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| José Alberto Niño |
Embora
o termo “converso” seja comumente associado a judeus que abraçaram o
catolicismo durante as Inquisições Espanhola e Portuguesa, mas continuaram a
viver em comunidades criptojudaicas, um desenvolvimento menos conhecido é o
surgimento de judeus — tanto por fé quanto por ancestralidade — que abraçaram o
protestantismo nos tempos modernos. (Veja, por exemplo, aqui,[1]
aqui[2] e
aqui[3]
sobre a Igreja Católica).
Essa
dinâmica foi recentemente destacada[4] em
uma publicação de Chris Menahan, do Information
Liberation. Nela, a líder evangélica Laurie Cardoza-Moore, em entrevista à Israel National News, alertou[5]
que os Estados Unidos estão vivenciando um ressurgimento de um sentimento
antissemita no estilo da década de 1930.
Ela
tinha escolhido palavras duras à “direita woke”, destacando figuras
proeminentes como Tucker Carlson e Candace Owens. “Esses indivíduos estão
normalizando a retórica antissemita e questionando o apoio dos EUA a Israel.
Alguns estão até mesmo se envolvendo com simpatizantes de terroristas
conhecidos e regimes hostis. Carlson, por exemplo, entrevistou líderes do Irã e
do Catar — figuras abertamente comprometidas com a destruição de Israel. Isso é
profundamente perturbador, especialmente dado o alcance deles dentro dos
círculos conservadores”, ela afirmou.
Como
cineasta, Cardoza-Moore expressou preocupação com a crescente influência de
vozes anti-Israel na direita. “Carlson entrevista pastores de grupos como
Christ at the Checkpoint, que acusam Israel de ocupação. Como cristão, ele
deveria saber melhor. Candace Owens afirma ser católica. Eles deveriam
compreender o imperativo bíblico de apoiar Israel. E, no entanto, estão usando
suas plataformas para espalhar desinformação entre públicos cristãos e
conservadores — públicos que moldam o futuro do Partido Republicano”,
acrescentou Cardoza-Moore.
Ao
comentar sobre The Lost Jews of the
Inquisition, Cardoza-Moore aproveitou o momento para criticar Carlson e
Owens e revelar sua conexão ancestral com as vítimas judaicas da Inquisição.
“Esse
projeto é muito pessoal para mim. Minha própria família descende dos conversos
— judeus forçados a se converter durante a Inquisição Espanhola. No leito de
morte, meu avô disse aos filhos: ‘Nós somos judeus’. Essa revelação abriu meus
olhos. Muitos hispânicos e latino-americanos, incluindo imigrantes recentes,
podem também descender dessas mesmas raízes — sem nem sequer saber disso”,
revelou a líder evangélica.
De
fato, há um fundo de verdade na declaração de Cardoza-Moore. Um estudo de 2018
constatou que aproximadamente 23%[6]
dos latino-americanos apresentam marcadores genéticos associados à
ancestralidade judaica sefardita, e historiadores acreditam que pode haver
entre 80 e 100 milhões[7] de
descendentes de judeus espanhóis e portugueses no mundo todo. Contudo, esses
números podem não ser tão claros. Segundo testes de DNA em um estudo anterior,[8] os
hispano-americanos do Sudoeste não descendem de judeus, mas de espanhóis. Esses
cientistas, em última análise, não encontraram uma conexão judaica
significativa.
Ainda
assim, os casos de judeus que se converteram ao cristianismo são inegáveis,
inclusive no presente. Embora o catolicismo tenha sido o destino da maioria dos
conversos históricos, os últimos dois séculos testemunharam um número pequeno,
porém altamente influente, de judeus convertendo-se ao cristianismo evangélico
protestante.
Várias
figuras históricas e contemporâneas proeminentes exemplificam essa tendência:
Michael Solomon
Alexander (1799–1845)
Nascido
em Schönlanke, Prússia, Alexander foi formado como rabino ortodoxo. Contudo,
após migrar para a Inglaterra, Solomon recebeu o batismo[9] em
1825. Ordenado na Igreja da Inglaterra, tornou-se membro da London Society for
Promoting Christianity Amongst the Jews e professor[10]
de Hebraico e Literatura Rabínica no King’s College London.
Com
o apoio da Grã-Bretanha e da Prússia, ele foi consagrado[11]
como o primeiro bispo anglicano em Jerusalém em 7 de dezembro de 1841,
supervisionando uma vasta diocese que incluía a Palestina, a Síria e o Egito.
Alexander promoveu a liturgia hebraica, fundou escolas e um hospital, além de
lançar a pedra fundamental da Christ Church, a primeira igreja protestante da
cidade.
Leopold Cohn
(1862–1937)
Nascido
Eisik Leib Josowitz em Berezna, Hungria, Leopold Cohn ficou órfão cedo, estudou
em yeshivot hassídicas e alegou ter recebido ordenação rabínica. Buscando
respostas sobre as profecias messiânicas, emigrou para Nova York em 1892 e,
posteriormente, converteu-se ao cristianismo evangélico, sendo ordenado
ministro batista. No Brooklyn, fundou[12]
em 1894 a Brownsville Mission to the Jews, posteriormente renomeada Chosen
People Ministries, que se tornou a maior missão aos judeus nos Estados Unidos.
Pregador prolífico e autor da autobiografia To
an Ancient People, Cohn foi um dos pioneiros do que mais tarde seria
conhecido como judaísmo messiânico moderno.
Louis Meyer (1862–1913)
Criado
em uma família judaica reformista em Crivitz, Alemanha, Meyer obteve diplomas
em medicina e ciências antes de emigrar para Cincinnati. Convertido por meio de
uma missão presbiteriana em 1892, formou-se no Reformed Presbyterian Seminary
em 1897[13] e
atuou como ministro[14]
em Minnesota e Iowa. Escritor e conferencista habilidoso, ajudou a moldar as
redes hebraico-cristãs (proto-messiânicas) do início do século XX.
Destacadamente, ele editou periódicos como The
Jewish Era e escreveu Eminent Hebrew
Christians of the Nineteenth Century.
Moishe Rosen
(1932–2010)
Nascido
Martin Rosen em Kansas City, Missouri, filho de Ben Rosen e Rose Baker, Moishe
Rosen foi criado[15]
em Denver, Colorado, em um lar que mesclava tradições judaicas reformistas e
ortodoxas. Os pais de sua mãe eram judeus reformistas da Áustria, enquanto seu
avô paterno era ortodoxo. Apesar de frequentar a sinagoga regularmente, Rosen
via a religião[16]
como uma “fraude”. Após se formar na Universidade do Colorado, casou-se com
Ceil Starr em 1950. Em 1953, ambos se converteram ao cristianismo.
Ordenado
ministro batista conservador em 1957, Rosen trabalhou por 17 anos na American
Board of Missions to the Jews antes de fundar, em 1970, o Hineni Ministries,
projeto que mais tarde seria renomeado Jews for Jesus. Após deixar a ABMJ em
1973, incorporou Jews for Jesus como organização independente, revolucionando o
evangelismo judaico por meio de táticas de rua confrontacionais inspiradas[17]
na contracultura hippie e no ativismo contra a Guerra do Vietnã. Seus folhetos característicos
— panfletos provocativos como Jesus Made
Me Kosher — ajudaram a organização a distribuir mais de dois milhões de
exemplares anualmente em meados da década de 1980.
O
Jews for Jesus tornou-se a maior organização judaico-messiânica do mundo, com
um orçamento de 13 milhões de dólares e filiais internacionais, quando Rosen se
aposentou do cargo de diretor executivo em 1996. A organização de Rosen mantém
posições cristãs sionistas distintas: apoia[18]
as reivindicações territoriais de Israel e interpreta a restauração da nação
como o cumprimento da profecia bíblica.
David H. Stern
(1935–2022)
Doutor
em economia por Princeton e ex-professor da UCLA, David Stern abraçou o
cristianismo em 1972[19] e
tornou-se um pioneiro do movimento judaico-messiânico. Após obter o título de
Master of Divinity no Fuller Seminary, fez aliyah {pode ser entendido como
emigração para Israel} para Jerusalém em 1979[20] e
dedicou seus estudos a restaurar o contexto judaico do Novo Testamento. Sua
obra de referência, a Complete Jewish
Bible, bem como o Jewish New
Testament Commentary, reformularam as Escrituras com terminologia hebraica.
Já o manifesto Messianic Judaism: A
Modern Movement with an Ancient Past articulou a teologia do movimento.
As
visões de Stern sobre Israel eram profundamente teológicas, defendendo que a
Palestina pertence aos judeus e que o judaísmo messiânico acabaria por formar
uma massa crítica[21]
em Israel. Por meio de sua tradução da Complete
Jewish Bible, Stern enfatizou[22] o
caráter judaico do cristianismo e defendeu o reconhecimento do papel central de
Israel no plano divino.
Sid Roth (1940–)
Nascido
Sydney Abraham Rothbaum em 7 de setembro de 1940, em Brunswick, Geórgia, Roth
foi criado em um lar judeu tradicional, mas considerava a religião organizada
irrelevante para sua vida. Seu principal objetivo era tornar-se milionário até
os 30 anos. Aos 29, já havia se formado na faculdade, casado, se tornado pai e
trabalhava[23]
como executivo de contas na Merrill Lynch. No entanto, sentindo-se frustrado
por não ter alcançado sua meta financeira, abandonou a família e a carreira
para embarcar em uma busca quixotesca pela felicidade.
Essa
busca levou[24]
Roth a práticas de meditação oriental e de Nova Era, onde ele acreditava ter
encontrado um guia espiritual, mas que passou a atormentar sua mente com
poderes malignos. Sua crise espiritual atingiu o ápice quando um empresário
cristão o confrontou, explicando que suas práticas ocultistas eram condenadas
em Deuteronômio 18 e que Jesus era o
Messias judeu — fato que sua educação ortodoxa havia ocultado. Desesperado,
durante uma noite tumultuada de sua vida, Roth fez uma oração simples de duas
palavras: “Jesus, ajuda!” Na manhã seguinte, despertou e encontrou a presença
maligna desaparecida, com sua mente preenchida de paz e amor sobrenaturais.
Esse
encontro, em 1972, transformou completamente a vida de Roth, levando à
restauração de seu casamento[25] e
à conversão de toda sua família imediata ao cristianismo. Em 1977, fundou o
Messianic Vision e lançou[26]
um programa de rádio nacionalmente sindicado com o objetivo de alcançar o povo
judeu com o Evangelho.
Seu
programa de televisão, Sid Roth’s It’s Supernatural!, começou em 1996,
apresentando entrevistas semanais com pessoas que relatam curas milagrosas e
encontros sobrenaturais com Deus. Por meio de seu império midiático, incluindo
a It’s Supernatural! Network (ISN) e a Middle East Television (METV), Roth
construiu uma plataforma global que alcança milhões de pessoas com sua mensagem
do cristianismo sobrenatural, mantendo o foco na evangelização[27]
“primeiro ao judeu.”
Roth
tem sido um fervoroso apoiador de Israel, operando redes de televisão que são
“obrigatórias”[28]
em todos os televisores de Israel. Seu ministério enfatiza que Israel é central
no plano divino para o fim dos tempos, afirmando que “o centro[29]
do universo de Deus NÃO é Washington D.C., mas Jerusalém, Israel.” Ele
frequentemente discute profecias bíblicas relacionadas a Israel e defende que
os cristãos apoiem[30] o
Estado judeu financeiramente e por meio da oração.
Curiosamente,
Roth tem sido um ardente apoiador de Donald Trump, prevendo em 2020 que Trump
seria um “presidente de dois mandatos”[31] e
receberia Prêmios Nobel da Paz. Ele acredita que Trump foi divinamente
designado para apoiar Israel, afirmando[32]
que “Deus me direcionou a mobilizar o máximo possível de cristãos para votar em
Trump por causa de suas posições sobre Israel e aborto.” Roth profetizou[33]
que Trump terá “um grande encontro com o próprio Deus” e que sua presidência
representa a bênção de Deus sobre a América.
Joel Chernoff (1950–)
Nascido
em Atlanta, Geórgia, mas criado[34]
desde cedo em Cincinnati, Ohio, Joel Chernoff veio de uma das famílias
fundadoras do judaísmo messiânico. Seus pais, Martin e Yohanna Chernoff, estabeleceram[35]
em 1970 a Congregation Beth Messiah em Cincinnati — a primeira congregação
judaico-messiânica moderna nos Estados Unidos.
Em
1972, Chernoff formou[36] o
grupo musical LAMB com Rick “Levi” Coghill, guitarrista de estúdio e também
crente messiânico. O LAMB foi pioneiro[37]
no que se tornaria conhecido como música messiânica, mesclando motivos musicais
judaicos antigos com sonoridades contemporâneas do folk-rock e letras em
hebraico. Ao longo de duas décadas, o LAMB gravou[38]
14 álbuns, que venderam mais de 600 mil cópias, com várias canções alcançando o
Top 10 nas paradas de música cristã contemporânea.
Além
da música, Chernoff tem desempenhado um papel significativo como líder
judaico-messiânico. Ele tem servido[39]
como Secretário-Geral e CEO da Messianic Jewish Alliance of America {Aliança
Judaica Messiânica da América} (MJAA), a maior instituição representativa da
comunidade judaico-messiânica mundial. Também fundou e preside o Joseph Project
International, que já enviou mais de 170 milhões de dólares em ajuda
humanitária a Israel, sendo o maior importador desse tipo de auxílio no país.
Jonathan Cahn (1959–)
Criado
no Estado de Nova York por uma mãe sobrevivente do Holocausto, dentro de uma
família judaica dedicada, Jonathan David Cahn frequentava regularmente a
sinagoga e celebrou seu bar-mitzvah de maneira tradicional. Como grande parte
do judaísmo americano, contudo, ele considerava[40] a
religião organizada irrelevante para sua vida diária, ainda que fosse orgulhoso
de sua herança judaica.
As
dúvidas espirituais de Cahn se aprofundaram[41]
quando buscava conciliar as descrições vibrantes de Deus nas aulas de hebraico
com o formalismo seco do culto sinagogal. Após uma experiência de quase morte
aos 20 anos, encontrou convicção nas profecias bíblicas e abraçou o judaísmo
messiânico antes de se formar na SUNY Purchase.
Posteriormente,
Cahn fundou o Beth Israel Worship Center em Wayne, Nova Jersey, e atua como
presidente da Hope of the World Ministries, uma organização evangelística
internacional. Ele ganhou reconhecimento mundial com seu romance de estreia em
2011, The Harbinger,[42]
que traça paralelos entre o antigo Israel e os Estados Unidos, sugerindo que
eventos como o 11 de Setembro representam advertências divinas.
O
livro permaneceu por mais de 100 semanas consecutivas na lista de mais vendidos[43]
do New York Times e vendeu mais de 2
milhões de cópias. Seus sucessores, incluindo The Mystery of the Shemitah, The
Paradigm e The Oracle, estabeleceram[44]
Cahn como uma das vozes mais proeminentes do ensino profético moderno, com foco
em profecias dos tempos finais e em apelos ao arrependimento nacional e ao
retorno aos princípios bíblicos.
Cahn
apoia fortemente[45]
Israel e vê o Estado judeu como central no plano divino para o fim dos tempos.
Ele ensina que Israel enfrenta uma guerra espiritual contra “principados e
potestades”, em especial contra o Irã (que ele identifica como o “principado da
Pérsia” bíblico). Cahn acredita[46]
que as “forças do inferno” tentam destruir Israel desde 1948, e a restauração
da nação cumpre a profecia bíblica.
Além
disso, Cahn tem sido um dos mais fervorosos apoiadores evangélicos de Trump. Em
2019, ele orou por Trump em Mar-a-Lago, declarando[47]
que Deus o havia “levantado para ser um Jeú para a sua nação” e conclamando-o a
salvaguardar os interesses Israelitas.
Cahn
tem ligado[48]
Trump ao rei bíblico Jeú, um “rei guerreiro” chamado para “tornar sua nação
grande novamente” ao derrubar lideranças ímpias. Ele acredita que Trump foi
“nascido para ser uma trombeta de Deus” e designado para derrotar o “culto de
Baal da América” (em referência ao movimento pró-aborto). Após a vitória de
Trump nas eleições de 2024, Cahn celebrou[49]
como “o maior retorno político da história americana” e argumentou que “a única
ameaça real de fascismo nos Estados Unidos vem, na verdade, da esquerda”.
Wayne Allyn Root
(1961–)
De
forma semelhante, a personalidade midiática conservadora Wayne Allyn Root
ilustra uma tendência paralela de judeus que abraçam o cristianismo. Root é
judeu étnico de nascimento — “99,5% judeu europeu”,[50]
conforme confirmado por testes de DNA — que se tornou um evangélico declarado
e, por um breve período, uma figura de destaque no Partido Libertário. Root
converteu-se[51]
ao cristianismo no início da década de 1990 e tem estado ativamente envolvido
em círculos conservadores e libertários.
A
candidatura de Root à vice-presidência em 2008, ao lado do ex-congressista Bob
Barr, representou uma subversão neoconservadora da agenda presidencial do
Partido Libertário. Root se afastou abertamente dos princípios libertários
tradicionais de não-intervencionismo, declarando-se[52]
um forte apoiador da Guerra ao Terror, embora acreditasse que ela havia sido
mal conduzida.
Ele
endossou[53]
o “aumento de tropas” no Iraque, dizendo: “Eu concordei com a recomendação dos
generais em campo — aumentar o contingente militar. Nós fizemos isso e foi um
grande sucesso.” A rápida ascensão de Root no Partido Libertário naturalmente
provocou reação dos membros mais fiéis ao não-intervencionismo. O agora inativo
blogueiro libertário “Classically Liberal” acusou[54] a
chapa Barr-Root de ser composta por “infiltrados neoconservadores” que
trouxeram o “intervencionismo estrangeiro” ao partido. A presença deles como
indicados do Partido Libertário traiu os princípios libertários de
não-intervenção.
Como
várias figuras políticas judaicas no cenário americano, Root acabou por mudar
seu posicionamento político, deixando o Partido Libertário para abraçar o
populismo no estilo Trump. Desde essa guinada, adotou posições convencionais e
agressivas em relação ao Irã — a antiga “bête noire” neoconservadora —
descrevendo-o[55]
como “a maior ameaça de todos os tempos à existência de Israel.”
Root
e seus companheiros judeus messiânicos e judeus convertidos ao evangelicalismo
demonstram, para alguns críticos, a futilidade de tentar convertê-los ao
cristianismo. Mesmo quando se convertem, continuam a perseguir agendas
políticas que, em sua visão, favorecem os interesses judaicos em detrimento da
população gentia anfitriã. Isso está bastante literalmente no DNA deles.
***
Como
comentadores como Mike Peinovich têm astutamente observado,[56]
os esforços para limitar a mobilidade social judaica foram mais agressivamente
aplicados sob o Nacional-Socialismo {o que não corresponde a narrativa
hollywoodiana e de propaganda de guerra sobre as alegadas crueldades nazistas} e
em certas nações muçulmanas, em particular no Iêmen,[57]
onde os judeus foram confinados a guetos e impedidos de alcançar status
igualitário.
Redução
do poder judaico, e não conversão é a resposta para o persistente problema
judaico.
A
história sugere que não importa quão sincera seja a conversão, as consequências
políticas permanecem a mesma: lealdade à tribo persiste à menos que o próprio
poder judaico seja checado.
Tradução
por Nicolas Clark
Revisão
e palavras entre chaves por Mykel Alexander
Notas:
[1] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[2] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[3] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.theoccidentalobserver.net/category/catholic-church/page/2/
[4] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[5] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[6] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[7] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[8] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[9] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.jewishencyclopedia.com/articles/1148-alexander-michael-solomon
[10] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://christchurchjerusalem.org/2022/01/the-enduring-legacy-of-michael-solomon-alexander/
[11] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[12] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[13] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.academia.edu/98230657/Rev_Louis_Meyer_A_Jewish_Missionary_to_the_Church
[14] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.logcollegepress.com/blog/2019/8/9/louis-meyer-a-heart-for-jewish-missions
[15] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[16] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://jewinthepew.org/2016/04/11/12-april-1932-jews-for-jesus-founder-moishe-rosen-born-otdimjh/
[17] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/05/20/AR2010052005115.html
[18] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://stephensizer.com/wp-content/uploads/2016/08/jewsforjesus.htm
[19] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[20] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://news.kehila.org/community-spotlight-meet-david-martha-stern/
[21] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://mdharrismd.com/wp-content/uploads/2016/10/book-review-messianic-judaism.pdf
[22] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.kesherjournal.com/article/a-response-by-david-h-stern/
[23] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[24] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[25] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[26] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[27] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[28] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[29] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.sidroth.org/articles/israel-turning-point-election/
[30] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[31] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[32] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.sidroth.org/articles/israel-turning-point-election/
[33] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://mycharisma.com/spiritled-living/sid-roth-predicts-trump-will-be-a-2-term-president/
[34] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.allmusic.com/artist/joel-chernoff-mn0002158201#biography
[35] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.oneforisrael.org/bible-based-teaching-from-israel/messianic-judaism-messianic-jews/
[36] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://chosenpeople.com/a-history-of-messianic-jewish-music/
[37] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
http://writersrest.blogspot.com/2011/02/like-gospel-music-meet-my-favorite_14.html
[38] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[39] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[40] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[41] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[42] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.amazon.com/Harbinger-Ancient-Mystery-Secret-Americas/dp/161638610X
[43] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.barnesandnoble.com/w/the-harbinger-jonathan-cahn/1104145952
[44] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.allamericanspeakers.com/celebritytalentbios/Jonathan+Cahn/401861
[45] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[46] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[47] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://nz.news.yahoo.com/maga-messianic-rabbi-blames-hamas-140000830.html?guccounter=1
[48] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[49] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://charismanews.com/news/jonathan-cahn-what-trumps-win-means-for-america/
[50] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[51] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
https://www.creators.com/read/wayne-allyn-root/08/23/donald-trump-is-the-chosen-one
[52] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[53] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[54] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
http://freestudents.blogspot.com/2008/05/libertarian-party-1972-2008-rest-in.html
[55] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[56] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
[57] Fonte utilizada por Jose Alberto
Nino:
Protestant Conversos
Are Important in the Evangelical Protestant Movement and Remain Strongly
Pro-Israel, Jose Alberto Nino, 02 de agosto de 2025, The Occidental Observer.
Sobre o autor: José
Alberto Niño tem formação acadêmica com Bacharelado em Ciência Política e
Governo pela University of Texas em Austin (2009-2013), Mestrado em Estratégia
Internacional e Política Comercial, Universidade do Chile (2014-2016).
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Relacionado, leia também:
Sionismo, Cripto-Judaísmo e a farsa bíblica - parte 1 - por Laurent Guyénot (as demais partes na sequência do próprio artigo)
O peso da tradição: por que o judaísmo não é como outras religiões - por Mark Weber
O truque do diabo: desmascarando o Deus de Israel - Por Laurent Guyénot - parte 1 (Parte 2 na sequência do próprio artigo)
{Israel, lobby sionista e fanatismo} Abolição da Primeira Emenda - por Christopher Hedges
Sobre o sionismo:
{18 verdades diretas sobre Israel} - Quiz Rápido sobre o Oriente Médio Por Charley Reese
A América já tem perdido a guerra com o Irã - por Greg Johnson
Táticas do Lobby Judaico na Supressão da Liberdade de Expressão - por Tony Martin
A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges
Relacionado, leia também sobre a questão judaica, sionismo e seus interesses globais ver, incluindo a Palestina:
Quem são os Palestinos? - por Sami Hadawi
Palestina: Liberdade e Justiça - por Samuel Edward Konkin III
Libertando a América de Israel - por Paul Findley
Deus, os judeus e nós – Um Contrato Civilizacional Enganoso - por Laurent Guyénot
A Psicopatia Bíblica de Israel - por Laurent Guyénot
Desde há dois anos {da incursão do Hamas sobre Israel em 07 de outubro} - por Israel Shamir
Israel como Um Homem: Uma Teoria do Poder Judaico - parte 1 - por Laurent Guyénot (Demais partes na sequência do próprio artigo)
Congresso Mundial Judaico: Bilionários, Oligarcas, e influenciadores - Por Alison Weir
Historiadores israelenses expõem o mito do nascimento de Israel - por Rachelle Marshall
Genocídio em Gaza - por John J. Mearsheimer
{Retrospectiva 2023 - Genocídio em Gaza} - Morte e destruição em Gaza - por John J. Mearsheimer
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Crimes de Guerra e Atrocidades-embustes no Conflito Israel/Gaza - por Ron Keeva Unz
A cultura do engano de Israel - por Christopher Hedges
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“Grande Israel”: O Plano Sionista para o Oriente Médio O infame "Plano Oded Yinon". - Por Israel Shahak - parte 1 - apresentação por Michel Chossudovsky (demais partes na sequência do próprio artigo)
Conversa direta sobre o sionismo - o que o nacionalismo judaico significa - Por Mark Weber
Judeus: Uma comunidade religiosa, um povo ou uma raça? por Mark Weber
Controvérsia de Sião - por Knud Bjeld Eriksen
Sionismo e judeus americanos - por Alfred M. Lilienthal
Por trás da Declaração de Balfour A penhora britânica da Grande Guerra ao Lord Rothschild - parte 1 - Por Robert John {as demais 5 partes seguem na sequência}
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