCE OF JUDAISM IN OUR TIME {A DECADÊNCIA DO JUDAÍSMO EM NOSSO TEMPO}, de Moshe Menuhin, por David McCalden (escrito sob o pseudônimo Lewis Brandon)

Resenha de GENOCIDE IN THE HOLY LAND {GENOCÍDIO NA TERRA SANTA}, Rabbi Moshe Schonfeld, Neturei Karta dos EUA - por Bezalel Chaim

Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer

{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer

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Sobre o sionismo:

MUITO ALÉM DA PALESTINA: O JUDAÍSMO INTERNACIONAL CONTRA O MUNDO - por Chauke Stephan Filho

{18 verdades diretas sobre Israel} - Quiz Rápido sobre o Oriente Médio Por Charley Reese

A América já tem perdido a guerra com o Irã - por Greg Johnson

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{Israel, lobby sionista, fanatismo cristão e censura no meio acadêmico} - O fim da liberdade acadêmica - por Christopher Hedges e Maura Finkelstein

Sionismo e judaísmo internacional querem evitar o rigor da apuração histórica em relação aos conflitos em Gaza – Mike Pompeo não quer ampla e profunda apuração dos fatos - por Mykel Alexander

A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges


Sobre a entrada do sionismo no Oriente Médio:

Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}

Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)

{Conexão Rothschild – Jeffrey Epstein – Israel} Teste decisivo de Epstein: Tucker Carlson, Alex Jones e Cenk Uygur falham - Tucker Carlson: “Epstein não trabalhava para Israel” - parte 1 - por Geurt Marco de Wit (segunda parte na sequência do próprio artigo)

O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber

O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

{A intensificação da judaização do cristianismo efetuada por movimentos judaicos} Os Conversos Protestantes São Importantes no Movimento Protestante Evangélico e Permanecem Fortemente Pró-Israel - por Jose Alberto Nino

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{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges

“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)

Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton

Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber

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Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal

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Petróleo ou 'o Lobby' {judaico-sionista} um debate sobre a Guerra do Iraque

Iraque: Uma guerra para Israel - Por Mark Weber


Sobre a narrativa do denominado holocausto:

Sionismo e o Terceiro Reich - por Mark Weber

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka


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