quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Dresden: Morte vinda de cima - por Tomislav Sunić

 

Tomislav Sunić


O que se segue abaixo é a tradução em inglês do meu discurso em alemão, que eu deveria fazer em 13 de fevereiro de 2013, por volta das 19h, no centro de Dresden. A comemoração das vítimas de Dresden em 13 de fevereiro de 1945 foi organizada pelo “Aktionsbündnis gegen das Vergessen[1] (comitê de ação contra o esquecimento), deputados do NPD e autoridades da assembleia estadual[2] local em Dresden. Havia 3.000 manifestantes antifa de esquerda. A cidade estava sitiada, isolada em seções por 4.000 policiais de choque. A maior parte dos participantes nacionalistas, aproximadamente 1.000, que haviam chegado anteriormente à estação central, foram separados e impedidos de se juntar ao nosso grupo no local original da reunião. Por volta das 23h, quando o evento estava praticamente encerrado, a polícia de choque permitiu que nosso pequeno grupo de organizadores e palestrantes marchasse pelas barricadas até a estação central. Éramos aproximadamente 40 — a maioria oficiais locais do NPD. Em 14 de fevereiro, enquanto ainda estava em Dresden, eu forneci mais informações como convidado no programa de rádio RBN de Deanna Spingola: Hour 1, Hour 2.[3]

 

Melhoria Humana pelo Bombardeio Terrorista

Dresden é somente um único símbolo do crime Aliado, um símbolo discutido involuntariamente pelos políticos estabelecidos. A destruição de Dresden e suas vítimas são banalizadas na historiografia convencional e retratadas como “danos colaterais na luta contra o mal absoluto — o fascismo.” O problema, contudo, está no fato de que não houve apenas um bombardeio de uma Dresden, mas também muitos bombardeios de inúmeras outras Dresdens em todos os cantos da Alemanha e em todas as partes da Europa. A topografia da morte, marcada pelos antifascistas, é uma questão muito problemática para seus descendentes, de fato.

Na “luta pela memória histórica” de hoje, nem todas as vítimas têm direito aos mesmos direitos. Algumas vitimizações devem ser as primeiras da lista, enquanto outras estão destinadas ao oblívio. Nossos políticos estabelecidos estão em pé de guerra quando se trata de erguer monumentos para povos e tribos, especialmente aqueles que já foram vítimas dos europeus. Um número crescente de dias de comemoração, um número crescente de dias de compensação financeira aparecem em nossos calendários de parede. Uns sobre os outros, os políticos estabelecidos europeu e americano prestam homenagem às vítimas não europeias. Raramente, quase nunca, eles comemoram as vítimas de seus próprios povos que sofreram sob os melhoradores comunistas e liberais do mundo. Os europeus e especialmente os alemães são vistos como perpetradores malignos, que são, portanto, obrigados a rituais perpétuos de expiação.

Dresden não é apenas uma cidade alemã, ou o símbolo de um destino alemão. Dresden também é o símbolo universal de inúmeras cidades alemãs e europeias, croatas, húngaras, italianas, belgas e francesas que foram bombardeadas pelos Aliados Ocidentais, ou para o que importa, que foram plenamente bombardeadas. O que me conecta a Dresden me conecta também a Lisieux, um lugar de peregrinação na França, bombardeado pelos Aliados em junho de 1944; também a Monte Cassino, um lugar de peregrinação italiano, bombardeado pelos Aliados em fevereiro de 1944. Em 10 de junho de 1944, em Lisieux, uma pequena cidade que havia sido dedicada a Santa Teresa, 1.200 pessoas foram mortas, o mosteiro beneditino foi completamente queimado, com 20 freiras nele. Enumerar uma lista das cidades culturais europeias bombardeadas exigiria uma biblioteca inteira — desde que esta biblioteca não fosse novamente bombardeada pelos melhoradores do mundo. Desde que os livros e os documentos dentro dela não estejam confiscados.

Na França, durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 70.000 civis encontraram a morte[4] sob as bombas democráticas anglo-americanas, o número relutantemente mencionado pelos historiadores estabelecidos. De 1941 a 1944, 600.000 toneladas de bombas foram lançadas na França; 90.000 prédios e casas foram destruídos.

Os políticos estabelecidos frequentemente usam a palavra “cultura” e “multicultura”. Mas seus antecessores militares se destacaram na destruição de diferentes locais culturais europeus. Igrejas e museus europeus tiveram que ser destruídos, tendo em vista que esses lugares não podiam ser atribuídos à categoria de cultura humana. Mais ao sul, em Viena, em março de 1945, o Burgtheater foi atingido pelos bombardeiros americanos; mais a oeste, no norte da Itália, a ópera La Scala em Milão foi bombardeada, assim como centenas de bibliotecas por toda a Europa Central. Mais ao sul, na Croácia, as antigas cidades de Zadar e Split foram bombardeadas em 1944 pelos melhoristas do mundo ocidental e esse panorama de horror não teve fim. A cidade cultural croata Zadar, na costa do Adriático, foi bombardeada pelos Aliados em 1943 e 1944. Políticos e turistas alemães frequentemente passam férias na costa croata; no entanto, ao longo da costa, há muitas valas comuns de soldados alemães. Na ilha croata de Rab, onde os nudistas alemães gostam de se divertir, há uma desproporcionalmente enorme vala comum[5] contendo os ossos de centenas de alemães que foram assassinados pelos iugo-comunistas. Diplomatas alemães na Croácia não demonstraram nenhum esforço para construir monumentos para aqueles soldados martirizados.

Recentemente, a chamada comunidade democrática demonstrou grande preocupação com a limpeza étnica e a destruição na antiga Iugoslávia. Também estava bastante ocupada em levar os perpetradores iugoslavos e sérvios à justiça no tribunal de Haia. Mas esses perpetradores sérvios e iugoslavos já tinham um modelo perfeito em predecessores comunistas e em seus aliados anglo-americanos. No final de 1944 e início de 1945, houve limpezas étnicas massivas de alemães nas áreas comunistas iugoslavas. Em maio de 1945, centenas de milhares de croatas em fuga, a maioria civis, renderam-se às autoridades aliadas inglesas perto de Klagenfurt, no sul da Caríntia, apenas para serem entregues[6] nos dias seguintes aos bandidos perversos comunistas iugoslavos.

Eu poderia falar por horas sobre os milhões de alemães[7] deslocados da Silésia, Pomerânia, Sudetos e região do Danúbio. Em vista do fato de que essas vítimas não se enquadram na categoria de perpetradores comunistas, por enquanto não vou atribuí-las aos melhoradores do mundo ocidental. Em retrospectiva, porém, podemos observar que os melhoradores do mundo ocidental nunca teriam sido capazes de completar seu trabalho de melhoria do mundo sem a ajuda dos bandidos perversos comunistas, os chamados antifascistas. Claramente, a maior migração em massa na história europeia, da Europa Central e Oriental, foi obra dos comunistas e do Exército Vermelho[8], mas nunca teriam seus crimes gigantescos contra os civis alemães e outras nações da Europa Central ocorridos sem a ajuda deliberada dos melhoradores do mundo ocidental. Bem, ainda estamos lidando com padrões duplos ao comemorar os mortos da Segunda Guerra Mundial.

O que estava passando pela mente daqueles que melhoravam o mundo durante os bombardeios de cidades europeias? Aqueles pilotos democráticos tinham boa consciência porque sentiam sinceramente que tinham que executar uma missão democrática ordenada por Deus. Suas missões de destruição eram conduzidas em nome dos direitos humanos, da tolerância e da paz mundial. De acordo com suas atitudes messiânicas, lá embaixo e abaixo na Europa Central — sem mencionar aqui em Dresden — não viviam seres humanos, mas uma variedade peculiar de monstros sem cultura. Consequentemente, para permanecerem fiéis ao seu dogma democrático, aqueles samaritanos aerotransportados sempre tiveram boa consciência para bombardear os monstros abaixo.


{A cidade alemã de Dresden após o bombardeio dos Aliados em 1945}

Como o grande estudioso alemão de direito internacional, Carl Schmitt, nos ensinou, há um problema perigoso com o direito internacional moderno e a ideologia dos direitos humanos. Assim que alguém declara seu oponente militar um “monstro” ou “um inseto”, os direitos humanos deixam de se aplicar a ele. Este é o principal componente do Sistema moderno. Da mesma forma, assim que algum intelectual europeu, ou um acadêmico, ou um jornalista expressa criticamente dúvidas sobre os mitos do Sistema, ele corre o risco de ser rotulado como um “radical de direita”, “um fascista” ou “um monstro”. Como um monstro, ele não é mais humano e, portanto, não pode ter direito legal à proteção da ideologia dos direitos humanos. Ele é condenado ao ostracismo e profissionalmente calado. O Sistema se gaba hoje de sua tolerância para com todas as pessoas e todas as nações da Terra, mas não para com aqueles que são inicialmente rotulados como monstros ou extremistas de direita, ou fundamentalistas. Aos olhos dos melhoradores do mundo, os civis alemães que estavam neste local em fevereiro de 1945 não eram humanos, mas um tipo bizarro de inseto que precisava ser aniquilado junto com sua cultura material. Tal mentalidade encontramos hoje entre os benfeitores do mundo, especialmente em seu engajamento militar no Iraque ou Afeganistão.

Nós somos frequentemente criticados por exagerar as vítimas de Dresden para banalizar os crimes fascistas. Isso é um absurdo. Essa tese pode ser facilmente revertida. Os historiadores e formadores de opinião do estabelecidos, 70 anos após a guerra, precisam renovar para sempre o perigo fascista para encobrir seus próprios fracassos econômicos catastróficos e seus próprios crimes de guerra.

Além disso, os historiadores estabelecidos não desejam nos dizer que cada vitimização no Sistema multicultural é propensa a conflitos; cada vitimização insiste em sua própria singularidade e prospera às custas de outras vitimizações. Isso apenas aponta para a fraqueza do Sistema multicultural, levando, em última análise, à balcanização, à guerra civil e ao colapso do Sistema. Um exemplo: a atual atmosfera vitimológica no Sistema multicultural de hoje leva cada tribo, cada comunidade e cada imigrante não europeu a acreditar que apenas sua vitimização é importante e única. Este é um fenômeno perigoso porque cada vitimização está em competição com a vitimização do Outro. Essa mentalidade de vitimização não conduz à paz. Ela leva à violência multiétnica e torna o conflito futuro inevitável.

Com a atual banalização e negação dos crimes liberais-comunistas contra o povo alemão, infligidos antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial, não pode haver clima de compreensão mútua e reconciliação, mas apenas uma atmosfera de falsos mitos e vitimizações conflitantes, por meio das quais cada pessoa e cada tribo se concebe como uma vítima de seu respectivo vizinho.

O exemplo clássico é novamente o colapso do antigo estado da Iugoslávia, um estado artificial no qual, por cinquenta anos, diferentes povos foram vítimas de historiadores e propaganda comunistas, com o povo croata sendo demonizado como uma “nação nazista”. Em 1991, após o fim do comunismo, o resultado não foi um entendimento interétnico mútuo, mas ódio mútuo e uma guerra terrível na qual cada lado chamou o outro de “fascista”. O que nos espera em breve aqui na U.E. {União Europeia} não é uma utopia exótica e multicultural, mas um ciclo balcânico de violência e guerras civis.

Caros senhores e senhoras, caros amigos. Não caiamos como presas de ilusões. Dresden deve servir como um sinal de alerta contra todas as guerras, bem como um lugar para comemorar as vítimas inocentes. Mas Dresden pode se tornar amanhã um símbolo de catástrofes titânicas. O que nos espera nos próximos anos, já podemos imaginar. Alguns de vocês, alguns de nós, com uma memória histórica mais longa, sabem bem que um mundo chegou ao fim. A era do liberalismo está morta há muito tempo. Os tempos que se aproximam serão ruins. Mas esses tempos chegando e que se aproximam oferecem a todos nós uma chance.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


[2] Fonte utilizada por Tomislav Sunić:

https://www.npd-dresden.de/

[7] Fonte utilizada por Tomislav Sunić: Alfred-Maurice de Zayas, A Terrible Revenge: The Ethnic Cleansing of the East European Germans.

https://www.librarything.com/author/zayasalfredmauricede

[8] Fonte utilizada por Tomislav Sunić: James Bacque, Crimes and Mercies: The Fate of German Civilians Under Allied Occupation, 1944-50.

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Relacionado, leia também: 

AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER - OU “PEQUENOS DETALHES” - parte 1 - por Roger Dommergue Polacco de Menasce (Demais partes na sequência do próprio artigo)










Migrantes: intervenções “humanitárias” geralmente fazem as coisas piores – Entrevista com Alain de Benoist

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A noção de diversidade racial na academia alemã e na legislação nacionalsocialista - parte 1 - Por Tomislav Sunić

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sábado, 8 de fevereiro de 2025

Correspondência não respondida {pela revista Panorama - The Television Magazine (10 de novembro de 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 5 por David McCalden

 

David McCalden


{Introdução por Mykel Alexander: Abaixo segue continuação da polêmica sobre o artigo (The men who whitewash Hitler, New Statesman de 2 de novembro de 1979) de Gitta Sereny, celebrada escritora judia da segunda metade do século XX, e que foi confrontado com cartas de três autores revisionistas (Dr. Arthur R. Butz, Richard Verrall e Dr. Robert Faurisson.

As mencionadas cartas com os argumentos revisionistas não foram publicadas pelo New Statesman, e também Bruce Page, então o editor do New Statesman preferiu evadir-se da própria polêmica do assunto em questão, sem enfrentá-la em suas questões centrais.

Para ler o artigo de Gitta Sereny ver: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Para ler a carta nº 1 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz 

Para ler a carta nº 2 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 2 - por Richard Verrall 

Para ler a carta nº 3 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) – parte 3 – por Robert Faurisson 

Para ler a carta adicional de Richard Verrall ver: Carta para o New Statesman a partir do editor do Spearhead - Por Richard Verrall .                            

 

É preciso registrar que os argumentos revisionistas colocados abaixo incluem apenas as cartas datadas até 1980, excluindo os estudos posteriores do próprio Robert Faurisson, bem como os de Carlo Mattogno e como os de Germar Rudolf, os quais acumulam evidencias e refutações em sua maioria irrefutáveis. Ver especialmente as publicações da série Holocaust Handbooks: https://holocausthandbooks.com/ }

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Departamento de Letras

Panorama {The Television Magazine}

P.O. Caixa 950

Wayne, PA 19087

10 de novembro de 1980

Cavalheiros:

            Eu estou espantosamente impressionado com a candidez com que William L. Shirer escreve sobre filmes de TV da Segunda Guerra Mundial. (“The Nazis are Coming! The Nazis are Coming!” Novembro de 1980).

Na verdade, ele descreve os nazistas como “os caras maus/bandidos” e os americanos como “caras bons/mocinhos” no mesmo estilo de recorte de papelão bidimensional que tem sido a maldição do drama televisivo desde seu início. Em seu desejo histérico e paranóico de estereotipar as dramatis personae, ele cambaleia para uma terminologia que seria risível se estivesse em qualquer outro contexto: “fascínio pelo mal”, “gênio do mal”, “monstrous”, “barbárie”", “bando de rufiões”, etc. etc.

Por que é que os espectadores podem ver todos os lados; todos os pontos de vista; todas as perspectivas, em todas as guerras da história, com exceção de uma: a Segunda Guerra Mundial? Por que nós ainda afirmamos que esta foi a única guerra travada que teve “caras maus/bandidos” de um lado e “caras bons/mocinhos” do outro? “Monstros” e “Santos”? “Mal” e “Bom”? “Caras de chapéu preto” e “Caras de chapéu branco”? Esta é a soma total da capacidade educacional da televisão? A TV se tornou tão simplista que tem que lidar perpetuamente com pessoas rotuladas?

A escassa atenção de Shirer aos fatos também é um mau presságio para nós. Agora nos dizem que os nazistas mataram “seis milhões de judeus e seis milhões de eslavos”. Dizem-nos que Hitler tinha “apenas um amigo próximo, Ernst Roehm”. Eu receio que o Sr. Shirer tenha permitido que sua licença poética fugisse com sua precisão histórica.

{Autor de uma das mais populares obras (ASCENSÃO E QUEDA DO TERCEIRO REICH, 4 volumes) sobre o regime de Adolf Hitler, o jornalista judeu William L. Shirer (1904-1993) não verteu em sua obra os fatos e intensificou o sentimentalismo, prolongando o teor de propaganda aliada e do judaísmo internacional da Segunda Guerra Mundial e do pré-Segunda Guerra Mundial.}


Onde, em qualquer um desses filmes, há alguma atenção dada aos fatos? Ao lidar com o remake de “Anne Frank”, por que o Sr. Shirer não nos diz que os tribunais alemães decidiram agora que o “Diário” é uma farsa, conforme relatado no New York Post em 9 de outubro de 1980? Ao lidar com os “extermínios”, por que ele não nos diz que uma série de especialistas acadêmicos e forenses, como Dr. Arthur Butz (Universidade Northwestern), Dr. Robert Faurisson (Universidade de Lyon), John Bennett (Conselho das Liberdades Civis de Victoria, Austrália), declararam que as “câmaras de gás” são uma ficção? Por que ele não nos diz que até mesmo especialistas em “Holocausto”, como Gitta Sereny, admitem que “Auschwitz não era um centro de extermínio” (New Statesman, 2 de novembro de 1979)? 

Eu devo admitir com alguma satisfação que a geração mais jovem, pelo menos, não está sendo enganada por essa caricatura histórica. Nossos jovens geralmente são mais hábeis do que pensamos em diferenciar entre encenação de sala de jogos (“caras maus/bandidos vs. caras bons/mocinhos”) e realidade (homem vs. homem).

Sinceramente,

Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}

Tradução e palvras entre chaves por Mykel Alexander

Fonte: Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}, Unanswered Correspondence, The Journal for Historical Review, outono de 1981, volume 2, número 3, páginas 201-202.

https://ihr.org/journal/v02p197_butz

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Correspondência não respondida {pela mídia – HomeNews (13 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 3 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – West Palm Beach Post (15 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 2 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – New Statesman – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 1 por David McCalden

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


terça-feira, 28 de janeiro de 2025

AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER - OU “PEQUENOS DETALHES” - parte 3 - por Roger Dommergue Polacco de Menasce

 Continuação de AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER - OU “PEQUENOS DETALHES” - parte 2 - por Roger Dommergue Polacco de Menasce


Roger Dommergue Polacco de Menasce (1923-2013)


A VERDADEIRA CAUSA DA GUERRA

Quem era Hitler?

Sabemos que em 1917 os banqueiros judeus-americanos Warburg, Schiff, Loeb, Hammer e outros financiaram a equipe bolchevista-judia que fez a revolução russa. Este processo de financiamento tem se perpetuado até os nossos dias, sem solução de continuidade (ver os artigos no Le Point e L'Express sobre o multimilionário vermelho Hammer).

Igualmente temos afirmado que sob o estalinismo, cinquenta judeus, verdugos carcerários, especialistas em campos de concentração e de trabalhos forçados, exterminaram dezenas de milhões de goiym (não-judeus), conforme testemunha especialmente Soljenitsyn no volume II de seu Arquipélago Gulag.

Em 1918 a Alemanha foi estrangulada pelo Tratado de Versailles: foi este fato que despertou a vocação de Hitler.

Queria libertar seu país e o mundo da ditadura do dólar, que tem reduzido todos os países à servidão, esmagando-os sob o peso de dívidas monstruosas. Foi derrotado pelo poder judaico hammero-marxista que lhe declarou guerra aberta desde 1933, conforme testemunha formalmente a imprensa dos Estados Unidos. Desde 1933, com efeito, numerosos periódicos americanos testemunharam que os judeus estavam em guerra com Hitler. (Um livro bem conhecido tem inclusive preconizado o genocídio dos alemães: quem quiser se informar mais, consulte os documentos de Robert Faurisson).

Já citamos o fato de que a partir da ocupação da Europa pelos russos e americanos, os alemães foram massacrados e violentados, ao passo que as tropas alemãs em países inimigos tinha por regra absoluta não violentar, sob pena dos castigos mais severos.

A GUERRA FOI DECLARADA A HITLER PORQUE ESTE QUIS INSTAURAR UMA NOVA ORDEM ECONÔMICA, DA QUAL SERIA RADICALMENTE APAGADA A ESPECULAÇÃO JUDAICA.

Aí, como já afirmamos, está a verdadeira causa da guerra.

Oficialmente fez-se guerra contra ele porque queria o território alemão de Dantzig e a Posnânia, onde os alemães eram maltratados e inclusive assassinados, além do fato da Áustria, que queria unir-se ao Reich.

A Alemanha não possuía nenhum império colonial, enquanto os Estados Unidos há muito tempo impunham a sua hegemonia mundial e a Inglaterra possuía “um império no qual nunca se punha o sol”, enquanto terras de língua e etnia alemãs estavam integradas em países estrangeiros. Era o caso dos Sudetos da Checoslováquia, cujo governo maçônico era uma autêntica espinha encravada no corpo do III Reich.

Este foi seu crime, analisado por um homem honrado, apesar de ser judeu, como eu mesmo. Porém quando Stalin estava na Polônia oriental e executou todos os oficiais poloneses com uma bala na nuca e em barcos afundados por sua ordem no mar Antártico, a presunçosa consciência internacional, esta prodigiosa prostituta, a qual nunca vi choramingar por ninguém que não fosse de suas relações, roncava, provavelmente para não ouvir o ruído das balas.

Nunca ouvi um único presidente da Liga dos Direitos Humanos manifestar-se repetitivamente contra aquele crime de lesa-humanidade, os mesmos que não cansam suas vozes para chorar a respeito de seis milhões das câmaras de gás. Por outro lado, a aritmética dos Direitos Humanos é muito simples: os 60 milhões dos quais ninguém fala nada, exterminados por Kaganovich e demais companheiros, são inferiores aos tão lembrados seis milhões das câmaras de gás exterminados por Hitler!

Este postulado absurdo resume a paranóia política destes últimos cinquenta anos.

 

UMA REPÚBLICA DE WEIMAR PLANETÁRIA

Henri Bergson, filósofo judeu, advertiu os judeus alemães em 1921. Disse-lhes que seu número era desproporcional e que sua potência amoral e assintética era perigosa para eles mesmos. Se não mudassem de comportamento lhes dizia iriam desencadear uma onda de ódio contra si. Isto, doze anos antes do advento do nazismo.

Baruk, o psiquiatra, me afirmava que Hitler havia sido o instrumento de Deus para castigar os pecados dos judeus “que não eram mais judeus” (‘Freud e Marx não são judeus’, dizia).

Me recordo sempre da atitude dos alemães frente a este filósofo judeu durante a ocupação. Os alemães sabiam reconhecer os valores, inclusive entre os judeus e eu não duvido que meu “espírito de síntese” me teria valido o título de “Ariano Honorífico”. Sob a República de Weimar tudo estava podre. Os judeus manipulavam tudo. É um fato incontestável.

Na atualidade o fenômeno é o mesmo porém infinitamente agravado, uma vez que a República de Weimar tem, a partir de agora, a dimensão do planeta!

Não me pareceu muito bonito da parte de vocês não terem convidado Thibon, Rougier ou a mim mesmo para participar daquele programa radiofônico. Mesmo Bardèche (Maurice, um dos pioneiros mundiais do revisionismo. N. do T.) não foi convidado, mesmo sabendo que não arriscariam nada pois está proibido e seria esmagado pelas leis Pleven e Marchandeau (leis inacreditáveis e incrivelmente arbitrárias para um país que se declara “democrático”: decretam que é proibido duvidar do “holocausto”!... N. do T.). Pessoalmente estas leis me são indiferentes porque não existe nenhuma lei que eu saiba que proíba a um judeu ou a um patagão dizer o que pensa a respeito dos seus congêneres frente à realidade fulgurante dos fatos.

Havia então seis milhões de desempregados aos quais Hitler deu trabalho. Quando vemos a horrível degeneração biotipológica dos usuários de calças blue jeans na França, nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha, sente-se um aperto no coração ao constatar que o único que havia quase conseguido extirpar a podridão de seu país é tratado como criminosos, perseguido 50 anos depois da sua morte (inaudito!) ao passo que os que reduziram o homem ao estado de primata através da ignorância fundamental das leis da natureza, possuem todos os recursos das finanças, dos governos, dos meios de comunicação...

E me vem ao espírito esta frase de Nietzsche: “A história de Israel é típica e não desperdiça nada no concernente à desnaturalização dos valores naturais. Os judeus têm um interesse vital em tornar doente a humanidade, a subverter num sentido perigoso e caluniador a noção do bem e do mal, da verdade e da mentira”.

A televisão, a imprensa nos provêem de enxurradas de exemplos do que nos disse Nietzsche. Georges Steiner vai ainda mais longe no Capítulo XVIII de “A volta de A.H.”. É de uma perfeição absoluta: tudo está ali dito. E em alguma parte no transcurso de seu livro, encontra-se este supremo resumo da história judaica: “Desde há quinhentos anos falamos demasiado, palavras de morte para nós e para os demais”...

 

PRESSUPOSTOS PARA UM DIÁLOGO SOBRE REVISIONISMO

Havia na Alemanha um Parlamento eleito pela nação. Hitler fazia referendos que provavam que milhões de alemães estavam a seu lado. Os seis milhões de desempregados encontraram sua verdadeira liberdade e dignidade humana num trabalho feliz. Jamais um operário europeu havia encontrado antes de 1940 (interrogai os alemães desta geração, a minha) melhores condições de vida que as do III Reich: alojamentos decentes, magníficas bibliotecas, equipamentos de higiene e segurança ultramodernos. Na mesma época, milhões de operários franceses e belgas comprometiam definitivamente seus pulmões em fábricas industriais e alojavam suas famílias em casas insalubres, quando não eram pardieiros imundos. As fábricas do III Reich possuíam jardins para descanso, piscinas e seus operários libertos da tirania dos políticos e dos sindicatos. Tinham a seguridade social melhor do mundo e férias pagas.

A família alemã se converteu numa célula da sociedade enquanto agora, encontra-se completamente destruída neste mundo democrático de 1988. A mulher tinha o direito de ocupar-se com seus filhos, com sua família, e com sua casa. Atualmente sabemos que todos os meninos que se apresentam perante os tribunais provêm de pais separados, ou de famílias na qual a mãe trabalha intensivamente fora do lar. As crianças estavam totalmente preservadas da degeneração, da droga, da pornografia, do terrorismo, do suicídio, onde atualmente se encontram submersos pelos direitos humanos da “circuncisocracia” (não falo “judeucracia” porque ressalvo que toda especulação ao estilo Rothschild-Marx-Freud- Einstein-Picassiana é considerada herética e criminosa ante a Thorá). Ser mãe de numerosos filhos era uma honra e não um pesado fardo. Hoje os imigrantes vivem tranquilamente por toda a França, violentando, roubando, vendendo droga, inclusive nas escolas, enquanto nossas adolescentes tomam uma pílula patogênica, cancerígena, teratogênica...

A natalidade alemã chegou a um milhão e oitocentas mil almas enquanto a natalidade francesa não era mais que 600 mil. Hitler concebeu o “cascudo” Volkswagen, que era o carro mais popular da Europa e que vemos ainda hoje por todos os lados: e já se converteu inclusive em “estrela” de filmes!

O operário se sentia respeitado, e os seis milhões de comunistas alemães se converteram em suportes para a política do Führer. A reforma moral e social que Hitler realizou em alguns poucos anos, libertando seu povo de todos os condicionamentos liberal-bolchevistas, foi inaudita.

Qualquer um, com boa fé, que estude este problema, concordará comigo. Somente os condicionamentos, a má fé podem negar esta verdade evidente para todos.

Para compreender bem, tem-se que estudar o que Hitler pretendeu fazer e o que fez: ter lido o Mein Kampf e O Mito do Século XX, de Rosenberg; constatar a putrefação totalmente judaica destes cinquenta últimos anos de história. De outra maneira é impossível qualquer diálogo sobre o nazismo com quem não possua esta síntese elementar de informações, à qual deve-se juntar o estudo dos trabalhos dos historiadores revisionistas os quais, por sua vez, desmistificam principalmente a incrível histeria e má fé que suscita o tema dos “seis milhões das câmaras de gás”.

Me lembro, que justo antes da guerra, qualquer um podia deixar sua bicicleta apoiada contra uma parede na Alemanha, sem a mínima preocupação ou uso de correntes. Ao voltar, à noite, a mesma continuava lá, incólume.

Ninguém a havia roubado. Ai de quem tentar deixar hoje seu carro mesmo chaveado em algum lugar, nalguma cidade italiana, por exemplo, e verá o que lhe acontece!

O Papa condenou o nazismo na encíclica “Mit Brennender Sorge”. Quais são os motivos de acusação para o pronunciamento desta condenação?

Apostasia orgulhosa de Jesus Cristo, negação de sua doutrina e de sua obra redentora, culto da força, idolatria da raça e do sangue, opressão da liberdade e da dignidade humana...

Como interpretar estas acusações?

Certamente que o nacional-socialismo não acreditava na doutrina cristã. A moral eterna lhe parecia desnaturada pela doutrina evangélica que vem pervertendo a noção de caridade e honra e entregando os homens à especulação judia e atéia, à falta de expressão dos débeis e culminando com o extermínio dos gênios.

A Redenção lhe parecia a mais absurda das teorias porque o homem nunca foi tão perverso e regressivo como nestes últimos dois mil anos. Consumaram-se em nome de Cristo os piores extermínios sanguinários, desconhecidos sob o paganismo. Por outro lado, os Evangelhos ignoram totalmente a noção racista, que nos foi legada pelos que não pertencem a nenhuma raça e a nenhuma etnia: os judeus.

Hitler professava o culto à força moral e espiritual e não a força bruta, a qual execrava.

Ele pretendeu ressaltar o conceito de proteção étnica da raça branca, o que se constituía num reflexo de defesa ante o assombroso racismo judeu que persiste há mais de cinco mil anos.

E quanto à liberdade e à dignidade, ele as devolveu a todo seu povo, que estava reconhecido por isso.

É necessário ver nos filmes da época o radiante olhar dos jovens alemães, que haviam reencontrado o ideal, a dignidade e um objetivo. Na realidade, tudo que consta na encíclica “Mit Brennende Sorge” não concerne ao nazismo, mas total e absolutamente ao comunismo.

Por outro lado, Pio XII não foi consciente do afirmado na encíclica quando disse: “A Alemanha luta por seus amigos e por seus inimigos, pois se o fronte do Leste cair, a sorte do Ocidente estará selada”.

***

 

Os nazistas, em absoluto, desonraram a humanidade: todos os meus congêneres conscientes da ação mundial dos judeus desde a revolução e em particular no século XX, estarão de acordo comigo, se tiverem boa fé. Os que mentem a respeito de Hitler, apoiando-se na insuficiência mental da maioria das pessoas, se desonram. São a causa de milhões de mortos e milhares de desgraças. Além disso têm de afirmar e reafirmar, através de seus meios de comunicação, a eterna “jeremiada auschwitziana”[5], com o fito de continuar extorquindo somas enormes da República Federal da Alemanha (o que a República Democrática Alemã comunista não paga)[6], reforçando sua hegemonia sobre o dogma da mestiçagem institucionalizada e sobre seu onipresente e lacrimoso anti-racismo, que não consegue ocultar seu racismo megalomaníaco.

Sem dúvida centenas de milhares de judeus morreram nos campos de concentração[7], na Polônia e Rússia. Porém os célebres “seis milhões das câmaras de gás” permanecem como A MAIS FANTÁSTICA MENTIRA DE TODA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

Acrescentaríamos que, caso esta mentira fosse verdade, não seria mais que um “pequeno detalhe” no qual se encontraria a justificativa para os horrores atuais, evidentíssimos cujo panorama sucinto tenho exposto.

 

SE HEIDEGGER SE CALOU, FOI PORQUE NÃO TINHA NADA A DIZER.

Sabia que o nazismo tinha sido a última oportunidade do homem, porém os cérebros desequilibrados pelo judeo-cartesianismo não compreenderam nada, apesar da evidentíssima evidência.

Na agonia mundial que se seguiu a 1945 foi fuzilado Brasillach (Robert Brasillach, autor, entre outras, da obra “Estória da Guerra Civil Espanhola”. Era cunhado de Maurice Bardèche e seu fuzilamento covarde por parte da “resistência” fez com que Bardèche dedicasse sua vida ao desmascaramento dos verdadeiros objetivos por trás da II Guerra Mundial. É um dos pioneiros do revisionismo mundial e sua obra “Nuremberg, ou la Terre Promise” é um clássico) e os judeus se recusaram a compreendê-lo. E por acaso, Hitler não havia escrito: “O fim último da finança judaica internacional é dissolver as economias nacionais para colocá-las sob sua hegemonia. Posteriormente, por intermédio da vilania das pseudo-democracias, empurrar todos os países em direção ao bolchevismo”?

E mais ainda: “Se os judeus, com sua profissão de fé marxista tomarem as rendas da humanidade, não haverá mais homens sobre o planeta, o qual voltará ao vazio de milhões de anos atrás...”

Para encerrar, quanto aos “pequenos detalhes”, notamos atônitos a maneira ignóbil e perfeitamente antidemocrática como tratam ao professor Robert Faurisson. Ora, se alguém mente sobre um problema rigorosamente aritmético e técnico, é fácil desmascará-lo, com provas, ante um público tão numeroso quanto seja possível!

Em 1950, quando numerosas personalidades comunistas negaram a existência dos gulags soviéticos, não foram levadas perante a justiça, pelo que eu saiba.

Porém hoje, 1988, os gulags e hospitais psiquiátricos soviéticos continuam existindo.

Não ouço nem os historiadores nem os moralistas da alta consciência internacional proferir diariamente escandalizados uivos e gemidos na televisão, como se continuam ouvindo, a respeito de um regime morto há cinquenta anos.

Porém há coisas piores: o Sr. Marchais nos diz que “o comunismo é globalmente positivo”. Isto é negado por todo mundo, inclusive historiadores tão oficiais como a Srª D'Encausse que informou em uma emissão radiofônica que “mesmo que o comunismo tivesse obtido êxito o que não é o caso jamais poderia justificar tantos milhões de cadáveres...”.

Todo mundo sabe que a Ucrânia era o celeiro do mundo ao tempo dos Tzares. Hoje já não produz trigo suficiente para seu próprio consumo.

O Sr. Marchais considerará pois, como “pequenos detalhes”: as limpezas políticas estalinistas; as dezenas de milhões de vítimas de Kaganovich, Frenkel, Yagoda e outros; Beria e seus Gulags; Budapest, Praga, KGB, os boat-people, o Afeganistão...

SEGURAMENTE SÃO PEQUENOS DETALHES!

Sendo eu um judeu, permito-me remeter-me aos meus, uma vez que sua dinâmica é radicalmente preponderante. Escrevi em algum lugar que “não havia a chamada questão judaica, mas sim um problema insolúvel que se chama a estupidez goi (ou não-judeu). Basta ver com que prazer os goiym envergam este uniforme da estupidez internacional: os blue jeans “Levi's”.

Um goi é que deveria fazer, pelos seus, o trabalho que acabo de fazer pelos meus.

Nos explicaria como os goiym fazem sua parte na funesta atividade judaica. Afinal, sem a colaboração dos goiym como poderiam os judeus fazer tudo o que fazem?. Os goiym aceitam passivamente as conseqüências fatais da influência judaica. Acrescente-se a isso tudo a insuficiência mental dos adeptos inconscientes, que tenho encontrado aos magotes nas lojas maçônicas.

Os alemães aparecem para alguns, como de uma ingenuidade congênita; para outros, de uma cumplicidade consciente que os faz mais execráveis que os meus congêneres.

Observai a cúpula dirigente da República Federal da Alemanha, com seu presidente à cabeça, voltando-se com zelo fanático no sentido da servidão espiritual e moral de seu povo.

Contemplai em todo seu horror cômico o espetáculo das eleições americanas, nas quais os candidatos não têm outra coisa que fazer do que dar testemunho de sua servidão incondicional à causa judaica, rivalizando-se em adulações um frente ao outro, visando ganhar as eleições.

Este mundo em perigo, mundo de perversos e cretinos é terrivelmente doloroso de ser contemplado.

 

CONCLUSÃO

Encerrarei dizendo que esta tragédia judaica, que corresponde ao fim de um ciclo tradicional (a idade das trevas), predispõe os judeus a uma superioridade especulativa, analítica e involucionista que põe em evidência as conseqüências psico-hormoniais da circuncisão ao oitavo dia (o primeiro dia dos vinte e um dias seguintes à primeira puberdade).

Não espero que estas evidências sejam admitidas: estamos numa época de total inversão. Mesmo assim senti a imperiosa obrigação de responder a esse programa radiofônico e às opiniões de seus participantes e, particularmente, à conclusão do ingênuo Glucksman, cuja probidade intelectual não ultrapassará jamais os efeitos psíquicos da circuncisão do oitavo dia, a qual determina aquilo que alguns chamam de “a maldição de Israel”, maldição inquebrável desde que Moisés impôs esta mutilação sexual absurda, cujo efeito psico-hormonal está claramente compreendido pelos que perceberam a realidade científica do predomínio do sistema hormonal sobre o sistema nervoso.

O panorama clínico da história e da atualidade nos fornece uma torrente de provas neste sentido.

Estou sempre disposto a escutar e a responder.

Mantenho e continuarei mantendo a disposição de desmascarar meus congêneres, a respeito dos quais Simone Veil dizia: “Não têm nunca esta modesta inteireza, própria da inteligência


Notas:

[5] Frase de efeito do autor, baseada no profeta bíblico Jeremias, autor de “Lamentações”. (N. do T.)

[6] Esta obra é anterior à reunificação alemã. (N. do T.)

[7] Este texto foi escrito antes da liberação dos livros de assentamento de Auschwitz, 1990, pelos russos, os quais confirmam, juntamente com os livros da Cruz Vermelha Internacional, que o total geral de óbitos, em todos os campos, durante todo o período de guerra, foi aproximadamente 300 mil pessoas, de todas as nacionalidades, religiões e raças. (N. do T.)

Fonte: AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER OU “PEQUENOS DETALHES”, por Roger Dommergue Placco de Menasce, REVISÃO EDITORA, Porto Alegre, 1993. Notas e comentários procedem da edição da própria Revisão Editora.

Sobre o autor: Roger Dommergue Polacco de Menasce (1923-2013), acadêmico e pesquisador judeu, nascido na França, obteve doutorado em psicopatologia e foi membro da Faculdade de Medicina de Paris, tendo sido também diretor do Instituto Alexis Carrel de Paris. Desenvolveu trabalhos de medicina natural, pesquisas revisionistas e sobre questão judaica. Entre suas obras estão:

Dossiers secrets du XXI siècle

Auschwitz, le silêncio de Heidegger ou la fin du judéo-cartésianisme  

La poluição médicale concrète et abstrite: chimie et freudisme 

Vers la revie - traité synthétique de santé et médecine naturelle, Institut Dr. Alexis Carrel, Châteauroux, 1987.  

La vérité sur Hitler et le nazisme 

L'Histoire devant l'incontournable question juive, edições Le Styx, Paris-Budapeste.  

Étude psico-fisiologique des dandys romantiques (ou le dandy romantique hyperthyroïdien fisiologique) (sous la direction d'Albeaux Fernet), thèse de doctorat en psychopathologie, Sorbonne, 1971.  

Le martyre et l'holocauste des nègres par les juifs trafiquants esclavagistes 

Vérité et Synthese   

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Recomendado, leia também:

O que é o Holocausto? - lições sobre holocausto - por Germar Rudolf

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

O Primeiro Holocausto – e a Crucificação dos judeus deve parar - parte 1 - Por Olaf Rose (Parte 2 na sequência do próprio artigo)

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

O Mito do extermínio dos judeus – Parte 1.1 {nenhum documento sequer visando o alegado extermínio dos judeus foi jamais encontrado} - por Carlo Mattogno (demais partes na sequência do próprio artigo)


Sobre o revisionismo em geral e o revisionismo do alegado Holocausto ver:

Uma breve introdução ao revisionismo do Holocausto - por Arthur R. Butz

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Definindo evidência - por Germar Rudolf

{Retrospectiva Revisionismo em ação na História} – Tipos e hierarquia de evidências - por Germar Rudolf

Por que o revisionismo do Holocausto? - por Theodore J. O'Keefe

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard


Sobre as alegadas câmaras de gás nazistas homicidas ver:

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

A técnica e a química das ‘câmaras de gás’ de Auschwitz - por Germar Rudolf - Parte 1 - Introdução (demais partes na sequência do próprio artigo)