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sábado, 22 de agosto de 2026

Sobre os Usos da História - por Willis A. Carto

 

Willis A. Carto


(Apresentado na Conferência Revisionista de 1981)

Eu suponho que alguém pode tornar-se bastante pessimista e desanimado diante da maneira como a verdade objetiva é distorcida e escondida para propósitos de interesses políticos e econômicos; mas há uma lição profunda a ser aprendida com esse fato. Não há razão para desânimo se aprendermos, com a musa da História, como ela tem sido perseguida e maltratada durante sua vida eterna.

A distorção da história, quando tomada em seu contexto histórico, certamente não é um fenômeno novo nem recente; é tão antiga quanto a própria linguagem. Como Spengler, Yockey e muitos outros deixam bem claro, não existe — e nunca existiu — uma fronteira definida entre a história como fato e a história como mito. Na verdade, na maioria dos casos, é praticamente impossível determinar onde uma termina e a outra começa.

Hoje, é fácil para nós acreditar, como americanos do século XX, que as ilhas do Japão não foram realmente formadas por gotas caídas da espada do deus do sol; mas observemos o seguinte: é muito mais provável que rejeitemos essa crença não por ela ser inerentemente absurda, mas sim por ser japonesa — e nós não o sermos.

Em outras palavras, é a nossa cultura que condiciona nossas mentes a aceitar ou rejeitar fatos como história ou como mito — e não, em grande parte, os fatos objetivos em si mesmos, e se você tiver alguma dificuldade com esse conceito, pense na descoberta das placas de ouro por Joseph Smith, no milagre de Fátima ou até mesmo no nascimento virginal de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Como cristãos, nós temos nossa própria parcela de fatos históricos que estão sujeitos a dúvidas por parte de outros.

Na luz das necessidades da cultura, nós podemos ver claramente que a história como mito não é, necessariamente, algo ruim em si. O propósito histórico da cultura é proporcionar unidade a um povo, pois a unidade traz estabilidade, ordem e, talvez, progresso. É essencial que um povo concorde quanto a uma interpretação do passado — uma interpretação que, obviamente, deve retratá-lo como admirável, e não desprezível; superior, e não inferior; nobre e corajoso, e não ignóbil e covarde. A história deve ser um espelho de si mesmo; quando não o é, significa que foi distorcida. Assim, da dupla necessidade de possuir uma história e de torná-la uma boa história, os mitos nascem. É um processo tão antigo quanto a própria linguagem.

Então nós podemos ver que a distorção histórica nasce das necessidades da própria cultura. Talvez nós possamos relevar o mito japonês sobre a origem do Japão como uma história inofensiva que — juntamente com toda uma gama de outros mitos — serviu de base para o desenvolvimento do povo japonês e para o florescimento de uma das culturas mais magníficas do mundo. Para o melhor ou para o pior, os mitos históricos japoneses ajudaram a criar o Japão, assim como os mitos cristãos e judaicos ajudaram a criar a Europa e a América que nós conhecemos. O ponto é que nós devemos julgar o mito histórico julgando seus produtos históricos, e não pelo seu conteúdo de fatos objetivos. O qual é outra maneira de dizer que as mentiras históricas são a norma.

Agora que nós temos feito essa observação, por favor note que nós não temos dito, e nós nem dizemos que mentiras, por elas mesmas, são tudo o que se encontra na história. O que nós encontramos é uma mistura de mentira e fato. Por exemplo, nós sabemos o fato objetivo de que Abraham Lincoln está morto. Analisando mais de perto, nós temos motivos para acreditar que ele foi baleado à queima-roupa no Teatro Ford, na noite de 14 de abril de 1865, por John Wilkes Booth. Isso é o que nós sabemos. Nós achamos.

É o que nós não sabemos que preocupa os estudiosos revisionistas. A interpretação ortodoxa desse evento é que Booth era um sulista obstinado que vingou a derrota da Confederação. Talvez seja verdade, mas há um século existem especulações sobre quem mais poderia estar envolvido e — o mais importante de tudo — qual teria sido o verdadeiro motivo, se é que houve outro motivo além do ódio simples e direto de Booth.

Para o propósito da democracia, é bom que Booth continue sendo visto como um “assassino solitário” — e você já ouviu essa frase antes. Assim, uma interpretação mais incisiva do ato não desperta muito interesse no sistema político estabelecido, exceto por permitir especulações ociosas de que Booth não foi morto por seus perseguidores, mas viveu o resto da vida roubando trens sob o pseudônimo de Jesse James.

Ora, não é realmente significativo para o nosso destino se Jesse James era ou não John Wilkes Booth. Tais curiosidades rendem bons livros, filmes e histórias, pois servem mais para entreter do que para instruir. A questão adentra no mítico — e por um lado inofensivo, vale ressaltar, visto que mitos podem ser prejudiciais, inofensivos ou até mesmo benéficos. A dúvida sobre a verdadeira identidade de Booth é aquele tipo de questão enganosa que serve para entreter produtores de Hollywood, cartunistas e historiadores do sistema político estabelecido, mas que carece totalmente de relevância quando nós consideramos os motivos de maior peso que podem ter figurado o evento.

Tem sido sussurrado por muitos anos que o assassinato de Lincoln resultou lucros bilionários para banqueiros determinados a impedir que a emissão de Greenbacks — papel-moeda emitido pelo governo ao custo de nenhum juros para os contribuintes, em vez de cédulas emitidas por bancos privados mediante cobrança de juros — se tornasse uma prática nacional; tal prática teria custado aos banqueiros não apenas lucros monetários, mas também o controle sobre a política econômica e governamental. E eu digo “sussurros” porque a quantidade de livros que levantam questões como essas — em comparação com o volume de livros os quais falham em tais questões, devido ao preconceito do sistema político estabelecido — é infinitesimal.

{O presidente dos EUA Abraham Lincoln (1809-1865) é um exemplo de assassinato em que os contexto mais profundo é evitado de ser abordado, inclusive nas produções de Hollywood, precisamente no que concerne o plano de A. Lincoln de papel moeda sem juros (denominados de Greenbacks), o que desafiava o sistema financeiro internacional, proeminentemente liderado e composto pelo judaísmo internacional, na época, pelas casas bancárias Rothschild, Sassoon, Warburg entre outras tantas, sediadas principalmente em Londres. Trata-se de que tanto Hollywood como o sistema financeiro internacional, ambos controlados pelo judaísmo internacional, não querem que as pessoas compreendam o papel deletério para os povos que tem o sistema financeiro baseado em juros.}

Aqui agora está o ponto central de tudo isso. Uma interpretação da história que atribui o devido e omitido peso ao papel oculto dos banqueiros nos assuntos públicos é totalmente incompatível com o nosso atual sistema, dito “democrático” — o qual, em sua essência, é simplesmente o domínio de um consenso formado por grupos de pressão minoritários e de interesses específicos, e certamente não um governo do povo, pelo povo e para o povo; e os banqueiros desempenham um papel central nessa coalizão. Assim, o mito do “assassino solitário” encaixa-se na democracia, enquanto o mito da “conspiração” ou dos “banqueiros” encaixa-se no populismo; contudo, talvez nunca saibamos qual interpretação representa a verdade objetiva, ou se existe alguma outra interpretação que o seja. Por exemplo, aos olhos dos republicanos abolicionistas — ou “liberais” —, Lincoln era um obstáculo à Reconstrução. Para os comunistas, o assassinato de Lincoln foi, talvez, obra de industriais do Norte que o viam como um entrave aos seus planos de reduzir os salários dos trabalhadores. As formas de se utilizar a história são infinitas.

O mito mais difundido e prejudicial da atualidade é, naturalmente, o do chamado “Holocausto” e todas as fábulas a ele associadas. Graças às pesquisas de um pequeno grupo de homens extremamente corajosos — que literalmente arriscaram suas carreiras e vidas para documentar a verdade —, nossa compreensão não apenas da Segunda Guerra Mundial, de suas causas, eventos e desfecho, tem sido aprimorada, mas algo mais: nossa Weltanschauung {visão de mundo} atual difere drasticamente da visão daqueles que não são tão esclarecidos quanto nós. O mito do Holocausto tem beneficiado seus propagadores como poucas mentiras na história têm feito. Nós, contribuintes das nações ocidentais, enviamos quantias incalculáveis ​​de bilhões para Israel por causa desse mito. Os criadores do mito lucraram, ao contrário daqueles que têm sido e estão sendo vitimados por ele. Além do ônus financeiro, um problema ainda mais grave é o perigo constante de uma guerra nuclear, visto que estamos militarmente envolvidos no Oriente Médio apenas para proteger Israel. Talvez este exemplo nos permita ver como as mentiras provocam guerras, pois a culpa por um conflito nuclear no Oriente Médio recairá exclusivamente sobre aqueles que, neste momento, lucram com a mentira do “Holocausto.”

Como o Institute for Historical Review se encaixa nesse cenário? Nosso lugar é certo. Há um vácuo na historiografia que precisa ser preenchido, e é isso que nós estamos fazendo. Nós vemos a história como parte de nossa cultura ocidental — não como uma arma política para fanáticos de minorias, nem como um grito de guerra para políticos ambiciosos, fabricantes de armas e belicistas, nem como algo confinado a uma “torre de marfim” (um compartimento segregado e desconectado de conhecimento arcano). Nós estamos aqui para garantir que aqueles que desejam usar a história para servir aos seus próprios fins egoístas sejam confrontados e refutados por pesquisas acadêmicas; pois nós acreditamos que os melhores, mais úteis e mais duradouros mitos históricos baseiam-se em fatos, não em mentiras.

Como revisionistas, nós compreendemos claramente a importância fundamental do nosso trabalho. As mentiras do passado estão transformando rapidamente o nosso mundo em uma selva, justamente quando nossos cientistas e técnicos estão abrindo um universo de possibilidades infinitamente expandido. O golfo entre o nosso sistema político estabelecido corrupto e em putrefação e a nossa ciência física já se mede em anos-luz, e a velocidade com que se afastam um do outro só aumenta. Mas é justamente isso que nos dá a promessa e a certeza de que o futuro nos reserva uma vitória incondicional; pois, na guerra entre um sistema social corrupto e agonizante e a tecnologia, a tecnologia deve inevitavelmente vencer. O declínio de sistemas sociais doentes e retardados é a própria matéria da história — algo que já ocorreu mil vezes —, ao passo que o ímpeto do progresso tecnológico é agora tão poderoso e irresistível que nada pode contê-lo.

Nesse sentido, nós, revisionistas, estamos fazendo muito mais do que simplesmente “estabelecer corretamente o passado”, como dizem; nós estamos fazendo mais do que servir de contraponto à mídia, mais do que defender fisicamente a Primeira Emenda com nossos próprios corpos, mais do que educar os educadores e até mais do que simplesmente dizer a verdade. Nós estamos literalmente construindo de fato as fundações para o futuro — um futuro o qual será baseado em mitos construtivos, e não destrutivos; em um corpo de moralidade e moras sociais, baseados no que é bom para os povos do Ocidente, em vez daquilo que favorece grupos de pressão de minorias, banqueiros, ideologias distorcidas ou interesses alienígenas.

Os usos da história são muitos e variados. Nossa tarefa, tal como eu a compreendo, é supervisioná-la de modo que ela seja utilizada de responsável e construtivamente.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: On the Uses of History, por Willis A. Carto, The Journal of Historical Review, vol. 3, nº1, pp. 27-30.

https://vho.org/GB/Journals/JHR/3/1/Carto27-30.html

Sobre o autor: Willis A. Carto (1926-2015) desde jovem se interessou por política e Robert R. McCormick do Chicago Tribune foi uma importante influência inicial. Ainda na juventude publicou em sua editora caseira o jornal Canteen Chronicle. Servindo nas forças armadas americanas W. A. Carto combateu nas Filipinas, o que lhe rendeu as condecorações militares Purple Heart e Combat Infantry Badge. Ele frequentou a graduação em Direito por cinco semestres, mas não concluiu a graduação. A partir da década de 1950 foi um ativista nacionalista, um defensor da Primeira Emenda, sendo uma liderança na National Youth Alliance, National Alliance. Ele ainda contribuiu na fundação Populist Party. Também dirigiu vários periódicos, incluindo Right, Liberty Letter, The American Mercury, The Spotlight e American Free Press, entre outros. A partir da década de 1960 W. A. Carter passou a admirar o trabalho de Francis Parker Yockey e divulgar a obra deste através da fundação de sua editora, a Noontide Press. A partir de então W. A Carto entrou em atrito com o judaísmo internacional, particularmente com a Anti-Defamation League.  Em 1979 ele fundou o Institute for Historical Review. Em um 1994, após dissenções de anos com membros do Institute for Historical Review, ele funda a The Barnes Review.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.7-8 e parte III final - por Reinhard K. Buchner

 Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.6 - por Reinhard K. Buchner

Reinhard K. Buchner

7. Alguns Outros Pontos Técnicos

Um ciclo de trabalho de 50% foi considerado o mais provável para fins de cálculo. Para o tempo de trabalho real das equipes, seria necessário adicionar mais 3 a 4 horas de pré-aquecimento e provavelmente mais uma hora para limpeza (remoção de escória). Isso totalizaria de 16 a 17 horas de trabalho por dia. Todos os cálculos baseados em um ciclo de trabalho de 100% são, pelo menos por razões tecnológicas, irrealistas.

O descarte de cadáveres por cremação em campos da Segunda Guerra Mundial, por si só, não representa prova de atrocidade, mas sim uma necessidade, especialmente durante epidemias. A cremação é uma maneira efetiva de decompor material orgânico infeccioso. Contudo, isso não exige cremação completa. Se considerarmos um grau menor de cremação em campos da Segunda Guerra Mundial (para diminuir o tempo de incineração), grandes quantidades de ossos devem ter se acumulado e seu descarte teria criado um problema por si só. Contudo, pessoalmente, eu não acredito que hoje seja possível obter resultados numéricos a partir do conteúdo ósseo do solo nos campos de concentração – se é que ainda haveria algo derivado para falar.

Isto traz a questão do combustível e das cinzas. É, no melhor dos casos, difícil estimar o consumo de carvão ou coque para os crematórios, cujo projeto técnico não é conhecido, pelo menos em detalhes. Mas, se assumirmos 100 kg de carvão por cadáver (o que pode ser insuficiente), mesmo 250.000 cremações teriam requerido 25.000 toneladas. Não se conhecem instalações de armazenamento ou processamento para quantidades maiores de combustível. Seria de esperar que, pelo menos, trilhos ferroviários tivessem sido estendidos diretamente até aos crematórios. Não havia nenhum.25 Nem mesmo instalações mecânicas simples de descarregamento (rampas ou calhas, por exemplo) são conhecidas. Distribuídas ao longo de 20 meses em Auschwitz II, 25.000 toneladas teriam exigido mais de 41 toneladas de manuseio manual de carvão por dia. Considerando o número de “um milhão” de mortos em Auschwitz mencionado por R. Hilberg5 (página 572), teriam de ser removidas 167 toneladas por dia. E o anúncio do Papa Paulo II de 4 milhões de vítimas em Auschwitz26 teria exigido o manuseio manual de nada menos que 667 toneladas por dia.

O descarte das cinzas apresenta outro problema. Devem existir locais de despejo de cinzas perto dos crematórios. Contudo, também neste caso, uma avaliação numérica provavelmente já tem se tornado impossível agora.

 

8. Crítica e Limitações do Método

Em trabalhos científicos — e a teoria do Holocausto não é um — os resultados usualmente são apresentados dentro de margens de erro. Uma velocidade, por exemplo, pode ser dada como 50 mph ± 5 mph. Isso significa que a velocidade real pode ser 55 ou 45 mph, ou qualquer valor entre esses limites. Às vezes, porém, há razões para concluir que um determinado número é o “mais provável”. No exemplo acima, esse número poderia ser, por exemplo, 47 mph — se houver justificativa para esse número, ele seria considerado a velocidade “mais provável”.

Na interpretação dos resultados desta investigação, os números mais prováveis têm sido derivados, com justificativas. Por exemplo, a Tabela II (Parte I) apresenta um “máximo teoricamente possível de cremações” e um “mínimo teoricamente possível de cremações” (861.120 e 215.280). Como explicado anteriormente, o número real pode ser qualquer um desses valores ou qualquer número dentro desse intervalo. No texto, contudo, o menor número (215.280) é apresentado como o número “mais provável”. Isso se baseou no fato de que um ciclo de trabalho de 50% é “muito mais” provável do que um ciclo de trabalho de 100% e um tempo de incineração de 2 horas é “muito mais” provável do que um tempo de incineração de 1 hora, ambos por razões técnicas. Embora o intervalo de valores seja absoluto dentro das condições no qual o cálculo é baseado, o número mais provável não o é. Se, por exemplo, fosse comprovado que um ciclo de trabalho de 75% e um tempo de incineração de 1,5 horas são “mais prováveis”, então o número “mais provável” de cremações teoricamente possíveis teria que ser calculado com base nisso.

Essa diferença, no entanto, não alteraria o fato de que mais de 5.5 milhões de cadáveres devem ter “desaparecido” sem serem cremação nos crematórios – de acordo com a teoria do Holocausto.

Embora a abordagem tecnológica demonstrada nesta investigação não possa produzir um número “exato”, ela não sofre de outras incertezas tanto quanto, por exemplo, as estatísticas. Contudo, as estatísticas também podem ser precisas, se baseadas em dados seguros e confiáveis.

Por exemplo, o “Sonderstandesamt Arolson” (Escritório Especial de Registro de Arolson, Alemanha Ocidental) declara em uma carta27 271.304 mortes DOCUMENTADAS em 13 campos de concentração da Segunda Guerra Mundial. Outras 93.069 são listadas na carta como documentadas por outros Escritórios de Registro. O número fornecido para Auschwitz é de 52.389 mortes. Essas 364.373 mortes representam, portanto, um número “mínimo absoluto”. O número real não pode ser menor, mas poderia ser maior. Mas mesmo que se dobre o número acima, o resultado permanece abaixo de um milhão.

Isso demonstra, mais uma vez, que para mais de 5.5 milhões dos 6 milhões de alegações não existe documentação — exceto por inferência na “Teoria do Holocausto”.

Trinta e seis anos após a Segunda Guerra Mundial, essa discrepância não é mais aceitável. Nem a difamação contra o povo alemão. A falha dos historiadores em assegurar dados em tempo hábil só pode ser superada hoje por métodos baseados em dados imutáveis. As propriedades técnicas do Zyklon B são exemplos desses dados. Horas de cremação e tempos de incineração são outros.

 

Parte III - Conclusão

Uma tentativa tem sido apresentada de aplicar aspectos tecnológicos da cremação às alegações numéricas da teoria do Holocausto. Tem sido demonstrado que, mesmo aceitando os dados mais crus da teoria do Holocausto, o descarte de milhões de cadáveres nos crematórios disponíveis era impossível. É inconcebível que mais de 90% dos lendários 6 milhões de corpos pudessem ter sido descartados em fossas comuns, etc., sem deixar traços extensos; nenhum dos quais tem sido demonstrado existir e avaliado numericamente nas proximidades dos campos da Segunda Guerra Mundial. Os depoimentos de funcionários dos campos – com exceção dos prisioneiros – são efetivamente suprimidos pela contínua perseguição a ex-funcionários.

Portanto, critérios racionais e tecnológicos devem ser aplicados aos problemas históricos os quais a teoria do Holocausto tem criado. Os dados máximos aceitos da teoria do Holocausto para esta investigação concernem ao número de crematórios e seus tempos de operação. Outros parâmetros, especialmente o tempo de incineração e a utilização de múltiplas cargas, foram investigados com resultados que tornam as alegações da teoria do Holocausto relacionadas inaceitáveis. Portanto, elas têm sido descartadas.

Quando, no futuro, esses parâmetros aceitos aqui, a partir da teoria do Holocausto, forem ajustados às informações já disponíveis e às que ainda estão por vir, eu prevejo que o número total de mortes, “mais provável” a partir de todas as causas em Auschwitz (por exemplo), cairá para 100.000 ou menos.

Quanto aos resultados das futuras investigações das fossas comuns, eu não espero surpresas. Embora valas menores possam ter sido utilizadas, qualquer vala onde milhões ou mesmo cem mil corpos tenham sido cremados já teria sido encontrada há muito tempo atrás e sua avaliação numérica divulgada ao mundo em detalhes.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Notas:

25 Nota de Reinhard K. Buchner: O plano de Birkenau (Auschwitz II) é reproduzido em Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, Historical Review Press, 1976, página 229. Não havia trilhos ferroviários nos crematórios IV e V. Há apenas o final do pátio de manobras entre os crematórios II e III. Fotografias aéreas na revista Life (Vol. 2, nº 4, abril de 1979, página 12) mostram, no entanto, claramente que os trilhos não foram estendidos até os crematórios e não existiam instalações especiais de descarregamento.

5 Nota de Reinhard K. Buchner: Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews, Harper Colophon Books, 1979.

26 Nota de Reinhard K. Buchner: Deutsche Presse-Agentur (German Press-Agency), reproduzido em Frankfurter Allgemeine Zeitung, sábado, 9 de junho de 1979, nº 132, página 5.

27 Nota de Reinhard K. Buchner: Uma cópia da carta datada de 11 de maio de 1979 está em posse do autor.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

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Reinhard K. Buchner

6. Cremação em fossas

Há várias alegações na teoria do Holocausto de que uma desproporcionalmente enorme quantidade de cadáveres foi cremada sem fornos crematórios, em piras e valas comuns. Esclarecer esse problema criado pela teoria do Holocausto seria uma tarefa completamente diferente.

Contudo, alguns comentários gerais são possíveis. G. Reitlinger relata que: “Aparentemente, as fornalhas foram completamente substituídas após agosto de 1944 porque, em comparação com as valas comuns, eram consideradas antieconômicas” (página 160). R. Höss19 declara que: “Durante o verão de 1942, os corpos ainda eram colocados nas valas comuns. No final do verão, porém, começamos a queimá-los; primeiro em piras de madeira com cerca de 2.000 cadáveres e, posteriormente, em valas comuns junto com corpos previamente enterrados” (página 177). Em outras palavras, a suposta eficiência da cremação em valas comuns era supostamente bem conhecida antes da construção dos novos crematórios em Auschwitz II. Apesar disso, foram construídos — e com grandes dificuldades devido às condições de guerra — apenas para descobrir que a queima em fossas abertas era mais eficiente, o que alegadamente tinha sido antes sabido.

Em fogueiras em espaço aberto, quantidades maiores de cadáveres, especialmente os parcialmente decompostos de sepulturas anteriores, podem ser cremadas. As autoridades das cidades alemãs tiveram que recorrer a esse processo durante a Segunda Guerra Mundial, após os bombardeios incendiários dos Aliados. Existem fotografias, por exemplo, de cremações em piras funerárias em Dresden.23 Infelizmente, os relatos são muito escassos e não suficientemente detalhados para que se possam tirar conclusões técnicas. De qualquer forma, nesse tipo de operação, a cremação é incompleta e grandes quantidades de ossos e materiais orgânicos não totalmente cremados teriam permanecido. Não tenho conhecimento de nenhuma investigação completa, incluindo uma análise numérica, realizada em ou perto de campos de extermínio da Segunda Guerra Mundial. E, pessoalmente, eu não acredito — desde que haja evidências fatuais de resíduos de cremações em larga escala em fossas — que, atualmente, seja possível obter resultados numéricos. Qualquer avaliação, no mínimo, teria que envolver a movimentação e peneiramento de milhares de toneladas (ou até mais) de solo, sob pena de o resultado de tal investigação ser questionado antes mesmo de ser obtido. A imparcialidade daqueles que conduzem a escavação representaria hoje um problema quase insolúvel. Quanto aos relatórios existentes, o ônus da prova recai sobre aqueles que os relatam. Uma breve análise de um desses relatórios demonstrará a natureza das alegações. F. Müller,9 por exemplo, refere-se frequentemente à queima em fossas. Mesmo descartando alegações absurdas como a de que “gordura humana” era acumulada no fundo das fossas, o restante do relatório também não deve ser dado crédito.

Na página 130, o autor relata que: “As fossas tinham de 40 a 50 metros de comprimento, cerca de 8 metros de largura e 2 metros de profundidade.” Na página 137, o procedimento para realizar uma cremação nessas valas é descrito: “Então, os carregadores colocaram cerca de 100 cadáveres de bruços em quatro longas fileiras sobre o combustível.” Se concede-se 0,5 metros (19,7 polegadas) de largura para cada cadáver, o procedimento descrito (100 cadáveres em uma fileira) preencheria completamente a vala longitudinalmente, sem deixar espaço nas extremidades. Considerando 70 polegadas (1,78 m) como a altura média de um ser humano, obtém-se uma largura de 7,1 metros para as quatro fileiras, o que deixaria menos de 0,5 metros de cada lado da vala. Levando em conta ainda que madeira era colocada entre as três camadas, cada uma com 400 cadáveres, essas valas estariam completamente cheias, tornando a cremação inconcebível. F. Müller tenta explicar que essa dificuldade foi superada derramando óleo e álcool metílico (além de “gordura humana” novamente) sobre os cadáveres (página 136). No entanto, esses combustíveis líquidos teriam evaporado imediatamente na cova quente e queimado na superfície, ou seja, sobre os cadáveres, já que em nenhum outro lugar o oxigênio tinha acesso aos vapores de combustível. Mas F. Müller segue a relatar: “O processo de incineração levava de cinco a seis horas” (página 138). A cremação em fossas — e não em piras funerárias — só poderia ter um propósito: facilitar o sepultamento dos restos mortais, preenchendo a cova com terra após a cremação. F. Müller,9 contudo, insiste que os restos mortais eram removidos a cada vez e as covas reutilizadas (página 139). Tudo o que se pode dizer sobre esse tipo de relato é que isso não pode ter acontecido dessa maneira.

{Afirma-se na narrativa do denominado holocausto que: “Em 1944, quando os quatro crematórios de Birkenau já não conseguiam acompanhar o ritmo da destruição, cerca de 20.000 corpos por dia eram queimados nesta e em outras valas comuns.” (Fonte do texto e foto: https://remember.org/jacobs/longpit). Por outro lado, Reinhard K. Buchner, comenta o exemplo da narrativa do denominado holocausto, procedendo do judeu Philip Müller (1922-2013) no contexto de uma vala que conteria aproximadamente 1200 cadáveres, empilhados em três camadas de aproximadamente 400 cadáveres, conclui que “essas valas estariam completamente cheias, tornando a cremação inconcebível. F. Müller tenta explicar que essa dificuldade foi superada derramando óleo e álcool metílico (além de “gordura humana” novamente) sobre os cadáveres. No entanto, esses combustíveis líquidos teriam evaporado imediatamente na cova quente e queimado na superfície, ou seja, sobre os cadáveres, já que em nenhum outro lugar o oxigênio tinha acesso aos vapores de combustível.”}

Em Katyn, durante 1943, os corpos de cerca de 4143 oficiais poloneses foram exumados.24 As valas comuns que R. Höss19 supostamente relatou continham 107.000 cadáveres (página 177). Isso equivale a quase 26 Katyns — sem nenhuma prova, exceto pelo questionável documento de Höss, escrito, pelo menos em parte, a lápis enquanto estava preso pelos comunistas. E o original (como no “caso Anne Frank”) é praticamente inacessível mesmo hoje, presumindo-se que um “original” de fato tenha existido e desde que o que é mantido em segredo no museu de Auschwitz hoje não seja uma falsificação22 (página 27).

{Nível do lençol freático em Birkenau, perto do local onde as supostas trincheiras profundas foram cavadas para incinerar cadáveres. Foto tirada em 1997, com o sistema de drenagem de Birkenau ainda funcionando. (Fonte: Germar Rudolf, Lectures on the Holocaust - Controversial Issues Cross-Examined, 4th, revised edition, January 2023, Castle Hill Publishers, PO Box 141, Bargoed CF82 9DE, UK, 4th edition. Castle Hill Publishers. Capítulo 3.4.4, Crematories e capítulo 3.4.5. Incinerations in Open Trenches.}

Na Parte I deste estudo, tem sido demonstrado que — dos alegados 6 milhões — pelo menos cerca de 5,5 milhões teriam que ter sido cremados em valas comuns. Mesmo descartando qualquer tempo realista de incineração em valas comuns, é preciso ressaltar novamente que grandes quantidades de ossos devem ter resultado de tal empreendimento. Considerando os 5.5 milhões distribuídos uniformemente pelos seis “Centros de Matança” de R. Hilberg, teria de alguém encontrar restos mortais de mais de 916.000 cadáveres em cada campo (o equivalente numérico a 221 Katyns para cada campo). Mesmo R. Hilberg5 alega tal número apenas para Auschwitz (página 572). Mas, embora existam alegações, a comprovação tácita na forma de escavações e avaliações numéricas está ausente, mesmo para 10% das alegações — 36 anos após a Segunda Guerra Mundial. Hoje, essa parte mais fantasiosa da teoria do Holocausto deve ser totalmente rejeitada por falta de provas ou deve ser fanaticamente aceita, o que não requer provas.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Notas:

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

23 Nota de Reinhard K. Buchner: David Irving, The Destruction of Dresden, Ballantine Books, 1968. Ver seção de fotos entre as páginas 160 e 161.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

9 Nota de Reinhard K. Buchner: Filip Müller, Eyewitness Auschwitz, Stein and Day, 1979.

24 Nota de Reinhard K. Buchner: Louis Fitz Gibbon, Katyn, (ver aoêndice 6) The Noontide Press, 1979.

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

22 Nota de Reinhard K. Buchner: Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, Institute for Historical Review, 1978.

5 Nota de Reinhard K. Buchner: Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews, Harper Colophon Books, 1979.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.5 - por Reinhard K. Buchner

 Continuação de O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.4 - por Reinhard K. Buchner

Reinhard K. Buchner

5. Alguns comentários necessários.

No livro Commandant of Auschwitz19, são discutidas as capacidades de cremação de Auschwitz II, as quais podem ser usadas para calcular os tempos de incineração (página 181). Os dois crematórios menores (nº IV e V) tinham — de acordo ao livro — 16 fornos crematórios e podiam dispor 3.000 cadáveres diariamente.

A equação [3] fornece o tempo de incineração:

 

                                             I = 16 x 24                          [3]

                                                     3.000

                                                        ou

                                             I = 0,13 horas = 7,68 minutos

Os crematórios maiores (nº II e III) tinham — de acordo com o livro novamente — 30 fornos crematórios e podiam cremar 4.000 cadáveres em “menos de 24 horas.” Como não se sabe exatamente quanto tempo corresponde a “menos de 24 horas,” serão utilizadas 24 horas para o cálculo.

Obtém-se:

                                                           I = 30 x 24                                [3]

                                                                4000

ou

                                                 I = 0,18 horas = 10,8 minutos

Embora seja imediatamente evidente que as alegadas declarações de Höss caiam bem com as reivindicações pertinentes da teoria do Holocausto, elas, todavia, não contribuem em nada para dissipar a discrepância entre essas afirmações e os tempos de hoje de incineração.

Em forte e agudo contraste com o que R. Höss supostamente tinha escrito, está o depoimento de Richard Baer — o último comandante de Auschwitz (1944-1945). E. Aretz20 relata nas páginas 58 e 59 algumas das informações disponíveis. Eis alguns pontos essenciais: Baer foi preso em outubro de 1960. Naquela época, ele declarou que não existiam câmaras de gás em Auschwitz. Ele acreditava — com base nisso — que deveria ser considerado inocente. Contudo, ele morreu de forma misteriosa aos 51 anos, em perfeito estado de saúde, em 17 de junho de 1963, na prisão. A autópsia revelou que o envenenamento não podia ser descartado como causa da morte. No entanto, um homem que acredita em sua própria inocência não tem motivos para cometer suicídio. E um ex-comandante de Auschwitz dificilmente (pelo menos em 1960) teria sequer cogitado convencer um tribunal da Alemanha Ocidental (com o sionista Bauer como Procurador-Geral de Hesse) de que não havia câmaras de gás em operação em Auschwitz, a menos que esse fosse um conhecimento inabalável. A morte súbita do ex-comandante deve ter servido como uma mensagem impactante para os demais réus. Somente restava relatar que o primeiro julgamento de Auschwitz pôde finalmente começar imediatamente após a morte de Baer, ​​e seu nome e depoimento jamais foram mencionados nos autos do processo — ou na teoria do Holocausto. W. Stäglich11, que, como ex-juiz, possui ampla qualificação para avaliar questões judiciais, teve seu acesso aos procedimentos do tribunal negado em 1976 (acesso que havia solicitado enquanto escrevia seu livro sobre Auschwitz), sob a alegação de que os interesses de proteção dos envolvidos no processo judicial tinham prioridade sobre os interesses privados do Dr. Stäglich em uma avaliação científica dos procedimentos (página 374). Essa é uma declaração bastante interessante (do Ministro da Justiça de Hesse), visto que, durante o julgamento de Auschwitz, os envolvidos nos procedimentos aparentemente foram muito menos protegidos. Para mais detalhes, o leitor pode consultar H. Laternser21, advogado de defesa de Richard Baer e outros. Ele nunca chegou a defender seu cliente, mas se manifestou sobre a situação geral das testemunhas no primeiro julgamento de Auschwitz.

{Richard Baer (1911-1963) — foi o último comandante de Auschwitz (1944-1945). Na época, Richard Baer declarou que não existiam câmaras de gás em Auschwitz. “Ele acreditava — com base nisso — que deveria ser considerado inocente. Contudo, ele morreu de forma misteriosa aos 51 anos, em perfeito estado de saúde, em 17 de junho de 1963, na prisão. A autópsia revelou que o envenenamento não podia ser descartado como causa da morte. No entanto, um homem que acredita em sua própria inocência não tem motivos para cometer suicídio. E um ex-comandante de Auschwitz dificilmente (pelo menos em 1960) teria sequer cogitado convencer um tribunal da Alemanha Ocidental (com o sionista Bauer como Procurador-Geral de Hesse) de que não havia câmaras de gás em operação em Auschwitz, a menos que esse fosse um conhecimento inabalável. A morte súbita do ex-comandante deve ter servido como uma mensagem impactante para os demais réus. Somente restava relatar que o primeiro julgamento de Auschwitz pôde finalmente começar imediatamente após a morte de Baer, e seu nome e depoimento jamais foram mencionados nos autos do processo — ou na teoria do Holocausto.” (Reinhard K. Buchner).  Crédito da foto:  http://collections.yadvashem.org/photosarchive/en-us/10635.html )}


P. Rassinier22 discute em mais detalhes as declarações que R. Höss supostamente fez (páginas 235 a 243), mas P. Rassinier também cita o “Relatório Kasztner”, de acordo com o qual as câmaras de gás em Auschwitz II estiveram fora de serviço durante 8 a 9 meses (do outono de 1943 a maio de 1944). P. Rassinier chega à seguinte conclusão: “Resta estabelecer quantas pessoas – mais de 107.000 – poderiam ter sido incineradas de fevereiro de 1943 a outubro de 1944…” (página 241). O número de 107.000 refere-se à declaração de Höss19 (página 177) sobre cremações em valas comuns.

{O alemão Rudolf Höss (1901-1947), um dos diretores do campo de concentração de Auschwitz, cujo testemunho foi obtido pelos aliados através de ameaças e torturas, somando um contexto extremamente contraditório e levado para procedimentos judiciais, ambiente literário e cinematográfico sem critérios críticos nem legítimos, e difundidos como fatos históricos verídicos.}

Hoje, a pressão mundial para processar os chamados “criminosos de guerra nazistas” impede, de forma muito eficaz, que se manifestem aqueles que têm conhecimento sobre os campos e sabem a resposta para uma das questões mais importantes da história. É preciso questionar se essa não seria a verdadeira motivação por trás dessa pressão para “processar.” A teoria do Holocausto tem muitas faces.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Continua em O Problema das Horas de Funcionamento do Crematório e do Tempo de Incineração - Parte II.6 - por Reinhard K. Buchner

Notas:

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

20 Nota de Reinhard K. Buchner: Emil Aretz, Hexen Einmal Eins Einer Lüge, Franz von Bebenburg (West Germany) 1979.

11 Nota de Reinhard K. Buchner: Wilhelm Stäglich, Der Auschwitz Mythos, Grabert-Verlag, Tübingen (West Germany) 1979.

21 Nota de Reinhard K. Buchner: Hans Laternser, Die andere Seite im Auschwitz Prozess, Seewald Verlag, Stuttgart (West Germany) 1966.

22 Nota de Reinhard K. Buchner: Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, Institute for Historical Review, 1978.

19 Nota de Reinhard K. Buchner: Rudolf Höss (?), Commandant of Auschwitz, Popular Library, 1960.

The Problem of Cremator Hours and Incineration Time, por Reinhard K. Buchner, The Journal for Historical Review, volume 2, nº 3, outono de 1981, pp.

https://ihr.org/journal/v02p219_buchner

Sobre o autor: Reinhard K. Buchner (1925-) nasceu em Darmstadt, Alemanha Ocidental. Descende de uma longa linhagem de acadêmicos ilustres, incluindo Eduward Buchner, ganhador do Prêmio Nobel por sua pesquisa de 1907 sobre enzimas de levedura; Fritz Buchner, cujo livro, Força e Matéria, influenciou Einstein; e Karl Buchner, um famoso músico de câmara. Após a guerra, retomou seus estudos, obtendo o bacharelado em física pela Universidade de Mainz em 1953 e o mestrado (em física) e o doutorado (em engenharia) pela Universidade de Aachen alguns anos depois. Desde 1963, o Dr. Buchner é professor do departamento de física e astronomia da Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, onde se tornou professor titular em 1972.

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