quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Correspondência não respondida {pela American Library Association (12 de novembro de 1980) – referente as ações de combate de organizações judaicas aos estudiosos e à investigação, pesquisa e divulgação de questionamentos revisionistas sobre o alegado Holocausto judaico conforme difundido} - questionamento 7 - por David McCalden


 {Introdução por Mykel Alexander: Abaixo segue continuação da polêmica sobre o artigo (The men who whitewash Hitler, New Statesman de 2 de novembro de 1979) de Gitta Sereny, celebrada escritora judia da segunda metade do século XX, e que foi confrontado com cartas de três autores revisionistas (Dr. Arthur R. Butz, Richard Verrall e Dr. Robert Faurisson.

As mencionadas cartas com os argumentos revisionistas não foram publicadas pelo New Statesman, e também Bruce Page, então o editor do New Statesman preferiu evadir-se da própria polêmica do assunto em questão, sem enfrentá-la em suas questões centrais.

Para ler o artigo de Gitta Sereny ver: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Para ler a carta nº 1 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz 

Para ler a carta nº 2 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 2 - por Richard Verrall 

Para ler a carta nº 3 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) – parte 3 – por Robert Faurisson 

Para ler a carta adicional de Richard Verrall ver: Carta para o New Statesman a partir do editor do Spearhead - Por Richard Verrall .                            

 

É preciso registrar que os argumentos revisionistas colocados abaixo incluem apenas as cartas datadas até 1980, excluindo os estudos posteriores do próprio Robert Faurisson, bem como os de Carlo Mattogno e como os de Germar Rudolf, os quais acumulam evidencias e refutações em sua maioria irrefutáveis. Ver especialmente as publicações da série Holocaust Handbooks: https://holocausthandbooks.com/ }

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David McCalden


Judith F. Krug

American Library Association

50 East Huron Street

Chicago, IL. 60611

12 de novembro de 1980

 

Prezada Sra. Krug:

Eu estou escrevendo para obter seu apoio em nossos esforços para exercer nossos direitos à liberdade de expressão sob a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Eu li um artigo no Los Angeles Times de hoje que indicou que sua organização apoia prontamente tais causas.

Nós somos os editores de vários livros que apresentam uma análise controversa do chamado “Holocausto”. Nossos autores apresentam um argumento de que nenhum judeu foi gaseado em câmaras de gás como parte de um programa de extermínio nazista. Esses autores são professores universitários e outros acadêmicos renomados.

Nós temos sofrido repressão e censura porque essa visão do “Holocausto” não está de acordo com a opinião geral. Várias tentativas foram feitas, não apenas para nos impedir de expor esse ponto de vista, mas para realmente vitimizar aqueles que endossam nosso ponto de vista. Deixe-me dar alguns exemplos.

O Dr. Reinhard Buchner é membro do Comitê Editorial Consultivo do nosso JOURNAL OF HISTORICAL REVIEW trimestral. Ele ensina física e astronomia na California State University, Long Beach. Quando seu nome apareceu pela primeira vez em nosso cabeçalho, várias organizações pressionaram a California State University para que ele fosse demitido de seu cargo, ou pelo menos censurado. Essas organizações eram a Anti-Defamation League e o Simon Wiesenthal Center for Holocaust Studies, ambos sediados em Los Angeles. Na edição de agosto de 1980 do The History Teacher, publicado pelo Departamento de História da California State University, o professor Gordon R. Mork afirma que: “Esses volumes (revisionistas) não têm lugar nas prateleiras de uma biblioteca de graduação.”

A Organization of American Historians tem sede no campus da Indiana University. No início deste ano, alugamos sua lista de mala direta para enviar material promocional aos seus membros. Novamente, a Liga Antidifamação interveio e pressionou a Organization of American Historians a se desculpar por nos permitir alugar a lista e apresentar um ponto de vista não autorizado pela ADL para seus membros! A Organization of American Historians agora se recusou a alugar sua lista novamente e declarou que o aluguel original foi “um erro”.

O Pomona College, Claremont, Califórnia, foi o local da nossa Convenção Revisionista de 1980, onde acadêmicos revisionistas vieram de todo o mundo para trocar opiniões e ouvir palestrantes. Após a conferência, eu entendo que a Liga Antidifamação novamente pressionou a faculdade contra nós e, em 11 de agosto de 1980, o presidente da faculdade me escreveu para me dizer que, em vista do “caráter da (nossa) literatura e da natureza do (nosso) programa ... O Pomona College não poderá nos oferecer o uso de suas instalações no futuro.”

Esses são apenas três exemplos de muitos que eu poderia descrever. Há muitos outros casos de discriminação contra nós e nossos acadêmicos. Muitas delas envolvem vitimização e enfraquecimento de carreira.

Eu ficaria muito interessado em ter sua resposta, e espero que a American Library Association possa defender publicamente nossos direitos nesta questão.

Sinceramente

Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}, Unanswered Correspondence, The Journal for Historical Review, outono de 1981, volume 2, número 3, páginas 204-205.

https://ihr.org/journal/v02p197_butz

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Correspondência não respondida {pela mídia – HomeNews (13 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 3 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – West Palm Beach Post (15 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 2 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – New Statesman – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 1 por David McCalden

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Correspondência não respondida {pela Detroit Free Press (12 de novembro de 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu e as ações terroristas do Estado de Israel} - questionamento 6 por David McCalden

 {Introdução por Mykel Alexander: Abaixo segue continuação da polêmica sobre o artigo (The men who whitewash Hitler, New Statesman de 2 de novembro de 1979) de Gitta Sereny, celebrada escritora judia da segunda metade do século XX, e que foi confrontado com cartas de três autores revisionistas (Dr. Arthur R. Butz, Richard Verrall e Dr. Robert Faurisson.

As mencionadas cartas com os argumentos revisionistas não foram publicadas pelo New Statesman, e também Bruce Page, então o editor do New Statesman preferiu evadir-se da própria polêmica do assunto em questão, sem enfrentá-la em suas questões centrais.

Para ler o artigo de Gitta Sereny ver: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Para ler a carta nº 1 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz 

Para ler a carta nº 2 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 2 - por Richard Verrall 

Para ler a carta nº 3 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) – parte 3 – por Robert Faurisson 

Para ler a carta adicional de Richard Verrall ver: Carta para o New Statesman a partir do editor do Spearhead - Por Richard Verrall .                            

 

É preciso registrar que os argumentos revisionistas colocados abaixo incluem apenas as cartas datadas até 1980, excluindo os estudos posteriores do próprio Robert Faurisson, bem como os de Carlo Mattogno e como os de Germar Rudolf, os quais acumulam evidencias e refutações em sua maioria irrefutáveis. Ver especialmente as publicações da série Holocaust Handbooks: https://holocausthandbooks.com/ }

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David McCalden


Cartas para o editor

Detroit Free Press

Detroit, MI 48231

12 de novembro de 1980

Cavalheiros:

Sua coluna de perguntas e respostas de novembro de 1980 sobre a “Avenida dos Justos {Avenue of the Righteous}” em Israel ignora certos pontos fundamentais.

Primeiro, o caso de Anne Frank não é como aparece em seu suposto “Diário”. O “Diário” foi escrito – provavelmente por seu pai – após a guerra. Um recente caso judicial alemão, relatado no New York Post de 9 de outubro de 1980, descobriu que partes do manuscrito foram escritas com caneta esferográfica – cuja tinta não estava disponível até 1951!

Segundo, o “Holocausto” não envolveu o extermínio dos judeus em câmaras de gás. Vários acadêmicos, como o Dr. Arthur Butz da Northwestern University perto de Chicago, descobriram que as “câmaras de gás” são fictícias

Após a guerra, foi reivindicado que todos os campos tinham “câmaras de gás”, mas então em 1960 eles alegaram que os campos na Alemanha propriamente dita não tinham, mas apenas os campos na Polônia ocupada pelos alemães tinham. Quanto tempo levará até que as autoridades admitam que há tão pouca prova para câmaras de extermínio na Polônia quanto havia antes de 1960 para os campos alemães?

Em terceiro lugar, a a “Avenida dos Justos {Avenue of the Righteous}” israelense terá permissão para árvores para aqueles que não atendem à aprovação do atual regime sionista como “justos {Righteous}”? Eles plantarão uma árvore para Adolf Eichmann, que era um sionista convicto e negociou o reassentamento de judeus húngaros na Palestina durante a guerra? Eles plantarão uma árvore para todas as mulheres e crianças palestinas que foram massacradas pela gangue de assassinos de Menachein Begin em Deir Yassin em 1948?


{Futuro Primeiro Ministro de Israel Menachem Begin (1913-1992), no centro de óculos, com o grupo terrorista israelense Irgun (1948) - Foto domínio público Wikipedia}.


Por último, é moralmente correto para uma gangue de assassinos e bandidos (o governo israelense) assumir o direito de alocar “justiça {righteousness}” para o resto do mundo? A atual nação israelense deve ser única no mundo hoje, pois é o único estado soberano a ser administrado por um governo contendo pelo menos três assassinos conhecidos: o primeiro-ministro, o ministro das Relações Exteriores e o ministro da Agricultura, para não falar do resto da gangue de bandidos no Knesset, como Flatto-Sharom, procurado na França por uma fraude bilionária. Agora ele tem nervos para tentar enviar gangues de assassinos para a França — o país que ele fraudou — para assassinar cidadãos franceses que por acaso caíssem em desfavor com o Knesset!

Essas são algumas perguntas que sua coluna “Perguntas e Respostas”" de alguma forma evitou não apenas responder, mas até mesmo fazer.

Sinceramente,

Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}

Tradução e palvras entre chaves por Mykel Alexander

 

Fonte: Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}, Unanswered Correspondence, The Journal for Historical Review, outono de 1981, volume 2, número 3, páginas 201-202.

https://ihr.org/journal/v02p197_butz

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Correspondência não respondida {pela mídia – HomeNews (13 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 3 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – West Palm Beach Post (15 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 2 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – New Statesman – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 1 por David McCalden

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Dresden: Morte vinda de cima - por Tomislav Sunić

 

Tomislav Sunić


O que se segue abaixo é a tradução em inglês do meu discurso em alemão, que eu deveria fazer em 13 de fevereiro de 2013, por volta das 19h, no centro de Dresden. A comemoração das vítimas de Dresden em 13 de fevereiro de 1945 foi organizada pelo “Aktionsbündnis gegen das Vergessen[1] (comitê de ação contra o esquecimento), deputados do NPD e autoridades da assembleia estadual[2] local em Dresden. Havia 3.000 manifestantes antifa de esquerda. A cidade estava sitiada, isolada em seções por 4.000 policiais de choque. A maior parte dos participantes nacionalistas, aproximadamente 1.000, que haviam chegado anteriormente à estação central, foram separados e impedidos de se juntar ao nosso grupo no local original da reunião. Por volta das 23h, quando o evento estava praticamente encerrado, a polícia de choque permitiu que nosso pequeno grupo de organizadores e palestrantes marchasse pelas barricadas até a estação central. Éramos aproximadamente 40 — a maioria oficiais locais do NPD. Em 14 de fevereiro, enquanto ainda estava em Dresden, eu forneci mais informações como convidado no programa de rádio RBN de Deanna Spingola: Hour 1, Hour 2.[3]

 

Melhoria Humana pelo Bombardeio Terrorista

Dresden é somente um único símbolo do crime Aliado, um símbolo discutido involuntariamente pelos políticos estabelecidos. A destruição de Dresden e suas vítimas são banalizadas na historiografia convencional e retratadas como “danos colaterais na luta contra o mal absoluto — o fascismo.” O problema, contudo, está no fato de que não houve apenas um bombardeio de uma Dresden, mas também muitos bombardeios de inúmeras outras Dresdens em todos os cantos da Alemanha e em todas as partes da Europa. A topografia da morte, marcada pelos antifascistas, é uma questão muito problemática para seus descendentes, de fato.

Na “luta pela memória histórica” de hoje, nem todas as vítimas têm direito aos mesmos direitos. Algumas vitimizações devem ser as primeiras da lista, enquanto outras estão destinadas ao oblívio. Nossos políticos estabelecidos estão em pé de guerra quando se trata de erguer monumentos para povos e tribos, especialmente aqueles que já foram vítimas dos europeus. Um número crescente de dias de comemoração, um número crescente de dias de compensação financeira aparecem em nossos calendários de parede. Uns sobre os outros, os políticos estabelecidos europeu e americano prestam homenagem às vítimas não europeias. Raramente, quase nunca, eles comemoram as vítimas de seus próprios povos que sofreram sob os melhoradores comunistas e liberais do mundo. Os europeus e especialmente os alemães são vistos como perpetradores malignos, que são, portanto, obrigados a rituais perpétuos de expiação.

Dresden não é apenas uma cidade alemã, ou o símbolo de um destino alemão. Dresden também é o símbolo universal de inúmeras cidades alemãs e europeias, croatas, húngaras, italianas, belgas e francesas que foram bombardeadas pelos Aliados Ocidentais, ou para o que importa, que foram plenamente bombardeadas. O que me conecta a Dresden me conecta também a Lisieux, um lugar de peregrinação na França, bombardeado pelos Aliados em junho de 1944; também a Monte Cassino, um lugar de peregrinação italiano, bombardeado pelos Aliados em fevereiro de 1944. Em 10 de junho de 1944, em Lisieux, uma pequena cidade que havia sido dedicada a Santa Teresa, 1.200 pessoas foram mortas, o mosteiro beneditino foi completamente queimado, com 20 freiras nele. Enumerar uma lista das cidades culturais europeias bombardeadas exigiria uma biblioteca inteira — desde que esta biblioteca não fosse novamente bombardeada pelos melhoradores do mundo. Desde que os livros e os documentos dentro dela não estejam confiscados.

Na França, durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 70.000 civis encontraram a morte[4] sob as bombas democráticas anglo-americanas, o número relutantemente mencionado pelos historiadores estabelecidos. De 1941 a 1944, 600.000 toneladas de bombas foram lançadas na França; 90.000 prédios e casas foram destruídos.

Os políticos estabelecidos frequentemente usam a palavra “cultura” e “multicultura”. Mas seus antecessores militares se destacaram na destruição de diferentes locais culturais europeus. Igrejas e museus europeus tiveram que ser destruídos, tendo em vista que esses lugares não podiam ser atribuídos à categoria de cultura humana. Mais ao sul, em Viena, em março de 1945, o Burgtheater foi atingido pelos bombardeiros americanos; mais a oeste, no norte da Itália, a ópera La Scala em Milão foi bombardeada, assim como centenas de bibliotecas por toda a Europa Central. Mais ao sul, na Croácia, as antigas cidades de Zadar e Split foram bombardeadas em 1944 pelos melhoristas do mundo ocidental e esse panorama de horror não teve fim. A cidade cultural croata Zadar, na costa do Adriático, foi bombardeada pelos Aliados em 1943 e 1944. Políticos e turistas alemães frequentemente passam férias na costa croata; no entanto, ao longo da costa, há muitas valas comuns de soldados alemães. Na ilha croata de Rab, onde os nudistas alemães gostam de se divertir, há uma desproporcionalmente enorme vala comum[5] contendo os ossos de centenas de alemães que foram assassinados pelos iugo-comunistas. Diplomatas alemães na Croácia não demonstraram nenhum esforço para construir monumentos para aqueles soldados martirizados.

Recentemente, a chamada comunidade democrática demonstrou grande preocupação com a limpeza étnica e a destruição na antiga Iugoslávia. Também estava bastante ocupada em levar os perpetradores iugoslavos e sérvios à justiça no tribunal de Haia. Mas esses perpetradores sérvios e iugoslavos já tinham um modelo perfeito em predecessores comunistas e em seus aliados anglo-americanos. No final de 1944 e início de 1945, houve limpezas étnicas massivas de alemães nas áreas comunistas iugoslavas. Em maio de 1945, centenas de milhares de croatas em fuga, a maioria civis, renderam-se às autoridades aliadas inglesas perto de Klagenfurt, no sul da Caríntia, apenas para serem entregues[6] nos dias seguintes aos bandidos perversos comunistas iugoslavos.

Eu poderia falar por horas sobre os milhões de alemães[7] deslocados da Silésia, Pomerânia, Sudetos e região do Danúbio. Em vista do fato de que essas vítimas não se enquadram na categoria de perpetradores comunistas, por enquanto não vou atribuí-las aos melhoradores do mundo ocidental. Em retrospectiva, porém, podemos observar que os melhoradores do mundo ocidental nunca teriam sido capazes de completar seu trabalho de melhoria do mundo sem a ajuda dos bandidos perversos comunistas, os chamados antifascistas. Claramente, a maior migração em massa na história europeia, da Europa Central e Oriental, foi obra dos comunistas e do Exército Vermelho[8], mas nunca teriam seus crimes gigantescos contra os civis alemães e outras nações da Europa Central ocorridos sem a ajuda deliberada dos melhoradores do mundo ocidental. Bem, ainda estamos lidando com padrões duplos ao comemorar os mortos da Segunda Guerra Mundial.

O que estava passando pela mente daqueles que melhoravam o mundo durante os bombardeios de cidades europeias? Aqueles pilotos democráticos tinham boa consciência porque sentiam sinceramente que tinham que executar uma missão democrática ordenada por Deus. Suas missões de destruição eram conduzidas em nome dos direitos humanos, da tolerância e da paz mundial. De acordo com suas atitudes messiânicas, lá embaixo e abaixo na Europa Central — sem mencionar aqui em Dresden — não viviam seres humanos, mas uma variedade peculiar de monstros sem cultura. Consequentemente, para permanecerem fiéis ao seu dogma democrático, aqueles samaritanos aerotransportados sempre tiveram boa consciência para bombardear os monstros abaixo.


{A cidade alemã de Dresden após o bombardeio dos Aliados em 1945}

Como o grande estudioso alemão de direito internacional, Carl Schmitt, nos ensinou, há um problema perigoso com o direito internacional moderno e a ideologia dos direitos humanos. Assim que alguém declara seu oponente militar um “monstro” ou “um inseto”, os direitos humanos deixam de se aplicar a ele. Este é o principal componente do Sistema moderno. Da mesma forma, assim que algum intelectual europeu, ou um acadêmico, ou um jornalista expressa criticamente dúvidas sobre os mitos do Sistema, ele corre o risco de ser rotulado como um “radical de direita”, “um fascista” ou “um monstro”. Como um monstro, ele não é mais humano e, portanto, não pode ter direito legal à proteção da ideologia dos direitos humanos. Ele é condenado ao ostracismo e profissionalmente calado. O Sistema se gaba hoje de sua tolerância para com todas as pessoas e todas as nações da Terra, mas não para com aqueles que são inicialmente rotulados como monstros ou extremistas de direita, ou fundamentalistas. Aos olhos dos melhoradores do mundo, os civis alemães que estavam neste local em fevereiro de 1945 não eram humanos, mas um tipo bizarro de inseto que precisava ser aniquilado junto com sua cultura material. Tal mentalidade encontramos hoje entre os benfeitores do mundo, especialmente em seu engajamento militar no Iraque ou Afeganistão.

Nós somos frequentemente criticados por exagerar as vítimas de Dresden para banalizar os crimes fascistas. Isso é um absurdo. Essa tese pode ser facilmente revertida. Os historiadores e formadores de opinião do estabelecidos, 70 anos após a guerra, precisam renovar para sempre o perigo fascista para encobrir seus próprios fracassos econômicos catastróficos e seus próprios crimes de guerra.

Além disso, os historiadores estabelecidos não desejam nos dizer que cada vitimização no Sistema multicultural é propensa a conflitos; cada vitimização insiste em sua própria singularidade e prospera às custas de outras vitimizações. Isso apenas aponta para a fraqueza do Sistema multicultural, levando, em última análise, à balcanização, à guerra civil e ao colapso do Sistema. Um exemplo: a atual atmosfera vitimológica no Sistema multicultural de hoje leva cada tribo, cada comunidade e cada imigrante não europeu a acreditar que apenas sua vitimização é importante e única. Este é um fenômeno perigoso porque cada vitimização está em competição com a vitimização do Outro. Essa mentalidade de vitimização não conduz à paz. Ela leva à violência multiétnica e torna o conflito futuro inevitável.

Com a atual banalização e negação dos crimes liberais-comunistas contra o povo alemão, infligidos antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial, não pode haver clima de compreensão mútua e reconciliação, mas apenas uma atmosfera de falsos mitos e vitimizações conflitantes, por meio das quais cada pessoa e cada tribo se concebe como uma vítima de seu respectivo vizinho.

O exemplo clássico é novamente o colapso do antigo estado da Iugoslávia, um estado artificial no qual, por cinquenta anos, diferentes povos foram vítimas de historiadores e propaganda comunistas, com o povo croata sendo demonizado como uma “nação nazista”. Em 1991, após o fim do comunismo, o resultado não foi um entendimento interétnico mútuo, mas ódio mútuo e uma guerra terrível na qual cada lado chamou o outro de “fascista”. O que nos espera em breve aqui na U.E. {União Europeia} não é uma utopia exótica e multicultural, mas um ciclo balcânico de violência e guerras civis.

Caros senhores e senhoras, caros amigos. Não caiamos como presas de ilusões. Dresden deve servir como um sinal de alerta contra todas as guerras, bem como um lugar para comemorar as vítimas inocentes. Mas Dresden pode se tornar amanhã um símbolo de catástrofes titânicas. O que nos espera nos próximos anos, já podemos imaginar. Alguns de vocês, alguns de nós, com uma memória histórica mais longa, sabem bem que um mundo chegou ao fim. A era do liberalismo está morta há muito tempo. Os tempos que se aproximam serão ruins. Mas esses tempos chegando e que se aproximam oferecem a todos nós uma chance.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

 Notas:


[2] Fonte utilizada por Tomislav Sunić:

https://www.npd-dresden.de/

[7] Fonte utilizada por Tomislav Sunić: Alfred-Maurice de Zayas, A Terrible Revenge: The Ethnic Cleansing of the East European Germans.

https://www.librarything.com/author/zayasalfredmauricede

[8] Fonte utilizada por Tomislav Sunić: James Bacque, Crimes and Mercies: The Fate of German Civilians Under Allied Occupation, 1944-50.

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Relacionado, leia também: 

AUSCHWITZ E O SILÊNCIO DE HEIDEGGER - OU “PEQUENOS DETALHES” - parte 1 - por Roger Dommergue Polacco de Menasce (Demais partes na sequência do próprio artigo)










Migrantes: intervenções “humanitárias” geralmente fazem as coisas piores – Entrevista com Alain de Benoist

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

A noção de diversidade racial na academia alemã e na legislação nacionalsocialista - parte 1 - Por Tomislav Sunić

A noção de diversidade racial na academia alemã e na legislação nacionalsocialista - parte 2 - Por Tomislav Sunić

Judeus, comunistas e o ódio genocida nos "Estudos sobre a branquitude” - Por Andrew Joyce, Ph.D., {academic auctor pseudonym}

sábado, 8 de fevereiro de 2025

Correspondência não respondida {pela revista Panorama - The Television Magazine (10 de novembro de 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 5 por David McCalden

 

David McCalden


{Introdução por Mykel Alexander: Abaixo segue continuação da polêmica sobre o artigo (The men who whitewash Hitler, New Statesman de 2 de novembro de 1979) de Gitta Sereny, celebrada escritora judia da segunda metade do século XX, e que foi confrontado com cartas de três autores revisionistas (Dr. Arthur R. Butz, Richard Verrall e Dr. Robert Faurisson.

As mencionadas cartas com os argumentos revisionistas não foram publicadas pelo New Statesman, e também Bruce Page, então o editor do New Statesman preferiu evadir-se da própria polêmica do assunto em questão, sem enfrentá-la em suas questões centrais.

Para ler o artigo de Gitta Sereny ver: Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Para ler a carta nº 1 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz 

Para ler a carta nº 2 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 2 - por Richard Verrall 

Para ler a carta nº 3 ver: Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) – parte 3 – por Robert Faurisson 

Para ler a carta adicional de Richard Verrall ver: Carta para o New Statesman a partir do editor do Spearhead - Por Richard Verrall .                            

 

É preciso registrar que os argumentos revisionistas colocados abaixo incluem apenas as cartas datadas até 1980, excluindo os estudos posteriores do próprio Robert Faurisson, bem como os de Carlo Mattogno e como os de Germar Rudolf, os quais acumulam evidencias e refutações em sua maioria irrefutáveis. Ver especialmente as publicações da série Holocaust Handbooks: https://holocausthandbooks.com/ }

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Departamento de Letras

Panorama {The Television Magazine}

P.O. Caixa 950

Wayne, PA 19087

10 de novembro de 1980

Cavalheiros:

            Eu estou espantosamente impressionado com a candidez com que William L. Shirer escreve sobre filmes de TV da Segunda Guerra Mundial. (“The Nazis are Coming! The Nazis are Coming!” Novembro de 1980).

Na verdade, ele descreve os nazistas como “os caras maus/bandidos” e os americanos como “caras bons/mocinhos” no mesmo estilo de recorte de papelão bidimensional que tem sido a maldição do drama televisivo desde seu início. Em seu desejo histérico e paranóico de estereotipar as dramatis personae, ele cambaleia para uma terminologia que seria risível se estivesse em qualquer outro contexto: “fascínio pelo mal”, “gênio do mal”, “monstrous”, “barbárie”", “bando de rufiões”, etc. etc.

Por que é que os espectadores podem ver todos os lados; todos os pontos de vista; todas as perspectivas, em todas as guerras da história, com exceção de uma: a Segunda Guerra Mundial? Por que nós ainda afirmamos que esta foi a única guerra travada que teve “caras maus/bandidos” de um lado e “caras bons/mocinhos” do outro? “Monstros” e “Santos”? “Mal” e “Bom”? “Caras de chapéu preto” e “Caras de chapéu branco”? Esta é a soma total da capacidade educacional da televisão? A TV se tornou tão simplista que tem que lidar perpetuamente com pessoas rotuladas?

A escassa atenção de Shirer aos fatos também é um mau presságio para nós. Agora nos dizem que os nazistas mataram “seis milhões de judeus e seis milhões de eslavos”. Dizem-nos que Hitler tinha “apenas um amigo próximo, Ernst Roehm”. Eu receio que o Sr. Shirer tenha permitido que sua licença poética fugisse com sua precisão histórica.

{Autor de uma das mais populares obras (ASCENSÃO E QUEDA DO TERCEIRO REICH, 4 volumes) sobre o regime de Adolf Hitler, o jornalista judeu William L. Shirer (1904-1993) não verteu em sua obra os fatos e intensificou o sentimentalismo, prolongando o teor de propaganda aliada e do judaísmo internacional da Segunda Guerra Mundial e do pré-Segunda Guerra Mundial.}


Onde, em qualquer um desses filmes, há alguma atenção dada aos fatos? Ao lidar com o remake de “Anne Frank”, por que o Sr. Shirer não nos diz que os tribunais alemães decidiram agora que o “Diário” é uma farsa, conforme relatado no New York Post em 9 de outubro de 1980? Ao lidar com os “extermínios”, por que ele não nos diz que uma série de especialistas acadêmicos e forenses, como Dr. Arthur Butz (Universidade Northwestern), Dr. Robert Faurisson (Universidade de Lyon), John Bennett (Conselho das Liberdades Civis de Victoria, Austrália), declararam que as “câmaras de gás” são uma ficção? Por que ele não nos diz que até mesmo especialistas em “Holocausto”, como Gitta Sereny, admitem que “Auschwitz não era um centro de extermínio” (New Statesman, 2 de novembro de 1979)? 

Eu devo admitir com alguma satisfação que a geração mais jovem, pelo menos, não está sendo enganada por essa caricatura histórica. Nossos jovens geralmente são mais hábeis do que pensamos em diferenciar entre encenação de sala de jogos (“caras maus/bandidos vs. caras bons/mocinhos”) e realidade (homem vs. homem).

Sinceramente,

Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}

Tradução e palvras entre chaves por Mykel Alexander

Fonte: Lewis Brandon {pseudônimo de David McCalden}, Unanswered Correspondence, The Journal for Historical Review, outono de 1981, volume 2, número 3, páginas 201-202.

https://ihr.org/journal/v02p197_butz

Sobre o autor: David McCalden (1951-1990) nasceu em Belfast, Irlanda do Norte. Frequentou a Universidade de Londres, Goldsmiths College, graduando-se em 1974 com um Certificado em Educação (Sociologia). Ele ajudou a organizar Hunt Saboteurs, um grupo contra caçadores de raposas, e editou seu diário. Em meados da década de 1970, ele atuou no National Front, um grupo nacionalista britânico. Por um tempo foi editor do Nationalist News e colaborador regular do jornal Britain First. David McCalden foi um ardente defensor dos direitos e interesses da população protestante da Irlanda do Norte. McCalden era um enérgico e tenaz intelectual que fez carreira no desconfortando os confortáveis e cômodos pontos de vista, ele se deliciava em desafiar de forma combativa as suposições ortodoxas, sendo fervorosamente antiautoritário e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da investigação aberta.

Um ponto marcante em sua relativamente breve vida foi o de ser o fundador do Institute for Historical Review. Por dois anos e meio, e trabalhando com o pseudônimo de “Lewis Brandon.” McCalden foi o primeiro diretor do IHR. Ele organizou a primeira “Conferência Revisionista Internacional,” a principal reunião pública do IHR, realizada em setembro de 1979 na Northrop University, perto de Los Angeles. Ele supervisionou a produção de livros, fitas e folhetos revisionistas e fez aparições em programas de rádio. Em 1980 e no início de 1981, ele editou o Journal of Historical Review do IHR.

McCalden foi o autor de vários livretos, incluindo Nuremberg and Other War Crimes Trials, que apareceu em 1978 com o pseudônimo de “Richard Harwood (pseudônimo também usado pelo bacharel em História Richard Verral),” Exiles From History e The Amazing, Rapidly Shrinking ‘Holocaust’ (1987). Ele também produziu um vídeo baseado em suas visitas a Auschwitz e os locais de outros campos alemães durante a guerra, e seu exame cético das alegadas “câmaras de gás” dali.

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Correspondência não respondida {pela mídia – HomeNews (13 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 3 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – West Palm Beach Post (15 setembro 1980) – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 2 por David McCalden

Correspondência não respondida {pela mídia – New Statesman – perante os questionamentos revisionistas refutando que o alegado Holocausto judaico realmente ocorreu} - questionamento 1 por David McCalden

O Holocausto de Seis Milhões de Judeus — na Primeira Guerra Mundial - por Thomas Dalton, Ph.D. {academic auctor pseudonym}

Os Homens que “passaram o pano” para Hitler {com análise crítica revisionista} - Por Gitta Sereny

Campos de Concentração Nacional-Socialistas {nazistas}: lenda e realidade - parte 1 - precedentes e funções dos campos - por Jürgen Graf (demais partes na sequência do próprio artigo).

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 1) Certas impossibilidades da ‘Declaração de Gerstein’ - Por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 2) Mais impossibilidades da ‘Declaração e Gerstein.’ - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 3) - Tampos e aberturas - por Ditlieb Felderer

Bloco de notas sobre Auschwitz (Parte 4) – Portas e portinholas - por Ditlieb Felderer

Cartas {questionando a veracidade do alegado Holocausto} ao ‘New Statesman’ (que nunca foram publicadas) - parte 1 - por Dr. Arthur R. Butz

O Primeiro Holocausto - por Germar Rudolf

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

Revisionismo e Promoção da Paz - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

Carta para o ‘The Nation’ {sobre o alegado Holocausto} - por Paul Rassinier

Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo - por Murray N. Rothbard

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 1 - por Harry Elmer Barnes

A vigilante marcação pública no revisionismo - parte 2 - por Harry Elmer Barnes

O “Holocausto” colocado em perspectiva - por Austin Joseph App

A controvérsia internacional do “holocausto” - Arthur Robert Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 1 - por Arthur R. Butz

Contexto e perspectiva na controvérsia do ‘Holocausto’ - parte 2 - por Arthur R. Butz

O Relatório Leuchter: O Como e o Porquê - por Fred A. Leuchter

O que é ‘Negação do Holocausto’? - Por Barbara Kulaszka

As câmaras de gás: verdade ou mentira? - parte 1 - por Robert Faurisson (primeira de seis partes, as quais são dispostas na sequência).

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson

O “problema das câmaras de gás” - Por Robert Faurisson

As câmaras de gás de Auschwitz parecem ser fisicamente inconcebíveis - Por Robert Faurisson

A mentira a serviço de “um bem maior” - Por Antônio Caleari

Os Julgamentos de Nuremberg - Os julgamentos dos “crimes de guerra” provam extermínio? - Por Mark Weber

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari